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Patricia Bullrich confirmó que no habrá sesión en el Senado y adelantó que el próximo 25 de junio se tratarán proyectos de interpelación impulsados por la oposición. “Mañana no va a haber sesión. El día 25 va a haber una sesión donde los bloques opositores, por mayoría, han incorporado un proyecto de interpelación, o varios proyectos de interpelación, y van a ser tratados con otros temas”, explicó.La senadora agregó que, si esas iniciativas consiguen respaldo parlamentario, podrían abrir una instancia más profunda: “Si ese proyecto de interpelación tiene una mayoría, tendría una interpelación y eso podría llevar o no a una moción de censura”.Patricia Bullrich defendió la decisión de Javier Milei de sostener a Manuel Adorni en su cargo y aseguró que el Presidente considera satisfactorias las explicaciones brindadas por el funcionario. “Él considera que no hay razón, no hay una razón. No mintió o considera que dio una explicación razonable”, afirmó.Y concluyó: “Nada cuestionable al presidente de la Nación”.Martín Goerling Lara sostuvo que el PRO acompañará en el Congreso la postura que viene expresando públicamente respecto de Manuel Adorni. “Pro viene hablando a través de los comunicados y las redes pidiendo la renuncia de Adorni, pidiéndole al Gobierno que tome cartas en el asunto, que esto no da para más”, señaló.El senador agregó: “Nosotros vamos a hacer en el Congreso lo que estamos diciendo en las redes sociales y en los comunicados. Primero viene la interpelación y después el otro paso es la moción de censura”. Y remarcó que se trata de una situación inédita: “Va a ser la primera vez que se aplica este mecanismo que nos dio la Constitución del 94”.Fernando de Andreis volvió a cuestionar la continuidad de Manuel Adorni y aseguró que su permanencia perjudica al Gobierno. “Ya de por sí Adorni para nosotros no tenía las cualidades para ser jefe de Gabinete y el daño que le está haciendo a la figura del presidente y al Gobierno es infinito”, afirmó.El dirigente del PRO sostuvo además que no descartan impulsar una interpelación y remarcó: “El ideal es que se vaya hoy, ayer o ya. Claramente no debería pasar más un día en el cargo”.Santiago Fioritti reveló detalles de una investigación judicial vinculada a gastos atribuidos a Manuel Adorni y señaló que la compra de distintos elementos para el hogar aparece bajo análisis. “El jefe de Gabinete compró ocho colchones. Compró ropa blanca, sábanas, acolchados, fundas, etcétera”, afirmó.Sin embargo, explicó que la operación no habría sido realizada directamente por el funcionario. “Los compró él, pero no los compró él. La información que tiene la justicia es que los compró su secretaria o una de sus secretarias”, sostuvo. Ante la consulta de Nicolás Wiñazki, agregó que las compras habrían sido realizadas “en efectivo”.Horacio Rodríguez Larreta ironizó sobre Patricia Bullrich al ser consultado por su trayectoria política y sus cambios de espacio. “Uso un dicho de un amigo: los patos son aves migratorias”, afirmó.Y remató: “Es la historia de su vida, pero bueno”.
Foi apresentado em finais de Maio em Paris, o terceiro e último volume do livro "Memórias em tempo de amnésia" de Álvaro Vasconcelos, especialista de relações internacionais e voz bem conhecida das nossas antenas. Nesta obra em três partes, o autor relata as épocas que atravessou, o salazarismo, o colonialismo português em África, nomeadamente em Moçambique onde viveu, os anos de militância política na África do Sul, em França e em seguida em Portugal, onde regressou na altura do 25 de Abril. No terceiro volume das suas memórias intitulado "O futuro para além do apocalipse", Álvaro Vasconcelos recorda a conquista da independência das ex-colónias, assim como os primórdios da democratização de Portugal e a sua adesão à União Europeia. O antigo director do Instituto de Estudos de Segurança da União Europeia e fundador em Portugal do Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais também evoca a viragem autoritária a que se assiste actualmente em várias partes do mundo, a que ele chama de «brutalismo» e que tem a ver com a corrente 'tecno-totalitarista', encabeçada nomeadamente por alguns magnatas da Silicon Valley. Álvaro Vasconcelos fala também da urgência ambiental, da urgência de não nos esquecermos que somos humanos, numa época em que tendemos a colocar tudo nas mãos da Inteligência Artificial. No fundo, ele fala da urgência de pensarmos. Neste livro denso que é uma chamada de atenção, ele começa cada capítulo com uma espécie de guião de filme e fala com um gosto não dissimulado de todas as fitas que o fizeram reflectir de outra forma sobre o mundo, porque este texto, ainda mais do que os anteriores, é uma declaração de amor à sétima arte. E evidentemente não podíamos deixar de falar -antes de mais- da importância que o cinema tem para Álvaro Vasconcelos. "O cinema é algo que me formou porque eu vivia na África colonial, na Beira, em Moçambique. E como era lá no fundo do Império, a ditadura era certamente muito mais suave para os brancos, para os negros era mais brutal do que em Portugal era para os portugueses. E os brancos da cidade da Beira, onde eu vivia, tinham acesso ao Cineclube da Beira, às grandes obras do cinema mundial, por exemplo, nós vimos o ‘Couraçado Potemkin', que em Portugal era absolutamente proibido. (…) E como o cinema, começamos a vê-lo mesmo muito, desde muitos miúdos, não só nos cineclubes, os cinemas eram a maravilha da época, era aquilo que nos educava, nos abria novos horizontes, que nos fazia rir com Charlot, com os irmãos Marx, que nos ensinava os problemas graves do mundo, como ‘Hiroshima mon amour', o neo-realismo italiano, ‘Os ladrões de bicicletas', etc. Evidentemente que o cinema teve para a minha geração e em particular para aquela que viveu no Império, mas não só, também também em Portugal, um impacto enorme, portanto, foi formativo. E ao escrever o último livro da minha trilogia, senti a necessidade de fazer um livro que fosse mais de reflexão que apenas descritivo da minha vida e de reflexão. Não sou filósofo, portanto, não podia ser uma reflexão filosófica. Mas era uma reflexão à volta das ideias que são veiculadas pelo cinema, que foram veiculadas pela grande literatura que eu li desde miúdo, que sempre me apaixonou e continuo a ler e que me ensinou imenso sobre o mundo. Eu descobri muitas coisas no cinema e na literatura que não era capaz de descobrir com o mesmo grau de profundidade dos ensaios", explica o autor. Nas suas memórias, Álvaro Vasconcelos fala da época colonial e também de uma descolonização das mentes que ainda não foi totalmente feita. "Em África, descobri a violência colonial e que a palmatória é um símbolo absoluto dessa violência. Palmatória com que iam castigar os empregados negros por coisas, não importa o quê. Mas mesmo que fossem coisas graves, era a mesma palmatória que era usada contra os escravos, como eu vi no Museu Afro-Brasileiro, em São Paulo. Infelizmente não temos em Portugal, nenhum museu sobre a escravatura. Temos um pequeno museu em Lagos, mas não temos um grande museu, como têm os brasileiros. E essa palmatória era usada também pelo professor primário para nos manter. Identifico a violência brutal de que era vítima pelo professor primário, que tinha um poder absoluto sobre mim, com a violência, de que eram vítimas os negros, que não tinham direitos nenhuns, nem direito à vida. E para que isso pudesse ter acontecido, foi preciso criar uma narrativa de que eles não eram gente civilizada. E essa narrativa perdurou no pós 25 de Abril, porque nunca se fez um trabalho verdadeiro de descolonização das mentalidades. E hoje, quando os imigrantes são tratados como são tratados com desumanidade, é porque não são considerados humanos iguais a nós. E como não são considerados humanos iguais a nós, podem ser vítimas da arbitrariedade. Não têm os direitos iguais. Isso é uma questão fundamental", considera o estudioso. "Quando se deu o 25 de Abril, podia-se ter feito uma coisa extraordinária e teria ficado para a história. Era considerar que toda a gente que reside em Portugal tem os mesmos direitos. Há um país no mundo em que isso, pelo menos já acontece, que é na Nova Zelândia. E, portanto, se os imigrantes tivessem o direito do voto, seriam tratados de forma completamente diferente ", diz ao referir que, em vez disso, "são vítimas da desigualdade mais absurda da escravatura às vezes da violência da morte no Mediterrâneo. Em vez de irem socorrer, acham que é uma forma dissuasiva que eles morram no Mediterrâneo. Isso, evidentemente, é feito posto em prática por políticos democráticos, mas evidentemente que estão a abrir o caminho à extrema-direita que fará disso uma doutrina de poder." No capítulo que reserva a estes aspectos, o autor escreve que “o silêncio sobre a verdadeira natureza do colonialismo é um dos grandes fracassos da democracia portuguesa” e que “a Europa assumir que o colonialismo foi um crime contra a humanidade tornaria o seu discurso sobre a democracia muito mais legítimo.” "O 25 de Abril foi uma revolução extraordinária. Libertou os portugueses da ditadura e criou um sistema de liberdades públicas, de Estado de Direito. Isso deve ser sublinhado e eu sublinho no livro, porque é único no século XX, uma revolução que não foi só uma libertação, mas trouxe a liberdade. Podemos pensar, por exemplo, que a Revolução de Outubro libertou os russos do Czarismo, que era um regime terrível. Mas não construiu um regime de liberdade. Isso aconteceu em Portugal. Simplesmente, Portugal era ao mesmo tempo uma ditadura e um império. E quando se construiu a democracia, fez-se um trabalho mais ou menos profundo sobre o que era a ditadura, o que é que era o fascismo. Existem vários museus, o Museu do Aljube, um museu em Peniche, existe um trabalho de memória. Existem nos livros de História. Conta-se o 25 de Abril, todo esse passado ditatorial. As pessoas sabem que houve a tortura, que havia a PIDE, que as pessoas não tinham direito à palavra. Tudo isso faz parte da memória colectiva dos portugueses", constata Álvaro Vasconcelos. "O que não se fez nenhum trabalho. O que é que era o colonialismo? Não se explicou o que é que era a tortura em África, o que era o trabalho forçado. Qual era a origem que isso tinha na escravatura? Manteve-se um mito do lusotropicalismo, ou seja, que Portugal tinha contribuído para criar um mundo diferente, um mundo não racista, um mundo multiétnico. Até se dizia isso : ‘Deus criou os homens e os portugueses criaram as mulatas' escondendo que as mulatas nasciam muitas vezes de actos de violação absoluta, porque as mulheres negras não tinham direitos e, portanto, o senhor tinha um direito de pernada sobre a mulher negra. Isso acontecia frequentemente. Eu, aliás, entrevistei para um dos meus livros uma senhora africana que conta exactamente a história de uma mulher que, depois do 25 de Abril, andava à procura do homem branco, que tinha sido o pai dos seus filhos e que o homem branco tinha desaparecido. Tinha regressado a Portugal e que nunca mais soube dele. E as crianças queriam conhecer o pai. Mas isto é um caso de uma pessoa que se movimentou. A maior parte das vezes ficaram e são vítimas de toda a discriminação. Isso é o aspecto em que o 25 de Abril não fez esse trabalho", diz o politólogo. "Quando em Portugal surge um movimento de sociedade civil poderoso, hoje formado por intelectuais afro-descendentes que defendem o direito à igualdade, que tem voz no espaço público, quando nos lembramos, por exemplo, da Joacine Katar Moreira que foi deputada na Assembleia da República, a campanha racista contra ela. No Parlamento, a extrema-direita dizia ‘Volta para o teu país'. Estou a falar numa deputada, membro do Parlamento. Mas depois as intelectuais todas que são superactivas na sociedade portuguesa, que é aquilo que há hoje de mais vibrante na sociedade portuguesa, mais criativo. Publicam, fazem filmes como a Pocas Pascoal e outros. Ainda recentemente a Kitty Furtado organizou na Gulbenkian um ciclo sobre o cinema africano produzido em Portugal, com numerosos filmes, numerosos realizadores. Portanto, na Bienal de Veneza, há dois anos, a representação de Portugal foram artistas negros. Portanto, temos um movimento extraordinário. Esse movimento choca com esta mentalidade dominante. E então são acusados de serem ‘wokistas'. ‘Wokistas, quer dizer que são pessoas com consciência", sublinha o universitário. Relativamente às lições que se podem tirar do pós 25 de Abril, Álvaro Vasconcelos faz um balanço agridoce : apesar de considerar que “os seus objectivos essenciais foram atingidos: liberdade, fim do colonialismo e um estado inspirado nos modelos sociais europeus”, ele constara que “o que triunfou não foram os mecanismos que permitiriam compatibilizar a democracia liberal com o desejo de participação dos cidadãos (...) com o tempo, os partidos tornaram-se organizações fechadas (...) foram-se impondo como actores únicos do sistema politico”. "Portugal fez uma revolução que permitiu a existência de partidos políticos que não existiam antes. Mas a revolução, no momento em que ela aconteceu, despertou uma vontade de participação enorme na sociedade portuguesa. Todos os portugueses queriam participar na vida política pública. Eu próprio participei na criação de um jornal que era a voz do trabalhador e aquilo vendia-se como pãezinhos quentes. Quer dizer, toda a gente cria jornais. Toda a gente queria ler. Toda a gente fazia um pequeno comício. Enchiam-se de pessoas. Criaram-se cooperativas, associações de bairro, associações, moradores, associações agrícolas, movimentos cooperativos por todo o lado. Ao mesmo tempo, os partidos políticos foram-se consolidando como forças dominantes da sociedade portuguesa. E esses movimentos participativos foram vistos pelos partidos que acabaram por triunfar como movimentos que eram contrários à consolidação da democracia representativa liberal, como havia no resto da Europa. E foram desaparecendo. E o sistema político português ficou concentrado nos partidos políticos. Esses anos todos passaram e as pessoas hoje, como têm acesso às redes sociais, já têm outra forma de expressão, sem passar pelos partidos políticos. Exprimem-se nas redes sociais. Muitas vezes, o que dizem alguns? Nós não gostamos nada. Mas outras coisas dizem coisas correctas. Estes movimentos que eu referi, ecológicos, anti-racistas, de solidariedade social, também usam as redes sociais. Mas há muita gente que usa as redes sociais e que diz coisas horríveis. Mas não interessa, diz. Acha que tem direito à palavra. E acha que os partidos não dão direito à palavra. Então vão atrás de um demagogo que diz ‘Eu dou vos a palavra. Eles não vos dão a palavra'. Os partidos políticos são organizações fechadas. Em Portugal nunca se fez a regionalização, porque os partidos acharam que aquilo era fugir ao controlo central dos partidos de Lisboa. Era abrir o controlo da sociedade a nível regional. E tudo isso foi enfraquecendo a democracia portuguesa", comenta. “Foi nas redes sociais, espaço sem regras, que descobri que estávamos perante um brutalismo neofascista. O significado das palavras e a verdade deixaram de ser facilmente reconhecíveis. O algoritmo privilegia a violência verbal, exponencia o número de visões e partilhas. Acreditei – e escrevi –, depois das revoluções árabes de 2011, que as redes sociais tinham potencial de empoderamento dos cidadãos e poderiam ser um factor de emancipação democrática, mas hoje sou obrigado a constatar que não tive em conta a capacidade de manipulação, seja pelos algoritmos ou ainda mais pela IA, dos Estados e grupos que controlam as empresas da indústria do mundo virtual", escreve Álvaro Vasconcelos no capítulo que dedica ao regresso do que chama de 'brutalismo'. "A nível europeu, nós não podemos separar de um fenómeno mundial, que é aquilo que atravessa bastante o meu livro, que é a ideia do colapso do pensamento. E esse colapso do pensamento. O que significa que quando os homens deixam de pensar, diz Hannah Arendt, são capazes dos piores crimes. E esses homens são capazes dos piores crimes. E o homem banal, o homem comum que pode seguir um líder que vai destruir as suas liberdades e a liberdade dos outros. E isso pode se chamar ‘tecno-totalitarismo'. Porquê tecno-totalitarismo? Porque grande parte da economia mundial hoje está a ser dominada pelas grandes empresas tecnológicas. Estamos numa nova revolução tecnológica. E as grandes empresas tecnológicas que dominam a inteligência artificial, que dominam as redes sociais, como o Musk, é o exemplo mais claro, defendem aquilo que eu chamei de ‘tecno-totalitarismo'», explica o autor das "Memórias em tempo de amnésia". "Há uma politóloga francesa, Asma Mhalla que diz que ‘este século não vos proíbe de pensar. Ele ocupa-vos até que já não se saiba como fazer. Isto vem, como eu digo aqui no livro, do desenvolvimento da Inteligência artificial. O desenvolvimento da inteligência artificial cria um mundo onde os humanos deixam de pensar. A banalidade do mal passa a ser a norma. Isso acontece em muitos actos quotidianos. Quando recorremos à inteligência artificial para tomarmos decisões. Quando manipulados por algoritmos, ficamos de tal forma hipnotizados que somos levados a acreditar nos líderes populistas como Trump, como Bardella em França como em Portugal, o André Ventura, como Bolsonaro no Brasil", diz Álvaro Vasconcelos. "Há um aspecto deste ‘tecno-totalitarismo' que também nos deve inquietar, que é menos presente em França, mas está presente em muitos países, que é a relação dele com uma determinada corrente religiosa. Ele é religioso na sua essência, porque ao mesmo tempo, fala de Apocalipse, destruição do mundo pelo aquecimento global, pela guerra nuclear e está a propor uma solução tecnológica para estes problemas. Ora, isto é típico da crença religiosa. A ideia do Apocalipse, se pensarmos no apoio dos evangélicos americanos a Trump e em cenas em que Trump se reúne com os evangélicos e os evangélicos rezam na Casa Branca a volta do Trump ou quando o Bolsonaro tomou posse rodeado pelos evangélicos, a primeira coisa que fizeram, foi um ato religioso. (…) Vemos que o ‘tecno-totalitarismo' muitas vezes é também uma ‘tecno-teocracia'. E, portanto, esse problema, que é um problema mundial, que é da criação do mundo em que os homens deixam de pensar, a inteligência artificial substitui o pensamento humano. É um mundo em que o brutalismo, que é o tema do meu livro, se torna possível. É possível que o Trump decida destruir o Irão, que o Netanyahu faça o genocídio de Gaza e agora esteja a fazer no Líbano o que fez em Gaza, no sul do Líbano. É exactamente a mesma coisa. Vai destruir o sul do Líbano completamente", diz o especialista em relações internacionais. No capítulo em que aborda o que chama de dever de hospitalidade, Álvaro Vasconcelos considera que é neste aspecto que a Europa pode fazer a diferença "para superar o brutalismo contemporâneo, porque, por um lado, é uma das regiões do mundo onde as democracias ainda resistem ao assalto da extrema‑direita neofascista, e por outro porque a hospitalidade é a essência da sua sobrevivência". "Estamos a falar da União Europeia, a que se podem juntar alguns Estados, como a Noruega, como hoje o Brasil do Lula. Têm a mesma ambição de escapar ao brutalismo de Putin, Trump, Netanyahu, ao ‘tecno-totalitarismo' que domina a China. Verdadeiramente o único sítio do mundo em que ainda há um grupo de Estados que pode e quer resistir é na União Europeia, mas que tem estes aliados muito importantes que tem que procurar no Canadá, já procura no Brasil. Por isso, o acordo com o Mercosul é tão importante, apesar de a Argentina do Milei estar completamente na mesma linha de brutalismo. Mas o Brasil é um país importantíssimo. Na Ásia, o Japão, a Coreia do Sul. (…) Portanto, a Europa é a nossa esperança. Mas para que essa esperança não passe de uma utopia não realizada, para ser uma utopia realizada, é preciso que a Europa integre toda a sua vitalidade num projecto comum, (…) é preciso uma mudança radical de política. Ou seja, é preciso uma política que seja alternativa à política da extrema-direita. Claramente. E o que é que se deve fazer? Os imigrantes que são grande parte da população europeia ou originários na imigração devem ser cidadãos plenos, activos, integrados nas nossas sociedades, dando-lhes o voto. Aqueles que ainda não têm, damos-lhe a palavra, ouvindo-os e tornando as nossas democracias muito mais participativas", preconiza o autor. No seu livro, Álvaro Vasconcelos estabelece um elo directo entre o ‘tecno-totalitarismo', a negação dos direitos de boa parte da humanidade e a destruição do meio ambiente. "Um dos temas que eu acho que é muito importante é a questão do ambiente. Eu, aliás, começo o meu livro com uma citação do Camus que diz ‘A minha geração quis mudar o mundo. Não o mudou, mas pelo menos lutou para preservar o que de melhor tinha sido conquistado'. (…) O aquecimento global está a ser um problema gravíssimo que pode pôr em causa a vida na terra. E aí é lembrarmo-nos de Edgar Morin, um grande pensador. Eu cito Edgar Morin dez ou 15 vezes no meu livro. Ele diz que nós não estamos só perante um mundo que destrói a vida humana. Estamos num mundo em que a globalização foi extremamente destrutiva do ponto de vista económico e social. Criou também a consciência de um destino comum da humanidade a consciência de que estamos todos no mesmo barco. Ou seja, no barco da vida. Nós sabemos que a vida não é eterna. Mas enquanto estamos no barco da vida, não vamos cair no niilismo. Nem vamos cair na melancolia de esquerda. Isto é uma conclusão que alguém tirou do meu livro que eu sou contra a melancolia de esquerda. A melancolia de esquerda é nós pensarmos em tudo aquilo por que a gente lutou está a desaparecer e já não podemos fazer nada. Vai tudo acabar. Vai acabar a democracia, a liberdade. Vai voltar o racismo como política de Estado. Vai desaparecer a ordem internacional. Vai desaparecer o multilateralismo", diz o universitário. "Estamos perante uma guerra cultural. É um tema central, porque a guerra cultural é algo que acompanha a civilização europeia desde o Iluminismo e desde a Revolução Francesa. Houve sempre uma corrente que se opôs às conquistas de liberdade, igualdade, fraternidade da Revolução Francesa. Considerou sempre que a compaixão pelo outro não fazia nenhum sentido, que o homem era um animal fundamentalmente egoísta e violento E que tinha que ser treinado desde criancinha para a competição. E por isso, a cooperação não é uma questão fundamental da aprendizagem. As pessoas não aprendem a cooperar, aprendem a competir. Já vimos no sistema escolar como é terrível a competição. A infância nas grandes escolas. O que é que é difícil chegar lá acima. Portanto, formam-se elites que foram treinadas para a competição e não foram treinadas para a cooperação. E se nós não cooperarmos neste barco da vida, se não percebermos que o clima não tem fronteiras, que o aquecimento é global, que os calores do Norte de África chegam à Europa, que as transformações da Amazónia transformam as correntes do Atlântico e nos atingem também como europeus. Então não perceberemos que estamos todos no mesmo mundo. Mundo, terra, pátria, como diz o Edgar Morin. E que neste mundo, terra pátria, nós somos todos cidadãos, mesmo quando não somos considerados cidadãos", conclui Álvaro Vasconcelos.
Hebreos 4:16“Acerquémonos, pues, confiadamente al trono de la gracia, para alcanzar misericordia y hallar gracia para el oportuno socorro”.Las a menudo bellas, pero siempre mortales anémonas de mar son básicamente una boca y estómago, rodeados por brazos aferradores y que causan picazones fijados al suelo del mar. Cuando un pez que pasa se roza contra sus brazos, miles de células microscópicas que pican en cada brazo se disparan atontándolo. Luego los brazos empiezan lentamente a llevar el pez hacia y adentro de la boca de la anémona al centro de los brazos.Es este mortal ambiente que el pez payaso llama hogar. El pez payaso lleva ese nombre por sus colores brillantes, pero su nombre también podría aplicarse a muchos aspectos de su estilo de vida. El pez payaso viven entre los peligrosos brazos de la anémona sin ser herido porque se recubre a sí mismo con la misma mucosidad que previene que los brazos se piquen entre sí. Y por supuesto, los brazos proveen al pez payaso con un refugio seguro lejos de sus enemigos.Los peces payaso se aparean de por vida, cada par buscando su propia anémona. Sus críos gradualmente empiezan a poblar anémonas vecinas. Pero si la hembra muere, el macho se cambiará en hembra y buscará una pareja de entre los mayores de sus críos machos sin pareja.Claramente el arreglo entre la anémona y el pez payaso fue diseñado para ser de esa manera desde el principio. Aquellos que piensan que este arreglo evolucionó deben inventar una explicación imaginativa de cómo el pez payaso aprendió a protegerse de los peligrosos brazos de la anémona. No, la sabiduría y belleza de esta relación es característica del CreadorOración: Amado Señor, Te agradezco por la gran belleza que nos rodea en la creación cada día. Permite que Tu gracia perdonadora sea mi protección en mis relaciones con otros. Amén.Ref: Rotman, Jeffrey L. “Living world.” Science 84. Imagen: Amphiprion sandaracinos on Heteractis crispa, Citron, CC-BY-SA-3.0, Wikipedia Commons. To support this ministry financially, visit: https://www.oneplace.com/donate/1235/29?v=20251111
Cazzu leyó durante la marcha de Ni Una Menos: “Hoy, frente al gobierno de Milei, que es negacionista de la violencia patriarcal, decimos: «Nuestras vidas no son desechables». Las vidas de las pibas valen. Denunciamos la crueldad ejercida sobre nuestros cuerpos, territorios, contra todas las formas de sometimiento, explotación y violencia”. Y concluyó: “Hoy volvemos a gritar: ni una menos, vivas, libres y desendeudadas nos queremos”.La madre de Candela Sol Rodríguez, Carola Labrador, habló desde la movilización y afirmó: “La verdad, bastante triste con todos estos femicidios nuevos, estas tres chicas que mataron. Sigue todo igual, como en el 2011”. Y concluyó: “La justicia está peor. Partamos de la base que niegan el femicidio”.La tía de Agostina Vega, Adriana Heredia, habló durante la movilización en Córdoba y afirmó: “Nunca en la vida había participado en una marcha. Siempre lo veía, le daba like, lo compartía, pero realmente estar acá gritando y sacándome la garganta y toda mojada y lo que fuera, me siento orgullosa de estar acá”. Y agregó: “Espero que todas las mujeres que están del otro lado, que todavía no han participado en una marcha, se sumen también”.El abuelo de Agostina Vega, Miguel Heredia, se refirió a la denuncia y afirmó: “Nosotros, ni bien el domingo a la tarde se comunica el remisero con nosotros, automáticamente él se comunica a las cinco y treinta, cinco y cuarenta con mi hija. Nosotros a las seis de la tarde estábamos en la unidad judicial número trece denunciando esto”.El padre de Natalia Mellman, Gustavo Mellman, sostuvo: “La lucha, si bien es por nuestras hijas, es por todas, es por frenar este genocidio que están generando sobre las mujeres cada 31 horas”. Y agregó: “No hay protección sobre la mujer todavía, no se le cambia la mentalidad al machista, al patriarcado”.Patricia Bullrich descartó una fractura en el bloque de La Libertad Avanza y afirmó: “No, de ninguna manera. Además, el bloque es un bloque que está consolidado en las ideas, es un bloque que tiene un trabajo de unidad muy, muy, muy claro. Hemos votado todos los proyectos que el Ejecutivo ha enviado”.Bullrich también se refirió al debate judicial y sostuvo: “Este gobierno ha decidido hacer una revolución en la justicia. Ha traído algún problema, pero lo importante también es mirar el panorama. Es el primer gobierno que toma la decisión de no dejar a la justicia como está ahora”.Martín Redrado advirtió sobre los vencimientos de deuda y afirmó: “Lo que tiene que despejar fundamentalmente Argentina para tener tranquilidad en un año electoral son los vencimientos de deuda”. Además, señaló: “Por eso Argentina necesita seguir comprando reservas. Claramente, ahí hubo una política más pragmática de parte del equipo económico”.Redrado también sostuvo: “Argentina tiene veintisiete mil millones de vencimiento de deuda. Algunos se pueden rolear, algunos se pueden renovar”. Y agregó: “Lo más rápido que Argentina acumule reservas, que muestre que tiene fortaleza en su banco central, siga en este camino y pueda salir a los mercados voluntarios de capitales, cuanto más rápido pueda despejar eso, más tranquilo vamos a tener el año en lo económico”.
Javier Milei afirmó en el Latam Economic Forum: “Eliminar la inflación es una condición necesaria para crecer, no una condición suficiente”. Además, sostuvo que “cada semana que pase podemos tener un poquito de zigzag en los indicadores, pero la tendencia es clara: Argentina va a un escenario de menor inflación y de mayor crecimiento”.El presidente también cuestionó las críticas por los gastos en viajes oficiales y señaló: “No me olvido de la imbecilidad de una persona que dijo: ‘Se le puede pagar a los jubilados eliminando los viajes del presidente'”..Sobre la cobertura mediática, sostuvo: “Nunca en la historia argentina hubo un spread tan grande entre lo que está ocurriendo en la economía y lo que dicen los medios de comunicación. Nunca se vio un ataque tan desproporcionado e injusto hacia un gobierno”.Luis Caputo afirmó: “Estamos en el récord de actividad económica. Ya casi parece un chiste leer los diarios o ver los noticieros y que te hablen de crisis. Estamos en el nivel récord histórico del estimador mensual de actividad económica. No puede haber una divergencia más grande entre lo que se dice y lo que efectivamente está pasando. Y esto son datos”.El ministro también señaló: “No nos dejemos psicopatear más con lo que se escucha y lo que se ve. Los periodistas son muy hábiles en preguntar. Entonces, subliminalmente, sin que ustedes se den cuenta, te instalan cosas”.Sobre el escenario electoral, sostuvo: “Pierdan un poco el miedo a ese 2027 y créanme que el 2027 va a ser el año de nuestro período en el que más se va a crecer. El presidente va a ganar las elecciones cómodamente”.Además afirmó: “El año que viene va a ser un año electoral absolutamente atípico, porque la economía, por primera vez, se va a llevar puesta a la política”.Respecto a la inflación, señaló: “La inflación vuelve a estar a la baja. En mayo se espera una inflación un poco más baja aún. Retomamos este sendero. Más importante, las expectativas de inflación están totalmente ancladas”.Axel Kicillof afirmó: “Es el modelo del sálvese quien pueda. Es un modelo que le dice al enfermo: ‘Jodete si no tenés plata'. Que le dice al que está sufriendo: ‘Jodete, fracasaste'. Que le dice a los jubilados: ‘Jódanse'. A las personas con discapacidad: ‘Jódanse'. Nosotros decimos: ‘Jodete, Milei'”.Además sostuvo: “Estamos ante una verdadera catástrofe sanitaria. La motosierra de Milei mata. El gobierno nacional desertó de sus responsabilidades sanitarias y esto configura un crimen social y sanitario”.Mayra Mendoza afirmó: “Me cuesta pensar en candidaturas. Creo que no hay posibilidad de pensar en la representación de nuestro proyecto político si quien más votos tiene y quien más competitiva es para frenar a Milei está presa. A muchos les queda cómodo que Cristina esté presa. Yo creo que es muy injusto y es un daño enorme para la Argentina”.Horacio Rodríguez Larreta afirmó: “Lo ves a Jorge Macri, que se desvive, casi te diría por chuparle las medias a Milei, por tomar posiciones cada vez más parecidas a La Libertad Avanza. Claramente se quiere congraciar con La Libertad Avanza. Yo no soy eso”.Jorge Sánchez del Bianco, abogado del único detenido por la desaparición de Agostina Vega, afirmó: “Me ha dado pruebas contundentes y versiones que no tengo por qué dudar. Pero esto es materia de investigación. Queremos ser cuidadosos porque en este momento la prioridad es que aparezca Agostina”.
O Coronel José do Carmo afirma que a guerra é a última razão quando a diplomacia falha. Admite ainda que o impasse no Médio Oriente e o desespero russo tornam o uso da força militar inevitável.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Javier Milei anunció en la Bolsa de Cereales de Buenos Aires una baja de retenciones y afirmó: “En este momento les quiero anunciar que vamos a bajar las retenciones de trigo y cebada de siete coma cinco a cinco coma cinco por ciento a partir de junio veintiséis. Pero no solo eso, sería injusto si nos olvidamos de la soja. Y a partir de enero del veinte veintisiete, según venga la recaudación, vamos a bajar entre un cuarto de punto y medio punto por mes, de manera continuada hasta el año dos mil veintiocho, si nosotros reelegimos”.El presidente también adelantó una baja de retenciones para la industria: “No solo les voy a estar bajando retenciones, digamos, al sector agropecuario. También se la vamos a bajar a la industria, a partir de julio 26 hasta junio del 27, a la industria automotriz, a la industria petroquímica, a maquinarias, vamos a ir a cero. Y eso va a estar siendo informado por el Ministerio de Economía, el cronograma en estos días".Mauricio Macri habló sobre el liderazgo de Javier Milei durante una charla en la Universidad Austral y afirmó: “Es obviamente un liderazgo emocional, absolutamente emocional y con un profundo estudio de las ideas que hay detrás de cada postura,, y con poco entusiasmo por, por la implementación. Claramente él es una parte que no la siente. No la siente porque, bueno, él se ve como lo que yo sentí en mis marchas, como un profeta”.Martín Menem sostuvo: “Para cerrar el tema, porque me parece una estupidez que estemos discutiendo esto. Sí, parece una estupidez, pero yo no la generamos. Un link de cualquier Instagram de cualquiera de nosotros, copiado, pegado y lo toma cualquier persona, copia y pega desde Android o desde Safari, lo pega y lo abre y va a aparecer enviado por Martín Menem”. Además, agregó: “De ahí, a Rufus, o ese abogado Rufus, ¿cómo es? Hay un mundo de distancia”.Axel Kicillof se refirió a las modificaciones de las zonas frías y afirmó: “La verdad que muy tremendo, muy terrible lo que nos estamos enterando, que es que consiguió el Gobierno que la motosierra viniera con apoyo del Congreso Nacional, lo que pone en riesgo la tarifa y, por tanto, las condiciones de vida de millones de argentinos en todo el país”. Además, sostuvo: “Nos parece un error, un gran error, porque esto va a tener consecuencias de todo tipo sobre un pueblo, una población que está con dificultades para llegar a fin de mes”.Jonatan Viale se refirió a los audios filtrados de Javier Milei y afirmó: “¿Quién lo filtró? ¿Para qué? ¿Es de afuera o es de adentro? La vulnerabilidad del presidente. Después ese tipo de conversación que queda en el ámbito de la vida privada, nadie se mete”. Además, sostuvo: “Pero en el medio de la interna, en el medio de la interna, que aparezca eso alimenta todavía más, porque Santiago Caputo, por más que no habla, su gente dice: ‘No, ¿cómo voy a hacer yo…?'. ¿No? ‘¿Cómo va a ser la gente de Caputo? Quedamos expuestos'”.Rosmery Maturana, amiga y asesora de imagen de Javier Milei que recibió los audios filtrados, afirmó: “Éramos confidentes en su momento, pero bueno, esto es un carpetazo que evidentemente le están dando a él, porque no hay nada de malo en los audios. Era una conversación de confidentes”.Además, sostuvo: “Yo siempre lo respeté un montón. Ahora, si ellos quieren transformarlo en otra cosa, y bueno, ya es una maldad”.También afirmó: “¿Me están echando la culpa a mí? O sea, no hay teléfono que quepa cuatro años de charlas. Así que yo estoy escuchando ahora que están haciendo recortes con él muy agresivo. Y no es verdad eso. Nada que ver”.
Liliana Reis afirma que a Rússia quer traduzir ganhos no terreno em poder negocial. A especialista em relações internacionais diz ainda que o Líbano é impotente para travar o Hezbollah.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Liliana Reis afirma que a Rússia quer traduzir ganhos no terreno em poder negocial. A especialista em relações internacionais diz ainda que o Líbano é impotente para travar o Hezbollah.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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El último índice de Calidad de Vida Urbana, elaborado por la CChC y la Universidad Católica, reveló que 18 comunas han vivido un deterioro la última década. "Es una preocupación", dijo el director del Instituto de Estudios Urbanos de la UC, Arturo Orellana.
El presidente de la Cámara Industrial Argentina de la Indumentaria, Claudio Dreschler, afirmó: “Nadie pide una devaluación. Pedimos que se normalice el sistema cambiario. El ochenta y cinco por ciento de los empresarios que yo conozco votaron a este gobierno. Todos los niveles, del más chiquito al más grande. Ochenta y cinco por ciento. El ballotage, ochenta y cinco por ciento. Y quizás me quedo corto. Y yo digo que es como el síndrome de Estocolmo, ¿viste? A veces te abrazás al que te secuestra. De ese ochenta y cinco por ciento, ya estamos en el cuarenta”.El economista Emmanuel Álvarez Agis señaló: “Tenemos una combinación de un programa macroeconómico que justamente para ir a la elección de medio término y decir: «¿Viste que bajé la inflación? Usó una herramienta que es muy buena para bajar la inflación, pero que es muy mala para la actividad», que es una apertura económica combinada con un tipo de cambio bajo”.“Vos cuando importás un producto, el consumidor lo que ve es una cosa más linda, más tecnológica... . Más barata. Ahora, al mismo tiempo, dentro de ese producto, lo que estás importando son las condiciones laborales en las cuales ese producto se produjo”, agregó Álvarez Agis.El exjefe de Gabinete Guillermo Francos señaló: “Claramente el presidente tiene confianza en Adorni, pero sí lo que no me gusta es que se tome como livianamente el tema, ¿no? O sea, o que se, se hagan, eh, bromas en las redes sobre si tiene tal cosa o tal otra y que... Yo creo que un jefe de gabinete, como un ministro, tiene que guardar un, un estilo que puede ser más o menos informal, pero no que, que pinte a irónico o soberbio. Lo vi mal”.Dante Gebel afirmó que no se define como “pastor”: “Yo respeto mucho a los pastores. Los pastores son gente que huelen a oveja, metafóricamente, que visitan a la gente en los hospitales hacen un trabajo descomunal. Yo siempre me defino como un comunicador”.Noticias del jueves 23 de abril por María O'Donnell y el equipo de De Acá en Más por Urbana Play 104.3 FMSeguí a De Acá en Más en Instagram y XUrbana Play 104.3 FM. Somos la radio que ves.Suscribite a #Youtube. Seguí a la radio en Instagram y en XMandanos un whatsapp ➯ Acá¡Descargá nuestra #APP oficial! ➯ https://scnv.io/m8Gr
Não faltam críticas de Miguel Sousa Tavares à diplomacia portuguesa por causa da utilização da base das Lajes por parte dos Estados Unidos: "achar que cumpriram o acordo é fazer de nós idiotas e parvos". O cronista considera que Trump "só entende a linguagem do dinheiro e ficou assustado" com a subida dos preços e encontrou um pretexto para suspender a guerra. Não faltam críticas às indemnizações da Igreja portuguesa às vitimas de abusos, "os nossos bispos perderam a vergonha" e um olhar para o ensaio de Cavaco Silva de onde destaca o recado sobre as forças populistas, "Montenegro vai na direção errada se acha que o Chega é um parceiro confiável. Boa sorte!"See omnystudio.com/listener for privacy information.
Génesis 4:21“Y el nombre de su hermano fue Jubal, el cual fue padre de todos los que tocan arpa y flauta”.De acuerdo a la historia bíblica, los humanos son – por naturaleza, no por evolución – ingeniosos e inventivos. En Génesis 4 leemos que Jubal, de la octava generación después de Adán, fue un estupendo músico. Su hermano Tubal-Caín fue un instructor en metalúrgica. Claramente vemos que esta gente no era menos inteligente que nosotros y, considerando lo que hicieron, tal vez en cierta forma eran inclusive más inteligentes que nosotros.De vez en cuando la evidencia de una alta inteligencia y creatividad humana en tiempos antiguos es descubierta por los científicos. En una de estas instancias, en 1900, en el sitio de un antiguo naufragio, una masa sin forma fue descubierta entre algunos objetos de arte. Al secarse la masa, se abrió revelando placas, engranajes y balanzas grabadas con letras griegas del siglo uno AC. Tomó mucho estudio para ensamblar las partes y para que estas funcionen.¿Qué era este extraño objeto? Bueno, resultó ser una máquina de computación que, cuando se fijaban los diales apropiados, computaba los movimientos de la luna, el sol y probablemente de los planetas también. Al hacer esto, la computadora utilizaba un método matemático babilónico muy acertado que aún no se comprende por completo. ¡Pero si se siguen las instrucciones en las placas y diales, esta computadora del primer siglo AC da información acertada sobre eventos astronómicos de cualquier período de tiempo!¡Esta computadora fascinante es exactamente la clase de cosa que uno esperaría de los seres humanos en cualquier punto de la historia, porque Dios nos ha dado el regalo de la inteligencia, curiosidad y creatividad!Oración: Amado Señor, Te agradezco por Tu regalo de la curiosidad e inteligencia. Ayúdame a utilizar este regalo para tu gloria. En Nombre de Cristo Jesús. Amén.Ref: Scientific American, Derek J. de Solla Price, “An Ancient Greek Computer.” Imagen: Antikythera Mechanism overview, Tony Freeth , David Higgon, Aris Dacanalis , Lindsay MacDonald , Myrto Georgakopoulou , Adam Wojcik, CC BY 4.0, Wikimedia Commons. To support this ministry financially, visit: https://www.oneplace.com/donate/1235/29?v=20251111
Tiroteo en Santa Fe: un alumno de 15 años les disparó a sus compañeros en una escuela de San Cristóbal y mató a un chico de 13 años.El ministro de Educación de Santa Fe, José Ludovico Goity, anunció la suspensión de clases para los próximos días en Santa Fe: "Ya dispusimos no solamente que no haya actividad escolar durante el día de hoy y en los próximos días, pero sí también dispusimos que la subsecretaría de Gestión Territorial se va a instalar con un equipo para hacer el acompañamiento in situ en la escuela. Que la escuela no tenga actividad no quiere decir que no tengamos que trabajar y muchísimo sobre lo que sucedió. También la directora de Bienestar Docente para poder asistir a todo el equipo educativo".El ministro de Seguridad de Santa Fe, Pablo Cococcione, afirmó: "Como dato, y lo digo porque es casi una obviedad y no estoy agregando ninguna información nueva, en principio se trataría de un menor que por la edad es no punible a la luz de la legislación actual, porque todavía no ha entrado en vigencia la reforma. Con lo cual, dentro del marco legal vigente, se va a hacer el máximo esfuerzo para dar una contención adecuada en un caso de esta naturaleza".Una docente de la escuela N40, Carolina Morel, habló sobre la violencia estudiantil: "Yo creo que.. A ver, como, como en todas las comunidades educativas hay situaciones, pero generalmente es, eh, una comunidad relativamente tranquila, donde eventos de estas características jamás se vivenciaron. Hubieron algunas situaciones claramente que fueron más graves, más... Que, que llevaron incluso hasta los medios provinciales. Nunca imaginaron una situación como la que estamos viviendo. Yo creo que, ah, la sociedad, en general, la sociedad sí está más violenta. Claramente hay un discurso violento a nivel institucional que se traduce en todas las sociedades".Una alumna de la escuela N40 relató la secuencia del tiroteo en San Cristobal: "En el baño de hombres de planta baja se escucha una explosión y todos nos miramos porque pensamos que se había caído una puerta o un matafuego o algo así. Nunca imaginamos que era un disparo. Y yo veo cómo salen dos nenes en el baño y uno de los nenes se agarraba el hombro fuerte porque le dolía. Y en eso el nene se da vuelta y sale otro nene con la escopeta y le apunta el pecho y le pega un tiro y ahí el nene cae en seco".Axel Kicillof comparó las medidas de gobierno de Milei con las de 1990 y dijo que el presidente en su campaña electoral quería privatizar YPF: "La privatización de YPF en los noventa condujo en la dirección contraria. Por eso, lo primero, la primera enseñanza que extraigo de esto es que las privatizaciones que está haciendo el gobierno de Milei son del mismo carácter y, entonces, conducen probablemente por los mismos caminos. Y recuerdo que, en su campaña electoral, Milei propuso, sostuvo, que venía a privatizar YPF y que en la Ley Bases, donde se expuso una lista de empresas a privatizar, se encontraba de nuevo YPF. La primera enseñanza es que una privatización, eh, a favor de determinados intereses y no del país conduce, como condujo la privatización de YPF en los noventa, a un desastre absoluto".Noticias del martes 31 de marzo por María O'Donnell y equipo de De Acá en Más por Urbana Play 104.3 FMSeguí a De Acá en Más en Instagram y XUrbana Play 104.3 FM. Somos la radio que ves.Suscribite a #Youtube. Seguí a la radio en Instagram y en XMandanos un whatsapp ➯ Acá¡Descargá nuestra #APP oficial! ➯ https://scnv.io/m8Gr
Here's the script: Hoy vi a un perro corriendo solo por la calle como si tuviera una misión importante. Cruzaba la calle, se detenía, miraba a todos lados… y seguía. Unos minutos después, apareció su dueño corriendo detrás de él, gritando su nombre. Claramente, el perro iba ganando. Need more help with your Spanish, and wanna learn how you can become fluent in Spanish within a year? I've got a FREE training to show you exactly how you can achieve these results and be having REAL conversations in Spanish just a few months from now! Sign for FREE up here: https://www.michaelharperspanish.com/masterclass-registration
¡Ni la regla 63 podrá salvarlos!¡Porque es lunes y SpreadShotNews Podcast ya llegó! En este episodio: Nico nos cuenta sobre Fire Emblem: Awakening, mientras Maxi nos da sus primeras impresiones del Rogue Flight. Para la Main Quest, tenemos una pregunta de Jair Diaz sobre los estudios a los que les soltamos la mano vs. los que todavía le tenemos fe. Por último, recuerden que nos pueden escribir preguntas directamente a través de google forms en el siguiente link: spreadshotnews.com/preguntas
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As línguas crioulas de São Tomé e Príncipe estão em risco de extinção e é urgente agir. A constatação tem vindo a ser feita ao longo dos anos, mas não tem havido a necessária revitalização destas línguas, pelo que elas “enfrentam um risco agravado de desaparecer ao longo do tempo”. Neste programa, convidámos o linguista Tjerk Hagemeijer para compreendermos o tema e tentarmos perceber o que fazer para salvar os crioulos de São Tomé e Príncipe. São Tomé e Príncipe é “um caso único em África, linguisticamente falando”, começa por dizer Tjerk Hagemeijer, explicando que a antiga língua colonial, a portuguesa, se tornou na “língua nativa dominante”, ou seja, mais falada pela população a uma escala até agora sem paralelo noutro país. Essa ascensão do português começou no final século XIX com “uma reviravolta social e linguística” ligada à abolição da escravatura e à contratação dos serviçais oriundos de Cabo Verde, Angola e Moçambique. O movimento foi-se acentuando e nem o ímpeto das lutas de libertação, nem a chegada da independência contrariaram o crescimento do português como língua franca, falada actualmente por mais de 98% da população de São Tomé e do Príncipe. O professor do Centro de Linguística da Universidade de Lisboa, que tem vindo a estudar este fenómeno há anos, acrescenta que paralelamente à adopção generalizada do português, as línguas locais – forro, lung'ie e angolar - foram-se diluindo. No último censo de 2012, o forro era falado por cerca de 36%, o angolar por mais de 6% e o lung'ie por 1%, “mas provavelmente 1% inflacionado porque serão muito menos falantes”, estimados em “algumas centenas” na ilha do Príncipe. Ou seja, é das três línguas fragilizadas, aquela que enfrenta “um iminente risco”, sublinha Tjerk Hagemeijer. Apesar da consciência do património histórico e linguístico e da noção do seu declínio, na prática “não existe verdadeiramente uma política linguística no sentido de activamente promover estas línguas”, mesmo que tenha sido aprovado, em 2013, um Alfabeto Unificado das Línguas Nativas de São Tomé e Príncipe. Por outro lado, já quase não há transmissão das línguas crioulas entre gerações e persistem atitudes estigmatizantes relativamente às línguas minoritárias, o que não estimula a manutenção desse património. “Para salvar a língua, todo o tempo é pouco, é uma questão urgente”, avisa o docente da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e especialista nos crioulos do Golfo da Guiné. Entrevista a Tjerk Hagemeijer: “As línguas crioulas entraram em risco de extinção” RFI: Em 2018, o professor já tinha escrito um artigo em que falava sobre São Tomé e Príncipe, explicando que era um caso à parte em África, linguisticamente falando. Em que consiste esse caso à parte? Tjerk Hagemeijer, Investigador do Centro de Linguística da Universidade de Lisboa: “Em São Tomé e Príncipe há um contexto de multilinguismo, portanto, há uma língua oficial, que é o português, que convive com várias línguas crioulas: o forro, o angolar, o lung'ie e também o cabo-verdiano por causa da própria história, sobretudo o século XX, de São Tomé e Príncipe. São Tomé e Príncipe é um caso em que, sobretudo a partir de finais do século XIX, altura em que o país ainda era um país crioulófono, começou a ter cada vez mais falantes do português, não necessariamente como língua materna, mas houve claramente uma ascensão da língua portuguesa por causa da história de São Tomé e Príncipe, do chamado regime do contrato dos trabalhadores de fora: de Cabo Verde, de Angola, de Moçambique que foram trabalhar para as empresas agrícolas de São Tomé e Príncipe e que muitas vezes adoptaram o português como língua de comunicação. Portanto, o português foi crescendo como língua franca, cada vez mais, em detrimento das línguas crioulas. Houve também um período, a chamada Segunda República, em que claramente a população começou a assimilar cada vez mais o português porque era uma língua de ascensão socioeconómica. Chega a Independência, altura em que o português se torna a única língua oficial, a língua da administração (que já era), da escola (que já era), mas ganha um estatuto ainda mais democrático a nível do país de São Tomé e Príncipe. Enfim, ao longo desse tempo, os crioulos foram perdendo falantes e, hoje em dia, o português é amplamente falado por todos os são-tomenses e principenses, cerca de 98% da população fala essa língua, de acordo com o censo disponível de 2012. É um caso único no sentido em que não há, tanto quanto sei, nenhum outro caso em África em que há tantos falantes e, sobretudo, também muitos falantes nativos da antiga língua colonial. Os custos são, sobretudo, para as línguas crioulas que se tornaram cada vez mais minoritárias e que entraram em risco de extinção, portanto, estão em declínio e apresentam diferentes riscos do ponto de vista da sua continuação no tempo.” A antiga língua colonial, o português, tornou-se a língua nativa dominante da população e isto comporta o risco de extinção das outras línguas, é assim? “Exactamente.” Como é que historicamente se explica que a antiga língua colonial, o português, se torne na língua mais falada? “Recuando até ao tempo do povoamento das ilhas de São Tomé e Príncipe, em que, sobretudo há uma situação de contacto linguístico entre o português e línguas africanas continentais que dá origem a uma língua que, hoje em dia, chamamos de proto-crioulo do Golfo da Guiné. Portanto é uma nova língua de contacto, um crioulo que se vai desdobrar em diferentes línguas. O forro, o angolar, o lung'ie e também uma língua falada na ilha de Ano-Bom que já não é território português, mas era naquela altura. Estas línguas de São Tomé e Príncipe tornaram-se as línguas dominantes daquele espaço porque a presença portuguesa era geralmente muito reduzida, o modelo da língua portuguesa não estava muito presente e seguramente, até finais do século XIX, as línguas crioulas eram as línguas mais faladas pela população. Claro que as elites, as pessoas mais ligadas à administração, o clero, etc, falavam português, mas estamos a falar de uma minoria. A partir de finais do século XIX, esta situação muda porque há, em primeiro lugar, a abolição da escravatura no último quarto do século XIX e, nessa altura, o regime colonial precisou de mão-de-obra para trabalhar, sobretudo, nas empresas agrícolas onde se produzia cacau. São Tomé era um grande produtor de cacau e tinha sido, no século XVI, na primeira fase de açúcar. Portanto, o estratagema encontrado para colmatar a falta de mão-de-obra - porque os que tinham sido escravos recusavam-se a trabalhar nas empresas agrícolas - era ir buscar cabo-verdianos, moçambicanos, portanto, os chamados contratados ou serviçais. Esta situação leva a uma reviravolta social porque estamos a falar de grandes números de pessoas de fora, de falantes de outras línguas e, também por essa razão, de uma reviravolta linguística porque é nessa altura que o português começa a ganhar mais terreno porque a língua praticada nas empresas agrícolas era sobretudo o português. Os donos dessas empresas eram tipicamente portugueses, falantes do português e o modelo do português era praticado nesses espaços. Ou seja, a nova população ajusta-se cada vez mais ao português. Depois há um período também, ainda antes da independência, em que há uma espécie de proibição oficiosa dos crioulos e muitos forros apercebem-se da importância da língua portuguesa e vão adoptar também o português na comunicação, mesmo que às vezes de pais para filhos, de pais crioulos falantes para filhos que não podiam, por exemplo, responder em forro aos próprios pais. Todas estas mudanças na sociedade levaram à gradual ascensão da língua portuguesa.” Mas não seria de esperar que a própria independência, em que a cultura era factor de emancipação e arma de luta, reforçasse os crioulos, como em Cabo Verde e na Guiné, ? “Nós assistimos, ao longo do século XX até à altura da independência, à ascensão da língua portuguesa. Mas tem razão na questão que coloca porque a independência é uma nova oportunidade para valorizar o património linguístico cultural que é próprio dessas ilhas. Houve, de facto, depois da independência, um momento em que se tentou valorizar mais as línguas crioulas, através de festivais, cancioneiros, etc. Houve algumas publicações, mas nunca houve verdadeiramente uma iniciativa política do Estado no sentido de, por exemplo, dar um estatuto oficial ou co-oficial a estas línguas e não houve também verdadeiramente um investimento. O investimento foi todo para a língua portuguesa. É claro que isso significa que, hoje em dia, esses crioulos continuam a ser cada vez menos falados porque as pessoas são cada vez mais escolarizadas, são escolarizadas em português, existem várias línguas crioulas e uma língua portuguesa. Portanto, do ponto de vista da comunicação entre os diferentes grupos, o português funciona como língua franca. Tudo isso acaba por levar a esta situação em que temos hoje, numa antiga colónia em África, tantos falantes da antiga língua colonial. Não há nenhum outro contexto em África, embora o fenómeno também aconteça até certo ponto, em Angola e em Moçambique, mas não na mesma escala que em São Tomé e Príncipe.” A antiga língua colonial torna-se na língua oficial exclusiva. Por que é que as línguas nativas ou as línguas nacionais, os crioulos, não são línguas de pleno direito, não têm um estatuto legal até hoje, em 2026? “Por uma razão muito simples: porque ter um estatuto oficial, ter um estatuto diferente, depende da vontade política. Aqui era preciso uma alteração do ponto de vista da política linguística, em que se pudesse dar mais espaço a estas línguas.” E não acontece? Não há aulas de crioulo? “Não há, não há. Não tendo esse estatuto - e sendo cada vez mais línguas minoritárias, portanto, nem todas as pessoas falam estas línguas - estas línguas não são utilizadas nem na assembleia, nem nas escolas. Embora hoje em dia haja mais consciência dessas línguas - porque existem alguns módulos na escola ou mesmo na universidade em que se fala sobre estas línguas - não existe verdadeiramente uma política linguística no sentido de activamente promover estas línguas. É isso que faz falta, porque, neste momento, o que se verifica é que, sobretudo no caso do forro e do lung'ie também e até certo ponto também no angolar, é a interrupção da transmissão da língua entre gerações. Ou seja, os pais muitas vezes já falam português e não transmitem nenhuma destas línguas aos seus filhos. Como pode imaginar, os filhos vão falar português e é como se fosse um efeito de bola de neve: cada vez mais, haverá um número mais diminuído de falantes destas línguas. Queria aqui acrescentar que, obviamente, ter uma política linguística activa para uma língua não significa necessariamente que esta língua esteja a salvo. Podemos olhar para o mirandês em Portugal, que é uma língua oficial, mas que está claramente em declínio, está em desuso, é uma língua de pessoas mais velhas que ainda falam nas aldeias, etc. É um pouco a mesma situação no caso de São Tomé e Príncipe, portanto cada vez mais estas línguas são dos mais velhos.” Houve uma tentativa semelhante ao que aconteceu com o ALUPEC em Cabo Verde? “Houve, mas comparar São Tomé e Príncipe com Cabo Verde é comparar duas coisas muito distintas, apesar de serem dois contextos insulares, crioulófonos ou sociedades crioulas. Claramente, no caso de São Tomé e Príncipe, por causa da sua história, do regime de contrato e por outras razões provavelmente também sociológicas, estas línguas não beneficiam do mesmo orgulho que, por exemplo, os cabo-verdianos têm da sua língua materna, o cabo-verdiano. Houve uma iniciativa, sim. Propôs-se uma escrita para as três línguas de São Tomé e Príncipe, uma escrita só, com algumas pequenas diferenças para acomodar pequenas diferenças linguísticas entre as línguas. Esta escrita tornou-se um decreto-lei, em 2013, por um período experimental de cinco anos. Portanto, eu próprio também fiz parte da equipa que trabalhou nessa proposta, mas, na prática, poucas pessoas conhecem esta escrita ou sequer a utilizam.” Mas existe um Alfabeto Unificado das Línguas Nativas de São Tomé e Príncipe? “Existe. Existe uma primeira proposta porque é sempre melhor ter uma proposta, mesmo que não funcione tão bem como se quer, do que não ter nada.” Se já existe desde 2013 e se sabemos que há uma ameaça de extinção dos crioulos, por que é que a revitalização destas línguas tem sido adiada "sine die"? “Isto tem claramente a ver com duas questões. Em primeiro lugar, mais uma vez com questões políticas. Ter uma proposta de escrita em si não é suficiente para salvar uma língua. O que é importante para salvar uma língua é que haja falantes e cada vez mais falantes. O problema tem que ser atacado, neste momento, a nível da transmissão. A escrita pode ser uma ferramenta importante para, por exemplo, promover aulas nessas línguas, etc, mas não é a primeira necessidade. Há necessidades mais prementes para que se possa começar a revitalizar e recuperar estas línguas.” Então, como é que se salvam os crioulos? “Este trabalho depende, em grande parte, da própria população. É preciso encontrar formas de motivar as pessoas para continuarem a utilizar estas línguas porque não há qualquer dúvida de que o português é a grande língua franca, é a língua da ascensão socioeconómica, é a língua que permite às pessoas estudarem lá fora, etc, portanto, todas estas oportunidades não existem com estas línguas. Mas é preciso fazer perceber que estas línguas fazem parte do património histórico de São Tomé e Príncipe, que há muitas sociedades no mundo que são bilingues, em que as pessoas falam mais do que uma língua e que isto não é algo que prejudique os falantes, como se pensava antigamente.” Porquê? Há vergonha, discriminação? “Discriminação não vou dizer, mas, de alguma forma, pode-se dizer que há uma discriminação encoberta, porque muitas vezes, hoje em dia, os falantes destas línguas, sobretudo se não tiverem um bom domínio do português, são vistos como pessoas que… como é que hei-de dizer isto?...” Com um estatuto menorizado? “Com estatuto inferior, portanto, são as pessoas mais pobres, mais rurais, e aparecem todos os preconceitos que, muitas vezes, temos em relação a minorias e mesmo em relação a minorias linguísticas porque esses preconceitos claramente existem. Neste momento, como cada vez mais estas línguas são uma espécie de último reduto, já não são tão amplamente faladas, há um certo preconceito porque há uma língua que é vista como superior, mais útil, sobretudo. Claro que sem políticas activas, sem atitudes positivas, que é também uma coisa que falta muito em São Tomé e Príncipe, sobretudo em comparação com Cabo Verde. Muitas vezes os próprios são-tomenses têm uma atitude algo estigmatizante em relação a essas línguas, acham que é uma língua que não tem uma escrita, que não tem gramática, mas temos que explicar que, obviamente, uma língua é uma língua desde que seja falada por uma comunidade de falantes nativos e isso, sim, estas línguas sempre o foram.” Temos noção de quantos falantes temos, no universo dos habitantes de São Tomé e Príncipe, para cada uma das línguas? “Temos uma ideia com base no Censo de 2012. Como já referi, o português é falado por mais de 98% da população com mais de cinco anos. O forro é falado por cerca de 36% e já foi muito mais no passado. O lung'ie por 1%, mas provavelmente 1% inflacionado, serão muito menos falantes do que esses 1%.” Isso corresponde a quantas pessoas? “De acordo com o Censo, 1700 pessoas, mas todos os especialistas que trabalham sobre o lung'ie estão de acordo que esta língua é utilizada apenas por, no máximo, algumas centenas de pessoas, em geral pessoas mais velhas. O lung'ie é, destas línguas, aquela que está mais em risco de extinção, está em iminente risco de extinção. O angolar tem uma percentagem de mais de 6%, com cerca de 11.000 falantes, e o forro ainda com 62.000 falantes.” Quando fala que o lung'ie está em risco de extinção e é a língua que mais risco enfrenta, temos uma noção do tempo de vida da língua? E quanto tempo temos para salvar a língua? “Para salvar a língua, todo o tempo é pouco, é uma questão urgente. Não se pode dar um prazo de validade a uma língua porque a experiência mostra-nos que, às vezes, quando pensamos que uma língua se vai extinguir, na verdade acaba por ainda perdurar no tempo mais do que se pensava. Ou, às vezes, desaparecem mais rapidamente do que nós imaginávamos. Portanto, as duas coisas são possíveis. No caso do lung'ie, qual é o principal problema? Estamos a falar de uma ilha pequena com, neste momento, talvez 7.000 habitantes…” Estamos a falar da ilha do Príncipe? “Sim, uma língua com poucas centenas de falantes que enfrenta, no fundo, dois adversários directos, sobretudo o português, mas também o cabo-verdiano. A população falante do lung'ie, como falantes de outras línguas no Príncipe, muitas vezes acaba por migrar para a ilha de São Tomé e na ilha de São Tomé o português é a língua hegemónica. Também se fala o forro, obviamente. Portanto, estes falantes acabam por ser diluídos ou absorvidos por outras línguas. Isto ainda dificulta mais a sobrevivência de uma língua, esta fragmentação que existe num contexto já de tão pequena escala como a ilha do Príncipe.” Que iniciativas há para tentar contrariar este movimento? “Uma das iniciativas, no caso do lung'ie, do crioulo do Príncipe, é a colocação de amas falantes do lung'ie em creches. Portanto, utilizar o lung'ie na comunicação com os mais novos, o que parece uma boa iniciativa porque visa restabelecer a transmissão entre as gerações eque é, na verdade, o primeiro aspecto que tem que ser atacado quando queremos revitalizar uma língua.” As mães e os pais em casa, que são tão jovens, depois conseguem continuar essa transmissão? “Aí está. As dificuldades são muitas porque pode-se tentar fazer um trabalho de um lado, mas do outro lado este trabalho acaba por ser desfeito. Há muitas dificuldades. Claro, aqui é essencial que a comunidade se organize em torno da língua para que, no fundo, haja mais iniciativas. Penso que na comunicação social também há mais atenção agora pelo lung'ie, enfim, através do Governo Regional do Príncipe... Tudo isso acabam por ser tentativas de manter a língua, em primeiro lugar, e também de a revitalizar. Mas, sabemos de outros contextos que existem muitos projectos de revitalização em que nem sempre o resultado final é positivo. Ou seja, das 7.000 línguas no mundo, mais ou menos metade está em algum tipo de risco de extinção e há, todos os meses, uma ou duas línguas que morrem. Não se fala muito sobre isso, mas isto faz parte da realidade do nosso planeta: os crioulos de São Tomé e Príncipe, os crioulos da Ásia (também ainda há um certo número de crioulos no contexto da Ásia) estão todos entre estas línguas em risco, algumas mais do que outras, mas em risco. Pode ser uma questão de uma ou duas gerações ou de mais tempo, não sabemos, mas o risco existe. A questão que nos devemos colocar no século XXI é: queremos deixar morrer as línguas sem lhes dar a devida assistência ou vamos tentar revitalizá-las, enquanto património linguístico não só de São Tomé e Príncipe ou diferentes contextos da Ásia, mas da Humanidade? O que é que nós queremos para o nosso planeta? Diversidade ou queremos ser monolingues em inglês? É quase essa questão que se pode colocar em última instância. São questões complexas. Não há uma resposta simples e uniforme para pensarmos em diferentes contextos em que há línguas em risco de extinção, mas temos sobretudo de pensar um pouco mais além e naquilo que nós queremos para as nossas sociedades.” Resumindo, o lung'ie é no Príncipe e o forro e o angolar em São Tomé? “Exactamente. Já agora, um dado que não referi, mas que também acho que é muito interessante, é o facto de, neste momento, de acordo com o último censo de 2012, o cabo-verdiano ser em São Tomé e Príncipe o segundo crioulo mais falado depois do forro, tem mais falantes do que o angolar e muito mais do que o lung'ie. Ou seja, isto mostra também que as atitudes linguísticas e a própria utilização das línguas pelas comunidades tem muita importância na sua sobrevivência. O cabo-verdiano, não só em São Tomé e Príncipe, mas um pouco por todo o mundo, na diáspora, é falado pelas comunidades, é uma língua de que as pessoas se orgulham. Infelizmente, por diferentes razões históricas, sociológicas, os crioulos autóctones de São Tomé e Príncipe não estão na mesma situação e enfrentam, de facto, um risco agravado de desaparecer ao longo do tempo.” Quer dizer-nos o que são as línguas crioulas e por que é que comportam toda uma história que foi invisibilizada? “Bem, a primeira coisa que eu posso dizer sobre o que é uma língua crioula é que há muita discussão sobre o que estas línguas são, quais são e quais não são. Se formos pelas normas normais da sociedade, as definições que são muitas vezes utilizadas nos manuais quando estamos a falar de línguas que surgem num contexto de contacto de línguas, por exemplo, em São Tomé e Príncipe, entre o português e diversas línguas africanas e, no contexto do Atlântico, onde há muitos outros crioulos, são línguas que surgem sobretudo em sociedades escravocratas, portanto, resultam de uma história muito complexa, difícil, penosa, em que, no fundo, houve necessidade de encontrar uma plataforma de comunicação comum entre falantes de línguas diferentes. Ou seja, a língua-alvo, em inglês, a chamada ‘target language', era, em São Tomé e Príncipe, o português, mas obviamente que não era o português da escola, era um português que tinha poucos falantes e que, de alguma maneira, serviu de modelo porque era a língua do colonizador. Portanto, a língua-alvo é sempre de quem comanda, de quem domina numa sociedade nova. Só que, obviamente, a maioria da população falava outras línguas e precisava de adquirir os rudimentos do português e foi assim que, aos poucos, começou a nascer um código mais rudimentar, simplificado, de base lexical portuguesa, que as crianças que nasceram nestas novas sociedades transformaram numa língua materna, o chamado processo de nativismo. É assim que nós temos, um pouco por todo o mundo, novas línguas que surgem por causa, em primeiro lugar, do movimento expansionista da Europa. Temos crioulos de base lexical portuguesa e inglesa, francesa, etc, um pouco pelo Atlântico, o Índico, o Pacífico. São línguas novas que, muitas vezes, têm o léxico, as palavras, o vocabulário de uma língua, a língua socialmente dominante nestes novos contextos, e a gramática é uma espécie de compromisso entre a gramática das diferentes línguas em contacto - podia ser o português e línguas africanas ou o português e línguas asiáticas ou o francês e línguas africanas. Depois há, obviamente, resultados muito diversos, com muitas línguas diferentes. Há uma coisa que, muitas vezes, não questionamos quando falamos de crioulos e incluímos um conjunto de línguas nessa classe de crioulos. Mas é bom não esquecer que a palavra crioulo foi utilizado historicamente primeiro para pessoas, muitas vezes os chamados ‘filhos da terra', aqueles que nasciam nas novas colónias, podiam ser europeus ou africanos, mas os chamados 'filhos da terra'. Só depois é que este termo começou a ser utilizado para as novas línguas que emergiram nestes contextos. Na verdade, o contacto de línguas de que resultam os crioulos é um fenómeno transversal à Humanidade e provavelmente não só desde os tempos da colonização europeia, mas desde sempre, houve sempre contacto entre línguas, penso no inglês, penso no português. O português é uma língua que nasceu em Portugal, mas resulta da romanização de uma grande parte da Europa, havia outras línguas por aqui. Portanto, o contacto é algo que houve sempre, historicamente, em toda a parte, e o que temos que questionar é se faz sentido utilizarmos o rótulo crioulo. Às vezes tem conotações negativas e teve sobretudo ao longo da sua história, hoje em dia menos, mas no passado teve porque eram, muitas vezes, línguas vistas como dialectos, como algaraviada, como linguagens corruptas em relação ao português ou francês, etc. Temos de nos questionar se faz sentido este termo crioulo porque não tem, na verdade, um conteúdo verdadeiramente nem linguístico, nem exactamente sócio-histórico. Resulta de processos que fazem parte da linguística, do contacto e quase podíamos dizer que o inglês também é uma língua crioula, o latim, enfim não vou aqui desenvolver muito mais, mas queria só chamar a atenção para também a questão das etiquetas que, às vezes, aplicamos. Isto não é uma questão tão simples quanto isso.”
Semeon Mulatu, Marcos 8:14-38. Mas sermones se pueden encontrar en www.gbcob.org.
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Hoy ponemos el foco en el negocio multimillonario de la búsqueda de pareja y el declive de las apps.
EUA, Rússia e Ucrânia sentam-se em Abu Dhabi. Major-General João Vieira Borges acusa a comunidade internacional de "não reagir" aos ataques contra Kiev. "Os Estados Unidos estão ao lado de Moscovo".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Si en el primer gobierno de Donald Trump la posverdad se convirtió en la norma, su segundo mandato es la era de la poslegalidad. Envueltas en las manipulaciones de la mentira emotiva, la ráfaga de decisiones del presidente de Estados Unidos desmantela los contrapoderes del armazón constitucional. Análisis. ►►Para escuchar las entrevistas, hacer click en el icono play►► Donald Trump llegó por primera vez a la Casa Blanca en 2016 luego de que los datos personales de más de 50 millones de usuarios de Facebook fueran sustraídos y utilizados para influir en el voto republicano de EEUU, en lo que se conoce como el escándalo de Cambridge Analytica. Esos cuatro años del Gobierno Trump fueron ejemplo paradigmático de la posverdad: se borran los hechos, hay confusión intencional y se desvanece la realidad. En su segundo mandato, las manipulaciones de la verdad emotiva envuelven una ráfaga de decisiones presidenciales que eclipsan a los otros dos poderes, el legislativo y el judicial, en una suerte de poslegalidad. Ráfaga de decretos y memorandos presidenciales El magnate republicano regresó en 2025 a la Casa Blanca cargado de una avalancha de ordenes ejecutivas. En el primer día de su mandato, firmó 26 decretos que condenan a los inmigrantes, el clima, la salud pública, la ayuda humanitaria internacional, absuelven a sus copartidarios que asaltaron el Capitolio en 2021, rebautizan el Golfo de México y dan carta blanca a una entidad llamada DODGE para disolver los servicios públicos. Un récord y un anticipo de lo que sería su presidencia. Hasta principios de julio firmó otras 140, más de las que firmó el presidente Joe Biden durante cuatro años de gobierno, y solo 100 menos que su par Barack Obama durante sus ocho años en la Casa Blanca. “Donald Trump está haciendo uso exacerbado de los poderes que tiene como presidente de Estados Unidos con todos estos instrumentos que, debo señalar, son legales: órdenes ejecutivas, memorándum presidencial y que efectivamente ponen a la maquinaria del Ejecutivo a moverse a una velocidad no vista anteriormente. ¿Qué ocurre aquí? La Corte Suprema de Justicia, el Poder Judicial y el Poder Legislativo a través del Congreso no le siguen el paso", advierte Víctor Hugo Guerra, jurista y profesor de las universidades Internacional de la Florida y de las Naciones Unidas para la Paz. "¿Cuán legítimas son estas actuaciones del presidente Trump?” Dictar órdenes ejecutivas está dentro de las prerrogativas del presidente según el artículo II de la Constitución de los Estados Unidos, por lo que Trump no está desafiando ni eludiendo la Carta Magna. “Puede que efectivamente las actuaciones presidenciales estén en el marco legal, que sean absolutamente formales, con basamento normativo, y constitucional. La siguiente pregunta es sí son legítimas”, subraya Guerra. Se trata de temas diferentes, precisa el jurista: “La legalidad se conecta con la gobernabilidad, la legitimidad se conecta con la gobernanza. ¿Cuán legítimas son estas actuaciones del presidente Trump?”, se pregunta. El derrumbre del modelo fundacional de la democracia Los críticos del presidente afirman que Trump está destruyendo todo el sistema de controles y contrapesos en el que los tres poderes de Estados (ejecutivo, Congreso y poder judicial) tienen iguales atribuciones. Argumentan que el Congreso ha dejado de ejercer su función de supervisión y que el mandatario republicano está usando a la justicia para hacer aprobar su agenda y transformar el poder presidencial en Estados Unidos. La pregunta es cómo ha sido posible que en apenas un año el ejecutivo haya logrado eclipsar a los otros dos poderes y poner a tambalear el sistema fundacional de la democracia estadounidense. “En el caso del Poder Legislativo, el presidente Trump no ha tenido ningún inconveniente”, dice Nazih Richani, politólogo de la Universidad Kean de Nueva Jersey. “Su agenda conservadora de extrema derecha sigue su marcha sin problema alguno por el hecho de tener la mayoría no solamente republicana sino también afín a su movimiento político MAGA (Make America Great Again), que es un movimiento bien formado ideológicamente y con fundaciones intelectuales”. La justicia al servicio del poder presidencial Pero si el Congreso no interviene, la única opción para quienes impugnan las órdenes presidenciales es acudir a los tribunales. De ahí los movimientos que, desde su primer mandato, hizo el presidente Trump en el ajedrez de poder judicial para poner las fichas a su favor, explica Richani. “Primero cambió la estructura de la Corte Suprema. Trump nombró en su primer mandato nuevos jueces y acumuló una mayoría de seis conservadores más afines con la ideología del MAGA contra tres jueces liberales”. La remodelación de la Corte Suprema inclinó la balanza de las votaciones a favor del mandatario en el más alto tribunal de Estados Unidos. En el año de su regreso al poder, luego de que en 2024 un veredicto de un tribunal de Manhattan declarara a Trump culpable de 34 delitos transformándolo en el primer ex presidente convertido en un delincuente convicto, la Corte Suprema de Justicia emitió tres sentencias claves para el presidente republicano: Otorgó amplia inmunidad penal a presidentes y ex presidentes por los actos realizados en el ejercicio de su cargo. Desestimó el fallo que establecía que los intentos de Trump por anular las elecciones de 2020 lo inhabilitaban para volver a presentarse al cargo. Limitó la capacidad de los jueces de distrito para obstaculizar la agenda del presidente. Desde su regreso a la Casa Blanca, la composición de la Corte Suprema y de la Cortes de Apelaciones ha permitido que se dé luz verde, en la mayoría de los casos, a la agenda del presidente durante el periodo 2025-2026. “De 24 decisiones, los jueces de la Corte votaron 88% a favor del presidente. En las Cortes de Apelaciones tuvo 51% a su favor. Lo más llamativo es que de los jueces que Trump nombróo en las Cortes de Apelaciones durante su primer mandato, no ahora, un 92% votó a su favor”, explica Richani. La traba judicial para Trump se presenta en las cortes distritales donde el presidente estadounidense solo ha recibido un 25% de votos favorables este año. Estos jueces federales de distrito se enfrentan ahora a una embestida de parte de la administración que les cuestiona su legitimidad y desestima su autoridad. El presidente de EE.UU. ha calificado a los jueces de "corruptos", "monstruos", "trastornados", "lunáticos", "que odian a EE.UU." y de "izquierdistas radicales". A diferencia de la Corte Suprema donde Trump cuenta con una sólida mayoría conservadora, los tribunales inferiores -en la mira del mandatario- no tienen una composición favorable a la agenda del presidente Trump. “Pero están trabajando para lograr una mayoría también ahí” afirma Richani. “Claramente, el presidente Trump desde su primer periodo está tratando de tener jueces que voten a favor de su agenda y de fortalecer el poder ejecutivo del Gobierno. Eso genera un balance peligroso para el futuro de la democracia republicana”, concluye el politólogo.
Delcy Rodríguez jura el cargo como presidenta encargada de Venezuela. La hasta ahora vicepresidenta del país sudamericano ha prestado juramento en la Asamblea Nacional. Rodríguez asume el cargo tras la constitución de la Asamblea para el periodo legislativo que abarcará desde este año hasta 2031, en la que repite como presidente el hermano de Delcy, Jorge Rodríguez. Por tanto, de momento, el chavismo mantiene el control de las instituciones del país. La Plataforma Unitaria Democrática, que apoya a María Corina Machado y a Edmundo González, califica de ilegítimo a ese nuevo Parlamento y pide una renovación institucional que garantice la autonomía de los poderes públicos. Esa imagen de Delcy ha llegado horas después de otro momento histórico: la primera comparecencia de Nicolás Maduro ante el tribunal de Nueva York que le juzgará por narcoterrorismo.Analizamos los posibles escenarios que se abren a partir de ahora con Jorge Resina, profesor de Ciencia Política en la Universidad Complutense, que cree que ya vamos teniendo las primeras piezas del puzzle que puede ser Venezuela en el futuro. "Quienes van a pilotar esta transición y a tener el poder internamente -por más que Estados Unidos habla de que va a tener el control del país- son los hermanos Rodríguez", explica el profesor. "Claramente se impone un núcleo de poder. El chavismo, en su sentido más amplio, estaba conformado por varios grupos de poder. No era solamente el poder de Maduro y de su mujer, Cilia. Quien ahora se posiciona como el aliado de Washington son los hermanos Rodríguez", añade Resina. El profesor sostiene que, a partir de ahora, habrá que analizar por un lado los discursos de Delcy Rodríguez y por otro lado, las acciones que vaya tomando y las medidas que vaya sacando adelante. "Lo que creo que podemos sacar como conclusión de estos primeros días es que sí había negociaciones previas entre Delcy Rodríguez y Washington". Entrevista completa en RNE Audio.Escuchar audio
Queridos Rímerlers: Interrumpimos excepcionalmente nuestra programación habitual, totalmente dedicada al espantajerío y la mamarrachez, para publicar un episodio que nos ha hecho mucha ilusión hacer. Porque la vida da unas vueltas que una no se imagina, en este nuevo capítulo ha venido a divertirse a RYC... ¡¡EMILIO DELGADO!! Para quien aún no lo sepa, portavoz adjunto de Más Madrid. Entonces, a saber: * Hemos puesto velas a las diosas de la información, como Silvia Intxaurrondo y Julia Otero, para ver si nos poseía el espíritu de periodistas serias que nunca hemos tenido. * Nos hemos preparado preguntas para el invitado que creíamos pertinentes, porque este podcast no va de política, pero sí de rojos y maricones, así que POR SUPUESTO es importantísimo hacer lo que una pueda para que los discursos que interesan se extiendan, que ya para bulos y mentiras tenemos medios allegedly serios. La verdad es que ha sido muy guay poder preguntar a un político lo que siempre has querido preguntar a un político. * Eso sí, también hemos llevado a Emilio a nuestro terreno, no os vayáis a creer. Le preguntamos por muchos personajes del mundo RYC para que se mojase porque chica, si la política no viene a nosotras habrá que ir a buscarla. Y sí, le hemos preguntado por AR. Estamos segurísimas de que esta entrevista nos valdrá un Pulitzer y que a partir de ahora todos los entrevistadores querrán preguntarle a Emilio qué opina de La Pelopony, pero vosotras lo habéis escuchado aquí primero, bitches. Claramente, en algún momento nos pedirán ir en Falcon a hacer la siguiente, pero tenemos una agenda apretadísima y no podemos con todo. Ahora en serio: muchas gracias, Emilio, por haberte venido, que ya es mucho para nosotras, y por ponérnoslo tan fácil, nos lo hemos pasado genial y esperamos que nos visites de nuevo alguna vez. En fin, amigues, disfrutadlo mucho y tratadlo con cariño, amigues. Besitos a todos!!
==============================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA MUJERES 2025“AMANECER CON JESÚS”Narrado por: Sirley DelgadilloDesde: Bucaramanga, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================20 de NoviembreProtagonistas de ilustraciones de Jesús«No codiciarás la casa de tu prójimo, ni a su mujer, ni a su siervo, ni a su esclava, ni su buey, ni su asno, ni nada que le pertenezca a tu prójimo» (Éxodo 20: 17, RVC).A Jesús siempre le gustó hacer uso de ilustraciones prácticas de la vida cotidiana para dejar un mensaje claro. Mientras estudiaba el libro de Lucas, me percaté que el escritor relata dos milagros en los cuales Jesús hace referencia al buey y al asno. En una ocasión, Jesús sanó a una mujer que hacía 18 años que caminaba encorvada. Como resultado, los fariseos se molestaron porque aquel día era sábado. En respuesta Jesús les dice: «Hipócrita, ¿acaso cualquiera de ustedes no desata su buey, o su asno, del pesebre, y lo lleva a beber, aun cuando sea día de reposo?» (Lucas 13: 15).En otra ocasión, Jesús sanó a un hombre que padecía hidropesía (acumulación anormal de líquido en alguna cavidad o tejido del organismo), y aquel día también era sábado. Y como Jesús sabía que los fariseos estaban pendientes de lo que hacía, «luego se dirigió a ellos, y les dijo: "¿Quién de ustedes, si su asno o su buey se cae en un pozo, no lo saca enseguida, aunque sea en día de reposo?"» (Lucas 14: 5). Un buey y un asno... ¿Dónde más he visto esa frase? -pensé. ¡Claro! En los Diez Mandamientos.Después de tanto meditar en la importancia de estos dos grandes protagonistas, llegué a la conclusión de que el buey era la máquina de arado de la antigüedad. El buey constituía la fuente de ingresos de la mayor parte de la población. El asno, por su parte, era la máquina de transporte en una civilización que no conoció los automóviles. Aunado a esto, es probable, me atrevo a pensar, que los fariseos les daban mucha importancia a estos dos animales por estar incluidos en la ley de Dios. Es decir, los dirigentes religiosos daban mayor importancia a las formas, las tradiciones, las cosas y hasta los animales, que a las personas. Claramente, no querían que Jesús atendiera las necesidades de los sufrientes en sábado, pero ellos sí podían atender las necesidades de sus animales.¿Cuántas veces hemos actuado como los fariseos? Creyendo estar cumpliendo con un fiel servicio a Dios, nuestros motivos egoístas y errados nos han llevado lejos del ideal. Pidamos hoy a Dios que nos ayude a hacer su voluntad y no la nuestra. Nuestro prójimo vale más que un buey y un asno.
==============================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA MUJERES 2025“AMANECER CON JESÚS”Narrado por: Sirley DelgadilloDesde: Bucaramanga, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================15 de NoviembreProblemas en el grupo«Cuando los otros diez oyeron esto, se enojaron contra los dos hermanos» (Mateo 20: 24, RVC).Vivir en armonía y comunión permanente es el ideal de una sociedad. Lamentablemente, los diversos caracteres y formas de pensamiento crean, crean barreras y accidentes sociales. Con frecuencia vemos hermanos carnales y hermanos en Cristo enfrentando conflictos interminables. En el grupo que Jesús eligió para instruir, los choques emocionales no fueron la excepción. La madre de Jacobo y Juan (Lucas 5: 15) había hecho un pedido ambicioso a Jesús con respecto a sus hijos (mañana hablaremos acerca de ella).Al escuchar los otros discípulos que aquellos dos querían sacar ventaja sobre ellos en el reino de Jesús (reino que habían malinterpretado), dice la Escritura que se enojaron contra los dos hermanos. ¿Cuál era la fuente de su enojo? Claramente, creían en la liberación de la opresión de los romanos y estaban seguros de que Jesús sería rey aquí en la tierra. El hecho de que sus ilusiones estuvieran basadas en asuntos terrenales, los hacía susceptibles a problemas grupales. Constantemente estaban discutiendo acerca de quién de ellos sería el mayor y con ello demostraban que no estaban preparados para el reino de los cielos.Cuando en las congregaciones religiosas se pierde de vista el objetivo por el cual nos reunimos y perseveramos, las personas comienzan a ir detrás de puestos altos y a frustrarse cuando no les son otorgados. Tenemos un concepto errado respecto a «quién es el mayor». Jacobo y Juan no querían estar cerca de Jesús (uno a la derecha y el otro a la izquierda) porque quisieran tener el honor más alto de servir, sino que su pedido estaba basado en la ambición por tener un puesto importante en el reino de su Maestro.Cuando comprendamos que independientemente del cargo que ocupemos, todos somos iguales a los ojos de Jesús, entonces viviremos en armonía. Entonces el enemigo no tendrá lugar en nuestras iglesias ni en nuestros corazones. Entonces sabremos que la guerra no es entre hermanos carnales ni fraternales; no es contra gente de carne y hueso, sino contra huestes espirituales de maldad (Efesios 6: 12). A ellos venció Jesús en la cruz del Calvario (Colosenses 2: 15). La buena noticia es que el Señor puede hacernos vivir en armonía si se lo permitimos. No hay bendición cuando peleamos entre hermanos y ese es el objetivo del enemigo. Vivamos en unidad como practicando para el cielo.
Os EUA não param de aumentar sua presença militar no caribe. Já são mais de 10 navios, dezenas de aviões e mais de 10 mil soldados concentrados por lá. Como se não bastasse, Trump ordenou que o maior porta-aviões do mundo, o Gerald Ford, vá para a região também.Claramente isso não é apenas uma ação de combate ao tráfico, mas sim uma tentativa de derrubar Maduro pela simples presença e ameaça americana na região. Isso pode evoluir para um ataque ou uma invasão completa? Quais os desdobramentos disso para o mundo e para a região? Vou tentar responder isso aqui nesse vídeo!
==============================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA MUJERES 2025“AMANECER CON JESÚS”Narrado por: Sirley DelgadilloDesde: Bucaramanga, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================30 de OctubreVale la pena obedecer«Si tú escuchas con atención la voz del Señor tu Dios, y cumples y pones en práctica todos los mandamientos que hoy te mando cumplir, el Señor tu Dios te exaltará sobre todas las naciones de la tierra» (Deuteronomio 28: 1, RVC).Sobre aviso, no hay engaño», reza un antiguo refrán de origen desconocido. Al salir Israel de Egipto, Dios les dio leyes precisas que debían seguir si querían tener siempre la bendición de Dios en sus vidas. Durante su esclavitud habían aprendido costumbres que no agradaban a Dios y por tal motivo él les dio a conocer su voluntad, que de no cumplirse, traería graves consecuencias (leer Deuteronomio 28).Advertencia Deuteronomio 28: 33 y 51: «Gente que jamás conociste se comerá el fruto de tu tierra y de todo tu trabajo, y día tras día serás oprimido y quebrantado». «Y se comerá las crías de tus ganados y los frutos de tu tierra, hasta hacerte perecer. No te dejará nada de trigo, ni de mosto, ni de aceite, ni una sola cría de tus vacas, ni de los rebaños de tus ovejas, hasta que te haya destruido. Cumplimiento: ¿Recuerdas qué estaba haciendo Gedeón cuando el ángel de Jehová se le apareció? ¡Claro! Estaba escondido en el lugar donde se pisa la uva, sacudiendo un poco de trigo para que los madianitas no lo descubrieran. «Los israelitas hicieron lo malo a los ojos del Señor, y durante siete años el Señor los dejó caer en manos de Madián» (Jueces 6: 1). «Por culpa de los madianitas, los israelitas se habían empobrecido demasiado, así que clamaron al Señor» (Jueces 6: 6).Advertencia Deuteronomio 28: 36: «El Señor te llevará a ti, y al rey que hayas puesto para que te gobierne, a una nación que ni tú ni tus padres conocieron, y allá servirás a dioses ajenos de palo y de piedra». ¿Te acuerdas qué hacían Daniel y sus amigos en Babilonia? Claramente, no estaban de viaje. «En el año tercero del reinado de Joacín, rey de Judá, el rey Nabucodonosor de Babilonia vino a Jerusalén y la sitió. Y el Señor permitió que el rey Joacín cayera en manos de Nabucodonosor, y que este se llevara buena parte de los utensilios del templo de Dios al templo de su dios en Babilonia, y que los depositara en el tesoro del templo de su dios. Además, el rey Nabucodonosor dio órdenes a Aspenaz, jefe de sus eunucos, de que se llevara a algunos israelitas pertenecientes a la familia real» (Daniel 1: 1-3).Cuando el Señor nos advierte sobre una prohibición es porque su amor nos está queriendo librar de la desdicha. La buena noticia es que obedecer a Dios, siempre trae los mejores resultados. Continuará...
Al principio de la primera temporada de 30 monedas, la serie de Álex de la Iglesia, se produce una incómoda irrupción. La de un enorme espejo que ofrece infinitas posibilidades para el mal porque en él aparece un objeto que no existe en la realidad que refleja: el Evangelio de Judas.Como gran parte de este país, llevo un año preguntándome en qué clase de espejo se mira a diario Carlos Mazón al despertar, al acostarse. Claramente, me respondo, el antiguo componente del trío cantor Marengo, se ha asentado lo bastante como para atildarse o lavarse los dientes ante una imagen que le tranquiliza, aunque también represente el mal.
==============================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA MUJERES 2025“AMANECER CON JESÚS”Narrado por: Sirley DelgadilloDesde: Bucaramanga, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================02 de OctubreDiez mil palabrerías«Doy gracias a Dios de que hablo en lenguas más que todos ustedes, pero en la iglesia prefiero hablar cinco palabras con mi entendimiento, para poder enseñar a los demás, que diez mil palabras en una lengua extraña» (1 Corintios 14: 18-19, RVC).Si hay alguien que podía presumir de su conocimiento teológico, era Pablo. Aunado a eso, poseía el don de hablar otras lenguas, las cuales podría usar en sus disertaciones. Sin embargo, prefería hablar «cinco palabras» es decir, un tema corto y conciso que fuera comprendido por todos. Aunque es verdad que al reunirnos a adorar a Dios, debemos hacerlo con regocijo, independientemente de la persona que esté detrás del púlpito, también es importante que quien haga la presentación del tema, lo haga lo más sencillo para que todos puedan entender. Hay sermones de «diez mil» palabras, como lo expreso Pablo, que nadie comprende ni sale edificado del culto de adoración.Referente a los temas y oraciones largas, la escritora Elena G. de White escribe: «Las oraciones y los discursos largos y prosaicos no cuadran en ningún lugar, pero mucho menos en la reunión de testimonios. Se permite que los más osados y los que están siempre listos para hablar impidan a los tímidos y retraídos que den su testimonio. Los más superficiales son generalmente los que tienen más que decir. Sus oraciones son largas y mecánicas. Cansan a los ángeles y a la gente que los escucha. Las oraciones deben ser cortas y directas». «Se descuida la oración secreta, y esta es la razón por la cual muchos hacen oraciones tan largas, tediosas y sin valor cuando se reúnen para adorar a Dios», Las muchas palabrerías denotan poca preparación espiritual y deseo de aparentar tener un amplio conocimiento. Para que una oración o sermón cumplan su objetivo deben estar carentes de palabrerías y llenos de contenido que edifique a la iglesia. Si no es comprendido y si no sirve para instruir, son solo discursos huecos que no cumplen su objetivo. La manera más equivocada de usar un sermón, es cuando se mezclan los asuntos personales que suele tener el predicador con un adorador que está en las bancas. Claramente, no está inspirado por el Espíritu Santo, sino por sus propias pasiones. Pidamos al Señor que purifique nuestras palabras de manera que al orar o al predicar, seamos usadas por su Espíritu para ser de bendición a su iglesia.
El magistrado detalló que el periodo crítico de desaparición en la zona se extiende "entre el mes de junio de 2002 y diciembre del 2012".See omnystudio.com/listener for privacy information.
El Coliseo romano, el indiscutible campeón de los estadios deportivos en los últimos 2000 años. Es el mejor de todos los tiempos. Claramente el estadio más famoso y duradero de la historia, pero ¿seríamos capaces, con la tecnología actual de cabrear al campeón?.
==============================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA MUJERES 2025“AMANECER CON JESÚS”Narrado por: Sirley DelgadilloDesde: Bucaramanga, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================07 de SeptiembreHágase tu voluntad«Venga tu Reino. Hágase tu voluntad, como en el cielo, así también en la tierra» (Mateo 6: 10).Supongamos que un día me levanto temprano para ir al mercado a comprar pescado para hacer el almuerzo. Voy emocionada porque haré un delicioso platillo con mucho amor para mi esposo: pescado empapelado. Compro los ingredientes con el dinero que mi esposo ha dejado y me dispongo a cocinar. Lo hago lo mejor posible, y a mi gusto; el pescado empapelado ha quedado de gourmet. Realmente puse empeño en hacer ese platillo. Espero que llegue mi esposo del trabajo y le sirvo el plato en la mesa, al tiempo que le cuento con cuánto afán he trabajado ese día para él. Solo hay un problema; a mi esposo no le gusta el pescado empapelado. A él únicamente le gusta frito y en caldo. ¿Sería justo que yo quisiera que él coma lo que preparé, a sabiendas de que no es lo que a él le gusta? Supongo que no.Algo similar hacemos nosotros con nuestros actos de servicio hacia Dios. En ocasiones nos esforzamos en hacer obras como las de Caín, que no son precisamente las que Dios ha pedido ni la manera en que las ha pedido. La frase
Hacer click aquí para enviar sus comentarios a este cuento.Juan David Betancur Fernandezelnarradororal@gmail.comEn el corazón de la Sierra de los Ecos, donde los cerros se alzan como guardianes de los secretos del tiempo, vivía una comunidad de animales que caminaban. No volaban, no nadaban, no trepaban más allá de lo necesario. Caminaban. Eran criaturas del suelo, del polvo, de la rutina. El llano era su mundo, y el cielo, apenas una promesa lejana.Entre ellos vivía un mono distinto. No por su especie, sino por su deseo. Se llamaba Turi, y desde joven había sentido que el mundo lo ignoraba. No era fuerte como el jaguar, ni sabio como la tortuga, ni ágil como el venado. Pero tenía algo que pocos tenían: ambición . Quería ser visto como un artista. No por lo que hacía, sino por lo que decía haber hecho.Una mañana, mientras paseaba por la ladera del Cerro del Silencio, Turi encontró un tronco caído. Era viejo, retorcido, con raíces expuestas como dedos de un cadáver vegetal. Nadie lo había tocado en años. Pero Turi lo miró con otros ojos. Su instinto lo llevo a ver algo que posiblemente otros que habían pasado por allí no habían visto. La oportunidad de sobresalir de forma inmediata sin mayor esfuerzo. —No necesito transformarlo —murmuró—. Solo necesito elevarlo.Y así nació su plan. No tallaría, no pintaría, no esculpiría aquel tronco ya que no sabría como hacerlo. Solo colocaría el tronco en un lugar inaccesible, y dejaría que la distancia hiciera el resto.Durante tres días, Turi empujó el tronco cuesta arriba. Lo hizo en secreto, evitando que otros lo vieran. El camino era arduo: piedras sueltas, espinas, niebla espesa. A veces se detenía a hablar consigo mismo:—Cuando lo vean allá arriba, no verán un tronco. Verán lo que yo les diga que es. Ese es el plan.Finalmente, llegó a la cima. El Cerro del Silencio era un lugar sagrado, donde el viento no hablaba y las aves no cantaban. Allí, colocó el tronco de pie, como si fuera una figura ancestral. Lo rodeó de piedras, lo limpió un poco, y lo dejó.Al regresar al llano, Turi convocó a todos los animales. Se subió a una roca y habló con voz firme:—¡Amigos! Durante años me he dedicado a cultivar un nuevo arte. Lejos de la vista de todos ustedes le he dedicado días enteros a aprender el difícil arte de la escultura. Inicie con barro y y luego con mucho cuidado he aprendido como moldear figuras a partir de la madera y finalmente pase a trabajar con herramientas que yo mismo he creado para extraer imágenes de los bloques de granito que tenemos en lo alto del cerro del silencio . Hoy y después de casi un año de trabajo arduo, les presento mi obra maestra. Miren hacia el Cerro. ¿Ven esa figura que se alza entre las nubes? ¡Es una estatua! ¡Una creación única! ¡La hice yo!Los animales miraron. Desde tan lejos, solo se veía una silueta oscura, apenas distinguible. Pero el tono del mono era solemne, casi místico y con sus seguridad les transmitía la creencia. Y así comenzaron los murmullos entre aquellos animales que nunca habían visto una obra de arte. —¡Qué artista! —¡Qué visión! —¡Qué genio! Claramente se ve el esfuerzo del creador. El jaguar asintió. La tortuga cerró los ojos en señal de respeto. El venado dijo que había sentido “una energía especial” que emanaba de aquella figura en lo alto del cerro. Y así, Turi fue celebrado. Los animales comenzaron a sentirse afortunados de tene a Turi viviendo con ellos. Le ofrecieron los frutos más dulces, lo invitaron a danzas nocturnas, y hasta le pidieron que enseñara su “técnica”.Turi ya convertido en una celebridad entre los animales se dedicaba a hablaba de inspiración, de forma, de trascendencia. Pero aunque Nadie entendía, todos asentían y movían la cabeza para lucir interesantes e
==============================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA MUJERES 2025“AMANECER CON JESÚS”Narrado por: Sirley DelgadilloDesde: Bucaramanga, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================28 de JulioPerdona a tu ofensor indirecto«Así que, al contrario, vosotros más bien debéis perdonarlo y consolarlo, para que no sea consumido por demasiada tristeza» (2 Corintios 2: 7).Yo no los perdono, -le dije a mi esposo-. Mis argumentos eran que aquellas personas le habían hecho mucho daño a la iglesia (no a mí) y no creía en su verdadero arrepentimiento. Sin embargo, al leer la historia bíblica de hoy, comprendí que no me correspondía seguirlos juzgando. Aquella noche, mientras escribía, decidí perdonar a quien literalmente no me había hecho nada. Era una ofensa indirecta y yo me sentía parte de un daño colateral.Deben perdonarlo, -les dice Pablo a los corintios, quienes claramente se empeñaban en no perdonar y recordar el pecado que esa persona, de quien no sabemos el nombre, había cometido en el pasado. La conducta del ofensor había sido reprochada muchas veces por sus hermanos de iglesia. Así lo describe Pablo en el verso 6: «Le basta a tal persona esta reprensión hecha por muchos». «Así que, al contrario, vosotros más bien debéis perdonarlo y consolarlo, para que no sea consumido por demasiada tristeza> (v. 7) -suplica el apóstol. Claramente, estaba demostrando que, si bien la reprensión que se le había impuesto al ofensor era justa, ya no era más necesaria dado su arrepentimiento. Esta manera de tratar a quienes han errado el camino sigue siendo una guía para tratar hoy con los ofensores.¿Cuántas veces hemos actuado como los corintios? Las disciplinas impuestas jamás debieran ser un símbolo de castigo, sino de restauración. Y una vez arrepentido el pecador, ¿quién soy yo para no perdonarlo? La congregación donde abunda la falta de perdón entre hermanos y donde en lugar de restaurar se destruyen, es una iglesia estancada, que no avanza hacia la patria celestial. Por mucho que se predique, se cante, se ore y se lea la Biblia, si estamos llenos de rencor y resentimiento, el Espíritu Santo no habita en nosotros.Finalmente, Pablo les dice que si no perdonan, Satanás va a sacar ventaja de ellos, porque su malévolo plan es, precisamente, que no nos perdonemos. Y es evidente que el que sabe perdonar, tiene a Cristo en su corazón. El que no sabe perdonar tiene a Satanás en su corazón. Y como sabemos que los dos juntos no caben en el mismo corazón, si no tenemos a Cristo, automáticamente, tenemos al otro. Cede el espacio a Jesús, perdona a los demás y tú misma serás perdonada.
- Ya parece burla, pero la seño que ocupa la presidencia formalmente sigue culpando de todo a Calderón. - Hoy lo volvió a hacer, en un tema que probadamente es culpa de su jefe: el cruel desabasto de medicinas. - Para evidenciar lo absurdo de esta estrategia de irresponsabilidad política hice un recuento de 50 tragedias actuales que…seguro…son culpa de Calderón. - Si no aprendemos como ciudadanía a asignar responsabilidades y costos donde corresponden, nunca saldremos de este negro periodo.
Esta semana el Haus of Mala se traslada a Stagecooch con pases de prensa a ver que papelón nos tiene este All Stars 10. Claramente se nota la preferencia VIP de algunas. Mientras otras solo pueden pedir hablar con la gerente. Axel regresa con su bandita de meet and greet pa' darnos un "wrecking ball" de opiniones de este episodio. Mala Patreonhttps://patreon.com/DragaMalaLinkTreehttps://linktr.ee/dragamalaBrock by Joséhttps://www.instagram.com/brockbyjose/https://www.tiktok.com/@brockbyjoseMala VoiceMailhttps://www.speakpipe.com/dragamalaBlue Skyhttps://bsky.app/profile/dragamalapod.bsky.socialInstagramDraga Mala
Olga Nelly García. Programas de radio. (Podcast) - www.poderato.com/olganellygarcia
Te guía para que elijas dónde quedarte y para que te vayas de donde hay falsedad, o el tiempo de la relación terminó para dar paso a algo mejor.
¡AJA MISTERIO!Aqui hay gato encerrao' y se necesita al Draga Mala: Special Investigations Unit para indagar al misterio de este episodio. Descubrimos que hay reinas que aprovechan momentos de ocio con heterosexuales pa' su ventaja y después descubrimos que el único crimen ocurrido tomó lugar en la tarima y con poca ropa. Claramente pa' investigar las cosas bien necesitamos la lupa de Jason Salas de Con Permisa Podcast. ¡Ven e investiga con nosotros, los hallazgos te fascinarán!