Podcasts about FRELIMO

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Africanist Press Podcast Service
Publishing for Liberation and National Development: From TPH to Mkuki na Nyota in Tanzania

Africanist Press Podcast Service

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 79:01


When Tanzania gained independence in 1961, Julius Nyerere saw publishing as a key part of decolonization and nation-building. In 1966, he founded the Tanzania Publishing House (TPH), putting state publishing at the center of building national identity and culture, and of bringing people together through language.Tanzania's influence grew throughout the 1970s and 1980s. During this period, Dar es Salaam served as the headquarters for several Southern African liberation movements, such as FRELIMO, SWAPO, and the ANC. TPH was central in this era, publishing and distributing anti-imperialist works like Walter Rodney's How Europe Underdeveloped Africa, Agostinho Neto's Sacred Hope, Samora Machel's Establishing People's Power to Serve the Masses, and Issa Shivji's Class Struggle in Tanzania.Integral to TPH's influence during these years was Walter Bgoya, who served as managing director from 1972 to 1990 and played a major role in making TPH and Dar es Salaam a center for progressive intellectuals from around the world. His leadership was instrumental in shaping the publishing landscape.For publishers like TPH, state-led publishing ended in the 1990s. when the IMF's Structural Adjustment Program brought austerity and privatization, which hurt state-owned companies. This directly impacted TPH and changed the country's publishing landscape.When the government stopped supporting state publishing, Walter Bgoya decided to leave TPH in 1991. He went on to start Mkuki na Nyota Publishers, carving out a new path in independent publishing. Since then, Mkuki na Nyota has continued this legacy as a key force in East African publishing, producing critical academic, historical, and literary works. In this episode, we interview Walter Bgoya. We focus on his leadership at TPH and his founding of Mkuki na Nyota. The conversation explores African publishing as a tool for decolonization, culture, and independence. This episode is part of the Africanist Press's New Democracy Series.

DW em Português para África | Deutsche Welle
20 de Março de 2026 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Mar 20, 2026 20:00


Altos funcionários da AGT condenados a penas entre 3 e 9 anos de prisão por esquema de fraude fiscal; defesa recorre para a Relação de Luanda. Leis dos média aprovadas em Moçambique geram nervosismo no setor, que pede cautela e análise mais aprofundada. A decisão da CAF de retirar o título ao Senegal continua a gerar polémica. Ouvimos Zainadine Júnior.

DW em Português para África | Deutsche Welle
19 de Março de 2026 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Mar 19, 2026 20:00


Moçambique aprova novas leis da comunicação social sob polémica: críticos apontam restrições aos órgãos internacionais. A Guiné-Bissau registou a maior queda no índice da Freedom House após golpe militar de 2025. Para compreender melhor o impacto ouvimos Bubacar Turé, presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos.

DW em Português para África | Deutsche Welle
18 de Março de 2026 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Mar 18, 2026 20:00


Ex-ministro moçambicano, Manuel Chang, deve ser deportado em breve para o seu país. O MP já garantiu que não volta a julgá-lo pelos mesmos crimes, explicou um jurista, admitindo uma exceção. Sem BI, sem morte? Angola exige bilhete de identidade para registar mortes em cemitérios e levanta risco de exclusão.

Convidado
“A saída dos ruandeses de Moçambique não interessa a ninguém”

Convidado

Play Episode Listen Later Mar 17, 2026 10:01


O Ruanda admitiu retirar o contingente militar destacado no combate ao terrorismo em Cabo Delgado, no norte de Moçambique, caso não sejam asseguradas garantias de financiamento sustentável para a operação. No terreno desde 2021, cerca de mil militares ruandeses apoiam as forças moçambicanas no combate à insurgência armada activa desde 2017, associada ao grupo jihadista Estado Islâmico. O aviso surge numa altura em que se aproxima o fim do apoio financeiro da União Europeia à missão, previsto para Maio, ao fim de 36 meses e após um total de 40 milhões de euros desembolsados. Em Bruxelas, o Presidente Daniel Chapo tenta assegurar a continuidade desse financiamento. O investigador do Observatório do Meio Rural, João Feijó, considera que não há interesse em ver as forças ruandesas abandonarem o país. O Ruanda admitiu retirar o contingente militar destacado no combate ao terrorismo em Cabo Delgado, no norte de Moçambique, caso não sejam asseguradas garantias de financiamento sustentável para a operação. Quais serão as consequências dessa decisão para a estabilidade de Moçambique? Não é uma decisão. É uma chamada de atenção para a necessidade do apoio do Ruanda a Moçambique, para que possam continuar as operações. Esta posição surge numa altura em que há sanções dos Estados Unidos às forças de defesa do Ruanda, devido ao conflito na República Democrática do Congo. Há aqui um certo aproveitamento por parte do país? A situação é distinta, porque essas sanções visam obrigar o Ruanda a deixar de intervir da forma como está a intervir nz RDC. Em Moçambique, pelo contrário, a acção do Ruanda tem sido benéfica para o capital internacional, nomeadamente para os interesses estratégicos do gás e do grafite, que pertencem a multinacionais com capital francês, americano e, no fundo, global. As tropas ruandesas estão em Moçambique desde 2021. A verdade é que o conflito ainda não foi resolvido e até alastrou a Nampula. Há o risco de este conflito se eternizar? O Ruanda teve como função não necessariamente acabar com a insurgência, mas proteger o raio em torno das zonas onde estão os investimentos. As forças estavam sobretudo localizadas em Palma e na faixa costeira. O objectivo foi claramente criar uma “green zone”, restabelecer a segurança e retomar a exploração de gás. A insurgência movimentou-se, de forma estratégica, para zonas onde o inimigo é mais fraco. Deslocou-se para áreas com geografia muito complicada, onde historicamente movimentos de guerrilha -como a Renamo ou mesmo a Frelimo- nunca foram derrotados. Estes grupos têm, assim, a vantagem do terreno. Ainda assim, já não têm a mesma força que tinham em 2021, nem a mesma capacidade para atacar ou ocupar vilas distritais. Chegaram a realizar vários ataques a sedes distritais, algumas mais do que uma vez, mas hoje essa capacidade está bastante reduzida. Por outro lado, também não interessa ao Ruanda eliminar totalmente a insurgência. Interessa contê-la, reduzir a sua capacidade operacional, sobretudo nas zonas de grande investimento económico, mas manter o risco suficientemente presente para justificar a sua presença em Moçambique. Há um interesse em manter Moçambique dependente do Ruanda? Exactamente. Dessa forma, o Ruanda mantém o processo de internacionalização das suas empresas, nomeadamente nos sectores da construção, do acesso a recursos naturais e até da presença militar. Procura afirmar-se como uma espécie de “polícia africana” na estabilização de zonas de indústria extractiva, financiadas pelo capital do Norte global. No dia em que os ruandeses saíssem, é possível que surgissem dinâmicas que voltassem a criar instabilidade, pressionando os grandes interesses económicos a recorrer novamente à sua presença. Não será fácil retirar os ruandeses, até porque não existe uma alternativa viável. O exército moçambicano ainda não tem capacidade para enfrentar sozinho os grupos insurgentes. Pelo contrário, uma retirada poderia facilitar a reorganização desses grupos. A população tem dito, muitas vezes, que se sente mais segura com as tropas ruandesas do que com os soldados moçambicanos… Isso é natural. Os ruandeses dominam as línguas locais, têm bons equipamentos, estão bem treinados, são disciplinados e conseguem estabelecer uma relação de confiança com a população. Conseguem, através da comunicação directa, distinguir quem colabora com a insurgência. Já as forças moçambicanas enfrentam problemas logísticos, falta de equipamento, fragilidades na organização e na liderança e, sobretudo, dificuldades de comunicação com a população. O que é irónico: militares e população do mesmo país não conseguem comunicar entre si. Além disso, há muitos relatos e indícios de abusos cometidos por militares moçambicanos contra civis, o que gera medo e desconfiança. A população fica, muitas vezes, presa entre dois lados em conflito, numa situação extremamente vulnerável. O Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, está em Bruxelas para pedir a continuação do apoio da União Europeia. Acredita que será bem-sucedido? Terá de apresentar garantias e contrapartidas. Esses apoios terão certamente um custo. Não se sabe se será através de concessões mineiras, benefícios fiscais ou outras formas. Moçambique encontra-se numa posição muito difícil: precisa de garantir a segurança dos grandes projectos, mas não tem capacidade interna para o fazer. Isso obriga ao recurso a apoio internacional, que tem um preço. O problema é estrutural: um Estado frágil, com dificuldades em assegurar direitos fundamentais como justiça, educação, saúde ou emprego. Isso gera descontentamento e fragiliza ainda mais a relação entre o Estado e a população. Daniel Chapo enfrenta um desafio enorme. As receitas do gás só deverão começar a chegar dentro de cinco ou seis anos. Até lá, será difícil manter a estabilidade. O país atravessa - e continuará a atravessar - um período muito complexo. Daniel Chapo poderá contar com o apoio da França, tendo em conta os interesses franceses no país? É possível que tenha havido um esforço diplomático francês para mobilizar a União Europeia a apoiar a intervenção do Ruanda, com recurso a financiamento de vários Estados-membros, tendo em vista a protecção de investimentos como os da Total em Moçambique. Durante estes dias, deverão decorrer várias negociações em Bruxelas para encontrar soluções. A saída dos ruandeses não interessa a ninguém, tendo em conta a importância estratégica da região - incluindo os corredores de Pemba, Lichinga e Nacala - ricos em recursos como carvão, areias pesadas, grafite, gás e pedras preciosas. A interrupção da exploração destes recursos poderia ter impactos nos mercados energéticos e alimentares globais. E não há interesse nessa interrupção… Exactamente. Além disso, o custo das forças ruandesas é relativamente baixo - cerca de 50 milhões de dólares por ano - quando comparado com alternativas como forças norte-americanas ou europeias, que seriam significativamente mais dispendiosas. É provável que este cenário faça parte de uma estratégia negocial, eventualmente para transferir custos para o Estado moçambicano ou garantir novas condições para investimento internacional. Neste momento, trata-se sobretudo de negociações políticas em curso nos bastidores de Bruxelas.

This Is Actually Happening
396: What if you were held captive by child soldiers?

This Is Actually Happening

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 70:59


When a family sailing journey ends in capture by child soldiers during Mozambique's civil war, a man must protect his children while confronting the unsettling truth that his captors are both perpetrators of violence and children shaped by it. Today's episode featured Dave Muller. Dave has written about his experiences in a book entitled, “Not Child's Play”, available where books are sold or at https://notchildsplay.co.uk/ You can email Dave at dave.muller@notchildsplay.co.za Dave is on Instagram @davenotchildsplay, on Facebook @Dave Muller and on YouTube @DaveMuller-NotChildsPlayIn the 1960s and 1970s, both South Africa and Mozambique were part of the larger decolonization of Africa, with South Africa gaining full independence from Britain in 1961 and Mozambique gaining independence from Portugal in 1975. However, in the decolonization process, both were thrown into proxy battles, between old structures clinging to power and the larger global cold war between communist and capitalist superpowers. South Africa, even after independence, was still ruled by a white minority government, under the National Party. The National Party was populated mostly by the white ethnic group known as Afrikaners who spoke a language called Afrikaans. The National Party instituted apartheid, a brutally oppressive system of institutionalized racial segregation and white supremacy enforced in South Africa from 1948 to the early 1990s. South Africa shares a northeastern border with Mozambique. When Mozambique gained independence in 1975, they were ruled by the Communist party known as FRELIMO. FRELIMO became a major force opposing apartheid in neighboring South Africa. The South African apartheid government, in response to FRELIMO's opposition, actively destabilized Mozambique from the inside by propping up a rebel group known as RENAMO. This led to a violent 15-year civil war in Mozambique, between the ruling, communist-backed FRELIMO party and the South African-backed RENAMO rebel group. In the first part of today's episode, you'll hear our storyteller speak about growing up in South Africa during apartheid as a white man, but he was not an Afrikaner, and grew up in a family that was opposed to apartheid. The second part of the story takes place in Mozambique, where he and his family are held by the RENAMO rebel group and caught in the chaos and fighting between FRELIMO and RENAMO, the two warring factions in the civil war there. Of course there is much more to say about all of this, and Dave will speak to some of these issues as he experienced them. I encourage you all to read more about the brutal and complex history of decolonization and apartheid in Africa. And one final note, you'll hear Dave talking about “Arwen” several times. In case it isn't clear right away, he is referring to his boat that he built. Producers: Whit Missildine, Andrew Waits, Aviva Lipkowitz Content/Trigger Warnings: War and armed conflict, Child soldiers, Kidnapping / hostage situation, Graphic violence, Murder (including stabbing / bayoneting), Violence against the elderly, Exposure to blood, Threats of execution, Weapons (guns, rockets, mortar fire), Terrorism / militant groups, Civil war, Psychological trauma, PTSD, Panic attacks / emotional breakdown, Spiritual distress, Political violence, Forced recruitment of children, Coercion and intimidation, explicit language Social Media:Instagram: @actuallyhappeningTwitter/X: @TIAHPodcastFacebook: This Is Actually Happening Discussion Group Website: thisisactuallyhappening.com Website for Andrew Waits: andrdewwaits.comWebsite for Aviva Lipkowitz: avivalipkowitz.com Support the Show: Support The Show on Patreon: patreon.com/happeningAudible subscribers can listen to all episodes of THIS IS ACTUALLY HAPPENING ad-free right now. Join Audible today by downloading the Audible app or visit Audible.com. Shop at the Store: The This Is Actually Happening online store is now officially open. Follow this link: thisisactuallyhappening.com/shop to access branded t-shirts, posters, stickers and more from the shop. Transcripts: Full transcripts of each episode are now available on the website, thisisactuallyhappening.com Intro Music: “Sleep Paralysis” - Scott VelasquezMusic Bed: Sparse_Reflections__a__APM ServicesIf you or someone you know is struggling with the effects of trauma or mental illness, please refer to the following resources: National Suicide and Crisis Lifeline: Text or Call 988 National Alliance on Mental Illness: 1-800-950-6264National Sexual Assault Hotline (RAINN): 1-800-656-HOPE (4673)See Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.

DW em Português para África | Deutsche Welle
19 de Fevereiro de 2025 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 20:00


Subiu para quatro o número de mortes provocadas pelo incêndio no contentor de venda de combustíveis em Bafatá, na Guiné Bissau: Analista considera inviável a ordem de encerramento dos postos de venda em contentores. Debate em Moçambique: Menos tempo nas aulas é melhor para os alunos? Atriz luso-cabo-verdiana participa no Festival de Cinema de Berlim.

DW em Português para África | Deutsche Welle
13 de Fevereiro de 2026 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 20:00


Domingos Simões Pereira será presente hoje ao Tribunal Militar de Bissau. Jornalista moçambicano Arlindo Chissale está desaparecido há um ano, família e sociedade civil criticam falta de respostas. União Africana avalia a sua capacidade em promover a paz no continente na próxima cimeira.

DW em Português para África | Deutsche Welle
11 de Fevereiro de 2026 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 20:00


Analistas questionam viabilidade do megaprojeto da ferrovia norte-sul em Moçambique. António Muchanga diz que não vai acatar suspensão da RENAMO. Primeiro-ministro israelita visita hoje Estados Unidos para debater acordo com o Irão.

DW em Português para África | Deutsche Welle
28 de Janeiro de 2026 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 20:00


Moçambique tem pouca margem para decidir como aplicar o financiamento dos doadores, diz analista. Ainda em Moçambique, partidos da oposição denunciam terem sido impedidos de prestar ajuda às vítimas das cheias. Xi Jinping investiga corrupção no exército chinês.

DW em Português para África | Deutsche Welle
20 de Janeiro de 2026 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Jan 20, 2026 20:00


Faltam apoios às vítimas das inundações na cidade de Maputo. As cheias em Moçambique estão a ser aproveitadas para fins políticos, critica ativista. Assinala-se hoje um ano após o regresso de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos.

DW em Português para África | Deutsche Welle
19 de Janeiro de 2026 – Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Jan 19, 2026 20:00


Em Moçambique, ativista critica propaganda política com base nas cheias que devastam o país. Funcionários moçambicanos insatisfeitos com pagamento de apenas 40% do 13º salário. Arranca na Suiça a reunião anual do Fórum Económico Mundial em contexto de forte tensão geopolítica.

The Weekend View
Is the ANC's January 8 statement in sync with the pulse of the nation?

The Weekend View

Play Episode Listen Later Jan 11, 2026 22:42


With local elections just few months away, the ANC has declared 2026 as the year to fix local government and transform the economy. This came out during President Cyril Ramaphosa's delivery of the party's January 8 Statement at Moruleng Stadium, outside Rustenburg YESTERDAY. The ANC's main 114th birthday celebrations were attended by thousands of party faithfuls, leaders from the alliance partners, as well as fraternal parties, which included Zanu-PF from Zimbabwe, Mozambique's Frelimo, MPLA of Angola and Namibai's ruling party, Swapo, as well as diplomats from Cuba, Venezuela and Palestine, among others. Bongiwe Zwane spoke to Sanusha Naidu, Senior Research Associate at the Institute for Global Dialogue and Prof. Lesiba Teffo, political analyst from UNISA

DW em Português para África | Deutsche Welle
25 de Dezembro de 2025 - Programa Especial

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Dec 25, 2025 20:00


A DW recupera uma conversa com Óscar Monteiro sobre a crise pós-eleitoral de há um ano em Moçambique: O "dinossauro" da FRELIMO denuncia a "política de umbigo" no partido e lamenta a falta de políticas assentes na generosidade.

DW em Português para África | Deutsche Welle
23 de Dezembro de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 20:00


Há um ano, o Conselho Constitucional validava as eleições gerais de 2024 em Moçambique. Governo moçambicano introduz pulseiras eletrónicas no sistema penitenciário, mas especialistas mostram ceticismo. República Centro Africana vai a votos no domingo, 28 de dezembro, num processo marcado pela contestação da oposição.

DW em Português para África | Deutsche Welle
14 de Outubro de 2025 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Oct 14, 2025 20:00


Tribunal Supremo da Guiné-Bissau anuncia que Domingos Simões Pereira está fora das eleições de novembro. Em Moçambique, governador de Nampula diz que qualquer partido é um perigo para a FRELIMO, incluindo o ANAMOLA. E em Madagáscar, após a saída do Presidente do país, militares anunciam tomada do poder.

It's a Continent
Resisting Empire: Eduardo Mondlane

It's a Continent

Play Episode Listen Later Oct 13, 2025 21:57


This episode of our Resisting Empire series tells the story of Eduardo Mondlane: scholar, activist, and founding president of Mozambique's liberation movement, FRELIMO. Born under Portuguese rule, Mondlane's early encounters with colonial oppression shaped his lifelong beliefs. He used every opportunity to challenge the systems of empire that sought to define him. As FRELIMO's leader, Mondlane blended intellect with strategy, urging that true freedom meant building a fair and inclusive society. His assassination in 1969 cut short his vision, but his words, a luta continua “the struggle continues” became a rallying cry for Mozambique's fight for independence and for liberation movements across Africa. https://culturecustodian.com SOURCES: Africa Today Vol. 26, No. 1 (1st Qtr., 1979), pp. 19-24 (6 pages)Published By: Indiana University Press Review of African Political Economy, Vol. 32, No. 104/105, Oiling the Wheels of Imperialism (Jun. - Sep., 2005), pp. 309-315 FRELIMO (Britannica article) Sansone, L.  (2023, December 13). Eduardo Mondlane. Oxford Research Encyclopedia of African History.  Mozambique's Eduardo Mondlane: From professor to freedom fighter (BBC Witness History) Eduardo Mondlane: The man behind Mozambique's unity The Struggle for Mozambique (Eduardo Mondlane) Follow us on IG: itsacontinentpod and Twitter: itsacontinent. It's a Continent (published by Coronet) is available to purchase: itsacontinent.com/book   We're on Buy me a Coffee too: https://www.buymeacoffee.com/itsacontinent Visit our website: itsacontinent.com Artwork by Margo Designs: https://margosdesigns.myportfolio.com Music provided by Free Vibes: https://goo.gl/NkGhTg Warm Nights by Lakey Inspired: https://soundcloud.com/lakeyinspired/... Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoicesSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.

It's a Continent
Resisting Empire: Eduardo Mondlane

It's a Continent

Play Episode Listen Later Oct 13, 2025 23:27


This episode of our Resisting Empire series tells the story of Eduardo Mondlane: scholar, activist, and founding president of Mozambique's liberation movement, FRELIMO. Born under Portuguese rule, Mondlane's early encounters with colonial oppression shaped his lifelong beliefs. He used every opportunity to challenge the systems of empire that sought to define him. As FRELIMO's leader, Mondlane blended intellect with strategy, urging that true freedom meant building a fair and inclusive society. His assassination in 1969 cut short his vision, but his words, a luta continua “the struggle continues” became a rallying cry for Mozambique's fight for independence and for liberation movements across Africa. https://culturecustodian.com SOURCES: Africa Today Vol. 26, No. 1 (1st Qtr., 1979), pp. 19-24 (6 pages)Published By: Indiana University Press Review of African Political Economy, Vol. 32, No. 104/105, Oiling the Wheels of Imperialism (Jun. - Sep., 2005), pp. 309-315 FRELIMO (Britannica article) Sansone, L.  (2023, December 13). Eduardo Mondlane. Oxford Research Encyclopedia of African History.  Mozambique's Eduardo Mondlane: From professor to freedom fighter (BBC Witness History) Eduardo Mondlane: The man behind Mozambique's unity The Struggle for Mozambique (Eduardo Mondlane) Follow us on IG: itsacontinentpod and Twitter: itsacontinent. It's a Continent (published by Coronet) is available to purchase: itsacontinent.com/book   We're on Buy me a Coffee too: https://www.buymeacoffee.com/itsacontinent Visit our website: itsacontinent.com Artwork by Margo Designs: https://margosdesigns.myportfolio.com Music provided by Free Vibes: https://goo.gl/NkGhTg Warm Nights by Lakey Inspired: https://soundcloud.com/lakeyinspired/... Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

DW em Português para África | Deutsche Welle
10 de Outubro de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Oct 10, 2025 20:00


Em Moçambique, jurista defende que o Governo de Daniel Chapo não deveria liderar o Diálogo Inclusivo Nacional. Chegou ao fim o sonho moçambiano de jogar o Mundial 2026. Chiquinho Conde lamenta os erros na derrota por 1-2 frente à Guiné-Conacri. Camarões prepara-se para ir a votos já este domingo.

DW em Português para África | Deutsche Welle
6 de Outubro de 2025 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Oct 6, 2025 20:00


Começou hoje, em Moçambique, o processo de auscultação no âmbito do Diálogo Nacional Inclusivo, mas sem a presença do ANAMOLA. Em Angola, abre esta quarta-feira o período de candidaturas à liderança da UNITA. A grande questão: quem vai desafiar Adalberto Costa Júnior? Na Guiné-Bissau, cresce a tensão política com ameaças pré-eleitorais, o que preocupa organizações da sociedade civil.

DW em Português para África | Deutsche Welle
22 de Setembro de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Sep 22, 2025 20:00


Em Angola, o secretário-geral da Central Geral de Sindicatos Independentes e Livres apela aos trabalhadores para fiscalizem o cumprimento do novo salário mínimo nacional.

DW em Português para África | Deutsche Welle
19 de Setembro de 2025 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Sep 19, 2025 19:53


Líder do PAIGV, Domingos Simões Pereira, de regresso à Guiné-Bissau. Em Moçambique, Conselho Constitucional não reconhece incompatibilidade de funções de Daniel Chapo. Em Portugal, Festival PARAÍSO celebra os 50 anos das independências dos PALOP.

DW em Português para África | Deutsche Welle
18 de Setembro de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Sep 18, 2025 20:00


Em Moçambique, a luta pela exploração dos recursos minerais continua a matar no distrito de Mogovolas, Nampula. Ativista aponta o dedo ao governo. Fundador e diretor executivo da Friends of Angola diz que o MPLA continua a adiar eleições autárquicas por temer perder o poder. No Sudão do Sul, a oposição movimenta-se após a detenção do vice-presidente e o acordo de paz está em risco.

DW em Português para África | Deutsche Welle
17 de Setembro de 2025 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Sep 17, 2025 20:00


Ex-guerrilheiros da RENAMO juntam-se a Mondlane. À DW, filho do fundador do partido acusa Momade de afundar o partido. Moçambique lança plano económico de 2,75 mil milhões de dólares. Solução para a crise ou mais dívida pública? Na Guiné-Bissau, o ex-Presidente José Mário Vaz exige respeito, após comentários feitos por Umaro Sissoco Embaló.

Conversas à quinta - Observador
A Vida em Revolução. Coronel Manuel Lopes: “Eu já desesperado e a criança com o dedo no gatilho”

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Sep 8, 2025 53:03


O governador com a moldura de Salazar. A operação Zebra para desmantelar a PIDE. O encontro com o comandante da Frelimo para explicar o 25 de abril. Spots e senhas pela rádio. O subchefe preso depois de lhe levar um Toyota. A proteção a Samora Machel. E o guerrilheiro de 12 anos que lhe apontou uma Kalashnikov. As memórias do coronel Manuel Lopes, chefe da polícia em Moçambique em 1974/75.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Semana em África
A semana em que Moçambique e Ruanda estreitaram mais os laços

Semana em África

Play Episode Listen Later Aug 29, 2025 18:42


A actualidade desta semana em África ficou designadamente marcada pela visita de dois dias que o Presidente moçambicano, Daniel Chapo, efectuou ao Ruanda, país cujas tropas apoiam o exército moçambicano na luta contra o terrorismo em Cabo Delgado, no extremo norte do país. No âmbito desta deslocação, foi assinado em Kigali o Acordo sobre o Estatuto da Força que regula a presença das tropas ruandesas que lutam contra os grupos armados em Cabo Delgado, um documento apresentado como um instrumento padrão regido pelo direito internacional. Apesar de o Presidente moçambicano explicar que o acordo militar assinado com o Ruanda não prevê o aumento do contingente desse país em Cabo Delgado, os termos desse protocolo não deixaram de suscitar interrogações no seio da sociedade civil moçambicana. Noutro aspecto, no rescaldo das eleições gerais de 9 de Outubro de 2024, a Comissão Nacional de Eleições (CNE) notificou 12 dos 37 partidos políticos que participaram nas eleições gerais para corrigirem irregularidades na utilização dos fundos atribuídos durante a campanha eleitoral. Para o Presidente da Acção do Movimento Unido para a Salvação Integral (AMUSI), a ausência da Frelimo, partido governamental neste processo é questionável. Ainda na actualidade moçambicana, esta semana esteve eminentemente virada para questões económicas. Foi inaugurada segunda-feira e decorre ainda até este domingo em Marracuene a 60.ª edição da FACIM, Feira Internacional de Maputo, um evento que reúne mais de 3 mil expositores e cuja importância foi destacada pelo Presidente da República durante a cerimónia de abertura. Foi neste contexto que a fundição de alumínio Mozal suspendeu contratos com 20 empresas nacionais, deixando mais de mil pessoas em situação de desemprego. Esta informação foi avançada pelo Presidente da Confederação Económicas de Mocambique, CTA, Álvaro Massingue que apontou esta como sendo consequência directa do anúncio da suspensão das actividades pela fundição até Março do próximo ano, caso não se encontre uma solução para o fornecimento de energia eléctrica, após o término do contracto actual com a Eskom. Na Guiné-Bissau, os advogados da coligação eleitoral Plataforma Aliança Inclusiva - Terra Ranka afirmam que está em curso um plano para impedir a participação do seu líder, Domingos Simões Pereira, nas eleições presidenciais do próximo mês de Novembro, sendo que também denunciam alegadas irregularidades no processo eleitoral. Também esta semana, o Primeiro-Ministro guineense Braima Camará foi hospitalizado de urgência no Senegal após sentir-se mal durante a cerimónia de tomada de posse de novos membros do Conselho de Estado, na capital. Entretanto, a RFI apurou que pelo menos até esta sexta-feira, o chefe do governo guineense ainda se encontrava no Senegal, mas que estava a a recuperar e que tenciona regressar em breve à Guiné-Bissau. Noutra actualidade, aqui em França, o Presidente Emmanuel Macron recebeu esta semana no palácio do Eliseu o seu homólogo senegalês Diomaye Faye, ambos tendo manifestado a vontade de reforçar os elos entre os dois países, depois de meses de algum distanciamento, desde a chegada ao poder das novas autoridades no Senegal no ano passado. Um dos indícios mais flagrantes da nova tonalidade das relações bilaterais foi a saída no passado mês de Julho dos cerca de 300 militares franceses que ainda se encontravam no país, isto a pedido do poder do Senegal. Em Cabo Verde, a França tem estado a apoiar a ilha de São Vicente a se reerguer após a destruição causada pela tempestade Erin. Um navio da Marinha Francesa, com técnicos, mecânicos e engenheiros, chegou esta semana à ilha cabo-verdiana para apoiar a resposta às necessidades após a tempestade que provocou nove mortos e dois desaparecidos naquela ilha. Relativamente desta vez à actualidade de São Tomé e Príncipe, o antigo primeiro-ministro, Patrice Trovoada, manifestou a intenção de ocupar o seu lugar de deputado da Assembleia Nacional. Expedientes já foram feitos para que a sua reintegração seja efectivada. Em Angola, a equipa da casa tornou-se campeã africana de basquetebol após a sua vitória, na final, no domingo, face ao Mali por 70-43. O Presidente angolano, João Lourenço, saudou na segunda-feira a vitória da selecção angolana pela conquista deste que é o seu 12.º título de campeã africana da modalidade.

DW em Português para África | Deutsche Welle
3 de Julho de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Jul 3, 2025 20:00


Ministro moçambicano da Justiça defende "reformas profundas" após protestos pós-eleitorais. Movimento de Estudantes Angolanos equaciona protestos após anúncio da subida das propinas no ensino privado. Alemanha suspende financiamento de resgates de civis no Mediterrâneo.

Semana em África
Moçambique celebrou 50 anos de independência

Semana em África

Play Episode Listen Later Jun 27, 2025 8:41


Moçambique celebrou 50 anos de independência, destacando a luta contra o colonialismo. O Presidente moçambicano, Daniel Chapo, saudou o homólogo português como “irmão”. Oscar Monteiro, da Frelimo, falou do impacto regional da independência e o investigador João Feijó alertou para a centralização do poder. Em Luanda, decorreu esta semana a 17.ª cimeira África–EUA. Na Guiné-Bissau, iniciou-se uma greve geral. Moçambique celebrou esta quarta-feira os 50 anos de independência com foco na vitória contra o colonialismo, reforçando a amizade com Portugal. O Presidente Daniel Chapo agradeceu a presença de Marcelo Rebelo de Sousa, chamando-o de “irmão”, numa cerimónia simbólica no agora renomeado Estádio da Independência. Oscar Monteiro, da Frelimo, destacou o impacto da independência na África Austral, embora reconheça o persistente regionalismo. Já o investigador João Feijó alertou para uma nova centralização do poder no país. Em paralelo, decorreu em Luanda a 17.ª cimeira África–Estados Unidos, marcada pelo regresso de Donald Trump à Casa Branca e o debate sobre o futuro das relações comerciais entre os blocos. Na Guiné-Bissau, a Frente Social iniciou uma greve geral de dez dias nos sectores da saúde e educação, exigindo o cumprimento de acordos salariais desde 2007. O sindicato denuncia repressão e promete endurecer o protesto se não houver diálogo. Por fim, Ruanda e a RDC assinaram em Washington um acordo de paz histórico, com mediação dos EUA e Catar, visando encerrar décadas de conflito no leste congolês, agravado pelos rebeldes M23.

Invité Afrique
Fernando Lima, journaliste: «L'alternance démocratique n'existe pas encore au Mozambique»

Invité Afrique

Play Episode Listen Later Jun 25, 2025 5:17


Cinquante ans après l'indépendance du Mozambique, les uns se félicitent que la guerre civile soit terminée depuis 1992. Mais les autres déplorent que la démocratie et la prospérité, promises par Samora Machel en 1975, ne soient toujours pas au rendez-vous. À Maputo, Fernando Lima est le rédacteur en chef du média indépendant Zitamar News. En ligne de la capitale mozambicaine, il répond aux questions de Christophe Boisbouvier. RFI: Fernando Lima, le drapeau du Mozambique présente l'image d'un fusil automatique Ak-47, pourquoi cette singularité ? Fernando Lima : C'est très simple, c'est parce que le fusil représente la lutte armée pour la libération des Mozambicains. Alors c'est pour ça qu'on a décidé de faire un drapeau comme ça. Même s'il y a présentement dans le pays des secteurs qui s'opposent à cette représentation, qui se maintient encore sur le drapeau national. Il y a maintenant des Mozambicains qui demandent à ce qu'on enlève le fusil du drapeau ? Mais oui, parce qu'une partie des Mozambicains sont très saturés des différentes guerres pendant les 50 années d'indépendance du pays. Alors, comme l'Angola, le Mozambique a conquis son indépendance en pleine guerre froide. D'où une guerre civile qui a duré jusqu'en 1992. Est-ce que le Mozambique d'aujourd'hui garde encore des stigmates de cette période de guerre fratricide entre le Frelimo et la Renamo ? C'est très clair que les signes sont là. On peut rappeler par exemple toutes les confrontations pendant les dernières élections générales, et même le sens des hostilités vers l'opposition et vers le principal leader de l'opposition, Venancio Mondlane. Et le parti Frelimo continue de refuser d'accueillir l'opposition au sein du gouvernement et des institutions officielles. C'est-à-dire que, 50 ans après l'indépendance, l'ancien mouvement de libération Frelimo continue de revendiquer le pouvoir sans partage ? Oui, à mon avis, c'est ça qui se passe. Il y a toujours ce sentiment d'un héritage du parti unique qui se maintient, même si la Constitution a changé. L'alternance démocratique n'existe pas encore au Mozambique. À écouter aussiMozambique : la promesse trahie de l'indépendance Alors, vous parliez de l'opposant Venancio Mondlane. À la présidentielle du mois d'octobre dernier, le candidat du Frelimo. Daniel Chapo a officiellement gagné avec 70 % des voix. Mais l'opposant Venancio Mondlane, qui a fait une grande campagne anti-corruption, a revendiqué la victoire et la répression des manifestations a causé la mort, selon l'ONG Plataforma Decide, de plus de 390 personnes. Comment sortir de cette crise aujourd'hui ? À mon avis, je pense qu'il faut parler et avoir un dialogue constructif avec Venancio, pas simplement d'une façon protocolaire ou d'une façon formelle. Mais il faut démontrer que des propositions de Venancio sont incluses dans un programme de gouvernement pour l'avenir du pays. Mais vous pensez que le Frelimo de Daniel Chapo pourrait un jour accepter de partager le pouvoir ? Je pense que, même s'il y a des secteurs au Frelimo qui ne sont pas d'accord avec ce partage pragmatique, le parti Frelimo va être forcé d'accueillir les partisans de Venancio parce que, s'il refuse, ça sera catastrophique et désastreux pour le pays. Depuis cinq ans, une insurrection jihadiste a causé la mort de plus de 6000 Mozambicains dans la province du Cabo Delgado, à l'extrême-nord de votre pays, est-ce qu'il y a une solution ? Oui, je pense qu'il y a des solutions. Le problème, c'est que jusqu'à présent, il y a seulement une solution militaire. À mon avis, il faut trouver d'autres mesures sociales et économiques qui assurent la stabilité de cette province, du Cabo Delgado en particulier. C'est-à dire-que le soutien militaire du Rwanda et de la SADEC, le soutien financier de l'Union européenne, tout cela, c'est bien, mais ça ne suffit pas ? Mais oui, il ne faut pas que la population soit seulement spectatrice de la situation dans cette province. Si tu peux y voir du développement, si ton fils va à l'école, si les familles peuvent avoir des médecins, des hôpitaux, alors ça peut améliorer la situation dans ce territoire. À lire aussiMozambique: 25 juin 1975, le crépuscule de cinq siècles de colonisation portugaise

DW em Português para África | Deutsche Welle
25 de Junho de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Jun 25, 2025 20:00


Moçambique acorda esta manhã para os 50 anos de independência, vivendo num periodo de instabilidade político-social e económica. A cimeria EUA-África termina hoje em Luanda. Analista angolano afirma que disputas entre a China e os EUA em África são evidentes. Em Nampula, a FRELIMO acusa a RENAMO de ter atribuido ilegalmente licenças de espaços da edilidade.

Grand reportage
«Le supplément du dimanche» du 22 juin 2025

Grand reportage

Play Episode Listen Later Jun 22, 2025 48:30


Dans le supplément de ce dimanche, en première partie, direction le Mozambique avec une révolution à l'épreuve du temps, le mouvement qui a fait basculer le pays de l'ère coloniale à l'indépendance est de plus en plus contesté. 1975-2025, le temps a passé. Il y a 50 ans, le Frelimo prenait le pouvoir. Après les accords de Lusaka qui ont conclu la guerre coloniale avec les Portugais, cela fera donc un demi siècle mercredi prochain. Le Frelimo est toujours là mais avec des soubresauts...  En deuxième partie, nous retrouvons Laurence Théault qui a enquêté en France sur la drogue dans les villes moyennes et le monde rural, et comment on vient en aide à ces usagers de plus en plus nombreux.  À partir du 23/6, nous consacrons une série de 4 reportages dédiés à la drogue. Nous irons en Sierra Leone, aux États-Unis, à Marseille et remonterons la route africaine de la cocaïne, cela à l'occasion de la journée internationale contre l'abus et le trafic de drogue, journée spéciale également sur RFI du matin au soir, jeudi 26 juin 2025.   Mozambique : la promesse trahie de l'Indépendance Le 25 juin 2025, le Mozambique célèbrera le cinquantième anniversaire de son indépendance. La guerre de libération du pays a duré 10 ans pendant lesquels la guérilla du Frelimo, le Front de libération du Mozambique, a affronté le colon portugais. Après la signature des accords de Lusaka, le 25 septembre 1974, et six mois de transition, le Frelimo prend le pouvoir le 25 juin 1975. Depuis lors, il ne l'a jamais quitté. Fin 2024, le pays a pourtant été secoué par une violente crise post-électorale, réprimée dans le sang. Le Frelimo est de plus en plus contesté. Un Grand Reportage de Gaëlle Laleix qui s'entretient avec Jacques Allix.   Drogue à Chateauroux : approcher pour soigner  Longtemps cantonnés aux mégapoles et aux banlieues urbaines, les réseaux de trafic de stupéfiants n'en finissent plus d'étendre leur emprise vers les villes moyennes et les campagnes françaises. En province, en région, dans les territoires, en zone rurale. Si les produits stupéfiants sont les mêmes qu'ailleurs : héroïne, cocaïne, drogues de synthèse, cannabis, les structures spécialisées d'aide aux usagers y sont rares.  Dans le centre de la France, Châteauroux – 43 000 habitants, à 270 kilomètres de Paris – un centre d'accueil et d'accompagnement y vient en aide aux usagers, sur place, mais également par des tournées en camion pour toucher les consommateurs les plus éloignés en milieu rural. Un Grand reportage de Laurence Théault qui s'entretient avec Jacques Allix.

DW em Português para África | Deutsche Welle
20 de Junho de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Jun 20, 2025 20:00


Em Moçambique, Fórum de Monitoria e Orçamento questiona que ativos o Estado já recuperou no caso dívidas ocultas. Na província angolana de Cabinda, cidadãos contestam fim dos subsídios à tarifa área na rota Luanda-Cabinda. Neste jornal registamos ainda o dia mundial do refugiado, com foco na África Ocidental e Austral. E no futebol, houve surpresas no Mundial de Clubes FIFA.

Grand reportage
Mozambique : la promesse trahie de l'Indépendance

Grand reportage

Play Episode Listen Later Jun 19, 2025 19:30


Le 25 juin, le Mozambique célèbrera le cinquantième anniversaire de son indépendance. La guerre de libération du pays a duré 10 ans pendant lesquels la guérilla du Frelimo, le Front de libération du Mozambique, a affronté le colon portugais. Après la signature des accords de Lusaka, le 25 septembre 1974, et six mois de transition, le Frelimo prend le pouvoir le 25 juin 1975. Depuis lors, il ne l'a jamais quitté. Fin 2024, le pays a pourtant été secoué par une violente crise post-électorale, réprimée dans le sang. Le Frelimo est de plus en plus contesté. «Mozambique : la promesse trahie de l'Indépendance», un Grand reportage de Gaëlle Laleix.

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17 de Junho de 2025 - Jornal da Manhã

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Play Episode Listen Later Jun 17, 2025 20:00


Irão e Israel entraram no quinto dia de conflito. Em Angola, analista afirma que a criação recente de vários partidos políticos, a 2 anos das eleições gerais, trata-se de um "negócio". Analisamos ainda a situação política na Tanzânia que está a gerar tensões, sobretudo com os países vizinhos como o Quénia. No futebol, jogou-se mais um dia do Mundial de Clubes FIFA nos EUA.

DW em Português para África | Deutsche Welle
16 de Junho de 2025 – Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Jun 16, 2025 20:00


O conflito Israel-Irão entra no quarto dia. Moçambique: PGR anuncia que os bens recuperados de crimes vão ser usados para financiar projetos sociais. Tribunal suspendeu a segunda volta das eleições internas do partido PODEMOS. A direção está indignada com a decisão. Proposta de pacto de regime em Moçambique está a gerar polémica.

DW em Português para África | Deutsche Welle
30 de Abril de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Apr 30, 2025 20:00


Em Moçambique, analista acredita que processos judiciais contra núcleo de Venâncio Mondlane são uma encomenda da FRELIMO. Em São Tomé e Príncipe, advogado do caso 25 de novembro denuncia ameaças de morte e afirma que o Ministério Público está a proteger o ex-primeiro-ministro Patrice Trovoada. Neste jornal, analisamos o intensificar do conflito entre os EUA e os Houthi.

DW em Português para África | Deutsche Welle
23 de Abril de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Apr 23, 2025 20:00


Daniel Chapo cumpre 100 dias no poder com medidas que lembram Venâncio Mondlane. Coincidência ou influência? Lei sobre controlo das Organizações da Sociedade Civil pode mesmo avançar em Moçambique. Presidente ucraniano visita África do Sul esta quinta-feira.

O Sargento na Cela 7
Episódio 6: A hora da vingança | O Misterioso Engenheiro Jardim

O Sargento na Cela 7

Play Episode Listen Later Apr 21, 2025 44:17


Último episódio. Jorge Jardim engana todos, até a própria família, e consegue fugir da embaixada onde estava refugiado em Lisboa sem que ninguém se aperceba de nada. Impedido de voltar a Portugal, Jardim não desiste do Programa de Lusaka com vista à independência de Moçambique. O território vai mesmo tornar-se independente, com um acordo assinado em Lusaka, mas o engenheiro Jardim é afastado do processo: “passou a ser alguém que era contagioso”. Desde Espanha e com a ajuda de um conhecido fadista, Jorge Jardim vai tentar vingar-se dos homens que entregaram Moçambique diretamente à FRELIMO e coordenar ataques contra a extrema-esquerda em Portugal. Cada vez mais isolado, a morte de Jardim vai estar envolta num mistério que nunca poderá ser resolvido.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Piratinha do Ar
Episódio 6: A hora da vingança | O Misterioso Engenheiro Jardim

Piratinha do Ar

Play Episode Listen Later Apr 21, 2025 44:17


Último episódio. Jorge Jardim engana todos, até a própria família, e consegue fugir da embaixada onde estava refugiado em Lisboa sem que ninguém se aperceba de nada. Impedido de voltar a Portugal, Jardim não desiste do Programa de Lusaka com vista à independência de Moçambique. O território vai mesmo tornar-se independente, com um acordo assinado em Lusaka, mas o engenheiro Jardim é afastado do processo: “passou a ser alguém que era contagioso”. Desde Espanha e com a ajuda de um conhecido fadista, Jorge Jardim vai tentar vingar-se dos homens que entregaram Moçambique diretamente à FRELIMO e coordenar ataques contra a extrema-esquerda em Portugal. Cada vez mais isolado, a morte de Jardim vai estar envolta num mistério que nunca poderá ser resolvido.See omnystudio.com/listener for privacy information.

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14 de Abril de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Apr 14, 2025 20:00


Em Moçambique, "MC Trufafa", um dos principais mobilizadores de Venâncio Mondlane, foi baleado em Quelimane, mas não corre perigo de vida. Especialista afirma que Angola pode sofrer com a guerra comercial iniciada por Donald Trump. No Gabão, Brice Oligui Nguema, venceu as eleições presidenciais com 90% dos votos. Mais um episódio da radionovela Learning by Ear - Aprender de Ouvido.

DW em Português para África | Deutsche Welle
12 de Abril de 2024 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Apr 11, 2025 20:00


Venâncio Mondlane quer criar um novo partido político. Será que isso é bom para a oposição? Habitantes das cidades de Maputo, Matola e Tete consomem ÁGUA contaminada da rede pública e privada. Em Angola, os números de casos de cólera continuam a subir, apesar das promessas do executivo.

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9 de Abril de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Apr 9, 2025 20:00


Moçambique atingiu a marca histórica de mais de 14 mil milhões de euros em dívida pública em 2024. Analistas alertam para risco fiscal. A RENAMO diz que nada teve a ver com o ataque à mão armada na Estrada Nacional 1 em Sofala. Analisamos o impacto das tarifas de Donald Trump no continente africano. No futebol, há mais dois jogos da primeira mão dos quartos de final da Liga dos Campeões.

DW em Português para África | Deutsche Welle
09 de Abril de 2024 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Apr 9, 2025 20:00


Quem está por trás dos ataques violentos em Sofala? Em Bissau: Campanha de comercialização da castanha de caju envolta em polémica. Estudo revela ambiente hostil para jornalistas em Moçambique, especialmente fora de Maputo.

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7 de Abril de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Apr 7, 2025 20:00


Em Moçambique, o Presidente Daniel Chapo pede o contributo de todos na pacificação do país. Na provincia moçambicana da Zambézia, a falta de qualidade das obras de construção de infraestruturas sociais preocupa a Associação dos Empreiteiros. Analisamos a possibilidade de Donald Trump candidatar-se a um terceiro mandato na Casa Branca. Learning by Ear - Aprender de Ouvido.

DW em Português para África | Deutsche Welle
3 de Abril de 2025 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Apr 3, 2025 20:00


Daniel Chapo critica "manifestações violentas" e diz que missão da FRELIMO, partido no poder em Moçambique, é disseminar mensagem de paz. Morrumbala é palco de confrontos armados entre guerrilheiros da RENAMO e forças de intervenção rápida. Impactos da retoma do projeto de gás da TotalEnergies em Cabo Delgado. Tarifas dos EUA abalam comércio global: UE está "preparada para responder".

Africa Daily
Is Mozambique's political crisis threatening to destabilize southern Africa?

Africa Daily

Play Episode Listen Later Jan 15, 2025 17:20


"I have seen presidents come and go, one after the other, but there's no change. Poverty continues. So, I hope and pray that things change” - Armdando Sthole, Mozambican economic migrant in South Africa Today Mozambique's president-elect Daniel Chapo will be inaugurated at a ceremony in the country's capital, Maputo. It comes as the nation has been rocked by violence which has so far claimed the lives of more than 300 people. It all started on the 9th of October 2024, when the citizens of Mozambique voted in a national election. Daniel Chapo, the candidate of the ruling Frelimo, was subsequently declared winner over opposition leader Venâncio Mondlane, who rejected the election results. Since then, thousands of people have crossed the border into countries like Malawi and Eswatini. So, does the unrest in Mozambique threaten to destabilize southern Africa?Presenter: Mpho LakajeGuests: Mozambican journalist Fernando Goncalves, Hilda Katema from Malawi's Department for Refugees and Mozambican expat Armdando Sthole

The Take
Why are Mozambique's youth protesting?

The Take

Play Episode Listen Later Dec 18, 2024 22:06


Protests have erupted across Mozambique, where a disputed election has sparked a powerful movement for change. Thousands are defying a violent government crackdown, demanding an end to decades of dominance by the governing party. But this isn’t just about politics—it’s about a generation fighting for their future. What’s driving the unrest, and how might it reshape the country’s path forward? In this episode: Zenaida Machado-Ezinteje (@zenaidamz), Senior Researcher at Human Rights Watch Episode credits: This episode was produced by Amy Walters, Sonia Bhagat, and Sarí el-Khalili with Khaled Soltan, Chloe K. Li, Phillip Lanos, Spencer Cline, Duha Mosaad, and our host, Malika Bilal. Our sound designer is Alex Roldan. Our video editors are Hisham Abu Salah and Mohannad al-Melhem. Alexandra Locke is The Take’s executive producer. Ney Alvarez is Al Jazeera’s head of audio. Connect with us: @AJEPodcasts on Twitter, Instagram, Facebook, Threads and YouTube

Africa Daily
What's behind Mozambique's post-election unrest?

Africa Daily

Play Episode Listen Later Nov 22, 2024 17:35


Mozambique's government has banned protests and restricted internet access amid post-election unrest that has left several people dead and injured.The unrest follows last month's disputed presidential election, won by the long-ruling Frelimo party, which denies opposition claims of vote-rigging.Opposition leader, Venâncio Mondlane, went into hiding after his lawyer and aide were shot dead while preparing to challenge the results.BBC Africa Daily's Alan Kasujja spoke with Mozambican journalist Fernando Gonçalves about the crisis and its impact on ordinary citizens.

Africa Today
Violent protests continue in Mozambique

Africa Today

Play Episode Listen Later Nov 7, 2024 29:57


Police in Maputo fire tear gas in a bid to stop opposition protests against the results of last month's disputed election. Mozambique has seen weeks of unrest since the victory by the Frelimo party.   The ICC says there has been no payment into a fund for victims of Uganda warlord Dominic OngwenAnd why are so many African countries facing foreign currency and fuel shortages? Presenter: Audrey Brown Producers: Victor Sylver,  Bella Hassan and Daniel Dadzie in London. Charles Gitonga and Frenny Jowi in Nairobi. Senior Producer: Paul Bakibinga Technical Producer: Chris Kouzaris Editors : Andre Lombard and Alice Muthengi

Africa Daily
Why have Mozambique's politics got so deadly?

Africa Daily

Play Episode Listen Later Oct 25, 2024 19:07


The killing of two high-ranking members of the Podemos political party in Mozambique has sent shock waves through the country. Elvino Dias and Paul Guambe were murdered in a hail of bullets in the capital Maputo in the early hours of the 19th of October. The leader of the Podemos party, Venancio Mondlane has accused the ruling Frelimo party of being behind the killings, a charge the government denies. The murders happened ten days after the country voted in national elections, a process that the government says was free and fair, and which opposition parties say was marred by election rigging. Frelimo won the election with 70% of the vote, and Podemos came second with 20%.So at a time of political tension, Africa Daily's Mpho Lakaje examine how this double murder could affect the political landscape of Mozambique.Guests: Dr Jussuf Adam, an academic in Mozambique who studies the contemporary history of his country, and Dr Edson Cortez, Director of the Public Integrity Centre, a civil society organisation in Mozambique.