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Esta segunda-feira 27 de Abril, 48h depois dos ataques simultâneos em sete localidades do Mali, em que morreu o ministro da defesa Sadio Camara, os relatos são de uma certa acalmia, nomeadamente na capital Bamaco. A junta diz ter tomado o controlo da situação, afirma ter repelido em várias localidades os ataques dos jiadistas do JNIM aliados com os rebeldes tuaregues da FLA. Qual é a realidade destas afirmações? O que revelam estes ataques do estado em que se encontra o Mali, e mais geralmente a região do Sahel, que a ONU descreve como o "epicentro mundial" da ameaça terrorista? Elementos de resposta com Leonardo Simão, representante da ONU para a região do Sahel. A 25 de Abril o Mali acordou ao som de disparos e explosões. De Bamaco a Kidal, de Gao a Mobti, sete localidades foram simultaneamente atacadas ao amanhecer com uma precisão que surpreendeu os analistas. Os jiadistas do JNIM e os rebeldes tuaregues da Frente de Libertação Azawad (FLA) atacaram juntos. O ministro da defesa Sadio Camara morreu, a cidade de Kidal caiu às mãos dos insurgentes, os mercenários russos da Africa Corps foram obrigados a retirar-se da cidade, fragilizando ainda mais a junta no poder a quem os russos se aliaram alegadamente para lutar contra o terrorismo. Esta segunda-feira os relatos são de uma certa acalmia. A junta diz ter tomado o controlo da situação, afirma ter repelido os ataques em várias localidades. Qual é a realidade destas afirmações? Era previsível esta ofensiva? O que revela do estado em que se encontra o Mali, e mais geralmente a região do Sahel, que a ONU descreve como o "epicentro mundial" da ameaça terrorista? Elementos de resposta com Leonardo Simão, representante da ONU para a região do Sahel. Leonardo Simão: Acompanhei todos estes ataques, de Bamaco a Gao e Mobti, assim como a morte do ministro da Defesa e outros dirigentes. É um escalar de instabilidade na região. O Sahel já era uma zona instável, tem estado sob pressão do jiadismo de forma bastante forte. E neste momento temos um novo desenvolvimento, que é a associação do JNIM jiadista com a rebelião tuaregue da FLA. E espero que este novo desenvolvimento contribuirá para que seja alcançada uma solução negociada para o país. Porque um dos desafios recorrentes do Mali é justamente o modelo de governação. Talvez agora se abram caminhos para que isso seja possível. Esta associação entre os rebeldes tuaregues da FLA e grupo jiadista do JNIM, é algo que a junta no poder tinha previsto? Cai uma cidade às mãos da rebelião e dos jiadistas, morre um ministro, poderia isto ter sido antecipado? Não sei de que informações dispunha a junta sobre a organização destes ataques simultâneo. Mas a verdade é que estas investidas no Mali, como no Níger e no Burkina Faso, têm tido uma intensidade crescente, mas também um grau de sofisticação crescente. Os ataques simultâneos deste fim-de-semana em várias zonas do Mali mostram só por si o grau de sofisticação e a organização dos grupos jiadistas. Há um escalar da instabilidade no Sahel, e um grau cada vez maior de sofisticação dos ataques jiadistas. O JNIM tem capacidades letais e ofensivas maiores do que o grupo rebelde tuaregue? Estes recentes ataques foram atribuídos ao grupo jiadista. Em Dezembro também atacaram os comboios que levavam combustível para Bamaco. Isso mostrou um grau de sofisticação cada vez mais elevado.Houve também ataques em Janeiro, no aeroporto de Niamey, no Níger, e em Março no aeroporto de Touha. São sempre ataques de grande envergadura, e de cada vez com um grau de sofisticação superior aos ataques anteriores. Portanto, há um crescendo da sofisticação dos ataques. Agora se é preciso abrir espaço ou não para se encontrar uma solução negociada: só o governo poderá saber. A rebeldia tuaregue e os jiadistas do JNIM partilham as mesmas ideologias, ou estamos perante uma aliança de conveniência? Esta união é um fenómeno novo? É um fenómeno novo, mas cujos detalhes eu não conheço. No entanto, o que os rebeldes tuaregues reclamam é um Estado mais descentralizado. Procuram existir enquanto povo Tuaregue. Nomeadamente tendo em conta a vastidão do país, em muitas zonas a administração territorial torna-se bastante difícil. Isto foi alvo de acordos anteriores entre o governo e grupos tuaregues ao longo dos últimos 20, 30 anos. Portanto, não é coisa nova. Agora, o JNIM tem uma outra agenda, que é a implantação do Estado Islâmico. O que não se sabe é se esta agenda mudou para se acomodar a uma aliança com os tuaregues. Mas uma aliança tem sempre pontos de convergência. Não só em relação a um objectivo a atingir de imediato, como ao que acontece depois. A união dos rebeldes tuaregues com os jiadistas é um fenómeno novo. Qual é a capacidade de apoio ou mesmo de intervenção dos dois países irmãos da Aliança dos Estados do Sahel, que são o Burkina Faso e o Níger? Os líderes destas três juntas militares anunciaram recentemente a criação de uma força regional para combater o terrorismo, composta por 5 000 homens. Mas até o momento, nenhum membro desta força foi visto no terreno. Estive há poucas semanas no Níger e o que me disseram é que este processo de desenvolvimento da aliança está a acontecer. Também fiquei a saber que o ataque de Janeiro contra o aeroporto de Niamey se insere dentro da perspectiva de impedir o desenvolvimento desta força conjunta. Porque aparentemente a sede desta força conjunta seria Niamey. Portanto, há um desenvolvimento desta aliança em termos militares. Agora, quais são os detalhes? Eu não sei. Há acordos que não conheço. Como é que esta força actua em cada um dos Estados? Quem é que chama? Quem é que comanda? São questões que só constam em acordos que eu não conheço. O líder da junta permanece silencioso e em parte incerta mas as autoridades fizeram uma comunicação ao país afirmando que a situação está sob controlo e que várias localidades foram recuperadas. Qual é a realidade destas afirmações? Não é a primeira vez que há um ataque de grande envergadura sobre o Mali. O primeiro foi sobre o aeroporto, depois foi uma escola e depois ainda uma academia militar. De todas as vezes o exército recuperou o controlo sobre a situação. O que tenho ouvido dizer é que a situação está, de um modo geral, calma. Os voos recomeçaram na capital. No entanto, em algumas cidades fora de Bamaco, há por vezes registos de trocas de tiros. Entre uma junta militar golpista e a ameaça terrorista, a maior urgência é lutar contra o terrorismo. A CEDEAO tem uma postura anti-golpista e denunciou a tomada do poder da junta no Mali, assim como no Níger e no Burkina Faso. Poderá agora apoiar estas mesmas juntas no combate ao terrorismo? Como resolver esta postura? Aquilo que eu compreendo da postura da organização é que o terrorismo é mais importante do que o governo militar. A ameaça maior para a região do Sahel, como para os países costeiros do Golfo da Guiné é a ameaça terrorista. É a mais urgente. Os governos militares são também uma preocupação, mas não tão urgente como a ameaça jiadista. Creio que a CEDEAO está a avaliar todas as informações e em devido momento, vai se pronunciar. O secretário geral da ONU, António Guterres, reagiu e insistiu sobre a urgência de se lutar contra o extremismo. Enquanto representante da ONU para a região do Sahel, o que acrescentaria a estas palavras? É um entendimento global de que o terrorismo é sempre uma ameaça existencial para os Estados e, por isso, é preciso utilizar todos os meios disponíveis para a controlar. Já não se no "risco" de o terrorismo se alastrar às zonas costeiras. O terrorismo já se alastrou de facto. Já houve ataques no norte do Togo. Portanto, não é um fenómeno que ainda há de vir. É um fenómeno que já está lá. O que é preciso é contê-lo para que não se alastre ainda mais. Vamos aguardar então a evolução da situação netses próximos dias. Temos que perceber qual é o melhor caminho a seguir para ajudar aqueles povos que têm vindo a sofrer imensamente ao longo de décadas, ver se podem ter um pouco de paz e de estabilidade.
Homilia Padre Alejandro Cunietti, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo João 6,35-40Naquele tempo, disse Jesus à multidão:"Eu sou o pão da vida.Quem vem a mim não terá mais fomee quem crê em mim nunca mais terá sede.Eu, porém, vos disseque vós me vistes, mas não acreditais.Todos os que o Pai me confia virão a mim,e quando vierem, não os afastarei.Pois eu desci do céunão para fazer a minha vontade,mas a vontade daquele que me enviou.E esta é a vontade daquele que me enviou:que eu não perca nenhum daqueles que ele me deu,mas os ressuscite no último dia.Pois esta é a vontade do meu Pai:que toda pessoa que vê o Filho e nele crêtenha a vida eterna.E eu o ressuscitarei no último dia".Palavra da Salvação.
A Guiné-Bissau efectuou em finais de Janeiro a contagem mundial 2026 das aves aquáticas migradoras, uma das maiores operações a nível internacional para a monitorização da biodiversidade. Esta contagem que decorreu em simultâneo em vários países inseridos nas rotas migratórias, foi realizada na Guiné-Bissau pelo IBAP, Instituto de Biodiversidade e das Áreas Protegidas, em parceria com outras entidades. Durante uma semana, oito equipas envolvendo um total de mais de 40 técnicos efectuaram essa contagem ao longo do litoral norte, centro e sul do país, bem como no arquipélago dos Bijagós que -lembramos- desde o passado mês de Julho alcançou o estatuto de Património Mundial Natural da UNESCO. António Pires, coordenador da Reserva da Biosfera dos Bijagós, esteve envolvido nesta contagem e explicitou a importância que tem designadamente para medir o estado de conservação em que se encontra determinado ecossistema. RFI: Antes de falarmos da contagem propriamente dita, onde decorreu e de que aves estamos a falar? António Pires: Estamos a falar de aves migradoras que procuram o arquipélago de Bolama-Bijagós durante o período do inverno europeu e em 2025 efectuamos a contagem mundial do arquipélago de Bolama-Bijagós e também na zona costeira da Guiné-Bissau. No arquipélago, temos três grandes zonas de contagem, devido à sua dimensão que cobre a parte de Bubaque-Soga, depois temos a parte de Formosa, mais para o norte do arquipélago, e depois a parte de Orango até mais a oeste do arquipélago. É efectuada assim a contagem do nosso espaço geográfico. Em termos da zona costeira, são efectuadas a partir do Parque Nacional Natural do Rio Cacheu até ao Parque Nacional de Cantanhez, que é a mais a sul da Guiné-Bissau. RFI: Estamos a falar que tipo de aves é que nós encontramos? António Pires: Principalmente das espécies de limícolas (aves que vivem nas praias e mangais). Fundamentalmente limícolas, que efectuam grandes migrações para o sul. Mas também encontramos as outras espécies de aves de médio e grande porte, como as garças, os mergulhões, etc, etc. Mas o alvo da contagem reside fundamentalmente nas limícolas, que empreendem grandes migrações a partir da zona de reprodução mais a norte da Europa, mais ou menos na zona da Sibéria, que ali nidificam e procuram o arquipélago Bijagós para a alimentação durante o período do inverno. RFI: Para nós termos um pouco a noção, quando elas migram de África rumo à Europa, para onde é que vão estas aves? António Pires: Existem vários pontos de paragem. Também irá depender da capacidade de cada grupo de aves para efectuar a migração de África para a Europa. Nesse caso há dois grandes sítios de grande concentração das aves nesse corredor de migração que é o arquipélago Bolama-Bijagós, ou também na Mauritânia, que é o Banco de Argan e há uma parte da população que também faz uma paragem na Europa. Parte dessa população fica na zona mais ocidental, em Lisboa, depois no Mar de Wadden (nos Países Baixos) e dali, depois, procuram o norte da Europa, que é a Sibéria para a reprodução. RFI: Desde quando é que efectuam essa contagem anual? António Pires: A Guiné-Bissau tem vindo a efectuar essa contagem há mais de dez anos, se não estou em erro. Isso foi fruto de um acordo trilateral no início entre a Dinamarca, a Alemanha e a Holanda, onde foi estabelecida uma equipa nacional para a monitorização dos sítios importantes das limícolas nos Bijagós. Depois disso, veio a desenvolver-se até à data presente. Desde 1997, mais ou menos, até esta data, temos vindo a contar regularmente as aves limícolas, também com o apoio de equipas portuguesas, de equipas holandesas, de equipas alemãs que contribuem junto com a equipa da Guiné-Bissau nas contagens ao longo desse período, mais ou menos de dez anos, se não estou em erro. RFI: Qual é a importância de estarmos todos os anos a efectuar essa contagem? António Pires: Bom, uma das importâncias da contagem mundial é para sabermos o efectivo da população que migra do norte ao sul ou do sul ao norte. Isso é a primeira questão. A outra segunda questão é o estado de conservação do espaço e também da disponibilidade do alimento que esses sítios oferecem. Porque as aves são Indicadores do bom estado de conservação dos ecossistemas. E outro aspecto também, ajuda de forma não directa, mediante estudos, a determinar a contaminação do sítio da contagem, por serem indicadores de metais pesados, mas isso numa esfera um bocadinho mais avançada, onde são efectuados estudos específicos nesse sentido. RFI: Durante uma semana, umas quantas equipas andaram tanto nos Bijagós como também na zona costeira da Guiné-Bissau para contar e ver as condições em que se encontram essas aves migradoras, O que é que andaram concretamente a fazer durante essa semana? Quais foram os critérios que aplicaram nas vossas buscas? António Pires: A equipa da Guiné-Bissau está constituída por oito grupos, no total de 46 pessoas. Nessas contagens procura-se saber o número de cada indivíduo. Procura-se também saber o estado do habitat onde eles se alimentam. Também são identificadas as ameaças associadas aos habitats e também as ameaças relacionadas com a presença das espécies no sítio. Mas também há factores que são recolhidos: factores do tempo, da maré, da incidência do sol, à pressão atmosférica. Há vários factores que são tomados em consideração durante o processo da contagem. O habitat até está em bom estado de conservação. A característica do sedimento, a vegetação que está à volta da área de contagem. Porque, por exemplo, nos Bijagós já temos um ecossistema de mangal que também é uma zona muito importante, onde a população humana dedica-se, fundamentalmente as mulheres, à recolha dos moluscos e durante a maré baixa utilizam este espaço para recolha desses moluscos. Então, existe mais ou menos uma relação entre a ave e as pessoas que utilizam o espaço durante a maré baixa. RFI: Nestes dez anos em que andaram a contar as aves migradoras, notaram alguma evolução? António Pires: Em termos do efectivo da população que procura o arquipélago, a zona costeira da Guiné-Bissau, não existe a diminuição do efectivo fruto de uma acção humana. Por exemplo, as flutuações da população dependem muito da disponibilidade do alimento ou da procura de novos sítios por essas espécies. Então, existe uma mobilidade à volta da zona costeira e do arquipélago Bolama-Bijagós. Mas pela disponibilidade do alimento, por exemplo, o arquipélago Bolama-Bijagós é muito influenciado pela dinâmica marinha e costeira. Então, isso faz com que os nutrientes estejam sempre à deriva de um lado a outro e depois é depositado num sítio específico ou num habitat específico durante a maré cheia e a maré baixa. Esses alimentos estão distribuídos dentro do espaço e as aves procuram nichos específicos para a alimentação. Mas não existe uma diminuição da espécie, de forma que a intervenção de uma outra actividade seja a excepção. Mas os habitats ou os sítios onde contamos, não existe uma diferença muito significativa. Também poderá ser em função da percepção da contagem dos factores também que interferem durante a contagem, por exemplo, a visibilidade, a distância que é contada. Isso interfere nos valores, mas não é significativo. RFI: Quais são os desafios, os problemas, os obstáculos que eventualmente estas aves encontram? Falou muito da questão de encontrar alimentos. Há outras problemáticas que enfrentam essas aves migradoras? António Pires: É mais associado ao habitat. Temos, por exemplo, o que é notório, a questão do lixo. Esse é um problema não só da Guiné-Bissau. Temos estado a constatar a presença do lixo que é trazido pelas correntes. Como sabe, a Guiné-Bissau está banhada por duas correntes, quer o mar do Golfo da Guiné e também a corrente fria que vem até à Guiné-Bissau. Então estas duas correntes, com a influência oceânica, trazem lixos para o interior do arquipélago. Mas não só, também dos lixos são produzidos nas grandes cidades e também a nível do arquipélago Bolama-Bijagós. Depois, com a chuva, parte desse lixo vai parar aos sítios de contagem e isso interfere um bocadinho nessa dinâmica da disponibilidade do habitat. O outro desafio é a necessidade da capacitação dos nossos técnicos para continuarmos nessa dinâmica internacional ligada ao Freeway, que é um corredor de migração das aves, fundamentalmente que ocorre desde a Sibéria, a parte da Europa, o banco de Argan e o arquipélago. RFI: Qual é o balanço que faz da contagem que efectuaram há alguns dias agora? António Pires: Eu considero que a contagem foi um sucesso. Os meios logísticos postos à disposição são consideráveis desde os recursos humanos, desde as embarcações, o combustível, o custo das deslocações, etc, etc. Isso fez com que a contagem fosse positiva. O outro aspecto é o nível de novas pessoas que foram incorporadas dentro dessa estrutura de contagem, porque é um trabalho que requer muito conhecimento, muita técnica e também muito trabalho de campo, anos de trabalho de campo que nos permitam identificar com certeza e dizer que é uma determinada espécie ou não. Na Guiné-Bissau, por tradição, temos estado nesse esforço, como referi anteriormente, há mais de dez anos. E bom, as dificuldades continuam a existir do ponto de vista da logística, porque estes meios também são implicados nas outras actividades. Depois é que são solicitados para a contagem mundial, por ser uma necessidade muito importante para o país. RFI: Quais são os desafios que encontram na conservação dessa biodiversidade? António Pires: Os desafios são vários. Temos o desafio desde o ponto de vista do aumento da população. Temos o desafio ligado ao desenvolvimento sustentável. Temos o desafio ligado à questão do turismo para o arquipélago ser agora um sítio de Património natural Mundial da UNESCO. O nível de importância aumentou consideravelmente. Isso faz com que o arquipélago Bijagós seja um sítio de procura. O número de turistas tem estado a aumentar, não de forma expressiva, mas sente-se a presença de cada vez mais pessoas à procura do arquipélago Bijagós. Em termos de conservação, temos o desafio ligado às mudanças climáticas. Em alguns sítios importantes, a erosão costeira tem estado a afectar alguns habitats muito importantes, sítios de reprodução das tartarugas, as zonas de alimentação de algumas espécies. Isso também é um problema. A pesca artesanal também é uma preocupação, por o arquipélago ser um sítio de excelência de actividade de pesca artesanal para os pescadores autóctones. Mas a Guiné-Bissau tem estabelecido protocolos de acordo com alguns países da África Ocidental, principalmente o Senegal. Procuram as nossas águas para as actividades de pesca, mas tudo com base na regulamentação que é estabelecida. Existe um sistema de fiscalização da actividade ilegal da pesca que é efectuada pelo Ministério das Pescas através de um departamento que tem a competência de fiscalizar actividades de pesca, não só no arquipélago, mas na zona costeira da Guiné-Bissau também. Outro desafio ligado à biodiversidade poderá estar associado à gestão do espaço e do recurso. Por ser uma reserva da biosfera, existe múltiplos actores. Há uma necessidade de estabelecer uma sinergia, uma cooperação, uma troca de informação em tempo útil para permitir que as medidas de gestão e de conservação sejam tomadas de forma atempada, evitando assim grandes problemas para o futuro. RFI: As populações locais entendem a necessidade de se cuidar da biodiversidade? António Pires: Sim, existem vários canais que temos estabelecido com os nossos parceiros, desde a comunidade local, do poder tradicional, das associações de base, das ONGs, da administração local, mesmo o Estado. Há um mecanismo de sensibilização ligado à importância do arquipélago Bijagós e mesmo ligado também à conservação da biodiversidade no arquipélago. Por exemplo, temos ONGs que têm a vocação específica ligada à questão da sensibilização, que começa desde a escola até a um nível mais alto, por exemplo, com os deputados, com os membros do governo. São efectuados esses trabalhos de sensibilização, de lobby, para despertar a atenção da importância do arquipélago e do cuidado que se deve ter em termos do desenvolvimento. Por exemplo, também as escolas de verificação ambiental. Há associações de amigos do ambiente, associações de professores, que também estão direccionados para questões ambientais. Agora, também há jornalistas de amigos do ambiente que estão a solicitar uma visita ao arquipélago, para irem conhecer. Então, essa dinâmica já está instalada. Mas é preciso um reforço dessa ferramenta de comunicação que nos irá permitir trabalhar não só a nossa instituição, que tem a responsabilidade da conservação, mas também as outras instituições também, que têm interesse dentro dessa região, para alinharmos o processo da conservação e a promoção do desenvolvimento sustentável nos diferentes eixos que são propostos.
Portugueses em Los Angeles e no sul da Califórnia, EUA, a mais de 600 kms do consulado de São Francisco, onde votam. Procuram formas de fazer a viagem e fazem contas. Professor Diniz Borges homenageado na Califórnia.
Programa - ENCONTRO COM O PASTOR - TODOS PROCURAM JESUS - 15.01.2026
2 em cada 3 portugueses recorrem aos mercados de segunda mão online. Procuram os mais variados produtos. Vamos saber como se faz negócio de peças usadas ou reutilizadas e o que mais atrai, nos mercados em segunda mão.
Confira as atividades do Instituto italiano de cultura: https://iicsanpaolo.esteri.it/it/O mercado de trabalho brasileiro vive um paradoxo: tem vagas, mas falta gente qualificada para ocupá-las. Por quê? E como resolver essa lacuna que afeta diretamente a inovação nas indústrias do país?Neste episódio conversamos com Renato Dall'Amico, CEO da AIGNEP Brasil, empresa italiana referência em automação industrial e tecnologia, sobre a urgência de integrar universidade e mercado, as competências técnicas e comportamentais para o trabalho do futuro e como que as empresas procuram em novos talentos.Se você é estudante, engenheiro, profissional da indústria ou interessado no futuro do trabalho… esse episódio é pra você!Quer participar do Podcast, realizar um evento corporativo, propor uma parceria ou apenas trocar uma ideia? A Buongiorno San Paolo é feita de encontros e estamos prontos para o próximo !Preencha o formulário ou entre em contato pelos nossos canais. Vamos adorar saber como podemos colaborar: https://buongiornosanpaolo.com.br/
Pais procuram os filhos após ataque a escola católica na Nigéria5be3a298-88c9-f011-8195-
Sermão ministrado pelo Rev. Luís Felipe com base em João 7:25-36. Igreja Presbiteriana Redenção.
devocional Colossenses Impressiona-me imenso o testemunho de cristãos que mesclam exemplarmente a fé em Deus e o amor ao próximo. Agradeço a Deus por essas vidas tão simples quanto maduras. Abençoados companheiros de peregrinação que sabem em Quem crêem e que o revelam na forma como se relacionam com os outros. Não abraçam uma ortodoxia irrepreensível despida de caridade, mas também não adoptam como modelo de vida o altruísmo secularizado. Procuram, sim, colocar a fé em acção todos os dias, inspirando-se em Jesus. Admiram-n'O e imitam-n'O porque d'Ele receberam uma esperança sem fim. “Por isso, a fé e o amor que têm baseiam-se naquilo que esperam e que lhes está reservado no céu.” É gente deste calibre que me estimula a prosseguir na mesma senda. Daí, orar para que se mantenham leais a Cristo e perseverem no trilho da generosidade. Assim eu seja, igualmente, fiel. - jónatas figueiredo Leitura em Colossenses 1.3-5 Que este encontro com Deus encha o teu coração de paz e esperança. Fica o tempo que precisares para ouvir, anotar e orar, e levanta-te só quando o teu interior descansar.
Os fundos norte-americanos estão a aumentar significativamente os seus investimentos em startups portuguesas. O que torna o nosso mercado tão atrativo para capital estrangeiro? A análise deste tema foi feita pelo jornalista da secção de Economia do Expresso Gonçalo AlmeidaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
devocional Lucas leitura bíblica Quando Jesus ia a atravessar Jericó, um homem muito rico, chamado Zaqueu, que era chefe dos que cobravam impostos, procurou ver Jesus. Mas como era de estatura baixa e não conseguia espreitar por cima da multidão, correu à frente e trepou a uma árvore junto à estrada para dali o ver. Quando Jesus ia a passar, olhou para cima e, vendo Zaqueu, chamou-o pelo nome: “Zaqueu, desce depressa, porque convém-me visitar-te hoje!” Ele saltou para o chão e, satisfeito, levou Jesus para a sua casa. Mas a multidão ficou descontente. “Afinal, vai ser hóspede de um conhecido pecador”, murmuravam. Entretanto, Zaqueu levantou-se e disse-lhe: “Senhor, darei metade da minha fortuna aos pobres. E se tenho cobrado a mais nos impostos, restituirei quatro vezes esse valor!” Jesus disse: “A salvação entrou hoje neste lar! Este homem é como um filho fiel de Abraão! O Filho do Homem veio buscar e salvar pessoas perdidas como este homem!” Lucas 19.1-10 devocional A riqueza não faz por si só ninguém feliz. Há testemunhos de tal por tudo o que é lado na História. Em todos os tempos existem relatos de gente solitária, apesar da sua choruda conta bancária. Daí que qualquer endinheirado ou desafortunado que ouça os ecos de que Jesus ama e acolhe pessoas, a despeito das trafulhices que tenham cometido, se sinta deveras curioso para escutar se Ele também tem algo a dizer ao seu coração cansado. Basta percorrer a cidade que é fácil chocar com vidas que se empoleiram para espreitar Jesus. São bem ou mal sucedidas materialmente, mas estão na banca rota emocional. Têm bens ou vícios acumulados até sabe-se lá onde, contudo estão falidos espiritualmente. Procuram perdão e aceitação; abraço e colo. Experimentando o desprezo dos homens, a única coisa que agora buscam avidamente é o amor de Deus. Jesus quando chega junto de malta rasteira, isto é, nós, propõe sempre o mesmo: A Sua companhia na intimidade. A questão com que nos devemos ocupar é se O recebemos “com alegria” e se estamos tão desejosos de com Ele privar que doamos grande parte do que somos aos outros. Jesus irrompe pela nossa vida dentro não para mudar o nosso discurso, mas o curso da mesma. Permitamos que Jesus desfaça os equívocos em que temos andado, pois Ele veio precisamente para isso: “Buscar e salvar os que estão perdidos.” - jónatas figueiredo Oramos para que este tempo com Deus te encoraje e inspire. Dá a ti próprio espaço para processar as tuas notas e a tua oração e sai apenas quando te sentires preparado.
*) Este episódio do Podcast 15 Minutos faz uma discussão sobre a atual tensão diplomática entre o Brasil e os Estados Unidos, focando-se na imposição de tarifas pelo governo Trump e a incapacidade do governo Lula de negociar. Os comentaristas explicam a origem política da agenda de Trump, ligada à insatisfação americana com as elites e o globalismo, e como isso molda suas relações internacionais.
No encerramento do Bom Dia Londrina, compartilhamos uma mensagem inspiradora, incentivando reflexões e motivação para começar bem o dia.No programa Bom Dia Londrina apresentamos sucessos musicais, curiosidades, sorteios, horóscopo e presentes para aniversariantes todos os dias. De segunda a sábado das 08h às 12h e aos domingos das 08h as 11h. Você também pode participar através do nosso Instagram ou ligando no 3356-5500.
Ministração do Pr. Willy Sandro no Culto de celebração do dia 22 de Junho de 2025.
Ministração do Pr. Willy Sandro no Culto de celebração do dia 29 de Junho de 2025.
Afinal, o que têm a RTP, o RASI e a AICEP em comum? Silêncio. Terá o Governo contratado uma carrinha de mudanças... para sempre? Ainda, Américo Aguiar e a liberdade (que não lhe diz respeito).See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ministração do Pr. Willy Sandro no Culto de celebração do dia 15 de Junho de 2025.
Neste episódio, Pamela Macedo e Paulo Leite mergulham na história da Brown-Forman, uma das mais importantes empresas do setor de bebidas espirituosas. Procuram analisar os elementos que permitiram esta empresa manter-se relevante durante décadas desde a sua gestão familiar cuidadosa a uma visão clara de longo prazo.Procuram também aprofundar a trajetória da sua marca mais emblemática, a Jack Daniel's, que não só conta mais de 150 anos de história como ainda permanece hoje uma referência global.
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Marco Neves está constantemente a pôr a nossa língua no microscópio e a analisar de que materiais é feita. Trabalha como professor, autor, tradutor, revisor, conversador e divulgador da língua portuguesa. No podcast “Ponto Final, Parágrafo”, explica que objetivos tem quando escreve e fala sobre língua, a sua origem e mudanças.Nas redes sociais, tem chegado a muita gente, através da divulgação científica sobre linguística em vários formatos, como vídeos sobre língua e cultura. Apresenta também vários programas sobre língua, como “Português Suave”, na Rádio Observador, onde desconstrói erros frequentes da língua, e “Assim ou Assado”, que mantém com o músico Sam The Kid.Marco Neves publica agora o livro “Queria? Já Não Quer? - Livro sobre mitos e histórias da língua portuguesa”, pela Guerra e Paz. Em entrevista a Magda Cruz, apresenta alguns mitos que fazem parte deste livro, como a origem da palavra inglesa “tea” e a confusão com a expressão “mal e porcamente”. Quanto ao Acordo Ortográfico, deveríamos implementar plenamente o Novo, de 1990, voltar ao Antigo, de 1911, ou há outros caminhos? Considera apoiar o podcast no Patreon: patreon.com/pontofinalparagrafoContacto do podcast: pontofinalparagrafo.fm@gmail.comSegue o Ponto Final, Parágrafo nas redes sociais: Instagram, Twitter e FacebookProdução, apresentação e edição: Magda CruzGenérico: Nuno ViegasLogótipo: Gonçalo Pinto com fotografia de João Pedro MoraisFoto: João Pedro Morais
Diante das atuais adversidades climáticas, cafeicultores estão mais conscientes e preocupados em trabalhar com a sustentabilidade nas lavouras
Montenegro ainda não teve oportunidade para lutar contra a vitimização de que é.... vítima. O que pensará Cavaco Silva? Fica a pergunta: alguém conhece políticos? Já não os há como antes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mande a sua mensagem pra nós!Bem-vindo ao canal Educação Canina, um espaço dedicado a melhorar a relação entre humanos e seus cães por meio de treinamento, comportamento e compreensão mútua. Nossa missão é ajudar você a construir uma convivência harmoniosa com seu pet, com dicas práticas e conteúdos educativos.Encontre mais conteúdos e serviços em:
“Onde está o recém-nascido rei dos judeus? Porque avistamos sua estrela no Oriente e aqui vimos para lhe prestar homenagem.”
Investigadores procuram novas espécies em Gorringecb1fff48-00c6-ef11-88cf-000d3abebee6
A reta final de 2024 é marcada por baixa nos preços do feijão. Aqueles considerados nobres, colhidos nesta época do ano, têm sido comercializados na faixa dos R$260. Por outro lado, um fato que traz esperança aos produtores brasileiros é que as indústrias encerraram os trabalhos em dezembro com estoques vazios. Sendo assim, a volta ao mercado em janeiro será com compras intensas. Podemos então afirmar que o feijão terá uma forte alta no começo de 2025? O presidente do IBRAFE, Marcelo Lüders, adota cautela. Segundo ele, também haverá a entrada de mercadoria para venda, o que deve impedir uma disparada. Mas sim, é esperada uma valorização para o mês de janeiro.
As declarações de Marques Mendes ao Expresso, afirmando que “Portugal merece um bom combate”, deixam o ex-líder do PSD com cada vez menos espaço de recuo e tornam cada vez mais provável que o combate se trave também entre Gouveia e Melo e ele. Só que a direita pode ainda vir a ter mais dois ou três candidatos. O mais difícil será sempre o avanço de Paulo Portas, ex-líder do CDS, mas Chega e IL deverão ter candidato. Neste episódio, conversamos com o jornalista João Pedro Henriques, que falou com o comentador da SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Veja nesta edição que bombeiros procuram adolescente que desapareceu durante temporal em Santa Catarina. E mais: pequenas empresas têm até o fim do ano para renegociar dívidas pelo programa Desenrola.
A nova fábrica em Santa Maria da Feira deverá começar a ser construída no início de 2026. O plano de investimento prevê dar emprego a mais de 700 trabalhadores. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Equipes ainda buscam por desaparecidos após a chuva forte que atingiu a Grande Salvador na quarta-feira (27). Veja também: isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000 deve beneficiar até 30 milhões e pessoas.
Marisa Gomes, innovation manager da Vodafone, revela que dão resposta total às necessidades do cliente. Com soluções tecnológicas, fazem parte da co-criação das empresas num ecossistema de "know how".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com a ajuda do Porfessor da Universidade de Letras José Gomes André, os nossos anfitriões filosofaram sobre o poder do Congresso, as suas mudanças ao longo do tempo e o impacto que as maiorias variáveis terão na próxima Administração nos EUA. Procuram também resumir o método de funcionamento e as eleições para estar atento na luta pelo controlo do Senado. Oiça o Burro e o Elefante para saber mais sobre as eleições que marcarão o futuro dos EUA, mas a que ninguém está a ligar muito.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No programa de hoje nós falamos sobre as operadoras Oi, Vivo e Tim sendo multadas por propaganda enganosa sobre o 5G, cientistas que estão buscando por viajantes do tempo na internet, a Agência Nacional de Crimes do Reino Unido desmontando um dos maiores grupos de ataques DDoS do mundo e o caso de 200 milhões de brasileiros que tiveram informações expostas em um site de graça.
Ponte desmorona após ser atingida por navio nos EUA; equipes procuram pelo menos 7 pessoas na água. INFOGRÁFICO: Quem é quem na investigação do Caso Marielle. 20 mortos, sete desaparecidos e milhares de atingidos: veja rastro de destruição após temporal no ES. O menino que teve 'infância perfeita' sem saber que o pai era um dos criminosos mais procurados do planeta. Donald Trump entra para o grupo dos 500 mais ricos do mundo, com fortuna de US$ 6,5 bilhões.
Forças de segurança estão procurando os dois criminosos que fugiram da penitenciária federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. As Secretarias de Segurança Pública e da Administração Penitenciária do estado determinaram o uso de um helicóptero nas buscas. Os detentos fazem parte da facção criminosa Comando Vermelho. Os fugitivos vão ser incluídos em uma lista da Interpol.
O psicólogo Eduardo considera que as mulheres são muito claras e incisivas no que esperam do parceiro numa relação. Mas alerta: por vezes, o que esperamos de uma pessoa não se revela uma realidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.
1 Timóteo 2.8 São Luís-MA, Brasil. 04/06/2023 --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/igreja-batista-plenitude/message
Segundo uma plataforma de trabalhos casuais, número de pessoas que procuram tarefas para conseguir um dinheiro a mais cresceu 85% no app em um ano. Aumento da taxas de juros é um dos principais responsáveis, em especial para quem tem hipoteca para pagar.
Acompanhe a edição completa do JR desta sexta (31) com os seguintes destaques: Aumenta o número de roubos de celulares em São Paulo. Bombeiros procuram por homem levado pela enchente no Rio de Janeiro. Motoristas são surpreendidos pelo crime do momento: o furto de baterias. Carro 'levanta voo' em acidente. E, na série especial, a importância dos vizinhos na hora de denunciar maus-tratos e abusos contra crianças.
A Virgem Maria apareceu a Irmã Lúcia e mostrou o seu Coração Imaculado rodeado de espinhos, que significam os nossos pecados. Nossa Senhora pediu que fizéssemos atos de reparação, de desagravo, para tirar esses espinhos de seu Coração, com a devoção reparadora dos Cinco Primeiros Sábados. Àqueles que viverem esta devoção, a Virgem Imaculada promete “todas as graças necessárias para a salvação”2. Nos dois anos seguintes, no dia 15 de Fevereiro de 1926 e no dia 17 de Dezembro de 1927, Jesus insiste com a Irmã para que se propague esta devoção. A respeito, Lúcia escreveu: “Da prática da devoção dos Primeiros Sábados, unida à consagração ao Imaculado Coração de Maria, depende a guerra ou a paz do mundo”3. Em Maio de 1930, Padre José Bernardo Gonçalves (1894-1966) perguntou à Irmã Lúcia, de quem era confessor: “por que hão-de ser ‘5 sábados' e não 9 ou 7 em honra das dores de Nossa Senhora?”4 Estando na capela com Jesus na noite de 29 de Maio de 1930 (quinta-feira) – como era seu costume ter uma hora santa das onze à meia-noite, especialmente às quintas-feiras, segundo os pedidos do Sagrado Coração de Jesus à Santa Margarida Maria Alacoque – Lúcia falou a Nosso Senhor sobre a pergunta do Sacerdote e foi-lhe revelado o seguinte: “Minha filha, o motivo é simples: são 5 as espécies de ofensas e blasfêmias contra o Imaculado Coração de Maria: 1ª. – As blasfêmias contra a Imaculada Conceição. 2ª. – Contra a Sua virgindade. 3ª. – Contra a Maternidade Divina, recusando, ao mesmo tempo, recebê-La como Mãe dos homens; 4ª. – Os que procuram publicamente infundir, nos corações das crianças, a indiferença, o desprezo, e até o ódio para com esta Imaculada Mãe. 5ª. – Os que A ultrajam diretamente nas suas sagradas imagens”.
Outro dia ouvi uma que me deixou de boca aberta. Poderia ser verdade? Será que isso nunca funcionaria para dentistas? Vamos descobrir. _ MEU LIVRO Curtidas Não Pagam As Contas® → https://brunopicinini.com/cnpac TREINAMENTOS GRATUITOS Para profissionais e empreendedores: → https://brunopicinini.com PARA DENTISTAS → https://odontologista.com
Por Pr. Paulo Borges Jr.. Mensagem 3 da série "Desfez o muro que separa". https://bbcst.net/S7773L1
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