Podcast appearances and mentions of Ali Khamenei

Supreme Leader of Iran since 1989

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Ali Khamenei

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Invité de la mi-journée
Chowra Makaremi: «Les Iraniens ont cultivé une résilience comme forme de résistance»

Invité de la mi-journée

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 7:11


L'Iran se dit prêt à répondre à toute attaque américaine, y compris une « frappe limitée ». La possibilité est de nouveau évoquée par Donald Trump en cas d'échec des pourparlers. Cette perspective commence de plus en plus à ressembler à une solution pour certains Iraniens, mais la colère n'est pas retombée. Des manifestations ont été organisées dans plusieurs endroits de Téhéran et de nouveaux slogans contre le régime ont de nouveau retenti dans plusieurs campus de la capitale. Entretien avec Chowra Makaremi, anthropologue et réalisatrice de cinéma française d'origine iranienne. Auteure de Résistances affectives, éditions La Découverte. À lire aussiIran: reprise des manifestations dans plusieurs universités de la capitale À lire aussiAprès l'ultimatum de Trump à l'Iran, le Moyen-Orient suspendu aux lèvres des États-Unis

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 22/02/2026 | Trump eleva tarifaço global para 15% / Lula fala sobre homenagem na Sapucaí

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Feb 22, 2026 182:34


Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (22): O presidente Donald Trump elevou a tarifa global para 15% como resposta após a Suprema Corte dos Estados Unidos derrubar o seu plano anterior do tarifaço dos EUA. A nova medida amplia as incertezas econômicas sobre a inflação, o valor do dólar e o ritmo das exportações internacionais. Reportagem: Matheus Dias. O presidente Lula (PT) rebateu as críticas sobre o desfile polêmico da Acadêmicos de Niterói no Rio de Janeiro, afirmando que não é "carnavalesco". Apesar do rebaixamento da agremiação, o petista declarou que aceitou a homenagem, agradeceu o carinho e confirmou que visitará a escola para agradecer pessoalmente aos integrantes. Reportagem: André Anelli. A estrutura de poder no Irã e o crescimento do país sob o comando de Ali Khamenei são pontos centrais na compreensão da atual dinâmica do Oriente Médio. Considerado um nome crucial da geopolítica mundial, o líder supremo exerce influência direta sobre as decisões estratégicas e o desenvolvimento nacional iraniano. Fabrízio Neitzke comentou mais sobre o assunto. O professor de relações internacionais Gunther Rudzit analisa se a presença militar dos Estados Unidos é capaz de intimidar o Irã diante da atual escalada de tensão. O especialista avalia o impacto do envio de tropas intensificado por Donald Trump e os riscos de um conflito aberto no Oriente Médio. Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) analisam nesta semana a decisão de Flávio Dino sobre o pagamento de penduricalhos no serviço público. O julgamento ocorre após o presidente Lula (PT) vetar medidas que ultrapassam o teto constitucional. Reportagem: André Anelli. O especialista em finanças e negócios internacionais Beny Fard avalia como o embate entre Donald Trump e a Suprema Corte dos Estados Unidos afeta as políticas globais. Fard destaca que os cidadãos americanos já estão "sentindo no bolso". O presidente Lula (PT) disse ao governo de Donald Trump que o Brasil não deseja uma nova "guerra fria" em meio às tensões sobre o tarifaço global. O petista defendeu que o governo brasileiro agiu corretamente ao adotar uma postura de cautela frente às recentes medidas econômicas americanas. Reportagem: André Anelli. A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado votará nesta quarta-feira (25) o convite para ouvir os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli sobre o caso do Banco Master. Por se tratar de um convite, e não de convocação, os citados não possuem a obrigação legal de comparecer. O ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça convocou uma nova reunião com a Polícia Federal para realizar um balanço detalhado das investigações sobre o caso do Banco Master. Jesualdo Almeida e Nelson Kobayashi analisaram o assunto. O ex-ministro do Trabalho Ronaldo Nogueira analisa as divergências entre governo e oposição sobre a proposta de fim da escala 6x1 no Brasil. O especialista destaca a necessidade de um consenso equilibrado entre trabalhadores e empregadores para garantir a viabilidade econômica e o bem-estar social. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

NZZ Akzent
Mojtaba Khamenei: Wird er Irans neuer Revolutionsführer?

NZZ Akzent

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 13:42 Transcription Available


Wer folgt auf den 86-jährigen Ali Khamenei? Während der iranische Revolutionsführer seine Macht seit fast 40 Jahren zementiert, rückt sein Sohn Mojtaba immer stärker in den Fokus der Spekulationen. Obwohl er offiziell kein Amt bekleidet und kaum öffentlich in Erscheinung tritt, gilt er als einer der einflussreichsten Strippenzieher im Machtzentrum von Teheran. Doch eine dynastische Nachfolge widerspricht den Grundwerten der Islamischen Revolution von 1979 und könnte den Unmut der Bevölkerung in einer ohnehin instabilen Phase weiter anheizen. In dieser Episode beleuchten wir, wie Mojtaba Khameneis Chancen stehen – und warum seine Unbekanntheit paradoxerweise ein Vorteil sein könnte. Gast: Anne Allmeling, Auslandredaktorin Host: Antonia Moser [Hier ](https://www.nzz.ch/international/mojtaba-khamenei-wird-er-irans-naechster-revolutionsfuehrer-ld.1924732)kannst du Annes Analyse nachlesen. Lust auf noch mehr digitale Inhalte der NZZ? [Probier`s drei Monate aus.](https://abo.nzz.ch/25077808-2/)

Sibylline Insight Series
Supreme Leader Ali Khamenei | Power Players

Sibylline Insight Series

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 7:31


In this episode of Sibylline's "Power Players" series, Intelligence Analyst Megan Sutcliffe examines the life and influence of Ali Khamenei, the Supreme Leader of Iran. The episode traces Khamenei's journey from his early years in a religious household to his rise as a central figure in the Islamic Revolution and, ultimately, the most powerful man in Iran. Megan explores how he consolidated authority, the institutions he controls, and how his leadership style has shaped Iranian society and regional geopolitics. Megan also explains the implications of his legacy and the looming question of succession, offering insight into Iran's political future. If you enjoyed this episode, let us know by liking, subscribing, or leaving a review! You can also contact us with any questions or feedback at info@sibylline.co.uk. Follow us on Instagram: https://www.instagram.com/sibyllineltd/?hl=en Follow us on LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/sibylline-ltd/ Check out more content on YouTube: https://www.youtube.com/@sibyllineTV For more information, visit our website: www.sibylline.co.uk   #Geopolitics #PowerPlayers #Iran #MiddleEast #GlobalAffairs

Esprits Libres
Iran – USA : alors que les négociations « patinent les deux partis ont besoin de temps » déclare Jean-François Colosimo

Esprits Libres

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 12:08


Dans cet épisode d'Esprits Libres, David Abiker reçoit Jean-François Colosimo, directeur général des éditions du Cerf, et Maître Sophie Obadia, avocate pénaliste. Ensemble, ils se plongent au cœur des négociations tendues entre l'Iran et les États-Unis, alors que le guide suprême iranien Ali Khamenei appelle son peuple à la résilience. Jean-François Colosimo éclaire les enjeux géopolitiques de cette crise, entre volonté d'éviter une escalade militaire et crainte d'un embrasement de la région. Ils reviennent également la dimension idéologique de l'affaire Epstein, qui a éclaboussé l'intelligentsia progressiste américaine.Maître Obadia, apporte un regard avisé sur les dérives de la médiatisation de cette affaire, qu'elle juge extrêmement dangereuse pour les réputations. Elle craint que la « bombe réputationnelle » ne soit plus menaçante que la « bombe judiciaire ». Le président Macron, en renvoyant la justice américaine à ses propres responsabilités, a-t-il voulu éviter que les conséquences de l'affaire Epstein ne se répandent en Europe ?Enfin, les deux esprits libres s'interrogent sur l'impact de l'intelligence artificielle, qui pourrait à la fois faciliter le travail des avocats mais aussi les priver de leur créativité et de leur capacité d'innovation. Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

Le débat
Iran : après l'effroi, quel espoir ?

Le débat

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 41:47


Le guide suprême iranien, l'ayatollah Ali Khamenei, a appelé lundi ses compatriotes à faire preuve de "résilience". Un message de fermeté quelques jours après une première session de discussions entre Téhéran et Washington et alors que le pouvoir maintient la pression sur les voix critiques. Plusieurs personnalités ont été arrêtées ces derniers jours pour leur contribution à un message critique du pouvoir, écrit dans la foulée des manifestations.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 05/02/2026 | 1ª EDIÇÃO: Quem será o vice de Flávio? / Eleições presidenciais | 2ª EDIÇÃO: EUA x Irã / Lula deve rejeitar reajuste de salário

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 302:06


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (05): O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), afirmou que não será candidato a vice-presidente em uma eventual chapa liderada por Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A declaração foi dada após visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena por envolvimento em trama golpista. Marinho ressaltou que, embora faça parte do mesmo partido do filho do ex-presidente, o ideal é que a chapa atraia nomes de outras siglas para fortalecer a composição política, mantendo o foco na estratégia eleitoral do PL. A direita brasileira intensificou articulações para fortalecer sua presença no Senado nas eleições de 2026. O pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro orientou aliados em todo o país a lançarem ao menos um nome competitivo por estado, com o objetivo de ampliar a bancada conservadora e conquistar maioria na Casa. A Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado aprovou projetos que proíbem a publicidade de plataformas de apostas esportivas e vetam apostas em resultados eleitorais. As propostas, de Randolfe Rodrigues (PT-AP) e Jorge Kajuru (PSB-GO), foram unificadas em um relatório da senadora Damares Alves (Republicanos-DF). A medida surge após a expansão das bets no país e episódios em que plataformas ofereceram apostas sobre eleições municipais em 2024. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve vetar o projeto aprovado pelo Congresso que prevê reajustes salariais para servidores do Legislativo. Mudanças maiores que a média de 9% serão vetadas, segundo afirmou o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues. O governo dos Estados Unidos anunciou a retirada imediata de cerca de 700 agentes federais de imigração de Minnesota, parte da chamada Operation Metro Surge que mobilizou milhares de agentes em torno de Minneapolis e causou críticas e protestos locais. A informação foi dada pelo “czar da fronteira” da Casa Branca, Tom Homan. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (04) que o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, deveria estar “muito preocupado”, em meio ao aumento das tensões entre os dois países. O Tribunal de Contas do Estado decidiu abrir uma investigação para apurar investimentos de R$ 218 milhões feitos pela Cedae no Banco Master, instituição financeira que foi liquidada pelo Banco Central no fim do ano passado. A decisão unânime ocorreu após denúncia do deputado estadual Luís Paulo, que questionou a aquisição de títulos realizada em 2023 pela companhia. A apuração busca esclarecer possíveis irregularidades. O ministro Alexandre de Moraes afirmou que a Constituição Federal e a Lei Orgânica da Magistratura Nacional já são suficientes para regular a atuação dos juízes, em meio ao debate sobre a criação de um código de conduta específico para o STF. Durante a discussão, ele negou que ministros julguem casos com os quais tenham relação pessoal e criticou o que chamou de “demonização” das palestras pela opinião pública. A deputada federal Caroline de Toni (PL-SC) vai deixar o Partido Liberal (PL). A decisão da congressista se deu depois de uma reunião com o presidente do partido, Valdemar Costa Neto, na tarde desta quarta-feira (04). No encontro, Valdemar informou que uma das duas vagas da disputa para o Senado será do vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) e a outra ficará para um indicado da federação entre União Brasil e Partido Progressistas (PP). Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Radboud Reflects, verdiepende lezingen
Protests in Iran | Podcast with researcher Samaneh and philosopher Cees Leijenhorst

Radboud Reflects, verdiepende lezingen

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 27:24


[NL follows ENG] In Iran, 2026 started with massive protests against the regime of ayatollah Ali Khamenei. Thousands of protesters were killed in the streets by state forces. Which events have led to the eruption of the enormous protests? How has the repression of these protests turned so violent and reached such a lethal scale? And what will be the future of Iran? Listen to a conversation between Iranian researcher Samaneh and philosopher Cees Leijenhorst and find out more about the protests in Iran. The language of discussion is English. This is a podcast of Radboud Reflects. www.ru.nl/radboudreflects NEDERLANDS Protests in Iran | Podcast met onderzoeker Samaneh en filosoof Cees Leijenhorst Februari 2026 In Iran begon 2026 met massale protesten tegen het regime van ayatollah Ali Khamenei. Duizenden demonstranten werden op straat gedood door de overheidstroepen. Welke gebeurtenissen hebben geleid tot het uitbreken van deze enorme protesten? Hoe is de onderdrukking van deze protesten zo gewelddadig geworden en hoe heeft het zo'n dodelijke omvang kunnen bereiken? En wat betekent dit voor de toekomst van Iran? Luister naar een gesprek tussen de Iraanse onderzoeker Samaneh en filosoof Cees Leijenhorst en ontdek meer over de protesten in Iran. De voertaal is Engels. Dit is een podcast van Radboud Reflects. www.ru.nl/radboudreflects

Appels sur l'actualité
[Vos questions] Mali : pourquoi les sanctions de 2022 étaient illégales ?

Appels sur l'actualité

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 19:30


Les journalistes et experts de RFI répondent également à vos questions sur les frappes israéliennes à Gaza, la régularisation de sans-papiers en Espagne et l'appel à un accord entre Washington et Téhéran. Mali : pourquoi les sanctions de 2022 étaient illégales ?   Fermetures des frontières, gel des avoirs, suspension des échanges commerciaux. Entre janvier et juillet 2022, l'Union économique et monétaire ouest-africaine (Uemoa) avait mis en œuvre un paquet de sanctions contre le Mali pour contraindre les autorités de transition à restaurer l'ordre constitutionnel. Quatre ans après les faits, la Cour de justice de l'Uemoa a donné raison à Bamako en reconnaissant l'illégalité de ces sanctions. Comment les juges justifient-ils ce verdict ? Désormais, les Maliens peuvent-ils espérer des réparations face au préjudice subit ? Avec Serge Daniel, correspondant régional de RFI sur le Sahel.     Gaza : pourquoi les frappes israéliennes continuent malgré la trêve ?   Au moins 32 personnes sont mortes samedi (31 janvier 2026) dans des frappes israéliennes. Ce qui porte à 526 le nombre de Palestiniens tués et à 1 400 le nombre de blessés depuis l'entrée en vigueur du cessez-le-feu en octobre 2025, selon le ministère de la Santé de Gaza. Comment expliquer la poursuite des bombardements malgré la trêve ? Conformément à la deuxième phase du plan de paix de Donald Trump, le poste-frontière de Rafah, fermé depuis près de deux ans, a rouvert mais les allées et venues sont très limitées. Quelles sont les conditions fixées par Israël pour passer la frontière avec l'Égypte ?   Avec Frédérique Misslin, correspondante permanente de RFI à Jérusalem.     Espagne : pourquoi régulariser 500 000 sans-papiers maintenant ?   Il s'agit de la vague de régularisation la plus importante de ces vingt dernières en Espagne. Le gouvernement socialiste de Pedro Sanchez a décidé de délivrer un permis de séjour à près de 500 000 personnes vivant et travaillant sans papiers. Comment expliquer cette décision à contre-courant de la politique migratoire des autres pays européens ? Quels sont les arguments avancés par les autorités ? Qui pourra bénéficier de ces régularisations ?  Avec Charlotte Boitiaux, journaliste à Infomigrants.    Iran : vers un accord avec les États-Unis ?   Alors que la menace d'une attaque américaine pèse sur l'Iran depuis plusieurs semaines, Donald Trump espère dorénavant trouver un accord avec Téhéran. De son côté, le président iranien, Massoud Pezechkian a « ordonné » l'ouverture de pourparlers avec les États-Unis. Des discussions directes entre les deux pays sont susceptibles de se tenir ce vendredi (6 février 2026) en Turquie. Sur quels sujets porteront les négociations ? Quels sont les points les plus sensibles ? Avec Firouzeh Nahavandi, professeure émérite à l'Université libre de Bruxelles, autrice de « Femmes iraniennes, évolution ou révolution, comment survivre sous un régime islamique » (éditions Code 9). 

C ce soir
Iran : Faut-il négocier ou intervenir militairement ?

C ce soir

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 63:45


De Téhéran à Washington, c'est un dialogue à distance entre deux hommes que le monde entier regarde en retenant son souffle… Alors de quel côté tombera la pièce dans les prochaines heures ? Côté pile, un accord entre Donald TRUMP et le régime des mollahs du guide suprême Ali KHAMENEI sur l'encadrement du programme nucléaire iranien ; côté face des frappes américaines sur l'Iran avec le risque d'un embrasement du Moyen-Orient… Trois semaines après un déchaînement de violence sans précédent, quelques jours après avoir pris conscience de l'ampleur des massacres, nous allons en débattre ce lundi 2 février avec nos invités : - Hamdam MOSTAFAVI, Directrice adjointe de la rédaction de Libération- Frédéric ENCEL, Géopolitologue, professeur de relations internationales et de sciences politiques, maître de conférence à Sciences Po Paris, auteur du livre La guerre mondiale n'aura pas lieu. Les raisons géopolitiques d'espérer (ed. Odile Jacob, 26 mars 2025)- Farid VAHID, Co-directeur de l'Observatoire de l'Afrique du Nord et du Moyen-Orient à la Fondation Jean-Jaurès. Il a collaboré à l'ouvrage Femme, Vie, Liberté sous la direction de Marjane Satrapi (ed. de l'Iconoclaste, édition augmentée parue le 6 novembre 2025)- Pierre HASKI, Journaliste, éditorialiste géopolitique à France Inter, président du conseil d'administration de Reporters sans Frontières- Kethevane GORJESTANI, Journaliste à France 24, ancienne correspondante à Washington

Invité du jour
Iran : que veut Donald Trump ? Parlons-en avec Armin Arefi, Karim Yahiaoui et Anthony Samrani

Invité du jour

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 43:11


Le destin de l'Iran semble entre les mains de deux hommes : Donald Trump et Ali Khamenei. Le président américain et le Guide suprême iranien s'échangent menaces et invectives, alors que des millions d'Iraniens viennent de vivre une répression sanglante de leur révolte et se demandent où est passé la promesse américaine de punir la République islamique pour les meurtres de milliers de manifestants. Désormais, les discussions entre Washington et Téhéran portent sur le nucléaire. Parlons-en avec Armin Arefi, grand reporter au Point et spécialiste du Proche et Moyen-Orient, Karim Yayahoui, grand reporter à France 24, et Anthony Samrani, co-rédacteur en chef de L'Orient-Le Jour.

Kan en Français
GUERRE AVEC L'IRAN : ON S'EN APPROCHE VRAIMENT ?

Kan en Français

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 7:40


Menaces, négociations secrètes, pressions militaires… Le face-à-face entre Ali Khamenei et Washington entre dans une zone explosive.Les États-Unis parlent de discussions « sérieuses »… mais sur le terrain, le ton se durcit. Pendant ce temps, Israël ne reste pas spectateur : le chef d’état-major Eyal Zamir s’est rendu à Washington, et Tsahal exige un préavis en cas de frappe contre l’Iran. Simple pression diplomatique ou vraie préparation à une guerre régionale ?

Aftonbladet Daily
Trumps nya hot: ”Spökskeppet”

Aftonbladet Daily

Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 15:52


USA:s president Donald Trump hotar Iran och har skickat ett hangarfartyg till regionen. Hangarfartyget, atomdrivna USS Abraham Lincoln, har gått in i "spökläge” och uppges vara redo att slå till. Samtidigt fortsätter protesterna inne i landet och risken för en ny konflikt ökar. Vad händer om USA gör verklighet av sina hot och utför en storskalig attack mot Iran? Och skulle Ryssland ta emot ayatollah Ali Khamenei om han väljer att fly dit? Gäst: Johan Mathias Sommarström, utrikeskommentator på Aftonbladet. Programledare och producent: Love Isakson Svensén. Klipp från: CBS, BBC, Sky News Ansvarig utgivare: Lotta Folcker. Kontakt: podcast@aftonbladet.se.

Convidado
"O Irão está a passar pela pior repressão de sempre"

Convidado

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 13:21


No Irão, o regime do ayatollah Ali Khamenei tentou calar a maior vaga de protestos dos últimos anos com uma repressão que teria feito milhares de mortos. As manifestações começaram a 28 de Dezembro na capital e alastraram a todo o país. Os Estados Unidos intensificaram a presença militar no Médio Oriente com a mobilização do porta-aviões USS Abraham Lincoln, depois de Donald Trump ter afirmado que deverá receber “em breve” um relatório sobre a situação no Irão para decidir se avança com uma intervenção militar. Será a pressão interna e externa suficiente para uma eventual mudança de regime? E quem poderia assegurar uma transição? Para conversarmos sobre este tema convidámos Maria Ferreira, professora de Relações Internacionais, que nos fala sobre “a pior repressão de sempre” no Irão, sobre a “diplomacia coerciva” dos Estados Unidos e sobre dificuldade de antever, para já, uma mudança de regime. RFI: Perante a mobilização de um porta-aviões para o Médio Oriente, até que ponto um ataque dos Estados Unidos é uma possibilidade? Maria Ferreira, Professora de Relações Internacionais do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa: “É preciso ter consciência de que o Irão é a segunda maior nação do Oriente Médio e é a 18.ª maior nação do mundo. Vivem no Irão mais de 92 milhões de habitantes, portanto, é um país com uma matriz civilizacional fortíssima e que não se compara a outros Estados, nomeadamente a Venezuela, onde os Estados Unidos têm vindo a desenvolver acções exteriores. É claro que o Irão, neste momento, está a passar pela pior repressão de sempre que visa as manifestações pró-democracia, mas mesmo a resposta do regime a estas manifestações demonstra a dificuldade que seria, mesmo para uma potência militar como os Estados Unidos, intervir num palco de conflito que é extremamente complexo.” Então, não há essa possibilidade de um ataque iminente dos Estados Unidos? “De um ataque clássico dos Estados Unidos não. Seria muito difícil aos Estados Unidos conseguirem controlar um território com uma complexidade doméstica como se afigura no Irão. Segundo a Amnistia Internacional, no Irão, existem três braços armados que suportam fortemente o regime e que estão sob a alçada do líder supremo Ayatollah Ali Khamenei.” Nesse caso, para que serve esta mobilização de navios de guerra americanos, nomeadamente, do porta-aviões, para o Médio Oriente? “Repare que Donald Trump está a replicar os mesmos passos da Venezuela no Irão porque antes da extracção do Presidente Maduro, os Estados Unidos enviaram para a Venezuela e para a região também um conjunto de forças militares com o objectivo de escalarem a tensão contra o país, aplicarem uma espécie de diplomacia coerciva para atingirem os seus objectivos, nomeadamente no que toca à questão do petróleo. No Irão, o que está a acontecer é também a utilização de diplomacia coerciva para obrigar o Irão a uma eventual mudança de regime. Repare-se que essa mudança de regime não aconteceu na Venezuela. Essa mudança de regime no Irão está a ser associada às revoltas populares nas ruas e é preciso dizer que a repressão das revoltas já terá provocado entre 17.000 a 25.000 mortos. Simplesmente, tal como na Venezuela não houve mudança de regime, também no Irão essa mudança de regime afigura-se muito difícil pelas circunstâncias internas, políticas e militares, que conseguem sustentar o regime de Ali Khamenei.” Que resultados é que pode ter essa “diplomacia coerciva”? Na segunda-feira houve um responsável americano que disse que a porta está aberta se o Irão quiser entrar em contacto com Washington. Há uma porta aberta a uma eventual mudança de regime? “O ayatollah Khamenei é uma figura odiada por grande parte dos iranianos. A economia iraniana está numa situação insustentável e há uma grande repressão interna. Aquilo que os especialistas no Irão discutem é quais são internamente as hipóteses para eventualmente substituir o ayatollah Khamenei. Mas essas hipóteses são muito ténues e eu penso que foi isto que levou - a par do reconhecimento de que uma intervenção militar no Irão seria absolutamente complexa por causa dos três braços armados que sustentam o regime - foi essa consciência que levou a que Donald Trump, há duas semanas, com a desculpa de que o Irão já não estava a executar protestantes, tivesse claramente recuado na sua retórica agressiva, militarista, coerciva contra o Irão. É que, segundo vários autores que são especialistas na questão do Irão, não existe grande vontade de reforma do regime e os moderados são vistos como figuras marginais dentro do próprio regime e nem sequer têm o peso para vir a substituir o líder supremo e, eventualmente, poder conduzir a uma reforma do regime iraniano. Portanto, não se afigura como muito claro quem é que poderia preencher o vazio de poder que iria instalar-se depois da eventual morte ou extracção ou retirada do líder supremo. O que se sabe, com certeza, é que a Guarda Revolucionária iria sempre tentar preencher esse vazio de poder através da imposição de um autoritarismo militarista. No Irão existem os que mandam e aqueles que são mandados e, portanto, é muito difícil pensar numa eventual mudança do regime porque mesmo as figuras mais moderadas como Mohammad Bagher Ghalibaf , o antigo presidente Hassan Rohani, mesmo o actual Presidente Massoud Pezechkian que é também visto como um moderado, mesmo esses reformistas são considerados como irrelevantes, ou seja, não existem. Na prática, na sociedade iraniana, são uma espécie de cosmética, como diz Ali Ansari, que é professor na Universidade St Andrews, eles estão completamente marginalizados. Ou seja, no Irão não há um movimento de reforma política que possa, no fundo, apoiar o movimento na rua.” Os protestos não se podem tornar numa revolução? Não há nenhum líder da oposição que possa unir os iranianos e derrubar o regime dos ayatollahs? “Bem, neste momento, nós sabemos que o antigo filho do Xá, Reza Pahlavi, que está no exílio, se está a movimentar no sentido de poder ser uma eventual alternativa à mudança de regime no Irão, mas aquilo que se questiona em relação à Reza Pahlavi é que, apesar de ele argumentar que tem uma missão inacabada que o seu pai deixou quando saiu do Irão, que o seu objectivo não é de todo restaurar o passado autoritário associado ao Xá e que o seu objectivo é assegurar uma futura democracia no Irão, apesar disso, há grandes dúvidas em relação à legitimidade de uma figura cuja única base de autoridade é ser filho do Xá deposto. Portanto, também não me parece que possa vir a ser uma figura consensual para poder alicerçar a mudança do regime até porque há um legado muito divisivo do próprio Xá no Irão. Ou seja, o Xá não é consensual no Irão. Todo o reinado, o legado de autoritarismo associado ao Xá ainda tem uma memória muito forte no Irão e, apesar de Reza Pahlavi ter apelado a uma transição pacífica até um referendo nacional para decidir o futuro sistema político do Irão, continua a ser um símbolo de um passado autoritário. Se os iranianos não querem Ali Khamenei, dificilmente vão querer voltar a um passado de uma monarquia imperial associada ao Xá. Portanto, mesmo com esta retórica de modernização, de democratização, de solidificação das alianças com o Ocidente, a verdade é que há ainda uma memória muito marcada da censura, da polícia secreta, da supressão da dissidência, dos abusos aos direitos humanos ligados ao período do Xá e esse legado divisivo projecta-se em Reza Pahlavi e prejudica a sua capacidade de poder vir a liderar um período de transição no Irão.” Como disse, há milhares de pessoas que morreram nas manifestações, não se sabe bem quantas porque há diferentes números a circularem e o país está sem internet há 18 dias. Estes são os maiores protestos desde 2022. Como é que vê os próximos tempos no Irão? “É muito interessante perceber que realmente estes não são os únicos protestos que marcaram a história recente do Irão. Já em 2009, em 2022, a Revolução Verde... Tivemos outras vagas de protestos contra o Irão. O que especifica historicamente esta vaga é a onda de repressão que lhe está associada e que, de alguma forma, mostra a crescente fragilização do regime que terá já matado entre 17.000 a 25.000 pessoas. É claro que nós não sabemos exactamente o que é que se está a passar porque há um bloqueio cibernético. O que é interessante de ver é que as pessoas no Irão estão a usar formas alternativas para ter acesso à internet, nomeadamente o SpaceX, o Starlink, redes virtuais de internet privadas e estão a tentar suplantar aquilo que é uma marca fundamental do regime iraniano que é uma infraestrutura muito forte de vigilância cibernética e de vigilância nomeadamente através de câmaras CCTV. E, portanto, vai ser interessante ver como é que a população vai, nos próximos dias e nos próximos meses, reagir e continuar a ter um ímpeto reformista no país, utilizando as chamadas tecnologias da libertação, que são os mecanismos digitais, para tentar afirmar a sua vontade. Mas, como há um vazio ao nível das figuras reformistas que poderiam liderar o regime e perante o recuo dos próprios Estados Unidos, cuja acção de diplomacia coerciva estava claramente a empoderar estes movimentos civis de resistência, não me parece que nos próximos meses possamos ver alguma mudança essencial no Irão, tal como não vimos uma grande mudança na Venezuela. Os regimes persistem apesar da diplomacia coerciva de Donald Trump. Uma mudança no Irão estará associada eventualmente à morte do líder supremo e a quem, após essa morte, eventualmente o poderá substituir, e com a cumplicidade dos braços armados que existem no país, nomeadamente da Guarda Revolucionária, poder fazer algumas reformas. Pensar que os Estados Unidos vão, através de meios coercivos, provocar uma mudança de regime num país em que não existe a própria noção de reformismo político parece-me uma ideia sem grande sustentação empírica.”

Kan en Français
IRAN : LE RÉGIME AU BORD DE L'IMPLOSION ?

Kan en Français

Play Episode Listen Later Jan 25, 2026 9:06


Après une répression sanglante, des rumeurs affirment que le guide suprême Ali Khamenei serait réfugié dans un bunker à Téhéran. Des dizaines de milliers de morts, une région sous tension, et un risque majeur pour Israël et le Moyen-Orient.

Appels sur l'actualité
[Vos questions] RDC : qui assure la sécurité d'Uvira ?

Appels sur l'actualité

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 19:30


Les journalistes et experts de RFI répondent également à vos questions sur la baisse de la natalité en Chine, les moyens de riposte européenne contre les Américains et la volte-face de Donald Trump sur l'Iran. RDC : qui assure la sécurité d'Uvira ?   Après avoir pris le contrôle d'Uvira au début du mois de décembre, les rebelles de l'AFC/M23 soutenus par le Rwanda se sont officiellement retirés de la ville. Qui contrôle désormais cette cité de la province du Sud-Kivu ? À quand le retour des responsables civils ? Alors que les rebelles se trouvent à une trentaine de kilomètres d'Uvira, la menace est-elle toujours présente ?   Avec Patient Ligodi, journaliste au service Afrique de RFI.     Chine : pourquoi la natalité s'effondre ?   En 2025, la Chine a enregistré le taux de natalité le plus bas depuis 1949. Pourtant dix ans après la fin de la politique de l'enfant unique, le gouvernement multiplie les mesures pour donner envie aux couples d'avoir des enfants. Comment expliquer cette chute record ? Pourquoi les autorités n'arrivent-elles pas à endiguer le phénomène ? Quelles en sont les conséquences sur l'économie ? Avec Clea Broadhurst, correspondante permanente de RFI à Pékin.     Groenland : surnommé « le bazooka », quelle est la nouvelle arme économique européenne contre Washington ?   Donald Trump menace d'augmenter les droits de douane des pays européens qui s'opposent à son projet d'annexer le Groenland. En réaction, le président français Emmanuel Macron propose aux 27 d'activer l'arme économique appelée « instrument anti-coercition ». De quoi s'agit-il exactement ? Ce dispositif peut-il vraiment faire reculer le président américain ? Avec Stéphane Geneste, journaliste au service économie de RFI, présente la chronique « Aujourd'hui l'économie ».     Iran : comment expliquer le rétropédalage de Donald Trump ?   Alors que Donald Trump menaçait de frapper l'Iran si le régime menait une répression sanglante des manifestations, le président américain a finalement fait volte-face. Ce revirement serait dû à l'intervention notamment de l'Arabie Saoudite. Comment les monarchies du Golfe ont-elles réussi à le dissuader ? Le recul de Donald Trump est-il une victoire des autorités iraniennes ?   Avec Clément Therme, chercheur, professeur à l'université Paul-Valery de Montpellier. Auteur de l'ouvrage « Téhéran/Washington, 1979 – 2025 : Le grand Satan à l'épreuve de la révolution islamique » (éditions Hémisphères).

早安英文-最调皮的英语电台
外刊精讲 | 伊朗血流成河!川威胁“斩首”?中东正面临一场“毁灭性”巨变!

早安英文-最调皮的英语电台

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 22:28


【欢迎订阅】每天早上5:30,准时更新。【阅读原文】标题:What the collapse of Iran's regime would meanThousands have died and America has threatened to strike back against the horror there正文:WHEN PROTESTERS took to the bazaars and streets of Iran, the supreme leader, Ali Khamenei, met them with bullets. After two weeks of chants of “death to the dictator”, militiamen allied with the Revolutionary Guards and toting automatic rifles rode in on swarms of motorbikes. With snipers, they shot their fellow citizens, aiming at their faces and genitals. Morgues are overflowing. Bodies in bags are stacked on bloodied pavements. Several thousand may be dead. Thousands of the wounded have been arrested, some dragged from hospital beds to prison cells and an uncertain fate.知识点:take to /teɪk tə/ (phrasal v.)to go to a place in large numbers, especially as part of a protest or public activity走上(街头、广场等);大批涌向e.g., Angry workers took to the streets to demand better pay and safer working conditions.e.g., 愤怒的工人们走上街头,要求更高的工资和更安全的工作条件。获取外刊的完整原文以及精讲笔记,请关注微信公众号「早安英文」,回复“外刊”即可。更多有意思的英语干货等着你!【节目介绍】《早安英文-每日外刊精读》,带你精读最新外刊,了解国际最热事件:分析语法结构,拆解长难句,最接地气的翻译,还有重点词汇讲解。所有选题均来自于《经济学人》《纽约时报》《华尔街日报》《华盛顿邮报》《大西洋月刊》《科学杂志》《国家地理》等国际一线外刊。【适合谁听】1、关注时事热点新闻,想要学习最新最潮流英文表达的英文学习者2、任何想通过地道英文提高听、说、读、写能力的英文学习者3、想快速掌握表达,有出国学习和旅游计划的英语爱好者4、参加各类英语考试的应试者(如大学英语四六级、托福雅思、考研等)【你将获得】1、超过1000篇外刊精读课程,拓展丰富语言表达和文化背景2、逐词、逐句精确讲解,系统掌握英语词汇、听力、阅读和语法3、每期内附学习笔记,包含全文注释、长难句解析、疑难语法点等,帮助扫除阅读障碍。

Apropos – der tägliche Podcast des Tages-Anzeigers
Proteste im Iran: Hat sich das Regime durchgesetzt?

Apropos – der tägliche Podcast des Tages-Anzeigers

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 23:50


Seit Anfang Jahr protestieren die Menschen im Iran gegen das Regime. Es gab Massenproteste – so gross wie selten zuvor. Für einen Moment hatte man das Gefühl, der Aufstand der Bevölkerung könnte Erfolg haben.Doch die Iranischen Machthaber sind mit aller Härte gegen die Protestierenden vorgegangen. Tausende Menschen sind dabei laut dem obersten Führer Ali Khamenei gestorben. Oppositionsmedien und Aktivisten gehen von mindestens 16'000 Opfern aus.War es das nun mit dem Aufstand gegen das Regime? Konnte sich dieses endgültig durchsetzen? Und was ist aus dem Versprechen der Amerikaner geworden, den Menschen im Iran zu helfen?In einer neuen Folge das täglichen Podcasts «Apropos» ordnet Raphael Geiger, Türkei-Korrespondent der «Süddeutschen Zeitung» und des «Tages-Anzeigers» die neusten Entwicklungen im Iran ein.Host: Philipp LoserProduktion: Valeria MazzeoArtikel zur aktuellen Lage im Iran: Proteste im Iran scheitern an der Angst vor der Brutalität des Mullah-RegimesMullah-Regime tötet Tausende Demonstrierende – Intervention der USA immer wahrscheinlicherWie sehr ist das Mullah-Regime unter Druck?Meinungsartikel zu Massenprotesten im Iran: Es erscheint realistisch, dass im Iran eine neue Zeit beginnt«Sie feuerten direkt in die Reihen»: Augenzeugen berichten von tödlicher Gewalt gegen Demonstrierende Unser Tagi-Spezialangebot für Podcast-Hörer:innen: tagiabo.chHabt ihr Feedback, Ideen oder Kritik zu «Apropos»? Schreibt uns an podcasts@tamedia.ch Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.

Geografia em Meia Hora
Irã 2026: protestos e futuro do regime

Geografia em Meia Hora

Play Episode Listen Later Jan 20, 2026 40:59


O que transformou uma greve de comerciantes em dezembro de 2025 na maior ameaça à República Islâmica do Irã em décadas? Neste episódio, mergulhamos fundo no cenário caótico de janeiro de 2026.Analisamos como a hiperinflação e o mecanismo de "Snapback" das sanções uniram a classe média e os conservadores em uma "coalizão de queixas" por pão e sobrevivência. Discutimos o "apartheid digital" dos White SIM Cards, que permitiu à elite navegar enquanto o povo vivia no escuro, e a brutalidade de uma repressão que transformou hospitais em zonas de guerra.Além disso, explicamos o complexo xadrez geopolítico:• A "Guerra de 12 Dias" de 2025 que destruiu as defesas aéreas iranianas.• As ameaças de intervenção do Presidente Trump e o dilema dos vizinhos árabes.• A crise de sucessão de Ali Khamenei e o vácuo de poder que pode levar a uma ditadura militar.Um guia essencial para entender se o regime sobreviveu apenas para adiar o seu colapso inevitável.

Ecovicentino.it - AudioNotizie
Tensione Iran-Usa, scambio di accuse tra Trump e Khamenei. Torna Internet

Ecovicentino.it - AudioNotizie

Play Episode Listen Later Jan 19, 2026 1:24


Clima sempre più teso tra Iran e Stati Uniti. Il presidente Donald Trump aveva detto che a Teheran è tempo di una nuova leadership ed in risposta il leader Ali Khamenei aveva dichiarato, “i morti nelle manifestazioni sono colpa sua”.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 18/01/2026 | Trump convida Lula para Conselho da Paz em Gaza / Tofolli e o Banco Master

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Jan 18, 2026 208:28


Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (18): O presidente Donald Trump convidou oficialmente o presidente Lula para integrar o "Conselho da Paz", novo órgão internacional liderado por Washington para supervisionar a reconstrução e a transição política na Faixa de Gaza. Enquanto líderes como Javier Milei e Santiago Peña aceitaram prontamente, o governo brasileiro adotou uma postura cautelosa. O Itamaraty solicitou detalhes sobre a função real do Brasil no comitê, já que o órgão opera fora da estrutura da ONU e sob comando direto de Trump. Interlocutores do Planalto avaliam se a adesão daria o aval de Lula à política externa americana para a região ou se garantiria ao país uma cadeira estratégica na pacificação do Oriente Médio. A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) divulgou uma nota pública de forte teor crítico às recentes decisões do ministro Dias Toffoli no caso do Banco Master. A entidade classifica como "perplexidade institucional" as ordens de Toffoli que estabeleceram prazos exíguos para oitivas e determinaram que materiais apreendidos fossem enviados lacrados diretamente ao STF, impedindo a perícia imediata da corporação. A economia brasileira registrou alta de 0,7% em novembro de 2024, segundo dados do IBC-Br divulgados pelo Banco Central. Em entrevista ao Jornal da Manhã, o economista Roberto Troster analisa que, embora o número supere as expectativas iniciais, o crescimento ocorre sob a pressão de juros elevados. O Ministério da Saúde iniciou neste fim de semana a vacinação-piloto com o imunizante Butantan-DV, a primeira vacina de dose única contra a dengue no mundo. A campanha começou no sábado (17) em Maranguape (CE) e Nova Lima (MG), e chega a Botucatu (SP) neste domingo (18). O público-alvo compreende pessoas de 15 a 59 anos, com o objetivo de avaliar a eficácia do imunizante 100% nacional na redução de casos graves e hospitalizações. Em um pronunciamento oficial neste sábado (17), o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, admitiu pela primeira vez que as recentes manifestações no país deixaram "milhares de mortos". O aiatolá, no entanto, eximiu as forças de segurança de culpa e classificou as vítimas como resultado de uma "conspiração americana". Khamenei chamou o presidente Donald Trump de "criminoso" por incentivar o caos e oferecer apoio militar aos manifestantes, que chamou de "soldados a pé" dos EUA. A admissão ocorre sob forte pressão de Washington, após Trump ameaçar uma intervenção direta caso a matança de civis não fosse interrompida, mantendo o Oriente Médio em alerta máximo. A União Europeia convocou uma reunião extraordinária para discutir as novas diretrizes comerciais anunciadas pelo governo de Donald Trump. O presidente americano sinalizou a imposição de tarifas caso não haja avanços nas negociações estratégicas sobre a Groenlândia. Em Bruxelas, líderes europeus analisam o impacto económico das taxas e buscam uma posição unificada para o diálogo com Washington. O impasse ocorre num momento de redefinição de prioridades no Ártico, com os Estados Unidos a reforçarem o interesse na região por questões de segurança. O Departamento de Justiça dos Estados Unidos oficializou uma acusação grave contra a Test Flying Academy da África do Sul (TFASA) por exportação ilegal de tecnologia militar. Segundo Washington, a academia teria camuflado operações para enviar simuladores de voo de última geração e dados de guerra antissubmarino para o exército chinês. Containers com os equipamentos foram apreendidos em Durban após um alerta da inteligência americana. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

OVT
Protest in Iran en Dolly Parton in een verdeeld Amerika

OVT

Play Episode Listen Later Jan 18, 2026 103:52


(01:44) In Iran vinden nu al weken hevige protesten plaats. Het regime van ayatollah Ali Khamenei reageert met dodelijk geweld op ongekende schaal. Te gast zijn historicus en Iran-deskundige Peyman Jafari, hoogleraar Diversiteit & Integratie Halleh Gorashi die zelf deelnam aan de Iraanse Revolutie, en Melody Deldjou Fard, betrokken bij de huidige protesten in Iran en gemeenteraadslid van GroenLinks.  (32:33) Hoe blijft Dolly Parton, de Queen of Country, in een verdeelde wereld en het hevig gepolariseerde Amerika buiten de politiek? Religiewetenschapper en Dolly Parton-fan Rachèl Blokhuis-Koopman vertelt.  (40:46) De poging van Trump om Groenland te ‘kopen', is niet de eerste keer dat de VS het arctische land in handen proberen te krijgen. Lijken de overwegingen uit het verleden op die van nu? Te gast is amerikanist Manon Portos Minetti.  (51:18) Tom Hofland en Pascal van Hulst schreven het boek ‘Spookologie. Een veldgids geschreven voor spoken en geesten in de Lage Landen'. Tom Hofland is te gast. (59:35) Sanne Frequin bespreekt twee boeken en een serie:  Dorst - Virginia Mendoza (vert. Arieke Kroes)  De ijdelheid van de kanunnik - Hendrik Callewier  Onbekend en wereldberoemd: Gebroeders van Lymborch - serie van BNNVARA (01:08:56) OVT Doc: Historicus Mirjam Prenger ontdekte in het archief van het Amsterdams Bouwfonds de aantekenschriftjes van woningopzichteres Clasien Meursing. In haar notities komt het doen en laten van de bewoners van een woonblok in de Amsterdamse Indische Buurt in de jaren '20, '30 en '40 tot leven. Meursing was de spil waar de woonblokgemeenschap om draaide. Ze haalde niet alleen wekelijks de huur op, maar fungeerde daarnaast als – wat we nu zouden zeggen – case-manager, gezinscoach, schuldhulpverlener en maatschappelijk werker.    Meer info: https://www.vpro.nl/ovt/artikelen/ovt-18-januari-2026  (https://www.vpro.nl/ovt/artikelen/ovt-18-januari-2026)

TU DÍA CON EL UNIVERSAL
Trump anuncia aranceles a 8 países europeos por oponerse a su plan de controlar Groenlandia

TU DÍA CON EL UNIVERSAL

Play Episode Listen Later Jan 18, 2026 11:08


EU impondrá aranceles a países europeos en febrero; amenaza con incrementarlos hasta 25%. Líder supremo Ali Khamenei responsabiliza a Trump por muertes durante protestas en Irán. EU ataca Siria; abate a un líder de Al-Qaeda vinculado a emboscada del Estado Islámico a militares estadounidenses. Capturan a uno de los 10 más buscados por el FBI; Alejandro Rosales cayó en Pachuca. Fans de BTS en México exigen a Ticketmaster precios claros y condiciones transparentes.Un Podcast de EL UNIVERSAL Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Ecovicentino.it - AudioNotizie
Tensione Iran-Usa, Khamenei: Trump colpevole delle morti durante le proteste

Ecovicentino.it - AudioNotizie

Play Episode Listen Later Jan 17, 2026 1:20


La tensione tra l'Iran ed il mondo occidentale, in particolare gli Usa, torna a crescere. La guida suprema, Ali Khamenei, ha affermato che l'Iran “considera il presidente degli Stati Uniti Donald Trump un criminale per aver inflitto vittime, danni e calunnie al popolo iraniano durante le proteste”.

Mark Levin Podcast
1/15/26 - Military Decisions and Political Silence

Mark Levin Podcast

Play Episode Listen Later Jan 16, 2026 109:19


On Thursday's Mark Levin Show, President Trump will do what he said on Iran – the red lines have been crossed.  Certain of our military and related assets have to be re-positioned -- both in and out of the region -- to ensure whatever is done is done in a way that is effective and results in the best outcome and the least exposure to our forces and surrounding countries. This is no small task. The way you stop this regime is to take out Ali Khamenei. Also, the war on ICE is a war on American citizens, driven by illegal aliens who claim rights to residency, welfare benefits, tax subsidies, and jobs while refusing to leave. There are highly organized, radical, violent Marxists and ethnic front groups who are obstructing their removal, which undermines borders and leads to children of illegals becoming citizens who vote Democrat. There are also avenues for civil action against individual perpetrators. Later, an article from Canada Free Press  warns that America is under threat from a tireless minority of paid activists, funded by anti-American oligarchs like George Soros, Bill Gates, and Klaus Schwab, who exploit uninformed "useful idiots" driven by emotions rather than reason to sow chaos and lawlessness, aiming to dismantle the government and impose a New World Order that could reduce global population by 80%. It highlights how the U.S. Constitution, while granting individual liberties, becomes vulnerable to abuse by evildoers, potentially turning it into a national suicide pact amid rising corruption and street violence. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 15/01/2026 | Trump diz que “matança parou” no Irã

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 241:38


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (15): O presidente dos Estados Unidos Donald Trump afirmou nesta quarta-feira (14) que a Casa Branca foi informada que as execuções no Irã foram interrompidas. Segundo o americano, não haverá nenhuma morte de manifestantes no país. “Fomos informados de que as mortes no Irã estão cessando e que não há planos de execuções”, disse Trump a jornalistas no Salão Oval da Casa Branca. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai se encontrar nesta sexta-feira (16), no Rio de Janeiro, com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o presidente do Conselho Europeu, António Costa. Segundo o Palácio do Planalto, eles devem discutir temas da agenda internacional e os próximos passos do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu barrar R$ 11 bilhões em emendas parlamentares ao sancionar o Orçamento de 2026, provocando reações entre líderes do Congresso. Do total aprovado pelos parlamentares, Lula vetou R$ 393 milhões, determinou o remanejamento de cerca de R$ 7 bilhões e bloqueou outros R$ 3,3 bilhões que poderiam ser alocados conforme indicação do Legislativo. O número de mortos nos protestos contra o regime do aiatolá Ali Khamenei no Irã ultrapassou 3.400 pessoas, segundo atualização divulgada nesta quarta-feira (14) por uma ONG internacional de direitos humanos. A entidade, sediada na Noruega, afirma que os dados foram coletados a partir de fontes internas no país. Acacio Mirando e Henrique Krigner comentaram. O PT estuda lançar as candidaturas dos ministros Fernando Haddad (PT) e Marina Silva (REDE) ao Senado por São Paulo. A estratégia faz parte dos planos da legenda para fortalecer a base parlamentar nas próximas eleições. Acacio Mirando e Henrique Krigner comentaram. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública deve ser votada apenas após o Carnaval, segundo o relator Mendonça Filho. Ele afirmou que o texto não é imutável e segue em discussão no Congresso, com abertura para ajustes a partir do diálogo com parlamentares e setores envolvidos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou que o novo ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, dê prioridade à agenda de segurança pública. Segundo relatos, na conversa que antecedeu o anúncio do advogado para o cargo, Lula deixou claro que o tema será central na atuação da pasta. O Banco Central decretou nesta quinta-feira (15) a liquidação extrajudicial da Reag Investimentos, atualmente chamada de CBSF Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A., com sede em São Paulo. A empresa é alvo da segunda fase da Operação Compliance Zero, deflagrada na quarta-feira (14), que investiga um esquema de fraudes envolvendo o Banco Master. O fundador e ex-executivo da Reag, João Carlos Mansur, foi alvo de mandados de busca e apreensão. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, receberá nesta quinta-feira (15) em Washington a líder da oposição venezuelana e vencedora do Nobel da Paz, María Corina Machado, em um encontro confirmado pela Casa Branca. Os dois se encontrarão para um almoço. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Morning Show
Flávio fala sobre saúde de Bolsonaro e eleições

Morning Show

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 118:24


Confira no Morning Show desta quinta-feira (15): Após visitar Jair Bolsonaro na sede da Polícia Federal, em Brasília, o senador Flávio Bolsonaro voltou a criticar as condições da sala onde o ex-presidente está detido, classificando o ambiente como barulhento e prejudicial. O parlamentar também comentou a pesquisa Quaest divulgada nesta semana, afirmando que não há grande distância entre ele e o presidente Lula nas intenções de voto. Além disso, Flávio falou sobre o episódio envolvendo Michelle Bolsonaro, que indicou apoio a Tarcísio de Freitas. Um roubo a uma padaria terminou em troca de tiros na tarde desta terça-feira (14) nos Jardins, bairro nobre da Zona Oeste de São Paulo. Câmeras de segurança registraram a chegada dos suspeitos em um carro vermelho, a abordagem a clientes e funcionários e a tentativa de roubo de uma correntinha. Um policial civil que presenciou a ação reagiu e atirou contra um dos criminosos, que foi baleado, mas conseguiu fugir. Durante a fuga, um dos envolvidos chegou a ser atropelado. Um homem que presenciou um assalto a um casal decidiu intervir e usou uma arma de choque contra um dos criminosos na região de Pirituba, na Zona Norte de São Paulo. A ação só foi interrompida quando o comparsa do bandido apareceu, apontou uma arma de fogo e disparou um tiro para o alto, forçando o cidadão a recuar. Toda a cena foi registrada por câmeras de segurança. O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, determinou que a Procuradoria-Geral da República fique responsável pela perícia dos materiais coletados no caso envolvendo o Banco Master, retirando essa atribuição da Polícia Federal. Na decisão, assinada nesta quarta-feira (14), Toffoli fez críticas diretas ao Banco Central, apontando vulnerabilidades na regulação e na fiscalização da instituição financeira, o que ampliou a tensão institucional em torno do caso. A pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (15) mostra que 46% dos brasileiros aprovam a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela, em que o presidente Nicolás Maduro foi capturado e levado para julgamento em Nova York. Outros 39% desaprovam a operação, e 15% disseram não saber ou não responderam. O Irã reabriu o espaço aéreo nesta quinta-feira (15) após quase cinco horas de suspensão das operações, em meio a temores de uma possível ação militar dos Estados Unidos. A decisão ocorre em um cenário de forte instabilidade interna, com protestos contra o regime do aiatolá Ali Khamenei que já resultaram em mais de 3,4 mil mortes, segundo dados atualizados por uma ONG internacional de direitos humanos. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Houssein Kalout, cientista político. O navio-hospital chinês Ark Silk Road atracou no porto do Rio de Janeiro no dia 8 de janeiro e parte do Brasil nesta quinta-feira (15), deixando um rastro de desconfiança entre militares brasileiros. Segundo fontes das Forças Armadas, a embarcação possui equipamentos com capacidade de coletar informações estratégicas sobre portos e características geográficas do litoral nacional. A falta de clareza por parte do governo chinês sobre a real missão do navio no país gerou desconforto e acendeu um alerta em meio ao atual cenário de tensões geopolíticas na América Latina. As buscas pelos irmãos Ágatha Isabelle, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos em Bacabal, no interior do Maranhão, entraram nesta quinta-feira (15), no 12º dia e passam para uma nova etapa: equipes do Corpo de Bombeiros já iniciaram uma operação de mergulho em um lago a cerca de 2 km do povoado São Sebastião dos Pretos, local de onde as crianças saíram no último dia 4 de janeiro. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

Politiikkaradio
Millainen olisi vapaa Iran?

Politiikkaradio

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 30:05


Millainen olisi reitti Iranin vapauttamiseksi ihmisoikeuksia polkevasta pappishallinnosta? Studiossa Ulkopoliittisen instituutin vanhampi tutkija Toni Alaranta ja Ulkopoliittisen instituutin vieraileva johtava asiantuntija Olli Ruohomäki. Puhelinhaastattelussa Suomen Lähi-idän instituutin johtaja Susanne Dahlgren. Kansa protestoi kaduilla Iranin hallintoa vastaan jo kolmatta viikkoa. Ihmisiä on kuollut ja Yhdysvaltain presidentti Donald Trump on vihjallut puuttuvansa tilanteeseen. Dahlgren arvioi, että ulkopuolinen puuttuminen voisi vain heikentää Iranin tilannetta. Hänen mielestään pakotteita Irania kohtaan pitäisi höllentää, koska ne hyödyttävät pappishallintoa. Ruohomäki väläyttää niin sanottua syyrialaista Moskova-ratkaisua Iranin johdolle, eli pakenemista Venäjälle kun vaihtoehdot käyvät vähiin. Toni Alaranta toteaa, että Iranin johtaja Ali Khamenei on jo niin iäkäs, että Iran on joka tapauksessa pian sen edessä, että mietitään, mitä hänen jälkeensä tulee. Hän pitää uutena ilmiönä, että osa iranilaisista toivoo ulkopuolista interventiota tilanteeseen. Toimittajana on Linda Pelkonen.

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C dans l'air
Les massacres en Iran, les hésitations de Trump - L'intégrale -

C dans l'air

Play Episode Listen Later Jan 14, 2026 62:45


C dans l'air du 14 janvier 2026 - Iran : la répression s'intensifie…Trump prêt à frapper ?Après plus de deux semaines de manifestations contre le régime des mollahs, dans un Iran privé d'Internet, il est impossible de connaître le bilan précis de la répression menée. Toutefois, plusieurs organisations humanitaires dénoncent un massacre contre le peuple iranien. L'ONG Iran Human Rights, basée à Oslo, dit avoir la confirmation de 734 victimes, mais estime que le nombre réel de morts pourrait s'élever à plusieurs milliers. Plus de 2 500 morts, dit de son côté ce mercredi l'organisation de défense des droits humains HRANA, basée aux États-Unis.Malgré le blocus des communications, des témoignages décrivent des blessures par balles, notamment aux yeux et à la tête, et des vidéos montrent des rangées et des rangées de sacs mortuaires. D'après les États-Unis, par ailleurs, le régime menace désormais les contestataires arrêtés d'exécution. Donald Trump a promis hier une action « très forte » si des citoyens étaient exécutés après des procès expéditifs. Téhéran accuse Washington de chercher un « prétexte » en vue d'une intervention militaire pour faire tomber le régime de l'ayatollah Khamenei.Signe d'un réel malaise à Moscou, les dirigeants russes de premier plan sont restés silencieux ces derniers jours sur la situation en Iran. Le chef de la diplomatie russe, Sergueï Lavrov, a réagi ce mercredi assurant qu'un pays tiers ne pourra pas « changer la nature des relations entre la Russie et l'Iran ». Avant lui, seul l'ancien ministre de la Défense, Sergueï Choïgou, a condamné une « nouvelle tentative de forces extérieures d'interférer dans les affaires intérieures » du pays. Pas plus que pour le Venezuela, le Kremlin ne semble décidé à venir au secours d'un pays qu'il présentait pourtant, il y a peu, comme un « allié stratégique ». De plus en plus menaçant vis-à-vis de Téhéran, Donald Trump a également insisté une nouvelle fois ce mercredi sur le besoin « vital » pour les États-Unis de s'emparer du Groenland, avec le soutien de l'OTAN, juste avant un entretien sous haute tension à Washington entre dirigeants danois, groenlandais et américains autour de l'avenir du territoire autonome danois. Les intentions du président des États-Unis doivent être « prises très au sérieux », a estimé le Premier ministre Sébastien Lecornu. Le chef de la diplomatie française, Jean-Noël Barrot, a annoncé l'ouverture d'un consulat au Groenland le 6 février.Alors que se passe-t-il en Iran ? Qui est Ali Khamenei, le guide suprême de l'Iran ? Le régime des mollahs peut-il tomber ? A l'heure où Donald Trump n'exclue pas un recours à la force contre le régime iranien à quoi pourrait ressembler une intervention américaine en Iran ? Enfin quid du Groenland ? Nos experts :- Georges MALBRUNOT - Grand reporter spécialiste du Moyen-Orient – Le Figaro - Général Dominique TRINQUAND - Ancien chef de la mission militaire française auprès de l'ONU, auteur de D'un monde à l'autre - Florian LOUIS - Historien, spécialiste des relations internationales, membre de la rédaction de la revue Le Grand Continent- Patricia ALLEMONIERE - Grand reporter, spécialiste des questions internationales, autrice de Au cœur du Chaos- Sonia DRIDI (Duplex à Washington) - Correspondante aux Etats-Unis – LCI et France 24

L’Heure du Monde
Iran : de la révolte à la répression

L’Heure du Monde

Play Episode Listen Later Jan 14, 2026 21:30


L'Iran est confronté à une vague de protestations inédite depuis l'avènement de la République islamique, en 1979. Et ce, trois ans seulement après le mouvement Femme, vie, liberté, né en septembre 2022, consécutivement à la mort de Mahsa Amini. Cette fois, la révolte est liée à la crise économique et à l'inflation incontrôlée qui touchent la population.Bien que la répression ait été mesurée au cours des premiers jours de manifestations, le régime a rapidement changé de stratégie, préférant étouffer le mouvement dans le sang. Depuis qu'Internet a été coupé dans le pays, jeudi 8 janvier, les rares images et témoignages qui parviennent à contourner la censure révèlent toute l'étendue de la brutalité dont use le régime. Plusieurs ONG évoquent des centaines, voire des milliers de morts, et sans doute plus de 10 000 arrestations.Cette contestation peut-elle faire tomber la République islamique ? A quel point le régime iranien est-il fragilisé, à l'intérieur du pays mais aussi sur la scène internationale ? Dans cet épisode du podcast « L'Heure du Monde », Ghazal Golshiri, journaliste au service International du Monde, nous raconte ce soulèvement du peuple iranien.Un épisode de Garance Muñoz. Réalisation : Thomas Zeng. Présentation et rédaction en chef : Sophie Larmoyer. Dans cet épisode : extraits de manifestations à Téhéran, les 6 et 9 janvier 2026 ; d'un discours de l'ayatollah Ali Khamenei, le 9 janvier 2026 ; d'une prise de parole du président des Etats-Unis, Donald Trump, le 9 janvier 2026 ; et d'une déclaration du fils du dernier chah d'Iran, Reza Pahlavi, le 11 janvier 2026.Cet épisode a été publié le 14 janvier 2026.---Pour soutenir "L'Heure du Monde" et notre rédaction, abonnez-vous sur abopodcast.lemonde.fr Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.

C ce soir
Iran : Un massacre à huis clos

C ce soir

Play Episode Listen Later Jan 14, 2026 65:43


Cela fait environ 125 heures, un peu plus de 5 jours que l'Iran est coupée du reste du monde après le black out imposé par le régime… Mais les rares images et les quelques informations qui réussissent à filtrer font craindre le pire pour les manifestants, certains parlent même de scène “apocalyptique”... Un massacre à huis-clos qui pourrait avoir déjà fait selon certaines ONG 6000 morts, voire davantage… Une répression d'une violence inouïe, au 16ème jour du soulèvement contre la République islamique, qui raconte peut-être aussi à quel point le régime du guide suprême, Ali KHAMENEI, est acculé et affaibli comme jamais depuis 1979… Nous allons en débattre ce mardi 13 janvier avec nos invités : Jean-François COLOSIMO Historien, documentariste, essayiste, éditeur, auteur de « Occident, ennemi mondial n°1 » aux éditions Albin Michel (02.04.24)Georges MALBRUNOT Journaliste, grand reporter au Figaro, spécialiste du Moyen-OrientYasmina ASRARGUIS Chercheuse associée à l'université de Princeton, co-fondatrice de l'Atlantic Middle East Forum, autrice de « Le mirage de la paix » aux éditions Passés Composés (19.02.26)Armin AREFI Grand reporter, spécialiste du Proche et Moyen-Orient, auteur du documentaire « Gardiens de la révolution. Les maîtres de l'Iran » (Arte - 2025)Hamdam MOSTAFAVI Directrice adjointe chez LibérationSelim NASSIB Écrivain, journaliste, auteur de « Le génie de Beyrouth : Rue de la fortune de Dieu » aux éditions Dargaud (07.02.25)

Reportage France
Manifestations en Iran: l'inquiétude et les espoirs de la diaspora exilée en France

Reportage France

Play Episode Listen Later Jan 14, 2026 2:30


Alors que les communications avec les habitants de la République islamique reste toujours très compliquées et que les informations sur ce qu'il s'y passe exactement n'en sortent qu'au compte-gouttes - l'Iran vit sous cloche depuis maintenant une semaine -, les Iraniens de la diaspora vivent très mal cette situation. Exemple dans la communauté iranienne exilée en France, forcée de suivre cette révolte populaire à distance.  « On a fait des études à l'Université de Téhéran. On se connaît depuis à peu près 2010. » Sarah et Azar s'expriment sous un nom d'emprunt. Âgées toutres les deux de la trentaine, elles sont arrivées en France il y a une dizaine d'années, mais continuent de suivre l'actualité iranienne de très près. Et aujourd'hui, les deux femmes sont convaincues de l'importance du moment. « J'ai envie de dire que ce n'est pas une protestation, ce n'est pas une manifestation, c'est une révolution », soutient Sarah. « C'est une révolution. On veut un changement de régime afin de pouvoir passer à autre chose, car dans celui-ci, il n'y a pas de liberté de parole », renchérit Azar. « Je pense que c'est très important de réagir et de soutenir les Iraniens. Notre peuple vit aujourd'hui dans un silence insupportable. L'Internet a été coupé. Il n'y a aucun moyen de connexion. On ne sait pas ce qui se passe là-bas », lâche Sarah. À lire aussi«Cette fois-ci, c'est une révolution»: paroles d'Iraniens revenus d'un pays en crise « Depuis jeudi, je n'ai plus de nouvelles de ma famille » Depuis l'étranger, il est difficile d'avoir des informations sur la situation actuelle en Iran. Même obtenir des nouvelles de la famille semble compliqué. Voilà maintenant cinq ou six jours que le réseau a été coupé. « La première fois, c'était pendant les manifestations de 2018-2019. Là, depuis jeudi, je n'ai plus de nouvelles de ma famille. Hier, j'ai eu un appel des États-Unis qui m'a mis en contact avec ma mère sur un haut-parleur, explique Azar. Pendant une minute, une minute et demie. Elle m'a assuré que tout le monde allait bien ». « La situation ne nous permet pas d'entendre la voix des gens qui sont sur place, qui manifestent dans la rue, qui vivent là-bas. Ni vraiment de savoir ce qu'il qui se passe », complète Sarah « Pour nous, les médias sincères, ce sont nos parents et nos proches qu'on connaît et qui peuvent nous raconter et témoigner de ce qui se passe là-bas, mais il n'y a pas d'accès », se désole Azar. L'objectif commun de la chute du régime « Ces traumatismes se répètent à chaque fois et ça devient de plus en plus insupportable », confesse Sarah. Malgré le peu d'information qu'elle possède, ça ne fait aucun doute pour Sarah : le régime iranien est en train de s'affaiblir. « Quand un régime commence à perdre son véritable pouvoir, il fait appel à la violence. La violence qu'on observe aujourd'hui, c'est un signe d'affaiblissement de ce régime, parce qu'il n'a pas d'autres moyens pour continuer à exister, analyse Sarah. Nous, les Iraniens, on a aussi fait des erreurs mais aujourd'hui, ce n'est pas le moment de se diviser. Il y a bien sûr des désaccords entre nous. Mais c'est plutôt le moment d'être réunis et d'avoir un seul objectif : la chute du régime. » Tant que la situation n'évolue pas, Sarah et Azhar ne souhaitent pas retourner en Iran. À lire aussiIran: «Pour renverser un régime aussi puissant que la République islamique, il faut une alternative politique solide»

JR 15 Minutos com Celso Freitas
Irã: crise econômica, tensões políticas e manifestações

JR 15 Minutos com Celso Freitas

Play Episode Listen Later Jan 14, 2026 13:59


A onda de protestos no Irã já dura três semanas e se espalha pelo país do Oriente Médio. Mais de 2 mil pessoas morreram, segundo informações de uma agência internacional. Motivadas inicialmente por uma grave crise econômica, as manifestações cresceram em escala e em violência. Elas agora exigem mudanças políticas profundas, incluindo a renúncia do líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei. O governo respondeu com repressão, cortes de internet e prisões em massa, enquanto as tensões se ampliam com a entrada dos Estados Unidos na crise. O JR 15 Minutos recebe Gunther Rudzit, professor de Relações Internacionais da ESPM, para explicar o contexto histórico, as causas do movimento e os possíveis desdobramentos.

Enfoque internacional
Irán: “El régimen todavía se ve muy fuerte”, afirma nuestra corresponsal en Teherán

Enfoque internacional

Play Episode Listen Later Jan 13, 2026 3:34


Mientras siguen en Irán la represión de las manifestaciones y el corte de internet, pudimos contactar con nuestra corresponsal en Teherán, Catalina Gómez Ángel. Respondió a nuestras preguntas a pesar de una conexión de mala calidad. RFI: ¿Qué se sabe de lo que pasa en Irán? Catalina Gómez Ángel: Sabemos muy poco lo que pasa dentro del país, pero sí sabemos lo que pasa en Teherán. Desde el jueves hubo grandes demostraciones que se unían a esas protestas que ya habían empezado el 28 de diciembre por motivos económicos, que habían pasado a pedir la caída del régimen, y este jueves respondían al llamado que les había hecho de cierta manera algún sector de la población desde el extranjero, uno de los líderes de la oposición, Reza Pahlavi. Fue una convocatoria muy grande, en unas demostraciones muy diferentes a las que habíamos visto ya en muchas que han pasado en Irán en el pasado. Había gente en todos los barrios y poco a poco fue empezando la represión que se esperaba y también la respuesta agresiva de muchos jóvenes en la calle, cansados de tantos años. Lo que no sabemos cuántos muertos, pero se hablan de miles solamente en Teherán y en el gran Teherán. Lo que hemos visto en las calles, en cierta manera fueron batallas muy duras, con enfrentamientos, los chicos respondiendo con piedras, los otros disparando con todo tipo de armas, tanto antimotines como reales. Mucha gente habla de muertos en la calle, especialmente el viernes. Todo el mundo conoce a alguien que ha muerto, que está herido, detenido. Realmente el temor es muy grande. Desde el sábado y el domingo la intensidad de las demostraciones ha reducido como consecuencia de ese miedo. El sistema nos habla al interior de presencia de terroristas, de presencia de infiltrados, y así se lo cuentan a la población local. RFI: Estas manifestaciones, que empezaron protestando contra la situación económica, han derivado a otras demandas sociales. ¿Esto puede ser el comienzo del fin del régimen? Catalina Gómez Ángel: Es muy difícil decirlo. El régimen, el sistema de la República Islámica, a pesar de todas estas protestas y movilizaciones, todavía se ve muy fuerte. Todavía tiene estos grandes sectores de defensa, no solamente la policía, la Guardia Revolucionaria, ese gran sistema de misiles y un sector de la sociedad que, si bien cada vez es menos, sigue siendo grande. Se considera que es entre 15 y un 20% de la sociedad, como lo veíamos ayer, con más de 1 millón por lo menos en las calles de Teherán. Era una de las demostraciones oficiales más grandes de las que hemos visto. Y eso hay que tenerlo en cuenta. Lo que sí ha pasado es que este descontento se ha expandido en muchas regiones del país, donde antes la gente no se atrevía a salir. Decir que es el fin es extremadamente complicado. El sistema se está agarrando a muchos factores para sobrevivir. Todavía tiene la fuerza y tiene las armas, que es realmente lo que los hace importantes. Leer tambiénIrán: Las condenas internacionales llueven mientras Trump alienta a los iraníes a seguir protestando RFI: Sobre la factibilidad de la intervención de Estados Unidos, ¿cómo la evoca la gente al interior de Irán?  ¿Se ve con buenos ojos, se pide? Catalina Gómez Ángel: Muchos están en un grado en este momento que no saben lo que va a pasar. Trump va a responder a esa promesa de atacar al país, que sería realmente lo que muchos piensan que es la segunda etapa, cómo reaccionará la gente que estaba en la calle… Y otros también temen incluso la posibilidad de una guerra y un enfrentamiento civil, porque realmente la rabia entre los dos sectores es bastante grande. Así que la incertidumbre es muy grande. La ciudad está relativamente calmada durante el día, pero cuando llega la noche todo el mundo se esconde porque el que no sale tiene miedo de lo que pueda pasar. Entrevista hecha por Paula Estañol

Appels sur l'actualité
[Vos questions] Tchad : quel sera le poids de la nouvelle coalition d'opposition ?

Appels sur l'actualité

Play Episode Listen Later Jan 13, 2026 19:30


Les journalistes et experts de RFI répondent également à vos questions sur le mouvement de manifestations en Iran et les menaces américaines sur Cuba.  Tchad : quel sera le poids de la nouvelle coalition d'opposition ?   À N'Djamena, sept partis et mouvements de l'opposition ont annoncé la création d'une nouvelle coalition. Baptisée « Sauver la démocratie au Tchad », elle entend faire front commun pour dénoncer « les dérives politiques ». Que sait-on de cette nouvelle alliance ? Qui est à sa tête ? Ces partis qui dénoncent une répression des médias et un recul de la liberté ne risquent-ils pas d'en être eux-mêmes victimes ?    Avec Carol Valade, journaliste au service Afrique de RFI, ancien correspondant à N'Djamena.    Iran : les manifestants vont-ils faire tomber le régime ?    En Iran, les manifestations contre le régime sont entrées dans leur troisième semaine. Malgré la sanglante répression et le blackout numérique pour étouffer toute circulation d'information à l'intérieur du pays et vers l'extérieur, la mobilisation ne faiblit pas. Ce mouvement de révolte est-il différent des précédentes vagues de manifestation ? Le régime iranien peut-il tomber sans une intervention de l'étranger ?     Iran : l'ayatollah Khamenei est-il vraiment prêt à dialoguer avec Donald Trump ?   Après ses menaces d'une opération militaire, Donald Trump a déclaré dimanche (11 janvier 2026) que les dirigeants iraniens étaient prêts à négocier et qu'une réunion était en préparation. Le lendemain, la diplomatie iranienne a confirmé qu'un canal de communication était « ouvert » avec l'émissaire américain pour le Moyen-Orient. Est-il crédible que Téhéran accepte des pourparlers ? Quelle peut-être la nature de ces négociations ?    Avec Azadeh Kian, professeure émérite de sociologie à l'Université Paris Cité.    Cuba : La Havane cédera‑t‑elle aux menaces de Trump « avant qu'il ne soit trop tard » ?   Depuis la chute du président vénézuélien Nicolas Maduro, Donald Trump met la pression sur le pouvoir cubain. « Il n'y aura plus ni pétrole ni argent vénézuéliens pour Cuba » prévient-il, en conseillant au président Miguel Diaz-Canel de conclure « un accord avant qu'il ne soit trop tard ». Cuba peut-elle se passer du pétrole vénézuélien ? Sait-on quel type d'accord Washington souhaite négocier avec La Havane ?  Avec Jannette Habel, politiste, chercheuse à l'Institut des Hautes Études en Amérique Latine et associée à l'Université Sorbonne Nouvelle. 

C ce soir
Iran : Jusqu'à la révolution ?

C ce soir

Play Episode Listen Later Jan 13, 2026 65:43


Il y a depuis 2 semaines maintenant comme un air de révolution dans les rues de Téhéran et de nombreuses autres villes du pays… Un peu plus de 3 ans après le début du mouvement Femmes, Vie, Liberté, on assiste à un soulèvement impressionnant pour demander le départ du guide suprême Ali Khamenei et la chute du régime, malgré la violence de la répression à huis-clos, qui a déjà fait selon les ONG entre 500 et 2000 morts… Nous allons en discuter, en débattre ce soir avec nos invités : Farid VAHID, Co-directeur de l'Observatoire de l'Afrique du Nord et du Moyen-Orient à la Fondation Jean-Jaurès. Il a collaboré à l'ouvrage Femme, Vie, Liberté sous la direction de Marjane Satrapi (ed. de l'Iconoclaste, édition augmentée parue le 6 novembre 2025)Mariam PIRZADEH, Journaliste à France 24, ancienne correspondante en IranChirinne ARDAKANI, Avocate franco-iranienne, présidente de l'association Iran JusticeSepideh FARSI, Cinéaste iranienneRomuald SCIORA, Chercheur associé et directeur de l'Observatoire politique et géostratégique des Etats-Unis de l'IRIS, auteur de L'Amérique éclatée : plongée au coeur d'une nation en déliquescence (éd. Armand Colin, janvier 2025) et co-directeur de l'ouvrage America at 250. At Home and Beyond (Columbia University, février 2026)

Le Grand Invité
En Iran, l'islam instrumentalisé par le pouvoir

Le Grand Invité

Play Episode Listen Later Jan 13, 2026 17:33


En Iran, la situation est extrêmement confuse. Les moyens de communication ont été coupés par le régime des mollahs. À l'origine, la colère de la rue portait sur le coût de la vie. Le mouvement a changé de nature : désormais, les manifestants réclament ouvertement la chute du guide suprême, l'ayatollah Ali Khamenei. Face à cette contestation, le régime organise une répression sévère et dénonce un complot ourdi par Israël et les États-Unis. Le New York Times évoque jusqu'à 3 000 morts dans les rues. Dans ce pays à très grande majorité chiite, les chrétiens représentent moins de 1 % de la population. Ceux qui se convertissent au christianisme sont particulièrement persécutés. Pour en parler, Pierre-Hugues Dubois reçoit le père Jean-Marie Humeau, l'un des vicaires épiscopaux de l'ordinariat des catholiques des Églises orientales résidant en France.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.

Newshour
Iran's foreign minister: protests brought under 'total control'

Newshour

Play Episode Listen Later Jan 12, 2026 47:32


Iran's supreme leader Ali Khamenei has hailed a day of rallies in support of the government, as estimates of the number of anti- regime protesters killed by his security forces continue to rise. The Ayatollah said it was a historic day which had thwarted Iran's enemies. He described the rallies as a warning to the United States and what he called its domestic mercenaries. A Norway- based Iranian rights group (Iran Human Rights) says it's now confirmed almost 650 victims of his government's violent crackdown on dissent. But it warned that some estimates exceed 6,000 dead. Witnesses have told the BBC the scale of the use of force was unprecedented. Also in the programme: Three former chairs of the US Federal Reserve have come to the defence of the current incumbent, Jerome Powell, who says he has been threatened by the Justice Department; and could a robot soon be doing your dishes?(Photo: Mourners carry a coffin during a funeral procession for members of security forces and civilians said to be killed in protests on Sunday, amid evolving anti-government unrest, in Tehran, Iran, in this screen grab from a video released on January 11, 2026. Credit: IRIB/Handout via Reuters)

Le débat
Iran : le régime peut-il s'effondrer ?

Le débat

Play Episode Listen Later Jan 12, 2026 42:26


En Iran, alors que le président Donald Trump a menacé à plusieurs reprises d'intervenir militairement. Le Guide suprême iranien, l'ayatollah Ali Khamenei, a qualifié ce lundi d'"avertissement" aux Etats-Unis la forte mobilisation des soutiens au pouvoir, massivement descendus dans la rue, en réponse à la vague de contestation qui secoue le pays depuis plus de deux semaines.

Les matins
Iran : 13e jour de contestation l'ayatollah Ali Khamenei avertit que le pays ne "reculera pas"

Les matins

Play Episode Listen Later Jan 10, 2026 14:51


durée : 00:14:51 - Journal de 8 h - Treizième jour de contestation en Iran. Des manifestants sont une nouvelle fois descendus dans les rues de Téhéran hier. Alors que les autorités assurent qu'elles ne reculeront pas, plusieurs ONG font part de leur inquiétude.

Bible in the News
Iran on the Brink of Collapse!

Bible in the News

Play Episode Listen Later Jan 10, 2026 9:15


Protests have spread over all of Iran, engulfing 340 places in all 31 provinces according to the UK Telegraph! Protesters are now being murdered by the regime in the hundreds if not thousands. There is danger that the security forces could turn against each other. An analysis by the Telegraph declares, "After 35 years of ruling Iran, Ali Khamenei is running out of options fast.” The protests are not about Israel or America, they were triggered by a collapsed currency, dire economic circumstances and complete mismanagement of the country in regards to the citizens' welfare.

Le journal de 8H00
Iran : 13e jour de contestation l'ayatollah Ali Khamenei avertit que le pays ne "reculera pas"

Le journal de 8H00

Play Episode Listen Later Jan 10, 2026 14:51


durée : 00:14:51 - Journal de 8 h - Treizième jour de contestation en Iran. Des manifestants sont une nouvelle fois descendus dans les rues de Téhéran hier. Alors que les autorités assurent qu'elles ne reculeront pas, plusieurs ONG font part de leur inquiétude.

Les journaux de France Culture
Iran : 13e jour de contestation l'ayatollah Ali Khamenei avertit que le pays ne "reculera pas"

Les journaux de France Culture

Play Episode Listen Later Jan 10, 2026 14:51


durée : 00:14:51 - Journal de 8 h - Treizième jour de contestation en Iran. Des manifestants sont une nouvelle fois descendus dans les rues de Téhéran hier. Alors que les autorités assurent qu'elles ne reculeront pas, plusieurs ONG font part de leur inquiétude.

DW em Português para África | Deutsche Welle
9 de Janeiro de 2026 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Jan 9, 2026 20:00


Sociedade civil guineense convoca mais um protesto, para 20 de janeiro contra o Alto Comando Militar. Félix Tshisekedi e João Lourenço reuniram-se duas vezes esta semana para discutir o conflito no Leste da RDCongo. Estará Angola de volta à mediação do conflito? Há duas semanas, Irão é palco de protesto contra o regime no poder. Rússia ataca Ucrânia com míssel hipersónico.

apolut: Tagesdosis
USA eskaliert gegen Khamenei | Von Rainer Rupp

apolut: Tagesdosis

Play Episode Listen Later Jan 9, 2026 11:41


Teheran droht mit präemptiven SchlägenEin Kommentar von Rainer Rupp.Die jüngsten Unruhen im Iran begannen am 28. Dezember 2025 in Teheran. Auslöser war ein massiver Einbruch der iranischen Währung, des Rial (auf ein Rekordtief), was zu starken Preissteigerungen bei importierten Waren, vor allem Lebensmitteln führte. Das wiederum hatte Streiks und Schließungen von Geschäften im Großen Basar der Hauptstadt zur Folge. Die Proteste richteten sich zunächst gegen die anhaltende Wirtschaftskrise durch den kollektiven Westens seit Jahren mit Handelssperren sanktionierten und boykottierten Landes. Die wirtschaftlich motivierten Protestdemonstrationen weiteten sich in den nachfolgenden Tagen auf weitere große Städte im Iran aus. Dann erschienen plötzlich politische Parolen auf den mitgebrachten Plakaten, mit Slogans zum Sturz der Regierung, der Entmachtung des Obersten religiösen Staatsführers Ali Khamenei und mit Forderungen nach einem Regimewechsel. Letztere steigerten sich in den letzten Tagen sogar Forderungen – wenn auch vereinzelt – nach der Rückkehr des im US-Exil lebenden Sohns der von der islamischen Revolution davon gejagten US-Marionette Schah Reza Pahlavi. Derweil war vor wenigen Tagen Seine Königliche Majestät Reza Pahlavi Junior in einer aufwendig inszenierten Massenveranstaltung in den USA als „rechtmäßiger Thronfolger“ und „der Opposition“ in Iran gefeiert worden.Bis Anfang Januar 2026 hatten sich die Demonstrationen laut westlicher Medien auf zahlreiche Städte und knapp 20 von 31 Provinzen des Landes ausgeweitet. Sicherheitskräfte gingen laut der Westmedien hart vor, mit Berichten über Tote unter den Demonstranten (Schätzungen zwischen 19–36) und Hunderte Verletzte und über 2.000 Festnahmen. Diese Welle wird von den gleichgeschalteten Westmedien als eine der größten Herausforderungen für das Regime seit den Protesten von 2022/2023 dargestellt, weil die wirtschaftliche Not noch durch regionale Konflikte und internationale Spannungen (u. a. Drohungen aus den USA) verstärkt würde.Im Vergleich zur alarmistischen Darstellung der Lage im Westen, war die öffentliche Erklärung des obersten nationalen Sicherheitsbeamten des Irans, Ali Larijani, unaufgeregt und nüchtern. Larijani betonte, dass die iranischen Behörden zwischen legitimen wirtschaftlichen Beschwerden und Sabotageakten sehr wohl unterscheiden. Die Proteste wegen des scharfen Verfalls des Rial würden von den Behörden als berechtigtes Anliegen anerkannt. Zugleich warf Larijani Washington und Israel jedoch vor, die Proteste für politische Sabotage und terroristische Aktivitäten mit speziell für solche Situationen ausgebildeten Agenten zur Destabilisierung des Irans auszunutzen. Deshalb warnte Larijani Donald Trump, dass jede amerikanische Einmischung in die inneren Angelegenheiten Irans die Region destabilisieren und dadurch auch US-Interessen dort zerstören würde. Er warnte die amerikanische Öffentlichkeit vor den Risiken für ihre Soldaten in der Region.Der iranische Generalstaatsanwalt Mohammad Movahedi-Azad kritisierte die einseitigen und extraterritorialen Sanktionen der USA und der EU und merkte an, dass solche Maßnahmen, wenn sie den Zugang zu wesentlichen Gütern, Medikamenten, Finanzdienstleistungen und lebenswichtigen Ressourcen einschränken, „nur schwer von dem Konzept der Kollektivstrafe zu trennen sind“, die laut Völkerrecht ein Verbrechen ist. Auch der Generalstaatsanwalt Movahedi-Azad betonte die Notwendigkeit, rechtmäßigen Protest klar von kriminellem Verhalten abzugrenzen: ...https://apolut.net/usa-eskaliert-gegen-khamenei-von-rainer-rupp/ Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

The President's Daily Brief
PDB Afternoon Bulletin | January 5th, 2026: Iran's Supreme Leader Is Planning To Flee Tehran & Ukraine's Power Shakeup

The President's Daily Brief

Play Episode Listen Later Jan 5, 2026 13:43


In this episode of The PDB Afternoon Bulletin: First up— stunning new reporting suggests Ali Khamenei is already planning an escape route out of Iran as nationwide protests enter their ninth straight day—an extraordinary signal of growing concern at the very top of the regime. Later in the show— a major shakeup at the highest levels of power in Ukraine, as President Volodymyr Zelensky taps military intelligence chief Kyrylo Budanov to run his presidential office, prioritizing battlefield experience amid mounting pressure for a peace deal. To listen to the show ad-free, become a premium member of The President's Daily Brief by visiting https://PDBPremium.com.  Please remember to subscribe if you enjoyed this episode of The President's Daily Brief. YouTube: youtube.com/@presidentsdailybrief Goldbelly: Discover iconic meals from legendary restaurants delivered nationwide with Goldbelly—get 20% off your first order at https://Goldbelly.comusing promo code PDB. PDS Debt: You're 30 seconds away from being debt free with PDS Debt. Get your free assessment and find the best option for you at https://PDSDebt.com/PDB  Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Global News Podcast
US ‘locked and loaded' to help Iranian protestors

Global News Podcast

Play Episode Listen Later Jan 2, 2026 29:01


The US President warns his forces will come to the rescue of peaceful Iranian anti-government demonstrators if they are targeted by Tehran. A senior adviser to Iran's supreme leader Ali Khamenei has responded by saying Donald Trump should know that US interference would lead to chaos across the region. Also: two French managers of the bar in the Swiss ski resort that suffered a deadly fire on New Year's Eve have been interviewed; new mayor Zohran Mamdani is formally sworn in in New York; the difficulty of not having a birth certificate in South Africa; Donald Trump gives an update about his health after concerns were raised; and what to look out for in space travel in 2026. The Global News Podcast brings you the breaking news you need to hear, as it happens. Listen for the latest headlines and current affairs from around the world. Politics, economics, climate, business, technology, health – we cover it all with expert analysis and insight. Get the news that matters, delivered twice a day on weekdays and daily at weekends, plus special bonus episodes reacting to urgent breaking stories. Follow or subscribe now and never miss a moment. Get in touch: globalpodcast@bbc.co.ukPhoto by ABEDIN TAHERKENAREH/EPA/Shutterstock

Hidden Forces
Tehran to Taipei: the Risks of Strategic Overreach | Dmitri Alperovitch

Hidden Forces

Play Episode Listen Later Jun 30, 2025 50:41


In Episode 425 of Hidden Forces, Demetri Kofinas speaks with geopolitical and intelligence analyst Dmitri Alperovitch about the new security dynamics and economic opportunities that arise from America's and Israel's attacks on Iran, the risks of strategic overreach, and whether U.S. actions do more to compel or deter a Chinese invasion of Taiwan. In the first hour, Alperovitch scrutinizes Israel's decision to initiate a series of targeted strikes against Iran's nuclear program, including their decision to assassinate key nuclear scientists and senior members of the IRGC. We discuss America's choice to participate in this campaign, Iran's response, potential additional repercussions from these attacks, political conditions within the Islamic Republic, and whether this latest round of violence might precipitate the collapse of the Iranian government or incite a coup against its supreme leader, Ali Khamenei. In the second hour, Alperovitch is asked whether he believes Trump's decision to involve the American military directly in Israel's war with Iran was in America's national interests or if it results in strategic overreach that will further undermine American security and the credibility of American global leadership. He and Kofinas discuss how this move is perceived by other regional players like Saudi Arabia and the Gulf States, how it alters the security dynamics in the Middle East, and how it affects Dmitri's assessment of the risks Washington faces in its broader Cold War with the People's Republic of China. Subscribe to our premium content—including our premium feed, episode transcripts, and Intelligence Reports—by visiting HiddenForces.io/subscribe. If you'd like to join the conversation and become a member of the Hidden Forces Genius community—with benefits like Q&A calls with guests, exclusive research and analysis, in-person events, and dinners—you can also sign up on our subscriber page at HiddenForces.io/subscribe. If you enjoyed today's episode of Hidden Forces, please support the show by: Subscribing on Apple Podcasts, YouTube, Spotify, Stitcher, SoundCloud, CastBox, or via our RSS Feed Writing us a review on Apple Podcasts & Spotify Joining our mailing list at https://hiddenforces.io/newsletter/ Producer & Host: Demetri Kofinas Editor & Engineer: Stylianos Nicolaou Subscribe and support the podcast at https://hiddenforces.io. Join the conversation on Facebook, Instagram, and Twitter at @hiddenforcespod Follow Demetri on Twitter at @Kofinas Episode Recorded on 06/23/2025

Newshour
Iran's supreme leader delivers first video message since US strikes

Newshour

Play Episode Listen Later Jun 26, 2025 47:16


Iran's supreme leader Ali Khamenei has said the United States gained nothing from its attacks on the country's nuclear sites. Ayatollah Khamenei, in his first video statement since the end of the conflict, said it had been little more than showmanship by President Trump. The Iranian leader has been in hiding since Israel launched its attacks. He also said future attacks against Iran would come at great cost. Also in the programme: Research that would enable scientists to build human DNA from scratch; and a new beach resort for tourists- North Korean style. (Photo: Iran's Supreme Leader Ayatollah Ali Khamenei delivers a video message to the nation. Iran, 26 June 2025. Credit: Abedin Taherkenareh /EPA/Shutterstock)

Honestly with Bari Weiss
Naftali Bennett and Michael Oren: Israel and Iran at War

Honestly with Bari Weiss

Play Episode Listen Later Jun 13, 2025 55:00


In the early hours of Friday morning, Israel pulled off a historic strike on Iran. As I record these lines, Iran is reporting a “massive explosion” in Isfahan, in a province that is home to several nuclear facilities. In Israel, where Shabbat has begun, the government has ordered all synagogues to shut down—and for citizens to remain close to bomb shelters as they brace for a retaliatory strike. It is hard to overstate the magnitude of this operation. Israel has taken out much of Iran's military leadership and some of its top nuclear scientists and hit nuclear facilities across the country. And it is still going. Benjamin Netanyahu has vowed to do whatever it takes in order to prevent a nuclear holocaust. Meanwhile, the X account for Iran's military  has threatened that “our response will be lethal.” And the country's supreme leader, Ali Khamenei, has tweeted: “The Zionist regime has prepared for itself a bitter, painful fate, which it will definitely see.” Donald Trump, for his part, is using this as an opening to push Iran into a nuclear deal. This is a historic juncture for the region—not just for the state of Israel, but for the West. So last night, just as the news of these attacks broke, I sat down with former Israeli ambassador to the U.S. Michael Oren and former Israeli prime minister Naftali Bennett to discuss all of it: the strikes, what they accomplished, how Israel defied conventional wisdom and seemed to pull off the impossible, what we can expect in the days ahead, and—perhaps most importantly to many of our listeners—whether or not America is supporting Israel in its efforts. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices