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Historiador relata época em que se valorizava demonstrar melancolia e como isso mudou drasticamente, criando 'obsessão' atual com felicidade.
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Francisco José Franco nos ayuda a entender nuestro presente en el día en que conmemoramos el 44.º aniversario del Estatuto de Autonomía de la Región de Murcia.El historiador nos detalla el proceso de transición hacia el autogobierno, destacando debates históricos como la separación de Albacete y la elección de la bandera regional con su característico color 'rojo Cartagena'.Asimismo, resalta la singularidad de poseer una capitalidad compartida entre Murcia y Cartagena para fomentar la integración territorial.
Uma verdadeira aula de história sem filtros na bancada do Pânico! Recebemos o professor e escritor Marcelo Andrade, host do Caravelas Podcast. Com mais de 25 anos de estudo, ele analisou os desdobramentos da guerra no Oriente Médio, desmistificou os maiores preconceitos sobre a Idade Média e revelou quem são os verdadeiros heróis esquecidos da história do Brasil.
A Universidade de Fortaleza (UNIFOR) está lançando o podcast Pod Cidadania que visa enriquecer a formação acadêmica e profissional dos alunos do curso de Direito, bem como daqueles que se preparam para ingressar no ensino superior. Realizado por alunos da graduação sob a orientação de diferentes professores, o podcast será transmitido pelo Uniforcast no Spotify.Historiador e professor da Unifor, fala sobre sua atuação na área do Direito, do projeto justiça em quadrinhos e dá dicas da vida universitária.
Esta mañana en #Noticias7AM entrevistamos al Dr. Luis Carlos López Ulloa, Historiador, escritor y profesor universitario. Divulgador de la historia pública y analista de los procesos sociales y políticas. Sección: Cuadrante Norte. Tema: Visiones urbanísticas: la modernización del concreto en la Zona Río Tijuana#Uniradioinforma
A Assembleia francesa aprovou, esta quinta-feira, 28 de Maio, a proposta de lei que revoga formalmente o “Code Noir” [“Código Negro], um conjunto de éditos reais que regulamentou a escravatura nas colónias francesas entre os séculos XVII e XVIII. A França aboliu a escravatura a 27 de Abril de 1848, mas os textos do "Code Noir" nunca foram formalmente retirados. O historiador António de Almeida Mendes considera que o gesto se reveste de uma dimensão moral e histórica que corresponde “ao reconhecimento de um crime” e que pode abrir portas para que se deixe de olhar para a escravatura como “um anexo da história ”. A Assembleia francesa aprovou, a 28 de Maio, a proposta de lei que revoga formalmente o “Code Noir” [“Código Negro], um conjunto de éditos reais que regulamentou a escravatura nas colónias francesas entre os séculos XVII e XVIII. A votação ocorreu em primeira leitura e terminou com 254 votos favoráveis, nenhum contra, nem nenhuma abstenção. A proposta de revogação do “Code Noir” foi apresentada pelo deputado Max Mathiasin, de Guadalupe e tem carácter sobretudo simbólico. O "Code Noir" é considerado um “fóssil legislativo” porque apesar de a França ter abolido a escravatura há 178 anos, o documento ainda não tinha sido revogado de modo explícito. Por isso, é um gesto "muito importante", explica o historiador António de Almeida Mendes, sublinhando que se reveste de uma dimensão moral e histórica que corresponde “ao reconhecimento de um crime” e abre portas para que se deixe de olhar para a escravatura como “um anexo da história como até hoje tem sido”. “É uma coisa muito importante porque estamos a falar de um decreto que já não era aplicado. Estamos a falar do século XVII e, entretanto, houve a abolição do tráfico e a abolição da escravatura no Império francês, Mas a dimensão moral é muito importante porque estamos a falar da dimensão de reconhecimento de um crime. Eu acho que no contexto francês e europeu dessa relação entre história nacional e história imperial, há sempre esse tabu dos crimes do passado. O reconhecimento moral está cá, mas o que é preciso é ir além e inscrever essa história na história da nação e não ser um anexo da história - como até hoje tem sido - essa história de um crime que não foi só um crime de alguns anos, foi um crime que durou vários séculos”, explica o professor de História Moderna na Universidade de Nantes, em França, especializado nomeadamente na história da escravatura. O texto também prevê que o governo entregue ao Parlamento, no prazo de um ano após a promulgação da lei, um relatório sobre o direito colonial e as suas consequências económicas, sociais, culturais e ambientais a longo prazo, nomeadamente em termos de racismo e de desigualdades. O relatório deverá, ainda, avaliar como a história da escravatura, do tráfico negreiro e da sua abolição é tratada nos programas escolares. Algo “muito importante” para o nosso convidado que admite que história do tráfico de pessoas escravizadas “tende a ser minimizada” e vista como “um apêndice da história europeia”. “Eu acho que é muito importante porque eu próprio sou professor e vejo que essa história, muitas vezes, tende a ser minimizada, Eu acho que estamos aí mesmo no centro do que foi o capitalismo e a história moderna que se inicia no século XVI. Essa relação entre a Europa e o mundo, muitas vezes, foi pensada como uma relação harmoniosa, como uma relação de mestiçagem, ainda que com seus crimes. Eu acho que temos que ver também a face sombria do que foi esse encontro, essa modernidade do século XVI e não só pensar que a Europa desenvolveu o mundo e trouxe a modernidade ao mundo, mas pensar mesmo os efeitos negativos desse encontro. Eu acho que isso tem que ser reavaliado nos programas escolares para pensar uma história mais inclusiva (...) Eu acho que é muito importante repensar essa história, mesmo numa cronologia europeia. Por exemplo, se formos a ver, uma das consequências do 'Code Noir' e dessa relação de França com as antigas colónias é que, por exemplo, o Palácio do Eliseu foi construído pela fortuna dos maiores negreiros da época. Estamos a ver que mesmo o enriquecimento da Europa, na altura, tem muito a ver com essa história da escravidão, esta história colonial. Eu acho que é importante complexificar esta história e não só fazer da história do tráfico um apêndice da história europeia”, afirma o investigador. O "Code Noir" foi criado em Março de 1685, sob Luís XIV, e foi ampliado por normas posteriores, de 1723 e 1724, voltadas para outros territórios coloniais. Este conjunto de documentos fixava o estatuto jurídico das pessoas escravizadas, institucionalizando a violência colonial e o tráfico de pessoas consideradas como mercadorias ou "bens móveis", passíveis de serem adquiridos por um “mestre”. O “Code Noir” também instituía sanções em caso de fuga, que iam desde orelhas cortadas, marcas a ferro, pessoas chicoteadas em público e pena de morte. “O 'Code Noir' é é mesmo próprio ao contexto francês. Só existe um 'Code Noir'. Não há, no contexto português, por exemplo, um decreto jurídico idêntico. Basicamente, estamos a falar do Império francês, que tinha um grande império colonial, sobretudo nas Antilhas, no espaço das Caraíbas. O 'Code Noir' organiza as pessoas escravizadas como sendo uma propriedade do 'senhor', como ‘um bem móvel', a saber, um bem que se pode transmitir em herança de família em família. É para transformar essas pessoas escravizadas em bens patrimoniais, tal como uma casa, uma mesa, uma forma de desumanizar as pessoas”, explica o historiador. Durante o debate no Parlamento, Max Mathiasin classificou a revogação como “um acto poderoso de memória, de justiça e de reconhecimento”, mesmo que admita que não possa “curar sozinho as feridas da história”. Os debates centraram-se na história francesa da escravatura e do colonialismo, dos efeitos visíveis hoje através das desigualdades persistentes entre os territórios ultramarinos e a França continental, e da discriminação sofrida pela população negra. Alguns deputados criticaram o facto de os debates acontecerem bem perto da estátua, em frente da Assembleia, de Jean-Baptiste Colbert, o principal autor do “Code Noir”. Esta revogação acontece 25 anos depois da Lei Taubira, de 2001, em que França reconheceu a escravatura e o tráfico de pessoas escravizadas como crimes contra a humanidade. Resta saber se a revogação vai abrir a discussão sobre reparações, algo que não está no texto, mas que também alimentou os debates na Assembleia, com vários parlamentares a salientarem que antigos proprietários de escravos receberam indemnizações, ao contrário dos próprios escravos. Reparar também passa por abrir o debate, acrescenta António de Almeida Mendes. “É um debate que está mesmo no centro dos debates sobre os crimes do passado. Será que temos de só ficar nesse reconhecimento moral do crime ou ir mais além e considerar que as desigualdades de hoje em dia que subsistem, em termos de acesso à riqueza, em termos de discriminação racial, em termos de racismo, será que isso necessita de ir mais além de uma condenação moral e de abrir o debate sobre as reparações financeiras? É um debate que já tem dez anos, iniciou-se na América Latina, está muito presente nos Estados Unidos. Então, há essa questão: será que a gente pode imaginar uma reparação financeira, que não é só uma reparação em termos monetários, mas uma reparação sobre o que é que a gente pode reparar em termos de desigualdades criadas por esses crimes do passado”, sublinha António de Almeida Mendes. A 21 de Maio, a proposta de lei recebeu o apoio do Presidente francês, Emmanuel Macron, que considerou que manter estes textos em vigor, mesmo sem efeitos legais, constitui "uma traição à República". Durante uma recepção no Palácio do Eliseu para assinalar o 25º aniversário da Lei Taubira, o Presidente afirmou que "esta imensa questão" não deve ser ignorada, mas preveniu que não se devem fazer "falsas promessas" e não anunciou quaisquer acções concretas. Macron falou na “reflexão inacabada” sobre a questão das reparações que, a seu ver, passam pelo “reconhecimento” e nunca poderão ser “totais”. Presente na cerimónia, a autora da lei e antiga ministra, Christiane Taubira lembrou que, no final de Março, a Assembleia Geral da ONU adoptou uma resolução que considerou a escravatura e o tráfico de pessoas africanas como “os crimes mais graves contra a humanidade”. A França e outros países europeus abstiveram-se porque consideraram que não deve haver hierarquia entre crimes contra a humanidade. Emmanuel Macron recordou, ainda, que lançou, há um ano, um trabalho de historiadores para avaliar "o preço" da liberdade imposta pela França ao Haiti, estando as conclusões previstas serem entregues em Dezembro. A 17 de Abril de 2025, o Presidente francês reconheceu, em comunicado, “a força injusta da História” imposta ao Haiti que, há 200 anos (1825), foi obrigado a pagar a França uma indemnização colossal para que esta reconhecesse a independência da antiga colónia. Na altura, Macron não evocou qualquer reparação financeira por parte de França, como pedido pelas autoridades haitianas. Note-se que, em 2003, o antigo Presidente haitiano, Jean-Bertrand Aristide, avaliou a dívida a 21,7 mil milhões de dólares, algo então visto como “anacrónico” pelo governo francês. Relembremos: Após uma proclamação da independência em 1804, depois de uma vitória contra as tropas de Napoleão Bonaparte, as novas autoridades do Haiti - sob a ameaça dos canhões dos barcos franceses - aceitara, a 17 de Abril de 1825, pagar 150 milhões de "francos-ouro" aos antigos colonos proprietários de terras e de escravos, em troca do reconhecimento da independência pelo rei Carlos X. Em 1938, a soma desceu para 90 milhões. Mas, para pagar, a jovem República das Caraíbas teve de contrair um empréstimo junto de bancos franceses, com juros elevados, numa altura em que afunda o preço do café, o principal recurso do país. O pagamento da dívida durou até 1952, quando se liquidaram os últimos juros. Ou seja, 127 anos a pagar a própria independência ao antigo país colonizador. Para a Fundação para a Memória da Escravatura, esta indemnização colossal arrastou o Haiti para “uma espiral de dependência neocolonial da qual o país não conseguirá sair nunca”. Com 12 milhões de habitantes, o Haiti é hoje o país mais pobre das Américas. Depois da Assembleia Nacional, o texto da revogação do "Code Noir" precisa ainda de passar pelo Senado para se tornar lei.
Analizamos la enorme polémica generada tras las declaraciones de ElXokas en el podcast de Jordi Wild sobre la conquista de América Latina y los pueblos originarios. Repasamos la respuesta viral de un historiador chileno que desmonta uno por uno los argumentos colonialistas e hispanistas del streamer, recordando el nivel de desarrollo de civilizaciones como la mexica, maya o inca antes de la llegada europea. También analizamos cómo ciertos discursos impulsados desde sectores de la derecha mediática y política intentan blanquear la conquista española, justificar el saqueo colonial y alimentar una “batalla cultural” reaccionaria en España y América Latina. Mas vídeos de Pandemia Digital: https://www.youtube.com/c/PandemiaDigital1 Si quieres comprar buen aceite de primera prensada, sin intermediarios y ayudar de esa forma a los agricultores con salarios justos tenemos un código de promoción para ti: https://12coop.com/cupon/pandemiadigital/ Este video puede contener temas sensibles, así como discursos de odi*, ac*so, o discr*minación. El objetivo de abordar estos temas es exclusivamente informativo y busca concienciar a la audiencia sobre estos acontecimientos, y denunciar y señalar el origen de los mismos para crear consciencia y evitar su propagación. Si consideras que el contenido puede afectarte, te recomendamos proceder con precaución o evitar su visualización. ----------------------------------------------------------------------------------------------- Únete a nuestra comunidad de YouTube https://www.youtube.com/channel/UCFOwGZY-NTnctghtlHkj8BA/join Se mecenas de Patreon https://www.patreon.com/PandemiaDigital ----------------------------------------------------------------------------------------------- Súmate a la comunidad en Twitch - En vivo de Lunes a Jueves: https://www.twitch.tv/pandemiadigital Sigue nuestro Canal de Telegram: https://t.me/PandemiaDigital Suscríbete en nuestra web: https://PandemiaDigital.net Sigue nuestras redes: Twitter: https://twitter.com/PandemiaDigitaI Facebook: https://www.facebook.com/PandemiaDigitalObservatorio Instagram: https://www.instagram.com/pandemia_digital_twitch TikTok: https://www.tiktok.com/@pandemiadigital #PandemiaDigital
Pergunte ao Especialista é o novo quadro do Manhã da Rural, pensado para aproximar você de quem entende do assunto! José Rodrigues, Historiador, trazendo reflexões sobre fatos históricos e cultura.
Tomás Battaglino (Historiador, Sociólogo y Escritor) Nada Personal @animessina
Fé, política e formação histórica do Estado brasileiro Discurso religioso na atuação política no Brasil Influência religiosa nas eleições 2026
¿Problemas de adicción al #alcohol, #drogas…? ☎️ 915 630 447 ¡LLAMANOS 24H! https://bienestar.neurosalus.com/ Solicita ahora mismo información sobre tratamientos de desintoxicación, precios, disponibilidad de plazas… HA SIDO POSIBLE CREAR EL PROGRAMA “LA REUNIÓN SECRETA” GRACIAS A TU AYUDA COMO GUARDIÁN MECENAS. ***** HAZTE MECENAS EN https://www.patreon.com/lareunionsecreta Esta noche vive un nuevo directo de #LaReuniónSecreta desde la 22:00 hora española. Te decimos lo que nadie dice: sin anestesia y sin edulcorantes. ¡La Reunión Secreta somos todos! No se lo digas a nadie… ¡PÁSALO! CARLITOS TÍNEZ https://www.youtube.com/channel/UC0eeuxpQ70z-Pe0rHhOq9Fg Conexiones en directo con: - Dr. César Carballo (Urgenciólogo. Licenciado en medicina y cirugía. Comunicador sanitario) - Andrés Chaves (Periodista. Doctor en Ciencias de la Información por la Universidad Complutense de Madrid) - José María Zavala (Periodista. Historiador. Cineasta y autor de referencia de la divulgación histórica en España) Con el equipo habitual de La Reunión Secreta: Dr. José Miguel Gaona, Joan Miquel MJ, Carlos Martínez, Lourdes Martínez, Marta Vim, Olga Ralló, Luna de María, Tatiana y Piluca. _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ SÍGUENOS EN REDES Twitter: https://twitter.com/lrsecreta Instagram: https://www.instagram.com/lareunionsecreta/ Facebook: https://www.facebook.com/LRsecreta REDES SOCIALES DEL EQUIPO | DR. JOSÉ MIGUEL GAONA | - https://twitter.com/doctorgaona | DIRECTOR | - Joan Miquel MJ - https://www.instagram.com/official_joan_miquel_mj/ | PRODUCTORA | - Lourdes Martínez - https://twitter.com/chicadelaradio | AYUDANTE DE DIRECCIÓN | - Olga Ralló - https://twitter.com/olgarallo | AYUDANTE DE PRODUCCIÓN | - Carlos Martínez - https://twitter.com/Carlitos_Tinez
Carlos Urzainqui no es solo un divulgador; es un "rastreador" de la identidad aragonesa. Historiador, apasionado por los mitos y su conexión con los hechos históricos, da un paso más en su carrera al publicar “Esto no estaba en mi libro de historia de Aragón”, un ensayo divulgativo en el que a los largo de 300 páginas recorre nuestra historia desde el origen de los primeros pobladores a nuestra última reina Germana de Foix. Anécdotas, curiosidades, una forma de contar la historia muy alejada de las listas de fechas y batalles. Porque todo, o casi todo, tiene un por qué.Jose Antonio Tello, poeta reconocido y premiado en numerosos certámenes vuelve a la Torre de Babel con su último proyecto, “Los perros de Nador”, en el que, como en “Representaciones”, su libro anterior, opta por la prosa poética para transmitir un mensaje. Pero si en representaciones, el oficio de escribir y sus múltiples referencias filosóficas, literarias y pictóricas eran la clave, en “Los perros de Nador”, la experiencia en las calles son las fuentes de la inspiración
Alejandro Rosas, Historiador
"Donde crean un desierto, lo llaman paz". Con esta crudeza definía Tácito el expansionismo de una Roma que, bajo su mirada, había cambiado la libertad por la tiranía. En este nuevo episodio de Antena Historia, nos alejamos de los relatos idealizados para diseccionar la obra de Cornelio Tácito, el historiador que se atrevió a mirar directamente a los ojos de los Césares y desvelar las oscuras ambiciones que se escondían tras el mármol del Palatino. 🏛️ En este episodio analizaremos: El Senador que sabía demasiado: La vida de Tácito bajo el terror de Domiciano y cómo esa experiencia marcó su visión pesimista y aguda de la política romana. Los Anales y las Historias: Un recorrido por sus obras maestras. Desde la locura de Nerón y la hipocresía de Tiberio hasta la influencia de mujeres poderosas como Agripina. Germania: El espejo del bárbaro: ¿Por qué Tácito escribió sobre las tribus del Rin? Analizamos su descripción geográfica de una tierra indómita y su uso de los germanos como un reproche moral a la decadencia de Roma. Anatomía de la Tiranía: Las características que Tácito resalta en los emperadores: el disimulo, la paranoia y la corrupción del carácter por el poder absoluto. El Legado del "Tacitismo": Cómo su obra se convirtió en el manual de supervivencia para políticos y pensadores desde el Renacimiento hasta la Ilustración. 📜 Pasajes y Reflexiones: Contaremos con lecturas dramáticas de sus pasajes más potentes, incluyendo su famosa descripción de la moral germánica frente a la corrupción romana y su desgarrador análisis sobre el fin de la libertad. ¿Eres de los que prefiere la luz de Livio o las sombras de Tácito? Suscríbete a Antena Historia, dale a "Me gusta" y participa en el debate: ¿Es el poder absoluto algo que corrompe inevitablemente, o depende del carácter del líder? -------------------------------------------------------------------------------------- 🎧 Antena Historia te regala 30 días PREMIUM Disfruta de todo el contenido sin interrupciones y con ventajas exclusivas en iVoox: 👉 https://www.ivoox.com/premium?affiliate-code=b4688a50868967db9ca413741a54cea5 📻 Producción y realización: Antonio Cruz 🎙️ Edición: Antena Historia 📡 Antena Historia forma parte del sello iVoox Originals 🌐 Visita nuestra web: https://antenahistoria.com 📺 YouTube: Podcast Antena Historia 📧 Correo: antenahistoria@gmail.com 📘 Facebook: Antena Historia Podcast 🐦 Twitter: @AntenaHistoria 💬 Telegram: https://t.me/foroantenahistoria 💰 Apoya el proyecto: Donaciones en PayPal 📢 ¿Quieres anunciarte en Antena Historia? Ofrecemos menciones, cuñas personalizadas y programas a medida. Más información en 👉 Antena Historia – AdVoices Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
En Vuelo de Regreso hablamos con DANIEL BALMACEDA, AUTOR DE "LOS AÑOS LOCOS DE LA ARGENTINA" Con Santiago Pont Lezica De 17 a 19 FM MILENIUM
"Donde crean un desierto, lo llaman paz". Con esta crudeza definía Tácito el expansionismo de una Roma que, bajo su mirada, había cambiado la libertad por la tiranía. En este nuevo episodio de Antena Historia, nos alejamos de los relatos idealizados para diseccionar la obra de Cornelio Tácito, el historiador que se atrevió a mirar directamente a los ojos de los Césares y desvelar las oscuras ambiciones que se escondían tras el mármol del Palatino. 🏛️ En este episodio analizaremos: El Senador que sabía demasiado: La vida de Tácito bajo el terror de Domiciano y cómo esa experiencia marcó su visión pesimista y aguda de la política romana. Los Anales y las Historias: Un recorrido por sus obras maestras. Desde la locura de Nerón y la hipocresía de Tiberio hasta la influencia de mujeres poderosas como Agripina. Germania: El espejo del bárbaro: ¿Por qué Tácito escribió sobre las tribus del Rin? Analizamos su descripción geográfica de una tierra indómita y su uso de los germanos como un reproche moral a la decadencia de Roma. Anatomía de la Tiranía: Las características que Tácito resalta en los emperadores: el disimulo, la paranoia y la corrupción del carácter por el poder absoluto. El Legado del "Tacitismo": Cómo su obra se convirtió en el manual de supervivencia para políticos y pensadores desde el Renacimiento hasta la Ilustración. 📜 Pasajes y Reflexiones: Contaremos con lecturas dramáticas de sus pasajes más potentes, incluyendo su famosa descripción de la moral germánica frente a la corrupción romana y su desgarrador análisis sobre el fin de la libertad. ¿Eres de los que prefiere la luz de Livio o las sombras de Tácito? Suscríbete a Antena Historia, dale a "Me gusta" y participa en el debate: ¿Es el poder absoluto algo que corrompe inevitablemente, o depende del carácter del líder? -------------------------------------------------------------------------------------- 🎧 Antena Historia te regala 30 días PREMIUM Disfruta de todo el contenido sin interrupciones y con ventajas exclusivas en iVoox: 👉 https://www.ivoox.com/premium?affiliate-code=b4688a50868967db9ca413741a54cea5 📻 Producción y realización: Antonio Cruz 🎙️ Edición: Antena Historia 📡 Antena Historia forma parte del sello iVoox Originals 🌐 Visita nuestra web: https://antenahistoria.com 📺 YouTube: Podcast Antena Historia 📧 Correo: antenahistoria@gmail.com 📘 Facebook: Antena Historia Podcast 🐦 Twitter: @AntenaHistoria 💬 Telegram: https://t.me/foroantenahistoria 💰 Apoya el proyecto: Donaciones en PayPal 📢 ¿Quieres anunciarte en Antena Historia? Ofrecemos menciones, cuñas personalizadas y programas a medida. Más información en 👉 Antena Historia – AdVoices Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Estamos a poucos dias de um novo aniversário da revolução do 25 de Abril em Portugal, uma ocasião para recordarmos uma das suas figuras cimeiras, Otelo Saraiva de Carvalho, que é o objecto de uma biografia elaborada por Yves Léonard, historiador que nestas últimas três décadas publicou inúmeros livros sobre a História de Portugal. "Otelo, la voix de la révolution des œillets", "Otelo, a voz da Revolução dos Cravos" é o nome da nova obra publicada pela Chandeigne & Lima, que Yves Léonard lançou no passado dia 15 de Abril em Paris. Neste livro, o historiador recorda esta figura controversa do passado recente de Portugal, um capitão de Abril que, no decurso dos anos 80, foi acusado de ter ligações com grupos armados em Portugal. Nascido a 31 de Agosto de 1936 em Maputo, Otelo Nuno Romão Saraiva de Carvalho é filho de um funcionário dos Correios e cresce no seio de uma família ligada, pelo avô, ao mundo do teatro. Depois de frequentar o ensino secundário público de Maputo, ele destina-se a uma carreira de actor, o jovem Otelo tendo veleidades de ir para o "Actor's Studio" em Nova Iorque. O destino -e sobretudo o pai- vão encarregar-se de o fazer ingressar na Academia Militar aos 19 anos. Ele estará em serviço activo durante as guerras de libertação de Angola e na Guiné-Bissau, nos anos 60 e início de 70 Será durante os derradeiros anos desses conflitos, que vai crescer dentro dele e de outros militares o projecto de derrubar o regime fascista português. De regresso a Portugal em 1973, envolve-se no Movimento das Forças Armadas e, juntamente com outros capitães, assume a liderança da Revolução dos Cravos a 25 de Abril de 1974. Uma caminhada sobre a qual Yves Léonard destaca que "antes de tudo, Otelo é o homem de África" e que "isto é muito importante para compreender o personagem". "Otelo é um militar, mas não por convicção. Penso que, antes de tudo, Otelo é um actor. Gostava muito do teatro. Otelo tem um avô que é um antigo oficial do Exército português. Portanto, tem uma grande admiração pelo avô. É importante na hora de tomar a decisão de entrar na Academia Militar e depois, nos anos 60, obviamente, é o tempo das guerras coloniais e para Otelo é um momento muito importante. Porque Otelo é um oficial intermédio, isto é, um capitão", começa por dizer o estudioso. "Em África, durante as guerras coloniais, há uma tomada de consciência em torno do sistema salazarista com o papel muito importante das colonias. E para Otelo, há a consciência de que a guerra é o problema maior de Portugal e que a violência não é a resposta", diz o historiador. Ao destacar o papel de Otelo durante o 25 de Abril, Yves Léonard também recorda que, depois, "durante o PREC, Processo Revolucionário em Curso, Otelo tinha um papel muito importante, porque era o chefe do COPCON e o chefe da Região Militar de Lisboa. Tem um papel muito importante durante a crise do fim de Setembro de 1974, durante a crise do 11 de Março de 1975, e depois, durante o 'Verão quente' e no mês de Novembro de 1975. Mas aí já não tinha o controlo da situação política em Portugal". Entrevistado pela radiodifusão portuguesa precisamente um ano após a revolução, Otelo Saraiva de Carvalho não esconde a alegria e o orgulho que continua a sentir depois do 25 de Abril de 1974. Mas efectivamente, neste período em que ele assume um papel preponderante no PREC, começam a surgir as primeiras divisões entre as correntes mais reformistas e as franjas mais à esquerda da revolução. Estas dissensões vão culminar com a desestabilização do 25 de Novembro de 1975. A partir daí, Portugal marca uma viragem mais à direita e em 1976, o general Ramalho Eanes torna-se o primeiro Presidente eleito depois da revolução de Abril, com um pouco mais de 61% dos votos face a Otelo, cuja candidatura recolhe cerca de 16% dos votos. Na primeira metade dos anos 80, Otelo está em ruptura total com o rumo seguido por Portugal na altura. Ele lidera um movimento, o chamado "Projecto Global", que será acusado de ter elos com grupos armados de extrema-esquerda como as FP 25, Forças Populares do 25 de Abril, que cometem ataques semelhantes àqueles que acontecem na mesma altura na Itália ou em França. "É difícil de dizer exactamente o que se passou, porque, por um lado, Otelo tinha vontade de fazer um projecto político com o poder popular que se chama ‘Projecto global'. É um projecto muito ambicioso. No fim dos anos 70, no início dos anos 80 e no mesmo tempo, aparece um grupo muito violento, com atentados terroristas que se chamam FP 25, Forças Populares do 25 de Abril. O problema é fazer uma ligação entre o ‘projecto global' de Otelo e as FP 25. É muito difícil saber exactamente qual é a natureza dessa relação. Mas em Junho de 84, o poder político, o Ministério da Justiça e a polícia têm a convicção de que Otelo é o chefe, senão o inspirador das FP 25", recorda Yves Léonard. Em 1987, Otelo é condenado a 15 anos de prisão por ser considerado responsável das actividades das FP 25. As circunstâncias em que Otelo é condenado geram um debate de largos anos em Portugal, ao ponto que sob o impulso dos socialistas então no poder, uma maioria de parlamentares amnistia Otelo em 1996. Esta medida não deixa de gerar polémica no seio da direita que acusa a esquerda de querer "apagar" a História. A seguir à amnistia, virá mais tarde um novo processo em 2001 durante o qual a justiça vai considerar que não existiam elementos suficientes para estabelecer que Otelo tivesse um qualquer elo com as FP 25. "Temos um julgamento no Tribunal da Boa-Hora no início de 2001 para dizer que Otelo não é responsável, não é o inspirador, não é o chefe das FP 25. É uma decisão de Justiça. Isto é uma forma de verdade. O problema é que depois da amnistia, depois o julgamento da Boa-Hora, muitas pessoas em Portugal continuam a pensar que Otelo é o responsável das FP 25, é uma terrorista. E a imagem de Otelo é péssima", constata o universitário. Apesar de uma decisão favorável da justiça, o nome de Otelo passou a ter um rasto de pólvora de forma duradoira. Paradoxalmente, ele continua a ser acarinhado no exterior, nomeadamente em França, onde várias personalidades do mundo político, nomeadamente o próprio Presidente François Mitterrand, ou artistas como o cantor popular Renaud, não escondem a sua admiração pelo militar que tem uma aura romântica. Para Yves Léonard, este fenómeno explica-se pelo facto de "a Revolução dos Cravos ter sido a última revolução do século XIX, isto é, uma revolução romântica". A aura de Otelo e dos restantes capitães de Abril vai inspirar vários filmes, documentários e reportagens. No ano 2000, estreia o filme 'Capitães de Abril' da actriz e realizadora portuguesa Maria de Medeiros. Presente na apresentação do livro de Yves Léonard, ela recorda a figura de Otelo que conheceu quando era criança. "Realmente eu conheci-o. Eu era muito novinha, adolescente, e lembro-me de ter dançado um rock and roll com o Otelo e era a primeira vez que eu dançava assim com os movimentos do rock and roll em Lisboa, num restaurante que é o ‘Brazuca', que era um lugar muito importante para os capitães de Abril, onde eles se reuniam muito. Depois, quando preparei o meu filme Capitães de Abril. Obviamente, falei muito com o Otelo, também com o Salgueiro Maia e, sobretudo, passei realmente 13 anos da minha vida a fazer pesquisa e a ler tudo o que eu conseguia encontrar nessa época publicado e às vezes sem estar publicado do que eles escreveram. É um privilégio extraordinário da nossa geração, da nossa infância, de miúdos lisboetas, de muitos de nós, termos coincidido com essas figuras importantes da nossa história", diz a cineasta que lamenta a actual tentativa de minimizar o legado do 25 de Abril no espaço público em Portugal. "Infelizmente, eu acho que estes movimentos revisionistas de extrema-direita que alastram não é uma coisa que seja, nem é nada português. Na verdade, acho que é uma importação. É como uma marca importada de outros países, porque está a acontecer por toda a parte. Os discursos são os mesmos. O descrédito atirado para cima da honra não é de quem de facto lutou. É vergonhoso", denuncia Maria de Medeiros. Volvidos 52 anos, o campo conservador está no poder em Portugal e a extrema-direita, em posição de força na Assembleia da República, tenta corroer a herança do 25 de Abril. A questão da memória torna-se tanto mais premente que as testemunhas directas da revolução dos cravos vão partindo. Otelo faleceu a 25 de Julho de 2021, num relativo esquecimento e sem grandes homenagens nacionais. "O que é muito importante, com o 25 de Abril é o papel dos capitães. Os grandes testemunhos da época, obviamente, 50 anos depois, os heróis desaparecem. Por exemplo, Otelo morreu cinco anos atrás, em 2021. E é difícil falar desse período sem os grandes actores do 25 de Abril. É um problema clássico na disciplina da História, a memória, os testemunhos e a história. É importante fazer e dizer a História. É um período complexo porque estamos entre a época da memória, com a presença dos grandes actores do 25 de Abril e o período da História. O problema hoje, é a tentação de dizer que o período antes do 25 de Abril não foi um período tão difícil. É um grande perigo para a democracia portuguesa", considera Yves Léonard para quem "é muito importante hoje sublinhar o papel fundamental da ruptura do 25 de Abril" que marcou "um novo tempo para Portugal, para a democracia em Portugal e para a democracia na Europa". "Otelo, obviamente, é o homem do 25 de Abril, o instigador que simboliza os Cravos de Abril", conclui o historiador.
Por que o Brasil parece preso em um ciclo infinito de fracasso? O Brasil é como uma boia no mar: nunca decola de vez, mas também não afunda, tudo por causa de um Estado pesado que te suga e não te deixa trabalhar. Neste episódio recebemos Marcelo Andrade, professor de história há mais de 25 anos, para expor os segredos de bastidores que a escola escondeu de você.Você vai descobrir a verdade nua e crua sobre como a nossa mentalidade foi moldada pelo autoritarismo de Getúlio Vargas , como o regime militar de 1964 fez vista grossa para a infiltração comunista nas escolas e na mídia , e os detalhes obscuros da guerra cultural que corroeu a sociedade brasileira pela raiz usando as táticas da Escola de Frankfurt. 00:00:00 - Introdução: As revoluções e a elite 00:02:04 - Por que o Brasil nunca decola? 00:08:29 - A farsa da "Independência" do Brasil 00:15:50 - Como era viver (e pagar impostos) no Império 00:23:21 - O desastre positivista de Getúlio Vargas 00:33:09 - A mentira e a verdade sobre o Golpe de 1964 00:46:15 - Guerra Cultural e lavagem cerebral na mídia 00:52:27 - A internet quebrou o monopólio da TV 00:54:19 - Como os militares e o governo quebram empresas 01:04:33 - A origem do Centrão e o poder sombrio do STF 01:13:05 - A escalada astronômica da corrupção atualSiga o Marcelo Andrade no Instagram:https://www.instagram.com/omarcelo.andrade/Nos Siga:Marcelo Toledo: https://www.instagram.com/marcelotoledoInstagram: https://www.instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: https://www.tiktok.com/@excepcionaispodcast
Con motivo del Día Internacional de los Monumentos y Sitios, el historiador y especialista en Historia Medieval Alberto Santana defiende que cuidar el patrimonio es esencial para preservar la memoria histórica y la identidad colectiva de una sociedad y así evitar una amnesia colectiva.
Bruno Cardoso Reis admite que bloqueio ao Estreito de Ormuz pressionará Irão. Historiador diz ainda que é bom sinal para a paz conversas entre EUA e Irão sobre prazos para o nuclear do Teerão. See omnystudio.com/listener for privacy information.
El historiador José Alfeirán repasa cómo fue la llegada de la República a A Coruña
Historiador lançou ao líder do Chega o desafio para um debate na televisão só com factos. André Ventura aceitou. Pacheco Pereira diz que vai "sobrepor a argumentação racional ao espetáculo".See omnystudio.com/listener for privacy information.
‘Damas, torres y leones. Los íberos a través de su escultura' (Desperta Ferro, 2026) del historiador getafense Jesús Robles Moreno busca saldar la deuda de la Historia con los íberos.
En este episodio de El Café de la Lluvia nos adentramos en una de las preguntas más esenciales —y complejas— de las humanidades: ¿cómo se escribe la Historia? Para ello, reunimos a los historiadores Tomás Aguilera Durán, David Alegre Lorenz y Daniel Aquillué en una mesa de análisis donde reflexionan sobre el oficio del historiador, sus retos actuales y el papel de la historia en la sociedad contemporánea. A partir de la obra El oficio de historiador de Enrique Moradiellos, el debate nos lleva desde las vocaciones personales hasta cuestiones fundamentales como la objetividad, la verdad histórica o la responsabilidad del historiador. ¿Qué encontrarás en este episodio? Las distintas formas de llegar a la historia: desde cómics y series hasta conflictos contemporáneos La historia como construcción: ¿existe realmente una verdad histórica? El impacto de corrientes historiográficas como la Escuela de los Annales o la microhistoria El auge de la pseudohistoria y los peligros del ruido informativo Paralelismos entre el presente y momentos críticos del pasado como la República de Weimar La crisis de la academia y las dificultades del historiador en el mundo actual Además, los invitados comparten recomendaciones bibliográficas imprescindibles para quienes quieran profundizar en el oficio. ☕ Hazte socio/a de El Café de la Lluvia y forma parte de nuestra comunidad: https://elcafedelalluvia.com/hazte-socio-a-de-el-cafe-de-la-lluvia/ Escúchanos y léenos en nuestra web: https://elcafedelalluvia.com/ ▶️ Suscríbete a nuestro canal de YouTube: https://www.youtube.com/c/ElCafédelaLluvia Recibe nuestros contenidos en tu correo: https://elcafedelalluvia.com/suscripcion-newsletter/ Síguenos en redes sociales: Twitter: https://twitter.com/cafelluvia Instagram: https://www.instagram.com/elcafedelalluvia/ Facebook: https://www.facebook.com/Cafedelalluvia Tu apoyo nos ayuda a seguir dando voz a la cultura, la literatura y el pensamiento crítico. Gracias por acompañarnos ☕✨
Memorias: http://bit.ly/deo-memorias2Temas:El Sol y sus hermanas migraron desde el centro de la galaxiaUn historiador encuentra un Almagesto que perteneció a GalileoUn AGN tan “rápido” que cambió su brillo en menos de 30 años…Realizan: Lauren Flor, Maryory Loaiza, German Chaparro, Juan C. Muñoz, Esteban Silva, Pablo Cuartas (Instituto de Física de la Universidad de Antioquia).
José María Amat: “Fue una fábrica que institucionalmente tuvo más renombre que todas las de nuestra historia pasada, porque fue una de las que visitó el presidente de la Segunda República, Niceto Alcalá Zamora, en la única ocasión en que vino a Elda”.
Campaña Nacional 1.856.
Desde la leyenda de El Dorado, el oro ha sido un protagonista en la historia de Colombia. En la época colonial, el oro fue el principal producto de exportación de la Nueva Granada, y estructuró las relaciones comerciales dentro del virreinato. En el siglo XIX, la industria minera atrajo capital extranjero y llevó a la creación de las primeras empresas modernas del país - en especial en el departamento de Antioquia donde jalonó una industrialización temprana. Hoy, en momentos en que el oro está batiendo récords y se cotiza a más de 5000 dólares la onza, conversamos con el historiador James Torres, profesor de la Universidad de los Andes, sobre el impacto del metal dorado en la historia nacional y los retos que enfrenta un sector atravesado por la ilegalidad.Déjà vu es un podcast de opinión de La Silla Podcast.La dirección es de Alejandro Lloreda y Luis Guillermo Vélez.La coordinación periodística y de pódcast de La Silla Vacía es de Tatiana Duque.La producción es de Angy Usme y Fernando CruzFoto: Manuel María PazCada quince días un nuevo episodio.Más de La Silla Podcast: ¿Quiere aprender de podcast, hacer un podcast como este o grabar sus contenidos sonoros?En La Silla Vacía le ayudamos y le damos las herramientas. Para mayor información y precios, consulte acá.Un espacio de cuña en Huevos Revueltos o Déjà vu puede ser suyo, excepto para contenido político y electoral. Si tiene interés, escriba a podcast@lasillavacia.com Más de La Silla Vacía:En el Detectbot de La Silla Vacía puede chequear cadenas falsas. Escriba un chat a este linkSiga el canal de La Silla Vacía
Se acuerda Vd del rótulo de Mercería Bueno, que hacía chaflán? ¿Del colmao del barrio? ¿De la Ferretería Hermanos Jiménez, los franchutes de Raúl Cimas? Y en casa uno de esos negocios había bolsas, etiquetas, papelería comercial...son parte de la memoria. Hablamos casi de arqueología.Los encargados de esta iniciativa en Cantabria están organizados en Santatipo. Su objetivo es rescatar y conservar ese patrimonio para que no desaparezca. Ya tiene 80 rótulos históricos y más de 200 piezas gráficas procedentes de comercios de toda la región.Pero ahora todo ese archivo puede quedarse sin almacén. Las piezas están en los bajos del Mercado de México en Santander y van a comenzar obras en breve. Santatipo no busca un museo ni un edificio espectacular, que eso ya llegará. De momento, la urgencia es un hogar temporal.Se trata de la memoria de nuestras calles, de nuestros barrios, de aquellos comercios todos distintos, diferentes y únicos. Se trata de la memoria de ...
Escuche esta y más noticias de LA PATRIA Radio de lunes a viernes por los 1540 AM de Radio Cóndor en Manizales y en www.lapatria.com, encuentre videos de las transmisiones en nuestro Facebook Live: www.facebook.com/lapatria.manizales/videos
Entrevista a Fernando López D´Alessandro - Historiador uruguayo by En Perspectiva
Entrevista Rafael Mandressi - Historiador, escritor y Doctor en Filosofía radicado en París by En Perspectiva
“Imperialismo sin máscara”: el historiador Alexander Aviña analiza cómo Trump está usando la doctrina Monroe para justificar un control de EE.UU. sobre Latinoamérica
Pablo Stefanoni Periodista e Historiador
Juan Carlos Flores, historiador colombiano, asegura que la prioridad de EE. UU. en Venezuela es expulsar la influencia petrolera y geopolítica de China.
Abolición del Ejército en Costa Rica.
Una historia ambientada en un imperio oscuro, donde un joven llamado Franz debe enfrentarse a una amenaza que corroe cuerpos y almas por igual: el temido Factor Düster. Juanjo Pérez Pons, su autor, nos dice: Sólo soy un Historiador que se perdió en los archivos del tiempo mientras intentaba recorrer el camino para ser profesor. O quizá pretendo seguir las huellas que Tolkien, Chesterton y Borges dejaron tras de sí. Lo que he encontrado por ahora: Ternura en mi familia. Esperanza en mi esposa. Aventura en mi vida. Magia en mis sueños. Ojalá todo el mundo encuentre lo que busca. - Narración: Juan Carlos Albarracín - Locución Sintonía: Antonio Runa - Música: Epidemic Sound, con licencia - Imagen: Pixabay, con licencia https://pixabay.com/es/photos/nubes-calina-niebla-castillo-8784731/ Los Cuentos de la Casa de la Bruja es un podcast semanal de audio-relatos de misterio, ciencia ficción y terror. Cada viernes, a las 10 de la noche, traemos un nuevo programa. Alternamos entre episodios gratuitos para todos nuestros oyentes y episodios exclusivos para nuestros fans. ¡Si te gusta nuestro contenido suscríbete! Y si te encanta considera hacerte fan desde el botón azul APOYAR y accede a todo el contenido exclusivo. Tu aporte es de mucha ayuda para el mantenimiento de este podcast. ¡Gracias por ello! Mi nombre es Juan Carlos. Dirijo este podcast y también soy locutor y narrador de audiolibros, con estudio propio. Si crees que mi voz encajaría con tu proyecto o negocio contacta conmigo y hablamos. :) Contacto profesional: info@locucioneshablandoclaro.com www.locucioneshablandoclaro.com También estoy en X y en Bluesky: @VengadorT Y en Instagram: juancarlos_locutor CONVOCATORIA ABIERTA – Los Cuentos de la Casa de la Bruja. ¿Eres escritor o escritora y te gustaría escuchar uno de tus relatos narrado en el podcast Cuentos de la Casa de la Bruja? Estoy abriendo la puerta a autores emergentes que quieran compartir relatos originales dentro del tono del programa: historias de terror y ciencia ficción con atmósferas inquietantes, elementos fantásticos, oscuros o insólitos, y una cuidada calidad literaria. ¿QUÉ TIPO DE RELATOS BUSCO? • Relatos de terror y ciencia ficción • Con una extensión de entre 3.000 y 4.000 palabras • Con una narrativa sólida, buen uso del lenguaje y que se presten a ser narrados en voz • Textos originales e inéditos (o que al menos no estén vinculados a compromisos editoriales) ¿CÓMO PARTICIPAR? Puedes enviar tu relato en formato Word o PDF a info@locucioneshablandoclaro.com con el asunto: Relato para el podcast. Acompáñalo, si quieres, de una pequeña nota biográfica para que pueda presentarte adecuadamente. IMPORTANTE: La recepción de un relato no garantiza su publicación. La selección dependerá de criterios narrativos, temáticos y de estilo, siempre con el objetivo de mantener la atmósfera y el nivel que caracterizan al podcast. ¡No se trata de emitir juicios definitivos sobre ningún autor o texto! Yo no soy crítico literario, ni pretendo serlo. Se trata de encontrar aquellos textos que mejor encajen con el universo del programa. Si tu relato es elegido me pondré en contacto contigo. En caso contrario agradeceré igual tu confianza y el gesto de compartir tu trabajo. Gracias por hacer crecer esta casa con tu obra. ¡Espero leerte! Juan Carlos “Corman” Albarracín Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
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Con la participación del Fray Mario Rodriguez León
¿De dónde vienen realmente nuestras tradiciones del Día de Muertos? ¿Qué nos revelan sobre nuestra forma de entender la vida y la muerte? En este episodio, Andrea Vargas y Adelaida Harrison conversan con Sergio Almazán, periodista, escritor, historiador y cronista de la Ciudad de México, conductor del programa El Cocodrilo. Juntos exploran los mitos y orígenes del Día de Muertos, una tradición que mezcla historia, creencias y símbolos profundamente arraigados en la cultura mexicana. Sergio desmitifica algunas ideas sobre esta celebración y nos invita a reflexionar sobre la muerte como parte de la vida, sobre aquello que nuestros difuntos nos heredaron en la memoria, los valores y el amor. Un episodio para honrar el pasado, entender el presente y reconciliarnos con el ciclo natural de la existencia. Escucha Conócete con el Eneagrama con Andrea Vargas y Adelaida Harrison, todos los sábados a las 12 del día, por MVS 102.5 y en todas las plataformas digitales. Únete a la comunidad Conócete de WhatApp donde compartiremos contigo más del ENEAGRAMA: https://chat.whatsapp.com/KsIo1X6MVemFNkzolFQXa9 Instagram: https://www.instagram.com/eneagramaconoceteoficial/ Facebook: https://www.facebook.com/EneagramaConocete/ TikTok: https://www.tiktok.com/@eneagramaconocete3 WhatsApp: https://wa.link/3g4w85 Web: www.eneagramaconocete.com Enneagram Coaching Center +525618499663 Descubre tu tipo de personalidad en nuestros cursos y diplomado de Eneagrama: info@eneagramaconocete.comSee omnystudio.com/listener for privacy information.
¡¡NUEVO PODCAST!!-Dr. Oscar Joe Rivas, Psicólogo Clínico… “Emociones, Salud Mental e Inteligencia Artificial” -Químico Luis Manuel Guerra… “Día Internacional contra el Cambio Climático”- Alejandra Ambrosi… Obra: “Hilos” (Esta obra invita a transformar el dolor en fuerza y a volver a tejer un nuevo relato de la consciencia, la esperanza y la empatía) - Maestro Édgar Espejel.... Historiador y Gestor cultural. - Antropólogo Eduardo Agustín Moreno de la Rosa… “Festividad de día de muertos: Xochimilco. (La Puerta al Inframundo) -Fausto Villagrán. Cantautor de Música Regional Mexicana…. Nueva producción discográfica: “Rancheras Pa´Las Almas”
Proceso de conquista de América.
VIII Bienvenidos, lunáticos, a este viaje tan especial… el programa número 200 de La Llamada de la Luna. Han sido muchas las sendas recorridas, muchas las preguntas lanzadas al vacío, esperando algún eco en la penumbra. Y hoy, en este episodio tan señalado, regresan aquellos que, con su voz, su mirada y su curiosidad, han arrojado luz sobre lo desconocido: investigadores, periodistas y testigos que han compartido con nosotros la aventura del misterio. No es un programa cualquiera. Es el número 200. Una reunión de voces, de saberes y de interrogantes que todavía resuenan en la oscuridad. Cada emisión ha sido un paso hacia lo inexplicable. Cada palabra, una pequeña llave que abre puertas veladas. Y hoy, esas puertas suman doscientas. Doscientas huellas que hemos dejado juntos en el tiempo. Cada uno de nuestros invitados ha sido, de verdad, una “puerta abierta” al misterio, un faro que ilumina lo desconocido y nos permite asomarnos a mundos insólitos. Sus pasiones, su conocimiento y su experiencia han dejado huella en la historia del misterio en España, Europa y en definitiva, en el mundo. Contamos con la presencia de reconocidos investigadores, periodistas,magos, diseñadores, directores, escritores, productores y divulgadores del misterio. Estos son nuestros invitados de hoy… Pablo Villarrubia – Doctor en Ciencias de la información la Universidad Complutense de Madrid. Combina los reportajes que publica periódicamente con nuevos libros y sus colaboraciones en distintos medios de comunicación, sea prensa, radio o televisión para España y Brasil. Actualmente es reportero-guionista del programa Cuarto Milenio de Iker Jiménez. Javier Arríes – Licenciado en Ciencias Físicas por la UNIVERSIDAD Complutense de Madrid en la especialidad de Física de la Tierra y del Cosmos. Apasionado desde joven por la ciencia y lo mágico, ha dedicado más de cuarenta años a investigar lo insólito, publicando seis libros y numerosos artículos, además de colaborar en radio y mantener una sección en Una Noche en el Laberinto de RNE. José Luis Hernández Garvi – Escritor y divulgador histórico. Como tal, sus artículos aparecen habitualmente en las páginas de revistas como Historia de Iberia Vieja, Muy Historia o Revista Española de Historia Militar. También colabora en varios medios de comunicación y son destacadas sus apariciones televisivas en el programa «Cuarto Milenio», en Cuatro TV. En su faceta como ensayista es autor de los libros Episodios ocultos del franquismo o Glorias y miserias imperiales, entre otros y galardonado con más de 30 premios. Félix Friaza – Investigador y “curioso por defecto” especializado en casos paranormales. Conocido por sus estudios sobre la “Plaza de los Aparecidos” en Albacete, caso que ha abordado en programas de radio del misterio. Director del podcast “La Academia de los Nocturnos” John Dee – Apasionado por el misterio, crea el pódcast Incognito File, en el que comparte investigaciones nutridas de la prensa anglosajona y en colaboración con otros divulgadores del género. Esa misma inquietud lo lleva a dar el salto a la escritura de la mano de la editorial Guante Blanco, donde publica dos obras: “Los cuervos de Amityville”, en la que aborda uno de los episodios más oscuros y enigmáticos del terror contemporáneo, y una segunda obra que consolida su voz dentro del panorama literario del misterio “Sasquatch, la tribu de los hombres peludos de las montañas”. Javier Resines – Periodista especializado en Criptozoología y Criptobotánica, lleva casi cuatro décadas dedicado a la investigación y divulgación del fenómeno de los animales no reconocidos por la ciencia oficial, con especial interés en la casuística española. Es autor de “Círculo de Buscadores”- un ensayo novelado sobre los críptidos más interesantes que podrían poblar nuestro planeta- y colaborador habitual de diversas revistas y programas de radio y TV nacionales e internacionales. Dirige los blogs Criptozoología en España y Criptobotánica. Colaborador en el podcast Academia de los Nocturnos con la sección “Caminando entre Monstruos”. José Antonio Caravaca – Es uno de los ufólogos más reconocidos de la actualidad. Ha publicado más de un millar de artículos, colaborado en revistas especializadas como Año Cero / Enigmas y El Ojo Crítico, y participa en documentales y programas de televisión como Cuarto Milenio. En 2015 sus investigaciones sobre las diapositivas de Roswell tuvieron gran repercusión internacional. Es especialmente conocido por su «Teoría de la Distorsión», una propuesta innovadora que ha abierto un intenso debate en la ufología y cuyos artículos han sido traducidos a numerosos idiomas. Carlos Bustos – director y presentador del podcast El Centinela del Misterio (Metropolitan Radio). En sus episodios aborda temas de misterio, lo oculto y lo sobrenatural, así como crónica negra e insólita. Ricardo Sánchez – director de Dragón Marketing y Comunicación y director creativo, conocido por su trabajo como Risconegro, tanto en el mundo editorial como en la aplicación de arte y tecnología, la realidad aumentada y el Big Data para eventos y exposiciones. Es licenciado en Bellas Artes y cuenta con una MBA, especializándose en ilustración para la divulgación histórica y en dirección de proyectos de creatividad, arte y tecnología. Colaborador habitual en programas de radio y televisión en temas de misterio e historia. Marcos Carrasco – Pintor, ilustrador digital y director artístico, licenciado en Bellas Artes por la Universidad Complutense de Madrid. Ha expuesto en ciudades de Europa, Estados Unidos, China y en numerosos puntos de España, con obras presentes en colecciones privadas y museos como la Biblioteca Nacional de Madrid y el Museo Miguel Hernández de Elche. Combina su trabajo pictórico con la ilustración digital, colaborando con destacados directores de cine y publicidad. Forma parte del equipo La Escóbula de la Brújula. Mercedes Pullman - Nieta de exiliados españoles en la URSS, se licenció en Filología Rusa antes de emigrar a España, donde amplió su formación con los estudios de Trabajo Social y una licenciatura en Antropología Social y Cultural en la UNED. Su labor profesional combina la ayuda social con la investigación, siendo la antropología su verdadera pasión. Actualmente es vicepresidenta de la Sociedad Española de Antropología y Tradiciones Populares, directora de la revista digital Antropología y Tradiciones Populares y del programa de radio Encuentros cercanos con Mercedes Pullman. Juanjo Sánchez-Oro – Historiador, licenciado en Historia Medieval por la Universidad Complutense de Madrid y miembro del Centro de Estudios Mirobrigenses, perteneciente a la Confederación Española de Centros de Estudios Locales (CECEL) vinculada al Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC) Con más de dos décadas de investigación, se ha especializado en el estudio crítico de las creencias científicas, religiosas y sobrenaturales a lo largo de la historia. Sus trabajos abordan mitos arqueológicos, los orígenes sociales del espiritismo y la evolución de la parapsicología, entre otros fenómenos. Es autor de dos libros y numerosos artículos publicados en revistas académicas y de divulgación sobre historia local y de las mentalidades. Colabora habitualmente en prensa especializada y en programas de radio como La Rosa de los Vientos (Onda Cero), Dimensión Límite (EsRadio) y Tras los límites. David Cuevas – Periodista licenciado por la Universidad Complutense de Madrid, cuenta con más de veinticinco años de trayectoria en radio y podcast colaborando en programas como La Sombra del Espejo, Somos Series y El Dragón Invisible. Es autor de numerosos libros, entre ellos Dossier de lo insólito e Inexplicado, y coordinador del ensayo benéfico Hay otros mundos, pero están en este. Actualmente dirige el podcast Expediente DL y ejerce como redactor jefe de la revista El Ojo Crítico, participando también en medios escritos de alcance nacional como El Español y El Mundo. Luis Boyano –licenciado en Psicología y especializado en Psicología Pedagógica, combina su formación académica con una amplia trayectoria artística en interpretación, clown, pantomima y magia. Ha trabajado en televisión como actor, mago y presentador. En su faceta más reciente, Luis Boyano presenta La cabina de los espíritus, una versión renovada del clásico acto espiritista, junto a su colaboradora Karla. El espectáculo combina efectos tradicionales con innovaciones actuales, invitando al público a participar activamente, y ha sido reconocido con premios nacionales e internacionales de magia. Juan Antonio Sanz – Periodista y especialista universitario en Historia Militar y Servicios de Inteligencia, ha trabajado como reportero y corresponsal en países como España, Rusia, Corea del Sur, Japón, Uruguay, Bolivia y Cuba. Su pasión por el folclore, la historia y los viajes lo ha llevado a recorrer los Andes, la Amazonía y la Ruta de la Seda en busca de leyendas y mitos. En su libro Vampiros, príncipes del abismo refleja los resultados de sus investigaciones sobre el vampirismo, tras un exhaustivo trabajo de campo que lo llevó desde Grecia y Rumanía hasta Extremo Oriente, Rusia, América del Sur y Estados Unidos. Recientemente ha publicado Vampiras, princesas del abismo, donde amplía su investigación sobre el vampirismo femenino, recorriendo Grecia, Rumanía, Extremo Oriente, Rusia, América del Sur y Estados Unidos para rastrear leyendas y mitos, consolidándose como un referente en el estudio de lo sobrenatural. Jorge Rivera – Inquieto por naturaleza, se ha formado en dirección de escena y dramaturgia en la ESAD de Málaga, completando además estudios de investigación en Creatividad (Psicología y Educación) y un Máster en Economía de la Experiencia. Su trabajo se centra en la comunicación, el respeto y el desarrollo de las personas, tanto a nivel individual como en grandes grupos. Además de su faceta artística, ha trabajado como jefe técnico, gestor cultural, traductor y en diversos otros roles, combinando su pasión por el arte con la formación y el trabajo con equipos humanos. En el año 2000, Jorge Rivera rodó el cortometraje Un golpe definitivo en el enigmático Cortijo Jurado, donde el equipo vivió sucesos extraños como accidentes, incendios, enfermedades repentinas y la desaparición de un actor, lo que alimentó la leyenda de que el cortijo estaba maldito. Veinte años después, documentó esta experiencia en Imborrable, donde revisita los hechos, entrevista al equipo y expertos, y ofrece una mirada crítica y reflexiva sobre lo ocurrido. Raúl Ferrero Licenciado en Derecho por la Universidad de Valencia y titulado como corredor de seguros, compagina su trabajo con la afición por el mundo del misterio, del folklore popular y la España mágica. Es autor del libro Brujas, sabias y malditas, ensayo histórico sobre el mundo de la brujería, publicado en la editorial Guante Blanco. En la editorial Almuzara ha publicado los siguientes ensayos: Oficios, mágicos y ocultos, Autómatas y cabezas parlantes y Valencia Hereje. Asimismo, participa en diferentes medios de comunicación y prensa escrita en la divulgación del misterio. Juanca Romero – Emprendedor y defensor de los valores de la comunicación, acumula más de tres décadas de trayectoria en medios, especialmente en radio, donde dirige proyectos como Onda Universal Canarias y la revista digital DeMisterios. Su pasión por la comunicación lo ha llevado a promover la enseñanza de la oratoria en las aulas y a desarrollar iniciativas vinculadas al misterio, como Rutas Misteriosas, el podcast, del que es presentador y delegado de la empresa en Tenerife. Colaborador habitual en medios de comunicación y autor de siete libros, ha sido reconocido con el Premio al Mérito Profesional 2024 y es miembro de instituciones como la Real Sociedad Económica Amigos del País de Tenerife y la Sociedad Española de Antropología y Tradiciones Populares. Óscar Fábrega y Raquel Berenguel – Licenciado en Humanidades y apasionado de la filosofía, la antropología y la historia, ha desarrollado una amplia trayectoria como escritor, articulista y bloguero, destacando su página Pa lo que hemos quedao y sus colaboraciones en medios como Más Allá, Muy Historia, Clío Historia, Enigmas, El Ojo Crítico y El 8º Sabio. Junto a Raquel Berenguel, Licenciada en Humanidades y doctora en Prehistoria e Historia Antigua, dirige el programa de radio Tempus Fugit en Candil Radio y coordina proyectos relacionados con personajes singulares de la historia, como Homo Insolitus. Es autor de numerosas obras, entre ellas Prohibido excavar en este pueblo, Pongamos que hablo de Jesús, Compendium Rhedae: 100 años de Rennes-le-Château, ¿Son reales? Reliquias de Cristo, La Magdalena: verdades y mentiras, Dios ha vuelto, Eso no estaba en mi libro de historia de los cátaros y A propósito de Poe. La última obra de Raquel es Historia 3una Histeria. Cosas de Brujas. Cristian Puig – Desde temprana edad mostró un profundo interés por el misterio y los sucesos aparentemente inexplicables. A los 18 años se alistó en el ejército y, a los 23, ingresó en el Cuerpo Nacional de Policía, donde ha desarrollado gran parte de su carrera en el ámbito de la Policía Judicial, especializándose en investigación. Ha colaborado en la revista especializada El Ojo Crítico y se define como un profesional polifacético, con inquietudes que abarcan la investigación, los viajes y el deporte, especialmente las artes marciales. Tras la pista del misterio es su primer libro, fruto de su experiencia y pasión por lo desconocido. Gustavo Doménech – Investigador y escritor, autor de varios títulos, entre los que destacan Los héroes de Hueva, Salmon Enterprise y Rompiendo el silencio. Anomalías a mi alrededor. Su labor de investigación actualmente se centra en el estudio de fenómenos ufológicos, analizando patrones de avistamientos, recopilando testimonios y explorando diversas teorías sobre su origen y naturaleza. No es raro encontrarlo en programas como Clave 45, donde comparte sus investigaciones sobre experiencias anómalas y patrones OVNI. Además, ha realizado traducciones de manuales de artes marciales al español, publicado un manual sobre escuelas con influencias del Hakko Ryu Jujutsu y un libro sobre el Mimawari y Shingen Gumi. Enrique de Vicente – Periodista, escritor e investigador español especializado en misterio, fenómenos paranormales y ciencias ocultas. Fundador de Año/Cero y autor de numerosos libros, participa en programas de televisión como Cuarto Milenio y Horizonte. Actualmente continúa su labor divulgativa a través de su canal de YouTube, compartiendo conferencias, entrevistas y análisis sobre fenómenos. Manuel Carballal, nace en La Coruña, España, en 1967. Diplomado en Teología por el Instituto Teológico Compostelano (Santiago de Compostela) y en Criminología por la Universidad de Santiago de Compostela y la Escuela Catalana de Criminología. Su especialidad: la criminalidad asociada a las creencias. Es colaborador en medios de prensa, radio y televisión, centrándose en temas como sectas, fenómenos paranormales, ocultismo, servicios secretos, etc. Viajes de investigación: ha realizado trabajo de campo en diversos países de África, Asia y América, conviviendo con chamanes, practicantes de religiones populares, médiums, santeros... Algunas de las líneas que más ha explorado: Fenómenos paranormales, ovnis, posesiones, fenómenos inexplicables, Ocultismo, esoterismo, creencias populares. Investiga fraudes esotéricos, prácticas ocultistas, colecciones de casos de creencias dudosas o rituales. Criminalidad asociada a las creencias: delitos relacionados con sectas, prácticas fraudulentas, homicidios o suicidios vinculados a creencias extremas o rituales. Investigación de personajes polémicos, por ejemplo un estudio biográfico-investigativo sobre Carlos Castaneda. Algunos de sus libros más conocidos: Los Peligros del Ocultismo: Crimen, delito y misterio. Los Expedientes Secretos: el Cesid, el control de las creencias y los fenómenos inexplicables. El Secreto de los Dioses Investigación PSI: Una historia de la parapsicología científica universitaria. La vida secreta de Carlos Castaneda Y mi mayor gratitud a Lola Velasco, por su trabajo tras bambalinas y los años de verdadera amistad – Directora del programa de radio La Gata Cristy en Onda Capital, Sevilla, y copresentadora del podcast Academia de los Nocturnos, donde se exploran enigmas históricos, leyendas urbanas, casos inexplicables y entrevistas del panorama literario actual. Desde lo más profundo, quiero darles las gracias. Gracias por compartir su tiempo, su entusiasmo, su curiosidad… por enseñarnos que detrás de cada historia siempre hay algo que merece ser explorado. Sus investigaciones y su vocación divulgativa han dado sentido a este viaje que emprendimos juntos. Doscientas noches escuchando voces que nos guían, que nos inspiran, que nos emocionan y que nos hacen cuestionar lo cotidiano… Hoy celebramos juntos este aniversario, este programa 200, como un homenaje al misterio que nos une y nos invita a seguir buscando, siempre, más allá de lo evidente. HAZTE MECENAS: No dejes que La Biblioteca cierre nunca sus puertas. Suscríbete en iVoox o en tu Plataforma preferida y comparte. Gracias a nuestros MECENAS, sin ustedes esto no sería posible. Canal Telegram: https://t.me/LaLamadaDeLaLuna YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCEOtdbbriLqUfBtjs_wtEHw Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Os irmãos Marcusso, Eduardo e Marcus, Geógrafo e Historiador, respectivamente, trazem luz neste episódio as origens da cerveja no Brasil. Com um trabalho de pesquisa minucioso, descobriram que a história cervejeira brasileira contada até agora talvez ainda tenha lacunas a serem preenchidas e correções a serem feitas. Esse trabalho deu origem um chope produzido pela Cervejaria Nacional, o Porter da Corte. Venha descobrir como os ingleses estão intimamente ligados a chegada das primeiras cervejas ao país.