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AAD PARTE 1: La candidatura de Oviedo a Capital Europea de la Cultura 2031 celebrará el próximo 22 de mayo un encuentro abierto dirigido específicamente al tejido cultural y artístico asturiano. Hoy participan en el programa: Pepe Mompeán, coordinador general de la candidatura Oviedo 2031; Zoe López Mediero, codirectora artística de Oviedo 2031 y Semíramis González, directora de LABoral Centro de Arte y Creación Industrial y comisaria de Artes Plásticas en Oviedo 2031. AAD PARTE 2: En la entrevista charlamos Pedro Timón, fotógrafo y coordinador de las 19 Jornadas Defoto, organizadas por el Ateneo Obrero y que se desarrollan en Gijón. AAD PARTE 3: Cerramos el programa charlando con Fee Reega sobre su reciente libro “Días de purpurina y percebes”. Antología poética basada en sus diarios y canciones .
Pía Aldana es artista visual y dioramista chilena, cuya práctica nace del coleccionismo doméstico y de una fascinación profunda por lo que guardamos, lo que perdemos y lo que construimos para no olvidar.Nos habló de una infancia solitaria y lectora en Concepción, de crecer profundamente vinculada a la naturaleza, y de saber desde muy chica que iba a ser artista. Hablamos de su formación en Artes Plásticas y Literatura Hispánica, de cómo su obra se despliega siempre hacia dos territorios: el patrimonio natural de Chile y el universo mítico popular, rescatando figuras femeninas que la historia ha relegado a cánones y silencios. Una conversación sobre el oficio, la miniatura como universo y la convicción de que el arte y la cultura son un derecho.Support the show
João Sousa Cardoso, também conhecido como João de Sousa Cardoso, é artista, ensaísta, curador e professor universitário. O seu trabalho desenvolve-se na intersecção entre criação artística, pensamento crítico e investigação, articulando teatro, cinema, artes visuais e escrita.Viveu 5 anos em Paris entre 2005 e 2010, onde concluiu o doutoramento em Ciências Sociais pela Universidade Paris Descartes (Sorbonne) enquanto bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, é mestre em Ciências da Comunicação pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e licenciado em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. É membro associado do Centre de Recherches Interdisciplinaires sur le Monde Lusophone, da Universidade de Paris Nanterre, onde leciona regularmente.Enquanto artista, tem desenvolvido um percurso marcado pela relação com a literatura e pela criação em teatro e filme, que cruzam ensaio, ficção e performance. Encenou Sequências Narrativas Completas, a partir de Álvaro Lapa, no Teatro Nacional D. Maria II (2019), e A Ronda da Noite, a partir de Agustina Bessa-Luís, na Fundação Calouste Gulbenkian (2022). Em 2024, estreou o filme A Santa Joana dos Matadouros, a partir de Bertolt Brecht, na Cinemateca Portuguesa, expandindo a sua prática para o cinema e aprofundando a relação entre imagem, política e representação.Como ensaísta, publicou TEATRO EXPANDIDO! (2016), Sequências Narrativas Completas e A Espanha das Espanhas(2020), mantendo uma escrita próxima das suas práticas artísticas. Colabora regularmente com a revista Contemporânea e com o jornal Público.Na curadoria, tem desenvolvido projetos que cruzam arte, política e história, como o ciclo ABC da Guerra (Teatro Municipal São Luiz, 2025) e a exposição Nampula Macua Socialismo de Manuel Santos Maia (Galeria Quadrum, 2025), além de colaborações com instituições como Serralves, Batalha Centro de Cinema e Centro de Arte Oliva. Desde 2023, integra o Comité de Aquisições do Centro de Arte Moderna da Gulbenkian.É Professor Associado na Universidade Lusófona, em Lisboa, onde dirige, desde 2010, a Licenciatura em Comunicação Audiovisual e Multimédia. Foi Professor Convidado na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto entre 2011 e 2020 e coordena o programa Great Artists on Campus na Universidade Lusófona em Lisboa desde Fevereiro de 2023 que tem, desde Fevereiro deste ano, uma extensão ao Porto numa parceria entre a Universidade e o Batalha Centro de Cinema.Links: https://cargocollective.com/joaosousacardoso www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/abc-da-guerra/ www.ulusofona.pt/evento/great-artists-on-campus-5 https://www.publico.pt/autor/joao-sousa-cardoso https://contemporanea.pt/edicoes/2025/entrevista-joao-sousa-cardosowww.youtube.com/watch?v=Kjp0-yeLBdA https://ajuntament.barcelona.cat/lavirreina/en/exhibitions/american-history/1005?t=3 Episódio gravado a 06.05.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados
João Marçal nasceu em Santarém, em 1980.Cresceu e viveu em Coruche até 1999. Nesse ano, mudou-se para o Porto, onde iniciou a licenciatura em Artes Plásticas, vertente Pintura, na Faculdade de Belas Artes, concluída em 2004. Ainda durante a sua formação, começou a expor o seu trabalho no contexto dos espaços geridos por artistas do Porto. A sua primeira exposição individual Oll Korrect, em 2003, no PêSSEGOpráSEMANA, foi o catalisador para uma sequência de oportunidades de exposição e determinante para a disseminação e desenvolvimento consistente da sua prática. Após uma estadia em Nova Iorque em 2017, no âmbito de uma residência artística apoiada pelo Atelier Júlio Pomar/EGEAG, mudou-se para Lisboa em 2018, cidade onde atualmente vive e trabalha.O seu trabalho desenvolve-se sobretudo através da pintura, recorrendo pontualmente a outros meios como o desenho e a ilustração, o mural, a instalação, o som, o ready-made ou a cerâmica. Para o artista, a pintura é em si um instrumento dinâmico de reflexão, onde prática e teoria se cruzam de forma indistinta. Pintar implica sempre uma investigação simultaneamente visual, ótica, espacial, narrativa e simbólica, e conceptual, filosófica, histórica e cultural. A sua abordagem aproxima-se de uma compreensão de natureza fenomenológica, em que a pintura pode ser entendida como uma continuidade sensível com o sujeito.O seu trabalho estabelece relações de equivalência e intersecção entre elementos do quotidiano banal, muitas vezes invisíveis pela sua própria irrelevância, e a dimensão mais “nobre” dos objetos-imagem no contexto artístico. Detalhes provenientes de transportes públicos, padrões de tecidos, design de embalagens, logótipos ou elementos arquitetónicos são deslocados do seu contexto original e reconfigurados nas suas obras. Estes elementos emergem de um arquivo mnemónico afetivo que, por vezes, se expande para um imaginário coletivo mais específico, sobretudo associado às décadas de 1980 e 1990, introduzindo assim um vetor temporal significativo no trabalho.Os padrões assumem um papel central enquanto solução compositiva, na medida em que a repetição coerente das unidades sugere uma possibilidade de continuidade infinita, criando o paradoxo de inscrever a ideia de infinito dentro dos limites de uma imagem autónoma. Links: https://joaomarcal.com/ https://residencyunlimited.org/residencies/joao-marcal/ https://contemporanea.pt/edicoes/10-11-12/joao-marcal-oh-my-dog https://galeriasmunicipais.pt/exposicoes/inner-8000er/ https://marcaldoscampos.bandcamp.com/album/nova-emo-o https://soundcloud.com/marcal-dos-campos https://www.publico.pt/2025/06/19/culturaipsilon/entrevista/pintura-joao-marcal-faz-desaparecer-tela-acolhe-2136774 https://zedosbois.org/en/programa/pizza-space-time/ Episódio gravado a 17.04.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados
Na entrevista desta quinta-feira (16) do podcast Os Novos Cientistas, o jornalista Antonio Carlos Quinto conversou com o pesquisador Rafael Dutra Aguaio. Artista e fotógrafo, ele é o autor do estudo de mestrado Rua da Consolação, que foi apresentado na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP. A pesquisa de Aguaio resultou num fotolivro, que tem o mesmo título do estudo, e que traz imagens de áreas centrais da cidade de São Paulo, onde o fotógrafo sempre residiu. A orientação do trabalho foi do professor Marco Butti, da ECA. Segundo Aguaio, a ideia do estudo partiu de um projeto pessoal. “A região central da cidade é onde eu nasci e vivo até hoje, e onde também eu comecei a fotografar”, contou. Fotógrafo formado pela ECA, no Departamento de Artes Plásticas, Aguaio também é ligado ao desenho e à pintura. O objetivo do trabalho foi, e ainda é, “fazer um objeto artístico que tem como ponto de partida, poético e imagético, o centro da cidade de São Paulo, que é o cotidiano da minha vida”, descreveu. O estudo de Aguaio resultou num livro impresso de 112 páginas, com 102 fotos produzidas entre 2012 e 2025. A obra também está no formato virtual que pode ser acessado por este link. “Tenho a intenção de publicar, mas preciso encontrar um financiamento, um incentivo. Uma editora que se interesse!”, avisou o pesquisador, antecipando que pretende dar continuidade nesse tipo de produção num estudo de doutorado. Disponível também na plataforma Spotify
Miguel Ángel González Suárez te presenta el Informativo de Primera Hora en 'El Remate', el programa matinal de La Diez Capital Radio que arranca tu día con: Las noticias más relevantes de Canarias, España y el mundo, analizadas con rigor y claridad. Recomendación de una película ganadora de 6 Oscar este año, Una batalla tras otra. Con Leonardo DiCaprio, Sean Penn, Benicio del Toro entre otros… Hoy se cumplen 1.517 días de guerra entre Rusia y Ucrania. 4 años y 50 días y …40 días de Guerra en Oriente Próximo y 7 días de Alto el fuego de las dos semanas que se han dado. Hoy es miércoles 15 de abril de 2026. Día Mundial del Arte. Desde el año 2012 se viene celebrando cada 15 de abril el Día Mundial del Arte, una fecha que busca dar a conocer la importancia que tiene el arte y sobre todo el pensamiento creativo, para la evolución del pensamiento humano y la resolución de los problemas que nos aquejan. La celebración la propuso la Asociación Internacional de Artes Plásticas (AIAP) y fue a partir de 2019 cuando se oficializó por parte de la UNESCO. La proclamación oficial del Día Mundial del Arte tuvo lugar en la 40 reunión de la Conferencia General de la UNESCO el 12 de noviembre de 2019. 1814.- Las Cortes de Cádiz aprueban el reglamento provisional de la Milicia Nacional. 1920.- Nace el Partido Comunista de España, de la escisión de los socialistas españoles. 1924.- Primo de Rivera funda el partido Unión Patriótica. 1938.- Guerra civil española: Las tropas de Alonso Vega, del ejército franquista, ocupan Vinaroz, con lo que dividen en dos partes la España republicana. 1976.- Se inicia el XXX congreso de UGT, el primero celebrado en España tras la Guerra Civil. 1985.- Santiago Carrillo, tras haber ocupado durante medio siglo los más altos cargos en el PCE, pasa a ser militante de base. 1986.- Aviones de la VI Flota estadounidense bombardean Trípoli, capital de Libia. 1997.- Mueren 343 peregrinos musulmanes y 2.000 resultan heridos en un incendio en un campamento en La Meca. 2013: en Boston (Estados Unidos) explotan dos bombas durante una maratón, con un resultado de 3 muertos y 183 heridos. Santoral para hoy 15 de abril: santos Anastasia, Basilisa, Crescente, Eutiquio y Máximo. Estos son los países de Europa que más recortan en ayuda exterior, España y Hungría los únicos que la aumentan. La guerra en Oriente Medio puede provocar un impacto económico "mucho más grave" en la UE. El FMI rebaja las perspectivas de crecimiento global y alerta de la mayor crisis energética si se alarga la guerra en Irán. El Gobierno aprueba el nuevo Reglamento de Extranjería para regularizar a medio millón de inmigrantes. Sánchez, sobre el procesamiento de su esposa: "Pido a la justicia que haga justicia, el tiempo pondrá todo en su sitio" El Consejo de Ministros autoriza que 100 millones de la RIC vayan a rehabilitar viviendas en las Islas Además, Torres precisa que, de las ayudas de 30 millones de euros para el sector primario de toda España, 21 corresponden a Canarias. Vuelven los Bonos Consumo a Canarias: cómo pagar 25 euros y comprar por valor de 50. Los residentes podrán adquirir hasta cuatro unidades por isla para canjear en comercios de proximidad adheridos. Los precios vuelven a subir en Canarias. La subida de marzo lleva la tasa interanual a volver a incrementarse en la región tras haber descendido el mes anterior. Llenar el armario y moverse por las Islas es hoy más caro que hace un mes. El Índice de Precios de Consumo (IPC) se ha incrementado en Canarias un 3% en marzo en tasa interanual, lo que ha implicado nueve décimas por encima de dicha tasa del mes anterior, según los datos definitivos publicados este viernes por el Instituto Nacional de Estadística (INE). Un 15 de abril de 1915.- Estreno de "El amor brujo", de Manuel de Falla, en el teatro Lara de Madrid.
Bernarda Larenas Parra, Profesora de Artes Plásticas y Magíster en Educación UdeC.
A coleção pessoal do crítico de arte brasileiro Roberto Pontual será leiloada em Paris nesta terça-feira (31). Trata-se da primeira venda na França dedicada exclusivamente a obras brasileiras. Reunido ao longo de décadas, o acervo reúne cerca de 150 peças de mais de 60 artistas contemporâneos, produzidas entre 1945 e 1994 – um conjunto que Vincent Wierink, ex-companheiro de Pontual, descreve como sendo “de afeto”. Crítico de arte, jornalista e poeta, Roberto Pontual marcou a cena artística carioca dos anos 1970. Após dirigir programas educativos e exposições no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio), consolidou-se como uma voz influente, especialmente por meio de suas crônicas no Jornal do Brasil e da curadoria de exposições emblemáticas, como a representação brasileira na Bienal de Veneza em 1980. Seu livro Dicionário das Artes Plásticas no Brasil, publicado em 1969, quando Pontual tinha apenas 30 anos, permanece como obra de referência no mundo das artes. Além disso, ele publicou diversos ensaios e catálogos sobre arte contemporânea. Em 1980, mudou-se para Paris, onde continuou atuando como crítico e curador até sua morte, em 1994, em decorrência da AIDS. Sua coleção reúne obras de artistas brasileiros contemporâneos emblemáticos, muitos deles amigos próximos de Pontual, como Paulo Roberto Leão, Carlos Scliar, Ione Saldanha, Alair Gomes, Glauco Rodrigues, Antonio Bandeira, Frans Krajcberg, Ivan Serpa, Cildo Meireles e Wanda Pimentel. O acervo foi constituído por meio de compras espontâneas em visitas a ateliês, presentes de artistas, trocas e até pagamentos por prefácios, catálogos ou curadorias. Um retrato de afeto Segundo Vincent Wierink, a coleção é “tanto um retrato da arte brasileira da segunda metade do século XX quanto um verdadeiro retrato de Pontual”, um homem apaixonado pelos artistas e que não tinha a intenção de ser colecionador. “Ele era uma pessoa que não tinha verdadeiramente uma preferência. Tinha um respeito tão grande pelos artistas que o leque de seu interesse era enorme. Ele passava pela fotografia, escultura, pintura, abstrato, figurativo, conceitual”, diz Wierink, legatário universal de Roberto Pontual e herdeiro de sua obra e de sua coleção. Ele conta que a decisão de vender um acervo tão pessoal, cujas peças decoravam o apartamento que o casal compartilhava, não foi simples. “Para mim, mergulhar novamente na coleção foi quase uma catarse, um movimento muito emocional. Eu redescobri a coleção, que estava escondida há mais de 30 anos.” “Logo após a morte do Roberto, em 94, eu tive que mudar tudo na minha vida. Tive que mudar de apartamento. Era quase insuportável ficar lá. Então mudei, empacotei a coleção inteira e pronto. Mudei de vida, mudei de lugar. Não vou dizer que esqueci a coleção, obviamente não, mas ela ficou guardada”, lembra. “No fim do ano passado, pensei: ‘estou avançando na idade, e se acontece alguma coisa comigo, o que vai ser dessa coleção? Ninguém conhece essa coleção'", explica Wierink, que decidiu então entrar em contato com Salomé Pirson, da casa de leilões independente Maurice Auction, que chamou a consultora de arte brasileira radicada em Paris, Maria do Mar Guinle. “Quando elas viram a coleção, tiveram uma reação imediata: a Salomé disse que era possível sentir uma alma por trás dela, e a Maria do Mar comentou que era uma coleção de afeto”, lembra. “Roberto, obviamente, tinha muito afeto e amizade por um grande número de artistas. Acho que não havia um artista que não gostasse do Roberto. Ele era uma pessoa luminosa, carismática, que queria o bem das pessoas. Às vezes eu digo que ele era mais um analista de arte do que um crítico. Não distribuía bons e maus pontos. Ele realmente ajudava as pessoas a se expressar, a atravessar crises”, diz Wierink. Uma aposta “Nunca houve uma venda de arte brasileira moderna na França. Mas é uma aposta”, afirma, lembrando que chegou a considerar realizar o leilão em Nova York ou no Brasil, mas decidiu rapidamente por Paris. “Tudo bem nunca ter sido feito. Tudo bem fazermos uma aposta. Mas há também uma lógica para mim. É como se o círculo se fechasse. Roberto escolheu – bom, nós nos conhecemos e, por causa do nosso encontro, ele decidiu mudar de vida, deixar o Brasil e se radicar em Paris. Ele amou profundamente a França, amou profundamente a Europa. Então era natural, mais lógico, que a coleção fosse vendida na cidade onde ele escolheu viver e onde faleceu", diz. O leilão será realizado às 15h em Paris (11h em Brasília). Uma parte do montante arrecadado será dedicada à organização francesa de luta contra o HIV, Sidaction.
Desde 2009, a prática artística de Robert Christopher Wiley tem ganho forma através da unidade de investigação interdisciplinar VICARTE (Vidro e Cerâmica para as Artes) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa (NOVA FCT), dedicada a aproximar a prática artística da investigação científica. Nascido nos Estados Unidos, considera hoje Portugal como o seu país e a sua nacionalidade. O trabalho de Wiley envolve frequentemente o vidro — um material cuja complexidade técnica constitui um centro meditativo para grande parte da sua investigação criativa e conceptual. A sua prática atual é impulsionada não apenas pelos desafios materiais e científicos inerentes ao vidro, mas também por preocupações mais amplas da vida contemporânea, questionando hierarquias atuais de saber e de produção artística que moldarão o património cultural de amanhã.Wiley é Doutorado em Artes Plásticas (Escultura) pela Universidade do Porto e possui também um MFA e um BFA em vidro pela Ohio State University. Na VICARTE, contribui como Professor Assistente Convidado e como investigador, participando em projetos que vão desde a arqueometria do vidro, a reconstrução histórica e a ciência da conservação, até à exploração de novos materiais à base de vidro desenvolvidos na unidade de investigação. O seu trabalho situa-se na interseção entre arte, ciência e materialidade, refletindo um interesse continuado na relação entre formas discursivas e não discursivas de conhecimento — aquilo que podemos raciocinar e articular versus aquilo que compreendemos através do fazer e da experiência incorporada.A obra de Wiley foi exibida internacionalmente na Ásia, Europa e América do Norte. A sua produção artística e escrita estende-se a temas que envolvem subjetividade, cognição centrada no corpo e o valor pedagógico da prática criativa. A sua abordagem interdisciplinar informa naturalmente a sua exploração material e os seus processos experimentais, nos quais tanto o artesanato sofisticado como a recolha infantil detêm posições de igual importância. Meditativa, profundamente pessoal e, por vezes, enigmática, a sua prática procura perguntas em vez de tentar oferecer respostas. Links: https://www.dcr.fct.unl.pt/pessoas/professor-auxiliar-convidado/robert-wiley https://www.researchgate.net/profile/Robert-Wiley-2 https://www.crafthub.eu/practitioner/robert-wiley/ https://www.agendalx.pt/events/event/robert-wiley/ https://vicarte.org/ Episódio gravado a 26.03.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados
En la Ventana del Nautilus, nos adentramos junto a nuestro colaborador Guillermo Busutil en la obra del escritor portugués Antonio Lobo Antúnez, recientemente fallecido. Antes, conversamos con Lucía Solla Sobral, autora de la novela "Comerás flores", una historia de amor contada desde un punto de vista muy singular y que le ha valido el premio Ojo crítico de narrativa. Después, Ana Zurita nos acerca a la obra de Soledad Sevilla, Premio Nacional de Artes Plásticas, que a sus 82 años presenta en Madrid dos grandes instalaciones coincidiendo con la feria ARCO Madrid. Y para terminar, nuestro corresponsal de RNE en París, Antonio Delgado, nos guía por la gran retrospectiva dedicada a la artista surrealista Leonora Carrington, que puede verse en el Museo de Luxemburgo hasta julio.Escuchar audio
Foi pioneira no mundo como jornalista de desportos motorizados, mas Teresa Canto Noronha foi também vaticanista e é uma multifacetada artista plástica, porque “a arte alivia e descomprime”See omnystudio.com/listener for privacy information.
Rudi Brito (1988, Lisboa). Após a licenciatura em Artes Plásticas na ESAD, Caldas da Rainha, mudou-se para Glasgow onde aprofundou o seu interesse pelas artes sonoras e performativas e onde colaborou com artistas como Oliver Pitt, Sue Zuki e Murray Collier. Exibiu o seu trabalho em espaços como Centre for Contemporary Arts (CCA), The Glue Factory e The Art School (GSA). A sua prática, que se veio a tornar predominantemente visual, está ligada a ideias de interrupção, fugacidade e vulnerabilidade. Desde o seu regresso a Portugal em 2018, Rudi tem afirmado a sua presença na cena artística local expondo o seu trabalho na Spirit Shop, Galeria Madragoa, Galeria Zé dos Bois e Buraco. Em 2021 Rudi co-funda o projecto de curadoria experimental Purga. Rudi expôs internacionalmente, nomeadamente no Museo Reina Sofia, Madrid, Junbicyu Clinic e SumidaExpo23, Tóquio, Kraak Festival, Ghent, Fuse Art Space, Bradford e The Northern Charter, Newcastle.Links:https://www.rudibrito.com/https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2023/rudi-brito-hora-de-ferrohttps://zedosbois.org/programa/rudi-brito-maria-reis/https://www.arteinformado.com/guia/f/rudi-brito-226715https://www.vascocollection.com/artists/rudi-britohttps://www.youtube.com/watch?v=50IaMFyPZMQ Episódio gravado a 23.12.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados
Professor emérito do Departamento de Artes Plásticas da USP é autor de uma ampla e variada produção artística
Descubrimos la IV edición de los Premios Talento Emergente “La torre de Babel”, impulsados por Fundación Caja Rural de Aragón y Aragón Radio. Unos galardones que celebran la creatividad de los jóvenes aragoneses menores de 35 años en seis categorías: Audiovisual, Creación Literaria, Artes Plásticas, Música, Empresas e Iniciativas Culturales y Artes Escénicas. La presentación de esta edición corre a cargo de Laura Prada, directora de la Fundación Caja Rural de Aragón, y Ana Segura, jefa de Contenidos de Aragón Radio, quienes explican la importancia de apoyar y visibilizar el talento joven en la comunidad.
Hoy nos visita McEnroe para presentarnos su nuevo trabajo, La vida Libre. También viajamos a Berlín con nuestra corresponsal para escuchar dos piezas inéditas de Johann Sebastian Bach. También entrevistamos al Premio Ojo Crítico de Artes Plásticas 2019, David Bestué, que acaba de inaugurar un proyecto en la Plaza de España de Bruselas. Repasamos lo mejor de las artes escénicas con Marta García-Miranda y nos introducimos en la obra de Kiyoshi Kurosawa con Vicente Monroy.Escuchar audio
Ángeles Caso entrevista al escritor y filósofo Rafael Argullol a propósito de la reedición de su obra "Quattrocento. Arte y cultura del Renacimiento italiano". Nuestra compañera Ana Zurita, nos descubre la obra de artista nicaragüense Patricia Belli, reciente ganadora del Premio Velázquez de Artes Plásticas. Además, entramos junto a Olga Baeza en la exposición "La mitad del mundo", sobre la mujer en el México prehispánico. En “La tela de Aracne”, María Zaragoza reflexiona sobre el arquetipo de “la loca del ático” y cómo la literatura ha usado la supuesta locura femenina como forma de denuncia social.Escuchar audio
Recibimos a Noemí López Trujillo, que nos habla sobre la feminidad con su nuevo libro, Me dibujaron así. También felicitamos en directo a la Premio Cervantes de las Artes Plásticas 2025, Patricia Belli. Y Pedro Torrijos nos cuenta curiosidades sobre la arquitectura.Escuchar audio
Abrimos nuestros micrófonos a nuestra comunidad universitaria, con el objetivo de poner al aire los esfuerzos que se realizan en los distintos campus.Recibimos al Mtro. Carlos Torralba, académico de la Facultad de Artes Plásticas, pionero del Taller de Grabado de dicha facultad y un reconocido creador y artista plástico universitario, quien nos compartió todos los detalles sobre el Encuentro de Gráfica Trazos Comunes 2025.
Hoy nuestro corresponsal en París, Antonio Delgado, nos habla de la noticia del día: El robo en el museo del Louvre de las valiosas piezas históricas. También saludamos a la Premio Nacional de Artes Plásticas, Fina Miralles, repasamos la figura de Germaine Dulac y repasamos otras noticias, como la venta de entradas del concierto de regreso de La Oreja de Van Gogh.Escuchar audio
Carla Chaim (1983, Brasil)Vive e trabalha em São Paulo. Artista visual e mestranda em Poéticas Visuais pela Escola de Comunicação e Artes da USP, graduada em Artes Plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado - FAAP (2004), onde também fez pós- graduação em História da Arte (2007). Chaim prepara uma mostra individual no MACBA de Buenos Aires para o ano de 2025, além de ter trabalhado este verão em residências como El espacio 23 em Miami e Appleton em Lisboa na sequência da qual inaugurou ontem a exposição “Risco” na Appleton Box. Entre suas individuais destacam-se: Dobrar Cartas, Riscar Jornais na Quase Galeria, no Porto, em 2023 e em 2021: Febre, na Galeria Raquel Arnaud, em São Paulo. Em 2020, criou a instalação da arena/palco para as performances de Histórias da Dança, MASP, SP, quando teve sua obra adquirida pelo acervo do museu. Em 2016, Carla foi nomeada para o Future Generation Art Prize, onde em 2017 expôs no Pinchuk Art Centre, Kiev, Ucrânia e no Palazzo Contarini Polignac, Veneza, Itália, num evento colateral à Bienal de Veneza. O seu trabalho foi apresentado em exposições coletivas passando pelo Espaço das Artes, São Paulo, Brasil (2024); Casa de Cultura do Parque, São Paulo, Brasil (2024); Coral Gables Museum, Florida, EUA (2023); Osnova Gallery, Moscovo, Rússia (2021); Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB, Rio de Janeiro, Brasil (2021); Fundación ArtNexus, BogotÁ, Colômbia (2020); Lothringer13 Halle, Munique, Alemanha (2017); Plaza North Gallery, Saitama, Japão (2015); Cisneros Fontanals Art Foundation – CIFO, Miami, USA (2014); Carla Chaim foi premiada em 2022 com o EFG Latin America Art Award e no Brasil recebeu prémios como CCBB Contemporâneo e Prémio FOCO Bradesco, ambos no Rio de Janeiro, e Prémio Funarte de Arte Contemporânea e Prémio Energias na Arte em São Paulo. A sua obra faz parte de coleções como Ella Fontanals-Cisneros, Miami, USA; Museu de Arte de São Paulo - MASP, Brasil; Museu de Arte do Rio - MAR, RJ, Brasil; Pinacoteca do Estado de São Paulo, Brasil, entre outros.Links: https://www.carlachaim.com/ https://raquelarnaud.com/en/artistas/carla-chaim/ https://www.premiopipa.com/pag/carla-chaim/ https://www.jardimdohermes.com/sobre https://www.the55project.com/ Episódio gravado a 12.09.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados
Hoy en El ojo crítico nos visita Mariana Enríquez, para presentarnos la reedición de una de sus novelas más célebres, Cómo desaparecer completamente. También recibimos a Marta García Miranda, que reflexiona acerca de la pregunta "¿cómo seré cuando sea vieja?". Celebramos el día del cine español de la mano de Vicente Monroy y felicitamos a la Premio Nacional de Artes Plásticas.Escuchar audio
SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se. O esporte entrou em sua vida como um convite natural à descoberta. Praticou judô, skate e surfe, mas foi o futebol que ganhou protagonismo durante a adolescência. Jogou até a categoria júnior, treinava diariamente em um clube e, à noite, repetia fundamentos com o pai e o irmão em uma praça perto de casa. O futebol, levado a sério como instrumento de desenvolvimento competitivo e pessoal, foi o ambiente onde aprendeu disciplina, dedicação e a importância do incentivo familiar. Ainda jovem, descobriu outro prazer: pedalar. As primeiras cicloviagens com amigos despertaram nele uma nova paixão, que em 2010 se transformou em um desafio maior, quando percorreu 600 km entre Porto Alegre e o litoral do Uruguai. Nessa mesma época, conheceu o Ironman Brasil. Motivado por um amigo a encarar o grande desafio, iniciou os treinos e, com desempenho acima da média tanto no ciclismo quanto na corrida, encontrou no triathlon o caminho natural para canalizar sua energia e competitividade. Desde então, vem construindo uma trajetória marcada por consistência e vitórias. Do título sul-americano de duathlon em sua faixa etária em 2014 aos triunfos em provas como o Ironman 70.3 Punta del Este, o Challenge Florianópolis e os campeonatos gaúchos de triathlon e mountain bike, acumulou experiências que revelam sua versatilidade e determinação. Este ano, sagrou-se bicampeão do Challenge Florianópolis e, uma década após sua estreia no Ironman de Floripa, conquistou o título de campeão amador na mesma prova. Hoje segue acumulando resultados expressivos como atleta amador, sempre com o mesmo espírito competitivo que carrega desde os tempos do futebol. Mas, acima das conquistas, carrega uma filosofia clara: o esporte é ferramenta de autoconhecimento, não um fim em si mesmo. Prefere a conexão consigo próprio às distrações externas e coloca a família no centro da sua vida, acreditando que equilíbrio é parte essencial da performance. Conosco aqui, ele que é formado em Artes Plásticas e Educação Física, ceramista e escultor, fundador e treinador da Cumbre Treinamento Total, bike fitter, triatleta apaixonado por performance e competidor incansável, o porto-alegrense Walter “Kid” Tlaija de Sousa. Inspire-se! Um oferecimento @oakleybr e @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
O Festival Bôsénimi, evento de celebração da cultura indígena, está com inscrições abertas para as mostras de Audiovisual e Artes Plásticas. Os artistas e realizadores podem se inscrever até 4 de outubro. O festival valoriza narrativas dos povos originários como caminhos para um futuro coletivo e tem como foco principal o tema “Sonhos de rio antes do fogo: cosmovisões originárias como ferramentas do bem-viver”.Você confere as informações com o jornalista Júlio Camargo.
"Aquela que eu (não) fui" é um espetáculo da Cia. Luna LuneraEduardo Andrade possui graduação em Arquitetura e Urbanismo e Mestrado em Artes pela UFMG, Doutorado em Artes Cênicas pela UFRJ, com sanduíche na Columbia University (EUA) pelo CNPq. Tem experiência nas áreas de Arquitetura e Artes, com ênfase em Cenografia, tendo desenvolvido dezenas de trabalhos para teatro e dança, além de algumas produções em cinema e TV (portifólio disponível no site www.edandrade.com.br). Recebeu diversas indicações e prêmios na área e teve a oportunidade de participar de festivais e montagens em variadas localidades do país e do exterior. Desde 2008 é professor efetivo da Escola de Belas Artes da UFMG, onde coordena o Laboratório de Cenografia e Iluminação Cênica (LIC), atuando na pesquisa e no ensino na área da realização plástica do espetáculo. É cofundador e líder do Grupo de Pesquisa "Barracão - Cenografia e outras práticas espaciais cênico-performáticas" que investiga a prática da cenografia e sua relação com os elementos constituintes do discurso cênico. Integra o quadro docente do Programa de Pós-Graduação em Artes da UFMG, atuando na linha de Pesquisa Poéticas Tecnológicas. Suas pesquisas envolvem o campo da iluminação cênica, o uso de tecnologias na cena e, mais especificamente, as noções de teatralidade e performatividade aplicadas às artes visuais e à cenografia teatral. É autor do livro "O espaço encena: teatralidade e performatividade na cenografia contemporânea", fruto de sua tese de doutorado, laureada com Menção Honrosa no Prêmio Capes de Tese 2020.@edsandrade | edandrade.comMorgana Mafra é artista, pesquisadora e professora de dança e performance. Doutora em Artes, na linha de Artes Cênicas, pela UFMG (2024) e mestre em Estudos de Linguagens pelo CEFET-MG (2018), onde investigou corpo e performance, é também graduada em Artes Plásticas pela Escola Guignard–UEMG (2013), com habilitação em fotografia e escultura. Sua formação atravessa a dança contemporânea, com ênfase na improvisação e na educação somática. Sua pesquisa e criação se dão no entrelaçamento de linguagens — dança, performance, videodança, videoperformance, fotografia, escultura, instalação, peças sonoras — e também cenografia e direção de arte —, explorando o corpo como lugar de escuta e composição. Trabalha com estruturas improvisadas e procedimentos que emergem da interação entre gesto, matéria e forças ambientais, em diálogo com objetos e materialidade que atravessam o corpo e a cena. É idealizadora e coordenadora do projeto transdisciplinar Residir a Cava, que reúne artistas e pesquisadores em territórios minerados para criar a partir das relações entre corpo e paisagem.Release: O espetáculo revela momentos decisivos na vida de pessoas que não conseguiram esconder o que sentiam, expondo suas emoções no exato momento em que se manifestaram. Quando o sentimento se torna palavra, não há como silenciar – quem se cala, falha. Ao longo da trama, acompanhamos gestos de coragem de indivíduos que se recusaram a aceitar uma vida insatisfatória, buscando sempre a verdade em seus próprios corações.Ficha Técnica:Concepção: Cia. Luna LuneraDramaturgia: Diogo LiberanoDireção: Isabela Paes, Lucas Fabrício, Marina Arthuzzi, Vinícius ArneiroAssistência de direção: Zé Walter AlbinatiAtuação: Cláudio Dias, Joyce Athiê, Marcelo Soul, Renata PazConcepção cenográfica: Ed Andrade e Morgana MafraAssessoria de cenografia: Matheus LukashevichEstagiária de cenografia: Isabella SaibertCenotecnia: Nilson Santos e Artes Cênica Produções LTDAMontagem de cenário: Henrique Fonseca e Israel SilvaIluminação: PRISMA – Marina Arthuzzi, Rodrigo Marçal, Wellington Santos (Baiano)Operação de luz: PRISMAFigurino: Marney HeitmannAssistente de figurino: Vinicius de AndradeCostureira: Maria Vieira LimaDireção de movimento e preparação corporal: Eliatrice GischewskiAmbientação sonora: Daniel NunesOperação de som: Matheus Fleming@cia.lunalunera.oficial
Los otros premiados son la editorial Larousse y a la agencia literaria Carmen Balcells. El evento, que organiza la asociación 'Hay un tigre detrás de ti' y cuenta con el patrocinio de la Comunidad. La denominación de los diferentes ciclos que se van a desarrollar ofrece una idea de la diversidad de cuestiones vinculadas con lo literario que se ofertan al público. Son Literatura y Gastronomía; Artes Plásticas y Letras; Memorias de Dulcinea; Murcia Menphis, Murcia 1.200; Voces de Mujer; Amalgama de Letras; Momentos Trini (en homenaje a Mari Trini); Murcia Romántica; Literatura Infantil y Juvenil; Literatura y Fe; Borges 100; Autores de Éxito; Literatura y Espiritualidad; Música y Libros; Cine y Libros; y Literatura en las Calles. Hablamos con el responsable de la coordinación de ExLibris, Victorio Melgarejo.
Play It Again, Sam: Repetition in the Arts (MIT, 2025) por Samuel Jay Keyser (MIT) aporta un profundo y matizado análisis de cómo la repetición funciona como herramienta creativa, como componente de la cognición y de las emociones, y como tanto, una dimensión de la experiencia humana. En este encuentro, Jeffrey Herlihy-Mera, Lilliam Larregoity Pérez y William Pabón Montalvo profundizan sobre la repetición desde tres acercamientos disciplinarios: las artes, la música y las letras. Dialogan de conceptos como la trascendencia y la belleza, lo que genera la creación, y, asimismo, la estructura de la improvisación en diferentes plasmaciones culturales. Conversación realzada por Jeffrey Herlihy-Mera, Catedrático de Humanidades, Universidad de Puerto Rico-Mayagüez (UPR-M), Lilliam Larregoity Pérez profesora de Artes Plásticas de la UPR-M, y William Pabón Montalvo, profesor de Música de la UPR-M. Este podcast y el Instituto Nuevos Horizontes son patrocinados por la Mellon Foundation. Temas, textos, personas y conceptos mencionados: Heidi Landecker, The Chronicle of Higher EducationCarlos Pérez AgustíMilton GlaserColectivo Casa Tomada, Cuenca, EcuadorJeffrey Herlihy-Mera: “Letter from Madrid: Where Hemingway Meets Cervantes”Pensar con el oído, pensar con la piel (y todos los sentidos)La estructura de la espontaneidadCómo los seres humanos aprenden de la repeticiónMotivos melódicos“Usar la repetición como vehículo de acceder los sentidos del oyente.” -Pabón Montalvo Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Play It Again, Sam: Repetition in the Arts (MIT, 2025) por Samuel Jay Keyser (MIT) aporta un profundo y matizado análisis de cómo la repetición funciona como herramienta creativa, como componente de la cognición y de las emociones, y como tanto, una dimensión de la experiencia humana. En este encuentro, Jeffrey Herlihy-Mera, Lilliam Larregoity Pérez y William Pabón Montalvo profundizan sobre la repetición desde tres acercamientos disciplinarios: las artes, la música y las letras. Dialogan de conceptos como la trascendencia y la belleza, lo que genera la creación, y, asimismo, la estructura de la improvisación en diferentes plasmaciones culturales. Conversación realzada por Jeffrey Herlihy-Mera, Catedrático de Humanidades, Universidad de Puerto Rico-Mayagüez (UPR-M), Lilliam Larregoity Pérez profesora de Artes Plásticas de la UPR-M, y William Pabón Montalvo, profesor de Música de la UPR-M. Este podcast y el Instituto Nuevos Horizontes son patrocinados por la Mellon Foundation. Temas, textos, personas y conceptos mencionados: Heidi Landecker, The Chronicle of Higher EducationCarlos Pérez AgustíMilton GlaserColectivo Casa Tomada, Cuenca, EcuadorJeffrey Herlihy-Mera: “Letter from Madrid: Where Hemingway Meets Cervantes”Pensar con el oído, pensar con la piel (y todos los sentidos)La estructura de la espontaneidadCómo los seres humanos aprenden de la repeticiónMotivos melódicos“Usar la repetición como vehículo de acceder los sentidos del oyente.” -Pabón Montalvo Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Jordi Teixidor de Otto (Valencia, 1941) es pintor y Premio Nacional de Artes Plásticas. Aparte de un gran artista, es un excelente conversador. Viene al Hotel para hablar sobre posicionarse ante el arte, apreciar lo que un cuadro esconde, detenerse ante la no-pintura de Velázquez y Matisse, sus paseos por el Prado, la presencia de lo que no es, la nada que nos envuelve y la importancia de intentar ver siempre más allá del marco.
El alcalde de Rincón de la Victoria, Francisco Salado, junto a la concejala de Cultura, Paz Cuoto, el diputado de Cultura de la Diputación Provincial de Málaga, Manuel López Mestanza, la coordinadora del Instituto Andaluz de la Juventud, Alba Ortiz, la responsable de Artes Plásticas de la Fundación Unicaja, Emilia Garrido, y la presidenta de la Asociación Semana Cultural de Benagalbón, Sandra Carnero, presentan la XLVI Semana Cultural de Benagalbón.
El próximo 19 de abril no solo se conmemorará el aniversario 200 del Desembarco de los 33 Orientales. También se celebra un aniversario más corto, de un solo año. Pero un primer cumpleaños que no es menor para la ciudad de Tacuarembó. En esa capital departamental reabrió hace un año el Teatro Escayola, que había sido de referencia en el norte del país pero que llevaba seis décadas cerrado. Un sitio histórico, no solo por su valor patrimonial -su mármol de carrara, su telón de terciopelo- sino justamente por su historia: fundado por Carlos Escayola, padre de Carlos Gardel, en una época en que Tacuarembó era todavía la villa de San Fructuoso y no tenía ni un 10% de la población que tiene hoy, se convirtió en uno de los principales teatros de la región. Como comentamos entonces en entrevista con su directora, Matilde Vera, y con el gestor cultural Gerardo Grieco, que se desempeñaba como asesor, la recuperación del edificio demandó una inversión pública de US$ 2 millones. Esto no abarcó solamente la sala teatral: también se agregaron allí las sedes del Museo de Artes Plásticas de Tacuarembó y del Museo del Gaucho. Ahora, el próximo sábado 19, el Escayola festejará con un espectáculo con entrada libre. Cuando hicimos aquella entrevista, en abril de 2024, quedaba una sensación de oportunidad por lo que significaba esta reapertura. ¿Qué pasó desde entonces? ¿Cómo fue este primer año? Conversamos En Perspectiva con su directora, Matilde Vera.
Artes plásticas con un toque realista, Evelio Moreno nos cuenta más sobre su creación
Los residuos se convierten en arte en CirculArt, un certamen nacional de Artes Plásticas que fusiona arte y sostenibilidad para concienciar sobre la economía circular y que este año celebra su tercera edición.La muestra reúne 28 piezas que abordan cuestiones medioambientales cruciales como la contaminación por plásticos y vertidos en los ecosistemas marinos; el impacto de la industria extractiva en los usos del suelo; los efectos de los modelos de producción, consumo y acumulación excesivos o la necesidad de proteger hábitats naturales. Asimismo, la exposición destaca la economía circular a través de la reutilización de materiales como madera, papel, cartón, vidrio, textiles e incluso elementos rescatados de contenedores urbanos, transformados en piezas artísticas mediante técnicas como el ensamblaje y la escultura sensorial.Las obras abarcan disciplinas como fotografía, cerámica, escultura, técnicas mixtas que generalmente se realizan con materiales recuperados como pantallas de teléfonos móviles, textiles recuperados, subproductos de la industria siderúrgica, radios antiguas, cartón de embalajes, pilas, entre otros materiales.La exposición invita a los visitantes a reflexionar sobre el impacto de nuestros hábitos de consumo y hasta el 28 de febrero se puede visitar en la Cámara Bufa de Toledo. Haz gestos…Escuchar audio
Vivien Mattei y José Raúl Cepeda conversan con Abdias Mendez Robles, artista plástico sobre su libro y exposición en Ponce. Segmento 1 Abdias Mendez, veterano artista plástico, líder de varias organizaciones artísticas y culturales. Participante activo de organizaciones artísticas de América Latina. Su carrera artística empezó en Ponce hace 30 años y los conmemora con su libro Antología de un Artista 30 47 Segmento 2 Méndez nos cuenta sus inicios en galerías y talleres de arte de San Juan, historias q forman parte del libro. El libro se divide en etapas q reflejan la carrera del artista. Contienes narraciones, recortes de prensa y referencias a donde encontrar sus columnas de crítica de arte. Puertorriqueños están a la altura cualitativo del arte en Latinoamérica. El mayor reto está relacionado con la representación y gestión política internacional, por nuestra falta de soberanía. Segmento 3 Actividades en El Candil próximo fin de semana. Méndez habla de las experiencias a nivel internacional. Segmento 4 Lanzamiento de la propuesta de “Bad Bunny” o Benito Antonio Martinez Ocasio, “Debi tirar más fotos” Desde la fotografía de portada hasta el cortometraje con Jacobo Morales y “Concho”, el impacto internacional de temas que afectan a Puerto Rico hoy es innegable, como la gentrificación, el ambiente y los adultos mayores. Definitivamente, un verdadero fenómeno global/mediático, lo entendamos y nos guste o no.
El paro ha bajado en Andalucía durante el mes de noviembre en 8.464 personas, un 1,3 por ciento menos que el mes anterior hasta situar en 646.313 el número de personas inscritas en las oficinas de empleo de nuestra comunidad. Durante el último año, 64.440 personas han abandonado esas listas, un 9,07 por ciento, el mayor descenso en toda España, casi el doble que la media nacional. En nuestra entrevista de hoy nos vamos hasta el Centro Andaluz de Arte Contemporáneo, donde hoy comienzan las jornadas PENSAMIENTO SUR(B)TERRÁNEO. Lo popular desde el sur, del revés y boca abajo. Es un ciclo sobre arte y pensamiento comisariado por Pedro G. Romero y BNV producciones. Nosotros hablamos con Pedro G. Romero, que además acaba de ser galardonado este año con el Premio Nacional de Artes Plásticas.Escuchar audio
Viene Santero y Los Muchachos con un disco muy especial, grabado en directo en Valencia, y que se llama 'Una noche en Les Arts'.Francesc Torres es el Premio Velázquez de Artes Plásticas 2024. El jurado ha destacado "su trayectoria artística con un trabajo interdisciplinar y precursor del arte conceptual que abarca diversos medios como la ecultura, la instalación, el videoarte y la fotografía". Laura Fernández nos lleva a Bonnie Jo Campbell, la reina de la GRIT LIT. La GRIT LIT es la literatura del arroyo, o el noir rural, la de la América Profunda, la que habla del sur de Estados Unidos, ese sur de pueblos fantasma, caravanas que se hunden en el barro, miseria y un tipo de violencia que jamás llega a las noticias. Aitana Sánchez Gijón será Goya de Honor en la próxima ceremonia de los galardones más prestigiosos de nuestro cine que se celebrarán el 8 de febrero en Granada. Escuchar audio
¡Bienvenidos a nuestro canal! En este nuevo episodio de "Un Minuto con las Artes", tenemos el placer de entrevistar a la talentosa Dulce Gómez. Con una sólida formación en Artes Visuales, Dulce ha recorrido un fascinante camino en el mundo del arte, obteniendo su licenciatura en Artes Plásticas, Mención Pintura, en la Universidad Experimental de las Artes, y una maestría en Artes Plásticas en la UCV. Desde el inicio de su carrera, ha explorado diversos medios como la pintura, el ensamblaje y la instalación, fusionando su creatividad con técnicas innovadoras. En 2009, su pasión por el arte la llevó a Nueva York, donde participó en un prestigioso programa de residencias para artistas en The Bronx Museum. Además, Dulce es la fundadora de “Dulce Compañía”, una librería ubicada en el café Madame Black, en Las Mercedes, que se ha convertido en un punto de encuentro para charlas sobre arte, literatura y filosofía. No te pierdas esta entrevista, donde Dulce compartirá sus experiencias, inspiraciones y proyectos actuales. ¡Dale like, suscríbete y acompáñanos en este viaje artístico!
Fin de semana trágico en las carreteras de las provincia, un joven de 27 años ha fallecido en un accidente de tráfico en la carretera A-486 de Lucena del Puerto, en el que también han resultado heridas un hombre de 32 y una mujer de 47 años. El alcalde de la Palma del Condado, El popular Manuel García Félix, anuncia que va a dejar este cargo, que ocupa desde hace algo más de diez años, para centrarse en su labor como diputado en el Congreso.Punta Umbría, celebra esta semana que va a celebrar el día mundial del turismo con un programa de actividades gratuitas con visitas guiadas, cuentacuentos y paseos en tren turístico. Además también entregarán los premios de promoción turística que este año alcanza su XX edición. En deportes, el Recreativo de Huelva cae en su visita al Villareal B 1-0. El Decano encadena así cinco jornadas sin ganar y empate a 1 del Sporting de Huelva.Y hoy nuestro tiempo con la cultura tendrá nombre propio, Pedro G romero, el artista onubense natural de Aracena, se ha alzado con el Premio Nacional de Artes Plásticas. Escuchar audio
La inauguración del Festival de Cine de San Sebastián con su director, José Luis Rebordinos, para hablar de Cate Blanchett, Pedro Almodóvar y Javier Bardem recogiendo su Premio Donostia, y de Mónica Bellucci, Johhny Depp, Pamela Anderson, Françoise Ozon o Costa-Gavras. Una edición repleta de estrellas internacionales. Viene Ángel Carmona, nuestro compañero y presentador de Mañana más Especial, de esta casa, para contarnos la que le han preparado a Jorge Drexler por su 60 cumpleaños y que podéis escuchar en los podcast de RNE Audio.Viene Conxita Casanovas para hablarnos también del Festival de San Sebastián y a recomendarnos qué películas podemos ir a ver al cine este fin de semana. Vamos de paseo con nuestro Jesús Marchamalo y Ramón Gener, músico, humanista y escritor, que trae su 'Historia de un piano'.Felicitamos al Premio Nacional de Artes Plásticas, Pedro G. Romero, artista nacido en Huelva en 1964, que empezó muy joven, nos dice, y de ahí esa amplia trayectoria, esos múltiples campos que ha ido trabajando y que ha le reconoce el acta del jurado. Y nos vamos con la sesión musical de los viernes de Leyre Guerrero, directora de NaNaNa de Radio 3, sobre el nuevo disco de Jamie XX.Escuchar audio
Marcos Luque Martins, é um humorista, apresentador e ex-futebolista brasileiro. Conhecido por seus personagens, atuações no teatro e pela apresentação na bancada do humorístico CQC da Band e também pelo seu próprio programa chamado de O Formigueiro. É formado em Artes Plásticas pela Fundação Armando Alvares Penteado. CO-HOST: Criss Paiva, é co-apresentadora de um dos maiores podcasts da Internet brasileira, o Vênus, porém ela ganhou destaque nacional por sua carreira como comediante stand-up
1. Se forma ciclón tropical No. 5 de la temporada ciclónica 2. Seis asesinatos en un fin de semana violento en Puerto Rico 3. Alerta a las decisiones de la Junta de Libertad Bajo Palabra 4. La ACLU ganó el caso en el tribunal federal, el gobierno fue a apelación y ganamos, Pero el gobernador ahora firmó proyectos de ley para imponer penalidades contra quienes den falsas alarmas 5. Javier Jiménez, candidato del Proyecto Dignidad, anunció el nuevo sistema de permisología que implementará si sale electo gobernador de Puerto Rico 6. Incautan vehículo del alcalde de Río Grande, Ángel “Bori” González, donde se alega su hija transportaba droga 7. Perspectivas plásticas con los profesores de la Escuela de Artes Plásticas en Unknown Society en Bayamón. 8. Y en Asterisco, la exposición de instalaciones de los artistas Charles Juhasz Alvarado y Ana Rosa Rivera en la galería El Depósito en Caguas Estas son algunas de las noticias que tenemos hoy En Blanco y Negro con Sandra. AUDIO: Este es un programa independiente y sindicalizado. Esto significa que se transmite simultáneamente por una serie de emisoras de radio y medios que son los más fuertes en sus respectivas regiones, por sus plataformas digitales, aplicaciones para dispositivos móviles y redes sociales. Estos medios son: 1. Cadena WIAC - WYAC 930 AM Cabo Rojo- Mayagüez 2. Cadena WIAC – WISA 1390 AM Isabela 3. Cadena WIAC – WIAC 740 AM Área norte y zona metropolitana 4. WLRP 1460 AM Radio Raíces La voz del Pepino en San Sebastián 5. X61 – 610 AM en Patillas 6. X61 – 94.3 FM Patillas y todo el sureste 7. WPAB 550 AM - Ponce 8. ECO 93.1 FM – En todo Puerto Rico 9. Mundo Latino PR.com Podcast disponible en Spotify, Soundcloud, Apple Podcasts, Google Podcasts y otras plataformas https://anchor.fm/sandrarodriguezcotto También nos pueden seguir en: REDES SOCIALES: Facebook, X (Twitter), Instagram, Threads, LinkedIn, Tumblr, TikTok BLOG: En Blanco y Negro con Sandra http://enblancoynegromedia.blogspot.com SUSCRIPCIÓN: Substack, plataforma de suscripción de prensa independiente https://substack.com/@sandrarodriguezcotto OTROS MEDIOS DIGITALES: ¡Ey! Boricua, Revista Seguros. Revista Crónicas y otros --- Support this podcast: https://podcasters.spotify.com/pod/show/sandrarodriguezcotto/support
En un encuentro cautivador con las Artes en YouTube, los profesores tuvieron la oportunidad de adentrarse en el fascinante mundo del artista visual, diseñador gráfico y comunicador social Víctor Hugo Irazábal. Licenciado en Comunicación Social por la UCV y con una Maestría del prestigioso Instituto Pratt de Nueva York, Irazábal ha dedicado su trayectoria a dar testimonio de la imponente "Naturaleza en mayúscula" que es el Amazonas. Desde finales de la década de los 80, su obra ha explorado una amplia gama de medios, desde el dibujo y la pintura hasta los objetos, videos, fotografías, instalaciones, intervenciones y el diseño gráfico. Cada una de estas expresiones artísticas se convierten en ventanas hacia la majestuosa selva amazónica, que cautivó a Irazábal y se convirtió en el eje de su creación. A lo largo de su carrera, Irazábal ha sido galardonado con prestigiosos premios, incluyendo el Premio Arturo Michelena (1990), el Premio Nacional de Artes Plásticas de Venezuela (1999) y el Premio Artista Consagrado (2017), otorgado por la Asociación Internacional de Críticos de Arte (AICA), capítulo Venezuela. Estos reconocimientos reflejan la importancia y el impacto de su obra, que invita al espectador a sumergirse en la belleza y la complejidad de este ecosistema único. En esta entrevista, los profesores tuvieron la oportunidad de descubrir la pasión y el compromiso de Víctor Hugo Irazábal con la preservación y la difusión de la riqueza natural del Amazonas, a través de su lenguaje artístico. ¡Déjanos tus comentarios!
Nuestro amigo es un reconocido pintor al que conocemos hace muchos años. Nace en Cuernavaca, Morelos. Licenciado en Arquitectura y en Artes Visuales, con especialidad en Artes Plásticas. Ha siso alumno de grandes pintores como Santiago Carbonell. Ha participado en exposiciones colectivas e individuales por todo el mundo y también ha participado en las ferias de arte contemporáneo más importantes a nivel internacional. Sus obras son muy singulares y se cotizan muy bien en el mercado del arte. En esta entrevista conocemos más a fondo a la persona detrás el artista.
Conoce a Javier León, un destacado artista visual e investigador venezolano. Javier es licenciado en Artes Plásticas con mención en Pintura del Instituto Armando Reverón y magíster en Artes Plásticas: Historia y Teoría por la Universidad Central de Venezuela. Con amplia experiencia docente en instituciones como el Instituto Armando Reverón, la Escuela de Artes de la UCV y la Universidad Simón Bolívar, Javier es el creador del proyecto Centro de Estudios Especializados en Investigaciones y Prácticas Curatoriales (CEEIPC), un importante archivo en progreso que aplica el socioanálisis al arte post-conceptual en Venezuela. Sus exposiciones destacadas incluyen 'Caracas Inmortal' en 2015 y 'CCS' en 2019, esta última galardonada con el Premio AICA a la mejor exposición individual. No te pierdas esta entrevista para conocer más sobre la trayectoria y el trabajo de este artista visual cuya obra explora los campos culturales de las artes plásticas en Venezuela.
¡Bienvenidos a una nueva cita con la cultura en Un minuto con las artes! Blanca Haddad es una artista visual, poeta y agitadora cultural que ha dejado una huella profunda en el underground latinoamericano y tuvimos el grandísimo placer de conversar con ella este miércoles. Haddad es egresada del Instituto Universitario de Estudios Superiores de Artes Plásticas de Caracas, también cursó estudios de Arteterapia en la Universidad de Barcelona, lo que la ha llevado a trabajar con colectivos en riesgo de exclusión en el ámbito de la salud mental y las migraciones forzadas. Desde la década de los noventa, Haddad ha estado involucrada en proyectos de arte para el desarrollo social, trabajando en centros penitenciarios y con víctimas de desastres naturales, organizando talleres de arte que buscan transformar vidas a través de la expresión artística. Con tres libros de poesía publicados, Blanca Haddad ha participado en recitales poéticos en Europa y Latinoamérica, a menudo acompañada de grupos musicales underground y de performance. Su obra, de carácter interdisciplinario, abarca la pintura, la poesía y el videoarte, mezclando contenido autobiográfico con testimonios de carácter social. Radicada en Barcelona desde 2005, Blanca Haddad continúa exponiendo su obra en diferentes lugares del mundo, llevando su voz y su visión única a un público cada vez más amplio. Como artista, activista y agitadora cultural, Haddad es una figura de vital importancia en el panorama artístico latinoamericano contemporáneo.
¡Bienvenido Héctor Romero, cocinero y artista plástico a Un minuto con las artes! Héctor es egresado en la primera promoción del Instituto Universitario de los Estudios Superiores de Artes Plásticas Armando Reverón y se dedicó durante varios años al ejercicio de las artes visuales, antes de incursionar, en 1997, en el mundo de la cocina con un pequeño servicio de catering. Posterior a ello, pasa al Restaturant Tantra y luego La Brasserie, donde comienza a trabajar con su socio Sumito Estévez. Junto a Sumito, funda el Instituto Culinario de Caracas (ICC) en 2003, una de las principales Escuelas de Cocina de Caracas, de la que es director y docente. En 2008, abre El Comedor, un restaurante asociado al Instituto Culinario de Caracas, del cual es Chef Principal y Propietario y en el 2013 recibe el Premio Tenedor de Oro al Chef del Año 2013 otorgado por la Academia Venezolana de Gastronomía. Nuestro invitado, en 2024 publicó Cocina venezolana contemporánea. La propuesta del chef Héctor Romero, biblia de su cocina que anhelamos ver reeditada, testimonio de las potencias que encierra la gastronomía venezolana.
El próximo 16 de mayo el artista catalán recibirá el Premio El Ojo Crítico Especial 2023. Un galardón que toma el testigo del que recibió en su día, en aquel lejano 1989, en la categoría de Artes Plásticas. Esta distinción especial llega precedida por la exposición Site-specific inaugurada el pasado 18 de abril en la Chiesa di San Gallo y que se ha adelantado al comienzo oficial de la Bienal de Arte de Venecia. También por la presentación oficial de “Iris”, una escultura monumental que toma su nombre de la mensajera de los dioses griegos, encargada de distribuir las noticias en el mundo. Una obra única creada especialmente para Telefónica, con motivo de la conmemoración de su centenario, y que Jaume Plensa ha construido a partir de letras y símbolos de ocho alfabetos diferentes que recrean la capacidad de comunicarnos a pesar de nuestra diversidad.De lo que ha ocurrido en estos más de 30 años, su forma de crear, lo que le inspira y lo que han dado de sí estos últimos proyectos, charlamos con el escultor catalán. Escuchar audio
La ciudad de Tacuarembó estuvo de fiesta el viernes pasado para celebrar un acontecimiento histórico. Luego de 60 años reabría el Teatro Escayola, un centro de espectáculos que a comienzos del siglo pasado supo ser referencia para el norte del país. La recuperación, que fue posible por un acuerdo entre la intendencia y la OPP en 2017, implicó una inversión pública de 2 millones de dólares, que permitió reciclar el edificio de 133 años y renovar, asimismo, toda su infraestructura tecnológica. Además, el teatro se transformó en un centro cultural, ya que ahora también tienen su sede el Museo de Artes Plásticas de Tacuarembó y el Museo del Gaucho. Este nuevo complejo trae ahora nuevas oportunidades para la actividad cultural y también para la economía del departamento y la región. Vamos a profundizar en la historia de este teatro, su remodelación y los proyectos que se preparan para este nuevo polo cultural. Conversamos En Perspectiva con Matilde Vera, directora del Centro Culutral Teatro Escayola, y Gerardo Grieco, gestor cultural, que asesora a la dirección en la propuesta artística.
Cuando se trata de arte, nosotros somos los indicados para eso. En este nuevo episodio, nos acompaña Ianka Alicea, estudiante de Artes Visuales y Teatro y presidenta de la Asociación de Estudiantes de Artes Plásticas de la PUCPR. Nos adentramos en el diálogo donde hacemos la fusión de estas dos ramas de las bellas artes. ¿Qué tanto se complementan? ¡Averígualo dándole play a este episodio divertido ahora!
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