Podcasts about com maria

  • 372PODCASTS
  • 1,691EPISODES
  • 22mAVG DURATION
  • 1EPISODE EVERY OTHER WEEK
  • Jun 11, 2026LATEST

POPULARITY

20192020202120222023202420252026


Best podcasts about com maria

Latest podcast episodes about com maria

Direito e Economia
EP#142: Economia Política, com Maria de Lourdes Rollemberg Mollo

Direito e Economia

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 53:31


No episódio, Ana Frazão conversa com Maria de Lourdes Rollemberg Mollo, Professora Titular de Economia da Universidade de Brasília - UnB sobre Economia Política. A entrevistada explica por que a economia é sempre política, os meios pelos quais se tentou despolitizá-la a partir da revolução marginalista e como a Economia Política foi crescentemente recuperando o seu prestígio ao longo do século XX. A professora trata também das principais diferenças entre as visões ortodoxa, marxista e pós-keynesiana na compreensão dos principais assuntos vinculados à Economia Política, como a relação entre economia real e economia monetária, o papel do Estado e da política econômica para o controle da inflação e do desemprego, e os efeitos da financeirização. Na parte final, a professora aborda as discussões mais recentes sobre desenvolvimentismo e políticas econômicas alternativas.

Caos Planejado
#133 | Territórios do Crime (com com Maria Isabel Couto e Carolina Grillo)

Caos Planejado

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 94:33


Neste episódio, recebemos as sociólogas e pesquisadoras cariocas Maria Isabel (Diretora de Dados do Fogo Cruzado) e Carolina (Coordenadora do GENI/UFF) para uma conversa sobre controle territorial armado e os novos ilegalismos no Rio de Janeiro.Apoie o Caos Planejado.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Confira os links do episódio no site.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Episódio produzido com o apoio do Grupo OSPA⁠⁠ ⁠⁠e 0e1 Arquitetos.

Amorosidade Estrela da Manhã
SANTA SARA ERA FILHA DE JESUS COM MARIA MADALENA

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later May 8, 2026 12:22


Bom dia, Obvious
O preço de dizer o que pensa, com Maria Ribeiro

Bom dia, Obvious

Play Episode Listen Later Apr 26, 2026 63:55


O mundo gosta de mulheres que falam o que pensam? Neste episódio de Bom Dia, Obvious, Marcela Ceribelli conversa com a atriz e escritora Maria Ribeiro sobre o que significa, para uma mulher, sustentar a própria voz em um contexto social que ainda privilegia muito as imagens, mas não tanto as vozes das mulheres. Em uma conversa descontraída, elas falam sobre a liberdade de ser quem se é, relacionamentos, filhos, casamento, sexo, exposição, erros e o exercício de dizer não. Um episódio sobre as dores e as delícias de bancar os próprios desejos. ⁠⁠Para receber em primeira mão a pré-venda do Clube do Livro, clique aqui.Nos acompanhe também: Marcela Ceribelli no Instagram: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@marcelaceribelli⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram da Obvious: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@obvious.cc⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠TikTok da Obvious: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@obvious.cc⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Chapadinhas de Endorfina: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@chapadinhasdeendorfina⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ouça também, outros podcasts da Obvious:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Podcast Chapadinhas de Endorfina.doc⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Podcast Academia do Prazer⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Livros da Marcela Ceribelli:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠: AQUI⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Aurora: O despertar da mulher exausta⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠: AQUIInstagram de Maria Ribeiro: AQUI Livros de Maria Ribeiro: AQUI Livro de Rick Rubin, citado por Marcela Ceribelli no episódio: AQUI

Sermões do Instituto Bom Pastor
Com Maria, firmes aos pés da Cruz (27.03.2026)

Sermões do Instituto Bom Pastor

Play Episode Listen Later Apr 7, 2026 11:05


Sermão para a Comemoração de Nossa Senhora das DoresPadre Jeison Casalinas, IBP27/03/2026Capela Nossa Senhora das Dores, DF.

Maconhômetro
Educação | Álcool e Outras Drogas nas Escolas, com Maria Elena Goroso

Maconhômetro

Play Episode Listen Later Apr 6, 2026 43:18


Tá nos ares +1 episódio do Maconhômetro Educação, um projeto do Cannabis Monitor em parceria com o Grupo de Pesquisa Educação e Drogas (GPED), vinculado à Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).Neste episódio, os pesquisadores do GPED, Francisco Coelho e Cauê Galvão, recebem para uma troca a Psicóloga Maria Elena Goroso, que é Mestre e Doutora em Psicologia, com ênfase em Processos Psicossociais em Saúde, e Pós-doutora em Psicologia na área de prevenção ao uso de álcool nas escolas. Ela também é integrante dos grupos de pesquisa: Centro de Referência em Pesquisa, Intervenção e Avaliação em Álcool e Outras Drogas da UFJF, do Núcleo de Estudos ÁNCORA, da Universidade de Tucumán (ARG) e também do GPED, tendo como horizontes de pesquisa a saúde do adolescente, prevenção e promoção da saúde em contexto escolar, consumo de álcool e outras drogas em jovens.Neste papo, ela compartilha sua trajetória no campo da educação sobre álcool e outras drogas no contexto escolar, a incorporação da Redução de Danos nos seus trabalhos, suas vivências nesse campo tanto no Brasil quanto na Argentina, entre outras brisas... Confira!Conheça mais sobre o GPED: ww.gped.net | educacaosobredrogas.com.brConsidere apoiar o Cannabis Monitor: http://apoia.se/cannabismonitor---O ep. Educação #15 | Álcool e Outras Drogas nas Escolas, com Maria Elena Goroso, contou com apresentação de Francisco Coelho (GPED) e Cauê Galvão (GPED), direção, roteiro e produção de Gustavo Maia (CM) e edição e finalização de Antonio Said (Pinzeiro).

Enterrados no Jardim
A Manosfera e os Drag Kings. Outra conversa com Maria João Faustino

Enterrados no Jardim

Play Episode Listen Later Mar 29, 2026 266:51


“Também a ‘realidade' dos corpos inocentes foi violada, manipulada, adulterada pelo poder consumista: mais ainda, essa violência sobre os corpos tornou-se o dado mais flagrante da nova época humana… As vidas sexuais privadas (como a minha) sofreram o trauma tanto da falsa tolerância como da degradação corporal, e aquilo que nas fantasias sexuais era dor e alegria tornou-se uma desilusão suicida, uma acídia informe”, escreve Pasolini, apontando aos elementos da mutação antropológica provocada pelo consumismo, à falsa tolerância sexual e à degradação dos corpos sob o novo poder hedonista-capitalista. Pasolini entendeu que o novo poder não reprime a sexualidade, como fazia o antigo poder repressivo, mas liberta-a de forma estratégica para a integrar no circuito do consumo, transformando os corpos em objectos homogéneos, normalizados, disponíveis, e destruindo a antiga dimensão trágica, ambígua e vital da experiência sexual. Aquilo que antes, na imaginação erótica, continha uma tensão entre dor e alegria, entre transgressão e descoberta, dissolve-se agora numa espécie de apatia informe, uma acídia moderna, onde já não há verdadeiro desejo, apenas repetição e desgaste. No fundo, também os corpos deixaram de ser um dado imediato, uma evidência silenciosa, tendo-se adaptado como peças de um puzzle numa imensa superfície de inscrição, campo de operações, zona de cálculo onde se cruzam métricas invisíveis, índices de desejabilidade, rastos de atenção, e aquilo que outrora se vivia como intimidade, como reserva obscura de dor e de prazer, aparece agora exposto a uma espécie de engenharia contínua, um ajustamento fino que não se limita a moldar comportamentos mas reconfigura a própria percepção do que pode ser desejado, tolerado, rejeitado, e é neste ponto que a falsa tolerância de que fala Pasolini não surge como abertura mas como técnica, uma ampliação controlada do possível que apenas serve para intensificar a captura, porque tudo o que é permitido é também imediatamente codificado, quantificado, integrado numa circulação mais vasta onde o corpo já não se pertence. Laura Bates tem analisado a forma como os jovens, hoje, entram em espaços digitais já saturados de uma linguagem que não inventaram, fórmulas prontas, estatísticas falsas, imagens reiteradas até à anestesia, e aquilo que se apresenta como discurso pessoal é na verdade a reverberação de um circuito onde o ressentimento foi previamente processado, refinado, embalado, pronto a ser consumido e reproduzido, como se alguém tivesse antecipado a ferida e lhe tivesse fornecido o vocabulário antes mesmo de ela ser sentida. Há um momento em Cosmópolis (Don DeLillo) em que o fluxo de capitais se torna quase indistinguível de um sistema nervoso, pulsações, variações mínimas, sinais que atravessam a cidade sem corpo visível, e talvez seja necessário pensar o presente a partir dessa mesma lógica, porque os algoritmos que governam as plataformas não fazem senão prolongar esse movimento, traduzindo afectos em dados, convertendo inseguranças em trajectórias previsíveis, fazendo da ansiedade um activo negociável, e nesse circuito fechado o corpo surge como terminal, ponto de entrada e de saída, atravessado por comandos que não se anunciam como tal, sugestões que se acumulam, microajustes que acabam por redefinir a própria textura da experiência. O que se observa nas comunidades descritas por Bates, nesses espaços onde a misoginia se densifica até adquirir consistência quase doutrinal, não é simplesmente uma reacção, é uma espécie de alinhamento com esta lógica mais profunda, uma convergência entre a economia dos afectos e a economia do capital, porque o ressentimento não é aqui um subproduto mas uma força motriz, algo que mantém o sistema em movimento, que garante a sua continuidade, e por isso mesmo é cultivado, amplificado, canalizado, nunca resolvido, nunca dissipado, apenas deslocado de um objecto para outro, sempre suficientemente próximo para ser reconhecível, sempre suficientemente distante para evitar qualquer confronto com as estruturas que o produzem. Os dados acumulam-se, curvas de atenção, tempos de permanência, padrões de interação, e por trás dessa acumulação há uma espécie de cartografia obscura, um mapeamento contínuo das vulnerabilidades, zonas de fragilidade onde o sujeito se torna mais permeável, mais disponível, e é precisamente aí que a intervenção ocorre, não sob a forma de uma imposição mas como uma sequência de coincidências, conteúdos que parecem responder a uma inquietação ainda mal formulada, imagens que antecipam um desejo ainda difuso, discursos que oferecem uma explicação simples para uma sensação complexa, e assim se constrói uma adesão que não passa pela convicção mas pela familiaridade, pelo reconhecimento imediato de algo que parece já ter sido pensado. A sexualidade, nesse contexto, deixa de ser uma experiência singular para se tornar um campo de simulação, um espaço onde se ensaiam identidades, onde se repetem gestos codificados, e aquilo que antes podia conter uma dimensão de risco, de descoberta, de ambiguidade, é progressivamente substituído por guiões previsíveis, por uma gramática rígida que organiza o encontro antes mesmo de ele acontecer, e quando esse encontro falha, quando a promessa não se cumpre, a frustração não encontra saída senão no circuito que a produziu, regressa ao sistema sob a forma de mais dados, mais cliques, mais procura, reforçando o mecanismo que a originou. Há aqui qualquer coisa que escapa a uma descrição puramente sociológica, uma espécie de conspiração sem centro, sem intenção declarada, mas que se manifesta na convergência de processos distintos, financeiros, tecnológicos, culturais, todos orientados para a mesma captura, para a mesma neutralização de qualquer energia que pudesse tornar-se disruptiva, e nesse sentido a violência sobre os corpos não é apenas física ou simbólica, é uma violência mais subtil, uma erosão contínua da capacidade de sentir fora dos parâmetros definidos, de imaginar fora dos cenários já previstos, como se o próprio campo do possível tivesse sido previamente delimitado. E, no entanto, tudo isto se apresenta sob o signo da liberdade, da escolha, da expressão individual, uma retórica que encobre o facto de que cada gesto, cada preferência, cada desvio aparente já foi antecipado, integrado, transformado em valor, e talvez seja essa a forma mais acabada de dominação, não a que se impõe de fora, mas a que se infiltra na própria estrutura do desejo, fazendo com que aquilo que se vive como mais íntimo, mais pessoal, seja já o efeito de uma série de operações invisíveis, uma sequência de decisões tomadas algures numa rede de servidores, onde o capital circula à velocidade da luz e o ressentimento é apenas mais um dos seus derivados. Há algumas décadas, J.G. Ballard notava como, então, e em termos quantificados, vivíamos em registos não lineares: “ligamos a televisão, desligamo-la meia hora depois, falamos ao telefone, lemos revistas, sonhamos e assim por diante”. “Não vivemos as nossas vidas em termos lineares no sentido em que os vitorianos viviam”, acrescentava ele. Hoje, não apenas não vivemos em termos lineares, mas, de alguma forma, as nossas vidas são meros delírios aos quais falta qualquer nexo ou lógica interna, apenas podendo ser apreendidas quando analisadas enquanto um efeito mais geral de afinação das dinâmicas de mercado. Nunca como hoje fomos seres que acumulam um tão grande prejuízo do ponto de vista narrativo. Não conseguimos explicar nenhum dos nossos gestos senão reconhecendo que estamos dominados por um imenso engodo. Neste episódio, e a partir do recente documentário de Louis Theroux para a Netflix, com as orientações e a experiência da Maria João Faustino para detectar as armadilhas discursivas e certas imbecilidades mais persistentes, tentámos pensar estes fenómenos que ganham expressão entre o céu e a terra dos nossos simulacros e que servem para enredar-nos e atrofiar todo o esforço de reflexão e resistência crítica, para que este quadro de antagonismos e representações falsas continue a determinar um efeito de separação e alienação cada vez mais drásticos.

Granum Sinapis
Dos Ramos à Cruz - o caminho da verdadeira esperança

Granum Sinapis

Play Episode Listen Later Mar 29, 2026 29:20


Do entusiasmo do Domingo de Ramos ao aparente fracasso da Sexta-feira Santa, a liturgia nos conduz por um contraste profundo: aquele que entra em Jerusalém entre aclamações é o mesmo que sai para ser crucificado fora da cidade. Essa passagem revela uma grande purificação das nossas expectativas e abre o caminho para compreender o que é, de fato, a esperança cristã.A Cruz destrói primeiro as esperanças ilusórias. Muitas vezes esperamos de Deus sucesso, reconhecimento, bem-estar ou segurança humana. Mas, ao permitir que essas expectativas sejam frustradas, o Senhor alarga o coração e nos educa para desejar algo maior. A provação não elimina a esperança; pelo contrário, prepara-a e a torna mais profunda. Assim, a Sexta-feira Santa desfaz os sonhos superficiais para abrir espaço a uma esperança mais sólida e espiritual.Em segundo lugar, a Cruz torna possível esperar mesmo depois das nossas quedas. Quando experimentamos nossa fraqueza e pecado, surge a tentação do desânimo ou do desespero. No entanto, ao contemplar Cristo crucificado, descobrimos que a salvação não depende da nossa força, mas do amor fiel de Deus. A Cruz é a prova de que somos amados e redimidos; por isso, mesmo após cada queda, permanece aberta a possibilidade de recomeçar. A esperança desloca-se de nós para Ele.Por fim, a Cruz preserva o crescimento espiritual da vaidade. Mesmo os progressos na vida interior podem ser contaminados pela busca de reconhecimento ou pela autossuficiência. As humilhações, contradições e fracassos — quando unidos à Cruz — purificam o coração e tornam possível um amor mais gratuito, centrado apenas em Deus. Assim, a Cruz impede que a vida espiritual se transforme em autoafirmação e a mantém como caminho de união com Cristo.Diante das esperanças humanas frustradas, diante do peso dos nossos pecados e até mesmo diante das ambiguidades do nosso crescimento espiritual, a resposta permanece a mesma: Ave Crux, spes unica! — salve, ó Cruz, única esperança. Com Maria, Mãe da esperança, aprendemos a colocar nossa confiança não no sucesso humano, mas no amor que se revela plenamente na Cruz.__________Referências:Evangelho segundo Lucas 24,21.25Epístola aos Romanos 5,3-4Livro de Isaías 6,5-8Hino Vexilla Regis (“Ave Crux, spes unica”)São Máximo, o Confessor, A quatro centúrias sobre a caridadeMichael Ende, A história sem fimSobre Adrian Van Kaam:https://open.spotify.com/episode/1FOh...

MoneyBar
À Conversa com Maria Luís Albuquerque, Comissária Europeia dos Serviços Financeiros e União da Poupança e dos Investimentos

MoneyBar

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 49:14


É um risco depender apenas da reforma da Segurança Social? Por que razão na Europa há uma aversão tão grande em investir em bolsa? É possível criar uma verdadeira união de poupança e investimento? No mais recente episódio do podcast MoneyBar, temos a honra de receber Maria Luís Albuquerque, Comissária Europeia dos Serviços Financeiros e União da Poupança e dos Investimentos para uma conversa sobre literacia financeira, poupança, investimentos e muito mais. Inscreva-se na lista de Espera do Curso “Do Zero à Liberdade Financeira”: https://bit.ly/Lista-de-Espera-Curso  Subscreva a Newsletter: Newsletter MoneyLab – https://bit.ly/NewsletterMoneyLab  Junte-se ao grupo de Telegram: https://bit.ly/moneylab-telegram  Redes Sociais Instagram: https://www.instagram.com/barbarabarroso  Facebook: https://www.facebook.com/barbarabarrosoblog/  Subscreva os canais de Youtube: https://www.youtube.com/barbarabarroso  https://www.youtube.com/moneylabpt  Para falar sobre eventos, programas e formação: https://www.moneylab.pt/  Disclaimer: Todo o conteúdo presente neste podcast tem apenas fins informativos e educacionais e não constitui uma recomendação ou qualquer tipo de aconselhamento financeiro.

Bom dia, Obvious
o que a disciplina não dá conta, com Maria Maia

Bom dia, Obvious

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 61:23


Hábitos são a forma como a gente incorpora uma identidade. Cada ação é um voto para o tipo de pessoa que você deseja se tornar. Em vez de perguntar: o que eu quero alcançar, pergunte: quem eu quero ser.Quer ouvir mais sobre hábitos? Vem de play em mais um episódio do Bom Dia, Obvious.⁠⁠Para receber em primeira mão a pré-venda do Clube do Livro e conteúdos exclusivos do Bom dia, Obvious, assine a newsletter da Obvious⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Nos acompanhe também: Instagram da Obvious: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@obvious.cc⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠TikTok da Obvious: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@obvious.cc⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Chapadinhas de Endorfina: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@chapadinhasdeendorfina⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Marcela Ceribelli no Instagram: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@marcelaceribelli⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Maria Nogueira Maia no Instagram:⁠ ⁠@mariamaia_psiReferências:Livro A fonte oculta: uma jornada até a origem da Consciência, Mark SolmsO que é Fato Social, Émile DURKHEIMOuça também, outros podcasts da Obvious:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Podcast Chapadinhas de Endorfina.doc⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Podcast Academia do Prazer⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Livros da Marcela Ceribelli:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Aurora: O despertar da mulher exausta⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Enterrados no Jardim
Lavar as mãos com os talhantes. Uma conversa com Maria Leonor Figueiredo

Enterrados no Jardim

Play Episode Listen Later Feb 21, 2026 287:27


Em tempos que talvez nem possam ser outra coisa senão uma pura efabulação, um desvio, uma desordem dessas para as quais nos viramos quando os sonhos se põem a lutar contra o mundo, chegávamos a um desses textos onde parecia que o intuito, todo o esforço em que alguém se empenhou, passava por “escrever páginas e páginas, enchê-las de pedras, de erva, de floresta, de céus, de movimentos das pessoas na rua, de vozes, de casas, do passado, do hoje, de quadros, de estátuas, de rios e de ondas e de copos e de frascos e de gesso branco no meu ateliê e de nuvens, criança deitada na liberdade…” (Alberto Giacometti). Seria um modo de um tipo vestir o mundo como uma segunda pele, resvalar consistentemente entre as coisas, ser de tal modo substantivo que deixava de se considerar um indivíduo. A solidão estava dispersa, absorta. Mas agora que os poetas também se consideram personagens essenciais da beleza publicitária, talvez até mais no momento em que se julgam separados da restante massa de gente, apenas vinculados a uma suposta autonomia das formas artísticas, regulando-se por outras leis num mundo que se encontra em todos os seus aspectos prostituído, é bom lembrar aquilo que notou Barthes, vincando como toda a publicidade dos produtos de beleza se baseia numa espécie de representação épica da intimidade. Num tempo em que os indivíduos se vêem transformados em seres abstractos, o modo como cada um enfatiza a sua realidade íntima, engrandecendo-a para costurar a mitologia patética de si mesmo, é assim que o discurso consegue alcançar a superfície, andar a par dessa superfície viva que é a pele, onde se organizam as miragens galopantes deste tempo, um discurso inteiramente absorvido pelas aparências, por fazer funcionar essa ordem de representações. Seres que são coisas, mas sem qualquer substância. Talvez por isso, naquele breve romance com esse título, Perec diz-nos que o inimigo passou a ser invisível… “Ou melhor, estava neles, tinha-os apodrecido, gangrenado, destruído. Eram os tansos da história. Pequenos seres dóceis, reflexos fiéis de um mundo que escarnecia deles. Estavam enterrados até ao pescoço num bolo de que nunca teriam mais do que migalhas.” Não damos já com esse orgulho dos monstros, que caíam nas zonas mais inesperadas “para revelar a entristecidos burgueses que a sua vida de todos os dias tem de raspão assassinos sedutores, ardilosamente guindados até ao seu sono, que eles atravessam por uma qualquer escada de serviço que não rangeu, armada em cúmplice” (Genet), e isto de modo a fazer explodir de aurora as sugestões dos seus crimes, como segredos entre os quais a língua se recompõe e parece respirar de novo, fazendo-se entender por gestos de tal modo vivos, e encarniçados, que parecem a um tempo absurdamente espontâneos e longamente premeditados. A partir de um certo momento o mal é a única forma de clareza que nos resta, e tem do seu lado toda a razão, toda essa razão que foi votada a uma existência clandestina por aqueles que quiseram livrar-se das suas próprias consciências. Bataille diz-nos que o interesse da obra de Genet não se deve à sua força poética, mas ao ensinamento que resulta das suas fraquezas. “Existe nos escritos de Genet qualquer coisa de frágil, de frio, de friável, que não detém necessariamente a admiração, mas que suspende a harmonia. A harmonia, o próprio Genet a recusaria, se por um erro indefensável lha quiséssemos aplicar. Esta comunicação que se esquiva, quando o jogo literário faz dela a exigência, pode deixar uma sensação de fingimento, e pouco importa se o sentimento de uma falta nos reenvia à consciência da fulguração que é a comunicação autêntica. Na depressão, resultante destas trocas insuficientes, em que se mantém uma divisória embaciada que nos separa, leitores, daquele autor, tenho a seguinte certeza: a humanidade não é feita de seres isolados, mas de uma comunicação entre eles; jamais nos damos, nem que seja a nós próprios, senão numa rede de comunicação com os outros: estamos mergulhados na comunicação, encontramo-nos reduzidos a essa comunicação incessante da qual, mesmo no fundo da solidão sentimos a ausência, enquanto sugestão de múltiplas possibilidades, como a espera de um momento em que ela se resolve num grito que outros ouvem. Porque a existência humana apenas é em nós, nesses pontos em que periodicamente se estabelece, linguagem gritada, espasmo cruel, riso louco, onde a harmonia nasce de uma consciência enfim partilhada da impenetrabilidade de nós mesmos e do mundo.” E se algum dos ditos ‘poetas' nos segue, convinha que fixasse pelo menos isto, para nunca o esquecer: “jamais nos damos, nem que seja a nós próprios, senão numa rede de comunicação com os outros…, jamais nos damos, nem que seja a nós próprios, senão numa rede de comunicação com os outros”. Mas, hoje, tudo parece invertido, como se submetido a uma radiância de astros de luto, de tal modo que mesmo o desejo e o prazer estão novamente inscritos no quadro das formas de profanação e degradação íntima, por todo o lado vemos essa pressão de uma moral que se impõe em todos os aspectos da vida e leva a que as relações sexuais sejam “tematizadas como práticas altamente problemáticas, traumatizantes, das quais se arrisca sempre, ao aventurar-se nelas, sair-se ferido e, portanto, em relação às quais seria preciso estabelecer os processos necessários para poder obter uma reparação” (Geoffroy de Lagasnerie). Neste episódio entrelaçámos uma série de fios das conversas que vimos mantendo, e contámos com os impulsos e as sugestões de Maria Leonor Figueiredo, que além de ter desenvolvido estudos no campo literário e artístico, mantém desde há muito um compromisso com as lutas políticas deste tempo, e assinou na rede anticapitalista um conjunto de intervenções importantes sobre tantos destes temas. Em “a nova (des)ordem sexual: consentimento, trauma e identidade”, refere que, se falar mais sobre trauma trouxe conquistas inegáveis, e deu legitimidade a experiências antes silenciadas, criando novas formas de reconhecimento, por outro lado, também trouxe uma armadilha, que se prende com a transformação do trauma em identidade política. “A centralidade do trauma é também sintoma de uma época que transformou o sofrimento em capital simbólico e, portanto, em poder. Neste contexto, o espaço político tende a organizar-se em torno da competição por reconhecimento individual. O trauma deixa de ser uma experiência que exige transformação colectiva e passa a ser um selo de autenticidade.” Neste momento parece decisivo assinalar que, num esforço para compreender a metamorfose contemporânea das questões sexuais, não podemos perder de vista como, até há algumas décadas, esteve em campo uma forma de pensar a sexualidade como força de desestabilização, como energia capaz de corroer instituições, códigos e hierarquias. Em Barthes, o amor aparecia como um discurso marginal, uma fala que não encontrava lugar na linguagem dominante, e em Foucault, a sexualidade era inseparável das redes de poder que a produzem, classificam e administram, mas, depois da orgia, Baudrillard foi dos primeiros a dar-se conta de que o desejo começava já a dissolver-se numa cada vez mais acelerada e indiferente circulação de signos. O recuo actual não consiste, como tantas vezes se repete, num simples retorno à moral conservadora clássica, a um reconvir do puritanismo. O que se verifica é algo mais subtil: uma transformação da própria lógica da libertação sexual em dispositivo de controlo. A partir dos anos 60 e 70, a esquerda ocidental assumiu a descriminalização, a despatologização, a ampliação dos direitos sexuais como parte integrante do seu horizonte emancipatório. O combate contra a repressão jurídica e médica — contra a polícia dos corpos, contra o tribunal das perversões — era inseparável de uma crítica mais ampla ao capitalismo disciplinar. Mas, como mostrou Foucault, a sexualidade nunca foi apenas aquilo que o poder reprime, mas passava também por aquilo que o poder produz, organiza, incentiva a confessar. O paradoxo instala-se quando a energia crítica que denunciava a vigilância se converte ela própria em instância vigilante. A esquerda, que outrora suspeitava das categorias fixas e das identidades rígidas, passou a investir numa taxonomia minuciosa das posições subjectivas, numa ontologia de micro-identidades que exigem reconhecimento permanente. O gesto que visava libertar o desejo de normas opressivas transformou-se, assim, num gesto de reinscrição normativa: o comportamento desviante deixa de ser perseguido em nome da moral religiosa ou familiar, mas passa a sê-lo em nome de uma moral da protecção, da segurança, do dano potencial. A linguagem do pecado vê-se substituída pela linguagem do trauma e a figura do pecador pela do agressor, enquanto a denúncia pública, a exclusão simbólica, a penalização social, passam a engendrar uma nova forma de recriminação e regulação punitiva. Não se trata de negar a existência real de abusos ou violências, mas de observar como o campo sexual, que fora pensado como laboratório de liberdade, se converteu em campo privilegiado de policiamento discursivo. E se a suspeita generalizada se instala como norma, a ambiguidade, que foi sempre constitutiva do desejo e da busca pelo prazer, bem como o jogo de sedução, que sempre comportou risco e assimetria, são submetidos a protocolos quase administrativos. Neste ponto, Baudrillard ajuda-nos a compreender esta mutação, notando como a sexualidade contemporânea não tem sido tanto reprimida como hiperexposta, saturada de imagens, convertida em espectáculo permanente. A pornografia deixa de ser marginal e infiltra-se na publicidade, na moda, na política. O erotismo, que supõe distância, espera, segredo, é absorvido pela transparência obscena de uma visibilidade total. Ora, quanto mais visível se torna o sexo, mais rarefeito se torna o desejo. A proliferação de signos sexuais não intensifica a experiência, mas, pelo contrário, neutraliza-a. A esquerda, que deveria ter articulado uma crítica a esta mercantilização integral, preferiu muitas vezes alinhar com uma ética da exposição e da denúncia que coincide, paradoxalmente, com a lógica capitalista da transparência e da gestão de riscos. Se tudo deve ser explicitado, nomeado, regulado, é porque tudo deve ser integrado num sistema de cálculo. A sexualidade, que outrora escapava à contabilidade, passa a ser quantificada em consentimentos, protocolos, declarações prévias. E se ainda quisermos falar de amor, se nos atrevermos a isso, podemos virar-nos para Erich Fromm, que nos desafiou a pensar o amor como arte, sublinhando como este sentimento, guindado a uma razão idealizadora, implica desde logo sair do narcisismo, reconhecer a alteridade irredutível do outro. Ora, o que se observa hoje é uma derrota dessa dimensão exigente: sacrificado à lógica do consumo, o amor vende seja o que for, adapta-se, estende-se como justificação para que sejam reinvindicados todos os caprichos e apetites. O amor que foi sempre difícil, hoje conta com a conveniência e o infinito desdobramento das aplicações de encontros, algoritmos de compatibilidade, mercados de afinidades, beneficiando dos modelos preditivos para nos proteger dos nossos erros e fornecer uma escolha optimizada. E, com isto, o outro surge já como mero elemento de validação, como aquele ser-espelhar que deve confirmar, consolidar a narrativa que temos sobre nós próprios. A ideia de ser transformado pelo outro, de ser compelido a um radical desvio face a si mesmo, e ao contexto, esse perigo ou vertigem já nem se colocam. Nos seus fragmentos sobre o discurso amoroso, Barthes mostrava como o amante fala numa língua minoritária, desajustada, vulnerável. Hoje, essa vulnerabilidade é frequentemente lida como fraqueza, dependência, falha de autonomia. A cultura contemporânea exalta a auto-suficiência, a gestão emocional, o empoderamento individual. O amor, que implica risco de perda e exposição ao sofrimento, torna-se ameaça à integridade narcísica, sendo de preferir a circulação incessante de experiências breves, intercambiáveis, as dinâmicas poliamorosas, onde a substituição rápida protege contra o investimento profundo. Com tudo isto, o puritanismo contemporâneo não se funda já na proibição do prazer, mas na sua gestão e programação até dissolver o desejo pelo outro e focalizar cada vez mais na relação que o indivíduo mantém consigo mesmo, na sua capacidade de satisfazer as suas projecções e de se auto-validar. A sexualidade já não pode, assim, representar qualquer efeito transgressivo, uma vez que passou a estar pautada pela proliferação jurídica. Assim, os aparelhos de vigilância conseguem delimitar o aceitável, estigmatizar o excesso, sancionar o desvio. Ao reivindicar protecção absoluta, segurança total, reconhecimento permanente, temos vindo a permitir o reforço de uma ordem normativa infinitamente minudente, em que cada relação é enquadrada de antemão reconhecendo um potencial litígio, tomando-se cada gesto como susceptível de ser entendido como uma agressão, e devendo estar submetido ao escrutínio moral público. Aos poucos, o desejo retrai-se ou converte-se em cálculo, preferindo-se cada vez mais o semelhante, o compatível, o previsível. O outro é convocado para legitimar uma imagem de si que já está pronta. Entre o puritanismo progressista e o hedonismo administrado, o amor torna-se ele mesmo a fachada para uma indústria de produtos culturais e experiências programadas. E a esquerda, ao abandonar a crítica radical das formas de poder que atravessam o desejo, assiste e promove esta lógica de controlo que domina no mesmo sentido todo o espectro político.

Rádio Paiquerê 91,7
Jornal da Manhã 20 Fev - Entrevista com Maria Rosangela Lantmann

Rádio Paiquerê 91,7

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 14:22


Jornal da Manhã 20 Fev - Entrevista com Maria Rosangela Lantmann

Tortinha de Climão
Bad Bunny e a luta ambiental com Maria Clara Sosa – Tortinha de Climão #51

Tortinha de Climão

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 23:06


Neste episódio recebo Maria Clara Sosa para conversarmos  sobre a relação da arte com a luta ambiental, e falamos especialmente de Bad Bunny. Links do episódio: A luta latino-americana é ambiental: arte e resistência Produção, pesquisa, locução: Marina M. Edição: Thiago Miro

Berg's PodCast
Tudo com Maria

Berg's PodCast

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 4:30


Como as coisas mudam, a forma como andamos, nos vemos e inclusive como rezamos...

Pace Setters
Episódio 60 - À conversa com Maria Bernardo: da marcha atlética para a estrada e Sporting!

Pace Setters

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 81:40


Neste episódio recebemos Maria Bernardo, atleta do Sporting Clube de Portugal. Falamos sobre o seu percurso desportivo, treino, contexto competitivo e a realidade de quem vive o atletismo de forma exigente sem ser profissional a tempo inteiro. A Maria conta como começou no atletismo ainda em criança, passando por várias disciplinas, da marcha à corrida, e como esse percurso diversificado moldou a atleta que é hoje, tanto a nível físico como mental.Falamos sobre a sua vida em Évora, as condições de treino fora dos grandes centros, a dificuldade (e importância) de treinar muitas vezes sozinha, a gestão de volume elevado de quilómetros, os bidiários, os treinos de limiar e as séries longas que marcam a transição para distâncias maiores, em particular a meia maratona. A conversa passou ainda pela preparação e experiência na Meia Maratona dos Descobrimentos, pela vitória na São Silvestre da Golegã e pelo Campeonato Nacional de Estrada, com uma análise clara à gestão emocional em prova, à pressão de representar um grande clube e à constante comparação com versões passadas de si própria.Há também espaço para falar de psicologia, aceitação do momento presente, envelhecimento no atletismo, objetivos realistas, e da forma como o treino mental é tão determinante quanto o físico. A Maria partilha ainda a sua visão sobre redes sociais e o canal de YouTube que criou, explicando como a criação de conteúdo se cruza com o desporto, a criatividade e a necessidade crescente de visibilidade no atletismo moderno.RecomendaçõesJosé Carlos Pinto AMA - Reddit - https://www.reddit.com/r/CorridaPortugal/comments/1qcnr8t/ask_me_anything_jos%C3%A9_carlos_pinto_an%C3%BAncio/Chasing 2:37 - Shortfilms (YouTube) - https://youtu.be/t1-0ITAeOjYMica Rivera Wood - YouTube - https://youtube.com/@micawoodrunsMindfulnessParcerias e como ajudarem este projeto

Espiritismo em Pauta | FEB
#66 O trabalho e a caridade com Maria de Lurdes

Espiritismo em Pauta | FEB

Play Episode Listen Later Jan 16, 2026 19:02


“Fora da caridade não há salvação” é o chamado de Kardec para o trabalho contínuo de reforma íntima e apoio ao próximo, independente de quem este seja. O trabalho na seara espírita não se limita às paredes do centro, pois está em todas as horas, em qualquer lugar. O pensamento no bem, o comprometimento com a mudança íntima e o contínuo estudo são elementos que se encontram nas palavras do Cristo. Para conversar conosco sobre a caridade em todas as horas, convidamos a vice-presidente da Área Doutrinária e Prática da Federação Espírita Brasileira, Maria de Lourdes Oliveira, para o diálogo deste episódio do Espiritismo em Pauta.

Berg's PodCast
Rolê com Maria

Berg's PodCast

Play Episode Listen Later Jan 5, 2026 6:49


Passear com a minha Maria é sempre se aventurar...., rsrsrsrs.

com maria passear
10 Minutos com Jesus
22-12-2025 Com Maria dizemos Obrigado! - 10 Minutos com Jesus

10 Minutos com Jesus

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 10:31


App 10 Minutos com Jesus. Disponível em: App Store - https://tinyurl.com/10mcj-ios Google Play - https://tinyurl.com/10mcj-android Subscreve aqui: https://youtube.com/channel/UC9RN5vG3C0qlq4pZFx-k9-w?feature=shared ️ Segue-nos no teu serviço habitual de podcast: Spotify: https://spoti.fi/3bb5Edp Google Podcast: https://bit.ly/2Ny0S1r Apple Podcast: https://apple.co/3aqxYt6 iVoox: https://bit.ly/2ZmpA7t Recebe uma mensagem com a Meditação via: WhatsApp: http://dozz.es/10mjp Telegram: https://t.me/dezmincomjesus +Info: http://10minutoscomjesus.org

Appleton Podcast
Episódio 184 – “Agora é Agora.” – Conversa com Maria Appleton

Appleton Podcast

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 75:43


Maria Appleton (Lisboa, 1997) é uma artista portuguesa que vive e trabalha em Lisboa. A sua prática investiga a relação entre cor e forma, recorrendo a técnicas como tinturaria, tecelagem e impressão.Trabalha com tecidos como algodão, seda e materiais industriais, criando composições em camadas translúcidas que reagem à luz e ao espaço.O seu trabalho explora espaços liminares, emocionais e físicos, num equilíbrio entre presença tangível e ausência simbólica, evocando memórias e sensações, em diálogo com a arquitetura dos domínios público e privado.Appleton apresentou exposições individuais no Espacio Tacuarí, Buenos Aires (2024), Casa da Cerca, Almada (2024), Hatch, Paris (2023), ARCOmadrid e Artissima Turim, e Galeria Foco, Lisboa (2021). Participou em residências na Cité Internationale des Arts, Paris (2022), com apoio do Institut Français e da Fundação Gulbenkian, e na Fondation CAB, Bruxelas (2024). O seu trabalho integra coleções públicas e privadas como a Coleção António Cachola, Fundação CAB e Coleção Vergez Links: https://www.maria-appleton.com/ https://galeriafoco.com/artists/maria-appleton/ https://contemporanea.pt/edicoes/2025/maria-appleton-what-holds-structure https://www.hatchparis.com/collaborativeartists/mariaappleton https://www.timeout.pt/lisboa/pt/noticias/nao-esquecendo-o-legado-bica-do-sapato-reabre-as-portas-para-o-futuro-e-para-o-tejo-090125 https://www.youtube.com/watch?app=desktop&v=FvlqQC7_jeg Episódio gravado a 02.12.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados

Puravida CAST
Ep. 144 | Suplementação sem segredos, com Maria Eduarda Marques

Puravida CAST

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 27:26


Neste episódio, Camila Espinosa e a nutricionista Maria Eduarda Marques continuam a conversa e trazem, de forma simples e direta, os principais pontos para escolher, usar e organizar a suplementação no dia a dia.Com uma linguagem simples, elas trazem orientações essenciais, destacam pontos de atenção e ajudam você a entender como suplementar.

PQU Podcast
Episódio #338 - Conversa com Maria Paula Foss

PQU Podcast

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025 50:19


A avaliação neuropsicológica formal ganhou espaço na prática psiquiátrica com o aumento do número de pessoas que procuram consulta com queixas cognitivas – atenção, memória e sensopercepção. No episódio 338 do PQU Podcast conversamos com Maria Paula Foss, psicóloga, com mestrado e doutorado pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP) e especialização em Neuropsicologia, Reabilitação Neuropsicológica e Terapia Comportamental. Ela entende de testagem neuropsicológica, hein? Trabalha na área há três décadas e nos deu uma verdadeira aula sobre os tópicos de uma avaliação neuropsicológica, sua utilidade prática e suas limitações. E isso tudo de forma leve e descontraída. Esse você não pode perder!

Adufrgs Sindical
Entrevista com Maria da Graça Gomes Paiva

Adufrgs Sindical

Play Episode Listen Later Nov 27, 2025 31:19


Em celebração ao Novembro Negro, neste episódio, a ADUFRGS-Sindical traz uma entrevista com a professora aposentada do Instituto de Letras da UFRGS, Maria da Graça Gomes Paiva. Ela destaca o "Projeto Mulheres também são âncoras", da Associação Paradigmação Projetos Sociais (PAPS).

Puravida CAST
Ep. 143 | Suplemento alimentar: quando vale a pena usar? Com Maria Eduarda Marques

Puravida CAST

Play Episode Listen Later Nov 17, 2025 31:16


Quando, afinal, vale a pena usar um suplemento alimentar?Neste episódio, Camila Espinosa conversa com a nutricionista Maria Eduarda Marques sobre quando a suplementação realmente faz diferença na saúde e na rotina.De forma simples e prática, elas abordam os benefícios, os cuidados e as situações em que o suplemento pode ser um grande aliado do bem-estar.

A Nossa Voz
Liberta-te dessas Amarras, com Maria Gorjão Henriques

A Nossa Voz

Play Episode Listen Later Nov 8, 2025 96:12


Porque tudo na Vida são sinais, escuta este episódio de coração aberto pois certamente receberás aqui uma mensagem para ti

FALA COM ELA
FALA COM ELA com Maria de Medeiros

FALA COM ELA

Play Episode Listen Later Nov 5, 2025 45:17


Com uma vasta e reconhecida carreira internacional, tanto na música, como na realização e no cinema, a artista regressa ao passado, a propósito da reposição restaurada do filme Três Irmãos, que lhe valeu o prémio de Melhor Atriz no Festival de Veneza, em 1994.

Papo no Auge!
No Auge! das Letras - Ep. 02 - com Maria Cristina Dias

Papo no Auge!

Play Episode Listen Later Oct 24, 2025 50:11


Muito bem, meus amigos. Como vocês estão?Passando para dizer que o segundo episódio do No Auge! das Letras, quadro do podcast Papo no Auge!, está no ar. Neste quadro, falamos sobre literatura, sobre o poder transformador da leitura e damos palco para escritores joinvilenses.No segundo programa do quadro, Sara Lopes, Gabi Didoné e eu conversamos com a escritora e jornalista Maria Cristina Dias. Nossa convidada tem um robusto, consistente e competente trabalho acerca da história, memória e patrimônio cultural de Joinville, traduzido em quase trinta livros.E nesta conversa, conduzida com leveza, alegria e muita história, Maria Cristina falou sobre a importância da leitura em sua e como seus livros têm auxiliado a sociedade joinvilense a enxergar a história de sua população. Ouça o No Auge! das Letras e se encante. Bora ler.Este projeto é financiado pela Política Nacional Aldir Blanc de fomento à cultura.

Consulta Aberta
“Já não é uma sentença de morte”: o cancro da mama desmistificado, com Maria Manuel Mota

Consulta Aberta

Play Episode Listen Later Oct 6, 2025 37:41


Sabia que em Portugal são diagnosticados cerca de 9.000 novos casos de cancro da mama por ano? No mais recente episódio de Consulta Aberta, Margarida Santos recebe a cientista Maria Manuel Mota, diretora executiva da Fundação GIMM – Gulbenkian Institute for Molecular Medicine, para refletir sobre os avanços e dilemas da investigação no cancro da mama, discutir a importância do diagnóstico precoce e de como as unidades móveis de rastreio estão a ajudar a identificar casos mais cedo. O episódio sublinha a relevância de falar sobre uma doença que em Portugal regista 9 mil novos casos e 2 mil mortes por ano, afetando uma em cada oito a doze mulheres, mas também 1% de homens. Apesar da evolução notável — hoje 85% dos diagnósticos têm solução — persistem desafios nas metástases e na resistência aos fármacos. A conversa destaca a importância do rastreio precoce e da prevenção através de estilos de vida saudáveis, mas evidencia igualmente que nem sempre o risco é controlável. Maria Manuel Mota analisa o papel central da ciência fundamental, que não gera respostas imediatas mas abre caminho a terapias personalizadas e mais eficazes. A cientista e professora enfatiza ainda a necessidade de financiamento sustentável, da ligação entre ciência e sociedade e da valorização da dúvida como parte essencial do método científico. Este episódio conta com o apoio dos Cereais Fitness.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Filosofia Pop
233.Drucilla Cornell, com Maria Walkíria Cabral

Filosofia Pop

Play Episode Listen Later Sep 8, 2025 86:22


Este é o nosso episódio de número 233 em que Marcos Carvalho Lopes e Ana Laura Sousa recebem a professora Maria Walquíria Cabral para uma conversa sobre a filósofa Drucilla Cornell, sua contribuição para o feminismo,  para a filosofia do… Leia mais → O post 233.Drucilla Cornell, com Maria Walkíria Cabral apareceu primeiro em filosofia pop.

Colunistas Eldorado Estadão
Broadcast Ao Vivo com Maria Regina Silva 17.07.25

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Jul 17, 2025 9:16


Maria Regina Silva, editora-assistente do Broadcast, participa do Jornal Eldorado às 5ªs, às 8h20, durante as férias de Renata Pedini.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Colunistas Eldorado Estadão
Broadcast Ao Vivo com Maria Regina Silva 10.07.25

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Jul 10, 2025 7:43


Maria Regina Silva, editora-assistente do Broadcast, participa do Jornal Eldorado às 5ªs, às 8h20, durante as férias de Renata Pedini.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Colunistas Eldorado Estadão
Broadcast Ao Vivo com Maria Regina Silva 03.07.25

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Jul 3, 2025 8:51


Maria Regina Silva, editora-assistente do Broadcast, participa do Jornal Eldorado às 5ªs, às 8h20, durante as férias de Renata Pedini.See omnystudio.com/listener for privacy information.

N'A Caravana
com Maria Guedes| N'A Caravana #298

N'A Caravana

Play Episode Listen Later Jun 16, 2025 64:53


Educadora de infância de formação, com mais de uma década de experiência em contextos educativos, especializou-se em Kids & Teen Coaching.Hoje, dedica-se a apoiar crianças e adolescentes a encontrarem o seu lugar no mundo — com mais confiança, autonomia e leveza.Através de ferramentas lúdicas e práticas, ajuda os mais novos a lidarem com desafios como insegurança, timidez, desmotivação ou falta de posicionamento .Hoje, entra n'A Caravana para falarmos sobre como podemos ajudar as nossas crianças e jovens a crescerem mais seguros de si, mais conectados com as suas emoções e mais preparados para os desafios da vida.Bem-vinda, Maria Guedes.Podem seguir a Maria @mariaguedes.kidsnteencoaching e a Rita em @ritaferroalvim no instagramPatrocínio:Ultra Suave da Garnier - A hora do Banho.A Hora do Banho chegou com Ultra Suave para transformar a rotina do banho num momento especial mais divertido e em família. Cantem com o Abacate, a Aveia, o Alperce e a Camomila e tornem este momento do dia–a–dia em pura alegria!Ultra Suave, cuida do que é importante.Podes cantar a música aqui: https://www.youtube.com/watch?v=9poK-KGOU50E saber mais da campanha: https://www.garnier.pt/hora-do-banhoPodem seguir @ritaferroalvim no instagramMúsica genérico @luisroquettezizoSupport the show

Colunistas Eldorado Estadão
Broadcast Ao Vivo com Maria Regina Silva 01.05.25

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later May 1, 2025 9:58


Maria Regina Silva, editora-assistente do Broadcast, participa do Jornal Eldorado às 5ªs, às 8h20, durante as férias de Renata Pedini.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Metadoxos
EP73 - A inteligência ancestral é a própria revolução futurista, com Maria Gabrielly Dantas

Metadoxos

Play Episode Listen Later Apr 25, 2025 42:13


O episódio de hoje é uma conversa que pulsa força, afeto e visão de futuro. Falar com Maria Gabrielly é entrar em um lugar de memória viva, luta coletiva e uma história potente de potencializar voz — e vez — para as pessoas. Com atuação na moda, é cofundadora da Cabrochas e da Casa de Sal — seu trabalho com moda sustentável e circular não começa no mercado — começa nas raízes da sua família, na sabedoria da sua avó, na trajetória de luta de sua mãe, na herança quilombola e indígena que ela carrega com orgulho e faz questão de visibilizar. Em um tempo que tanto se fala de inovação, Maria nos lembra que muito do “novo” já era feito há gerações por mulheres — só não era reconhecido.Ela costura saberes, desafia padrões e propõe uma moda com propósito, que respeita os ciclos da natureza e da vida, que conecta estilo, identidade e reivindicação social. Maria Gabrielly evoca a retomada dos povos originários, quilombolas e dos povos do interior — assumindo que a inteligência ancestral é a própria revolução futurista.Essa conversa é um chamado à escuta. Um convite para colocar no centro as vozes que sempre foram potência, mas raramente foram ouvidas. Host:Marcelo CardosoProdução:Gabriela Szulcsewski@travs.estudio

Colunistas Eldorado Estadão
Broadcast Ao Vivo com Maria Regina Silva 24.04.25

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Apr 24, 2025 7:11


Maria Regina Silva, editora-assistente do Broadcast, participa do Jornal Eldorado às 5ªs, às 8h20, durante as férias de Renata Pedini.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Voz de Cama
O trabalho doméstico, com Maria Almeida

Voz de Cama

Play Episode Listen Later Apr 10, 2025 37:55


JUornalista do grupo independete Fumaça, Maria Almeida sobre o podcast Quase da Família e de como o trabalho das empregadas domésticas diz tanto sobre a história das mulheres portuguesas.

FALA COM ELA
FALA COM ELA com Maria Antónia Mendes (Mitó)

FALA COM ELA

Play Episode Listen Later Mar 5, 2025 53:47


Maria Antónia Mendes, vocalista dos Cara de Espelho, anteriormente ligada aos projectos Naifa e Señoritas, é a convidada de Inês Meneses esta semana

Sem Barbas Na Língua
À conversa com Maria Castello Branco sobre política, populismos e ameaças e ofensas na Internet

Sem Barbas Na Língua

Play Episode Listen Later Jan 20, 2025 87:05


Falamos sobre política, esquerda e direita, populismos, ofensas e ameaças na Internet, ser mulher e muito mais.

O Nosso Olhar Para Ti
#24. Estou em Burnout? Com Maria Antónia Frasquilho

O Nosso Olhar Para Ti

Play Episode Listen Later Jan 15, 2025 51:05


Convidámos a psiquiatra Maria Antónia Frasquilho para falar connosco sobre Burnout. Um tema muito discutido mas nem sempre compreendido Neste episódio olhamos para a importância do diagnóstico; da prevenção e do tratamento. Qual é o limite do stress e do cansaço?

Colunistas Eldorado Estadão
Broadcast Ao Vivo com Maria Regina Silva 09.01.25

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Jan 9, 2025 5:42


Maria Regina Silva, editora-assistente do Broadcast, participa do Jornal Eldorado às 5ªs, às 8h20, durante as férias de Renata Pedini.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Tomando uma
Tomando uma com... Maria Bopp #EP174

Tomando uma

Play Episode Listen Later Nov 5, 2024 117:00


Hoje o Futeboteco recebe a atriz e roteirista, Maria Bopp, para o episódio 174 do podcast Tomando Uma. Use o cupom "FBOTECO" na KTO para garantir 20% DE BÔNUS no seu primeiro depósito Acesse: https://links.futeboteco.com.br/kto *bônus de 20% a mais do valor do primeiro depósito. Bônus limitado a R$100

Lado B do Rio
#334 - Queimadas em todo o Brasil (com Maria Beatriz Mello)

Lado B do Rio

Play Episode Listen Later Sep 27, 2024 80:04


O Lado B recebe Maria Beatriz Mello, pesquisadora da Plataforma Socioambiental do BRICS Policy Center, para tentar entender as causas, os efeitos e debater os projetos do governo para deter as queimadas das últimas semanas. O clima no planeta, a ambição do agronegócio, a saúde do brasileiro e muito mais.

Rádio Gaúcha
Entrevista com Maria do Rosário, candidata a prefeita de Porto Alegre

Rádio Gaúcha

Play Episode Listen Later Sep 26, 2024 49:54


Entrevista com Maria do Rosário, candidata a prefeita de Porto Alegre by Rádio Gaúcha

Colunistas Eldorado Estadão
Broadcast Ao Vivo com Maria Regina Silva 01.08.24

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Aug 1, 2024 7:06


Maria Regina Silva, editora-assistente do Broadcast, participa do Jornal Eldorado às 5ªs, às 8h20, durante as férias de Renata Pedini.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Colunistas Eldorado Estadão
Broadcast Ao Vivo com Maria Regina Silva 25.07.24

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Jul 25, 2024 5:13


Maria Regina Silva, editora-assistente do Broadcast, participa do Jornal Eldorado às 5ªs, às 8h20, durante as férias de Renata Pedini.See omnystudio.com/listener for privacy information.

N'A Caravana
N'A Caravana com Maria de Vasconcelos #251 As canções, monóxido de carbono e o pior dia da vida

N'A Caravana

Play Episode Listen Later Jul 22, 2024 62:13


Nasceu em Lisboa em Dezembro de 1970. Licenciou-se em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa em 1994. Foi animadora do Programa da Manhã da Rádio Comercial e depois da BestRock FM, com o Pedro Ribeiro e o Nuno Markl de 2001 a 2004. Com eles escreveu o livro Vai uma rapidinha?.Esteve "em cena" no Teatro Villaret em Lisboa, com o "Homem que mordeu o cão" ao vivo, que deu origem a um programa de televisão transmitido na TVI.Manteve, e mantém, sempre a sua prática clínica como médica psiquiatra, diz que, desde que descobriu a guitarra, já lá vão 35 anos, a elegeu a melhor companhia de tempos felizes.A entrada na escola das suas filhas levou a que criasse canções com a matéria escolar para que elas estudassem a cantar e foi assim que surgiu o livro/CD As canções da Maria.N'a Caravana Maria de Vasconcelos. 

Colunistas Eldorado Estadão
Broadcast Ao Vivo com Maria Regina Silva 18.07.24

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Jul 18, 2024 8:54


Maria Regina Silva, editora-assistente do Broadcast, participa do Jornal Eldorado às 5ªs, às 8h20, durante as férias de Renata Pedini.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Caso Bizarro
CB #82 - Arrasta pé sem limites com Maria Bopp e Babu Carreira

Caso Bizarro

Play Episode Listen Later May 13, 2024 69:47


O Caso Bizarro é um podcast criado por Mabê Bonafé que fala sobre casos peculiares que aconteceram ao redor do mundo. Episódios toda segunda e quarta.Segunda: em qualquer agregador de podcast e em vídeo no canal Wondery Brasil no YouTube. Quarta: exclusivo no Amazon Music.O episódio de hoje teve de tudo, desde um palhaço creepy a puxão de orelha espiritual e um arrasta pé que desconhece limites!INFORMAÇÕESSiga o nosso ⁠⁠⁠instagram.com/caso_bizarro⁠⁠⁠Envie o seu caso para ⁠⁠⁠casobizarropodcast@gmail.com⁠⁠⁠Participações Especiais Maria Bopp e Babu Carreira___⚠️ O RS precisa de ajuda ⚠️- Vakinha oficial enchentesPIX: enchentes@vakinha.com.br- Cufa BrasilPIX: doacoes@cufa.org.brtambém aceita doações internacionais consulte o @cufabrasil- Cozinhas Solidárias PIX: enchentes@apoia.seSite: apoia.se/enchentesRS- Casa de Cultura e ResistênciaPIX: casadeculturaeresistencia@gmail.com- Protetora de animais Deise FalciPIX: deisefalci@gmail.com- https://www.paraquemdoar.com.br- https://bento.me/ajudars- https://sosenchentes.rs.gov.br/Os correios do estado do Paraná e de São Paulo irão transportar gratuitamente doações para as vítimas. Existem diversos locais de coleta pelo país.See Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.