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Talvez hoje existam pessoas aqui que conhecem muitas coisassobre Deus, mas ainda não conhecem verdadeiramente a Deus.Conhecem versículos.Conhecem histórias bíblicas.Conhecem doutrinas.Mas ainda não tiveram seus olhos abertos para enxergar a belezade Cristo.
Eu já escutei coisas sobre mim que não eram verdade e deduzo que você também tenha tido essa experiência. Se as pessoas não sabem nada sobre mim, o que dizer de Deus?Ouvimos muita coisa sobre Deus. As pessoas falam sobre Ele aos quatro cantos. Se houve uma enchente, uns dizem que foi a mão Dele. Já outros dizem que não teve nada a ver com Ele. Alguns dizem que Ele está punindo, já outros discordam disso.Emitir opiniões sobre Deus não tem nada a ver com conhecê-lo. Conhecer alguém é algo profundo, revela intimidade, proximidade. Não tem nada a ver com achismos ou suposições.Veja o que diz o Salmo 76 no verso 7: "Tu, sim, tu és terrível; se estás irado, quem pode permanecer na tua presença?"O salmista apresenta uma face de Deus que muita gente ignora. Mas quem conhece a Deus sabe que Ele não é só isso. Ele é amor, mas também fogo consumidor. Transformar Deus em alguém só irado é um erro. Como também apresentar um Deus que não pune é outro erro.Só há um jeito de sairmos dos achismos. É conhecê-lo a partir de sua Palavra. Busque o Senhor, e Ele se revelará a você.
O Fala Carlão Especial de Sábado + Turista Profissional visitam Washington-on-the-Brazos, um parque histórico de 300 acres onde, em 2 de março de 1836, 59 delegados se reuniram para assinar a Declaração de Independência do Texas e criar uma nova nação. O local é considerado o berço do Texas. O site passou recentemente por uma renovação de US$ 57,4 milhões e reabriu com um museu atualizado, centro de visitantes e a nova Washington Townsite Experience, uma réplica da cidade onde o Texas se tornou o Texas. Um destino que combina história, cultura e paisagens às margens do Rio Brazos.
Mais uma jornada de Bate Pé. Conhecem a partida do João Botão? A vingança é um prato que se serve frio? Não sei, depende do gosto de cada um mas a verdade é que o Rui retribuiu o deboche que a Mafalda lhe deu há um ano atrás. Neste episódio falamos sobre a nossa condução, fazer uma sandes no restaurante e de coisas caras. Qual foi a pergunta mais inesperada que vos fizeram? O Rui consegue ganhar, acreditem. Falamos também dos Aliens files e temos finalmente a revelação da Mota. Por fim tábua de queijos é criminoso ou inocente? Digam-nos vocêsREDES SOCIAISMafalda Castro: https://www.instagram.com/mafaldacastro/Rui Simões: https://www.instagram.com/ruisimoes10/Bate Pé instagram: https://www.instagram.com/batepeclips/Bate Pé Tiktok: https://www.tiktok.com/@bate.pe
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José Luiz Tejon, uma das maiores autoridades em marketing em agronegócio, comenta os mais relevantes fatos da área às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 7h25, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mark Finley
O humorista britânico Ed Gamble atua pela primeira vez em Portugal a 11 de novembro, no Teatro Villaret, em Lisboa. Para além dos longos anos de carreira como stand-up comedian, é conhecido por co-apresentar o podcast “Off Menu”, ao lado do também humorista James Acaster. É um dos humoristas habituais nos chamados panel shows britânicos, como “Mock the Week”, “Would I Lie to You?” e também do “Taskmaster”, programa que venceu na versão britânica. “Ed Gamble Live” é a sua primeira digressão europeia e começa em Portugal. No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, explica que arranja sempre tempo para experimentar pratos típicos quando está em tour, aponta os podcasts como o meio através do qual mais vende bilhetes e elogia a universalidade do “Taskmaster”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O leitor brasileiro tem uma relação peculiar com a literatura russa. Nomes como Tolstói e Dostoiévski mexem bastante com o nosso imaginário e nossas ambições diante dos livros. Esse apego, no entanto, costuma ser pelos russos que escreveram no século 19, começo do século 20. Para conversar sobre uma literatura mais recente, pegando boa parte do século 20 e já entrando nesse primeiro quarto de século 21, que convidei Maria Vragova para o papo que vocês ouvirão a seguir. Maria é russa e vive há décadas no Brasil, onde hoje toca a editora Ars et Vita e organiza o festival Artes Vertentes, que neste ano acontecerá entre os dias 11 e 21 de setembro em Tiradentes, cidade histórica de Minas Gerais. Contudo, a conversa é mesmo sobre essa literatura russa que chega até os nossos dias, como vinha dizendo. Quem são os nomes que merecem atenção? Como se relaciona com o período soviético? E hoje, como Putin assombra os autores de seu país? * Aqui o caminho para a newsletter da Página Cinco: https://paginacinco.substack.com/ ** O caminho para a programação do Artes Vertentes: https://www.artesvertentes.com/ *** Alguns nomes mencionados no papo: Ivan Búnin; Andrei Platônov; Issac Babel; Mikhail Bulgkákov; Shalámov; Nadejda Teffi; Boris Pasternak; Andrei Bieli; Valentin Rasputin; Ilia Erenburg; Dmitri Bikov; Maria Stepánova; Egana Djabbarova. **** A ilustração da arte do episódio foi feita por Anna Cunha para a edição da Ars et Vita de “O Amor Pela Pátria e Outras Histórias”, de Andrei Platônov.
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
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Ouça esta pregação do Pr. Marcelo Pretti na IPR Church no culto de Domingo.
Vinícius Francis - Metafísica, Autoconhecimento & Espiritualidade
Nesta canalização, o Mestre nos direciona ao caminho de iluminação através da escolha em conhecer Seu coração e Seus caminhos. Uma mensagem que nos abençoa profundamente e reforça o essencial, o indispensável, e aquilo que pode nos transformar completamente. Confira! ✅As Leis da Transformação Espiritual: https://bit.ly/4dpRG5d✅Alquimia da Consciência: https://bit.ly/3UsO5v1✅Loja Virtual: https://bit.ly/40J3GJK✅E-books gratuitos: https://bit.ly/3ZKYTJk✅ Contato e redes sociais:✔️WhatsApp: https://bit.ly/3El8s72✔️Instagram: http://bit.ly/2GOkzMs✔️Telegram: https://t.me/viniciusfrancis
O Brasil ainda é incipiente quando o assunto são projetos de acolhimento familiar, algo que começou a ser implantado somente no final da década de 90 no país. O Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora é pouco conhecido e enfrenta resistências para se consolidar. Como funciona o programa? E como fazer para mudar essa realidade? É o que discutimos neste episódio do DW Revista.
"A regra mais importante do RPG" é um título que a tal Regra de Ouro tem por aí. Mas o que é a Regra de Ouro? Ela é mesmo a mais importante? Ela é um problema? Ela leva a gente a pensar sobre game design? Tudo isso e muito mais no Caquitas de hoje!Quem quiser anunciar com a gente, pode entrar em contato com caquitaspodcast@gmail.comPara entrar em contato direto conosco para assuntos não-comerciais, use as redes sociais ou o email caquitaspodcast@gmail.comNo mais, sigam o Caquitas nas redes sociais, e se quiserem virar nossos padrinhos, dá pra assinar pelo Apoia-se ou pelo Catarse!LISTA DE PRESENTES DO CAQUITAS
E ai, Cineponters! Conhecem algum nepobaby? O termo "Nepobabies" explica as celebridades filhas de famosos que tiveram suas carreiras favorecidas por conta de seus pais.Agora fica a dúvida, eles merecem o espaço que ocupam ou estão surfando na onda do sobrenome? A equipe do Cineponto decidiu mergulhar nesse fenômeno cheio de opiniões e polêmicas! Vem com a gente nessa conversa! Esse programa foi produzido por estudantes do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no segundo semestre de 2024. Apresentação e roteiro por Felipe Paze, Mesa redonda com Malena Lima e Le Barros Boletins por Adrielli Duarte, Maria Eduarda Assmann, Letícia Laura, Matheus Locks e Olivia Sheel, trilha Sonora por Iara Rocha, artes e redes por Matheus Locks e Julia Vicente, making Off por Rafaella Junkes Técnica por Peter Lobo. Orientação das editoras Iara Rocha e Adrielli Duarte, e da professora Valci Zuculoto. Rádio Ponto UFSC, é jornalismo, é cinema, é rádio e ponto.
Bem-vindo à Rádio Minghui. As transmissões incluem assuntos relativos à perseguição ao Falun Gong na China, entendimentos e experiências dos praticantes adquiridas no curso de seus cultivos, interesses e música composta e executada pelos praticantes do Dafa. Programa 1279: Experiência de cultivo da categoria Perspectiva, intitulada: "Aqueles que conhecem a verdade resistem à perseguição", escrita por um praticante do Falun Dafa na China.
Jussie Cunha, Caio Costa e Renato Manso falam sobre TUDO do futebol cearense e MUITO MAIS. Danilo Queiroz e Anderson Azevedo nas reportagens.
Os Cearenses conheceram seus adversários pela 3ª fase da Copa do Brasil. O Fortaleza de Juan Pablo Vojvoda reencontra o Retrô, atual vice-campeão Pernambucano. Já o Ceará pega o Palmeiras, um dos favoritos ao título. Outro que não terá vida fácil é o Maracanã. Estreante na competição, o time da região metropolina pega o Internacional. Além disso, matéria sobre a relação do Fortaleza com o bairro do Pici.
“Quero conhecer a puta./ A puta da cidade. A única./ A fornecedora./ Na rua de Baixo/ Onde é proibido passar./ Onde o ar é vidro ardendo/ E labaredas torram a língua/ De quem disser: Eu quero/ A puta/ Quero a puta quero a puta.// Ela arreganha dentes largos/ De longe. Na mata do cabelo/ Se abre toda, chupante/ Boca de mina amanteigada/ Quente. A puta quente.// É preciso crescer/ esta noite inteira sem parar (…)” Não é uma provocação, é Drummond de Andrade, o mais canalha dos anjos, o mais encarnado dessa hierarquia que se some pelo tecto da criação, o homem que envelheceu ainda de mochila às costas, indo sem querer para a escola, levando porrada no recreio, pedindo namoro à facção do outro lado, resumindo séculos de engate em bilhetinhos, que terminavam em escolha múltipla: “Sim”, “Não” ou “A gente logo vê”. Não estamos a querer simplificar, mas o fracasso amoroso implica ir batendo às portas, ir descendo, até ganhar coragem de atravessar a rua de baixo, onde nos cruzamos com essa “guardiã do limiar”, a prostituta que, segundo Benjamin, é essa figura sagrada e profana ao mesmo tempo, que guarda a passagem entre a cidade diurna e nocturna, entre o alto e o baixo. Hoje, só a vertigem ainda nos desperta. Por isso, dos anjos tudo o que nos resta é a queda, o desastre cumprido de forma ritual, que implica assumir uma escolha, muitas vezes a pior possível, até para não se entregar ao impasse como parece ser a regra entre os demais. Conhecem-se as delícias de não pensar, de não prever e acatar as obscuras transformações que devem fazer de nós homens novos, purificados, os nativos que invocam esse mundo novo, dissociado da realidade, fazendo por esquecer os cruzamentos da história e da cultura, emprestados a esse imenso coral eufórico, a uma sujeição constante da actividade individual aos imperativos da virtualidade. “O espaço social transformou-se num sistema mundial de ligações automáticas em que os indivíduos não podem experimentar a conjunção, mas apenas a ligação funcional. (…) A vida social prossegue, mais frenética do que nunca: o organismo vivo e consciente deixa-se invadir por funções matemáticas mortas e inconscientes”, vinca Franco ‘Bifo' Berardi. Há hoje uma docilidade a um futuro que renunciamos a forjar e que nos limitamos a augurar, e mesmo se contrariados, colaboramos, dominados por desejos narcísicos e impulsos manipulados. Ninguém encontra saída, mas afundamo-nos e temos cada vez mais dificuldade em estabelecer uma fronteira entre o que pensamos ou sentimos e aquilo que não passa de uma resposta induzida a uma cadeia insuperável de estímulos, a um regime de programação dos circuitos neuronais. Não nos reconhecemos uns nos outros, mas falamos a mesma língua quando exprimimos este intenso mal-estar. “Este clima de asfixia que impregna os pulmões/ de uma angústia ofegante de peixe recém-pescado”, escreve Oliverio Girondo. “Este fedor aderente e errabundo,/ que intoxica a vida,/ e nos some em viscosos pesadelos de lodo./ Este miasma corrupto,/ que insufla em nossos poros/ apetites de polvo,/ desejos de um parasita abjecto,/ não surge,/ não surgiu/ destes aglomerados de sórdida hemoglobina,/ cal viva,/ soda cáustica,/ hidrogénio,/ chichi úrico/ que infectam os colchões,/ os tectos,/ as veredas,/ com suas almas cariadas,/ com seus gestos leprosos./ Este olor homicida,/ rasteiro,/ inelutável,/ brota de outras raízes,/ arranca de outras fontes./ Através de anos mortos,/ de crepúsculos com ranço,/ de sepulcros gasosos,/ de cursos subterrâneos de rios,/ foi-se aglutinando com os sucos pestíferos/ os detritos hediondos,/ as corrosivas vísceras,/ as esquírolas pútridas que consentiram o crime,/ a idiotice purulenta,/ a iniquidade sem sexo,/ o gangrenoso engano;/ até surgir o ar,/ expandir-se no vento/ e tornar-se corpóreo;/ para abrir as janelas/ penetrar nos quartos/ agarrar-nos pela nuca,/ empurrar-nos para o nojo,/ enquanto grita seu contágio,/ sua aversão,/ seu desprezo,/ por tudo o que aquieta a aspereza das horas,/ por tudo o que alivia a angústia dos dias.” Neste episódio vamos falar da polémica que opões Madalena Sá Fernandes a João Pedro George, vamos tentar abordar os elementos de uma sanha acicatada em zonas onde se excitam os piores instintos, onde os enredos estão sempre previstos, e oferecem esse jogo em que, sem se apagar a luz, a condição dos números permite essa degradação de todo o discurso, uma exasperação dos elementos conflituantes, mas num grau tal de tensão que se suprime qualquer possibilidade de juízo crítico. “Outrora ainda se fingia respeitar a inteligência, a cultura, as atitudes cívicas e morais”, assinalava num texto já com um quarto de século José Miguel Silva. “Ninguém se atrevia a desdenhar publicamente a cultura ou a ideia de formação intelectual. Havia decerto nisso uma grande dose de hipocrisia. Mas a hipocrisia não é o mais baixo a que se pode descer: pelo menos revela ainda má consciência em relação a algo que no fundo (ainda que de forma meramente supersticiosa) se considera superior: os valores morais, a ideia de justiça, a honorabilidade da inteligência. Quando já nem hipocrisia existe, isso significa que só resta o cinismo. E o cinismo reside na constatação de que o sucesso mundano em nada depende da inteligência e da probidade, e no regozijo perante esse facto, que assume então visos de ‘libertador'.” Neste episódio convocámos a Maria Lis para uma tarefa bastante ingrata com ela nos levou a compreender ao longo desta discussão, explicando os motivos por que a possibilidade de transmitir verdadeiramente certas noções obrigaria a uma transformação tão profunda da condição daquele que escuta, que não teria apenas de o fazer com verdadeira disposição de se reconhecer nesse “outro” que é “a mulher”, mas admitir, ainda que momentaneamente, uma transfiguração profunda dos processos pelos quais nos comunicamos, deixando de lado a mera apreensão racional, para assumir uma verdadeira experiência dessa outra realidade, que, parecendo estar tão próxima, reside num pólo que em grande medida ainda nos é desconhecido.
Somos gratos, Pai, pelos milhares que a cada dia aceitam a Jesus como Salvador e têm a vida, o coração transformado. Mas, apesar disso, há muitas […]
Foi lançado neste domingo 8 de Dezembro de 2024 em Paris, o livro "Saudade cité", um livro sobre a imigração portuguesa em França escrito por Álvaro Morna, escritor e jornalista que os ouvintes mais antigos da RFI em português para África decerto recordam. Quando faleceu em Maio de 2005, o autor estava a trabalhar nesta obra que é uma colectânea de contos. Militante anti-salazarista, o jornalista exilou-se em França por se opor às guerras coloniais que considerava injustas. Nos arredores de Paris, Álvaro Morna continuou a sua militância junto dos numerosos portugueses que tinham também deixado o país então amordaçado pela ditadura.Depois de ter evocado em 1999 em "Timor uma lágrima de sangue", a luta dos timorenses rumo à independência, e após ter evocado a sua própria viagem clandestina para a França no "Caminho para a liberdade", o seu último livro "Saudade Cité" fala precisamente dos portugueses que fugindo à miséria e à guerra se aglomeraram naquilo que nos anos 60 era um enorme bairro da lata, em Champigny, perto da capital francesa.Este livro era a obra na qual ele estava a trabalhar quando faleceu.Ele recordou a primeira greve em que entraram trabalhadores portugueses que nunca tinham participado em nenhum bloqueio, ele contou-nos a odisseia de um português que não sabia nem ler nem escrever e fez duas vezes a viagem a "salto" até França sem nunca cruzar a polícia e também apresentou-nos Alfredo, um homem feio que, como os colegas, vai tentar sair da sua solidão no final de semana. O amigo e editor, João Heitor, recordou as circunstâncias em que nasceu essa colectânea de quatro contos que acaba de publicar em português e em francês."O Álvaro já estava muito doente. Ele de vez em quando convidava-me a mim e à minha esposa para irmos jantar a casa dele e líamos contos. Ele dizia-me 'olha, acabei de escrever tal livro'. Quando o Álvaro foi para o hospital, eu dizia-lhe 'temos que editar o livro'. Ele respondia 'Sim, sim, sim, sim, sim'. Morreu. Eu achei que sobre a questão da emigração, do 'Salto' dos anos 80, as coisas não estão ainda bem esclarecidas a nível dos jovens que hoje se encontram com 40, 45 anos. Porque não era um tabu, mas os pais queriam que os filhos se integrassem através da escola, através do trabalho, através de tudo isso", lembra o editor para quem as histórias -reais- que Álvaro Morna nos dá a conhecer "são documentos escritos por alguém que viveu essa realidade. Não há mais nada. Há o realizador José Vieira que fez algo, há Gerald Bloncourt ao nível da fotografia. Depois há uns pequenos extractos aqui e acolá. E sobretudo, os jovens não conhecem essa história. Conhecem vagamente, porque também os pais não queriam que conhecessem. Portanto, este é o próximo combate"."Teatro de desgostos escondidos, de saudades marejadas nos olhos tristes, de revoltas obscuras, de interrogações sem resposta, o Bidonville de Champigny era um palco onde se reflectia, como numa poça de água, a alma torturada dos portugueses. Era o depositário das suas penas, dos seus gritos silenciosos e das suas esperanças sem rumo", descreve a dada altura o escritor. Esta história pouco conhecida, uma história provavelmente partilhada por todas as diásporas, uma história de separação, de saudade e de incertezas, foi contada por Álvaro Morna, como um testemunho para as gerações vindouras. Um dos filhos, Jean-Paul, presente no lançamento do livro, deu conta da sua emoção."Acho que ele nos contou essas histórias quando éramos crianças, como um pai conta histórias para os filhos que olham para ele com muita admiração, maravilhados", disse.Também presentes estiveram muitas das pessoas com quem se cruzou nas suas andanças e se tornou amigo."Tino" Costa, antigo dirigente de uma rádio associativa, conheceu o jornalista nos anos 80. "Conheci-o quando houve o movimento associativo relativo às rádios livres. Era uma pessoa muito dedicada à comunidade e aos problemas sócio-culturais e políticos também. Era uma pessoa que, com muita dignidade, sabia dominar os seus impulsos, mas também sabia o que queria na vida, para ele e para e para os que o rodeavam", recordou. Gracinda Maranhão, militante e advogada em Paris, também conheceu Álvaro Morna há mais de quarenta anos. "Ele era um homem que tinha um sentido profundo da família. Tinha um sentido profundo da justiça e tinha uma paixão profunda pela humanidade. Lembro-me do encorajamento e da força que ele me inculcava. Ele tinha uma palavra que era comum às palavras que o meu próprio pai que me dizia para nunca renunciar ao seu próprio sonho", lembra a advogada portuguesa. Fernando Marques, cantor naquela época e agora professor universitário em Atenas, também fez questão de estar presente na homenagem. "Primeiro de tudo, era uma pessoa culta e, sobretudo, tinha uma abertura de espírito muito grande, capaz de vir ter com o jovem que eu era na altura e perguntar-me coisas como se eu fosse já uma celebridade, por assim dizer. Tinha uma abertura de espírito muito grande. Guardo dele também o espírito de 'bon vivant' que ele tinha. Há pessoas que passam sobre nós, que a gente esquece. Há outras pessoas que nós encontramos na vida que nunca mais esquecemos e que estão sempre presentes. É o caso do Álvaro Morna", conclui o universitário ao lembrar a pessoa que para uns foi uma voz que acompanhou as tardes e que, para outros, foi um amigo.Para ter mais informações sobre o livro "Saudade cité", eis o contacto:https://www.conviviumlusophone.com/contact/
Potter, Kelly e PG trazem as principais informações do dia sobre comportamento, cultura, humor, futebol, cotidiano, política e opinião. O Timeline Gaúcha vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 10h às 11h, com transmissão simultânea no YouTube
Neste episódio fazemos uma análise sobre o clássico da literatura argentina gauchesca “Martín Fierro”, que é hoje também o nome da mais famosa premiação cultural nesse país. Os livros hoje são de domínio público e podem ser lidos aqui : El gaucho Martín Fierro (primeira parte) : https://www.argentina.gob.ar/sites/default/files/hernandez_jose_-_el_gaucho_martin_fierro.pdf La vuelta de Martín Fierro (segunda […]
60% DOS CASAIS SE CONHECEM ONLINE e Liam Payne ex One Direction Cafezinho - Quinta-feira - 17/10/24
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As pessoas precisam criar um relacionamento íntimo com a natureza, porque as pessoas só realmente cuidam, zelam, amam e defendem aquilo que elas conhecem. Kamila é ativista desde muito cedo e teve importantes influências que mostraram o impacto que ela poderia produzir no mundo. Kamila chorou quando sobrevoou pela primeira vez a região amazônica, conheceu de perto a floresta, e decidiu amá-la e defendê-la. - ali achou o seu propósito. As mudanças climáticas representam um dos desafios mais urgentes e inadiáveis do nosso tempo, mas não basta combater essa crise, precisamos defender a necessidade de políticas e medidas que considerem as desigualdades e que busquem mitigar os impactos das mudanças climáticas de forma equitativa, por isso hoje o nosso episódio é sobre Justiça Climática. Que conversa inspiradora, obrigada pelo seu trabalho e conversa, Kamila! Não deixe de conhecer a plataforma @creatoracademybrasil e o @instituto.oya Bom play! Host: Marcelo Cardoso Produção: Gabriela Szulcsewski @travs.estudio
Já Se Faz Tarde
Bem-vindo(a) ao Bruxa Ensina: Especial Umbanda com Bruxa Evani. Conhecem a magia das velas? Trata-se de um elemento essencial em rituais mágicos e espirituais. Apesar de não ser especificamente sobre Umbanda, vamos mergulhar no mundo das velas e seus poderes místicos. Aprenda sobre os diferentes tipos e usos das velas em rituais mágicos, e como o fogo é um elemento de transformação e transmutação. Prepare-se para aprender a utilizar a magia das velas em seus próprios rituais e práticas espirituais! ~~~~~~~~~~~ Siga-nos no Instagram: Bruxa Evani: https://www.instagram.com/bruxaevani/ Nova Ordem do Sol:https://www.instagram.com/novaordemdosol/ Alma da Floresta: https://www.instagram.com/almadafloresta.loja/ Conheça nossos cursos: https://mysticalweb.com/ Para consultas astrológicas personalizadas, cursos presenciais, entre em contato conosco pelo telefone/whatsapp: (11) 94034-3160
Pessoas demasiado pontuais, encomendas que viram pesadelo... e uma surpresa do Markl.
Polémica em Vizela. Descontos do Porto. Sport Tv em modo Sporting Tv. 5 centímetros de fora de jogo não são aceitáveis. Metade dos jogos da 2ª liga com menos de 1000 pessoas nas bancadas. O Canelas está vivo! A história do Red Bull Salzburg. O Top 5 de ligas europeias mais 3 periféricas. João Félix e Cancelo em destaque.
Adolfo e Rafael desembarcam no Laos, um pequeno país no Sudeste Asiático e o mais barato desta viagem, e vivem experiências incríveis. Conhecem cachoeiras com água verde esmeralda, veem a procissão de monges e experimentam comidas deliciosas.
Conhecem bem Nuno Viegas. É dele a voz e a autoria do genérico do Ponto Final Parágrafo. Jornalista no Fumaça, desde cedo que começou a escrever. Admite que gosta de todos os géneros literários. Crónica, conto, poesia... Não abdica de ler e escrever. Acaba de publicar o texto "A Vida de Ivan Ilitch", novela de que falamos neste episódio. No podcast "Poejo", podemos ouvir os seus ensaios em formato de crónica audio. É uma conversa sobre hábitos de leitura e escrita, a publicação de autor e a visão que tem sobre o Jornalismo atual. A prometida verificação de factos: a série “Exército de Precários”, do Fumaça, é o resultado de 60 entrevistas e mais de 100 horas de gravações. ht Considera contribuir no Patreon: patreon.com/pontofinalparagrafoLer e assinar a newsletter do podcast: www.getrevue.co/profile/magdacruzClube de Leitura: https://join.slack.com/t/clubedeleiturapfp/shared_invite/zt-12tebtrl2-fSxM2fh7liyX1jnuLot_FQContacto do podcast: pontofinalparagrafo.fm@gmail.comSegue o Ponto Final, Parágrafo nas redes sociais: Instagram, Twitter e FacebookProdução, apresentação e edição: Magda CruzGenérico: Nuno Viegas Livros mencionados no episódio: (00:01:34) Apresentação de Nuno Viegas (00:08:17) Poesia de Whitman e Florbela Espanca (00:11:35) Primeiras leituras, policiais, Sci-fi e “Uma Aventura” (00:14:36) Primeiros passos na escrita e primeiros textos publicados (00:17:00) A influência da leitura na escrita (00:19:44) “A vida de Ivan Ilitch”, de Nuno Viegas (00:28:00) Podcast “Poejo” (00:36:10) “The Penultimate Truth”, de Philip K. Dick (00:37:05) Edição de “A vida de Ivan Ilitch”, de Nuno Viegas e Dualgo (00:41:09) Crónica e conto, MEC, Maria Teresa Horta e Sena Santos (00:45:52) As sugestões de Nuno Viegas (00:46:56) “Quotidiano Instável”, de Maria Teresa Horta (00:52:27) “Liberty To-Day”, de CEM Joad (00:55:47) “To a God Unknown” ou “A um deus desconhecido”, de John Steinbeck (01:01:40) “Conhecimento do Inferno”, de António Lobo Antunes (01:02:59) “The Finger”, de William S. Burroughs (01:04:54) Jornalismo, sonhos de criança e primeiros trabalhos (01:07:00) Fumaça e visão sobre o Jornalismo atual (01:17:22) Próximos trabalhos do Fumaça (01:20:11) Que livro gostavas de ter escrito? (01:22:25) Despedida
Alberto Gonçalves comenta o caso dos fundos atribuídos ao marido da ministra da CoesãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
"Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito." João 3:5,6
A antevisão do Midtjylland-Benfica; o rei Mané e vida difícil para Jorge Jesus.
Versão em áudio da reportagem que relata a visita de um grupo de pessoas com deficiência visual do Instituto da Audiovisão (Inav) ao Esculturas Parque Pedras do Silêncio, em Nova Petrópolis.
Por Pr. Paulo Borges Jr.. Mensagem 5 da série "Amigos". https://bbcst.net/S7894L
Por Pr. Paulo Borges Jr.. Mensagem 5 da série "Amigos". https://bbcst.net/S7894L
Por Pr. Paulo Borges Jr.. Mensagem 5 da série "Amigos". https://bbcst.net/S7894L
Por Pr. Paulo Borges Jr.. Mensagem 5 da série "Amigos". https://bbcst.net/S7894L
Por Pr. Paulo Borges Jr.. Mensagem 2 da série "O caminho para o pai". https://bbcst.net/S7710L