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Radio Rodja 756 AM
Kabar Gembira Kelahiran Nabi Yahya ‘Alaihis Salam

Radio Rodja 756 AM

Play Episode Listen Later Jan 1, 2026 44:38


Kabar Gembira Kelahiran Nabi Yahya ‘Alaihis Salam adalah bagian dari ceramah agama dan kajian Islam ilmiah dengan pembahasan Al-Bayan Min Qashashil Qur’an. Pembahasan ini disampaikan oleh Ustadz Abu Ya’la Kurnaedi, Lc. pada Senin, 1 Rajab 1447 H / 22 Desember 2025 M. Kajian sebelumnya: Hukum Gambar Makhluk Bernyawa Kajian Tentang Kabar Gembira Kelahiran Nabi Yahya ‘Alaihis Salam Pembahasan […] Tulisan Kabar Gembira Kelahiran Nabi Yahya ‘Alaihis Salam ditampilkan di Radio Rodja 756 AM.

Radio Rodja 756 AM
Nabi Zakaria ‘Alaihis Salam: Sang Pendidik dan Pekerja Keras

Radio Rodja 756 AM

Play Episode Listen Later Dec 29, 2025 47:14


Nabi Zakaria ‘Alaihis Salam: Sang Pendidik dan Pekerja Keras adalah bagian dari ceramah agama dan kajian Islam ilmiah dengan pembahasan Al-Bayan Min Qashashil Qur’an. Pembahasan ini disampaikan oleh Ustadz Abu Ya’la Kurnaedi, Lc. pada Senin, 24 Jumadil Akhir 1447 H / 15 Desember 2025 M. Kajian sebelumnya: Hukum Gambar Makhluk Bernyawa Kajian Tentang Hukum Gambar Makhluk Bernyawa Nabi […] Tulisan Nabi Zakaria ‘Alaihis Salam: Sang Pendidik dan Pekerja Keras ditampilkan di Radio Rodja 756 AM.

Mufti Tariq Masood
Sunday Bayan 28-12-2025 | Mufti Tariq Masood Speeches

Mufti Tariq Masood

Play Episode Listen Later Dec 28, 2025 59:28


Is bayan mein deen, akhlaaq aur roz-marra zindagi ke aham masail par rehnumai di gayi hai. Soch badalne wali naseehat aur dil ko jor dene wali baatein.(0:00) Intro(0:02) Salam to audience(0:06) Khutba, Qur'ani aayaat, dua(3:08) Maut aur zindagi ki haqeeqat(7:24) Mufti Muhammad Shafee sb ra ka qoul — maut ki samajh(8:08) Muslim society ka husn: kam umri mein shadi(9:12) Waqt ki tezi aur burhaapay ki pehli alamat(12:22) Doctor se kiya gaya sawal(13:05) Burhaapay ke masail(13:50) Kursi par baith kar namaz ka hukam(14:25) Insan ki takhleeq ke marahil(15:27) Zindagi ke do rawaiye: sirf enjoy karna vs zimmedari(17:03) Nikah vs boyfriend / girlfriend culture(18:00) Maghribi muashra: shadi, drugs, old age homes, aulaad(20:30) Qur'an ka faisla: hum kyun paida huay?(22:20) Insan vs robot — khud se ban jana ek dhoka(23:00) Insani aankh aur kaan: Allah ki qudrat(24:05) Sehra aur zindagi mein husn-e-ittefaq ki misaalain(25:16) Insani zaruriyat ka poora hona ittefaq nahi(26:59) Natural food vs kharab pasandain(27:38) Allah ki qudrat: aik zameen, mukhtalif phal, khalis doodh(28:30) Khoon ke rishtay aur family system(29:57) Fardi zindagi vs khandani nizaam(30:43) Mazaq urrane walon ke liye Allah ki wa'eed(32:05) Allah ke ehkaam ki hikmatein(Sharab aur parday ki misaal)(33:50) “Sirf tum” — maghribi jhoot(34:15) Devar / jaith se parday ka masla(36:39) Khuda ki zarurat — insan ki fitrat(37:27) Islam ka ehsan aur ghar ka Islami mahaul(39:40) Ahl-e-imaan ki dua aur aulaad ki tarbiyat(41:28) Allah ki nematein aur shukar(42:26) Doodh, chara aur qudrati nizaam(45:59) Musalman vs kafir(46:25) Hazrat Shoaib as ki qaum aur uska anjaam(47:58) Aaj ka “Molvi concept”(49:08) Ulama ki asal zimmedari(50:15) Allah ka qanoon vs sarkari qawaneen(51:25) Kamzor ka haq khanay walon ka anjaam(52:03) Qaum-e-Shoaib ki tabahi(52:35) Halal nematein aur rizq ke anwa(54:11) Nikah vs zina(54:17) Doodh vs sharab(54:42) Waldain ki ita'at aur akhlaaq(55:33) Rishton ki ahmiyat(55:48) Dua(55:58) Khaas dua: marhoomeen aur bimaar afraad ke liye(56:39) Halka mazaahiya andaaz(58:25) Aamin, summa aamin Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Changu Chako, Chako Changu
Salam za mwisho wa mwaka kutoka kwa waskilizaji wapenzi wa makala Changu Chako Dec 28

Changu Chako, Chako Changu

Play Episode Listen Later Dec 28, 2025 20:05


Karibu katika Makala haya ya mwisho kabisa katika mwaka 2025, ambapo kama ilivyo ada hukupa nafasi kutathmini ni mada gani iiokugusa katika kipindi cha mwaka 2025, lakini pia hutowa nafasi kwa waskilizaji ktoa salam za mwisho wa mwaka 2025  

Motherfunk
Three Snails a-laying

Motherfunk

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 28:17


This week, the Shirleys recount a festive, Butlins-esque gig, the short Shirley engages in some tactical gift-giving, we find out the ladies' biggest guilty pleasures of this year and some unexpected house guests arrive in time for the festive season. Link to aid Salam and Mohammed's family in Gaza:https://www.gofundme.com/f/help-salam-mohammeds-children-survive-and-evacuate-gazaEmail your questions to motherfunk@shirleyandshirley.com!Edited by Kez Sol Owens @kezsolmediaFollow us on Instagram @thetwoshirleys Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Convidado
2025, o ano em que Moçambique assinalou os 50 anos da sua independência

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 33:37


Moçambique asinalou este ano, a 25 de Junho, os 50 anos da sua independência. Por esta ocasião, a RFI propôs-vos um percurso pela história do país e a sua luta pela liberdade. Quando 2025 está prestes a chegar ao fim, tornamos a debruçar-nos sobre este cinquentenário, com alguns momentos marcantes dessa digressão. A luta armada pela independência em Moçambique encontra as suas raízes imediatas em vários acontecimentos. Um deles será o encontro organizado a 16 de Junho de 1960 em Mueda, no extremo norte do país, entre a administração colonial e a população local que reclamava um preço justo pela sua produção agricola. Só que no final dessa reunião, deu-se a detenção de alguns dos representantes do povo e em seguida a execução a tiro de um número até agora indeterminado de pessoas. Dois anos depois do massacre de Mueda, três organizações nacionalistas, a UDENAMO, União Democrática Nacional de Moçambique, a MANU, Mozambique African National Union e a UNAMI, União Nacional Africana de Moçambique Independente, reúnem-se em Dar-es-Salaam, na Tanzânia, a 25 de Junho de 1962 e fundem-se numa só entidade, a Frelimo, Frente de Libertação de Moçambique. Sob a direcção do seu primeiro presidente, o universitário Eduardo Mondlane, e a vice-presidência do reverendo Uria Simango, a Frelimo tenta negociar a independência com o poder colonial -em vão- o que desemboca na acção armada a partir de 1964. O antigo Presidente moçambicano, Joaquim Chissano, recorda essa época. “Nessa altura, nós, já estudantes, que tínhamos deixado Portugal, que estávamos na França, tomamos conhecimento disso juntamente com o Dr. Eduardo Mondlane, que trabalhava nas Nações Unidas. No nosso encontro em Paris decidimos que devíamos trabalhar, a partir daquele momento, para a unificação dos movimentos de libertação, para que houvesse uma luta mais forte. Mesmo a luta diplomática, que foi a coisa que começou, havia de ser mais forte se houvesse um movimento unificado. É assim que surge uma frente. (...) Foram três movimentos que formaram uma frente unida que se chamou a Frente de Libertação de Moçambique. E essa Frente de Libertação de Moçambique continuou a procurar meios para ver se os portugueses haviam de acatar a Resolução das Nações Unidas de 1960 sobre a descolonização. E, finalmente, quando se viu que, de facto, os portugueses não iriam fazer isso, particularmente depois do massacre da Mueda, decidiu-se começar a preparação para uma insurreição armada. E assim houve treinos militares na Argélia, onde foram formados 250 homens, porque também a luta dos argelinos nos inspirou. Então, eles próprios, depois da criação da Organização da Unidade Africana e da criação do Comité de Coordenação das Lutas de Libertação em África, fomos a esses treinos na Argélia e a Argélia é que nos forneceu os primeiros armamentos para desencadear a luta de libertação nacional”, recorda o antigo Chefe de Estado. Ao referir que a causa recebeu apoio nomeadamente da Rússia e da China, Joaquim Chissano sublinha que “a luta foi desencadeada com a ajuda principalmente africana. E mais tarde vieram esses países. A Rússia deu um apoio substancial em termos de armamento. (...)Depois também mandamos pessoas para serem treinadas na China e mais tarde, já em 1965, quando a China fica proeminente na formação político-militar na Tanzânia, mandaram vir instrutores a nosso pedido e a pedido da Tanzânia.” Sobre o arranque da luta em si, o antigo Presidente moçambicano refere que os ataques comeram em quatro frentes em simultâneo. “Nós, em 1964, criámos grupos que enviamos para a Zambézia, enviamos para Niassa, enviamos para Cabo Delgado e enviamos para Tete. Portanto, em quatro províncias simultaneamente. No dia 25 de Setembro (de 1964) desencadeamos a luta armada de libertação nacional. Porque também a ‘insurreição geral armada', como o Presidente Mondlane denominou, começou em quatro províncias em simultâneo”, recorda Joaquim Chissano. Óscar Monteiro, membro sénior da Frelimo integrou as fileiras do partido em 1963, quando era jovem líder estudantil em Portugal. Depois de um período de clandestinidade, ele torna-se representante do partido em Argel, epicentro das lutas independentistas do continente. Ao evocar a missão que lhe incumbia em Argel, Óscar Monteiro refere que o seu trabalho consistia em “fazer a propaganda do movimento de libertação em francês. Nós já tínhamos representações no Cairo, tínhamos um departamento de informação que produzia documentos, o ‘Mozambique Revolution', que era uma revista muito apreciada, que depois era impressa mesmo em offset. Mas não tínhamos publicações em francês. Então, coube-nos a nós, na Argélia, já desde o tempo do Pascoal Mocumbi, produzir boletins em francês, traduzir os comunicados de guerra e alimentar a imprensa argelina que nos dava muito acolhimento sobre o desenvolvimento da luta, a abertura da nova frente em Tete, etc e ganhar o apoio também dos diplomatas de vários países, incluindo de países ocidentais que estavam acreditados na Argélia. Falávamos com todos os diplomatas. Prosseguimos esses contactos. O grande trabalho ali era dirigido sobre a França e sobre os países de expressão francesa. Era um tempo de grande actividade política, é preciso dizer. Eram os tempos que precederam o Maio de 68. Enfim, veio um bocado de toda esta mudança. E tínhamos bastante audiência”. Durante esta luta que durou dez anos, o conflito foi-se alastrando no terreno mas igualmente no campo diplomático. Poucos meses depois de uma deslocação a Londres em que a sua voz foi amplamente ouvida, a 3 de Fevereiro de 1969, em Dar-es-Salam onde estava sediada a Frelimo, o líder do partido, Eduardo Mondlane, abre uma encomenda contendo uma bomba. A explosão do engenho é-lhe fatal. Até agora, pouco se sabe acerca desse assassínio sobre o qual Joaquim Chissano, então responsável do pelouro da segurança da Frelimo, acredita que haverá a mão da PIDE, a polícia política do regime fascista de Portugal. “Havia já alguns indícios de que havia movimentos de pessoas enviadas pelo colonialismo, mesmo para a Tanzânia, como foi o caso do Orlando Cristina, que chegou a entrar em Dar-es-Salaam e fazer espionagem. Disse que trabalhou com os sul-africanos em 1964 e continuou. Depois houve o recrutamento, isso já em 1967-68, de pessoas da Frelimo que tentaram criar uma divisão nas linhas tribais, mas que na realidade não eram representativos das tribos que eles representavam, porque a maioria eram ex-combatentes que estavam solidamente a representar a unidade nacional. Foi assim que tivemos uns traidores que depois foram levados pelos portugueses de avião e de helicópteros e entraram a fazer campanha aberta, propaganda e até houve um grupo que chegou a reivindicar a expulsão do nosso presidente, dizendo que ele devia receber uma bolsa de estudos. Quer dizer, a ignorância deles era tal que eles não viram, não souberam que ele era um doutor -duas vezes doutor- e que não era para pensar em bolsa de estudo. Mas pronto, havia um movimento de agitação. Mas a frente era tão sólida que não se quebrou. Por isso, então, foi se fortalecendo à medida que íamos andando para a frente”, conclui Joaquim Chissano. Outro episódio marcante do inicio do declínio do controlo do regime colonial em Moçambique será o Massacre de Wiriyamu ou "Operação Marosca" . A partir de 16 de Dezembro de 1972 e durante mais de três dias, depois de dois capitães portugueses morrerem quando o seu veiculo pisou numa mina, as tropas coloniais massacraram pelo menos 385 habitantes da aldeia de Wiriyamu e das localidades vizinhas de Djemusse, Riachu, Juawu e Chaworha, na província de Tete, acusados de colaborarem com os independentistas. A ordem foi de "matar todos", sem  fazer a distinção entre civis, mulheres e crianças. Algumas pessoas foram pura e simplesmente fuziladas, outras mortas queimadas dentro das suas habitações incendiadas. Mustafah Dhada, historiador moçambicano e professor catedrático na Universidade de Califórnia, dedicou uma parte importante da sua vida a investigar este massacre que foi denunciado pelo mundo fora nos meses seguintes, constituindo segundo o estudioso um acontecimento "tectónico". “O massacre, tem que ser contextualizado no espaço do sistema colonial português em África. E nesse sentido, o massacre era um dos vários massacres que aconteceram em Moçambique, em Angola, na Guiné-Bissau, em São Tomé e Príncipe e também o massacre estrutural do meio ambiente em Cabo Verde. Devemos notar uma coisa: a guerra colonial portuguesa, a baixa era de 110.000 pessoas, aproximadamente civis na nossa parte dos libertadores e dos colonizados e o massacre é somente 385 pessoas que têm um nome e outros que desapareceram sem nome. E neste sentido o massacre é, do ponto de vista quantitativo, um massacre que tem uma significação menor. Mas o que foi importantíssimo é que o massacre não iria ser reconhecido como um evento tectónico se não tivesse havido uma presença da Igreja -não portuguesa- em Tete”, sublinha o historiador aludindo às denúncias que foram feitas por missionários a seguir ao massacre. Após vários anos em diversas frentes de guerra, capitães das forças armadas portuguesas derrubam a ditatura a 25 de Abril de 1974. A revolução dos cravos levanta ondas de esperança em Portugal mas também nos países africanos. A independência pode estar por perto, mas é ainda preciso ver em que modalidades. Pouco depois do 25 de Abril, as novas autoridades portuguesas e a Frelimo começaram a negociar os termos da independência de Moçambique. O partido de Samora Machel foi reconhecido como interlocutor legítimo por Portugal e instituiu-se um período de transição num ambiente de incerteza, recorda o antigo Presidente Joaquim Chissano. “A nossa delegação veio com a posição de exigir uma independência total, completa e imediata. Mas pronto, tivemos que dar um conteúdo a esse ‘imediato'. Enquanto a delegação portuguesa falava de 20 anos, falávamos de um ano e negociamos datas. Deram então um consenso para uma data que não feria ninguém. Então, escolhemos o 25 de Junho. Daí que, em vez de um ano, foram nove meses. E o que tínhamos que fazer era muito simples Era, primeiro, acompanhar todos os preparativos para a retirada das tropas portuguesas com o material que eles tinham que levar e também em algumas partes, a parte portuguesa aceitou preparar as nossas forças, por exemplo, para se ocupar das questões da polícia que nós não tínhamos. Houve um treino rápido. Depois, na administração, nós tínhamos que substituir os administradores coloniais para os administradores indicados pela Frelimo. Falo dos administradores nos distritos e dos governadores nas sedes das províncias. Nas capitais provinciais, portanto, havia governadores de província e administradores de distritos e até chefes de posto administrativo, que era a subdivisão dos distritos. E então, fizemos isso ao mesmo tempo que nos íamos ocupando da administração do território. Nesses nove meses já tivemos que tomar conta de várias coisas: a criação do Banco de Moçambique e outras organizações afins, seguros e outros. Então houve uma acção dos poderes nesses organismos. Ainda houve negociações que foram efectuadas em Maputo durante o governo de transição, aonde tínhamos uma comissão mista militar e tínhamos uma comissão para se ocupar dos Assuntos económicos. Vinham representantes portugueses em Portugal e trabalhavam connosco sobre as questões das finanças, etc. E foi todo um trabalho feito com muita confiança, porque durante o diálogo acabamos criando a confiança uns dos outros”, lembra-se o antigo chefe de Estado moçambicano. Joaquim Chissano não deixa, contudo, de dar conta de algumas apreensões que existiam naquela altura no seio da Frelimo relativamente a movimentos contra a independência por parte não só de certos sectores em Portugal, mas também dos próprios países vizinhos, como a África do Sul, que viam com maus olhos a instauração de um novo regime em Moçambique. “Evidentemente que nós víamos com muita inquietação essa questão, porque primeiro houve tentativas de dividir as forças de Moçambique e dar falsas informações à população. E no dia mesmo em que nós assinamos o acordo em Lusaka, no dia 7 de Setembro, à noite, houve o assalto à Rádio Moçambique por um grupo que tinha antigos oficiais militares já reformados, juntamente com pessoas daquele grupo que tinha sido recrutado para fazer uma campanha para ver se desestabilizava a Frelimo”, diz o antigo líder politico. A 7 de Setembro de 1974, é assinado o Acordo de Lusaka instituindo os termos da futura independência de Moçambique. Certos sectores politicos congregados no autoproclamado ‘Movimento Moçambique Livre' tomam o controlo do Rádio Clube de Moçambique em Maputo. Até serem desalojados da emissora no dia 10 de Junho, os membros do grupo adoptam palavras de ordem contra a Frelimo. Na rua, edificios são vandalizados, o aeroporto é tomado de assalto, um grupo armado denominado os ‘Dragões da Morte' mata de forma indiscriminada os habitantes dos bairros do caniço. Vira-se uma página aos solavancos em Moçambique. Evita-se por pouco chacinas maiores. Antigos colonos decidem ficar, outros partem. Depois de nove meses de transição em que a governação é assegurada por um executivo hibrido entre portugueses e moçambicanos, o país torna-se oficialmente independente a 25 de Junho de 1975. Doravante, Moçambique é representado por um único partido. Ainda antes da independência e nos primeiros anos depois de Moçambique se libertar do regime colonial, foram instituidos campos de reeducação, essencialmente na distante província do Niassa. O objectivo declarado desses campos era formar o homem novo, reabilitar pelo trabalho, as franjas da sociedade que eram consideradas mais marginais ou dissidentes. Foi neste âmbito que pessoas consideradas adversárias políticas foram detidas e mortas. Isto sucedeu nomeadamente com Uria Simango, Joana Simeão e Adelino Guambe, figuras que tinham sido activas no seio da Frelimo e que foram acusadas de traição por não concordarem com a linha seguida pelo partido. Omar Ribeiro Thomaz antropólogo ligado à Universidade de Campinas, no Brasil, que se debruçou de forma detalhada sobre os campos de reeducação, evoca este aspecto pouco falado da História recente de Moçambique. "Os campos de reeducação são pensados ainda no período de transição. Então, isso é algo que ainda deve ser discutido dentro da própria história portuguesa, porque no período de transição, o Primeiro-ministro era Joaquim Chissano, mas o governador-geral era português. Então, nesse momento, começam expedientes que são os campos de reeducação. Você começa a definir pessoas que deveriam ser objecto de reeducação, ao mesmo tempo em que você começa a ter uma grande discussão em Moçambique sobre quem são os inimigos e esses inimigos, eles têm nome. Então essas são pessoas que de alguma maneira não tiveram a protecção do Estado português. Isso é muito importante. Não conseguiram fugir. São caçadas literalmente, e são enviadas para um julgamento num tribunal popular. Eu estou a falar de personagens como a Joana Simeão, o Padre Mateus, Uria Simango, que são condenados como inimigos, como traidores. Esses são enviados para campos de presos políticos. A Frelimo vai usar uma retórica de que esses indivíduos seriam objecto de um processo de reeducação. Mas o que nós sabemos a partir de relatos orais e de alguns documentos que nós conseguimos encontrar ao longo do tempo, é que essas pessoas foram confinadas em campos de trabalho forçado, de tortura, de imenso sofrimento e que chega num determinado momento que não sabemos exactamente qual é, mas que nós podemos situar mais ou menos ali, por 1977, elas são assassinadas de forma vil", diz o antropólogo. Lutero Simango, líder do partido de oposição Movimento Democrático de Moçambique, perdeu o pai, Uria Simango, um dos membros-fundadores da Frelimo, mas igualmente a mãe. Ambos foram detidos e em seguida executados. "O meu pai foi uma das peças-chaves na criação da Frente de Libertação de Moçambique. Ele nunca foi imposto. Os cargos que ele assumiu dentro da organização foram na base da eleição. Ele e tantos outros foram acusados de serem neocolonialistas. Foram acusados de defender o capitalismo. Foram acusados de defenderem a burguesia nacional. Toda aquela teoria, aqueles rótulos que os comunistas davam a todos aqueles que não concordassem com eles. Mas se olharmos para o Moçambique de hoje, se perguntarmos quem são os donos dos nossos recursos, vai verificar que são os mesmos aqueles que ontem acusavam os nossos pais", diz o responsável político de oposição. Questionado sobre as informações que tem acerca das circunstâncias em que os pais foram mortos, Lutero Simango refere continuar sem saber. "Até hoje ninguém nos disse. E as famílias, o que pedem é que se indique o local em que foram enterrados para que todas as famílias possam prestar a última homenagem. O governo da Frelimo tem a responsabilidade de indicar às famílias e também assumir a culpa, pedindo perdão ao povo moçambicano, porque estas pessoas e tantas outras foram injustamente mortas neste processo", reclama Lutero Simango. A obtenção da independência não significou a paz para Moçambique. No interior do país, várias vozes se insurgiram contra o caminho que estava a ser tomado pelo país, designadamente no que tange ao monopartidarismo. Além disso, países segregacionistas como a África do Sul e a antiga Rodésia viram com maus olhos as instauração de um sistema político socialista em Moçambique, Foi neste contexto que surgiu em 1975, a Resistência Nacional de Moçambique, Renamo, um movimento inicialmente dirigido por um dissidente da Frelimo, André Matsangaíssa e em seguida, após a morte deste último em 1979, por Afonso Dhlakama, já dois anos depois de começar a guerra civil. António Muchanga, antigo deputado da Renamo, recorda em que circunstâncias surgiu o partido. "A Renamo nasce da revolta do povo moçambicano quando viu que as suas aspirações estavam adiadas. Segundo os historiadores, na altura em que o objectivo era que depois da frente voltariam se definir o que é que queriam. Só que durante a luta armada de libertação nacional, começou o abate de prováveis pessoas que poderiam 'ameaçar' o regime.(...) E depois tivemos a situação das nacionalizações. Quando a Frelimo chega logo em 1976, começa com as nacionalizações.(...) Então isto criou problemas que obrigaram que jovens na altura Afonso Dhlakama, sentiram se obrigados a abandonar a Frelimo e eram militares da Frelimo e foram criar a Resistência Nacional Moçambicana", recorda o repsonsável político. Apesar de ter sido assinado um acordo de paz entre a Renamo e a Frelimo em 1992, após 15 anos de conflito, o país continua hoje em dia a debater-se com a violência. Grupos armados disseminam o terror no extremo norte do território, em Cabo Delgado, há mais de oito anos, o que tem condicionado o próprio processo político do país, constata João Feijó, Investigador do Observatório do Meio Rural. "Esse conflito não tem fim à vista. Já passou por várias fases. Houve aquela fase inicial de expansão que terminou depois no ataque a Palma, numa altura em que a insurgência controlava distritos inteiros de Mocímboa da Praia. (...) Depois, a entrada dos ruandeses significou uma mudança de ciclo. Passaram a empurrar a insurgência de volta para as matas. Conseguiram circunscrevê-los mais ou menos em Macomia, mas não conseguiram derrotá-los. A insurgência consegue-se desdobrar e fazer ataques isolados, obrigando à tropa a dispersar. (...) Aquele conflito armado não terá uma solução militar. Ali é preciso reformas políticas, mas que o governo insiste em negar. E então continuamos a oito, quase oito anos neste conflito, neste impasse", lamenta o estudioso. Embora o país já não esteja em regime de partido único desde os acordos de paz de 1992, as eleições têm sido um momento de crescente tensão. No ano passado, depois das eleições gerais de Outubro de 2024, o país vivenciou largas semanas de incidentes entre populares e forças de ordem que resultaram em mais de 500 mortos, segundo a sociedade civil. Após a tomada de posse do Presidente Daniel Chapo no começo deste ano, encetou-se o chamado « diálogo inclusivo » entre o partido no poder e a oposição. Em paralelo, tem havido contudo, denúncias de perseguições contra quem participou nos protestos pós-eleitorais. Mais recentemente, foram igualmente noticiados casos, denunciados pela sociedade civil, do desaparecimento de activistas ou jornalistas. Questionada há alguns meses sobre a situação do seu país, a activista social Quitéria Guirengane considerou que o país "dorme sobre uma bomba-relógio". "Assusta-me o facto de nós dormirmos por cima de uma bomba relógio, ainda que seja louvável que as partes todas estejam num esforço de diálogo. Também me preocupa que ainda não se sinta esforço para a reconciliação e para a reparação. Nós precisamos de uma justiça restauradora. E quando eu olho, eu sinto um pouco de vergonha e embaraço em relação a todas as famílias que dia e noite ligavam desde Outubro à procura de socorro", considera a militante feminista que ao evocar o processo de diálogo, diz que "criou algum alento sob o ponto de vista de que sairiam das celas os jovens presos políticos. No entanto, continuaram a prender mais. Continua a caça às bruxas nocturna". "Não é este Moçambique que nós sonhamos. Por muito divididos que a gente esteja, precisamos de pensar em construir mais pontes do que fronteiras. Precisamos pensar como nós nos habilitamos, porque nos últimos meses nos tornamos uma cidade excessivamente violenta", conclui a activista que esteve muito presente nestes últimos meses, prestando apoio aos manifestantes presos e seus familiares.

Mufti Tariq Masood
Sunday Bayan 21-12-2025 | Mufti Tariq Masood Speeches

Mufti Tariq Masood

Play Episode Listen Later Dec 21, 2025 128:23


(0:00) Intro(1:38) Audience ko Salam(1:44) Khutba, Qur'ani Aayaat(3:46) Aalim ka Society ke Current Issues se Waqif hona kyun zaroori hai?(4:41) Mufti Sahab ki Hazri ka Silsila(5:45) Mathematician vs Achha Insan(6:29) Mazhab ka Buniyadi Topic(9:09) Jaunpur ka Judge (Latifa)(10:45) Insan ki Zindagi ke 2 Pehlu(12:20) Tamam Anbiya ki Ek Jaisi Hidayat(12:46) Qur'an ka Da‘wa(14:18) Daisi Liberals ko UK aur Germany ke Scholars ki Research ke zariye Jawab(18:32) Mufti Sahab Darwin ki Theory ke Khilaf kyun hain?(19:00) Law of Chance ki Reality(19:24) Allah-ul-Musawwir vs Painting ka Artist(23:31) Insani A‘za ki Takhleeq: Allah ka Shahkar(24:39) Goron ka Aitraaf(25:13) Suppositions vs Islam(26:26) Sooraj ki Pooja(26:34) Canada ka Winter Visit(27:26) Sooraj Parast vs Aaj ke Musalman(29:06) Japan mein Jinnat(29:21) Pakistan mein Jinnat(30:05) Islam ka Ehsan(30:39) Qabar Parasti(31:10) Qur'ani Aayat se Saboot(31:43) Ghair Muqaddas Par Tajurbaat(33:06) NASA Report (Bandar par Tajurbaat)(35:14) Sab se Pehla Behri Bera(35:23) Word “Admiral” kahan se aaya?(35:46) Musalmanon ke Zawal ki Wajah(36:35) Isaiyon wali Ghalti jo aaj Musalman kar rahe hain(39:34) Western Society ka Dark Pehlu(40:15) Norway / Australia ka Growth Ratio(41:49) Nabi ﷺ ki Dawat ki Buniyad(43:39) Japanese vs Pakistani(45:20) MTM ka Japan Visit(45:49) Strong Defence System ki Ahmiyat(46:46) Japan mein U-Turn kaise aaya?(48:47) Universities mein Bayan ki Zarurat(49:21) Tehzeeb-yafta kaun hota hai?(49:47) Punjabi vs Japanese(51:10) Qur'ani Ehkaam vs Insani Aqal(55:56) Europe mein Sharab ko Legal karne ki Wajah(59:22) Jab Sharab ki Hurmat wali Qur'ani Aayaat Nazil huin(59:35) Hazrat Abdullah bin Mas‘ood ra ka Qaul(1:00:01) 99% Non-Muslims Sharab Peene wale(1:00:50) Makhlooqat ki 2 Qismein(1:01:40) Marriage vs Girlfriend Banana(1:03:21) Women Rights(1:03:43) Breakup ki Wajuhat(1:04:05) UK ka Kids Custody Case: Bad-Tehzeebi ka Natija(1:05:28) Aik Sahabi ra ka Nabi ﷺ se Sawal(1:06:00) Air Hostess vs Bus Conductor(1:07:33) Maa ke Sath Husn-e-Sulook(1:08:52) Buzurg Waldain ke Sath Rawaiya(1:10:28) Hazrat Ayesha ra se Nabi ﷺ ki Mohabbat(1:10:47) Japan mein Buzurgon ka Haal(1:12:25) Bad-Tehzeeb Aulad(1:14:51) Soodi Nizaam chalane wale Goray(1:16:00) Goron ke banaye huay Qawaneen ka Anjaam: Khudkushi(1:18:59) US Ambassador ka Mufti Sahab se Kehna(1:19:41) Europe mein Homosexuality(1:20:59) Hamare Seculars ke Karnamay(1:21:37) KPK Medical College mein Molviyon par Aitraaz ka Jawab(1:24:47) Pakistan mein Gutter ke Dhakkan aur Kharab Roads(1:25:28) Islam ki Bartari(1:25:34) Goron ka Propaganda(1:25:50) Europe ke Old Houses par Comments ka Jawab(1:26:33) Tehzeeb kya hoti hai?(1:27:13) Khulasa Bayan aur Dua(1:27:37) Administration aur Students ki Mufti Sahab se Mohabbat(1:28:09) Therki Naujawanon ke liye Sher – Mufti Sahab(1:29:01) 5 Saal se Nikah ka Wa‘ada: Be-Deen Larki se kaise poora karein?(1:30:16) Ulama Conference mein “Ta-Hayat Istisna” par Sawal kyun nahi utha?(1:31:05) Nikah mein Larki ki Pasand ka Khayal rakhna(1:32:09) Khilafat ke bare mein Mufti Sahab ki Raaye(1:41:34) Larka aur Larki aik doosre ko pasand karte hon lekin Waldain se baat ki himmat na ho(1:42:01) Haaliya Aaini Istisna: Islami ya Ghair Islami?(1:42:16) Hostel se Masjid door ho to Namaz ka Hukam(1:42:30) Jab Taqdeer pehle likhi ja chuki hai to Insan A‘maal ka zimmedar kyun?(1:46:10) Future Trading halal hai ya nahi?(1:47:01) Deendar aur Achhi Larki se Pasand ki Shadi ka Izhar, jab sab Mukhalif hon(1:48:44) PhD Student ke 3 Sawalat(1:53:18) Jannat mein Dunyawi buzurg rishtedaar kaise honge?(1:54:27) Javed Ahmed Ghamdi ka 4 Shadiyon par Bayan – Haqeeqat kya hai?(1:59:43) Administrator ki Mufti Sahab se Mohabbat aur Izzat(2:01:09) Wali ki Ijazat ke baghair Nikah ka Hukam?(2:06:26) Islamophobia: Jin logon tak Islam nahi pohncha, kya unka hisaab hoga?(2:07:11) Agar Aurat ka Shadi ke baad Dil bhar jaye to? Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Culture médias - Philippe Vandel
Médias - Thomas Isle avec Catherine Barma

Culture médias - Philippe Vandel

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 23:26


Dans cet épisode de Culture Médias, Thomas Isle reçoit Catherine Barma, productrice emblématique derrière des émissions cultes comme On n'est pas couché et Tout le monde en parle. Elle dévoile les coulisses de la télévision, son parcours atypique, ses découvertes de talents comme Léa Salamé, et la création de formats innovants tels que Cuisine Ouverte. L'entretien aborde aussi les défis de la production et les évolutions du paysage audiovisuel français, avec en prime les nouveautés de Canal+, France Télévisions et le retour de Plein les Yeux sur RMC Story. Un rendez-vous incontournable pour les passionnés de médias.À retenir :Anecdotes et secrets de production des émissions cultes.Le regard de Catherine Barma sur l'avenir de la télévision.Les nouveautés à venir sur Canal+, France Télévisions et RMC Story.Notre équipe a utilisé un outil d'Intelligence artificielle via les technologies d'Audiomeans© pour accompagner la création de ce contenu écrit.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

Les indispensables - Europe 1
Médias - Thomas Isle avec Catherine Barma

Les indispensables - Europe 1

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 23:26


Dans cet épisode de Culture Médias, Thomas Isle reçoit Catherine Barma, productrice emblématique derrière des émissions cultes comme On n'est pas couché et Tout le monde en parle. Elle dévoile les coulisses de la télévision, son parcours atypique, ses découvertes de talents comme Léa Salamé, et la création de formats innovants tels que Cuisine Ouverte. L'entretien aborde aussi les défis de la production et les évolutions du paysage audiovisuel français, avec en prime les nouveautés de Canal+, France Télévisions et le retour de Plein les Yeux sur RMC Story. Un rendez-vous incontournable pour les passionnés de médias.À retenir :Anecdotes et secrets de production des émissions cultes.Le regard de Catherine Barma sur l'avenir de la télévision.Les nouveautés à venir sur Canal+, France Télévisions et RMC Story.Notre équipe a utilisé un outil d'Intelligence artificielle via les technologies d'Audiomeans© pour accompagner la création de ce contenu écrit.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

Motherfunk
A Swathe of Mum-friends

Motherfunk

Play Episode Listen Later Dec 16, 2025 33:44


This week, the long Shirley stuns and entertains her house guests - against their will. The short Shirley powers through a magnesium deficiency to escape an academic K-hole, the ladies give a podcast recommendation (as if you need one) and there's more drama at the Beckham household. Link to aid Salam and Mohammed's family in Gaza:https://www.gofundme.com/f/help-salam-mohammeds-children-survive-and-evacuate-gazaEmail your questions to motherfunk@shirleyandshirley.com!Edited by Kez Sol Owens @kezsolmediaFollow us on Instagram @thetwoshirleys Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Your Muslim Girl Podcast
PART 2: Fitness Routines, Calorie Tracking and Misconceptions ft. Kiandra Browne

Your Muslim Girl Podcast

Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 61:34


Salam my love!This is part two in collaboration with Kiandra Browne. If there's a little bit of background noise, I'm sorry, I tried my best to get rid of it (#notworking). I hope that you're able to pull a lot of information from this episode, because we discuss everything from fitness routines, to calorie tracking, to protein and fat loss. As always, if you have any questions, podcast episode recommendations, or would just like to chat, feel free to reach out to me via IG or email, or the Spotify chatbox. If you've read this description, let me know: what are some of the biggest things you're struggling with, and how do you think I could help? See you soon, InshaAllah.

Salam dari Ruteng
Podcast 015 | Tildy Rodrigues, Guru Matematika di Ruteng

Salam dari Ruteng

Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 62:42


Haloooo...Lama tak jumpa ya... Apa kabar? Ada Ibu Tildy Rodrigues di podcast episode 014. Salam dari Ruteng bikin kontens khusus untuk Hari Guru Nasional 2022 ini dan berharap obrolan ini akan menginspirasi. Para guru yang menyaksikannya, semoga bisa lebih bersemangat dan mengajar dengan lebih ceria dan menyenangkan. Ada kurikulum merdeka belajar to? Itu bagus sekali! Selamat menonton, kaka-kaka semua!Simak episode ini di Youtube: Tildy Rodrigues

Machi Rojola
ماشي رجولة –S5E4 الموسم 5 الحلقة 4 MR | Habiter le corps, Habiter le monde – avec Yasmine Chami

Machi Rojola

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 52:23


- Épisode en français-Salam, Bienvenue dans cet Épisode de Machi Rojola, le podcast qui repense les masculinités et interroge nos manières d'habiter le monde.Dans cet épisode, nous parlons de corps, de mémoires, de féminismes africains, d'archives invisibles, de soin et de justice.Pour éclairer ces questions, nous recevons Yasmine Chami, écrivaine et chercheuse anthropologue, dont le travail explore les rapports de pouvoir, les récits de Femmes et les empreintes du patriarcat dans nos corps.Pour contextualiser notre échange : il y a quelques mois, nous nous sommes rencontrés lors du Symposium La démocratie au féminin - qui s'est tenu à Dakar, au Sénégal, du 15 au 17 mai 2025, en hommage à la professeure Fatou Sow, figure emblématique du féminisme africain, et organisé par la Fondation de l'innovation pour la démocratie - où Yasmine Chami a donné un cours magistral sur le patriarcat dans le corps, abordant les féminismes en Afrique, les résistances quotidiennes, et les multiples couches d'héritages visibles et invisibles.

Motherfunk
You promised me a Donkey

Motherfunk

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 29:34


This week, the Shirley's despair over soaring cheese prices, Prince Harry sets his sights on american late night TV, the short Shirley goes overboard with Disney dolls and find out the pros and cons of 'Friend-mas'. Link to aid Salam and Mohammed's family in Gaza:https://www.gofundme.com/f/help-salam-mohammeds-children-survive-and-evacuate-gazaEmail your questions to motherfunk@shirleyandshirley.com!Edited by Kez Sol Owens @kezsolmediaFollow us on Instagram @thetwoshirleys Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Culture médias - Philippe Vandel
Une hausse des promesses de dons pour le Téléthon, la vidéo polémique de Miss Aquitaine et Miss Provence et Europe 1 TV disponible sur toutes les box

Culture médias - Philippe Vandel

Play Episode Listen Later Dec 8, 2025 7:12


Du lundi au vendredi, Julien Pichené fait le point sur l'actualité des médias. Aujourd'hui, la 39e édition du Téléthon s'est conclue avec une hausse des promesses de dons, le patron de l'information de France Télévisions s'est confié sur les premiers pas de Léa Salamé aux manettes du JT de 20h France 2, la vidéo de miss Aquiataine et miss Provence qui a fait beaucoup de bruit sur les réseaux sociaux, le retour de l'émission "Vis ma vie" avec Olivier Delacroix et Europe 1 TV désormais disponible à la télé sur toutes les box. Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

Le journal des médias
Une hausse des promesses de dons pour le Téléthon, la vidéo polémique de Miss Aquitaine et Miss Provence et Europe 1 TV disponible sur toutes les box

Le journal des médias

Play Episode Listen Later Dec 8, 2025 7:12


Du lundi au vendredi, Julien Pichené fait le point sur l'actualité des médias. Aujourd'hui, la 39e édition du Téléthon s'est conclue avec une hausse des promesses de dons, le patron de l'information de France Télévisions s'est confié sur les premiers pas de Léa Salamé aux manettes du JT de 20h France 2, la vidéo de miss Aquiataine et miss Provence qui a fait beaucoup de bruit sur les réseaux sociaux, le retour de l'émission "Vis ma vie" avec Olivier Delacroix et Europe 1 TV désormais disponible à la télé sur toutes les box. Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

Blast - Pagaille
De Dunkerque à Calais : la frontière de la honte

Blast - Pagaille

Play Episode Listen Later Dec 8, 2025 59:25


Sur la côte nord, entre Dunkerque et Calais, une autre France apparaît : celle des traversées nocturnes, des interventions de police, des naufrages évités de justesse et des campements balayés par le vent. Une France où 2 500 exilé·es survivent dans un no man's land, invisibilisé·es mais soutenu·es par un réseau d'associations et d'ONG. Depuis que Calais s'est bunkerisée et que les départs migrent vers le dunkerquois, les tensions explosent, avec désormais des incursions d'activistes d'extrême droite britanniques venus jouer les justiciers sur notre sol. Cet épisode de Pagaille réalisé par Alexandre Héraud et Vincent Decque documente ce basculement.À Grand-Fort-Philippe, le maire Sonny Clinquart décrit les tensions grandissantes, la banalisation des incidents, la lassitude d'une population qui voit surgir les militants d'UKIP (le Parti de l'Indépendance du Royaume-Uni) venus défier les autorités françaises. À Grande-Synthe, dans l'ancienne distillerie baptisée « le château », l'équipe d'Utopia 56 prépare la maraude : Céleste Pichaud et Félicie Penneron racontent les nuits à colmater l'urgence, la météo scrutée minute par minute, les violences racistes, l'inaction policière face aux provocateurs britanniques, la colère qui monte devant les morts en mer.La nuit, en maraude, le terrain parle : des hommes trempés, épuisés, stoppés puis relâchés sans alternative ; une femme somalienne dont la fille a déjà pris la mer ; des policiers qui courent le long d'une plage glacée ; les CRS qui tournent ; les drones de Frontex qui veillent. Les bénévoles ramassent ceux qui n'ont pas pu embarquer. Ils distribuent des vêtements, des chaussettes thermiques, du thé brûlant. Ils constatent une évidence : tout le monde repartira demain.Au matin, la préfecture maritime publie un communiqué sec : plus de 600 personnes ont tenté la traversée, 94 ont été secourues après un naufrage. On y lit toujours la même phrase : « ne pas contraindre les migrants à monter à bord des moyens de sauvetage, pour ne pas mettre en péril leur vie ». Sur terre, pourtant, l'État laisse perdurer des conditions indignes. Les associations — Utopia 56, Médecins du Monde, Salam, Roots, Human Rights Observers, Refugee Women's Center — ont saisi la justice. Elles réclament des abris, de l'eau, des sanitaires, un minimum de dignité.À Calais, l'Auberge des migrants ressemble à un gigantesque hub humanitaire où Français, Britanniques et Belges tentent de compenser l'absence structurelle de politique publique. À « la Maison Sésame », Sylvie de Jonquière raconte comment une mère seule et ses six enfants ont tenté vingt fois la traversée avant d'y parvenir. Elle ouvre sa maison familiale parce que rien d'autre n'est prévu. « Six mille deux cent cinquante maisons comme celle-ci pourraient être ouvertes, dit-elle, avec ce que l'État dépense pour empêcher les passages. »La route mène ensuite au campement du « Nouveau Calais », à Mardyck et Grande-Synthe, où 2 500 personnes survivent sous tentes. Claire Millot, de Salam, observe : « On tolère un point de distribution, à condition de ne pas faire d'appel d'air. » Vingt ans qu'elle est là, à nourrir ceux que la République refuse de voir.L'épisode se clôt avec le député Damien Carême, qui décrit frontalement ce que cette frontière dit de nous : une politique de dissuasion devenue politique d'abandon. Une Europe qui organise la violence plutôt que la protection.Ici, la Manche n'est plus un détroit. C'est une ligne de fracture. Et chaque nuit, des vies s'y jouent au millimètre.Liens et documentsVidéo de l'action UKIPhttps://x.com/NickTenconi/status/1972993011375288542Utopia 56 : https://utopia56.org/Médecins du Monde : https://www.medecinsdumonde.org/Association Salam : https://www.associationsalam.org/L'Auberge des migrants : https://www.laubergedesmigrants.fr/Article du Monde (27 novembre 2025)« La France se dote de nouvelles méthodes d'interception en mer des migrants traversant la Manche »https://www.lemonde.fr/societe/article/2025/11/27/la-france-se-dote-de-nouvelles-methodes-d-interception-en-mer-des-migrants-traversant-la-manche_6655149_3224.htmlAccord franco-britannique « One In One Out »https://laubergedesmigrants.fr/fr/une-tribune-inter-associative-pour-denoncer-laccord-franco-britannique-one-in-one-out/

Radio Rodja 756 AM
Keutamaan Doa dalam Kisah Nabi Sulaiman ‘Alaihis Salam

Radio Rodja 756 AM

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025 59:55


Keutamaan Doa dalam Kisah Nabi Sulaiman ‘Alaihis Salam adalah bagian dari ceramah agama dan kajian Islam ilmiah dengan pembahasan Al-Bayan Min Qashashil Qur’an. Pembahasan ini disampaikan oleh Ustadz Abu Ya’la Kurnaedi, Lc. pada Senin, 10 Jumadil Akhir 1447 H / 1 Desember 2025 M. Kajian sebelumnya: Bahaya Sihir Kajian Tentang Keutamaan Doa dalam Kisah Nabi Sulaiman ‘Alaihis Salam […] Tulisan Keutamaan Doa dalam Kisah Nabi Sulaiman ‘Alaihis Salam ditampilkan di Radio Rodja 756 AM.

Fajr Reminders
Greatest collection of humanity

Fajr Reminders

Play Episode Listen Later Dec 2, 2025


Auto-generated transcript: Salam alaikum wa rahmatullahi wa barakatuh. Allah is truly all-knowing, all-aware. As-salamu alaykum. As-salamu alaykum. As-salamu alaykum. As-salamu alaykum. As-salamu alaykum. As-salamu alaykum. That thing is maintained to this day. It’s amazing the millions of pigeons that are here, incredible amount of pigeons, incredible number of pigeons. And then people in there mistakenly,… Continue reading Greatest collection of humanity

Motherfunk
Celebrity Snakeskin Slip-Ons

Motherfunk

Play Episode Listen Later Dec 2, 2025 28:33


This week, the Shirley's tread new ground in the world of auctioneering, Prince William drops an absolute truth bomb, King Charles gives the passport a fresh makeover and find out which shows are worth a watch this winter!Link to aid Salam and Mohammed's family in Gaza:https://www.gofundme.com/f/help-salam-mohammeds-children-survive-and-evacuate-gazaEmail your questions to motherfunk@shirleyandshirley.com!Edited by Kez Sol Owens @kezsolmediaFollow us on Instagram @thetwoshirleys Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Motherfunk
I am NOT your 'bro'

Motherfunk

Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 31:53


This week, the short Shirley reflects on pulling off the party of the decade, the long Shirley becomes a household face, the ladies discuss the pros and cons of an AI husband and vie for a spot on Claudia Winkleman's new show.Link to aid Salam and Mohammed's family in Gaza:https://www.gofundme.com/f/help-salam-mohammeds-children-survive-and-evacuate-gazaEmail your questions to motherfunk@shirleyandshirley.com!Edited by Kez Sol Owens @kezsolmediaFollow us on Instagram @thetwoshirleys Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Motherfunk
Salt-N-Pepa, Fatboy Slim and Butlins

Motherfunk

Play Episode Listen Later Nov 18, 2025 21:58


This week, the Shirley's discuss the return of the 90's, the looming panic of Christmas shopping, a chaotic costume fitting and find out if the short Shirley has bitten off more than she can chew!Link to aid Salam and Mohammed's family in Gaza:https://www.gofundme.com/f/help-salam-mohammeds-children-survive-and-evacuate-gazaEmail your questions to motherfunk@shirleyandshirley.com!Edited by Kez Sol Owens @kezsolmediaFollow us on Instagram @thetwoshirleys Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Motherfunk
The Gay Standoff

Motherfunk

Play Episode Listen Later Nov 11, 2025 23:50


This week, the Shirley's are in Paris getting their groove on. The ladies discuss the short Shirley getting swept off her feet at a Parisian club, a pair of tasteless Disney-themed boots, crushing the auctioneering game (again) and the stresses of organising a flash mob. Link to aid Salam and Mohammed's family in Gaza:https://www.gofundme.com/f/help-salam-mohammeds-children-survive-and-evacuate-gazaEmail your questions to motherfunk@shirleyandshirley.com!Edited by Kez Sol Owens @kezsolmediaFollow us on Instagram @thetwoshirleys Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Invité Afrique
Les racines africaines du maire de New York selon l'ancien ministre sénégalais Abdoulaye Bathily

Invité Afrique

Play Episode Listen Later Nov 10, 2025 11:43


Le nouveau maire de New-York, le démocrate anti-Trump Zohran Mamdani, n'est pas seulement de nationalité américaine. Il est aussi de nationalité ougandaise, car c'est à Kampala qu'il est né, il y a 34 ans. Et sa solidarité avec le peuple palestinien tient beaucoup à l'engagement de ses parents à la fois contre l'apartheid et pour la Palestine. Quel rôle ont joué son père et sa mère, Mahmood Mamdani et Mira Naïr, dans ses choix politiques d'aujourd'hui ? Abdoulaye Bathily est l'envoyé spécial du président sénégalais Bassirou Diomaye Faye pour les affaires internationales. Il est ami avec la famille Mamdani depuis quarante ans. En ligne de Dakar, il témoigne au micro de Christophe Boisbouvier. RFI : Vous êtes un vieil ami de Mahmood Mamdani, le père de Zohran Mamdani, qui vient d'être élu à New York. Vous l'avez rencontré où, Mahmood Mamdani ? Abdoulaye Bathily : J'ai rencontré Mahmood Mamdani à Dar es Salam en 1979. Il était professeur au département de sciences politiques de l'Université de Dar es Salam, et il était à l'époque, comme beaucoup d'intellectuels ougandais, réfugié à Dar es Salam pour fuir la dictature de Idi Amin Dada qui, avec son slogan xénophobe, avait chassé tous les Asiatiques de l'Ouganda. Mais il avait aussi chassé tous les intellectuels, tous les opposants, militaires comme civils. Donc toute l'élite ougandaise s'est retrouvée à Dar es Salam. Il y avait également Yoweri Museveni, qui était étudiant là-bas, qui va par la suite former le Mouvement national de résistance contre la dictature de Idi Amin et qui va recruter des jeunes réfugiés rwandais comme Paul Kagame. Alors nous nous retrouvions souvent dans des espaces publics après les cours, après les conférences, pour discuter de l'avenir du continent, de la lutte contre l'apartheid, de la lutte contre le colonialisme. Et vous étiez tous des freedom fighters, contre l'apartheid ? Contre l'apartheid qui était soutenu à l'époque, il faut le rappeler, par Israël. Et on verra comment, en fait, le jeune Zohran, par la suite, suivra les traces de son père dans cette lutte pour le soutien à Gaza, le soutien à la Palestine. Alors, après la chute de Idi Amin Dada en 1979, Mahmood Mamdani peut rentrer en Ouganda. Et quand Mahmood Mamdani et Mira Naïr se marient et quand nait leur enfant, Zohran en 1991, la petite famille est toujours en Ouganda. Et le deuxième prénom que choisissent les parents pour leur enfant, c'est le prénom Kwame. Est-ce que c'est tout un symbole ? Mahmood Mamdani est un militant de la lutte pour l'indépendance de l'Afrique, ce qu'on appelle aujourd'hui un panafricaniste. Et pendant qu'il enseignait en Ouganda, il était régulièrement au Sénégal parce qu'il était membre actif du Conseil pour le développement de la recherche économique et sociale en Afrique, le Codesria. Il venait souvent à Dakar et d'ailleurs, en 2007, il est venu ici avec sa famille, avec le petit Zohran. Je me rappelle, ils sont venus ici à la maison. Et Zohran lui-même, il a vécu dans cette ambiance militante. Comme son prénom l'indique, puisque Kwame, c'est Kwame Nkrumah. Mais aussi Zohran a fait sa thèse sur Frantz Fanon et sur Jean-Jacques Rousseau. Donc vraiment, c'est le fils de son père. Quand Zohran nait à Kampala en 1991, sa maman, Mira Naïr, est déjà une personnalité très connue puisqu'elle a sorti « Salaam Bombay ! », un film à succès qui sera primé partout. Est-ce que Mira Naïr est aussi une femme aux convictions politiques ? Oui, elle a des convictions politiques affirmées. Je l'ai rencontrée plusieurs fois à Kampala, mais également à New York et ils sont venus ici à Dakar. Ils ont visité l'île de Gorée avec leur fils Zohran, et ils sont vraiment engagés à la fois pour les causes de l'Afrique, pour les causes de l'Asie, pour les causes de la Palestine et du monde progressiste en général. En 2018, Zohran Mamdani a été naturalisé citoyen américain et pour autant, il n'a pas abandonné sa nationalité ougandaise. Comment interprétez-vous cela ? Mahmood Mamdani, son père, est profondément attaché à l'Ouganda et à l'Afrique. Donc, cet attachement à l'Afrique, ce n'est pas quelque chose d'artificiel chez eux. Et puis leur foi musulmane également, c'est une donnée importante. C'est un couple de militants qui a donné naissance à un militant engagé pour les causes justes. Et aujourd'hui, est-ce que Mahmood Mamdani continue d'entretenir des relations avec des hommes politiques africains en dehors de vous-même ? Oui, Mahmood continue de parcourir le continent. Il est en contact avec tous nos amis d'il y a 50 ans. Donc c'est un internationaliste, Mahmood Mamdani. Et Zohran est né dans cette ambiance-là. Et est-ce que Mahmood Mamdani est toujours en contact avec Yoweri Museveni ? Oui je pense qu'ils sont en contact, mais peut-être leur chemin, en tout cas du point de vue des idées, ont divergé. Parce que malheureusement, nous avons vu que notre ancien camarade et ami Museveni aujourd'hui est au pouvoir depuis 1986, et ce n'est pas de notre goût.

Radio Rodja 756 AM
Meninggalnya Nabi Sulaiman ‘Alaihis Salam

Radio Rodja 756 AM

Play Episode Listen Later Nov 4, 2025 50:33


Meninggalnya Nabi Sulaiman ‘Alaihis Salam adalah bagian dari ceramah agama dan kajian Islam ilmiah dengan pembahasan Al-Bayan Min Qashashil Qur’an. Pembahasan ini disampaikan oleh Ustadz Abu Ya’la Kurnaedi, Lc. pada Senin, 12 Jumadil Awal 1447 H / 3 November 2025 M. Kajian sebelumnya: Memindahkan Singgasana Ratu Balqis Kajian Tentang Meninggalnya Nabi Sulaiman ‘Alaihis Salam Nabi Sulaiman ‘Alaihis Salam […] Tulisan Meninggalnya Nabi Sulaiman ‘Alaihis Salam ditampilkan di Radio Rodja 756 AM.

Appels sur l'actualité
[Vos questions] Tanzanie : comment le pays a basculé dans le chaos ?

Appels sur l'actualité

Play Episode Listen Later Nov 3, 2025 19:30


Les journalistes et experts de RFI répondent également à vos questions sur une opération anti-drogue meurtrière au Brésil, une résolution du RN votée pour la première fois et les essais nucléaires américains. Tanzanie : comment le pays a basculé dans le chaos ?  Selon le principal parti d'opposition Chadema, au moins 800 personnes ont été tuées lors des violences qui ont suivi l'élection présidentielle de mercredi dernier (29 octobre 2025). Pourquoi ce scrutin est-il autant contesté ? Comment les autorités justifient-elles une telle répression ?   Avec Elodie Goulesque, correspondante de RFI à Dar es Salam.       Brésil : l'opération policière la plus meurtrière de l'histoire du pays    Au moins 121 personnes ont été tuées lors d'une vaste opération anti-drogue menée par plus de 2 500 policiers dans deux favelas de Rio de Janeiro. Comment expliquer ce bilan humain si élevé ? Pourquoi le gouverneur de l'État de Rio a-t-il ordonné une telle opération ?   Avec Elcio Ramalho, chef du service en langue brésilienne de RFI.       France : les députés votent une résolution de l'extrême-droite  Pour la première fois, l'Assemblée nationale a adopté un texte porté par le Rassemblement national. Cette résolution dénonçant l'accord franco-algérien de 1968 est passée à une voix près (185 pour, 184 contre). Pourquoi la droite traditionnelle s'est-elle rangée du côté de l'extrême-droite sur ce texte ?     Avec Raphaël Delvolvé, journaliste au service politique de RFI.      États-Unis : comment comprendre la reprise des essais nucléaires ?  Donald Trump a créé la surprise en annonçant avoir ordonné la relance immédiate des tests d'armes nucléaires, pourtant suspendus depuis plus de trente ans. Cette décision est-elle le signe d'une reprise de la course nucléaire ou une réponse provocatrice aux derniers essais nucléaires de la Russie ?  Avec Emmanuelle Galichet, enseignante-chercheuse en sciences et technologies nucléaires au Cnam. 

Your Muslim Girl Podcast
Redefining good & bad: reflections on "Reclaim Your Heart"

Your Muslim Girl Podcast

Play Episode Listen Later Nov 2, 2025 7:01


Salam my love,In today's episode we're discussing how vital it is that we start to reframe the situations that we're in. Good and bad situations or events are determined by whether or not they bring us closer to Allah's (God's) love. So something that might be good for us from a worldly perspective might actually be detrimental to us from a religious perspective. As always, if you have any questions, podcast episode recommendations, or would just like to chat, feel free to reach out to me via IG or email, or the Spotify chatbox. If you've read this description, let me know: what are some of the biggest things you're struggling with, and how do you think I could help? See you soon, InshaAllah.

Journal de l'Afrique
Tanzanie : des élections sans opposition, couvre-feu à Dar es Salam

Journal de l'Afrique

Play Episode Listen Later Oct 29, 2025 12:17


La police a décrété un couvre-feu mercredi dans la capitale économique de Tanzanie où des centaines de personnes ont violemment manifesté, hurlant leur opposition au régime le jour d'élections présidentielle et législatives dont l'opposition était largement écartée. Première présidente de Tanzanie, promue à la mort de son prédécesseur John Magufuli en 2021, Samia Suluhu Hassa, qui aspire à être élue, est accusée de mener une répression sévère contre les voix critiques. 

Across the Pond
123. Anbara Salam, "The Salvage"

Across the Pond

Play Episode Listen Later Oct 28, 2025 49:07


Writer Anbara Salam joins us for a discussion of her binge-worthy new novel, The Salvage, about a sunken shipwreck off the coast of Scotland and the mystery surrounding its disappeared treasure. Oh, and there's a ghost as well!Thank you for listening! If you like what you hear, give us a follow at: X: Across the Pond, Galley Beggar Press, Interabang Books, Lori Feathers, Sam JordisonInstagram: Across the Pond, Galley Beggar Press, Interabang Books, Lori Feathers, Sam JordisonFacebook: Across the Pond, Galley Beggar Press, Interabang BooksBluesky: @acrossthepondbooks.bsky.socialThe Big Book Project https://substack.com/@thebigbookprojectTheme music by Carlos Guajardo-Molina Edited and Mixed at ATX Audio Post

KQED’s Perspectives
Jiji Salam: A Love for Dancing

KQED’s Perspectives

Play Episode Listen Later Oct 23, 2025 3:52


Jiji Salam learns to embrace dancing after deciding to try something new.

Reportage Afrique
Tanzanie: l'éducation en manque de moyens face à l'explosion démographique

Reportage Afrique

Play Episode Listen Later Oct 23, 2025 2:13


La Tanzanie fait partie des dix pays africains où la population augmente le plus vite. Parmi les défis que cela implique : l'éducation. Un secteur encore sous-financé et aux nombreux problèmes. Illustration à Dar es Salaam à l'école islamique d'Ubungo. De notre correspondante à  Dar es Salam,  « Ici, ce sont certaines des classes et des laboratoires. »  Ramadhan Mbwana est le directeur de l'école privée islamique d'Ubungo, à l'ouest de Dar es Salaam. Sous son aile, ils sont 250 élèves âgés de 13 ans et plus. Et depuis l'an dernier, il doit s'adapter au nouveau programme scolaire mis en place par le gouvernement. « Parmi les défis qu'on rencontre, c'est le manque d'outils pour la formation professionnelle, par exemple, notre gouvernement a fait imprimer des livres, mais il n'y en a pas assez pour tous les étudiants. Il y a aussi le problème de la formation, ajoute Ramadhan Mbwana, notre gouvernement a essayé de former les enseignants, mais ils ne l'ont pas tous été. » À l'école islamique d'Ubungo, sur 29 professeurs, seuls douze ont été formés au nouveau programme. Malgré ces manquements, l'établissement est privé et donc plutôt privilégié. Financé uniquement par les frais de scolarité qui s'élève à environ 900€ par an pour les internes, il dispose d'équipement informatique notamment et l'éducation s'y fait en anglais. Hemedi est élève ici depuis deux ans, il étudiait auparavant dans une école publique et note la différence : « L'école d'Ubungo est mieux parce que les infrastructures sont bonnes et les professeurs aussi. » Des classes surchargées dans les écoles publiques Le nombre d'élèves par exemple va du simple à plus du double, comme l'explique Said Sumuni, 29 ans, professeur d'anglais : « Dans les écoles publiques, il y a beaucoup, trop d'élèves. Par exemple, dans une classe, vous pouvez avoir pas moins de 100 élèves. » L'école publique, c'est pourtant là où étudie la majorité des enfants tanzaniens. Si l'éducation est obligatoire à partir de sept ans, beaucoup abandonnent après le primaire. En cause, des longs trajets, un manque de moyens pour payer l'uniforme par exemple ou parce que certaines jeunes filles tombent enceintes très tôt. L'autre problème, c'est l'apprentissage par cœur avec très peu de pratique, selon Rajabu James, volontaire à l'association IBET qui vise à améliorer l'éducation en Tanzanie : « Ils ne font pas de lien entre l'apprentissage et la situation dans la vraie vie. On est trop basé sur la théorie au lieu de la pratique. » Un défaut que le nouveau programme tente de palier. L'an dernier, 12,5% du budget du gouvernement était alloué à l'éducation. Dans un monde idéal, le chiffre devrait se rapprocher des 20%. À lire aussiLa bataille contre l'absentéisme des adolescentes à l'école en Tanzanie

Marceau refait l'info
Directrice du Louvre chez Léa Salamé

Marceau refait l'info

Play Episode Listen Later Oct 23, 2025 4:25


Le musée a été réouvert hier

Motherfunk
6-7, Skibidi and Slut-Drops

Motherfunk

Play Episode Listen Later Oct 21, 2025 33:00


This week, the Shirley's look at potential secondary schools and the futuristic ways they're tackling bullying, break down the latest in TikTok "brain-rot" and the short Shirley's daughter takes a hands-on approach to her dream of being a hair-dresser. Link to aid Salam and Mohammed's family in Gaza:https://www.gofundme.com/f/help-salam-mohammeds-children-survive-and-evacuate-gazaEmail your questions to motherfunk@shirleyandshirley.com!Edited by Kez Sol Owens @kezsolmediaFollow us on Instagram @thetwoshirleys Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Culture médias - Philippe Vandel
Le décès de Jean-René Godart et Camille Cerf pour remplacer Laurence Boccolini sur France 2

Culture médias - Philippe Vandel

Play Episode Listen Later Oct 16, 2025 7:34


Du lundi au vendredi, Julien Pichené fait le point sur l'actualité des médias. Aujourd'hui, la disparition de Jean-René Godart, l'ancienne Miss France Camille Cerf qui remplacera Laurence Boccolini sur France 2 aux commandes du jeu "Mot de passe" et les syndicats de France Télévisions ont fait des révélations concernant les erreurs commises par Julian Bugier et Léa Salamé dans leurs JT respectifs. Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

Motherfunk
Oh my Gush!

Motherfunk

Play Episode Listen Later Oct 14, 2025 28:15


This week, the Shirley's review an unflattering (yet functional) garment, Taylor Swift bequeathes the short Shirley's unwilling partner with gifts, a week of many firsts and a certain little firecracker is at it again with the playground potty mouth!Link to aid Salam and Mohammed's family in Gaza:https://www.gofundme.com/f/help-salam-mohammeds-children-survive-and-evacuate-gazaEmail your questions to motherfunk@shirleyandshirley.com!Edited by Kez Sol Owens @kezsolmediaFollow us on Instagram @thetwoshirleys Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

SWR3 Topthema
Schalom und Salam

SWR3 Topthema

Play Episode Listen Later Oct 13, 2025 3:19


Vielleicht ist der 13. Oktober 2025 wirklich der Tag, über den irgendwann mal bei Wikipedia steht: Nach zwei Jahren Gaza-Krieg hat an diesem Tag der Frieden angefangen – und auch gehalten. Es ist viel passiert heute: Freilassung von Geiseln, ein Gaza-Friedensgipfel und ein US-Präsident, der sich feiert.. „Schalom und Salam“ - das ist das SWR3-Topthema mit Kristof Kien

Fajr Reminders
4-Hard Truths

Fajr Reminders

Play Episode Listen Later Oct 9, 2025


Auto-generated transcript: Salam alaikum wa rahmatullahi wa barakatuh. Alhamdulillah, Rabbil Alameen. Wa salatu wa salam ala al-sharafi al-anbiya ibn Musaleen Muhammad Rasulullah. Sallallahu alayhi wa ala alihi wa sahbihi wa sallam tasliman kathiran kathira. So, amma baadu, my brothers and sisters, Jazakallah khairun to all of you, especially the brothers from UMass for taking the… Continue reading 4-Hard Truths

Motherfunk
Surviving, not Thriving

Motherfunk

Play Episode Listen Later Oct 7, 2025 30:49


This week, the Shirley discuss the upcoming Met Gala in London, the long Shirley's son becomes a stern (but fair) food critic, the ladies compare private and state school Whatsapp groups and find out who's table manners lacked style at fashion week!Link to aid Salam and Mohammed's family in Gaza:https://www.gofundme.com/f/help-salam-mohammeds-children-survive-and-evacuate-gazaEmail your questions to motherfunk@shirleyandshirley.com!Edited by Kez Sol Owens @kezsolmediaFollow us on Instagram @thetwoshirleys Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Your Muslim Girl Podcast
In your heart and not your hand, why the world hurts: a reflection on “Reclaim Your Heart”

Your Muslim Girl Podcast

Play Episode Listen Later Oct 6, 2025 9:09


Salam my love,Have you ever felt like your heart kept getting shot at by arrows, like you're bleeding out because of the people around you or the circumstances that you're in? You're not alone. In today's episode, I'm sharing a really profound concept that Yasmin Mogahed shares in her book "Reclaim Your Heart." She discusses how we misplace the gifts of Allah, and Allah Himself when it comes to our spiritual "hand and heart" and how this misplacement will always end up hurting us. So if you've been waiting for the missing puzzle piece that will help everything click into place, this episode may just help with that. As always, if you have any questions, podcast episode recommendations, or would just like to chat, feel free to reach out to me via IG or email, or the Spotify chatbox. If you've read this description, let me know: what are some of the biggest things you're struggling with, and how do you think I could help? See you soon, InshaAllah.

Motherfunk
A Brogue of Lesbians

Motherfunk

Play Episode Listen Later Sep 30, 2025 31:06


This week, the short Shirley goes morbidly method, a teacher is left a passive-aggressive note and the ladies discover the meaning of the word 'phubbing'. Link to aid Salam and Mohammed's family in Gaza:https://www.gofundme.com/f/help-salam-mohammeds-children-survive-and-evacuate-gazaEmail your questions to motherfunk@shirleyandshirley.com!Edited by Kez Sol Owens @kezsolmediaFollow us on Instagram @thetwoshirleys Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

L'oeil de...
"Thomas Sotto, il a fait une Léa Salamé. Demander 'ça va ?' en interview, c'est comme la panenka en football"

L'oeil de...

Play Episode Listen Later Sep 25, 2025 5:14


Ecoutez L'oeil de Philippe Caverivière du 25 septembre 2025.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

RTL Matin
"Thomas Sotto, il a fait une Léa Salamé. Demander 'ça va ?' en interview, c'est comme la panenka en football"

RTL Matin

Play Episode Listen Later Sep 25, 2025 5:14


Ecoutez L'oeil de Philippe Caverivière du 25 septembre 2025.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

Al Madrasatu Al Umariyyah
Conditions of Shahadah Every Muslim Must Know! | Miftah Dar as-Salam | Ustadh Sadiq A. Yasin #AMAU

Al Madrasatu Al Umariyyah

Play Episode Listen Later Sep 22, 2025 107:54


You can probably say “La ilaha illallah” in less than a second. We all can. It's on our tongues every day. But if someone stopped you and said, “Explain it to me”, how long would you hesitate before answering? The Shahadah isn't just a sentence we inherit. It's the foundation of Islam, the key to Jannah, and the very thing that makes our salah, fasting, and worship even count. Yet many of us have never actually studied what it means or the conditions that come with it. In this lecture, Ustadh Sadiq A. Yasin explains Miftah Dar al-Salam by al-Hafidh al-Hakami - a short but powerful book that lays out the true meaning of the Shahadah and the seven conditions every Muslim needs to know. This isn't abstract theory. It's about living La ilaha illallah, so it shapes your actions today, and so it can be the last thing you say before you meet Allah. Sign up now to AMAU Academy: https://www.amauacademy.com/ AMAU Academy: https://www.amauacademy.com/ AMAU Junior: https://amaujunior.com/ Instagram: https://www.instagram.com/amauofficial/ Patreon: https://www.patreon.com/AMAU Telegram: https://t.me/amauofficial YouTube: https://www.youtube.com/c/AMAUofficial Twitter: https://twitter.com/AMAUofficial iTunes: https://podcasts.apple.com/us/podcast/al-madrasatu-al-umariyyah/id1524526782 Spotify: https://open.spotify.com/show/08NJC1pIA0maaF6aKqZL4N Get in Touch: https://amau.org/getintouch BarakAllahu feekum. #AMAU #lailahaillallah #Allah #islamiclectures #islamicknowledge

Bruno dans la radio
Le Blind Test de Pino du 19 septembre - L'interview gênante de Léa Salamé avec Marion Cotillard

Bruno dans la radio

Play Episode Listen Later Sep 19, 2025 4:26


Pino nous fait deviner l'actualité en chanson, mais pas forcement de façon juste...Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

Your Muslim Girl Podcast
Bad habits, the House of Allah, and the “success-fear”

Your Muslim Girl Podcast

Play Episode Listen Later Sep 8, 2025 9:34


Salam my love!Today's episode is a bit more of a reflection-and-researched episode. We're discussing pushing past the feeling of discomfort when it comes to sins, what two ingredients are necessary when it comes to cutting off sins, why life can sometimes feel really difficult (this one might surprise you!) and that uncomfortable feeling when you're pushing yourself.Today's episode is a reminder first and foremost to myself, and any good that you get from it is entirely from Allah. If there's anything that I say that is wrong, it is entirely from me, and please forgive me for it. As always, if you have any questions, podcast episode recommendations, or would just like to chat, feel free to reach out to me via IG or email. See you soon, InshaAllah.

The Chris Voss Show
The Chris Voss Show Podcast – Climbing The Hill by Amadou Camara

The Chris Voss Show

Play Episode Listen Later Sep 7, 2025 38:16


Climbing The Hill by Amadou Camara https://www.amazon.com/dp/B0FK1RKBKL "I come from a place where survival was a victory, and every step forward was a quiet act of defiance." From the dusty streets of Dar es Salam in Guinea Conakry to the drafting tables of the United States, Climbing The Hill is the powerful true story of one boy's journey through poverty, loss, and unrelenting adversity toward a life shaped by hope, resilience, and purpose. Born into hardship, Amadou Camara faced a childhood where survival was never guaranteed. Yet even amid overwhelming circumstances, he dared to dream of a better life. With unwavering determination and strength, he carved a path forward, ultimately transforming himself from a struggling boy into a successful architectural designer in the U.S. This deeply moving memoir explores themes of perseverance, trauma, healing, and the transformative power of vision. More than a personal account, Climbing The Hill is a universal story for anyone who has ever fought to rise above their beginnings and believed in something greater beyond the struggle.About The Author Amadou Camara was born in Guinea-Conakry, where his childhood was marked by trauma, hardship, and the kind of silence that often surrounds suffering. In a world where abuse was normalized and children's voices were rarely heard, Amadou endured, but he also dreamed. His memoir is a testament to the strength it takes to survive when survival is not guaranteed, and to rise when the world teaches you to remain small. Arriving in the United States after winning the Diversity Visa Lottery in 2013, Amadou faced a new set of challenges: a foreign land, a new language, and the weight of starting over. But with the same resilience that carried him through his childhood, he built a life from the ground up-one rooted in purpose, healing, and hope. Today, Amadou lives in Madison, Wisconsin with his wife, Oumou, and their miracle daughter, Aicha. He is a professional architectural designer with a five-year degree in architecture, working at Flad Architects, one of the top Architectural companies in the U.S-He brings his passion for the built environment to every project he touches-shaping spaces that heal and reflect dignity, strength, and vision. Amadou wrote this memoir not only to reflect on his own path to healing but to give voice to the countless children still enduring abuse in silence. His message is simple yet profound: no matter where you begin, you have the power to choose how your story continues. Pain may shape us, but it does not define us. With courage, hope, and unshakable will, we can all build a life worth remembering.

First Time Go
Alex Salam

First Time Go

Play Episode Listen Later Sep 5, 2025 45:52


That's my guest, Alex Salam, with one of the most riveting reasons to become a filmmaker I've ever heard. Given their significant training, it's practically impossible to do, but I wish we had more doctor/filmmakers in the world. From those that I've seen, they've produced work that is equal parts precision and creativity, the perfect combination of soul and mind. Alex's film, TWENTY TWENTY (2025) certainly does that — it's “set over one brutal night shift at the height of the COVID pandemic and shows a very seasoned doctor's emotional transformation” — and I feel so grateful we have filmmakers like Alex making art. In this episode, Alex and I talk about:How a medical doctor + film director relates to other filmmakers — are people curious?;Balancing his passions for medicine and filmmaking;The existential crisis to do “something artistic that is an expression of myself”;Whether he's surprised there's not more doctors/filmmakers and the quality of stories from the field;How his questions about moral character and medicine influence his filmmaking;The push and pull of methodical planning and precision inherent in the medical profession and creativity;What makes a great short film;The subtlety of his film, TWENTY TWENTY, and how he found his cinematic pace;The reaction to the audience of its screening at the Edinburgh International Film Festival;The importance of setting the sense of place;What he's taken away from all of the labs and fellowships he's been a part of;What his representatives at The Agency will do for his writing and directing;His next films.Alex's Indie Filmmaker Highlight: NFTS Sean Connery Lab ShortsMemorable Quotes:“What medicine has done for me as a filmmaker, it gives you a good understanding of character and emotion.” “You have to be clinically insane to go straight to a feature without having done a short or worked on TV.”On what makes a great short: “Have a beginning, a middle, and an end to a story.” “That's an advantage…if you're making a drama set in hospital, it's a shortcut.”“ The kind of collaborators that I like working with that are important for me to work with [are] other collaborators who can be a little bit vulnerable.”Links:Follow Alex On InstagramAlex Salam's WebsiteSupport this podcast at — https://redcircle.com/first-time-go/exclusive-content

Crossing Faiths
175: 175 - Ghazala Salam

Crossing Faiths

Play Episode Listen Later Aug 25, 2025 30:57


In this episode of Crossing Faiths, John Pinna speaks with Ghazala Salam, a nonprofit leader, chef, and cultural storyteller, about the powerful intersection of food, culture, and identity. They discuss her participation in a recent chef competition, which she uses as a springboard to explain her core mission of food diplomacy and cultural storytelling. Salam introduces her project, "Spice Canvas," which aims to connect people through food experiences like pop-ups and tasting menus, where each dish tells a story. The central topic of their conversation is her ambitious plan to establish a groundbreaking Muslim cultural center in Orlando, envisioned as a human-centered space to share the diverse stories, histories, and humanity of global Muslims through interactive galleries, a performing arts center, and an active kitchen, thereby challenging stereotypes and fostering deeper cross-cultural understanding. Ghazala Salam on Linkedin: https://www.linkedin.com/in/ghazalasalam/ Peace Pavilion Foundation: https://peacepavilionfoundation.org/

InPower - Motivation, Ambition, Inspiration
Léa Salamé : Prendre sa place, sans s'excuser [REDIFFUSION]

InPower - Motivation, Ambition, Inspiration

Play Episode Listen Later Aug 5, 2025 71:58


[REDIFFUSION 2021] Pour ce premier bonus d'été je vous repartage un des épisodes que j'ai le plus aimé enregistrer d'InPower avec un de mss mentors : Léa Salamé. Voici le texte que j'avais partagé à l'époque pour sa venue :Léa Salamé sur InPower.Je n'en reviens toujours pas; et c'est en partie grâce à vous que j'ai pu la recevoir (cf le début du podcast).J'étais D'AUTANT PLUS HEUREUSE quand Léa m'a dit que cette année, elle avait accepté de passer dans 2 émissions : Quotidien, et InPower.Léa Salamé est journaliste, et a récemment créé l'émission puis les livres « Femmes Puissantes ». Et c'est exactement ce qu'elle représente à mes yeux.Une femme qui n'a pas peur de dire ce qu'elle pense, qui n'a pas peur de déplaire, qui va au bout de ces convictions et de ses idées.De sa présence à New York aux attentats du 11 septembre, à sa carrière de journaliste en France, à sa vie de femme, de mère, et, depuis peu, de féministe : on aborde je crois dans cette conversation tous les aspects de la vie de Léa Salamé. Je vous souhaite une très bonne écoute !Pour découvrir les coulisses du podcast :https://www.instagram.com/inpowerpodcast/Pour retrouver Léa Salamé :https://www.instagram.com/leasalameoff/https://www.franceinter.fr/emissions/femmes-puissantesEt pour suivre mes aventures au quotidien :Les ressources citées dans cet épisode :Histoire de ma vie, CasanovaLes frères Karamzov, DoïtoveskiFemmes Puissantes, Tome 1, Léa SalaméFemmes puissantes, Tome 2, Léa SalaméBen MazuéCool Kidhttps://www.youtube.com/channel/UChG8nxeVTk6jQJyH-_TG7xwSi cet épisode t'a plu, celui-ci te plaira surement :https://podcasts.apple.com/ca/podcast/faustine-bollaert-lanimatrice-pr%C3%A9f%C3%A9r%C3%A9e-des-fran%C3%A7ais/id1373863417?i=1000626770215 Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.

Stuff You Missed in History Class
Electrocardiograms

Stuff You Missed in History Class

Play Episode Listen Later Jun 16, 2025 37:17 Transcription Available


The first electrocardiograph was invented in 1895. That device looked a lot different from today’s machines, and there are some other contenders for the title of “first.” Research: AlGhatrif, Majd, and Joseph Lindsay. “A brief review: history to understand fundamentals of electrocardiography.” Journal of community hospital internal medicine perspectives vol. 2,1 10.3402/jchimp.v2i1.14383. 30 Apr. 2012, doi:10.3402/jchimp.v2i1.14383 Baldassarre, Antonio et al. “The Role of Electrocardiography in Occupational Medicine, from Einthoven's Invention to the Digital Era of Wearable Devices.” International journal of environmental research and public health vol. 17,14 4975. 10 Jul. 2020, doi:10.3390/ijerph17144975 Browne, Sir Thomas. “Chap. IV: Of Bodies Electrical.” From Pseudodoxia Epidemica. 1672. https://penelope.uchicago.edu/pseudodoxia/pseudo24.html Case Western Reserve. “Cambridge Electrocardiograph, 1920.” https://artsci.case.edu/dittrick/online-exhibits/explore-the-artifacts/cambridge-electrocardiograph-1920/ Fisch, Charles. “Centennial of the string galvanometer and the electrocardiogram.” Journal of the American College of Cardiology. Volume 36, Issue 6, 15 November 2000. https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0735109700009761 Friedman, Paul A. “The Electrocardiogram at 100 Years: History and Future.” Circulation. Volume 149, Number 6. https://doi.org/10.1161/CIRCULATIONAHA.123.065489. Fye, W. Bruce. “A History of the Origin, Evolution and Impact of Electrocardiography.” The American Journal of Cardiology. Vol. 73, No. 13. 5/15/1994. Goodrich, Joanna. “Forget Electrodes, the First EKG Machine Used Buckets of Saline Solution and Telephone Wire.” IEEE Spectrum. 1/5/2021. https://spectrum.ieee.org/forget-electrodes-the-first-ekg-machine-used-buckets-of-saline-solution-and-telephone-wire Howell, Joel D. “Early Perceptions of the Electrocardiogram: From Arrythmia to Infarction.” Bulletin of the History of Medicine, SPRING 1984, Vol. 58, No. 1. Via JSTOR. https://www.jstor.org/stable/44441681 Jenkens, Dean and Dr Stephen Gerred. “A (not so) brief history of electrocardiography.” ECG Library. 2009. https://ecglibrary.com/ecghist.html Macfarlane PW, Kennedy J. Automated ECG Interpretation—A Brief History from High Expectations to Deepest Networks. Hearts. 2021; 2(4):433-448. https://doi.org/10.3390/hearts2040034 Rautaharju, Pentti M. “Eyewitness to history: Landmarks in the development of computerized electrocardiography.” Journal of Electrocardiology 49 (2016) 1 – 6. Rivera-Ruiz, Moises et al. “Einthoven's string galvanometer: the first electrocardiograph.” Texas Heart Institute journal vol. 35,2 (2008): 174-8. Salam, Amar M. “The Invention of Electrocardiography Machine.” HeartViews. 2019 Nov 14;20(4):181–183. doi: 10.4103/HEARTVIEWS.HEARTVIEWS_102_19. Vincent, Rony. “From a laboratory to the wearables: a review on history and evolution of electrocardiogram.” Iberoamerican Journal of Medicine, vol. 4, núm. 4, pp. 248-255, 2022. https://www.redalyc.org/journal/6920/692072548011/html/ See omnystudio.com/listener for privacy information.