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Como explicar que alguns cânceres são mais difíceis de tratar do que outros? O que determina o prognóstico e as chances de sobrevida? A oncologista francesa Laurence Albigès, chefe do setor no Instituto Gustave Roussy, em Villejuif, nos arredores de Paris, fala sobre os avanços na prevenção, diagnóstico e tratamento da doença. Em 2022, segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), foram registrados 20 milhões de novos casos de câncer e 9,7 milhões de mortes. As estimativas do Observatório Global do Câncer (GCO, na sigla em inglês) englobam 185 países e 36 tipos de câncer. Segundo os dados, coletados em 2022, dois terços de todos os novos casos e mortes pela doença no mundo concentram dez tipos de tumores malignos. O câncer de pulmão é o mais comum, com 2,5 milhões de novos diagnósticos, e representa 12,4% do total. O câncer de mama chega em segundo lugar, com 2,3 milhões de casos (11,6%) e o colorretal ocupa a terceira posição, com 1,9 milhão de casos (9,6%), seguido pelo câncer de próstata, que registra 1,5 milhão de diagnósticos (7,3%). Na quinta posição está o câncer de estômago, responsável por 970 mil casos e equivalente a 4,9% do total mundial. “O câncer é uma palavra que gera medo, e os pacientes e suas famílias se questionam muito quando têm o diagnóstico. Na realidade, quando os pacientes são atendidos e o tratamento começa, essas dúvidas são menos recorrentes, mas é importante continuar falando sobre elas e deixar a porta do consultório sempre aberta para respondê‑las”, explica a oncologista francesa Laurence Albigès. Em função do órgão afetado e do tipo de câncer, a abordagem médica será diferente, mas há outros fatores que influenciam as decisões das equipes. “O prognóstico está relacionado à extensão da doença. O tumor é localizado e pode ser curado? Ou a doença já se disseminou, está se propagando e existem metástases? Nesse caso, mesmo que uma remissão não seja impossível, com frequência o câncer vai evoluir no organismo.” A taxa de mortalidade de um determinado tipo de câncer está baseada em dados científicos e epidemiológicos, e com frequência está diretamente relacionada às chances de melhora do paciente. Mas essas estatísticas dão apenas uma dimensão global da situação. Cada caso traz suas especificidades no manejo, reitera a oncologista francesa, lembrando que o atendimento é cada vez mais personalizado. “Essas estatísticas não se aplicam a um indivíduo. O paciente será acompanhado, e teremos ao longo de sua trajetória cada vez mais acesso a diferentes tipos de tratamentos, mais inovadores. No Instituto Gustave Roussy, por exemplo, temos novos medicamentos sendo testados. Por isso é sempre importante explicar que essas estatísticas não se aplicam a uma pessoa.” Outros critérios, independentemente da gravidade da doença, devem ser levados em conta. Entre eles estão o sistema de saúde, o acesso a tratamentos inovadores, a formação dos profissionais e o financiamento das diferentes formas de atendimento, que têm impacto direto na remissão, cura e sobrevida. Estágios do câncer O que significam os quatro estágios do câncer, que vão vão de um a quatro e indicam o nível de evolução da doença? Nos dois primeiros estágios, as células cancerígenas estão restritas ao órgão afetado, e a remissão e a cura são, com frequência, possíveis. No estágio 3, o tumor está começando a se espalhar, e no 4 atingiu outros órgãos, ou seja, há metástase. Outra questão frequente envolve a diferença existente entre cânceres líquidos e sólidos, que são tumores malignos que aparecem em diferentes órgãos, como pulmão, mama e próstata. Os cânceres hematológicos, que se localizam nas células sanguíneas ou da medula óssea, são chamados de "líquidos", com alterações visíveis em um hemograma, por exemplo. De acordo com a oncologista francesa, a morfologia do órgão atingido pelo tumor maligno é um fator essencial. No cérebro, por exemplo, os cânceres às vezes se infiltram nos sulcos. Isso faz com que, cirurgicamente, a retirada completa do tumor seja complexa. Outro problema é a ausência de sintomas que caracteriza alguns cânceres, como o de pâncreas, por exemplo, impedindo a detecção precoce. Mas a prevenção personalizada, que está cada vez mais difundida na França e em outros países, deve ajudar a amenizar esse problema. O objetivo é antecipar o aparecimento do câncer e agir em função dos dados preditivos. O Instituto Gustave Roussy, por exemplo, criou um programa individual de diagnóstico da doença, disponível em cerca de 700 centros de combate ao câncer na França. O centro propõe a biópsia líquida — a detecção do DNA tumoral no sangue. Essa nova técnica permite às equipes isolar anomalias biológicas dentro de uma célula. Essas células que ainda não se transformaram em tumores malignos poderão ser alvos terapêuticos de futuros tratamentos, que também evoluem cada vez mais rapidamente. Os mais conhecidos, como a quimioterapia, a radioterapia e, mais recentemente, a imunoterapia, ainda são referência, mas novas terapias, ainda em fase de estudos, vêm sendo testadas nos pacientes com resultados cada vez mais promissores. Os avanços possibilitam que a doença que deixou de ser uma sentença de morte em vários casos, se torne cada vez mais uma patologia crônica, com a qual muitos pacientes deverão conviver por vários anos.
La directora del Grupo Español de Pacientes con Cáncer (GEPAC), Begoña Barragán, nos habla desde su perspectiva sobre la realidad de los pacientes oncológicos con dolor neuropático, destacando la necesidad identificar este dolor y la importancia de iniciativas que mejoren su visibilidad
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En ESTO NO TIENE NOMBRE, conversamos con Elías Báez, director de la DIDA, sobre el impacto del programa "Ya no Estás Solo". Analizamos cómo la institución logró evitar más de RD$10 millones en cobros ilegales y depósitos indebidos en clínicas y hospitales durante enero de 2026. Descubre cómo denunciar abusos en la seguridad social y qué hacer si te exigen un anticipo económico ante una emergencia de salud.
Dr. Franco Lotito C. – www.aurigaservicios.clConferencista, escritor e investigador (PUC)
Cáceres acoge el IX Congreso Extremeño de personas con cáncer y sus familiares, una jornada en la que pacientes, familiares, profesionales e investigadores compartirán experiencias, conocimiento y propuestas para mejorar la atención y la calidad de vida de las personas afectadas por la enfermedad.
Esmeralda Ruiz entrevista a Carlos Nieto, voluntario de "Músicos por la Salud".
No Click Valvar de hoje temos grandes insights sobre os sintomas em pacientes com ICFEp.
“La Bella y La Bestia Podcast". Nuevos episodios todos los domingos, con el NuevoOficial & JulietteDays, disponible en todas las plataformas: Spotify, Amazon, Apple, Ivoox, Google. Aquí contamos anécdotas propias y de la audiencia. ADVERTENCIA: No apto para quienes se ofenden de todo. Síguenos en redes sociales:Instagram: @juliettedays // @elnuevooficial // @labellaylabestia_podcastTwitter: @juliettdays // @elnuevooficialFacebook: @labellaylabestiapodcastTiktok: @juliettedays
Doutor Carlos Alberto Pastore dá dicas sobre bem-estar e saúde às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 6h50, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, especialistas em hematologia e ciência conduzem uma conversa clara e aprofundada sobre o caminho do paciente até o transplante autólogo de células-tronco, abordando desde os critérios de elegibilidade até as etapas de mobilização, coleta, criopreservação, condicionamento e infusão. O episódio esclarece as principais indicações clínicas, diferenças entre transplante autólogo e alogênico e a importância da avaliação global do paciente para garantir segurança e melhores desfechos.A discussão também destaca os cuidados no pós-transplante, os critérios de sucesso da enxertia, o acompanhamento clínico contínuo e o papel essencial da multidisciplinaridade, do controle de qualidade e da doação de sangue. Um panorama completo que revela os bastidores técnicos e humanos da terapia celular moderna, reforçando a importância da ciência, da padronização e da prática baseada em evidências no cuidado ao paciente.#Podcast #Hematologia #Hemoterapia #TerapiaCelular #TransplanteAutólogo #Medicina #Saúde #Ciência #BoasPráticas #CuidadoAoPaciente
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Hoje é o dia mundial do câncer, uma iniciativa criada pela União Internacional para o Controle do Câncer com apoio da Organização Mundial da Saúde para aumentar a conscientização e a prevenção da doença. Aqui no Brasil, embora a gente tenha uma série de políticas públicas e direitos garantidos por lei, os pacientes continuam lutando para acessá-los. É o que revela uma pesquisa nacional feita com 1500 pacientes e suas famílias pelo Instituto Oncoguia. A desinformação e a burocracia são um entrave a mais para quem já tem que lidar com as dificuldades do tratamento. Hoje a gente conversa com a Luciana Holtz, fundadora e presidente do Instituto Oncoguia. Ela vai nos contar o que revela essa pesquisa e vai detalhar quais são os direitos a que os pacientes oncológicos têm acesso.
Doze pessoas foram recebidas, entre elas cinco pacientes.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
La Asociación de Sarcomas Grupo Asistencial (ASARGA) celebra el próximo 6 de febrero en la Sala Ernest Lluch del Congreso de los Diputados en Madrid la jornada institucional “Retos y soluciones para los pacientes de sarcoma en España”. El sarcoma, un cáncer poco frecuente y de alta complejidad, requiere diagnóstico precoz y acceso equitativo a tratamientos innovadores en todo el país. El evento contará con la participación de representantes del Ministerio de Sanidad, expertos del Grupo Español de Investigación en Sarcomas (GEIS) y asociaciones de pacientes. ASARGA destaca la importancia de visibilizar las necesidades de estas personas y situarlas en la agenda política y social. La jornada incluirá ponencias, mesas redondas y espacios de debate para impulsar soluciones reales en diagnóstico, tratamiento y seguimiento.
Pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) começaram a ser atendidos em hospitais de planos de saúde no Espírito Santo. A iniciativa é parte do programa “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde, cujo objetivo é ampliar a oferta de consultas, exames e cirurgias e reduzir filas na rede pública. Na última semana, no município da Serra, o Vitória Apart Hospital S/A, do Athena Saúde, iniciou os atendimentos cirúrgicos em pacientes do SUS. Segundo informações do Ministério da Saúde, sete pacientes realizaram cirurgias de colecistectomia (retirada de vesícula biliar), essencial para retomar a qualidade de vida ao acabar com as dores contínuas que o quadro de saúde provoca. Por ano, informa o Ministério, serão realizados 3,4 mil procedimentos de média e alta complexidade em diversas áreas, totalizando R$ 11,2 milhões em mais atendimento para o SUS."Além de cirurgia geral, o hospital vai oferecer 288 intervenções cirúrgicas por mês em diversas áreas, como otorrinolaringologia, cirurgia vascular, cardiologia, urologia, ortopedia e traumatologia. Os beneficiados são encaminhados à instituição pelas secretarias municipal e estadual de Saúde, que gerenciam a espera local no SUS. Além do Vitoria Apart Hospital, o estado capixaba também contará com o reforço do Hospital São Bernardo, instituição privada também do grupo Athena Saúde, que em breve deve começar os atendimentos", explica o Ministério.Ainda, de acordo com a pasta, como contrapartida aos atendimentos prestados, o Vitória Apart Hospital e todos que já estão atendendo pelo programa receberão créditos financeiros para pagamento de tributos federais vencidos ou a vencer. Em entrevista à CBN Vitória, o superintendente do Ministério da Saúde no Espírito Santo, Luiz Carlos Reblin, fala sobre o assunto.
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SD343 - Por que Atender Mais Pacientes pode estar Diminuindo seu Lucro. Neste episódio, Dr. Lorenzo Tomé conversa com a médica e sócia-fundadora da Rinoclínica, Dra. Bárbara Bianchi, sobre um dos temas mais negligenciados na carreira médica: finanças do consultório. A partir da própria vivência como médica empreendedora, gestora e mentora da SD Escola, Dra. Bárbara mostra como médicos podem (e devem) assumir uma postura mais intencional na gestão do próprio negócio. Ao longo do episódio, são discutidos conceitos fundamentais como tempo para pensar estrategicamente, ticket médio, LTV (Lifetime Value), margem de contribuição, ponto de equilíbrio, metas, bonificação de equipe e o papel estratégico da secretária como gerente comercial. Tudo isso ancorado em exemplos reais, decisões difíceis e aprendizados que surgem apenas quando o médico sai do modo automático. O podcast Saúde Digital lhe ajuda a abrir a mente? Agora imagine como 3 dias de imersão com a gente pode impactar no seu negócio médico. A próxima Imersão SD já tem data: 20, 21 e 22 de março/2026. Garanta sua vaga com 10% de desconto na Imersão da SD Escola de Negócios Médicos. FAÇA CONTATO O Background da Bárbara Bárbara formou-se em Medicina em Passo Fundo-RS, fez sua residência em Otorrinolaringologia em Campinas-SP e depois um fellowship em Cirurgia Cérvico-Facial pelo Instituto Penido Burnier de Campinas-SP. Ela se estabeleceu em Porto Alegre-RS onde abriu a Rinoclínica com uma sócia, além de assumir a gerência médica de uma outra clínica de multiespecialidades em Passo Fundo, a Medix, aberta com dois sócios. O dia a dia lhe trouxe os desafios e os aprendizados na gestão do negócio, o que a levou a fazer um MBA de Gestão em Saúde na FGV e outros cursos para oferecer a melhor experiência para o paciente e ter os serviços reconhecidos como uma referência na área. Assista este episódio também em vídeo no YouTube no nosso canal Saúde Digital Podcast! Acesse os Episódios Anteriores! SD342 - Carreira Corporativa em Saúde: O Caminho Que Muitos Médicos Ignoram SD341 - Conheça o mercado da Saúde na Classe C SD340 - IA Generativa na Medicina: Quem Usar 1º Vai Viver Melhor Music: Charmed | Declan DP "Music © Copyright Declan DP 2018 - Present. https://license.declandp.info | License ID: DDP1590665"
Entrou em vigor neste mês a Lei nº 14.705 , que pode reconhecer os pacientes com fibromialgia e de outras doenças semelhantes como pessoas com deficiência. O reconhecimento necessita avaliação biopsicossocial multiprofissional e interdisciplinar, que vai considerar os impedimentos nas funções e estruturas do corpo e limitações no desempenho de atividades. A nova lei também prevê diretrizes para o atendimento integral de pacientes com fibromialgia pelo SUS. Em entrevista à jornalista Lana Dias, o médico e presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia, José Eduardo Martinez, explica os possíveis impactos da lei para quem tem a doença.
Colombia enfrenta una grave crisis en el sistema de salud. La Nueva EPS, actualmente intervenida por el Gobierno, enfrenta embargos judiciales por más de 2,1 billones de pesos, una situación que pone en riesgo la atención de más de 11 millones de afiliados y el funcionamiento financiero de la entidad.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Estados Unidos e Europa elevaram o tom na disputa pela Groenlândia. A União Europeia ameaçou adotar uma medida econômica extrema e inédita. Donald Trump enviou pelo celular uma mensagem ao primeiro-ministro da Noruega, reclamou por não ter ganhado o prêmio Nobel da Paz e disse que não se sente mais obrigado a buscar uma solução pacífica no Ártico. Seiscentas mil vítimas do Banco Master pediram reembolso ao Fundo Garantidor de Crédito. O ministro Fernando Haddad defendeu que o Banco Central passe a fiscalizar fundos de investimento. Morreu, aos 93 anos, o ícone da alta costura Valentino Garavani. O Ministério da Educação reprovou um terço dos cursos de medicina. No Distrito Federal, a polícia investiga a morte de três pacientes em um hospital particular. e suspeita que os assassinos sejam três técnicos de enfermagem.
Três técnicos em enfermagem de um hospital particular no Distrito Federal estão presos provisoriamente sob a acusação de terem assassinado três pacientes. Eles teriam injetado doses elevadas de medicamentos nas vítimas. Em um dos casos, o técnico fez dez aplicações de desinfetante em uma mulher de 75 anos. A polícia investiga se há outros casos no mesmo hospital ou em outros onde os técnicos tenham trabalhado e as motivações dos crimes.
Neste vídeo, discutiremos Quais são as pacientes elegíveis para terapia hormonal na menopausa conforme o novo guideline?Endocrinologia descomplicada para médicos e residentes. Aqui você encontra conteúdos sobre atualização médica, casos clínicos e preparação para provas de título.
Sala de Prensa BLU Podcast - 2026-1-18 [00:00:00] 10:00 am - Sala de Prensa BLU [01:00:00] 11:00 am - Sala de Prensa BLUSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Donación multiorgánica da esperanza a seis pacientes Llega el primer Mercado del Trueque 2026 al Bosque de San Juan de AragónConvocan protestas masivas en EU tras tiroteo mortal de agente del ICEMás información en nuestro podcast
Gaitán calificó la situación actual del sistema de salud como "calamitosa", señalando que las decisiones financieras recientes ignoran las realidades operativas y las necesidades urgentes de los ciudadanos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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SD339 - A comunicação que fideliza os pacientes. Neste episódio, Dr. Lorenzo Tomé conversa com a fonoaudióloga e mentora de oratória Patrícia Pereira sobre como a comunicação pode elevar a autoridade do médico, melhorar a adesão do paciente e tornar o atendimento mais claro e eficaz. Patrícia explica, de forma prática, como voz, ritmo, dicção, respiração e escuta ativa influenciam a percepção do paciente, e por que comunicar bem não é dom, é técnica. Um episódio essencial para médicos que querem desenvolver presença, condução e intencionalidade na fala, seja no consultório, no digital ou em qualquer situação em que a comunicação define o resultado. O podcast Saúde Digital tem o propósito de lhe ajudar a abrir a mente. Agora imagine o quanto 2 dias de imersão com a gente podem impactar o seu negócio médico. A próxima Imersão SD já tem data: 21 e 22 de março/2026. Garanta sua vaga com 10% de desconto na Imersão da SD Escola de Negócios Médicos. FAÇA CONTATO O Background da Patrícia Fonoaudióloga de formação, Patrícia se encantou pela área de Voz desde o início justamente por estar associada à área de Comunicação. Ela adquiriu uma bagagem de cuidado, atuando em áreas clínicas e hospitalares, mas, em sua trajetória, trabalhando com vários profissionais que a procuravam para trabalharem a voz, ela percebeu que podia ajudar também na melhoria das habilidades comunicativas. Patrícia se preparou e buscou posicionamento como autoridade de quem trabalha para tornar a voz um instrumento de sucesso e conexão. Assista este episódio também em vídeo no YouTube no nosso canal Saúde Digital Podcast! Acesse os Episódios Anteriores! SD338 - O Modelo de Negócio Médico Estratégico: CAC, LTV e Ecossistema SD337 - O que está faltando ao docente de medicina? SD336 - Como Transformar sua Clínica com Gestão de Alto Nível Music: Wanderlust | Declan DP "Music © Copyright Declan DP 2018 - Present. https://license.declandp.info | License ID: DDP1590665"
Salvador Payán, hematólogo del hospital sevillano e investigador principal del estudio en el centro.
IMSS reporta pacientes estables tras descarrilamiento Alerta por presencia de medusas en la playa de Manzanillo El Papa advierte sobre el impacto social de las apuestas Más información en nuestro podcast
Marta Balaguer es jefa de Urgencias del Hospital Universitario Doctor Peset, de Valencia. Atiende a Hoy por Hoy tras una guardia de 24 horas, si bien explica que ahora no va a dormir, sino a pasar tiempo con su familia, algo que no pudo hacer en Nochebuena. Balaguer habla de una "noche tranquila", pese a que eso supone múltiples intervenciones porque "los ictus o los infartos no bajan", y admite que aunque la plantilla está equilibrada, más profesionales serían bienvenidos. Además, señala que, tras la pandemia, el número de pacientes que acuden a Urgencias ha ido en aumento.
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UNAM alerta sobre la “Depresión Blanca” o Blues de Navidad Alertan por posible desaparición de ciudades en el mundoDe nuestro almanaque: la vainilla es mexicanaMás información en nuestro podcast
El anestesiólogo Frédéric Péchier se enfrenta a una pena mínima de 22 años de prisión.
Blogpost asociado https://ecctrainings.com/te-atreverias-a-dar-tromboliticos-prehospitalarios-para-embolia-pulmonar-lo-que-revela-el-nuevo-estudio-y-como-prepararte-con-acls/" Referencia del estudio original: Harjola, J., Holmström, P., Sane, M., Hartikainen, J., & Harjola, V.-P. (2025). Prehospital fibrinolysis in high-risk pulmonary embolism – Observational data on clinical picture and outcome. Prehospital Emergency Care, 29(7), 1–8. https://doi.org/10.1080/10903127.2025.2582671 Recordatorio rápido: embolia pulmonar de alto riesgo Definición sencilla: EP de alto riesgo / masiva → se manifiesta como shock obstructivo o paro cardiaco. Fisiopatología en pocas palabras: Trombo grande en circulación pulmonar → aumento de poscarga del ventrículo derecho → falla del VD → colapso hemodinámico. Por qué es tan letal: Deterioro muy rápido, ventana terapéutica corta. Frecuentemente se presenta como paro fuera del hospital. Conectar con ACLS: La EP masiva está dentro de las "T" (tromboembolismo) en las causas reversibles del paro. Las guías ACLS contemplan el uso de trombolíticos cuando se sospecha fuertemente EP como causa del paro. ¿Cómo se ve clínicamente un paciente con EP de alto riesgo? Disnea súbita, dolor torácico, síncope, hipotensión, antecedentes de riesgo trombótico. Resumen del estudio de Harjola et al. Objetivo principal del estudio Explorar supervivencia y complicaciones hemorrágicas del uso de trombolíticos prehospitalarios para embolia pulmonar de alto riesgo. Diseño Datos de EMS del área metropolitana de Helsinki + hospital universitario. Periodo aproximado: 2007–2019. Inclusión: Pacientes con EP de alto riesgo sospechada clínicamente. Tratados con fibrinolisis intravenosa prehospitalaria. Diagnóstico de EP confirmado posteriormente por imagen o autopsia. Grupo comparador: Pacientes con EP de alto riesgo que no recibieron fibrinólisis prehospitalaria. Resultados clave Total de pacientes con EP de alto riesgo: 60. Grupo con trombolíticos prehospitalarios para embolia pulmonar: n = 23. 44% mujeres. Edad media: alrededor de 57 años. 74% se presentaron en paro cardiaco. 26% en shock obstructivo. Mortalidad: Mortalidad prehospitalaria aproximada: 35%. Mortalidad intrahospitalaria: alrededor de 27% de los que llegaron vivos. Mortalidad total combinada: cerca de 52%. Todas las muertes en este grupo fueron en pacientes que llegaron en paro cardiaco. Complicaciones: 2 pacientes con sangrado mayor. Ningún sangrado fatal. Supervivencia a 12 meses: Los pacientes trombolizados que salieron vivos del hospital seguían vivos a los 12 meses. Grupo sin trombolisis prehospitalaria: n = 37. Más añosos (edad media cercana a 72 años). Mayor proporción de paro cardiaco. Mortalidad a 12 meses más alta (≈ 76%, tendencia, p alrededor de 0.06). Comentario para desarrollar: Es un estudio observacional, con n pequeño, no podemos concluir causalidad, pero sí hay "señales" interesantes de posible beneficio. ¿Qué nos dice realmente este estudio? Mensajes principales La EP de alto riesgo fuera del hospital tiene una mortalidad muy alta aun con intervenciones agresivas. En este contexto crítico, los trombolíticos prehospitalarios para embolia pulmonar: Parecen relativamente seguros (pocas hemorragias mayores, ninguna fatal). Podrían ofrecer un beneficio en supervivencia, especialmente en pacientes seleccionados. Limitaciones para mencionar Serie de casos; no es ensayo aleatorizado. Número pequeño de pacientes trombolizados. Posible sesgo de selección: Pacientes más jóvenes y potencialmente con menos comorbilidades recibieron trombólisis. No responde preguntas como: Detalle exacto del protocolo. Diferencias entre equipos. Tiempos exactos desde el colapso hasta la trombólisis. Idea clave: No es un "permiso" para trombolizar a todo el mundo, pero sí una invitación seria a considerar que, en EP de alto riesgo, la inacción también tiene un costo muy alto. El reto práctico: decidir trombolisis en el campo Barreras en la vida real Diagnóstico presuntivo sin imagen: Dependemos de clínica, antecedentes, ECG, quizás eco focal. Miedo al sangrado: Especialmente hemorragia intracraneal. Falta de protocolos claros: Muchos sistemas de EMS no contemplan todavía trombolíticos prehospitalarios para embolia pulmonar. Falta de entrenamiento específico: No todos se sienten cómodos con indicaciones, contraindicaciones, dosis. Cómo ayuda ACLS aquí ACLS bien aprendido: Te obliga a pensar en H y T, no solo en adrenalina y ciclos. Te muestra dónde se colocan los trombolíticos prehospitalarios para embolia pulmonar dentro del algoritmo. Te entrena para liderar un equipo y tomar decisiones bajo presión. Conectar con los cursos de ECCtrainings: En nuestros ACLS discutimos escenarios de paro por EP masiva. Practicamos cómo tomar la decisión de administrar o no trombolítico. Simulamos la comunicación con el hospital receptor después de trombólisis. Caso clínico narrado Propuesta de caso Varón de 48 años. Disnea súbita, dolor torácico, antecedente de inmovilidad o TVP reciente. Hipotenso, taquicárdico, saturación baja, signos de shock. En la ambulancia entra en PEA. El equipo evalúa H y T → EP masiva muy probable. Protocolo local permite trombolíticos prehospitalarios para embolia pulmonar: Se administra el medicamento durante la RCP. Después de varios ciclos recupera pulso. Llega vivo al hospital, se confirma EP por imagen y sobrevive. Puntos a resaltar Valor de: reconocer el patrón clínico, tener protocolos, estar entrenado en ACLS. Conectar con la serie de Helsinki: "Son justamente este tipo de pacientes los que aparecen en la serie: altísimo riesgo, pero con posibilidad real de supervivencia si somos agresivos." Cómo prepararte tú y tu sistema Pasos sugeridos para líderes, educadores y clínicos de EMS Revisar la evidencia Usar este estudio como punto de partida para la discusión sobre trombolíticos prehospitalarios para embolia pulmonar. Evaluar la realidad local ¿Disponibilidad del medicamento? ¿Quién puede prescribir y administrar? ¿Qué soporte hospitalario hay (UCI, hemodinamia, ECMO)? Desarrollar protocolos claros Criterios de inclusión y exclusión. Algoritmo que integre ACLS y trombólisis. Entrenamiento formal No basta con escribir el protocolo; hay que entrenarlo en simulación. Cursos ACLS con escenarios específicos de EP. Simulaciones y revisión de casos Simulacros periódicos con roles definidos. Morbimortalidad / debriefing de casos reales o simulados. Comunidad: seguir la conversación en ECCnetwork ECCnetwork: Comunidad en línea para profesionales de emergencias, cuidado crítico, medicina táctica, etc. Espacios para discutir artículos, casos, protocolos, dudas. Invitar a que compartan: ¿Su sistema consideraría trombolíticos prehospitalarios para embolia pulmonar? ¿Qué barreras ven? ¿Experiencias que puedan comentar? Recursos adicionales y blogpost Recordar el blogpost: URL:
N502 - EASD 2025 - Semaglutida: Reduz amputações em pacientes com doença vascular periférica - Fernando Valente e Luis Canani by SBD
Había una vez un sistema sanitario totalmente público del que todo un país estaba orgulloso hasta que en algún momento todo empezó a cambiar. El éxito electoral de quienes piensan que el Estado debe funcionar como una empresa fueron reventándolo todo por dentro. Más de dos décadas después, ese proyecto neoliberal nos devuelve noticias de hospitales públicos gestionados por empresas privadas que priorizan la atención de pacientes en función de la rentabilidad de sus tratamientos sobre las necesidades de salud de la población a la que atienden. ¿Cómo hemos llegado a esto? Con Marcos Pinheiro, jefe de Sociedad de elDiario.es, explicamos en qué consiste el esquema del hospital de Torrejón de Ardoz, en Madrid, donde la dirección del centro ha dado órdenes de maximizar los beneficios económicos por encima de los criterios médicos. Sergi Pitarch, director de elDiario.es en la Comunitat Valenciana, nos recuerda cómo fue el modelo Alzira en esta comunidad, la primera en privatizar la sanidad. Raquel Ejerique, adjunta al director de elDiario.es, repasamos el proceso privatizador de la sanidad madrileña que dos décadas después ha perdido la calidad asistencial que le caracterizaba mientras ha engordado el negocio de las compañías privadas. *** Información relacionada: Pacientes verdes y amarillos, dos colores para entender el negocio de la sanidad en Madrid *** Envíanos una nota de voz por Whatsapp contándonos alguna historia que conozcas o algún sonido que tengas cerca y que te llame la atención. Lo importante es que sea algo que tenga que ver contigo. Guárdanos en la agenda como “Un tema Al día”. El número es el 699 518 743See omnystudio.com/listener for privacy information.
José Ramón Repullo, profesor emérito de Planificación y Economía de la Salud de la Escuela Nacional de Sanidad, pasa por los micrófonos de Hoy por Hoy para valorar el escándalo surgido en el hopsital público de Torrejón de Ardoz, bajo control privada, donde el CEO de la empresa gestora, Ribera Salud, pedía a sus directivos aumentar las listas de espera y descartar los tratamientos menos rentables.
Aimar Bretos habla con Pablo Linde, periodista de El País que ha publicado la noticia de que el CEO de Ribera ha pedido aumentar la lista de espera en el Hospital púbico de Torrejón de Ardoz.
En el podcast hablamos de los titulares de la edición 2695 del 21 al 27 de noviembre de 2025 del Semanario ZETA: Caos en San Quintín, piden salida de Cano. Va FGR por delincuencia organizada en gobiernos de BC.Inexplicable cierre de ginecobstetricia; pacientes en riesgo.En la recomendación de cine: Calurosa Navidad de 31 Minutos en Prime Video y Wicked 2 de Disney en Cines. Más detalles, en la edición impresa del Semanario ZETA que ya está en circulación y en nuestro portal www.zetatijuana.com
NotiMundo al Día - Gustavo Dávila - Salud y pacientes en crisis by FM Mundo 98.1
Laureano Simón, CEO de 'Oncomatryx', explica en 'La Ventana' cómo este nuevo tratamiento podría revertir la metástasis
Escasez de semiconductores afecta producción en planta de Honda México Inauguran ofrenda “Íconos mexicanos” en el Bosque de San Juan de AragónShanghái retoma celebraciones de Halloween tras un año de restriccionesMás información en nuestro podcast