Podcasts about centro cultural

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Arauto Repórter UNISC
Assunto Nosso - Celi Durante, 40 Anos do Centro Cultural 25 de Julho de Santa Cruz do Sul

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 20:18


Celi Durante participou do programa Assunto Nosso para falar sobre os 40 anos do Centro Cultural 25 de Julho de Santa Cruz do Sul, destacando a trajetória da entidade e as comemorações da data.

Assunto Nosso
Assunto Nosso - Celi Durante, 40 Anos do Centro Cultural 25 de Julho de Santa Cruz do Sul

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 20:18


Celi Durante participou do programa Assunto Nosso para falar sobre os 40 anos do Centro Cultural 25 de Julho de Santa Cruz do Sul, destacando a trajetória da entidade e as comemorações da data.

Radio Unse podcast
"En boca de todos": Una invitación a repensar como nos alimentamos

Radio Unse podcast

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 15:19


La ingeniera en Alimentos y egresada de la Universidad Nacional de Santiago del Estero, Claudia Guzmán, presentará su libro “En boca de todos” el próximo martes 21 de julio, a las 19.30, en el Salón Auditorio del Centro Cultural del Bicentenario.La actividad tendrá formato de charla y entrevista, y abordará la relación entre la alimentación, la inflamación y la microbiota intestinal, además de las contradicciones nutricionales que circulan en las redes sociales y condicionan nuestras decisiones cotidianas.La autora explicó en #AgendaPropia que la publicación no propone una dieta ni recetas cerradas, sino una hoja de ruta para comprender el entorno moderno, promover el autocuidado y recuperar el criterio propio frente a la sobreinformación.Escucha la entrevista completa aquí:

Artes
Christiane Jatahy e Wagner Moura levam “a verdade” ao “tribunal popular” de Avignon

Artes

Play Episode Listen Later Jul 11, 2026 12:27


Até onde estamos dispostos a ir para defender a verdade e como é que o fascismo utiliza os princípios democráticos para a destruir são questões que sobressaem das entrelinhas de “Um julgamento - Depois do inimigo do povo”, uma criação da encenadora Christiane Jatahy e do actor Wagner Moura que é apresentada, a partir deste sábado e até dia 22 de Julho, no Festival de Avignon. Os dois artistas imaginaram uma continuação para a peça “Um Inimigo do Povo” (1882), de Henrik Ibsen, à luz dos dias de hoje, das "fake news", da erosão democrática, do capitalismo desenfreado e dos julgamentos sumários nas redes sociais. “A verdade acabou” é a primeira frase que se ouve da boca de Wagner Moura, o homem do cinema que reitera que quer “estar aqui”, no teatro, depois de 16 anos longe dos palcos. O espectáculo “Um Julgamento – Depois do Inimigo do Povo” é apresentado no Festival d'Avignon de 11 a 22 de Julho e questiona até onde estamos dispostos a ir para defender a verdade e a justiça. A criação da encenadora e dramaturga Christiane Jatahy e do actor Wagner Moura inspira-se na obra de Henrik Ibsen, de 1882, mas não é uma adaptação. O texto, de Christiane Jatahy, Wagner Moura e Lucas Paraizo, é a continuação da história de Thomas Stockman, “uma segunda chance” que lhe é dada para falar e tentar provar que não é o “Inimigo do Povo”. Quem decide é um “tribunal popular” composto por 11 espectadores sorteados que sobem a palco. E há dois finais para a peça. Recuemos à história do dramaturgo norueguês Henrik Ibsen que é o mote para esta história: o médico Thomas Stockman denuncia a poluição de uma estância balnear para proteger a população, mas o seu irmão, Peter Stockman, silencia a denúncia porque diz que a população depende dessa fonte de rendimento para sobreviver. “A economia não pode estar na frente da vida das pessoas” versus “a vida das pessoas depende da economia”, ouvimos de ambas as partes. Esta é também a história de uma família destruída por dissensões políticas e morais. O Thomas Stockman de 2026 é interpretado magistralmente por Wagner Moura que quer mostrar que não é “um inimigo público”. E tudo começa com a frase: “A verdade acabou. Isso é o que mais me assusta. Acabou. Não existem mais factos. Só versões. E quando a verdade perde o valor, então toda essa sala, e tudo o que ela representa, se torna uma encenação”. Em palco, tudo se dilui: teatro, cinema, documentário, encenação, improvisação, verdade, manipulação. No julgamento, questiona-se, por exemplo, o que é a verdade na era das fake news e das “diferentes versões” e a própria dramaturgia vai diluindo as fronteiras entre realidade e ficção, entre actor e personagem, entre actuação e performance, com momentos em que não sabemos se os actores improvisam ou se tudo não passa de encenação. A peça é uma coprodução entre o Festival d'Avignon, o Centro Cultural de Belém (Portugal), o Holland Festival (Países Baixos), o Edinburgh International Festival (Reino Unido) e o centro de artes DeSingel (Bélgica). E foi em Avignon que conversámos com Christiane Jatahy a propósito deste trabalho que é a terceira peça que ela aqui apresenta, depois de “O agora que demora”, em 2019, e “A Hora do Lobo”, em 2021. “Todas as pessoas que tentaram transformar realidades, seja de forma revolucionária, seja porque elas se posicionaram de maneira frontal contra um sistema, elas pagaram um preço por isso. A gente admira essas pessoas porque a gente acha que essas pessoas cumpriram a sua função ética. Então, por que é que quando é sobre nós, a gente tem dúvidas? Se todos nós tivermos esse mesmo princípio, todas as possibilidades de cancelamento, todas as possibilidades de perdas diminuem porque colectivamente a gente transforma o mundo. A ideia é o seguinte: vamos deixar de ser indivíduos separados que defendem ideias, enquanto outros se escondem atrás das suas ideias. Se todos nós formos à frente defender as nossas ideias, talvez a gente possa transformar o mundo”, resume a encenadora na entrevista à RFI. RFI: Como é que surgiu a ideia de partir deste texto com Wagner Moura? Christiane Jatahy, Encenadora: “Eu e o Wagner há muito tempo que a gente desejava trabalhar juntos. Ele assistiu a um espectáculo que eu fiz em Los Angeles e ele falou, a partir dali, que ele realmente queria voltar ao teatro através do nosso encontro. A gente então começou a ler muitas coisas, a ver muitos filmes. Ele tem muita paixão por esse texto do Ibsen, mas eu disse-lhe que eu não gostaria de montar o texto como o texto é porque eu achava que a gente precisava revisitar esse texto de uma maneira mais extrema, de realmente recriá-lo. E aí eu propus a ideia do tribunal. A encenação é minha, Wagner actua e a gente trabalhou juntos no texto. Eu propus essa ideia, ele aceitou na hora e, a partir desse momento, eu comecei a pensar na estrutura dramatúrgica, a gente dialogou muito sobre isso e assinámos o texto juntos com Lucas Paraizo também que é um roteirista. Essas questões que você apresentou na introdução da sua pergunta eram sempre questões que permeavam dois pontos que permeavam muito o nosso querer para fazer esse espectáculo. Primeiro é isso: ‘A verdade acabou'. Como é que a gente sobrevive num mundo em que tudo são versões? Como é que a gente consegue, de facto, manter um diálogo quando a minha verdade não é a sua? E não é que a gente esteja debatendo uma ideia, a gente, na verdade, está completamente em contradição, como se se estivesse vivendo em dois mundos diferentes. Isso é uma questão que eu acho que é muito urgente ser discutida porque isso significa que acabou o diálogo e a gente não pode sobreviver democraticamente se não tem mais diálogo. E aí eu vou directamente à sua segunda questão. É nessa maneira e através dessa fissura que o fascismo se aproveita porque o que o fascismo faz é criar uma verdade única, o que o fascismo faz é criar um inimigo único, o que o fascismo faz é inventar uma história do passado que não representa a realidade e fazer as pessoas se movimentarem através da raiva e não de uma ideia de colectividade e cooperação, utilizando todas as ferramentas da democracia e, na verdade, atingindo e atirando em tudo que é provocador do pensamento - a cultura, a os estudos, a universidade... Então, todas essas coisas estão subliminarmente dentro da peça, mas elas são os motores que nos moveram a criar esse espectáculo.” O teatro é transformado em tribunal popular e quebra os limites da quarta parede com o papel do público. Estamos habituados, no seu trabalho, a que o público participe, mas aqui ainda vai mais longe: o público absolve ou condena. Por que é que decidiu dar este papel ao público? “Porque quando eu pensei que não teria sentido montar a peça como ela é - para mim porque para outras pessoas pode ter - eu não queria trazer uma resposta sobre se ele é ou não é um inimigo do povo e se ele é ou não é um herói. Interessava-me, na verdade, levar essa questão para o público e ter essa resposta. Foi daí que veio a ideia do tribunal e a ideia de que o público, a cada noite, através da percepção do que ele está vendo, de diferentes pontos de vista e, portanto, a abertura ao diálogo com o público e de algumas questões que eles possam colocar, que a gente chegasse num veredicto que sempre nos surpreende e é muito interessante em cada lugar.” Há dois finais? “Há dois finais. Um final que é um monólogo caso ele seja considerado inimigo do povo e um final que é um outro monólogo, caso ele não seja considerado, como aconteceu na noite de ontem [ensaio geral de 10 de Julho].” Há uma tela para depoimentos audiovisuais, há gravações de telemóvel, há câmaras presenciais, há palco e bastidores ao mesmo tempo e há bastidores que entram no palco. Mais uma vez, a Christiane elimina as fronteiras entre teatro e cinema, nomeadamente com um actor de cinema que volta ao teatro. Também apaga os limites entre documentário e ficção, entre encenação e improvisação. Qual é o significado de todas estas camadas, estas transposições? “Essas são camadas que eu realmente exploro. Eu sempre digo que tem fronteiras que me interessa trabalhar, não para fixá-las, mas para expandi-las e são exactamente essas que você descreveu. Primeiro, respondendo a essa questão, o Wagner traz o cinema. Então, quando ele diz que ele joga com a questão do cinema e do teatro, do final perfeito para um filme, a gente está, de facto, através da presença dele, ressignificando a questão do cinema no teatro. Eu acho que isso é importante dizer, sem projecção, sem nada, só com discurso e a sua própria presença. E como a cada espectáculo me interessa que o cinema entre de uma forma muito dramatúrgica, completamente conectado ao que a gente está contando e não como uma exposição da projecção do que nós estamos contando, no sentido da amplificação da imagem, o cinema, nesse caso, entra como prova, entra como caminho para os testemunhos que não estão ali se poderem expressar. Como tantos tribunais online que a gente tem hoje em dia, inclusive o tribunal da próprias redes sociais que se dá através de recortes de imagens, de edições, de coisas, de manipulação das imagens. Então, e para finalizar a resposta, para mim o teatro entra na ficção, ele dá espaço para a ficção quando a gente mostra que a gente está no teatro, que o espaço é o teatro, que os bastidores estão presentes, mas que o que está acontecendo ali transforma em algo que é real. Então, nesse jogo entre ficção e realidade, para mim é muito importante que todos os dispositivos do teatro estejam muito evidentes.” E a própria improvisação também permite a entrada, se calhar, do real no próprio palco. “Completamente.” A peça questiona até onde estamos dispostos a ir para defender os nossos ideais e a verdade, mas também mostra, como disse, que o fascismo utiliza os princípios democráticos para nos manipular. A peça deixa inclusive instalar-se a dúvida sobre se vale a pena comprometermos tudo, a família, a comunidade, em nome da verdade. Como é que conseguem fazer isto e até que ponto não é perigoso mostrar que a verdade pode ser só performativa? “Primeiro eu acho que o imperativo moral tem que ser maior do que o medo do que pode acontecer em relação à economia. Eu acho que isso é uma coisa que está na peça e que a gente tem que falar como sociedade. A gente precisa defender o imperativo moral, a gente precisa proteger a sociedade, mas a gente não pode se deixar dobrar pelo mercado. E isso é uma discussão sobre o capitalismo que a gente não tem como não pensar quando está tudo realmente interligado e é evidente. Eu acho que – e eu acho bonito como o Wagner toma isso para ele - quando você defende uma ideia, você vai pagar um preço por ela. A gente sabe. Todas as pessoas que tentaram transformar realidades, seja de forma revolucionária, ou seja porque elas se posicionaram de maneira frontal contra um sistema, elas pagaram um preço por isso. A gente admira essas pessoas porque a gente acha que essas pessoas cumpriram, na verdade, a sua função ética. Então, por que é que quando é sobre nós, a gente tem dúvidas? Se todos nós tivermos esse mesmo princípio, todas as possibilidades de cancelamento, todas as possibilidades de perdas diminuem porque colectivamente a gente transforma o mundo. Então, eu acho que é o contrário. A ideia é o seguinte: vamos deixar de ser indivíduos separados que defendem ideias, enquanto outros se escondem atrás das suas ideias. Se todos nós formos à frente defender as nossas ideias, talvez a gente possa transformar o mundo.” O problema de transformar o mundo é que a maioria é quem ganha e Wagner Moura, Thomas Stockmann, diz na peça que “é preciso proteger a minoria da maioria” e que “a maioria nunca tem razão”. O que é que faz de Thomas Stockmann, esta peça e a forma como vocês a reinventaram algo absolutamente contemporâneo? “Bom, antes eu vou responder sobre a questão da maioria e da minoria porque eu acho que é interessante pensar que a gente nomeia a minoria como se a minoria fosse menos e a minoria, na verdade, sempre é mais. Existem muito mais pessoas que são consideradas minorias do que realmente a maioria. A maioria, na verdade, é quem tem o poder. Aí a gente vai falar – e falamos disso na peça - quantas democracias têm eleito pessoas que não representam as minorias que algumas vezes as estão elegendo? Isso faz parte da manipulação que a gente estava falando antes. Então, acho que essa colectividade de mudança tem a ver com tentar denunciar essa manipulação, conseguir fazer com que as pessoas percebam que estão sendo manipuladas e que não vão ganhar com isso. Mas isso é uma discussão que eu não tenho resposta, mas é para a gente pensar.” Além dessa parte da manipulação, que é absolutamente contemporânea na forma como os políticos ganham as eleições, que outras questões tornam esta personagem muito contemporânea? Por exemplo, em França, militantes ecologistas chegaram a ser chamados de ‘ecoterroristas”… “Eu acho que, na verdade, a gente coloca em pauta essa discussão sobre onde é que determinadas posições ultrapassam o limite democrático e questionam o valor democrático. Acho que a gente já viu democracias causando barbáries, mas, por enquanto, a única solução que a gente tem é a democracia. Ao mesmo tempo, é óbvio que quando a gente coloca na boca de Thomas Stockmann, o personagem ético da história, frases como essa - e eu acho que é importante dizer que em toda a peça são as únicas frases que pertencem ao Ibsen quando a gente ouve no gravador - eu acho que a gente está falando, na verdade, sobre uma coisa que também está na peça que é heróis perfeitos não existem.” Há outra frase que fica. No final, Wagner Moura diz: “Todas as vezes que penso nos meus filhos, lembro-me que o ser humano pode ser terrível, mas também pode ser extraordinário”. Quer-me falar por que é que colocou esta nota no final? “Primeiro, eu acho que é importante dizer que a gente fala muito de política em toda esta entrevista, mas essa peça fala de família. Essa peça fala sobre os afectos profundos familiares, como é que a questão política externa está dentro das famílias, como é que isso é inseparável, indissociável e a gente viveu muito isso no Brasil, de como é que as questões políticas podem realmente destruir e criar guerras familiares. O que acontece nesta peça é isso. Essa é uma das últimas frases que o Wagner Moura fala que eu acho realmente muito comovente e é sobre uma utopia e uma distopia na mesma frase. É um pouco tudo isso que a gente conversou aqui. De facto, a gente pode ser terrível, mas se a gente lembrar que a gente também pode ser extraordinário, talvez a gente possa voltar a essa ideia não só de mudar o mundo, mas de tentar deixar o mundo - como também é dito na peça - para os nossos filhos, para os nossos netos e, com sorte, para os nossos bisnetos.”

Artes
Espectáculo Kairós quer “agarrar a oportunidade” do Festival Off Avignon

Artes

Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 10:34


O espectáculo de dança contemporânea “Kairós”, de Maria Pinho e Charline Nolin, é uma tentativa de “agarrar uma oportunidade que muda a vida” das personagens, contam as autoras. Em grego, a isso chama-se "Kaïros" e é o que este duo coreográfico procura em palco, partindo de um sofá que evoca o quotidiano e os instantes familiares em que o tempo parece suspenso, mas é cheio de vida. Entre dança contemporânea, hip-hop e acrobacia, as duas intérpretes desenham o movimento no espaço, com humor e muita cumplicidade, como dois corpos que se contagiam numa correia de transmissão de poesia e afectos. A peça Kairós está no Festival Off Avignon até 24 de Julho e fomos vê-la e conhecer as intérpretes no Théâtre Golovine, em Avignon. RFI: Do que fala a vossa peça “Kairós”? Maria Pinho, Artista: “O Kairós fala precisamente de um conceito grego que fala do momento oportuno, em que se cria uma atmosfera oportuna, para agarrar uma oportunidade que muda a vida dos dois personagens, com acrobacia, com a dança, com o teatro e com todo o ambiente de uma sala-de-estar.” Como nasceu a ideia de fazerem este espectáculo? Charline Nolin, Artista: “Começámos a trabalhar juntas porque tínhamos coisas em comum, coisas artísticas e queríamos fazer coisas juntas. E depois encontrámos esta palavra e o projecto nasceu desta palavra, Kairós.” Como é que se transcreve para a dança, para o movimento, para a acrobacia, este conceito tão filosófico e poético de Kairós? Maria Pinho: “Começámos através dos jogos e de instruções em que era: ‘Ok, vamos, vamos pôr uma regra no jogo que é desta vez vamos criar toda uma sequência em que não nos podemos tocar'. A segunda era: ‘Só nos podemos tocar em ângulos diferentes, ângulo recto, ângulo raso, diferente, como se fosse um Tetris. Então, foi um bocado daí que nasceu, a partir de jogos e de regras que nos fomos dando. Daí apareceram várias imagens que gostámos imenso e decidimos guardá-las.” A imagem do cubo mágico ou cubo Rubik também entrou nesse jogo de imaginação e criação? Charline Nolin: “Sim, sim porque gostamos muito dessa imagem, desse jogo e transpor para a dança é uma coisa fixe porque com os corpos também se pode encaixar.” Maria Pinho: “Cada vez que há um movimento no cubo mágico, há sempre outras mil possibilidades que acontecem. Então, foi um bocadinho que nos inspirou: 'Vamos experimentar. Tu propões isto. Eu proponho isto'. E é sempre um jogo de propostas até aparecerem várias imagens e opções.” Em termos de dramaturgia, o sofá e o candeeiro desempenham o papel de uma personagem? Maria Pinho: "O sofá e o candeeiro aparecem porque realmente começámos no nosso sofá, na nossa casa e também somos muito caseiras e pensámos: como é que vamos transportar um sofá para onde quer que seja? Até que surgiu a ideia de encontrar um sofá insuflável e uma lâmpada que se pode dobrar e ser teletransportada. O mais fácil possível.” Há dança, circo, acrobacia. Querem-nos falar de todas essas influências que vos ajudaram a escrever a peça? Charline Nolin: “Sim, porque fizemos a escola de circo, com a especialidade de acrobacia, mas temos esta coisa em comum que a dança faz parte integrante da nossa prática. Para a Maria foi o hip-hop, o break e o krump que apareceu na sua prática artística. Para mim foi a dança contemporânea e a contorcionismo. E então queríamos fazer um combo de todas estas partes artísticas.” E a música? Como foi a escolha? Maria Pinho: “Houve muitas das coreografias que foram criadas através da música. Por exemplo, a última coreografia em que nós chamamos o monstro - porque tem vários braços - tem um ritmo muito específico, em que nós decidimos adaptar-nos à música através do corpo. E depois foi ao contrário. Na primeira coreografia, primeiro queríamos a coreografia e depois é que fomos buscando músicas com ritmo ou assim um bocado longas também. Foi mais uma escolha musical da Charline porque ela tem um gosto muito aprimorado.” O jogo que vocês levam para palco parece que assenta na cumplicidade, na complementaridade, na brincadeira, no jogo, no riso. Esta peça é uma história de amor? Maria Pinho: “Sim, pode ser. Pode ser uma amizade entre duas pessoas. Pode ser uma relação amorosa, pode ser uma irmandade.” Charline Nolin: “O que gostamos é que o público pode ver o que quiseres. Então, nós fazemos o espectáculo e o público sai do espectáculo com a sua interpretação." E vocês, qual é que é o vosso momento Kairós? Esta participação no Festival de Avignon é esse momento? Charline Nolin: “Eu acho que podemos ter também vários Kairós na vida e o início deste espectáculo foi obviamente um.” Maria Pinho: “Sim, sim. Para mim, o momento Kairós foi ter proposto à Charline: ‘Olha, tenho uma ideia. Queres fazer esta criação? Bora fazer uma criação juntas.' E para mim foi esse momento Kairós de ter a coragem de lhe propor e que ela tenha dito: ‘Ok, também não sei o que vai dar, bora com isso, e surge este momento.” Este é o primeiro espectáculo da companhia. Querem falar-nos um pouco da companhia e deste risco e aventura de trazer uma peça a Avignon? Charline Nolin: “Sim, a companhia é muito jovem porque começámos a trabalhar juntas em 2024 e agora Avignon. Era um risco, mas eu acho que temos uma equipa muito, muito sólida e ajuda muito para atravessar esta aventura de Avignon.” Maria Pinho: “Nós tivemos a oportunidade de nos candidatar a uma ‘open call' que foi a Santa Maria da Feira e Centro Cultural de Paredes de Coura que a produziram para a noite do Circo de 2024. Tínhamos a mentoria do João Paulo Santos, nós mandámos a candidatura, eles gostaram do projecto, aceitaram e, em troca, havia uma co-produção e tínhamos por volta de umas quatro semanas para criar o espectáculo para fazer uma estreia oficial na Noite do Circo de 2024, em Novembro. A partir daí parece que todos foram momentos Kairós que foram surgindo ao longo da criação, ao longo da estreia. Foi um bocado aí também, o facto de termos tido um apoio de Portugal que nos fez: ‘Bora!' Estamos super agradecidas por isso.” E as expectativas? O que é que esperam que Avignon vos traga ou já está a trazer? Charline Nolin: “Uma tournée internacional!” [Risos] Maria Pinho: “Estás a brincar, mas é verdade. Nós gostávamos de poder alcançar muito mais países e muito mais públicos. Não só latinos, como também internacionais. Poder ir à América Latina, potencialmente, porque é um espectáculo muito acessível para toda a gente e temos uma proposta muito fácil de leitura e de acessibilidade, em que propomos às pessoas de ter um momento de introspecção, dizer quando é que foi aquele momento em que eu tive coragem de fazer alguma coisa ou de reviver memórias para voltar a ter essa coragem quando parece tudo um bocado já feito.” Em relação ao vosso percurso, gostava de conhecer e saber se é a vossa primeira vez em Avignon. Charline Nolin: “Como projecto pessoal, como um projecto da Companhia Fika, com a nossa criação, é a primeira vez que fazemos Avignon, mas já fizemos com outras companhias, mas só como intérpretes. Então, é muito diferente porque tem coisas que não imaginava. É que para fazer encher a sala todos os dias e também para fazer vir profissionais, programadores, é muito stress, mas é uma experiência muito fixe. O Kairós é como um bebé, é o nosso bebé, e queremos fazer o Kairós crescer. Sabemos que é uma grande oportunidade para isso e estou contente.” Maria Pinho: “Sim, eu também estou super contente. Já tínhamos feito o festival como intérpretes de outras companhias e foi aí que comecei a dizer: ‘Ah, ok, isto pode ser também interessante, com um projecto pessoal' e este ano decidimos vir para o festival. Sim, foi um risco, desde Dezembro que andávamos a pensar e organizar. Eu vinha um bocado com medo, mas desde o início que tivemos uma equipa que nos acolheu bastante, o Théâtre Golovine, então tornou-se tudo muito mais fácil.”

Rádio UFRJ - Informação & Conhecimento
Vivências LGBT em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal

Rádio UFRJ - Informação & Conhecimento

Play Episode Listen Later Jun 27, 2026 2:06


No mês do orgulho LGBTQIAPN+, a exposição “Morro pela Boca e Vivo pelos Olhos” faz referência ao trabalho do pintor e desenhista Leonilson, que retratou, já no fim de sua vida, os medos e preocupações em relação à epidemia do vírus HIV. O artista plástico Breno de Sant'ana explicou à Rádio UFRJ como essa experiência se traduz nas obras atuais.Reportagem: Luiz Guilherme BaraúnaEdição: Thiago Kropf

Kilómetro Cero
Kilómetro Cero: Festival Música Antigua Madrid, 'Directed By… «B» Directors', 'El viaje del yoga' y Noche de San Juan

Kilómetro Cero

Play Episode Listen Later Jun 23, 2026 74:09


Jaume Segalés y su equipo analizan los temas de actualidad y comentan la agenda cultural. Hoy en Km0, tras repasar la actualidad informativa y deportiva, profundizamos en los siguientes asuntos:VII Festival Música Antigua Madrid El Teatro Fernán Gómez Centro Cultural de la Villa organiza y acoge la séptima edición del Festival de Música Antigua de Madrid (MAM) que tendrá lugar esta semana, desde hoy martes 23 hasta el domingo 28 de junio en la Sala Jardiel Poncela. Este año, los seis conciertos únicos de este excelente ciclo están focalizados en la interpretación histórica con instrumentos originales. Todos los recitales comienzan a las 19:30 y previamente los músicos ofrecerán una pequeña introducción al repertorio sobre el escenario. Además, están programadas actividades paralelas como charlas y talleres. El festival va a realizar un amplio recorrido por el patrimonio musical del barroco de la mano de las formaciones: El Gran Teatro del Mundo, Camerata Iberia, Brezza, Echo et Dulce, Andreas Prittwitz con Lookingback y el dúo integrado por los hermanos Pablo y Daniel Zapico. Entrevistamos a la comisaria del ciclo, Mónica H. Totland. 'Directed By… «B» Directors' Ensayo cinematográfico escrito por nuestro compañero y oscarizado cineasta José Luis Garci, a quien entrevistamos. Un libro, publicado este mes de mayo por la editorial Notorious Ediciones, en el que Garci analiza y rinde un profundo homenaje a una cuidada selección de cineastas de Hollywood que, a pesar de no haber sido considerados por la crítica y la historia oficial como "grandes maestros", firmaron películas extraordinarias y fundamentales para el cine clásico. 272 páginas de lúcida crítica, defensa y revisión de los llamados "directores B", realizadores especializados en géneros populares como el western, el cine negro, el thriller y el cine de aventuras.'El viaje del yoga' Libro divulgativo escrito por el periodista y conferenciante argentino Naren Herrero, a quien entrevistamos, e ilustrado por la artista Amanda León. Publicado originalmente por GeoPlaneta / Lonely Planet, nos propone un doble recorrido. Por un lado, geográfico, viajando desde sus orígenes sagrados en la India hasta su actual expansión en Occidente. Y, por otro, interior, sirviendo como guía de autotransformación personal. A lo largo de sus 272 páginas, el autor responde de forma sencilla y rigurosa a preguntas habituales de los practicantes de yoga, abordando las cuestiones desde una perspectiva global que va mucho más allá del ejercicio físico (asanas). Se presenta como un compendio visual e histórico que examina la disciplina a través de la filosofía, la medicina, el arte, la espiritualidad y la ciencia.Noche de San Juan La Noche de San Juan coincide con el solsticio de verano. Entre sus rituales más populares se encuentran encender y saltar hogueras un número determinado de veces para atraer la buena suerte, arrojar al fuego papeles con deseos o experiencias negativas para dejarlas atrás y realizar baños de medianoche en el mar, un acto simbólico de salud y purificación bajo la luz de la luna. Esta celebración varía según la región. Destacan las hogueras de Alicante con la quema de figuras de cartón, las playas de Galicia, repletas de hogueras, gaitas y sardinas asadas. Asimismo, en Cataluña y la Comunidad Valenciana cobran protagonismo los petardos, los correfocs y la Flama del Canigó. En Andalucía, es tradicional la quema de muñecos de trapo, conocidos como Juanillos o júas, como símbolo de la eliminación de los aspectos negativos acumulados durante el año.

SER Castro Urdiales
La Plataforma Ágora de Castro Urdiales supera las 4.500 adhesiones para impulsar un centro cultural

SER Castro Urdiales

Play Episode Listen Later Jun 19, 2026 9:35


La Plataforma Centro Cultural Multiusos Ágora de Castro Urdiales ha logrado reunir más de 4.500 firmas y más de 570 apoyos adicionales a través de plataformas digitales para reclamar el impulso definitivo de un centro cultural, que considera esencial para el municipio.

Radio Unse podcast
Forestales de la UNSE y el INTA lanzarán una guía y una diplomatura sobre el manejo sustentable del fuego

Radio Unse podcast

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 16:38


Darío Coria, Lic. en Ecología y Dr. en Cs. Agronómicas, egresado de la UNSE, en comunicación con #AgendaPropia, nos invitó a la presentación del libro "El Manejo del Fuego: Guía para el uso sustentable del fuego en establecimientos productivos del Chaco argentino", realizado desde el INTA Santiago del Estero, con el apoyo de la Revista Incendios y Riesgos Naturales. Se trata de una herramienta práctica y científica para ayudar a proteger las tierras y recursos de incendios no deseados, y obtener beneficios ambientales y productivos del fuego.La presentación, organizada en conjunto con la Facultad de Cs. Forestales, será el 18 de junio, a las 10 hs en el auditorio del Centro Cultural del Bicentenario. Al mismo tiempo se realizará el lanzamiento de la diplomatura “Manejo sustentable del fuego”, formación que estará destinada a todos los interesados en la temática, con el único requisito de tener el título de nivel secundario.Esta es una de las actividades de la amplia agenda preparada por la Facultad de Ciencias Forestales, organizadas bajo el nombre “Mes del ambiente. Por el clima ya”. Más información en las redes de la facultad. 

LA PATRIA Radio
5. Esta exposición que pone rostro a los desaparecidos de Colombia llega al Centro Cultural Rogelio Salmona. Cultura

LA PATRIA Radio

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 3:11


5. Esta exposición que pone rostro a los desaparecidos de Colombia llega al Centro Cultural Rogelio Salmona. Cultura by LA PATRIA

Café Para Tres
¡Comunistas! ¡Vagabundos!

Café Para Tres

Play Episode Listen Later May 30, 2026 111:41


Esta semana, Diego comenta la reacción de Laura Fernández ante la oposición del PLN y el FA al proyecto de apertura del mercado eléctrico, y por qué esta discusión necesita más fondo y menos insultos. También aborda la salida en falso de Procomer con Uber, y la orden de la Contraloría a la UCR de eliminar el traslado voluntario del personal del salario compuesto al salario global.Costa Rica PuedeLa Unión Europea lanzó CONECTA: El Hilo, una campaña regional para acercar a jóvenes centroamericanos oportunidades de formación, empleo, emprendimiento y digitalización. La iniciativa tendrá presencia en Costa Rica y otros cinco países de la región, con contenido digital, microdocumentales y proyectos apoyados por cooperación europea.La comunidad de Santa Teresa logró ampliar su escuela pública con cinco nuevas aulas y mejoras de infraestructura para atender a 380 estudiantes. El proyecto fue articulado por la Fundación Península de Nicoya junto a vecinos, sector privado e instituciones públicas, y permitirá pasar a jornada educativa completa.El Cuerpo de Paz incorporó 33 voluntarios que trabajarán durante dos años en Costa Rica apoyando la enseñanza del inglés. El programa se desarrollará junto a docentes del MEP para fortalecer habilidades lingüísticas, metodológicas y la confianza de estudiantes en el idioma.Pinto Pinto realizará el Festival Frijolero este domingo 31 de mayo, de 8:00 a.m. a 5:00 p.m., en Selva Art House, en San Pedro. La actividad celebrará la cosecha de frijol upaleño con charlas, talleres, venta de frijoles, comidas, muestras audiovisuales y música, con entrada de cuota voluntariaAgenda CulturalEl videojuego costarricense Don Memo lanzó HOY su demo gratuito y propone una aventura en pixel art inspirada en las siete provincias del país. El proyecto, liderado por Carlos Zhou, convierte paisajes, comidas, leyendas y referencias ticas en una experiencia interactiva que saldrá completa en octubre.La exposición guatemalteca Mapas Imposibles llegará al Centro Cultural de España, en San José, a partir del 5 de junio.

En Perspectiva
Entrevista Nicolás Etcheverry - Presidente del Centro Cultural de Música

En Perspectiva

Play Episode Listen Later May 7, 2026 16:31


Entrevista Nicolás Etcheverry - Presidente del Centro Cultural de Música by En Perspectiva

Radiomundo 1170 AM
La Conversación - José Miguel Onaindia con Santiago Ferrigno y Mariano Cossa

Radiomundo 1170 AM

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 24:09


A partir de un dispositivo escénico que adopta la forma de un juicio oral, “Expediente 1492. La última confesión de Colón” propone al espectador un rol activo y decisivo: ya no se trata solo de observar, sino de juzgar. En esta puesta, el público se convierte en jurado y debe votar para aprobar o desaprobar la canonización de Cristóbal Colón, en el marco de un proceso inspirado en un episodio histórico real impulsado por el Vaticano hacia fines del siglo XIX.Dirigida por Santiago Ferrigno y Mariano Cossa, la obra se construye a partir de fragmentos de El arpa y la sombra, de Alejo Carpentier, y articula su relato entre la reconstrucción histórica y la ficción teatral. Sin embargo, el veredicto popular no es la última palabra: la resolución final queda en manos de un monje, director de la Lipsanoteca del Vaticano, quien —bajo designios que solo él conoce— define el destino del alma del Almirante.El espectáculo, que se estrena el sábado 9 de mayo a las 21: 00 horas en el Centro Cultural de la Cooperación (Corrientes 1543), cuenta con las actuaciones de Sandra Antman, Norberto Gonzalo y Alfredo Noberasco, y con asistencia de dirección de Lucía Ferrigno.Los directores reflexionan sobre las tensiones entre historia y representación, el lugar del espectador en la construcción del sentido y las preguntas que atraviesan la obra: quién tiene la potestad de juzgar el pasado y qué implica, hoy, revisar figuras fundacionales como la de Colón.

Hora América en Radio 5
Hora América en Radio 5 - Juan de Salazar: 50 años imaginando futuros en Asunción - 26/04/26

Hora América en Radio 5

Play Episode Listen Later Apr 25, 2026 7:11


Nos trasladamos a Paraguay, donde cultura y cooperación celebran medio siglo de historia en el Centro Cultural de España “Juan de Salazar” en Asunción, el más antiguo de toda la red en Iberoamérica. Estos días conmemora su 50º aniversario bajo el lema “50 años imaginando futuros”, una efeméride que invita a repasar el camino recorrido y, al mismo tiempo, a mirar hacia las oportunidades que están por venir.Escuchar audio

Arauto Repórter UNISC
Assunto Nosso - Celi Durante, Centro Cultural

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Apr 24, 2026 22:21


Celi Durante foi a convidada dessa edição do programa Assunto Nosso, e falou sobre o Centro Cultural.

Assunto Nosso
Assunto Nosso - Celi Durante, Centro Cultural

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Apr 24, 2026 22:21


Celi Durante foi a convidada dessa edição do programa Assunto Nosso, e falou sobre o Centro Cultural.

Radiomundo 1170 AM
La Conversación - José Miguel Onaindia con Nicolás Etcheverry y Alberto Reyes (Emitido el 19.03.2026)

Radiomundo 1170 AM

Play Episode Listen Later Apr 23, 2026 23:22


La temporada 2026 del Centro Cultural de Música integra una nueva selección de orquestas, ensambles y solistas entre los más destacados de la actualidad.Nos espera un año de excelencia musical, que lleva adelante esta organización sin fines de lucro y sustentada por sus socios a través del abono anual.El miércoles 6 de mayo, en el Teatro Solís: Solistas de Cámara de Praga, con Radek Baborák, en corno y dirección.El sábado 30 de mayo, en el Auditorio Nacional del Sodre: Orchestre des Champs-Élysées, dirigida por Philippe Herreweghe.El martes 16 de junio, en el Teatro Solís: Sitkovetsky Trio.El miércoles 5 de agosto, en el Teatro Solís: el joven pianista kazajo Alim Beisembayev.Jueves 20 de agosto, Jakub Józef Orliński,el contratenor polaco, revelación del mundo de la ópera, se presenta junto al prestigioso ensamble Il Pomo d'Oro en el Teatro Solís.Jueves 17 de setiembre en el Teatro Solís: convierto del pianista húngaro-británico, Sir András Schiff. La violinista María Dueñas se presenta junto a la prestigiosa orquesta austríaca Camerata Salzburg, el martes 6 de octubre en el Teatro Solís.El cierre de temporada será con la actuación del Monteverdi Choir, presentando una versión semiescenificada de Theodora con un elenco internacional de solistas dirigidos por Christophe Rousset.Todos los conciertos comienzan a las 19:30 horas.

SBS Spanish - SBS en español
Cultura | Un nuevo Centro Cultural Latino abre en Sídney: un espacio para conectar, crear y celebrar

SBS Spanish - SBS en español

Play Episode Listen Later Apr 22, 2026 16:13


La chef mexicana Rosa Cienfuegos ha puesto en marcha el Centro Cultural Latinoamericano, un espacio donde la comunidad hispana de Sídney puede organizar eventos, talleres y actividades culturales, sin dejar atrás la gastronomía. Una de sus iniciativas, Miércoles de Magia Femenina, resume el espíritu del proyecto: construir comunidad a través de la cultura, el idioma y la solidaridad.

SBS Spanish - SBS en español
Programa | Spanish | Centro Cultural Latino abre sus puertas en Sídney con interesantes actividades

SBS Spanish - SBS en español

Play Episode Listen Later Apr 20, 2026 51:56


Programa SBS Spanish 20/04/26: Hablamos del ascenso en las encuestas del partido One Nation y los desafíos que representa para la cohesión social en Australia; te contamos de un nuevo centro cultural latinoamericano en Sídney que ofrece actividades para la comunidad. Hablamos con una chef mexicana y algunos participantes de un taller; te traemos toda la información deportiva del fin de semana.

Kilómetro Cero
Kilometro Cero: 'El veneno del teatro' y Nuevo presidente de Noche Madrid

Kilómetro Cero

Play Episode Listen Later Apr 15, 2026 79:21


Jaume Segalés y su equipo comentan asuntos de la actualidad y traen las mejores recomendaciones culturales. Hoy en Km0, tras repasar la actualidad informativa y deportiva, profundizamos en los siguientes asuntos: ‘El veneno del teatro' El Teatro Fernán Gómez-Centro Cultural de la Villa (Plaza de Colón , 4) acoge hasta el 3 de mayo en su Sala Jardiel Poncela, de martes a domingos a las 19:30, esta obra escrita por Rodolf Sirera en 1978 que ha mantenido su vigencia y éxito durante ya casi cincuenta años. Robert Torres dirige esta versión protagonizada por Silvia Maya y Marta Sangú. ‘El veneno del teatro' trata sobre una marquesa de aficiones extravagantes que invita a una actriz de moda a visitarla en su palacio. Tras una espera llena de incertidumbre, la actriz recibe el encargo de interpretar una pieza teatral sobre la muerte de Sócrates escrita por la propia marquesa, que está obsesionada por el arte de la actuación. Así, lo que parece ser una tarea fácil, acaba complicándose. La intérprete comprobará que todo es una trampa para someterla a un experimento mortal sobre la tensión entre la autenticidad de la ficción y la de la verdad y los a veces difusos límites entre ambas. Entrevistamos al autor de la obra, Rodolf Sirera. Nuevo presidente de Noche Madrid La Asociación de Empresarios de Ocio y Espectáculos de la Comunidad de Madrid, Noche Madrid, emprende una nueva etapa. Entrevistamos a Alejandro Zamarro, ingeniero de 44 años que, con más de 20 años de experiencia en el sector del ocio nocturno, es el nuevo presidente de la entidad tras ser elegido en marzo de este año. Asume el cargo con los objetivos principales de reforzar la seguridad y consolidar el liderazgo internacional del ocio nocturno madrileño. Zamarro sen convierte así en la cara visible de una asociación que aglutina a más de 1.700 locales, precisamente en un momento en el que Madrid está considerada como la mejor ciudad de Europa y la segunda del mundo en cuanto a vida nocturna se refiere gracias a la calidad, seguridad y diversidad de su oferta. El presidente de Noche Madrid nos confirma que ya ha podido entrevistarse con los responsables de la Comunidad de Madrid para impulsar la colaboración en proyectos estratégicos como la campaña de promoción internacional Nightlife in Greater Madrid, el Club del Ocio Sostenible o la Guía de Buenas Prácticas Sostenibles y Circulares.

Appleton Podcast
Episódio 189 – “O impulso do invisível, a pausa, o toque, entre o Pátio e Arganil” – Conversa com Bernardo Chatillon

Appleton Podcast

Play Episode Listen Later Apr 11, 2026 84:49


Bernardo Chatillon pretende imaginar novos mundos, colocando a hipótese de nos relacionarmos com os espaços que estão obstruídos, camuflados, ilegíveis, ignorados,invisíveis. Conviver com os corpos, as paisagens e os movimentos que estão presentes, mas não têm visibilidade, em articulação com o conceito de Pensamento Mágico aplicado à dimensão teatral. Estreou-se com os Artistas Unidos. Depois de completar o Chapitô integrou a Formação Intensiva Acompanhada no c.e.m e mais tarde a Escola Superior de Teatro e Cinema (Licenciatura Teatro / Actor). Entre 2012 e 2015 integrou o elenco da companhia do Teatro Nacional D. Maria II. Em 2016 muda-se para Berlim onde colabora em diversos formatos e projectos através de práticas artísticas, encontros e espectáculos com diversos autores e figuras internacionais incontornáveis: Marc Lohr, Sigal Zouk, Mineralwasser Collective, André Uerba, Peter Pleyer, Stephanie Mahler, Jeremy Wade , Benoilt Lachambre, Keith Hennessy, Joy Mariana Smith, Meg Stuart, Sandra Noeth, Natasha A Kelly, CA. Conrad, Sigmar Zecarias, Diego Aguillo, Sophia New, Fernanda Eugenio entre outros e completa o mestrado Solo/Dance/Authorship (SODA) pela Inter-University Center for Dance Berlin (HZT/UDK). Recentemente, criou os espetáculos Reindeer Age #0 , Uferstudios Berlin (2019), Teatro DoBairro Alto (2020), Reindeer Age #1, O Espaço do Tempo (2021) e Appleton (2025) , O Fazer do Dizer , Centro Cultural de Belém (2022) , O que já cá está, Rua das Gaivotas 6 (2023), Calipso ou a experiência do possível, Cine -Teatro Avenida, Castelo Branco (2024). Em 2022 juntamente com Cláudia Teixeira e Fernanda Eugênio começa a dar forma à criação da questão-tema “políticas e práticas da amizade” para uma base de curadoria na programação do espaço Trust-Collective em Arganil. Em 2023 começou a lecionar na Escola Superior de Teatro e Cinema em Lisboa e entrou para a nova direção da associação R.I.Ju (Rancho Infantil e Juvenil de Coja) com o projeto Fôlego, onde ensina, programa, experimenta e convive.Links: https://bernardochatillon.hotglue.me/ https://www.youtube.com/watch?reload=9&v=XGxrPHpa0bw https://www.ccb.pt/evento/bernardo-chatillon/all/ https://artistasunidos.pt/bernardo-chatillon/ https://sapo.pt/artigo/bernardo-chatillon-apresenta-seco-em-castelo-branco-69c40908bf28b0049337fb85 https://www.oespacodotempo.pt/pt/residencias/bernardo-chatillon https://glam-magazine.pt/bernardo-chatillon-no-tba-em-coapresentacao-com-o-ccb/ https://www.cm-arganil.pt/diretorio/rancho-infantil-juvenil-coja/ https://www.cm-arganil.pt/evento/politicas-e-praticas-da-amizade-dias-abertos-trust-collective/ https://trust-collective.org/en/ Episódio gravado a 02.04.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

RW notícias - fique sempre bem informado
Memorial homenageia os mais de 700 mil mortos pela Covid

RW notícias - fique sempre bem informado

Play Episode Listen Later Apr 7, 2026 2:14


Foi inaugurado no Centro Cultural do Ministério da Saúde, no Rio de Janeiro, o Memorial da Pandemia, dedicado às mais de 700 mil vítimas da Covid-19 no país. Após um período de obras, o Centro foi reaberto ao público e com uma instalação que traz os nomes das vítimas da doença, reforçando a importância da saúde pública e da preservação da memória. Essas e outras notícias que foram destaques nesta terça-feira, 07, você acompanha no Giro de Notícias.

La Diez Capital Radio
Origenes (18-03-26)

La Diez Capital Radio

Play Episode Listen Later Mar 18, 2026 113:52


En Orígenes conocimos a Domingo Garí, autor del libro "La Rebelión de los Guanches de Anaga", una novela creada de la historia que tenemos y heredamos y que sirve para seguir aprendiendo y conociéndonos. Por otro lado, Arife se presenta en el Centro Cultural de El Escobonal en Güímar y con dos de ellos conversamos y nos divertimos. Los premios Tradición y Folklore valoran el trabajo dedicado a nuestra cultura popular, por eso este año Lourdes Toledo lo recibe por su trayectoria y Jacqueline García nos invita al XXXI Encuentro de Guitarra Clásica y Timple en Ciudad de Guía en Gran Canaria; y como cada semana nos vamos a escena con Zálatta Espacio Escénico, todo en La Diez Radio con Joam Walo "poniendo lo canario más de moda que nunca y apostando por lo nuestro" #origenes #programaorigenes #ladiezradio #capitalradiogc #joamwalo

LA PATRIA Radio
2. 'El Alma de Macondo' llegó a Manizales. Homenaje a Gabriel García Márquez se toma el Centro cultural Salmona. Cultura

LA PATRIA Radio

Play Episode Listen Later Mar 17, 2026 2:27


Escuche esta y más noticias de LA PATRIA Radio de lunes a viernes por los 1540 AM de Radio Cóndor en Manizales y en www.lapatria.com, encuentre videos de las transmisiones en nuestro Facebook Live: www.facebook.com/lapatria.manizales/videos

SODOMARAMA
300 Cartas

SODOMARAMA

Play Episode Listen Later Mar 12, 2026 35:03


Jero (@cristian.marianii ) conoce a Tom (@frias.gaston ) en una aplicación y enseguida tienen sexo. Ambos son bastante distintos: Tom es un poeta, profesor de literatura y con un humor ácido.En cambio Jero vive de criptomonedas, cuida mucho de su cuerpo y ama entrenar.Sin embargo, inician una relación.Hasta que un día, precisamente el día de su aniversario, Tom le regala una caja con 300 cartas donde explica detalladamente por qué lo está dejando.En el nuevo episodio de Sodomarama, comentamos 300 Cartas @300cartas_ dirigida por Lucas Santa Ana.@lucassantaanaokYa pueden verla todos los miércoles de marzo en el Centro Cultural de la Cooperación (Av. Corrientes 1543) y próximamente en más salas del país (y también en México).NUESTRA RESEÑA SIN SPOILERS Dejen vuestros comentarios acá abajo o en nuestras redes y si les gusta nuestro contenido pueden dejarnos una donación!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://cafecito.app/sodomarama⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Si no pueden mandar cafecitos aca esta nuestro paypal amigues⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.paypal.com/donate/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@SODOMARAMA⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@axelfritzler_⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@pabloataboada⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠O en Twitter:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@NoSoyAlexOk⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@EnAfter ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Email: sodomarama@gmail.com

Radio Albacete
La pianista Claudia Sevilla y el Quinteto Collis Musicae homenajearán a 'Falla y Ravel'

Radio Albacete

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 19:05


Este martes ofrecerán el concierto 'Pasión y virtuosismo' en el Centro Cultural de la Asunción, dentro del ciclo de actuaciones para conmemorar el 75 Aniversario del Real Conservatorio de Música y Danza de la Diputación de Albacete. Nos lo han contado la propia Claudia y Fran Casado y Juan Luis Real en nuestra sección 'Aquí hay cultura'

Comadres y Comics Podcast
Episode 276:  Black & Bloody Zine Anthology

Comadres y Comics Podcast

Play Episode Listen Later Mar 8, 2026 60:42


Please remember to rate and review our podcast!Check out your YouTube channel @comadresycomics  CHISME DE LA SEMANA: When I Was 5 by Mark Waid and David Lapham. Bad Idea Secret Six Comic Drop at ComicsPro 2026ON MY RADAR: The Digger by T.S. Luther & Sam Gudilin In 1930s Veracruz Mexico, along the Gulf Coast, lie Olmec ruins, all but hidden to anyone from the outside world. Locals make money guiding academics and scholars through the region. But there is one name that is spoken in hushed tones, one name guides stay away from, they call him “El Excavador”. But The Boy doesn't listen to whispers, he hasn't seen that no one returns from guiding The American in the hat. No, The Boy doesn't know the man with the eyes of the devil. But The Boy knows he needs money for his sick grandma, and The Boy knows The American has money, and The Boy KNOWS where the ruins are. What begins as guide and treasure hunter, turns into cat and mouse.BOOK REVIEW: Black & Bloody Zine Anthology: A Black Vampire Anthology by Black Indie Comix Club www.blackindiecomixclub.carrd.co @BICCBlackIndieComixClubBlack & Bloody (B&B for short) is a zine anthology of Black vampire comics, illustrations, and short stories made by and for Black artists, creatives, and speculative lovers. This project was lovingly curated and edited by the Black & Bloody Anthology team.EN LA LIBRERÍA:  California Screaming: Horror in the Golden State-A chilling comic book anthology of California-themed horror stories by top creators.  www.kickstarter.com/projects/leonieo/california-screaming-horror-in-the-golden-state JUNTOS Y FUERTES: Cultural Arts Workshops Spring 2026 at Tia Chucha's. The mission of Tía Chucha's Centro Cultural is to transform community in the Northeast San Fernando Valley and beyond through ancestral knowledge, the arts, literacy and creative engagement. www.tiachucha.orgSALUDOS:  Black Indie Comix Club and their YouTube @BICC Black Indie Comix Clubwww.blackindiecomixclub.carrd.co Follow us on socials @comadresycomics Visit our website comadresycomics.comProduced by Comadres y Comics Podcast

CNC: 75 ANOS NAS ARTES, NAS LETRAS E NAS IDEIAS
Dia António Lobo Antunes, Centro Cultural de Belém, em 2013

CNC: 75 ANOS NAS ARTES, NAS LETRAS E NAS IDEIAS

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 7:12


Publicamos a intervenção de António Lobo Antunes no final do "Dia António Lobo Antunes", organizado pelo Centro Nacional de Cultura em colaboração com o Centro Cultural de Belém, em 27 de outubro de 2013. (imagem de Rui Ochôa, 2011)

Radio Ibiza
El impacto de las pantallas y la violencia sexual centrarán las II Jornadas de Psicología de Ibiza

Radio Ibiza

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 12:45


Minaya Benavente y el decano del Colegio de Psicología de Baleares explican el programa previsto en el Centro Cultural de Jesús

SER Málaga
Un viaje hacia la luz del arte en el Centro Cultural Fundación Unicaja

SER Málaga

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 3:44


LA PATRIA Radio
Conozca la agenda cultural y novedades del Centro Cultural del Banco de la República de Manizales. Cultura

LA PATRIA Radio

Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 5:18


Escuche esta y más noticias de LA PATRIA Radio de lunes a viernes por los 1540 AM de Radio Cóndor en Manizales y en www.lapatria.com, encuentre videos de las transmisiones en nuestro Facebook Live: www.facebook.com/lapatria.manizales/videos

Hotel Jorge Juan
Hab. 1211.– Maxi Guerra: Gastropolítica

Hotel Jorge Juan

Play Episode Listen Later Nov 27, 2025 95:53


Maxi Guerra es el creador de Gastropolítica donde distintas historias, lecturas e ideas se conectan a través de la comida. Charlamos sobre tomates, café, dictadores, teselas, mostaza, limoneros, mafiosos, camareros, escritores, cirujanos, funerales y comida armenia.Podcast grabado en el Centro Cultural de Montevideo, Uruguay, dentro del festival SonoraLibros:Teoría del viaje — Michel OnfrayLa invención de la soledad — Paul AusterAnte todo no hagas daño — Henry Marsh4,3, 2, 1— Paul AusterNecesito saber hoy de tu vida — Sabrina DuqueUn disfraz equivocado — Fernando PessoaMontevideo — Enrique Vila MatasEllis Island — Georges PerecItalo CalvinoAmelie NothombEl arte de comer — MFK FisherSeda — Alessandro BariccoNovecento — Alessandro BariccoNext — Alessandro BariccoLos bárbaros — Alessandro BariccoThe Complete Pollysylabic Spree — Nick HornbyBialetti Moka Express — Javier Cañada & Daniel MoyanoPelículas y documentales:The lunchbox — Ritesh BatraNobody's business — Alan Berliner 

Um Passeio pela História | Com Milton Teixeira
Centro Cultural Sesc e Quitandinha

Um Passeio pela História | Com Milton Teixeira

Play Episode Listen Later Nov 24, 2025 3:55


Milton Teixeira fala sobre o Centro Cultural Sesc e Quitandinha, em Petrópolis, antigo cassino Quitandinha!

Radio Madrid
“Más allá de esta vida": Débora Izaguirre y Zuria Gómez exploran el universo poético y oscuro de Bécquer

Radio Madrid

Play Episode Listen Later Nov 1, 2025 22:12


Coincidiendo con el Día de Todos los Santos, el programa A vivir Madrid con Macarena Berlín ha conversado con Débora Izaguirre, dramaturga y directora, y Zuria Gómez, protagonista, sobre la obra 'Más allá de esta vida'. Este montaje, basado en la biografía y obra de Gustavo Adolfo Bécquer, se representa en la Sala Jardiel Poncela del Teatro Fernán Gómez-Centro Cultural de la Villa de Madrid desde el 28 de octubre hasta el 16 de noviembre. La pieza aúna teatro, música y proyecciones para ofrecer una perspectiva íntima y contemporánea del poeta.

Explicador
Será que os museus portugueses estão seguros?

Explicador

Play Episode Listen Later Oct 20, 2025 9:17


O presidente do Centro Cultural de Belém, Nuno Vassalo e Silva acredita que os museus portugueses estão seguros. Explica também que o mercado da joalharia se tornou mais atrativo, ao longo dos anos. See omnystudio.com/listener for privacy information.

El ojo crítico
El ojo crítico - 'Muerte en la arena' de Leonardo Padura.  - 09/09/2025

El ojo crítico

Play Episode Listen Later Sep 9, 2025 47:16


El escritor cubano Leonardo Padura nos acerca a su última novela Muerte en la arena editada por Tusquets. Retrata la generación de los 50 y cómo han convivido con más de seis décadas de dictadura. Javier Alonso repasa el cómic Al otro lado de la vía de Rut Pedreño editado por Spaceman Project. Además, celebramos los 40 años de la sala de conciertos madrileña Galileo Galilei con su director, Julián Galindo. Con él repasaremos algunas de las actividades planteadas para el aniversario. Además, nos acercamos al Centro Cultural de la Villa Fernán Gómez de Madrid a la exposición que conmemora el centenario de mítica cámara alemana Leica. Seguimos con más fotografía porque se acaba de crear el primer portal digital fotográfico de España, una iniciativa de la Asociación Plataforma de Fotografía e Imagen de Soria. Por último, Martín Llade se detiene el 80 aniversario de la bomba de Hiroshima y las composiciones que está suscitó. Escuchar audio

Hillsboro School District Weekly Hot News Podcast
Hillsboro School District Weekly Hot News September 8, 2025 - Celebrating Hispanic and Latina/o/x Heritage Month

Hillsboro School District Weekly Hot News Podcast

Play Episode Listen Later Sep 8, 2025 7:27


National Hispanic and Latino Heritage Month is the period from September 15 to October 15, where we pay particular attention to the contributions of Hispanic and Latinx Americans in the United States, and celebrate the group's rich heritage and diverse cultures. This timeframe encompasses the independence days of several Latin American countries: Chile, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Mexico, and Nicaragua. It's also an ideal time for us to restate our commitment to providing safe and welcoming schools for all students, regardless of immigration or any other status. Students who identify as Hispanic or of Latino heritage comprise 41 percent of our population in HSD, which is the largest of any demographic group. We believe our multilingual community brings a tapestry of linguistic and cultural assets and are proud to serve these students through a variety of programs - some of which serve them specifically, others of which are accessible to students of all backgrounds. Our PK-12 Dual Language programs serve more than 3,500 students who learn in both Spanish and English, and expand their socio-cultural competence. We have a thriving Latino Parent Advisory Council at the district level, and several “paquitos” at the school level to help ensure our Spanish-speaking families can receive information and provide feedback in meaningful ways, and help our district and schools with events and programming that celebrates their cultures and customs. Our schools will be sharing relevant information with students about events, people, and customs connected to Hispanic and Latino Heritage over the course of the next several weeks. The City of Hillsboro and Centro Cultural are also hosting a wide range of events, including the El Grito Festival, Binational Health Fair, and more. And save the date of Thursday, October 2, for HSD's Hispanic Heritage event featuring activities, entertainment, food, and community.Our featured event was the kick-off to the 2025-26 school year, which officially began on Wednesday and Thursday, September 3 and 4. Students and staff alike were excited to get back to class and embark upon a new year of learning, growth, and memories in the making. Visit our website to see a gallery of photos.Having complete and accurate information about each student and family is critical to ensuring we are able to contact you in case of an emergency. Please login to your ParentVUE account and take a few moments to review and update your student's information by Tuesday, September 30. Hot News is produced and emailed to HSD families and staff each week school is in session. Please add the address to your “safe sender” list to make sure you always receive the latest issue. Please also bookmark our district website: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠hsd.k12.or.us⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ to stay informed about what's happening in our district and schools.

Hillsboro School District Weekly Hot News Podcast
HSD Podcast de la Semana, 8 de septiembre de 2025 - Celebrando el Mes de la Herencia Hispana y Latina

Hillsboro School District Weekly Hot News Podcast

Play Episode Listen Later Sep 8, 2025 6:25


El Mes Nacional de la Herencia Hispana y Latina se conmemora del 15 de septiembre al 15 de octubre, durante este tiempo nos tomamos un momento para reconocer las contribuciones de los hispanos y los latinoamericanos a los Estados Unidos, además de celebrar su vasta herencia y diversidad cultural. Este periodo incluye las fechas de independencia de varios países de latinoamérica, como Chile, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, México y Nicaragua. También es un momento ideal para reafirmar nuestro compromiso de ofrecer escuelas seguras y acogedoras para todos los estudiantes, independientemente de su estatus migratorio o cualquier otro tipo de condición.Los estudiantes que se identifican como hispanos o de ascendencia latina conforman el 41 por ciento de nuestra población en HSD, lo que representa el grupo demográfico más numeroso.  Creemos fielmente que nuestra comunidad multilingüe aporta una riqueza lingüística y cultural, y nos enorgullece servir a estos estudiantes a través de una variedad de programas, algunos diseñados específicamente para ellos, y otros accesibles para los estudiantes de todos los orígenes. Nuestro Programa de Lenguaje Dual atiende a más de 3,500 estudiantes, desde preescolar hasta 12.º grado, quienes aprenden tanto en español como en inglés y desarrollan habilidades socioculturales.Contamos con un sólido Comité Consultivo de Padres Latinos a nivel de distrito y varios «paquitos» a nivel escolar que nos ayudan a asegurarnos de que nuestras familias hispanohablantes puedan recibir información y brindar su opinión de manera significativa, además de apoyar a nuestras escuelas y distrito en eventos y programas que celebran sus culturas y costumbres.Nuestras escuelas brindarán información importante a los estudiantes sobre los eventos, las personas y las costumbres relacionadas con la herencia hispana y latina en el transcurso de las próximas semanas. La Ciudad de Hillsboro y el Centro Cultural también están organizando una amplia variedad de eventos, incluyendo el Festival El Grito, la Feria Binacional de Salud y mucho más. Por último, reserve el jueves, 2 de octubre para participar en el evento de HSD de la Herencia Hispana que incluirá actividades, entretenimiento, comida y convivencia comunitaria.Nuestro evento destacado fue el inicio del año escolar 2025-26, que comenzó oficialmente el miércoles, 3 y jueves, 4 de septiembre. Tanto los estudiantes como los miembros del personal estaban emocionados de regresar a clases y comenzar un nuevo año de aprendizaje, desarrollo y creación de recuerdos. Por favor visite nuestro sitio web para ver la galería de fotos.  La publicación de Noticias de la Semana se elabora y se envía por correo electrónico a las familias y a los miembros del personal de HSD cada semana durante el año escolar. Por favor, agregue esta dirección de correo electrónico a su lista de «remitentes seguros» para asegurarse de recibir siempre la publicación más reciente. Además, por favor no deje de agregar a sus enlaces favoritos el sitio web de nuestro distrito (⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠hsd.k12.or.us⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠) para mantenerse informado sobre lo que está sucediendo en nuestro distrito y en las escuelas.

SBS Portuguese - SBS em Português
Sydney agora tem um Centro Cultural Brasileiro para chamar de seu

SBS Portuguese - SBS em Português

Play Episode Listen Later Jul 31, 2025 13:29


Espaço multifuncional em Marrickville quer ser uma referência para a comunidade e funciona tanto como empresa quanto como associação, que poderá ter acesso a subvenções de governos para projetos culturais. Conversamos com Nandara Nerys Vieira, que comanda os rumos artísticos da casa.

No Ficción Guatemala
Ep 1. ¿Dónde se fue mi deseo?

No Ficción Guatemala

Play Episode Listen Later Jun 23, 2025 77:26


Comenzamos con la segunda temporada de Derecho al Placer!

Union Radio
Tocantao: Un viaje musical único - Concierto imperdible en el Centro Cultural de Arte Moderno

Union Radio

Play Episode Listen Later May 30, 2025 15:16


História em Meia Hora
Mansa Musa

História em Meia Hora

Play Episode Listen Later May 17, 2025 32:06


Um homem tido como o mais rico da história vai muito além de ter uma quantidade de ouro gigantesca! Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre a vida e a trajetória de Mansa Musa (ou Mansa Muça).-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal no YouTube, e assista o História em Dez Minutos!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresOuça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8Compre nossas camisas, moletons e muito mais coisas com temática História na Lolja!www.lolja.com.br/creators/historia-em-meia-hora/PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:- BERTONI, Esteban. Mansa Musa: O Homem Mais Rico da História. São Paulo: Leya, 2019.- MCDONALD, Fiona. Mansa Musa e o Império do Mali. São Paulo: Ática, 2007.- MATEUS, André Luis. África Negra: História e Civilização. São Paulo: Contexto, 2014.- KI-ZERBO, Joseph. História da África Negra: De Origem aos Dias Atuais. Lisboa: Publicações Europa-América, 1972.- ILTIS, Augusto. África: História e Cultura. São Paulo: Moderna, 2003.- SANTOS, Luciana. "O Império do Mali e a Grandeza de Mansa Musa". Revista Brasileira de História Africana, v. 3, n. 1, 2015.- SILVA, Reginaldo. "Tombuctu e o Papel do Império do Mali como Centro Cultural". Cadernos de História, v. 12, n. 4, 2018.

Tan/GenteGT
Fortaleciendo la defensa de los derechos humanos y la construcción de la memoria histórica.

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Play Episode Listen Later May 7, 2025 47:36


La 15ª edición de la Muestra Internacional de Cine Memoria Verdad Justicia, titulada “Los Colores de las Flores”, se celebrará del 8 al 18 de mayo de 2025 en los Cines Capitol y el Centro Cultural de España en la Zona 1 de Ciudad de Guatemala.Este año, el nombre de la Muestra evoca las emociones y colores que nos acompañaron en cada viaje cinematográfico por Guatemala, especialmente recordando nuestro paso por la Sierra de las Minas, donde las comunidades locales nos recibieron con flores de múltiples colores como símbolo de bienvenida, convivencia y gratitud.Gracias a nuestros patrocinadores: Party SmartSíguenos en nuestras redes sociales:Whatsapp: https://whatsapp.com/channel/0029VaFG...Spotify: https://open.spotify.com/show/6nwrSBj...Tiktok: / tangentepodcast Twitter: / tangentegt Facebook: / tangentegt Instagram: / tangente_gt

Nómadas
Nómadas - Santiago del Estero y el monte encantado - 22/03/25

Nómadas

Play Episode Listen Later Mar 22, 2025 55:40


Lo ancestral sigue latiendo con fuerza en esta ciudad del norte argentino. Santiago del Estero, fundada en 1553 junto al cauce del Río Dulce, conserva el influjo, la cultura y leyendas de esos vastos parajes de su monte. La artista visual Laura Mema, cuya filosofía de trabajo se sustancia en hacer visible lo invisible, dirige este paseo por su tierra natal. Un recorrido, a ratos anclado a la realidad y a ratos casi onírico, que nos lleva desde la Plaza Libertad hasta el Parque Aguirre, pasando por el Centro Cultural del Bicentenario y el animado Mercado Armonía. Evocamos el trabajo y la cosmovisión de las teleras del monte santiagueño, una estirpe de artesanas tejedoras que aportan una dimensión espiritual a su trabajo. Esta Madre de Ciudades es también cuna del folclore argentino, creadora del género de la chacarera y del famoso bombo legüero. Visitamos el Patio del Indio Froilán para comprender su importancia; conversamos con el lutier José Froilán González y su compañera de vida y andanzas, Tere Castronuovo, impulsora de la Marcha de los Bombos, una celebración de la música, la santiagueñidad y el poder de la gente. Nos acompañan en este viaje los periodistas Maximiliano Rodríguez y Ernesto Picco, el historiador local Esteban Brizuela y el intendente del Parque Nacional Copo, Guillermo Carignano.Escuchar audio