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El esfuerzo tras la belleza del campo Pascual Hortelano, representante de Fecoam, subraya que este mosaico de colores fucsias y blancos es el resultado de un trabajo constante durante todo el año. Aunque el coste de producción de un kilo de fruta oscila entre los 60 y 70 céntimos, los agricultores sienten un gran orgullo al ver cómo la marca Cieza y su Indicación Geográfica Protegida del melocotón ganan reconocimiento en ferias internacionales como la de Berlín. Además, la diversificación de variedades ha permitido que el periodo de floración se extienda a casi un mes, frente a las dos semanas que duraba históricamente.La floración también se come La gastronomía se ha convertido en un pilar esencial de la experiencia. Bajo la presidencia de Lucía Riquelme, los hosteleros locales participan activamente en eventos como "Degusta Cieza", que tendrá lugar del 5 al 8 de marzo. La propuesta culinaria es innovadora y obligatoriamente incluye el producto estrella: el melocotón. Los visitantes pueden disfrutar de platos tan singulares como torreznos con chutney de melocotón o postres de melocotón acompañados de helado de curry y especias árabes.Un legado que traspasa fronteras. Fernando Galindo, emocionado al ver su sueño convertido en realidad, destaca que Cieza ha pasado de ser una "ciudad dormitorio" a un referente de interés turístico nacional que atrae a visitantes incluso del extranjero. Galindo, quien sigue buscando nuevas formas de promocionar la belleza local, como el ocre de los campos en otoño, recomienda a los aficionados a la fotografía visitar los cultivos a primeras o últimas horas del día, cuando la luz lateral hace que los árboles "se enciendan" de color.Con más de 50 actividades programadas, que incluyen desde eventos deportivos hasta concursos de pintura y fotografía, Cieza invita a toda la región a "ciefrutar" de un evento que une la herencia del sector primario con el dinamismo de la hostelería y la cultura.
Hoy hablamos de las IGP, las Indicaciones Geográficas Protegidas, un sello de calidad europeo que identifica productos alimentarios o vinos originarios de la Región, donde al menos una fase de su producción, transformación o elaboración se realiza en esa zona. Garantiza reputación, calidad y características vinculadas al origen. Y el programa también presta especial atención a los parrales, su estado durante este invierno. De ellos da detalles José Roque Martínez, productor de Totana.
A principal referência acadêmica sobre a historiografia de Caxias, Maranhão, associada ao nome Mariângela é Mariangela Santana Guimarães Santos, autora de uma tese de doutorado (2018) focada na memória da cidade. Pontos-chave da obra de Mariangela Santana Guimarães Santos:Tese: "Fragmentos da memória: contribuições à história da cidade de Caxias do Maranhão" (Unisinos, 2018).Abordagem: A pesquisa utiliza a memória material e imaterial para analisar a história de Caxias, abordando como as relações pessoais e cotidianas moldaram as complexas relações sociais e o uso do espaço urbano.Temas: A obra explora "Fragmentos da memória", "Ecos da história" e a "incursão pelas memórias da cidade".Foco: Contribuições para a história urbana, arquitetura e memória social de Caxias-MA. Outros achados historiográficos em Caxias, Maranhão:A historiadora Mercilene é citada como referência no Memorial da Balaiada.O Instituto Histórico e Geográfico de Caxias (IHGC) é o principal órgão de preservação da memória local.A história de Caxias é frequentemente estudada em relação à Balaiada, aos povos indígenas Timbiras e Gamelas, e à herança comercial do Rio Itapecuru.
A gastronomia também é uma poderosa ferramenta de valorização da agricultura familiar, da biodiversidade e dos territórios. No X Workshop Catarinense de Indicações Geográficas e na IX Mostra de Produtos Tradicionais, realizados em Florianópolis, uma oficina chamou a atenção pela forma criativa de apresentar produtos com Indicação Geográfica: por meio da cozinha. Quem conduziu a atividade foi a professora Fabiana Mortimer Amaral, do Laboratório de Gastronomia do Instituto Federal de Santa Catarina.>> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maykon OliveiraApoio técnico e edição: Eduardo Mayer
Olá, ouvintes! Neste episódio, falamos sobre os primeiros anos do IHGB (Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro) e sua relação com a historiografia brasileira. O instituto foi criado em 1838 com o objetivo de iniciar uma “escrita oficial” da história de um país que dava seus primeiros passos. Em seu ímpeto de inventar um passado para um Estado e uma nação em construção, os intelectuais do instituto tentaram unir o país em um período de crises, como o Período Regencial. Assim, a trajetória inicial do IHGB é apresentada neste episódio com foco em sua relação com os desafios vividos nas primeiras décadas da história do Brasil, passando pelo detalhamento de alguns de seus principais intelectuais, de seu projeto civilizacional para o país e do tipo de historiografia que foi produzida. Nessa produção, o indigenismo e a exaltação de um indígena “bom” e “civilizado” elevaram esse sujeito ao posto de herói idealizado da nação.Achou interessante? Então, coloque o fone e dê o play no novo episódio do Estação Brasil!Se você gostou, considere apoiar nosso trabalho para manter o Estação no ar:Pix: estacaobrasilfm@gmail.comTorne-se membro: apoia.se/estacaobrasilfm
O fortalecimento da agricultura familiar e dos territórios passa, cada vez mais, pela valorização do que é local, do que é único e do que carrega identidade. Durante o X Workshop Catarinense de Indicações Geográficas e a IX Mostra de Produtos Tradicionais, em Florianópolis, uma oficina discutiu justamente esse tema: como identificar e valorizar produtos locais como estratégia de desenvolvimento territorial. Quem conduziu a atividade foi a professora Paola Rebollar, da Universidade Federal de Santa Catarina.>> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maykon OliveiraApoio técnico e edição: Eduardo Mayer
O mel de melato da bracatinga é um produto único no mundo, típico do Sul do Brasil, e que carrega um selo importante de qualidade e origem: a Indicação Geográfica. Produzido em áreas de altitude e resultado da interação entre a abelha, a bracatinga e a cochonilha, esse mel se destaca pelas características nutricionais, sabor e também pelo papel na conservação ambiental. Quem fala sobre esse trabalho e os impactos desse reconhecimento é a zootecnista Caroline Maciel da Costa, representante da IG do Mel de Melato da Bracatinga do Planalto Sul Brasileiro e agente local de inovação do Sebrae. >> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maykon OliveiraApoio técnico e edição: Eduardo Mayer
As Indicações Geográficas têm ganhado cada vez mais espaço como estratégia para valorizar produtos típicos e impulsionar o desenvolvimento dos territórios. Em Santa Catarina, o Sebrae atua diretamente nesse processo, desde a mobilização dos produtores até a consolidação das IGs no mercado. Sobre esse trabalho, nós conversamos nesta edição do Panorama Agrícola com Alan Clauman, do Sebrae de Santa Catarina. >> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maykon OliveiraApoio técnico e edição: Eduardo Mayer
Eliane Müller, gestora do projeto da Indicação Geográfica da banana da região de Corupá, explica como a IG, Denominação de Origem, contribui para o desenvolvimento territorial, enaltece o produtor e é o diferencial que traz para dentro da propriedade rural o turista.>> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maykon OliveiraApoio técnico e edição: Eduardo Mayer
Raul Bittencourt Pedreira, examinador de Indicação Geográfica do Instituto Nacional da Propriedade Industrial, explica o que é uma IG, suas modalidades e como opera como ferramenta para o desenvolvimento de produtores, produtos e regiões.>> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maykon OliveiraApoio técnico e edição: Eduardo Mayer
“Porque não se matava” (1923[1918]) é conto de Lima Barreto (1881-1922) que escancara os vícios sociais. Ambientado na degradação da República Velha, no Bar Adolfo na rua da Assembleia, dois amigos que se conhecem desde a infância, que compartilharam as lições da escola, o crescimento e a formação, se encontram no ambiente propício da boemia, onde estão escritores, pintores, jornalistas, poetas, literatos, médicos e advogados, conversando e bebendo sempre. Temos de um lado, um homem que não tem mais motivos para viver; do outro, um bom ouvido e é também o nosso narrador. O fato é que o bar é bem descrito, detalhadamente, e comparado ao Silogeu. À época, o Prédio do Silogeu era ocupado pela Academia Brasileira de Letras como sede. Ali também funcionavam a Academia de Medicina, o Instituto dos Advogados do Brasil e o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. “É um ninho e também, uma academia”. O fato é que o amigo confabulava sobre se matar, sim ou não, e não gostava de trabalhar: “Afastava-se da caça ao emprego”; e também “nunca conheceu o amor”. Era um homem sem paixões nem desejos, “já descri de tudo, da arte, da religião e das ciências”. E o boêmio marcava com solenidade o número de copos bebidos. Só não se matava por falta de dinheiro, posto que não quer ficar falado depois que deixar o augusto mistério do mundo. O conto "Por que não se matava" de Lima Barreto é sagaz e vai trabalhar a ironia da situação, com argumentos que dão muita vontade de viver. Escute para conhecer! A história saiu apenas postumamente, em 1923, integrando a coletânea Bagatelas. Boa leitura!✅ Torne-se MEMBRO do CLUBE LEITURA de OUVIDO: encontros virtuais mensais, com notas de rodapé ao vivo e interação entre os leitores e Daiana Pasquim. Para isso, faça um apoio a partir de R$ 20 mensais:
Se caracteriza por parches irregulares en la superficie de la lengua.
Hoy vamos a hacer una excepción. Le vamos a pedir un esfuerzo titánico al Seat 131 Supermirafiori. Vamos a cruzar media España, bajando todo el sistema ibérico y Despeñaperros para abajo, para meternos casi 700 kilómetros entre pecho y espalda. Gonzalo ya me ha dicho que el coche huele a ferodo quemado, pero hemos llegado a la provincia de Granada, concretamente a la comarca del Valle de Lecrín. Nuestro destino oficial es el municipio de El Pinar, pero no os encariñéis con el nombre, porque El Pinar es un invento administrativo de 1976. Es el "Frankenstein" de ellos, formado por la fusión de Pinos del Valle y nuestro verdadero protagonista de hoy: la pedanía de Ízbor. El municipio en total tiene unos 870 habitantes, pero en Ízbor viven, según el último recuento y si no se ha ido nadie a por tabaco, unas 300 almas. Geográficamente, estamos en el Valle de Lecrín, que viene del árabe Iqlim al-Qassab, que significa "Valle de la Caña de Azúcar", aunque los románticos dicen que es el "Valle de la Alegría". Vamos, La Comarca de los Hobbits de ellos, pero con más cuestas y menos pelo en los pies. Pero hablemos de Ízbor. Porque, amigos, con ese nombre, Ízbor no parece un pueblo de Granada. Ízbor suena a fortaleza de la Tierra Media. Suena a Isengard, a Erebor, a Mordor con geranios. Tú escuchas "Ízbor" y esperas ver orcos saliendo del Ayuntamiento o a Saruman asomado al campanario. Su gentilicio es izboreño o izboreña, aunque yo propongo oficialmente "Uruk-hai". El pueblo está encaramado en una ladera que ríete tú de la escalada al Monte del Destino. Si no os habeis dado cuenta todo esto va a estar lleno de chistes de El Señor de los Anillos e Izbor. Las calles son tan estrechas y empinadas que aquí no sube el butano, aquí el butano se teletransporta. Es un entramado urbano de herencia claramente musulmana, porque recordemos que esto fue territorio Nazarí. De hecho, su nombre original era Hisn Isbur, que significa Castillo de la Torre, o literalmente Castillo de Ízbor, del que apenas quedan restos bajo las casas actuales, porque el pueblo se lo comió. Pero si hay una cosa que define a Ízbor son sus puentes. No tienen uno, ni dos... tienen una colección. Tienes el viaducto nuevo de la autovía (que es el futuro), el puente de hierro de los años 90, y el famoso Puente de Isabel II, una obra de ingeniería del siglo XIX que fue clave para bajar a la costa. Pero ojo, que debajo de este, casi escondido como si fuera la entrada secreta a Moria, está el verdadero Puente Viejo de Ízbor. Es un puente de piedra de un solo ojo, chiquitito, que data de finales del siglo XVI o principios del XVII. Aunque todo el mundo allí te dirá que es romano porque en este país cualquier piedra vieja es romana hasta que se demuestre lo contrario, la realidad es que servía para el paso de arrieros. Tú te pones en medio de ese puente, con el barranco debajo, y te faltan el bastón y la barba para gritar: "¡No puedes pasaaar!". Su patrimonio religioso lo encabeza la Iglesia Parroquial de San José. Nada de Purísimas (aunque en algún documento antiguo la llamaran Concepción), aquí manda San José. Es un templo construido a mediados del siglo XVI por dos currelas llamados Cristóbal y Álvaro de Miranda. Es humilde como ella sola. De hecho, hay un informe de 1621 que decía que la iglesia era tan pobre que no tenía ni Santísimo Sacramento ni pila bautismal. Vamos, que era una iglesia low cost. Tiene una armadura de madera de par y nudillo (lo que se llama estilo mudéjar, para que nos entendamos) y una torre donde está la entrada. Las fiestas patronales se celebran en pleno agosto, concretamente el primer fin de semana, en honor a San Cayetano. Ahí no hay orcos, pero hay verbena, procesión y la "noble tradición" de hacer concursos de postres y carreras de cintas. San José tiene su día el 19 de marzo, pero tenemos un dato dramático: en 2024 se planteó cancelar la procesión porque no había gente joven suficiente para cargar el santo. El drama de la España vaciada, o mejor dicho, la España sin costaleros. Como curiosidad final, a este municipio pertenece el pueblo fantasma de Tablate, que está al lado. Es la puerta de la Alpujarra, un sitio abandonado con su propia iglesia y su puente estratégico, ideal para rodar una de miedo o para que Iker Jiménez se pase una noche.
El acuerdo de libre comercio entre Mercosur y la Unión Europea (UE) se firmará este sábado en Paraguay después de 26 años de negociaciones. El pacto aún genera el rechazo de muchos agricultores en diferentes países europeos, entre ellos España, donde este mismo viernes se han registrado tractoradas en distintos puntos de Aragón y del resto de España.Hoy valoramos las consecuencias de este acuerdo para sectores como el cereal; la carne; los productos ecológicos; la miel; el vino y el aceite.Repasamos también las movilizaciones que hay convocadas para la semana que viene y que anunciaban ayer las organizaciones agrarias aragonesas y, tras conocer el último informe del USDA que revisa al alza en 19,1 millones/tn sus previsiones de producción mundial de cereales queremos conocer si la firma del Mercosur ha podido tener algún tipo de influencia.En ‘Agua y regadíos en Aragón' haremos un resumen de las reuniones del Consejo del Agua de la demarcación del Ebro y del Comité de Autoridades Competentes celebradas el pasado jueves y nos acercaremos hasta la Comunidad de Regantes de Bardenas para saber cuál es el estado de reserva en sus embalses.La Indicación Geográfica Protegida (IGP) Ternasco de Aragón organiza una nueva edición de su “Mes del Ternasco asado”. Antes de marcharnos, hablamos de ternasco.
El acuerdo de libre comercio entre Mercosur y la Unión Europea (UE) se firmará este sábado en Paraguay después de 26 años de negociaciones. El pacto aún genera el rechazo de muchos agricultores en diferentes países europeos, entre ellos España, donde este mismo viernes se han registrado tractoradas en distintos puntos de Aragón y del resto de España. Hoy valoramos las consecuencias de este acuerdo para sectores como el cereal; la carne; los productos ecológicos; la miel; el vino y el aceite. Repasamos también las movilizaciones que hay convocadas para la semana que viene y que anunciaban ayer las organizaciones agrarias aragonesas y, tras conocer el último informe del USDA que revisa al alza en 19,1 millones/tn sus previsiones de producción mundial de cereales queremos conocer si la firma del Mercosur ha podido tener algún tipo de influencia. En ‘Agua y regadíos en Aragón' haremos un resumen de las reuniones del Consejo del Agua de la demarcación del Ebro y del Comité de Autoridades Competentes celebradas el pasado jueves y nos acercaremos hasta la Comunidad de Regantes de Bardenas para saber cuál es el estado de reserva en sus embalses. La Indicación Geográfica Protegida (IGP) Ternasco de Aragón organiza una nueva edición de su “Mes del Ternasco asado”. Antes de marcharnos, hablamos de ternasco.
Neste episódio, mergulhamos nos detalhes do histórico Acordo de Associação Mercosul-União Europeia, formalizado plenamente em janeiro de 2026 após mais de 25 anos de negociações. Analisamos a arquitetura jurídica por trás do "fatiamento" do tratado entre o pilar político (EMPA) e o comercial (iTA), que permitiu a liberalização imediata de tarifas.O que você vai ouvir neste podcast:• Galeano e Prebisch: Uma análise teórica profunda sobre a divisão internacional do trabalho. Estamos exportando nosso "solo e clima" para importar "intelecto e máquinas"?.• Impacto no Bolso: A lista de produtos que devem ficar mais baratos para o consumidor brasileiro, de azeites a bens de capital.• O Dilema do Campo: Como as Indicações Geográficas (como o Queijo Canastra) podem salvar o pequeno produtor, enquanto as barreiras não alfandegárias da UE ameaçam sua sobrevivência.• Cláusulas Draconianas: Entenda o mecanismo de reequilíbrio e o impacto do Regulamento de Produtos Livres de Desmatamento (EUDR) nas exportações brasileiras.Um guia completo para entender como o Brasil pode utilizar este marco para se reindustrializar e não cair na armadilha da "especialização em perder".
HISTORIÓN CON UN PANADERO, UN FARMACÉUTICO Y UN MÓVIL PERDIDO. Arrancamos el Seat 131 Supermirafiori en la plaza de Atienza, con el freno de mano echando humo por la cuesta, y ponemos rumbo norte-noroeste. Vamos a dejar Castilla-La Mancha para adentrarnos en la profunda Castilla y León. Cruzamos el Parque Natural del Río Lobos (que es precioso, pero no paramos porque no hay bar) y tras unos 130 kilómetros de carretera nacional con sabor a torrezno, llegamos a la provincia de Burgos, concretamente a Huerta de Rey. Este municipio cuenta con unos 900 habitantes, lo que en términos barbaciados es una capital comarcal. Su gentilicio es huertaño o huertaña. Pero si por algo es famoso este pueblo, y esto no es broma, es por los nombres de sus habitantes. Olvidaos de los Josés, Marías y Antonios. Aquí la gente se llama Burgundófora, Filadelfo, Cancionila, Sinforosa o Walfrido. ¿Por qué? Pues porque a finales del siglo XIX, el cartero del pueblo estaba hasta el gorro de que todo el mundo se llamara igual y entregaba las cartas al voleo. Así que el secretario del ayuntamiento decidió coger el Martirologio Romano, abrirlo por la página que tocara, y ponerle al niño que naciera el nombre más raro que encontrara. Gracias a eso, Huerta de Rey tiene el Récord Guinness de nombres raros. — "¡Eusebia!" — "¡Que no, mamá, que yo soy Hierónides!" Geográficamente estamos en la Sierra de la Demanda, un sitio donde el invierno dura 13 meses. Hay pinos para aburrir y aire puro de ese que te corta los labios. Históricamente, por aquí pasaron (sorpresa) los romanos. De hecho, muy cerca está la ciudad romana de Clunia Sulpicia, que era la Nueva York de la época en la meseta, con su teatro y todo. También se dice que el Cid Campeador pasó por aquí camino del destierro, probablemente buscando a alguien que se llamara Gumersindo para pedirle agua. Su patrimonio destaca por la Plaza de Toros. Y diréis, ¿qué tiene de especial? Pues que está excavada parcialmente en la roca y tiene unos árboles en el tendido que dan una sombra maravillosa. Es una de las más antiguas y curiosas de España. También tienen la Iglesia de San Pelayo, gótica y renacentista, porque aquí no se casan con un solo estilo. Sus fiestas patronales son en octubre, por la Virgen del Rosario, pero lo más divertido es la Pingada del Mayo en primavera. Consiste en cortar un pino enorme en el monte, traerlo al pueblo tirado por bueyes (o tractores, que nos modernizamos) y levantarlo en la plaza a fuerza de brazos y gritos. Es como el CrossFit, pero con boina y bota de vino.
O tema deste episódio do Panorama são as Indicações Geográficas, um reconhecimento que valoriza produtos tradicionais e reforça a identidade dos nossos territórios. A conversa foi gravada durante o 10º Workshop Catarinense de Indicações Geográficas e a 9ª Mostra de Produtos Tradicionais, realizado no IFSC Campus Florianópolis-Continente. Quem explica como a Epagri atua nesse trabalho é Telma Tatiana Köene, coordenadora do Programa Gestão e Mercados da empresa.>> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maykon OliveiraApoio técnico e edição: Eduardo Mayer
Salimos de Cinctorres huyendo de los dinosaurios antes de que nos pidan el ADN para una secuela de Spielberg, y ponemos rumbo noroeste. Abandonamos la provincia de Castellón y nos adentramos en las profundidades de Teruel, esa provincia que existe, persiste y resiste. Cogemos la N-232, una carretera que curte el espíritu, y tras enlazar con la Autovía Mudéjar (A-23), recorremos un total de 145 kilómetros para llegar a nuestro destino: Villarquemado. Este municipio turolense tiene, según el último recuento antes de la siesta, unos 830 habitantes. Cumple el requisito de población y el de nombre inquietante. Su gentilicio es villarquemense, que suena a gentilicio de gente formal, nada que ver con el nombre del pueblo, que invita a pensar en pirómanos. La teoría oficial dice que el nombre viene de que el pueblo fue incendiado en alguna guerra medieval, porque en la Edad Media si no te quemaban el pueblo cada dos martes es que no eras nadie. Pero la leyenda barbaciada, la que nos gusta, dice que en realidad se llamaba Villahermosa, pero un día se les fue de las manos la barbacoa de las fiestas patronales, se quemó hasta el apuntador, y dijeron: "Mira, le cambiamos el nombre y así nos ahorramos pintar las fachadas". Pero ojo, que la historia aquí tiene miga. Resulta que Villarquemado fue fundado tras la reconquista por orden de Alfonso II, un rey que se ve que tenía mucho tiempo libre para ir poniendo nombres. En el siglo XV, el pueblo ya era una localidad importante dentro de la Comunidad de Aldeas de Teruel, una especie de club social medieval pero con más olor a estiércol. Lo más curioso es que, haciendo honor a su nombre, en el pueblo tuvieron una sede de la Santa Inquisición. Sí, amigos, la Casa de la Inquisición todavía se conserva en la Calle Larga. Imaginaos la guasa: la Inquisición en un pueblo que se llama Villarquemado. Eso es como poner una clínica de desintoxicación en una bodega, es tentar a la suerte. Durante la Guerra de la Independencia, los franceses pasaron por allí y, como es tradición, saquearon lo que pudieron, pero se ve que el pueblo ya estaba bastante "chamuscado" de serie y no hicieron tanto daño como en otros lados. También tuvieron sus más y sus menos durante las Guerras Carlistas, donde el General Cabrera se paseaba por allí como Pedro por su casa, reclutando gente y confiscando gallinas. Vamos, que la historia de Villarquemado es una sucesión de gente pasando por allí a molestar. Geográficamente está en la fosa del Jiloca. Y ojo, que aquí tienen la Laguna del Cañizar, que es uno de los humedales de agua dulce más grandes del interior de España. Estuvo desecada durante siglos porque a alguien le molestaban los patos, pero la han recuperado. Ahora es el paraíso de los ornitólogos, esa gente que se viste de camuflaje para mirar a un pájaro que no hace nada. En cuanto al patrimonio, destaca la Iglesia de la Transfiguración del Señor, del siglo XVII. Es barroca, por supuesto. En Teruel, si levantas una piedra, sale una iglesia barroca y dos amantes tontos. También tienen la Ermita de la Purísima, que es donde van a pedir que no hiele, aunque siendo Teruel, hiela hasta en agosto. Pero lo verdaderamente "barbaciado" de Villarquemado es su relación con el Chopo Cabecero. Tienen una ruta dedicada a estos árboles, que son chopos a los que se les ha podado la cabeza tantas veces que parecen un personaje de Tim Burton. Tienen chopos centenarios que, si hablaran, pedirían eutanasia. Las fiestas patronales son en agosto, por San Roque. Y aquí, amigos, la "noble tradición" no es solo la vaquilla, es el Toro de Fuego. Pero no un toro de cartón con petardos, no. Aquí la pirotecnia es religión. Si sales de las fiestas con las cejas intactas, es que no te has divertido lo suficiente.
El Gobierno de Cataluña ha llegado a un acuerdo con el sector ganadero para comenzar a llevar al matadero a un total de 30.000 cerdos sanos de las granjas que se encuentran dentro el perímetro de vigilancia del foco de peste porcina africana (PPA). La carne de los animales sacrificados se destinará a consumo interno. El acuerdo se ha alcanzado en una reunión de urgencia que mantenida con el sector porcino en la tarde de ayer. El Ministerio de Agricultura, Pesca y Alimentación abre una nueva investigación sobre el origen de la peste porcina africana (PPA) en España, tras recibir ayer el informe del laboratorio de referencia de la UE en el que se comunican los resultados de secuenciación del genoma del virus de la PPA. El Ministerio de Agricultura, Pesca y Alimentación ha movilizado ya el 100 % de las inversiones en modernización de regadíos contempladas en el Plan de Recuperación, Transformación y Resiliencia, según explicaba esta semana la secretaria de Estado de Agricultura y Alimentación, Begoña García en la apertura del tercer pleno de la Mesa Nacional del Regadío. La Comisión de Gobierno de FEPEX analizó el jueves las novedades regulatorias que ha habido durante la segunda parte de este año, entre las que destacan las relacionadas con la propuesta de Marco Financiero Plurianual de la UE y la PAC, la futura normativa Ómnibus sobre Medio Ambiente y Alimentación, que incluye la regulación de productos fitosanitarios, las relacionadas con la política laboral y las relativas a las negociaciones de acuerdos comerciales con países terceros. Estaremos también en Sarrión para hablar de trufa; visitaremos la finca “El Pitongo” en Calanda y, como cada primer sábado de mes, haremos un repaso de las últimas alertas fitosanitarias publicadas en Aragón. El Consejo Regulador de la Denominación de Origen Protegida Jamón de Teruel/ Paleta de Teruel y de la Indicación Geográfica Protegida Cerdo de Teruel publica su primera Memoria de Sostenibilidad.
Debate da Super Manhã: Cerca de dois milhões de pernambucanos poderiam ser abastecidos com água tratada caso o estado reduzisse os atuais índices de perdas no sistema de distribuição. A conclusão é do Estudo de Perdas de Água 2025: Desafios na Eficiência do Saneamento Básico no Brasil. Em um estado que enfrenta sérios desafios no abastecimento de água, como Pernambuco, discutir alternativas para evitar o desperdício é um assunto urgente. No Debate desta quarta-feira (03), a comunicadora Natalia Ribeiro fala com os convidados sobre estratégias para diminuir as perdas e levar água para um número ainda maior de lares pernambucanos. Participam o secretário de Recursos Hídricos e Saneamento de Pernambuco, Almir Cirilo, a pesquisadora-chefe de Gestão Ambiental da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Soraya El-Deir, e o professor do programa de pós-graduação em Geografia do Departamento de Ciências Geográficas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Osvaldo Girão.
Entrevistamos Nelly Candeias, primeira mulher a presidir o Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, fundado em 1º de novembro de 1894.
Neste episódio do Agro Resenha, conversamos com Ricardo Shirota, professor aposentado da ESALQ, atual Presidente do Pecege e especialista em economia de recursos naturais e ambientais. Direto de Piracicaba, ele compartilha insights sobre sua carreira e a relevância crucial da sustentabilidade, bioeconomia e do valor econômico da preservação. Abordamos o alto retorno do investimento em pesquisa científica, com foco em iniciativas como a Embrapa, e as inovações do Pecege em educação à distância, incluindo a internacionalização de cursos de agronegócio. Shirota detalha ainda o Corredor de Inovação em São Paulo, uma parceria estratégica entre Pecege, Apta e Embrapa, impulsionando o desenvolvimento tecnológico agrícola. Uma discussão essencial sobre o futuro do agro, educação e colaboração no cenário atual. PARCEIROS DESTE EPISÓDIO Este episódio foi trazido até você pelo Pecege! O Pecege é um ecossistema educacional com mais de 20 anos de história, focado em inovação e desenvolvimento. Do renomado MBA ESALQ/USP a projetos in company sob medida, graduação e cursos executivos, o Pecege transforma carreiras e negócios, impulsionando o conhecimento. Pecege: Educação para desenvolver pessoas e realizar projetos Site: https://pecege.com/Instagram: https://www.instagram.com/pecegeoficial/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/pecege/YouTube: https://www.youtube.com/@PecegeOficial Este episódio foi trazido até você pela SCADIAgro! A SCADIAgro trabalha diariamente com o compromisso de garantir aos produtores rurais as informações que tornem a gestão econômica e fiscal de suas propriedades mais sustentável e eficiente. Com mais de 30 anos no mercado, a empresa desenvolve soluções de gestão para produtores rurais espalhados pelo Brasil através de seu software. SCADIAgro: Simplificando a Gestão para o Produtor Rural Site: https://scadiagro.com.br/Podcast Gestão Rural: https://open.spotify.com/show/7cSnKbi7Ad3bcZV9nExfMi?si=766354cb313f4785Instagram: https://www.instagram.com/scadiagro/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/scadiagroYouTube: https://www.youtube.com/channel/UCQxErIaU0zBkCAmFqkMohcQ Este episódio também foi trazido até você pela Nutripura Nutrição e Pastagem! A Nutripura, que tem como base valores como honestidade, qualidade e inovação nos produtos e excelência no atendimento, atua há mais de 20 anos no segmento pecuário, oferecendo os melhores produtos e serviços aos pecuaristas. Fique ligado nos artigos que saem no Blog Canivete e no podcast CaniveteCast! Com certeza é o melhor conteúdo sobre pecuária que você irá encontrar na internet. Nutripura: O produto certo, na hora certa. Site: http://www.nutripura.com.brBlog Canivete: https://www.nutripura.com.br/pub/blog-canivete/Instagram: https://www.instagram.com/nutripura/Facebook: https://www.facebook.com/Nutripura/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/nutripura/YouTube: https://www.youtube.com/user/TvNutripura INTERAJA COM O AGRO RESENHAInstagram: http://www.instagram.com/agroresenhaTwitter: http://www.twitter.com/agroresenhaFacebook: http://www.facebook.com/agroresenhaYouTube: https://www.youtube.com/agroresenhaCanal do Telegram: https://t.me/agroresenhaCanal do WhatsApp: https://bit.ly/arp-zap-01 E-MAILSe você tem alguma sugestão de pauta, reclamação ou dúvida envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br QUERO PATROCINARSe você deseja posicionar sua marca junto ao Agro Resenha Podcast, envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br FICHA TÉCNICAApresentação: Paulo OzakiProdução: Agro ResenhaConvidado: Ricardo ShirotaEdição: Senhor A - https://editorsenhor-a.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Agro Resenha, conversamos com Ricardo Shirota, professor aposentado da ESALQ, atual Presidente do Pecege e especialista em economia de recursos naturais e ambientais. Direto de Piracicaba, ele compartilha insights sobre sua carreira e a relevância crucial da sustentabilidade, bioeconomia e do valor econômico da preservação. Abordamos o alto retorno do investimento em pesquisa científica, com foco em iniciativas como a Embrapa, e as inovações do Pecege em educação à distância, incluindo a internacionalização de cursos de agronegócio. Shirota detalha ainda o Corredor de Inovação em São Paulo, uma parceria estratégica entre Pecege, Apta e Embrapa, impulsionando o desenvolvimento tecnológico agrícola. Uma discussão essencial sobre o futuro do agro, educação e colaboração no cenário atual. PARCEIROS DESTE EPISÓDIO Este episódio foi trazido até você pelo Pecege! O Pecege é um ecossistema educacional com mais de 20 anos de história, focado em inovação e desenvolvimento. Do renomado MBA ESALQ/USP a projetos in company sob medida, graduação e cursos executivos, o Pecege transforma carreiras e negócios, impulsionando o conhecimento. Pecege: Educação para desenvolver pessoas e realizar projetos Site: https://pecege.com/Instagram: https://www.instagram.com/pecegeoficial/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/pecege/YouTube: https://www.youtube.com/@PecegeOficial Este episódio foi trazido até você pela SCADIAgro! A SCADIAgro trabalha diariamente com o compromisso de garantir aos produtores rurais as informações que tornem a gestão econômica e fiscal de suas propriedades mais sustentável e eficiente. Com mais de 30 anos no mercado, a empresa desenvolve soluções de gestão para produtores rurais espalhados pelo Brasil através de seu software. SCADIAgro: Simplificando a Gestão para o Produtor Rural Site: https://scadiagro.com.br/Podcast Gestão Rural: https://open.spotify.com/show/7cSnKbi7Ad3bcZV9nExfMi?si=766354cb313f4785Instagram: https://www.instagram.com/scadiagro/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/scadiagroYouTube: https://www.youtube.com/channel/UCQxErIaU0zBkCAmFqkMohcQ Este episódio também foi trazido até você pela Nutripura Nutrição e Pastagem! A Nutripura, que tem como base valores como honestidade, qualidade e inovação nos produtos e excelência no atendimento, atua há mais de 20 anos no segmento pecuário, oferecendo os melhores produtos e serviços aos pecuaristas. Fique ligado nos artigos que saem no Blog Canivete e no podcast CaniveteCast! Com certeza é o melhor conteúdo sobre pecuária que você irá encontrar na internet. Nutripura: O produto certo, na hora certa. Site: http://www.nutripura.com.brBlog Canivete: https://www.nutripura.com.br/pub/blog-canivete/Instagram: https://www.instagram.com/nutripura/Facebook: https://www.facebook.com/Nutripura/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/nutripura/YouTube: https://www.youtube.com/user/TvNutripura INTERAJA COM O AGRO RESENHAInstagram: http://www.instagram.com/agroresenhaTwitter: http://www.twitter.com/agroresenhaFacebook: http://www.facebook.com/agroresenhaYouTube: https://www.youtube.com/agroresenhaCanal do Telegram: https://t.me/agroresenhaCanal do WhatsApp: https://bit.ly/arp-zap-01 E-MAILSe você tem alguma sugestão de pauta, reclamação ou dúvida envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br QUERO PATROCINARSe você deseja posicionar sua marca junto ao Agro Resenha Podcast, envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br FICHA TÉCNICAApresentação: Paulo OzakiProdução: Agro ResenhaConvidado: Ricardo ShirotaEdição: Senhor A - https://editorsenhor-a.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Conhecer novos lugares é construir-se do lado de dentro também. E o nosso lugar preferido é onde estão nossas redes de afeto
A Série C vem para 2026 com um novo regulamento, mudanças geográficas, alterações nas cotas de TV e nos direitos de transmissão, novos clubes e muito mais. Debatendo tudo isso, o Ice e o Fire. Venha conosco nessa jornada pela nova Série C. Fred Figueiroa comandou o programa e contou com os comentários de Cassio […]
Dejamos atrás Perarrúa y el frío del pirineo oscense, y le vamos a meter zapatilla al Seat 131 Supermirafiori. Bajamos por la N-230, cruzamos Lleida saludando a los caracoles, y seguimos bajando hasta la comarca de la Conca de Barberà. Tras unos 148 kilómetros clavados, llegamos a nuestro destino: Vimbodí i Poblet. Este municipio tarraconense tiene, según el INE de 2023, 884 habitantes. ¡Clavado en la horquilla que buscábamos! Su gentilicio es vimbodinenc o vimbodinenca, que parece un trabalenguas para saber si ya vas borracho. El nombre del pueblo suena a bufete de abogados o a dúo cómico: "Vimbodí i Poblet". Y es que son dos núcleos, Vimbodí (el pueblo en sí) y Poblet (donde está el monasterio), que decidieron juntarse para ahorrar en folios membretados. Geográficamente está a los pies de las Montañas de Prades y el Bosque de Poblet, un paraje natural protegido que es una maravilla si te gusta ver árboles y no gente, que es a lo que venimos aquí. Históricamente, este sitio es "pata negra". Los orígenes de Vimbodí se remontan a la reconquista (siglo XII), cuando Ramón Berenguer IV (que ya ha salido en el programa más que el propio presentador) le da estas tierras a los monjes del Císter. Y los monjes, que tontos no eran, dijeron: "aquí vamos a montar el chiringuito". Y vaya chiringuito. El patrimonio aquí es de Champions League: Monasterio de Poblet: Es Patrimonio de la Humanidad. Es el monasterio cisterciense habitado más grande de Europa. Aquí están enterrados un montón de reyes de la Corona de Aragón, incluido nuestro amigo, el omnipresente Jaume I el Conquistador. Si no está Jaume I en la historia de tu pueblo, tu pueblo no existe. Museo y Horno del Vidrio (Museu i Forn del Vidre): Resulta que Vimbodí fue la capital del vidrio soplado en Cataluña a principios del siglo XX. Tienen un maestro vidriero que te hace una demostración en directo. Soplar vidrio, que tiene mucho mérito, no como soplar en un control de la Guardia Civil, que eso tiene multa. Calle de los Abrazos (Carrer de les Abraçades): Es una de las calles más estrechas de España. Se llama así porque si te cruzas con alguien, o te abrazas o no pasas. O eso, o te pegas un barrigazo. En cuanto a leyendas y tradiciones, tienen el "Drac de Vimbodí", una bestia de fuego que sacan en las fiestas y que tiene fama de ser más viejo que el hilo negro. Sus fiestas principales son en agosto (como media España) en honor a San Salvador, pero la más curiosa es la Festa del Vidre (Fiesta del Vidrio) en octubre, donde se juntan artesanos y se ponen a soplar como lobos feroces. Gastronómicamente, aquí se estilan las cocas de recapte y, por supuesto, el vino de la DO Conca de Barberà.
Na edição anterior do Panorama Agrícola, você conheceu o conceito de Indicação Geográfica e descobriu que Santa Catarina já tem dez produtos reconhecidos oficialmente, como o queijo serrano, a banana de Corupá e a maçã Fuji de São Joaquim. Hoje, vamos falar sobre o evento que coloca esse tema em destaque: o X Workshop Catarinense de Indicação Geográfica e IX Mostra de Produtos Tradicionais, que será realizado na próxima semana, no IFSC – Campus Continente, em Florianópolis. Para falar sobre o evento, recebemos novamente o coordenador-geral, Paulo Arruda. >> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maykon OliveiraApoio técnico e edição: Eduardo Mayer
Você já ouviu falar em Indicação Geográfica? São selos que identificam produtos típicos de uma região — como o queijo serrano, o mel de melato da bracatinga ou a banana de Corupá, exemplos aqui de Santa Catarina — e que valorizam a cultura, o saber fazer e as condições únicas de cada território. Hoje vamos entender melhor o que são as Indicações Geográficas, quais benefícios elas trazem para o produtor e para a economia local, e conhecer o evento que reúne especialistas e produtores para discutir esse tema: o X Workshop Catarinense de Indicação Geográfica, que acontece em Florianópolis, a partir da próxima quarta-feira, 26 de novembro. Nosso convidado é Paulo Arruda, coordenador-geral do evento.>> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maykon OliveiraApoio técnico e edição: Eduardo Mayer
Ahora que ya es clara y constante la bajada de temperaturas, Eduardo Barba repasa los factores que agudizan las diferencias de cultivo entre unas regiones de España y otras.
IG traz um novo olhar para dentro da produção cafeeira do Paraná, ampliando mercados dentro e fora do Brasil
Dejamos atrás Fayón, y su viejo municipio inundado en el que por las noches se escuchan las campanas debajo del embalse. Y nos vamos al norte, 108 kms exactamente , y casi todo el trayecto es Autovía, para llegar al oscense municipio de Alcampell, terminado en doble l. La primera curiosidad que me encuentro es que en Catalan Ribagorzano (idioma claramente inventado), su nombre es El Cambell. Os puedo dar algunas características interesantes del catalán ribagorzano: la terminación -er enmudece la -r, pero después somos los andaluces los que nos comemos letras. Carrer es Carré Muchas palabras empezadas por O se pronuncia como AU (ovella se pronuncia auvella Y ya me ha dejado de interesar el catalan ribagorzano. Volviendo a Alcampell, cuenta con 678 habitantes, y su gentilicio es alcampelino o alcampelina. Geográficamente se encuentra en la comarca de La Litera que tiene forma de dos camas, una encima de otra. Aunque hay asentamientos íberos en los alrededores, la configuración actual de Alcampell se debe al desarrollo defensivo de los árabes. La primera referencia escrita de Alcampell es de 1098, que habla de la zona dominada por los condes de Urgell. En esa época, la vecina localidad de Tamarite de Litera estaba bajo dominio musulman, así que allí iban a haber hondonadas de ostias. Los condes de Urgell debían ser unos mierdas, porque estuvieron hasta enfrentados a nuestro ídolo, Jaume I el conqueridor. Finalmente Alcampell pasa a formar parte de la corona de Aragón, y una mierda como el sombrero de un picador para los de Urgell. A pesar de eso, con Tamarite de Litera no se han llevado nunca bien, porque uno quería dormir arriba y el otro también, el típico problema de las literas. Y todo era por unas lindes, que si esto es mío, que si esto no es tuyo, bla bla bla. El típico Puerto Hurraco. En el siglo XIX se desvincula totalmente de Tamarite, pero aun así siguieron con los problemas de lindes. Yo creo que habría que preguntarle a alguien de allí que como son de cabrones los de Tamarite. En su Patrimonio destaca la Iglesia de Santa Margarita, de estilo mudéjar, y edificada en el siglo XVI. También destaca La Font, que yo me la jugaría a que es una fuente, y a cuyo lado se instaló en 1899 el lavadero público. En cuanto a sus fiestas, se celebran: 31 de agosto, San Ramón Nonato, que como apellido está regular. 20 de Agosto, Santa Margarita Romería al poblado de Pelegriñon el primer domingo de Mayo
Além de palestrar sobre o tema, ela também escreveu um capítulo do livro "Educação Geográfica em Movimento"
Há exatamente 200 anos, a França reconhecia o Brasil como nação independente. O bicentenário das relações bilaterais é celebrado dos dois lados do Atlântico com a Temporada Cultural Cruzada França-Brasil, iniciativa decidida pelos presidentes Lula e Emmanuel Macron. Adriana Brandão, da RFI em Paris Durante a visita de Estado do presidente do Brasil à França, em junho, Emmanuel Macron lembrou que, nesses 200 anos de relações bilaterais, “homens e mulheres que têm a mesma paixão pelo Brasil definiram projetos que nos aproximaram”. O presidente Lula respondeu dizendo saber que “podemos contar com a França” e que a comemoração é realizada “com o olhar voltado para o futuro”. Mas a história da relação diplomática franco-brasileira nem sempre foi um “rio tranquilo”, recapitula o historiador francês Laurent Vidal. A França reconheceu a independência do Brasil em 26 de outubro de 1825, três anos após o Grito do Ipiranga, de 7 de setembro de 1822. Como explicar a demora desse gesto político, uma vez que, desde 1814, quando a corte portuguesa estava instalada no Rio de Janeiro, Paris já havia nomeado um cônsul-geral da França, o Conde de Gestas, no Brasil? “No momento em que o Brasil se tornou Reino Unido de Portugal e Algarves, a França monarquista enviou um representante que ficou alguns meses apenas para marcar, simbolicamente, esses novos laços que a França queria estabelecer com o Brasil”, contextualiza o especialista em História do Brasil e professor da Universidade de La Rochelle. No momento da Proclamação da Independência por D. Pedro, o contexto era outro, após o retorno de D. João VI a Lisboa. França foi 3° país europeu a reconhecer o Brasil Países republicanos do continente americano foram os primeiros a reconhecer a nação brasileira. A Argentina o fez em 1823 e os Estados Unidos em 1824. “Estamos em plena doutrina Monroe, da América para os americanos”, lembra Laurent Vidal. Os países da Europa monarquista demoraram porque aguardaram que Portugal negociasse e reconhecesse a independência de sua ex-colônia. Após a Inglaterra, que mediou o tratado entre Rio de Janeiro e Lisboa, a França foi o terceiro país europeu a reconhecer a soberania do Brasil. O reconhecimento francês foi oficializado em janeiro de 1826 com a assinatura do Tratado de Amizade, Navegação e Comércio entre Dom Pedro I, imperador do Brasil, e Carlos X, rei da França. Em seguida, iniciou-se a construção de uma relação bilateral que foi “um pouco tumultuada” e “complexa”, principalmente no século 19, até a assinatura do tratado que definiu a contestada fronteira entre a Guiana Francesa e o Brasil, em 1900. “A tensão entre França e Brasil em relação à Guiana se estendeu ao longo do século 19 e até o início do século 20. Essa tensão ainda persiste, pois não podemos esquecer que a maior fronteira da França com um país estrangeiro é com o Brasil, na Guiana. E sempre houve, tanto do lado francês quanto do brasileiro, uma dificuldade em assumir essa separação”, avalia Vidal. Recentemente, divergências entre os presidentes Macron e Jair Bolsonaro frearam bruscamente as relações bilaterais, reaquecidas com a volta de Lula ao poder. Primeira embaixada francesa no Rio A primeira embaixada da França no Brasil só foi instituída em 1918. Antes disso, a representação diplomática francesa era exercida por ministros plenipotenciários. A história dessa relação bilateral é ilustrada pelos raros vestígios concretos deixados pela residência diplomática da França no Rio de Janeiro, então capital do Brasil, tema de uma pesquisa recente de Laurent Vidal, publicada na Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Rio de Janeiro. O historiador revela que “apenas em 1934 a França comprou uma residência para ser sua embaixada no Rio. Até então, alugava locais totalmente diferentes, ao contrário de muitos países que tinham uma sede importante e reconhecida”. Essa primeira embaixada própria, que ficava na Praia do Flamengo, foi destruída, e hoje, dessa história da presença diplomática francesa no Rio, resta apenas a Maison de France, rebatizada como Casa da Europa, no centro da cidade. “A Maison de France foi inaugurada em 1956, já durante o governo de Juscelino Kubitschek, que havia decidido pela mudança da capital para Brasília. Ou seja, quando a Maison de France é inaugurada, ela já vive suas últimas horas como representação diplomática”, salienta Vidal. Influência cultural e exotismo De qualquer forma, a influência cultural francesa no Brasil é inegável. O Brasil também influenciou culturalmente a França, mas as chaves de leitura foram diferentes em cada país. Segundo Vidal, a presença cultural do Brasil na França, na maioria das vezes, foi vista a partir de uma chave de leitura baseada no exotismo. Essa chave do exotismo é o que diferencia a influência cultural da França no Brasil. O Brasil recebeu essa influência cultural imaginando que iria “mamar o leite da civilização”, enquanto a França imaginava que iria “mamar o leite do exotismo”, de certa maneira. Os clichês marcaram — e ainda marcam — as trocas culturais entre os dois países. A atual Temporada Cultural Cruzada França-Brasil poderia renovar esse olhar e ir além das habituais comemorações da amizade franco-brasileira, ao propor novas chaves de leitura, como as questões de gênero, ancestralidade, clima e democracia, conclui o historiador. Leia tambémPesquisadora lança livro sobre influência do Brasil na música francesa do século 19
En nuestra sección sobre patrimonio natural y cultural hablamos de la localidad serrana, en el primer aniversario de la DANA. Lo hacemos con los geólogos Ana Teresa Moreno y Mario Sánchez
En Exquisita Menorca celebramos la excelente cosecha obtenida este año por los productores de aceite de oliva virgen de la isla, un hito especialmente relevante porque se trata de la primera campaña recogida bajo el distintivo de Indicación Geográfica Protegida (IGP) Aceite de Menorca. Este reconocimiento no solo pone en valor la calidad del producto, sino también su singularidad: es la única IGP de España con producción totalmente ecológica.La cosecha de este año ha sido calificada como muy positiva, tanto por la cantidad como por la calidad del aceite obtenido. Supone un magnífico punto de partida para el desarrollo del sector oleícola menorquín, que se consolida como un nuevo referente de la producción agraria de la isla.El presidente de la Asociación de Productores de Aceite de Menorca, Manuel Martínez, ha compartido algunas cifras y reflexiones sobre el cultivo de la aceituna en la isla. Explica que el próximo año podría ser aún mejor, ya que muchos olivares cuentan todavía con árboles jóvenes que todavía no producen a pleno rendimiento. Martínez subraya que el objetivo a medio plazo es que el aceite de Menorca siga un camino similar al del queso Mahón-Menorca, que consiguió convertirse en una Denominación de Origen Protegida (DOP) gracias a la unión y esfuerzo del sector.En la actualidad, la isla dispone de tres almazaras para procesar el aceite, aunque se prevé que este número aumente en los próximos años para atender la creciente demanda. Eso sí, el modelo será el de almazaras pequeñas o medianas, adaptadas a la escala de producción local y a los valores de sostenibilidad que definen al producto.Según las estimaciones, este año podrían alcanzarse alrededor de 15.000 litros de aceite virgen extra, un volumen que marca el inicio prometedor de una nueva etapa para el aceite de Menorca con IGP.
Innovación en periferias globales. Junto a Kelly Yubini Yubini, Magister en Análisis Geográfico. Doctoranda en Estudios Territoriales del Sur Global.
Dejamos Talayuelas y Cuenca detrás y vamos a hacerle el rodaje al 131 supermirafiori para conducir hacia el noreste casi dos horas y media para llegar a un pueblo que está dentro de la provincia que arquetípicamente más ejemplifica lo barbaciado. Llegamos a la provincia de Teruel y al municipio de Puertomingalvo. Este municipio cuenta con 141 habitantes y está a 1456 metros de altitud. Yo he estado allí, y hace taco de frío. Su gentilicio parece un nombre de pila antiguo: Puertomingalvino y Puertomingalvina. Geográficamente está situado en la sierra del Maestrazgo, en la comarca de Gudar-Javalambre. dos nombres claramente inventados. Hay vestigios, gran palabra, de poblaciones íberas ya habitando la zona, y más tarde llegaron los romanos ¿qué han hecho por nosotros los romanos?...pues se ve que allí una necrópolis y poco más. Más tarde llegan los musulmanes, y gracias a ellos se tienen las primeras referencias escritas. A mi me gusta pensar que era una pintada que ponía “Mohamed el que lo lea”. Pero eso solo pasa en mi imaginación. Etimologicamente parece que el nombre proviene de “puerto” por estar situado en una zona estratégica entre montañas, y Mingalvo, que pare provenir del caballero musulman Ben Galvón. De hecho se dice que este caballero fue un aliado en las peripecias del Cid Campeador. Se reconquista en 1181, y se estableció como villa en 1202. En el siglo XIX toda la zona estuvo involucrada en las guerras carlistas, siendo toda l azona del Maestrazgo un gran bastión carlista. En 1982 fue declarado Bien de Interés Cultural, y está dentro de los llamados pueblos más bonitos de España, la mayor estafa turística de este país. A mi me gusta añadir como parte de su historia que en 2002 fue subcampeón del Gran Prix de Verano, cuando el Gran prix le gustaba a Mariló Montero porque se soltaba una vaquilla. En cuanto a su patrimonio son un gran ejemplo del llamado Gótico Aragonés, y pasear por sus calles es una delicia. Destacan la Casa de la Villa, realizada en sillería con sus arcos de medio punto, y todo rematado con un alero de madera. Yo que he estado allí decir que lo que más llamaba la atención eran los blasones esculpidos en piedra en casi todas las casa, y esos alerones de madera que recorrían toda la casa. Muy importante es su castillo, que llegó a estar prácticamente en ruinas, pero que está totalmente recuperado, asi como todo el recinto amurallado del municipio. En sus alrededores estaban pueblos también pintorescos como Mosqueruela, Iglesuela del Cid, Linares de Mora, y los dos mejores, Rubielos de Mora y Mora de Rubielos. En cuanto a las fiestas, el sábado más próximo al 17 de enero, se celebra San Antonio con su tradicional tranza, subasta popular o rifa comunitaria, donde los vecinos del pueblo ofrecen productos caseros, alimentos, objetos artesanales o incluso animales, que luego se sortean o subastan entre los asistentes. Esta actividad tiene un carácter solidario y comunitario, ya que lo recaudado suele destinarse a fines sociales o a la organización de futuras fiestas del pueblo. Como les gusta lo del sábado más próximo a una fecha, el sábado más próximo al 11 de junio se celebra San Bernabé.
María Santos repasa todas las noticias del sector. 1.- Unión de Uniones de Agricultores y Ganaderos ha trasladado en Bruselas a las instituciones europeas la necesidad de que la normativa para que el arroz comercializado en la Unión Europea indique de forma obligatoria el país de cultivo en la etiqueta, independientemente del lugar de transformación o envasado. "Es necesario asegurar una trazabilidad real del producto para reforzar la confianza en la cadena alimentaria y contribuir a la sostenibilidad y competitividad del sector arrocero europeo", ha denunciado que mientras la UE exige el origen en productos como las frutas y hortalizas, carne, miel o aceite, no lo hace con el arroz, considerándolo "una discriminación injusta" para el sector arrocero valenciano. Por último, la entidad ha animado a los consumidores a consultar el etiquetado y exigir que se indique "claramente" el país de cultivo del arroz. 2.- La Confederación Hidrográfica del Duero (CHD) ha destacado que la campaña de riego se ha desarrollado "con total normalidad" en cuanto a las necesidades de agua lo que permitirá extenderla en las primeras semanas del mes de octubre para cultivos como la remolacha o la colza. El órgano de cuenca ha asegurado que no se ha agotado la dotación máxima establecida en la práctica totalidad de las comunidades de regantes, hecho que ha permitido atender las solicitudes de extensión de la campaña para los cultivos que precisen un riego en las primeras semanas de octubre. La CHD ha destacado también que el cierre del año hidrológico que tuvo lugar el 30 de septiembre, y el inicio del nuevo coincide con un "alto volumen de reservas en los embalses" lo que constituye "el mejor punto de partida" de cara a 2026, pendientes de la meteorología en los próximos meses. 3.- El nuevo presidente del Consejo del Colegios de la Profesión Veterinaria de Castilla y León, el presidente del Colegio de Veterinarios de Valladolid, Rufino Álamo, ha reivindicado este martes la importancia de estos profesionales colegiados --4.070 a finales de 2024-- como garantes de la sanidad y de la seguridad alimentaria "desde la granja a la mesa". Álamo ha insistido en la necesidad de poner "especial énfasis" en esta tarea de los veterinarios colegiados de los que ha destacado su "vocación de servicio a la sociedad" tanto en las tradicionales áreas de su actividad profesional, como la sanidad, la producción y el bienestar animal, como en la faceta más nueva ligada a la seguridad alimentaria por lo que ha reclamado que los veterinarios sean plenamente integrados en el sistema de especialidades sanitarias, "como corresponde a su papel en el enfoque 'One Health', que une salud humana, animal y ambiental". 4.- Canarias triplicó en 2024 los envíos de aguacate al mercado peninsular y extranjero la comercialización de aguacate fuera de Canarias, tanto al mercado peninsular como a otros países europeos, aumentó hasta las 424.632 kilos el año pasado, alcanzando una cifra de 1,3 millones de euros, lo que supuso el triple tanto en el peso como en valor de mercado (142.000 kilos y 0,4 millones de euros) registrados en 2023. los datos apuntan hacia un mantenimiento en la tendencia de crecimiento en la producción durante los próximos ejercicios, ya que "a lo largo de la última década la superficie destinada a este cultivo en el archipiélago se ha duplicado en Canarias y, además, la reciente concesión del sello europeo de Indicación Geográfica Protegida (IGP) 'Aguacate de Canarias' supone un elemento distintivo para contribuir a orientar la elección de compra de distribuidores y consumidores". Por otra parte, el responsable del departamento subrayó la consolidación de la papaya como producto de exportación al alza, con una cifra de ventas en la España peninsular y otros países europeos de 10.815.307 kilos y unas ventas totales en el exterior de 12,6 millones de euros en 2024. 5.- Los puertos españoles transportaron casi 7 millones de toneladas de frutas y hortalizas en los primeros ocho meses de 2025 (enero-agosto), con un fuerte dinamismo en los tráficos con Latinoamérica y el norte de África y Europa, según Puertos del Estado. En concreto, el organismo ha anunciado que los puertos españoles ponen a disposición del sector hortofrutícola casi 100 millones de metros cuadrados de superficie terrestre y áreas de depósito, cerca de 2 millones de metros cúbicos en almacenes frigoríficos, conexiones 'reefer', casi 395.000 metros lineales de atraque, puestos de control fronterizo (PCF), servicios fitosanitarios y soluciones logísticas integrales. Puertos del Estado y 16 autoridades portuarias han participado en Madrid en la feria Fruit Attraction, con el objetivo de "consolidar a España y sus puertos como la gran plataforma logística para el comercio mundial de productos frescos".
Debate da Super Manhã: Desde os tempos do Império até a redemocratização, a anistia na história do Brasil foi usada para apagar crimes, acalmar tensões e evitar confrontos. Em 1979, a Lei da Anistia marcou um dos momentos mais controversos dessa trajetória: libertou presos políticos, trouxe exilados de volta e também protegeu torturadores e agentes do regime. No debate desta quarta-feira, 1º de outubro, a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre anistia - a importância, o legado histórico, as conquistas e a impunidade - e os desdobramentos dessa Lei nos dias atuais. Participam o promotor de justiça, sócio do Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP), e autor da página no Instagram @historia_em_retalhos, José Soares, o doutor em Educação, historiador e professor na UFPE e especialista em Ciência Política, Thiago Modenesi, e o historiador, Victor Lins.
Nos ha acompañado Javier Rincón, consejero de Agricultura, Ganadería y Alimentación del Gobierno de Aragón con el que hemos repasado los acuerdos alcanzados en la última sectorial presidida por el ministro Luis Planas sobre la negociación de la PAC 2028-2034, los datos de la Renta Agraria de Aragón publicados esta semana, la afección que en el porcino aragonés tiene la imposición de aranceles por parte de China y la situación de las Oficinas Comarcales Agrarias entre otros temas. Desde abril, las tormentas han provocado daños significativos en el campo aragonés. Se han recibido partes de siniestro correspondientes a 147.000 parcelas, que abarcan 196.000 hectáreas en toda la comunidad Repasamos los contenidos de la XXVIII Jornada técnica sobre la Ganadería del siglo XXI celebraba ayer en FMOGA. La Indicación Geográfica Protegida (IGP) Ternasco de Aragón ha comenzado esta semana a certificar la casquería procedente de sus corderos, siendo “la primera figura de calidad diferenciada de carne fresca de España en conseguirlo”. La industria alimentaria de Aragón ve peligrar 250 millones de fondos de la UE con el nuevo Marco Financiero Europeo y también ha lanzado su petición para que los fondos europeos que se reciben, en concreto a través del FEAGA, se mantengan por su importancia y contribución al crecimiento y actividad del sector alimentario. Una demanda que realizan ante el primer borrador del Marco Financiero Europeo con el que estos fondos podrían desaparecer en el caso de aprobarse tal y como está la propuesta inicial.
Debate da Super Manhã: O mais novo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE), divulgado no último 28 de agosto, mostra que o país chegou a 213,4 milhões de habitantes em 2025, uma crescimento de 0,39% em relação ao ano passado. Recife aparece em 9º lugar entre as capitais com o maior aumento, 0,04%, um montante de 1.588.376 pessoas. No debate desta segunda-feira (8), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre o contingente populacional pernambucano: os números do estado e do Brasil, as estimativas do IBGE, o cenário atual e a expectativa de vida da população pernambucana. Participam o economista, presidente da Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco (Condepe/Fidem), Diogo Bezerra, o sociólogo e pesquisador do Centro Josué de Castro, José Arlindo, e o doutor em Geografia, professor do Departamento de Ciências Geográficas da UFPE, Nilson Crocia.
Primeramente sería interesante habla de la definición de inteligencia y una explicación podría ser: “La inteligencia se define como la capacidad de entender, comprender y aplicar conocimientos, razonar, resolver problemas y adaptarse al entorno.” Tener en cuenta que en todos los mitos creacionistas siempre que se le da al hombre el alito de vida se le da la inteligencia. En el Génesis, Dios sopla en la nariz de Adán y este se convierte en un “alma viviente”. Pero ese aliento no es solo oxígeno...es inteligencia, capacidad de nombrar las cosas, de distinguir, de elegir. Si eso es inteligencia ¿ la IA que es? Una definición que nos dan es; Disciplina científica que se ocupa de crear programas informáticos que ejecutan operaciones comparables a las que realiza la mente humana. Como el aprendizaje y el razonamiento lógico.Pero hay dos capacidades críticas que siguen siendo exclusivas de los seres humanos: la auténtica invención y la creatividad, por eso la verdadera AGI todavía no la tenemos ( Me refiero al comun de los mortales, los dueños del cortijo no lo sabemos) Otra cosa bien distinta es el conocimiento, que puede ha veces también traer problemas, como veremos más adelante. Y siempre un conocimiento superior da ventaja a aquel que lo posee sobre el que no. El Poder, detrás del velo de la IA y de la Agenda Transhumanista. No es una simple mejora tecnológica, sino un proyecto milenario y oscuro para someter a la humanidad a un control total, utilizando la programación mental y los rituales como herramientas fundamentales para transformar a los humanos en seres dóciles y previsibles. El transhumanismo no busca mejorar a la humanidad, sino "restar", es decir, crear una infrahumanidad funcional y dócil. En lugar de sumar, el proyecto consistiría en una especie de ingeniería inversa: tomar lo mejor del ser humano (la inteligencia colectiva, la creatividad, el libre albedrío) y limitarlo para crear un "esclavo más eficaz". Es un proyecto de dos caras. Mientras una élite minoritaria se convierte en suprahumanidad (eugenismo), la mayoría de la población es degenerada a una condición de infrahumanidad (disgenismo), convirtiéndose en una especie de zombis que alimentan el sistema con su energía vital. Robotización del humano frente a humanización del robot. la cuestión crucial no es la humanización del robot (es decir, hacer que los robots parezcan humanos), sino la robotización del humano. Esta robotización no significa parecerse a una máquina, sino comportarse de una manera "inhumana": sin libertad, sin sentimientos, sin creatividad, sin preguntarse por el sentido de la vida. Hablar de IA es hablar de una tecnología clave y disruptiva que va a alterar numerosos aspectos de nuestras vidas. Pero hay que dejar algo claro: esta tecnología está siendo manejada y dosificada por el poder real, los verdaderos amos del mundo. No sabemos quiénes son, pero sí sabemos que no son las marionetas que nos ponen en escena. Sabemos, eso sí, que son los mismos que manejan la liquidez del sistema monetario internacional, creando ciclos de crisis y orden de los que siempre sacan provecho. Existe un poder oculto, también conocido como “Estado profundo”, que canaliza de forma importante los flujos emocionales y energéticos de la sociedad. Utilizan técnicas ancestrales y conocimientos transmitidos entre iniciados, que se centran, entre otras cosas, en conseguir el control social de la forma más práctica y económica posible para ellos. A la vista de todos, usan a líderes y estrellas como arquetipos para los no iniciados, desde presidentes hasta directivos de grandes empresas. Al mismo tiempo, en el "obscenario" y apartados de la vista de todos, realizan otros rituales donde lo sincronizan todo según sus creencias, donde siempre hablan de la LUZ, aquella que robó Prometeo y mirar el infierno que le tocó padecer después de adquirir el conocimiento que los dioses no querían que tuviera. Lo que es crucial entender es que estas tecnologías tan relevantes están siendo planificadas, manejadas y dosificadas desde el mismo centro del poder. Nos hacen creer que hay diferentes empresas que compiten entre sí por el mercado, pero esa disputa escenificada no es real. Todas trabajan para los mismos amos, con un objetivo ya marcado: avanzar en su agenda a medida que la sociedad normaliza sus ideas. Este es el primer punto clave: la relación entre la IA y el transhumanismo. Debemos abordar este concepto porque la fusión hombre-máquina es uno de los objetivos de la agenda de control. Buscan crear un tipo de “ser híbrido”, sin alma y fácil de controlar. Un futuro distópico que podría cumplirse si no nos oponemos a ello. El momento crucial para la consecución de sus objetivos sería cuando, una vez normalizado el asunto, consigan fabricar "humanos" mediante vientres artificiales. Con esto, tendrían solucionado el tema del control social. Podrían hacer "impresiones de andróginos" en la medida que los necesiten, igual que emiten el dinero que quieren. Serían personas desarraigadas, sin familia, sin descendencia y quizás incluso sin genitales. Su inteligencia estaría genéticamente limitada según la tarea que deban desempeñar. Podrían incluso crear emisiones especiales de híbridos con electrónica insertada en su organismo, conectados a redes y potenciados en sus capacidades, lo que supondría un grado de control inimaginable. Pero esperemos que la sociedad reaccione y evite estos peligros. Ahora que hemos enmarcado la situación, es hora de pasar a los orígenes de la inteligencia artificial. La historia oficial nos suele presentar estos hitos como hechos aislados, para que no entendamos las conexiones ni miremos debajo de la alfombra. Pero si descodificamos la historia, veremos que la idea de la IA no es un invento reciente, sino que tiene raíces profundas en la filosofía, los mitos y las tradiciones ancestrales. La história podría empezar perfectamente con la historia de Adán y Eva y su expulsión del paraiso por la adquisición del conocimiento prohibido."Si comes de este fruto, serás como Dios. Conocerás el bien y el mal." Dijo la serpiente y Adan y eva al igual que Prometeo también acabaron castigados por Dios. En Génesis 3:22, se dice: “Ahora el hombre ha venido a ser como uno de nosotros, al conocer el bien y el mal. Que no extienda ahora su mano y tome también del árbol de la vida, y coma, y viva para siempre…”. ¿Qué tipo de conocimiento adquiere Eva? No se trata de conocimiento técnico o científico, sino algo más profundo y existencial: Conocimiento moral: la capacidad de distinguir entre el bien y el mal. Autoconciencia: al instante, Eva (y luego Adán) se da cuenta de que está desnuda. Esto implica vergüenza, intimidad, juicio propio. Libre albedrío: al desobedecer, ejerce una elección. Ya no es solo criatura, sino agente. Comer del fruto es adquirir la conciencia humana tal como la entendemos hoy: saber que uno existe, que puede decidir, y que sus actos tienen consecuencias. Las manzanas envenenadas🧙♀️ Blancanieves📖 Eva en el Edén🧪 Alan Turing (leyenda urbana) Se dice que murió tras comer una manzana envenenada con cianuro, aunque no está confirmado. Curiosamente, el logo de Apple con una manzana mordida ha alimentado esta teoría. 🎯 Guillermo Tell Obligado a disparar con una ballesta a una manzana colocada sobre la cabeza de su hijo. Aunque no estaba envenenada, el riesgo era mortal. Podríamos hablar de Talos el primer "androide" de la historia.Talos era un gigante de bronce, forjado por Hefesto (el dios herrero) por encargo de Zeus o de Minos, rey de Creta (según la versión). Tenía una única vena que recorría su cuerpo entero, sellada con un clavo o perno de bronce en el tobillo. En lugar de sangre, su cuerpo contenía "icor", el fluido vital de los dioses. En la edad media en el siglo XIIl el trabajo de Ramón Llull, conocido como el Ars Magna, puede considerarse un precursor conceptual de la inteligencia artificial. Mas adelante si hay tiempo hablaremos de él. En la alquimia, la idea de fabricar un "hombre artificial" o homúnculo fue explorada por figuras como Paracelso, quien describió procedimientos para su creación. Similarmente, los alquimistas islámicos investigaron el concepto de takwin, la creación artificial de vida. En Praga en el siglo XVI los judios hablan del Golem, criatura sin alma creada para servir al hombre. hecha de barro o arcilla y animada mediante palabras sagradas, la inserción de nombres divinos. Con el advenimiento del siglo XIX, estas visiones se trasladaron al ámbito de la ficción literaria. Obras como "Frankenstein" de Mary Shelley exploraron las implicaciones éticas de crear seres conscientes, mientras que "R.U.R." (Rossum's Universal Robots) de Karel Čapek, publicada en 1920, introdujo el término "robot" al léxico global, marcando un punto de inflexión en la conceptualización de las máquinas con capacidad de trabajo autónomo. Y aquí en este punto es cuando entramos en los años 50 son considerados el punto de partida oficial de la inteligencia artificial moderna. Aunque hubo ideas previas, fue en esa década cuando la IA empezó a tomar forma como disciplina científica. Aquí te dejo los hitos clave: 🔹 1950: Alan Turing y su famosa prueba Publica "Computing Machinery and Intelligence" y propone el Test de Turing, una forma de evaluar si una máquina puede pensar como un humano. 🔹 1956: Conferencia de Dartmouth Organizada por John McCarthy, quien acuñó el término "Inteligencia Artificial". Reunió a pioneros como Marvin Minsky y Claude Shannon para discutir cómo crear máquinas inteligentes. 🔹 Primeros modelos y algoritmos Se desarrollan los primeros perceptrones (redes neuronales simples) por Frank Rosenblatt en 1958. Se crean programas capaces de jugar a las damas o resolver teoremas matemáticos. 🧪 Aunque los avances eran limitados por la tecnología de la época, estos años sentaron las bases para todo lo que vino después: aprendizaje automático, redes neuronales profundas, procesamiento de lenguaje natural… ¡y hasta Hoy! Para empezar este recorrido, es fundamental detenernos en la figura de Ramon Llull, un filósofo, teólogo y cortesano del siglo XIII. Nacimiento: 1232, Palma de Mallorca, España. Fallecimiento: 1316, en el Mediterráneo. El trabajo de Llull, conocido como el Ars Magna, puede considerarse un precursor conceptual de la inteligencia artificial. Pero no es un conocimiento que se le ocurriera de la nada. Como buen cortesano y perteneciente a una buena familia, Llull era conocedor de saberes ancestrales recogidos en otras tradiciones, que simplemente se expresan de otra manera. La relación entre su trabajo y la IA moderna se basa en varios puntos clave. Para empezar, la mecanización del razonamiento. El Ars Magna partía de la premisa de que el razonamiento y la verdad podían descomponerse en principios básicos. Llull representaba estos conceptos con letras y los organizaba en figuras geométricas como círculos concéntricos que podían ser girados. El objetivo era combinar estos principios de forma sistemática para generar proposiciones lógicamente válidas, demostrando verdades de forma infalible. Esta idea de un sistema mecánico que genera conocimiento de forma automática a partir de reglas definidas es la base de los sistemas computacionales y de la IA. Es lo que podríamos llamar una "máquina lógica". En este sentido, la conexión de Llull con la Cábala y la gematría es evidente. El Ars Magna se basa en un sistema simbólico donde las letras tienen un significado profundo. Su método de combinar principios es comparable a las técnicas cabalísticas de gematría (la interpretación numérica de las letras) y la combinación de las letras del alfabeto hebreo para obtener conocimientos ocultos. La idea subyacente es la misma: que la verdad y la sabiduría están codificadas en los símbolos y pueden ser reveladas a través de su manipulación sistemática. Podríamos decir que Llull inventó el primer "hardware" de pensamiento simbólico, aunque su "software" fuera más filosófico que informático. Mecanización del razonamiento: El Ars Magna partía de la premisa de que el razonamiento y la verdad podían ser descompuestos en principios básicos. Llull representaba estos conceptos con letras y los organizaba en figuras geométricas (discos giratorios). El objetivo era combinar estos principios de forma sistemática para generar proposiciones lógicas válidas. Esta idea de un sistema mecánico que, a partir de reglas y principios definidos, genera conocimiento de forma automática, es la base de los sistemas computacionales y la IA moderna. Los Dignidades de Dios o Principios Absolutos: Representados por letras de la B a la K, Llull consideraba que estos eran atributos divinos universales y perfectos. Son: B - Bondad C - Grandeza D - Eternidad E - Poder F - Sabiduría G - Voluntad H - Virtud I - Verdad K - Gloria Principios Relativos: Estos conceptos representaban relaciones entre los principios absolutos y se usaban para generar proposiciones lógicas. Incluyen: Diferencia Concordancia Contrariedad Principio Medio Fin Mayoridad Igualdad Minoridad Al combinar estos principios de forma mecánica, Llull creía que se podía demostrar cualquier verdad de manera infalible, creando así la primera "máquina de pensar" de la historia. El concepto de combinatoria: La obra de Llull se fundamenta en el arte de la combinatoria, explorando todas las relaciones lógicas posibles entre los conceptos a través del movimiento de sus discos. Este enfoque es un antecedente directo de la computación y la IA, donde los algoritmos y programas informáticos no son más que un conjunto de instrucciones que combinan datos y operaciones de manera sistemática para resolver problemas. Lenguaje y símbolos artificiales: Llull creó un alfabeto artificial de nueve letras para representar y manipular conceptos. De manera similar, la IA se construye sobre lenguajes de programación, que son sistemas simbólicos con reglas precisas diseñados para que las máquinas puedan procesar información y ejecutar operaciones de forma estructurada. En resumen, aunque el Ars Magna no era una computadora en el sentido moderno, la visión de Llull de que el pensamiento podía ser mecanizado y manipulado a través de un sistema de símbolos y reglas combinatorias es un antecedente directo de los principios que rigen la inteligencia artificial. De hecho, su influencia fue reconocida por figuras posteriores como el filósofo y matemático Gottfried Leibniz, quien también se considera un pionero de la computación. Podríamos decir que Llull inventó el primer "hardware" de pensamiento simbólico, aunque su "software" fuera más filosófico que informático. La gracia de la historia es que él quería convencer a herejes y, sin saberlo, sentó las bases para que hoy una IA te esté respondiendo Tanto la Cábala como el Ars Magna se basan en un sistema simbólico donde las letras y los números tienen un significado profundo. El método de Llull para combinar sus principios es comparable a las técnicas cabalísticas de gematría (interpretación numérica de las letras) y la combinación de las letras del alfabeto hebreo para obtener conocimientos ocultos. La idea subyacente es que la verdad y la sabiduría están codificadas en los símbolos y pueden ser reveladas a través de su manipulación sistemática. En resumen podemos entrever que Llull como buen cortesano y perteneciente a una buena familia era conocedor de conocimientos ancestrales recogidos en otras tradiciones y simplemente se expresan de otra manera. ………………………………………………………………………………………. Cleón la contracción entre clon y eón. Un eón es una unidad de tiempo geológico de escala extremadamente larga, utilizada para dividir la historia de la Tierra en los períodos más amplios. Representa miles de millones de años y es la división más grande en la escala de tiempo geológico, por encima de las eras, períodos, épocas y edades. Por ejemplo, la historia de la Tierra se divide en cuatro eones principales algunos de más de 2000 millones de años. Vivimos actualmente en el Fanerozoico que se traduce como "vida visible" o "vida evidente". Este término fue acuñado para describir el eón geológico que comenzó hace aproximadamente 541 millones de años Reglamento Europeo sobre Inteligencia Artificial (LA LEY 16665/2024) casualmente tiene un 666 ………………………………………………………………………………………. Hector, el webmaster del hilo rojo decía en un reciente programa sobre Palantir: “Palantir es el panóptico del siglo XXI. El ojo del gran hermano de Orwell.” El panoptico es un tipo de diseño que nos permite controlar un amplio espacio desde un único punto sin ser detectados. Se trata de la garita del vigilante en medio de la prisión, de la torre de control. El filósofo utilitarista Jeremy Bentham fue su diseñador, Hector nos mostró como este señor era también masón y estaba relacionado al mas alto nivel. Les dejaremos el enlace al video en la descripción del podcast. En un anterior programa de enero donde en el mismo canal analizaron que es Palantir comprobaba yo para preparar este podcast que TODAS las fuentes que presentaba @ElHiloRojoTV en su video de enero de 2025 habian DESAPARECIDO. Estamos hablando de artículos publicados en Forbes, The Guardian, Bloomberg, Financial Times, CNBC o incluso el propio MIT. En todos los casos el enlace original ha desaparecido, ojo, no digo que haya desaparecido el artículo en sí, pero han cortado el enlace original. Leo textualmente de una descripción del Hilo rojo sobre lo que es Palantir añadiendo yo algunas cosas: Creada en 2003 con el apoyo de In-Q-Tel, el fondo de inversión de la CIA, Palantir se diseñó para procesar grandes cantidades de información y hacer conexiones invisibles para el ojo humano. Su fundador, Peter Thiel, también cofundador de PayPal, ha estado siempre en la intersección entre tecnología, poder y vigilancia global. Palantir no solo analiza datos, sino que los fusiona en tiempo real: redes sociales, correos electrónicos, transacciones bancarias y hasta movimientos físicos. ¿Os acordáis del PNR? Pues esto es aún mucho más intrusivo ya que muchísimas organizaciones y países han acordado compartir sus bases de datos con Palantir. ¿Qué significa esto? Una red de control total, donde cada actividad queda registrada, permitiendo a gobiernos y corporaciones predecir comportamientos y tomar decisiones basadas en modelos algorítmicos. Palantir es utilizada por el Pentágono, la NSA, la CIA, el FBI, Interpol y gobiernos europeos y latinoamericanos. También lo utilizan grandes empresas como bancos o multinacionales. Sus herramientas se usan en operaciones antiterroristas, control de fronteras, vigilancia de ciudadanos y hasta persecución de disidentes políticos. ¿Hasta qué punto este nivel de vigilancia está transformando las democracias en estados de control absoluto? Su software ha sido utilizado en conflictos como la guerra en Ucrania, ayudando a identificar objetivos estratégicos y a procesar inteligencia en tiempo real. Palantir convierte el Big Data en un arma de guerra: soldados equipados con dispositivos conectados a su red pueden recibir información detallada sobre el enemigo en segundos. ¿Estamos entrando en una era donde la guerra es digital antes que física? A medida que más gobiernos y empresas adoptan Palantir, los límites entre seguridad, privacidad y control social se vuelven borrosos. ¿Es Palantir una herramienta para el bien o el paso final hacia una sociedad hipervigilada? ………………………………………………………………………………………. Los origenes de Palantir están en la Oficina de Conciencia de la Información ( IAO ) fue establecida por la Agencia de Proyectos de Investigación Avanzada de Defensa de los Estados Unidos (DARPA) en enero de 2002 para reunir varios proyectos de DARPA centrados en la aplicación de la vigilancia y la tecnología de la información para rastrear y monitorear a terroristas y otras amenazas asimétricas a la seguridad nacional de los Estados Unidos mediante el logro de " Conciencia de la Información Total “ o en inglés "Total Information Awareness" (TIA). Sí. La TIA, la agencia secreta para la que trabajaban Mortadelo y Filemón ha existido. La IAO se creó después de que el almirante John Poindexter , ex asesor de seguridad nacional de los Estados Unidos del presidente Ronald Reagan , y el ejecutivo de SAIC Brian Hicks se acercaran al Departamento de Defensa de los EE. UU . con la idea de un programa de concientización sobre la información después de los ataques del 11 de septiembre de 2001. Querían reunir la mayor cantidad de información de la historia. Leemos en la wikipedia: “El 2 de agosto de 2002, Poindexter dio un discurso en DARPAtech 2002 titulado "Descripción general de la Oficina de Concienciación sobre la Información" en el que describió el programa TIA. Además del programa en sí, la participación de Poindexter como director de la IAO también generó inquietud entre algunos, ya que había sido condenado anteriormente por mentir al Congreso y alterar y destruir documentos relacionados con el caso Irán-Contra , aunque esas condenas fueron posteriormente revocadas con el argumento de que el testimonio utilizado en su contra estaba protegido.” ¿A que se dedicaba esta agencia? Veamos lo que nos dice la wikipedia: “Se logró mediante la creación de enormes bases de datos informáticas para recopilar y almacenar la información personal de todos los residentes de Estados Unidos, incluyendo correos electrónicos personales, redes sociales, registros de tarjetas de crédito, llamadas telefónicas, historiales médicos y muchas otras fuentes, sin necesidad de una orden de registro. La información se analizaba posteriormente para detectar actividades sospechosas, conexiones entre individuos y "amenazas". El programa también incluía financiación para tecnologías de vigilancia biométrica que permitieran identificar y rastrear a personas mediante cámaras de vigilancia y otros métodos. Tras las críticas públicas de que el desarrollo y la implementación de la tecnología podrían llevar a un sistema de vigilancia masiva, el Congreso retiró la financiación de la IAO en 2003. Sin embargo, varios proyectos de la IAO siguieron financiándose bajo nombres diferentes, como reveló Edward Snowden durante las revelaciones de vigilancia masiva de 2013.” El pionero y más relevante programa de predictividad subjetiva fue la Strategic Subject List (SSL) elaborada en el año 2012 por el Instituto de Tecnología de Illinois, adoptado por la Policía de Chicago desde el año 2012. Ya en el año 2017, el conjunto de datos incluía a 398.684 personas. Han existido programas predictivos como Programa de Delincuentes Crónicos (2011-2019, PredPol y Operación LÁSER (Extracción y Restauración Estratégica en Los Ángeles), estos dos polémicos programas predictivos empleados durante una década por la Policía de Los Ángeles (LAPD), ahora ya desactivados por la cantidad de abusos y fallos cometidos. Dice Luis Lafont en su tesis “La policía predictiva más allá de Minority Report”: “Las empresas que desarrollan programas predictivos se escudan con frecuencia en el secreto comercial para no revelar los criterios que se siguen en la elaboración del algoritmo y evitar que otras compañías puedan copiar el software. Ello determina que los sistemas predictivos siguen de forma mayoritaria un modelo de caja negra que no explica al público en general ni a los usuarios los argumentos y razonamientos detrás de la predicción, en particular por quienes deben aplicarlas.” También en Europa, los sistemas predictivos de vigilancia policial se utilizan para anticipar y prevenir delitos mediante el análisis de datos. En Francia, el Analyst Notebook (i2AN) se emplea para combatir estructuras criminales y terrorismo, conectando personas y crímenes. En Italia, KeyCrime predice atracos analizando características de sospechosos y modus operandi. En los Países Bajos, el CAS identifica áreas de riesgo delictivo mediante mapas espacio-temporales. En Alemania, PRECOBS, SKALA y KIMPRO predicen la repetición de crímenes usando patrones geográficos. En el Reino Unido, Predpol, Gang Matrix y HART se centran en puntos calientes, bandas y reiteración criminal. En España, el P3-DSS (Predictive Police Patrolling) genera mapas de puntos calientes para optimizar patrullajes, EuroCop Pred-Crime apoya la predicción de delitos, y VioGen se enfoca en prevenir la violencia de género, mientras que un programa de la Guardia Civil predice incendios forestales mediante perfiles psicosociológicos. ………………………………………………………………………………………. Resumen ejecutivo de Palantir 22 de febrero de 2017 RESUMEN EJECUTIVO Palantir es la plataforma analítica líder en el mercado, utilizada a nivel estratégico, operativo y táctico en el gobierno de EE. UU. Nuestros clientes abarcan las comunidades de inteligencia, defensa y aplicación de la ley. Al combinar un potente backend con una interfaz intuitiva, Palantir le permite ejecutar sus misiones de lucha contra el terrorismo, el narcotráfico, la contrainteligencia y la contraproliferación con mayor rapidez y menos recursos. La plataforma integrada de Palantir está disponible hoy mismo y a un costo mucho menor al de un conjunto de capacidades comparable. DATOS CLAVE • Palantir es la plataforma analítica líder del mercado para CI (Contrainteligencia) , CT (Contraterrorismo), CN (Antinarcóticos) y CP (Prevención del Crimen), y actualmente se implementa en elementos de las comunidades de defensa, inteligencia y aplicación de la ley, incluyendo SOCOM (Comando de Operaciones Especiales), DIA (Agencia de Inteligencia de Defensa), CIA (Agencia Central de Inteligencia) y JIEDDO (Organización Conjunta para la Derrota de Dispositivos Explosivos Improvisados). • Palantir está listo para implementarse en su red hoy mismo. Está aprobado para JWICS (Sistema Conjunto de Comunicaciones de Inteligencia Mundial), SIPRNet (Red de Protocolo de Internet Secreta) y CWE (Entorno de Trabajo Colaborativo). • Nuestra plataforma 100 % abierta significa que Palantir se integrará a la perfección con todos sus sistemas heredados, actuales y futuros. • Con Palantir, los operadores pueden descubrir y explorar posibles conexiones utilizando cualquier tipo de información relacionada con cualquier persona, lugar o evento en su entorno analítico. Ya sea que los datos provengan de una computadora portátil en el campo, una base de datos de la sede central u otra agencia, Palantir monitorea todas las fuentes de datos de una empresa, en todos los dominios de seguridad y niveles de clasificación, para cualquier información relacionada con una entidad conocida (persona, vehículo, dispositivo de comunicación, etc.), lugar o amenaza que exista en el entorno de un operador. Desde el principio, Palantir se diseñó con la colaboración de operadores y analistas de la IC (Comunidad de Inteligencia) y el DoD (Departamento de Defensa). Sus valiosos comentarios han permitido la creación de un producto que permite a los usuarios realizar más trabajo en menos tiempo, a la vez que proporciona un mayor nivel de análisis. Palantir está diseñado para colaborar eficazmente con una red de otros usuarios, incluyendo aquellos desplegados en misiones avanzadas. Palantir se diseñó desde cero para hacer posible este tipo de solución empresarial distribuida. Palantir viene configurado con el modelo de seguridad más sofisticado del mercado. SATISFACIENDO SUS NECESIDADES DE MISIÓN. Palantir es la plataforma analítica empresarial líder a nivel mundial, que permite un entorno analítico seguro donde analistas, operadores y combatientes pueden aprovechar distintos tipos de datos de múltiples INT (Fuentes de Inteligencia. Diferentes tipos de fuentes de inteligencia, como SIGINT (inteligencia de señales), HUMINT (inteligencia humana), GEOINT (inteligencia geoespacial), etc.), a la vez que comparten sus flujos de trabajo y descubrimientos para generar conocimiento a lo largo del tiempo. Palantir reúne de forma segura datos de tráfico de mensajes, bases de datos, informes de campo, hojas de cálculo, documentos de Word, archivos XML y prácticamente cualquier otro formato, lo que permite a los usuarios organizar los datos en conocimiento y establecer conexiones vitales. Palantir Technologies comprende los desafíos únicos que enfrentan sus usuarios. Esto incluye la necesidad de descubrir grandes volúmenes de datos, colaborar y compartir información controlada, así como la necesidad de gestionar múltiples fuentes de datos dispares y garantizar la continuidad de la información en todas las rotaciones. PLATAFORMA ABIERTA • Diseñado desde su inicio para integrarse con todos los sistemas heredados, actuales y futuros • Las APIs (Interfaces de Programación de Aplicaciones) abiertas y el modelo de datos flexible de Palantir le permiten personalizar y ampliar Palantir de forma fácil y sin gastos adicionales • Importe datos en cualquier formato: bases de datos, medios confiscados, correos electrónicos, Excel, Word, PowerPoint, html, texto, csv, xml, pdf y más • Funciona con herramientas existentes, incluyendo: extractores de entidades, kits de herramientas de PNL (Procesamiento del Lenguaje Natural), análisis de redes sociales, herramientas geoespaciales o de análisis de enlaces BÚSQUEDA Y DESCUBRIMIENTO • Capacidad de búsqueda integrada en tiempo real contra fuentes de datos definidas por el usuario • Busque entidades, eventos, documentos, tráfico de mensajes, basura de bolsillo, enlaces y rutas • Descubra cómo se relacionan, conectan y conectan en red las entidades • Explore las redes conceptualmente • Desarrolle y extraiga patrones de entidad/objetivo de referencia a través del análisis de patrones • Soporte completo para contenido y búsqueda en idiomas extranjeros • Establezca y guarde parámetros de búsqueda para avisar proactivamente al usuario sobre nueva información a medida que esté disponible HERRAMIENTAS ANALÍTICAS • Analice sus datos en el ámbito relacional, temporal y geoespacial dominios • Se integra con todas las aplicaciones GIS (Sistema de Información Geográfica), incluyendo ESRI (Empresa líder en software de sistemas de información geográfica, conocida por productos como ArcGIS), Google Earth, WebTAS (Sistema de Análisis de Línea de Tiempo basado en la Web) y muchas más • Funciona con sus sistemas analíticos de imágenes y video, incluyendo su metraje UAV (Vehículo Aéreo No Tripulado, o sea los drones). • Realice búsquedas geográficas, comprenda cómo se ven geoespacialmente los datos y la inteligencia • Averigüe por qué las cosas están sucediendo donde están Vea y edite expedientes virtuales detallados que muestran relaciones, propiedades, historiales, imágenes, videos, basura de bolsillo y más. • Averigüe dónde van a suceder a continuación • Comprenda cómo se relacionan los eventos a lo largo del tiempo y cómo se relacionan las entidades con los eventos • Identifique y aproveche patrones para el análisis predictivo • Realice análisis de redes sociales (SNA) (Análisis de Redes Sociales) y enlaces • Exporte resultados analíticos con información completa de abastecimiento • Ensamble presentaciones y paquetes de segmentación/casos automáticamente COLABORACIÓN • La colaboración ha sido parte del producto desde el inicio • Los usuarios pueden compartir datos, shoeboxes, carpetas, filtros e investigaciones, todo sujeto a control de acceso • Construya redes más rápido, comprenda la superposición, haga un seguimiento de los cambios en todos los datos y suposiciones • Identifique y forme comunidades de interés ad hoc • Identifique fácilmente las brechas de recopilación CONTROL DE ACCESO Y SEGURIDAD EXTENSIVOS • Admite descubrimiento abierto: el sistema identifica otros datos relevantes existentes asociados con la consulta de los usuarios • Admite descubrimiento cerrado: el sistema puede restringir el descubrimiento a los usuarios, protegiendo así las fuentes y los métodos confidenciales y mitigando los riesgos de CI • Con el modelo de control de acceso de Palantir, la información confidencial se puede compartimentar y asegurar COMPROMETIDOS A SUPERAR SUS EXPECTATIVAS Somos una empresa de productos. Ofrecemos el mejor producto del mercado al mejor valor. Respaldamos el producto. Una inversión en Palantir es todo incluido. Cuando compra nuestro producto, obtiene todo lo que podría necesitar para que Palantir trabaje para usted, incluyendo capacitación, soporte e infraestructura escalable que cumpla con sus requisitos técnicos. ESCALA • Palantir está diseñado para escalar de forma rentable. Cree rápidamente conocimiento y estructura a partir del tráfico de mensajes. • Maneja fácilmente cientos de millones de entidades, eventos y documentos. INFORMACIÓN TÉCNICA BÁSICA • Interoperabilidad mediante SOAP y servicios web • Implementable en la web • Funciona con conexiones satelitales o de bajo ancho de banda • Funciona sin conectividad mediante resincronizaciones periódicas. Cumple con SOA (Arquitectura Orientada a Servicios) • Escalable en hardware estándar CAPACITACIÓN • Palantir ofrece una serie de videos de capacitación específicos para cada cliente y misión, lo que permite una capacitación oportuna y un fácil acceso a material de actualización • Palantir es la aplicación más fácil de usar en esta categoría. Un día de capacitación es todo lo que se necesita; entendemos que tiene un trabajo que hacer • Palantir impartirá capacitación en cualquier lugar del mundo donde nos necesite. La capacitación está incluida con el producto MANTENIMIENTO/SOPORTE • No se requiere personal especial ni gastos generales excesivos • Soporte y servicio a demanda para unidades desplegadas en el frente, 24/7/365, sin costo adicional • Soporte reconocido y centrado en la misión: si nos necesita, Palantir estará con usted en cualquier lugar del mundo, en cualquier momento. Los registros analíticos detallados permiten a los analistas ver visualmente las líneas de investigación en las que están trabajando y regresar a cualquier posición anterior. A continuación, se describen en español las abreviaturas mencionadas en el texto proporcionado, en el contexto del resumen ejecutivo de la web de Palantir en 2017: CI: Counterintelligence (Contrainteligencia). Se refiere a actividades destinadas a prevenir, detectar y neutralizar acciones de inteligencia hostiles por parte de adversarios. CT: Counterterrorism (Contraterrorismo). Actividades y operaciones enfocadas en prevenir, disuadir y responder a actos de terrorismo. CN: Counternarcotics (Antinarcóticos). Esfuerzos para combatir el tráfico y la producción de drogas ilícitas. CP: Crime Prevention (Prevención del Crimen). Estrategias y acciones para prevenir actividades delictivas. SOCOM: Special Operations Command (Comando de Operaciones Especiales). Unidad militar de los Estados Unidos que supervisa operaciones especiales. DIA: Defense Intelligence Agency (Agencia de Inteligencia de Defensa). Agencia del Departamento de Defensa de EE. UU. encargada de proporcionar inteligencia militar. CIA: Central Intelligence Agency (Agencia Central de Inteligencia). Agencia de inteligencia de EE. UU. responsable de la recopilación, análisis y difusión de inteligencia extranjera. JIEDDO: Joint Improvised Explosive Device Defeat Organization (Organización Conjunta para la Derrota de Dispositivos Explosivos Improvisados). Entidad enfocada en combatir la amenaza de dispositivos explosivos improvisados. JWICS: Joint Worldwide Intelligence Communications System (Sistema Conjunto de Comunicaciones de Inteligencia Mundial). Red segura utilizada por el gobierno de EE. UU. para transmitir información clasificada. SIPRNet: Secret Internet Protocol Router Network (Red de Protocolo de Internet Secreta). Red segura del Departamento de Defensa de EE. UU. para datos clasificados hasta nivel secreto. CWE: Collaborative Working Environment (Entorno de Trabajo Colaborativo). Plataforma o sistema que facilita la colaboración entre usuarios en un entorno seguro. IC: Intelligence Community (Comunidad de Inteligencia). Conjunto de agencias y organizaciones gubernamentales de EE. UU. que recopilan y analizan inteligencia. DoD: Department of Defense (Departamento de Defensa). Departamento del gobierno de EE. UU. responsable de la seguridad militar. INTs: Intelligence Sources (Fuentes de Inteligencia). Diferentes tipos de fuentes de inteligencia, como SIGINT (inteligencia de señales), HUMINT (inteligencia humana), GEOINT (inteligencia geoespacial), etc. APIs: Application Programming Interfaces (Interfaces de Programación de Aplicaciones). Conjunto de definiciones y herramientas que permiten la integración y comunicación entre diferentes sistemas de software. NLP: Natural Language Processing (Procesamiento del Lenguaje Natural). En este contexto, no se refiere a programación neurolingüística, sino a tecnologías que permiten a las computadoras entender y procesar el lenguaje humano, como en el análisis de textos. GIS: Geographic Information System (Sistema de Información Geográfica). Tecnología para capturar, almacenar, analizar y visualizar datos geográficos. ESRI: Environmental Systems Research Institute. Empresa líder en software de sistemas de información geográfica, conocida por productos como ArcGIS. WebTAS: Web-based Timeline Analysis System (Sistema de Análisis de Línea de Tiempo basado en la Web). Herramienta para análisis temporal y visualización de datos. UAV: Unmanned Aerial Vehicle (Vehículo Aéreo No Tripulado). Drones utilizados para recopilar inteligencia, vigilancia y reconocimiento. SNA: Social Network Analysis (Análisis de Redes Sociales). Técnica para analizar relaciones y conexiones entre entidades, como personas u organizaciones. SOA: Service-Oriented Architecture (Arquitectura Orientada a Servicios). Modelo de diseño de software que permite la interoperabilidad entre sistemas a través de servicios. ………………………………………………………………………………………. ¡La IA Truth Terminal y la cripto Goatseus Maximus (GOAT) son la locura del momento! Esta IA, creada por Andy Ayrey, promocionó un token inspirado en un meme absurdo. En días, GOAT pasó de $5K a $600M en Solana. ¡La primera IA millonaria cripto! #Criptomonedas Truth Terminal no creó GOAT, pero sus tuits sobre el "Evangelio de Goatse" encendieron la chispa. Con 221K seguidores en X y apoyo de figuras como Marc Andreessen, la IA se volvió un influencer viral. ¡Los memes mueven montañas (y mercados)! #IA #Memes GOAT explotó por el hype: la mezcla de IA, cultura memética y fiebre cripto. Pero ojo, es puro especulación, sin utilidad real. Su valor puede caer tan rápido como subió. ¿Riesgo o revolución? #GoatseusMaximus #Solana Este caso muestra el poder de las IAs en la economía digital. ¿Y si una IA crea la próxima gran tendencia? Pregunta para el futuro: ¿hasta dónde puede llegar una "cabra robot"? Evidentemente no creo en casualidad al utilizar ese símbolo. ………………………………………………………………………………………. Conductor del programa UTP Ramón Valero @tecn_preocupado Canal en Telegram @UnTecnicoPreocupado Un técnico Preocupado un FP2 IVOOX UTP http://cutt.ly/dzhhGrf BLOG http://cutt.ly/dzhh2LX Ayúdame desde mi Crowfunding aquí https://cutt.ly/W0DsPVq Invitados ToniM @ToniMbuscadores ………………………………………………………………………………………. Enlaces citados en el podcast: AYUDA A TRAVÉS DE LA COMPRA DE MIS LIBROS https://tecnicopreocupado.com/2024/11/16/ayuda-a-traves-de-la-compra-de-mis-libros/ Hablamos de los inicios de la IA. Del desconocido lenguaje LISP y su creador, el matemático John McCarthy. Desarrolló LISP en 1958 mientras trabajaba en el Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT) https://x.com/ForoHistorico/status/1947195214654755117 LISP, el "lenguaje de DIOS” https://www.youtube.com/watch?v=-QHTPXOHvIo John McCarthy, fue el creador del término AI (inteligencia artificial) matemático creador del lenguaje LISP https://t.co/yOn2wkWxft Paypal Mafia https://t.co/3NzI5ip8AY Fotografia de la Mafia Paypal https://x.com/tecn_preocupado/status/1950966922436071808 Tres videos imprescindibles para saber que es la IA, El JUEGO de TRONOS de la IA https://www.youtube.com/playlist?list=PL9F_ciS2nrqbbb36xELupv3n7VG8vqo-4 Gustavo Entrala, España: “Dios me propuso un plan más original que el mío” https://www.youtube.com/watch?v=oyzgK3FyCEM Gustavo Entrala, la historia del emprendedor español que se convirtió en el 'tuitero' del Papa https://www.elconfidencial.com/sociedad/2011-07-01/gustavo-entrala-la-historia-del-emprendedor-espanol-que-se-convirtio-en-el-tuitero-del-papa_397339/ Origen de Palantir, la TIA ("Total Information Awareness") Oficina de Concienciación sobre la Información https://en.wikipedia.org/wiki/Information_Awareness_Office PALANTIR TECHNOLOGIES: Análisis Completo, Origen y SECRETOS. El ojo que todo lo ve https://www.youtube.com/watch?v=RhPd3ADOb8Y El plan secreto de Peter Thiel y Palantir para controlar el mundo desde la sombra. El Hilo Rojo https://www.youtube.com/live/U4zYzyYDwfQ Resumen ejecutivo de Palantir en 2017 https://theintercept.com/document/palantir-executive-summary/ CON LA AYUDA DE PALANTIR, EL DEPARTAMENTO DE POLICÍA DE LOS ÁNGELES UTILIZA LA VIGILANCIA PREDICTIVA PARA MONITOREAR A PERSONAS Y VECINDARIOS ESPECÍFICOS https://theintercept.com/2018/05/11/predictive-policing-surveillance-los-angeles/ La Policía de Los Ángeles desmanteló el programa Láser tras acusaciones de racismo y homicidios https://losangelespress.org/estados-unidos/2023/oct/30/la-policia-de-los-angeles-ante-un-abismo-tecnologico-6891.html La policía predictiva más allá de Minority Report https://diariolaley.laleynext.es/Content/Documento.aspx?params=H4sIAAAAAAAEAMtMSbF1CTEAAhMLE0sLY7Wy1KLizPw8WyMDI1MDY0MDkEBmWqVLfnJIZUGqbVpiTnEqACblGuI1AAAAWKE Reglamento Europeo sobre Inteligencia Artificial (LA LEY 16665/2024) https://eur-lex.europa.eu/legal-content/ES/TXT/?uri=CELEX:32024R1689 LO QUE NO DEBERIAS SABER SOBRE EL PNR https://tecnicopreocupado.com/2019/03/14/lo-que-no-deberias-saber-sobre-el-pnr/ El director de Google DeepMind señala solo un 50% de probabilidad de que la inteligencia artificial iguale a la mente humana para 2030, y revela los dos grandes obstáculos https://www.infobae.com/tecno/2025/07/30/el-director-de-google-deepmind-senala-solo-un-50-de-probabilidad-de-que-la-inteligencia-artificial-iguale-a-la-mente-humana-para-2030-y-revela-los-dos-grandes-obstaculos/ El anillo de Palantir https://x.com/tecn_preocupado/status/1951931375692497372 Imagen del libro ESTRUCTURA E INTERPRETACIÓN DE PROGRAMAS DE COMPUTADORA https://x.com/tecn_preocupado/status/1949064395213959413 ………………………………………………………………………………………. Música utilizada en este podcast: Tema inicial Heros Epílogo FOK - Formes de llenguatge: odi i por https://www.youtube.com/watch?v=jCUpPxOtzpQ
La Anexión del Partido de Nicoya al territorio nacional fue un largo proceso iniciado incluso antes de su formalización en 1824 y que culminó hasta 1838, cuando las municipalidades de Nicoya, Santa Cruz y Villa Guanacaste (actualmente Liberia) ratificaron su decisión de seguir vinculadas a Costa Rica. Geográficamente, esos tres territorios comprendían las tierras al oeste del río Tempisque hasta el océano Pacífico. Al norte se extendían desde el río Salto hasta el lago de Nicaragua. Como todo evento sociopolítico tenemos que comprenderlo en su contexto, con sus particularidades. Y claro, con el transcurrir del tiempo podemos poner en perspectiva aquella histórica decisión en lo atinente a la consolidación de nuestra identidad y soberanía. Para celebrar los 201 años de la Anexión conversamos con la historiadora Ana María Botey Sobrado.
Neste episódio do Vivendo e Empreendendo, vamos falar sobre um diferencial poderoso que tem ajudado produtores, marcas e territórios a se destacarem no mercado: as certificações e indicação geográfica. Elas ajudam a comunicar qualidade, origem e autenticidade e, também, geram confiança, aumentam o valor percebido e impulsionam as vendas. Para esse bate-papo, temos dois convidados que entendem tudo do assunto: Maíra Fontenele Santana - gestora de projetos de Indicação Geográfica do Sebrae Nacional, que trabalha diretamente com estratégias para fortalecer os territórios e produtos com identidade própria. E José Paulo Cairoli, presidente da Associação Brasileira de Angus e Ultrablack, referência em certificação de carne de qualidade no Brasil.
Con Hans-Günter Kellner, Mathieu de Taillac, Íñigo Domínguez y Sarah Morris repasamos la actualidad de la semana. Sumamos a la conversación a Marta Montilla, jefa del Servicio de Documentación Geográfica y Biblioteca del Instituto Geográfico Nacional y a Bárbara Alonso, responsable de Toponimia del Atlas Nacional de España para hablar sobre cómo se determinan los nombres de ciudades, pueblos y accidentes geográficos.
Con Hans-Günter Kellner, Mathieu de Taillac, Íñigo Domínguez y Sarah Morris repasamos la actualidad de la semana. Sumamos a la conversación a Marta Montilla, jefa del Servicio de Documentación Geográfica y Biblioteca del Instituto Geográfico Nacional y a Bárbara Alonso, responsable de Toponimia del Atlas Nacional de España para hablar sobre cómo se determinan los nombres de ciudades, pueblos y accidentes geográficos.
Debate da Super Manhã: Com a proposta de ampliação e melhoria no abastecimento de água e tratamento de esgoto, e visando as metas estabelecidas pelo Marco Legal do Saneamento, o Governo de Pernambuco avança no processo de privatização parcial da Companhia Pernambucana de Saneamento, a Compesa. No debate desta sexta-feira (14), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre as atualizações do processo de privatização de parte da empresa estatal e os possíveis impactos na rotina dos pernambucanos e no meio ambiente. Participam o secretário de Recursos Hídricos e Saneamento de Pernambuco, Almir Cirilo, o deputado federal, Pedro Campos (PSB), e o professor do Programa de Pós-Graduação em Geografia do Departamento de Ciências Geográficas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Osvaldo Girão.