POPULARITY
Tertulia y análisis con María Eugenia Rodríguez Palop, Jesús Maraña y Valentina Martínez Ferro
No Uganda, o Presidente Yuweri Museveni lídera contagem preliminar dos votos das eleições gerais. Em Moçambique, a ONG Plataforma Decide denuncia vítimas mortais à conta da violência policial em Nampula. Portugal vai eleger um novo Presidente da República este domingo. Analistas dividem-se na avaliação aos mandatos de Marcelo Rebelo de Sousa na relação com os PALOP.
Em Moçambique, Daniel Chapo tomou posse como Presidente há precisamente um ano. Moçambicanos ouvidos pela DW dizem que nada mudou. Na Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira está detido há 50 dias. Em exclusivo à DW, filha do líder do PAIGC aponta o dedo à CEDEAO. E no Uganda, mais de 21 milhões de pessoas elegem o próximo Presidente.
Na Guiné-Bissau, jurista diz à DW que a aprovação da nova Constituição deixa uma mensagem clara. Em Moçambique, na província de Nampula, o terrorismo está a motivar muitos jovens a recensear-se para o serviço militar obrigatório. Analisamos ainda o escalar da tensão no Irão, com troca de avisos entre o poder local e Donald Trump.
A CEDEAO manteve uma reunião com as atuais autoridades de transição da Guiné-Bissau. Sociólogo guineense deixa um alerta. Analisamos ainda o ambiente tenso à porta das eleições no Uganda. No futebol, o Bayern Munique voltou a fazer história e é cada vez mais líder isolado. E não perca mais um episódio da radionovela Learning by Ear - Aprender de Ouvido.
Tertulia y análisis con Fernando Berlín, María Eugenia Rodríguez Palop y Víctor J. Vázquez
Governo moçambicano anuncia falta de verbas para o 13.º salário. Funcionários públicos reagem com indignação. Cidadão turco detido em Moçambique após pedido de extradição da Turquia vai aguardar julgamento em liberdade, mas caso continua nos tribunais. No norte da Tanzânia, novas reservas de caça para turismo estão a deslocar comunidades Maasai.
Angola parece estar novamente envolvida na mediação da República Democrática do Congo, mas analistas duvidam que consiga resultados concretos. Medida inédita em Quelimane: o edil Manuel de Araújo exonerou, de uma só vez, 37 funcionários do Conselho Autárquico. Um navio de guerra russo esteve em São Tomé e Príncipe sem o conhecimento do Parlamento.
O silêncio da CEDEAO após a cimeira de Abuja está a levantar mais dúvidas do que certezas na Guiné-Bissau. Entre acusações da oposição e críticas de especialistas, cresce a ideia de que a organização regional está a perder autoridade. Nesta emissão, damos conta dos mais recentes desenvolvimentos na crise da Venezuela e ouvimos a análise do angolano José Gama. Moçambique foi ontem eliminado da CAN.
Ciclones, secas, poluição. Florestas a desaparecer. Nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, a crise climática já não é uma ameaça distante - é uma realidade que custa caro. Mas há soluções. Este é um programa especial de rádio sobre clima, justiça ambiental e o futuro do planeta.
Tertulia y análisis desde Cáceres a propósito del final de campaña electoral en Extremadura con María Eugenia Rodríguez Palop, Ángel Munárriz y Rocío Cantero.
A CEDEAO envia uma delegação à Guiné-Bissau para dialogar com as autoridades de transição. Porta-voz da Plataforma Republicana alerta para dificuldades. Em Moçambique, deslocados que fugiram dos ataques terroristas em Memba denunciam falta de assistência governamental e condições precárias. Donald Trump diz ter terminado oito guerras, mas a eficácia dos seus acordos de paz tem sido questionada.
Dois golpes de Estado e uma tentativa frustrada em apenas oito semanas – mesmo para a história recente de África, isso representa uma nova dimensão. A organização Internacional para as Migrações lançou em Lisboa o projeto MOVER para promover a mobilidade laboral segura com os PALOP. Donald Trump acredita que um acordo de paz na Ucrânia está "mais próximo do que nunca".
Foi oficialmente lançada em Novembro, à margem da COP30, a Rede Lusófona para o Clima, uma iniciativa conjunta da ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável e da Oikos – Cooperação e Desenvolvimento, que pretende criar um espaço de cooperação entre países lusófonos na mitigação e adaptação às alterações climáticas. A primeira fase da rede foca-se em África, mas a ambição é estender a acção a toda a lusofonia, incluindo Brasil e Timor-Leste. De acordo com o comunicado de lançamento, a iniciativa assinala a criação de uma nova aliança destinada a fortalecer a cooperação climática entre os países de língua portuguesa. A Rede Lusófona para o Clima nasce com o propósito de promover a acção climática conjunta entre organizações da sociedade civil, jovens líderes, activistas e representantes comunitários dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e de outros territórios lusófonos. O objectivo é reforçar a presença e a influência das vozes lusófonas nos processos globais de decisão sobre o clima, incentivando o diálogo, a partilha de conhecimento e o desenvolvimento de soluções sustentáveis alicerçadas em laços culturais e linguísticos comuns. “Como pode um espaço lusófono comum fortalecer a sociedade civil e as comunidades dos países de língua portuguesa na influência da política climática global, promovendo uma governação inclusiva e equitativa?” foi o ponto de partida para o debate que contou com a participação de Miguel de Barros director executivo da Tiniguena (Guiné-Bissau), Ilda Cerveja, da Youth for Climate Action Platform (Moçambique), Jédio Fernandes, coordenador do Colégio de Engenharia Ambiental da Ordem dos Engenheiros de Angola e em representação das organizações fundadoras, Francisco Ferreira, presidente da ZERO (Portugal), e José Luís Monteiro, da Oikos (Portugal). Miguel de Barros, director executivo da Tiniguena (Guiné-Bissau), destacou a urgência da cooperação: “Esta iniciativa é muito importante se tomarmos em consideração que só no ano passado nós tivemos cerca de 18% da população africana em situação de pobreza climática. Isso significa mudanças estruturais no sistema produtivo, no acesso à terra, na segurança alimentar, mas também provoca uma incidência muito forte na migração juvenil das zonas rurais, atendendo às dificuldades de inserção na agricultura familiar. A ausência de modernização da agricultura familiar tem levado a uma certa reconfiguração do espaço das cidades, com maior concentração, sobretudo nas zonas urbanas.” O investigador guineense sublinhou ainda os desafios da erosão costeira, da salinização dos campos agrícolas e da falta de tecnologias adaptadas: “As fragilidades existentes fazem com que esta oportunidade de lançamento da rede nos permita trabalhar numa perspectiva de harmonização de políticas públicas, detecção da variabilidade climática e adaptação às transformações, promovendo simultaneamente a transição energética e a educação para o clima.” Para Francisco Ferreira, presidente da ZERO (Portugal), a acção climática deve ser integrada e inclusiva: “Em Portugal temos de garantir que as políticas climáticas conseguem atingir os seus objectivos em termos de adaptação e mitigação. A responsabilidade é muito maior, porque somos um país desenvolvido, com excesso de emissões em vários sectores. Além disso, a CPLP é uma comunidade com uma elevada percentagem de áreas classificadas como Reserva da Biosfera, o que nos dá potencial para trabalhar nas várias linhas da biodiversidade, terrestre e oceânica.” Francisco Ferreira enfatizou ainda a importância do financiamento: “O financiamento deve ser uma prioridade. Temos apoiado Portugal, como ZERO, na negociação da dívida e na conversão da dívida em projectos climáticos em cada um dos países. É preciso que isso se expanda para além de Cabo Verde, que é o único institucionalizado. Já se falou em São Tomé e Príncipe, mas é necessário que haja financiamento de forma ampla, não apenas pelo sistema público, mas também pelo privado.” Ilda Cerveja, da Youth for Climate Action Platform (Moçambique), abordou a vulnerabilidade de Moçambique aos fenómenos climáticos extremos: “Moçambique é um dos países mais afectados pelos eventos climáticos extremos, principalmente os ciclones, que acabam resultando em cheias e secas. Pelo menos dois ciclones afectam o país por ano, o que compromete a capacidade de resposta a este desafio. O país é extremamente vulnerável devido à forma como a terra é usada, à ocupação e às infra-estruturas. A maior parte da nossa população são crianças e jovens, e este grupo é particularmente afectado pelos eventos climáticos extremos. Um dos principais desafios na nossa participação nos espaços de debate climático é a língua, o que limita a nossa capacidade de intervenção.” Jédio Fernandes, coordenador do Colégio de Engenharia Ambiental da Ordem dos Engenheiros de Angola, descreveu a situação no seu país: “Províncias como Cunene, Huíla e Namibe enfrentam a pior seca dos últimos 40 anos, com consequências graves para a vida das populações. A actividade económica destas regiões depende da produção de gado em massa. Sem vegetação e água, o gado morre. Isto força as populações a abandonarem as zonas rurais, aumentando a pressão sobre Luanda, que foi projectada para 500.000 pessoas e hoje acolhe cerca de 9 milhões. Vemos com bons olhos o lançamento da Rede Lusófona, que permite agir em bloco e comunicar com maior clareza na nossa própria língua.” Miguel de Barros acrescentou, ainda, que a rede deve focar-se na justiça climática e apoio a grupos vulneráveis: “Numa primeira instância, a própria rede tem de ser capaz de trazer esse diálogo na forma como quer estar e quer se posicionar. E nesse campo há duas perspectivas que, para mim são essenciais: a questão da responsabilização dos países emissores e, ao mesmo tempo, uma abordagem para a justiça climática; outra questão, que para mim é estrutural, é que, por exemplo, no caso africano, mais de 64% da mão-de-obra na agricultura familiar depende das mulheres. E quando vamos olhar o impacto das mudanças climáticas dos últimos cinco anos, há uma projecção de perda de pelo menos de 34% da mão-de-obra na agricultura, afectando sobretudo as mulheres. Então, devemos olhar por uma perspectiva de como é que a rede traz uma abordagem sobre os grupos vulneráveis, em particular as mulheres, permitindo, por um lado, salvaguardar os grandes biomas, mas também toda a transição ecológica em termos de emprego, educação, profissionalização e criação de colectivos.” José Luís Monteiro, da Oikos, reforçou a dimensão prática do projecto: “A rede existe para produzir resultados concretos, não apenas declarações. Queremos apoiar projectos, formação e formas de dar escala ao trabalho das comunidades dos PALOP”.
Tertulia y análisis con Daniel Fuentes, María Eugenia Rodríguez Palop y Marisol Hernández.
Na Guiné-Bissau, jurista contesta posição do PGR e defende validade das eleições. Em Moçambique, a Médicos Sem Fronteiras alerta para o agravamento da violência em Cabo Delgado e Nampula desde julho e denuncia a falta de atenção internacional. Analisamos ainda os avanços do grupo rebelde M23 na RDC e Burundi. No futebol, arranca logo à noite a 14ª jornada da Bundesliga.
Em Angola, celebra-se hoje uma missa em nome dos presos políticos angolanos. A "Operação Conexão" já provocou a expulsão de mais de 36 mil imigrantes ilegais em Angola. No entanto, sociedade civil afirma que não há magia. Analisamos ainda se a nova estratégia de segurança de Trump representa oportunidade ou retrocesso para África.
Podcast presentado por Toni Asensio y producido por RadioEsport Valencia en colaboración con la Federació de Futbol de la Comunitat Valenciana.
El Fiscal General del Estado ha dimitido tras ser condenado por el Tribunal Supremo por un delito de revelación de secretos. ¿Qué está en juego más allá del nombre de Álvaro García Ortiz? ¿Se ha cruzado una línea? ¿Es el fiscal general una víctima de una guerra judicial y mediática? ¿Quién es quién en esta sala del Tribunal Supremo? ¿Qué mensaje lanza esta condena? Lo analizamos en nuestra tertulia política con Ignacio Escolar, director de nuestro medio asociado eldiario.es, María Eugenia Rodríguez Palop, jurista y profesora de Derechos Humanos y Filosofía del Derecho en la Universidad Carlos III y Carmen Lucas-Torres, periodista de Tribunales en ABC. Y hablamos también con Joaquín Urías, Profesor de Derecho Constitucional y exletrado del Tribunal Constitucional. Más información aquí: https://bit.ly/CasoFiscalCC1583 Haz posible Carne Cruda: http://bit.ly/ProduceCC
Tertulia y análisis con María Eugenia Rodríguez Palop, Mariano Alonso y Daniel Fuentes.
Chegou o dia do Angola vs. Argentina. E no mesmo país, o Governo corta o orçamento previsto para a merenda escolar, para o próximo ano, e os encarregados de educação se contestam a medida. Em Moçambique, A ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação afirma que o país vive um momento de estabilidade.
Em Moçambique, André Mulungo, pesquisador do CDD, fala à DW sobre o esquema de corrupção "paga para pagar". Oleiros revoltados com mineradoras em Moatize reivindicam indemnizações com atraso de mais de sete anos. Neste jornal, fique a saber como as perspetivas renovadas para o petróleo no Delta do Níger causam preocupação entre os locais.
Em Moçambique, Paula Monjane, do CESC-Programa Aliadas, explica à DW o papel que as mulheres deverão ter no Diálogo Nacional Inclusivo. Em Angola, irmã de Osvaldo Caholo conta à DW que o ativista suspendeu a greve de fome. Fique a saber a dimensão do extremismo no centro social alemão.
Há 50 anos, Agostinho Neto proclamou a independência de Angola. À DW, analistas consideram que o país continuará com os meus problemas e com mais custos. Em Moçambique, os professores ameaçam boicotar os exames finais do ensino público, se o Governo não pagar as horas extraordinárias dos últimos 3 anos. Fique a saber como o Gana está a reduzir a sua pegada de carbono com soluções indígenas.
Vamos à boleia de comboio no Corredor do Lobito para acompanhar os últimos passos do Presidente alemão em Angola. Analistas angolanos esperam que o novo Juiz-Presidente do Supremo Tribunal restaure a credibilidade da justiça. Porta-voz do PAIGC comenta à DW a discordância que se vive dentro do partido. Ativista Gangsta apela aos que assistirem ao Angola x Argentina a manifestarem-se.
MPLA cada vez menos tolerante a vozes críticas à liderança do partido, afirmam analistas. Vamos em direto até Luanda onde João Lourenço encontrou-se hoje com o Presidente alemão, Frank-Walter Steinmeier. Em Portugal, nova lei de estrangeiros torna mais difícil a vida dos imigrantes. E no futebol, termina esta noite a 4ª jornada da Liga dos Campeões.
Em Angola, Marcolino Moco, em exclusivo à DW, defende a criação de mecanismos pacíficos para se "acabar com o regime". Em Cabo Verde, a diretora da TCV acusa a emissora estatal de abuso de poder, perseguição e tentativa de silenciar o jornalismo. Emissora responde à DW. Especialista ouvido pela DW defende a suspensão da Tanzânia da SADC.
Jornalista guineense afirma que pela primeira vez na história da democracia da Guiné-Bissau, não há concorrência ao atual líder para as eleições de 23 de novembro. Em Moçambique, o filho da presidente do Conselho Constitucional, Lúcia Ribeiro, refuta as alegações de pagamento irregular de 561,7 milhões de meticais à sua empresa, Mitra Energy.
Tertulia y análisis con Isabel Morillo, María Eugenia Rodríguez Palop y Lucía Méndez
Em Angola, a sociedade civil pede à Procuradoria Geral da Republica que investigue a origem dos 6 milhões de dólares que serão pagos à seleção argentina. Em entrevista à DW África, a escritora angolana Ana Paula Tavares diz que é preciso não desistir de Angola. Nos Camarões, Paul Biya prepara-se para o oitavo mandato presidencial.
Andrés Palop: "José Manuel Ochotorena tuvo un gran impacto sobre mi"
Tertulia y análisis con María Eugenia Rodríguez Palop, Pablo Simón y Lucía Méndez
ANAPRO denuncia ameaças da ministra da Educação contra professores em greve. Hamas entregou ontem 20 reféns israelitas vivos e mais quatro corpos dos 28 não sobreviventes. O que muda na nova Lei de migração em Portugal?
Tertulia y análisis con Carlos Cué, Mariano Alonso y María Eugenia Rodríguez Palop
Em Moçambique, jurista defende que o Governo de Daniel Chapo não deveria liderar o Diálogo Inclusivo Nacional. Chegou ao fim o sonho moçambiano de jogar o Mundial 2026. Chiquinho Conde lamenta os erros na derrota por 1-2 frente à Guiné-Conacri. Camarões prepara-se para ir a votos já este domingo.
Em Moçambique, assinala-se hoje um ano desde a realização das sétimas eleições gerais. Jornalista Luís Nhachote afirma que o país está a “sair dos escombros”. MC Bandeira, chefe nacional adjunto de mobilização do ANAMOLA denuncia nova tentativa de atentado político. No futebol Cabo Verde adiou o apuramento para o Mundial 2026 e Chiquinho Conde pede apoio para os Mambas esta tarde no Zimpeto.
Em Angola, pré-candidatura de Rafael Massanga Savimbi está a entusiasmar os membros da UNITA. Presidente da Associação dos Ruandeses Refugiados em Moçambique destaca o trabalho da comunidade em diminuir o medo de perseguições do regime de Paul Kagame. Analisamos ainda o impacto social da guerra do Médio Oriente na Alemanha. No futebol, pode ser um dia histórico para a lusofonia.
Em Angola, o secretário nacional para os Assuntos Eleitorais da UNITA diz à DW África que o Tribunal Constitucional que não está a respeitar a Constituição do país. Em Moçambique, o Ministro da Agricultura, Ambiente e Pescas, Roberto Albino, disse que se o país implementasse tudo o que planifica, poderia tornar-se um país de primeiro mundo. E foi há dois anos que o Hamas atacou Israel.
Na África do Sul, o movimento Operação Dudula está a reforçar o sentimento xenófobo entre o povo. Em Moçambique, arranca hoje a auscultação pública nacional face ao diálogo político. O partido ANAMOLA critica exclusão e anuncia auscultação paralela. Em Angola, sectretário da ATROMA deixa um conselho ao Governo para tentar diminuir as mortes na estrada.
Tertulia y análisis con Fernando Garea, María Eugenia Rodríguez Palop y Pablo Simón
Em Angola, a UNITA nega "perseguições" e promete congresso inclusivo. Cresce a preocupação com os crimes cibernéticos e a mineração ilegal de criptomoedas. Especialista aconselha Angola a criar já a sua própria geração defensora das fraudes digitais. Analisamos o aprofundar da crise no Sudão do Sul com o julgamento do vice-Presidente Machar. Arranca esta noite a 5ª jornada da Bundesliga.
Em Moçambique, a sinistralidade rodoviária continua a ceifar vidas. As autoridades culpam o excesso de velocidade, o álcool e a fadiga dos motoristas, mas quem anda na estrada tem outra opinião. Yoweri Museveni, Presidente do Uganda há quase 40 anos, lidera a corrida às presidenciais de fevereiro de 2026. Os Maasai acusam o governo da Tanzânia de atacar os seus direitos.
Os líderes de Moçambique e Angola discursaram na Assembleia-Geral da ONU: Daniel Chapo apresentou Moçambique como um exemplo na promoção da democracia em África e João Lourenço destacou o papel de Angola na tentativa de resolução de conflitos no continente africano. Jurista acredita que a ministra angolana das Finanças pode vir a ser ouvida no caso AGT. Presidente do FAMOD pede inclusão.
Em Angola, o secretário-geral da Central Geral de Sindicatos Independentes e Livres apela aos trabalhadores para fiscalizem o cumprimento do novo salário mínimo nacional.
Igreja Católica afirma que Angola caminha para os 50 anos de independência, marcada por pobreza, exclusão e falta de reformas. Deputada angolana Lourdes Caposso Fernandes alertou para o aumento da emigração juvenil em Angola, impulsionado pelo desemprego e pela falta de oportunidades. Neste jornal, analisamos se a criminalidade na Alemanha está a aumentar ou se apenas mais viral.
Líder do PAIGV, Domingos Simões Pereira, de regresso à Guiné-Bissau. Em Moçambique, Conselho Constitucional não reconhece incompatibilidade de funções de Daniel Chapo. Em Portugal, Festival PARAÍSO celebra os 50 anos das independências dos PALOP.
Em Moçambique, a luta pela exploração dos recursos minerais continua a matar no distrito de Mogovolas, Nampula. Ativista aponta o dedo ao governo. Fundador e diretor executivo da Friends of Angola diz que o MPLA continua a adiar eleições autárquicas por temer perder o poder. No Sudão do Sul, a oposição movimenta-se após a detenção do vice-presidente e o acordo de paz está em risco.
Em Angola, Osvaldo Kaholo está detido há mais de dois meses. Irmã revela à DW que ativista está doente e sem assistência médica. Jurista afirma que Angola e RDC podem formar uma parceria estratégica para ser o motor da África Austral. Analisamos ainda a importância de África na corrida ao espaço no passado, presente e futuro. Arrancou com estrondo a primeira jornada da Liga dos Campeões.
Em Angola, arranca hoje a fase de instrução contraditória do "caso AGT". Juristas pedem julgamento sem intervenção política. Neste jornal, contamos-lhe a história de Joseph Kony, acusado de 39 crimes de guerra e cujo se desconhece o seu paradeiro. Analisamos ainda como o negócio da extração mineral crítica agrava a instabilidade no continente africano. Está volta a Liga dos Campeões.
Tertulia y análisis con María Eugenia Rodríguez Palop, Juanma Marqués y Ángel Munárriz