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Neste Global, Paulo Portas olha para os efeitos da crise migratória em Ceuta e procura encontrar os elementos que explicam esta realidade. Depois, destaca a importância dos indicadores económicos portugueses para a “estabilidade política” no país. O comentário desta semana conta com uma avaliação da economia dos EUA e das primeiras decisões do novo primeiro-ministro britânico. Portas fala de eleições “impróprias para cardíacos” no Brasil e na sucessão de António Guterres na ONU. Tempo ainda para falar da maior necessidade de regulação na inteligência artificial e criticar as coisas “péssimas” que tiveram lugar no último Mundial de Futebol.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Global desta semana, Paulo Portas analisou as guerras do Médio Oriente e da Ucrânia, bem como outros temas da atualidade internacional.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Paulo Portas tomou ontem posse como comissário para as comemorações dos 900 anos de Portugal e nós queremos saber não só se nascemos mesmo há nove séculos e porque é importante celebrar estas datas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Paulo Portas é o novo líder das comemorações dos 900 anos de Portugal, e nós queremos compreender não só se nascemos mesmo há nove séculos, mas também o motivo para festejar estes marcos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Paulo Portas considera que a nova ofensiva militar dos Estados Unidos contra o Irão não resolveu o bloqueio do estreito de Ormuz e classifica como “absolutamente insana” a proposta de Donald Trump de cobrar uma tarifa aos navios que atravessassem aquela passagem. No “Global”, analisa ainda a chegada de Andy Burnham ao poder no Reino Unido, os reveses judiciais de Pedro Sánchez, o acordo sobre Gibraltar, a crise no comando militar ucraniano, o abrandamento da economia chinesa e a polémica faixa argentina sobre as Malvinas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste Global, Paulo Portas debruça-se sobre a polémica na correção dos exames nacionais em Portugal. Espaço também para uma avaliação da última cimeira da NATO e para antecipar como o poder pode escapar a Netanyahu em Israel perante uma “figura em ascensão”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No habitual comentário de domingo no Jornal Nacional da TVI, Paulo Portas destacou a decisão do Supremo Tribunal dos Estados Unidos que travou a tentativa de Donald Trump de limitar a cidadania por nascimento, considerando que o caso recorda “o melhor da América”. O comentador defendeu que “quem nasce na América é americano” e sublinhou que nenhum país humanista pode condenar uma criança recém-nascida a não ter nacionalidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste “Global”, o comentador da TVI deixa um recado a Ventura a propósito da idade da reforma com base na experiência alemã; lamenta um “erro” na contagem da população portuguesa; dá conselhos para ultrapassar o impasse no Estreito de Ormuz e nota como 10 anos de Brexit impactaram o sistema político britânico.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma guerra que não se ganhou, um acordo que ainda não é paz e uma diplomacia obrigada a sobreviver ao ruído dos tweets. No Global, no Jornal Nacional da TVI, o memorando entre os Estados Unidos e o Irão foi lido como uma saída possível para um conflito sem solução militar, mas também como um texto cheio de silêncios: não resolve os mísseis balísticos, deixa de fora os proxies iranianos e faz do Líbano e do Estreito de Ormuz os lugares onde tudo pode voltar a arder. A análise de Paulo Portas passou ainda pelo Reino Unido de Andy Burnham, pela política portuguesa presa à reforma laboral e por duas leituras para tempos em que a guerra voltou a bater à porta.See omnystudio.com/listener for privacy information.
"O que acontece é que a diferença entre o salário mínimo e o salário mediano é muito fraca. E isso não diz bem do elevador social em Portugal". O comentário de Paulo Portas arrancou este domingo com um alerta sobre a compressão salarial em Portugal. Para o comentador, a reduzida distância entre o salário mínimo e o salário mediano constitui um sinal preocupante para a mobilidade social e para a produtividade da economia, ainda que reconheça que os portugueses têm beneficiado de ganhos de rendimento em termos reais nos últimos anos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Global deste domingo, Paulo Portas analisou o ataque com drone russo à Roménia, o impasse das negociações entre EUA e Irão e a polémica a envolver o PSOE em Espanha.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste Soundbite vamos ao congresso do CDS. O partido que já foi de Paulo Portas e Manuel Monteiro esteve reunido em Alcobaça e saiu de lá com várias proclamações e uma certeza: tão cedo o CDS não se irá candidatar sozinho a eleições legislativas porque quer ajudar a travar o PS e o Chega. Esta é estratégia de Nuno Melo, que ainda assim recusa que o CDS se venha a fundir com o PSD. See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Global deste domingo, Paulo Portas analisou a visita de Donald Trump à China e defendeu que Xi Jinping “marcou o seu ponto” ao colocar Taiwan no centro da relação com os Estados Unidos. O comentador da TVI falou ainda dos riscos da guerra no Irão para o petróleo e a inflação, da crise política no Reino Unido, da retirada de militares norte-americanos da Europa e da situação em CubaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste Global, Paulo Portas avalia o impasse nas negociações entre os EUA e o Irão, o estado psicológico do Kremlin que se tornou notório no Dia da Vitória, faz um balanço do primeiro ano em funções do Papa Leão XIV e traça as diferenças entre o hantavírus e a covid-19.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A sucessão já começou, mas quase ninguém fala disso. O que revela este silêncio e que balanço do mandato de António Guterres? Análise com Paulo Portas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No espaço de comentário "Global", emitido este domingo no Jornal Nacional da TVI, Paulo Portas analisa a recente polémica entre Alemanha e EUA, e a estagnação do conflito no Irão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em "Global", Paulo Portas analisou a recente disputa iniciada por Donald Trump contra o Papa Leão XIV, sublinhando que se tratou de um "erro" da administração norte-americana. Num momento em que as negociações de paz se tornam cada vez mais complexas, o comentador destaca que o "Estreito de Ormuz tornou-se evidentemente a arma económica de pressão"See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Global desta semana, Paulo Portas reage à queda de Viktor Orbán no poder na Hungria e mostra como Donald Trump se está a tornar “tóxico” para os eleitorados europeus.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Global desta semana, Paulo Portas analisa o conflito no Médio Oriente e o comportamento da administração norte-americana durante a guerra contra o Irão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Global desta semana, Paulo Portas faz uma análise do primeiro mês de guerra no Médio Oriente, focando na figura de Donald Trump, cuja palavra deixou de ser “compreendida nem respeitada pelos mercados”See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tinha 12 anos em 74.Vem de uma família do regime. Passou o dia 25 de abril de 74 com Paulo Portas.Conta como tudo mudou no colégio jesuíta de S. João de Brito que ambos frequentavam . Gestor, Antigo Ministro da EconomiaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No Global desta semana, Paulo Portas analisa, entre outros temas, os impactos económicos da guerra israelo-americana contra o Irão e a sucessão a Ali Khamenei.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Global desta semana, Paulo Portas analisa os resultados das eleições presidenciais, com destaque para o discurso de André Ventura, que se autoproclamou "o líder da direita" após perder para António José SeguroSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Em "Global", Paulo Portas analisou a resposta do Estado ao impacto do comboio de tempestades que tem atingido o país desde o final de janeiro e sublinhou ser “inaceitável” que, no século XXI, continuem a registar-se falhas graves nas comunicações e cortes prolongados de energia em contexto de calamidadeSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A campanha para a segunda volta das presidenciais portuguesas termina esta sexta-feira, com um país dividido; entre a promessa de ordem e a defesa da democracia. A historiadora e investigadora, Raquel Varela, alerta para a ameaça representada por André Ventura, líder do partido de extrema-direita, critica a cumplicidade mediática e questiona o apoio da direita a António José Seguro, candidato apoiado pelo PS. Para a historiadora, o voto pode travar o pior, mas não cura a “pneumonia” do sistema. A campanha para a segunda volta das eleições presidenciais termina esta sexta-feira, 6 de Fevereiro, e chega ao fim com um traço comum: falou-se menos de propostas e mais de um retrato do país. Nesta segunda volta, António José Seguro procurou apresentar-se como candidato da estabilidade institucional, enquanto André Ventura tentou ocupar o lugar do choque político. Pelo meio, o debate tornou-se mais emocional do que racional, mais centrado no medo e na raiva do que numa ideia clara do futuro. É a partir desse retrato que Raquel Varela, historiadora e investigadora, faz a sua leitura. “Eu acho que nós temos que fazer perguntas porque, normalmente, são muito melhores do que as respostas”, afirma, antes de justificar porquê. “Não devemos tentar respostas fáceis, não é? (…) às vezes é preciso fazer perguntas muito difíceis a nós próprios.” A pergunta que coloca, diz, é desconfortável e obriga a rever certezas: “Porque é que a maioria dos quadros de direita do país ou do centro direita, grande parte deles apoiam António José Seguro?” Raquel Varela sublinha que esta questão entra em choque com hipóteses que vinham a ser formuladas. “Isto é um contrassenso face àquilo que pessoas, como eu tinham dito há meses e há anos”, diz, referindo-se à ideia de que as classes dirigentes portuguesas estariam a apoiar “alguma solução de tipo fascista ou bonapartista”, isto é, “alguma forma de restrição dos direitos, liberdades e garantias”. E acrescenta, sem fugir à revisão: “Como é que eu posso responder a esta pergunta difícil (…) que me mobiliza também aquilo que eu pensava? Estava errada.” Para a historiadora, a própria análise política exige aceitar a possibilidade do erro: “Nós erramos em ciências sociais são apostas, são hipóteses.” A dúvida sobre a estratégia das classes dirigentes não altera, porém, a certeza sobre André Ventura. “Não tenho dúvidas absolutamente nenhumas de que André Ventura representa uma ameaça à democracia”, afirma. E reforça a caracterização: “Mais do que uma ameaça à democracia, é um partido de caráter fascista.” Raquel Varela aponta ainda o que considera ser o início de um processo mais amplo: “É uma ameaça aos direitos do trabalho e a violência contra os imigrantes é só o início da violência contra os trabalhadores em geral”, referindo o caso norte-americano: “Como se viu com o ICE e a milícia de Donald Trump nos Estados Unidos.” Raquel Varela enquadra esse crescimento com uma crítica directa ao papel da comunicação social. “André Ventura tem sido levado ao colo por grande parte dos jornais que são detidos por empresas em Portugal”, afirma. E inclui também órgãos “dependentes do Estado”, como a televisão pública. A historiadora considera que isso é um tema interno da própria profissão: “Isso também é um debate a ter dentro do jornalismo em Portugal”, e acrescenta que o jornalismo vive “uma fase mais crítica (…) com menos capacidade de dar espaço ao dissenso.” Mas a questão decisiva, insiste, está no movimento defensivo das elites em direcção a António José Seguro. Raquel Varela descreve esse movimento como revelador. “Nós vimos agora (…) históricos da direita, do ultraliberalismo (…) e agora apoiam António José Seguro”, afirma. E dá exemplos: “Cavaco Silva apoia António José Seguro, Paulo Portas apoia António José Seguro.” A pergunta regressa: “Nós temos que perguntar porquê.” A resposta que formula, por agora, é que as classes dirigentes portuguesas “estão com enormes dificuldades em governar”. Esse medo, diz, é o medo de perder o controlo político do país. “Estas eleições revelam um grande medo das classes dirigentes perderem a mão”, afirma. E clarifica o sentido dessa expressão. “Não é perderem a mão no sentido de que vai haver um fascista a governar o país, é perderem a mão no sentido em que as classes trabalhadoras e médias perdem a paciência.” Para sustentar a leitura, Raquel Varela recorda um facto recente: um governo de direita “acabou de enfrentar uma greve geral com 3 milhões de trabalhadores”. A historiadora defende que o papel do Presidente da República não pode ser visto como decorativo num contexto destes. “Se nós temos na presidência da República alguém que não faz o contrapeso a isto, que não tem alguma capacidade de diálogo com o mundo do trabalho, nós podemos ter uma situação de tipo Donald Trump”, afirma. A comparação surge acompanhada de uma observação que, para si, revela o efeito paradoxal da radicalização do poder. “O Donald Trump fez mais pela greve geral nos Estados Unidos do que qualquer esquerda nos últimos 50 anos, porque hoje em dia fala-se em greve geral nos Estados Unidos.” A investigadora descreve o clima político como uma mobilização de afectos defensivos. “Estes afectos tristes que estão a ser mobilizados e que implicam muito medo”, diz, recuperando uma expressão do ensaísta Perry Anderson. E coloca a crise no centro do regime: “A crise de representação é das classes trabalhadoras médias e das classes dirigentes. Há uma rotura entre representantes e representados.” Para Raquel Varela, é essa rotura que explica por que razão uma campanha presidencial se transformou num confronto entre medos. Para tornar essa crise concreta, Raquel Varela recorda uma reportagem que fez esta semana em Leiria, Marinha Grande e Vieira de Leiria, depois de ventos ciclónicos terem destruído casas e infra-estruturas. A historiadora diz que a população queria ser ouvida. “Demos por nós com as pessoas a virem atrás de nós a dizer: ‘Eu quero falar'.” E as frases repetiam-se com força política. “Somos contribuintes, não somos cidadãos. Existem dois países, um país lá e nós aqui.” O “nós aqui”, sublinha, é “100 km de Lisboa” e não um lugar distante do mapa. Raquel Varela descreve o que considera ter sido “o colapso completo do Estado”. “Uma semana depois não havia sequer um sistema de construção público capaz de ter ido tapar os telhados das pessoas”, afirma. O detalhe que destaca é, para si, simbólico: “Estão a ser tapados com lonas, lonas da Iniciativa Liberal e do Chega, que é metafórico do que é que estes partidos da privatização têm a dizer às pessoas.” A falha, insiste, não foi falta de solidariedade, mas falta de capacidade material. “O que as pessoas precisam é de gruas, de guindastes, de camiões, de pedreiros, de eletricistas, de alta atenção, de respostas rápidas.” No mesmo terreno, diz, viu-se a fragilidade do populismo. “As pessoas desprezaram as políticas de André Ventura a distribuir garrafas de água”, observa. E percebeu que “isto não vai lá com comunicação.” A realidade expôs ainda um contraste decisivo em relação ao discurso anti-imigração. “Se não fossem os pedreiros brasileiros do Nepal e do Bangladesh nem lonas tinham conseguido pôr.” Uma senhora, conta, deixou uma frase que considera reveladora: “Quem está a votar no André Ventura devia ter vergonha.” E colocou uma pergunta que, para Raquel Varela, funciona como lição histórica: “Como é que vocês acham que a Alemanha e a Suíça foram reconstruídas depois da guerra? Não foi com imigrantes?” Raquel Varela aponta também responsabilidades aos partidos de esquerda. “Penso que há uma enorme responsabilidade nos partidos de esquerda que tiveram muito medo de ser radicais”, afirma. E explica o que entende por esse medo: “Tiveram muito medo de questionar o sistema, de questionar este balcão de negócios privados que é o estado.” Na sua leitura, a esquerda seguiu políticas que considera destrutivas. “Foram atrás das políticas da União Europeia de elevação da dívida pública, de destruição do emprego público e assistencialistas.” O resultado, diz, foi uma esquerda reduzida a uma diferença mínima. “A diferença hoje em dia entre a esquerda e a direita que teve no governo é se há mais ou menos assistencialismo. Isso não faz uma política de esquerda.” A faltarem dois dias para a segunda volta das eleições, Raquel Varela recusa a ideia de que a escolha resolva o problema. “Eu acho que sobreviveu uma vez mais”, afirma, referindo-se à democracia. E deixa claro o sentido de um voto em António José Seguro contra André Ventura. “Quem quer que vá votar a António José Seguro contra André Ventura tem que saber que está a votar para impedir André Ventura de chegar, não está a votar para criar um sistema político e social que nos impeça os André Venturas desta vida.” A metáfora final fecha a sua leitura: “É o idêntico a tomar uns antipiréticos numa pneumonia”, um gesto que pode ser necessário no imediato, mas que exige um passo seguinte: “ir rapidamente resolver o problema da pneumonia.”
"Global" é uma rubrica semanal de Paulo Portas no Jornal Nacional da TVISee omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma cola poderosíssima. Consegue colar do mesmo lado da barricada políticos tão distantes como Paulo Portas e Cavaco e Catarina Martins ou António Filipe. E um debate ainda pode mudar as eleições?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Amigos amigos, mas partidos à parte. Paulo Núncio e Paulo Portas, numa altura em que as declarações do sentido de voto continuam a surgir, apresentaram duas faces possíveis dentro do CDS. De um lado, o apoio ao candidato a António José Seguro é claro. Do outro, uma abstenção de demonstrar qualquer apoio a um dos candidatos. Que consequências podem advir destas e de outras manifestações de apoio sobre a candidatura do vencedor da primeira volta? Ouça a análise de Cecília Meireles e de Miguel Prata Roque na versão podcast do programa Linhas Vermelhas, emitido na SIC Notícias a 26 de janeiro. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aqui See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em contagem decrescente para o arranque oficial da campanha para a segunda volta das presidenciais, continuam a ser anunciados apoios a António José Seguro. Nesta segunda-feira, foi a vez de o antigo Presidente da República Aníbal Cavaco Silva declarar que votará no antigo líder do PS no dia 8 de Fevereiro. O antigo chefe de Estado destacou que Seguro é “uma pessoa honesta e educada” e que “os portugueses podem, portanto, inferir com facilidade e sem margem para dúvidas” que o voto do também antigo líder do PSD será em António José Seguro. Cavaco Silva junta-se assim a Paulo Portas, líder histórico do CDS, que na noite de domingo disse escolher o “candidato moderado”, uma vez que sabe “muito bem desde o início em quem nunca votaria para Presidente da República”. Já André Ventura não tem conseguido novos apoios para além da sua base eleitoral tradicional.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Paulo Portas sai em defesa de António José Seguro. Soma-se a uma lista de nomes em que alguns não acrescentam, subtraem. André Ventura podia usar isso a seu favor, mas escolhe a "campanha fácil".See omnystudio.com/listener for privacy information.
"Global" é uma rubrica semanal de Paulo Portas no Jornal Nacional da TVISee omnystudio.com/listener for privacy information.
No seu habitual espaço de comentário, Paulo Portas analisou o que pode significar a reunião entre Trump e Zelensky para o futuro da Ucrânia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Global desta semana, Paulo Portas debruça-se sobre a guerra entre Elon Musk e as organizações europeias, sobre as negociações a ter lugar em Berlim para a paz na Ucrânia e destaca um ato de “coragem” no meio do ataque em massa na Austrália.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Global desta semana, Paulo Portas analisa, entre outros temas, a nova Estratégia de Segurança Nacional dos EUA e a guerra na Ucrânia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No habitual espaço de comentário no Jornal Nacional, Paulo Portas analisou a tensão entre EUA e Venezuela, as negociações para o fim da guerra na Ucrânia e as recentes polémicas a envolver o núcleo duro de Zelensky.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Global deste domingo, Paulo Portas debruça-se sobre o plano de paz elaborado por Washington e Moscovo, para a Ucrânia. O comentador da TVI traz outros temas para cima da mesa, como a relação entre os EUA e a Arábia Saudita, bem como o futuro da inteligência artificial. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Paulo Portas é o “tipo”, “imagina” (quase) candidato à presidência? E ainda, os políticos que estão a dar tudo para conquistar os mais novos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste Global, Paulo Portas fala sobre a greve geral em Portugal, lembrando que “ameaças públicas” não costumam conduzir a avanços nas negociações. Dedica-se depois aos novos episódios protagonizados por Donald Trump, incluindo o seu “falhanço” na política de tarifas. E, depois de um alerta sobre como as nossas perceções sobre migrações são moldadas, dedica-se à guerra na Ucrânia: aí houve um “míssil que veio de dentro do governo ucraniano”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No seu habitual espaço de comentário, Paulo Portas olhou para os Estados Unidos da América, onde as coisas aparentam não estar a correr bem para o presidente Donald Trump.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No seu habitual espaço de comentário no Jornal Nacional da TVI, Paulo Portas começou por identificar o “obstáculo dentro da Europa” para a Ucrânia se financiar com ativos russos e considera que “a Europa, na Hora H, falhou àquele que é o seu principal problema de segurança”. Houve ainda espaço para uma homenagem a Francisco Pinto Balsemão e para levantar “dúvidas” sobre o tão falado assalto ao Louvre.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No seu habitual espaço de comentário no Jornal Nacional da TVI, Paulo Portas explicou como a escolha da Hungria como a localização do encontro entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o seu homólogo russo, Vladimir Putin pode ser um embaraço para a União Europeia. O comentador analisou ainda a tensão entre Donald Trump e a China.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Comentário semanal de Paulo Portas, no Jornal Nacional da TVI.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No comentário semanal no Jornal Nacional da TVI, Paulo Portas analisou o plano de paz de Trump para o Médio Oriente, uma derrota surpreendente de Putin e a crise política nos Estados Unidos da América.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No comentário semanal no Jornal Nacional da TVI, Paulo Portas analisou as incursões russas na Europa e o fim de um tabu que pode mudar o rumo da guerra na Ucrânia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O mundo está complicado, mas Paulo Portas acredita que tudo começou “no algoritmo”. Em Porque Falha o Estado?, o ex-vice-primeiro-ministro fala das virtudes de um mundo interdependente, que parece em risco, e sobretudo das virtudes desaparecidas com as redes (“O bom-senso é o bem mais raro do mercado”). Lamenta que os três problemas decisivos “não ocupem nem 5% do espaço público das discussões”. Mas mantém algum otimismo: a contra-globalização não vencerá.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nuno Melo não tem pressa, mas não é por falta de opções: apoiar o almirante, mostrar lealdade ao PSD ou esperar que a tal figura da mesma família política avance: alô, Paulo Portas?See omnystudio.com/listener for privacy information.
As declarações de Marques Mendes ao Expresso, afirmando que “Portugal merece um bom combate”, deixam o ex-líder do PSD com cada vez menos espaço de recuo e tornam cada vez mais provável que o combate se trave também entre Gouveia e Melo e ele. Só que a direita pode ainda vir a ter mais dois ou três candidatos. O mais difícil será sempre o avanço de Paulo Portas, ex-líder do CDS, mas Chega e IL deverão ter candidato. Neste episódio, conversamos com o jornalista João Pedro Henriques, que falou com o comentador da SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Presidenciais VS. presidenciáveis. Com a recusa em continuar à frente da Marinha, Gouveia e Melo deu início à corrida e fez acelerar os calendários. Apesar de aparecer como favorito nas sondagens, aquilo que pensa ou o que quer permanece um mistério. À direita: Luís Marques Mendes, José Aguiar Branco, Pedro Passos Coelho e Paulo Portas. À esquerda: Mário Centeno, António Vitorino e António José Seguro. São muitos os nomes em cima da mesa das próximas eleições. Ouça a análise de Pedro Santana Lopes (Ex-líder do PSD, Presidente da C.M.figueira da Foz), Miguel Relvas (Ex-Ministro de Pedro Passos Coelho), Sebastião Bugalho (Eurodeputado) e Vitalino Canas (Ex-Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, dos governos de António Guterres) na emissão semanal do programa Expresso da Meia-noite, transmitido na SIC Notícias a 29 de novembro. Moderação a cargo de Bernardo Ferrão e Ângela Silva.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alberto Gonçalves comenta as declarações de Paulo Portas à indigitação da RFK Jr. para Secretário da Saúde dos EUASee omnystudio.com/listener for privacy information.
Paulo Portas explicou que ele e Passos Coelho olhavam para a troika de forma diferente.