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A Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) realiza na terça-feira, dia 9 de junho, um treinamento voltado à nova plataforma do Cadastro Ambiental Rural (CAR 2.0). A capacitação acontece às 13h30, no Centro Administrativo de Orleans, localizado na Praça Celso Ramos. O evento é direcionado a técnicos e parceiros que atuam na elaboração e regularização de cadastros ambientais rurais. O principal objetivo é apresentar as funcionalidades e procedimentos da nova plataforma do CAR 2.0, permitindo que os participantes conheçam na prática as atualizações do sistema. A organização orienta que os participantes levem seus computadores pessoais para acompanhar as atividades e realizar os exercícios práticos durante o treinamento. A iniciativa integra o trabalho da Epagri de apoio aos profissionais que atuam junto aos produtores rurais, contribuindo para a correta utilização das ferramentas de gestão ambiental das propriedades. Para reforçar o convite e esclarecer dúvidas sobre a capacitação, o Coordenador do Cadastro Ambiental Rural (CAR) da Epagri na Região de Criciúma, Robson Costa, e o extensionista Paulo César Freiberger, participaram de entrevista no programa Cruz de Malta Notícias. E destacaram a importância da atualização para técnicos e parceiros que trabalham com o cadastramento ambiental e detalharam a programação do encontro em Orleans. Mais informações sobre o treinamento podem ser obtidas junto aos escritórios municipais da Epagri ou pelo telefone (48) 3403-1092.
Olá pessoal! Bem vindos a mais uma edição do PodESC! Na edição de hoje, os participantes Alex Tavares, Marek Henryk Zyjewski e Paulo César Lira comentam as opiniões sobre o que acharam dessa edição de 2026 do Eurovision. Falamos sobre as músicas que ficaram na semi, dos finalistas, dos postcards de gosto questionável, a organização desastrosa do show e a inédita e chocante vitória da música da Bulgária e muito mais. Então, ouça o programa e comente com a gente do que achou desse ano, se gostaram da vitória da Dara, se curtiram Bangaranga. =]
O Pr. Paulo César Braga, da Igreja Metodista em Jardim Catarina, traz uma reflexão baseada em Salmos 126:5–6. A Palavra nos lembra que aqueles que semeiam com lágrimas colherão com alegria. Mesmo em tempos difíceis, Deus vê cada esforço, cada oração e cada momento de perseverança. Essa passagem nos encoraja a continuar confiando no Senhor, sabendo que haverá tempo de colheita e celebração. Curta e compartilhe este podcast.
No episódio de hoje do PUCCast, os repórteres Letícia Lacerda e Matheus Ayres conversaram com o professor da PUC-Rio e pesquisador da MPB, Paulo César de Araújo, sobre a vida e carreira de Roberto Carlos. Ficha técnica: Produção e reportagem: Letícia Lacerda e Matheus Ayres Apresentação: Letícia Lacerda e Matheus Ayres Edição de áudio: Letícia Lacerda e Amanda Foeppel Supervisão: Célio Campos e Creso Soares Jr. Editor Rádio PUC: Célio Campos e Creso Soares Jr.
Mensagem ministrada no dia 19/04/2026 com base em Oséias 2.2-23.___________________________Boletim nº 1527.Quer ter acesso ao boletim da semana? Baixe nosso aplicativo e confira.Android: https://bit.ly/androidipmanausappiOS - Apple: https://bit.ly/iosipmanausapp___________________________#IPManaus #mensagem #Cristo #Jesus #igrejas #igrejapresbiterianadeManaus #121anos #Deus #biblia #palavra #igrejadaamazonia #cultodominical #igrejapresbiterianadobrasil #ipb #supremoconcilio #Deus #montes #vales #corrige #restaura___________________________Música: O Amor de Deus (Logo eu) - Paulo César Baruk___________________________Contato: com.ipmanaus@gmail.comInstagram: @ipmanausFacebook: @ipmanausYoutube: @IPManausoficialSpotify: IPManauscastCanal do Whatsapp: IPMANAUS
Crentes que não dão exemplo: conhece alguém assim?! Então, não deixe de ouvir este Debate 93!!!
O Pr. Paulo César Braga, da Igreja Metodista no Pacheco – São Gonçalo, traz uma reflexão baseada em 2 Coríntios 12:9. Nesta passagem, o Senhor declara que Sua graça é suficiente e que Seu poder se aperfeiçoa na fraqueza. Isso nos ensina que, mesmo em nossas limitações, Deus continua agindo com força e propósito. Quando reconhecemos nossa dependência d'Ele, abrimos espaço para Seu poder se manifestar. Curta e compartilhe este podcast.
Divino por Amigos é uma exposição que parte do símbolo da pomba do Divino Espírito Santo para inspirar artistas a criarem e reinterpretarem seus significados com a curadoria de Luís Carlos Matucke. Uma celebração da arte, da amizade e da partilha em torno de um símbolo tão significativo, conta no quadro TROCA DE IDEIA, no Plugado na Mirante FM, Paulo César, artista visual e professor universitário.
O Criciúma Esporte Clube intensificou, ao longo desta semana, o mutirão de cadastramento facial dos associados. A iniciativa ocorre diante da existência de torcedores que ainda não concluíram o procedimento, considerado essencial para agilizar e garantir mais segurança no acesso ao Estádio Heriberto Hülse, o Majestoso. A mobilização tem como principal objetivo zerar as pendências antes da próxima partida, evitando filas e transtornos na entrada dos sócios. A orientação do clube é clara: quem ainda não realizou o cadastro deve procurar a secretaria o quanto antes. Em entrevista ao Cruz de Malta Notícias desta sexta-feira (10), o superintendente administrativo do clube, Paulo César Bittencourt, explicou que o processo faz parte de uma migração no sistema de gestão do plano de sócio-torcedor. Segundo ele, a mudança para uma nova empresa — considerada uma das maiores da América Latina no setor de tickets e controle de acesso — exigiu a transferência de dados, o que acabou gerando alguns transtornos iniciais. “Como todos sabem, o clube fez um processo de migração de uma empresa que fazia a administração do plano de sócio torcedor para outra, muito experiente na área. Porém, o processo de importação e exportação de dados naturalmente sempre gera alguns transtornos, e o clube vem fazendo as devidas correções juntamente com a empresa”, destacou. Bittencourt ressaltou ainda que, desde o início da semana, o clube liberou as catracas do estádio para testes, permitindo que os sócios que já realizaram o cadastro — mas enfrentaram problemas em jogos anteriores — possam verificar se o acesso está funcionando corretamente. “Desde segunda e terça-feira iniciamos um mutirão de cadastramento facial dos sócios que ainda não haviam feito. As catracas estão ligadas para que o torcedor possa vir até o estádio, testar e garantir que está tudo certo, chegando no dia do jogo com mais tranquilidade”, afirmou. De acordo com o dirigente, a adesão dos torcedores tem sido positiva, com um número expressivo de cadastros realizados ao longo dos últimos dias. O clube reforça que a regularização antecipada é fundamental para evitar contratempos e garantir uma experiência mais rápida e segura no acesso ao estádio.
Olá pessoal! Bem vindos a mais uma edição do PodESC! Na edição de hoje, os participantes Alex Tavares, Ana Raquel, Marek Henryk Zyjewski e Paulo César Lira comentam as músicas da primeira semi-final do Eurovision de 2026. Falamos aqui sobre o que gostamos, do que não gostamos, discutimos os resultados de algumas finais nacionais da temporada, o fato de muitos favoritinhos estarem nessa semi e muito mais. Então, ouça o programa e comente com a gente quais são as músicas que gostaram da semi 1 do ESC desse ano. =]
O Dr. Paulo César Corrêa, especialista em Armazenagem de Grãos, traz dicas importantes sobre como tratar grãos avariados desde antes da armazenagem, para evitar perdas maiores.
Um momento especial que marca uma trajetória construída com propósito, dedicação e transformação. A SEICHO-NO-IE DO BRASIL, por meio do SNICast, celebra seu episódio 300, levando mensagens que inspiram, fortalecem e despertam o melhor em cada pessoa.Neste episódio comemorativo, somos convidados a refletir sobre a importância da gratidão como caminho para uma vida mais plena, consciente e harmoniosa. Com a orientação do Preletor em Grau Sênior Paulo César Rocha Ribeiro, Presidente da Associação Fraternidade da SEICHO-NO-IE DO BRASIL.| Os livros-textos deste episódio são: Para realizar o amor e a oração / Buscando o amor dos pais / A Verdade, v. 4; Para adquirir e estudar ainda mais, acesse: https://snibr.org/livrariapod;| Para encontrar a Associação Local mais próxima de você, acesse: https://rebrand.ly/onde_encontrar;| Quer começar a praticar a Meditação Shinsokan, mas não sabe como? Conheça a Meditação Shinsokan guiada: https://rebrand.ly/shinsokan_7min;| Acompanhe também as nossas redes sociais para mais conteúdos e novidades: https://rebrand.ly/FaceSNI (Facebook) e https://rebrand.ly/instaSNI (Instagram)
Mensagem ministrada no dia 15/03/2026 com base em Lucas 19.28-44.___________________________Boletim nº 1521.Quer ter acesso ao boletim da semana? Baixe nosso aplicativo e confira.Android: https://bit.ly/androidipmanausappiOS - Apple: https://bit.ly/iosipmanausapp___________________________#IPManaus #mensagem #Cristo #Jesus #igrejas #igrejapresbiterianadeManaus #121anos #Deus #biblia #palavra #igrejadaamazonia #cultodominical #igrejapresbiterianadobrasil #ipb #supremoconcilio #Deus #montes #vales #Carmelo #chora #julga___________________________Música: Tu és Deus (A Ele) - Lucas & Evelyn Cortazio, O Canto das Igrejas, Paulo César Baruk___________________________Contato: com.ipmanaus@gmail.comInstagram: @ipmanausFacebook: @ipmanausYoutube: @IPManausoficialSpotify: IPManauscastCanal do Whatsapp: IPMANAUS
Mensagem ministrada no dia 08/03/2026 com base em 1 Reis 18.17-40.___________________________Boletim nº 1520.Quer ter acesso ao boletim da semana? Baixe nosso aplicativo e confira.Android: https://bit.ly/androidipmanausappiOS - Apple: https://bit.ly/iosipmanausapp___________________________#IPManaus #mensagem #Cristo #Jesus #igrejas #igrejapresbiterianadeManaus #121anos #Deus #biblia #palavra #igrejadaamazonia #cultodominical #igrejapresbiterianadobrasil #ipb #supremoconcilio #Deus #montes #vales #Carmelo #confronta #responde___________________________Música: Tu és Deus (A Ele) - Lucas & Evelyn Cortazio, O Canto das Igrejas, Paulo César Baruk___________________________Contato: com.ipmanaus@gmail.comInstagram: @ipmanausFacebook: @ipmanausYoutube: @IPManausoficialSpotify: IPManauscastCanal do Whatsapp: IPMANAUS
Sinceridade demais atrapalha?? Este Debate 93 está super divertido, sincero e instrutivo! Não perde!
Neste episódio, o Pr. Paulo César Braga, da Igreja Metodista em Jardim Catarina, compartilha uma meditação à luz de Mateus 6:1–6. Não se trata apenas do que fazemos, mas do porquê fazemos: buscamos a honra de Deus ou o reconhecimento dos homens? Deus quer nos tratar e alinhar o nosso coração. Ouça, seja edificado e pratique os 3 Cs: curta, comente e compartilhe com todos!
Del disco de Mônica Salmaso 'Minha casa', grabado el 4 de octubre de 2024 en concierto en la ciudad de Belo Horizonte, las canciones 'Saudaçoes' de Egberto Gismonti, 'A violeira' de Jobim y Chico Buarque, 'Quebra-mar' de Dori Caymmi y Paulo César Pinheiro, 'Acalanto' de Teresa Cristina, 'Teleco-teco' de los años cincuenta, 'Paulistana sabiá' de Guinga, 'Morro velho' de Milton Nascimento, 'Assentamento' de Chico, 'Santa voz' de Baden Powell y 'Xote' de Rodolfo Stroeter y Gilberto Gil. Con el grupo francés Beyond Brazilian Stories, de nuevo 'Quebra-mar' y 'Xibaba'. Despide el nonagenario armonicista Mauricio Einhorn -con Paquito D´Rivera al clarinete- y su 'Estamos aí'. Escuchar audio
Dom Basílio, Monge Beneditino Em Adoração | Partilha da Palavra | Seg a Sex às 08h00 | Instituto Beneditino Em Adoração---
A segurança na Terceira Ponte, o principal elo entre Vitória e Vila Velha, vive um momento crítico que desafia a engenharia das novas obras de ampliação, entregues em agosto de 2023. Em um intervalo alarmante, pelo menos três motociclistas foram arremessados para fora da pista após colisões laterais. O caso mais recente, no último dia 04 de fevereiro, vitimou José Antônio Dallapicola Tardin, de 60 anos, que morreu após ser atingido por um carro e lançado sobre a Ciclovia da Vida.O histórico de perigo na Linha Verde — faixa exclusiva criada para agilizar o fluxo — acumula outras tragédias, como a morte de Glênio Alves em agosto de 2024 e o grave acidente de Paulo César Santana, que sobreviveu à queda, mas enfrentou semanas de recuperação. A dinâmica dessas ocorrências levanta uma dúvida urgente: a altura das barreiras de proteção é suficiente para conter o impacto de veículos de duas rodas?Para detalhar os planos do Governo do Estado na revisão da segurança da via, o monitoramento do fluxo e as possíveis adequações técnicas na estrutura, conversamos agora com o secretário de Estado de Mobilidade e Infraestrutura, Fábio Damasceno.
Mensagem ministrada no dia 18/01/2026 com base em Mateus 6.12,14 e 15.___________________________Boletim nº 1513.Quer ter acesso ao boletim da semana? Baixe nosso aplicativo e confira.Android: https://bit.ly/androidipmanausappiOS - Apple: https://bit.ly/iosipmanausapp___________________________Música: O amor de Deus (Logo eu) - Paulo César Baruk___________________________#IPManaus #mensagem #Cristo #Jesus #igrejas #igrejapresbiterianadeManaus #121anos #Deus #biblia #palavra #igrejadaamazonia #cultodominical #igrejapresbiterianadobrasil #ipb #supremoconcilio #plenitude #oração #perdão___________________________Contato: com.ipmanaus@gmail.comInstagram: @ipmanausFacebook: @ipmanausYoutube: @IPManausoficialSpotify: IPManauscastCanal do Whatsapp: IPMANAUS
Deus revela e impõe relacionamentos ou a escolha de namorar e casar deve ser feita com liberdade e responsabilidade pessoal?
Debate da Super Manhã:Depois de anos de trabalho na vida pública, ocupando cargos oficiais, entre eles o de governador do estado de Pernambuco por dois mandatos, Paulo Câmara faz um balanço da trajetória e projeta o futuro. No Debate desta segunda-feira (29), a comunicadora Natalia Ribeiro fala com os nossos convidados sobre as nuances do trabalho do gestor e acerca da atuação em frente ao banco do nordeste, durante quase dois anos. Participam o ex-governador de Pernambuco e ex-presidente do Banco do Nordeste, Paulo Câmara, e o comunicador da Rádio Jornal, Tony Araújo.
Neste episódio, apresento a leitura dos Textos Breves (1937–1938) — os últimos escritos de Freud, marcados por lucidez, ironia e uma serenidade trágica diante do fim da vida e da ascensão da barbárie na Europa.Esses textos reúnem reflexões pessoais, anotações teóricas e observações políticas, revelando o Freud mais humano e mais direto, já consciente da proximidade da morte e do colapso da civilização que tanto analisara.Entre os textos lidos estão:Lou Andreas-Salomé (1861–1937) – necrológio comovente dedicado à amiga, escritora e psicanalista, onde Freud celebra sua autenticidade e força interior.Conclusões, Ideias, Problemas – fragmentos de pensamentos de 1937, breves anotações que tocam temas como a inveja do pênis, a origem da culpa, o misticismo e a estrutura do aparelho psíquico.Um Comentário sobre o Antissemitismo – texto de notável coragem, em que Freud ironiza o moralismo cristão e denuncia a hipocrisia das condenações superficiais ao ódio contra os judeus.O Antissemitismo na Inglaterra – sua última carta publicada, escrita já exilado em Londres, para o editor da Time and Tide, onde reflete sobre a perda da pátria e o silêncio digno diante da violência e da injustiça.Freud segue agudo, indignado e espiritualmente livre. Mesmo em meio ao exílio e à doença, permanece fiel ao pensamento crítico e à coragem intelectual que moldaram todo o século XX.
Neste episódio, apresento a leitura dos Prefácios e Textos Breves (1930–1936) — um conjunto de escritos que, embora curtos, revelam um Freud maduro, atento ao mundo e às pessoas, oscilando entre o rigor científico e a ternura pessoal.São textos de circunstância, cartas, apresentações e reflexões que mostram o psicanalista em seu convívio com discípulos, amigos e instituições. Entre eles estão:Apresentação de The Medical Review of Reviews – observações sobre a recepção da psicanálise nos Estados Unidos, com seu tom crítico e irônico.Prólogo a Dez Anos do Instituto Psicanalítico de Berlim – homenagem à criação do instituto e à dedicação de Max Eitingon.O Parecer no Processo Halsmann – comentário sobre o uso indevido do complexo de Édipo como argumento jurídico.Apresentação de Elementos di Psicoanalisi, de Edoardo Weiss – reconhecimento do rigor e clareza do discípulo italiano.Excerto de uma Carta a Georg Fuchs – reflexão amarga sobre a “brutalidade da civilização” e a impossibilidade de reformá-la sem recursos morais e econômicos.Carta ao Prefeito da Cidade de Príbor – um agradecimento emocionado pela placa em sua casa natal, onde ele relembra a “criança feliz de Freiberg”.Apresentação de Teoria Geral das Neuroses sobre Base Psicanalítica, de Hermann Nunberg – elogio à profundidade e à consistência teórica da obra.Prólogo ao Dicionário de Psicanálise, de Richard Sterba – incentivo ao esforço acadêmico e ao trabalho de precisão conceitual.Sándor Ferenczi (1873–1933) – homenagem ao amigo e parceiro de ideias, reconhecendo sua genialidade e o afastamento final.Prólogo a Edgar Poe: Estudo Psicanalítico, de Marie Bonaparte – valorização do olhar psicanalítico sobre a arte e o gênio criativo.A Thomas Mann em seu 60o Aniversário – breve mensagem de admiração e respeito ético, recusando o elogio exagerado.A Sutileza de um Ato Falho – análise de um pequeno erro de escrita que revela, com humor, a complexidade dos processos psíquicos cotidianos.Um compêndio delicado e multifacetado — entre a despedida e o legado — em que Freud escreve menos como o fundador da psicanálise e mais como um homem diante do tempo, da cultura e da memória.
Neste episódio, leio Sobre a Sexualidade Feminina (1931), um dos textos mais complexos e fascinantes de Freud — e também um dos mais discutidos até hoje. Nele, Freud aprofunda as diferenças entre o desenvolvimento sexual masculino e feminino, questionando a universalidade do complexo de Édipo e revelando o papel decisivo da fase pré-edípica, marcada pela ligação intensa da menina à mãe.Freud afirma: “Foi necessário admitir a possibilidade de que certo número de mulheres se detém na ligação original com a mãe e jamais se volta realmente para o homem.” Essa constatação o leva a rever uma de suas próprias teses centrais: a de que o complexo de Édipo seria o núcleo de todas as neuroses.A partir dessa virada teórica, ele descreve com precisão a transição da menina da mãe para o pai, o papel do complexo de castração, as três possíveis direções do desenvolvimento feminino — renúncia, persistência da masculinidade, ou realização da feminilidade — e a ambivalência entre amor e hostilidade que permeia as relações entre mãe e filha.Freud reconhece que a feminilidade emerge não como simples espelho da masculinidade, mas como um percurso próprio, cheio de rupturas e regressões. “A fase de exclusiva ligação à mãe assume na mulher uma importância bem maior do que no homem”, escreve, propondo uma leitura que se tornaria fundadora para toda a psicanálise posterior sobre o feminino.Um texto denso, histórico e corajoso — onde Freud se aproxima da sombra e da complexidade do que chama de “mistério da feminilidade”.
Neste episódio, apresento a leitura de Um Distúrbio de Memória na Acrópole (1936), a célebre carta de Freud ao escritor Romain Rolland, escrita quando Freud já estava idoso e fragilizado, mas ainda capaz de transformar uma lembrança pessoal em uma profunda reflexão psicanalítica.Ele narra uma viagem a Atenas, feita com o irmão, e o estranho sentimento que o tomou ao subir à Acrópole: “Então tudo isso existiu realmente, tal como aprendemos na escola.” — um pensamento banal à primeira vista, mas que se revela, sob análise, uma chave para o inconsciente.Freud investiga o episódio como se fosse um de seus pacientes, transformando o próprio espanto em objeto de estudo. Descobre ali um conflito interno entre prazer e culpa — a sensação de “ter ido longe demais”, de ter superado o pai e transgredido um interdito antigo. “Há algo errado nisso, algo proibido desde sempre. É como se o essencial do êxito fosse chegar mais longe que o pai.”O texto é um dos últimos em que Freud fala de si com tanta lucidez e humanidade. Nele, encontramos o teórico e o homem, o cientista e o filho — reunidos na lembrança de um instante em que o real e o simbólico se confundem sob o sol da Acrópole.
Neste episódio, apresento a leitura de Meu Contato com Josef Popper-Lynkeus (1932), texto em que Freud revisita as origens da psicanálise e reflete sobre seu encontro intelectual — ainda que nunca pessoal — com o pensador austríaco Josef Popper-Lynkeus.Freud rememora o momento de nascimento de A Interpretação dos Sonhos e descreve, com rara franqueza, a busca por compreender os distúrbios psíquicos que a medicina de sua época não sabia tratar. “Era preciso buscar novos caminhos. E como era possível ajudar os doentes se nada se compreendia dos seus males?” — escreve ele, explicando como a investigação dos sonhos se tornou uma via para a alma.Ao descobrir, anos mais tarde, a obra Fantasias de um Realista, de Popper-Lynkeus, Freud encontra nela uma surpreendente afinidade: o autor descreve um homem cujos sonhos nunca eram absurdos — alguém “não dividido”, em harmonia interior. Freud reconhece ali uma formulação intuitiva da própria teoria da deformação onírica: “A deformação era um compromisso, resultado do conflito entre pensamento e sentimento.”Em Popper, Freud vê um ideal humano — íntegro, ético, livre de falsidade — e, ao mesmo tempo, um espelho do que a psicanálise busca compreender: o equilíbrio entre instinto e cultura, entre desejo e repressão. Com ternura e melancolia, confessa: “Adiei uma visita até que foi tarde demais, e pude apenas cumprimentar seu busto no parque de nossa prefeitura.”Um texto tocante, entre a lembrança e a admiração, em que Freud fala tanto de Popper quanto de si mesmo.
Neste episódio, apresento a leitura de Por que a Guerra?, a famosa correspondência entre Sigmund Freud e Albert Einstein, escrita em 1932 a convite da Liga das Nações. Nela, dois dos maiores pensadores do século XX dialogam sobre uma das questões mais urgentes e dolorosas da humanidade: será possível livrar os homens da fatalidade da guerra?Einstein pergunta, com angústia racional: “Há alguma forma de libertar a humanidade da ameaça da guerra?” — e Freud responde com a serenidade de quem conhece o terreno obscuro da alma: “Direito e violência são, na verdade, a mesma coisa; o direito é apenas a violência de uma comunidade organizada.”Ao longo da carta, Freud percorre temas como a origem da agressividade, o instinto de morte, o papel da cultura e a difícil transformação da violência em laço social. “Tudo o que produz laços emocionais entre as pessoas tem efeito contrário à guerra”, escreve, antecipando o que hoje chamaríamos de educação emocional e ética coletiva.Com lucidez e desalento, Freud reconhece que o fim das guerras dependeria não de tratados, mas de um amadurecimento interno da humanidade: “A guerra contraria de forma gritante as atitudes psíquicas que o processo cultural nos impõe. Simplesmente não mais a suportamos.”Este é um dos textos mais comoventes e visionários de Freud — um apelo à razão e à empatia, escrito às vésperas da Segunda Guerra Mundial.
Neste episódio, apresento a leitura de O Prêmio Goethe (1930), composto pela Carta ao Dr. Alphonse Paquet e pelo Discurso na Casa de Goethe, em Frankfurt — textos em que Freud reflete sobre sua relação com Goethe, a psicanálise e o lugar do pensamento científico diante da arte e da genialidade.Em tom ao mesmo tempo comovido e lúcido, Freud confessa: “Como até agora não fui mimado por homenagens públicas, arranjei-me de modo a poder passar sem elas.” No entanto, deixa transparecer a alegria genuína de receber o prêmio que leva o nome do homem que mais admirava entre os escritores alemães.Em seu discurso, lê-se o tributo de um pensador ao outro: Freud aproxima Goethe de Leonardo da Vinci e reconhece em ambos o impulso de compreender as forças que movem a alma humana. “O trabalho de minha vida teve uma única meta: observar os distúrbios mais sutis das funções psíquicas de pessoas sãs e doentes.”Ele reconhece em Goethe um precursor das ideias psicanalíticas — alguém que, muito antes de Freud, intuía os vínculos inconscientes, a força dos afetos primordiais e o papel dos sonhos: “Aquilo que não sabido ou não pensado pelos homens no labirinto do peito vaga durante a noite.”Mais que uma homenagem, o texto é um diálogo entre dois gigantes — um poeta e um analista — sobre o enigma da criação, da culpa e da condição humana.
Neste episódio, leio uma coletânea de escritos curtos de Freud, produzidos entre 1926 e 1929. São textos de ocasião, homenagens, discursos e reflexões rápidas que, embora menos conhecidos, revelam muito da sua voz pessoal, de suas amizades e da forma como articulava ciência, cultura e vida.Entre eles estão:Carl Abraham, 1877–1925 – homenagem emocionada ao amigo e colaborador, falecido precocemente.A Romain Rolland, no 60o aniversário – carta que combina admiração e reconhecimento pelo trabalho e pela humanidade de Rolland.Discurso na Sociedade Filhos da Aliança – em que Freud fala sobre sua relação com o judaísmo e sobre a importância de pertencimento.Apresentação de artigo de E. Pickworth Farrow – breve introdução que sublinha a relevância do texto de um colega.A Ernest Jones, no 50o aniversário – mensagem que relembra a trajetória e a contribuição de um dos maiores divulgadores da psicanálise.Carta sobre alguns sonhos de Descartes – reflexão curiosa sobre sonhos do filósofo, distinguindo o que se pode ler como expressão consciente e inconsciente.Textos curtos, mas que revelam um Freud humano, em diálogo constante com seus pares, ora íntimo e afetuoso, ora preciso e científico. Um mergulho em registros que nem sempre chegam ao grande público, mas que ajudam a compreender a dimensão viva de sua obra.
Neste episódio, apresento a leitura da Carta a Theodor Reik, escrita por Freud em 14 de abril de 1929. Trata-se de um documento curto, mas revelador, em que Freud deixa transparecer tanto sua relutância em escrever quanto suas percepções críticas a respeito da ética, da psicanálise e até mesmo de Dostoiévski.Ele reconhece a natureza provisória e até “descuidada” do texto, confessando: “Agora só escrevo com relutância. Certamente você notou essa característica.” Ainda assim, a carta oferece passagens valiosas sobre a luta contra a masturbação, o sentimento de culpa e o vínculo entre neurose e compulsão.Freud também faz observações pessoais e incisivas, como quando afirma: “Com toda a minha admiração pela intensidade e superioridade, eu não gosto de Dostoiévski. Minha paciência com naturezas patológicas se esgota na análise delas.”Além disso, dialoga com Reik sobre visões da ética — a objetiva e a subjetiva — e sobre sua postura diante do futuro da humanidade. Apesar de reconhecer o pessimismo de seu interlocutor, Freud mantém uma réstia de abertura: “Apenas a pesquisa científica deve ser isenta de pressupostos. Nos outros tipos de reflexão, não se pode evitar a escolha de ponto de vista.”Um texto breve, mas carregado de densidade, que mostra um Freud humano, crítico e, de certo modo, cansado.
Neste episódio do Freud Que Eu Te Escuto, lemos um dos textos mais instigantes do volume tardio de Freud: Dostoiévski e o Parricídio (1928). Nele, Freud mergulha na complexa personalidade de Dostoiévski, entre o escritor genial, o moralista contraditório, o pecador e o neurótico.Freud questiona: “Como devemos nos orientar nessa desconcertante complexidade?” e aponta que, se como escritor Dostoiévski alcançou alturas próximas a Shakespeare, como moralista acabou por se submeter às autoridades seculares e espirituais, desperdiçando a chance de se tornar libertador dos homens.Um dos pontos centrais do ensaio é a relação entre os ataques epilépticos do autor e a neurose, compreendida a partir do assassinato do pai e do sentimento de culpa que o acompanha. Freud afirma: “O parricídio é o crime principal e primordial, tanto da humanidade como do indivíduo. É, de todo modo, a fonte principal do sentimento de culpa.”No texto, vemos também a articulação entre o complexo de Édipo, a bissexualidade latente, a formação do supereu e a necessidade de punição. Para Freud, “Todo castigo é, no fundo, a castração, e, como tal, realização da velha atitude passiva para com o pai.”Dostoiévski aparece, assim, como alguém dilacerado entre genialidade literária e compulsões destrutivas, entre amor desmedido e culpa esmagadora, entre a busca de redenção e a submissão à autoridade.Prepare-se para uma leitura densa e fascinante, em que literatura, psicanálise e tragédia pessoal se entrelaçam.
Neste episódio de Freud Que Eu Te Escuto, apresento uma coletânea de pequenos escritos de Freud, que vão desde prefácios a livros de colegas até cartas pessoais e declarações ocasionais.Textos lidos neste episódio:Prólogo ao relatório sobre a Policlínica Psicanalítica de Berlim, de Max EitingonCarta a Luis López-Ballesteros y de TorresCarta a Fritz WittelsDeclaração sobre CharcotPrólogo a A Juventude Abandonada, de August AichhornObituário de Joseph BreuerExcerto de uma carta sobre o judaísmoMensagem na inauguração da Universidade Hebraica de JerusalémFreud escreve, ao recordar seu mestre em Paris:“Entre muitos ensinamentos que, no passado, em 1886, me foram prodigalizados por Charcot na Salpêtrière, dois me deixaram uma impressão bastante profunda: que não devemos nos cansar de sempre considerar novamente os mesmos problemas e que não devemos nos preocupar com a oposição geral, se trabalhamos com honestidade.”Em outro momento, refletindo sobre a educação de crianças desamparadas, ele afirma:“Se educador aprendeu a análise mediante a experiência em sua própria pessoa e está em condição de aplicá-la a casos fronteiriços, então se deve permitir a ele o exercício da psicanálise e não lhe pôr nisso obstáculos por motivos mesquinhos.”E, em tom autobiográfico, a propósito de Breuer, escreve:“Ele disse naquele momento: ‘acho que é a coisa mais importante que nós dois teremos a comunicar ao mundo'.”Reunidos, esses textos revelam um Freud íntimo, memorialista e também comprometido com o futuro da psicanálise, seja na formação de novos analistas, na educação, ou na fundação de instituições.
Neste episódio de Freud Que Eu Te Escuto, Freud reflete sobre a questão da originalidade científica e reconhece como algumas de suas ideias fundamentais sobre os sonhos já haviam sido intuídas por outros pensadores. Em especial, ele destaca a obra de Josef Popper-Lynkeus, que, de forma independente, antecipou aspectos centrais da noção de censura onírica.Freud escreve:“Partindo do caráter estranho, confuso e insensato que apresentam muitos sonhos, ocorreu-me que o sonho tem de ser assim porque nele luta por exprimir-se algo que tem contra si a resistência de outros poderes da psique. (...) Chamei de censura onírica o poder psíquico que leva em conta essa contradição interior e deforma os impulsos instintuais primitivos do sonho.”E completa:“Mas justamente essa parte essencial de minha Teoria dos Sonhos foi descoberta por Popper-Lynkeus de forma independente.”Neste texto breve, mas revelador, Freud reconhece a importância da “pureza e limpidez moral” do pensador austríaco, ao mesmo tempo em que reafirma a centralidade da censura onírica como chave para compreender a deformação dos conteúdos inconscientes nos sonhos.✨ Apoie este projeto: siga o podcast, avalie e compartilhe com quem também se interessa por Freud e pela psicanálise.
Neste episódio de Freud Que Eu Te Escuto, Freud retorna ao tema dos sonhos mais de duas décadas após a publicação de A Interpretação dos Sonhos, oferecendo acréscimos e reflexões que ampliam a teoria original. Ele discute os limites da interpretabilidade, a responsabilidade moral pelo conteúdo onírico e até a relação dos sonhos com o chamado “ocultismo”, em especial os sonhos proféticos e a telepatia.Freud escreve:“É claro que a pessoa tem de se considerar responsável pelos impulsos maus de seus sonhos. Que outra atitude se poderia ter para com eles? Se o conteúdo onírico, corretamente entendido, não é inspirado por outros espíritos, então é parte do meu ser.”E ainda:“Se frequentemente sucede o contrário, se lembramos dos sonhos até durante anos e decênios, isso sempre significa uma irrupção do inconsciente reprimido no eu normal.”Neste texto, Freud reforça que o sonho não é um enigma isolado, mas uma formação psíquica passível de interpretação, embora nem sempre a análise consiga alcançar toda a sua extensão. Ao mesmo tempo, ele convida a pensar sobre a moralidade dos desejos revelados nos sonhos e não hesita em se aproximar de temas polêmicos, como a telepatia, sempre a partir do olhar psicanalítico.✨ Apoie este projeto: siga o podcast, avalie e compartilhe com quem também se interessa por Freud e pela psicanálise.
Neste episódio de Freud Que Eu Te Escuto, Freud retoma o tema dos sonhos vinte e três anos após a publicação de A Interpretação dos Sonhos. O texto reúne ajustes e aprofundamentos de sua técnica, mostrando a importância de considerar tanto as resistências quanto os diferentes caminhos que um sonho pode tomar dentro da análise.Freud escreve:“Sendo elevada a pressão, podemos chegar a saber de que coisas o sonho trata, mas não descobrimos o que diz acerca dessas coisas. É como se atentássemos para uma conversa distante ou voz muito baixa.”E ainda:“Com facilidade nos esquecemos de que, em geral, o sonho é apenas um pensamento como qualquer outro, possibilitado pelo relaxamento da censura e pelo reforço inconsciente, deformado pela interferência da censura e pela elaboração onírica.”Neste artigo, Freud discute as diferentes técnicas de interpretação, a distinção entre sonhos “de cima” e “de baixo”, os sonhos de convalescença, os sonhos confirmadores e até os chamados sonhos de castigo. Ele mostra como o material onírico pode ser tanto um aliado no processo terapêutico quanto um campo de resistência, sempre exigindo a escuta atenta e a delicadeza do analista.✨ Apoie este projeto: siga o podcast, avalie e compartilhe com quem também se interessa por Freud e pela psicanálise.
Neste episódio de Freud Que Eu Te Escuto, entramos em um dos textos mais delicados e controversos de Freud, escrito em 1925. Aqui, ele se volta para a infância, para o primeiro florescimento da vida sexual, e busca compreender como a diferença anatômica entre os sexos determina caminhos psíquicos diversos.Freud investiga o desenvolvimento do complexo de Édipo no menino e na menina, destacando o papel decisivo do complexo de castração. Para o menino, a ameaça de castração dissolve a posição edípica; para a menina, a experiência da falta é justamente o que introduz e possibilita o Édipo. É nesse ponto que ele formula uma das passagens mais célebres do texto:“Enquanto o complexo de Édipo do menino sucumbe ao complexo de castração, o da menina é possibilitado e introduzido pelo complexo de castração.”A partir dessa diferença estrutural, Freud descreve como a menina se afasta da mãe, toma o pai como objeto amoroso e passa a desejar, em lugar do pênis, a criança:“A menina abandona o desejo de possuir o pênis para substituí-lo pelo desejo de ter uma criança e, com essa intenção, toma o pai por objeto amoroso. A mãe se torna objeto de ciúme. A menina se tornou uma pequena mulher.”O artigo revela como, para Freud, a feminilidade e a masculinidade não são pontos de partida, mas destinos psíquicos atravessados por perdas, substituições e identificações. Trata-se de um texto fundamental para compreender tanto a teoria psicanalítica quanto os debates que ainda hoje ecoam em torno da diferença sexual e de suas consequências na subjetividade.✨ Apoie este projeto: siga o podcast, avalie e compartilhe com quem também se interessa por Freud e pela psicanálise.
Neste episódio de Freud Que Eu Te Escuto, leio o artigo “As resistências à psicanálise” (1925), presente no Volume 16 das Obras Completas de Sigmund Freud, publicado pela Companhia das Letras, em tradução de Paulo César de Sousa.Freud escreve:“É sabido que, frequentemente, na história da investigação científica, as novidades foram recebidas com intensa e obstinada resistência, e o curso posterior dos eventos demonstrou que ela era injusta, que a inovação era importante e valiosa.”E ainda:“As poderosas resistências à psicanálise não eram de natureza intelectual, mas se originavam de fontes afetivas. Isso explicava tanto sua passionalidade como sua indigência lógica.”Neste texto, Freud examina a hostilidade que sua teoria encontrou tanto na medicina quanto na filosofia, revelando como o inconsciente, a sexualidade infantil e o complexo de Édipo tocaram em pontos sensíveis da cultura e despertaram paixões além da razão.✨ Apoie este projeto: siga o podcast, avalie e compartilhe com quem também se interessa por Freud e pela psicanálise.
Neste episódio de Freud Que Eu Te Escuto, leio o artigo “O Problema Econômico do Masoquismo” (1924), presente no Volume 16 das Obras Completas de Sigmund Freud, publicado pela Companhia das Letras em tradução de Paulo César de Sousa.Freud escreve:“Se a dor e o desprazer podem já não ser advertências, mas objetivos em si mesmos, o princípio do prazer é paralisado. O guardião de nossa vida psíquica é como que narcotizado.”E ainda:“O verdadeiro masoquista sempre oferece a face quando vê a perspectiva de receber uma bofetada.”Ao longo do texto, Freud percorre as três formas do masoquismo — erógeno, feminino e moral — e investiga sua articulação com os instintos de vida e de morte, além de sua íntima ligação com a culpa inconsciente e o supereu.✨ Se você gosta deste projeto, apoie seguindo o podcast, deixando sua avaliação e compartilhando com quem também se interessa por Freud e pela psicanálise.
Neste episódio, apresento um conjunto de escritos curtos de Freud, produzidos entre 1920 e 1922, que, embora breves, carregam enorme densidade e variedade. São textos que se movem entre a técnica psicanalítica, notas biográficas, reflexões conceituais e interpretações de símbolos culturais.Os escritos reunidos são:Contribuição à pré-história da técnica psicanalítica – onde Freud remonta a antecedentes curiosos da livre associação, mostrando como a prática da escrita espontânea e do pensamento livre já surgia em outros contextos antes de ser formalizada pela psicanálise.A associação de ideias de uma garota de quatro anos – uma observação clínica delicada e surpreendente, na qual Freud destaca a capacidade simbólica das crianças pequenas e a forma precoce como utilizam substituições e analogias.O Dr. Anton von Freund – um texto memorial que homenageia o amigo e colaborador, ressaltando seu empenho em criar uma clínica psicanalítica acessível aos mais pobres e a importância de sua atuação institucional.Prefácio a Addresses on Psychoanalysis, de James J. Putnam – reconhecimento à contribuição do neurologista americano, um dos primeiros defensores da psicanálise nos Estados Unidos, sublinhando sua ética e coragem diante das resistências da época.Apresentação de The Psychology of Day-Dreams, de J. Varendonck – onde Freud ressalta a importância do estudo do devaneio como via de acesso ao inconsciente, aproximando-o dos sonhos e atos falhos.Prefácio a O Método Psicanalítico, de Raymond de Saussure – um breve texto de legitimação e encorajamento a um jovem autor, que buscava esclarecer equívocos recorrentes sobre a psicanálise na França.Algumas palavras sobre o inconsciente – uma síntese clara da concepção freudiana do inconsciente, distinguindo-o do pré-consciente e destacando a resistência e a culpa inconsciente como provas de sua atuação.A cabeça da Medusa – talvez o mais literário desses textos, em que Freud interpreta o mito da Medusa como metáfora do horror à castração, mostrando como imagens míticas podem condensar afetos inconscientes universais.“Decapitar é igual a castrar. O horror à Medusa é, portanto, horror à castração, ligado à visão de algo.”Apesar de curtos, esses escritos revelam a amplitude da psicanálise: da investigação clínica à mitologia, da homenagem aos colegas à crítica cultural. São pequenas janelas que permitem ver como Freud pensava, escrevia e dialogava com seu tempo – sempre trazendo o inconsciente para o centro da cena.
Neste episódio, lemos um dos textos mais singulares de Freud: “Psicanálise e Telepatia”, escrito em 1921 mas publicado apenas em 1941, já após a morte do autor. Freud não o destinara à publicação — apresentou-o apenas a um círculo íntimo de colaboradores. Quando veio a público, foi sob este título, com cortes que preservavam a identidade de pacientes.“Não é seguro que o maior interesse pelo ocultismo envolva perigo para a psicanálise. Pelo contrário, seria de esperar simpatia entre aquele e esta. (…) A psicanálise não tem interesse em defender a autoridade da ciência com o próprio sacrifício. Ela mesma se acha em oposição a tudo o que é limitado convencionalmente.”O texto traz a tensão entre psicanálise e ocultismo, em um tempo marcado pela crise de valores após a Primeira Guerra Mundial. Freud relata casos em que profecias, médiuns e experiências ditas “ocultas” aparecem, interpretando-os como formações ligadas ao desejo inconsciente e à transmissão psíquica, e não a poderes sobrenaturais.“Vejo apenas uma forma de escapar à conclusão imposta por esse caso. (…) É possível que a paciente tenha desenvolvido uma paramnésia, introduzindo detalhes significativos a partir de seu inconsciente. Então, desapareceria o fato que nos impõe tão sérias conclusões.”Entre ceticismo e fascínio, Freud revela sua ambivalência diante desses fenômenos, mas nunca deixa de reafirmar a psicanálise como método de investigação rigorosa do inconsciente.
Neste episódio, concluímos a leitura de “Uma Neurose do Século XVII Envolvendo o Demônio” (1923), acompanhando as duas últimas partes do caso clínico do pintor Christoph Heitzman. Freud examina as contradições nos relatos sobre os dois pactos com o demônio — um escrito com tinta, outro com sangue — e mostra como a trama revela mais sobre a neurose do que sobre a demonologia.“Talvez Heitzman fosse apenas um pobre diabo que não tinha sorte. Talvez fosse muito canhestro ou pouco talentoso para manter a si próprio, desses tipos conhecidos como eternos bebês, que não conseguem se libertar da feliz situação de apego ao seio materno.”Freud analisa como o pintor oscilava entre fantasias de prazer, visões ascéticas e punições, até encontrar alívio ao ingressar na vida religiosa. No fundo, a neurose revela a luta entre dependência, desejo e autoconservação.“Na história de sua doença, ele percorreu o caminho que levou do pai, através do demônio como pai substituto, até os piedosos padres da Igreja.”Com este episódio, encerramos a leitura de um dos textos mais singulares de Freud, onde melancolia, religião, neurose e fantasia se entrelaçam, iluminando como a psicanálise ressignifica fenômenos outrora atribuídos ao sobrenatural.
Neste episódio, damos início à leitura de um texto raro e instigante de Freud: “Uma Neurose do Século XVII Envolvendo o Demônio” (1923). A partir da história do pintor Christoph Heisterman, que acreditava ter firmado um pacto com o diabo, Freud mostra como experiências tidas como possessões demoníacas podem ser compreendidas como manifestações neuróticas.“As possessões correspondem a nossas neuroses, para cuja explicação novamente recorremos a poderes psíquicos. Os demônios são para nós desejos maus, rejeitados, derivados de impulsos instintuais reprimidos.”Entre visões, convulsões e pactos escritos com tinta e sangue, o caso revela um fundo psíquico de melancolia e perda paterna, que conduz o pintor ao desespero e à busca de substituição simbólica pelo demônio.“Alguém que sucumbiu à melancolia em virtude da morte do pai deve ter amado esse pai. É muito singular, então, que essa pessoa tenha a ideia de tomar o pai amado sob a forma do demônio.”Este episódio traz a leitura do Prefácio e das duas primeiras partes do texto, onde Freud aproxima demonologia e psicanálise, revelando como sintomas e crenças antigas se traduzem, sob novas roupagens, em estruturas neuróticas.
Neste episódio, seguimos com a leitura de “Uma Neurose do Século XVII Envolvendo o Demônio” (1923), chegando à terceira parte do texto. Freud aprofunda a interpretação do pacto demoníaco firmado pelo pintor Christoph Heitzman, explorando a figura do demônio como sucedâneo do pai e revelando a ambivalência fundamental dessa relação.“Retornamos então à hipótese de que o demônio com que o pintor se compromete é um substituto direto do pai. (…) Nunca se viu tão claramente como em nosso pintor neurótico do século XVII que o demônio é uma cópia do pai e pode se apresentar como sucedâneo dele.”A análise mostra como o luto pela morte do pai se mistura a sentimentos de hostilidade, desejo e nostalgia, dando origem a fantasias de gravidez, temor da castração e representações demoníacas com traços femininos. Freud articula ainda essas descobertas com casos posteriores, como o de Daniel Paul Schreber, em sua famosa autobiografia.“Dificilmente alguma outra constatação da psicanálise sobre a vida psíquica das crianças parece tão chocante quanto a atitude feminina diante do pai e a fantasia de gravidez dela resultante.”Este episódio traz uma das análises mais ousadas de Freud, onde religião, neurose e fantasia inconsciente se entrelaçam para revelar as raízes psíquicas das crenças demonológicas.
Neste episódio, damos continuidade à leitura do artigo "Sonho e Telepatia" (1922), chegando à sua segunda e última parte. Aqui, Freud apresenta um caso clínico marcado por sonhos recorrentes, visões e experiências que a paciente associava a fenômenos telepáticos.“Não é difícil entender o sonho que essa senhora nos pede para interpretar. Trata-se de um sonho de salvação da água, ou seja, um típico sonho de nascimento.”A análise revela como essas experiências se entrelaçam ao complexo de Édipo, à relação com o pai e à rivalidade com a mãe, mostrando que a psicanálise ilumina os fenômenos ditos ocultos ao trazê-los para o campo dos desejos inconscientes e das formações simbólicas.“A telepatia nada tem a ver com a natureza do sonho. Também não pode aprofundar nossa compreensão analítica do sonho. Por outro lado, a psicanálise pode fazer avançar o estudo da telepatia, tornando mais inteligíveis algumas obscuridades desses fenômenos.”Encerramos, assim, a leitura de um dos textos mais instigantes de Freud, no qual a fronteira entre sonho, desejo e telepatia se mostra ao mesmo tempo enigmática e reveladora.
Neste episódio, mergulhamos na primeira parte do artigo "Sonho e Telepatia" (1922), em que Freud aborda com rigor científico um tema que sempre despertou fascínio: a relação entre os sonhos e os chamados fenômenos telepáticos.“Os senhores nada aprenderão nessa conferência sobre o enigma da telepatia, nem mesmo poderão concluir se creio ou não na existência de uma telepatia. Eu me propus aqui a tarefa bem modesta de investigar a relação das ocorrências telepáticas, qualquer que seja sua origem, com o sonho, ou mais precisamente, com a nossa teoria do sonho.”Com exemplos pessoais e relatos clínicos, Freud questiona se o vínculo entre telepatia e sonho é real ou apenas fruto do desejo inconsciente, mostrando que, ainda que sonhos telepáticos existissem, nada alteraria a teoria dos sonhos que ele havia construído.“Uma mensagem telepática, se for realmente reconhecida como tal, nada pode alterar na formação do sonho. A telepatia nada tem a ver com a natureza do sonho.”Este episódio traz a leitura integral desse texto, preservando o estilo e a força reflexiva de Freud, e convidando você a pensar sobre os limites entre o inconsciente, o acaso e o desejo.
Neste episódio do Freud que eu te escuto, leio o artigo “Sobre alguns mecanismos neuróticos no ciúme, na paranoia e na homossexualidade” (1922), de Sigmund Freud.Freud investiga as camadas do ciúme — do normal ao delirante —, a relação entre paranoia e impulsos homossexuais reprimidos, e os processos psíquicos envolvidos na escolha de objeto. Ao longo da leitura, encontramos passagens como:“O ciúme anormalmente intenso mostra-se constituído de três camadas: competitivo ou normal, projetado e delirante.”“O ciúme delirante corresponde a uma homossexualidade desandada e justificadamente toma seu lugar entre as formas clássicas da paranoia.”Um mergulho na complexidade dos afetos, da ambivalência e das defesas inconscientes, revelando como os mecanismos psíquicos se articulam no ciúme, na paranoia e na homossexualidade.
Chegamos à quarta e última parte do artigo Sobre a psicogênese de um caso de homossexualidade feminina, publicado por Freud em 1920. Neste encerramento, Freud retoma os elementos centrais da análise e se arrisca em reflexões mais amplas sobre os limites da etiologia psíquica, as formas de classificação da homossexualidade e a relação entre herança, aquisição e bissexualidade originária.O que parecia, no início, um caso de homossexualidade adquirida após uma frustração edípica, revela-se mais complexo à medida que a análise se aprofunda. A jovem já manifestava tendências homossexuais desde cedo, e sua libido sempre correu em duas correntes, uma delas, fortemente identificada à figura materna e à posição masculina.“Durante alguns anos na escola, foi apaixonada por uma professora severa e pouco acessível, óbvio substituto da mãe. [...] Desde muito cedo, a sua libido fluiu em duas correntes, e delas a mais superficial pode ser facilmente homossexual.”Freud adverte que não se deve atribuir valor excessivo às classificações simplificadas. A experiência clínica mostra que características físicas, psíquicas e de escolha de objeto podem coexistir em configurações múltiplas, desconectadas da rigidez binária tradicional.“Uma alma feminina destinada a amar os homens que infelizmente está no corpo de um homem, ou uma alma masculina atraída pelas mulheres, mas aprisionada no corpo feminino – isso é uma ilusão simplificadora. [...] Lidamos com três séries de características [...] que nos diferentes indivíduos se acham em permutações variáveis.”Em vez de reduzir o fenômeno à ideia de um “terceiro sexo” ou à fantasia de um corpo errado, Freud propõe que todos carregamos graus variáveis de bissexualidade latente, com predominâncias contingentes e dinâmicas. E se a psicanálise não resolve a homossexualidade, ao menos ilumina os caminhos inconscientes que conduzem à escolha amorosa, seja ela qual for.Neste episódio, também se discutem os limites da análise na transformação de estruturas libidinais fixadas, especialmente quando comparadas a intervenções biológicas, como as experimentações de Steinach. Freud é claro:“A psicanálise não pode esclarecer a essência do que é chamado masculino ou feminino. [...] Ela adota os dois conceitos e os toma por base de seus trabalhos. Se procura examiná-los mais, a masculinidade se dissolve em atividade e a feminilidade em passividade – o que é pouco.”O episódio fecha este ciclo de leitura com a mesma honestidade crítica com que começou: sem promessas fáceis, mas com um mergulho profundo nas camadas do desejo, da identidade e da resistência. Freud não nos entrega uma resposta, mas nos ensina a escutar, inclusive o que o sujeito não sabe que sente, ou não pode ainda nomear.A leitura segue baseada na edição da Companhia das Letras, com tradução de Paulo César de Sousa.
Dando sequência à leitura do artigo Sobre a psicogênese de um caso de homossexualidade feminina (1920), Freud nos conduz, nesta segunda parte, à trajetória libidinal da jovem analisada, reconstruindo os caminhos psíquicos que a levaram de um desejo materno intenso a uma escolha amorosa que desafiava as convenções de sua época e os nervos de seus pais.A análise revela um enredo denso de afetos, rivalidades e reorganizações do desejo. O nascimento de um irmão mais novo, quando a paciente tinha 16 anos, marca um ponto de inflexão: ela queria um filho, queria o pai como parceiro simbólico, mas viu a mãe, sua rival inconsciente, dar à luz esse filho em seu lugar. A frustração se transforma em revolta, e o desejo toma outra direção. Como escreve Freud:“Revoltada e amargurada, voltou as costas ao pai, aos homens em geral. Após esse primeiro grande malogro, ela rejeitou sua feminilidade e pôs-se a buscar uma outra colocação para sua libido.”Em vez de desejar ser amada por um homem, ela se torna o homem — no plano psíquico — e escolhe, como objeto de amor, uma figura feminina que reunia traços da mãe e do irmão: “bela, austera, rude e idealizada”. A escolha amorosa é, assim, ao mesmo tempo um gesto de compensação, vingança e reorganização simbólica.Freud reconhece que a análise não avançou profundamente, mas ainda assim delineia hipóteses complexas, sem reduzir o tema a uma moralização. Há, novamente, o cuidado em não tratar a homossexualidade como um desvio ético, mas como uma forma legítima de configuração psíquica. Ao analisar a dinâmica familiar, ele escreve:“Ela converteu-se em homem e tomou a mãe — em vez do pai — como objeto de amor. [...] Tornando-se homossexual, deixando para a mãe os homens, pondo-se de lado por assim dizer, a garota tirava do caminho algo que até então fora parcialmente responsável pelo desfavor da mãe.”Esse episódio também aprofunda conceitos fundamentais da teoria freudiana, como o Complexo de Édipo, a bissexualidade originária, o recalque, a identificação, a formação dos sintomas e a importância das frustrações precoces. Freud mostra como o inconsciente encontra vias inesperadas para expressar afetos interditos e reviver conflitos mal resolvidos da infância.Nesta segunda parte, a escuta de Freud segue firme e surpreendentemente lúcida, mesmo diante das limitações de sua época. A leitura é baseada na edição da Companhia das Letras, com tradução de Paulo César de Sousa.Se você ainda não ouviu a Parte 1, ela está no feed. E se quiser acompanhar as próximas, não esqueça de seguir o podcast.Aproveite para conhecer também meu outro projeto, Suficientemente Winnicott, com leituras e reflexões a partir da obra de Donald Winnicott. Os links estão na descrição.
Você já se deu conta do quão grandioso é o poder que habita em seu interior?Ao reconhecer essa verdade, abrimos caminho para uma vida mais livre, plena e significativa. Não importa quais sejam os desafios — dentro de você já existe a força necessária para superá-los e se desenvolver.No episódio #50 do Podcast Vivências, nosso convidado, o Preletor em Grau Sênior Paulo César Rocha Ribeiro, juntamente com nossos anfitriões, os Preletores Iara Regina Colombo e Milton Hitoshi Suga, nos convidam a refletir sobre esse que é um dos Ensinamentos mais transformadores da Seicho-No-Ie: você é dono de potencialidade infinita.Com emoção, sabedoria e muitas vivências, o Preletor Paulo César compartilha relatos e conselhos profundos sobre como descobrir e viver essa potencialidade, tanto na vida espiritual quanto na prática do dia a dia.Viva seu poder infinito. Ouça agora o episódio #50 do SNICAST Vivências!CITAÇÕES:| Livro O Livro dos Jovens - Edição Especial; para adquirir seu exemplar acesse: https://snibr.org/novolivrojovens270625;| Livro Você é Dono de Potencialidade Infinita;| Livro Preleções sobre a Sutra Sagrada Chuva de Néctar da Verdade;| Para adquirir os livros e estudar ainda mais, acesse: https://rebrand.ly/SNI_livraria;| Acompanhe as nossas redes sociais para mais conteúdos e novidades: https://rebrand.ly/FaceSNI (Facebook) e https://rebrand.ly/instaSNI (Instagram)| Participe das atividades presenciais em nossas Associações Locais! Para encontrar a mais próxima de você, acesse: https://rebrand.ly/onde_encontrar| Deixe seu comentário no Youtube, no Spotify, ou compartilhe suas vivências conosco pelo e-mail: snicast@sni.org.br| Participe do Seminário do Sucesso 2025! Para mais informações acesse: https://snibr.org/seminario-sucesso-2025