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Hoje, 12 de setembro, o Didocast recebe a escritora e ensaísta Cidinha da Silva, uma das importantes vozes da literatura brasileira contemporânea. Mineira de Belo Horizonte, Cidinha construiu uma trajetória que atravessa crônicas, contos, ensaios, dramaturgia e literatura infantojuvenil, com uma escrita profundamente ligada às africanidades, às relações raciais, à ancestralidade e às experiências de mulheres negras. Entre suas obras estão Um Exu em Nova York, vencedor do Prêmio Biblioteca Nacional em 2019, O Mar de Manu, premiado pela APCA, e o recente Quando borboletas furiosas se tornam mulheres negras: nós e os livros, lançado em 2026.Na conversa com Helissa Soares, Cidinha fala sobre sua trajetória, literatura, autoria negra, mercado editorial, relações raciais e os caminhos de sua produção intelectual e literária. Um encontro para conhecer mais de perto o pensamento e a obra de uma autora que vem construindo uma presença singular na literatura brasileira. O episódio estreia hoje no canal Didosseia.
Volvemos esta temporada con un cambio de coordenadas: una hora distinta, los sábados a las ocho de la tarde, y una sola edición semanal en lugar de dos. ¿Qué hay detrás del anuncio de Sony de no publicar títulos en formato físico en 2028? ¿Por qué la edición física de GTA VI no traerá disco, solo una caja y un código de descarga? Para eso reunimos varios actores relacionados: María Jesús López, de la Biblioteca Nacional, que custodia los videojuegos como patrimonio nacional; Pau Moro, de Selecta Play, y Virginia Calvo, de Selecta Visión, que fabrican esas ediciones de coleccionista capaces de vaciar cualquier cartera; el periodista David Caballero; y el coleccionista Juanjo Viento, que sabe bien lo importante que es el vínculo emocional con el formato físico.Con Don Víctor, desde el Planeta Segovia, hablamos también de papel, aunque de otro tipo: los cómics, y los cómics muy físicos...Escuchar audio
Radicada em Portugal há seis anos, Deborah Trois se divide entre a contabilidade e o fascínio pela genealogia, área a que se dedica há 11 anos. Nas pesquisas, descobriu ser a descendente direta do bibliotecário real de D. João VI, na transferência da corte de Portugal para o Brasil. Fábia Belém, correspondente da RFI em Portugal Contadora apaixonada por genealogia, Deborah Trois decidiu investigar o passado da família quando ainda morava em Niterói, sua cidade natal. Localizou as raízes franco-suíças da mãe e, quando mudou-se para Portugal em 2020, dedicou-se a pesquisar as origens do pai. O que ela não esperava era descobrir um antepassado ligado à corte portuguesa, o que acabou por dar origem ao seu primeiro livro — o romance de ficção histórica “O Segredo de Marrocos”. “Tive essa grande surpresa de ser descendente direta. Eu sou sexta neta de Luiz Joaquim dos Santos Marrocos, que foi o bibliotecário real de D. João VI na transferência da corte de Portugal para o Brasil”, explica. Em 1811, três anos depois da transferência da corte, Marrocos partiu de Lisboa para o Rio de Janeiro com a missão de acompanhar a segunda remessa de livros e manuscritos da Real Biblioteca, que constituíram o acervo inicial da Biblioteca Nacional do Brasil, instalada na capital fluminense. Na nova sede, ele foi encarregado de organizar os manuscritos da Coroa Portuguesa, o que o levou a trabalhar no Paço Imperial, onde ficava o gabinete do então príncipe regente D. João, que se tornou rei D. João VI, em 1816, com a morte da sua mãe. Como sublinha Trois, Marrocos “tinha uma proximidade grande com Dom João VI; ele participava do 'beija-mão' (cerimônia na qual suditos prestavam reverência ao rei). Então, ele estava por dentro daquela corte”. Pesquisa documental Até chegar a Luiz Joaquim dos Santos Marrocos, a autora brasileira recorreu a registros paroquiais do Arquivo Distrital de Lisboa e a documentos oficiais da Torre do Tombo, que é o Arquivo Nacional português. Ela também utilizou plataformas digitais de genealogia e de coleções históricas da imprensa da época. Toda a investigação seguiu o Padrão de Prova Genealógica, método que serve para confirmar a exatidão de dados históricos. Nesse processo, alguns documentos serviram como peças-chave para ajudar a desvendar o passado da família paterna de Deborah. “Quando eu obtive a certidão do meu avô, a avó dele já era uma Marrocos”, recorda Deborah Trois. Depois que descobriu ser descendente do bibliotecário real, a autora começou mais uma investigação que durou cerca de dois anos. O pilar da pesquisa foi o epistolário de Marrocos — o conjunto de 186 cartas que ele escreveu à família, em Lisboa, entre 1811 e 1821, ano em que D. João VI embarcou de volta a Portugal. Os documentos, muito usados por historiadores, revelam os bastidores da corte e a rotina da colônia. Deborah Trois, que, à época, não tinha o epistolário de Santos Marrocos, conta que “foi uma corrida nos sebos e alfarrabistas (livrarias especializadas em livros raros)" para conseguir o acervo. E, depois de ler todas as correspondências, “consegui ter uma visão, a minha visão do homem inteiro. Eu, como descendente, fui [pesquisar] desde o nascimento até o fim”, afirma. Livro 'O Segredo de Marrocos' A coletânea de cartas do bibliotecário real foi a principal matéria-prima do livro “O Segredo de Marrocos”, publicado pela editora portuguesa Cordel d'Prata e lançado em agosto na cidade do Porto. Sem dar detalhes, a autora diz que a obra “conta mais sobre o homem inteiro do que só sobre aquela parte do epistolário, que é mais usada pelos historiadores”. “Esse livro não esconde nada. Ele abre o arquivo em vez de fechá-lo. E eu acho que essa é a minha grande missão: abrir esse arquivo do Luiz Joaquim e deixar que as pessoas o conheçam, nem absolvendo o Luiz Joaquim, nem condenando o Luiz Joaquim, [mas] conhecendo ele por inteiro”, antecipa Trois, lançando um tom de mistério para os futuros leitores. E sem revelar o segredo de Marrocos, a autora garante que o livro guarda uma descoberta pessoal, porque “vai além da vida que ele construiu no Rio de Janeiro e com um achado inédito meu, que nunca foi falado, nunca foi escrito por nenhum historiador”. 'Dobra no tempo' A expectativa de Deborah é que “O Segredo de Marrocos” seja lançado no Brasil até o início de outubro, mas ainda este mês a autora já tem agendada uma sessão de autógrafos em Lanhelas, no norte de Portugal. Foi nessa vila do município de Caminha, a cerca de 100 quilômetros da cidade do Porto, que Trois localizou os descendentes da família Marrocos que permaneceram em Portugal — um encontro que imprimiu uma face contemporânea à própria pesquisa. “Eu me sinto exatamente como se fosse uma dobra no tempo. Luiz sempre quis muito voltar a Portugal, [mas] acabou por ficar no Brasil, e acabou que uma descendente de sexta geração volta e reencontra os Marrocos que ficaram aqui. É muito bonito; é um ciclo que se fecha e um ciclo que se abre”, analisa a autora.
Radicada em Portugal há seis anos, Deborah Trois se divide entre a contabilidade e o fascínio pela genealogia, área a que se dedica há 11 anos. Nas pesquisas, descobriu ser a descendente direta do bibliotecário real de D. João VI, na transferência da corte de Portugal para o Brasil. Fábia Belém, correspondente da RFI em Portugal Contadora apaixonada por genealogia, Deborah Trois decidiu investigar o passado da família quando ainda morava em Niterói, sua cidade natal. Localizou as raízes franco-suíças da mãe e, quando mudou-se para Portugal em 2020, dedicou-se a pesquisar as origens do pai. O que ela não esperava era descobrir um antepassado ligado à corte portuguesa, o que acabou por dar origem ao seu primeiro livro — o romance de ficção histórica “O Segredo de Marrocos”. “Tive essa grande surpresa de ser descendente direta. Eu sou sexta neta de Luiz Joaquim dos Santos Marrocos, que foi o bibliotecário real de D. João VI na transferência da corte de Portugal para o Brasil”, explica. Em 1811, três anos depois da transferência da corte, Marrocos partiu de Lisboa para o Rio de Janeiro com a missão de acompanhar a segunda remessa de livros e manuscritos da Real Biblioteca, que constituíram o acervo inicial da Biblioteca Nacional do Brasil, instalada na capital fluminense. Na nova sede, ele foi encarregado de organizar os manuscritos da Coroa Portuguesa, o que o levou a trabalhar no Paço Imperial, onde ficava o gabinete do então príncipe regente D. João, que se tornou rei D. João VI, em 1816, com a morte da sua mãe. Como sublinha Trois, Marrocos “tinha uma proximidade grande com Dom João VI; ele participava do 'beija-mão' (cerimônia na qual suditos prestavam reverência ao rei). Então, ele estava por dentro daquela corte”. Pesquisa documental Até chegar a Luiz Joaquim dos Santos Marrocos, a autora brasileira recorreu a registros paroquiais do Arquivo Distrital de Lisboa e a documentos oficiais da Torre do Tombo, que é o Arquivo Nacional português. Ela também utilizou plataformas digitais de genealogia e de coleções históricas da imprensa da época. Toda a investigação seguiu o Padrão de Prova Genealógica, método que serve para confirmar a exatidão de dados históricos. Nesse processo, alguns documentos serviram como peças-chave para ajudar a desvendar o passado da família paterna de Deborah. “Quando eu obtive a certidão do meu avô, a avó dele já era uma Marrocos”, recorda Deborah Trois. Depois que descobriu ser descendente do bibliotecário real, a autora começou mais uma investigação que durou cerca de dois anos. O pilar da pesquisa foi o epistolário de Marrocos — o conjunto de 186 cartas que ele escreveu à família, em Lisboa, entre 1811 e 1821, ano em que D. João VI embarcou de volta a Portugal. Os documentos, muito usados por historiadores, revelam os bastidores da corte e a rotina da colônia. Deborah Trois, que, à época, não tinha o epistolário de Santos Marrocos, conta que “foi uma corrida nos sebos e alfarrabistas (livrarias especializadas em livros raros)" para conseguir o acervo. E, depois de ler todas as correspondências, “consegui ter uma visão, a minha visão do homem inteiro. Eu, como descendente, fui [pesquisar] desde o nascimento até o fim”, afirma. Livro 'O Segredo de Marrocos' A coletânea de cartas do bibliotecário real foi a principal matéria-prima do livro “O Segredo de Marrocos”, publicado pela editora portuguesa Cordel d'Prata e lançado em agosto na cidade do Porto. Sem dar detalhes, a autora diz que a obra “conta mais sobre o homem inteiro do que só sobre aquela parte do epistolário, que é mais usada pelos historiadores”. “Esse livro não esconde nada. Ele abre o arquivo em vez de fechá-lo. E eu acho que essa é a minha grande missão: abrir esse arquivo do Luiz Joaquim e deixar que as pessoas o conheçam, nem absolvendo o Luiz Joaquim, nem condenando o Luiz Joaquim, [mas] conhecendo ele por inteiro”, antecipa Trois, lançando um tom de mistério para os futuros leitores. E sem revelar o segredo de Marrocos, a autora garante que o livro guarda uma descoberta pessoal, porque “vai além da vida que ele construiu no Rio de Janeiro e com um achado inédito meu, que nunca foi falado, nunca foi escrito por nenhum historiador”. 'Dobra no tempo' A expectativa de Deborah é que “O Segredo de Marrocos” seja lançado no Brasil até o início de outubro, mas ainda este mês a autora já tem agendada uma sessão de autógrafos em Lanhelas, no norte de Portugal. Foi nessa vila do município de Caminha, a cerca de 100 quilômetros da cidade do Porto, que Trois localizou os descendentes da família Marrocos que permaneceram em Portugal — um encontro que imprimiu uma face contemporânea à própria pesquisa. “Eu me sinto exatamente como se fosse uma dobra no tempo. Luiz sempre quis muito voltar a Portugal, [mas] acabou por ficar no Brasil, e acabou que uma descendente de sexta geração volta e reencontra os Marrocos que ficaram aqui. É muito bonito; é um ciclo que se fecha e um ciclo que se abre”, analisa a autora.
Recibimos a María Paz Otero, ganadora del Premio Hiperión 2026 por "Las cosas por su nombre", y a Zoé Hidalgo Lucio, accésit del jurado por "Salvaje rabia trans". Dos jóvenes poetas que exploran, desde dos territorios muy diferentes, sentimientos y experiencias que resultan difícil de verbalizar. Visitamos también la exposición dedicada al diseñador Pedro Moreno en la Biblioteca Nacional junto a nuestra compañera Sonia Castelani y repasamos la trayectoria musical de Franco Battiato con Enrique Rodríguez Abuín, cuando se cumplen cinco años de la muerte del músico italiano. Además, la escritora María Zaragoza comparte sus lecturas de verano y Yolanda Pintor recupera en última parada la obra "La mujer rota", de Simone de Beauvoir.Escuchar audio
No episódio de hoje, receberemos o Prof. Rafael Nogueira, católico, professor, historiador, jurista e pesquisador, para uma conversa sobre “As Grandes Mentiras da História”, em um formato especial de perguntas e respostas ao vivo.Com uma trajetória que une educação, cultura e gestão pública, Rafael é graduado em Filosofia, Direito e História, mestre em Direito e em História do Brasil e doutorando em Ciência Política pela UFSC. Foi presidente da Fundação Biblioteca Nacional, secretário Nacional da Economia Criativa e presidente da Fundação Catarinense de Cultura.Em sua formação intelectual, foi aluno do filósofo Olavo de Carvalho e também se dedicou ao estudo dos clássicos, à formação cultural e à valorização da história e da tradição.
Jorge Luis Borges (1899 – 1986) fue un escritor, poeta, ensayista y bibliotecario argentino, considerado una de las figuras más influyentes de la literatura del siglo XX. Nacimiento: 24 de agosto de 1899 en Buenos Aires, Argentina. Desde joven estuvo en contacto con la literatura gracias a su familia; su padre era profesor y le inculcó el amor por los libros. En 1914 se trasladó a Ginebra, Suiza, donde estudió el bachillerato y conoció a autores de las vanguardias europeas. Luego vivió en España, relacionándose con el ultraísmo. Regresó a Buenos Aires en 1921 y comenzó a publicar poesía y ensayos en revistas literarias. Con el tiempo su obra se orientó hacia la narrativa breve y el ensayo filosófico-literario. En 1955 fue nombrado director de la Biblioteca Nacional de Argentina. Con los años padeció ceguera progresiva, lo que marcó profundamente su estilo literario. Falleció el 14 de junio de 1986 en Ginebra, Suiza. Borges se destacó especialmente por el cuento corto y el ensayo, donde fusionó erudición, imaginación y paradojas filosóficas. Sus temas recurrentes incluyen:El infinito y los laberintos.El tiempo y la eternidad.La identidad y el doble.La relación entre realidad y ficción.La literatura como un universo dentro de otro universo. Obras destacadas:Ficciones (1944)El Aleph (1949)Historia universal de la infamia (1935)El hacedor (1960)Inquisiciones (1925)Otras inquisiciones (1952). Aunque nunca recibió el Premio Nobel de Literatura (algo que generó mucha controversia), Borges fue honrado con numerosos premios internacionales y sigue siendo una de las figuras centrales de la literatura en español.
Onde se explora a evolução histórica do mito de Narciso, analisando como esta narrativa clássica de autoelogio e obsessão pela imagem foi reinterpretada ao longo dos séculos. Através de uma exposição na Biblioteca Nacional da Áustria, as fontes apresentam quatro perspetivas distintas: a poesia metamórfica de Ovídio, a sátira moral de Sebastian Brandt, o estudo botânico de Matthias de l'Obel e a teoria psicanalítica de Sigmund Freud. O texto destaca que Narciso deixou de ser apenas uma figura literária para se tornar um conceito científico e clínico, influenciando a compreensão moderna da identidade. Atualmente, esta herança cultural serve como ferramenta pedagógica para debater a autoimagem digital e o fenómeno das selfies em contexto escolar. A análise sublinha como o espelho de água original se transformou nos ecrãs das redes sociais, exigindo uma nova literacia sobre a forma como os jovens se veem a si mesmos.
Onde se explora a evolução histórica do mito de Narciso, analisando como esta narrativa clássica de autoelogio e obsessão pela imagem foi reinterpretada ao longo dos séculos. Através de uma exposição na Biblioteca Nacional da Áustria, as fontes apresentam quatro perspetivas distintas: a poesia metamórfica de Ovídio, a sátira moral de Sebastian Brandt, o estudo botânico de Matthias de l'Obel e a teoria psicanalítica de Sigmund Freud. O texto destaca que Narciso deixou de ser apenas uma figura literária para se tornar um conceito científico e clínico, influenciando a compreensão moderna da identidade. Atualmente, esta herança cultural serve como ferramenta pedagógica para debater a autoimagem digital e o fenómeno das selfies em contexto escolar. A análise sublinha como o espelho de água original se transformou nos ecrãs das redes sociais, exigindo uma nova literacia sobre a forma como os jovens se veem a si mesmos.
No Fala Carlão Especial de Sábado e no Turista Profissional, percorro o Centro Histórico do Rio de Janeiro para mostrar um lado da cidade que vai muito além dos cartões-postais. Neste roteiro pela antiga capital do Brasil, visito monumentos que ajudam a contar parte da história do País. Passo pela Cinelândia, Biblioteca Nacional, Teatro Municipal, Centro Cultural da Justiça Federal, Largo da Carioca, Casa Cavé e pela tradicional Confeitaria Colombo, conhecendo de perto a riqueza arquitetônica, cultural e histórica que marcou a formação da cidade. Nesta edição especial, convido você a descobrir um Rio de Janeiro que vai além das praias e reúne patrimônio, cultura e experiências que merecem entrar no roteiro de qualquer visitante.
A riqueza cultural que habita nas comunidades sertanejas do Brasil é tema de exposição "Sertões", de Riciere Teixeira, em cartaz na Biblioteca Nacional de Brasília. Os detalhes na reportagem de Nita Queiroz.
Neste episódio falamos do famoso e infame processo dos Távoras, em meados do séc. XVIII, durante o reinado de D. José, onde a mais alta aristocracia portuguesa foi condenada à pena de morte. Tentamos compreender o que motivou o processo, como se desenrolou e as suas consequências.Sugestões de leitura:1. Nuno Gonçalo Monteiro - D. José. Na Sombra do Marquês de Pombal. Temas & Debates, 2025.2. Guilherme G. de Oliveira Santos, Leandro Correira, Roberto Carlos Reis - O processo dos Távoras. A revisão - instauração, depoimentos e sentenças. Caleidoscópio, 2017.3. Vista do Patiblo que se vio na Prasa de Belem a 13 de Janeyro de 1759, c. 1760, Biblioteca Nacional de Portugal: http://purl.pt/11565-----Obrigado aos patronos do podcast:André Silva, Bruno Figueira, Cláudio Batista, Gustavo Fonseca, Isabel Yglesias de Oliveira, Joana Figueira, NBisme, Oliver Doerfler, Sara Esteves, Sofia Carvalho;Alexandre Carvalho, Andre Oliveira, Carlos Andrade, Carlos Castro, Civiforum, Lda., Cláudia Conceição, Daniel Murta, Domingos Ferreira, Francisco C, Hugo Picciochi, Jorge Filipe, José Beleza, Luís André Agostinho, Miguel Cunha, Patrícia Gomes, Pedro Almada, Pedro Alves, Pedro Ferreira, Rui Roque, Tiago Pereira, Vera Costa;Adriana Vazão, Ana Gonçalves, André Abrantes, António Farelo, António J. R. Neto, Bruno Luis, Carlos Ribeiro, Carlos Ribeiro, Carolina Batista, Catarina Ferreira, Clara Camacho, Cláudia Brandão, César, Diogo Camoes, Diogo Freitas, Fábio Videira Santos, Francisco Castro, Frederico Patinha, Gn, Goncalo Castro, GusRo, Hugo Palma, Hugo Vieira, Igor Silva, Joao Godinho, Joel José Ginga, Johnniedee, Jorge Manuel, João Barbosa, João Canto, João Carlos Braga Simões, João Diamantino, João Ferreira, João Félix, João Mendes, Liam Brockey, Luis Colaço, lvlheadwrecker, Mafalda Trindade, Marcos, Miguel Brito, Miguel Gama, Miguel Gonçalves Tomé, Miguel Oliveira, Miguel Salgado, Nuno Carvalho, Nuno Esteves, Nuno Moreira, Nuno Silva, Orlando Silva, Parte Cóccix, Paulo Guerreiro, Paulo Ramirez, Paulo Ruivo, Paulo Silva, Pedro Barros, Pedro Oliveira, Pedro Sebastião, Ricardo Pinho, Ricardo Santos, Rodrigo Candeias, Rui Magalhães, Rui Rodrigues, Simão, Simão Ribeiro, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, Tomás Matos Pires, Vitor Couto, Zé Teixeira.-----Ouve e gosta do podcast?Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria-----Música: "Hidden Agenda” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0.Edição de Marco António.
Esta semana, Diego comenta la detención de Alejandro Arias Monge, alias Diablo, por parte de las autoridades judiciales, así como las “amenazas” de José Miguel Villalobos al dictador Daniel Ortega. Además, analiza lo que se sabe hasta ahora sobre la reforma fiscal anunciada por Rodrigo Chaves y Laura Fernández, los detalles detrás de “Lapagate” y lo que se esconde detrás del nuevo reglamento de vida silvestre del Minae. Servicio CivilMorosidad CCSSMorosidad HaciendaCosta Rica PuedeLa delegación costarricense obtuvo una medalla de bronce y dos menciones de honor en la Olimpiada Internacional de Química celebrada en Uzbekistán. José Edwin Chávez Rodríguez ganó el bronce, mientras Leonor Obando Umaña y Juan Pablo Valverde Cordero recibieron menciones de honor.La Universidad Americana lanzó Empresa Sana, un programa que ofrecerá diagnósticos empresariales gratuitos en materia financiera, contable, tributaria y administrativa. Cada participante recibirá una radiografía con fortalezas, riesgos y recomendaciones concretas para mejorar su gestión.El 30 de agosto se realizará en El Tajo de Parque Diversiones la carrera Con Motor y Corazón. El 100% de lo recaudado se destinará a reconstruir La Posada del Alivio, hogar temporal para familias que deben trasladarse para acompañar a sus hijos en el Hospital Nacional de Niños. La entrada será mediante una donación desde ₡2.000. Acelerar para que otras familias tengan dónde descansar.Trece profesionales costarricenses fueron seleccionados para cursar maestrías de dos años en distintas universidades europeas mediante el programa Erasmus Mundus. Las personas beneficiarias provienen de áreas como física, química, ingeniería, matemáticas, antropología y diseño industrial, y podrán completar etapas de su formación en más de un país. La próxima convocatoria para iniciar estudios en 2027 abrirá en octubre. ¡Talento tico cruzando fronteras!Agenda CulturalEste domingo 26 de julio, a las 3:00 p. m., el dúo costarricense Guápil cerrará su gira por el Pacífico Sur con una presentación en La Piel de Naranja, en Uvita. La puesta en escena está inspirada en el ciclo del agua y combina música, memoria ancestral y conciencia ambiental. Una linda oportunidad para conocer su trabajo cerca del territorio que inspira sus canciones.Las Fiestas Patronales de Santo Domingo de Heredia se extenderán hasta el 9 de agosto con conciertos gratuitos, gastronomía, karaoke, juegos mecánicos y desfiles de vochos, motos, autos antiguos, marching bands y cabezales. Este sábado 25 se realizará además el Reinado de la Adulta Mayor, como homenaje a las mujeres que han construido la historia de la comunidad.El Teatro Nico Baker estrena La Gata: Tango sobre el Tejado, una adaptación del clásico de Tennessee Williams trasladada a una familia cafetalera costarricense de los años cincuenta. La obra mezcla drama y tango para abordar el poder, la religión, el deseo, la familia y las divisiones políticas. Tendrá funciones viernes y sábados a las 7:30 p. m. y domingos a las 5:00 p. m., hasta el 16 de agosto.Este domingo 26 de julio, a las 4:00 p. m., la Biblioteca Nacional dedicará una nueva entrega de La lectura te transporta al libro Una herida en mi sangre, de la escritora Monthia Sancho. La actividad será transmitida por el Facebook de la Biblioteca Nacional, así que se puede disfrutar desde cualquier parte del país.
La mayoría de los edificios y viviendas de Francia, incluidos colegios y hospitales, no cuentan con aire acondicionado, a pesar de las olas de calor —tres este verano—, con temperaturas superiores a los 40 °C. Para responder a este desafío, París lleva décadas implementando una solución a gran escala: un sistema de aire acondicionado central que utiliza el agua del Sena y consume la mitad de la electricidad y genera la mitad de las emisiones de CO₂, en comparación con los sistemas de aire acondicionado individuales. Entrevista con Marie Carlo, directora general de Fraîcheur de Paris. París desarrolla una red de refrigeración urbana que utiliza el agua del Sena para enfriar edificios cercanos al río. Este sistema, que está en plena expansión, ya supera los 120 kilómetros de tuberías subterráneas, convirtiéndose así en el más grande de Europa. Marie Carlo, directora general de Fraîcheur de Paris, explica cómo funciona y qué papel desempeña frente a las cada vez más frecuentes olas de calor. "Es una red cerrada de distribución de agua helada con 120 km de tuberías que abastecen a los edificios conectados. Cuando el agua llega al edificio, pasa por un intercambiador térmico que transfiere el frío al sistema de climatización del inmueble. Después, el agua regresa más caliente a las plantas de producción como consecuencia de ese intercambio. Allí se utiliza el agua del río Sena en un nuevo proceso de intercambio térmico para evacuar el calor extraído de los edificios y volver a enfriar el agua mediante equipos de refrigeración. En ningún momento las dos aguas se mezclan: el intercambio de calor se realiza exclusivamente a través de intercambiadores térmicos", dice Carlo. ¿Está preparada esta red de refrigeración para hacer frente a las repetidas olas de calor? "Estas redes están diseñadas para soportar altas temperaturas. Sin embargo, las olas de calor que vivimos en este 2026 no tienen precedentes. Esto demuestra que debemos seguir reforzando la red y aumentando su resiliencia para responder mejor a fenómenos climáticos que han sido especialmente extremos este año. Con ese objetivo, seguimos ampliando nuestra infraestructura. Acabamos de conectar una nueva planta de producción ubicada en la Universidad de Jussieu, en París. Además, estamos finalizando las obras que triplicarán la capacidad de otra de nuestras plantas, situada en la Biblioteca Nacional de Francia. También tenemos nuevos proyectos de plantas en construcción", precisa Carlo. ¿Cómo puede adaptarse este sistema para que las poblaciones más vulnerables también puedan disfrutar de este servicio? "Esto es un enorme desafío. Debemos garantizar que toda la población, especialmente la más vulnerable, tenga acceso a espacios donde pueda refrescarse. Hoy ya no hablamos de refrigeración por comodidad, sino de refrigeración como una necesidad básica. La meta de la ciudad de París es que las escuelas, municipalidades y bibliotecas conectadas a la red de frío también puedan abrir sus puertas a los vecinos. En el caso de las escuelas, incluso durante las vacaciones, para que quienes no disponen de viviendas suficientemente frescas puedan acceder, al menos durante unas horas al día, a un espacio climatizado". Marie Carlo concluye recordando la importancia de las redes de refrigeración urbana para adaptarse al cambio climático. Destaca que, en comparación con los sistemas de aire acondicionado individuales, consumen la mitad de electricidad y generan la mitad de las emisiones de CO₂.
Ana Zamora regresa a los escenarios con una nueva lectura de Farsa y licencia de la reina castiza, uno de los textos menos conocidos de Ramón María del Valle-Inclán. La directora, Premio Nacional de Teatro y Premio Ojo Crítico, conversa con el programa sobre el esperpento, ese lenguaje teatral con el que el autor gallego convirtió lo grotesco, lo absurdo y lo trágico en una forma única de mirar la realidad. La producción de Nao d'Amores y el Teatro Español podrá verse en Madrid hasta el 26 de julio.El programa se acerca también al estreno de Electra jonda en el Festival Internacional de Teatro Clásico de Mérida, un montaje que fusiona teatro, flamenco y danza para revisitar el mito clásico desde una mirada contemporánea. Además, recordamos el centenario de Fiesta, la novela con la que Ernest Hemingway inmortalizó los Sanfermines y proyectó internacionalmente la ciudad de Pamplona.La actualidad cultural nos lleva a la Biblioteca Nacional, donde se incorpora el retrato de Álvaro Pombo, pintado por Hernán Cortés; a la Casa de América, que acoge la exposición Everybody Loves Chachacha de la fotógrafa Bego Antón, dedicada al freestyle musical canino; y al IVAM, con una nueva muestra sobre La Albufera. También conocemos la historia de las icónicas Piscinas das Marés, de Álvaro Siza, junto a nuestro colaborador Pedro Torrijos.El programa rinde además homenaje a la cantante británica Bonnie Tyler, fallecida a los 75 años. Su inconfundible voz rasgada convirtió himnos como Total Eclipse of the Heart o Holding Out for a Hero en referentes del rock de los años ochenta. Admiradora de artistas como Carole King y Stevie Wonder, deja un legado que marcó a varias generaciones y al que El Ojo Crítico dedica su despedida.Escuchar audio
El Códice Leningrado, que se halla en la Biblioteca Nacional de San Petersburgo, es el texto completo más antiguo de la Biblia Hebrea. Dado su origen remoto, se lo considera una versión de la Biblia más pura: contiene palabras y caracteres perdidos en traducciones posteriores. Timothy Smith, un experto anticuario, cree haber encontrado un código oculto dentro del códice. Este especial de dos horas de duración lleva a los espectadores en un viaje por todo el mundo para descubrir si el código oculto es real
El Códice Leningrado, que se halla en la Biblioteca Nacional de San Petersburgo, es el texto completo más antiguo de la Biblia Hebrea. Dado su origen remoto, se lo considera una versión de la Biblia más pura: contiene palabras y caracteres perdidos en traducciones posteriores. Timothy Smith, un experto anticuario, cree haber encontrado un código oculto dentro del códice. Este especial de dos horas de duración lleva a los espectadores en un viaje por todo el mundo para descubrir si el código oculto es real
¿Y si perderse cosas fuera una forma de libertad? El filósofo Juan Evaristo Valls Boix plantea esta idea en JOMO. El gusto de perder (Cuadernos Anagrama), un ensayo que reivindica el derecho a decir no en una sociedad obsesionada con la productividad, la hiperconexión y el miedo a quedarse fuera. Frente al conocido FOMO (fear of missing out), el autor propone el JOMO (joy of missing out): la alegría de perderse cosas para recuperar tiempo, atención y libertad.La promoción de la lectura protagoniza otro de los momentos destacados del programa con el reconocimiento a Un país para leerlo, espacio de La 2 galardonado con el Premio Nacional al Fomento de la Lectura 2026. Conversamos con su codirector, Luis Miguel Gómez , así como con Ignacio Elguero, responsable de iniciativas culturales de RTVE e impulsor del proyecto, sobre una iniciativa que ha convertido los libros y sus autores en protagonistas de la televisión pública. La actualidad cultural nos lleva también al Museo Thyssen-Bornemisza, que presenta una gran retrospectiva dedicada a Carmen Laffon, una de las figuras esenciales del arte español contemporáneo, y al ambicioso proyecto internacional para reconstruir el inacabado Don Quijote de Orson Welles, en el que participa la Filmoteca Española. Además, celebramos el hallazgo de una partitura inédita de Mozart descubierta por la Biblioteca Nacional de Francia, repasamos el legado de Nintendo 64 cuando se cumplen treinta años de su lanzamiento y nos acercamos a Manos de pobre, el cómic de Silvia Bezos, ganador del Premio Pang, que reflexiona sobre la desigualdad, la movilidad social y el acceso a la cultura.Escuchar audio
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! El 4 de Enero de 1921, en un discurso leído ante el parlamento, Alfonso XIII hacía referencia al problema de Marruecos. En su disertación, España se había comprometido en una misión civilizadora en este país norteafricano, valiéndose de un ejército “abnegado y heroico” dirigido por un mando cualificado combinado con “la más eficaz acción política”. Observaba que el conflicto estaba en vías de resolución; trayendo como resultado, la finalización de pérdidas humanas y económicas. En el mismo discurso abordaba la reforma del ejército: en términos de aminorar su presupuesto, reducción a dos años el periodo de servicio en filas, y conseguir mejorar la instrucción militar de sus miembros. A tenor de lo expresado por la Corona, nada hacía presagiar el descalabro que se iba a producir en el verano del mismo año, en la zona del Rif. Es más, se puede interpretar que el desenlace estaba próximo y favorable a los intereses españoles. Lo cierto era que, las expectativas estaban muy alejadas de lo que iba a ser la realidad. Basado en el articulo escrito por Tomás San Clemente de Mingo, Licenciado en Historia por la Univ. de Granada, para el nº2 de la revista digital Historia Rei Militaris BIBLIOGRAFÍA - ALBÍ Julio: El “Alcántara” 1921. La caballería del desastre de Annual, Madrid, 2011 - ALMAINA FERNÁNDEZ, Celso: El Desastre de Annual (1921) y su proyección sobre la opinión pública española, Valladolid, 1988 - BOSQUE COMA, Alfredo: El Regimiento Cazadores de Alcántara Núm. 14 en Marruecos, Madrid, 1995 - CABALLERO DOMÍNGUEZ, Margarita: La Cuestión marroquí y su corolario de Annual como causa y consecuencia de la crisis del sistema restauracionista, Valladolid, 1991 - CARDONA ESCANERO Gabriel: El problema militar en España, Madrid, 20 - LA PORTE, Pablo: El desastre de Annual y la crisis de la Restauración e España (1921-1923),tesis doctoral, Madrid, 1997 - MIGUEL FRANCISCO, Luís: Fernando Primo de Rivera y Orbaneja. Morir en Monte Arruit, Madrid, 2004 - PANDO DESPIERTO Juan: Historia Secreta de Annual, Madrid, 1999 - PÉREZ PICAZO Mª Teresa: Historia de España del Siglo XX, Barcelona, 1996 - RUIZ VIDONDO , Jesús María: El “desastre de Annual”. Cambio de política en el norte de África, Madrid, 2011 - SOLDEVILLA, Fernando: El año Político, Madrid, 1922. Biblioteca Nacional de Madrid Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! El 4 de Enero de 1921, en un discurso leído ante el parlamento, Alfonso XIII hacía referencia al problema de Marruecos. En su disertación, España se había comprometido en una misión civilizadora en este país norteafricano, valiéndose de un ejército “abnegado y heroico” dirigido por un mando cualificado combinado con “la más eficaz acción política”. Observaba que el conflicto estaba en vías de resolución; trayendo como resultado, la finalización de pérdidas humanas y económicas. En el mismo discurso abordaba la reforma del ejército: en términos de aminorar su presupuesto, reducción a dos años el periodo de servicio en filas, y conseguir mejorar la instrucción militar de sus miembros. A tenor de lo expresado por la Corona, nada hacía presagiar el descalabro que se iba a producir en el verano del mismo año, en la zona del Rif. Es más, se puede interpretar que el desenlace estaba próximo y favorable a los intereses españoles. Lo cierto era que, las expectativas estaban muy alejadas de lo que iba a ser la realidad. Basado en el articulo escrito por Tomás San Clemente de Mingo, Licenciado en Historia por la Univ. de Granada, para el nº2 de la revista digital Historia Rei Militaris BIBLIOGRAFÍA - ALBÍ Julio: El “Alcántara” 1921. La caballería del desastre de Annual, Madrid, 2011 - ALMAINA FERNÁNDEZ, Celso: El Desastre de Annual (1921) y su proyección sobre la opinión pública española, Valladolid, 1988 - BOSQUE COMA, Alfredo: El Regimiento Cazadores de Alcántara Núm. 14 en Marruecos, Madrid, 1995 - CABALLERO DOMÍNGUEZ, Margarita: La Cuestión marroquí y su corolario de Annual como causa y consecuencia de la crisis del sistema restauracionista, Valladolid, 1991 - CARDONA ESCANERO Gabriel: El problema militar en España, Madrid, 20 - LA PORTE, Pablo: El desastre de Annual y la crisis de la Restauración e España (1921-1923),tesis doctoral, Madrid, 1997 - MIGUEL FRANCISCO, Luís: Fernando Primo de Rivera y Orbaneja. Morir en Monte Arruit, Madrid, 2004 - PANDO DESPIERTO Juan: Historia Secreta de Annual, Madrid, 1999 - PÉREZ PICAZO Mª Teresa: Historia de España del Siglo XX, Barcelona, 1996 - RUIZ VIDONDO , Jesús María: El “desastre de Annual”. Cambio de política en el norte de África, Madrid, 2011 - SOLDEVILLA, Fernando: El año Político, Madrid, 1922. Biblioteca Nacional de Madrid Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
¿Qué tendría que contener un libro para poner en peligro la versión oficial de la historia? Jaime Rodríguez, escritor y creativo publicitario, acaba de publicar "El Libro de Miguel", un thriller ambientado entre el Madrid actual y el Siglo de Oro, que gira en torno a un misterio literario capaz de cambiarlo todo.Hablamos de los secretos de la Biblioteca Nacional, del robo real de un mapa histórico, de cócteles, de cuándo uno empieza a sentirse escritor de verdad y de la inesperada cadena de acontecimientos que llevó a Jaime a publicar su primera novela. También hablamos de aplicaciones de citas, de la gourmetización de platos populares, de creatividad y de una confesión sorprendente: cómo una mentira contada a su entorno terminó convirtiéndose en una profecía que cambió su vida. Una conversación sobre literatura, identidad, obsesiones, Madrid, historias ocultas y el extraño poder que tienen los libros para transformar la realidad.
A Biblioteca Nacional de França organiza uma exposição sobre mapas, mostrando alguns exemplares portugueses do século XVI. São mapas que mostram o Mundo conhecido, mas que representam também o desconhecido, com todos os mitos e já algumas marcas de crenças que se vão perpetuar nos séculos seguintes marcados pelo colonialismo. Um mapa serve para orientar, guiar e percorrer um caminho até ao ponto de chegada. Olhamos para os mapas, agora nos nossos telemóveis, para nos assegurarmos que fazemos o percurso mais curto ou traçamos a rota mais directa. Mas tempos houve em que os mapas misturavam mundos fantásticos, certezas matemáticas e vontades políticas. Na exposição “Cartes Imaginaires” ou “Mapas Imaginários”, patente na Biblioteca Nacional de França, ou BnF, em Paris, até 19 de Julho, o departamento de mapas desta instituição retraça os primórdios dos nossos mapas modernos, com exemplares desde o século XIV até aos mapas reinterpretados por artistas contemporâneos. Na primeira parte da exposição, chamada “Mundos Inexplorados” figuram grandes cartógrafos portugueses ou ao serviço dos reis portugueses. Entre o acervo mostrado ao público está o Atlas Miller, um atlas que data de 1519 e foi elaborado pelos cartógrafos Lopo Homem, Pedro Reinel e Jorge Reinel ilustrado pelo miniaturista António de Holanda. Este mapa exaustivo para a sua época traça o Oceano Atlântico Norte, a Europa do Norte, Madagáscar, ou ainda o Brasil. Terá sido oferecido pelo Rei D.Manuel a Francisco I de França. Para as comissárias da exposição Julie Garel-Grislin et Cristina Ion, este é um trabalho de precisão, confirmado com certezas matemáticas e também imaginação à mistura. “Eles faziam bem o seu trabalho. O que é interessante sobre esta exposição, e falando especificamente sobre os mapas portugueses e, em particular, temos o Atlas de Miller, que foi produzido em 1519, é que podemos ver que há mapas que são muito precisos e outros que são muito menos. É verdade que a precisão dos mapas que apresentamos é muito desigual No entanto, por exemplo, no que diz respeito às linhas costeiras, exploradas já há muitos anos pelos ocidentais, temos uma linha bastante precisa e ela também é o resultado do trabalho colaborativo de todos os navegadores”, explicou a comsisária Julie Garel-Grislin. “Esta cartografia marítima era, acima de tudo, uma cartografia de experiências, portanto não era, estritamente falando, uma cartografia matemática, como a cartografia que seria herdada da chegada ao Ocidente da geografia de Ptolomeu. Mas isso não significa que as duas tradições sejam mutuamente exclusivas; pelo contrário, a tradição da cartografia matemática e a tradição da cartografia, digamos, empírica, realmente complementam-se e enriqueceram-se mutuamente. Elas interagiam e os atlas que circularam com a geografia de Ptolomeu tinham ido buscar referências da cartografia marítima. Já os mapas náuticos foram buscar à geografia matemática questões de escala ou o clima”, complementou Cristina Ion. “Se pensarmos no continente africano, é preciso saber que os mapas feitos pelos portugueses, em particular, foram retomados, reformulados e assim por diante. E isto aconteceu até ao período moderno. Os mapas feitos pelos portugueses tinham uma enorme influência, o que significa que teríamos um mapa que seria copiado e disseminado entre todos os cartógrafos europeus. Portanto, no que diz respeito ao Ocidente, os mapas portugueses não são influentes, é algo diferente, Eles são como uma matriz para os outros cartógrafos”, reforçou Julie Garel-Grislin. Mais do que indicar caminhos, o Atlas Miller mostra a fauna e a flora dos continentes assim como as projecções mais ou menos correctas sobre os habitantes de terras longínquas. Estas interpretações do outro levaram a preconceitos que se cristalizaram durante séculos sobre a estratificação dos seres humanos e a capacidades dos povos europeus a reconhecerem a humanidade dos povos autóctones sobretudo em África e na América. “Estas representações não foram produzidas inicialmente para justificar ou legitimar a escravidão, pois elas são muito mais antigas do que esse flagelo. Obviamente, essas representações têm outras origens. Elas derivam de textos antigos, mas é verdade que elas ajudaram a construir uma certa maneira de olhar para a África, para as pessoas que vivem lá, e, claro, num certo sentido, a tornar a escravidão talvez mais fácil de pensar, de aceitar, de praticar para os países colonizadores”, afirmou Julie Garel-Grislin. “A presença dessas criaturas híbridas nos mapas deve-se principalmente a textos antigos, particularmente à “História Natural” de Plínio, o Velho, escrita no I século depois de Cristo e que foi transmitida pelo enciclopedismo medieval e que levou a colocar monstros nos mapas. Isso não era, de forma alguma, uma maneira de desumanizar os seres humanos, mas, ao contrário, de mostrar como os monstros faziam parte da criação. Eles não estavam fora do Mundo, estavam no Mundo. Depois, durante o período conhecido como as Grandes Descobertas, começou a haver um encontro real e efectivo entre os europeus e os povos indígenas, especialmente do continente americano. Com toda a ambiguidade e o debate que surgia já nos textos da época, à volta da natureza, desses povos que eram ao mesmo tempo adornados com todas as virtudes da antiguidade e considerados como selvagens que comiam carne humana e ignoravam a salvação da alma. Mesmo nessa altura já havia debates que denunciam a violência da colonização europeia e, paradoxalmente, em última análise, a escravidão em larga escala e a exploração colonial maciça de outros continentes pelos europeus”, explicou Cristina Ion. Se no início do período das grandes descobertas, estas representações tinham um sentido quase religioso e a necessidade de representar o desconhecido, rapidamente, e com a prática da escravatura em massa, muitos destes mapas foram sendo alterados e substituídos por grandes espaços brancos. Espaços brancos convidavam à aventura, à conquista, ou seja, à colonização. Nos séculos XV e XVI, os mapas constituíam um símbolo de conhecimento e estatuto de um país, mas sobretudo uma ferramenta de poder para os monarcas em pleno período de Descobertas. “É um facto. Sabemos muito bem que os mapas, especialmente naquela época, eram um instrumento essencial de poder. Claro que os vemos como obras de prestígio, mas eles são instrumentos de Estado, instrumentos de poder, e também podemos ver isso, por exemplo, na questão do Tratado de Tordesilhas. Agora sabemos que, aparentemente, os portugueses estavam mais bem informados do que aparentavam estar”, detalhou Julie Garel-Grislin. “Os mapas eram estritamente controlados pelos Estados e pelos reinos ibéricos, que estavam envolvidos numa competição aguerrida pelo controlo das rotas marítimas. E os mapas eram segredos de Estado. De facto, eles eram guardados a sete chaves e protegidos de espiões, sendo copiados, transmitidos e transportados em segredo”, indicou Cristina Ion. Para a exposição “Mapas Imaginários”, foi preciso escolher entre cerca de um milhão de mapas, 10 mil atlas e 300 globos. Um trabalho de supressão permanente com explica a comissária Julie Garel-Grislin. “Organizar uma exposição foi uma experiência de privação e supressão. Portanto, foi extremamente difícil escolher. Foi mesmo muito complicado. A ideia era encontrar mapas que fossem suficientemente inteligíveis em si mesmos, que também tivessem um apelo estético interessante e que os mapas pudessem interagir uns com os outros. Ou seja, que se encaixassem no itinerário da exposição, que se encaixassem no objectivo intelectual que definimos com a Cristina e que, colocados lado a lado, constituíssem esse diálogo”, declarou Julie Garel-Grislin. A Biblioteca Nacional de França faz um esforço quotidiano de preservação destas obras, muitas delas com mais de cinco séculos, o que significa um investimento permanente nas condições de acondicionamento, no restauro e na conservação. Recentemente, o Departamento de Mapas e Planos mudou-se para as novas instalações, na renovada Biblioteca Richelieu. Esta obra custou quase 270 milhões de euros e as obras duraram 12 anos, com a mudança das colecções para este palácio a ser chamada “a mudança do século” já que foi preciso transportar 42 milhões de objectos entre mapas, moedas ou livros raros e preciosos. “Tem sido um grande esforço nos últimos 10 anos na configuração de um lugar de armazenamento. O departamento de mapas e planos foi transferido para a recém-restaurada Biblioteca Richelieu e aí, nessas novas instalações temos 14 quilómetros para armazenar e bem acondicionar os nossos mapas”, concluiu Cristina Ion. A exposição “Mapas Imaginários”, que inclui também a história de como muitos autores de ficção e não só criaram os Mundos para os seus livros, está patente na Biblioteca François Mitterrand, em Paris, até dia 19 de Julho.
Habla sobre la presentación en Segovia del libro Sembrar palabras.
Entrevista a Gabriel Calderón y Rocío Schiappapietra - La Biblioteca Nacional cumple 210 años ¿qué lugar ocupa hoy en la vida cultural de nuestro país? by En Perspectiva
CODEX GIGAS, LA BIBLIA DEL DIABLO. En la penumbra de una celda de un monasterio medieval se escribió un extraño libro, el Codex Gigas. Como si aguardara una invocación, su páginas son pesadas como votos monásticos, y parecen abrirse solo ante quienes aceptan el riesgo de escuchar algo prohibido. Esta noche vamos a conocer un libro extraño, que actualmente se encuentra en la Biblioteca Nacional de Suecia, en cuyo origen hay una terrible leyenda. Una obra supuestamente sobrenatural, de la que emerge la figura del diablo. Nuestro colaborador, el escritor e investigador Cristian Puig, ha viajado recientemente a Estocolmo y ha podido conocer el “Codex Gigas”. En este programa nos habló de ello. STONEHENGE: LA MÁQUINA DEL SILENCIO En el corazón de la llanura de Salisbury, donde la tierra guarda secretos más antiguos que la memoria humana, se alza Stonehenge… un círculo de gigantes que desafía al tiempo. Durante milenios, estas piedras han observado solsticios, rituales y sombras que nadie ha logrado descifrar por completo. ¿Fue un templo? ¿Un calendario? ¿Una puerta hacia lo desconocido?. Investigaciones recientes han descubierto increíbles propiedades acústicas entre las piedras que conforman el círculo milenario que hacen pensar en conocimientos tecnológicos sorprendentes para la época en que se construyó el monumento. Hace unas semanas el equipo del programa viajó a Stonehenge para sentir la magia del enclave. Recientemente el equipo el programa viajó a Stonehenge y hoy conectamos con nuestro colaborador y corresponsal en el Reino Unido, José Antonio Tovar, para que desde Bristol nos hablase del enigma prehistórico de Stonehenge. Dirección, guion y presentación: Joaquín Abenza. Producción, documentación y redes sociales: María José Garnández. Con la colaboración de: Juan Sánchez y Concha Soler Blog del programa: http://www.elultimopeldano.blogspot.com.es/ Programas emitidos en ORM: https://www.orm.es/programas/elultimopeldano/ Programas emitidos en 7 TV: https://www.la7tv.es/blog/section/el-ultimo-peldano/ WhatsApp: +34 644 823 513 Correo electrónico: escaleradelmisterio@rtrm.es Programa emitido en Onda Regional de Murcia.
¿Qué nos dice un RÍO sobre quiénes somos? Juan Luis Mejía Arango nos invita a seguir el río Cauca desde su nacimiento en el macizo colombiano hasta su desembocadura, pero no por sus aguas sino por los POEMAS que lo han cantado a lo largo de cinco siglos. El viaje empieza en quechua, con el poeta yanakuna Fredy Chikangana. Pasa por los relatos de viajeros del siglo XIX —como el sueco Carl August Gosselman, que describió una balsa lanzada a toda velocidad por las gargantas del Cauca antioqueño— y por la frustrada ilusión de hacer navegable ese tramo, que ni siquiera Agustín Codazzi consideró viable. Llega al Valle del Cauca con la visión bucólica de Jorge Isaacs en María, pero también con un poema feroz del mismo Isaacs contra los caucanos que le arrebataron su hacienda. También leemos al Cauca en los poemas del gran León de Greiff, que, al llegar en 1925 a trabajar como contabilista del ferrocarril troncal de Occidente en BOLOMBOLO, se ve liberado de la rutina paramuna de Bogotá. Y en la Sata del Cauca del poeta Jaime Jaramillo Escobar (X-504): “Yo tuve una larga conversación con el río Cauca y me lo dijo todo, todo lo mismo que hubiera podido decirme el Magdalena, pero el río Cauca me puso la mano en el hombro y me habló al oído”. JUAN LUIS MEJÍA ARANGO (Medellín, 1951) es abogado, escritor e investigador. Fue director de la Biblioteca Nacional de Colombia, director de la Biblioteca Pública Piloto de Medellín, presidente de la Cámara Colombiana del Libro, secretario de Educación de Medellín, ministro de Cultura de Colombia y rector de la Universidad EAFIT durante 16 años (2004-2020). Es miembro correspondiente de la Academia Colombiana de la Lengua. Apoya nuestra labor educativa: @epmestamosahi
Estoy investigando el catálogo de ePubs de la Biblioteca Nacional. Se accede desde el enlace de la Biblioteca Digital: https://bnedigital.bne.es/ (Catálogo de ePubs)Cuando grabo este episodio, hay 1.300 títulos disponibles. Por ahora solo me he descargado un par de ellos: Por ahora me he descargado estos dos libros:- Amor y llanto: colección de leyendas históricas originales, de María del Pilar Sinués (1898) https://bne.es/es/colecciones/coleccion-epubs/amor-llanto-coleccion-leyendas-historicas-originales- La mujer intelectual, de Concepción Gimeno de Flaquer (1901) https://bne.es/es/colecciones/coleccion-epubs/mujer-intelectualAdemás en el rato que he estado ojeando el catálogo me he guardado unos 12 títulos más en mis “favoritos”, la mayoría de ellos de Carmen de Burgos.Dime qué te ha parecido este capítulo y deja un comentario en ivoox o Spotify.Si lo prefieres, envíame un correo electrónico a la dirección de Gmail almadailypodcast. En redes soy @almajefi y me encuentras en X / Twitter, Bluesky, Threads, Instagram y Telegram.Y ahora también puedes seguirme en Substack: https://substack.com/@almajefi
(Día Internacional del Libro y del Autor y Conmemoración de la Muerte de Miguel de Cervantes) «Fue llevado un día ante el doctor X..., [psiquiatra] notable de Río de Janeiro, un curioso enfermo, víctima de una singular manía.... »—Es preciso extraerlo —raciocinaba el loco—. El corazón es una víscera absolutamente tonta... No pasa de ser un estúpido fuelle, que sopla sangre por las arterias, en lugar de aire... La ciencia puede cambiarlo por un aparato cualquiera, que lo sustituya en su función de centro circulatorio, evitando, con todo, las regalías morales de que disfruta la tal víscera que he mencionado. »”... Si el corazón se contentara con su papel fisiológico de fuelle, de bomba de compresión, y se estuviese allá, modestamente, en el fondo de su cárcel de costillas, trabajando oscuro y honrado en sus diástoles y sístoles, no exigiría que se me extrajese, como un obstáculo que me corrompe el organismo y la vida; pero el intruso olvida que nació para fuelle; se mete en los dominios de la existencia moral, en plena competencia con el sensato cerebro, y comete, entonces, cuanta estupidez logre hacer.... »”En la familia, el corazón produce al enamorado: un tonto; en la sociedad, al héroe: otro tonto; en la literatura, al sentimental: otro tonto; en la filosofía, al melancólico: un tonto más... »”Ridículo, miserable, profundo, es lo propio de las víctimas del corazón.... »”Poner término a este mal me parece un deber elemental de la ciencia. Se sabe que el origen del mal está ahí, palpitando, a la altura de la cuarta y la quinta costilla... »”Sí, mi querido doctor. ¡Ya es hora de echar mano a los frenos de la fatigada cabalgadura de don Quijote, quien va paseando desastradamente la gesticulación huesuda de su entusiasmo caballeresco por entre el escarnio de las generaciones! »”¡Ya es hora de que termine este espectáculo del caballero de la Mancha, eternamente bueno, pero eternamente estúpido!... »El médico, que asistía extasiado a la extraña disertación del loco, reflexionó un momento y luego dijo: »—Esté usted tranquilo, amigo mío; no piense más en eso; voy a extirparle el corazón... voy a curarlo.1 De ahí que a este insólito cuento, que escribió en 1883 cuando tenía veinte años, el autor brasileño Raúl Pompeia le pusiera por título «El mal de Don Quijote». Curiosamente Pompeia mismo habría de fallecer doce años después, a escasos treinta y dos años de edad, en Río de Janeiro, donde había ocupado los cargos de director del Diario Oficial de la República y director de la Biblioteca Nacional. Si bien sobra decir que al necio de este cuento de Pompeia no le convenía que ningún psiquiatra le extirpara el corazón, no está por demás señalar que sí le hubiera convenido conocer la verdad de los siguientes proverbios, escritos por el sabio Salomón, que aclaran que el corazón humano no es necesariamente ni tonto ni malo: «En el agua se refleja el rostro, y en el corazón se refleja la persona.» «El corazón entendido va tras el conocimiento; la boca de los necios se nutre de tonterías», ya que «en el corazón de los sabios mora la sabiduría, pero los necios ni siquiera la conocen.»2 Carlos ReyUn Mensaje a la Concienciawww.conciencia.net 1 Raúl Pompeia, «El mal de Don Quijote», reproducido en Cuentos brasileños del siglo xix, trad. Elkin Obregón (Bogotá: Editorial Norma, 1992), pp. 181‑87. 2 Pr 27:19; 15:14; 14:33
Há uma pergunta que ninguém gosta de fazer, mas que a era digital torna urgente: o que acontece à nossa vida online quando deixamos de estar vivos? Os nossos perfis nas redes sociais, as nossas mensagens, as fotos que partilhámos, os blogs que escrevemos — tudo isso continua a existir, mesmo depois de nós. E essa permanência levanta questões éticas, jurídicas e humanas que ainda estamos a aprender a responder.Foi precisamente este o tema central do evento air2025, promovido pela CNIL (a autoridade francesa de proteção de dados) em parceria com a Biblioteca Nacional de França, realizado em outubro de 2025. O resultado foi publicado em abril de 2026 e constitui uma reflexão coletiva notável sobre aquilo a que chamamos a intimidade dos desaparecidos — e sobre o que essa intimidade revela sobre nós, os vivos.
Preparem os livros, porque o convidado desta terça (14) tem mais diploma que o teto tem de gesso! Rafael Nogueira, o filósofo que não fica só na "viagem", chega ao Pânico para mostrar que entende de Brasil desde a Última Cruzada até a próxima eleição. O homem que já mandou na Biblioteca Nacional e foi braço direito do Olavo de Carvalho agora quer trocar as estantes pela Câmara Federal! Será que ele vai conseguir colocar ordem no Planalto ou vai precisar de um curso de filosofia para entender o Centrão? É melhor assistir para descobrir se o Partido Novo vai trazer o "velho" conhecimento de volta ou você vai ter que ler a Constituição de 1824 de trás para frente no feriado!
15 minutos a cada 15 dias.No episódio de hoje, Edmara Galvão comenta sobre a situação da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, trata dos centenários de Carlos Heitor Cony e do personagem de Ursinho Pooh, fala sobre uma curiosidade envolvendo o poeta Paulo Leminski, apresenta uma nova categoria de premiação literária da Biblioteca Nacional, fala sobre o fim do contrato de publicação de Raduan Nassar com a Companhia das Letras e chama o Arthur Marchetto para falar sobre a adaptação de "Devoradores de Estrelas", de Andy Weir.O episódio também traz uma Resenha Relâmpago da ouvinte Valéria Olsson sobre "Obra Completa", de Murilo Rubião.---RecebidosErva Brava, de Paulliny Tort - Editora FósforoOs Imortais, de Paulliny Tort - Editora FósforoUm hino à vida, de Gisèle Pelicot - Editora Companhia das Letras (trad. Julia da Rosa Simões)Coisa de gente branca, de Langston Hughes - Clássicos Zahar (trad. José Roberto O'Shea)O livro do despertar, de Mark Nepo - Editora Goya (trad. Renato Marques)Saída Estratégica, de Martha Wells - Editora Aleph (trad. Laura Pohl)A segunda-feira começa no sábado, de Arkádi Strugástky & Boris Strugátski - Editora Aleph (trad. Yuri Martins de Oliveira)Uma lembrança chamada império, de Arkady Martine - Editora Aleph (trad. Beatriz D'Oliveira)Periféricos, de William Gibson - Editora Aleph (trad. Ludimila Hashimoto)Agência, de William Gibson - Editora Aleph (trad. Leonardo Alves)---Links citadosJurados deixam FNLIJ e indicam inviabilidade do prêmio em 2026Anotações perdidas por Leminski dentro de avião há 40 anos voltam a sua família
José Luis Gallego, Antonio González Ron y Miguel Ángel Cajigal nos sorprenden con la recomendación de la Biblioteca Nacional de no usar guantes al consultar libros antiguos. Sabremos cosas de la procesionaria que llega con la primavera a nuestros bosques y haremos catálogo de las obras de ate destruidas en Irán.
Ángeles Caso conversa en El ojo crítico con Ana Santos, exdirectora de la Biblioteca Nacional de España y premio Espasa de Ensayo por 'Sembrar palabras. El despertar intelectual de las mujeres’. Es su primer libro y narra la historia de un grupo privilegiado de mujeres que se alzó contra la imposición de la ignorancia que acompañó durante siglos a su sumisión. Además, Yolanda Flores nos habla de la gala de los Premios Goya, celebrada el sábado en Barcelona en una noche en la que ‘Los Domingos’ se alzó como la gran ganadora. Después, Guillermo Busutil recorre la trayectoria del escritor italiano Umberto Eco unos días después de que se cumplan diez años de su muerte. Escuchar audio
Hoje voltamos com uma reprise muito especial do nosso episódio de número 500, um marco na história do Cinem(ação)! Neste audiodocumentário, revisitamos uma pergunta que move sonhos e inquietações: é possível imaginar um filme em casa e, algum tempo depois, vê-lo ganhar vida, chegar às salas de cinema e ser apresentado ao mundo em um tapete vermelho?Para mergulhar nessa jornada, Rafael Arinelli reuniu vozes fundamentais do audiovisual brasileiro: Luiz Bolognesi, Marina Rodrigues, Isa Bassi, Dandara Ferreira, Rafael Costa, Igor Kupstas, Janis Alencar e Márcio Sallem. Em uma conversa profunda, eles exploram os caminhos, os desafios, os processos criativos e o universo burocrático que transformam uma ideia em obra cinematográfica.Além do debate, o episódio propõe um exercício prático e imaginativo: criar, do zero, o conceito de um filme completo — com nome, sinopse, logline, argumento, descrição de personagens e registro oficial na Biblioteca Nacional. Tudo isso embalado por provocações filosóficas e reflexões sobre subjetividade, alteridade e a própria natureza do cinema brasileiro.Se você perdeu essa celebração quando ela foi ao ar, ou quer reviver esse conteúdo histórico, aperte o play e embarque nesta reprise especial sobre a arte de fazer cinema no Brasil!
En este nuevo episodio conocemos juntos cómo son los calendarios en Braille realizados por el Área de Lectura para la Discapacidad Visual de la Biblioteca Nacional de Portugal, y por el Instituto Benjamin Constant de Río de Janeiro, en Brasil.
Lola y Duha llegan a la frontera. La republicana, al Pertús, acompañada por Rosa, una nueva compañera de viaje. Duha, a Rafah, donde cientos de personas aguardan con la esperanza de pasar al otro lado. Pero las puertas están cerradas. Mientras Lola y Rosa discuten cómo entrar clandestinamente en Francia, se produce un reencuentro inesperado. Para Duha y su familia acceder a Egipto será una dramática empresa. Créditos: Los sonidos históricos del principio del episodio son documentos sonoros procedentes de los fondos de la Biblioteca Nacional de España. Más información en https://larepublicaindependiente.es/podcast-nacional-ii-la-ruta-del-exilio/ Haz posible Carne Cruda: http://bit.ly/ProduceCC
Ana Santos Aramburu, exdirectora de la Biblioteca Nacional, publica su primer libro Sembrar palabras: el despertar intelectual de las mujeres, un ensayo de divulgación que obtuvo el Premio Espasa 2025. La obra recupera la presencia femenina en la historia cultural española desde el siglo XVI hasta la Segunda República.“Durante muchos años, hasta 1836, a las mujeres no se les dejaba entrar en la Biblioteca Nacional; nadie podía imaginar que una mujer quisiera consultar un libro”, explica Ana Santos.La autora recuerda que no fue hasta 1910 cuando las mujeres pudieron matricularse en la Universidad, y lo hicieron en su mayoría, curiosamente, en carreras de ciencias. El libro también subraya el papel de las monjas escritoras en los siglos XVI y XVII y denuncia cómo quienes ocupaban el espacio del conocimiento y del poder impidieron durante siglos el acceso de las mujeres a los libros.Escuchar audio
Bienvenidas y bienvenidos a esta serie especial de pódcast de la Biblioteca Nacional de Colombia y Paredro, creada para celebrar los cien años de la publicación de “De sobremesa”, la única novela del escritor colombiano José Asunción Silva.Este proyecto se realiza con el apoyo de Corpoélite, como parte de las efemérides literarias que buscan recuperar, releer y difundir las obras fundamentales de nuestra tradición. Gracias a este proyecto de la biblioteca y Paredro, hoy podemos ofrecerles cinco conversaciones con algunas y algunos de los estudiosos más reconocidos de Silva y de la literatura latinoamericana de fin de siglo.Comenzamos la serie con Felipe Martínez Pinzón. Bienvenidos. #FelipePinzón#RemediosMataix#FedericoDíazGranados#PatriciaTrujillo#JinethArdila#DeSobremesa100Años #JoséAsunciónSilva #LiteraturaColombiana #ClásicosColombianos #PoesíaModerna #SilvaVigente #BibliotecaNacional #ParedroPodcast #CentenarioSilva #LeerEsBienestar #ColombiaLiteraria #NovelaDeSobremesa #CulturaViva #Silva100Años #LiteraturaQueVuelve
Bienvenidas y bienvenidos a esta serie especial de pódcast de la Biblioteca Nacional de Colombia y Paredro, creada para celebrar los cien años de la publicación de “De sobremesa”, la única novela del escritor colombiano José Asunción Silva.Este proyecto se realiza con el apoyo de Corpoélite, como parte de las efemérides literarias que buscan recuperar, releer y difundir las obras fundamentales de nuestra tradición. Gracias a este proyecto de la biblioteca y Paredro, hoy podemos ofrecerles cinco conversaciones con algunas y algunos de los estudiosos más reconocidos de Silva y de la literatura latinoamericana de fin de siglo.Continuamos nuestra serie con Remedios Mataix. #FelipePinzón#RemediosMataix#FedericoDíazGranados#PatriciaTrujillo#JinethArdila#DeSobremesa100Años #JoséAsunciónSilva #LiteraturaColombiana #ClásicosColombianos #PoesíaModerna #SilvaVigente #BibliotecaNacional #ParedroPodcast #CentenarioSilva #LeerEsBienestar #ColombiaLiteraria #NovelaDeSobremesa #CulturaViva #Silva100Años #LiteraturaQueVuelve
Bienvenidas y bienvenidos a esta serie especial de pódcast de la Biblioteca Nacional de Colombia y Paredro, creada para celebrar los cien años de la publicación de “De sobremesa”, la única novela del escritor colombiano José Asunción Silva.Este proyecto se realiza con el apoyo de Corpoélite, como parte de las efemérides literarias que buscan recuperar, releer y difundir las obras fundamentales de nuestra tradición. Gracias a este proyecto de la biblioteca y Paredro, hoy podemos ofrecerles cinco conversaciones con algunas y algunos de los estudiosos más reconocidos de Silva y de la literatura latinoamericana de fin de siglo.Continuamos nuestra serie con Patricia Trujillo#FelipePinzón#RemediosMataix#FedericoDíazGranados#PatriciaTrujillo#JinethArdila#DeSobremesa100Años #JoséAsunciónSilva #LiteraturaColombiana #ClásicosColombianos #PoesíaModerna #SilvaVigente #BibliotecaNacional #ParedroPodcast #CentenarioSilva #LeerEsBienestar #ColombiaLiteraria #NovelaDeSobremesa #CulturaViva #Silva100Años #LiteraturaQueVuelve
Bienvenidas y bienvenidos a esta serie especial de pódcast de la Biblioteca Nacional de Colombia y Paredro, creada para celebrar los cien años de la publicación de “De sobremesa”, la única novela del escritor colombiano José Asunción Silva.Este proyecto se realiza con el apoyo de Corpoélite, como parte de las efemérides literarias que buscan recuperar, releer y difundir las obras fundamentales de nuestra tradición. Gracias a este proyecto de la biblioteca y Paredro, hoy podemos ofrecerles cinco conversaciones con algunas y algunos de los estudiosos más reconocidos de Silva y de la literatura latinoamericana de fin de siglo.Continuamos nuestra serie con Federico Díaz Granados.#RemediosMataix.#DeSobremesa100Años #JoséAsunciónSilva #LiteraturaColombiana #ClásicosColombianos #PoesíaModerna #SilvaVigente #BibliotecaNacional #ParedroPodcast #CentenarioSilva #LeerEsBienestar #ColombiaLiteraria #NovelaDeSobremesa #CulturaViva #Silva100Años #LiteraturaQueVuelve
Bienvenidas y bienvenidos a esta serie especial de pódcast de la Biblioteca Nacional de Colombia y Paredro, creada para celebrar los cien años de la publicación de “De sobremesa”, la única novela del escritor colombiano José Asunción Silva.Este proyecto se realiza con el apoyo de Corpoélite, como parte de las efemérides literarias que buscan recuperar, releer y difundir las obras fundamentales de nuestra tradición. Gracias a este proyecto de la biblioteca y Paredro, hoy podemos ofrecerles cinco conversaciones con algunas y algunos de los estudiosos más reconocidos de Silva y de la literatura latinoamericana de fin de siglo.Cerramos nuestra serie con Jineth Ardila Ariza. #RemediosMataix.#DeSobremesa100Años #JoséAsunciónSilva #LiteraturaColombiana #ClásicosColombianos #PoesíaModerna #SilvaVigente #BibliotecaNacional #ParedroPodcast #CentenarioSilva #LeerEsBienestar #ColombiaLiteraria #NovelaDeSobremesa #CulturaViva #Silva100Años #LiteraturaQueVuelve
No podcast do PublishNews desta semana, conversamos sobre o impacto das premiações literárias na carreira dos autores. Com Beatriz Bracher, várias vezes premiada, o mais recente com o Prêmio Machado de Assis da Biblioteca Nacional. com o livro Guerra — I: Ofensiva paraguaia e reação aliada novembro de 1864 a março de 1866 (Editora 34). E Marcílio França Castro, vencedor também de diversos prêmios entre eles o Prêmio São Paulo de Literatura, como Melhor Romance de Estreia do Ano de 2024 por O Último dos Copistas (Companhia das Letras) e também Rogério Pereira, jornalista, editor e escritor, jurado, curador, e finalista do Prêmio São Paulo de Literatura. Eles discutem como esses prêmios podem aumentar a visibilidade e as vendas dos livros, mas também a complexidade do processo de seleção e a insegurança dos escritores. Os participantes refletem sobre a relação entre escritores e editoras, o reconhecimento crítico e a busca por validação no mundo literário, além de abordar a dinâmica da literatura contemporânea e a influência das redes sociais.Este é um episódio 399 do Podcast do PublishNews do dia 2 de dezembro de 2025 gravado no dia 1 . Eu sou Fabio Uehara e esse episódio conta com a participação de Guilherme Sobota. Não se esqueça de assinar a nossa newsletter, nos seguir nas redes sociais: Instagram, Linkedin, Facebook e TikTok. Todos os dias com novos conteúdos para você. E também nos siga no YouTube ou no Spotify, onde você pode comentar, dar sugestões até 5 estrelas. Agora Beatriz Bracher, Marcílio França Castro e Rogério PereiraIndicações: Guerra — I - Ofensiva paraguaia e reação aliada novembro de 1864 a março de 1866 - Beatriz Bracher (editora 34) https://www.editora34.com.br/detalhe.asp?id=1282&busca=O último dos copistas - Marcílio França Castro (Companhia das Letras) https://n.companhiadasletras.com.br/livro/9788535936780/o-ultimo-dos-copistas-vencedor-do-premio-sao-paulo-de-literaturaAntes do silêncio e Na escuridão, amanhã - Rogério Pereira (Dublinense)https://www.dublinense.com.br/autor/rogerio-pereira/Este podcast é um oferecimento da MVB América Latina! Onde a inovação e tecnologia impulsionam o mercado do livro. Com a Pubnet, você ganha eficiência, agilidade e segurança em cada pedido.E quando o assunto é metadados… metadados é com Metabooks! Porque, no fim das contas, o propósito da MVB é um só: levar os livros até os leitores! https://pt.mvb-online.com/Já ouviu falar em POD, impressão sob demanda? Nossos parceiros da UmLivro são referência dessa tecnologia no Brasil, que permite vender primeiro e imprimir depois; reduzindo custos com estoque, armazenamento e distribuição. Com o POD da UmLivro, você disponibiliza 100% do seu catálogo sem perder nenhuma venda. http://umlivro.com.bre também com o apoio da CBLA Câmara Brasileira do Livro representa editores, livreiros, distribuidores e demais profissionais do setor e atua para promover o acesso ao livro e a democratização da leitura no Brasil. É a Agência Brasileira do ISBN e possui uma plataforma digital que oferece serviços como: ISBN, Código de Barras, Ficha Catalográfica, Registro de Direito Autoral e Carta de Exclusividade. https://cbl.org.br
Luis Herrero y Ayanta Barilli hablan sobre la exposición de la Biblioteca Nacional.
La Mesa - Viernes 24.10.2025 - Gobierno lanzó plan de trabajo para la "Biblioteca Nacional del Futuro" by En Perspectiva
VIII Bienvenidos, lunáticos, a este viaje tan especial… el programa número 200 de La Llamada de la Luna. Han sido muchas las sendas recorridas, muchas las preguntas lanzadas al vacío, esperando algún eco en la penumbra. Y hoy, en este episodio tan señalado, regresan aquellos que, con su voz, su mirada y su curiosidad, han arrojado luz sobre lo desconocido: investigadores, periodistas y testigos que han compartido con nosotros la aventura del misterio. No es un programa cualquiera. Es el número 200. Una reunión de voces, de saberes y de interrogantes que todavía resuenan en la oscuridad. Cada emisión ha sido un paso hacia lo inexplicable. Cada palabra, una pequeña llave que abre puertas veladas. Y hoy, esas puertas suman doscientas. Doscientas huellas que hemos dejado juntos en el tiempo. Cada uno de nuestros invitados ha sido, de verdad, una “puerta abierta” al misterio, un faro que ilumina lo desconocido y nos permite asomarnos a mundos insólitos. Sus pasiones, su conocimiento y su experiencia han dejado huella en la historia del misterio en España, Europa y en definitiva, en el mundo. Contamos con la presencia de reconocidos investigadores, periodistas,magos, diseñadores, directores, escritores, productores y divulgadores del misterio. Estos son nuestros invitados de hoy… Pablo Villarrubia – Doctor en Ciencias de la información la Universidad Complutense de Madrid. Combina los reportajes que publica periódicamente con nuevos libros y sus colaboraciones en distintos medios de comunicación, sea prensa, radio o televisión para España y Brasil. Actualmente es reportero-guionista del programa Cuarto Milenio de Iker Jiménez. Javier Arríes – Licenciado en Ciencias Físicas por la UNIVERSIDAD Complutense de Madrid en la especialidad de Física de la Tierra y del Cosmos. Apasionado desde joven por la ciencia y lo mágico, ha dedicado más de cuarenta años a investigar lo insólito, publicando seis libros y numerosos artículos, además de colaborar en radio y mantener una sección en Una Noche en el Laberinto de RNE. José Luis Hernández Garvi – Escritor y divulgador histórico. Como tal, sus artículos aparecen habitualmente en las páginas de revistas como Historia de Iberia Vieja, Muy Historia o Revista Española de Historia Militar. También colabora en varios medios de comunicación y son destacadas sus apariciones televisivas en el programa «Cuarto Milenio», en Cuatro TV. En su faceta como ensayista es autor de los libros Episodios ocultos del franquismo o Glorias y miserias imperiales, entre otros y galardonado con más de 30 premios. Félix Friaza – Investigador y “curioso por defecto” especializado en casos paranormales. Conocido por sus estudios sobre la “Plaza de los Aparecidos” en Albacete, caso que ha abordado en programas de radio del misterio. Director del podcast “La Academia de los Nocturnos” John Dee – Apasionado por el misterio, crea el pódcast Incognito File, en el que comparte investigaciones nutridas de la prensa anglosajona y en colaboración con otros divulgadores del género. Esa misma inquietud lo lleva a dar el salto a la escritura de la mano de la editorial Guante Blanco, donde publica dos obras: “Los cuervos de Amityville”, en la que aborda uno de los episodios más oscuros y enigmáticos del terror contemporáneo, y una segunda obra que consolida su voz dentro del panorama literario del misterio “Sasquatch, la tribu de los hombres peludos de las montañas”. Javier Resines – Periodista especializado en Criptozoología y Criptobotánica, lleva casi cuatro décadas dedicado a la investigación y divulgación del fenómeno de los animales no reconocidos por la ciencia oficial, con especial interés en la casuística española. Es autor de “Círculo de Buscadores”- un ensayo novelado sobre los críptidos más interesantes que podrían poblar nuestro planeta- y colaborador habitual de diversas revistas y programas de radio y TV nacionales e internacionales. Dirige los blogs Criptozoología en España y Criptobotánica. Colaborador en el podcast Academia de los Nocturnos con la sección “Caminando entre Monstruos”. José Antonio Caravaca – Es uno de los ufólogos más reconocidos de la actualidad. Ha publicado más de un millar de artículos, colaborado en revistas especializadas como Año Cero / Enigmas y El Ojo Crítico, y participa en documentales y programas de televisión como Cuarto Milenio. En 2015 sus investigaciones sobre las diapositivas de Roswell tuvieron gran repercusión internacional. Es especialmente conocido por su «Teoría de la Distorsión», una propuesta innovadora que ha abierto un intenso debate en la ufología y cuyos artículos han sido traducidos a numerosos idiomas. Carlos Bustos – director y presentador del podcast El Centinela del Misterio (Metropolitan Radio). En sus episodios aborda temas de misterio, lo oculto y lo sobrenatural, así como crónica negra e insólita. Ricardo Sánchez – director de Dragón Marketing y Comunicación y director creativo, conocido por su trabajo como Risconegro, tanto en el mundo editorial como en la aplicación de arte y tecnología, la realidad aumentada y el Big Data para eventos y exposiciones. Es licenciado en Bellas Artes y cuenta con una MBA, especializándose en ilustración para la divulgación histórica y en dirección de proyectos de creatividad, arte y tecnología. Colaborador habitual en programas de radio y televisión en temas de misterio e historia. Marcos Carrasco – Pintor, ilustrador digital y director artístico, licenciado en Bellas Artes por la Universidad Complutense de Madrid. Ha expuesto en ciudades de Europa, Estados Unidos, China y en numerosos puntos de España, con obras presentes en colecciones privadas y museos como la Biblioteca Nacional de Madrid y el Museo Miguel Hernández de Elche. Combina su trabajo pictórico con la ilustración digital, colaborando con destacados directores de cine y publicidad. Forma parte del equipo La Escóbula de la Brújula. Mercedes Pullman - Nieta de exiliados españoles en la URSS, se licenció en Filología Rusa antes de emigrar a España, donde amplió su formación con los estudios de Trabajo Social y una licenciatura en Antropología Social y Cultural en la UNED. Su labor profesional combina la ayuda social con la investigación, siendo la antropología su verdadera pasión. Actualmente es vicepresidenta de la Sociedad Española de Antropología y Tradiciones Populares, directora de la revista digital Antropología y Tradiciones Populares y del programa de radio Encuentros cercanos con Mercedes Pullman. Juanjo Sánchez-Oro – Historiador, licenciado en Historia Medieval por la Universidad Complutense de Madrid y miembro del Centro de Estudios Mirobrigenses, perteneciente a la Confederación Española de Centros de Estudios Locales (CECEL) vinculada al Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC) Con más de dos décadas de investigación, se ha especializado en el estudio crítico de las creencias científicas, religiosas y sobrenaturales a lo largo de la historia. Sus trabajos abordan mitos arqueológicos, los orígenes sociales del espiritismo y la evolución de la parapsicología, entre otros fenómenos. Es autor de dos libros y numerosos artículos publicados en revistas académicas y de divulgación sobre historia local y de las mentalidades. Colabora habitualmente en prensa especializada y en programas de radio como La Rosa de los Vientos (Onda Cero), Dimensión Límite (EsRadio) y Tras los límites. David Cuevas – Periodista licenciado por la Universidad Complutense de Madrid, cuenta con más de veinticinco años de trayectoria en radio y podcast colaborando en programas como La Sombra del Espejo, Somos Series y El Dragón Invisible. Es autor de numerosos libros, entre ellos Dossier de lo insólito e Inexplicado, y coordinador del ensayo benéfico Hay otros mundos, pero están en este. Actualmente dirige el podcast Expediente DL y ejerce como redactor jefe de la revista El Ojo Crítico, participando también en medios escritos de alcance nacional como El Español y El Mundo. Luis Boyano –licenciado en Psicología y especializado en Psicología Pedagógica, combina su formación académica con una amplia trayectoria artística en interpretación, clown, pantomima y magia. Ha trabajado en televisión como actor, mago y presentador. En su faceta más reciente, Luis Boyano presenta La cabina de los espíritus, una versión renovada del clásico acto espiritista, junto a su colaboradora Karla. El espectáculo combina efectos tradicionales con innovaciones actuales, invitando al público a participar activamente, y ha sido reconocido con premios nacionales e internacionales de magia. Juan Antonio Sanz – Periodista y especialista universitario en Historia Militar y Servicios de Inteligencia, ha trabajado como reportero y corresponsal en países como España, Rusia, Corea del Sur, Japón, Uruguay, Bolivia y Cuba. Su pasión por el folclore, la historia y los viajes lo ha llevado a recorrer los Andes, la Amazonía y la Ruta de la Seda en busca de leyendas y mitos. En su libro Vampiros, príncipes del abismo refleja los resultados de sus investigaciones sobre el vampirismo, tras un exhaustivo trabajo de campo que lo llevó desde Grecia y Rumanía hasta Extremo Oriente, Rusia, América del Sur y Estados Unidos. Recientemente ha publicado Vampiras, princesas del abismo, donde amplía su investigación sobre el vampirismo femenino, recorriendo Grecia, Rumanía, Extremo Oriente, Rusia, América del Sur y Estados Unidos para rastrear leyendas y mitos, consolidándose como un referente en el estudio de lo sobrenatural. Jorge Rivera – Inquieto por naturaleza, se ha formado en dirección de escena y dramaturgia en la ESAD de Málaga, completando además estudios de investigación en Creatividad (Psicología y Educación) y un Máster en Economía de la Experiencia. Su trabajo se centra en la comunicación, el respeto y el desarrollo de las personas, tanto a nivel individual como en grandes grupos. Además de su faceta artística, ha trabajado como jefe técnico, gestor cultural, traductor y en diversos otros roles, combinando su pasión por el arte con la formación y el trabajo con equipos humanos. En el año 2000, Jorge Rivera rodó el cortometraje Un golpe definitivo en el enigmático Cortijo Jurado, donde el equipo vivió sucesos extraños como accidentes, incendios, enfermedades repentinas y la desaparición de un actor, lo que alimentó la leyenda de que el cortijo estaba maldito. Veinte años después, documentó esta experiencia en Imborrable, donde revisita los hechos, entrevista al equipo y expertos, y ofrece una mirada crítica y reflexiva sobre lo ocurrido. Raúl Ferrero Licenciado en Derecho por la Universidad de Valencia y titulado como corredor de seguros, compagina su trabajo con la afición por el mundo del misterio, del folklore popular y la España mágica. Es autor del libro Brujas, sabias y malditas, ensayo histórico sobre el mundo de la brujería, publicado en la editorial Guante Blanco. En la editorial Almuzara ha publicado los siguientes ensayos: Oficios, mágicos y ocultos, Autómatas y cabezas parlantes y Valencia Hereje. Asimismo, participa en diferentes medios de comunicación y prensa escrita en la divulgación del misterio. Juanca Romero – Emprendedor y defensor de los valores de la comunicación, acumula más de tres décadas de trayectoria en medios, especialmente en radio, donde dirige proyectos como Onda Universal Canarias y la revista digital DeMisterios. Su pasión por la comunicación lo ha llevado a promover la enseñanza de la oratoria en las aulas y a desarrollar iniciativas vinculadas al misterio, como Rutas Misteriosas, el podcast, del que es presentador y delegado de la empresa en Tenerife. Colaborador habitual en medios de comunicación y autor de siete libros, ha sido reconocido con el Premio al Mérito Profesional 2024 y es miembro de instituciones como la Real Sociedad Económica Amigos del País de Tenerife y la Sociedad Española de Antropología y Tradiciones Populares. Óscar Fábrega y Raquel Berenguel – Licenciado en Humanidades y apasionado de la filosofía, la antropología y la historia, ha desarrollado una amplia trayectoria como escritor, articulista y bloguero, destacando su página Pa lo que hemos quedao y sus colaboraciones en medios como Más Allá, Muy Historia, Clío Historia, Enigmas, El Ojo Crítico y El 8º Sabio. Junto a Raquel Berenguel, Licenciada en Humanidades y doctora en Prehistoria e Historia Antigua, dirige el programa de radio Tempus Fugit en Candil Radio y coordina proyectos relacionados con personajes singulares de la historia, como Homo Insolitus. Es autor de numerosas obras, entre ellas Prohibido excavar en este pueblo, Pongamos que hablo de Jesús, Compendium Rhedae: 100 años de Rennes-le-Château, ¿Son reales? Reliquias de Cristo, La Magdalena: verdades y mentiras, Dios ha vuelto, Eso no estaba en mi libro de historia de los cátaros y A propósito de Poe. La última obra de Raquel es Historia 3una Histeria. Cosas de Brujas. Cristian Puig – Desde temprana edad mostró un profundo interés por el misterio y los sucesos aparentemente inexplicables. A los 18 años se alistó en el ejército y, a los 23, ingresó en el Cuerpo Nacional de Policía, donde ha desarrollado gran parte de su carrera en el ámbito de la Policía Judicial, especializándose en investigación. Ha colaborado en la revista especializada El Ojo Crítico y se define como un profesional polifacético, con inquietudes que abarcan la investigación, los viajes y el deporte, especialmente las artes marciales. Tras la pista del misterio es su primer libro, fruto de su experiencia y pasión por lo desconocido. Gustavo Doménech – Investigador y escritor, autor de varios títulos, entre los que destacan Los héroes de Hueva, Salmon Enterprise y Rompiendo el silencio. Anomalías a mi alrededor. Su labor de investigación actualmente se centra en el estudio de fenómenos ufológicos, analizando patrones de avistamientos, recopilando testimonios y explorando diversas teorías sobre su origen y naturaleza. No es raro encontrarlo en programas como Clave 45, donde comparte sus investigaciones sobre experiencias anómalas y patrones OVNI. Además, ha realizado traducciones de manuales de artes marciales al español, publicado un manual sobre escuelas con influencias del Hakko Ryu Jujutsu y un libro sobre el Mimawari y Shingen Gumi. Enrique de Vicente – Periodista, escritor e investigador español especializado en misterio, fenómenos paranormales y ciencias ocultas. Fundador de Año/Cero y autor de numerosos libros, participa en programas de televisión como Cuarto Milenio y Horizonte. Actualmente continúa su labor divulgativa a través de su canal de YouTube, compartiendo conferencias, entrevistas y análisis sobre fenómenos. Manuel Carballal, nace en La Coruña, España, en 1967. Diplomado en Teología por el Instituto Teológico Compostelano (Santiago de Compostela) y en Criminología por la Universidad de Santiago de Compostela y la Escuela Catalana de Criminología. Su especialidad: la criminalidad asociada a las creencias. Es colaborador en medios de prensa, radio y televisión, centrándose en temas como sectas, fenómenos paranormales, ocultismo, servicios secretos, etc. Viajes de investigación: ha realizado trabajo de campo en diversos países de África, Asia y América, conviviendo con chamanes, practicantes de religiones populares, médiums, santeros... Algunas de las líneas que más ha explorado: Fenómenos paranormales, ovnis, posesiones, fenómenos inexplicables, Ocultismo, esoterismo, creencias populares. Investiga fraudes esotéricos, prácticas ocultistas, colecciones de casos de creencias dudosas o rituales. Criminalidad asociada a las creencias: delitos relacionados con sectas, prácticas fraudulentas, homicidios o suicidios vinculados a creencias extremas o rituales. Investigación de personajes polémicos, por ejemplo un estudio biográfico-investigativo sobre Carlos Castaneda. Algunos de sus libros más conocidos: Los Peligros del Ocultismo: Crimen, delito y misterio. Los Expedientes Secretos: el Cesid, el control de las creencias y los fenómenos inexplicables. El Secreto de los Dioses Investigación PSI: Una historia de la parapsicología científica universitaria. La vida secreta de Carlos Castaneda Y mi mayor gratitud a Lola Velasco, por su trabajo tras bambalinas y los años de verdadera amistad – Directora del programa de radio La Gata Cristy en Onda Capital, Sevilla, y copresentadora del podcast Academia de los Nocturnos, donde se exploran enigmas históricos, leyendas urbanas, casos inexplicables y entrevistas del panorama literario actual. Desde lo más profundo, quiero darles las gracias. Gracias por compartir su tiempo, su entusiasmo, su curiosidad… por enseñarnos que detrás de cada historia siempre hay algo que merece ser explorado. Sus investigaciones y su vocación divulgativa han dado sentido a este viaje que emprendimos juntos. Doscientas noches escuchando voces que nos guían, que nos inspiran, que nos emocionan y que nos hacen cuestionar lo cotidiano… Hoy celebramos juntos este aniversario, este programa 200, como un homenaje al misterio que nos une y nos invita a seguir buscando, siempre, más allá de lo evidente. HAZTE MECENAS: No dejes que La Biblioteca cierre nunca sus puertas. Suscríbete en iVoox o en tu Plataforma preferida y comparte. Gracias a nuestros MECENAS, sin ustedes esto no sería posible. Canal Telegram: https://t.me/LaLamadaDeLaLuna YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCEOtdbbriLqUfBtjs_wtEHw Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Hablamos con Álex Green, coguionista y codirectora del podcast, y Mª Jesús López, Jefa de Servicio de Documentos Sonoros y Audiovisuales de la Biblioteca Nacional .
Neste episódio da série especial em comemoração ao Dia da Arte, o Podcast Filosófico recebe Simone Matias, ilustradora e voluntária da Nova Acrópole de Santos (SP). Com ampla experiência na ilustração de livros para a infância, Simone compartilha seu processo criativo e reflexões sobre a arte de contar histórias por meio de imagens. A conversa, conduzida por Marcelo Silveira e Pedro Guimarães, aborda a ilustração como linguagem visual e forma de expressão sensível e simbólica, capaz de provocar encantamento, despertar a imaginação e promover autoconhecimento. Simone explora a conexão entre literatura e imagem, a importância da imaginação no processo artístico e a busca por beleza e verdade como fundamentos de sua criação. Inspirada pela filosofia, que trilha junto à arte desde o início de sua trajetória, Simone revela como o processo criativo pode se tornar um caminho de investigação interior, onde o caos inicial dá lugar à ordem e à harmonia. O episódio convida à valorização da arte como ferramenta de educação e de reconexão com o olhar encantado sobre a vida e o mundo. Participantes: Simone Matias, Marcelo Silveira e Pedro Guimarães Trilha Sonora: Johannes Brahms - Concerto para piano e osquestra nº2 - Opus 83 - 3ºmov. Sobre a convidada: Simone Matias nasceu em Santos, é ilustradora e professora de desenho, ilustração, arte e filosofia. Tem mais de 80 livros infantis e infantojuvenis publicados por diversas editoras do país. É professora de filosofia na Nova Acrópole há 12 anos. Estudou ilustração na Scuola Internazionale d'Illustrazione (Sàrmede, Itália) e desenho/pintura na The Florence Academy of Art (New Jersey, EUA). Em 2025, lançou seu primeiro livro solo, Azul da lá, editado pela Abacatte. Em 2024, ilustrou Um gigante tão pequeno, premiado pela Fundação Biblioteca Nacional. Entre outros reconhecimentos, recebeu o prêmio PROLELI/UNESP em 2022 e teve obras selecionadas por instituições como a Cátedra UNESCO de Leitura e o projeto “Leia com uma Criança” do Banco Itaú. Mais sobre Simone: simonematias.com.br | Instagram: @simonematiasilustradora
Nieves Concostrina habla de la fundación de la Biblioteca Nacional de España.
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