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Àngels Barceló ha reconocido en el inicio de El Abierto que la mañana de este viernes era "un poquitín especial" por el Día de la Radio y ha recordado que este medio es de "comunicación bidireccional". Es decir, que no solo son los periodistas y comunicadores los que hablan a los oyentes para que escuchen, sino que también escuchan lo que los oyentes tienen que decir.
Xavier Vidal-Folch reflexiona sobre la amenaza que Aznar le ha lanzado al Gobierno si le vinculan con Epstein
Pere Aznar, Virginia Riezu y Carles Cuevas analizan la actualidad política de la semana. Además, conversamos con el fotógrafo Txema Salvans sobre su libro 'Sunday Morning', un retrato de la vida en el parking de un centro comercial vacío un domingo al mediodía. Para acabar, nos visita "la jueza de Pasapalabra", la lingüista Lucía Sesma que determina si las respuestas del rosco son correctas o incorrectas.
Pere Aznar, Virginia Riezu y Carles Cuevas analizan la actualidad política de la semana. Además, conversamos con el fotógrafo Txema Salvans sobre su libro 'Sunday Morning', un retrato de la vida en el parking de un centro comercial vacío un domingo al mediodía. Para acabar, nos visita "la jueza de Pasapalabra", la lingüista Lucía Sesma que determina si las respuestas del rosco son correctas o incorrectas.
Pere Aznar, Virginia Riezu y Carles Cuevas analizan la actualidad política de la semana. Además, conversamos con el fotógrafo Txema Salvans sobre su libro 'Sunday Morning', un retrato de la vida en el parking de un centro comercial vacío un domingo al mediodía. Para acabar, nos visita "la jueza de Pasapalabra", la lingüista Lucía Sesma que determina si las respuestas del rosco son correctas o incorrectas.
Pere Aznar, Virginia Riezu y Carles Cuevas analizan la actualidad política de la semana. Además, conversamos con el fotógrafo Txema Salvans sobre su libro 'Sunday Morning', un retrato de la vida en el parking de un centro comercial vacío un domingo al mediodía. Para acabar, nos visita "la jueza de Pasapalabra", la lingüista Lucía Sesma que determina si las respuestas del rosco son correctas o incorrectas.
THE FORBIDDEN MUSEUM OF SHANTOU Colleague Tanya Branigan. Tanya Branigan discusses her book, Red Memory, and her visit to the Cultural Revolution Museum in Shantou. Founded by former official Peng Qi'an, this was the only museum in China dedicated to recording the era's violence and chaos. Built in a remote location on a site of mass graves to avoid scrutiny, the museum was eventually suppressed by authorities. Branigan recounts visiting during the Hu Jintao era while being monitored by undercover police. Today, the site is closed, unlike the National Museum, which relegates the decade-long catastrophe to a single "dingy corner." TANYA BRANIGAN NUMBER 11905 SHANGHAI MIXED COURT
El profesor José Trinidad López Gómez es Investigador Científico del Instituto de Geociencias de Madrid (IGEO). Doctor por la Universidad Complutense de Madrid, con estancias postdoctorales en la Universidad de Montreal (Canadá) y el Imperial College de Londres. Dedica su investigación a la gran extinción que tuvo lugar en la era Pérmico-Triásico, hace unos 252 millones de años. Autor del libro “La Vida al borde del abismo” de la colección “Qué sabemos de …” de la Editorial Catarata.1:00 Mis Inicios. Geología en la Complutense. Centro de Geociencias.5:00 Líneas de investigación: Cambio Climático, Sistema Solar. 7:00 Mentores: Alfredo Arche y Carmina Virgili8:30: Las 5 Grandes Extinciones. Definición y como se datan20:00 ¿Por qué se extinguen las especies? Vulcanismo del Pérmico-Triásico33:00 La quinta gran extinción con la desaparición de los Dinosaurios43:00 La “explosión” del Cámbrico hace 540 millones de años48:00 El Pérmico.52:00 Vida extraplanetaria y colonización de Marte59:00 Momentos Eureka1:03:00 Investigación en España1:10:00 Aficiones y Viajes: Los Andes y el Artico1:14:00 Libros: Menos es Mas (Jason Hickel); La naturaleza de la naturaleza (Enric Sala); el buen antepasado (Roman Krzanaric); When Live Nearly Died (Michael Benton)
A história de muitas mulheres brasileiras que deixam o país em busca de segurança, estabilidade e uma vida melhor no exterior nem sempre encontra o final feliz que elas imaginavam. Para algumas, a violência atravessa oceanos. É nesse cenário complexo e muitas vezes invisível que atua a advogada Luana Ferreira, líder do Comitê de Direito das Mulheres do Grupo Mulheres do Brasil, em Lisboa. Lizzier Nassar, correspondente da RFI em Lisboa A violência viaja silenciosa, escondida dentro de malas, memórias, fragilidades e dependências. Em outras vezes, ela surge justamente no estrangeiro, onde a solidão da imigração, a falta de rede de apoio e o desconhecimento do sistema local criam o ambiente perfeito para que o ciclo se repita — ou se intensifique. A advogada brasileira Luana Ferreira, líder do Comitê de Direito das Mulheres do Grupo Mulheres do Brasil em Lisboa, conhece bem essas armadilhas. Ela se tornou, na prática, aquilo que tantas mulheres procuram desesperadamente quando decidem romper o silêncio: uma ponte. Uma mão estendida. Um lugar seguro onde é possível contar o que não se consegue nem admitir para si mesma. “Desde muito pequena eu vi e ouvia histórias de violência. Situações bem complicadas. Isso me tocou desde muito nova”, ela conta. O que poderia ter sido apenas uma lembrança dolorosa transformou-se em vocação. Hoje, ela trabalha diariamente para acolher mulheres que vivem aquilo que tantas outras, por gerações, foram ensinadas a suportar. O Comitê de Direito das Mulheres, que ela lidera, é dedicado à promoção e defesa dos direitos das mulheres, com especial atenção ao combate à violência doméstica — e com um objetivo central que vai além da assistência: sensibilizar a sociedade. “É importante trazer para as pautas sociais e para a sociedade que a violência doméstica é um problema de todos”, afirma. Os números comprovam que o problema é mais amplo do que a maioria imagina. Segundo dados do Ministério das Relações Exteriores, 1.631 casos de violência doméstica e de gênero contra brasileiras foram registrados em embaixadas e consulados em 2024 — um aumento de 4,8% em relação ao ano anterior. Os Estados Unidos lideram as notificações (397 casos), seguidos da Bolívia (258), Itália (153), Portugal (144) e Reino Unido (102). Cada número desses representa uma história que atravessou fronteiras carregando medo, insegurança e, muitas vezes, silêncio. Em Portugal, onde a advogada atua, a violência doméstica continua sendo o crime mais reportado. Só entre janeiro e agosto deste ano, a APAV — Associação Portuguesa de Apoio à Vítima — apoiou 14.008 mulheres. As situações de vitimação ocorreram em 89,9% dos municípios do país, com maior incidência nos distritos de Lisboa, Faro, Braga e Porto. Até setembro, 18 pessoas foram assassinadas em contexto de violência doméstica — 16 eram mulheres. E, segundo a PSP e a GNR, foram registradas 25.327 ocorrências nos primeiros nove meses do ano de 2025, o maior número dos últimos sete anos. Relutância em se reconhecer como vítima Esses dados ajudam a contextualizar uma realidade que, aos olhos da advogada, aparece diariamente em forma de relatos fragmentados, mensagens rápidas, áudios enviados com cuidado para que ninguém ouça, e pedidos de ajuda que começam hesitantes: “Não sei se isso é normal.” Muitas vezes, ela é a primeira pessoa a quem a mulher se direciona quando finalmente decide falar. “A mulher vive com medo: no lar, na sociedade, no dia a dia… Ela não sabe o que pode vir a acontecer se cruzar com o agressor ou se ele tiver acesso à vida que ela está construindo agora”, explica. Para ela, a violência doméstica não termina quando a relação termina. “É um crime que, muitas vezes, rouba a paz para sempre.” Entre os casos que chegam ao comitê, há agressões físicas e psicológicas, mas também formas de violência que muitas mulheres só descobrem quando já estão presas a elas. Uma das mais comuns entre brasileiras em Portugal é a violência administrativa. “O agressor retém, esconde ou inutiliza documentos da vítima. Já tivemos casos de passaportes rasgados, queimados, inutilizados — da mulher e das crianças”, relata. Impedida de viajar, de trabalhar ou de se movimentar, a vítima perde autonomia e fica ainda mais vulnerável. Escuta entre imigrantes Nesse contexto, a presença do comitê funciona como um abraço possível. A equipe escuta, orienta, encaminha e apoia. A rede inclui psicólogas, advogadas, associações especializadas e serviços públicos. E tudo começa com algo simples, mas fundamental: acreditar na vítima. “Quando são brasileiras — e elas são a maioria que nos procura — torna-se mais confortável encontrar outra imigrante do outro lado. É alguém que entende o medo, o idioma, a saudade, a culpa e a solidão.” Mas, apesar do apoio, o caminho institucional no país ainda apresenta lacunas importantes. Portugal não possui uma delegacia da mulher, como no Brasil. Não existe uma lei equivalente à Maria da Penha, que foi um divisor de águas no enfrentamento à violência doméstica no Brasil. O que há, em Lisboa, é o Espaço Júlia, na freguesia de Santo Antônio, que funciona como um atendimento especializado a vítimas — mas ainda insuficiente diante da dimensão do problema. “Falta muita coisa. É muito triste ver que ainda há quem finja que não é com ele. Precisamos de educação, conscientização e mudança cultural”, afirma. Manual de prevenção Nos últimos anos, algumas iniciativas importantes surgiram. O Consulado-Geral do Brasil em Lisboa, em parceria com o Instituto Nós Por Elas, lançou o Manual de Prevenção da Violência contra Mulheres Brasileiras no Exterior, elaborado pelo Ministério das Mulheres e pelo Ministério das Relações Exteriores. O consulado também formalizou sua adesão à campanha Sinal Vermelho Contra a Violência Doméstica, que orienta vítimas a desenharem um “X” na mão ou em um pedaço de papel para pedir ajuda de forma silenciosa e segura. Pequenos gestos que podem salvar vidas. Mas, para a advogada, a mudança real depende de algo maior: transformação cultural. “Não adianta tratar apenas a consequência. Precisamos mexer na raiz”, diz. E a raiz, segundo ela, começa pela frase que repete sempre: “Uma mulher agredida é todas nós agredidas.” Onde pedir ajuda Esta reportagem também é escrita para quem lê em silêncio. Para quem está tentando decidir se aquilo que vive é violência. Para quem tenta justificar o injustificável. Para quem acha que merece o que recebe. Para quem teme pedir ajuda. Para quem saiu do Brasil acreditando que finalmente teria paz — e encontrou medo. Se esse for o seu caso, saiba que você não está sozinha. Há uma rede inteira pronta para caminhar com você. Há mulheres — como a advogada Luana Ferreira — que dedicam suas vidas para acolher, orientar e proteger. Há profissionais, instituições, organizações e serviços que podem te ajudar a romper um ciclo que nunca deveria ter começado. Por mais difícil que pareça, existe um futuro possível. Pedir ajuda não é fraqueza — é coragem. E coragem é algo que toda mulher carrega dentro de si, mesmo quando acha que não.
A história de muitas mulheres brasileiras que deixam o país em busca de segurança, estabilidade e uma vida melhor no exterior nem sempre encontra o final feliz que elas imaginavam. Para algumas, a violência atravessa oceanos. É nesse cenário complexo e muitas vezes invisível que atua a advogada Luana Ferreira, líder do Comitê de Direito das Mulheres do Grupo Mulheres do Brasil, em Lisboa. Lizzier Nassar, correspondente da RFI em Lisboa A violência viaja silenciosa, escondida dentro de malas, memórias, fragilidades e dependências. Em outras vezes, ela surge justamente no estrangeiro, onde a solidão da imigração, a falta de rede de apoio e o desconhecimento do sistema local criam o ambiente perfeito para que o ciclo se repita — ou se intensifique. A advogada brasileira Luana Ferreira, líder do Comitê de Direito das Mulheres do Grupo Mulheres do Brasil em Lisboa, conhece bem essas armadilhas. Ela se tornou, na prática, aquilo que tantas mulheres procuram desesperadamente quando decidem romper o silêncio: uma ponte. Uma mão estendida. Um lugar seguro onde é possível contar o que não se consegue nem admitir para si mesma. “Desde muito pequena eu vi e ouvia histórias de violência. Situações bem complicadas. Isso me tocou desde muito nova”, ela conta. O que poderia ter sido apenas uma lembrança dolorosa transformou-se em vocação. Hoje, ela trabalha diariamente para acolher mulheres que vivem aquilo que tantas outras, por gerações, foram ensinadas a suportar. O Comitê de Direito das Mulheres, que ela lidera, é dedicado à promoção e defesa dos direitos das mulheres, com especial atenção ao combate à violência doméstica — e com um objetivo central que vai além da assistência: sensibilizar a sociedade. “É importante trazer para as pautas sociais e para a sociedade que a violência doméstica é um problema de todos”, afirma. Os números comprovam que o problema é mais amplo do que a maioria imagina. Segundo dados do Ministério das Relações Exteriores, 1.631 casos de violência doméstica e de gênero contra brasileiras foram registrados em embaixadas e consulados em 2024 — um aumento de 4,8% em relação ao ano anterior. Os Estados Unidos lideram as notificações (397 casos), seguidos da Bolívia (258), Itália (153), Portugal (144) e Reino Unido (102). Cada número desses representa uma história que atravessou fronteiras carregando medo, insegurança e, muitas vezes, silêncio. Em Portugal, onde a advogada atua, a violência doméstica continua sendo o crime mais reportado. Só entre janeiro e agosto deste ano, a APAV — Associação Portuguesa de Apoio à Vítima — apoiou 14.008 mulheres. As situações de vitimação ocorreram em 89,9% dos municípios do país, com maior incidência nos distritos de Lisboa, Faro, Braga e Porto. Até setembro, 18 pessoas foram assassinadas em contexto de violência doméstica — 16 eram mulheres. E, segundo a PSP e a GNR, foram registradas 25.327 ocorrências nos primeiros nove meses do ano de 2025, o maior número dos últimos sete anos. Relutância em se reconhecer como vítima Esses dados ajudam a contextualizar uma realidade que, aos olhos da advogada, aparece diariamente em forma de relatos fragmentados, mensagens rápidas, áudios enviados com cuidado para que ninguém ouça, e pedidos de ajuda que começam hesitantes: “Não sei se isso é normal.” Muitas vezes, ela é a primeira pessoa a quem a mulher se direciona quando finalmente decide falar. “A mulher vive com medo: no lar, na sociedade, no dia a dia… Ela não sabe o que pode vir a acontecer se cruzar com o agressor ou se ele tiver acesso à vida que ela está construindo agora”, explica. Para ela, a violência doméstica não termina quando a relação termina. “É um crime que, muitas vezes, rouba a paz para sempre.” Entre os casos que chegam ao comitê, há agressões físicas e psicológicas, mas também formas de violência que muitas mulheres só descobrem quando já estão presas a elas. Uma das mais comuns entre brasileiras em Portugal é a violência administrativa. “O agressor retém, esconde ou inutiliza documentos da vítima. Já tivemos casos de passaportes rasgados, queimados, inutilizados — da mulher e das crianças”, relata. Impedida de viajar, de trabalhar ou de se movimentar, a vítima perde autonomia e fica ainda mais vulnerável. Escuta entre imigrantes Nesse contexto, a presença do comitê funciona como um abraço possível. A equipe escuta, orienta, encaminha e apoia. A rede inclui psicólogas, advogadas, associações especializadas e serviços públicos. E tudo começa com algo simples, mas fundamental: acreditar na vítima. “Quando são brasileiras — e elas são a maioria que nos procura — torna-se mais confortável encontrar outra imigrante do outro lado. É alguém que entende o medo, o idioma, a saudade, a culpa e a solidão.” Mas, apesar do apoio, o caminho institucional no país ainda apresenta lacunas importantes. Portugal não possui uma delegacia da mulher, como no Brasil. Não existe uma lei equivalente à Maria da Penha, que foi um divisor de águas no enfrentamento à violência doméstica no Brasil. O que há, em Lisboa, é o Espaço Júlia, na freguesia de Santo Antônio, que funciona como um atendimento especializado a vítimas — mas ainda insuficiente diante da dimensão do problema. “Falta muita coisa. É muito triste ver que ainda há quem finja que não é com ele. Precisamos de educação, conscientização e mudança cultural”, afirma. Manual de prevenção Nos últimos anos, algumas iniciativas importantes surgiram. O Consulado-Geral do Brasil em Lisboa, em parceria com o Instituto Nós Por Elas, lançou o Manual de Prevenção da Violência contra Mulheres Brasileiras no Exterior, elaborado pelo Ministério das Mulheres e pelo Ministério das Relações Exteriores. O consulado também formalizou sua adesão à campanha Sinal Vermelho Contra a Violência Doméstica, que orienta vítimas a desenharem um “X” na mão ou em um pedaço de papel para pedir ajuda de forma silenciosa e segura. Pequenos gestos que podem salvar vidas. Mas, para a advogada, a mudança real depende de algo maior: transformação cultural. “Não adianta tratar apenas a consequência. Precisamos mexer na raiz”, diz. E a raiz, segundo ela, começa pela frase que repete sempre: “Uma mulher agredida é todas nós agredidas.” Onde pedir ajuda Esta reportagem também é escrita para quem lê em silêncio. Para quem está tentando decidir se aquilo que vive é violência. Para quem tenta justificar o injustificável. Para quem acha que merece o que recebe. Para quem teme pedir ajuda. Para quem saiu do Brasil acreditando que finalmente teria paz — e encontrou medo. Se esse for o seu caso, saiba que você não está sozinha. Há uma rede inteira pronta para caminhar com você. Há mulheres — como a advogada Luana Ferreira — que dedicam suas vidas para acolher, orientar e proteger. Há profissionais, instituições, organizações e serviços que podem te ajudar a romper um ciclo que nunca deveria ter começado. Por mais difícil que pareça, existe um futuro possível. Pedir ajuda não é fraqueza — é coragem. E coragem é algo que toda mulher carrega dentro de si, mesmo quando acha que não.
Quantas vezes você já pensou: “Eu poderia ter feito diferente”? Arrependimentos podem se tornar sombras que insistem em acompanhar nossa caminhada, prendendo a mente ao que já passou e impedindo o florescimento do que ainda pode ser vivido.No SNICAST #288, a Preletora Marie Murakami apresenta um verdadeiro caminho de libertação interior, mostrando que não precisamos carregar eternamente a culpa, a vergonha ou a tristeza por decisões e erros do passado. Com profundidade e ternura, ela ensina que arrependimento não é sentença, é oportunidade de renascimento.| Os livros-textos deste episódio são: O Livro dos Jovens / Amor e Dedicação a Um Ideal; Para adquirir e estudar ainda mais, acesse: https://snibr.org/livrariapod;| Para saber mais sobre o Seminário para Juvenis e Jovens 2026, acesse: https://snibr.org/seminario_jovens2026;| Para saber mais sobre o Seminário para Educadores 2026, acesse: https://snibr.org/2dnLfc;| Quer começar a praticar a Meditação Shinsokan, mas não sabe como? Conheça a Meditação Shinsokan guiada: https://rebrand.ly/shinsokan_7min;| Para encontrar a Associação Local mais próxima de você, acesse: https://rebrand.ly/onde_encontrar| Acompanhe também as nossas redes sociais para mais conteúdos e novidades: https://rebrand.ly/FaceSNI (Facebook) e https://rebrand.ly/instaSNI (Instagram)
¿La ansiedad no te deja vivir? Descubre el secreto del Rebe de Modzitz para "cerrar la maleta" de las preocupaciones y cómo su ingenio burló a los soviéticos para salvar a miles de judíos.
RELATO N° 669 | El Milagro de las 5 Papas frente a la SS**En el infierno helado del campo de Breslau-Hundsfeld, encender una llama significaba una sentencia de muerte inmediata. Pero Leah Neumann-Weiss sabía que la oscuridad solo se combate con luz.En este episodio especial de Janucá, descubrirás cómo 5 simples papas crudas, una lata de aceite robada y un coraje inquebrantable desafiaron a la maquinaria nazi. Una historia real sobre Mesirut Nefesh (entrega del alma), el miedo paralizante ante una guardia de la SS y el milagro inexplicable que ocurrió cuando la puerta se abrió.
Entrevista de Radio Gurugú a Lourdes San Segundo
RELATO N°668
Gol de penalti para cerrar el 2-0 ante el Sevilla con una celebración muy especial: vuelve a hacer el SIII Mbappé dedicándole el gol a Cristiano Ronaldo. 59 goles con el Real Madrid en 2025
Gol de penalti para cerrar el 2-0 ante el Sevilla con una celebración muy especial: vuelve a hacer el SIII Mbappé dedicándole el gol a Cristiano Ronaldo. 59 goles con el Real Madrid en 2025
RELATO N°668
Sermão para a Festa da Dedicação da Arquebasílica de São SalvadorPadre Raul Regula, IBP.09/11/2025Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, Belém/PA.
Sermão para a Festa da Dedicação da Arquibasílica do Santíssimo Salvador (São João do Latrão)Padre Marcos Mattke, IBP.09/11/2025Capela Nossa Senhora das Dores, DF.
Sermão para a Festa da Dedicação da Arquibasílica do Santíssimo Salvador (São João do Latrão)Padre Leonardo Carvalho, IBP.09/11/2025Capela Nossa Senhora das Dores, DF.
Sermão para a Festa da Dedicação da Arquibasílica do Santíssimo Salvador (São João do Latrão)Padre Daniel Pinheiro, IBP.09/11/2025Capela Nossa Senhora das Dores, DF.
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09 de novembro, Festa da Dedicação da Basílica do Latrão -
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo — para sempre seja louvado!Hoje a Igreja celebra a Dedicação da Basílica de São João de Latrão, a Catedral do Papa, mãe e cabeça de todas as igrejas do mundo.Mais do que uma construção de pedras, esta festa nos recorda que nós mesmos somos o templo vivo de Deus, onde o Espírito Santo habita e age.
====================================================https://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1====================================================DEVOCIÓN MATUTINA PARA JOVENCITAS“PRINCESA”Narrado por: Sirley DelgadilloDesde: Bucaramanga, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================09 DE NOVIEMBRESOLO HACE FALTA UNO Pero la transgresión de Adán no puede compararse con la gracia de Dios. Pues, si por la transgresión de un solo hombre murieron todos, ¡cuánto más el don que vino por la gracia de un solo hombre, Jesucristo, abundó para todos! Romanos 5:15 “Sólo quería decirte”, dijo. “Solo se necesitas uno”. Sabía que teníamos nuestra casa a la venta y quería ofrecerme una palabra de aliento. Ella también había pasado recientemente por tener su casa en el mercado y sabía a lo que me enfrentaba. Mientras tomaba mis manos entre las suyas, me miró con seriedad y dijo. “Solo hace falta que una persona venga y ame tu casa y quiera comprarla. Aférrate a eso cuando te sientas abrumada. Dios te lo enviará”. He pensado en lo que me dijo y en cómo esta Verdad se aplica en muchos aspectos de mi vida. Dios lo enviará. ¿Crees que Dios lo enviará? ¿Caminas en esa creencia, incluso cuando las circunstancias a tu alrededor dicen lo contrario? ¿Se concentra en lo que está sucediendo o en las promesas de Dios? Haz de hoy el día en que vivas creyendo en esa única cosa que está sucediendo, ya sea un letrero vendido en tu jardín o la curación en una relación; Vuélvete al Creador de todas las cosas con todo lo que está en tu corazón. Dedica el día de hoy a reflexionar sobre ese único sacrificio que hizo por ti, debido a su amor inagotable. Confía en que Él hará lo mejor para ti, cualquiera que sea Su respuesta, y vive a la expectativa de la vida abundante que Él te ha prometido.
* Incendio en tienda de Hermosillo deja 23 muertos* Matan a alcalde de Uruapan que había denunciado violencia* Molotov le dedica a la 4T uno de sus clásicos
Tema de abertura de Claudio Zaidan para o programa Bandeirantes Acontece
Este podcast tiene algunas reflexiones sobre la charla que dio John Maxwell cuando vino a Argentina este año. Creo que muchas pueden ser de valor para los emprendedores y para encarar la vida00:00 Comienzo 01:23 ¿Cómo seguir desafiándonos cuando somos más grandes?02:03 La diferencia entre significado y éxito03:05 Preguntas que tiene que hacer todo emprendedor04:05 ¿Cómo me diferencio de otras personas?05:20 Alcanzar tu potencial06:39 Decisiones correctas Abrazá un propósito. ¡Desafía al mundo e inspirá a otros!Recordá que si querés enviarnos tus preguntas, consultas o sugerencias podés hacerlo a podcast@emprendeconproposito.com.arTambién podés seguirnos en las otras redes:Web: emprendeconproposito.com.ar IG: @sebasosaemprende @somosecp YT: Emprende con propósito TikTok: @somosecp Te dejo un resumen del podcast: Hay un camino claro y estructurado para alcanzar el máximo potencial, alejándose de la vaga idea del éxito y enfocándose en el crecimiento personal y el impacto positivo en el mundo. Se presentan tres pilares fundamentales, extraídos de las enseñanzas de John Maxwell:1. Autoconocimiento Profundo: La Base del CrecimientoLa clave: No se puede arreglar lo que se desconoce. Antes de aspirar a más, es crucial invertir tiempo en comprenderse a uno mismo.Desarrollo: Esto implica identificar las fortalezas y debilidades, reconocer qué funciona y qué no en la propia vida y carrera. El autoconocimiento sienta las bases para un crecimiento auténtico y sostenible.Aplicación: Utiliza herramientas como tests de personalidad, diarios de reflexión, o feedback de personas de confianza para obtener una visión más clara de ti mismo.2. Desarrollo de Fortalezas: El Motor del ProgresoLa clave: Enfócate en lo que haces realmente bien. Dedica tu energía y tiempo a potenciar tus habilidades naturales y áreas de talento.Desarrollo: Identifica las actividades y tareas que te resultan más fáciles y gratificantes, aquellas donde puedes generar un mayor impacto.Aplicación: Prioriza estas actividades y delega o elimina aquellas que no te permiten brillar. Busca oportunidades para seguir perfeccionando tus fortalezas.3. Decisiones Correctas: El Camino al Crecimiento IntencionalLa clave: El crecimiento no es accidental, requiere decisiones conscientes y una inversión constante en el desarrollo personal.Desarrollo: Elige actividades, relaciones y proyectos que te impulsen a crecer, aprender y superarte. Invierte en formación, mentoría y experiencias que te permitan ampliar tus horizontes.Aplicación: Dedica tiempo cada día a actividades que te permitan crecer, ya sea leer, aprender nuevas habilidades, o conectar con personas inspiradoras.El crecimiento personal, es un proceso continuo y que requiere atención consciente y esfuerzo constante. Al centrarse en el autoconocimiento, el desarrollo de fortalezas y la toma de decisiones correctas, es posible desbloquear el máximo potencial y vivir una vida con propósito y significado.Las 7 preguntas de Maxwell que todo emprendedor deben hacer a otros: ¿Cuál es el aprendizaje que tuviste en tu vida?¿Qué estás aprendiendo ahora mismo? ¿Cómo el fracaso ha moldeado tu vida? ¿A quién conoces que yo debería conocer?¿Qué estás leyendo que yo debería estar leyendo?¿Qué has hecho que yo debería hacer?¿Qué puedo hacer para agregar valor a tu vida? ¿Cómo puedo servirte?#liderazgo #equipo #vulnerabilidad #lideresemprendedores #emprendedoresargentinos #resiliencia #disciplina #esfuerzo #entrenamiento #exito #trabajoduro #preguntas #habitos #conversacionesdificiles #feedback #liderazgo #lideresemprendedores #lideresempresarios
Veja também em youtube.com/@45_graus Maria Antónia Oliveira nasceu em Viseu em 1964. Dedica-se desde 2002 ao género biográfico. Escreveu o livro Os Biógrafos de Camilo (2010, tese de doutoramento), uma biografia de Alexandre O’Neill, Uma Biografia do Ar.Co (2014) e está atualmente a trabalhar numa biografia de Cesário Verde. É professora de Escrita de Biografia na Universidade Nova de Lisboa -- que eu saiba, a única cadeira sobre este tema em Portugal. _______________ Índice: (0:00) Introdução (2:05) Como se lida com as fontes? (15:19) Como lidar com a crítica? (18:33) Alexandre O’Neill (21:56) Quão bem ficaste a conhecer o biografado? (27:51) O biógrafo tem hoje mais reconhecimento? (33:13) EstruturaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Veja também em youtube.com/@45_graus Maria Antónia Oliveira nasceu em Viseu em 1964. Dedica-se desde 2002 ao género biográfico. Escreveu o livro Os Biógrafos de Camilo (2010, tese de doutoramento), uma biografia de Alexandre O’Neill, Uma Biografia do Ar.Co (2014) e está atualmente a trabalhar numa biografia de Cesário Verde. É professora de Escrita de Biografia na Universidade Nova de Lisboa -- que eu saiba, a única cadeira sobre este tema em Portugal. _______________ Índice: (0:00) Introdução (3:16) O que é uma Biografia? | Woody Allen (11:56) Porque a Inglaterra tem tanta tradição? | Livro: Winston Churchill: My Early Life | Estruturalismo e morte do autor (21:31) Como se escolhe a pessoa a biografar? | Episódio In Our Time BBC | Alexandre O’Neill (28:14) Camilo Castelo branco (33:03) A Biografia tem algo de romance? | O desafio de dar ou não contexto ao leitorSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Audio Devocional "Crezcamos de Fe en Fe" - Ministerios Kenneth Copeland
«Y al ver las multitudes, Jesús tuvo compasión de ellas porque estaban desamparadas y dispersas, como ovejas que no tienen pastor» (Mateo 9:36) La compasión. Eso es lo que la gente necesita más que cualquier otra cosa en este mundo. Necesitan que alguien llegue a ellos con la compasión de Dios. La compasión es un anhelo profundo que responde a las necesidades de las personas. Es un término mucho más profundo que la lástima. La lástima no hace nada, sólo siente pena por las personas, pero la compasión tiene que hacer algo por ellas. Dios se mueve por la compasión, y la vida de Jesús en la Tierra fue un ejemplo vivo de esa compasión en acción. La compasión fue el móvil de todo el ministerio de Jesús. Lo movió a multiplicar los panes y los peces, a sanar a los enfermos, a echar fuera a los demonios, a resucitar a los muertos y hasta morir en la Cruz. Esa misma compasión es la que Él desea manifestar por medio de tu vida. Es algo maravilloso, ¿no es cierto? Es asombroso darnos cuenta de que somos el único cuerpo que Jesús tiene ahora en la Tierra. Su sanidad tiene que fluir a través de nuestras manos y nuestra fe. Su compasión debe movernos para dar al hambriento, echar fuera demonios y poner en libertad a los cautivos. “Pero, hermano Copeland, yo no tengo esa clase de compasión”. Sí, la tienes. Si el Espíritu de Dios mora en tu vida, la tienes, porque ¡Él es esa clase de amor! Lo único que necesitas hacer es ponerla en acción. ¿Cómo? Así como lo hizo Jesús cuando estuvo en el mundo: por medio de la oración y la comunión con el Padre. Estudia los Evangelios y nota cuánto tiempo Jesús pasó a solas con el Padre. Ese tiempo puso en acción la compasión de Dios dentro de Él, hizo que sintiera lo que Dios siente por el sufrimiento de la humanidad y lo conmovió tanto que siempre que se encontraba con una necesidad, la satisfacía por medio del poder de Dios. Sigue Su ejemplo. Dedica tiempo a la comunión con el Padre. Medita en la compasión de Dios hasta que surja con intensidad en tu interior. Estimúlala hasta que el deseo de ver a otros libres llegue a ser una prioridad en tu manera de pensar. Jesús te ha enviado para alcanzar y tocar a este mundo sediento de Su amor con Su compasión. Si tú no lo haces, ¿quién lo hará? Lectura bíblica: Marcos 6:32-46 © 1997 – 2019 Eagle Mountain International Church Inc., también conocida como Ministerios Kenneth Copeland / Kenneth Copeland Ministries. Todos los derechos reservados.
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- Ya perdieron cualquier parámetro de verdad o contacto con la realidad. - La seño Sheinbaum nos muestra en el séptimo informe del morenato que está dispuesta a mentir, manipular y engañar, sin ningún rasgo de vergüenza. - Pero no lo hace sola, además del régimen, cuenta con el apoyo de un gran aparato de comunicación y propaganda que opaca la verdad. - Hoy, el mexicano común está más lejos que nunca de la capacidad de conocer y entender la verdad. - Ahí está el gran reto que tenemos en la Resistencia de Ciudadanos Útiles y Felices.
Leticia Vaquero y Ayanta Barilli entrevistan a Patricia Juncosa, conservadora de la Colección de la Fundación Pilar y Joan Miró.
Mientras las llamas siguen devorando el noroeste del país, las redes sociales se llenan de mentiras
En Ivoox puedes encontrar sólo algunos de los audios de Mindalia. Para escuchar las 4 grabaciones diarias que publicamos entra en https://www.mindaliatelevision.com. Si deseas ver el vídeo perteneciente a este audio, pincha aquí: https://www.youtube.com/watch?v=8uc2LKjo2CA ¿Quieres atraer a tu vida lo que realmente deseas? En este video te guiamos paso a paso en un ejercicio práctico y poderoso para manifestar tus sueños con intención y claridad. A través de la visualización, la emoción y la conexión con tu energía interior, aprenderás a alinear mente, corazón y acción para crear la realidad que anhelas. ¡Dedica unos minutos al día y transforma tu vida desde adentro hacia afuera! #ManifestaciónEspiritual #LeyDeAtracción #Abundancia Más información en: https://www.mindalia.com/television/ PARTICIPA CON TUS COMENTARIOS EN ESTE VÍDEO. -----------INFORMACIÓN SOBRE MINDALIA--------- Mindalia.com es una ONG internacional, sin ánimo de lucro, que difunde universalmente contenidos sobre espiritualidad y bienestar para la mejora de la consciencia del mundo. Apóyanos con tu donación en: https://www.mindalia.com/donar/ Suscríbete, comenta positivamente y comparte nuestros vídeos para difundir este conocimiento a miles de personas. Nuestro sitio web: https://www.mindalia.com SÍGUENOS TAMBIÉN EN NUESTRAS PLATAFORMAS Facebook: / mindalia.ayuda Instagram: / mindalia_com Twitch: / mindaliacom Odysee: https://odysee.com/@Mindalia.com *Mindalia.com no se hace responsable de las opiniones vertidas en este vídeo, ni necesariamente participa de ellas.
Es una pregunta que se pueden hacer y se hacen muchos españoles. No es fácil determinarlo, aunque nos podemos aproximar. No es un socialista, ya que no tiene compromiso crítico y su única fidelidad es Sánchez. Por tanto, podemos descartar que tenga una ideología identificable. Es cierto que es leal, pero siempre he desconfiado de esa ciega lealtad que conduce a no cuestionar al líder. No es un jurista, porque hace años, demasiados, que se dedica a otros menesteres. En cualquier caso, siempre he defendido que un jurista es algo más que un abogado. Lo digo con todo el respeto.
Ana Mateu habla de toda la acutalidad del corazón con Paloma Barrientos, Daniel Carande, Javier del Pozo y Verónica Caso.
Ana Mateu habla de toda la acutalidad del corazón con Paloma Barrientos, Daniel Carande, Javier del Pozo y Verónica Caso.
Podcast Tênis Certo: corrida de rua | maratona | entrevistas | treinamento
Neste episódio, conversamos com a Mari Luchezi sobre treinamento e rotina de uma atleta divide seu tempo com a rotina diária de mãe e os treinos puxados de corrida.Siga o Insta da Mari: https://www.instagram.com/marivluchezi/Contato comercial: contato@teniscerto.com▬ INFORMAÇÕES IMPORTANTES ▬O Tênis Certo é um canal de informações que divulga lançamentos e promoções de tênis. Não vendemos nenhum tipo de produto ou serviço. Se você comprar através dos nossos links, recebemos uma pequena comissão que nos ajuda a manter a produção do conteúdo. Isso não mudará o valor final da sua compra. Agradeço muito o seu apoio.TAGS: Mari Luchezi, corredora, influenciadora, maratona, corrida de rua, podcast, eduardo suzuki, valery mello, rodrigo machado, tenis certo
Sección de Jorge Castellanos
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA JÓVENES 2025“HOY ES TENDENCIA”Narrado por: Daniel RamosDesde: Connecticut, USAUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================15 de MayoMemoria«Me acuerdo de tiempos anteriores, y pienso en todo lo que has hecho». Salmos 143:5¿Alguna vez te has preguntado por qué los seres humanos olvidamos? Normalmente, asociamos el olvido o a las personas olvidadizas con una connotación negativa, pero Tula Karras argumenta que, aunque «olvidar tiene mala fama, los seres humanos no podríamos funcionar sin olvidar. De hecho, recordar y olvidar son dos caras de una misma moneda».En una edición especial de National Geographic, Karras explica que cada vez que nuestro cerebro recibe nueva información debe olvidar algunos detalles y retener solo la información básica, u olvidar información vieja, para no sobrecargarse. Además, nuestro cerebro tiende a olvidar aquellos recuerdos en los que no pensamos a menudo, como tu mascota de la niñez o las fórmulas que memorizaste para un examen de química. En pocas palabras, estamos programados para olvidar.Aunque el olvido sea una parte natural del ciclo de la vida y contribuya al funcionamiento eficiente del cerebro, hay ciertos aspectos en los que no podemos permitirnos el lujo de olvidar. Imagina qué sucedería si olvidáramos las reglas de tránsito.En el plano espiritual, olvidar puede ser sumamente perjudicial. Olvidar de dónde Dios te rescató, ignorar lo que ha hecho por ti y dejar de recordar sus promesas y planes para tu vida puede conducirte a la ruina. Por eso Dios nos motiva constantemente a recordar. El cuarto mandamiento comienza con «acuérdate». Moisés le dijo a Israel: «Cuídate de no olvidarte de Jehová, que te sacó de la tierra de Egipto, de casa de servidumbre» (Deuteronomio 6: 12). Elena G. de White escribió que «no tenemos nada que temer del futuro, a menos que olvidemos la manera en que el Señor nos ha conducido, y lo que nos ha enseñado en nuestra historia pasada» (Eventos de los últimos días, p. 64).Cultivar una buena memoria espiritual debería ser una tendencia hoy. ¿Y cómo podemos lograrlo? En Salmos 77: 11, David comparte el secreto, que consiste en reflexionar y meditar de manera constante en lo que Dios ha hecho en el pasado. Dedica un momento de tu día a ponderar lo que Dios ha realizado en tu vida, ya que ahí se encuentra la clave para no olvidar quién es él y cuáles son sus propósitos para tu vida.
CURSOS Y TALLERES ONLINE
Hoy quiero hablarte de algo que quizás no has considerado en tu camino para bajar de peso. Y no, no es la dieta ni el ejercicio. Es algo que silenciosamente podría estar afectando tus decisiones, tu motivación y hasta tu relación con la comida. El algoritmo. Sí, así como lo escuchas. Puede que lo que te esté engordando no sea solo lo que comes, sino la cantidad de información que consumes. Pero antes de entrar en materia, hablemos de qué es realmente un algoritmo. Un algoritmo, en el mundo digital, es un conjunto de reglas y procesos automáticos que las plataformas como Instagram, TikTok y YouTube utilizan para decidir qué contenido mostrarte. Básicamente, el algoritmo estudia tu comportamiento, analiza lo que ves, en qué te detienes, qué comentas, qué te interesa, y con base en eso, te sigue mostrando más y más de lo mismo. Entonces, si un día ves un video sobre dietas, de inmediato empiezas a recibir más información sobre dietas, diferentes tipos de alimentación, consejos contradictorios, planes milagrosos… y sin darte cuenta, te atrapa en un círculo de consumo sin fin. Tal vez te identificas con esto: Quieres bajar unos kilos, no te sientes cómoda en tu cuerpo, pero estás llena de dudas porque escuchas mil versiones distintas. Que si contar calorías, que si ayuno intermitente, que si más cardio, que si pesas, que si yoga o pilates. Y lo peor… entras a las redes sociales buscando respuestas y terminas más confundida que antes. De pronto, ves un post sobre una dieta nueva, luego una receta saludable, después alguien diciendo que los macros son la clave, y al siguiente minuto alguien más afirmando que todo eso no sirve. Pasas horas en Instagram, en TikTok, en YouTube… Y cuando menos te das cuenta, ya es hora de comer. Y comes lo que sea, porque después de todo, la confusión solo te dejó más frustrada. Lo interesante aquí es que nosotras, como adultas, estamos muy conscientes del peligro de las redes para nuestros hijos. Les decimos que tengan cuidado, que no pasen tanto tiempo en el celular, que no crean todo lo que ven en internet. Pero… ¿y nosotras? El algoritmo sabe perfectamente de qué pata cojeamos. Nos muestra justo lo que más nos engancha. Y sin darnos cuenta, nos volvemos sus víctimas. Pero aquí es donde quiero invitarte a un cambio de perspectiva. Si esta ha sido tu situación, hoy te quiero invitar a que, lejos de ser víctimas del algoritmo, lo usemos a nuestro favor. Porque sí, el algoritmo tiene sus trampas, pero también puede ser una herramienta poderosa si sabemos aprovecharlo. En lugar de pensar “qué malo es el algoritmo”, pensemos en cómo podemos sacarle provecho. Vamos a usarlo con intención, a nuestro favor, y con creatividad. ¿Cómo salir de la trampa del algoritmo y usarlo a tu favor? Ponle horarios a las redes. Así como les dices a tus hijos que usen el celular con moderación, hazlo contigo. Decide en qué horarios vas a ver contenido sobre salud y alimentación, y fuera de esos horarios, desconéctate. Sé selectiva con lo que consumes. No sigas a cien cuentas que dicen cosas distintas. Empieza a seguir solo cuentas que realmente te aporten y que vayan alineadas con tu meta. Y aquí es donde viene el truco: el algoritmo funciona como un reflejo de lo que tú eliges ver. Si empiezas a consumir contenido de valor, el algoritmo se adaptará y te mostrará más de eso. Empieza tu día con intención. Dedica tus mañanas a respirar profundo, recitar gratitud y practicar un ritual que te haga bien. Puede ser escribir, hacer estiramientos, leer algo inspirador o simplemente empezar el día con calma y presencia. No empieces tu día con redes sociales. Si lo primero que haces al despertar es meterte al celular, ya perdiste el control de tu enfoque desde el minuto uno. Decide empezar el día contigo, con una rutina que te nutra, en lugar de saltar al scroll infinito. Asegúrate de que cuando comes, no estés conectada a las redes sociales. Comer con el celular en la mano, viendo videos o revisando el feed, no solo te desconecta de tu comida, sino que afecta la forma en que tu cuerpo procesa los alimentos. El estrés digital interfiere con tu digestión, con tu capacidad de disfrutar la comida y con las señales de saciedad que tu cerebro necesita recibir. No es solo qué comemos, es cómo lo comemos. Dale a tu cuerpo el respeto y la presencia que merece en cada comida. Comprométete con una estrategia, no con todas. Deja de brincar de una dieta a otra, de un método a otro. Elige algo y sosténlo. La constancia es lo que da resultados, no la cantidad de información que acumulas. Sugerencia extra o bonus Tip: Elige desde qué espacio te conectas a tus redes sociales. Antes de entrar a las redes, tómate un momento para respirar profundo y notar desde qué estado emocional lo estás haciendo. Si estás cansada, estresada o frustrada con tu proceso, es muy fácil que cualquier recomendación que veas en redes te haga sentir peor. Lo que podría ser un mensaje motivador, lo interpretas como presión. Lo que podría ser información valiosa, te hace sentir más confundida o culpable. Cuida el espacio desde el cual consumes contenido. No te creas todo lo que ves, no te compares y no permitas que lo que encuentres en redes defina tu camino. Usa la información a tu favor, pero no te dejes arrastrar por ella. Usa el algoritmo a tu favor Ahora ya sabes cómo funciona el algoritmo, así que úsalo estratégicamente. Empieza a buscar información alineada con lo que realmente quieres lograr y descarta lo que te distrae o confunde. Y aquí es donde te hago una invitación especial. Porque si realmente quieres comprometerte con un camino que te lleve a transformar tu cuerpo y tu vida desde el fondo, te invito a que entres a mi espacio de Mi Mejor Versión. Ahí trabajamos con una estrategia que va mucho más allá de contar calorías o seguir reglas estrictas. La base de todo es hacer una transformación consciente en nuestra manera de pensar, y desde ahí, todo empieza a cambiar. Con claridad y con intención, vamos nutriendo nuestra alimentación, nuestro movimiento, nuestro estilo de vida. Sin confusión, sin brincar de un método a otro. Tu Puedes Hacerlo. Si esto resuena contigo, te invito a que entres ya mismo a monicasosa.com/mmv y te inscribas en la lista de espera. Así, en cuanto las puertas se abran, estarás en primera fila para formar parte de este espacio en el que hacemos posible esa transformación que tanto deseas. Gracias por escucharme, gracias por estar aquí. Te abrazo a la distancia con mis deseos de salud y bienestar para ti y tu familia, y mis deseos de que tengas un día, una semana y una vida espectacular. Hasta la próxima.