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+++ Haie nehmen Mantas zum Kratzen +++ Japan rutscht sechs Millimeter nach Osten +++ Politik braucht Emotionen +++ Unbekannte Mozartstücke entdeckt +++**********Weiterführende Quellen zu dieser Folge:Chafing behavior by Galapagos sharks on oceanic manta rays in North America's largest marine protected area, Marine Biodiversity, 01.04.2026ScS-triggered slip on megathrust interfaces after the 2011 MW 9.0 Tohoku-Oki earthquake, Science, 18.06.2026Die Philosophie der Gefühle: Wie Emotionen unser Weltverhältnis prägen, Interview auf der Website der Uni, Zugriff: 19.06.2026Découverte d'un manuscrit autographe inédit de Mozart au département de la Musique de la BnF, Pressemitteilung der Französischen Nationalbibliothek, 19.06.2026**********Ihr könnt uns auch auf diesen Kanälen folgen: TikTok und Instagram .
Le 5/5 d'Amandine Bégot : 1 jeune sur 3 a déjà conduit sous l'emprise de la drogue ou de l'alcool 12 % des jeunes ont déjà consommé du protoxyde d'azote Association Antoine Alleno : du rap au service de la prévention PSG : Achraf Hakimi bientôt jugé pour viol Lyhanna : l'autopsie confirme la thèse du viol l'ADN de jérôme Barella retrouvée sur le corps de Lyhanna Lyhanna : son corps aurait été bâillonné avec du scotch Lyhanna : des traces d'ecchymoses retrouvées sur le corps Emmanuel Macron évoque “un continent caché” de violences sexuelles Ukraine : 3 morts dans des frappes russes Russie : Poutine plus isolé que jamais Ukraine : Loukachenko présente ses excuses à Zelensky Un nouveau manuscrit de Mozart découvert à la BNF Fête de la musique : la Philharmonie jouera des inédits de MozartCoupe du monde : Le monde entier met l'ambiance aux Etats-Unis Les belles histoires de la Coupe du mondeNew York met à l'honneur ses basketteurs Coupe du monde : la star de la première semaine Backroom : quand les spectateurs font du doublageTous les vendredi et samedi vers 19h40 sur France 5, Amandine Bégot vous fait un point sur l'actualité du jour dans son “5 sur 5”.
A Biblioteca Nacional de França organiza uma exposição sobre mapas, mostrando alguns exemplares portugueses do século XVI. São mapas que mostram o Mundo conhecido, mas que representam também o desconhecido, com todos os mitos e já algumas marcas de crenças que se vão perpetuar nos séculos seguintes marcados pelo colonialismo. Um mapa serve para orientar, guiar e percorrer um caminho até ao ponto de chegada. Olhamos para os mapas, agora nos nossos telemóveis, para nos assegurarmos que fazemos o percurso mais curto ou traçamos a rota mais directa. Mas tempos houve em que os mapas misturavam mundos fantásticos, certezas matemáticas e vontades políticas. Na exposição “Cartes Imaginaires” ou “Mapas Imaginários”, patente na Biblioteca Nacional de França, ou BnF, em Paris, até 19 de Julho, o departamento de mapas desta instituição retraça os primórdios dos nossos mapas modernos, com exemplares desde o século XIV até aos mapas reinterpretados por artistas contemporâneos. Na primeira parte da exposição, chamada “Mundos Inexplorados” figuram grandes cartógrafos portugueses ou ao serviço dos reis portugueses. Entre o acervo mostrado ao público está o Atlas Miller, um atlas que data de 1519 e foi elaborado pelos cartógrafos Lopo Homem, Pedro Reinel e Jorge Reinel ilustrado pelo miniaturista António de Holanda. Este mapa exaustivo para a sua época traça o Oceano Atlântico Norte, a Europa do Norte, Madagáscar, ou ainda o Brasil. Terá sido oferecido pelo Rei D.Manuel a Francisco I de França. Para as comissárias da exposição Julie Garel-Grislin et Cristina Ion, este é um trabalho de precisão, confirmado com certezas matemáticas e também imaginação à mistura. “Eles faziam bem o seu trabalho. O que é interessante sobre esta exposição, e falando especificamente sobre os mapas portugueses e, em particular, temos o Atlas de Miller, que foi produzido em 1519, é que podemos ver que há mapas que são muito precisos e outros que são muito menos. É verdade que a precisão dos mapas que apresentamos é muito desigual No entanto, por exemplo, no que diz respeito às linhas costeiras, exploradas já há muitos anos pelos ocidentais, temos uma linha bastante precisa e ela também é o resultado do trabalho colaborativo de todos os navegadores”, explicou a comsisária Julie Garel-Grislin. “Esta cartografia marítima era, acima de tudo, uma cartografia de experiências, portanto não era, estritamente falando, uma cartografia matemática, como a cartografia que seria herdada da chegada ao Ocidente da geografia de Ptolomeu. Mas isso não significa que as duas tradições sejam mutuamente exclusivas; pelo contrário, a tradição da cartografia matemática e a tradição da cartografia, digamos, empírica, realmente complementam-se e enriqueceram-se mutuamente. Elas interagiam e os atlas que circularam com a geografia de Ptolomeu tinham ido buscar referências da cartografia marítima. Já os mapas náuticos foram buscar à geografia matemática questões de escala ou o clima”, complementou Cristina Ion. “Se pensarmos no continente africano, é preciso saber que os mapas feitos pelos portugueses, em particular, foram retomados, reformulados e assim por diante. E isto aconteceu até ao período moderno. Os mapas feitos pelos portugueses tinham uma enorme influência, o que significa que teríamos um mapa que seria copiado e disseminado entre todos os cartógrafos europeus. Portanto, no que diz respeito ao Ocidente, os mapas portugueses não são influentes, é algo diferente, Eles são como uma matriz para os outros cartógrafos”, reforçou Julie Garel-Grislin. Mais do que indicar caminhos, o Atlas Miller mostra a fauna e a flora dos continentes assim como as projecções mais ou menos correctas sobre os habitantes de terras longínquas. Estas interpretações do outro levaram a preconceitos que se cristalizaram durante séculos sobre a estratificação dos seres humanos e a capacidades dos povos europeus a reconhecerem a humanidade dos povos autóctones sobretudo em África e na América. “Estas representações não foram produzidas inicialmente para justificar ou legitimar a escravidão, pois elas são muito mais antigas do que esse flagelo. Obviamente, essas representações têm outras origens. Elas derivam de textos antigos, mas é verdade que elas ajudaram a construir uma certa maneira de olhar para a África, para as pessoas que vivem lá, e, claro, num certo sentido, a tornar a escravidão talvez mais fácil de pensar, de aceitar, de praticar para os países colonizadores”, afirmou Julie Garel-Grislin. “A presença dessas criaturas híbridas nos mapas deve-se principalmente a textos antigos, particularmente à “História Natural” de Plínio, o Velho, escrita no I século depois de Cristo e que foi transmitida pelo enciclopedismo medieval e que levou a colocar monstros nos mapas. Isso não era, de forma alguma, uma maneira de desumanizar os seres humanos, mas, ao contrário, de mostrar como os monstros faziam parte da criação. Eles não estavam fora do Mundo, estavam no Mundo. Depois, durante o período conhecido como as Grandes Descobertas, começou a haver um encontro real e efectivo entre os europeus e os povos indígenas, especialmente do continente americano. Com toda a ambiguidade e o debate que surgia já nos textos da época, à volta da natureza, desses povos que eram ao mesmo tempo adornados com todas as virtudes da antiguidade e considerados como selvagens que comiam carne humana e ignoravam a salvação da alma. Mesmo nessa altura já havia debates que denunciam a violência da colonização europeia e, paradoxalmente, em última análise, a escravidão em larga escala e a exploração colonial maciça de outros continentes pelos europeus”, explicou Cristina Ion. Se no início do período das grandes descobertas, estas representações tinham um sentido quase religioso e a necessidade de representar o desconhecido, rapidamente, e com a prática da escravatura em massa, muitos destes mapas foram sendo alterados e substituídos por grandes espaços brancos. Espaços brancos convidavam à aventura, à conquista, ou seja, à colonização. Nos séculos XV e XVI, os mapas constituíam um símbolo de conhecimento e estatuto de um país, mas sobretudo uma ferramenta de poder para os monarcas em pleno período de Descobertas. “É um facto. Sabemos muito bem que os mapas, especialmente naquela época, eram um instrumento essencial de poder. Claro que os vemos como obras de prestígio, mas eles são instrumentos de Estado, instrumentos de poder, e também podemos ver isso, por exemplo, na questão do Tratado de Tordesilhas. Agora sabemos que, aparentemente, os portugueses estavam mais bem informados do que aparentavam estar”, detalhou Julie Garel-Grislin. “Os mapas eram estritamente controlados pelos Estados e pelos reinos ibéricos, que estavam envolvidos numa competição aguerrida pelo controlo das rotas marítimas. E os mapas eram segredos de Estado. De facto, eles eram guardados a sete chaves e protegidos de espiões, sendo copiados, transmitidos e transportados em segredo”, indicou Cristina Ion. Para a exposição “Mapas Imaginários”, foi preciso escolher entre cerca de um milhão de mapas, 10 mil atlas e 300 globos. Um trabalho de supressão permanente com explica a comissária Julie Garel-Grislin. “Organizar uma exposição foi uma experiência de privação e supressão. Portanto, foi extremamente difícil escolher. Foi mesmo muito complicado. A ideia era encontrar mapas que fossem suficientemente inteligíveis em si mesmos, que também tivessem um apelo estético interessante e que os mapas pudessem interagir uns com os outros. Ou seja, que se encaixassem no itinerário da exposição, que se encaixassem no objectivo intelectual que definimos com a Cristina e que, colocados lado a lado, constituíssem esse diálogo”, declarou Julie Garel-Grislin. A Biblioteca Nacional de França faz um esforço quotidiano de preservação destas obras, muitas delas com mais de cinco séculos, o que significa um investimento permanente nas condições de acondicionamento, no restauro e na conservação. Recentemente, o Departamento de Mapas e Planos mudou-se para as novas instalações, na renovada Biblioteca Richelieu. Esta obra custou quase 270 milhões de euros e as obras duraram 12 anos, com a mudança das colecções para este palácio a ser chamada “a mudança do século” já que foi preciso transportar 42 milhões de objectos entre mapas, moedas ou livros raros e preciosos. “Tem sido um grande esforço nos últimos 10 anos na configuração de um lugar de armazenamento. O departamento de mapas e planos foi transferido para a recém-restaurada Biblioteca Richelieu e aí, nessas novas instalações temos 14 quilómetros para armazenar e bem acondicionar os nossos mapas”, concluiu Cristina Ion. A exposição “Mapas Imaginários”, que inclui também a história de como muitos autores de ficção e não só criaram os Mundos para os seus livros, está patente na Biblioteca François Mitterrand, em Paris, até dia 19 de Julho.
Demi-journée d'étude coordonnée par Emmanuelle BermèsPorté conjointement par la Bibliothèque nationale de France et le Comité d'histoire du ministère de la Culture, le séminaire « Une histoire de la BnF » propose de poser un regard extérieur sur l'histoire de l'établissement, en interrogeant ses liens avec les autres acteurs culturels et l'histoire des politiques publiques.Du projet architectural à l'informatisation du catalogue en passant par la répartition des collections, l'ouverture du site de Tolbiac ne se fit pas sans heurts ni controverses. Trente ans après, cette séance proposera d'esquisser une histoire émotionnelle de la « Très Grande Bibliothèque ».Séance coordonnée par Emmanuelle Bermès (École nationale des chartes), enregistrée le 29 mai 2026 à la BnF I François-Mitterrand Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
Au sommaire :Annonce de la construction d'une salle de tribunal dans la prison de Fleury-Mérogis pour juger les détenus les plus dangereux, dans le cadre de la lutte contre la criminalité organisée.Survol du territoire roumain, membre de l'OTAN, par un drone russe qui s'est écrasé sur un immeuble, soulignant les tensions géopolitiques en Europe de l'Est.Bénéfices records de TotalEnergies au premier trimestre, relançant le débat sur la taxation des superprofits des entreprises pétrolières.Rapport sénatorial alarmant sur l'urgence de rénover le site François Mitterrand de la Bibliothèque Nationale de France, vieillissant et coûteux.Impact économique potentiellement important des canicules à venir, avec des pertes de PIB estimées jusqu'à 7% pour les pays les plus exposés.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Rencontre organisée par le Centre national de la littérature pour la jeunesse de la BnFDans le cadre du cycle « Les visiteurs du soir », le Centre national de la littérature pour la jeunesse (CNLJ) de la BnF propose des rencontres régulières avec des professionnels du livre et de l'enfance. La littérature pour la jeunesse entretient avec la carte un rapport singulier. Son rôle n'est pas d'orienter le lecteur dans le dédale des mondes fictionnels, mais de l'inviter à en dépasser les frontières. Cette conférence propose de plonger dans certaines de ces cartes, du panorama du monde enchanté de Bernard Sleigh aux cartes de Narnia ou de Bilbo le Hobbit.Séance enregistrée le 5 mai 2026 à la BnF I François-Mitterrand. Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
durée : 00:49:24 - La 20e heure - par : Eva Bester - L'architecte et urbaniste spécialiste du "groundscape" Dominique Perrault, auréolé du prestigieux prix Mies van der Rohe pour la BnF en 1997, voit paraitre une imposante Monographie de plus de 440 pages qui lui est consacrée dans la Collection beaux Livres de chez Gallimard. - réalisation : Lola Costantini, Céline Villegas, Fanny Leroy, Franck Olivar, Juliette Lorphelin, Anaïs Boucher - invités : Dominique Perrault Architecte de la Bibliothèque François Mitterrand Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France
durée : 01:48:43 - Comme un samedi - par : Arnaud Laporte - Une carte blanche autour de l'image, de la photographie, du visage, avec l'artiste plasticienne Valérie Belin et ses invité·e·s. - réalisation : Alexandre Fougeron - invités : Valérie Belin Artiste plasticienne et photographe; Camille Morineau Historienne de l'art, directrice de l'association Aware (Archives of Women Artists, Research and Exhibitions); Héloïse Conésa Conservatrice en charge de la photographie contemporaine au département des Estampes et de la photographie de la BnF; Jean-Pierre Criqui Historien d'art; Aure Chanteuse Folk
Et si la qualité des données valait mieux que leur quantité ? C'est le pari audacieux que défend Rémi Daudin, directeur scientifique de Forvia, l'équipementier automobile né de la fusion de Faurecia et HELLA. Physicien de formation, passé par la physique des particules, l'industrie pétrolière et l'automobile, il porte un projet qui bouscule les fondements mêmes du développement des grands modèles de langage (LLM) : les entraîner sur les fonds des bibliothèques nationales plutôt que sur le web ouvert.« Les données du web, c'est de la soupe », résume-t-il sans détour. Publicités, opinions non sourcées, contenus dupliqués — les LLM actuels ingèrent en masse des informations de mauvaise qualité, ce qui les contraint à gonfler leurs paramètres pour absorber cette complexité. Résultat : des modèles lourds, coûteux, et potentiellement biaisés. « Si 10 % du corpus affirme que la Terre est plate, le modèle le répètera une fois sur dix », illustre-t-il. Sa solution ? Se tourner vers les bibliothèques. Un livre, contrairement à une page web, est un raisonnement construit, vérifié, légal. La Bibliothèque nationale de France, qui numérise ses collections depuis trente ans, compte dix millions d'œuvres. Selon Rémi Daudin, s'entraîner sur un tel corpus permettrait de produire des modèles 100 fois plus efficaces, plus petits, moins énergivores — et non biaisés.Le projet, baptisé Mirandola — en référence à Jean Pic de la Mirandole, l'humaniste italien qui aspirait à tout savoir — se veut aussi un acte de souveraineté culturelle. À l'heure où les algorithmes américains façonnent l'information mondiale, l'idée est de redonner à l'Europe la maîtrise de ses valeurs et de sa vérité. L'Académie française, la BNF et des décideurs politiques seraient déjà sensibles à la démarche. Encore en phase d'amorçage, Mirandola cherche ses partenaires techniques — possiblement un acteur européen du LLM — pour une première phase estimée entre six et douze mois. Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
We talk frankly about why medicines in pregnancy and breastfeeding feel frightening, even though most women take something during pregnancy and many treatments are genuinely safe. We break down why the evidence is often patchy, how to think about benefit versus risk, and where to find clear information you can trust. • British Pharmacological Society statement and the scale of medicine use in pregnancy • why pregnant and breastfeeding women are often excluded from trials • how the BNF language can feel alarming and unhelpful • benefit versus risk and why untreated illness can be the bigger danger • common prescriptions in pregnancy such as antibiotics for UTIs, anti sickness drugs and reflux medicines • how pregnancy physiology can change dosing and drug clearance • women's anxiety when advice is unclear or conflicting • practical resources: BUMPS for patients and UKTIS for health professionals • why considering research participation can improve care for future womenWant to know more:https://www.medicinesinpregnancy.org/https://uktis.org/https://www.bps.ac.uk/fileadmin/uploads/bps/Policy_statements/BPS_Position_Statement-_Medications_in_Pregnancy_and_Breastfeeding__1_.pdf https://bmjopen.bmj.com/content/4/2/e004365If you have, it'd be fantastic if you could subscribe, rate and review on whatever platform you find your podcasts, as well as recommending the Obspod to anyone you think might find it interesting. If you want to get in touch to suggest topics for future episodes, you can find me at the Obspod on Instagram, and you can email me atobspod at gmail.com. If you've enjoyed my episodes and by chance you do have a tiny bit to spare, you can now contribute to keep the podcast going and keep it free via my link to buy me a coffee. Don't feel under any obligation. But if you'd like to contribute, you now can. Thank you all for listening, My name is Florence Wilcock I am an NHS doctor working as an obstetrician, specialising in the care of both mother and baby during pregnancy and birth. If you have enjoyed my podcast please do continue to subscribe, rate, review and recommend my podcast on your podcast provider.If you have found my ideas helpful whilst expecting your baby or working in maternity care please spread the word & help theobspod reach other parents or staff who may be interested in exploring all things pregnancy and birth. Keeping my podcast running without ads or sponsorship is important to me. I want to keep it free and accessible to all but it costs me a small amount each month to maintain and keep the episodes live, if you wish to contribute anything to support theobspod please head over to my buy me a coffee page https://bmc.link/theobspodV any donation very gratefully received however small. Its easy to explore my back catalogue of episodes, I have a wide range of topics that may help you make decisions for yourself and your baby during pregnancy as well as some more reflective episodes on life as a doctor. If you want to get in touch to suggest topics, I love to hear your thoughts and ideas. You can find out more about me on Twitter @FWmaternity & @TheObsPod as well as Instagram @TheObsPod and email me on TheObsPod@gmail.com Please also check out #MatExp matexp.org.uk for ideas about how...
Dario MantovaniDroit, culture et société de la Rome antiqueCollège de FranceAnnée 2025-2026Colloque - In Margine. La philologie des paratextes et ses enjeux. Droit, littératures, religion : La mise en page comme paratexte dans un compendium légal : MS BNF hébreu 311Session 1 : DroitPrésident de séance : Xavier Prévost (université de Bordeaux)Judith Olszowy SchlangerÉcole Pratique des Hautes Études, Université of Oxford
Dario MantovaniDroit, culture et société de la Rome antiqueCollège de FranceAnnée 2025-2026Colloque - In Margine. La philologie des paratextes et ses enjeux. Droit, littératures, religion : La mise en page comme paratexte dans un compendium légal : MS BNF hébreu 311Session 1 : DroitPrésident de séance : Xavier Prévost (université de Bordeaux)Judith Olszowy SchlangerÉcole Pratique des Hautes Études, Université of Oxford
“Cartes imaginaires” Inventer des mondesà la BnF I François-Mitterrand, Parisdu 24 mars au 19 juillet 2026Entretien avec Julie Garel-Grislin & Cristina Ion, conservatrices au département des Cartes et plans de la BnF et commissaires de l'exposition,par Anne-Frédérique Fer, à Paris, le 23 mars 2026, durée 17'25,© FranceFineArt.https://francefineart.com/2026/03/23/3703_cartes-imaginaires_bnf-francois-mitterrand/Communiqué de presseCommissariat :Julie Garel-Grislin & Cristina Ion, conservatrices au département des Cartes et plans de la BnFL'exposition Cartes imaginaires. Inventer des mondes invite les visiteurs à un voyage aux frontières du réel et de la fiction, à la découverte des liens entre cartographie et imaginaire. Car si les cartes tracent d'ordinaire les contours de terres connues, elles donnent également forme à des territoires imaginaires qui prolongent, interprètent ou personnalisent le monde réel. Conçu comme une expérience sensorielle et immersive, avec une attention particulière portée à la lumière et aux ambiances sonores, le parcours de l'exposition plonge les visiteurs dans des mondes inexplorés, mythiques ou littéraires. Il permet d'admirer 200 oeuvres mêlant parchemins médiévaux et art contemporain, atlas et livres imprimés, dessins et jeux vidéo.Passant du paradis terrestre à l'Atlantide, de l'Eldorado au monde de Narnia et des territoires de Game of Thrones à ceux d'Assassin's Creed, les visiteurs découvrent de nombreux chefs-d'œuvre cartographiques conservés au département des Cartes et plans de la BnF, ainsi que des prêts majeurs du musée Guimet, de la British Library, de la Bibliothèque bodléienne d'Oxford, de la Bibliothèque royale de Belgique et de la Bibliothèque apostolique Vaticane. Ainsi rassemblées, ces pièces d'exception font dialoguer différents espaces-temps, suscitant la réflexion, l'amusement ou la rêverie, et rappellent qu'il est nécessaire d'imaginer le monde pour pouvoir le représenter.Parcours de l'exposition – Un voyage en quatre escalesL'exposition conduit les visiteurs de tout âge au plus près de trésors rarement montrés au public et se déploie en quatre escales.La première nous entraîne dans les mondes inexplorés et plonge le visiteur au coeur de l'iconographie cartographique.Au-delà des tracés géographiques, les cartes intègrent des figures fabuleuses empruntées aux sources antiques et religieuses et transmises à travers les encyclopédies médiévales. Ces créatures peuplent les marges des terres connues et témoignent de la manière dont l'imaginaire se projette sur les territoires à découvrir.Le visiteur explore ainsi cinq continents, en compagnie de créatures chimériques qui seront progressivement chassées des cartes au XVIIIe siècle.La seconde présente les mondes légendaires, ces lieux imaginaires que l'on a crus réels.Mêlant réalité et merveilleux, les cartographes leur ont attribué une localisation terrestre : l'Atlantide, le royaume du prêtre Jean, l'Eldorado ou le paradis terrestre prennent forme sur le globe. Cette section entraîne le visiteur à la lisière des mondes terrestres et célestes. Les cartes extra-occidentales, notamment bouddhistes avec la représentation du mont Meru, témoignent d'une volonté d'ancrer dans l'espace des lieux mythiques à forte charge symbolique et cosmologique.La troisième explore les mondes littéraires, où la fiction émancipe les constructions géographiques de la réalité. Ces cartes imaginaires confèrent une consistance aux univers narratifs, du réalisme à la fantasy. Le visiteur déambule ainsi de L'Île au trésor à Narnia, de Final Fantasy à Game of Thrones.Pour clore le voyage, la quatrième escale considère la carte dans sa dimension évocatrice et subjective et fait dialoguer œuvres anciennes et oeuvres d'artistes contemporains qui s'inspirent de la cartographie. L'art déconstruit le dispositif cartographique pour révéler la construction d'une vision collective de l'espace, montrant que toute représentation du monde naît de l'imaginaire. Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
In 2000, a young Japanese trader named Takashi Kotegawa (better known as BNF) began trading small-cap stocks from his bedroom with just $13,500. Eight years later, he had turned that modest stake into a staggering $153 million.This legendary feat serves as the anchor for a recent viral X post by veteran trader Ryan Scott (aka The Flow Horse). Ryan's post (linked below) argues a provocative truth: despite the cynics, it remains entirely possible to build a fortune in the markets. But if the opportunity is real, why do so few actually succeed?In this episode, we welcome back veteran trader Matt "Pax" Kenah to dissect this debate. We explore the deep psychological, mental, and behavioral hurdles all traders face, specifically focusing on the challenges of transitioning to a home-trading environment and the discipline required to become one of the elite few who truly thrive.Links: Ryan Scott (Horse) @TheFlowHorse - The Post: You Can Make a Fortune Trading - Don't Let Anyone Tell You OtherwiseFind out more about Matt and the PAX group at https://thepaxgroup.org/You can follow Matt on Twitter at https://twitter.com/paxtrader777AlphaMind: Powering Performance in Global MarketsAlphaMind brings powerful change, growth and development to people and businesses within global markets. Driven by a deep understanding of how markets work, and how people and businesses function within them, we partner with clients to create personal performance improvements that elevate returns across their trading activities. Go to the AlphaMind website to know more.
durée : 01:50:47 - Les Nuits de France Culture - par : Albane Penaranda - En 2010, la BnF acquiert le manuscrit original d'"Histoire de ma vie" de Giacomo Casanova, marquant un événement culturel majeur. À cette occasion, l'émission "Mauvais genres" revient sur la vie du séducteur vénitien, dévoilant son opportunisme, ses multiples conquêtes et son héritage littéraire. - réalisation : Massimo Bellini - invités : Michel Delon Professeur émérite de littérature française du XVIIIe siècle à l'Université Paris IV-Sorbonne; Noëlle Châtelet Ecrivaine, sociologue, comédienne; Patrick Wald Lasowski; Emmanuel Pierrat Ecrivain, essayiste et avocat; Anaïs Kien Productrice déléguée; Jean-Baptiste Thoret Historien et critique de cinéma, réalisateur; Marie-Andrée de Saint-André Chroniqueuse
Table ronde avec Sébastien Gaudelus, Léa Veinstein, Muriel de Bastier et David ZivieLa nouvelle saison du podcast « À la trace » met en lumière la politique de recherche des livres spoliés conduite par les bibliothèques publiques. La BnF, présente dans ce deuxième épisode, illustre concrètement cet engagement, en retraçant l'histoire de certains ouvrages spoliés pendant la Seconde Guerre mondiale et en facilitant leur restitution à leurs propriétaires légitimes.Cette table ronde réunit des acteurs clés de ce travail : Sébastien Gaudelus, adjoint à la directrice des Collections, BnF, Léa Veinstein, autrice du podcast « À la trace », Muriel de Bastier, chargée de recherches à la Mission de recherche et de restitution des biens culturels spoliés entre 1933 et 1945, ministère de la Culture, et David Zivie, chef de la Mission de recherche et de restitution des biens culturels spoliés entre 1933 et 1945, ministère de la Culture.Cette discussion est précédée de l'écoute de l'épisode « L'ex-libris faisant foi », consacré au livre spolié à August Liebmann Mayer, retrouvé à la BnF et restitué en juin 2025, offrant un exemple concret de l'impact de ces recherches sur la mémoire et le patrimoine culturel.Séance enregistrée le 22 janvier 226 à la BnF I François-Mitterrand. Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
Parce que les faits divers et leur traitement médiatique sont des indicateurs précis d'une époque, l'Aube noire s'associe à Retronews, le site de presse de la BNF, pour raconter ces histoires. Sous la plume d'autrices et d'auteurs de polar ou de roman noir qui viennent y amener leur point de vue, les époques se dévoilent à travers le prisme de la violence des faits divers depuis la fin du XVIIIe siècle jusqu'au milieu du XXe .
Rencontre avec Béatrice Vincent et Camille VasseurDans le cadre du cycle « Les visiteurs du soir », le Centre national de la littérature pour la jeunesse (CNLJ) de la BnF propose des rencontres régulières avec des professionnels du livre et de l'enfance. La Partie est une maison d'édition de livres illustrés pour tous les âges, créée en 2021 par quatre passionnés. Composé d'albums et de livres documentaires, son catalogue est un espace dédié à la création française et étrangère. Grâce à une « famille incroyable » d'artistes, cet éditeur souhaite donner à lire des textes et des images qui questionnent et offrent à rêver.Rencontre avec Béatrice Vincent et Camille Vasseur, Nathalie Beau, formatrice spécialiste de l'albumSéance enregistrée le 12 février 2026 à la BnF I François-Mitterrand. Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
La Biblitohèque nationale de France (BnF) consacre en ce moment, depuis le 27 janvier 2026 et ce jusqu'au 5 avril 2026, une exposition à la célèbre chanteuse et parolière française Barbara, au sein de sa fameuse Galerie des Donateurs, nommée « Dis, quand reviendras-tu ? Barbara et son public ». De son vivant, Barbara n'a jamais songé à archiver sa propre légende, compliquant ainsi la tâche à ceux qui auraient voulu retracer le parcours atypique, tantôt sulfureux, tantôt idyllique, de la compositrice de « L'Aigle noir ». Mais, grâce à ses admirateurs et notamment aux dons de l'association Barbara Perlimpinpin, la BnF a pu se procurer une centaine de documents faisant référence au lien tout particulier que l'autrice-compositrice entretenait avec ses fans. Photos, vidéos, partitions, costumes de scène, tenues de ville, notes, programmes, autographes, courriers... Tant d'items rares que les intéressés peuvent dès maintenant consulter à la BnF, afin d'analyser sa méthodologie de travail et de mieux comprendre les sentiments quasi-amoureux que Barbara éprouvait pour son public. Ma plus belle histoire d'amour, c'est vous. Au fil de l'exposition, les visiteurs découvriront son rapport singulier à la scène, depuis ses débuts dans de modestes cabarets belges jusqu'à ses dernières apparitions publiques en 1993. À la BnF, la légende Barbara perdure, donc, le long d'un cheminement d'exposition intime, et pourrait se résumer en une seule phrase prononcée par la vedette elle-même sur la scène de Bobino en 1966 : « Ma plus belle histoire d'amour, c'est vous ». Et, comme tous les mercredis, Lucie Bouteloup décrypte une expression bien connue de la langue française dans sa chronique « La puce à l'oreille » avec la complicité de la lexicographe Géraldine Moinard des éditions Le Robert et des élèves de CM1B de l'École élémentaire Arago du 14ème arrondissement de Paris. Et, cette semaine, Lucie vous a à l'œil ! Invitée : Coline Arnaud, coordinatrice du développement des publics, département de la Musique, BnF. Programmation musicale : Barbara et ses titres « Dis, quand reviendras-tu ? », « Sid'amour à mort » et « Perlimpinpin ».
La Biblitohèque nationale de France (BnF) consacre en ce moment, depuis le 27 janvier 2026 et ce jusqu'au 5 avril 2026, une exposition à la célèbre chanteuse et parolière française Barbara, au sein de sa fameuse Galerie des Donateurs, nommée « Dis, quand reviendras-tu ? Barbara et son public ». De son vivant, Barbara n'a jamais songé à archiver sa propre légende, compliquant ainsi la tâche à ceux qui auraient voulu retracer le parcours atypique, tantôt sulfureux, tantôt idyllique, de la compositrice de « L'Aigle noir ». Mais, grâce à ses admirateurs et notamment aux dons de l'association Barbara Perlimpinpin, la BnF a pu se procurer une centaine de documents faisant référence au lien tout particulier que l'autrice-compositrice entretenait avec ses fans. Photos, vidéos, partitions, costumes de scène, tenues de ville, notes, programmes, autographes, courriers... Tant d'items rares que les intéressés peuvent dès maintenant consulter à la BnF, afin d'analyser sa méthodologie de travail et de mieux comprendre les sentiments quasi-amoureux que Barbara éprouvait pour son public. Ma plus belle histoire d'amour, c'est vous. Au fil de l'exposition, les visiteurs découvriront son rapport singulier à la scène, depuis ses débuts dans de modestes cabarets belges jusqu'à ses dernières apparitions publiques en 1993. À la BnF, la légende Barbara perdure, donc, le long d'un cheminement d'exposition intime, et pourrait se résumer en une seule phrase prononcée par la vedette elle-même sur la scène de Bobino en 1966 : « Ma plus belle histoire d'amour, c'est vous ». Et, comme tous les mercredis, Lucie Bouteloup décrypte une expression bien connue de la langue française dans sa chronique « La puce à l'oreille » avec la complicité de la lexicographe Géraldine Moinard des éditions Le Robert et des élèves de CM1B de l'École élémentaire Arago du 14ème arrondissement de Paris. Et, cette semaine, Lucie vous a à l'œil ! Invitée : Coline Arnaud, coordinatrice du développement des publics, département de la Musique, BnF. Programmation musicale : Barbara et ses titres « Dis, quand reviendras-tu ? », « Sid'amour à mort » et « Perlimpinpin ».
Au programme de l'émission du du 11février : avec Julie Fette, universitaire ; et avec Olivier Tallec, illustrateur et auteur (rediffusion)En ouverture de l'émission, lecturede la tribune publiée par l'ANRAT, association nationale de recherche et d'action théâtrale : Alerte sur la place du théâtre dans l'éducation.▪️▪️▪️▪️Site de l'ANRATLIVRES - interview de Julie Fette - c'est à 08 min ✅ Les stéréotypes de genre sont-ils encore présents dans les albums français publiés pour les enfants aujourd'hui ? La réponse est bien évidemment oui !Julie Fette, universitaire américaine et chercheure spécialisée sur la société française moderne et contemporaine, a mené un travail de recherche passionnant sur le sujet, publié en 2024 aux Ètats-Unis, Gender by the book. 21st Century French Children's Literature, autrement dit le genre, ou les stéréotypes de genre, dans les livres pour enfants français au 21e siècle. Hélas pas encore traduit en français (mais j'espère bien qu'il le sera un jour !), il est cependant disponible en PDF (en anglais, bien sûr) gratuitement sur le net !Elle s'est intéressée à trois institutions de diffusion d'albums pour les enfants – les bibliothèques, les clubs de livres tel celui de l'école des loisirs, et les magazines par abonnement -, pour analyser de quelles façons et à rebours des discours de leurs responsables, toutes ces publications sont porteuses de stéréotypes de genre.
Les invité-e-s : Emilie Fissier et Frédéric Manfrin, du département d'histoire de la Bibliothèque Nationale de France, commissaire associée et commissaire principal (avec Vincent Ferré) de l'exposition TolkienL'événement : exposition « Tolkien, voyage en terre du Milieu », du 22 octobre 2019 au 16 février 2020 à la Bibliothèque Nationale de France.La discussion :Les origines de l'exposition « Tolkien, voyage en Terre du milieu », en lien avec la Bodleian library d'Oxford, et le « Tolkien estate » (1:15)Les choix d'objets mis en regard des œuvres de Tolkien (5:50)Un parti-pris de l'exposition : ne rien montrer de postérieur à 1972, pour replonger les visiteurs dans l'imaginaire propre à l'auteur (7:20)Le genre de la « fantasy », déjà en partie constitué quand Tolkien commence à écrire (8:20)Les anneaux de Tolkien ne sont pas le Ring de Wagner ! (10:15)L'enfance de Tolkien près de Birmingham, et la sensibilité à la nature, aux paysages, qui en découle (12:40)Le rapport complexe de Tolkien à Shakespeare, et à l'antiquité gréco-latine (15:10)L'invention linguistique comme source fondamentale de son inspiration (17:00)L'entrée en guerre de 1914, moment ambigu pour qui travaille sur les langues et l'aire germanique (19:10)La marque de la Grande Guerre sur l'œuvre de Tolkien, travaillée par la mort (21:00)Tolkien dans l'entre-deux-guerres, savant et écrivain pour ses enfants (24:20)Son talent graphique et la variété de sa palette (26:00)Le succès du Hobbit (1937) et le début d'une véritable carrière d'écrivain (28:30)Le travail propre de Tolkien sur la langue anglaise, et sa musicalité (30:00)La cosmogonie de la Terre du Milieu (31:45)La réception du Seigneur des anneaux, et son ampleur sur les campus américains dans les années 1960 en particulier (32:45)Les paradoxes d'une lecture pacifiste de Tolkien, alors qu'un personnage comme Faramir souligne la légitimité de la guerre (34:25)Le Moyen âge de Tolkien, antérieur à la conquête normande, et loin de la matière arthurienne (37:00)La juxtaposition de périodes et de régions dans le monde imaginaire de Tolkien : Minas Tirith, allusion à Byzance (41:20)Le thème de la quête, fonctionnant de manière inversée dans le Hobbit et le Seigneur des anneaux (42:40)Un Tolkien « médiéviste » qui va jusqu'à inventer une tradition manuscrite de son propre texte ! (44:10)Les sources d'inspiration de Tolkien pour les créatures fantastiques dont il peuple son œuvre (45:15)Un Tolkien qui ne sépare pas les créatures en « races » (48:00)L'apparence des manuscrits de Tolkien, qui évoquent à leur façon le Moyen âge (50:10)Quels objets, quelles œuvres ont le plus marqué les commissaires de l'exposition ? (51:50)Pour aller plus loin :Tolkien, voyage en Terre du Milieu, catalogue de l'exposition de la BNF, 2018.John Garth, Tolkien et la Grande Guerre, Paris, Christian Bourgois, 2014.Un podcast créé, animé et produit par André Loez et distribué par Binge Audio. Contact pub : project@binge.audioHébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
L'éclairage public, de nos jours, il y en a à beaucoup d'endroits, et ce n'est pas rare qu'il soit éteint aux heures creuses de la nuit pour lutter contre la pollution lumineuse. Mais à ses débuts, c'était une toute autre histoire, parce qu'il a été très mal reçu par les habitants ! Et quand je parle de ses débuts, ce n'est pas le 19e siècle avec l'électricité, car l'éclairage public, il est né en France dans la deuxième moitié du 17e siècle ! Mais alors, comment ça s'est fait ? Eh bien pour le découvrir, j'ai eu le plaisir de recevoir dans un nouvel entretien historique l'historienne Sophie Reculin, dont c'est la spécialité, pour qu'elle nous éclaire à ce sujet ! Je vous souhaite une bonne écoute sur Nota Bene !➤ Pour approfondir le sujet, découvrez : ➜ Le livre de Sophie “L'invention de l'éclairage public en France. De la nuit illuminée à la nuit éclairée (1697-1789)” : https://www.septentrion.com/FR/livre/?GCOI=27574100084770➜ Sa page Academia : https://univ-lille.academia.edu/SophieReculin
« Le premier voyant, roi des poètes, un vrai dieu » : ainsi Rimbaud parlait-il de Charles Baudelaire, auquel la BNF vient de consacrer une belle exposition sous ce titre : « La modernité mélancolique ».Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
durée : 00:09:50 - Les Midis de Culture - par : Marie Labory - "Les Mondes de Colette" à la BnF François-Mitterrand explore la vie et l'œuvre de l'écrivaine à travers manuscrits, photographies et objets, révélant ses multiples facettes et ses univers littéraires. - réalisation : Laurence Malonda - invités : Céline du Chéné Productrice à France Culture; Joseph Ghosn Directeur adjoint de la rédaction de Madame Figaro
En juin 1793, alors que la France s'enfonce dans la Terreur, la ville de Toulon tombe aux mains des royalistes, qui font alliance avec les Britanniques et les Espagnols contre les républicains révolutionnaires. Pour le Comité de Salut public, organe mis en place par la Convention nationale afin de restaurer l'autorité du gouvernement, il est essentiel de reprendre la ville. Entre alors en scène un jeune capitaine d'artillerie corse répondant au nom de Napoléon Bonaparte (1769-1821).Dès le mois de septembre, Bonaparte est à Toulon, engagé au sein des troupes de la Convention pour mener le siège qui doit aboutir à la reprise de la ville. Chef d'artillerie, il conçoit des plans pour faire tomber des forts stratégiques et parvient à galvaniser ses troupes. En décembre, après quatre mois de siège, l'assaut final est donné. C'est le début de l'ascension de celui qui deviendra empereur une décennie plus tard. (rediffusion)Au Cœur de l'Histoire est un podcast Europe 1.- Présentation et écriture : Virginie Girod- Production : Armelle Thiberge et Morgane Vianey- Réalisation : Nicolas Gaspard- Composition du générique : Julien Tharaud- Visuel : Sidonie Mangin Bibliographie :- Thierry Lentz et Fanny Farieux, Napoléon, la biographie inattendue, Passés Composés, 2021- Charles-Eloi Vial, Napoléon, la certitude et l'ambition, Perrin et BnF, 2020.Ressources en ligne :- Le souper de Beaucaire - Gallica, BnF- Essai sur les idées de jeunesse de Bonaparte - Fondation Napoléon- Les blessures de Napoléon - Fondation NapoléonHébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Direction Drouant, place Gaillon au centre de Paris. Drouant, institution parisienne, cœur battant de la littérature puisque dans ces murs, à deux pas de l'Opéra, se réunit l'académie Goncourt. 10 membres élus à vie décernent depuis plus d'un siècle le prix éponyme, au meilleur livre ouvrage en français de l'année. Un prix voulu par les frères Goncourt, à la fin du XIXème, et devenu un incontournable de la vie littéraire française. Un fauteuil et un couvert Singularité de l'académie Goncourt, ses membres ont un fauteuil, comme pour les académies de l'Institut de France, mais n'étant pas sous la coupole, mais dans un restaurant et la table ayant son importance, les «Goncourt» ont également un couvert. Ils se retrouvent une fois par mois le mardi et le premier mardi de novembre pour décerner le prix. Ce jour-ci, un menu spécial est pensé, conçu et servi aux académiciens, au lauréat ou à la lauréate et son éditeur. Sa composition est gardée secrète pour être une surprise et une fête le jour du prix. Son élaboration est le fruit du travail complice, curieux, passionné de James Ney, le directeur de Drouant et du chef des cuisines du restaurant, Romain Van Thieunen depuis 2022. La littérature pour inspiration, un «supplément d'âme» apporté, au-delà des plats servis. Ce menu est un cadeau et un trésor de créativité. Notre tournage s'est fait en amont, sous le sceau de ce secret, et notre émission patiemment gardée pour vous la proposer au bon moment, comme vous pouvez aussi si vous le souhaitez aller le savourer chez Drouant. Avec James Ney, directeur de Drouant, et Romain Van Thienen, chef du restaurant. Le Goncourt a été décerné le 4 novembre 2025 à Laurent Mauvignier pour «La maison vide» aux éditions de Minuit. Le prix Renaudot a été décerné le même jour à Adélaïde de Clermont-Tonnerre pour «Je voulais vivre». Dans les coulisses et du côté de la presse, nous avons voulu savoir comment était vécue cette journée et ce que représentait le prix Goncourt. Question posée à l'une des figures de la littérature sur RFI : la journaliste Catherine Fruchon-Toussaint, productrice de l'émission Littérature sans frontières, un mot enfin du prix Goncourt des détenus et du choix Goncourt à l'international. À écouter Littérature sans frontières. Pour découvrir l'histoire du restaurant Drouant, fondé en 1880 par Charles Drouant, 16-18 place Gaillon, Paris 2ème arrondissement. Le menu Goncourt est disponible chez Drouant jusqu'au 15 décembre 2025. Il est conseillé de réserver 72 heures en amont. Pendant l'émission, est diffusé un extrait de la remise du prix Goncourt de 1954, et l'élection de Jean Giono au siège de Colette. Le menu du prix Goncourt 2025 placé sous le signe de Colette : langoustine, huîtres et caviar, lièvre à la royale, langues d'oursin, cerises fossilisées, et en dessert une pomme flétrie opaline de caramel, lamelles de poire crues. «Rien n'est plus émouvant qu'un fruit qui vieillit à la lumière.» Colette. Merci à Emma Morris chez Viennot sans qui cette émission n'aurait pu exister. Pour aller plus loin - Le site de l'académie Goncourt - La maison vide, de Laurent Mauvignier - Bernard Clavel – Les fruits de l'hiver - Huysmans – À rebours - Les mandarins, de Simone de Beauvoir. - Colette : Pour découvrir la femme, l'autrice, à Paris, la BNF organise une grande exposition autour de l'auteure. - Chez Virginie à Montmartre. Programmation musicale : Drama Queen, de Melba. En images
Dans cet épisode, nous recevons Lucie Moriceau-Chastagner, historienne de l'art et responsable des collections photographiques au Musée de l'Armée. Après un parcours au Service historique de la Défense (SHD), puis à l'Établissement de communication et de production audiovisuelle de la Défense (ECPAD), elle a rejoint en 2021 le musée de l'Armée.Spécialiste des images de guerre – qu'elles soient historiques ou contemporaines –, elle revient sur son expérience de valorisation de ce patrimoine complexe, entre conservation, recherche et exposition. Lucie nous parle également de la résidence photographique du musée de l'Armée, lancée en 2022, qui ouvre un dialogue entre photographes contemporains et mémoire militaire.Bonne écoute !00:28 – Présentation de Lucie Moriceau-Chastagner : historienne de l'art, responsable des collections photo au Musée de l'Armée, ancienne responsable de la médiation à l'ECPAD.01:23 – Définir la photographie militaire : représentations du fait militaire par militaires, civils, amateurs et studios.08:12 – Début du parcours académique : école du Louvre, recherche et muséologie ; stage à la BNF auprès de Maxime Préaud.17:40 – Premiers travaux au Service historique de la Défense (SHD) : conseil aux chercheurs et constitution de dossiers d'œuvres.22:15 – Articulation SHD / ECPAD : complémentarité entre archives et production audiovisuelle.23:05 – Treize ans à l'ECPAD : évolution du statut, concours et missions documentaires.30:38 – Arrivée au Musée de l'Armée en 2021 et missions de conservatrice des collections photo (plus de 100 000 phototypes).34:34 – Lancement de la résidence photographique du musée de l'Armée en 2022, en lien avec l'exposition Photographie en guerre.39:48 – Constitution du jury et premières candidatures, dont Alice Broyer et Guillaume Herbaut.53:49 – Conseils aux jeunes chercheurs : ouverture disciplinaire, histoire de la photographie et approche critique des images de conflits.55:03 – Exposition Photographie en guerre et acquisitions récentes, notamment de Laurent Van der Stockt.01:02:00 – Travail en réseau et circulation des projets au sein des musées et festivals de photographie.01:03:00 – Invitation à découvrir les collections et la résidence photographique au musée de l'Armée.Site du musée de l'Armée : https://www.musee-armee.fr/accueil.htmlet lien vers la résidence photographique : https://www.musee-armee.fr/minerve-le-musee-de-demain/residence-photographique.htmlLien vers la liste d'attente de ma formation Du projet à l'objet : les bons réflexes pour réussir votre livre photo : https://forms.gle/eG9svk51rrYhhJ7X8Lien vers mon questionnaire pour vous aider à faire un point sur votre carrière artistique : https://bit.ly/carriereartistiqueLien vers mon questionnaire pour vous aider à faire un point sur votre projet de livre : https://bit.ly/LVDLPlivrephotoMon site : https://marinelefort.fr/Pour vous inscrire à la newsletter du podcast : https://bit.ly/lesvoixdelaphotonewsletterLe site du podcast : https://lesvoixdelaphoto.fr/Et vous pouvez retrouvez le podcast sur Instagram, Facebook et LinkedIn @lesvoixdelaphoto Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
La Marche du monde vous invite cette semaine à découvrir Les Pénélopes, une épopée féministe sur internet, un nouvel épisode documentaire consacré aux Pénélopes, un média féministe créé par des Françaises dans le sillage de la 4è conférence mondiale sur les femmes à Pékin qui se tenait en septembre 1995, organisée sous l'égide de l'organisation des Nations unies (ONU). Pékin, septembre 1995, pendant 10 jours, des dizaines de milliers de femmes venues du monde entier, des déléguées gouvernementales, des représentantes d'ONG, des militantes féministes, étaient rassemblées pour travailler à la rédaction d'une plateforme d'action en douze points pour l'égalité femmes-hommes. En attendant la conférence suivante annoncée en 2000 à New York, des femmes ont décidé d'agir et de profiter de l'émergence d'internet pour travailler en réseau et relayer en ligne des informations produites par et pour des femmes. C'est le cas des Pénélopes, un groupe de Françaises qui créent sur le web des médias féministes à destination du monde entier. On s'est dit : les médias en France ne font pas leur travail. Il faut se mettre au travail, c'est à nous de le faire parce qu'il n'y aura personne d'autre pour le faire à notre place. […] On voulait du transversal, de l'horizontal, de l'international surtout. Donc on va faire notre magazine féministe international sur le web. Joëlle Palmieri, co-fondatrice des Pénélopes Alors qu'internet arrive à peine dans les foyers, et que les premiers sites d'informations voient le jour, les Pénélopes décident de leur emboîter le pas et de tisser leur toile féministe. Le site www.penelopes.org sera lancé en janvier 1997. Au programme : des articles en français, en anglais et en espagnol, sur la vie des femmes et sur les luttes des femmes à l'international, mais aussi la création d'une Web TV et d'une web Radio avec les moyens du bord, de la formation toute azimut auprès de nombreux collectifs de femmes, et enfin une présence à de nombreuses conférences et rendez-vous internationaux, de Séoul, à Dakar, en passant par Porto Alegre pour les premiers forums sociaux. Avec Pénélope, on faisait des choses qu'on n'avait jamais faites avant et rien n'était impossible. […] C'était rare de rencontrer des militantes féministes du monde entier ; il fallait récolter les témoignages et apprendre les unes des autres. Malin Bjork, membre des Pénélopes 80 ans après la création de l'ONU, le 24 octobre 1945 à San Francisco, qui avait accordé une place importante aux droits des femmes, avec l'affirmation du principe d'égalité femmes-hommes dans le préambule de la Charte, et 30 ans après la conférence des femmes à Pékin en 1995, La marche du monde vous emmène à la rencontre des Pénélopes, ces pionnières du web féministe. Aux sons de leurs archives numérisées récemment par Bibliothèque nationale de France (BNF), Les Pénélopes, une épopée féministe sur internet, c'est un nouvel épisode de la Marche du monde signé Joëlle Palmieri et Maxime Grember, réalisé par Sophie Janin et produit par Valérie Nivelon. Avec les témoignages de : - Malin Bjork, membre des Pénélopes- Elsa Boulet, fondatrice des Pénélopes- Marie-Hélène Mottin-Sylla, partenaire des Pénélopes- Joëlle Palmieri, fondatrice des Pénélopes.Remerciements à : - Dominique Foufelle, fondatrice des Pénélopes- Lin McDewitt Pugh, partenaire des Pénélopes- Julie Guillaumot, cheffe du service vidéo à la BNF- Nicole Fernandez Ferrer, déléguée générale du Centre audiovisuel Simone de Beauvoir- Laurence Sarniguet et Eugénie Ducret de la Sonothèque de RFI.Musiques : - Computer Love, de Kraftwerk- Woman, de Neneh Cherry- People has the power, de Patti Smith.Ouvrages : - Les Pénélopes : un féminisme politique 1996-2004, de Dominique Foudelle et Joelle Palmieri, 2014Archives : - Journal France inter, 5 septembre 1995 (archives INA),- Émission Cyberfemmes du 28 avril 1999, «Spéciale Pénélopes»,- Émission Cyberfemmes du 4 juin 2000 à New York, «Pékin+5 : des femmes prennent les médias en main»,- Émission Cyberfemmes du 9 juin 2000 à New York, «La Francophonie en péril ?»,- Reportage du 16 décembre 2000 à Dakar pendant le sommet de la dette, - Reportage du 26 janvier 2002 à Porto Alegre lors du 2e Forum social mondial, «Manifestation contre le sexisme et l'impérialisme»,- Reportage du 26 janvier 2001 à Porto Alegre lors du 1er Forum social mondial, «Manifestation pour l'avortement»,- Reportage du 13 avril 2002 à Paris sur le cinquième anniversaire du magazine en ligne des Pénélopes; concert du groupe Les Zarmazones.,Ressources : - Site internet des Pénélopes- Web radio, “Voix de femmes”- Émissions Cyberfemmes, Catalogue Bnf,- Exposition «Europes en partage» du 13 septembre 2025 au 6 septembre 2026 au musée de la Bnf, présentation d'extraits de l'émission Cyberfemmes du 6 octobre 1999, intitulée «L'Europe et les femmes».Carrousel photos
Fil and Pedro return with round two of Trading Legends, revealing how traders Richard Dennis, BNF & Dan Zanger turned small stakes into hundreds of millions. They'll unpack the exact strategies and mindsets that helped these retail traders defy the odds and consistently win. If you're chasing the real secrets behind extraordinary trading success, this episode is one you can't afford to miss.
Alors que la planète est traversée par de multiples conflits ces dernières années, que nos sociétés paraissent de plus en plus divisées, et que les innovations comme l'intelligence artificielle peuvent être sources d'inquiétude, L'Express a choisi de sortir de cette vision pessimiste. De la géopolitique à la science, en passant par l'éducation et la culture, nombreux sont les hommes et les femmes à révolutionner le monde de demain. Cette semaine, La Loupe brosse le portrait de quatre de ces visionnaires. Dans ce troisième épisode, on s'intéresse aux recherches de Sasha Luccioni, une scientifique qui tente d'introduire plus de transparence dans l'IA.Retrouvez tous les détails de l'épisode ici et inscrivez-vous à notre newsletter.L'équipe :Écriture et présentation : Charlotte BarisMontage et réalisation : Jules KrotLecture et traductions : Anne-Charlotte PhanCrédits : France Inter, Monde numérique, Trench Tech, BnF, TedX, NBC News.Musique et habillage : Emmanuel Herschon / Studio TorrentLogo : Jérémy CambourPour nous écrire : laloupe@lexpress.fr Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
durée : 02:00:38 - Les Matins du samedi - par : Nicolas Herbeaux - Au programme cette semaine : la jeunesse française serait de plus en plus attirée par un pouvoir politique autoritaire ; 10 ans après l'Accord de Paris, qui incarne le nouveau leadership climatique ? ; en dernière partie, visite guidée dans l'exposition "Les mondes de Colette" à la BNF à Paris. - réalisation : Jean-Christophe Francis - invités : Marie Boëton Journaliste à La Croix; Thibaud Voïta Docteur en science politique, conseiller à l'Institut Jacques Delors et co-directeur de master à l'EM Lyon; Jean-Daniel Collomb Professeur d'études américaines à l'Université Grenoble Alpes; Laurence Le Bras conservatrice en chef, cheffe du service des Manuscrits modernes et contemporains au département des Manuscrits de la BNF
durée : 00:20:11 - L'Invité(e) des Matins du samedi - par : Nicolas Herbeaux, Margaux Leridon - Tour à tour danseuse, écrivaine, journaliste, Colette a eu mille vies. La Bibliothèque Nationale de France retrace le parcours d'une artiste à la liberté absolue, dans une exposition d'envergure qui relève le défi de renouveler le regard sur son existence singulière. - réalisation : Jean-Christophe Francis - invités : Laurence Le Bras conservatrice en chef, cheffe du service des Manuscrits modernes et contemporains au département des Manuscrits de la BNF
L'invité : Arnaud Fossier, MCF à l'université de BourgogneLe livre : Les Cathares, ennemis de l'intérieur, La fabrique, 2025.La discussion :· Pourquoi un livre sur les Cathares sous forme de synthèse critique ? (1:00)· Les étapes historiographiques de la question cathare (9:30)· Les incertitudes documentaires, et l'exemple de la « charte de Niquinta » (18:20)· Le cœur du livre : les « cathares » sont une construction de l'Église, mais des « dissidents » ont bien été persécutés (24:30)· Que peut-on savoir des rites pratiqués par ces « dissidents » ? (36:00)· Les différentes phases de persécution (39:00) Le conseil de lecture : Roberto Saviano, FalconeIllustration: Saint Augustin combattant les hérétiques, Bnf fr 241, 38vUn podcast créé, animé et produit par André Loez et distribué par Binge Audio. Contact pub : project@binge.audioHébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
durée : 00:40:14 - France Culture va plus loin (l'Invité(e) des Matins d'été) - par : Astrid de Villaines, Stéphanie Villeneuve, Sarah Masson - Réunis pour une visite exceptionnelle de l'entrepôt des archives de Radio France, le romancier Philippe Jaenada, Nola N'Diaye, du projet Gallica de la BNF et Thomas Henry, responsable des collections de la documentation à Radio France, échangent sur les enjeux et les usages de l'archive. - réalisation : Félicie Faugère - invités : Nola N'Diaye Adjointe au chef du service de la coopération numérique de Gallica; Philippe Jaenada Écrivain français; Thomas Henry Responsable des collections de la documentation à Radio France
Quel plus grand et effroyable spectacle que la destruction du monde ? L'Apocalypse de Saint-Jean, écrit à la fin du 1ᵉʳ siècle après Jésus-Christ, ressemble à un script de superproduction hollywoodienne : « Le ciel se retira comme un livre que l'on roule ; et les rois de la terre, les grands du monde, et tous les hommes, esclaves ou libres, se cachèrent dans les cavernes parce que le grand jour de leur colère est arrivé, et qui pourra subsister ? » (Rediffusion) Le texte biblique inspire depuis des siècles nombre de représentations, et reste une source inépuisable pour l'art spectaculaire par excellence, le cinéma.Un cycle à la Cinémathèque française, adossé à une grande exposition à la BNF, explore la représentation de l'Apocalypse au cinéma.Nous recevons François Angelier, l'un des commissaires de l'exposition et expert associé au cycle de la Cinémathèque lors duquel sont projetés 25 longs métrages, notamment Deep Impact de Mimi Leder, Dr Folamour de Stanley Kubrick, la série des Mad Max de George Miller, ou encore Melancholia de Lars Von Trier.À l'affiche de notre cinéma également ce samedi 15 février 2025, nous reviendrons sur les polémiques qui plombent les chances d'Emilia Perez aux Oscars, et notamment les critiques négatives émises au Mexique (avec notre correspondante Gwendolina Duval).► Pauses musicales : System System de Voilààà et Lass, Loose control de Jafunk, Apocalypse de Cigarette after sex.
Mes chers camarades, bien le bonjour !Ce n'est pas rare d'entendre que la Franc-maçonnerie va de paire avec la République, et pourtant, il y a une grande part d'idées reçues là-dedans ! Idées reçues qui ne sont d'ailleurs pas neuves du tout, puisqu'elles se sont forgées peu après la Révolution française. Pourtant, on le sait maintenant, cette idée est largement fausse, et cette association n'est d'ailleurs pas toujours allée de soi. Aujourd'hui, on va le montrer en s'intéressant plus particulièrement aux relations de cette organisation avec un autre régime politique, le Premier Empire, au début du XIXe siècle. Si vous vous attendez à des théories du complot sur des satanistes, des reptiliens, ou des judéo-bolchéviks, vous allez être déçus. Mais si vous voulez en savoir plus sur cette mystérieuse organisation qu'est la Franc-maçonnerie et sur une page importante de son histoire, alors vous êtes au bon endroit !Bonne écoute !
durée : 00:51:53 - Le Cours de l'histoire - par : Xavier Mauduit, Maïwenn Guiziou - En 1822, Jean-François Champollion, égyptologue prodige de trente-deux ans, perçait le secret des hiéroglyphes. Comment cette découverte révolutionnaire a-t-elle permis de renouveler les connaissances sur l'Égypte ancienne et de fonder l'égyptologie moderne ? - réalisation : Alexandre Manzanares - invités : Vanessa Desclaux Conservatrice à la BNF en charge des collections orientales, des manuscrits Égypte antique et Proche-Orient chrétien; Karine Madrigal Égyptologue, chargée de l'inventaire et de l'étude du fonds Champollion conservé aux archives départementales de l'Isère
durée : 00:41:01 - Les Nuits de France Culture - par : Albane Penaranda - Anne Simonin, auteur d'un ouvrage intitulé "Les Éditions de Minuit, 1942-1955, le devoir d'insoumission", et Anne Renoult de la BnF, retracent les combats de Jérôme Lindon, directeur des Éditions de Minuit de 1948 à 2001. Entretien 2/3 par Albane Penaranda. - réalisation : Virginie Mourthé - invités : Anne Renoult Conservatrice à la Bibliothèque Nationale de France et commissaire d'exposition; Anne Simonin Historienne au CNRS
durée : 00:05:02 - Les Nuits de France Culture - par : Albane Penaranda - Pour guider nos pas dans l'histoire des Éditions de Minuit, nous sommes en compagnie d'Anne Renoult, commissaire de l'exposition "Les Combats de Minuit" à la BnF et Anne Simonin, auteur de l'essai "Les Éditions de Minuit, 1942-1955, le devoir d'insoumission". Entretien 3/3 par Albane Penaranda. - réalisation : Virginie Mourthé - invités : Anne Renoult Conservatrice à la Bibliothèque Nationale de France et commissaire d'exposition; Anne Simonin Historienne au CNRS
durée : 00:43:02 - Les Nuits de France Culture - par : Albane Penaranda - Pour guider nos pas dans l'histoire des Éditions de Minuit, nous sommes en compagnie d'Anne Renoult, commissaire de l'exposition "Les Combats de Minuit" à la BnF, et d'Anne Simonin, auteur de l'essai "Les Éditions de Minuit, 1942-1955, le devoir d'insoumission". Entretien 1/3 par Albane Penaranda. - réalisation : Virginie Mourthé - invités : Anne Simonin Historienne au CNRS; Anne Renoult Conservatrice à la Bibliothèque Nationale de France et commissaire d'exposition
In light of certain fandoms' creators recently using their considerable fortunes to substantively make life worse for trans people, particularly trans women, this week, V and Emily take a look at a pioneering gender-conforming person who, literally, founded modern scifi fandom: Donald Wollheim. We look at Donald's fannish history, including hosting the very first scifi con ever; publishing Lord of the Rings in the US; and founding the Futurians, the early East Coast scifi fan club who definitely won the all-time BNF war. Then, we look at the other side of Donald's life as a landmark figure in the midcentury East Coast trans and GNC community, including penning the first first-person book about being gender-nonconforming and it not being something to shun, but something to celebrate. While certain big-name authors have decided that they want their legacy to be one of division and hate, we look this week at an individual whose legacies in both fandom and the queer community are ones of building. Of hope for the future. And of telling people that they are not alone. Sources American Experience: Casa Susannah A Year Among the Girls, Darrell G. Raynor (Donald Wollheim) Wikipedia Wikipedia Wikipedia Fancyclopedia 2 (1959) This Week In Fandom History is a fandom-centric podcast that tells you… what happened this week in fandom history! Follow This Week in Fandom History on Tumblr at @thisweekinfandomhistory You can support the show via our Patreon at http://www.patreon.com/thisweekinfandomhistory. If you have a fannish company, event, or service and would like to sponsor or partner with TWIFH, please contact us via our website. Please remember to rate the show 5 stars on your listening platform of choice!
durée : 00:42:15 - Signes des temps - par : Marc Weitzmann - Alors que se tient jusqu'à début juin, l'exposition "Apocalypse" à la BNF, Marc Weitzmann reçoit deux des commissaires de l'exposition Jeanne Brun et François Angelier pour explorer l'imaginaire et les représentations autour de cette fin du monde. - réalisation : Luc-Jean Reynaud - invités : François Angelier Producteur de l'émission "Mauvais Genres" sur France Culture, spécialiste de littérature populaire; Jeanne Brun Historienne de l'art, directrice adjointe du Musée national d'art moderne du Centre Pompidou, commissaire générale de l'exposition Apocalypse. Hier et Demain, jusqu'au 9 juin à la BnF
durée : 00:03:59 - L'Almanach de l'étrange - par : Céline du Chéné - Pendant plus de 700 ans, le manuscrit "Les Monstres des hommes" reposait sur les rayonnages de la BnF, dans une indifférence quasi générale. Jusqu'à ce que Pierre-Olivier Dittmar et Maud Pérez-Simon le redécouvrent et décident de le traduire. Le royaume des monstres s'est alors ouvert à eux. - réalisation : Laurent Paulré - invités : Pierre-Olivier Dittmar; Maud Pérez-Simon Maîtresse de conférences en littérature médiévale à l'Université Sorbonne Nouvelle, spécialiste des rapports entre le texte et l'image
durée : 00:48:06 - La 20e heure - par : Eva Bester - Critique littéraire au long cours, maître des sous-cultures, mais dont le métier consiste surtout à être un “passeur” vers les (noirs) chemins de traverse, François Angelier propose à la BNF la première grande exposition consacrée à l'Apocalypse.
« Le premier voyant, roi des poètes, un vrai dieu » : ainsi Rimbaud parlait-il de Charles Baudelaire, auquel la BNF vient de consacrer une belle exposition sous ce titre : « La modernité mélancolique ». Mention légales : Vos données de connexion, dont votre adresse IP, sont traités par Radio Classique, responsable de traitement, sur la base de son intérêt légitime, par l'intermédiaire de son sous-traitant Ausha, à des fins de réalisation de statistiques agréées et de lutte contre la fraude. Ces données sont supprimées en temps réel pour la finalité statistique et sous cinq mois à compter de la collecte à des fins de lutte contre la fraude. Pour plus d'informations sur les traitements réalisés par Radio Classique et exercer vos droits, consultez notre Politique de confidentialité.Hébergé par Ausha. Visitez ausha.co/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
durée : 00:56:49 - Autant en emporte l'Histoire - par : Stéphanie Duncan - Après dix ans de règne et de guerres, l'aventure napoléonienne prend fin. Contraint d'abdiquer, l'empereur aurait pu finir sa vie sur l'île d'Elbe... Mais en mars 1815, il est déterminé à reconquérir la France. S'ouvre alors l'une des pages les plus incroyables de notre histoire, les Cent-jours. - invités : Charles-Eloi Vial - Charles-Eloi Vial : Archiviste-paléographe, conservateur au département des Manuscrits de la BNF - réalisé par : Anne WEINFELD
durée : 00:37:44 - France Culture va plus loin (l'Invité(e) des Matins) - par : Jean Leymarie, Isabelle de Gaulmyn - Et si le monde tel que nous le connaissons s'effondrait ? Guerres, pandémies, réchauffement climatique, à chaque grande crise que traverse l'humanité, le mot résonne, comme un avertissement : Apocalypse. Comment, au fil des siècles, les artistes se sont-ils emparés de ce mythe ? - réalisation : Daphné Leblond - invités : Jeanne Brun Historienne de l'art, directrice adjointe du Musée national d'art moderne du Centre Pompidou, commissaire générale de l'exposition Apocalypse. Hier et Demain, jusqu'au 9 juin à la BnF; Abel Quentin Romancier, auteur de "Sœur" (Editions de l'Observatoire, 2019), et de "Le Voyant d'Etampes" (Editions de l'Observatoire, 2021).; François Angelier Producteur de l'émission "Mauvais Genres" sur France Culture, spécialiste de littérature populaire
durée : 02:29:33 - Les Matins - par : Jean Leymarie, Isabelle de Gaulmyn - . - réalisation : Daphné Leblond - invités : Jeanne Brun Historienne de l'art, directrice adjointe du Musée national d'art moderne du Centre Pompidou, commissaire générale de l'exposition Apocalypse. Hier et Demain, jusqu'au 9 juin à la BnF; Abel Quentin Romancier, auteur de "Sœur" (Editions de l'Observatoire, 2019), et de "Le Voyant d'Etampes" (Editions de l'Observatoire, 2021).; Tarik Yildiz Sociologue; Anne-Laure Porée Anthropologue, post-doctorante à l'EHESS.; François Angelier Producteur de l'émission "Mauvais Genres" sur France Culture, spécialiste de littérature populaire
Dans ce 2e épisode de notre série spéciale “Oh mon château !”, Stéphane Bern nous entraîne au château de Fontainebleau qui fut la résidence des rois de France, avant de devenir le palais préféré de Napoléon 1er, dont l'histoire demeure, aujourd'hui encore, intimement liée à lui. Quels souverains ont marqué le château de leur souvenir avant Napoléon Ier ? Quelle importance revêtait cet édifice dans la politique de l'Empereur ? Quel épisode clé de sa chute s'y est tenu ? Pour en parler, Stéphane Bern reçoit Muriel Barbier, conservatrice du patrimoine, directrice du patrimoine et des collections du Château de Fontainebleau, et Charles-Eloi Vial, historien, conservateur au département des Manuscrits de la BnF et auteur de "Les Lieux de Napoléon" (Perrin).