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Para Edite Fernandes, Sporting é o “justo vencedor” pela prestação superior da equipa. Apesar de considerar que a 1ª parte foi bem jogada pelas duas equipas, esperava mais do Famalicão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoy ponemos el foco en el negocio multimillonario de la búsqueda de pareja y el declive de las apps.
O chefe de Estado de Angola e Presidente em exercício da União Africana, João Lourenço, esteve reunido nesta segunda-feira em Luanda com o seu homólogo da RDC, Félix Tshisekedi, com o Presidente do Conselho da República do Togo e mediador da União Africana, juntamente com outros mediadores, para evocar o conflito que continua vigente no leste da RDC, apesar da recente assinatura de acordos para pôr fim às hostilidades. Segundo um comunicado da presidência angolana emitido no final do encontro, Luanda foi mandatada para encetar consultas "com todas as partes congolesas interessadas", para a criação de condições e a realização de um diálogo inter-congolês. Os participantes no encontro lançaram um apelo para que os beligerantes declarem um cessar-fogo, “a entrar em vigor na data e hora a serem acordadas”, incitando-os acelerar a aplicação dos Mecanismos de Verificação do Cessar-fogo, acordados em Doha a 14 de Outubro de 2025. Neste comunicado, Luanda refere que os participantes recordam a necessidade de se cumprirem “as decisões tomadas ao abrigo do Acordo de Washington de 4 de Dezembro de 2025" e "as Resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre a retirada das tropas ruandesas do território congolês e a neutralização das FDLR”. Estes apelos surgem numa altura em que se constata que os acordos assinados pelas partes em conflito não estão a ser seguidos de efeitos, dado que o cessar-fogo tem sido tão repetidamente violado no terreno, que os Estados Unidos ameaçaram aplicar sanções contra quem desrespeita o acordo de paz que mediaram no ano passado. Esta reunião em Luanda que marca o regresso de Angola no processo negocial da RDC quase um ano depois de se afastar da mediação em Março de 2025, na ausência de entendimentos, acontece igualmente numa altura em que Luanda está prestes a deixar a presidência em exercício da União Africana. Nos próximos dias 14 e 15 de Fevereiro, decorre a cimeira de Chefes de Estado e de governo da União Africana durante a qual Angola vai passar o testemunho ao Burundi na liderança rotativa do bloco continental. Em entrevista concedida à RFI, Osvaldo Mboco, professor de Relações Internacionais ligado à Universidade Técnica de Angola, considera que a reunião desta segunda-feira traduz o reconhecimento de que Luanda tem um papel a desempenhar relativamente à RDC. RFI: Como se pode interpretar a reunião que decorreu nesta segunda-feira em Luanda? Osvaldo Mboco: Este encontro enquadra-se nos esforços para a pacificação no leste da República Democrática do Congo, por via de uma iniciativa africana e penso que o Presidente Félix Tshisekedi percebeu que a solução para os problemas no seu país não deve ser encontrada em outras geografias, quer a nível do Catar e quer a nível dos Estados Unidos, porque esses dois mecanismos não produziram efeitos factíveis, não reduziram ao máximo aquilo que são as tensões que se registam no Leste da República Democrática do Congo. O acordo de Washington continua a ser violado ciclicamente. O entendimento de Doha não avança e penso que este recuo por parte do presidente Félix Tshisekedi, por um lado, procura uma solução africana e, por outro lado, também é o reconhecimento pelo Presidente Félix Tshisekedi das acções que foram levadas a cabo por Angola, que esteve muito mais próxima da pacificação do Leste da República Democrática do Congo comparativamente ao cenário actual, e o reconhecimento que Angola é uma peça central para aquilo que pode ser a estabilidade no leste da República Democrática do Congo. Se fizermos um recuo histórico, vamos perceber que Angola, em determinado momento e contexto da história política congolesa, esteve sempre no meio deste processo de pacificação no leste da República Democrática do Congo. Primeiro, pela via daquilo que foi o derrube de Mobutu na RDC, depois pelas estratégias de protecção do Presidente Kabila pai e também pelos processos que Angola foi encabeçando a nível da RDC. Então, eu tenho estado a defender que Angola é um mediador nato do conflito da República Democrática do Congo. Agora, é importante também aqui sublinhar o seguinte: este encontro visa essencialmente um diálogo inter-congolês e esse diálogo inter-congolês procura, na sua essência, congregar quer a sociedade civil, quer os grupos de pressão, quer também as religiões, principalmente a Igreja Católica e os grupos insurgentes que gravitam na RDC. Mesmo também as vozes dissonantes e aqui, de vozes dissonantes, podemos citar o Presidente Joseph Kabila, podem ser chamados para este diálogo. Pode funcionar porque a RDC tem um elemento histórico que foi o diálogo inter-congolês em Sun City, na África do Sul, penso que em 2002-2003, onde também houve uma espécie de diálogo inter-congolês. E aqui a grande questão é observar que se o M23 não participa desse diálogo inter-congolês, que é hoje o grupo beligerante com maior capacidade combativa no terreno, esse diálogo pode não produzir os efeitos factíveis. E daí é que olhamos para a nota de imprensa da República de Angola quanto a este encontro. Eles chamam a atenção sobre a necessidade de se acelerar o mecanismo de Doha do ponto de vista do entendimento entre o M23 e a República Democrática do Congo. Primeiro, é uma pressão a Doha que deve dinamizar aquilo que foi o acordo encontrado entre o governo e o M23. Mas também é uma crítica porque percebe-se que Doha, independentemente de ter aquele encontro que foi muito mediatizado, a fotografia que circulou o mundo, mas não produziu o resultado factível do ponto de vista do entendimento entre o M23 e o governo. Claramente que é importante que as questões estruturais fracturantes possam estar por cima da mesa. Podemos ver que o M23 pode ser extinto pela via política, desde que determinados elementos que eles defendem estejam aí salvaguardados. Do ponto de vista do entendimento, eu acho um pouco difícil, porque hoje o M23 não quer simplesmente ter uma pressão ao fazer política, mas quer também controlar território. E o controlo desses territórios, muitas vezes são territórios ricos em termos de minérios. E aqui começa a abordagem de uma questão de cessão de território da RDC. RFI: E, lá está, relativamente, às pretensões do M23. O que se nota nestes últimos meses, depois da conclusão de diversos acordos, tanto no processo de Doha como também em Washington, é que, de facto, as partes envolvidas não estão confortáveis com os acordos que foram alcançados. Tanto o M23 como o Ruanda, sente-se que querem mais. O que é que eles querem? Osvaldo Mboco: Fica muito difícil trazer isto na análise, porque em muitos casos há elementos que não transpiram para fora. Mas o que nós podemos fazer é aqui algumas conjunções em função daquilo que a nossa observação e também de informações que vamos tentando cruzar. E uma delas é o Ruanda ter acesso a determinados minérios da RDC. Há quem já fale também que o Ruanda pretende alargar o seu território, porque reclama que a Conferência de Berlim (em 1884-1885) amputou território do Ruanda e há uma parte do Ruanda que está na RDC. Pode ser que o Ruanda pretenda reconfigurar esta questão para a estabilidade. E, como deve calcular, o Ruanda é um país pequeno que tem estado a crescer do ponto de vista demográfico também. Logo, há essa pretensão. Os grupos erráticos que surgem, normalmente eles procuram usar o sentimento étnico, mas na verdade são senhores de guerra. São senhores do contrabando, do tráfico, que usam a sua posição para o enriquecimento ilícito de uma determinada elite daquele grupo. E tanto é assim que nós conseguimos observar que os grupos erráticos que residem na RDC, muitos deles digladiam-se entre si na procura e no controlo de terras ou de espaços geográficos onde existem de facto minérios para poderem contrabandear esses minérios. RFI: Voltando à visita de Tshisekedi a Luanda, esta visita também se insere numa digressão que efectuou com o objectivo de obter sanções contra os M23. Julga que as sanções são uma alavanca útil neste processo? Osvaldo Mboco: Claramente que sim. Claramente que sim, porque os beligerantes só continuam com as acções de desestabilização e com a força militar que se encontra, o poder militar que têm no teatro das operações, porque eles continuam -primeiro- a contrabandear minérios e há é alguém que compra esses minérios, por um lado. E nesse contrabando de minérios, eu tenho estado a defender que existem figuras do Estado da RDC que facilitam a saída desses minérios. As sanções também podem ser para os países que têm estado a dar guarida aos M23, porque se aquele material bélico sofisticado chega até ao M23 que tem capacidade de desbaratar uma força regular que é o Exército da República Democrática do Congo, dentro de um quadro da conflitualidade, é porque vem de algum sítio. Tem país de trânsito. Qual é o país de trânsito? E é fundamental que todos os envolventes para a instabilidade no leste da República Democrática do Congo, a comunidade internacional, tenha uma posição muito mais clara, muito mais firme e não a ficar simplesmente do ponto de vista daquilo que são as condenações, mas do ponto de vista das sanções, porque se assim não fizer, a comunidade internacional acaba sendo cúmplice. Porque os próprios Estados Unidos entendem que o Ruanda tem estado a violar o cessar-fogo e a apoiar o M23. A presença de tropas ruandesas em solo da RDC é uma violação à soberania do Estado da RDC. Então como é que não se obriga o Ruanda a retirar os militares que lá estão? RFI: Os Estados Unidos anunciaram recentemente que estavam a ponderar a hipótese de sanções. Julga que este é o passo a seguir por Washington? Osvaldo Mboco: Uma coisa é o discurso político, outra coisa é a acção política. E nós vimos que os Estados Unidos, quando têm interesse, eles agem com a tenacidade que é exigida para o contexto. Se os Estados Unidos só ponderam sanções numa altura em que os Estados Unidos têm a força para impor que o Ruanda cumpra os acordos de paz, porque até o Ruanda não cumpriu os acordos de paz assinados em Washington, fragiliza a imagem dos Estados Unidos enquanto 'Estado gendarme' do sistema internacional, porque os Estados Unidos têm uma responsabilidade acrescida como guardião da paz e da estabilidade mundial. Então, quando um acordo é assinado em seu solo, onde há comprometimento, uma das partes, que é um país periférico como a RDC, Ruanda e grande parte dos países africanos que são países periféricos e a superpotência não consegue impor, isto descredibiliza até a capacidade dos EUA em mediar e negociar determinados assuntos. RFI: Não podemos também esquecer-nos que este encontro em Luanda decorre apenas alguns dias antes da cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana. O que é que se pode esperar para a RDC nesta cimeira? Osvaldo Mboco: Eu penso que a questão da paz, estabilidade e segurança no continente africano é um tema que é transversal às várias presidências que vão surgir. Com certeza, a RDC estará em cima da mesa. E podemos aqui perceber que este encontro preliminar, ainda no âmbito da sua Presidência, Angola, talvez percebeu que era fundamental ter dado um passo mais consistente nas vestes de Presidente da União Africana sobre a matéria de paz e estabilidade na República Democrática do Congo. Porque em abono da verdade, a forma como Angola foi tratada aquando da sua saída do processo de mediação foi uma forma que embaraçou a diplomacia angolana. Expôs até certo ponto, o Estado angolano numa posição não confortável. E penso que esses acontecimentos foram determinantes para que Angola entendesse se afastar temporariamente. E também os pronunciamentos do Presidente Kagame que fizeram com que Angola se afastasse temporariamente e reconfigurar-se a sua abordagem. Mas, conforme eu disse inicialmente, Angola é o mediador natural da República Democrática do Congo por vários factores e pelo factor também da aproximação geográfica. Nós partilhamos uma fronteira de 2511 km de extensão. Ou seja, a RDC é extremamente importante para Angola e toda e qualquer alteração securitária e política que decorre na RDC acaba tendo implicações para o Estado angolano devido à fronteira. Logo, Angola tem uma preocupação redobrada daquilo que acontece na República Democrática do Congo. E penso que, observando esses elementos e também a vinda do Presidente Félix Tshisekedi a Luanda no mês passado -foram aproximadamente três vezes- penso que deve ter dado garantias ao Presidente João Lourenço, que estaria disposto em observar e cumprir alguns dos conselhos saídos de Luanda. Porque, o Presidente Félix também é parte da culpa desse clima de deterioração em que se encontra hoje o leste da RDC. Por uma razão muito simples: o M23 no passado já havia aceitado acantonar. Houve um processo de acantonamento em como o M23 havia aceitado, que estava a ser conduzido por Angola, mas que por intransigência do Presidente Félix Tshisekedi, quer pela falta do comprometimento do Presidente Tshisekedi em aceitar que esses indivíduos pudessem ser enquadrados, houvesse processo de acantonamento e, posteriormente, uma abordagem interna para que esses indivíduos pudessem integrar o exército. E não só. Houve por parte do Presidente Tshisekedi uma acção que não foi nesta direcção, porque talvez na altura estava num período eleitoral e não queria, de facto, desagradar a um segmento do eleitorado que é muito anti-M23. E a perda deste processo de acantonamento, que estava acertado nos moldes que estavam convencionados, fez com que o M23 depois conquistasse e alargasse o seu controlo a outras cidades.
EUA, Rússia e Ucrânia sentam-se em Abu Dhabi. Major-General João Vieira Borges acusa a comunidade internacional de "não reagir" aos ataques contra Kiev. "Os Estados Unidos estão ao lado de Moscovo".See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Si en el primer gobierno de Donald Trump la posverdad se convirtió en la norma, su segundo mandato es la era de la poslegalidad. Envueltas en las manipulaciones de la mentira emotiva, la ráfaga de decisiones del presidente de Estados Unidos desmantela los contrapoderes del armazón constitucional. Análisis. ►►Para escuchar las entrevistas, hacer click en el icono play►► Donald Trump llegó por primera vez a la Casa Blanca en 2016 luego de que los datos personales de más de 50 millones de usuarios de Facebook fueran sustraídos y utilizados para influir en el voto republicano de EEUU, en lo que se conoce como el escándalo de Cambridge Analytica. Esos cuatro años del Gobierno Trump fueron ejemplo paradigmático de la posverdad: se borran los hechos, hay confusión intencional y se desvanece la realidad. En su segundo mandato, las manipulaciones de la verdad emotiva envuelven una ráfaga de decisiones presidenciales que eclipsan a los otros dos poderes, el legislativo y el judicial, en una suerte de poslegalidad. Ráfaga de decretos y memorandos presidenciales El magnate republicano regresó en 2025 a la Casa Blanca cargado de una avalancha de ordenes ejecutivas. En el primer día de su mandato, firmó 26 decretos que condenan a los inmigrantes, el clima, la salud pública, la ayuda humanitaria internacional, absuelven a sus copartidarios que asaltaron el Capitolio en 2021, rebautizan el Golfo de México y dan carta blanca a una entidad llamada DODGE para disolver los servicios públicos. Un récord y un anticipo de lo que sería su presidencia. Hasta principios de julio firmó otras 140, más de las que firmó el presidente Joe Biden durante cuatro años de gobierno, y solo 100 menos que su par Barack Obama durante sus ocho años en la Casa Blanca. “Donald Trump está haciendo uso exacerbado de los poderes que tiene como presidente de Estados Unidos con todos estos instrumentos que, debo señalar, son legales: órdenes ejecutivas, memorándum presidencial y que efectivamente ponen a la maquinaria del Ejecutivo a moverse a una velocidad no vista anteriormente. ¿Qué ocurre aquí? La Corte Suprema de Justicia, el Poder Judicial y el Poder Legislativo a través del Congreso no le siguen el paso", advierte Víctor Hugo Guerra, jurista y profesor de las universidades Internacional de la Florida y de las Naciones Unidas para la Paz. "¿Cuán legítimas son estas actuaciones del presidente Trump?” Dictar órdenes ejecutivas está dentro de las prerrogativas del presidente según el artículo II de la Constitución de los Estados Unidos, por lo que Trump no está desafiando ni eludiendo la Carta Magna. “Puede que efectivamente las actuaciones presidenciales estén en el marco legal, que sean absolutamente formales, con basamento normativo, y constitucional. La siguiente pregunta es sí son legítimas”, subraya Guerra. Se trata de temas diferentes, precisa el jurista: “La legalidad se conecta con la gobernabilidad, la legitimidad se conecta con la gobernanza. ¿Cuán legítimas son estas actuaciones del presidente Trump?”, se pregunta. El derrumbre del modelo fundacional de la democracia Los críticos del presidente afirman que Trump está destruyendo todo el sistema de controles y contrapesos en el que los tres poderes de Estados (ejecutivo, Congreso y poder judicial) tienen iguales atribuciones. Argumentan que el Congreso ha dejado de ejercer su función de supervisión y que el mandatario republicano está usando a la justicia para hacer aprobar su agenda y transformar el poder presidencial en Estados Unidos. La pregunta es cómo ha sido posible que en apenas un año el ejecutivo haya logrado eclipsar a los otros dos poderes y poner a tambalear el sistema fundacional de la democracia estadounidense. “En el caso del Poder Legislativo, el presidente Trump no ha tenido ningún inconveniente”, dice Nazih Richani, politólogo de la Universidad Kean de Nueva Jersey. “Su agenda conservadora de extrema derecha sigue su marcha sin problema alguno por el hecho de tener la mayoría no solamente republicana sino también afín a su movimiento político MAGA (Make America Great Again), que es un movimiento bien formado ideológicamente y con fundaciones intelectuales”. La justicia al servicio del poder presidencial Pero si el Congreso no interviene, la única opción para quienes impugnan las órdenes presidenciales es acudir a los tribunales. De ahí los movimientos que, desde su primer mandato, hizo el presidente Trump en el ajedrez de poder judicial para poner las fichas a su favor, explica Richani. “Primero cambió la estructura de la Corte Suprema. Trump nombró en su primer mandato nuevos jueces y acumuló una mayoría de seis conservadores más afines con la ideología del MAGA contra tres jueces liberales”. La remodelación de la Corte Suprema inclinó la balanza de las votaciones a favor del mandatario en el más alto tribunal de Estados Unidos. En el año de su regreso al poder, luego de que en 2024 un veredicto de un tribunal de Manhattan declarara a Trump culpable de 34 delitos transformándolo en el primer ex presidente convertido en un delincuente convicto, la Corte Suprema de Justicia emitió tres sentencias claves para el presidente republicano: Otorgó amplia inmunidad penal a presidentes y ex presidentes por los actos realizados en el ejercicio de su cargo. Desestimó el fallo que establecía que los intentos de Trump por anular las elecciones de 2020 lo inhabilitaban para volver a presentarse al cargo. Limitó la capacidad de los jueces de distrito para obstaculizar la agenda del presidente. Desde su regreso a la Casa Blanca, la composición de la Corte Suprema y de la Cortes de Apelaciones ha permitido que se dé luz verde, en la mayoría de los casos, a la agenda del presidente durante el periodo 2025-2026. “De 24 decisiones, los jueces de la Corte votaron 88% a favor del presidente. En las Cortes de Apelaciones tuvo 51% a su favor. Lo más llamativo es que de los jueces que Trump nombróo en las Cortes de Apelaciones durante su primer mandato, no ahora, un 92% votó a su favor”, explica Richani. La traba judicial para Trump se presenta en las cortes distritales donde el presidente estadounidense solo ha recibido un 25% de votos favorables este año. Estos jueces federales de distrito se enfrentan ahora a una embestida de parte de la administración que les cuestiona su legitimidad y desestima su autoridad. El presidente de EE.UU. ha calificado a los jueces de "corruptos", "monstruos", "trastornados", "lunáticos", "que odian a EE.UU." y de "izquierdistas radicales". A diferencia de la Corte Suprema donde Trump cuenta con una sólida mayoría conservadora, los tribunales inferiores -en la mira del mandatario- no tienen una composición favorable a la agenda del presidente Trump. “Pero están trabajando para lograr una mayoría también ahí” afirma Richani. “Claramente, el presidente Trump desde su primer periodo está tratando de tener jueces que voten a favor de su agenda y de fortalecer el poder ejecutivo del Gobierno. Eso genera un balance peligroso para el futuro de la democracia republicana”, concluye el politólogo.
Tem gente que quer um conselho ou até mesmo resolver um problema específico. Mas tem gente que busca uma vida melhor. E o que seria isso?Alguns entendem essa vida melhor como uma vida próspera, sem problemas e dificuldades. E essa vida tem sido propagada de muitas formas. Mas ela é bíblica?Veja o que diz o Salmo 34, no verso 19: "Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor de todas o livra."Claramente o texto bíblico fala que o justo passa por aflições, e por muitas aflições. Justo aqui é o nome dado a alguém temente a Deus, que faz sua vontade, que o serve em integridade de coração. A vida desse justo não é fácil, e não é sem problemas.O Senhor livra, e dá resposta, mas isso não significa ter qualquer tipo de isenção. Ou seja, o justo, como qualquer outra pessoa, passa por dificuldades em sua vida.Você pode então me perguntar: que vantagem então há em servir a Deus se os problemas não desaparecem? Simples responder isso. A vantagem é que o justo tem a quem procurar na hora da dificuldade. Quem não crê em Deus está sozinho nas pequenas e nas grandes dificuldades. Já o justo, esse nunca estará sozinho.
Delcy Rodríguez jura el cargo como presidenta encargada de Venezuela. La hasta ahora vicepresidenta del país sudamericano ha prestado juramento en la Asamblea Nacional. Rodríguez asume el cargo tras la constitución de la Asamblea para el periodo legislativo que abarcará desde este año hasta 2031, en la que repite como presidente el hermano de Delcy, Jorge Rodríguez. Por tanto, de momento, el chavismo mantiene el control de las instituciones del país. La Plataforma Unitaria Democrática, que apoya a María Corina Machado y a Edmundo González, califica de ilegítimo a ese nuevo Parlamento y pide una renovación institucional que garantice la autonomía de los poderes públicos. Esa imagen de Delcy ha llegado horas después de otro momento histórico: la primera comparecencia de Nicolás Maduro ante el tribunal de Nueva York que le juzgará por narcoterrorismo.Analizamos los posibles escenarios que se abren a partir de ahora con Jorge Resina, profesor de Ciencia Política en la Universidad Complutense, que cree que ya vamos teniendo las primeras piezas del puzzle que puede ser Venezuela en el futuro. "Quienes van a pilotar esta transición y a tener el poder internamente -por más que Estados Unidos habla de que va a tener el control del país- son los hermanos Rodríguez", explica el profesor. "Claramente se impone un núcleo de poder. El chavismo, en su sentido más amplio, estaba conformado por varios grupos de poder. No era solamente el poder de Maduro y de su mujer, Cilia. Quien ahora se posiciona como el aliado de Washington son los hermanos Rodríguez", añade Resina. El profesor sostiene que, a partir de ahora, habrá que analizar por un lado los discursos de Delcy Rodríguez y por otro lado, las acciones que vaya tomando y las medidas que vaya sacando adelante. "Lo que creo que podemos sacar como conclusión de estos primeros días es que sí había negociaciones previas entre Delcy Rodríguez y Washington". Entrevista completa en RNE Audio.Escuchar audio
Bem-vindo à Rádio Minghui. As transmissões incluem assuntos relativos à perseguição ao Falun Gong na China, entendimentos e experiências dos praticantes adquiridas no curso de seus cultivos, interesses e música composta e executada pelos praticantes do Dafa. Programa 1512: Experiência de cultivo da categoria 22º Fahui da China no Minghui.org, intitulada: “Fahui da China | A importância de compreender claramente o cultivo da retificação do Fa”, escrita por uma praticante do Falun Dafa na província de Shandong, China.
Várias organizações subscreveram o que chamam de “pacto histórico” da sociedade civil para exigir o regresso à legalidade constitucional na Guiné-Bissau. O pacto foi anunciado na terça-feira, o dia em que a Comissão Nacional de Eleições disse não ter condições para divulgar os resultados das eleições gerais de 23 de Novembro, alegando que as actas eleitorais foram confiscadas por homens armados. O pacto inclui organizações não governamentais, religiosas, sindicatos, partidos políticos, representantes da juventude, dos chefes tradicionais e da diáspora. Sabino Gomes Júnior, presidente do Fórum dos Quadros das coligações API-Cabas Garandi e PAI-Terra Ranka, é um dos signatários e explicou à RFI em que consiste este pacto da sociedade civil. RFI: Quem são os signatários deste pacto e porque dizem que é histórico? Sabino Gomes Júnior: “O pacto é histórico porque é a primeira vez na Guiné-Bissau que estamos a ver todas as ‘mouvances' de forma extrapolada no país a se unirem. Estamos a falar de estudantes, políticos, Liga dos Direitos Humanos, associações académicas, sindicatos, associações de mulheres, associações religiosas, todo o mundo junto para falar de uma só voz, para exigir de uma só voz que a vontade popular deve ser respeitada, que a Guiné-Bissau quer a democracia, o povo quer a democracia, quer saber o resultado dos votos, quer que as pessoas presas injustamente sejam libertadas, querem que as pessoas que estão a ocupar o poder neste momento entreguem o poder aos civis, mas também que mandem parar as milícias de maltratar as pessoas pura e simplesmente. É histórico, é todo o mundo, não é só uma pessoa ou outra. A Ordem dos Advogados também vai assinar o pacto porque é um pacto em movimento, não é um pacto em que as organizações que já assinaram vão ser as únicas que vão assinar o pacto.” Como é que pretendem alcançar esses objetivos perante a força dos militares e perante a inversão da ordem constitucional à força? “A primeira etapa é a união nacional, é unir todas as ‘mouvances'. Isto é o que o pacto social está a representar. A sociedade civil quer unir todas as ‘mouvances' do país. Depois, é sentar e traçar um plano, um plano que vai ser traçado rapidamente para que as próximas etapas, as próximas decisões, sejam tomadas e sejam implementadas em conjunto, que passa forçosamente depois por desencadear actividades e acções que vão ser levadas a cabo, mas de forma conjunta.” No comunicado, vocês dizem querer fazer pressão, nomeadamente junto de organizações como a CEDEAO, mas, por exemplo, a delegação da CEDEAO que esteve em Bissau não se reuniu com nenhuma figura da sociedade civil em Bissau, nem com Fernando Dias, obrigado a estar escondido e que reivindica a vitória nas presidenciais, nem com Domingos Simões Pereira, que continua detido. Além disso, a a delegação foi a Bissau sem os presidentes de Cabo Verde, Senegal, Togo e Serra Leoa. O que é que pode a CEDEAO? “Na verdade, eu penso que o pacto social quer deixar claro que o destino da Guiné-Bissau não depende apenas da CEDEAO. É a sociedade civil, é o povo da Guiné-Bissau a tomar o seu destino em mãos. Agora, claramente que se vai exigir também que as organizações que representam o povo da África Ocidental tomem também as suas responsabilidades e que realmente façam o que devem fazer que é repor a legalidade na Guiné-Bissau, repor a vontade do povo porque o povo já escolheu. Se está nas disposições da CEDEAO tomar medidas para que essas vontades exprimidas claramente nas urnas do povo sejam respeitadas nós vamos exigir que a CEDEAO faça a sua parte, mas o povo guineense não vai ficar só a espera da CEDEAO.” No comunicado, exigem a publicação e o respeito dos resultados oficiais das eleições gerais de 23 de Novembro. Que meios é que a sociedade civil tem para restabelecer a ordem constitucional e exigir os resultados eleitorais quando a CNE diz não ter as actas? “Claramente não vamos ainda, nesta fase, revelar quais são as medidas claras que o pacto social vai tomar porque serão medidas que serão comunicadas de forma colectiva.” O que esperam da CNE, se a CNE disse que não tem as actas? “Isso ficou claro. O povo da Guiné-Bissau sabe claramente qual foi a sua escolha. O povo da Guiné-Bissau não se está a organizar, a sociedade civil não se está a organizar apenas para começar a emitir comunicados. É para depois implementar acções que vão defender a vontade do povo. O povo da Guiné-Bissau sabe qual foi claramente a sua escolha, a CEDEAO também sabe claramente qual foi a escolha do povo, a CNE sabe. Estamos aqui, nesta fase, a organizar-nos. Agora, que fique claro que o pacto social depois vai tomar medidas e, de forma coordenada, é toda a sociedade civil da Guiné-Bissau que vai emitir de forma organizada e unida quais são as medidas que vão ser tomadas. Nós estamos a organizar-nos ainda, mas é claro que o povo da Guiné-Bissau vai defender a sua vontade.” Até agora houve, nomeadamente, jovens que se tentaram mobilizar para manifestar, mas acabaram detidos. Eu queria saber se eles ainda estão detidos e se as pessoas estão dispostas a dar o corpo ao manifesto e a ir para a rua manifestar-se se as manifestações são reprimidas. “Como acabei de dizer, uma coisa é ter apenas um grupo de jovens a manifestar, outra coisa é ter toda a sociedade guineense, incluindo neste pacto social a juventude também está dentro. A juventude já assinou o pacto social ontem [terça-feira], várias associações académicas assinaram o pacto social ontem e ainda estamos a contar com mais associações juvenis que vão ainda integrar o pacto social. Uma das coisas que o pacto social está a exigir e vai exigir é a liberdade, não somente para os presos políticos, mas também para as pessoas que foram presas de forma injusta.” Quantas pessoas estão presas no total? “São vários jovens foram presos, vários políticos também. Está completamente difícil para nós poder dar um número. Claramente uma das acções que vamos tomar é exigir que essas pessoas possam ter assistência médica e que sejam libertos.” A libertação imediata e incondicional de todos os prisioneiros políticos e activistas detidos no contexto pós-eleitoral é uma das exigências do pacto, mas há outras exigências. Quais são? “Claramente nós estamos a dizer libertação imediata e incondicional de todos os presos políticos e activistas no contexto pós-eleitoral; respeito pelos resultados eleitorais e a imediata publicação porque todo o mundo conhece as actas; retorno imediato ao controlo dos civis. Mas também estamos a pedir e a promover um diálogo, queremos que logo depois disso se lance um diálogo nacional verdadeiramente inclusivo e que os guineenses comecem realmente a conversar, que tomemos conta da nossa terra e que paremos de continuar a contar que a solução virá sempre de fora. É claro que também vamos pedir, vamos exigir mesmo, que se faça uma investigação profunda sobre as violações de direitos humanos porque vários jovens foram espancados durante estes dias. Vamos, ao mesmo tempo, organizar-nos para que as acções que o pacto vai tomar sejam transmitidas logo a seguir a esta fase em que estamos a organizar-nos e a fazer assinar ao máximo de entidades possíveis o pacto. Neste momento, a Ordem dos Advogados pediu também que quer fazer parte do pacto, as organizações sindicais já assinaram ontem, as organizações dos direitos humanos, as religiosas também, uma parte da juventude. Vamos continuar com esta fase e, logo a seguir, ainda esta semana, vamos passar por uma próxima fase que é comunicar quais são as acções em conjunto que o pacto social vai tomar.” Como está o ambiente em Bissau e o que é que prevalece: o medo ou a determinação? “Cada um poderá falar por si, mas, do meu lado, julgo que são as duas coisas. Há o medo, sente-se o medo em muitas pessoas, famílias que estão completamente a temer que os filhos não voltem, há os quadros que não conseguem falar por medo... Mas também se sente a determinação. Há, ao mesmo tempo, as duas coisas. Há a determinação de que temos que voltar à ordem constitucional, temos que dialogar na verdade das urnas. Queremos que se promova o diálogo, mas também que se respeite a vontade popular, que é, mais uma vez, o que foi exprimido nas urnas no dia 23 de Novembro. Sente-se também uma vontade clara da própria população de ultrapassar o medo para exigir que as pessoas que estão presas, que foram maltratadas, que ainda estão a sofrer e que precisam de medicamentos, como o Domingos Simões Pereira, o Octávio Lopes, o Roberto Mbesba, ou pessoas que nem sequer estamos a chamar o nome, ou pessoas comuns, que sejam libertos. Não há necessidade de mantê-los na prisão. Não há necessidade nenhuma. Que sejam libertos. Podemos engajar um processo de diálogo nacional, mas que sejam libertos e que se respeite a vontade popular. Então, é este sentimento que está a pairar aqui em Bissau.”
Queridos Rímerlers: Interrumpimos excepcionalmente nuestra programación habitual, totalmente dedicada al espantajerío y la mamarrachez, para publicar un episodio que nos ha hecho mucha ilusión hacer. Porque la vida da unas vueltas que una no se imagina, en este nuevo capítulo ha venido a divertirse a RYC... ¡¡EMILIO DELGADO!! Para quien aún no lo sepa, portavoz adjunto de Más Madrid. Entonces, a saber: * Hemos puesto velas a las diosas de la información, como Silvia Intxaurrondo y Julia Otero, para ver si nos poseía el espíritu de periodistas serias que nunca hemos tenido. * Nos hemos preparado preguntas para el invitado que creíamos pertinentes, porque este podcast no va de política, pero sí de rojos y maricones, así que POR SUPUESTO es importantísimo hacer lo que una pueda para que los discursos que interesan se extiendan, que ya para bulos y mentiras tenemos medios allegedly serios. La verdad es que ha sido muy guay poder preguntar a un político lo que siempre has querido preguntar a un político. * Eso sí, también hemos llevado a Emilio a nuestro terreno, no os vayáis a creer. Le preguntamos por muchos personajes del mundo RYC para que se mojase porque chica, si la política no viene a nosotras habrá que ir a buscarla. Y sí, le hemos preguntado por AR. Estamos segurísimas de que esta entrevista nos valdrá un Pulitzer y que a partir de ahora todos los entrevistadores querrán preguntarle a Emilio qué opina de La Pelopony, pero vosotras lo habéis escuchado aquí primero, bitches. Claramente, en algún momento nos pedirán ir en Falcon a hacer la siguiente, pero tenemos una agenda apretadísima y no podemos con todo. Ahora en serio: muchas gracias, Emilio, por haberte venido, que ya es mucho para nosotras, y por ponérnoslo tan fácil, nos lo hemos pasado genial y esperamos que nos visites de nuevo alguna vez. En fin, amigues, disfrutadlo mucho y tratadlo con cariño, amigues. Besitos a todos!!
==============================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA MUJERES 2025“AMANECER CON JESÚS”Narrado por: Sirley DelgadilloDesde: Bucaramanga, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================20 de NoviembreProtagonistas de ilustraciones de Jesús«No codiciarás la casa de tu prójimo, ni a su mujer, ni a su siervo, ni a su esclava, ni su buey, ni su asno, ni nada que le pertenezca a tu prójimo» (Éxodo 20: 17, RVC).A Jesús siempre le gustó hacer uso de ilustraciones prácticas de la vida cotidiana para dejar un mensaje claro. Mientras estudiaba el libro de Lucas, me percaté que el escritor relata dos milagros en los cuales Jesús hace referencia al buey y al asno. En una ocasión, Jesús sanó a una mujer que hacía 18 años que caminaba encorvada. Como resultado, los fariseos se molestaron porque aquel día era sábado. En respuesta Jesús les dice: «Hipócrita, ¿acaso cualquiera de ustedes no desata su buey, o su asno, del pesebre, y lo lleva a beber, aun cuando sea día de reposo?» (Lucas 13: 15).En otra ocasión, Jesús sanó a un hombre que padecía hidropesía (acumulación anormal de líquido en alguna cavidad o tejido del organismo), y aquel día también era sábado. Y como Jesús sabía que los fariseos estaban pendientes de lo que hacía, «luego se dirigió a ellos, y les dijo: "¿Quién de ustedes, si su asno o su buey se cae en un pozo, no lo saca enseguida, aunque sea en día de reposo?"» (Lucas 14: 5). Un buey y un asno... ¿Dónde más he visto esa frase? -pensé. ¡Claro! En los Diez Mandamientos.Después de tanto meditar en la importancia de estos dos grandes protagonistas, llegué a la conclusión de que el buey era la máquina de arado de la antigüedad. El buey constituía la fuente de ingresos de la mayor parte de la población. El asno, por su parte, era la máquina de transporte en una civilización que no conoció los automóviles. Aunado a esto, es probable, me atrevo a pensar, que los fariseos les daban mucha importancia a estos dos animales por estar incluidos en la ley de Dios. Es decir, los dirigentes religiosos daban mayor importancia a las formas, las tradiciones, las cosas y hasta los animales, que a las personas. Claramente, no querían que Jesús atendiera las necesidades de los sufrientes en sábado, pero ellos sí podían atender las necesidades de sus animales.¿Cuántas veces hemos actuado como los fariseos? Creyendo estar cumpliendo con un fiel servicio a Dios, nuestros motivos egoístas y errados nos han llevado lejos del ideal. Pidamos hoy a Dios que nos ayude a hacer su voluntad y no la nuestra. Nuestro prójimo vale más que un buey y un asno.
==============================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA MUJERES 2025“AMANECER CON JESÚS”Narrado por: Sirley DelgadilloDesde: Bucaramanga, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================15 de NoviembreProblemas en el grupo«Cuando los otros diez oyeron esto, se enojaron contra los dos hermanos» (Mateo 20: 24, RVC).Vivir en armonía y comunión permanente es el ideal de una sociedad. Lamentablemente, los diversos caracteres y formas de pensamiento crean, crean barreras y accidentes sociales. Con frecuencia vemos hermanos carnales y hermanos en Cristo enfrentando conflictos interminables. En el grupo que Jesús eligió para instruir, los choques emocionales no fueron la excepción. La madre de Jacobo y Juan (Lucas 5: 15) había hecho un pedido ambicioso a Jesús con respecto a sus hijos (mañana hablaremos acerca de ella).Al escuchar los otros discípulos que aquellos dos querían sacar ventaja sobre ellos en el reino de Jesús (reino que habían malinterpretado), dice la Escritura que se enojaron contra los dos hermanos. ¿Cuál era la fuente de su enojo? Claramente, creían en la liberación de la opresión de los romanos y estaban seguros de que Jesús sería rey aquí en la tierra. El hecho de que sus ilusiones estuvieran basadas en asuntos terrenales, los hacía susceptibles a problemas grupales. Constantemente estaban discutiendo acerca de quién de ellos sería el mayor y con ello demostraban que no estaban preparados para el reino de los cielos.Cuando en las congregaciones religiosas se pierde de vista el objetivo por el cual nos reunimos y perseveramos, las personas comienzan a ir detrás de puestos altos y a frustrarse cuando no les son otorgados. Tenemos un concepto errado respecto a «quién es el mayor». Jacobo y Juan no querían estar cerca de Jesús (uno a la derecha y el otro a la izquierda) porque quisieran tener el honor más alto de servir, sino que su pedido estaba basado en la ambición por tener un puesto importante en el reino de su Maestro.Cuando comprendamos que independientemente del cargo que ocupemos, todos somos iguales a los ojos de Jesús, entonces viviremos en armonía. Entonces el enemigo no tendrá lugar en nuestras iglesias ni en nuestros corazones. Entonces sabremos que la guerra no es entre hermanos carnales ni fraternales; no es contra gente de carne y hueso, sino contra huestes espirituales de maldad (Efesios 6: 12). A ellos venció Jesús en la cruz del Calvario (Colosenses 2: 15). La buena noticia es que el Señor puede hacernos vivir en armonía si se lo permitimos. No hay bendición cuando peleamos entre hermanos y ese es el objetivo del enemigo. Vivamos en unidad como practicando para el cielo.
Nuestra principal pregunta, ya llegadas a la Mejor Sanderlanche del Cosmere según muchos, es ¿por qué está todo el mundo obsesionado con que Ishar es el que mejor anda de la azotea cuando CLARAMENTE es el que peor está xdddddd? Pero mientras nos responden a eso, conocemos a la Nightwatcher de Ghibli (que es posible que se halle en posesión de cierto arma interesante), Pati sufre de nuevo un encontronazo contra el Inktober, descubrimos la correcta pronunciación de Evi (por fin), Teft :/ , Adolin lucha cual NPC, se libra una batalla de baile Y SE PONE TODO INTENSO: Lift carrilea la lucha, hay SHIP, proponemos a Navani un IronMan, ocurren guarradas encubiertas, No Se Habla de Moelach y se pone todo muy Ataque a los Titanes. Agárrense.
Os EUA não param de aumentar sua presença militar no caribe. Já são mais de 10 navios, dezenas de aviões e mais de 10 mil soldados concentrados por lá. Como se não bastasse, Trump ordenou que o maior porta-aviões do mundo, o Gerald Ford, vá para a região também.Claramente isso não é apenas uma ação de combate ao tráfico, mas sim uma tentativa de derrubar Maduro pela simples presença e ameaça americana na região. Isso pode evoluir para um ataque ou uma invasão completa? Quais os desdobramentos disso para o mundo e para a região? Vou tentar responder isso aqui nesse vídeo!
==============================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA MUJERES 2025“AMANECER CON JESÚS”Narrado por: Sirley DelgadilloDesde: Bucaramanga, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================30 de OctubreVale la pena obedecer«Si tú escuchas con atención la voz del Señor tu Dios, y cumples y pones en práctica todos los mandamientos que hoy te mando cumplir, el Señor tu Dios te exaltará sobre todas las naciones de la tierra» (Deuteronomio 28: 1, RVC).Sobre aviso, no hay engaño», reza un antiguo refrán de origen desconocido. Al salir Israel de Egipto, Dios les dio leyes precisas que debían seguir si querían tener siempre la bendición de Dios en sus vidas. Durante su esclavitud habían aprendido costumbres que no agradaban a Dios y por tal motivo él les dio a conocer su voluntad, que de no cumplirse, traería graves consecuencias (leer Deuteronomio 28).Advertencia Deuteronomio 28: 33 y 51: «Gente que jamás conociste se comerá el fruto de tu tierra y de todo tu trabajo, y día tras día serás oprimido y quebrantado». «Y se comerá las crías de tus ganados y los frutos de tu tierra, hasta hacerte perecer. No te dejará nada de trigo, ni de mosto, ni de aceite, ni una sola cría de tus vacas, ni de los rebaños de tus ovejas, hasta que te haya destruido. Cumplimiento: ¿Recuerdas qué estaba haciendo Gedeón cuando el ángel de Jehová se le apareció? ¡Claro! Estaba escondido en el lugar donde se pisa la uva, sacudiendo un poco de trigo para que los madianitas no lo descubrieran. «Los israelitas hicieron lo malo a los ojos del Señor, y durante siete años el Señor los dejó caer en manos de Madián» (Jueces 6: 1). «Por culpa de los madianitas, los israelitas se habían empobrecido demasiado, así que clamaron al Señor» (Jueces 6: 6).Advertencia Deuteronomio 28: 36: «El Señor te llevará a ti, y al rey que hayas puesto para que te gobierne, a una nación que ni tú ni tus padres conocieron, y allá servirás a dioses ajenos de palo y de piedra». ¿Te acuerdas qué hacían Daniel y sus amigos en Babilonia? Claramente, no estaban de viaje. «En el año tercero del reinado de Joacín, rey de Judá, el rey Nabucodonosor de Babilonia vino a Jerusalén y la sitió. Y el Señor permitió que el rey Joacín cayera en manos de Nabucodonosor, y que este se llevara buena parte de los utensilios del templo de Dios al templo de su dios en Babilonia, y que los depositara en el tesoro del templo de su dios. Además, el rey Nabucodonosor dio órdenes a Aspenaz, jefe de sus eunucos, de que se llevara a algunos israelitas pertenecientes a la familia real» (Daniel 1: 1-3).Cuando el Señor nos advierte sobre una prohibición es porque su amor nos está queriendo librar de la desdicha. La buena noticia es que obedecer a Dios, siempre trae los mejores resultados. Continuará...
Al principio de la primera temporada de 30 monedas, la serie de Álex de la Iglesia, se produce una incómoda irrupción. La de un enorme espejo que ofrece infinitas posibilidades para el mal porque en él aparece un objeto que no existe en la realidad que refleja: el Evangelio de Judas.Como gran parte de este país, llevo un año preguntándome en qué clase de espejo se mira a diario Carlos Mazón al despertar, al acostarse. Claramente, me respondo, el antiguo componente del trío cantor Marengo, se ha asentado lo bastante como para atildarse o lavarse los dientes ante una imagen que le tranquiliza, aunque también represente el mal.
Javier Milei afirmó durante su discurso en el búnker: “Claramente ha sido un día histórico para la Ar gentina. El pueblo argentino decidió dejar atrás 100 años de decadencia y persistir en el camino de la libertad, el progreso y el crecimiento. Hoy pasamos el punto bisagra. Hoy comienza la construcción de la Argentina grande”.“Por fuera de los inadaptados de siempre que se piensan que la economía se arregla siendo la danza de la lluvia y solo saben poner palos en la rueda, hay decenas de diputados y senadores de otros partidos con los que podemos encontrar acuerdos básicos. Nos alegra saber que en muchas provincias la segunda fuerza no fue el kirchnerismo, sino el oficialismo provincial. oficialismos que son actores racionales procapitalistas y a los que uno más uno les da dos”, agregó Milei.El presidente Milei sostuvo: “Y como además tienen algún tema con la matemática y les gusta sumar peras con manzanas, digamos, único en la historia de querer sumar dos sellos distintos. Pero aún así les sacamos 11 puntos de diferencia. En definitiva, los argentinos mostraron que no quieren volver al modelo del fracaso, al modelo de la inflación, al modelo de la emisión monetaria, al modelo del Estado inútil, al modelo de la inseguridad. Los argentinos le dijeron, basta el populismo, populismo nunca más”.Axel Kicillof dijo durante su discurso tras conocerse el resultado oficial: “Ante esta situación, observamos que luego del 7 de septiembre, donde el pueblo de la provincia se pronunció, el gobierno se fue a Estados Unidos a pedirle auxilio y apoyo al gobierno norteamericano, al presidente Trump y a esos fondos de inversión que han tocado suelo argentino. Yo quiero aclarar que ni el gobierno norteamericano ni JP Morgan son sociedades de beneficencia”.Patricia Bullrich aseguró: “Los porteños hicieron posible que el país consolide ideas de cambio y la libertad contra el kirchnerismo. Hace más de un siglo que buscamos un país ordenado, con calles en paz y con una economía estable. Este país se está poniendo en marcha y hoy su capital, la Ciudad de Buenos Aires, fue uno de los grandes motores de este cambio. Hace casi dos años que iniciamos este camino. Fue difícil, pero vale la pena. Y hoy la sociedad le dio a este proyecto un apoyo enorme, impresionante, a lo largo y a lo ancho de la Argentina”.Noticias del lunes 27 de octubre por María O'Donnell y equipo de De Acá en Más por Urbana Play 104.3 FMSeguí a De Acá en Más en Instagram y XUrbana Play 104.3 FM. Somos la radio que ves.Suscribite a #Youtube. Seguí a la radio en Instagram y en XMandanos un whatsapp ➯ Acá¡Descargá nuestra #APP oficial! ➯ https://scnv.io/m8Gr
Nesta quarta-feira, o Museu do Louvre em Paris, reabriu as suas portas, após três dias de encerramento para dar tempo à investigação de recolher todos os dados sobre o espectacular assalto de que foi alvo no domingo. O que se sabe para já é que indivíduos invadiram pelo exterior a galeria onde se encontravam as jóias da Coroa de França. Para tal, utilizaram um elevador de carga, cerraram uma das janelas da sala, partiram os mostruários, levaram as jóias e fugiram de lambreta. Tudo isto em sete minutos. Até ao momento, não se conhece o paradeiro dos assaltantes e muito menos das jóias avaliadas em 88 milhões de Euros mas cujo valor patrimonial é considerado "inestimável". Tanto o Presidente da República como o próprio governo ordenaram o reforço da segurança deste museu que apesar da sua importância e apesar do número impressionante de visitantes -9 milhões em 2024- mostrou as suas fragilidades. Esta problemática, aliás, mereceu recentemente um relatório interno e as autoridades estavam cientes de que existiam falhas na segurança. Philippe Mendes, galerista luso-francês em Paris, considera que apesar do seu carácter espectacular, o assalto de domingo não foi tão minuciosamente preparado como parece à primeira vista. RFI: O que se pode dizer sobre o assalto ao Museu do Louvre no domingo? Philippe Mendes: Em termos de rapidez, eu acho que foi um assalto bem organizado, embora me pareça que não é de grande banditismo. Tenho a impressão que foi mais um roubo de bandidos mais básicos. Sabem que têm que ser muito rápidos porque os seguranças e a polícia, em menos de dez minutos, podem chegar. Portanto, eles fizeram isso muito rápido. Mas ao mesmo tempo, há muitas coisas que mostram que não são aqueles bandidos, tipo CNN. Toda a gente pensou que isto foi um roubo tipo Arsène Lupin. Não foi. Deixaram cair uma coroa importantíssima. Ao fugir, deixam os elementos que utilizaram para poderem entrar, a serra para o vidro, não conseguiram deitar fogo ao elevador que usaram para os levar até lá acima. Isto tudo mostra um bocadinho que isto está desorganizado. Foi pensado, mas não foi organizado. Eu acho que foi mesmo um assalto, um roubo de oportunidade. Sabiam que ao domingo há pouco trânsito em Paris, era muito fácil de fugir. Sabiam que havia falhas, porque isto já foi comunicado várias vezes nos jornais franceses. A presidente do Louvre, ela mesmo -acho que foi o grande erro dela- há um ano ou dois, alertou, mas alertou publicamente sobre as falhas, sobre os problemas de segurança no Louvre. Tendo feito isso, claramente que indicou a quem poderia pretender um dia a fazer um assalto ao Louvre, que era o momento. Devia ter alertado claramente o Ministério da Cultura, devia ter alertado a Procuradoria de Paris, mas não devia ter alertado, indo aos jornais, e fazer uma coisa pública, porque isso aí era o sinal que eles podiam lá ir e que havia várias falhas. E claramente que aquela janela da galeria de Apollon era um dos pontos fracos do Louvre. É uma janela que dá para aquela rua que ao domingo não tem trânsito. Sabia-se mais ou menos que as jóias estavam todas ali, que era o primeiro andar. Não é assim tão alto, portanto tinha ali tudo mais ou menos certo para eles. Portanto, nesse aspecto, acho que foi um assalto pensado mas pouco organizado. Conseguiram. Agora o que é gravíssimo é que atacaram não só o património francês ou a história de França. Atacaram não só o Louvre, mas atacaram também todos os franceses. Ao roubar o Louvre, roubaram a França. RFI: Isto acontece no Louvre, que é um dos mais conhecidos e prestigiados museus a nível mundial. É uma espécie de montra da França, praticamente ao mesmo título que Notre-Dame. O que é que isto significa para a França? Philippe Mendes: O Louvre, como Notre-Dame, é um dos monumentos principais de Paris, de França e um dos mais conhecidos no mundo. Portanto, falando do Louvre, estamos a falar ao mundo inteiro. Toda a gente sabe o que é o Louvre e o que é Notre-Dame. Portanto, claramente que é muito mais sensível e que o mundo inteiro está atento ao que se passa em monumentos como este, que é o maior museu e o mais visitado do mundo. Claramente que choca. O choque é muito maior e tem uma repercussão internacional muito forte e dá um mau sinal claramente do que se está a passar no património francês e a nível da cultura em França. Isso é uma pena, mas podia ter acontecido noutro museu qualquer. Os museus agora são muito vulneráveis. Eu acho que este roubo dá para reflectir sobre uma coisa muito importante: é que a economia internacional está mal, vai haver cada vez mais assaltos deste tipo e claramente que, por exemplo, na Praça Vendôme, em Paris, onde estão todas as grandes lojas de joalharia mais importantes, eles têm um sistema de alarme de segurança muito mais forte e bem organizado do que os museus franceses que não apostaram completamente na segurança, porque não têm meios para isso. Porque embora a França tenha um Orçamento de Estado para a cultura importante, não é assim tão importante como isso para ter a segurança que pretendia. Portanto, é muito mais fácil atacar um museu hoje em dia do que atacar uma joalharia em Paris. Foi o que aconteceu, porque estamos agora a falar do Louvre. Mas não se esqueça que há um ano e meio foram roubadas e falou se muito menos, sete ou oito caixas de rapé do Museu Cognacq-Jay, que é um museu não muito longe do Louvre. Duas delas pertenciam ao Louvre, outras duas, à Coroa Real inglesa, e foram roubadas por quatro pessoas, exactamente com o mesmo método. Quatro homens entraram mascarados em pleno dia, partiram os mostruários e fugiram com as caixas. Não houve tanta repercussão nos jornais internacionalmente, porque o museu, embora seja um muito um bom museu em França, não tem aquele impacto que teve o Louvre. Mas isto mostra que os museus são muito frágeis e são vulneráveis e são atacados regularmente. Foi atacado (no mês passado) o Museu de História Natural de Paris, onde roubaram pepitas de ouro. Desapareceram, foram derretidas. Claramente que agora nunca mais as vamos encontrar. Foram roubadas do Museu de Limoges, há alguns meses, porcelanas chinesas de grande valor que certamente foram -desta vez- uma encomenda para a China. Portanto, há assaltos regularmente nos museus, porque os museus não têm essa protecção, como devia ser. RFI: Disse-o há pouco, apesar da própria directora do Louvre ter alertado publicamente que havia falhas na segurança e apesar de ter havido inclusivamente um relatório interno referindo que o facto de se prescindir de 200 funcionários, nomeadamente na área da segurança, sobre um efectivo de 2000 funcionários nestes últimos 15 anos no Louvre, podia também representar um problema para a segurança do museu e apesar de as próprias autoridades terem sido alertadas, nada foi feito e só agora é que está a pensar em reforçar a segurança do Museu do Louvre. Philippe Mendes: Sim, já devia ter sido feito. Depois, só agora é que se está a pensar. Sim, mas é sempre assim. Agora estamos a falar porque houve um assalto. Mas imagine que amanhã há uma inundação em Paris e o Louvre fica inundado. Vai se criticar porque não foi feito nada antes para proteger o Louvre das inundações e outros. Embora haja um plano, eu acho que ele não é o melhor. Há sempre razões para criticar a falta de fundos para isso. Mesmo que houvesse mais guardas no Louvre, os guardas não podem intervir. Portanto, o que é que eles poderiam ter feito? Não sei bem se é uma questão só de falta de pessoal no Louvre. Acho que não. Eu acho que se podia pensar melhor na segurança do Louvre, a nível de organização, menos humana, mas mais técnica. RFI: Estão a monte três ou quatro assaltantes com jóias estimadas em 88 milhões de Euros e sobretudo com um valor patrimonial "inestimável". As jóias são conhecidas, as fotografias destas jóias andam por todo o lado, no mundo inteiro. O que é que eles vão fazer com essas jóias? Philippe Mendes: Eu acho que a única possibilidade que eles têm é de desfazer as jóias todas e vender diamante por diamante, safira por safira. Não podem vender as jóias tal e qual como obra de arte, porque em si elas têm um valor de 88 milhões de Euros, porque são obras que ainda por cima foram compradas pelo Estado para o Museu do Louvre nos últimos 30 anos. Portanto, tinham já um valor de mercado. Mas entrando no Louvre, têm um valor inestimável histórico, agora patrimonial. Portanto, esse valor de 88 milhões de Euros no mercado de arte é zero, porque as peças tal e qual não podem ser vendidas, ninguém vai comprar. Portanto, eles vão desfazer completamente peça por peça e vão tentar vender no mercado. RFI: Está prestes a abrir mais uma edição da Feira Internacional de Arte Contemporânea de Paris (a Art Basel no final da semana). Como é que se pode avaliar o ambiente em que decorre este evento este ano? Philippe Mendes: Tendo acontecido o que aconteceu, vão certamente reforçar a segurança à volta deste evento. É um evento que acaba por ser equivalente a um dos maiores museus do mundo, durante os dias de abertura, com obras de uma importância financeira muito, muito, muito alta. Mas quem é que se vai atrever a entrar agora num assalto no Museu do Grand Palais? Ninguém. Eu acho que não é propriamente um problema nesse nível. Recordo-me que há três ou quatro anos, na Tefase, em Maastricht (nos Países Baixos), a feira internacional mais importante do mundo onde eu participei, houve um assalto, ainda por cima num stand da joalharia. Foi exactamente a mesma coisa. Eram quatro mascarados. Entraram em pleno dia. Chegaram, roubaram as jóias, fugiram e nunca mais apareceram. Nos dias seguintes, nunca houve um problema na Tefase. Foi um roubo de oportunidade. A Tefase reforçou a segurança e nunca mais houve nenhuma preocupação até agora a esse nível. Portanto, eu acho que vai correr muito bem a Feira Internacional de Arte Contemporânea, a Art Basel em Paris. Não é porque houve um assalto no Louvre que Paris está fragilizada a este nível. Acho que não. Não podemos entrar numa paranóia agora de que 'Paris está perigosa e há assaltos'. Não é por aí. Foi bem pensado. Foi uma ocasião que eles perceberam muito bem que estava ali. E aproveitaram.
==============================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA MUJERES 2025“AMANECER CON JESÚS”Narrado por: Sirley DelgadilloDesde: Bucaramanga, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================02 de OctubreDiez mil palabrerías«Doy gracias a Dios de que hablo en lenguas más que todos ustedes, pero en la iglesia prefiero hablar cinco palabras con mi entendimiento, para poder enseñar a los demás, que diez mil palabras en una lengua extraña» (1 Corintios 14: 18-19, RVC).Si hay alguien que podía presumir de su conocimiento teológico, era Pablo. Aunado a eso, poseía el don de hablar otras lenguas, las cuales podría usar en sus disertaciones. Sin embargo, prefería hablar «cinco palabras» es decir, un tema corto y conciso que fuera comprendido por todos. Aunque es verdad que al reunirnos a adorar a Dios, debemos hacerlo con regocijo, independientemente de la persona que esté detrás del púlpito, también es importante que quien haga la presentación del tema, lo haga lo más sencillo para que todos puedan entender. Hay sermones de «diez mil» palabras, como lo expreso Pablo, que nadie comprende ni sale edificado del culto de adoración.Referente a los temas y oraciones largas, la escritora Elena G. de White escribe: «Las oraciones y los discursos largos y prosaicos no cuadran en ningún lugar, pero mucho menos en la reunión de testimonios. Se permite que los más osados y los que están siempre listos para hablar impidan a los tímidos y retraídos que den su testimonio. Los más superficiales son generalmente los que tienen más que decir. Sus oraciones son largas y mecánicas. Cansan a los ángeles y a la gente que los escucha. Las oraciones deben ser cortas y directas». «Se descuida la oración secreta, y esta es la razón por la cual muchos hacen oraciones tan largas, tediosas y sin valor cuando se reúnen para adorar a Dios», Las muchas palabrerías denotan poca preparación espiritual y deseo de aparentar tener un amplio conocimiento. Para que una oración o sermón cumplan su objetivo deben estar carentes de palabrerías y llenos de contenido que edifique a la iglesia. Si no es comprendido y si no sirve para instruir, son solo discursos huecos que no cumplen su objetivo. La manera más equivocada de usar un sermón, es cuando se mezclan los asuntos personales que suele tener el predicador con un adorador que está en las bancas. Claramente, no está inspirado por el Espíritu Santo, sino por sus propias pasiones. Pidamos al Señor que purifique nuestras palabras de manera que al orar o al predicar, seamos usadas por su Espíritu para ser de bendición a su iglesia.
El magistrado detalló que el periodo crítico de desaparición en la zona se extiende "entre el mes de junio de 2002 y diciembre del 2012".See omnystudio.com/listener for privacy information.
El Coliseo romano, el indiscutible campeón de los estadios deportivos en los últimos 2000 años. Es el mejor de todos los tiempos. Claramente el estadio más famoso y duradero de la historia, pero ¿seríamos capaces, con la tecnología actual de cabrear al campeón?.
==============================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA MUJERES 2025“AMANECER CON JESÚS”Narrado por: Sirley DelgadilloDesde: Bucaramanga, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================07 de SeptiembreHágase tu voluntad«Venga tu Reino. Hágase tu voluntad, como en el cielo, así también en la tierra» (Mateo 6: 10).Supongamos que un día me levanto temprano para ir al mercado a comprar pescado para hacer el almuerzo. Voy emocionada porque haré un delicioso platillo con mucho amor para mi esposo: pescado empapelado. Compro los ingredientes con el dinero que mi esposo ha dejado y me dispongo a cocinar. Lo hago lo mejor posible, y a mi gusto; el pescado empapelado ha quedado de gourmet. Realmente puse empeño en hacer ese platillo. Espero que llegue mi esposo del trabajo y le sirvo el plato en la mesa, al tiempo que le cuento con cuánto afán he trabajado ese día para él. Solo hay un problema; a mi esposo no le gusta el pescado empapelado. A él únicamente le gusta frito y en caldo. ¿Sería justo que yo quisiera que él coma lo que preparé, a sabiendas de que no es lo que a él le gusta? Supongo que no.Algo similar hacemos nosotros con nuestros actos de servicio hacia Dios. En ocasiones nos esforzamos en hacer obras como las de Caín, que no son precisamente las que Dios ha pedido ni la manera en que las ha pedido. La frase
Hacer click aquí para enviar sus comentarios a este cuento.Juan David Betancur Fernandezelnarradororal@gmail.comEn el corazón de la Sierra de los Ecos, donde los cerros se alzan como guardianes de los secretos del tiempo, vivía una comunidad de animales que caminaban. No volaban, no nadaban, no trepaban más allá de lo necesario. Caminaban. Eran criaturas del suelo, del polvo, de la rutina. El llano era su mundo, y el cielo, apenas una promesa lejana.Entre ellos vivía un mono distinto. No por su especie, sino por su deseo. Se llamaba Turi, y desde joven había sentido que el mundo lo ignoraba. No era fuerte como el jaguar, ni sabio como la tortuga, ni ágil como el venado. Pero tenía algo que pocos tenían: ambición . Quería ser visto como un artista. No por lo que hacía, sino por lo que decía haber hecho.Una mañana, mientras paseaba por la ladera del Cerro del Silencio, Turi encontró un tronco caído. Era viejo, retorcido, con raíces expuestas como dedos de un cadáver vegetal. Nadie lo había tocado en años. Pero Turi lo miró con otros ojos. Su instinto lo llevo a ver algo que posiblemente otros que habían pasado por allí no habían visto. La oportunidad de sobresalir de forma inmediata sin mayor esfuerzo. —No necesito transformarlo —murmuró—. Solo necesito elevarlo.Y así nació su plan. No tallaría, no pintaría, no esculpiría aquel tronco ya que no sabría como hacerlo. Solo colocaría el tronco en un lugar inaccesible, y dejaría que la distancia hiciera el resto.Durante tres días, Turi empujó el tronco cuesta arriba. Lo hizo en secreto, evitando que otros lo vieran. El camino era arduo: piedras sueltas, espinas, niebla espesa. A veces se detenía a hablar consigo mismo:—Cuando lo vean allá arriba, no verán un tronco. Verán lo que yo les diga que es. Ese es el plan.Finalmente, llegó a la cima. El Cerro del Silencio era un lugar sagrado, donde el viento no hablaba y las aves no cantaban. Allí, colocó el tronco de pie, como si fuera una figura ancestral. Lo rodeó de piedras, lo limpió un poco, y lo dejó.Al regresar al llano, Turi convocó a todos los animales. Se subió a una roca y habló con voz firme:—¡Amigos! Durante años me he dedicado a cultivar un nuevo arte. Lejos de la vista de todos ustedes le he dedicado días enteros a aprender el difícil arte de la escultura. Inicie con barro y y luego con mucho cuidado he aprendido como moldear figuras a partir de la madera y finalmente pase a trabajar con herramientas que yo mismo he creado para extraer imágenes de los bloques de granito que tenemos en lo alto del cerro del silencio . Hoy y después de casi un año de trabajo arduo, les presento mi obra maestra. Miren hacia el Cerro. ¿Ven esa figura que se alza entre las nubes? ¡Es una estatua! ¡Una creación única! ¡La hice yo!Los animales miraron. Desde tan lejos, solo se veía una silueta oscura, apenas distinguible. Pero el tono del mono era solemne, casi místico y con sus seguridad les transmitía la creencia. Y así comenzaron los murmullos entre aquellos animales que nunca habían visto una obra de arte. —¡Qué artista! —¡Qué visión! —¡Qué genio! Claramente se ve el esfuerzo del creador. El jaguar asintió. La tortuga cerró los ojos en señal de respeto. El venado dijo que había sentido “una energía especial” que emanaba de aquella figura en lo alto del cerro. Y así, Turi fue celebrado. Los animales comenzaron a sentirse afortunados de tene a Turi viviendo con ellos. Le ofrecieron los frutos más dulces, lo invitaron a danzas nocturnas, y hasta le pidieron que enseñara su “técnica”.Turi ya convertido en una celebridad entre los animales se dedicaba a hablaba de inspiración, de forma, de trascendencia. Pero aunque Nadie entendía, todos asentían y movían la cabeza para lucir interesantes e
==============================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA MUJERES 2025“AMANECER CON JESÚS”Narrado por: Sirley DelgadilloDesde: Bucaramanga, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================28 de JulioPerdona a tu ofensor indirecto«Así que, al contrario, vosotros más bien debéis perdonarlo y consolarlo, para que no sea consumido por demasiada tristeza» (2 Corintios 2: 7).Yo no los perdono, -le dije a mi esposo-. Mis argumentos eran que aquellas personas le habían hecho mucho daño a la iglesia (no a mí) y no creía en su verdadero arrepentimiento. Sin embargo, al leer la historia bíblica de hoy, comprendí que no me correspondía seguirlos juzgando. Aquella noche, mientras escribía, decidí perdonar a quien literalmente no me había hecho nada. Era una ofensa indirecta y yo me sentía parte de un daño colateral.Deben perdonarlo, -les dice Pablo a los corintios, quienes claramente se empeñaban en no perdonar y recordar el pecado que esa persona, de quien no sabemos el nombre, había cometido en el pasado. La conducta del ofensor había sido reprochada muchas veces por sus hermanos de iglesia. Así lo describe Pablo en el verso 6: «Le basta a tal persona esta reprensión hecha por muchos». «Así que, al contrario, vosotros más bien debéis perdonarlo y consolarlo, para que no sea consumido por demasiada tristeza> (v. 7) -suplica el apóstol. Claramente, estaba demostrando que, si bien la reprensión que se le había impuesto al ofensor era justa, ya no era más necesaria dado su arrepentimiento. Esta manera de tratar a quienes han errado el camino sigue siendo una guía para tratar hoy con los ofensores.¿Cuántas veces hemos actuado como los corintios? Las disciplinas impuestas jamás debieran ser un símbolo de castigo, sino de restauración. Y una vez arrepentido el pecador, ¿quién soy yo para no perdonarlo? La congregación donde abunda la falta de perdón entre hermanos y donde en lugar de restaurar se destruyen, es una iglesia estancada, que no avanza hacia la patria celestial. Por mucho que se predique, se cante, se ore y se lea la Biblia, si estamos llenos de rencor y resentimiento, el Espíritu Santo no habita en nosotros.Finalmente, Pablo les dice que si no perdonan, Satanás va a sacar ventaja de ellos, porque su malévolo plan es, precisamente, que no nos perdonemos. Y es evidente que el que sabe perdonar, tiene a Cristo en su corazón. El que no sabe perdonar tiene a Satanás en su corazón. Y como sabemos que los dos juntos no caben en el mismo corazón, si no tenemos a Cristo, automáticamente, tenemos al otro. Cede el espacio a Jesús, perdona a los demás y tú misma serás perdonada.
Fuente: El Valor de la Educación Física Atento a lo que dijo Luis Enrique el otro día y ahora lo comentamos: "…de echo se lo copiamos Lyon, se lo vimos, me gustó… Claramente lo vamos a cambiar porque los equipos se adaptan. En el fútbol no hay nada que sea mágico. No funciona. Cuando tú superas una presión de una manera el rival se adapta. Cuando tú creas superioridad en un sitio el rival se adapta. O sea, no hay una fórmula mágica. #451. Roba (y no golpees) como Luis Enrique es un artículo publicado por Francisco Javier Vázquez Ramos
- Ya parece burla, pero la seño que ocupa la presidencia formalmente sigue culpando de todo a Calderón. - Hoy lo volvió a hacer, en un tema que probadamente es culpa de su jefe: el cruel desabasto de medicinas. - Para evidenciar lo absurdo de esta estrategia de irresponsabilidad política hice un recuento de 50 tragedias actuales que…seguro…son culpa de Calderón. - Si no aprendemos como ciudadanía a asignar responsabilidades y costos donde corresponden, nunca saldremos de este negro periodo.
Esta semana el Haus of Mala se traslada a Stagecooch con pases de prensa a ver que papelón nos tiene este All Stars 10. Claramente se nota la preferencia VIP de algunas. Mientras otras solo pueden pedir hablar con la gerente. Axel regresa con su bandita de meet and greet pa' darnos un "wrecking ball" de opiniones de este episodio. Mala Patreonhttps://patreon.com/DragaMalaLinkTreehttps://linktr.ee/dragamalaBrock by Joséhttps://www.instagram.com/brockbyjose/https://www.tiktok.com/@brockbyjoseMala VoiceMailhttps://www.speakpipe.com/dragamalaBlue Skyhttps://bsky.app/profile/dragamalapod.bsky.socialInstagramDraga Mala
Olga Nelly García. Programas de radio. (Podcast) - www.poderato.com/olganellygarcia
Te guía para que elijas dónde quedarte y para que te vayas de donde hay falsedad, o el tiempo de la relación terminó para dar paso a algo mejor.
¡Ni nuestro estado de imputabilidad podra detenernos!¡Porque es lunes y SpreadShotNews ya llegó! En este episodio: Nico continua avanzando con el Skin Deep, mientras Maxi termina el Clair Obscur: Expedition 33 y el Command & Conquer: Tiberian Sun. En el Rapid-Fire tenemos noticias sobre la resurreccion de Giant Bomb, el éxito de Gamescom LATAM, el flamante sindicato de Overwatch, Bandai Namco siendo (aún) mas capitalista, continúa la resurrección de Virtua Fighter, Hackean Arc System Works, Fatal Fury se “cobra” al CEO de SNK y un mini-resumen de la EVO Japón y sus anuncios. Para la Main Quest, repasamos el sitio https://indiegamepublishing.com , que anonimiza 100 contratos de estudios/desarrolladores independientes para brindar una infografía muy interesante que puede ser muy informativa para futuros desarrolladores o gente interesada en la industria. Para finalizar, en el Special Move, Nico nos recomienda la pelicula The Nice Guys, y una entrevista a Tomohiro Nishikado , creador de Space Invaders, sobre su filosofia de creacion de juegos. Maxi nos recomienda un video del canal In a Nutshell sobre “el fin de Corea del Sur” . Por último, recuerden que nos pueden escribir preguntas directamente a través de google forms en el siguiente link: spreadshotnews.com/preguntas
¡AJA MISTERIO!Aqui hay gato encerrao' y se necesita al Draga Mala: Special Investigations Unit para indagar al misterio de este episodio. Descubrimos que hay reinas que aprovechan momentos de ocio con heterosexuales pa' su ventaja y después descubrimos que el único crimen ocurrido tomó lugar en la tarima y con poca ropa. Claramente pa' investigar las cosas bien necesitamos la lupa de Jason Salas de Con Permisa Podcast. ¡Ven e investiga con nosotros, los hallazgos te fascinarán!
El Secretariado Ejecutivo del Frente Amplio (FA) analizó ayer el caso de la ministra de Vivienda, Cecilia Cairo, que fue motivo de polémica política la semana pasada y cómo una parte de la fuerza política manejó su defensa cuando una denuncia periodística reveló que la entones jerarca no tenía regularizada su vivienda. Cairo, que en un primer momento pidió disculpas por sus omisiones y anunció que cumpliría con los trámites pendientes y pagaría los tributos que adeuda pero no dejaría el cargo, terminó presentando su renuncia el jueves a última hora. "Claramente cometimos algunos errores”, reconoció este lunes, luego del encuentro, el presidente de la coalición de izquierdas, Fernando Pereira. En particular, dijo que su primera reacción, de defender a la exjerarca, no estuvo en sintonía con la mayoría de la militancia frenteamplista. "Un análisis que probablemente no sintonizó con la totalidad del Frente Amplio. Yo represento a todo el Frente Amplio, no a los que piensan como yo. Entonces, de alguna manera, esto es una enseñanza, como todos los errores que uno comete en la vida, como todos los que hemos cometido errores en la vida. Pero al mismo tiempo, saber actuar en política, porque de un error solo se sale enmendándolo. Y lo que hizo tanto Cecilia, como quien habla, como luego Yamandú, que es la voz del Gobierno, y quien cerró el tema, fue tomar las decisiones adecuadas". Pereira agregó que el FA "da por terminado el tema” Cairo luego de este análisis, y remarcó que se valora “muy positivamente” la forma en que procedió el presidente Yamandú Orsi. Por su parte, el Movimiento de Participación Popular también se reunió ayer para tratar el episodio. Al finalizar la sesión, el senador Daniel Caggiani informó que el sector respalda el accionar de Cairo, y confirmó que ella volverá al Parlamento, a su banca de diputada. La Tertulia de los Martes con Matías Bordaberry, Tomás Teijeiro, María Josefina Plá y Daoiz Uriarte.
A EDP já tinha decidido reconfigurar a cadeia de fornecimentos, comprando equipamentos feitos nos EUA, por isso, está mais protegida da guerra comercial e de tarifas, explica Miguel Stilwell no podcast do ECO e da CNN, 'O Mistério das Finanças'. "Claramente, o contexto é mais incerto, como dizem. Eu acho que uma das vantagens de um portfólio como o da EDP, ou de uma empresa como a EDP, que é global, ao ter várias regiões, é conseguir alocar capital e conseguir gerir também em função das diferentes dinâmicas". O CEO da EDP fala também do que é a estrutura acionista da EDP e da estratégia para recuperar o valor da companhia em bolsa.
En entrevista para MVS Noticias con Manuel López San Martín, María Teresa Ealy Díaz, diputada de Morena, abordó los ataques que ha recibido tras su postura en el caso de Cuauhtémoc Blanco, asegurando que estos señalamientos son un intento de deslegitimar su voz y destacó su compromiso con la justicia y la equidad. “Claramente hay un intento de deslegitimar mi postura y callar mi voz en un tema incómodo para unos cuantos. No es la primera vez que las mujeres en política enfrentamos este tipo de ataques cuando nos mantenemos firmes en nuestras convicciones”, declaró. See omnystudio.com/listener for privacy information.
El presidente de Argentina, Javier Milei, está envuelto en un escándalo político luego de que el viernes promocionó la criptomoneda $LIBRA a través de su cuenta en X. Aunque horas después retiró su apoyo al proyecto, el valor de la criptomoneda subió rápidamente y se desplomó a las pocas horas, lo que causó grandes pérdidas para miles de inversionistas. Pablo Sabbatella, investigador y auditor de seguridad en Blockchain, explicó en Aristegui las claves de este hecho. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA JÓVENES 2025“HOY ES TENDENCIA”Narrado por: Daniel RamosDesde: Connecticut, USAUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================01 de FebreroMira hacia arribaPor lo tanto, cuando todas estas cosas comiencen a suceder, pónganse de pie y levanten la mirada, ¡porque la salvación está cerca! Lucas 21:28, NTV¿Alguna vez te has preguntado cómo acabará nuestro mundo? En diciembre de 2021, mi amigo Pablito me invitó a ver la película Dont´t Look Up (no mires hacia arriba) protagonizada por Leonardo DiCaprio y Jennifer Lawrence. La trama gira en torno a dos astrónomos que descubren que un gigantesco cometa se dirige hacia nuestro planeta.Frente a la amenaza, los medios de comunicación optan por pasar por alto el tema en favor de noticias más alegres, como los últimos chismes de la farándula. Los empresarios se oponen a la destrucción del cometa, argumentando que contiene minerales y tierras raras que podrían ser aprovechados. Por último, el gobierno y los políticos, temerosos del pánico y de rendir cuentas, lanzan una extensa campaña instando a la gente a «no mirar hacia arriba», con el fin de ocultar la inminente destrucción.Claramente, el mensaje de esta película es que el cambio climático representa una amenaza para la destrucción de nuestro planeta. Mientras tanto, gobiernos, medios de comunicación y empresarios manipulan a la sociedad para evitar que miremos hacia arriba y tomemos conciencia de que estamos contribuyendo a la destrucción del planeta.Si le preguntáramos a Jesús cómo acabará el mundo, ¿qué crees que nos contestaría? En Mateo 24 Jesús señaló que nuestro planeta no llegará a su destrucción como resultado del cambio climático, tampoco lo destruirá una guerra nuclear ni un asteroide. El fin de nuestro mundo estará precedido por la predicación del evangelio del Reino en todo el mundo, para testimonio a todas las naciones (Mat. 24: 14). Entonces se verá en el cielo la señal del Hijo del hombre [...] y él mandará a sus ángeles con una gran trompeta, para que reúnan a sus escogidos de los cuatro puntos cardinales (Mat. 24: 30-31).Como el final estará marcado por la segunda venida de Jesús y la reunión de sus escogidos en su reino, el mismo Cristo nos dice en Lucas 21: 28 que cuando veamos que las señales se empiecen a cumplir hemos de mirar hacia arriba», de donde procede nuestra salvación. Por eso hoy te invito a mirar hacia arriba, donde está Aquel que tiene en sus manos el control del mundo y de tu vida. Jesús viene pronto. La salvación está cerca.
¿ALGUIEN TRAJO SU TRAJECOLCHA?Porque el Haus of Mala esta de pijamada, tenemos chocolate caliente, quesito de papa y un mattress importado de Francia. Claramente tenemos que estar super cómodos, porque esta semana nos llevaron ajoraitos por los momentos mas icónicos de Drag Race. Obviamente en esta colcha tenemos espacio para uno mas, por eso Mar nos acompaña acurrucaditos para analizar muy bien este episodio. Este episodio esta disponible en Spotify, Apple Podcasts o donde te encante escuchar podcasts. Mala Patreonhttps://patreon.com/DragaMalaLinkTreehttps://linktr.ee/dragamalaBrock by Joséhttps://www.instagram.com/brockbyjose/https://www.tiktok.com/@brockbyjoseMala VoiceMailhttps://www.speakpipe.com/dragamalaBlue Skyhttps://bsky.app/profile/dragamalapod.bsky.socialInstagramDraga Mala
Temas del día: Jenniffer le atribuye a Dios la “aparición” de la orden administrativa que liberó a sus suegros de la investigación que estaba en curso por corte ilegal de mangle en La Parguera Evidencia en poder de Bonita Radio desmiente lo alegado por la gobernadora. Converso con la periodista Carmen Enid Acevedo Utuado está cerca de La Parguera, pero lejos de Loíza. Alcaldesa de Loíza dice Secretario del DRNA no fue a Loíza por la distancia. TRS le dice que se ponga las pilas. Nuevos nombramientos de la gobernadora. Algunos controversiales y falta Policía y las de permisos Hoy comienza sesión legislativa con gran expectativa sobre los nombramientos Varias juramentaciones de alcalde. Miguel Romero con énfasis en microrredes eléctricas Claramente antiestadista el nuevo liderato republicano del Senado federal DEPORTES ZONA-5 con Federico López, con el auspicio de la Cooperativa de Seguros Múltiples See omnystudio.com/listener for privacy information.
En el episodio n.º 66 de TODO COMENZÓ AYER, el podcast divulgativo de la Asociación Española de Historia Económica, entrevistamos a Carmen Sarasúa (profesora de la Universidad Autónoma de Barcelona), Pilar Erdozáin (profesora de la Universidad de Zaragoza) y Ricardo Hernández (profesor de la Universidad de Valladolid), ganadores del Premio Felipe Ruiz Martín 2024 al mejor artículo de historia económica publicado en 2023 en las revistas Investigaciones de Historia Económica, Revista de Historia Económica, Revista de Historia Industrial, Historia Agraria e Iberian Journal of the History of Economic Thought. Su trabajo, titulado “Nursing babies to fight poverty: wages of wet nurses of Spanish foundling hospitals in the 18th and 19th centuries” y publicado en 2023 en la Revista de Historia Económica-Journal of Iberian and Latin American Economic History, se trata de una magnífica investigación que viene a llenar un vacío historiográfico, y que analiza la institución de las casas de expósitos o inclusas en la España de los siglos XVIII y XIX. Claramente vinculado a la historiografía internacional sobre salarios y trabajo femenino, este estudio supone una contribución muy relevante al debate sobre el papel de los salarios femeninos en las economías preindustriales. A través del uso de abundantes fuentes primarias, este artículo permite conocer, entre otros aspectos de mucho interés, la evolución y los niveles de los salarios de las nodrizas durante el período considerado. Ssus conclusiones son rotundas y las vamos a desgranar en este programa: los ingresos de las nodrizas contribuyeron de manera fundamental a la economía familiar de las clases más desfavorecidas. Entrevista realizada por Raúl Molina Recio, historiador socio-económico español que ha trabajado en las Universidades de Córdoba, Lisboa y Extremadura (actualmente). Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
El cineasta y periodista Carles Tamayo presenta en 'Más de uno' su documental 'Cómo cazar a un monstruo' sobre el pederasta Lluís Gros.