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Linee Mondiali - Episodio 7 Gruppo G: Belgio, Egitto, Iran e Nuova Zelanda Il Belgio arriva al Mondiale con la sensazione che il suo miglior momento sia passato, senza tuttavia lasciare realmente il segno. La generazione dorata, quella che è arrivata 3° nel 2018, non c'è più. Al suo posto una squadra dove ancora sono decisivi De Bruyne, Lukaku e Courtois, ma senza più il piglio di un tempo. Rimane una squadra forte, piena di talento, con meno ambizioni ma forse più leggera. Economicamente il Belgio è un paese molto importante, il porto di Anversa è tra i più importanti del mondo ed è al centro delle dinamiche politiche ed economiche dell'Europa. Internamente però è molto diviso tra le sue varie etnie, cosa che genera una situazione politica di non facile lettura. (Il soprannome della nazionale è "Diavoli Rossi" e non "Furie Rosse", come si dice erroneamente). L'Egitto è la nazionale più vincente del calcio africano, ma al mondiale non ha mai ottenuto gran ché. La squadra ha in Salah il suo simbolo sportivo e umano, il giocatore più importante del calcio arabo, icona totale della Nazione. Gli egiziani amano molto il loro paese e la loro storia, e quindi anche la Nazionale, nella quale trasmettono tutto il loro orgoglio. Il paese però vive una condizione complessa, con il potere nelle mani autoritarie di Al Sisi, l'ex generale che governa secondo schemi dittatoriali, reprimendo il dissenso. L'Egitto ha una posizione strategica molto importante per tutte le dinamiche geopolitiche del medio oriente, e spera di vivere un mondiale importante L'Iran è la squadra più attenzionata del Mondiale, che gioca all'interno di un paese che ha dichiarato gu377a al proprio. Arriva al Mondiale tra mille tensioni e polemiche, ha chiesto di giocare in Messico ma gli è stato negato, e vive in condizione di isolamento nel suo ritiro. La gu377a sta condizionando la vita del paese, finito al centro di tutti i discorsi mondiali che riguardano l'economia e la sicurezza. Dopo la morte di Ali Khameni, il potere è passato al figlio, anche se a reggere il paese sono nei fatti i militari Pasdaran. L'Iran è un paese ricco di risorse, molto grande e popoloso, ma dove la gente vive repressa e in costante difficoltà. La Nuova Zelanda è sinonimo di tutti, sportivamente parlando, del rugby, con gli All Blacks, ma anche gli All Whites, il soprannome della nazionale maschile di calcio, riescono a qualificarsi al Mondiale. È la terza volta nella storia, dopo il 1982 e il 2010, dove non hanno perso neanche una partita, pur venendo eliminati al girone. Sono un paese stabile e con solide istituzioni, dove però i costi della vita sono diventati un problema, tanto che sempre più giovani stanno lasciando il paese per andare soprattutto in Australia. Al mondiale non hanno niente da perdere, sono abituati a farsi i fatti loro, ma proprio per questo possono essere un avversario molto scomodo. ---------------------------------------------------------------------- Segui Linee anche su Instagram e TikTok! Questo è il sito ufficiale Questo il canale Youtube Il LINK per iscriverti alla newsletter è QUESTO QUI il link al questionario per aiutare Linee a migliorare Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
El crédito privado vuelve a generar inquietud en los mercados financieros. Blackstone ha decidido restringir la recompra de participaciones de su principal fondo, Blackstone Private Credit Fund, hasta el 5%, tras recibir peticiones de reembolso cercanas al 10%. Durante el primer trimestre, el vehículo había podido satisfacer todas las solicitudes sin dificultades. Internamente, la firma ya había considerado elevar ese límite hasta el 7%, que suele ser el umbral habitual en este tipo de productos. A este movimiento se suma lo realizado por Cliffwater, que también optó por limitar los reembolsos al 5% en su Corporate Lending Fund, con un patrimonio de unos 31.000 millones de dólares. En este caso, las solicitudes alcanzaron aproximadamente el 17%, superando ampliamente los niveles previstos. Su consejero delegado, Stephen Nesbitt, explicó en una carta a los inversores que la medida busca mantener una liquidez periódica coherente con la estrategia a largo plazo y con la naturaleza de los activos subyacentes. Esta tendencia no es aislada, ya que en los últimos meses varias gestoras han aplicado restricciones similares en sus fondos más relevantes. La situación comenzó a preocupar a figuras destacadas del ámbito económico. En octubre de 2025, Jamie Dimon popularizó la expresión “cucarachas negras” para advertir de riesgos ocultos, señalando que cuando aparece un problema es probable que existan más. Posteriormente, en abril, avisó de que en un futuro ciclo crediticio las pérdidas en préstamos apalancados podrían ser superiores a lo anticipado. Otros expertos, como Jeffrey Gundlach de DoubleLine Capital, han descrito el sector como un “salvaje oeste”, llegando a compararlo con la crisis financiera de 2008. Grandes firmas como Apollo, Ares o KKR también han adoptado medidas de contención. Entre las más afectadas destaca Blue Owl Capital, cuyas acciones han caído con fuerza desde 2025. en 2026 ha perdido cerca del 40% de su valor, en un contexto de fuertes solicitudes de retirada que obligaron a imponer límites estrictos.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (14): O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, convocou uma reunião de emergência da pré-campanha após reportagem do Intercept Brasil revelar negociações com o banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo a publicação, o senador teria solicitado US$ 24 milhões para financiar um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. O encontro ocorreu no QG da campanha em Brasília. O caso aumentou a pressão sobre a pré-candidatura. Fernando Haddad afirmou que Luiz Inácio Lula da Silva “corrigiu o rumo” ao rever a chamada taxa das blusinhas. Segundo Haddad, Lula sempre foi contrário à medida, mas acabou cedendo à pressão de governadores e parlamentares. A declaração foi feita durante evento do Direitos Já! Fórum pela Democracia, em São Paulo. O ministro disse que o presidente retomou a posição que defendia desde o início. O Partido dos Trabalhadores prepara uma ofensiva nas redes sociais contra Flávio Bolsonaro após a divulgação dos áudios envolvendo Daniel Vorcaro. Internamente, integrantes da sigla classificaram o episódio como uma “grata surpresa”. A estratégia é associar a imagem do senador a denúncias de corrupção e relembrar casos antigos, como rachadinhas e suspeitas envolvendo a Kopenhagen. O partido também incentivou militantes a ampliarem o alcance das publicações. A Polícia Federal prendeu Henrique Vorcaro durante nova fase da Operação Compliance Zero, em Belo Horizonte. A investigação apura fraudes financeiras ligadas ao Banco Master. A operação também mira aliados de Luiz Phillipi Mourão, apontado como sicário de Daniel Vorcaro. O foco agora é aprofundar apurações sobre intimidação, coerção e invasão de dispositivos informáticos. Aliados de Flávio Bolsonaro avaliam estratégias após a divulgação dos áudios envolvendo Daniel Vorcaro. Integrantes da pré-campanha classificaram o episódio como “muito ruim” e “uma infelicidade”. O principal desgaste ocorre porque o senador vinha negando qualquer relação próxima com Vorcaro. As mensagens divulgadas contradizem o discurso adotado até então. O Intercept Brasil revelou que Flávio Bolsonaro pediu dinheiro a Daniel Vorcaro para financiar o filme “Dark Horse”, sobre Jair Bolsonaro. Segundo a reportagem, Vorcaro teria pago R$ 61 milhões para a produção entre fevereiro e maio de 2025. Parte dos recursos foi enviada para um fundo nos Estados Unidos ligado a aliados de Eduardo Bolsonaro. O caso ganhou repercussão internacional. Pesquisa do instituto Gerp mostra que Flávio Bolsonaro venceria Luiz Inácio Lula da Silva em um eventual segundo turno presidencial. O levantamento foi realizado antes da divulgação dos áudios envolvendo Daniel Vorcaro. No cenário estimulado, Flávio aparece com 50% das intenções de voto, contra 43% de Lula. Outros 5% disseram não votar em nenhum dos dois candidatos. O pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, comentou os áudios envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro. Haddad relembrou uma fala de 2024, quando afirmou que as investigações da Receita Federal chegariam a quem “efetivamente rouba o Brasil”. A declaração foi dada após a divulgação do caso pelo Intercept Brasil. O ministro reforçou críticas à condução financeira do grupo ligado ao senador. O secretário de Energia dos Estados Unidos, Chris Wright, afirmou que o Irã está “assustadoramente perto” de desenvolver armas nucleares. Durante audiência no Senado americano, ele disse que o país poderia enriquecer urânio suficiente para armamentos em poucas semanas. A declaração aumenta a pressão internacional sobre Teerã. O tema volta ao centro das preocupações globais de segurança. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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No rescaldo do jantar dos correspondentes da Casa Branca, Nuno Rogeiro analisa a tentativa de intrusão armada que agitou Washington: “A principal falha foi na prevenção.” Um homem da Califórnia conseguiu entrar com armas num hotel a menos de dois quilómetros da Casa Branca, onde se encontravam reunidos membros do governo, do Congresso, grandes empresários e figuras dos media. O FBI investiga sem ainda estabelecer uma ligação a grupos organizados ou ideologia definida. No Médio Oriente, as negociações entre os EUA e o Irão falharam em Islamabade, com as equipas americanas já há dez dias no Paquistão à espera de um acordo que não chegou. Nuno Rogeiro avalia ainda o estado do poder aeronaval americano no Golfo, com múltiplos porta-aviões em posição, e revela o desgaste significativo do arsenal americano: “Já foram gastos pelo menos 50% dos mísseis Tomahawk neste teatro de operações.” Internamente, o Irão debate-se com um bloqueio naval asfixiante, uma carta confidencial dos seus próprios líderes a alertar Khamenei para o desastre económico, e curiosos argumentos esotéricos para justificar a ausência pública do Líder Supremo. Por fim, no contexto do 25 de abril, uma entrevista aprofundada sobre as FP-25, com João Paulo Ventura, da Polícia Judiciária. O Leste/Oeste foi emitido na SIC Notícias a 26 de abril. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aqui * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.
Rejeição ao governo de Donald Trump chega a 63% com guerra do Irã e pressão econômica. Eleições de meio de mandato podem pressionar o governo dos EUA para encontrar uma solução ao conflito.
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Nesta semana olhamos para um tema que começa a ganhar outra camada de complexidade: como é que a AI começa a sair do domínio puramente digital e a infiltrar-se em sistemas reais da biologia à infraestrutura.Começamos pela interseção com o mundo físico. A parceria entre OpenAI e a Novo Nordisk mostra um shift importante: AI deixa de ser apenas tooling horizontal e passa a integrar diretamente cadeias de valor críticas, como a descoberta de fármacos. Aqui, a vantagem já não está só no modelo, mas na capacidade de combinar dados proprietários, contexto científico e execução no mundo real.Depois, o tema da infraestrutura. O crescimento da AI está a começar a bater em limites físicos — energia, capacidade computacional e supply chains. A narrativa de escala infinita começa a dar lugar a trade-offs muito concretos, onde eficiência, acesso a recursos e localização passam a ser variáveis estratégicas. Não é só quem tem o melhor modelo, é quem consegue mantê-lo a correr.Passamos também pela dinâmica competitiva. Internamente, empresas como a OpenAI reconhecem que a vantagem é cada vez mais frágil, com concorrência a intensificar-se em múltiplas frentes — modelos, distribuição e integração. Ao mesmo tempo, o posicionamento de players como a Anthropic reforça a ideia de que estamos a entrar numa fase mais estruturada, onde diferenciação já não é apenas técnica, mas também organizacional e estratégica.Mas o impacto não fica pelo lado económico. À medida que estes sistemas se tornam mais presentes, começam a surgir fricções sociais e culturais — desde questões de segurança pessoal até à redefinição de processos criativos. A relação entre humanos e AI deixa de ser abstrata e passa a ter consequências diretas no quotidiano, tanto em risco como em produção cultural.Por fim, um ponto mais silencioso mas relevante: o papel das grandes estruturas — sejam empresas, estados ou mercados financeiros — na forma como este ecossistema evolui. Entre regulação, investimento e controlo de recursos, começa a ficar claro que o futuro da AI não vai ser definido apenas por inovação tecnológica, mas por quem consegue alinhar tecnologia com poder institucional.Entre outros temas.Links:AI e aplicações no mundo real:https://www.wsj.com/tech/ai/novo-nordisk-and-openai-partner-to-speed-drug-discovery-864929fcInfraestrutura, energia e limites físicos:https://www.wsj.com/tech/ai/ai-is-using-so-much-energy-that-computing-firepower-is-running-out-156e5c85Competição e dinâmica de mercado:https://www.theverge.com/ai-artificial-intelligence/911118/openai-memo-cro-ai-competition-anthropicImpacto social e segurança:https://www.theverge.com/ai-artificial-intelligence/911778/ai-violence-sam-altman-homeCriatividade e cultura:https://www.theverge.com/ai-artificial-intelligence/910460/new-yorker-david-szauder-illustration-generative-aiMercados, política e estrutura:https://www.ft.com/content/04ac7917-940b-4606-be5f-9eb895a7d982?syn-25a6b1a6=1https://www.ft.com/content/02107c23-6c7a-4c19-b8e2-b45f4bb9ce5f?syn-25a6b1a6=1https://www.ft.com/content/cf3d62e0-1b6c-4e69-b5f7-facaca586dbf?syn-25a6b1a6=1https://www.ft.com/content/abb93a6f-9060-4095-8045-84b97d394a4c?syn-25a6b1a6=1
OpenAI cierra Sora por costos, estrategia empresarial y presión competitiva en inteligencia artificial generativa de videoPor Félix Riaño @LocutorCoOpenAI va a cerrar Sora, su app de video con inteligencia artificial, por costos altos y cambios estratégicos.OpenAI tomó una decisión que sorprende a toda la industria tecnológica: va a cerrar Sora, su aplicación para crear videos con inteligencia artificial. Esta app había crecido muy rápido desde su lanzamiento en septiembre de 2025, incluso llegó a ser una de las más descargadas en iPhone. Pero ese impulso inicial no se mantuvo. Los usuarios comenzaron a perder interés y el uso bajó con el tiempo. Además, crear videos con inteligencia artificial cuesta muchísimo dinero en servidores y energía. Al mismo tiempo, OpenAI está reorganizando sus prioridades para enfocarse en productos que generen ingresos más estables, sobre todo en el mercado empresarial. ¿Qué pasó realmente con Sora? ¿Y qué nos dice este cierre sobre el futuro de la inteligencia artificial?La revolución creativa prometida no logró sostenerse económicamenteSora nació como una de las apuestas más ambiciosas de OpenAI. Permitía crear videos realistas a partir de texto, algo que parecía sacado de ciencia ficción. Los usuarios podían generar escenas completas, incluirse a sí mismos como personajes y compartir los resultados en un feed parecido a TikTok. En pocos días, la app se volvió viral. Alcanzó millones de descargas y empezó a circular contenido por todas partes.Pero había señales de alerta desde el inicio. Muchos videos eran extraños, confusos o directamente perturbadores. También aparecieron problemas con derechos de autor, porque algunas creaciones incluían personajes o estilos protegidos. Incluso hubo preocupación por la desinformación, ya que era posible generar escenas falsas muy convincentes.A pesar del entusiasmo inicial, el uso empezó a bajar. Para febrero de 2026, las descargas habían caído a cerca de un millón mensual, muy por debajo de su pico anterior. Eso marcó el inicio de una caída que OpenAI no pudo revertir.El problema principal de Sora fue económico. Generar video con inteligencia artificial requiere una cantidad enorme de poder computacional. Esto se traduce en costos muy altos. Algunas estimaciones hablaban de millones de dólares diarios solo para mantener el sistema funcionando. En ese contexto, Sora no tenía un modelo claro de ingresos que compensara ese gasto.A esto se suma un problema estratégico. OpenAI ha lanzado muchos productos en poco tiempo: apps, funciones dentro de ChatGPT, herramientas de compra, intentos de hardware y más. Esa dispersión ha hecho que la empresa pierda foco. Internamente, se reconoció que estaban trabajando en demasiadas cosas al mismo tiempo.También hay presión competitiva. Empresas como Anthropic han logrado crecer con una estrategia más concreta: ofrecer herramientas de productividad para empresas. Ese enfoque ha demostrado generar ingresos más sólidos. OpenAI ahora quiere seguir ese camino.Y hay otro factor importante: el contenido generado por Sora. Muchas personas lo veían como “ruido digital” o contenido de baja calidad. Aunque se volvía viral, no siempre generaba valor real. Eso afecta la percepción del producto y su sostenibilidad.OpenAI decidió cerrar Sora para concentrar sus recursos en áreas más rentables. La empresa quiere enfocarse en productos empresariales, como herramientas de programación y automatización. Un ejemplo es Codex, que ya supera los mil millones de dólares en ingresos anualizados.También están trabajando en una “superapp”. Esta idea busca integrar varias funciones en una sola aplicación, en lugar de tener múltiples productos separados. La meta es crear un asistente digital más completo y útil.El equipo que trabajaba en Sora no desaparece. Ahora se va a enfocar en investigación de simulación del mundo físico, algo que puede ayudar en robótica. Esto muestra que la tecnología de video no desaparece del todo, pero cambia de propósito.El acuerdo con The Walt Disney Company también se cae. Disney había planeado invertir mil millones de dólares y permitir el uso de sus personajes. Ese plan ya no sigue adelante.OpenAI está preparando su salida a bolsa. Para lograrlo, necesita mostrar orden, enfoque y capacidad de generar ingresos. El cierre de Sora es parte de ese ajuste.El caso de Sora muestra algo importante sobre la inteligencia artificial actual: no todo lo que es impresionante técnicamente es viable como negocio. Crear texto con IA es relativamente barato. Crear video es mucho más costoso porque requiere procesar más datos, más frames por segundo y más detalle visual.OpenAI ya había mostrado señales de cambios rápidos en su estrategia. Ha lanzado y cerrado funciones en poco tiempo. También ha cambiado su postura frente a temas como publicidad o contenido sensible.Mientras tanto, competidores avanzan con enfoques más definidos. Anthropic se ha centrado en herramientas para empresas. Google sigue desarrollando modelos de video y mantiene su ecosistema fuerte. Nvidia sigue dominando el mercado de chips necesarios para estas tecnologías.En paralelo, la industria del entretenimiento sigue preocupada por el uso de inteligencia artificial. Estudios y creadores temen que estas herramientas reemplacen trabajos o usen contenido sin permiso. Esto ha generado demandas y tensiones legales.Sora también deja una lección sobre el comportamiento de los usuarios. Aunque el contenido generado por IA puede ser viral, eso no garantiza que la gente quiera usar la herramienta de forma constante. La novedad atrae, pero no siempre retiene.Sora se apaga porque era costoso, dispersaba esfuerzos y no generaba ingresos claros. OpenAI va a enfocarse en negocios más sostenibles. ¿Te gustaría usar herramientas así o ya te cansan? Cuéntamelo. Y sigue Flash Diario para entender la tecnología cada día.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/flash-diario-de-el-siglo-21-es-hoy--5835407/support.⚡️
La guerra en Ucrania entra en su cuarto año desde el 24 de febrero de 2022, transformándose en una tragedia humana con miles de muertos y desplazados. En el ámbito internacional, Ucrania enfrenta un panorama complejo: mientras el apoyo de EE.UU. disminuye, la UE sigue respaldándola. Internamente, Zelenski lidia con la caída de su popularidad y las acusaciones de corrupción. ¿Cómo ha cambiado el equilibrio geopolítico y qué opciones existen ahora? Es nuestro tema de discusión en El Debate.
La borrasca Oriana azota la península con lluvias y fuertes vientos. La ausencia de Pedro Sánchez en una reunión previa a la cumbre europea en un castillo belga genera controversia. Mientras diecinueve países asistían, los medios españoles debaten si fue excluido o no acudió deliberadamente. El Gobierno acusa a Italia de socavar principios de la UE, interpretándose el episodio como una "sanchistada" para confrontar a Meloni y obtener rédito político interno, aunque perjudica la imagen de España en Europa. Internamente, Óscar López, cercano a Sánchez, es criticado por culpar a Javier Lambán del fracaso electoral del PSOE en Aragón, desatando polémica. Esto, junto al caso Ábalos y Koldo por las mascarillas, evidencia las tensiones en el partido. El precio medio del alquiler en España se disparó un 46% en cinco años, con incrementos del 80% en Madrid. Preocupa el espionaje del teléfono de Pedro Sánchez con Pegasus por Marruecos, asunto grave sin esclarecer que cuestiona la política ...
El anticiclón de las Azores se acerca el lunes, mientras la borrasca Oriana trae lluvias, nieve, fuertes vientos y un descenso de temperaturas. Pedro Sánchez genera controversia por su ausencia en una reunión previa a la cumbre europea. Se le acusa de buscar la confrontación con Meloni para una imagen progresista, lo que margina a España de decisiones cruciales y es contraproducente para la defensa europea y las relaciones transatlánticas, tema clave en Múnich. José Luis Ábalos, figura central del sanchismo, comparece en el Tribunal Supremo con sus defensas rechazadas, simbolizando al sanchismo en el banquillo, mientras el PSOE se distancia. Internamente, Emiliano García Paje reclama adelantar las generales, y Óscar López culpa a Javier Lambán (fallecido) de la derrota de Pilar Alegría en Aragón, evidenciando profundas divisiones en el PSOE. El Congreso aprueba la ley de multirreincidencia. VOX adopta una estrategia inflexible en Extremadura, pidiendo consejerías imposibles que ...
No episódio de hoje, apresentamos o resumo dos principais fatores que devem movimentar os mercados de soja, milho, café e boi gordo nesta primeira semana de fevereiro.Destaques do episódio:
Conversas com as Entidades sobre temas diversos
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (07): O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (06) que o governo interino da Venezuela concordou em entregar entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo de alta qualidade ao país americano, reforçando um acordo energético em meio à crise política na nação sul-americana. O anúncio ocorre poucos dias após uma ofensiva militar dos EUA na Venezuela que resultou na captura do ditador Nicolás Maduro. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seus assessores estão discutindo opções para adquirir a Groenlândia, segundo informou a Casa Branca nesta terça-feira (06). Em comunicado oficial, o governo americano afirmou que todas as alternativas seguem em análise, incluindo o uso das Forças Armadas. A Argentina pediu nesta segunda-feira (05) às autoridades americanas a extradição do presidente venezuelano Nicolás Maduro, atualmente detido nos Estados Unidos, para que ele seja julgado por crimes contra os direitos humanos e crimes contra a humanidade em um processo que tramita na Justiça argentina desde 2023. A União Europeia deu um passo decisivo para a assinatura do acordo de livre comércio com o Mercosul após a Comissão Europeia conquistar o apoio considerado crucial da Itália nesta terça-feira (06). Aposentados e pensionistas que sofreram descontos indevidos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) têm até o dia 14 de fevereiro para solicitar o ressarcimento, segundo anunciou o presidente do órgão, Gilberto Waller. De acordo com o instituto, cerca de 6,2 milhões de beneficiários já contestaram cobranças irregulares, e 4,1 milhões foram ressarcidos até o momento, totalizando R$ 2,8 bilhões devolvidos. O Progressistas (PP) continua avançando no projeto de uma candidatura independente de Tarcísio de Freitas (Republicanos) ao Palácio dos Bandeirantes. A expectativa é que, na volta do recesso, a sigla converse com o presidente nacional do União Brasil, Antônio Rueda, a respeito do assunto. Internamente, dentro do PP, o entendimento é que não será difícil convencer Rueda do desembarque de Tarcísio, já que o presidente do União sempre foi visto como alguém “mais resistente” ao apoio do nome do atual governador. A direita em São Paulo vive um momento de divisão diante da possibilidade de o senador Flávio Bolsonaro (PL) desistir ou manter a pré-candidatura à Presidência da República. Enquanto setores mais próximos ao Progressistas (PP) avaliam que o cenário dificilmente sofrerá alterações, partidos do Centrão e aliados do governador Tarcísio de Freitas acreditam que o tabuleiro político ainda pode mudar após o Carnaval. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou o deslocamento do ex-presidente Jair Bolsonaro ao Hospital DF Star, em Brasília, para a realização de exames médicos, sob escolta da Polícia Federal. Segundo o despacho, o ex-presidente relatou uma queda da cama durante a noite, com traumatismo craniano leve, tontura e lesões superficiais. Embora a equipe médica da PF tenha apontado que ele estava consciente, orientado e sem déficit neurológico, a defesa apresentou laudo particular recomendando exames urgentes, o que levou Moraes a autorizar tomografia, ressonância magnética e eletroencefalograma, com transporte discreto e vigilância integral. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
El panorama internacional presenta incertidumbres y conflictos. España, con un gobierno centrado en sí mismo, se muestra ausente internacionalmente. Donald Trump es figura central: en Ucrania, un posible acuerdo de paz implica cesiones de Zelenski y exige a Europa reforzar su defensa. Gaza sigue devastada tras la reunión de Trump con Netanyahu, con persistencia de la amenaza yihadista. Estados Unidos ataca Boko Haram en Nigeria, una crisis africana que afecta las fronteras españolas. Venezuela influye en la política nacional. Internamente, el vídeo de Pedro Sánchez en TikTok mostrando Moncloa genera críticas por desconexión. El presidente de la Conferencia Episcopal observa un cambio de época donde los poderes eluden el control. Un concejal socialista dimite por vídeo machista y se interceptan migrantes argelinos en Almería. En educación, el número de alumnos con autismo crece en España, muchos sufren violencia escolar, lo que subraya la urgencia de educar en diversidad. Israel ...
O ano de 2025 teve algumas boas notícias para o meio ambiente, e deixou um gosto de “estamos indo na boa direção, mas ainda falta muito pela frente”. Nesta retrospectiva, a RFI relembra alguns dos fatos mais importantes dos últimos 12 meses. O ano começou com uma perspectiva nada favorável para o combate às mudanças climáticas: a volta do presidente Donald Trump ao poder, que chegou a dizer que o aquecimento global é "a maior farsa" já promovida na história. Quando o maior emissor histórico de gases de efeito estufa se retira da jogada e congela os investimentos na transição energética, a preocupação era que esse retrocesso se generalizasse no resto do mundo. Em várias regiões, as populações sentem na pele os impactos do aumento da temperatura na Terra. Gustavo Loiola, especialista em Sustentabilidade e professor convidado em instituições como FGV e PUC-PR, notou que o agronegócio brasileiro, motor da economia do país, não pode mais se dar ao luxo de virar as costas para o assunto. “Não tem como não falar de clima dentro do agronegócio. O produtor rural é o primeiro a sofrer com a escassez ou o excesso de chuvas e as mudanças climáticas, que acabam afetando a produção”, indicou ele ao podcast Planeta Verde, um mês após a posse de Trump. “Impacta também o setor financeiro, que oferece crédito para o agronegócio. O risco de emprestar se torna maior, então é ilógico não olhar para esses temas”, acrescentou. Expansão das renováveis: um caminho sem volta Quem se deu bem com o recuo americano foi a sua principal concorrente, a China. Pequim já liderava a transição energética e aumentou o impulso a esta agenda mundo afora. A queda dos custos de painéis solares, baterias e outros equipamentos fundamentais para a substituição de fontes de energia altamente poluentes resultou em um ponto de inflexão em 2025: pela primeira vez, a geração de eletricidade global por fontes renováveis ultrapassou a dos combustíveis fósseis, as mais prejudiciais ao planeta. A Agência Internacional de Energia afirma que o novo recorde de expansão de renováveis será batido este ano, com mais de 750 gigawatts de capacidade adicional, sobretudo solar. Isso significa que o crescimento da demanda mundial de energia elétrica foi, principalmente, atendido por fontes limpas. Só que este desafio se mede em trilhões de watts: a expectativa é que a demanda mundial energética dispare nos próximos anos, puxada pelo desenvolvimento das tecnologias e, em especial, da inteligência artificial. A poluição digital já respondia por 4% das emissões mundiais de gases de efeito estufa por ano. O aumento das emissões de grandes empresas de tecnologia nos últimos anos comprova essa tendência. “Já temos um crescimento exponencial só nessa fase de treinamentos dos modelos de IA generativa: do número de placas gráficas utilizadas, do consumo de energia. Portanto, as emissões de gases de efeito estufa estão também em crescimento exponencial, assim como o esgotamento dos recursos abióticos, ou seja, não vivos, segue nessa mesma trajetória”, salientou Aurélie Bugeau, pesquisadora em Informática da Universidade de Bordeaux. “As empresas alertam que é um verdadeiro desafio para elas conseguirem atingir a neutralidade de carbono que era visada para 2030, afinal a IA traz novos desafios. Por isso é que esse imenso consumo de energia pode levar à reabertura de usinas nucleares, como nos Estados Unidos, sob o impulso da Microsoft”, alertou. Transição energética para quem? Em ano de COP30 no Brasil, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, a RFI também buscou ouvir as populações mais vulneráveis ao aquecimento do planeta. Nos países em desenvolvimento, a corrida pelos minerais críticos, essenciais para a eletrificação das economias – como alumínio, cobalto e lítio – causa apreensão. Toda essa discussão sobre transição energética, num contexto em que a demanda por energia só aumenta, parece até provocação aos olhos de pessoas como a maranhense Elaine da Silva Barros, integrante do Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM). Ela participou das manifestações da sociedade civil à margem da COP30, em Belém, para pedir justiça climática. "A transição energética não é para nós. O Brasil já se supre e tem uma matriz energética de renováveis”, disse. "Não faz sentido o Brasil ter que mudar a sua matriz energética para que os países europeus e os Estados Unidos possam sair dos combustíveis fósseis. Não faz sentido aumentar a mineração nos nossos territórios e aumentar a expulsão dos nossos povos deles”, argumentou. O pescador Benedito de Souza Ribeiro, 62 anos, dependeu a vida inteira do rio Amazonas para sobreviver. Ele sente não apenas os impactos das secas, que estão mais frequentes, como vê com preocupação os planos do Brasil de aumentar as exportações de minerais para a transição energética nos países desenvolvidos. “As grandes indústrias estão se instalando em nossos territórios e expulsando os nossos pescadores da área, os ribeirinhos, que vivem da pesca. Esses empreendimentos causam o aquecimento global”, denunciou. “As barragens e as mineradoras poluem os rios e os peixes, e nós ainda tomamos essa água contaminada. Isso é um prejuízo muito grande para a nossa alimentação.” COP30 e acordo sobre transição justa Para não deixar ninguém para trás, a transição energética precisa ser justa. Significa criar oportunidades de trabalho para as pessoas que dependem de setores que serão gradualmente abandonados, distribuir as novas riquezas geradas pela economia de baixo carbono, e não aprofundar as desigualdades. Essa foi uma das principais pautas do Brasil na COP30 e um dos resultados mais concretos do evento, sediado no país em 2025. A conferência decepcionou pela pouca ambição dos acordos finais, travada entre dois grupos de países com visões opostas sobre o fim da dependência dos combustíveis fósseis, ou seja, o carvão, o petróleo e o gás. “Os resultados estão muito voltados para demandas dos países mais vulneráveis e isso é muito importante porque é uma COP no Brasil, na Amazônia, um país em desenvolvimento. Foi aprovado aqui um programa de trabalho de transição justa, algo que não tinha se conseguido na última COP. Na COP29 não houve acordo”, destacou a negociadora-chefe do Brasil, Liliam Chagas, ao final do evento. “É uma das questões mais polêmicas, e era uma demanda da sociedade civil de todos os países em desenvolvimento. Esse mecanismo foi instituído, e vai ser um órgão mais permanente para que os países possam recorrer para fazer políticas de transição justa, seja para pessoas ou para infraestrutura”, salientou. Combate ao desmatamento ameaçado Internamente, o maior desafio do Brasil é acabar com o desmatamento, que responde por 80% das emissões brasileiras. Neste ano, o país teve bons resultados a comemorar: na Amazônia e no Cerrado, a devastação caiu 11% entre agosto de 2024 e julho de 2025. Na Amazônia, foi o terceiro menor nível desde 1988. Este avanço foi apontado por especialistas como uma das principais razões pelas quais o nível mundial de emissões se manteve estável em 2025, em vez de aumentar – como sempre acontece a cada ano. “O Brasil é, sem dúvida, uma referência, não só por causa da floresta, mas pelo que ele tem em termos de conhecimentos científicos a respeito do tema. O Brasil vem trabalhando com planos de redução do desmatamento desde 2004, com resultados respeitáveis”, aponta Fernanda Carvalho, doutora em Relações Internacionais e diretora de políticas climáticas da organização WWF. “Acho que o Brasil tem condições de ser a grande liderança nesse aspecto. Depende de ter vontade política.” As divergências políticas internas ameaçam essa trajetória virtuosa. A nova versão da Lei de Licenciamento Ambiental flexibiliza os procedimentos para a liberação de grandes projetos. Na prática, se a lei entrar em vigor, pode fazer o desmatamento voltar a subir no país. Análises da ONU sobre os compromissos dos países para combater o aquecimento global indicam que o mundo está avançando na direção correta, apesar dos contratempos. No entanto, o ritmo precisa ser acelerado – e a próxima década vai ser crucial para a humanidade conseguir limitar a alta das temperaturas a no máximo 1,5°C até o fim deste século.
Em Teerã, TUTAMÉIA entrevista Foad Izadi, professor de assuntos internacionais da Universidade de Teerã. Na conversa exclusiva, ele fala sobre a recuperação iraniana após os ataques dos EUA e de Israel. Diz que o país está mais preparado e fortalecido, pronto para enfrentar novas agressões. Internamente, avalia que os bombardeios em junho unificaram o país, isolando os defensores de concessões aos EUA. Trata do apoio iraniano à Palestina, das relações do Irã com Rússia, China, Brasil e Brics, das políticas de Trump para a Ásia Ocidental, especialmente com a Arábia Saudita. Examina os revezes da resistência anti-imperialista e se define como um otimista em relação ao futuro. Descreve o bombardeamento ideológico e midiático promovido pelos EUA especialmente sobre a juventude iraniana. Trata dos desafios do Irã, das oposições de esquerda, da necessidade de enfrentamento das correntes neoliberais dentro do país. Mulheres, energia nuclear, religião foram temas da entrevista, na qual ele rememorou as raízes da revolução iraniana e definiu do que é ser revolucionário atualmente.Leia a transcrição da entrevista traduzida para o português no site TUTAMÉIA. Link direto: https://tutameia.jor.br/com-bombas-tr...Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena.Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...
Entrar en el cielo 1) Cumplen: Durante mis primeros años de cura creía que todo se regía por cumplimiento, hasta tenía una hoja en donde marcaba si rezaba el rosario o la misa o la oración tal o cual. Era reducir mi vida espiritual a un mero cumplimiento, en donde mitad cumplo y mitad miento, porque capaz que lograba ser un cumplidor de normas, pero me hacía una persona dura y medidora de la gente, de si era como yo o no. Incluso hasta en mi forma de vestir y relacionarme con los demás. Era totalmente distinto, porque me mostraba rígido, pero además me escondía detrás de una sotana bien planchada y de celebrar una misa ritualísticamente perfecta, pero siempre en mi mundo, en mi globo de vida, y todo giraba ahí, en eso. Con el tiempo comprendí que la vida iba más allá de un círculo cerrado que yo mismo me había generado. 2) Roca: La fe también se alimenta de los momentos duros y difíciles, porque es en esos momentos donde la fe tiembla y en donde todo parece perdido. Recuerdo la muerte de mi papá, cuando tuve la dicha de darle la bendición final para que muriera en paz. Internamente me sentía destrozado, pero le pedí a Dios fuerzas para poder seguir, estar entero para mi mamá. La tormenta de dolor no aplacó mi fe, sino que mi fe me ayudó a seguir adelante, para salir de ese dolor, porque la fe no quita situaciones, sino que ayuda a superarlas. 3) Arena: La vida tiene sus golpes, pero no podés quedarte en lo superfluo, en creer que todo es así nomás o que Dios está para vos como “Pedidos-ya”, y que lo que necesitas te lo manda como un delivery. No podés estar todo el tiempo tomándolo a Dios como Aladino, que frotas la lámpara y te aparece Dios como un genio, para ver qué querés y cumplirte el deseo. Por tanto, sácate esa idea de que Dios viene a cumplir tus deseos, sino más bien sos vos quien tenés que tratar de entender cuál es el proyecto de Dios para tu vida y para qué te prepara o preparó Dios, porque tarde o temprano llegará ese momento. Algo bueno está por venir.
Miguel Baumgartner afirma que, se Zelensky cair, o próximo líder ucraniano poderá ter maior facilidade em negociar com Putin. Sobre a Venezuela, garante que narcotráfico é "um pretexto" para Trump. See omnystudio.com/listener for privacy information.
La consejera nacional de la UDI, Andrea Tarsiján, confirmó el trabajo inmediato de la coalición Chile Vamos en la campaña de José Antonio Kast con miras a la segunda vuelta del 14 de diciembre. La decisión se tomó luego de una reunión clave entre los presidentes de partido y el líder de Republicanos, Arturo Esquella. Internamente, la derecha tradicional enfrenta una intensa autocrítica debido a los malos resultados parlamentarios y el quinto lugar de su candidata, Evelyn Matthei.
Ouça o que movimentou o mercado nesta terça-feira.
Um dos principais desafios para a cadeia neste momento são as fibras sintéticas e ações para campanha de conscientização entre os consumidores já acontece no mundo todo.
28 DE SETEMBRO - DOMINGORef.: 1 Samuel 10.21-24
Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021
El gobierno de Javier Milei necesita un rescate. Las reformas, los recortes, los pretendidos aumentos de la eficiencia han terminado en donde siempre, en una quiebra inminente y la dependencia de otros para evitar el "default". Del FMI y, en este caso, de la siempre voluble voluntad de Donald Trump. Internamente, las cosas no le van mejor. Después de tener que ser evacuado ante una multitud que le lanzaba piedras, sufrió una importante derrota electoral en Buenos Aires. Los casos de corrupción se acumulan y afectan, supuestamente, a su propia hermana, Karina Milei, en una presunta red de sobornos en la Agencia Nacional de Discapacidad. ¿Está llegando a su fin el mandato de Javier Milei? Con Nacho Escursell y Jorge Amar. Conduce Txus Marcano.
El gobierno de Javier Milei necesita un rescate. Las reformas, los recortes, los pretendidos aumentos de la eficiencia han terminado en donde siempre, en una quiebra inminente y la dependencia de otros para evitar el "default". Del FMI y, en este caso, de la siempre voluble voluntad de Donald Trump. Internamente, las cosas no le van mejor. Después de tener que ser evacuado ante una multitud que le lanzaba piedras, sufrió una importante derrota electoral en Buenos Aires. Los casos de corrupción se acumulan y afectan, supuestamente, a su propia hermana, Karina Milei, en una presunta red de sobornos en la Agencia Nacional de Discapacidad. ¿Está llegando a su fin el mandato de Javier Milei? Con Nacho Escursell y Jorge Amar. Conduce Txus Marcano. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
El audio detalla una amplia gama de noticias. Económicamente, se destaca un aumento del 2,7% en el IPC adelantado de agosto, reflejando el encarecimiento generalizado de la vida, incluyendo el aumento del 40% en la cesta de la compra desde 2019 y el elevado coste de las vacaciones y los combustibles. Políticamente, el gobierno español cancela un contrato con Huawei. Pedro Sánchez retoma la actividad con una agenda centrada en el cambio climático y la condonación de deuda. Internamente, hay movilizaciones de funcionarios de prisiones y un incremento en delitos como las violaciones y la criminalidad virtual. En el ámbito internacional, se aborda la inversión en armamento de la OTAN y las reuniones de ministros de Defensa de la UE tras el bombardeo de Kyiv. La crisis humanitaria en Gaza, los incendios forestales que asolan España (el peor verano desde 1994) y la lenta recuperación de Valencia tras la DANA son temas destacados. Otros puntos incluyen el seguimiento de eventos deportivos ...
Donald Trump voltou a colocar o comércio internacional no centro da sua estratégia geopolítica, reacendendo disputas tarifárias e retomando negociações com alguns dos principais parceiros comerciais dos Estados Unidos. No entanto, sua abordagem, marcada por improvisos, ameaças e recuos, tem produzido mais incertezas do que consensos duradouros. Thiago de Aragão, analista político A recente reunião com o primeiro-ministro indiano Narendra Modi, na última sexta-feira (27), ilustra bem esse estilo: avanços pontuais são ofuscados por uma condução errática que dificulta previsibilidade e confiança. Ao mesmo tempo, sua postura frente à China e sua retórica diante da União Europeia indicam que, mais do que construir pontes, Trump ainda aposta em táticas de pressão unilateral como principal moeda de negociação. Uma estratégia que pode ter efeitos imediatos, mas cobra caro no longo prazo. Nas negociações com a China, Trump conseguiu uma trégua tarifária de 90 dias, evitando aumentos imediatos e abrindo espaço para discussões sobre matérias‑primas estratégicas, como as terras raras, o que, por ora, acalmou os mercados e gerou fôlego político. Ainda assim, sua estratégia de alternar ameaças e recuos, apelidada por investidores de Wall Street de “TACO Trade” (Trump Always Chickens Out), mina a credibilidade: ao impor tarifas altas, recuá-las sob pressão e depois retomá-las, ele gera instabilidade para empresas e consumidores. Com relação à Índia, Trump deixou claro que energias estão voltadas para um “acordo muito grande”, especialmente após se reunir com Narendra Modi. A Índia, por sua vez, ofereceu eliminar tarifas sobre commodities como amêndoas, pistaches e nozes, além de estender tratamento preferencial a setores estratégicos como energia, automóveis e defesa. Esse avanço mostra coordenação entre os líderes e um comprometimento bilateral. Porém, os problemas persistem. A mais recente rodada de negociações enfrentou impasses graves: divergências sobre tarifas em autopeças, aço e produtos agrícolas ameaçam bloquear o acordo com prazo até 9 de julho. Além disso, Trump pressiona por cortes profundos de tarifas indianas em soja, milho, automóveis e bebidas, exigindo também redução de barreiras não‑tarifárias, o que os indianos consideram excessivo. Sem a aprovação da TPA (Trade Promotion Authority) pelo Congresso, Trump não tem mandato claro para reduzir tarifas unilateralmente, o que fragiliza sua posição. Também há fatores internos na Índia: o partido opositor cobra maior transparência, enquanto temores sobre concessões em áreas sensíveis, como segurança fronteiriça relacionada ao Paquistão, criam tensão política. No caso da União Europeia, Trump adiou sua ameaça de tarifas de até 50% até 9 de julho, mas deixou claro que carros, aço e alumínio estão na mira. A UE, por sua vez, está aberta a negociar, mas ressalta que “all options remain on the table”, ou seja, retaliações de até € 95 bilhões estão preparadas se o acordo não for equilibrado. Internamente, Alemanha pressiona por um acordo rápido para proteger sua indústria automotiva, enquanto a França rejeita termos assimétricos, o que deixa o consenso europeu ainda instável. No fim das contas, Trump vem tentando ser eficaz ao usar a tensão tarifária como instrumento de negociação: ele pressiona parceiros e usa o tempo a seu favor. Contudo, sua inconsistência (ameaça, recua, ameaça de novo), os termos exigentes e a falta de legitimidade no processo (como no caso da Índia, sem TPA) corroem sua reputação como negociador confiável. Com Modi, houve avanços reais, mas também falhas críticas que podem estacionar o acordo. Já com a UE, o futuro depende de Trump repetir uma tática coercitiva ou partir para um compromisso mais estruturado, antes que o prazo de 9 de julho chegue sem perspectivas claras.
O episódio do IAgro Hoje de 17 de junho de 2025 mergulhou em diversos temas cruciais para o agronegócio. Iniciou discutindo a Medida Provisória 1303, que propõe tributar rendimentos de LCA e CRA a partir de 2026, gerando forte reação da CNA por temores de impacto negativo no crédito rural e aumento de juros. Em seguida, analisou o mercado de commodities: a soja se mantém firme pela demanda externa (China), apesar da previsão de safra recorde, enquanto seus derivados (óleo e farelo) sofrem com a fraca demanda interna; o milho enfrenta pressão devido à grande segunda safra; o preço do feijão varia com a qualidade; e a fécula de mandioca está com estoques altos e vendas lentas. Fatores externos, como o conflito Israel-Irã, foram mencionados pelo potencial impacto nos preços de fertilizantes (ureia). Internamente, tensões no Rio Grande do Sul foram destacadas, com protestos de produtores por renegociação de dívidas (PL320) e consequentes ações judiciais. Apesar dos desafios, o episódio apontou para uma projeção de crescimento de quase 12% no Valor Bruto da Produção (VBP) para 2025, impulsionado por café, milho e bovinos, embora culturas como arroz e feijão devam ter queda. A conversa concluiu com uma reflexão sobre a necessidade de novos modelos de financiamento e gestão de risco para o setor. O IAgro Hoje é um podcast inteiramente concebido por Inteligência Artificial. Nossa IA roteiriza e apresenta cada episódio com base em um resumo das últimas notícias do agronegócio, divulgadas pela mídia nas 24 horas anteriores.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Global deste domingo, Paulo Portas analisa a saída de Elon Musk da esfera da administração de Donald Trump, o papel da mediação norte-americana na Ucrânia, a política tarifária, o início de mandato do novo chanceler alemão, as eleições polacas e a ação de Netanyahu no Médio Oriente.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Irán ha sido testigo de uno de los momentos más complejos en la política exterior desde el final de la guerra iraní. Al mismo tiempo, lidiar con ocho frentes geopolíticos positivos, incluidos conflictos con Israel, milicias aliadas, países vecinos, crisis nacional y sociedad interna. La política externa enfocada en el “Eje de la Resistencia” y sus participaciones regionales a través de proxis como Hezbolá, Hamás, las guerrillas hutíes y otras que juran venganza contra Israel, Estados Unidos y otros actores regionales, generando para el gobierno de Irán un aumento de aislamiento y presión internacional.Internamente, Irán enfrenta riesgos por el gasto excesivo en conflictos externos en detrimento de la economía doméstica, lo que ha provocado protestas. El descontento étnico, agravado por la represión y el deterioro económico, representa una amenaza creciente. La percepción internacional de Irán como actor desestabilizador y su enfrentamiento con potencias regionales como Turquía y en el Golfo Pérsico refuerzan su aislamiento. En total, Irán experimenta al menos ocho frentes diferentes, lo cual no quiere decir que están activos en simultáneo, pero sí podría resultar en mucho trabajo si algunos de estos colapsan a la vez.Fuente: Radio Sefarad.
O advogado Fabio Calcini e o economista e matemático José Eustáquio estiveram no Conexão Campo Cidade desta semana e destacaram que a nação brasileira tem que lidar internamente com problemas importantes como inflação e política fiscal
Olga Nelly García. Programas de radio. (Podcast) - www.poderato.com/olganellygarcia
La sonrisa amable a tu dolor interno, puede aliviarlo. Sonreír a los demás es bello. Sonreirte a ti, es esencial.
Meditación del día 27 de enero de 2025 Palabra de Vida
Aimar Bretos entrevista a Juan Bravo, vicesecretario de economía del Partido Popular
“ ... desde la base hasta arriba" asegura joven cubano desde la capital de la isla.
El Samsung Galaxy A35 cuenta con una pantalla Super AMOLED de 6.6 pulgadas con tasa de refresco de 120Hz. Internamente cuenta con el procesador Exynos 1380 junto con 8GB de RAM y hasta 256GB de almacenamiento, sumado una batería de 5000 mAh con soporte para carga rápida de 25w. En cuanto a fotografía, el Galaxy A35 tiene una cámara triple en su posterior con un sensor principal de 50MP y una cámara selfie al frente de 13MP, completando sus características con lector de huellas bajo pantalla, parlantes stereo y resistencia al polvo y agua IP67. Muy pronto el informe completo con las pruebas del equipo, desde nuestra web www.infosertec.com.ar
Morning Call | Mercado em 15 minutos destaca que o dólar atingiu R$ 5,86 na semana passada, a maior cotação em mais de 4 anos. A proximidade das eleições presidenciais nos EUA aumenta a aversão ao risco, fortalecendo o dólar frente a moedas emergentes. Internamente, a falta de clareza sobre medidas fiscais reforça a desconfiança dos investidores e a Bolsa de Valores de SP sofre os impactos dissoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
“No hay bloqueo”, asegura joven cubano desde la capital de la isla.
O ataque contra um comboio na Faixa de Gaza matou 7 agentes humanitários de uma ONG internacional e aumentou a pressão sob o primeiro-ministro israelense. “Acontece em uma guerra”, disse Benjamin Netanyahu, ao falar sobre a ação. Agora até os Estados Unidos, um aliado histórico de Israel, questiona a condução da ofensiva israelense na Faixa de Gaza. Internamente, os protestos contra o governo crescem depois de um período de apoio ao premiê - antes dos ataques do Hamas, a figura de Netanyahu foi alvo de protestos por tentar uma reforma no Judiciário. Seis meses depois do início da guerra e sem a libertação total dos reféns sob poder do Hamas, a população israelense voltou às ruas para pedir novas eleições. Para entender as pressões contra o primeiro-ministro de Israel, e como a turbulência política afeta o futuro do conflito na Faixa de Gaza, Natuza Nery conversa com João Koatz Miragaya, mestre em história pela Universidade de Tel Aviv e colaborador do Instituto Brasil-Israel. Direto de Yiad, comunidade ao norte de Israel, João relata como o premiê está em situação crítica internamente – com sua coalizão de governo em risco. Para ele, a situação de Netanyahu é “desconfortável”, sem poder atender as demandas tanto de sua base governista quanto da oposição. E externamente, com a comunidade internacional pressionando por um cessar-fogo.
Entrevista en video ▶Sergi es doctor, máster y licenciado en psicología por la Universidad de Barcelona. Es docente y coach personal con especialidad en terapia de aceptación y compromiso, psicología energética y estimulación bilateral. Además es autor de "La belleza de la rareza".
Leitura bíblica do dia: Josué 1:1-9 Plano de leitura anual: Levítico 23-24; Marcos 1:1-22; Durante nosso tour por um porta-aviões, um piloto de caça explicou que os aviões precisam de um vento de 56 quilômetros por hora para decolar em uma pista curta. Para alcançar essa brisa constante, o capitão transforma sua nave em vento. “O vento não deveria vir do fundo do avião?” perguntei. O piloto respondeu: “Não. Os jatos devem voar contra o vento. Essa é a única maneira de conseguir levantar”. Deus chamou Josué para levar seu povo aos “ventos” que os esperavam na Terra Prometida. Josué precisava de duas coisas. Internamente, ele precisava “ser forte e corajoso” (Josué 1:7); exteriormente, ele precisava de desafios. Isso incluía a tarefa diária de liderar milhares de israelitas, enfrentando cidades muradas (6:1-5), derrotas desmoralizantes (7:3-5), o roubo de Acã (vv.16-26) e batalhas contínuas (10-11). O vento que soprava na face de Josué o encorajaria desde que a sua confiança viesse das instruções de Deus. O Senhor lhe disse que ele deveria ter “o cuidado de cumprir toda a lei […] não se [desviar] dela nem para um lado nem para o outro […meditar] dia e noite, para ter certeza de cumprir tudo que [nela] está escrito” (1:8). “Assim você será bem-sucedido em tudo que fizer” (1:7). Você está pronto para seguir os caminhos de Deus? Busque desafios! Voe contra os ventos e veja o seu espírito voar. Por: Mike Wittmer
“Trájeme a mi conmigo”, es la frase de Sor Juana Inés de la Cruz que recuerdo muy a menudo. Desde la primera vez que la escuché me impresionó; en cuatro palabras describe lo que he sentido en miles de ocasiones, pero en sentido contrario. Es común no traerme conmigo, en especial cuando realizo viajes de trayectos largos. Simplemente mi cuerpo llega, pero mi alma viene atrás con paso más lento o en otro automóvil o avión. Una vez en mi destino me cuesta trabajo concentrarme, dormir, poner atención, recordar cosas y demás. Internamente, por unas horas o un día, me siento perdida. ¿Te ha pasado?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Meu convidado de nasceu na Capital do Brasil há 44 anos e praticou basquete dos 10 aos 18 anos. Filho de um pai militar e uma mãe empresária, decidiu ingressar no curso Tecnologia em Processamento de Dados. Depois investiu em uma pós em Segurança da Informação e Gestão Empresarial. Durante mais de duas décadas, procurou, a cada oportunidade, se aperfeiçoar profissionalmente e construiu uma carreira sólida em TI. Casou-se e teve um casal de filhos. Foram anos focados em dar uma boa condição de vida para a sua família e garantir uma aposentadoria tranquila. À exceção do tênis, que praticou por alguns anos, o esporte foi deixado de lado quase totalmente. Em 2019, ano que completaria 40 anos de idade, começou a treinar para participar de uma maratona. Em setembro participou da maratona de Buenos Aires. No ano seguinte, decidiu iniciar no triathlon. A pandemia adiou a sua estréia, que aconteceu somente em 2021. Internamente algo o estava incomodando. A dedicação quase total à carreira e a distribuição desigual do seu tempo entre a família, o trabalho e ele mesmo, parecia não fazer mais muito sentido. Em poucos meses resolveu pedir demissão para iniciar uma nova fase em sua vida. Para marcar essa transição, decidiu correr 366 maratonas seguidas, em 366 dias. Planejou e planilhou um projeto, avaliou os riscos, montou uma equipe de apoio e partiu para a sua grande empreitada pessoal. Ao longo de um ano inteiro e 15.569km percorridos, ele impactou não apenas a sua família e comunidade de corredores, mas uma quantidade enorme de pessoas que se surpreenderam com o tamanho do desafio. Conosco aqui o maratonista e agora empreendedor, em sua mais recente versão, repaginado, atualizado e com um novo propósito, ele, que provou que pessoas comuns são capazes de realizar coisas impossíveis, o brasiliense Hugo Leonardo Sousa Farias. Inspire-se! SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se. Um oferecimento da @pinkcheeksbrasil Idealizada e desenvolvida por mulheres apaixonadas por esportes, a Pink Cheeks é uma marca brasileira que está há 10 anos no mercado. Pioneira no segmento de dermocosméticos de alta performance e inovando com o conceito do sportcare. Reconhecida pela grande expertise em proteção solar devido aos altos fatores de proteção UVA e UVB, a Pink Cheeks conta com linha completa para proteção facial, corporal e até capilar, com produtos de alta qualidade e alta resistência à água e ao suor. A linha também possui produtos que minimizam os atritos causados pelos movimentos repetitivos durante a prática esportiva, desenvolvidos especialmente para atletas, por atletas. Além da inovação com o conceito de sportcare, o diferencial da Pink está na união da proteção de alta performance, beleza e multifuncionalidade, e conta com uma linha completa de maquiagem com proteção solar resistente à água e ao suor. Os produtos são altamente indicados para qualquer tipo de atividade, possuem fórmulas veganas, sem parabenos, são fáceis de utilizar e muito agradáveis no contato com a pele. Os produtos da Pink Cheeks podem ser utilizados a partir dos dois anos de idade. www.pinkcheeks.com.br/endorfina Utilize o cupom ENDORFINAPINK e ganhe um desconto. @pinkcheeksbrasil
Tem algo de estranho no reino da Sony. Ao mesmo tempo em que Spider-Man 2 quebra recordes de vendas, a produtora adia internamente meia-dúzia de jogos-serviço para além de 2026. Nesta edição do Ping, PH comenta isso, o novo Steam Deck, e também o sucesso de vendas do Spider-Man 2. --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/the-enemy7/message
Myriam Camhi es una pastelería que lleva 40 años, esta lleva el mismo nombre de su fundadora quien falleció a causa de covid. Ahora el negocio se encuentra a mano de sus hijos. Denise Camhi, socia fundadora y gerente de la pastelería habló con LR acerca de sus planes de expansión y cómo se han visto afectados los precios.
Romanos 7:14-17 nos relata una situación que todo cristiano puede entender; la batalla interna entre hacer lo correcto o lo pecaminoso. Pero, ¿esta batalla interna es igual para todas las personas? Envíanos tus preguntas a: preguntas@verdadyfe.com Para nuestra página web: verdadyfe.com Para nuestra tienda de mercancía: verdadyfestore.com Para nuestra página de YouTube ve a: youtube.com/verdadyfevideos --- Support this podcast: https://podcasters.spotify.com/pod/show/verdadyfe/support
O futuro ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, afirmou há pouco em entrevista coletiva que o acampamento bolsonarista montado em frente ao QG do Exército é “pacífico”. Por isso, ele defendeu a desmobilização paulatina dos manifestantes. “Internamente, é pacífico. Há mendigos que vão ali receber comida”, disse Monteiro. Para ele, não é necessária uma ação enérgica de retirada dos manifestantes. Segundo o futuro ministro, aos poucos a mobilização vai se dissipar. “Estamos monitorando o tempo todo o que acontece por lá”, afirmou. Apesar disso, ele fez questão de fazer a distinção entre um movimento político ordeiro de uma ação terrorista instituída por um ou outro militante. “Quando um cidadão bota uma bomba próximo a um caminhão de querosene que está indo para o aeroporto e que poderia ter explodido um avião com 200 pessoas, é terrorismo”, declarou. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
A reportagem de capa da nova edição da Crusoé fala sobre o bom clima que Lula deverá encontrar na COP27, mas destaca que o presidente eleito terá desafios para achar um caminho entre preservação e desenvolvimento. Leia um trecho: "Lula pousará na próxima semana em Sharm el-Sheik, no Egito, para participar da 27ª Conferência das Partes da ONU para as Mudanças Climáticas, a COP27. Sua presença, na prática, será como uma posse antecipada, pois o petista ocupará o lugar vago deixado pelo presidente Jair Bolsonaro, reunindo-se com vários líderes mundiais." "[...] No Egito, o futuro presidente buscará convencer a plateia de que o seu governo estará comprometido com a preservação do meio ambiente e com a redução das emissões dos gases de efeito estufa. De volta ao Brasil, Lula terá de se articular com diversos grupos de interesse, como os do agronegócio, da mineração em larga escala, da indústria energética, dos governadores, dos prefeitos, dos indígenas e dos ambientalistas — os quais foram tratados de maneiras desiguais em seus dois primeiros mandatos, de 2003 a 2010." "Quando Lula iniciou seu primeiro mandato, ele vendia no exterior a imagem de que o Brasil promovia um desenvolvimento sustentável, com fontes de energia limpas e um agronegócio responsável. Internamente, ele e outros petistas entravam em batalhas constantes com os ambientalistas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, o Ibama. A demora em aprovar o licenciamento de grandes obras era vista como um entrave ao crescimento." LEIA MAIS AQUI; assine a Crusoé e apoie o jornalismo independente. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
El gobierno de Argentina atraviesa una serie de conflictos internos. El más notorio fue la discrepancia entre el presidente Alberto Fernández y la vicepresidenta Cristina Fernández de Kirchner por el acuerdo con el Fondo Monetario Internacional (FMI). Carmen Aristegui charla con los periodistas Ernesto Tenembaum y María O' Donnell para conocer los detalles de esta situación. Para conocer sobre cómo CNN protege la privacidad de su audiencia, visite CNN.com/privacidad