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Transportadoras e setor da distribuição dizem que a medida vai trazer mais burocracia, atrasos nas entregas e problemas no abastecimento. A restrição começa amanhã. Edição Cláudia CostaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Proibição criada pelo Talibã se soma a outras restrições de liberdades fundamentais da população feminina; líder da ONU pede fim imediato de todas as políticas discriminatórias contra mulheres e meninas.
Declaração conjunta ressalta que avanços impulsionados por inteligência artificial estão intensificando riscos; preocupação é que decisões de vida ou morte sejam tomadas por sistemas incapazes de distinguir a diferença entre civis e combatentes; as duas organizações pedem urgência na criação de tratado com restrições claras.
Em 1º de setembro, no início do ano letivo na França, entra em vigor a lei que proíbe redes sociais a menores de 15 anos. Pais e filhos ouvidos pela RFI opinaram sobre a medida. É consensual que o modo de funcionamento dos algoritmos das plataformas causa impactos negativos para os jovens. Vitória Barreto, para a RFI em Paris A França se tornou o primeiro país na União Europeia a estabelecer uma lei de idade mínima para o acesso às redes sociais em âmbito nacional. A iniciativa faz parte de um movimento crescente de governos que buscam limitar a exposição de crianças e adolescentes às plataformas digitais diante de preocupações com saúde mental, privacidade e segurança online. O texto, aprovado em julho pela Assembleia e pelo Senado, ainda requer um detalhamento sobre o método de verificação de idade dos usuários. Mas já está definido que, para as contas existentes, o prazo de verificação da idade mínima termina em dezembro. Alain Bleu, supervisor técnico de transmissão de rádio e TV, pai de um adolescente de 14 anos, vê a nova legislação com reservas. Embora reconheça os riscos associados ao uso das redes sociais por jovens, ele questiona a eficácia de uma proibição implementada abruptamente. “Já existe um sistema em que as pessoas vivem com as redes sociais. Impor um controle de repente, acho que surpreende, e não sei se é a resposta certa fazer desse jeito", disse Alain. “Acho que os políticos não tiveram a reflexão necessária quando essas redes sociais começaram, porque já havia evidências, os psicólogos já falavam dos perigos, dos problemas”, acrescentou. Saúde mental em jogo Uma das principais justificativas para a implementação da lei é a proteção da saúde mental dos jovens. Segundo a agência de saúde francesa, um em cada dois adolescentes passa entre duas e cinco horas por dia conectado a um smartphone. Um relatório mostrou que o uso de redes sociais traz uma série de efeitos negativos: a queda da autoestima dos adolescentes e o aumento da exposição a conteúdos ligados a comportamentos de risco. Inès Legendre, assessora jurídica da e-Enfance, organização francesa de proteção de menores no ambiente digital, afirma que a associação recebe frequentemente ligações de pais que se sentem desamparados diante do tempo que os filhos passam em frente às telas e nas redes sociais. Segundo ela, os jovens ficam expostos muitas vezes a “conteúdo que promove a magreza extrema, ou posts ligados ao suicídio”. Críticos apontam que a lei pode ser utópica, já que os próprios jovens podem encontrar formas de contorná-la. Na Austrália, por exemplo, mais de 80% dos adolescentes com menos de 16 anos continuaram nas redes sociais três meses após a proibição nacional entrar em vigor, segundo pesquisa do órgão regulatório do país. Ainda assim, para a jurista francesa, a lei é um passo importante para a regulamentação das redes no bloco europeu. “Como os próprios parlamentares que votaram o texto final da lei já disseram, ela é, na verdade, simbólica. Serve, antes de tudo, para pressionar a União Europeia a agir. O bloco até já fez bastante coisa nessa área, mas, no momento, quem tomou a frente mesmo foi a França,” enfatizou. Leia tambémFrança aprova veto às redes sociais para menores de 15 anos e lidera movimento inédito na UE As redes como espaço de refúgio O filho de Alain, de 14 anos, cuja identidade foi preservada por ser menor de idade, afirma que passa bastante tempo nas redes sociais, onde acompanha principalmente conteúdos relacionados a temas de seu interesse, como política. Apesar do hábito de usar essas plataformas com frequência, ele diz ser favorável à nova lei. Na sua avaliação, diferentemente dele, muitos de seus amigos enxergam as redes sociais como um espaço de refúgio, mas nem sempre seguro. “Eles pensam que a rede social é uma forma de escapar da vida real e que agora estão tirando essa válvula de escape de pessoas que vivem, por exemplo, em um ambiente familiar difícil ou cercadas de relações tóxicas”, afirma. O adolescente reconhece, no entanto, que os benefícios das redes convivem com riscos importantes. “Quando você percebe que o mesmo algoritmo que pode ajudar alguém a encontrar apoio também pode expô-lo a conteúdos ligados ao suicídio, por exemplo, os efeitos negativos acabam sendo ainda maiores. É por isso que considero essa lei uma boa medida”, acrescenta. Leia tambémUE exige que Meta mude 'design viciante' do Facebook e do Instagram para evitar multa A importância da educação em casa Para o empreendedor Jonathan Kiloso, pai de uma menina de 11 anos, a lei é um passo importante, mas acredita que a verdadeira solução está na comunicação entre pais e filhos. “O verdadeiro caminho seria ensinar as crianças a cuidar dos próprios dados, pensar na imagem que deixam na internet e entender que certas atitudes têm consequências tanto para os outros quanto para elas mesmas. E também ajudá-las a entender como os algoritmos funcionam,” disse o pai. “Quando esses pontos já estiverem bem trabalhados, dentro de um diálogo aberto e transparente entre pais e filhos, aí sim dá para pensar em limitar o acesso delas”, acrescentou. A filha pré-adolescente de Jonathan é a favor da lei, porque sente que não teria a mesma infância se usasse as redes sociais. “Quando você tem menos de 15 anos e não tem redes sociais, pode ficar mais aberto ao que está ao seu redor. Já a maioria dos jovens de 15 anos vive grudada no celular e não se abre para o mundo. Não estou dizendo que isso vai acontecer comigo, mas, se tivesse redes sociais, talvez passasse meu tempo nelas, e não é isso que eu quero." Um dos principais críticos da lei é o partido de esquerda radical França Insubmissa. Apesar de concordar com a necessidade da proteção de menores, defende que as redes sociais são um espaço importante de socialização, acesso à informação e na introdução dos jovens ao debate público. Até setembro, o governo francês deve detalhar os possíveis métodos de verificação da idade dos adolescentes. Entre as opções em estudo estão a estimativa de idade por selfie, analisada por algoritmo, ou por apresentação de um documento de identidade. Na volta às aulas, a França também amplia as restrições ao uso de smartphones no ensino médio, oito anos depois da adoção da medida no ensino fundamental. Segundo o governo francês, pesquisas realizadas em escolas que restringiram os aparelhos mostraram efeitos positivos sobre a concentração dos estudantes, o clima escolar e a redução de episódios de bullying nas redes.
Ministro da Educação lê ficha técnica digitalizada.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (21): O governo dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira (20) uma tarifa adicional de 50% sobre uma ampla variedade de produtos importados do Canadá. A medida foi apresentada como resposta ao que o governo americano considera um tratamento discriminatório contra produtos dos Estados Unidos, especialmente nos setores de veículos automotores, bebidas alcoólicas e laticínios. O presidente Donald Trump assinou três proclamações que autorizam a aplicação das tarifas com base na Seção 338 da Lei Tarifária de 1930, que permite a imposição de taxas de até 50% sobre importações de países específicos. Reportagem: Paulo Édson Fiore. Durante um evento no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva elogiou a atuação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e destacou a aprovação de projetos no Congresso. O principal destaque do discurso, porém, foram as críticas à gestão de Jair Bolsonaro. Ao exaltar as ações de seu atual mandato, Lula atacou a administração anterior e classificou os ex-ministros do governo passado como “mequetrefes”, afirmando que o Brasil vive agora uma “verdadeira revolução”. Reportagem: Thaís Sprovieri. Uma nova frente de tensão foi aberta no Oriente Médio após rebeldes do Iêmen, aliados do Irã, ameaçarem bloquear uma importante rota marítima usada para o transporte de petróleo. A medida elevou o preço do barril e aumentou as preocupações com o abastecimento global. Um eventual bloqueio obrigaria navios a contornar a África, ampliando o tempo e o custo das viagens. Reportagem: Luca Bassani. A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recorreu nesta segunda-feira (20) da decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu por 90 dias a autorização para que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) visite o pai. Os advogados pedem que Moraes reconsidere a decisão e, caso a proibição seja mantida, querem que o recurso seja analisado pela Primeira Turma do STF. No agravo, a defesa afirma que a suspensão integral das visitas é “desproporcional” à conduta atribuída ao ex-presidente. A decisão de Moraes ocorreu após Flávio Bolsonaro tornar pública uma carta escrita por Jair Bolsonaro, na qual o ex-presidente dava ao filho a condição de porta-voz na disputa eleitoral deste ano. Reportagem: Bruno Pinheiro. Pesquisa Genial/Quaest mostra que 55% dos entrevistados acreditam na reeleição do presidente Lula, enquanto 25% apostam na vitória do senador Flávio Bolsonaro. Em relação ao levantamento de abril, cresceu a percepção de vitória de Lula e diminuiu a expectativa de triunfo de Flávio. A mudança foi observada em diferentes segmentos do eleitorado, incluindo independentes e eleitores de direita não bolsonaristas. As Forças Armadas dos Estados Unidos realizaram o décimo dia consecutivo de ataques contra o Irã, segundo o CENTCOM. A ofensiva teve como alvo centros de comando, instalações militares, lançadores de mísseis e drones, com o objetivo de reduzir a capacidade iraniana de atacar embarcações no Estreito de Ormuz. Os EUA afirmaram que o tráfego comercial na região segue normal. Reportagem: Eliseu Caetano. As negociações comerciais entre Brasil e Estados Unidos seguem travadas, segundo integrantes do governo e representantes do setor privado. Sem uma mesa bilateral ativa, temas como etanol, desmatamento e combate à corrupção não avançaram. Diante do impasse, o governo brasileiro intensificou ações de lobby junto ao setor privado americano para pressionar a administração Trump sobre os impactos das tarifas. Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
A coluna desta semana falare sobre os impactos causados pelas exigências da UNIÃO EUROPEIA referente ao controle do uso de antimicrobianos na Pecuária Brasileira. O Vaca na Mesa vai ao ar todas as segundas-feiras, ás 11:30h, durante o programa Alma de Campo na Radiosul.net e está disponível nas plataformas de áudio do Spotify e Souncloud.
O programa Meio-Dia em Brasília desta terça-feira, 14, fala sobre a decisão do ministro Alexandre de Moraes, que proibiu Flávio Bolsonaro de visitar o pai, Jair, até as eleições de outubro e as repercussões políticas do episódio.Além disso, o jornal também aborda a crise entre Estados Unidos e o Irã, a reação de Damares Alves aos ataques da ala aloprada do PL e o momento de solidariedade de Janja à Michelle Bolsonaro.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Moraes #STF #Bolsonaro #FlavioBolsonaro #Eleicoes2026 #PoliticaNacional #DecisaoSTF #AlexandreDeMoraes #NoticiasPoliticas #Justica #PoliticaBrasil #CampanhaEleitoral #CartaBolsonaro #Direito #SenadoFederal #VisitasSuspensas #STFNaMidia #DebatePolitico #BrasilHoje #CenarioPolitico
Proibir o uso dos telemóveis nas escolas até ao 6º ano teve resultados positivos muito visíveis, e até o ministro da Educação deu testemunho disso mesmo, mas o governo quer esperar pelos resultados de um estudo que mandou fazer para alargar a proibição até ao 9º ano. Conversamos neste episódio com Mariana Reis e Matilde Sobral, da Mirabilis, uma associação que tem lutado em Portugal por uma utilização mais responsável dos smartphones.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O convidado do episódio da semana é o deputado Julio Garcia (PSD), presidente da Alesc. Na entrevista, ele explica a nova lei que proíbe a venda, a queima e a soltura de fogos de artifício de estampido, com efeito de tiro, em Santa Catarina.
#3em1Agro - confira os destaques desta quinta-feira (25/06/26):➡️ Proibição do glifosato: Justiça muda o rumo do caso➡️ Plano Safra: Qual a data de anúncio?➡️ Eleição: Conheça o resultado de nova pesquisa divulgada hoje *Kellen Severo, jornalista Agro
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde analiso os recentes acontecimento da economia no Brasil e no Mundo e respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.No programa desta semana, analisamos a polêmica decisão do Copom em reduzir os juros para 14,25% e as mudanças no comunicado que trouxeram forte volatilidade ao DI futuro. Entenda por que o Banco Central busca justificativas para os cortes diante do endividamento recorde das famílias brasileiras.Na geopolítica global, os destaques são o memorando de entendimento entre EUA e Irã, a reabertura do Estreito de Ormuz, o cessar-fogo com o Hezbollah e os novos ataques com drones na guerra da Ucrânia. Acompanhe também os bastidores do mercado financeiro e de tecnologia com os números impressionantes do IPO bilionário da SpaceX, a disputa de mercado entre ChatGPT e Google Gemini, as perdas financeiras da OpenAI e o debate sobre o banimento de redes sociais para menores na Inglaterra.00:00 - No programa de hoje00:33 - Análise da decisão do Copom e Selic01:29 - Mudança no comunicado do Banco Central04:08 - Impacto dos juros na economia e famílias05:37 - Credibilidade do BC e o DI futuro08:20 - Gráficos do endividamento das famílias brasileiras10:40 - Acordo geopolítico entre Estados Unidos e Irã13:43 - Análise e críticas ao memorando internacional21:53 - Atualizações sobre a guerra na Ucrânia23:13 - Novo presidente do Fed e comunicação monetária24:33 - Recordes do IPO bilionário da SpaceX27:03 - Mercado de IA: ChatGPT, Gemini e Cloud28:03 - Finanças da OpenAI e abertura de capital29:58 - Proibição de redes sociais para menores31:59 - Dados sobre a frequência escolar no Brasil32:33 - Esporte: Vitória do New York Knicks33:08 - Pergunta: Corte de juros com inflação alta?33:58 - Pergunta: Quais reformas o Brasil precisa fazer?34:48 - Pergunta: Como mudar de residência fiscal?36:09 - Pergunta: Mudanças no Fed e inflação americana37:15 - Pergunta: Análise da MicroStrategy e Michael Saylor38:04 - Pergunta: Visão sobre o MBL e Mises39:21 - Pergunta: Bitcoin a 300 mil dólares?39:50 - Pergunta: Qual a expectativa do peso argentino?40:18 - Pergunta: Livros para entender a crise de 2940:44 - Pergunta: Criadores de conteúdo recomendados42:07 - Pergunta: Análise tática da Seleção Brasileira42:30 - Pergunta: Transição de carreira aos 57 anos?
Naquele que é o primeiro veto político desde que chegou a Belém, António José Seguro invoca o hastear de bandeiras de “causas humanitárias” — como a paz, os direitos humanos ou a protecção do clima — como argumento para travar o diploma, aprovado no Parlamento, que impõe que só bandeiras institucionais possam ser hasteadas em edifícios públicos. O Presidente da República considera também que “os conceitos de ‘bandeira ideológica’ e de ‘bandeira associativa’ não se encontram definidos” no decreto da Assembleia da República. Neste Soundbite olhamos também para o discurso do Presidente da República no seu primeiro 10 de Junho em funções.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A proibição do uso do PMMA como preenchedor pelo Conselho Federal de Medicina reacendeu o debate sobre a segurança dos procedimentos estéticos no Brasil. A decisão foi motivada por alertas acumulados ao longo dos anos sobre complicações graves, como deformidades permanentes, sequelas e até mortes. O JR 15 Minutos entrevista o cirurgião plástico André Perez Pontes, do Hospital Moriah, para explicar os riscos, as mudanças para pacientes e médicos e as alternativas disponíveis no mercado.
Produtores franceses pediram intervenção diplomática urgente.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
A decisão da Câmara dos Deputados do Brasil de aprovar um projeto de lei que proíbe a produção e comercialização de foie gras no país enfurece os agricultores franceses, maiores produtores mundiais da iguaria. A categoria alega que a medida, se adotada, contraria o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, que entrou em vigor recentemente, após 25 anos de negociações entre os dois blocos. Lúcia Müzell, da RFI em Paris A maior vantagem do tratado para os europeus é poder vender bens industrializados e produtos agroalimentares processados, como queijos e vinhos, livres de tarifas para os países latino-americanos. Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, por sua vez, agora têm acesso facilitado para a exportação principalmente de matérias-primas, como carne e minerais, para a Europa. O foie gras francês se beneficia, portanto, da abertura comercial. As vendas para o Brasil representam cerca de € 1 milhão, um mercado “importante", salienta a Associação Interprofissional de Patos e Gansos para Foie Gras (Cifog). Em um comunicado, a entidade denunciou “um primeiro desvio” do acordo bilateral entre os blocos. O texto alega que a medida “entra em contradição com o espírito do tratado”. “Para além do foie gras, os profissionais da área estão preocupados com o precedente que tal proibição criaria, sem uma resposta da União Europeia e das autoridades francesas. Se o Brasil pode proibir um produto europeu reconhecido e protegido dentro de suas fronteiras, outros setores agrícolas poderiam ser alvo de medidas semelhantes no futuro”, alegam os produtores. “A Cifog solicita uma intervenção diplomática imediata da Europa junto às autoridades brasileiras para obter, ao menos, um veto parcial." Projeto de 2020 contra a alimentação forçada de animais O texto aprovado pelos deputados veta no país produtos oriundos de alimentação forçada de animais. O projeto de lei, de autoria do senador Eduardo Girão (Podemos-CE) e em trâmite parlamentar desde 2020, seguiu para sanção presidencial. O foie gras, ou fígado gordo, é um ingrediente típico da culinária francesa, obtido por meio da ingestão à força de ração à base de milho diretamente no estômago de patos e gansos. A fase de engorda ocorre, em média, durante 12 dias, no final do ciclo de vida do animal, antes do abate. O comunicado dos produtores franceses salienta que “o ganso de foie gras do sudoeste está entre as indicações geográficas protegidas reconhecidas pelo acordo comercial" entre a UE e o Mercosul, e recorda a batalha dos agricultores franceses para barrar o acordo. “O presidente Lula tem poucos dias para vetar total ou parcialmente este texto. Essa proibição da venda de um produto emblemático da gastronomia francesa, um verdadeiro símbolo da tradição agrícola do nosso país, demonstra a validade das preocupações dos agricultores franceses”, afirma a categoria. “A Cifog alerta para esta situação, que corre o risco de se alastrar a outros produtos agrícolas, e apela a uma intervenção urgente dos representantes europeus nesta matéria”, reitera. Reciprocidade O tratado assinado em dezembro prevê um mecanismo de reequilíbrio comercial, para casos como este, observa Bruno Capuzzi, especialista em comércio internacional e pesquisador do Insper Agro Global. “Se após a entrada em vigor do acordo alguma das partes aplicar medidas que restrinjam os benefícios à outra parte, as partes podem invocar uma nova negociação e pensar em uma contrapartida, uma nova rodada de concessões direcionadas”, aponta. A França é a maior consumidora e produtora mundial da especiaria, com 60% do mercado, seguida por Espanha, Bélgica e Suíça. A produção europeia foi de cerca de 20,6 mil toneladas em 2024 e as exportações movimentaram € 69 milhões, segundo números da Eurostat citados pela entidade representante do setor Euro Foie Gras. A proibição brasileira, se for confirmada, poderia gerar uma nova onda de pressões do setor agrícola francês por contrapartidas, gerando uma dinâmica desfavorável para o cumprimento do acordo. Mas o especialista lembra que o princípio da reciprocidade de práticas, caro aos europeus para questões como combate ao desmatamento e uso de agrotóxicos nos países do Mercosul, também vale no sentido oposto. “Seria um contrassenso, porque os agricultores franceses pedem para a União Europeia aplicar as famosas cláusulas-espelho, ou seja, que as práticas mandatórias de serem cumpridas na União Europeia sejam espelhadas nas condicionalidades da exportação. Se a lei brasileira passar como está, estará fazendo exatamente isso”, indica. “Se houvesse uma forma de engordar a ave sem alimentação forçada, o foie gras por si só não seria proibido. É uma distinção importante”, avalia Capuzzi. Proibições pelo mundo Diversos países se mobilizam para acabar com a prática de alimentação forçada, em nome do bem-estar animal. A produção de foie gras é proibida em lugares como Dinamarca, Reino Unido, Alemanha, Itália e Argentina. Em 2014, a Índia se tornou o primeiro a banir também a comercialização e a importação da iguaria. Do lado dos consumidores, fora da Europa, o Japão, a China e os Estados Unidos são os maiores compradores, onde o ingrediente é encontrado em restaurantes de luxo e delicatessens.
#3em1Agro - confira os destaques desta terça-feira (26/05/26):➡️ Proibição do Glifosato: quando sairá decisão da justiça?➡️ Carne bovina: Saiba o que o governo chinês publicou sobre revisão da cota.➡️ Preço do leite recua em mais estados: saiba onde! *Kellen Severo, jornalista Agro
No sétimo episódio da 15a temporada do #ConversaHumanista, trazemos a médica referência em tabagismo Jaqueline Scholz, para um debate sobre saúde pública e legislação no Brasil. O episódio é conduzido e produzido pelos repórteres Guilherme Vivan e Alice Pissollatto. Ouça!
Ver menos outdoors de hambúrguer levaria você a comer menos carne? Amsterdã se juntou à lista de cidades que proíbem a publicidade de produtos com alto impacto ambiental, como medida de combate ao aquecimento global. A decisão levanta questionamentos sobre a forma mais eficaz de estimular a população a reduzir o consumo desses produtos. A capital dos Países Baixos se tornou a primeira do mundo a banir do espaço público anúncios de carne e combustíveis fósseis, como o petróleo. A medida inclui fabricantes de aviões e companhias aéreas. A lei, apresentada pelos partidos Ecologista e Dos Animais, argumenta que o espaço público deve estar alinhado com os objetivos de Amsterdã de atingir a neutralidade de carbono até 2050 e diminuir pela metade o consumo de carne bovina – altamente emissora de gases de efeito estufa como CO2 e, principalmente, metano. “A reflexão em Amsterdã foi que a publicidade cria um impasse entre o se pede para os consumidores fazerem – ou seja, respeitarem o meio ambiente –, e os sinais contraditórios que elas vêem por todos os lados”, observa o publicitário francês Sylvain Burquier, membro da Convenção Cidadã para o Clima, criado pelo governo da França em 2019 para auxiliar na orientação das políticas ambientais francesas. “No espaço público, tem publicidade de carne e de hamburguer triplo de grandes anunciantes, e ao mesmo tempo as autoridades pedem que as pessoas andem menos de avião. Existe um duplo discurso e podemos evitar isso." Eficiência da medida Na França, a Convenção participou da elaboração de uma lei para proibir as campanhas ligadas ao setor petroleiro, aprovada em 2021, mas cujo decreto ainda não foi publicado pelo presidente Emmanuel Macron. Na Europa, Estocolmo, Edimburgo e Florença estão entre as cidades que já implementaram a medida. Representante do mercado publicitário, Burquier é favorável à regulação dos anúncios, mas não à sua interdição. Ele avalia que o veto é menos eficaz do que mensagens de esclarecimento que podem ser associadas à publicidade. “Fazer pedagogia, com campanhas que promovam formas alternativas de alimentação e desestimulem as pessoas a ficarem comendo coisas que não são muito boas, é o básico. Não tenho certeza de que retirar as bebidas alcoólicas das páginas de publicidade impeça as pessoas de beber, mas talvez as incite menos a beber”, ressalta. “Proibir as campanhas a favor ou contra a carne não terá efeito direto. Mas mensagens sobre a pegada de carbono do produto mostrado podem, sim, levar a uma maior conscientização.” Sem surpresa, o setor agrícola dos Países Baixos se opôs à proibição da publicidade sobre a carne. Já o do turismo alegou que a proibição de menções a voos pode prejudicar a liberdade comercial no país. Carne será o ‘novo cigarro'? Os defensores da medida alegam que ela visa mudar a visão dos consumidores sobre esses produtos e, como consequência, uma mudança de comportamento. Foi assim que o cigarro passou, aos poucos, a deixar de ser associado a benefícios para ter uma imagem negativa. Um em cada cinco adultos era fumante no mundo em 2020 – 27% a menos do que no ano 2000, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Carne e avião poderiam ser o cigarro de amanhã, no universo da publicidade? Os dois casos têm semelhanças, observa Débora Salles, coordenadora-geral do laboratório de pesquisa sobre internet e redes sociais da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NetLab-UFRJ). “Quando a gente pensa o quanto as empresas de cigarro atuaram conjuntamente para impedir que a opinião pública soubesse realmente dos impactos que o cigarro tem na saúde das pessoas, e que essas empresas já sabiam. Teve todo um trabalho do setor como um todo, para atrasar a regulamentação que, de alguma forma, limitasse a propaganda ou patrocínio merchandising”, relembra. “A gente vê isso acontecendo hoje em dia em vários outros setores econômicos que têm impacto socioambiental, como é o caso de mineradoras, de petroleiras, de empresas que muitas vezes sabem o impacto que podem ter ou que já têm nas mudanças climáticas, mas que estão se promovendo, como muitas vezes líderes da transição energética. Sem regulamentar, dificilmente esses setores vão, por conta própria, deixar de fazer publicidade que é problemática.” Combate ao greenwashing No Brasil, o debate sobre regulamentação ainda é incipiente, e tem se concentrado mais no combate às práticas de greenwashing, ou seja, quando as empresas exageram ou mentem sobre os supostos benefícios ambientais de seus produtos. “É interessante que a gente pense que o greenwashing não precisa ser solucionado apenas com a proibição. A gente poderia criar convenções de transparência e formas de auditar o que essa publicidade diz que faz, que a empresa faz”, avalia a pesquisadora. “Quando você tem um anúncio dizendo que esse carro é socialmente sustentável porque ele é elétrico, por exemplo, a gente precisa poder verificar esse argumento. Hoje em dia, isso não é possível”, adverte. O Instituto Akatu atua na promoção de boas práticas socioambientais e no aumento da transparência das cadeias produtivas – uma via que, na visão do diretor da entidade, Lúcio Vicente, é mais eficaz do que a simples proibição da publicidade. “É possível utilizar essa mesma publicidade para conseguir dar transparência sobre como os produtos são produzidos. Quais os impactos que eles têm para a vida das pessoas? Quais os impactos que eles têm para as questões socioambientais, econômicas?”, questiona. “O elemento regulatório tem que começar a exigir das empresas o processo de rastreabilidade. O processo de onde são feitos, como são feitos, porque todo o sistema produtivo tem boas e más práticas. O consumidor que tem mais detalhes dos sistemas produtivos pode fazer melhores escolhas e, consequentemente, impactar menos as questões de meio ambiente.” Vicente salienta ainda o papel das redes sociais neste contexto. “Uma celebridade que poste um vídeo sobre determinado tipo de consumo vai influenciar tanto quanto a publicidade. A gente vai fazer o quê? Proibir?”, alerta.
A proposta do deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) vai ao encontro de ações do governo Lula que incluiu no programa Desenrola 2.0 a restrição de utilização de plataformas de jogos virtuais, as chamadas bets, pelo período de um ano. O objetivo é evitar e combater o alto endividamento das famílias brasileiras. Sonoras:
O Doutor regressa com uma análise acutilante dos principais acontecimentos das celebrações do 25 de Abril, como por exemplo o vestido da esposa do Dr. Montenegro e o recurso a cravos sodomitas por parte da bancada do CHEGA; lamenta o momento infame que deverá levar à privatização da RTP que foi o discurso do dr. Toy nos prémios play; e excita-se com a mais que provável proibição da organização os antifas.Bilhetes para o podcast ao vivo no dia 7 de Maio: https://www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/177769-maria_vai_com_todos-sitio_fintech_house/Bilhetes para o Mundo está Top em: https://ticketline.sapo.pt/evento/o-mundo-esta-top-10-anos-jcd-99267Em Cada Esquina Um Salazar: https://youtu.be/VPstAXyWy7wSegmento extra em: https://www.patreon.com/jcdireitaInstagram: https://www.instagram.com/jovemconservadordedireitaLivros da piça: https://www.instagram.com/livrosdapica
O convidado do episódio da semana é o deputado Oscar Gutz (PL). Na entrevista, ele comenta a lei de sua autoria que proíbe a reconstituição de leite em pó importado em Santa Catarina, medida que busca apoiar os produtores de leite do estado.
Renata Cafardo fala sobre os primeiros resultados da proibição de redes sociais para menores de 16 anos na Austrália.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Supremo Tribunal Federal formou maioria para derrubar a lei de Santa Catarina que proíbe o uso de cotas raciais e outras ações afirmativas em instituições de ensino superior que recebem recursos do Estado. O placar chegou a 7 a 0 com o voto do ministro Edson Fachin, acompanhando o relator Gilmar Mendes. O julgamento segue no plenário virtual até esta sexta-feira (17), mas a maioria já garante o resultado. Essas e outras notícias que foram destaque nesta quinta-feira, 16 de abril, você ouve no Giro de Notícias!
Restrição de dispositivos eletrônicos no ensino básico permite maior organização e consciência do tempo aos alunos
Daniela Ruah, atriz e realizadora americano-portuguesa, aproveitou a passagem pelo estúdio de watch.tm para também ser apresentadora na Gala Michelin, oradora no Building the Future e visitar Portugal no geral. No episódio de hoje, Pedro recorda a sua expulsão dos EUA, mas também mostra interesse sobra a vida de Daniela Ruah - porquê a passagem para a realização, como é o processo de adaptar um livro para filme, relação com AI, audiobooks, gameboy e qual o programa de TV nos EUA que mais gostava de ir.(00:00) Intro(00:23) Pedro recorda porque foi expulso dos Estados Unidos(05:45) Confundir ter confiança com falta de humildade(11:22) Recusar ser capa de revista(14:07) Porque é que muitos atores passam a realizadores?(16:51) Aprender a fazer sombra ao realizador(20:42) Escritores e realizadores de NCIS são sempre os mesmos ou variam?(22:10) Ser realizadora em The Equalizer(24:13) Quais as funções mais difíceis numa equipa de produção de uma série?(26:45) Logística de fazer longa-metragem adaptada de um livro(37:22) O que Daniela acha sobre futuro de AI(43:42) AI está a eliminar profissões(49:46) Proibição de redes sociais a menores: favor ou contra?(53:26) Como distrair filhos para evitar uso de ecrãs?(58:44) É fixe jogar game boy(1:01:26) A que programa dos Estados Unidos mais gostava de ir?(1:04:35) Estar numa table read(1:08:33) Como foi fazer NCIS durante 14 anos?(1:12:45) Daniela é fã de The Pitt(1:18:40) Experiência de narrar “Os segredos da seita do Yoga”(1:19:46) Audiobook vs livro físico(1:27:19) Daniela quer saber porque é que PTM decidiu criar o watch.tm(1:32:10) Estimular filhos a falar português(1:35:24) Origem do nome Ruah
A edição #181 do Supremo na Semana destaca a decisão que proibiu o saque em dinheiro de emendas parlamentares, medida que busca reforçar a transparência e o controle no uso de recursos públicos.O episódio também aborda o julgamento que discute o limite para a cobrança adicional de ICMS sobre serviços de telecomunicações e energia elétrica, além da análise do Supremo sobre a constitucionalidade da prática da vaquejada.O episódio #181 é apresentado por Mariana Brasil, editora de redes sociais do STF, e conta com comentários de Mauro Burlamaqui, jornalista da Secretaria de Comunicação Social do Supremo, e de Hanna Gomes, advogada e analista jurídica da Rádio e TV Justiça.Participe do Supremo na Semana enviando seus comentários, dúvidas ou sugestões sobre o nosso programa para podcast@stf.jus.br
AtualizarO que era impensável virou pauta de governo: estabelecer uma idade mínima para o acesso de menores a redes sociais. Neste episódio, exploramos os sérios riscos (violência sexual online, danos à saúde mental, prejuízo à atenção) e os benefícios (ativismo, conexão) da vida digital.Com Sheylli Caleffi e Rodrigo Nejm, analisamos a abordagem radical da Austrália e a chegada do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital) no Brasil, que exige autorização dos pais para menores de 16 anos e responsabiliza as plataformas.Aprenda sobre os sinais de desequilíbrio e as dicas práticas para famílias, como a importância da conversa aberta e a criação do "Acordo de Geladeira". Uma discussão essencial para entender o caminho mais realista e efetivo para proteger crianças e adolescentes. Vamos juntos!
Falo sobre recente decisão do TRT-3 que manteve condenação de um colégio por ofensa à dignidade de um professor, que foi silenciado pelo Colégio por responder à questão de sua identidade e não ter adotado medidas de proteção ao mesmo.
Fachin menciona investigações sobre fraudes financeiras e diz que eventuais vícios ou irregularidades processuais serão examinados. Em ligação com Lula, Xi diz que Brasil e China devem proteger o Sul Global e fortalecer papel da ONU, diz agência estatal chinesa. TikTok conclui acordo e cria empresa para evitar proibição nos EUA. São Paulo goleia o Ibrachina e vai à 2ª final seguida da Copinha; decisão será contra o Cruzeiro.
No vídeo de hoje eu explico por que a frase de Trump — de que os EUA vão “testar armas nucleares em igualdade de condições com China e Rússia” — acende todos os alertas justamente em Pequim. A partir do polêmico anúncio, eu mostro como funciona o jogo de ambiguidade em torno de Lop Nor: a China não testa oficialmente desde 1996, diz cumprir o Tratado de Proibição Completa de Testes, mas amplia túneis, poços profundos e infraestrutura de testes no deserto de Xinjiang para estar pronta no dia em que o regime de controle ruir. Aí eu volto no tempo: Mao chamando a bomba de “tigre de papel”, o medo real de EUA, URSS e Índia, a expulsão de Qian Xuesen dos EUA (e como isso ajudou a criar o programa nuclear chinês), o primeiro teste em 1964, a doutrina de “dissuasão mínima” e o famoso compromisso de “não usar primeiro” — ao mesmo tempo em que Pequim demorou para aderir ao TNP e flertou com a proliferação via Paquistão. De lá, venho para o presente: campos de silos gigantes, novos mísseis intercontinentais com múltiplas ogivas, capacidades hipersônicas, submarinos modernizados e um arsenal que já passou das “centenas baixas”, tudo sob uma névoa estatística que impede qualquer controle de armas sério entre três grandes potências. Falo também das purgas na Força de Foguetes, da corrupção em larga escala dentro do programa nuclear e do paradoxo de um arsenal em rápida modernização comandado por uma estrutura política cada vez mais opaca e centralizada em Xi Jinping. No fim, respondo às perguntas centrais: o que Trump realmente ganha ao ameaçar voltar a testar? A China está apenas reforçando a capacidade de segundo ataque ou caminhando para paridade nuclear com EUA e Rússia? E, sobretudo, o que significa para o mundo entrar numa Guerra Fria 2.0 com três potências nucleares disputando prestígio, dissuasão e narrativas ao mesmo tempo.
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Na semana em que nos despedimos de Francisco Pinto Balsemão, o Eixo do Mal faz a sua homenagem ao fundador do Expresso, da SIC, ex-primeiro-ministro e fundador do PSD. No Parlamento foi aprovada a lei que proíbe o uso da burca em público. Em Lisboa, já se conhece a galeria de horrores que o relatório sobre a tragédia do elevador da Glória expõe, com graves falhas de segurança evidentes. Carlos Moedas decidiu não reconduzir a administração da Carris. São estes os temas do Eixo do Mal, em podcast, com Clara Ferreira Alves e Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes. Emitido na SIC Notícias a 23 de outubro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O Doutor reflecte no legado de um dos pais da nossa democracia e analisa de que forma o país vai mudar agora que a burqa foi proibida.Com o apoio da cockburn's: https://www.instagram.com/cockburns_port/Segmento extra em: https://www.patreon.com/jcdireitaInstagram: https://www.instagram.com/jovemconservadordedireitaLivros da piça: https://www.instagram.com/livrosdapica
Pedro Delgado Alves avisa que a proibição da utilização da burca em espaço público pode ter "efeito contraproducente". Admite que esperava que o PSD tivesse "dito não ao Chega" e pede ação a Marcelo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O começo de conversa é um programa que antecede o "Uma Conversa" da semana, sempre com algum artigo que vai ajudar a compreender o tema a ser abordado. Nessa semana lemos o artigo "O Concílio de Niceia proibiu ajoelhar-se durante a Eucaristia dominical" de Thomas J. Reese.| Site: https://umaconversa.com.br/| Apadrinhe: https://apoia.se/patraodoumaconversa| Redes Sociais: @1Conversa| E-Mail: conversaconosco@gmail.com
Mais de 2,2 milhões de afegãs, nesta faixa etária, não podem frequentar o colégio; proibição coloca toda uma geração em risco e ameaça economia do país; Fatima Amiri relata sua experiência entre milhões afetadas.
Em Dia Internacional, secretário-geral ressalta que ensaios causaram mais de 2 mil explosões nos últimos 80 anos, com prejuízos à saúde e ao meio ambiente; ele pediu urgência em ratificação de Tratado Global para Proibição Total de Testes Nucleares.
Mauro Cezar, Arnaldo Ribeiro, Eduardo Tironi, Danilo Lavieri, José Trajano e Juca Kfouri analisam a segunda rodada do Brasileirão, que teve mais um pênalti polêmico a favor do Palmeiras contra o Sport, a vitória do Flamengo em Salvador com muitos gols perdidos, o Corinthians em noite de Memphis, além da proibição de subir na bola anunciada pela CBF