Podcasts about marine tondelier

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Pascal Praud et vous
Mort de Quentin : où sont Olivier Faure, François Hollande, Marine Tondelier, Fabien Roussel ? Un seul petit message chacun

Pascal Praud et vous

Play Episode Listen Later Feb 17, 2026 2:59


Tous les matins dans Europe 1 Bonjour, Laurent Tessier revient sur le meilleur de l'émission de Pascal Praud et vous de la veille et vous livre en avant-première les sujets sur lesquels vous pourrez réagir en direct entre 11h et 13h.Vous voulez réagir ? Appelez-le 01.80.20.39.21 (numéro non surtaxé) ou rendez-vous sur les réseaux sociaux d'Europe 1 pour livrer votre opinion et débattre sur grandes thématiques développées dans l'émission du jour.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

O Mundo Agora
Mélenchon, Glucksmann e a impossível união da esquerda francesa

O Mundo Agora

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 6:11


Às vésperas das eleições municipais, a esquerda francesa já trava a batalha pelas presidenciais de 2027. Dividida entre o radical Mélenchon, o centrista Glucksmann e defensores de uma primária “unitária” que pode aprofundar a fragmentação, o campo progressista corre o risco de, mais uma vez, ficar fora do segundo turno. Thomás Zicman de Barros, analista político Em apenas um mês, as eleições municipais abrirão oficialmente o calendário político francês de 2026. Ninguém no campo progressista ignora, porém, que elas já funcionam como ensaio geral para 2027. A esquerda entra nesse ciclo dividida. A disputa principal parece concentrar-se em dois polos, hoje personificados por Jean-Luc Mélenchon e Raphaël Glucksmann, mas há outras forças que, em nome da unidade, podem acabar fragmentando ainda mais o cenário eleitoral. Mélenchon é o fundador da França Insubmissa e uma das figuras mais experientes da política francesa. Vindo das alas radicais do socialismo, é um orador talentoso, populista, capaz de mobilizar amplos setores populares, mas também amplamente rejeitado por parte do eleitorado centrista e por antigos aliados. Glucksmann é um rosto novo que parece ocupar o extremo oposto desse espectro. Filho de um intelectual simpático à direita, teve uma trajetória internacional controversa, assessorando líderes liberais na Geórgia e na Ucrânia, antes de retornar à França, se converter à esquerda e fundar o micro-partido Praça Pública, na órbita do Partido Socialista (PS). Hoje, encarna uma esquerda mais do que moderada, liberal, europeísta e institucionalista.  A candidatura de Glucksmann responde sobretudo a um desejo antigo de setores do PS de se emanciparem de Mélenchon e da proposta de ruptura que ele representa. Desde 2017, e de forma ainda mais clara a partir de 2022, Mélenchon conseguiu se impor como figura central da esquerda francesa. Nas duas eleições presidenciais, reuniu a maior parte do eleitorado progressista e ficou a poucos votos do segundo turno. Caso tivesse conseguido unificar o campo, os votos somados de socialistas, verdes e comunistas teriam sido suficientes para levá-lo ao segundo turno. União frágil Apesar da derrota, Mélenchon saiu fortalecido. Hegemonizou a esquerda e, diante do risco de desaparecimento eleitoral dos demais partidos, impulsionou a criação da Nova União Popular Ecológica e Social, a NUPES. Impôs o programa da França Insubmissa ao conjunto da esquerda e se colocou como candidato natural a primeiro-ministro nas legislativas seguintes. Ocorria algo raro: poucas vezes no mundo a esquerda foi reorganizada a partir de sua ala mais radical. A força desse bloco, somada à fragilidade de Emmanuel Macron, impediu o presidente de obter maioria absoluta. Ao acolher o PS e outras agremiações em crise, Mélenchon também lhes garantiu sobrevivência institucional. A unidade, porém, revelou-se frágil. Tensões antigas ressurgiram, sobretudo no PS, onde nunca houve aceitação plena da centralidade da França Insubmissa. Os ataques do Hamas em 7 de outubro de 2023 foram um catalisador de uma desunião latente. A recusa da LFI em participar de uma marcha de solidariedade a Israel, por considerar inaceitável a presença da extrema direita e por temer a legitimação da resposta militar israelense, foi usada como pretexto para consumar o racha. É nesse contexto que Glucksmann começa a ganhar visibilidade. Candidato apoiado pelo PS nas eleições europeias de 2024, concentrou seus ataques nos mélenchonistas, sobretudo em temas de política externa. Sua lista foi a mais votada à esquerda, mas o triunfo durou pouco. Ao dissolver a Assembleia Nacional na noite das eleições europeias, Macron apostava que as rusgas do campo progressista lhe garantiriam enfim uma maioria parlamentar. O tiro, porém, saiu pela culatra: Macron empurrou a esquerda a reconstruir rapidamente uma coalizão ampla. Constituída, a Nova Frente Popular desmentiu os prognósticos e tornou-se a força mais votada do país. Limites O pós-eleição revelou mais uma vez, porém, os limites dessa recomposição. A estratégia da França Insubmissa era provocar a queda sucessiva dos governos para pressionar Macron, constitucionalmente impedido de convocar novas legislativas. O PS recusou, preferindo ganhar tempo e evitar a imagem de subordinação a Mélenchon, buscando se apresentar como força responsável disposta a governar. Em 2025, essa clivagem se aprofundou. A França Insubmissa intensificou uma estratégia que articula a luta contra o custo de vida e a desigualdade social com o combate ao racismo e a outras opressões. Essa linha permitiu mobilizar eleitores não-brancos das periferias, tradicionalmente afastados das urnas. Ao mesmo tempo, o partido passou a ser acusado de conivência com grupos islamistas, de ataque à República e à laicidade. A rejeição cresceu, alimentada por uma cobertura midiática hostil e por práticas internas autoritárias, como expulsões sucessivas. Ainda assim, Mélenchon manteve forte popularidade no campo progressista, também devido à fragilidade de seu principal adversário. Glucksmann, pouco experiente e protegido por um ambiente midiático favorável, tem tido dificuldades em intervenções públicas. Apesar de ser casado com a apresentadora do maior telejornal francês, lhe faltam carisma, retórica e, sobretudo, um programa de governo. O contraste com Mélenchon é evidente. Camaleônico, ele alterna entre discursos de ruptura e uma postura mais serena quando lhe convém. Isso ficou claro no início de dezembro passado, quando foi convocado por uma comissão parlamentar que acusava dirigentes da França Insubmissa de complacência com o islamismo político. Durante quase duas horas, Mélenchon falou com tranquilidade sobre a história da laicidade na França, expondo a fragilidade das acusações. Desde então, parte da imprensa tem destacado sua mudança de postura. O incendiário indignado dá lugar ao tribuno republicano, numa virada performativa que já mira em 2027. Os riscos da desunião Diante dessa divisão, muitos se perguntam se a esquerda francesa não estaria novamente condenada a ficar fora do segundo turno. Setores minoritários, como os Verdes de Marine Tondelier, e dissidentes do partido de Mélenchon, como Clementine Autain e François Ruffin, defendem uma primária para que a esquerda escolha seu representante – todos, é claro, buscando também emplacar seus próprios nomes na disputa. O problema é que Mélenchon e Glucksmann já disseram que não participarão. O secretário-geral do PS, Olivier Faure, anunciou sua disposição de concorrer, mas as alas à direita do partido já torpedeiam a ideia. Paradoxalmente, aquilo que se apresenta como instrumento de unidade pode terminar produzindo apenas um nome adicional na disputa e aprofundar, em vez de conter, a fragmentação da esquerda. A preocupação com a unidade da esquerda e o medo de ficar fora do segundo turno são legítimos. No entanto, é preciso lembrar que não é apenas a esquerda que está fragmentada. Todo o sistema político francês caminha para uma dispersão sem precedentes. Nesse contexto, torna-se perfeitamente plausível que um candidato com menos de 20 por cento dos votos chegue à segunda volta, seja Mélenchon, seja Glucksmann. O verdadeiro problema começa depois. Se a esquerda enfrentar a extrema direita na segunda volta, a velha frente republicana deixa de ser uma evidência. Durante décadas, esse cordão sanitário funcionou como um mecanismo unindo direita e esquerda no segundo turno para barrar a extrema direita em nome da defesa das instituições democráticas. Hoje, no entanto, o cenário mudou: vemos uma esquerda crescentemente diabolizada e uma extrema direita cada vez mais normalizada, apresentada como palatável. Nesse cenário, o risco de uma vitória de setores reacionários não pode ser descartado.

C dans l'air
Patrice Duhamel - Nominations: pourquoi Macron est critiqué

C dans l'air

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 11:42


C dans l'air l'invité du 12 février 2026 avec Patrice Duhamel, journaliste politique et essayiste. Il a notamment publié "La photo Pétain-Mitterrand : l'histoire secrète du document qui aurait pu bousculer la Ve République", aux éditions de l'Observatoire.La ministre des Comptes publics Amélie de Montchalin a été choisie par Emmanuel Macron pour prendre la tête de la Cour des Comptes, à la suite de Pierre Moscovici. Une nomination applaudie par les macronistes, et dénoncée par les oppositions. Le député LFI Éric Coquerel, président de la commission des Finances de l'Assemblée nationale, a ainsi demandé «solennellement» au chef de l'État, sur le réseau social X, de ne pas nommer Amélie de Montchalin, et ce, afin de «garantir le minimum de neutralité et d'indépendance» indispensable à l'institution. «Comment peut-on confier à Amélie de Montchalin le contrôle du budget dont elle est l'architecte ?», a abondé la secrétaire nationale des Écologistes Marine Tondelier sur X, tandis que du côté du Rassemblement national, le vice-président Sébastien Chenu évoque «un scandale». «C'est la République des copains ! (...) Quelle folie de mettre l'actuelle ministre des Comptes publics pour juger de l'action gouvernementale en matière de gestion des caisses de l'État. On ne peut pas être juge et partie !», s'offusque-t-il sur X.Cette nomination intervient après celles de Richard Ferrand au Conseil constitutionnel, ou encore d'Emmanuelle Wargon comme présidente de la Commission de régulation de l'énergie. Plusieurs nominations sont également attendues dans les prochaines semaines ou prochains mois, notamment à la tête de la Banque de France, après l'annonce par François Villeroy de Galhau de son départ anticipé du poste de gouverneur de la Banque de France.Comment les présidents de la République ont-ils fait usage de leur pourvoir de nomination, une prérogative assez méconnue ? La pratique de ce pouvoir par Emmanuel Macron est-elle différente de ses prédécesseurs ? Cherche-t-il à "verrouiller" les institutions avant 2027 ? Patrice Duhamel, répondra à toutes ces questions.

RTL Soir
"Encore pire que la première " : sur RTL, Marine Tondelier fustige la nouvelle proposition de loi Duplomb pour réintroduire un pesticide interdit en France

RTL Soir

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 8:45


La Secrétaire nationale des Écologistes regrette la nouvelle proposition de loi du sénateur Laurent Duplomb, visant à autoriser la réintroduction de pesticides interdits en France. "Comment se sentir en sécurité si on a la sensation de s'empoisonner ?", demande-t-elle, mercredi 11 février sur RTL.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

8.30 franceinfo:
Municipales 2026 , présidentielle 2027... Le "8h30 franceinfo" de Marine Tondelier

8.30 franceinfo:

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 23:03


durée : 00:23:03 - 8h30 franceinfo - Marine Tondelier, secrétaire nationale du parti les écologistes, était l'invitée du "8h30 franceinfo", vendredi 6 février 2026 Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.

Les lectures de Mediapart

Cliquez ici pour accéder gratuitement aux articles lus de Mediapart : https://m.audiomeans.fr/s/P-UmoTbNLs La France insoumise annonce le ralliement de plusieurs figures écologistes et du mouvement citoyen Cause commune pour présenter une liste « de rupture » à Montpellier. Une convergence qui se répète dans d'autres grandes villes, où des écologistes entrent en dissidence avec Marine Tondelier. Un article de Mathieu Dejean et Cécile Hautefeuille, publié le 28 janvier 2026, lu par Jeremy Zylberberg. Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

Les histoires de 28 Minutes
Faillite hydrique mondiale / La gauche, combien de divisions ?

Les histoires de 28 Minutes

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 45:42


L'émission 28 minutes du 28/01/2026 Sommes-nous condamnés à vivre avec de moins en moins d'eau potable ? Un rapport de l'ONU, publié la semaine dernière, alerte sur un basculement planétaire majeur : nous sommes passés d'une situation de “crise mondiale de l'eau” à celle de “faillite hydrique”. Ce nouveau concept de “faillite hydrique” tend à décrire son caractère définitif. Le rapport révèle que plus de 4 milliards de personnes subissent une pénurie d'eau au moins un mois par an, et que 75 % de l'humanité vit dans des pays en situation d'insécurité hydrique. Pour comprendre cette situation, nous recevons Anne Sénéquier, chercheuse et co-directrice de l'Observatoire de la santé mondiale à l'Iris. Élections municipales, présidentielle : crash-tests pour “l'union de la gauche'' ? La primaire du Front populaire visant à désigner un candidat commun, à gauche, pour l'élection présidentielle de 2027 a désormais une date : le 11 octobre 2026. Réunis à Tours, Clémentine Autain, Olivier Faure, Marine Tondelier ou encore François Ruffin, ont dessiné les contours de ce qui pourrait être une candidature commune. Deux grands absents manquaient à l'appel : Jean-Luc Mélenchon et Raphaël Glucksmann, les deux hommes s'engageant pour le moment dans une course en solitaire. Le Parti communiste n'a pas annoncé sa participation non plus. Bien qu'Olivier Faure ait fait le déplacement, la présence du Parti socialiste à la primaire doit encore faire l'objet d'un vote interne au parti. Avant l'échéance présidentielle, la lumière est mise sur les municipales des 15 et 22 mars prochains pour lesquelles les partis de gauche sont en train de se positionner. On en débat avec Jérôme Jaffré, politologue, chercheur associé au CEVIPOF, Astrid de Villaines, journaliste politique, et Léo Rosell, historien, enseignant en science politique à Paris Dauphine. Xavier Mauduit nous raconte l'histoire de l'orpaillage en France alors que l'or a dépassé, pour la première fois, les 5 000 dollars l'once. Marie Bonnisseau s'intéresse à la star de la musique Neil Young qui a annoncé mettre l'intégralité de son catalogue musical à disposition des habitants de Groenland, gratuitement et pendant un an. 28 minutes est le magazine d'actualité d'ARTE, présenté par Élisabeth Quin du lundi au jeudi à 20h05. Renaud Dély est aux commandes de l'émission le vendredi et le samedi. Ce podcast est coproduit par KM et ARTE Radio. Enregistrement 28 janvier 2026 Présentation Élisabeth Quin Production KM, ARTE Radio

Les histoires de 28 Minutes
[DÉBAT] La gauche, combien de divisions ?

Les histoires de 28 Minutes

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 22:42


L'émission 28 minutes du 28/01/2026 Élections municipales, présidentielle : crash-tests pour "l'union de la gauche" ? La primaire du Front populaire visant à désigner un candidat commun, à gauche, pour l'élection présidentielle de 2027 a désormais une date : le 11 octobre 2026. Réunis à Tours, Clémentine Autain, Olivier Faure, Marine Tondelier ou encore François Ruffin, ont dessiné les contours de ce qui pourrait être une candidature commune. Deux grands absents manquaient à l'appel : Jean-Luc Mélenchon et Raphaël Glucksmann, les deux hommes s'engageant pour le moment dans une course en solitaire. Le Parti communiste n'a pas annoncé sa participation non plus. Bien qu'Olivier Faure ait fait le déplacement, la présence du Parti socialiste à la primaire doit encore faire l'objet d'un vote interne au parti. Avant l'échéance présidentielle, la lumière est mise sur les municipales des 15 et 22 mars prochains pour lesquelles les partis de gauche sont en train de se positionner. On en débat avec Jérôme Jaffré, politologue, chercheur associé au CEVIPOF, Astrid de Villaines, journaliste politique, et Léo Rosell, historien, enseignant en science politique à Paris Dauphine. 28 minutes est le magazine d'actualité d'ARTE, présenté par Élisabeth Quin du lundi au jeudi à 20h05. Renaud Dély est aux commandes de l'émission le vendredi et le samedi. Ce podcast est coproduit par KM et ARTE Radio. Enregistrement 28 janvier 2026 Présentation Élisabeth Quin Production KM, ARTE Radio

Invité du jour
Politique française : 2026, année de tous les possibles ? Parlons-en avec E. Pineau et A. Devernoix

Invité du jour

Play Episode Listen Later Jan 7, 2026 46:40


L'année politique commence en France, avec notamment au menu les élections municipales, sénatoriales ou encore le procès en appel de Marine Le Pen. Après une année 2025 pour le moins chaotique, la dernière année pleine du mandat d'Emmanuel Macron s'annonce-t-elle tout autant erratique ? Va-t-on parvenir à parler de fond, à résister au rouleau compresseur de la campagne pour 2027 qui a déjà commencé ? 2026, année de tous les possibles politiques ?

Politique, le choix de la semaine
Jean-Luc Mélenchon déjà en campagne présidentielle

Politique, le choix de la semaine

Play Episode Listen Later Jan 3, 2026 2:45


Après avoir longtemps fait l'impasse sur les élections municipales, La France insoumise (LFI) a décidé de miser davantage sur le scrutin, organisé les 15 et 22 mars prochains. Objectif, faire élire le maximum de conseillers municipaux voire prendre des villes à ses rivaux de gauche. Mais le mouvement reste organisé autour de son scrutin de prédilection, l'élection présidentielle. Sans se déclarer officiellement pour l'instant, Jean-Luc Mélenchon a déjà posé les bases de sa quatrième candidature. Une tournée internationale aux États-Unis, au Canada, en Italie et en Espagne pour présenter son nouveau livre, puis un meeting par mois à l'automne dans des villes moyennes « pour aller à la rencontre de zones moins connues », explique une conseillère, Jean-Luc Mélenchon n'a pas chômé durant son année 2025. Une montée en puissance en douceur pour le leader insoumis, qui fêtera cette année ses 75 ans. Jean-Luc Mélenchon s'est approprié depuis 2022 l'image de la tortue, qui avance à son rythme mais décidée vers l'objectif rêvé, entrer à l'Élysée dans 15 mois. Le retour de la « tortue sagace »  C'est sa stratégie habituelle à l'approche du scrutin suprême : jouer l'apaisement après trois années de bruit et de fureur, bref, une mue de la tortue qui agace vers la tortue sagace. Illustration avec son audition devant la commission d'enquête sur l'entrisme islamiste dans les partis politiques le 6 décembre dernier. L'insoumis a habilement évité les emportements face à des députés bien décidés à le faire sortir de ses gonds. Et il a profité de cette tribune pour donner une leçon sur la laïcité, sujet sur lequel son mouvement fait l'objet d'attaques répétées depuis des années. Un leadership renforcé S'il s'est approprié l'expression « Le Vieux » dont l'affuble affectueusement les jeunes troupes de la FI, Jean-Luc Mélenchon veille jalousement à ne pas apparaître obsolète. Il continue d'entretenir son image de politique connecté à grands renforts d'interviews sur les plateformes en ligne, ou en consacrant l'une de ses dernières conférences à la conquête de l'espace. Il a également veillé à ne pas laisser émerger de concurrence en interne, purgeant certains ambitieux comme le député François Ruffin en 2024 et s'entourant de fidèles. Des fidèles en bouclier Jean-Luc Mélenchon s'expose moins, notamment médiatiquement, depuis quelques mois, laissant à ses lieutenants la charge de gérer les polémiques que les Insoumis déclenchent en rafales pour faire émerger dans les débats leurs sujets de prédilection. Telle une légion romaine, en formation tortue bien sûr, les troupes de LFI veillent à épargner leur chef avant la véritable entrée en campagne. Jusqu'à parfois friser l'hypocrisie, à l'image de ce très proche qui affirme que « Jean-Luc Mélenchon a toujours la velléité d'être remplacé et qu'il n'est pas encore notre candidat ». Tout en martelant qu'il est à la fois « excellent et le mieux placé » et qu'évidemment il le soutient « à titre personnel ». À lire aussiPolitique française: Marine Tondelier, Olivier Faure et Raphaël Glucksmann, un trio qui joue gros en 2026

L'opinion de Nicolas Beytout
Burkini : «Rappelons à Marine Tondelier que le burkini n'est pas un couvre-chef, mais un symbole de soumission de la femme et un drapeau pour les islamistes»

L'opinion de Nicolas Beytout

Play Episode Listen Later Dec 6, 2025 3:10


Tous les samedis et dimanches, dans Europe 1 Matin week-end, Alexandre Devecchio, rédacteur en chef du service débats du Figaro, livre son édito. Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

Toute l'info du week-end - Bernard Poirette
Burkini : «Rappelons à Marine Tondelier que le burkini n'est pas un couvre-chef, mais un symbole de soumission de la femme et un drapeau pour les islamistes»

Toute l'info du week-end - Bernard Poirette

Play Episode Listen Later Dec 6, 2025 3:10


Tous les samedis et dimanches, dans Europe 1 Matin week-end, Alexandre Devecchio, rédacteur en chef du service débats du Figaro, livre son édito. Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

Pascal Praud et vous
L'écologiste Marine Tondelier : le déni de la menace islamiste mais elle dénonce «un terrorisme d'extrême droite»

Pascal Praud et vous

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025 2:49


Tous les matins dans Europe 1 Bonjour, Laurent Tessier revient sur le meilleur de l'émission de Pascal Praud et vous de la veille et vous livre en avant-première les sujets sur lesquels vous pourrez réagir en direct entre 11h et 13h, au 01.80.20.39.21 (numéro non surtaxé) ou sur nos réseaux sociaux. Vous voulez réagir ? Appelez-le 01.80.20.39.21 (numéro non surtaxé) ou rendez-vous sur les réseaux sociaux d'Europe 1 pour livrer votre opinion et débattre sur grandes thématiques développées dans l'émission du jour.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

Francofolies Podcast
Marine Tondelier - J'ai la mémoire qui chante 2025

Francofolies Podcast

Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 79:10


Leïla Kadour reçoit chaque jour une personnalité pour raconter les chansons qui ont marqué sa vie.En partenariat avec Cultura et le Musée Sacem, plongez dans un moment intime, musical et vibrant.Aujourd'hui : Leïla Kadour accueille Marine Tondelier. Hébergé par Ausha. Visitez ausha.co/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

Les interviews d'Inter
Pas en phase avec Tondelier, Jadot regrette que "l'écologie" soit devenue la "thérapeute de couple de la gauche"

Les interviews d'Inter

Play Episode Listen Later Nov 23, 2025 54:39


durée : 00:54:39 - Questions politiques - "La ligne politique qu'elle défend aujourd'hui ne me convient pas", regrette Yannick Jadot au sujet de la patronne des Ecologistes, Marine Tondelier, candidate à l'élection présidentielle via une primaire, déplorant que l'écologie "est devenue la thérapeute de couple de la gauche" entre PS et LFI. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.

Questions politiques
Pas en phase avec Tondelier, Jadot regrette que "l'écologie" soit devenue la "thérapeute de couple de la gauche"

Questions politiques

Play Episode Listen Later Nov 23, 2025 54:39


durée : 00:54:39 - Questions politiques - "La ligne politique qu'elle défend aujourd'hui ne me convient pas", regrette Yannick Jadot au sujet de la patronne des Ecologistes, Marine Tondelier, candidate à l'élection présidentielle via une primaire, déplorant que l'écologie "est devenue la thérapeute de couple de la gauche" entre PS et LFI. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.

Code source
Qui est Marine Tondelier, cheffe des écologistes et candidate à la présidentielle ?

Code source

Play Episode Listen Later Nov 6, 2025 24:15


Ce mercredi 22 octobre, Marine Tondelier a annoncé être candidate à la présidentielle. Longtemps méconnue du grand public, elle est arrivée à la tête du parti écologiste en 2022. Elle s'est fait un nom avec la crise politique de 2024, comme l'une des figures ayant œuvré à l'alliance des gauches et à la création du Nouveau front populaire.Dans cet épisode de Code Source, on fait un retour sur son parcours, de son enfance à Hénin-Beaumont (Pas-de-Calais) à son combat politique contre l'extrême-droite, en passant par les critiques qui la visent au sein même de son parti, avec deux journalistes du service politique du Parisien, Pierre Maurer et Julien Duffé. Écoutez Code source sur toutes les plates-formes audio : Apple Podcast (iPhone, iPad), Amazon Music, Podcast Addict ou Castbox, Deezer, Spotify.Crédits. Direction de la rédaction : Pierre Chausse - Rédacteur en chef : Jules Lavie - Reporter : Barbara Gouy - Production : Anaïs Godard et Clémentine Spiler - Réalisation et mixage : Théo Albaric - Musiques : François Clos, Audio Network - Archives : TF1, Ouest-France, L'Humanité et France Inter. Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.

L'invité de RTL
"Je criais et je l'insultais" : Marine Tondelier raconte sur RTL sa peur après avoir été piégée par un faux taxi

L'invité de RTL

Play Episode Listen Later Nov 6, 2025 10:39


Elle est candidate pour 2027, elle est une voix très libre à gauche, et compte parmi les plus féroces opposants politiques au déploiement de Shein en France. Une interdiction pure et simple de Shein en France est-elle possible ? Marine Tondelier, secrétaire générale des Ecologistes, est l'invitée de RTL Matin. Ecoutez L'invité RTL de 7h40 avec Thomas Sotto du 06 novembre 2025.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

Le Média
"La candidate du Macronisme vert" : la vérité de frustration sur Marine Tondelier

Le Média

Play Episode Listen Later Oct 26, 2025 19:52


Politique
Élection présidentielle 2027 : Marine Tondelier se lance, la droite se divise

Politique

Play Episode Listen Later Oct 23, 2025 41:06


Alors que les parlementaires tentent difficilement de doter la France d'un budget, d'autres se projettent déjà dans la présidentielle de 2027 : Marine Tondelier a annoncé sa candidature et la droite affiche ses divisions autour de l'élection suprême. Quant à Emmanuel Macron, il prend position sur un "décalage" de la réforme des retraites plutôt que sur une "suspension", de quoi compliquer la tâche du Premier ministre qui veut éviter de braquer le PS.

Les Grandes Gueules
"On s'en fout, on s'en fout pas" : Lecornu, troisième politique préféré des Français - 23/10

Les Grandes Gueules

Play Episode Listen Later Oct 23, 2025 10:04


Plusieurs débats au cœur de l'actualité, les Grandes gueules ont le choix, en débattre ou non : "Lecornu, troisième politique préféré des Français" "2027 : Marine Tondelier entre dans la course" "Paris : une grenouille géante pace Vendôme fait polémique"

Le Média
Le NFP s'effrite : le moment de vérité pour Marine Tondelier

Le Média

Play Episode Listen Later Oct 15, 2025 23:09


Marine Tondelier a transformé Les Écologistes en pivot stratégique de la gauche depuis la séquence NFP de juin 2024.▶ Le Média lance le plan "Riposte"

Laurent Gerra
PÉPITE - Jean-Pierre Foucault anime un quizz spécial Premier(e) ministre avec Marine Tondelier

Laurent Gerra

Play Episode Listen Later Oct 13, 2025 2:00


L'animateur emblématique de "Qui veut gagner des millions", a, pour l'occasion, changé le nom de l'émission en "Qui veut gagner Matignon". Tous les jours, retrouvez le meilleur de Laurent Gerra en podcast sur RTL.fr, l'application et toutes vos plateformes.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

Les interviews d'Inter
Sébastien Lecornu "doit s'engager", prévient Marine Tondelier

Les interviews d'Inter

Play Episode Listen Later Oct 12, 2025 54:35


durée : 00:54:35 - Questions politiques - Marine Tondelier, secrétaire nationale des Écologistes est l'invitée de Questions politiques ce dimanche. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.

Questions politiques
Sébastien Lecornu "doit s'engager", prévient Marine Tondelier

Questions politiques

Play Episode Listen Later Oct 12, 2025 54:35


durée : 00:54:35 - Questions politiques - Marine Tondelier, secrétaire nationale des Écologistes est l'invitée de Questions politiques ce dimanche. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.

Le journal de 18h00
Macron devrait nommer un Premier ministre «dans les prochaines heures»,

Le journal de 18h00

Play Episode Listen Later Oct 10, 2025 19:36


durée : 00:19:36 - Journal de 18h - "Tout cela va très mal se terminer". C'est Marine Tondelier, la cheffe de file des écologistes qui l'a dit en sortant de l'Elysée. Emmanuel Macron recevait les cheffes des groupes politiques cet après-midi pour tenter de déminer la crise et apparemment ça n'a pas marché.

Les journaux de France Culture
Emmanuel Macron devrait nommer un Premier ministre "dans les prochaines heures"

Les journaux de France Culture

Play Episode Listen Later Oct 10, 2025 19:36


durée : 00:19:36 - Journal de 18h - "Tout cela va très mal se terminer". C'est Marine Tondelier, la cheffe de file des écologistes qui l'a dit en sortant de l'Élysée. Emmanuel Macron recevait les chefs des groupes politiques cet après-midi pour tenter de déminer la crise et, apparemment, cela n'a pas marché.

C dans l'air
Le prix du compromis: la réforme des retraites - L'intégrale -

C dans l'air

Play Episode Listen Later Oct 8, 2025 63:19


C dans l'air du 8 octobre 2025 - Crise politique : que va faire Macron ?Un Premier ministre de gauche succédera-t-il à Sébastien Lecornu ? C'est le scénario qui monte alors que la réforme des retraites pourrait être suspendue pour convaincre les socialistes et se lier aux macronistes. « On ne doit pas faire de cette réforme un totem », la petite phrase hier d'Elisabeth Borne dans les colonnes du Parisien a ouvert la voie à cette possibilité. Reçu ce matin à Matignon, Olivier Faure a cependant déploré n'avoir reçu « aucune assurance sur la réalité de la suspension » de cette réforme. De son côté, l'écologiste Marine Tondelier affirme toutefois « qu'on a jamais été aussi proches d'avoir un Premier ministre de gauche ». Un peu plus tôt ce matin, le Premier ministre démissionnaire a lui évoquer dans une allocution « une volonté partagée de trouver un budget qui éloigne les perspectives de dissolution ». Il s'exprimera ce soir au 20h de France 2, tandis que le chef de l'Etat reste muet depuis sa démission. De son côté, Marine Le Pen estime que « la blague a assez durée », qu'elle censurerait à présent « tout » jusqu'à une dissolution. Les insoumis aussi réclament des élections anticipées, ils affirment qu'ils censureront un gouvernement où les socialistes seraient mêlés aux macronistes.À droite, une suspension de la réforme des retraites n'est pas souhaitée, et il est fort à parier que LR censure eux aussi un gouvernement de gauche. En cas de duel RN - gauche à des législatives, LR pourrait ne pas suivre le front républicain. Hier, le chef du parti, Bruno Retailleau, a déclaré qu'« aucune voix ne devait aller à la gauche » au second tour de la législative partielle dans la 1ere circonscription du Tarn-et-Garonne qui opposera le PS à l'alliance RN/UDR ce 12 octobre.Pendant ce temps, Emmanuel Macron n'a jamais été aussi isolé et ses alliés historiques le lâchent les uns après les autres : Gabriel Attal a affirmé « ne plus comprendre ses choix », Edouard Philippe l'appelle à partir. C dans l'air est allé à la rencontre de Sibeth Ndiaye, macroniste de la première heure et ancienne porte-parole du gouvernement Philippe. Si elle regrette les lois immigration votées ces dernières années, elle continue de soutenir le président de la République.. Alors, que va faire Macron a l'issue de ces ultimes concertations ? N'y a t-il plus de front républicain à droite ? Quelle est l'analyse de Sibeth Ndiaye sur l'évolution du macronisme ?LES EXPERTS :- Christophe BARBIER - Éditorialiste politique à Franc-Tireur- Mathilde SIRAUD - Rédactrice en chef, service politique du Point- Fanny GUINOCHET - Éditorialiste économique à Franceinfo- Dominique ROUSSEAU - Constitutionnaliste, professeur à l'École de Droit de la Sorbonne

8.30 franceinfo:
Pour Marine Tondelier, "Sébastien Lecornu n'a rien à faire là, son équation est insoluble"

8.30 franceinfo:

Play Episode Listen Later Oct 2, 2025 22:11


durée : 00:22:11 - 8h30 franceinfo - Marine Tondelier, secrétaire nationale des Ecologistes, était l'invitée du "8h30 franceinfo" jeudi 2 octobre 2025 Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.

Les Grandes Gueules
Marine Tondelier face aux GG - 25/09

Les Grandes Gueules

Play Episode Listen Later Sep 25, 2025 28:17


Aujourd'hui, c'est au tour de Marine Tondelier, secrétaire nationale des Écologistes, de faire face aux GG. - L'émission de libre expression sans filtre et sans masque social… Dans les Grandes Gueules, les esprits s'ouvrent et les points de vue s'élargissent. 3h de talk, de débats de fond engagés où la liberté d'expression est reine et où l'on en ressort grandi.

Les Grandes Gueules
Le clash du jour - Marine Tondelier : "Si on ne choisit pas un seul candidat à gauche pour la présidentielle, on va laisser les fachos gagner" - 25/09

Les Grandes Gueules

Play Episode Listen Later Sep 25, 2025 2:32


Aujourd'hui, Abel Boyi, Barbara Lefebvre et Bruno Poncet débattent de l'actualité autour d'Alain Marschall et Olivier Truchot.

Les Grandes Gueules
Le tacle du jour - Marine Tondelier : "Lecornu gagne du temps. Tant qu'il ne dit rien, il ne fâche personne" - 25/09

Les Grandes Gueules

Play Episode Listen Later Sep 25, 2025 3:08


Aujourd'hui, Abel Boyi, éducateur et président de l'association "Tous Uniques Tous Unis", Barbara Lefebvre, professeure d'histoire-géographie, et Bruno Poncet, cheminot, débattent de l'actualité autour d'Alain Marschall et Olivier Truchot.

Les Grandes Gueules
L'info du jour - Marine Tondelier : "Les rendez-vous avec Bayrou étaient lunaires. Il tapait sur la table : 'Sur l'écologie, j'ai fait des pistes cyclables à Pau. Vous n'étiez pas encore nés, j'ai fait une centrale

Les Grandes Gueules

Play Episode Listen Later Sep 25, 2025 2:15


Aujourd'hui, Abel Boyi, éducateur et président de l'association "Tous Uniques Tous Unis", Barbara Lefebvre, professeure d'histoire-géographie, et Bruno Poncet, cheminot, débattent de l'actualité autour d'Alain Marschall et Olivier Truchot.

Les Grandes Gueules
11h13 - Le désaccord du jour - Barbara Lefebvre : "Vous êtes plus team dissolution ou team démission de Macron ?" Marine Tondelier : "Vous oubliez la nomination d'une personne du NFP." - 25/09

Les Grandes Gueules

Play Episode Listen Later Sep 25, 2025 2:23


Aujourd'hui, Barbara Lefebvre, professeure d'histoire-géographie, Jean-Loup Bonnamy, professeur de philosophie, et Bruno Poncet, cheminot, débattent de l'actualité autour d'Alain Marschall et Olivier Truchot.

Les Grandes Gueules
La censure du jour - Marine Tondelier : "On n'a aucune raison de ne pas censurer Sébastien Lecornu" - 25/09

Les Grandes Gueules

Play Episode Listen Later Sep 25, 2025 2:36


Aujourd'hui, Abel Boyi, éducateur et président de l'association "Tous Uniques Tous Unis", Barbara Lefebvre, professeure d'histoire-géographie, et Bruno Poncet, cheminot, débattent de l'actualité autour d'Alain Marschall et Olivier Truchot.

Les Grandes Gueules
La folie du jour - Marine Tondelier : "Tout le monde paie de la TVA. Quand Macron est arrivé au pouvoir en 2017, 92 % de la TVA servait à financer les services publics. Aujourd'hui, ça ne finance plus qu'à 45 %." - 25/09

Les Grandes Gueules

Play Episode Listen Later Sep 25, 2025 4:08


Aujourd'hui, Barbara Lefebvre, professeure d'histoire-géographie, Jean-Loup Bonnamy, professeur de philosophie, et Bruno Poncet, cheminot, débattent de l'actualité autour d'Alain Marschall et Olivier Truchot.

Le sept neuf
Marine Tondelier

Le sept neuf

Play Episode Listen Later Sep 18, 2025 9:29


durée : 00:09:29 - L'invité de 7h50 - par : Benjamin Duhamel - Marine Tondelier, secrétaire nationale des Écologistes. - invités : Marine Tondelier - Marine Tondelier : Secrétaire Nationale d'EELV Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.

Le sept neuf
La grande matinale du jeudi 18 septembre 2025 : Marine Tondelier / Pierre Moscovici / Adélaïde de Clermont Tonnerre

Le sept neuf

Play Episode Listen Later Sep 18, 2025 238:31


durée : 03:58:31 - La Grande matinale - par : Nicolas Demorand, Sonia Devillers, Benjamin Duhamel, Anne-Laure Sugier - Ce matin sur France Inter, à 7h50 la secrétaire des écologistes Marine Tondelier, à 8h20 Pierre Moscovici le président de la cour des comptes. Et à 9h20 Adélaïde de Clermont Tonnerre pour son nouveau roman. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.

Les interviews d'Inter
Marine Tondelier

Les interviews d'Inter

Play Episode Listen Later Sep 18, 2025 9:29


durée : 00:09:29 - L'invité de 7h50 - par : Benjamin Duhamel - Marine Tondelier, secrétaire nationale des Écologistes. - invités : Marine Tondelier - Marine Tondelier : Secrétaire Nationale d'EELV Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.

Le Grand Jury
Le Grand Jury de Marine Tondelier

Le Grand Jury

Play Episode Listen Later Sep 14, 2025 50:21


La secrétaire nationale des Écologistes était interrogée par Olivier Bost (RTL), Perrine Tarneaud (Public Sénat) et Claire Conruyt (Le Figaro). Ecoutez Le grand jury avec Olivier Bost du 14 septembre 2025.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

C dans l'air
Lecornu arrive...Les blocages s'installent ? - L'intégrale -

C dans l'air

Play Episode Listen Later Sep 10, 2025 63:50


C dans l'air du 10 septembre 2025 - Lecornu arrive...Les blocages s'installent ?Il faut « des ruptures sur le fond » et « pas que sur la forme ». Le ministre des Armées, nommé mardi soir par Emmanuel Macron, a pris le relais de François Bayrou à Matignon lors d'une passation de pouvoir éclair, mercredi à la mi-journée. Après avoir remercié son prédécesseur pour son « extraordinaire courage », le nouveau Premier ministre a promis d'être « plus créatif » et « plus sérieux dans la manière de travailler avec nos oppositions ».« On va y arriver », a-t-il lancé, avant de débuter, cet après-midi, une série de consultations des partis politiques. Il doit en effet s'entretenir avec le patron de Renaissance, Gabriel Attal, Bruno Retailleau et Laurent Wauquiez pour LR, ainsi qu'Édouard Philippe pour Horizons. Dans la matinée, Sébastien Lecornu a également échangé par téléphone avec la secrétaire nationale des Écologistes, Marine Tondelier, et le Premier secrétaire du PS, Olivier Faure, sans qu'un rendez-vous n'ait, pour l'heure, été fixé avec eux à Matignon. Il a par ailleurs affirmé souhaiter s'entretenir rapidement avec les forces syndicales.En tant que Premier ministre, Sébastien Lecornu a été chargé par Emmanuel Macron de trouver des « accords » avec les forces politiques du pays, avant de « proposer » un gouvernement. Une tâche qui s'annonce complexe pour le nouveau locataire de Matignon, ministre sans interruption depuis juin 2017, tant le contexte est éruptif : sans majorité à l'Assemblée nationale, il prend la suite de deux gouvernements renversés, alors que la France connaît, ce 10 septembre, une journée de manifestations et de blocages avec le mouvement « Bloquons tout ».Sur fond de colère sociale et de sentiment de déni de démocratie, des appels « à tout bloquer » ont été lancés sur les réseaux sociaux au cœur de l'été, à la suite de la présentation par François Bayrou du projet de budget 2026. Soutenu par la suite par les partis de gauche du NFP et les syndicats — dont certains ont appelé à se joindre à la mobilisation — le mouvement connaît une traduction concrète ce mercredi sur le territoire. Et il prend de nombreuses formes : grève de la carte bancaire, distributions de tracts, barrages filtrants, blocages de routes et de lycées, manifestations…Expression d'un ras-le-bol français, ce mouvement est-il inédit ou similaire à celui des Gilets jaunes ? Peut-il durer dans le temps ? La nomination de Sébastien Lecornu à Matignon apaisera-t-elle ou attisera-t-elle la colère sociale ?Le Premier ministre s'est dit convaincu « qu'il n'y a pas de chemin impossible » et a promis des ruptures, sans en dire beaucoup plus sur les chantiers qu'il compte mener. Mais il a donné rendez-vous très bientôt : « J'aurai l'occasion de m'exprimer devant les Français », a-t-il lancé.LES EXPERTS :- Pascal PERRINEAU - Politologue, professeur à Sciences Po Paris, auteur de "Le goût de la politique. Un observateur passionné de la Vème République", publié chez Odile jacob- Nathalie SCHUCK - grand reporter pour le magazine Le Point, autrice d'une biographie de Bruno Retailleau intitulée Le Cardinal chez Robert Laffont- Soazig QUEMENER - Rédactrice en chef à la Tribune Dimanche- Gaël SLIMAN - Président et cofondateur de l'Institut de sondages Odoxa

RTL Matin
Pourquoi la foire de Châlons-en-Champagne est-elle devenue incontournable pour les politiques ?

RTL Matin

Play Episode Listen Later Aug 30, 2025 2:51


C'est la tradition : un membre du gouvernement coupe le cordon de la foire de Châlons-en-Champagne. Et cette année, c'est François Bayrou qui a coupé le ruban. Ce rendez-vous pris de longue date tombe à pic pour un Premier ministre en quête de soutien. Il est loin d'être le seul à parcourir les allées de la foire : sont attendus Jordan Bardella, Manon Aubry, Gabriel Attal, Xavier Bertrand, Eric Ciotti ou encore Marine Tondelier.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

Le journal RTL
Pourquoi la foire de Châlons-en-Champagne est-elle devenue incontournable pour les politiques ?

Le journal RTL

Play Episode Listen Later Aug 30, 2025 2:51


C'est la tradition : un membre du gouvernement coupe le cordon de la foire de Châlons-en-Champagne. Et cette année, c'est François Bayrou qui a coupé le ruban. Ce rendez-vous pris de longue date tombe à pic pour un Premier ministre en quête de soutien. Il est loin d'être le seul à parcourir les allées de la foire : sont attendus Jordan Bardella, Manon Aubry, Gabriel Attal, Xavier Bertrand, Eric Ciotti ou encore Marine Tondelier.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

RTL Soir
Pourquoi la foire de Châlons-en-Champagne est-elle devenue incontournable pour les politiques ?

RTL Soir

Play Episode Listen Later Aug 30, 2025 2:51


C'est la tradition : un membre du gouvernement coupe le cordon de la foire de Châlons-en-Champagne. Et cette année, c'est François Bayrou qui a coupé le ruban. Ce rendez-vous pris de longue date tombe à pic pour un Premier ministre en quête de soutien. Il est loin d'être le seul à parcourir les allées de la foire : sont attendus Jordan Bardella, Manon Aubry, Gabriel Attal, Xavier Bertrand, Eric Ciotti ou encore Marine Tondelier.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

L'invité de RTL
Marine Tondelier est l'invitée de RTL Matin

L'invité de RTL

Play Episode Listen Later Aug 22, 2025 10:56


Lancement des universités d'été de la gauche à Strasbourg. Quelles propositions des Ecologistes pour la rentrée ? leur position pour les mobilisations du 10 septembre prochain ? nouvelle censure du gouvernement ? Marine Tondelier, secrétaire nationale des Ecologistes, est l'invitée de RTL Matin. Ecoutez L'invité RTL de 7h40 avec Stéphane Boudsocq du 22 août 2025.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

C dans l'air
Canicule : l'angoisse s'installe - L'intégrale -

C dans l'air

Play Episode Listen Later Jul 1, 2025 66:50


C dans l'air du 1er juillet 2025 - Canicule : l'angoisse s'installeAprès plusieurs jours d'une chaleur étouffante, la France est entrée dans le dur de la canicule aujourd'hui. La vigilance rouge, le plus haut niveau de surveillance, est activée dans 16 départements, de la Vienne à l'Aube avec toute l'Île-de-France, et quasiment tout le reste du pays est placé en vigilance orange. Les maximales devraient atteindre 36 °C, voire 41 °C, avec deux prochaines nuits qui s'annoncent "tropicales", avant un progressif rafraichissement attendu par la façade ouest.D'ici là, Météo France prévoit un pic caniculaire "très fort" dans le bassin parisien avec une chaleur "particulièrement éprouvante". Le gouvernement a multiplié les appels à la vigilance. À Paris, des restrictions de circulation ont été mises en place. Au niveau national, les obligations des entreprises sont renforcées, les services d'urgence sont sur le pont. Le réacteur de la centrale nucléaire de Golfech dans le Tarn-et-Garonne a été mis à l'arrêt en raison de la hausse de la température dans la Garonne voisine. Près de 1896 écoles publiques sont également fermées, "totalement ou partiellement". Mais ces décisions suscitent débat et polémique.Dimanche soir, en conférence de presse, la ministre de la Santé a rappelé que les fermetures d'écoles devaient se faire "au cas par cas". Mais face à la vague de chaleur, de plus en plus de maires ont pris la décision de fermer les établissements et beaucoup critiquent l'absence de réaction sérieuse du ministère ou de "directives précises". Les élus pointent aussi les conséquences d'un fonds vert dont le budget a été raboté. Mis en place en janvier 2023 pour aider les collectivités à s'adapter, il était doté de 2 milliards dont 500 millions d'euros dédiés à la rénovation des écoles. Mais il a été réduit à 1, 5 milliard en 2024 et 1 ,15 milliard cette année à cause de la rigueur budgétaire. De son côté, Marine Le Pen, a fustigé l'action du gouvernement, qui selon elle "marche encore sur la tête" en demandant "à des familles d'arrêter de travailler du jour au lendemain car les écoles ne peuvent plus accueillir nos bambins, tout en leur conseillant d'aller au cinéma du coin qui lui, est climatisé". La leader du parti d'extrême droite a également réclamé "un grand plan pour la climatisation", relayé par son allié Eric Ciotti qui souhaite équiper en priorité "écoles, hôpitaux et maisons de retraite". Dans la foulée, sur le réseau social X, Marine Tondelier, secrétaire nationale d'Europe-Ecologie-les-Verts a raillé l'idée : "La France subit une canicule historique. Le programme écologique de Marine Le Pen : acheter des climatiseurs", a-t-elle écrit. La ministre de la Transition écologique s'est, elle, étonnée de la sortie médiatique de Marine Le Pen. "Ceux qui parlent (Marine Le Pen et Eric Ciotti, ndlr) de grand plan de climatisation viennent de découvrir la lune alors qu'ils ont voté contre une loi il y a deux semaines qui permettait de faire des réseaux de froid", a dénoncé Agnès Pannier-Runacher sur le plateau de BFMTV.Fonds vert raboté, zones à faibles émissions supprimées, normes agricoles, pesticides… Depuis le début de l'année, une quantité inédite de votes et de décisions politiques ont mis à mal l'ambition écologique du pays, détricotant des objectifs environnementaux contraignants adoptés ces dernières années en matière d'énergie, de transports, de logement et d'agriculture.LES EXPERTS :- ARNAUD GOSSEMENT - Avocat en droit de l'environnement - Professeur associé à Paris 1- Dr GÉRALD KIERZEK - Médecin urgentiste, directeur médical - Doctissimo- AUDREY GARRIC - Journaliste au service Planète - Le Monde - LAURENT ROMEJKO - Journaliste spécialiste des questions météorologiques, présentateur Météo à la carte - France 3

Les Grandes Gueules
Marine Tondelier face aux GG - 24/06

Les Grandes Gueules

Play Episode Listen Later Jun 24, 2025 12:55


Aujourd'hui, c'est au tour de Marine Tondelier, secrétaire nationale des Écologistes, de faire face aux GG. - L'émission de libre expression sans filtre et sans masque social… Dans les Grandes Gueules, les esprits s'ouvrent et les points de vue s'élargissent. 3h de talk, de débats de fond engagés où la liberté d'expression est reine et où l'on en ressort grandi.

Les Grandes Gueules
L'intégrale des Grandes Gueules du mardi 24 juin 2025 avec Barbara Lefebvre, Jérôme Marty et Charles Consigny - 09h/12h

Les Grandes Gueules

Play Episode Listen Later Jun 24, 2025 131:21


3 heures de débats où toutes les opinions sont les bienvenues. A la table des Grandes Gueules, les esprits s'ouvrent et les points de vue s'élargissent. Pour cette 20ème saison, Alain Marschall et Olivier Truchot, accompagnés des GG issues de la société civile, mêlent information et divertissement. Les Grandes gueules, le show de la liberté d'expression. Ce mardi 24 juin 2025, retrouvez Marine Tondelier, secrétaire nationale des Écologistes, Barbara Lefebvre, professeure d'histoire-géographie, Jérôme Marty, médecin généraliste, et Charles Consigny, avocat pour des discussions enflammées !

radio talkshow juin gg mardi integrale marine tondelier grandes gueules olivier truchot lesgg avec barbara lefebvre et charles consigny
C dans l'air
Béatrice Brugère - Cayenne: Darmanin veut-il le retour du bagne?

C dans l'air

Play Episode Listen Later May 20, 2025 11:01


C dans l'air l'invité du 19 mai 2025 avec Béatrice Brugère, magistrate, secrétaire générale du syndicat Unité Magistrats FO, auteure de "Justice : la colère qui monte" (éditions de l'Observatoire).Après Vendin-le-Vieil et Condé-sur-Sarthe, un troisième quartier de haute sécurité sera construit d'ici 2028 dans la prison qui doit sortir de terre à l'entrée de la ville de Saint-Laurent-du-Maroni, en Guyane, territoire gangréné par le narcotrafic et où règne une forte surpopulation carcérale. En déplacement en Guyane, le garde des Sceaux Gérald Darmanin a annoncé samedi la création de ce quartier au sein de la prison de 500 places attendue dans la deuxième ville la plus peuplée de la collectivité territoriale ultramarine. "J'ai décidé d'implanter en Guyane la troisième prison de haute sécurité de France. Soixante places, un régime carcéral extrêmement strict, et un objectif : mettre hors d'état de nuire les profils les plus dangereux du narcotrafic", a déclaré le ministre au JDD. "Quinze places" seront également "dédiées aux islamistes/radicalisés" condamnés pour terrorisme jihadiste, a confirmé son cabinet à l'AFP.L'annonce de ce projet, en Guyane, a fait réagir les élus, en particulier locaux, en raison du choix du lieu. Interrogée sur BFMTV, Marine Tondelier, secrétaire nationale des Ecologistes, s'est montrée critique : "Oui il faut des services publics en Guyane mais je ne pense pas que la priorité était ce projet de prison". "La symbolique qui consiste à installer en Guyane une prison pour des non-Guyanais et - les plus dangereux - est extrêmement problématique parce qu'on voit bien la référence historique au bagne de Cayenne", a-t-elle déploré.Béatrice Brugère, magistrate, nous donnera son sentiment sur la création de cette nouvelle rpuson de ahute sécurité. Elle partagera aussi avec nous ses solutions pour lutter contre la surpopulation carcérale.

Ah ouais ?
Qui a créé le bagne de Cayenne ?

Ah ouais ?

Play Episode Listen Later May 19, 2025 2:28


Après l'annonce du ministre de la justice Gérald Darmanin de la création d'une prison à haute sécurité en Guyane, de nombreuses réactions se sont fait entendre. Notamment celle de Marine Tondelier, secrétaire générale du parti écologiste "Les Verts", qui a comparé cette décision aux bagnes de Cayenne. Mais de quoi s'agit-il exactement ? Cette saison dans "RTL Matin", Florian Gazan répond aux questions pas si bêtes qui nous passent par la tête. Distribué par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.