Podcasts about Maputo

Capital and chief port of Mozambique

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Maputo

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Radio foot internationale
Ligue des Nations : les Bleus prometteurs, l'Italie se relance

Radio foot internationale

Play Episode Listen Later Sep 29, 2026 48:30


RADIO FOOT mardi 29 septembre 2026. En direct à 16h10 TU rediff 21h10 T.U. À la Une : Ligue des Nations : Zidane remporte ses 2 premiers matches, réveil italien en Turquie, la suite de la 2è journée des éliminatoires CAN 2027.  - La Ligue des Nations : les Bleus voyagent bien 3 jours après Izmit et la victoire sur les Turcs, Zizou et ses joueurs rentrent de Bruxelles avec 3 points supplémentaires. Les Diables rouges ont eu leurs temps forts, mais la France a globalement maîtrisé le match. 9 changements. Des joueurs peu expérimentés qui ont répondu présent. Plus qu'une équipe « B » ? Pierre Kalulu a disputé toute la rencontre. Jérémy Jacquet, Lucas Da Cunha, Andy Diouf, entrée en matière prometteuse pour les néophytes ? Désiré Doué très actif mais mal récompensé. Mbappé absent, c'est Michael Olise, entré un ¼ d'heure avant la fin, qui a pris ses responsabilités.   - Ils ont chanté sous la pluie ! Et ont fait fi d'une pelouse en mauvais état ! Festival italien à Istanbul face aux Croissants étoilés. Le 11 turc de Vincenzo Montella a vécu un calvaire face à celui de son homologue Roberto Mancini. Apathie collective de l'équipe hôte, festival offensif des Azzurri qui ont bien réagi après la défaite de Rome face aux Belges. Retour gagnant pour l'ex-coach de l'Inter et de Manchester City 3 ans après ? 8 changements salutaires, la Nazionale a retrouvé son collectif. Une confiance retrouvée avant de se rendre à Paris ? - Les Turcs comptaient des absents, mais payent une 1ère mi-temps catastrophique, et perdent 2 matches à domicile. Un bilan avec Matteo Cioffi en direct de Milan.   - Éliminatoires CAN 2027, 2è journée, 17 matches au programme Le Maroc se rend au Lesotho avec l'espoir de décrocher une 2è victoire. Objectif victoire aussi pour les Comores, à domicile contre la Namibie. Les Cœlacanthes doivent réagir après la défaite au Cameroun. Les Égyptiens se déplacent sans Mo Salah à Djouba, pour affronter les Bright Stars, et doivent prendre 3 points ! 3 points nécessaires aussi aux  Lions de la Teranga. Après le nul de Maputo, le 11 de Patrick Vieira affronte l'Éthiopie à l'extérieur. Les Antilopes Walya sont dernières du groupe J. - Carton plein pour la RDC. Encore un succès des Léopards, qui ont vaincu les Warriors zimbabwéens à Harare.   Pour débattre avec Annie Gasnier : Dominique Sévérac, Frank Simon et Patrick Juillard. Technique/réalisation : Philippe Randrianantenaina. Rédaction en chef : David Fintzel, coordination : Pierre Guérin.

Radio Foot Internationale
Ligue des Nations : les Bleus prometteurs, l'Italie se relance

Radio Foot Internationale

Play Episode Listen Later Sep 29, 2026 48:30


RADIO FOOT mardi 29 septembre 2026. En direct à 16h10 TU rediff 21h10 T.U. À la Une : Ligue des Nations : Zidane remporte ses 2 premiers matches, réveil italien en Turquie, la suite de la 2è journée des éliminatoires CAN 2027.  - La Ligue des Nations : les Bleus voyagent bien 3 jours après Izmit et la victoire sur les Turcs, Zizou et ses joueurs rentrent de Bruxelles avec 3 points supplémentaires. Les Diables rouges ont eu leurs temps forts, mais la France a globalement maîtrisé le match. 9 changements. Des joueurs peu expérimentés qui ont répondu présent. Plus qu'une équipe « B » ? Pierre Kalulu a disputé toute la rencontre. Jérémy Jacquet, Lucas Da Cunha, Andy Diouf, entrée en matière prometteuse pour les néophytes ? Désiré Doué très actif mais mal récompensé. Mbappé absent, c'est Michael Olise, entré un ¼ d'heure avant la fin, qui a pris ses responsabilités.   - Ils ont chanté sous la pluie ! Et ont fait fi d'une pelouse en mauvais état ! Festival italien à Istanbul face aux Croissants étoilés. Le 11 turc de Vincenzo Montella a vécu un calvaire face à celui de son homologue Roberto Mancini. Apathie collective de l'équipe hôte, festival offensif des Azzurri qui ont bien réagi après la défaite de Rome face aux Belges. Retour gagnant pour l'ex-coach de l'Inter et de Manchester City 3 ans après ? 8 changements salutaires, la Nazionale a retrouvé son collectif. Une confiance retrouvée avant de se rendre à Paris ? - Les Turcs comptaient des absents, mais payent une 1ère mi-temps catastrophique, et perdent 2 matches à domicile. Un bilan avec Matteo Cioffi en direct de Milan.   - Éliminatoires CAN 2027, 2è journée, 17 matches au programme Le Maroc se rend au Lesotho avec l'espoir de décrocher une 2è victoire. Objectif victoire aussi pour les Comores, à domicile contre la Namibie. Les Cœlacanthes doivent réagir après la défaite au Cameroun. Les Égyptiens se déplacent sans Mo Salah à Djouba, pour affronter les Bright Stars, et doivent prendre 3 points ! 3 points nécessaires aussi aux  Lions de la Teranga. Après le nul de Maputo, le 11 de Patrick Vieira affronte l'Éthiopie à l'extérieur. Les Antilopes Walya sont dernières du groupe J. - Carton plein pour la RDC. Encore un succès des Léopards, qui ont vaincu les Warriors zimbabwéens à Harare.   Pour débattre avec Annie Gasnier : Dominique Sévérac, Frank Simon et Patrick Juillard. Technique/réalisation : Philippe Randrianantenaina. Rédaction en chef : David Fintzel, coordination : Pierre Guérin.

Artes
Idio Chichava transforma o ruído de Maputo em dança em Paris

Artes

Play Episode Listen Later Sep 23, 2026 9:23


O ruído de um mercado de Maputo chegou este fim-de-semana, 19 e 20 de Setembro, à Cité du Cinéma, em Saint-Denis, nos arredores de Paris. Na inauguração do novo espaço cultural, o coreógrafo moçambicano Idio Chichava apresentou We Gather in the Embers of the Noise That Burns, uma criação onde corpos e vozes transformam a agitação diária em memória, resistência e celebração. Há buzinas, vendedoras que chamam pelos clientes, conversas sobrepostas e corpos que tentam abrir caminho. Para Idio Chichava, esse aparente caos sonoro não é apenas ruído é uma forma de contar a vida. Foi a partir da atmosfera do mercado de Xiquelene, um dos mais movimentados de Maputo, que nasceu a pesquisa de Dzudza, da qual deriva a performance apresentada durante o fim-de-semana de inauguração da Cité du Cinéma. “É mesmo um reflexo, um espelho dos nossos mercados em Moçambique, sobretudo do mercado de Xiquelene”, explica o coreógrafo. “Desde o momento em que se põem os pés lá, há muito ruído, muito barulho, muita intensidade.” Mas cada som transporta uma necessidade: “Cada corpo chama pelo seu produto, cada buzina de transporte público emite alguma coisa. Sente-se uma espécie de luta quotidiana, um objectivo quotidiano a ser conseguido.” Por isso, insiste, não se trata de um barulho que incomoda. “É um barulho que nos acorda para a realidade, para a realidade da luta quotidiana.” Uma realidade que, para Idio Chichava, acaba por se inscrever nos próprios corpos: “Faz parte do nosso quotidiano. De certa forma, somos nós. Faz parte da nossa voz, faz parte da nossa pele, faz parte do nosso corpo global.” Em We Gather in the Embers of the Noise That Burns, a fronteira entre dança e música quase desaparece. O canto, presença recorrente no trabalho do coreógrafo, serve para organizar aquilo que à primeira vista parece desordem. “Quis perceber que desafios teríamos em harmonizar todo esse barulho e de que forma o barulho vira uma espécie de entrega sonora harmonizada entre todos os corpos”, explica. O resultado é uma composição em que os bailarinos reproduzem, transformam e partilham os sons de uma cidade. Na versão apresentada em Saint-Denis estão sete intérpretes, embora a criação original reúna um grupo mais alargado de 13 bailarinos. Para Idio Chichava, essa ausência é também matéria coreográfica. “Para além do trabalho que fazem, carregam a memória dos colegas que não estão aqui.” É, diz, “uma reflexão sobre legados, sobre aquilo que deixamos uns para os outros”. O mercado torna-se, assim, palco, mas o palco também pode transformar-se em mercado. “De que forma conseguimos trabalhar o espaço cénico como um grande teatro, como um grande mercado, e vice-versa? Como é que o mercado se pode transformar num grande teatro para nós e como é que o espaço do teatro também se pode transformar um grande mercado?” É nesse movimento de ida e volta que os sons inicialmente dispersos encontram uma organização colectiva. A própria separação entre intérpretes e espectadores é posta em causa. No final, o público é convidado a entrar no espaço da performance. “Reflectimos sobre as fronteiras do espaço cénico”, explica Chichava. “Insistimos na ideia de saber de que maneira o público pode sair com uma parte do espectáculo no corpo ou na voz.” Desta vez, acrescenta, “é mesmo um convite a expressar-se”. No centro dessa paisagem de Xiquelene estão também as mulheres. “É um mercado que tem uma identidade feminina muito forte”, sublinha. Daí a presença das capulanas e dos lenços, elementos que a coreografia retira do dia-a-dia moçambicano para lhes dar outras possibilidades em palco. Na criação integral de Dzudza, a capulana surge como figurino, extensão do corpo e matéria de movimento. Idio Chichava leva essa escolha mais longe ao colocar corpos masculinos dentro de símbolos habitualmente associados ao feminino. “Quis ir muito a fundo sobre a simbologia deste tecido na comunidade moçambicana e, sobretudo, na pessoa feminina.” Há também uma provocação deliberada à sociedade: “Como vem um homem vestido como uma mulher e entra para fazer dança? A partir da dança, toda a gente pode apreciar um corpo. Aqui expõe-se um corpo masculino através de simbologias muito ligadas ao feminino.” “Então, que se discuta. Vamos ao debate”, desafia. Em Moçambique, diz, essas experiências já existem, embora ainda em círculos reduzidos. O horizonte que procura é outro: “A ideia é que a comunidade se dilua e que a sociedade moçambicana viva simplesmente a felicidade de ter um ser humano por perto, e não estereótipos. Vamos celebrar a nossa humanidade, o nosso sentido de afeição, porque o mundo é muito curto para todos.” Se a voz ocupa tanto espaço no trabalho de Idio Chichava, a origem deve ser procurada nas danças tradicionais moçambicanas, a sua primeira escola. “É simplesmente na dança tradicional que está a verdadeira nascente deste encontro”, afirma. É daí que vêm a articulação entre gesto e canto, as músicas populares, as referências religiosas, o gospel e a música cristã. “É essa miscelânea de vivências na própria cidade de Maputo”, resume. Depois de vários anos entre Moçambique e França, o coreógrafo escolheu instalar o centro do seu trabalho na periferia de Maputo, no bairro da Polana Caniço, onde está a nascer o seu espaço de criação. “Cresci muito no centro da cidade, nasci no centro de Maputo, mas agora faz sentido para mim estar na periferia.” O projecto, apoiado através do Salavisa European Dance Award, que Idio Chichava venceu em 2024 juntamente com Dorothée Munyaneza, pretende ser espaço artístico e lugar de transmissão à comunidade. “O que eu posso fazer hoje é dar um lugar na Polana Caniço onde os jovens possam situar-se, criar e afirmar as suas obras”, explica. A ambição ultrapassa os bailarinos: “A comunidade inteira da Polana Caniço já se sente em casa, sente-se à vontade para estar nesse lugar.” E é também aí que o coreógrafo regressa ao princípio de tudo: ao corpo como arquivo. Das danças tradicionais que aprendeu, diz guardar “o repertório todo” e, sobretudo, uma frase dos seus professores: “Temos que dançar hoje para amanhã sermos fortes.” É por isso, conclui, “que até hoje ainda danço”.

Semana em África
Semana em África marcada por início da campanha em São Tomé e Príncipe

Semana em África

Play Episode Listen Later Sep 18, 2026 9:21


Em São Tomé e Príncipe, arrancou no sábado passado a campanha para as eleições legislativas. A RFI está a ouvir todos os cabeças de lista. Também Cabo Verde, todos os candidatos já apresentaram a sua candidatura à presidência, aguardando agora o aval do Tribunal Constitucional.   Em São Tomé e Príncipe arrancou na semana passada a campanha para as eleições legislativas. Na RFI estamos até amanhã a ouvir todos os cabeças de lista, conhecendo melhor os seus programas e as suas propostas para o arquipélago. No terreno, a campanha começou com barricadas nas estradas, com a polícia a deter 26 pessoas. As autoridades garantiram que actualmente o país está calmo, com o subcomissário e porta-voz da Polícia Nacional, Ulisses da Cruz a avisar que não haverá tolerância em relação à desordem pública, especialmente durante o período de campanha eleitoral. Em Moçambique, o partido Anamola, fundado pelo ex-candidato presidencial Venâncio Mondlane, exige das autoridades governamentais moçambicanas uma investigação séria, célere e independente à morte do seu coordenador de mobilização política. Ilídio Facitela foi sequestrado no sábado na sua residência, no distrito de Morrumbene, e foi encontrado morto, horas depois, no distrito de Homoíne, na província de Inhambane, no sul do país. Orfeu Lisboa dez-nos o relato do que se passou a partir de Maputo. Na Guiné-Bissau, o Alto Comando Militar ordenou que os partidos políticos estabeleçam as suas sedes a uma distância mínima de 500 metros dos órgãos de soberania, hospitais e unidades militares. Esta medida tem impacto directo na sede de dois partidos, PAIGC e Madem G-15, como explica Mussá Baldé. Por seu lado, o PAIGC que ainda não foi notificado da entrada em vigor desta nova estipulação, respondeu. Muniro Conté, porta-voz do PAIGC, diz que esta medida serve apenas para cumprir os desejos do antigo Presidente Umaro Sissico Embaló. Em Cabo Verde, terminou na quarta-feira o prazo para a apresentação das candidaturas às eleições presidenciais. Dez candidatos acabaram por formalizar o seu processo, Odair Santos deu-nos conta da apresentação de sete desses candidatos.

Monocle 24: The Urbanist
Designing One London, a new skyscraper for the UK's capital

Monocle 24: The Urbanist

Play Episode Listen Later Sep 17, 2026 29:26


We speak to the architect and developer behind a new skyscraper planned for the City of London. Then we hear what Lisbon and Maputo – two cities with a shared language and culture – can learn from each other.See omnystudio.com/listener for privacy information.

SAfm Market Update with Moneyweb
Maputo expansion puts SA freight flows in focus

SAfm Market Update with Moneyweb

Play Episode Listen Later Sep 17, 2026 7:31


Mpho Mutloane – Investment Principal, African Infrastructure Investment Managers SAfm Market Update - Podcasts and live stream

SAfm Market Update with Moneyweb
[FULL SHOW] Momentum's India deal, Maputo Corridor expansion, and ManeliPets

SAfm Market Update with Moneyweb

Play Episode Listen Later Sep 17, 2026 53:50


This evening, we wrap up the market movements with Sanlam Private Wealth, unpack Momentum's strong results and India acquisition, examine the expansion of the Maputo Corridor in southern Africa with African Infrastructure Investment Managers, explore efforts to support the digitalisation of the SMME ecosystem with Mastercard, share insights into the outlook for African real estate with Standard Bank CIB, and, in this week's SMME feature, we follow the entrepreneurial journey of ManeliPets. SAfm Market Update - Podcasts and live stream

Monocle 24: The Globalist
Freedom Edge drills: trilateral exercises kick off between the United States, Japan and South Korea

Monocle 24: The Globalist

Play Episode Listen Later Sep 8, 2026 60:00


We explore the new trilateral defence drills and the extent of the US involvement. Plus: Undersea drone wars with Verineia Codrean of Euroatlas; the mayors of Lisbon and Maputo; and a look at Biennale Africa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Peaceful Political Revolution in America
S3 E9 Science Under Siege with Michael Mann

Peaceful Political Revolution in America

Play Episode Listen Later Sep 4, 2026 55:41 Transcription Available


Welcome to the Peaceful Political Revolution in America podcast.In the last episode, Beau Breslin and I imagined what might have happened, had Thomas Jefferson won his famous argument with James Madison — if every generation of Americans had claimed the right to draft its own constitution. Jefferson's argument was simple, and he stated it clearly: "The earth belongs to the living. The dead have neither powers nor rights over it."Jefferson was, of course, talking about constitutions. But in light of the climate emergency we are facing today, those words take on a meaning that he could never have foreseen, a meaning that is no longer just a metaphor. The earth belongs to all life on the planet, not just to the small circle of men who treat it as something they control— something to be drilled, burned, extracted, and monetized, until there is nothing left to pass on to the next generation. We are living through the hottest decades in the recorded history of human civilization. The Earth is being pushed past its own limits, and we are breaking the planetary boundaries that have given rise to humanity. Consider what this single year alone, 2026, has seen so far.Wildfires swept through Chile's Biobío and Ñuble regions in January, seventy-five separate fires burning at once under extreme heat and wind, killing at least twenty-one people and driving tens of thousands from their homes.That same month, catastrophic flooding in Mozambique displaced hundreds of thousands of people and destroyed or damaged thirty thousand homes, downpours that scientists tell us have grown forty percent more intense since preindustrial times.In late June, flash floods dropped more than ten inches of rain on parts of Kentucky in a single day, killing five people across Kentucky and Tennessee, one of them a mother who died rescuing her own son, and putting nine counties under states of emergency.In July, France suffered its worst wildfires since 1949 — nearly three hundred thousand acres burned, while outside Madrid, sixty thousand people fled what officials called the worst fire in that region's history.That same month, monsoon flooding in the Indian state of Assam killed eighty people and displaced two million more across two hundred villages.All summer long, more than a hundred wildfires have burned across Canada, sending smoke five hundred miles south to turn the skies over New York City gray and the air acrid and unhealthy to breathe. Just two weeks ago, on August 11th, a rare derecho — a wall of straight-line wind more than a hundred miles per hour, moving with the force of a hurricane — tore from Chicago across Indiana, Ohio, and into Virginia, spawning tornadoes, killing three people, including a four-year-old child, and knocking out power to more than seven hundred thousand people.Scientists studying the heatwaves that baked Europe and the eastern United States this year concluded they were "virtually impossible without climate change." The Climate Emergency is not a preview of the crisis. We are already in the crisis, and it will only get worse if our governments fail to act decisively. The science behind climate change has been settled for decades, despite the claims by Donald Trump that climate change is a hoax. ExxonMobil's own scientists, in internal reports written in the early 1980s, used the word "catastrophic" to describe what continued fossil fuel burning would do to this planet. Yet, it dissolved its own research team, buried the reports, and spent the next forty years bankrolling a campaign of denial — using the same playbook Big Tobacco used while its executives stood before Congress, under oath, and lied. That minority is now an existential threat to all life on this planet.The question before us is not whether climate change is real. The question is why the most powerful nation on earth — a nation that calls itself a democracy — is constitutionally incapable of restraining the corruption and disinformation disseminated by a few extremely wealthy and powerful men.In S3 E6 and 7, Camila Vergara gave us her diagnosis: systemic corruption. Not a few bad apples, but a rotten basket — a government that has drifted, decade after decade, into oligarchic democracy, where our elections have become a form of kabuki theater and our laws more often than not, serve to protect the interests of a wealthy few over the many. In the last episode, Beau Breslin showed us the other half of the problem: we are governed by an outdated and irrelevant 239-year-old constitution, written in secret by, endorsed by, only 39 white men, shielding themselves from the democratic spirit of their own revolution. It was a genuine counter-revolution, leaving us all with a document that included no functioning mechanism for the people to repair it, even when it endangers the very well-being of an entire planet.So, how do we make sense of our national priorities, when our institutions of government seem to be taking a literal wrecking ball to the environment we depend on for everything we need and enjoy?  It seems clear a political system built to resist the will of the majority, captured by the very interests it should be regulating, is now complicit in the greatest crime ever perpetrated against humanity. My guest calls out the people he sees as being responsible for that paralysis by name — the plutocrats, the petrostates, the pros, the propagandists, and the press. He counts roughly a dozen men — a self-interested minority of elites— whose wealth and media empires have not only poisoned the planet, but have poisoned the public mind against science itself. Michael Mann calls it a crime against the planet. Dr. Peter Carter calls it a crime against humanity. I might go further. This is system corruption and constitutional gridlock, leading us all with our eyes wide open, into an ecological holocaust — the knowing, documented, and deliberate destruction of the living world for the short-term profits of a tiny minority. And unlike the crises our framers faced in 1787, this one ends with an irreversible decline in the very systems we depend upon for life.Michael Mann knows the inner workings of this systemic corruption better than most. He has been a target of a disinformation campaign lasting over twenty-five years. His famous "hockey stick" graph made the reality of human-caused warming impossible to ignore — and that made him a primary target of the disinformation campaign. When he was falsely accused of scientific fraud, he fought back through more than a decade of litigation and ultimately won a defamation verdict against his accusers. Michael Mann is Presidential Distinguished Professor of Earth and Environmental Science at the University of Pennsylvania, director of the Penn Center for Science, Sustainability, and the Media, and Penn's vice provost for climate science, policy, and action. His new book, written with the vaccine scientist Peter Hotez, is Science Under Siege: How to Fight the Five Most Powerful Forces That Threaten Our World.In this episode, we talk about the forces undermining our political system, how they operate, what they already cost us — and what it would take for the living to reclaim not only their constitutions of government, but the earth itself.This is my conversation with Michael Mann.  I hope you enjoy his insights, and if you find this conversation thought-provoking, please share it, subscribe, and leave a comment — it's how this peaceful "political" revolution begins.Audio LinkYouTubeArticlesChile wildfires — Biobío & Ñuble, late January 2026. 75 simultaneous fires, 21+ dead, tens of thousands evacuated, state of catastrophe declared. Source: WMO, "Extreme heat, cold, precipitation and fires mark the start of 2026."Mozambique floods — late January 2026. ~650,000 people affected, ~30,000 homes destroyed or damaged, Maputo hit hard; World Weather Attribution: heavy downpours 40% more intense since preindustrial times. Source: WMO (same article).Kentucky/Tennessee flash floods — June 27–29, 2026. 10+ inches of rain in one day, 5 dead, statewide emergency, nine counties in states of emergency. Source: ABC News.France & Spain wildfires — July 2026. France: 115,000 hectares (~284,000 acres), worst since 1949. Madrid/Ávila region: 25,000 hectares, 60,000+ evacuated, "worst in history" for Madrid. Source: Greenpeace International, "Climate emergencies photos of 2026: Part II."Assam, India monsoon floods — July 2026. 80 dead, 2 million displaced across 200 villages. Source: Greenpeace International (same article).Canadian wildfires / New York smoke — July 2026. 100+ fires burning; smoke drove NYC/NJ air quality to "very unhealthy." Source: Greenpeace International (same article).Midwest derecho — August 11, 2026. 100+ mph winds (99 mph at Gary, IN), tornadoes near Chicago and in Jennings Co., IN; 3 dead including a 4-year-old; 700,000+ without power; Dayton, OH broke a 111-year rainfall record. Sources: weather.com; NWS Chicago (weather.gov/lot).Attribution line: European heatwave ~3.5°C hotter than 50 years ago; eastern-US June heat "virtually impossible without climate change." Source: Munich Re H1 2026 natural disaster review.LINKS:https://earth.org/un-confirms-hottest-decade-on-record-says-earth-is-being-pushed-beyond-its-limits/

Semana em África
Semana marcada pelo impacto do referendo constitucional na Guiné-Bissau

Semana em África

Play Episode Listen Later Sep 4, 2026 11:49


Neste programa, voltamos a olhar para o referendo constitucional na Guiné-Bissau, condenado pela oposição e louvado pelo regime militar. Debruçamo-nos, ainda, sobre a tomada de posse de Carlos Vila Nova no seu segundo mandato presidencial em São Tomé e Príncipe. Em Moçambique,  a Rede dos Defensores de Direitos Humanos exigiu do governo esclarecimentos sobre o desaparecimento de dois jornalistas em Cabo Delgado e a FACIM concentrou as atenções na capital. Quanto a Cabo Verde, o isolamento de São Nicolau continua a preocupar. Começamos com a Guiné-Bissau, onde o "sim" venceu o referendo de domingo sobre a entrada em vigor de uma nova Constituiçao, com 70% dos votos, de acordo com os resultados anunciados na terça-feira pela CNE. Organizações da sociedade civil e a Frente Popular afirmam que mais de 90% dos eleitores boicotaram a votação e consideram o processo" ilegal e inconstitucional". Já a Comissão Nacional de Eleições aponta para uma afluência superior a 55%, como comunicou Idrissa Djaló, secretário-executivo adjunto da CNE. Em São Tomé e Príncipe, Carlos Vila Nova tomou posse, esta quinta-feira, para o seu segundo mandato presidencial, na presença de vários dirigentes estrangeiros. Carlos Vila Nova disse estar consciente da exigência para fazer “mais e melhor” no novo mandato. A Amnistia Internacional pediu, esta quarta-feira, medidas por parte da Namíbia, de Angola e dos parceiros internacionais para travarem as violações de direitos humanos que sofrem os angolanos que procuram chegar ao Norte da Namíbia, fugindo à seca severa que assola o Sul de Angola. André Julião, um dos porta-vozes da Amnistia Internacional Portugal, descreveu à RFI o teor das denúncias de violações de direitos humanos. Ainda em Angola, o Presidente João Lourenço procedeu a alterações nas chefias das forças de segurança do país. As nomeações de novas chefias ocorreram na polícia, no exército, na justiça militar, nos serviços de inteligência e na Casa Militar da Presidência da República.  Em Moçambique, a Rede dos Defensores de Direitos Humanos exige do governo esclarecimentos sobre o desaparecimento de dois jornalistas em Cabo Delgado: Ibraimo Mbaruco e Arlindo Chissale.  Também em Moçambique, Felisberto Navalha é o novo governador do Banco Central e sublinhou que vai seguir os compromissos da instituição. Ainda em Moçambique, decorreu esta semana a FACIM, Feira Internacional de Maputo, na qual participam cerca de 3 mil expositores, entre os quais mais de 2 mil nacionais e os restantes oriundos de uns 30 países, nomeadamente Portugal. O Presidente Daniel Chapo falou, nomeadamente, sobre a aposta na transformação digital para impulsionar a economia. Em Cabo Verde, o isolamento de São Nicolau continua a preocupar os habitantes da ilha. O executivo cabo-verdiano promete trabalhar para melhorar a conectividade de e para a ilha. Na cultura, depois de três décadas a trabalhar em missões humanitárias da ONU, a são-tomense Alda Barros publicou o seu quarto livro de poesia. Chama-se "Outros Silêncios" e São Tomé e Príncipe é um dos temas que percorre a obra, como ela nos explicou.

Ransom Note
PREMIERE: Nandele - Viola [Awesomakossamusic.]

Ransom Note

Play Episode Listen Later Aug 27, 2026 11:30


The most excellent Nandele Maguni steps up with the cHai EP on his own label. the ace-ly name Awesomakossamusic - four tracks, written, recorded, produced and mixed solo at Empty House Studios. We're premiering VIOLA, today. Not a new name round these parts, Nandele opened Rosie Ama's Human Endeavour with Incomati on the label's Trains of Thought comp back in 2022, then returned with an extended solo EP of his own, Maputo, in 2024. Maguni has been dragging Mozambique's underground into rooms that didn't know they even needed it till they found it ever since: Cotch International, a spot on Tresor's roster, records built from psychedelia, hip-hop and rhythm that defies any real categorisation or genre box. cHai goes further back. Chai's an administrative post in Cabo Delgado's Macomia District - the place where the armed struggle against Portuguese colonial rule began on 25 September 1964. No history lesson though: Maguni runs it through analogue machines and raw, unpolished textures until it sounds like it's arriving from the future, not the past. VIOLA is rhythm first, textures close behind - the same push-pull between ancestral and synthetic that runs through the record.  Get it on, let's go: