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No Global desta semana, Paulo Portas analisa os resultados das eleições presidenciais, com destaque para o discurso de André Ventura, que se autoproclamou "o líder da direita" após perder para António José SeguroSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Em "Global", Paulo Portas analisou a resposta do Estado ao impacto do comboio de tempestades que tem atingido o país desde o final de janeiro e sublinhou ser “inaceitável” que, no século XXI, continuem a registar-se falhas graves nas comunicações e cortes prolongados de energia em contexto de calamidadeSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A campanha para a segunda volta das presidenciais portuguesas termina esta sexta-feira, com um país dividido; entre a promessa de ordem e a defesa da democracia. A historiadora e investigadora, Raquel Varela, alerta para a ameaça representada por André Ventura, líder do partido de extrema-direita, critica a cumplicidade mediática e questiona o apoio da direita a António José Seguro, candidato apoiado pelo PS. Para a historiadora, o voto pode travar o pior, mas não cura a “pneumonia” do sistema. A campanha para a segunda volta das eleições presidenciais termina esta sexta-feira, 6 de Fevereiro, e chega ao fim com um traço comum: falou-se menos de propostas e mais de um retrato do país. Nesta segunda volta, António José Seguro procurou apresentar-se como candidato da estabilidade institucional, enquanto André Ventura tentou ocupar o lugar do choque político. Pelo meio, o debate tornou-se mais emocional do que racional, mais centrado no medo e na raiva do que numa ideia clara do futuro. É a partir desse retrato que Raquel Varela, historiadora e investigadora, faz a sua leitura. “Eu acho que nós temos que fazer perguntas porque, normalmente, são muito melhores do que as respostas”, afirma, antes de justificar porquê. “Não devemos tentar respostas fáceis, não é? (…) às vezes é preciso fazer perguntas muito difíceis a nós próprios.” A pergunta que coloca, diz, é desconfortável e obriga a rever certezas: “Porque é que a maioria dos quadros de direita do país ou do centro direita, grande parte deles apoiam António José Seguro?” Raquel Varela sublinha que esta questão entra em choque com hipóteses que vinham a ser formuladas. “Isto é um contrassenso face àquilo que pessoas, como eu tinham dito há meses e há anos”, diz, referindo-se à ideia de que as classes dirigentes portuguesas estariam a apoiar “alguma solução de tipo fascista ou bonapartista”, isto é, “alguma forma de restrição dos direitos, liberdades e garantias”. E acrescenta, sem fugir à revisão: “Como é que eu posso responder a esta pergunta difícil (…) que me mobiliza também aquilo que eu pensava? Estava errada.” Para a historiadora, a própria análise política exige aceitar a possibilidade do erro: “Nós erramos em ciências sociais são apostas, são hipóteses.” A dúvida sobre a estratégia das classes dirigentes não altera, porém, a certeza sobre André Ventura. “Não tenho dúvidas absolutamente nenhumas de que André Ventura representa uma ameaça à democracia”, afirma. E reforça a caracterização: “Mais do que uma ameaça à democracia, é um partido de caráter fascista.” Raquel Varela aponta ainda o que considera ser o início de um processo mais amplo: “É uma ameaça aos direitos do trabalho e a violência contra os imigrantes é só o início da violência contra os trabalhadores em geral”, referindo o caso norte-americano: “Como se viu com o ICE e a milícia de Donald Trump nos Estados Unidos.” Raquel Varela enquadra esse crescimento com uma crítica directa ao papel da comunicação social. “André Ventura tem sido levado ao colo por grande parte dos jornais que são detidos por empresas em Portugal”, afirma. E inclui também órgãos “dependentes do Estado”, como a televisão pública. A historiadora considera que isso é um tema interno da própria profissão: “Isso também é um debate a ter dentro do jornalismo em Portugal”, e acrescenta que o jornalismo vive “uma fase mais crítica (…) com menos capacidade de dar espaço ao dissenso.” Mas a questão decisiva, insiste, está no movimento defensivo das elites em direcção a António José Seguro. Raquel Varela descreve esse movimento como revelador. “Nós vimos agora (…) históricos da direita, do ultraliberalismo (…) e agora apoiam António José Seguro”, afirma. E dá exemplos: “Cavaco Silva apoia António José Seguro, Paulo Portas apoia António José Seguro.” A pergunta regressa: “Nós temos que perguntar porquê.” A resposta que formula, por agora, é que as classes dirigentes portuguesas “estão com enormes dificuldades em governar”. Esse medo, diz, é o medo de perder o controlo político do país. “Estas eleições revelam um grande medo das classes dirigentes perderem a mão”, afirma. E clarifica o sentido dessa expressão. “Não é perderem a mão no sentido de que vai haver um fascista a governar o país, é perderem a mão no sentido em que as classes trabalhadoras e médias perdem a paciência.” Para sustentar a leitura, Raquel Varela recorda um facto recente: um governo de direita “acabou de enfrentar uma greve geral com 3 milhões de trabalhadores”. A historiadora defende que o papel do Presidente da República não pode ser visto como decorativo num contexto destes. “Se nós temos na presidência da República alguém que não faz o contrapeso a isto, que não tem alguma capacidade de diálogo com o mundo do trabalho, nós podemos ter uma situação de tipo Donald Trump”, afirma. A comparação surge acompanhada de uma observação que, para si, revela o efeito paradoxal da radicalização do poder. “O Donald Trump fez mais pela greve geral nos Estados Unidos do que qualquer esquerda nos últimos 50 anos, porque hoje em dia fala-se em greve geral nos Estados Unidos.” A investigadora descreve o clima político como uma mobilização de afectos defensivos. “Estes afectos tristes que estão a ser mobilizados e que implicam muito medo”, diz, recuperando uma expressão do ensaísta Perry Anderson. E coloca a crise no centro do regime: “A crise de representação é das classes trabalhadoras médias e das classes dirigentes. Há uma rotura entre representantes e representados.” Para Raquel Varela, é essa rotura que explica por que razão uma campanha presidencial se transformou num confronto entre medos. Para tornar essa crise concreta, Raquel Varela recorda uma reportagem que fez esta semana em Leiria, Marinha Grande e Vieira de Leiria, depois de ventos ciclónicos terem destruído casas e infra-estruturas. A historiadora diz que a população queria ser ouvida. “Demos por nós com as pessoas a virem atrás de nós a dizer: ‘Eu quero falar'.” E as frases repetiam-se com força política. “Somos contribuintes, não somos cidadãos. Existem dois países, um país lá e nós aqui.” O “nós aqui”, sublinha, é “100 km de Lisboa” e não um lugar distante do mapa. Raquel Varela descreve o que considera ter sido “o colapso completo do Estado”. “Uma semana depois não havia sequer um sistema de construção público capaz de ter ido tapar os telhados das pessoas”, afirma. O detalhe que destaca é, para si, simbólico: “Estão a ser tapados com lonas, lonas da Iniciativa Liberal e do Chega, que é metafórico do que é que estes partidos da privatização têm a dizer às pessoas.” A falha, insiste, não foi falta de solidariedade, mas falta de capacidade material. “O que as pessoas precisam é de gruas, de guindastes, de camiões, de pedreiros, de eletricistas, de alta atenção, de respostas rápidas.” No mesmo terreno, diz, viu-se a fragilidade do populismo. “As pessoas desprezaram as políticas de André Ventura a distribuir garrafas de água”, observa. E percebeu que “isto não vai lá com comunicação.” A realidade expôs ainda um contraste decisivo em relação ao discurso anti-imigração. “Se não fossem os pedreiros brasileiros do Nepal e do Bangladesh nem lonas tinham conseguido pôr.” Uma senhora, conta, deixou uma frase que considera reveladora: “Quem está a votar no André Ventura devia ter vergonha.” E colocou uma pergunta que, para Raquel Varela, funciona como lição histórica: “Como é que vocês acham que a Alemanha e a Suíça foram reconstruídas depois da guerra? Não foi com imigrantes?” Raquel Varela aponta também responsabilidades aos partidos de esquerda. “Penso que há uma enorme responsabilidade nos partidos de esquerda que tiveram muito medo de ser radicais”, afirma. E explica o que entende por esse medo: “Tiveram muito medo de questionar o sistema, de questionar este balcão de negócios privados que é o estado.” Na sua leitura, a esquerda seguiu políticas que considera destrutivas. “Foram atrás das políticas da União Europeia de elevação da dívida pública, de destruição do emprego público e assistencialistas.” O resultado, diz, foi uma esquerda reduzida a uma diferença mínima. “A diferença hoje em dia entre a esquerda e a direita que teve no governo é se há mais ou menos assistencialismo. Isso não faz uma política de esquerda.” A faltarem dois dias para a segunda volta das eleições, Raquel Varela recusa a ideia de que a escolha resolva o problema. “Eu acho que sobreviveu uma vez mais”, afirma, referindo-se à democracia. E deixa claro o sentido de um voto em António José Seguro contra André Ventura. “Quem quer que vá votar a António José Seguro contra André Ventura tem que saber que está a votar para impedir André Ventura de chegar, não está a votar para criar um sistema político e social que nos impeça os André Venturas desta vida.” A metáfora final fecha a sua leitura: “É o idêntico a tomar uns antipiréticos numa pneumonia”, um gesto que pode ser necessário no imediato, mas que exige um passo seguinte: “ir rapidamente resolver o problema da pneumonia.”
"Global" é uma rubrica semanal de Paulo Portas no Jornal Nacional da TVISee omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma cola poderosíssima. Consegue colar do mesmo lado da barricada políticos tão distantes como Paulo Portas e Cavaco e Catarina Martins ou António Filipe. E um debate ainda pode mudar as eleições?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Amigos amigos, mas partidos à parte. Paulo Núncio e Paulo Portas, numa altura em que as declarações do sentido de voto continuam a surgir, apresentaram duas faces possíveis dentro do CDS. De um lado, o apoio ao candidato a António José Seguro é claro. Do outro, uma abstenção de demonstrar qualquer apoio a um dos candidatos. Que consequências podem advir destas e de outras manifestações de apoio sobre a candidatura do vencedor da primeira volta? Ouça a análise de Cecília Meireles e de Miguel Prata Roque na versão podcast do programa Linhas Vermelhas, emitido na SIC Notícias a 26 de janeiro. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aqui See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em contagem decrescente para o arranque oficial da campanha para a segunda volta das presidenciais, continuam a ser anunciados apoios a António José Seguro. Nesta segunda-feira, foi a vez de o antigo Presidente da República Aníbal Cavaco Silva declarar que votará no antigo líder do PS no dia 8 de Fevereiro. O antigo chefe de Estado destacou que Seguro é “uma pessoa honesta e educada” e que “os portugueses podem, portanto, inferir com facilidade e sem margem para dúvidas” que o voto do também antigo líder do PSD será em António José Seguro. Cavaco Silva junta-se assim a Paulo Portas, líder histórico do CDS, que na noite de domingo disse escolher o “candidato moderado”, uma vez que sabe “muito bem desde o início em quem nunca votaria para Presidente da República”. Já André Ventura não tem conseguido novos apoios para além da sua base eleitoral tradicional.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Paulo Portas sai em defesa de António José Seguro. Soma-se a uma lista de nomes em que alguns não acrescentam, subtraem. André Ventura podia usar isso a seu favor, mas escolhe a "campanha fácil".See omnystudio.com/listener for privacy information.
"Global" é uma rubrica semanal de Paulo Portas no Jornal Nacional da TVISee omnystudio.com/listener for privacy information.
No seu habitual espaço de comentário, Paulo Portas analisou o que pode significar a reunião entre Trump e Zelensky para o futuro da Ucrânia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Global desta semana, Paulo Portas debruça-se sobre a guerra entre Elon Musk e as organizações europeias, sobre as negociações a ter lugar em Berlim para a paz na Ucrânia e destaca um ato de “coragem” no meio do ataque em massa na Austrália.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Global desta semana, Paulo Portas analisa, entre outros temas, a nova Estratégia de Segurança Nacional dos EUA e a guerra na Ucrânia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No habitual espaço de comentário no Jornal Nacional, Paulo Portas analisou a tensão entre EUA e Venezuela, as negociações para o fim da guerra na Ucrânia e as recentes polémicas a envolver o núcleo duro de Zelensky.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Global deste domingo, Paulo Portas debruça-se sobre o plano de paz elaborado por Washington e Moscovo, para a Ucrânia. O comentador da TVI traz outros temas para cima da mesa, como a relação entre os EUA e a Arábia Saudita, bem como o futuro da inteligência artificial. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Paulo Portas é o “tipo”, “imagina” (quase) candidato à presidência? E ainda, os políticos que estão a dar tudo para conquistar os mais novos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste Global, Paulo Portas fala sobre a greve geral em Portugal, lembrando que “ameaças públicas” não costumam conduzir a avanços nas negociações. Dedica-se depois aos novos episódios protagonizados por Donald Trump, incluindo o seu “falhanço” na política de tarifas. E, depois de um alerta sobre como as nossas perceções sobre migrações são moldadas, dedica-se à guerra na Ucrânia: aí houve um “míssil que veio de dentro do governo ucraniano”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No seu habitual espaço de comentário, Paulo Portas olhou para os Estados Unidos da América, onde as coisas aparentam não estar a correr bem para o presidente Donald Trump.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No seu habitual espaço de comentário no Jornal Nacional da TVI, Paulo Portas começou por identificar o “obstáculo dentro da Europa” para a Ucrânia se financiar com ativos russos e considera que “a Europa, na Hora H, falhou àquele que é o seu principal problema de segurança”. Houve ainda espaço para uma homenagem a Francisco Pinto Balsemão e para levantar “dúvidas” sobre o tão falado assalto ao Louvre.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No seu habitual espaço de comentário no Jornal Nacional da TVI, Paulo Portas explicou como a escolha da Hungria como a localização do encontro entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o seu homólogo russo, Vladimir Putin pode ser um embaraço para a União Europeia. O comentador analisou ainda a tensão entre Donald Trump e a China.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Comentário semanal de Paulo Portas, no Jornal Nacional da TVI.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No comentário semanal no Jornal Nacional da TVI, Paulo Portas analisou o plano de paz de Trump para o Médio Oriente, uma derrota surpreendente de Putin e a crise política nos Estados Unidos da América.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No comentário semanal no Jornal Nacional da TVI, Paulo Portas analisou as incursões russas na Europa e o fim de um tabu que pode mudar o rumo da guerra na Ucrânia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Comentário semanal de Paulo Portas no Jornal Nacional da TVISee omnystudio.com/listener for privacy information.
O comentário de Paulo Portas, todas as semanas, no Jornal Nacional da TVI. Nesta edição, a reação à declaração de Marcelo Rebelo de Sousa que pode abrir uma crise diplomática com os EUA, a cimeira de segurança que junta Índia e China, a situação financeira em França e em Portugal e dois episódios onde a tecnologia foi longe demais.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O comentário de Paulo Portas, todas as semanas, no Jornal Nacional da TVISee omnystudio.com/listener for privacy information.
Num dos seus comentários mais críticos, Paulo Portas acusa Donald Trump de ceder à Rússia e de empurrar os EUA para o abismo fiscal, com impacto direto na guerra na Ucrânia, nas relações com a Europa e na política energética global.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A rubrica "Global" de Paulo Portas, no Jornal Nacional da TVI, todos os domingos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Global deste domingo, Paulo Portas analisa a saída de Elon Musk da esfera da administração de Donald Trump, o papel da mediação norte-americana na Ucrânia, a política tarifária, o início de mandato do novo chanceler alemão, as eleições polacas e a ação de Netanyahu no Médio Oriente.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No seu habitual espaço de comentário, Paulo Portas sublinha que o programa económico que André Ventura levou para as legislativas teria um impacto desastroso nas contas do Estado. "Levava o superávit que temos hoje, e que custou muito a ter, para um défice de pelo menos 8,5%, e em algumas versões 14%". "Isto é pior do que o de José Sócrates”See omnystudio.com/listener for privacy information.
O mundo está complicado, mas Paulo Portas acredita que tudo começou “no algoritmo”. Em Porque Falha o Estado?, o ex-vice-primeiro-ministro fala das virtudes de um mundo interdependente, que parece em risco, e sobretudo das virtudes desaparecidas com as redes (“O bom-senso é o bem mais raro do mercado”). Lamenta que os três problemas decisivos “não ocupem nem 5% do espaço público das discussões”. Mas mantém algum otimismo: a contra-globalização não vencerá.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta edição de Global, no Jornal Nacional da TVI (do mesmo grupo da CNN Portugal), Paulo Portas analisa a eleição do novo Papa, o erro estratégico de Donald Trump e o aumento significativo do salário médio português. See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Global desta semana, Paulo Portas começa por analisar a gestão da crise do apagão que deixou Portugal e Espanha às escuras. O comentador da TVI abordou ainda o acordo dos minerais raros assinado entre os EUA e a Ucrânia, a guerra comercial entre EUA e a China, as eleições no Canadá, o novo governo da Alemanha e o conflito entre a Índia e o PaquistãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Paulo Portas olha para o legado e a sucessão do Papa Francisco, o "efeito boomerang" das tarifas de Donald Trump e fez uma previsão acerca das próximas eleições portuguesas. See omnystudio.com/listener for privacy information.
No seu espaço semanal de comentário no Jornal Nacional da TVI (do mesmo grupo da CNN Portugal), Paulo Portas tece duras críticas à forma como estão a ser feitas as averiguações preventivas, mais concretamente a Luís Montenegro e Pedro Nuno Santos, dizendo que têm por base uma “indústria de denúncias anónimas”. No Global, o comentador abordou ainda os três meses de governação de Donald Trump e o impacto mundial das decisões até agora tomadas pelo presidente dos Estados Unidos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Comentador da TVI classificou o recuo de Donald Trump na política de tarifas como a sua primeira grande derrota económica externa e critica a falta de lógica e a irracionalidade do presidente americano. Ao mesmo tempo, lança um alerta: a China avançou com um "míssil financeiro"See omnystudio.com/listener for privacy information.
No seu espaço de comentário, Paulo Portas debruça-se sobre as novas e controversas tarifas impostas por Donald Trump a vários países do mundo. O comentador explica as contas que deveriam ser feitas para que a "reciprocidade" fosse efetivamente aplicada. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste Global, Paulo Portas analisa como a ameaça de Trump a Putin não terá efeitos práticos, identifica os oito erros cometidos pela administração norte-americana no “Signalgate”, assegura que JD Vance ao chegar à Gronelândia fez “o mesmo erro” que o presidente russo na Ucrânia e deixa um elogio ao excedente português.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Global, o espaço de comentário de Paulo Portas, todos os domingos no Jornal Nacional.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No programa 'Global', Paulo Portas analisa a pré-campanha para as legislativas antecipadas, salientando que "é difícil compreender como é que Luís Montenegro não teve a presciência de encerrar a empresa", mas que não lhe "parece que uma parte significativa do país ache que Pedro Nuno Santos seria melhor primeiro-ministro"See omnystudio.com/listener for privacy information.
O antigo ministro e líder do CDS Paulo Portas defende que a sondagem da Pitagórica mostra que os eleitores não vislumbram “uma alternativa credível” ao actual Governo e que, por isso, não querem mudar de executivo. Considerando que a actual crise política “não é irremediável”, Paulo Portas vê como improvável um cenário que não passe por eleições antecipadas. Nesse sentido, defende que a AD se alie à IL numa coligação pré-eleitoral. E à esquerda será possível um entendimento? A análise neste Soundbite, na véspera do debate da moção de confiança ao Governo de Luís Montenegro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Paulo Portas olha para os vários cenários em cima da mesa para lidar com a crise política em Portugal e com um mundo que está a mudar cada vez mais depressaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Nuno Melo não tem pressa, mas não é por falta de opções: apoiar o almirante, mostrar lealdade ao PSD ou esperar que a tal figura da mesma família política avance: alô, Paulo Portas?See omnystudio.com/listener for privacy information.
As declarações de Marques Mendes ao Expresso, afirmando que “Portugal merece um bom combate”, deixam o ex-líder do PSD com cada vez menos espaço de recuo e tornam cada vez mais provável que o combate se trave também entre Gouveia e Melo e ele. Só que a direita pode ainda vir a ter mais dois ou três candidatos. O mais difícil será sempre o avanço de Paulo Portas, ex-líder do CDS, mas Chega e IL deverão ter candidato. Neste episódio, conversamos com o jornalista João Pedro Henriques, que falou com o comentador da SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Presidenciais VS. presidenciáveis. Com a recusa em continuar à frente da Marinha, Gouveia e Melo deu início à corrida e fez acelerar os calendários. Apesar de aparecer como favorito nas sondagens, aquilo que pensa ou o que quer permanece um mistério. À direita: Luís Marques Mendes, José Aguiar Branco, Pedro Passos Coelho e Paulo Portas. À esquerda: Mário Centeno, António Vitorino e António José Seguro. São muitos os nomes em cima da mesa das próximas eleições. Ouça a análise de Pedro Santana Lopes (Ex-líder do PSD, Presidente da C.M.figueira da Foz), Miguel Relvas (Ex-Ministro de Pedro Passos Coelho), Sebastião Bugalho (Eurodeputado) e Vitalino Canas (Ex-Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, dos governos de António Guterres) na emissão semanal do programa Expresso da Meia-noite, transmitido na SIC Notícias a 29 de novembro. Moderação a cargo de Bernardo Ferrão e Ângela Silva.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alberto Gonçalves comenta as declarações de Paulo Portas à indigitação da RFK Jr. para Secretário da Saúde dos EUASee omnystudio.com/listener for privacy information.
Se não fossem o petróleo e o gás líbios, se não fossem as riquezas naturais do feudo de Kadafi, que o ditador controlava e geria a seu belo gosto e prazer, as marcas das 270 mortes, provocadas pelo atentado ao avião da Pan Am, em 1988, essas marcas jamais teriam sido apagadas. Em Portugal, o primeiro-ministro Durão Barroso abriu a porta. José Sócrates, assim que tomou o poder, em 2005, escancarou-a. Em menos de cinco anos, o primeiro-ministro português visitou a Líbia quatro vezes. Certamente discreto, como convém aos que gostam de passar pelos filtros do poder, silenciosamente e sem atrito, lá estava Ricardo Salgado. O banqueiro integrou a comitiva na segunda visita oficial de José Sócrates à Líbia. E essa presença discreta terá servido de primeiro empurrão para que o banqueiro do regime se deixasse tentar pelos milhões que brotavam de tão extravagante geografia. Oiça aqui o quarto episódio da Agenda de Ricardo Salgado, um podcast sobre 2268 dias de vida do velho banqueiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Paulo Portas explicou que ele e Passos Coelho olhavam para a troika de forma diferente.
Quando faltam apenas cinco meses para a Procuradora-Geral da República (PGR) terminar o mandato, o Presidente da República deve sugerir a sua demissão? Uma saída prematura teria consequências, assim como terá a sua permanência. Tudo o que se fizer, não vai reverter a demissão do primeiro-ministro por causa do famoso parágrafo ou das buscas em São Bento que, segundo o acórdão do Tribunal da Relação, se basearam num alegado crime inexistente. Mas sem a Operação Influencer, o CDS continuaria fora do Parlamento e longe do poder, um partido que se reuniu em Congresso este fim-de-semana para produzir pensamento, mas ainda assim sem se definir completamente. De resto, quem se definiu foi Paulo Portas, quando respondeu a Passos Coelho: "Quem não se sente, não é filho de boa gente..."See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Aliança Democrática ganhou velocidade com a convenção deste domingo. Nuno Melo, líder do CDS fez a despesa dos ataques políticos à esquerda e à direita (e foi crucificado por ter sido sincero, coisa rara em política). Luís Montenegro falou das propostas políticas. Fizeram lembrar a divisão do trabalho Passos/Portas em 2015. A intervenção de Paulo Portas, mestre de guiões políticos, evidenciou como os atuais candidatos ainda são rookies na retórica discursiva. A de Pedro Santana Lopes provou que o PSD é um partido que perdoa as maiores traições. As ideias anunciadas pelo líder do PSD não surpreendem, mas mostram coerência. E a saída de ex-deputados do PSD para o Chega demonstra que às vezes vale tudo. Ouça mais uma reunião da Comissão Política. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A direita abre a batalha pela sucessão daqui dois anos, enquanto a esquerda ainda não toca no assunto. Luís Marques Mendes, do PSD, admitiu a possibilidade. Paulo Portas, ex-líder do CDS-PP, também é cotado.