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Com pais, lobos e bobas da corte, esta é uma lista de livros que é um caminho sem volta, na medida do impossível.Gravado no Porto, Magda Cruz e Catarina Fernandes partilham as melhores leituras que fizeram em 2025. Não são os melhores livros publicados em Portugal. Estes são livros que as autoras dos podcasts “Ponto Final, Parágrafo” e “Lugar Incomum” gostaram de ler.Entre livros sobre figuras paternais, a devassa da privacidade na internet, um manuscrito comido pelo fogo, temos romance (nacional e estrangeiro), poesia, crónica, reportagem e novela gráfica. No fim do episódio, é revelado o calendário de livros a ler em 2026 no Clube de Leitura do Ponto Final, Parágrafo. Spoiler: vai ser um ano dedicado às distopias. Livros mencionados no episódio:“Filho do Pai”, de Hugo Gonçalves“Lobos”, de Tânia Ganho"O Último Avô”, de Afonso Reis Cabral“A Chuva que lança a areia do Saara”, de Ana Margarida de Carvalho“Pés de Barro”, de Nuno Duarte“Livro de Caligrafia”, de Nuno Júdice“Meditação sobre ruínas”, de Nuno Júdice"Lampedusa - Ir e não chegar”, de Ana França“Na medida do impossível, de Tiago Rodrigues“O Caminho de Volta”, de António Jorge Gonçalves“Manda mensagem quando chegares”, de RGB“Tudo o que a chama iluminou”, de Afonso Cruz“O último sonho”, de Pedro Almodóvar“A família Caserta”, de Aurora Venturini“As histórias que nos matam”, de Maria Isaac“Aquário”, de Capicua“Boba da corte, de Tati Bernardi“A livraria perdida”, de Evie Woods“Senhora de si”, de Filipa Mota Nesbitt“O caderno proibido”, de Alba de Céspedes“A Malnascida”, de Beatrice Salvioni“Ideologias”, de Gabriela Prioli“As primas”, de Aurora Venturini “Inyenzi ou as baratas”, de Scholastique MukasongaConsidera apoiar o podcast no Patreon: patreon.com/pontofinalparagrafoContacto do podcast: pontofinalparagrafo.fm@gmail.comSegue o Ponto Final, Parágrafo e o Lugar Incomum nas redes sociais: Instagram, Twitter e FacebookProdução, apresentação e edição: Magda Cruz e Catarina FernandesGenérico: Nuno Viegas
A Nerveless não nasceu na garagem.Nasceu no feed, na mistura e na coragem de testar.Nesse episódio do Balcão 360, a gente senta com Fred Buzetti (bateria), Kim Saisse (vocal), Cezar Tortorelli (guitarra) e Guilherme “Beto” Bettini (baixo) pra uma resenha do jeito que a gente gosta: sem pose, com ideia, com ruído e com música.É papo sobre como uma “banda EAD” saiu do TikTok, transformou versões improváveis em virais e começou a construir um som autoral de metal moderno. Rola estratégia, roleta criativa, técnica x feeling, guitarra, IA, idioma, mercado e aquela pergunta que nunca morre: o metal acabou ou só mudou de forma?Gravado antes do primeiro show da banda em BH, o episódio ainda flerta com a tensão do “antes e depois”, quando a Nerveless pisa no palco do Nova Aurora Festival e sente o peso do mundo real — dividindo a noite com Pense e Odeon.Se você acha que o metal morreu, senta aí.Esse papo pode mudar sua ideia.
Gravado ao vivo na Igreja Brookwood em 28/12/2025
"Cypherpunks escrevem código", "Se você quer mudar o mundo, não proteste. Escreva código!" Esses são exemplos de mantras que dominam o discurso dos programadores cypherpunks, ativistas digitais pela liberdade e a privacidade no ciberespaço. Mas será que somente código é suficiente para resolver todos os nossos problemas? Vamos ver o que o Hal Finney pensa sobre o assunto e aproveitamos para vincular com o atual caso envolvendo os desenvolvedores da carteira Samourai Wallet focada em privacidade no Bitcoin.Post do Otto (na publicação do vídeo ainda com apenas 3 curtidas enquanto o post original já tinha mais de 610 curtidas): https://x.com/ottosch_/status/2002847573007364292Texto do Hal Finey: https://nakamotoinstitute.org/library/politics-vs-technology/Entenda o caso Samourai: https://youtu.be/kID2mOJF63kAjude os desenvolvedores de privacidade no Bitcoin: https://billandkeonne.org/Gravado no bloco 929090APOIE O CANAL https://bitcoinheiros.com/apoie/⚡ln@pay.bitcoinheiros.comPara agendar uma CONSULTA PRIVADA com o Dov: https://consultorio.bitcoinheiros.com/Consulta pública: https://ask.arata.se/bitdov00:00 Introdução01:48 Quem foi Hal Finney e sua importância para o Bitcoin05:12 Apenas escrever código pode mudar o mundo?10:24 O texto "Politics vs Technology" de Hal Finney12:09 A perseguição aos desenvolvedores da Samourai Wallet17:20 O código não elimina a realidade política18:13 O que foi a proposta Clipper Chip?24:25 A proibição de exportação do PGP nos Estados Unidos28:14 As garantias da 5ª Emenda ainda funcionam nos EUA?33:27 A importância de vitórias políticas para proteger a privacidade43:41 Alinhamento político é importante para o Bitcoin?48:16 Monero é uma shitcoin?49:57 Como ajudar os desenvolvedores da Samourai Wallet (Bill e Keonne)Escute no Fountain Podcasts (https://fountain.fm/join-fountain)para receber e enviar satoshinhos no modelo Value4ValueSIGA OS BITCOINHEIROS:Site: https://www.bitcoinheiros.comTwitter: https://www.x.com/bitcoinheirosAllan - https://www.x.com/allanraicherDov - https://x.com/bitdovBecas - https://x.com/bksbk6Instagram: https://www.instagram.com/bitcoinheirosFacebook: https://www.fb.com/bitcoinheirosPodcast: https://anchor.fm/bitcoinheirosMedium: https://medium.com/@bitcoinheirosCOMO GUARDAR SEUS BITCOINS?Bitcoinheiros recomendam o uso de carteiras Multisig com Hardware Wallets de diferentes fabricantes ou próprias.Para ver as carteiras de hardware que recomendamos, acesse https://www.bitcoinheiros.com/carteirasVeja os descontos e clique nos links de afiliados para ajudar o canalPor exemplo, para a COLDCARD - https://store.coinkite.com/promo/bitcoinheirosCom o código "bitcoinheiros" você ganha 5% de desconto na ColdCardPlaylist "Canivete Suíço Bitcoinheiro"https://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmg-KH5bwzMU4sdyMbVMPqwbPlaylist "Carteiras Multisig de Bitcoin"https://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmi74PiIUSnGieNIPqmtmdjWISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE:Este conteúdo foi preparado para fins meramente informativos.NÃO é uma recomendação financeira nem de investimento.As opiniões apresentadas são apenas opiniões.Faça sua própria pesquisa.Não nos responsabilizamos por qualquer decisão de investimento que você tomar ou ação que você executar inspirada em nossos vídeos.P.S. para os buscadoresSomos bitcoinheiros, não bitconheiros, nem bitconheros, bitcoinheros, biticonheiros, biticonheros ou biticoinheros.O Dov é bitcoinheiro, não bitconheiro, nem bitconhero, bitcoinhero, biticonheiro, biticonhero ou biticoinhero.É Bitcoin, não Bitcon e nem Biticoin :)
Gravado ao vivo na Igreja Brookwood em 24/12/2025
Como evitar a “ceia do arrependimento”? Separe trinta minutinhos do seu dia e descubra, com a Mila Massuda, como acontecem as infecções e intoxicações alimentares e quais cuidados fazem toda a diferença nas festas.Apresentação: Mila Massuda (@milamassuda)Roteiro: Mila Massuda (@milamassuda) e Emilio Garcia (@emilioblablalogia)Revisão de Roteiro: Vee Almeida e Caio de Santis (@caiodesantis) Técnico de Gravação: Caio de Santis (@caiodesantis)Editora: Angélica Peixoto (@angewlique)Mixagem e Masterização: Caio de Santis (@caiodesantis) Produção: Prof. Vítor Soares (@profvitorsoares), Matheus Herédia (@Matheus_Heredia), BláBláLogia (@blablalogia), Caio de Santis (@caiodesantis) e Biologia em Meia Hora (@biologiaemmeiahora)Gravado e editado nos estúdios TocaCast, do grupo Tocalivros (@tocalivros)REFERÊNCIASAL-MAMUN, M. et al. Food Poisoning and Intoxication: A Global Leading Concern for Human Health. Food Safety and Preservation, p. 307–352, 2018.
Gravado ao vivo na Igreja Brookwood em 21/12/2025
A Flor de Plástico Incinerada é o álbum mais avançado do Grupo Um e o mais inovador e ousado em seu gênero, por trazer uma singular fusão de linguagens que desafia cânones, transpõe fronteiras e cria uma música original, revolucionária e livre. Gravado em 1982, A Flor é o terceiro… Source
O que um lobo pode nos ensinar sobre cognição e resolução de problemas? Separe trinta minutinhos do seu dia e descubra, com a Mila Massuda, como uma loba usou objetos humanos para acessar alimento.Apresentação: Mila Massuda (@milamassuda)Roteiro: Mila Massuda (@milamassuda) e Emilio Garcia (@emilioblablalogia)Revisão de Roteiro: Vee Almeida e Caio de Santis (@caiodesantis) Técnico de Gravação: Julianna Harsche (@juvisharsche)Editora: Angélica Peixoto (@angewlique)Mixagem e Masterização: Caio de Santis (@caiodesantis) Produção: Prof. Vítor Soares (@profvitorsoares), Matheus Herédia (@Matheus_Heredia), BláBláLogia (@blablalogia), Caio de Santis (@caiodesantis) e Biologia em Meia Hora (@biologiaemmeiahora)Gravado e editado nos estúdios TocaCast, do grupo Tocalivros (@tocalivros)REFERÊNCIASARTELLE, K. A.; PAQUET, P. C. Potential Tool Use by Wolves ( Canis lupus ): Crab Trap Pulling in Haíɫzaqv Nation Territory. Ecology and Evolution, v. 15, n. 11, nov. 2025.
A faixa Amuleto chegou aos serviços de streaming em dezembro pelo selo Music In Exile, marcando uma fase importante na carreira do artista que também vai representar o Brasil no prestigiado WOMADelaide 2026. Inteiramente gravado na Austrália, Amu mistura ritmos brasileiros percussivos e experimentação no seu trabalho mais pessoal.
Gravado ao vivo na Igreja Brookwood em 14/12/2025
Separe trinta minutinhos do seu dia e descubra, com a Mila MassudaApresentação: Mila Massuda (@milamassuda)Roteiro: Mila Massuda (@milamassuda) e Emilio Garcia (@emilioblablalogia)Revisão de Roteiro: Vee Almeida e Caio de Santis (@caiodesantis) Técnico de Gravação: Julianna Harsche (@juvisharsche)Editora: Angélica Peixoto (@angewlique)Mixagem e Masterização: Caio de Santis (@caiodesantis) Produção: Prof. Vítor Soares (@profvitorsoares), Matheus Herédia (@Matheus_Heredia), BláBláLogia (@blablalogia), Caio de Santis (@caiodesantis) e Biologia em Meia Hora (@biologiaemmeiahora)Gravado e editado nos estúdios TocaCast, do grupo Tocalivros (@tocalivros)REFERÊNCIASSPRINGBORN, M. R. et al. Amphibian collapses increased malaria incidence in Central America *. Environmental Research Letters, v. 17, n. 10, p. 104012, 20 set. 2022.
Está no ar o novo episódio do Tantos Tempos.Candice Pomi trouxe para a conversa, o psicanalista Pedro de Santi e a jornalista Erika Palomino. Falamos sobre moda, tecnologia, cuidados com as pessoas mais velhas e abordamos a nostalgia, que é tão comum quando entramos nesta fase da vida. Segundo Erika, que disse ter pavor de nostalgia, é importante se atualizar e perceber e acompanhar o tempo sem a velha sensação de que o passado era melhor. Pedro analisou um processo muito comum no envelhecimento é que a ameaça a nossa identidade, quando descobrimos que os espelhos vão diminuindo. “Cada vez mais, menos pessoas lembram das músicas ou referências que tínhamos na juventude”. Um episódio para ver e rever. Ou ouvir mais de uma vez. O Tantos Tempos está disponível no Youtube e nas plataformas de áudio como Spotify e Apple Podcast. Se você gosta do Tantos Tempos e quer apoiar este projeto pode colaborar com a gente se tornando membro do Tantos Tempos no Youtube. Candice Pomi veste : Camisa @choletoficial , saia @nem_oficial , sapato @jubicudosapatos , brincos e pulseiras @akae.bijux O Podcast Tantos Tempos é uma ideia original da Orson Podcast com produção da RFN Audiovisual e Lucha Libre Audio. Gravado na RFN Audiovisual em São Paulo. Apresentação: Candice Pomi @beyond.age Idealização e roteiro: Carol Soutello, Aaron Sutton e Paulinho Corccione Direção de arte/direção de produção: Raul Ferreira Neto Coordenação de Audio: Paulinho Corcione e Thacio Palanca Produção Executiva: Cristina Horowicz Produção de convidados : Sula Vlachos Este episódio teve o apoio da @PreventSeniorOficial Vire membro e assista o Tantos Tempos em pré-estreia https://www.youtube.com/channel/UCo91cpkuVwRVXuXA6Tz8Rsw/joinConte pra gente o que achou do episódioSupport the show
Gravado ao vivo na Igreja Brookwood em 07/12/2025
Gravado na Conferência de Futebol do Nordeste, o episódio debate a penetração dos clubes nacionais como Corinthians e Flamengo na região e como os clubes nordestinos procuram se posicionar e se proteger nesse importante mercado nacional. O jornalista João de Andrade Neto e o comentarista Cabral Neto conversaram com Juliana Maurano, responsável pela gestão de ativação e marketing de experiência do Corinthians, Ricardo Hinrichsen, vice-presidente de comunicação e marketing do Flamengo, e Renan Menezes, gerente comercial e de licenciamento do Fortaleza.
O músico a compositor brasileiro Ricardo Vilas regressa com "Vilas Maravilha", álbum gravado em Luanda ao lado da histórica Banda Maravilha. Resultado de mais de uma década de encontros, o disco funde semba, samba e memórias atlânticas num gesto de pertença e diálogo cultural. Com arranjos angolanos e composições próprias, Ricardo Vilas celebra uma África contemporânea. Ricardo Vilas, figura singular da música brasileira e estudioso das ligações culturais no Atlântico Sul, regressa aos discos com Vilas Maravilha, um trabalho gravado em Luanda e construído em parceria com a histórica Banda Maravilha. O músico descreve o álbum como “um gesto de pertença, de deslocamento e de identidade”, recusando “o ruído da actualidade” e privilegiando “o tempo lento dos encontros”. O projecto nasce da relação iniciada em 2012, quando Ricardo Vilas realizou uma pesquisa de campo em Angola para o seu doutoramento sobre a circulação musical entre os dois países. “A minha história com Angola vem de antes”, recorda. “Comecei a pesquisar música africana e particularmente música angolana e aprendi muitas coisas.” Foi nesse período que conheceu músicos centrais na formação da moderna música angolana, entre os quais Elias dia Kimuezo e Carlos Lamartine, além do grupo Maravilha, com quem a afinidade artística foi imediata. “A identificação foi rápida e a amizade foi crescendo”, afirma. Ao longo de anos de viagens e colaborações esporádicas, amadureceu a ideia de gravar em disco este diálogo musical. “Em 2024 decidimos registar esse encontro. Daí nasceu a ideia de Vilas Maravilha”, explica Ricardo Vilas. Gravado em Junho, o álbum reúne 12 faixas, seis delas compostas pelo músico brasileiro. As restantes incluem temas tradicionais e composições de autores angolanos como Paulo Flores, David Zé e o próprio Carlos Lamartine. Para Ricardo Vilas, a Banda Maravilha tem “um papel central” na identidade do projecto: “São tecnicamente perfeitos, têm ideias excelentes de instrumentação e reflectem sobre o trabalho. Chamam-se a si próprios ‘os embaixadores do semba' porque têm consciência da importância de preservar essa bagagem cultural.” A estética do disco é marcada pela sonoridade angolana. “O Brasil conhece quase nada de Angola, e Angola conhece muito do Brasil”, observa. Em Angola, o projecto foi recebido “de forma total”, com grande atenção da imprensa e do público: “O nosso trabalho foi super bem recebido.” Já no Brasil, admite, a recepção tem sido “mais difícil”, consequência de um desconhecimento generalizado sobre a música angolana contemporânea. A expectativa agora é apresentar o álbum em Portugal, onde Ricardo Vilas acredita que encontrará “uma boa receptividade”. A relação histórica entre o semba angolano e o samba brasileiro é um dos pontos que o músico estudou academicamente e que atravessa sub-conscientemente o álbum. “O samba foi assim baptizado em 1917. O semba surge nos anos 50. As temporalidades são muito diferentes”, sublinha, rejeitando a ideia de uma relação directa de filiação. “São irmãos, mas não há quem vem antes e quem vem depois. Há dois desenvolvimentos paralelos que se encontram e encontram-se neste disco.” Ainda assim, Vilas Maravilha acaba por ter, segundo o autor, “muito mais de música angolana do que de música brasileira”, uma vez que os arranjos são integralmente assinados pela Banda Maravilha. A dimensão linguística do projecto reforça esse encontro. Entre sambas, sembas e ritmos atlânticos, o álbum inclui também uma versão em umbundo, fruto de uma proposta da própria banda. “Fiquei muito feliz. Mostra essa vontade de encontro, sem imposição, uma verdadeira troca de experiências”, afirma. Para Ricardo Vilas, este gesto está longe de qualquer exotização: “Eles adoraram. E acho que evidencia a decisão de construir uma ponte verdadeira.” O músico brasileiro reconhece que, no espaço lusófono, Angola vive uma nova afirmação cultural. “Há uma desigualdade evidente: Angola importa muito do Brasil, e o Brasil pouco sabe de Angola”, aponta. “A visão brasileira da África é ancestral e mítica, não contemporânea. É a África do candomblé e da capoeira que é, aliás, uma invenção brasileira.” Com Vilas Maravilha, Ricardo Vilas quer contribuir para alterar essa percepção: “Uma das ambições do disco é mostrar que existe uma África contemporânea, criativa e extremamente interessante.” Aos ouvintes angolanos, deixa uma mensagem de proximidade: “Em Angola sinto-me em casa. Falamos a mesma linguagem, não só a língua. Somos super bem recebidos e a nossa música tem sido acolhida com muito carinho.” E termina, reafirmando o espírito que orienta todo o projecto: “Estamos juntos.”
Gravado ao vivo na Igreja Brookwood em 30/11/2025
Por que os Neandertais desapareceram? Separe trinta minutinhos do seu dia e descubra, com a Mila Massuda, como novas evidências genéticas e modelos matemáticos ajudam a explicar esse capítulo da evolução humana.Apresentação: Mila Massuda (@milamassuda)Roteiro: Mila Massuda (@milamassuda) e Emilio Garcia (@emilioblablalogia)Revisão de Roteiro: Vee Almeida e Caio de Santis (@caiodesantis) Técnico de Gravação: Julianna Harsche (@juvisharsche)Editora: Angélica Peixoto (@angewlique)Mixagem e Masterização: Caio de Santis (@caiodesantis) Produção: Prof. Vítor Soares (@profvitorsoares), Matheus Herédia (@Matheus_Heredia), BláBláLogia (@blablalogia), Caio de Santis (@caiodesantis) e Biologia em Meia Hora (@biologiaemmeiahora)Gravado e editado nos estúdios TocaCast, do grupo Tocalivros (@tocalivros)REFERÊNCIASAMADEI, A.; LIN, G.; FATTORINI, S. A simple analytical model for Neanderthal disappearance due to genetic dilution by recurrent small-scale immigrations of modern humans. Scientific Reports, v. 15, n. 1, 4 nov. 2025.DEGIOANNI, Anna et al. Living on the edge: Was demographic weakness the cause of Neanderthal demise?. PLoS One, v. 14, n. 5, p. e0216742, 2019.DUARTE, C. et al. The early Upper Paleolithic human skeleton from the Abrigo do Lagar Velho (Portugal) and modern human emergence in Iberia. Proceedings of the National Academy of Sciences, v. 96, n. 13, p. 7604–7609, 22 jun. 1999.IASI, L. N. M. et al. Neanderthal ancestry through time: Insights from genomes of ancient and present-day humans. Science, v. 386, n. 6727, 13 dez. 2024.KOLODNY, Oren; FELDMAN, Marcus W. A parsimonious neutral model suggests Neanderthal replacement was determined by migration and random species drift. Nature communications, v. 8, n. 1, p. 1040, 2017.TATTERSALL, I.; SCHWARTZ, J. H. Hominids and hybrids: The place of Neanderthals in human evolution. Proceedings of the National Academy of Sciences, v. 96, n. 13, p. 7117–7119, 22 jun. 1999.
Para compreender a atual situação política da Venezuela é preciso conhecer a história do país, seus caudilhos, ditadores militares, e como a descoberta de petróleo mudou a dinâmica de suas relaçoes internacionais. Gravado em novembro 2025.PIX: abcdageopolitica@gmail.comInstagram e Tik Tok : @abcdageopoliticaApoio pela plataforma da ORELO ou PIXLivro: A casa dos segredos. mondru.com/loja mondru.com/produto/a-casa-dos-segredos/Vinheta musical: Longzijuan
Gravado diretamente da COP30, este episódio de O Tempo Virou recebe a cantora e ministra da Cultura Margareth Menezes para uma conversa que aproxima cultura e clima num momento em que essas duas forças nunca caminharam tão juntas. Margareth fala de como a arte move imaginários e traz a ação climática para perto da vida real. Também mergulhamos nos saberes ancestrais e no papel da Amazônia como guia ética do mundo.
Gravado durante o BEERiceira 2025, este episódio traz uma conversa entre Matteo Sanz, da Cerveza SanFrutos, e David Santos, um dos organizadores do evento, sobre o poder do associativismo cervejeiro. O exemplo da AECAI em Espanha mostra como unir forças pode dar voz aos pequenos produtores — e inspirar Portugal a fazer o mesmo.
O Redação AutoMotor de hoje está diferente. Gravado diretamente do estúdio do Rolex 6 Horas de São Paulo, dentro do Salão do Automóvel, Andrea Amadeo recebeu Felipe Giaffone para um bate papo pós GP de Las Vegas. O comentarista da F-1 explicou o motivo pelo qual os dois carros da McLaren foram desclassificados, falou sobre o quão especial seria esse título para Max Verstappen, caso o holandês venha a ser campeão, devido à sua recuperação da metade da temporada pra cá; destacou o desempenho do novato Kimi Antonelli e deu seu palpite sobre o final do campeonato.---------------------------------------------------------------------------------------------O AutoMotor por Reginaldo Leme é a sua plataforma de conteúdo especializado. Com mais de 50 anos de cobertura na Fórmula 1, Reginaldo Leme é uma das referências internacionais no assunto, e o mais experiente jornalista brasileiro do esporte a motor. Eleito duas vezes como melhor comentarista esportivo do Brasil (2008 e 2016), atualmente ele integra a equipe da Band na cobertura da F-1 e da Stock Car. Inscreva-se já, ative as notificações e compartilhe com seus amigos.---------------------------------------------------------------------------------------------Quer anunciar nos projetos do AutoMotor por Reginaldo Leme?Fale com a gente: oficina259@oficina259.com.brParcerias comerciais, eventos e palestras: danielaleme@oficina259.com.brFaça suas sugestões, dicas, críticas ou correções nos comentários abaixo.---------------------------------------------------------------------------------------------
O acervo do Museu de Arte e História do Hospital Psiquiátrico Sainte-Anne, no 14° distrito de Paris, reúne cerca de 1.800 obras de 196 artistas-pacientes de vários países, incluindo o Brasil. As produções, que vão do século 19 aos dias de hoje, foram doadas por psiquiatras, instituições, famílias de pacientes e artistas. Taíssa Stivanin, da RFI em Paris Muitas criações foram produzidas nos ateliês de arte coletiva do hospital, explica a psiquiatra francesa Anne Marie-Dubois, responsável científica do museu. Ela iniciou sua carreira no estabelecimento nos anos 1990 e logo se interessou pelas atividades do Centro de Estudo da Expressão — espaço que fazia o elo entre a arte e a terapia no tratamento dos transtornos mentais. A médica francesa passou então a organizar a coleção produzida pelos pacientes e os ateliês de arte do centro psiquiátrico. A constituição do acervo do museu do hospital francês foi um desafio, lembra. “Há obras que datam do fim do século XIX que nós ou médicos de outras épocas encontramos em sótãos e outros locais ‘improváveis', incluindo as próprias casas de alguns psiquiatras”, explica. A partir dos anos 1930, conta, o hospital Sainte-Anne se tornou um ponto de encontro entre psiquiatras, psicanalistas e artistas surrealistas, como André Breton. Muitas das obras, inspiradas na psicanálise, foram realizadas no próprio estabelecimento. Várias das produções expostas hoje no museu são uma herança da Exposição Internacional de Arte Psicopatológica. A mostra, aberta ao público, foi organizada em 1950, com obras de 17 países. No mesmo ano, aconteceu também o primeiro congresso mundial de psiquiatria em Paris. “Os médicos da época, como Jean Delay e Robert Volmat, estavam a par das práticas de expressão artística no exterior. No Brasil e em outros países, já existiam ateliês para os pacientes”, conta a psiquiatra francesa. O especialista francês Robert Volmat, conta, publicou um livro que traz cartas trocadas com psiquiatras do mundo inteiro, incluindo o brasileiro Osório César, um dos precursores no trabalho de arte com pacientes de hospitais psiquiátricos. Ele é uma referência mundial, assim como a célebre psiquiatra Nise da Silveira, pioneira nos tratamentos humanizados, incluindo os de expressão artística. Na década de 1920, Osório César coordenava as produções artísticas dos pacientes do Hospital do Juquery, em Franco da Rocha (SP) que tem um museu nos mesmos moldes do Sainte-Anne, em Paris. “Temos cartas trocadas entre esses dois psiquiatras sobre as produções artísticas de pacientes brasileiros, que foram apresentadas nessa exposição”, conta a psiquiatra francesa. Patrimônio Nacional Depois da mostra nos anos 1950, várias doações foram feitas ao hospital, inclusive por psiquiatras brasileiros, enriquecendo aos poucos o acervo do museu francês. Mas o local só se consolidou como estabelecimento cultural muitos anos depois, quando Anne-Marie Dubois pôde se dedicar exclusivamente à organização do inventário, reserva e documentação, e o local passou a organizar pelo menos duas exposições anuais abertas ao público. Em 2016, finalmente o espaço foi reconhecido como “Museu da França” pelo Estado francês e considerado patrimônio cultural nacional, tornando as obras do acervo inalienáveis, ou seja, não podem ser transferidas, vendidas, doadas ou cedidas. A psiquiatra francesa lembra que uma das missões do museu é derrubar o estigma da “loucura” dos pacientes psiquiátricos. “Quando trabalhamos há muitos anos com arte e terapia, sabemos que há pacientes que produzem obras que não são interessantes e outros cujas produções não têm necessariamente o objetivo de projetar suas interrogações e angústias, mas de reconstituir seu mundo”, diz Anne-Marie Dubois. “Claro que há pacientes que exprimem situações que são angustiantes, mas isso não é sistemático. É muito importante que as pessoas venham ao museu com o espírito livre de qualquer tipo de interpretação, sem questionar qual a doença que os pacientes tinham.” Hoje, além de coordenar o museu, Anne-Marie Dubois também forma profissionais da área, uma atividade que, segundo ela, ainda carece de legislação e reconhecimento oficial na França. Obra emblemática Desde setembro, o museu do hospital exibe “A invenção de uma escrita: o Piso de Jeannot”, uma obra emblemática realizada no início dos anos 1970 por Jean Crampilh-Broucaret, conhecido como Jeannot, que se suicidou pouco tempo depois. O piso de carvalho, com 15 m², era o piso do quarto de Jean Crampilh-Broucaret e estava situado ao lado da sua cama. Gravado com letras maiúsculas feitas de pontos do mesmo diâmetro e formado por dois textos que dialogam entre si, a obra dá margem a diversas interpretações. Ela foi achada por acaso em uma fazenda da família, no interior do Béarn, no sudoeste da França, em 1994. Depois de prestar serviço militar na Argélia, Jeannot voltou à França após o suicídio do pai. Com a morte da mãe em 1971, ele começou a gravar o texto no piso do quarto e se suicidou pouco tempo depois, em 1972, aos 33 anos. “O piso foi gravado na casa do artista para se tornar perene. Ele não escreveu nas paredes nem deixou um testamento. Ele escreveu no piso e transformou o local em uma casa-túmulo. Por isso, o texto de Jean Crampilh-Broucaret pode ser considerado um epitáfio”, diz Anne-Marie Dubois. A exposição está aberta ao público até 18 de janeiro de 2026.
Episódio piloto de um novo formato de conteúdo comentado para o Terraço Econômico - Gravado e disponibilizado em 18/11/2025 Sobre as fontes citadas Reportagem Piauí - https://piaui.folha.uol.com.br/os-negocios-de-alta-tensao-de-um-banco/ Reportagem Financial Times - https://www.ft.com/content/064bbca0-1cb2-45ab-85f4-25fdfc318d89?utm_social_handle_id=18949452&utm_social_post_id=576676461 Basicamente tudo está sujeito a alteração. Comente sobre o que você achou, principalmente se você já ouvia o TerraçoCast!
O Trek Brasilis realizou mais um TB CineTrek, no último sábado (15), para reunir os fãs no Cine LT3, em São Paulo, e assistir ao episódio piloto de Star Trek: Voyager remasterizado “Caretaker”. Após a exibição, o quarteto Salvador Nogueira, Daniel Sasaki, Carlos Henrique Santos e Mariana Gamberger bateu um papo com o público sobre a série. Confira neste vídeo! Acompanhe o Trek Brasilis nas redes sociais para ficar por dentro de todas as novidades de Star Trek: YouTube | Telegram | Facebook | Instagram | Twitter | TikTok O post TB ao VIVO | O legado de 30 anos de Star Trek: Voyager (gravado no TB CineTrek) apareceu primeiro em Trek Brasilis.
Gravado ao vivo na Igreja Brookwood em 23/11/2025
Vacinas contra a covid-19 podem aumentar a sobrevida de pacientes com câncer? Separe trinta minutinhos do seu dia e descubra, com a Mila Massuda, como a tecnologia do mRNA pode potencializar tratamentos modernos contra tumores, fortalecer o sistema imunológico e impulsionar a imunoterapia no combate ao câncer.Apresentação: Mila Massuda (@milamassuda)Roteiro: Mila Massuda (@milamassuda) e Emilio Garcia (@emilioblablalogia)Revisão de Roteiro: Vee Almeida e Caio de Santis (@caiodesantis) Técnico de Gravação: Julianna Harsche (@juvisharsche)Editora: Angélica Peixoto (@angewlique)Mixagem e Masterização: Caio de Santis (@caiodesantis) Produção: Prof. Vítor Soares (@profvitorsoares), Matheus Herédia (@Matheus_Heredia), BláBláLogia (@blablalogia), Caio de Santis (@caiodesantis) e Biologia em Meia Hora (@biologiaemmeiahora)Gravado e editado nos estúdios TocaCast, do grupo Tocalivros (@tocalivros)REFERÊNCIASGRIPPIN, A. J. et al. SARS-CoV-2 mRNA vaccines sensitize tumours to immune checkpoint blockade. Nature, p. 1–10, 22 out. 2025.
Por que é tão difícil matar uma barata? Separe trinta minutinhos do seu dia e descubra, com a Mila Massuda, como a biologia e a evolução explicam a resistência quase indestrutível desse inseto que sobreviveu a tudo, de erupções vulcânicas a inseticidas modernos.Apresentação: Mila Massuda (@milamassuda)Roteiro: Mila Massuda (@milamassuda) e Emilio Garcia (@emilioblablalogia)Revisão de Roteiro: Vee Almeida e Caio de Santis (@caiodesantis) Técnico de Gravação: Julianna Harsche (@juvisharsche)Editora: Angélica Peixoto (@angewlique)Mixagem e Masterização: Caio de Santis (@caiodesantis) Produção: Prof. Vítor Soares (@profvitorsoares), Matheus Herédia (@Matheus_Heredia), BláBláLogia (@blablalogia), Caio de Santis (@caiodesantis) e Biologia em Meia Hora (@biologiaemmeiahora)Gravado e editado nos estúdios TocaCast, do grupo Tocalivros (@tocalivros)Li, S., Zhu, S., Jia, Q. et al. The genomic and functional landscapes of developmental plasticity in the American cockroach. Nat Commun 9, 1008 (2018). https://doi.org/10.1038/s41467-018-03281-1
Este episódio do Tantos Tempos com Candice Pomi reuniu a historiadora Mary Del Priore e o médico Mario Donato para uma discussão abrangente e sobre a experiência e o significado do envelhecimento. Mary Del Priore trouxe a perspectiva histórica, desvendando como a velhice foi percebida e tratada ao longo dos séculos no Brasil, mostrando a evolução do papel do idoso na sociedade – ora reverenciado como figura de autoridade e sabedoria, ora marginalizado. O médico Mario Donato, especialista em saúde do idoso e prevenção de quedas, focou nos desafios práticos da longevidade enfatizando a importância da prevenção de quedas como meio de manter a autonomia e a qualidade de vida. Uma combinação de saberes entre a história e a saúde, que conecta a memória histórica e cultural da velhice com as necessidades clínicas e funcionais do presente.O Tantos Tempos está disponível no Youtube e nas plataformas de áudio como Spotify e Apple Podcast.Se você gosta do Tantos Tempos e quer apoiar este projeto pode colaborar com a gente se tornando membro do Tantos Tempos no Youtube.O Podcast Tantos Tempos é uma ideia original da Orson Podcast com produção da RFN Audiovisual e Lucha Libre Audio. Gravado na RFN Audiovisual em São Paulo.Apresentação: Candice Pomi @beyond.age Idealização e roteiro: Carol Soutello, Aaron Sutton e Paulinho CorccioneDireção de arte/direção de produção: Raul Ferreira NetoCoordenação de Audio: Paulinho Corcione e Thacio Palanca Produção Executiva: Cristina HorowiczProdução de convidados : Sula VlachosEste episódio teve o apoio da @PreventSeniorOficial Conte pra gente o que achou do episódioSupport the show
Gravado ao vivo na Igreja Brookwood em 11/09/2025
Gravado ao vivo na Igreja Brookwood em 16/11/2025
O Bitcoin está passando por um grande evento de distribuição de riqueza em BTC de baleias antigas para novos participantes menores da rede em diversas camadas. Entenda mais sobre esse fenômeno na Toca do Dov!Correção sobre IPO - é "Initial PUBLIC Offering" e não "Product". Oferta PÚBLICA Inicial.Gravado no bloco 922160________________APOIE O CANALhttps://bitcoinheiros.com/apoie/⚡ln@pay.bitcoinheiros.comPara agendar uma CONSULTA PRIVADA com o Dov:https://consultorio.bitcoinheiros.com/Consulta pública: https://ask.arata.se/bitdovEscute no Fountain Podcasts (https://fountain.fm/join-fountain) para receber e enviar satoshinhos no modelo Value4ValueSIGA OS BITCOINHEIROS:Site: https://www.bitcoinheiros.comTwitter: https://www.x.com/bitcoinheirosAllan - https://www.x.com/allanraicherDov - https://x.com/bitdovBecas - https://x.com/bksbk6Instagram: https://www.instagram.com/bitcoinheirosFacebook: https://www.fb.com/bitcoinheirosPodcast: https://anchor.fm/bitcoinheirosMedium: https://medium.com/@bitcoinheirosCOMO GUARDAR SEUS BITCOINS?Bitcoinheiros recomendam o uso de carteiras Multisig com Hardware Wallets de diferentes fabricantes ou próprias.Para ver as carteiras de hardware que recomendamos, acesse https://www.bitcoinheiros.com/carteirasVeja os descontos e clique nos links de afiliados para ajudar o canalPor exemplo, para a COLDCARD - https://store.coinkite.com/promo/bitcoinheirosCom o código "bitcoinheiros" você ganha 5% de desconto na ColdCardPlaylist "Canivete Suíço Bitcoinheiro"https://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmg-KH5bwzMU4sdyMbVMPqwbPlaylist "Carteiras Multisig de Bitcoin"https://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmi74PiIUSnGieNIPqmtmdjWISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE:Este conteúdo foi preparado para fins meramente informativos.NÃO é uma recomendação financeira nem de investimento.As opiniões apresentadas são apenas opiniões.Faça sua própria pesquisa.Não nos responsabilizamos por qualquer decisão de investimento que você tomar ou ação que você executar inspirada em nossos vídeos.P.S. para os buscadoresSomos bitcoinheiros, não bitconheiros, nem bitconheros, bitcoinheros, biticonheiros, biticonheros ou biticoinheros.O Dov é bitcoinheiro, não bitconheiro, nem bitconhero, bitcoinhero, biticonheiro, biticonhero ou biticoinhero.É Bitcoin, não Bitcon e nem Biticoin :)
Gravado ao vivo no BEERiceira 2025, este workshop conduzido por Francesco Lo Bue aprofunda as técnicas de dry hopping: como extrair mais aroma, evitar perdas e otimizar resultados. Um episódio técnico, direto e cheio de dicas úteis para quem vive — ou quer viver — o mundo do lúpulo.
Gravado ao vivo, a 31 de Outubro de 2025 na Cupra City Garage em Lisboa.
Você já parou para pensar por que a gente sente tanto prazer em comer uma batata frita, um pedaço de pizza ou um hambúrguer cheio de queijo? E será que todo esse prazer, no fim das contas, influencia a saúde do nosso coração? Separe trinta minutinhos do seu dia e descubra, com a Mila Massuda, tudo sobre o colesterol: o que ele é de verdade, por que ele é tão importante para o nosso corpo, como ele pode se transformar em um vilão para a nossa saúde e o que a ciência tem descoberto sobre a relação entre colesterol, alimentação e doenças do coração.Apresentação: Mila Massuda (@milamassuda)Roteiro: Mila Massuda (@milamassuda) e Emilio Garcia (@emilioblablalogia)Revisão de Roteiro: Vee Almeida e Caio de Santis (@caiodesantis) Técnico de Gravação: Julianna Harsche (@juvisharsche)Editora: Angélica Peixoto (@angewlique)Mixagem e Masterização: Caio de Santis (@caiodesantis) Produção: Prof. Vítor Soares (@profvitorsoares), Matheus Herédia (@Matheus_Heredia), BláBláLogia (@blablalogia), Caio de Santis (@caiodesantis) e Biologia em Meia Hora (@biologiaemmeiahora)Gravado e editado nos estúdios TocaCast, do grupo Tocalivros (@tocalivros)REFERÊNCIASHUANG, Binlu; SONG, Bao-liang; XU, Chenqi. Cholesterol metabolism in cancer: mechanisms and therapeutic opportunities. Nature Metabolism, v. 2, n. 2, p. 132-141, 2020.SUBCZYNSKI, Witold K. et al. High cholesterol/low cholesterol: effects in biological membranes: a review. Cell Biochemistry and Biophysics, v. 75, n. 3, p. 369-385, 2017.YU, Xiao-Hua et al. Cholesterol transport system: an integrated cholesterol transport model involved in atherosclerosis. Progress in Lipid Research, v. 73, p. 65-91, 2019.
Gravado durante o BEERiceira 2025, este episódio junta Jorge Tomé, co-fundador da Fermentage, e David Santos, um dos organizadores do festival, numa conversa sobre criatividade, experiências e o lado mais livre da cerveja artesanal. De smoothie sours a wrestling no brewpub — é impossível não te inspirares.
Gravado ao vivo na Igreja Brookwood em 11/02/2025
Nesse episódio cointo um pouco sobre a viagem que fiz ao Nepal e Tibet em outubro 2025. Gravado em outubro 2025.PIX: abcdageopolitica@gmail.comInstagram e Tik Tok : @abcdageopoliticaApoio pela plataforma da ORELO ou PIXLivro: A casa dos segredos. mondru.com/loja mondru.com/produto/a-casa-dos-segredos/Vinheta musical: Longzijuan
O que eram os pterossauros? Separe trinta minutinhos do seu dia e descubra, com Mila Massuda, sobre o grupo de animais voadores mais incríveis de todos os tempos, os pterossauros.Apresentação: Mila Massuda (@milamassuda)Roteiro: Mila Massuda (@milamassuda) e Emilio Garcia (@emilioblablalogia)Revisão de Roteiro: Vee Almeida e Caio de Santis (@caiodesantis) Técnico de Gravação: Caio de Santis (@caiodesantis)Editora: Angélica Peixoto (@angewlique)Mixagem e Masterização: Caio de Santis (@caiodesantis) Produção: Prof. Vítor Soares (@profvitorsoares), Matheus Herédia (@Matheus_Heredia), BláBláLogia (@blablalogia), Caio de Santis (@caiodesantis) e Biologia em Meia Hora (@biologiaemmeiahora)Gravado e editado nos estúdios TocaCast, do grupo Tocalivros (@tocalivros)REFERÊNCIASSMYTH, R. S. H. et al. Fatal accidents in neonatal pterosaurs and selective sampling in the Solnhofen fossil assemblage. Current Biology, set. 2025.
Gravado durante o BEERiceira 2025, este episódio junta Chris Lewington (Brew Resourceful) e Francesco Lo Bue, dois especialistas baseados em Londres, numa conversa técnica sobre o aroma e o sabor do lúpulo — desde o terroir e o solo até às novas tecnologias de extratos e lúpulo líquido. Um mergulho sensorial no ingrediente mais carismático da cerveja artesanal.
No novo episódio do podcast Tantos Tempos, apresentado por Candice Pomi, o ator Fábio Assunção e a escritora Noemi Jaffe se encontram para uma conversa sobre transformação, arte e a passagem do tempo.Fábio compartilha sua trajetória de reconstrução e sobriedade, refletindo sobre o processo de se reencontrar e sobre como a arte e a sensibilidade o ajudaram a redescobrir sentido e serenidade. Fabio nos conta também sobre a sua experiencia de começar uma faculdade aos 50 anos e seus trabalhos recentes que de algum maneira, transitam sobre a maturidade. Noemi fala sobre o estranhamento, tema central em sua obra, e explica como esse olhar que desloca e surpreende pode nos aproximar do que é mais verdadeiro na experiência humana.Noemi também comenta sobre um dos seus textos mais intrigantes chamado “ Com ou sem gás”.Aonde ela se pergunta: quantas dúvidas tem uma mulher? oito mil? sete? quantas certezas? três? Com a condução atenta de Candice Pomi, o episódio se transforma em um espaço de escuta e introspecção — um convite para pensar o tempo não como linha, mas como reencontro.O Tantos Tempos está disponível no Youtube e nas plataformas de áudio como Spotify e Apple Podcast. Se você gosta do Tantos Tempos e quer apoiar este projeto pode colaborar com a gente se tornando membro do Tantos Tempos no Youtube. O Podcast Tantos Tempos é uma ideia original da Orson Podcast com produção da RFN Audiovisual e Lucha Libre Audio. Gravado na RFN Audiovisual em São Paulo. Apresentação: Candice Pomi @beyond.age Idealização e roteiro: Carol Soutello, Aaron Sutton e Paulinho Corccione Direção de arte/direção de produção: Raul Ferreira Neto Coordenação de Audio: Paulinho Corcione e Thacio Palanca Produção Executiva: Cristina Horowicz Produção de convidados : Sula Vlachos Este episódio teve o apoio da @PreventSeniorOficial Conte pra gente o que achou do episódioSupport the show
Gravado ao vivo na Igreja Brookwood em 10/26/2025
Novo episódio do nosso clube dos apoiadores, conversando sobre um tema que sempre dá muito pano pra manga. Aproveitando nosso “Bingo dos erros de iniciantes”, nos reunimos em chamada de vídeo para conversar sobre os erros que já cometemos, dos menores aos mais assustadores. Também falamos sobre nossos aprendizados e como evitar cair em cada uma dessas ciladas. Avisos de gatilho:- Vômito, queimaduras, jogos intensos com agulhas, privação sensorial e mais: 55:12-56:38, 58:11-1:01:33.- asfixia erótica: 34:20-39:40 Equipe: Ada @aleneouada de CuritibaParticipantes: Ace @acenkink de MG, Sereia @domgustavo.gyn de Goiânia, Morena @a_deusa_morena de SP, Kono @lacerdapunk do Chile/Serra da Mantiqueira, Gabi Dias @gabidays23 de Curitiba, Lui Castanho @luicastanho @lui_knk de SP, Kaah @dommekaah da Paraíba. (Ouvindo: Kuro @kurosanpup de São Paulo, Gabi @gabigemini de Brasília, Mona/sexythem @a.corda.mona de SC)Voz da vinheta: @erikastigo de Fortaleza Para participar do próximo encontro, apoie em https://apoia.se/chicotadasNossos links: https://chicotadas.com.br/Gravado em 19 de outubro de 2025. A vitrine do episódio é uma arte com desenhos. Com um fundo preto, contém uma estampa com diferentes elementos: símbolo de erro/alerta (ponto de exclamação dentro de um triângulo) e algemas felpudas, daquela de má qualidade que iniciantes costumam comprar logo no início da jornada. No centro, o título do episódio: Clube dos apoiadores #14, Nossos erros de iniciantes, em lilás e amarelo claro, assim como o subtítulo: Quais são os erros mais comuns de quem inicia no BDSM? Tem como evitá-los? No meio de muita risada e conversa, nossos apoiadores contam suas histórias pra que todo mundo possa aprender com esses erros. Na parte superior e inferior da imagem, marca d'água com o arroba do insta e as logos principal e secundária do podcast em lilás. Minutagens: 4:30 IntroduçãoVote no Mx. Fetiche: https://www.mrfetichebrasil.com/votacaoPost Bingo dos erros: https://www.instagram.com/p/DP7HsFODjbD/6:17 Ada, Morena e Gabi: velas de wax play, manchas, dificuldades na negociação, negociação de humilhação, leitura da parceria, pressa, tempo e estudo.19:13 Ace: falta de conhecimento, estudo, eventos, pressa.21:58 Ada: pressa do iniciante, pedir referências.24:12 Morena, Gabi e Ada: dúvida sobre referências e relato de caso (brat tamer).28:36 Lui, Gabi, Ada, Ace: referências, relato como sub, dicas de negociação e segurança (trampling, asfixia erótica), riscos do breath play, spotter.Gatilho (asfixia erótica): 34:20-39:4043:04 Sereia: comunidade e referências.45:50 Kaah: como perguntar sobre referências.49:23 Recado https://apoia.se/chicotadas 51:39 Kono: dois relatos sobre falta de aftercare (fluidos, wax play, privação sensorial, needle play, tortura de mamilos, impact play) e a importância do aftercare e de negociar after.Gatilho (vômito, queimaduras, jogos intensos com agulhas e mais): 55:12-56:38, 58:11-1:01:33.1:05:03 Lui: todes são iniciantes de alguma forma, relato sobre necessidade de aftercare para o top e planejamento de tempo.Episódio Guia de Segurança: https://chicotadas.com.br/eps/chicotinho-33-guia-de-seguranca1:12:13 Perguntas e comentários para Kono, medos de iniciante, frenesi do novato, excesso de estímulo corporal e sobrecarga sensorial, testar e reconhecer sensações.1:21:30 Referências, complexidade de relacionamentos e cultura do cancelamento. Como decidir o que falar na ref.1:27:30 Dica para entender necessidades, casos de sessões/clientes virtuais, reação a erros e pedidos de desculpa, erro na negociação de humilhação/degradação e gatilho durante sessão, lidar com desconfortos.1:37:22 A merda vai acontecer, dicas pro aftercare.Post citado: https://www.instagram.com/p/CZhjcgLuP6y/1:42:49 Do tease and denial à UPA.1:49:47 Idade, excesso de comparação no início.1:56:43 Cuidados durante festas.2:00:32 Aftercare 2:03:50 @erikastigo de Fortaleza Nossos links: https://chicotadas.com.br/
Depois de alguns anos de espera, os gaúchos da Bella e o Olmo da Bruxa lançam agora seu segundo disco “Afeto e Outros Esportes de Contato”. Gravado de forma totalmente independente, o disco mistura referências que vão de Deftones a Belo, de Lupe de Lupe ao Sum 41, da Fresno ao Title Fight. Dessa salada mista surge um disco sincero, com pegada forte e que consegue apresentar as nuances da banda de uma maneira única, tudo isso em um universo lírico que fala sobre diferentes temas que acompanham o dia a dia da juventude contemporânea, da dor de um luto precoce a vulnerabilidade da saúde mental, entre outros. Para desvendar mais sobre esse disco, Renan Guerra recebe no Por Trás do Disco os músicos Felipe Pacheco, Julia Garcia, Ricardo De Carli e Pedro Acosta, integrantes da Bella e o Olmo da Bruxa.Gostou do podcast? Então apoie a gente em apoia.se/podcastvfsm
Gravado ao vivo no Afya Summit 2025, este episódio do Afya Podcasts traz os anfitriões Rafael Fernandes e Marcelo Gobo em uma conversa enriquecedora com o Dr. Alexandre Kalache, referência mundial em envelhecimento ativo, presidente do Instituto Internacional de Longevidade no Brasil e criador do movimento Cidades Amigas do Idoso.Neste bate-papo, o Dr. Kalache compartilha suas perspectivas sobre a importância do autocuidado dos médicos e seu impacto direto na qualidade do atendimento ao paciente. O episódio aborda desafios críticos como estresse, burnout e a cultura da exaustão no ambiente médico, além de discutir como mudanças culturais e a crescente presença das mulheres na medicina estão moldando o futuro da prática.Uma conversa inspiradora sobre longevidade, autocuidado e o futuro da medicina.Afya Summit 2025: Um olhar para o futuro da medicina, com impacto no presente.
Como nasce um preconceito? Neste episódio, o jornalista e pesquisador Octávio Santiago conversa com o editor da Quatro Cinco Um Amauri Arrais sobre a origem dos estigmas associados ao Nordeste e aos nordestinos, tema do seu livro Só Sei Que Foi Assim: a Trama do Preconceito Contra o Povo do Nordeste (Autêntica). Gravado durante A Feira do Livro 2025, o bate-papo mostra que essa visão negativa surgiu há mais de um século e começou com disputas políticas. Santiago também explica como os estereótipos, muito presentes até hoje, foram reforçados na imprensa, cinema e televisão. Apoio confirmado: Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451
O que em você vem do seu pai? Às vésperas do Dia dos Pais, o 451 MHz apresenta uma conversa tocante entre o ensaísta José Henrique Bortoluci e a poeta Julia de Souza sobre o que carregamos de nossos pais e o poder da escrita para elaborar o luto depois que eles morrem. No episódio, os autores falam de seus livros O Que É Meu (Fósforo, 2023), de Bortoluci, e John (Âyiné, 2023), de Souza, que partem da experiência pessoal deles com a memória, a doença e a perda dos pais. Gravado durante A Feira do Livro 2024 e mediado por Paulo Roberto Pires, colunista da Quatro Cinco Um e editor da revista Serrote, o encontro trata também dos processos criativos dos convidados, que escreveram a partir de diários e entrevistas, e dos limites da exposição da intimidade e da dor. Apoio confirmado: Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451
No dia 4 de julho, feriado de Independence Day aqui nos EUA, a previsão era: barco, sol e música… mas a chuva mudou os planos!