Podcasts about o ant

  • 249PODCASTS
  • 374EPISODES
  • 40mAVG DURATION
  • 1EPISODE EVERY OTHER WEEK
  • Jun 10, 2026LATEST

POPULARITY

20192020202120222023202420252026


Best podcasts about o ant

Latest podcast episodes about o ant

Emissão Especial
"Palavras do meio são antídoto para o vírus da polarização"

Emissão Especial

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 20:39


No discurso do 10 de junho, o Presidente da República apelou ao diálogo e à moderação na política nacional. António José Seguro defende ainda uma relação de equilíbrio com os aliados internacionais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Trip FM
Ela tem o antídoto para um país sem graça

Trip FM

Play Episode Listen Later May 22, 2026


A atriz e diretora Debora Lamm fala sobre humor como ferramenta política, feminismo, envelhecimento e a série Juntas e Separadas do Globoplay

Catalisadores
O Antídoto contra o Caos: A Importância da Estrutura na Missão Mundial

Catalisadores

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 54:39


Muitos se perguntam: se a Igreja é guiada pelo Espírito Santo, por que precisamos de um Manual da Igreja e de Regulamentos Administrativos? Seria isso apenas burocracia ou uma necessidade bíblica? Neste vídeo, exploramos a fundamentação teológica e histórica da organização adventista. Entenda como a estrutura representativa protege a igreja contra o clericalismo, o personalismo e a fragmentação doutrinária. Neste estudo, você verá: Espírito e Ordem: Por que a organização não apaga o Espírito, mas dá forma à Sua ação. Governo Representativo: Como as decisões colegiadas protegem a membresia e limitam o poder pessoal. Escatologia Aplicada: A relação direta entre o Juízo Investigativo e a responsabilidade institucional (prestação de contas). Unidade sem Uniformidade: Como uma igreja mundial mantém a coesão em mais de 200 países. A Igreja Adventista não é apenas uma instituição; é um movimento profético organizado. Se pretendemos permanecer fiéis à nossa missão no tempo do fim, não podemos viver de improviso. "Tudo, porém, seja feito com decência e ordem." (1 Coríntios 14:40) Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042

Pátria Amada Criminal
Episódio 285 - Sebastião Antônio de Oliveira - O Monstro de Bragança

Pátria Amada Criminal

Play Episode Listen Later Apr 6, 2026 45:40


Nessa semana, Renata nos conta a história de um serial killer da região de Bragança Paulista. Para se tornar apoiador:Apoia.se: https://apoia.se/pacriminal Ou apoie na Orelo: https://orelo.cc/podcast/603ce78538a4f230cbd37521 Temos um canal no YouTube, com vídeos exclusivos todos os domingos: https://www.youtube.com/channel/UCac9ZupbqFakPcL5CQgpUoQ PIX: patriaamadapod@gmail.comEscrito e apresentado por Natália Salazar e Renata SchmidtProdução: Natália Salazar e Renata SchmidtEdição: Natália SalazarMúsica: Felipe SalazarArte: Matheus SchmidtE-mail: patriaamadapod@gmail.comIG: @pacriminal Lojinhas do PAC: https://umapenca.com/pacriminal/ https://www.redbubble.com/people/PatriaAmada/shop?asc=u Corre para a @INSIDERSTORE! Cupom dinâmico: PACRIMINAL (oferece 15% OFF para novos clientes e 10% OFF para clientes recorrentes) Acessando o link https://creators.insiderstore.com.br/PACriminal, o desconto é aplicado automaticamente no carrinho.See omnystudio.com/listener for privacy information.

IPJG - Igreja Presbiteriana do Jardim Guanabara
-(Re)construindo o antídoto para a murmuração - Rev. Wladymir Brito

IPJG - Igreja Presbiteriana do Jardim Guanabara

Play Episode Listen Later Apr 5, 2026 42:31


05/04/2026 - Culto Vespertino - Neemias 5

Artes
Katia Guerreiro: "Quero dar asas à minha criatividade, porque preciso muito dela para ser feliz"

Artes

Play Episode Listen Later Mar 18, 2026 28:58


No final da semana passada, a cantora de fado Katia Guerreiro deu um concerto caritativo em Massy, na região parisiense, a favor da luta contra o cancro pediátrico. A artista que celebrou há alguns meses 25 anos de uma carreira que para muitos segue o caminho trilhado por Amália Rodrigues, falou com a RFI algumas horas antes deste concerto. Nesta conversa, a fadista evoca as suas andanças pelo mundo e algumas das suas colaborações marcantes, nomeadamente a que teve com o músico e produtor José Mário Branco, falecido em 2019, ou ainda com o escritor António Lobo Antunes que nos deixou há poucos dias. Katia Guerreiro aborda igualmente o seu olhar sobre o fado depois de 25 anos nos palcos e fala da necessidade que tem, por vezes, de cantar algo diferente, como aconteceu por exemplo no seu mais recente álbum, "Mistura", lançado em 2024. A artista evoca também a sua acção como comissária de "Ponta Delgada - capital portuguesa da Cultura 2026". Um activismo que encara como uma "retribuição" por tudo o que tem recebido dos Açores, onde cresceu. Uma conversa que é também um reencontro, passados mais de vinte anos sobre um primeiro contacto, quando então estava no começo do seu percurso no fado. RFI: No ano passado, comemoraste 25 anos de carreira. Isto passou num instante. Katia Guerreiro: Foi a correr. Nós estávamos a fazer contas. Já não nos víamos há 20 anos, não é? E de repente, olha-se para trás e. E faz-se aqui uma retrospectiva, é um momento retrospectiva e que tem de ser mesmo celebrado. Porque efectivamente, acho que tenho motivos de orgulho grandes por andar aqui há 25 anos. Tudo aquilo que eu já construí, que já dei, mas é também uma responsabilidade acrescida, porque daqui para diante terei de continuar dentro desta minha linha de coerência e de consistência naquilo que faço, porque acho que é isso que o público continua a esperar de mim. São 25 anos muito, muito felizes. E eu comecei a comemorar no dia 18 de Junho no CCB (Centro Cultural de Belém em Lisboa), porque foi essa a data que encontrámos disponível para fazer este concerto naquela sala de que eu gosto muito. Mas efectivamente, foi no dia 6 de Outubro a data oficial de comemoração. Mas continuo a prolongar isto porque me sabe muito bem. Neste ano em particular, que estou muito dedicada a uma outra causa que é a capital portuguesa da Cultura em Ponta Delgada, poder continuar a levar a palco um repertório que construí ao longo destes 25 anos. E o meu plano para este ano é cada concerto ser diferente, construir concertos diferentes cada vez que subir ao palco. E revisitar o repertório que eu deixei de cantar. Porque os repertórios vão-se renovando e vamos deixando alguns temas para trás. Mas já tinha saudades de cantar alguns e então vou sempre recuperando alguma coisa em cada concerto e construindo espectáculos diferentes, o que me dá particular gozo não ter de fazer sempre a mesma coisa. Nunca fiz, mas agora de uma forma mais consciente. RFI: Olhando para trás, como é que vês a tua evolução? O que é que talvez mudou na tua forma de encarar o fado, de encarar o canto? Katia Guerreiro: Eu acho que vou tendo uma cada vez maior maturidade na forma como canto e acho que isso se nota na minha voz. Quando vou revisitar os temas antigos, eu percebo que a minha maturidade na voz vai crescendo. Mas procuro sempre que as palavras sejam cantadas com muita verdade. Mas a minha verdade hoje não é a mesma verdade de há 20 anos atrás ou há 25 anos. Portanto, há sempre aqui camadas que se vão acrescentando de histórias de vida que vão fazendo com que haja mais coisas por detrás das palavras que eu canto e, portanto, uma maior intensidade, mas também uma maior maturidade emocional ao lidar com elas. RFI: Foram muitas viagens, muitas voltas, muitas voltas ao mundo e muitas voltas também interiores. Como é que estas viagens influenciaram o teu trabalho? Katia Guerreiro: Influenciam muito, porque quanto mais eu conheço o mundo, mais me fascino com ele. Também tenho algumas desilusões perante tudo aquilo que nós vamos assistindo, que é a realidade das guerras. Isto perturba-nos a todos. Mas estas viagens que vou fazendo e -repara- quando eu toco neste tema, a mim custa-me horrores. Eu fui cantar a Moscovo pouco tempo antes da guerra, com a Ucrânia rebentar. E a mim dá-me particular pena que o mundo não veja que já chega de ganância. Todos têm a sua quota-parte no mundo e não faz sentido nenhum que continuem a lutar por quererem ter mais. Isso é ganância. Fui a Israel antes de rebentar a guerra com a Palestina. Estive na Palestina. Custa horrores imaginar que aquela gente está a sofrer e que se está a perder vidas todos os dias. Essa é a parte triste da vida, nós conhecermos o mundo e percebemos que o mundo está a ser destruído pela ganância humana. Mas ao mesmo tempo, lá está, mais uma vez, o exemplo de Israel e Palestina. Eu andei a circular livremente no país. Estive na Palestina e estive em Israel e as pessoas são todas iguais. Não há diferença dentro do ser humano, por muito que haja uma cultura diferente e uma forma de viver diferente. A verdade é que as pessoas são todas iguais e isso é o que me encanta no mundo. Perceber que por muito que nós encontremos diferenças na língua, na postura social, na cultura, na religião, a verdade é que depois, por dentro, somos todos iguais. Isso é tão bonito de receber e de partilhar. RFI: Tens trabalhado com grandes nomes, grandes nomes da música, grandes nomes também da literatura, grandes nomes como José Mário Branco. Como é que foi? Katia Guerreiro: Foi das experiências mais ricas que eu tive na minha vida. Em primeiro lugar, porque efectivamente, por preconceito meu ou receio eventualmente, achei que o Zé Mário nunca aceitaria trabalhar comigo, porque nós não nos conhecíamos, não tínhamos nenhuma ligação, não havia nenhuma relação. Mas a verdade é que o Zé Mário era um homem muito grande, de espírito, de alma. E é. O Zé Mário acolheu o meu pedido de trabalhar com ele. E na verdade, se no início havia uma relação estritamente profissional, no fim chegámos ao ponto de termos uma relação quase familiar, de muito carinho, de muito respeito. E o Zé Mário no fim, dizer-me que ganhou uma filha e dois netos, isso foi muito, muito gratificante. Chegar a esse lugar de conquista, não foi uma conquista, porque eu não trabalhei para ela. Foi muito natural, tal como ele é. Mas poder ter o privilégio de trabalhar com um homem maior, como era o José Mário Branco, que me transmitiu tanto conhecimento, tanta sabedoria, tanta maturidade, foi de facto muito enriquecedor e transformou-me profundamente. RFI: E como é que foi com António Lobo Antunes que nos deixou recentemente? Katia Guerreiro: Essa foi uma grande pena que tive também com esta perda, o António Lobo Antunes. A história com ele é muito engraçada. Em 2022, eu estava já a preparar o meu novo álbum e foi o João Mário Veiga que me mostrou um livrinho pequenino de poemas que ele tinha lançado como oferta de um dos romances que ele lançou, não me lembro qual. Tinha poemas absolutamente extraordinários. Tinha coisas muito cantáveis, porque eram formas poéticas muito usadas no fado, mas ele não escreveu para fado. Mas aquilo era tudo muito apetecível. E apeteceu-me imenso cantar aquilo. Mas eu, como sempre, tenho sempre o cuidado de sempre que há um autor vivo -já não posso pedir autorização ao Fernando Pessoa, nem ao Camões- mas quando há um autor vivo, eu tenho o cuidado de abordar o autor e de pedir autorização, porque acho que isso é o mínimo de respeito e educação. E andei atrás do António Lobo Antunes a tentar chegar até ele e tive meses nessa tentativa. Tive vários amigos que o conheciam, que lhe escreveram cartas, que lhe telefonaram. E a determinada altura, há uma carta que chega a bom porto e eu estava a gravar um documentário para o Japão -foram a Portugal gravar um documentário comigo- e estava no camarim a arranjar-me antes de ir gravar. E recebo um telefonema que começa assim "Boa tarde Katia Guerreiro. Daqui é António Lobo Antunes". E a minha resposta foi imediatamente "António!!!!!!". Parecia uma criança! Parecia que estava a ver o Mickey Mouse! Estivemos a conversar algum tempo e foi deliciosa aquela conversa. E a determinada altura eu disse-lhe "António, já sabe que eu quero cantar uns poemas seus, identifiquei este e este e este. Apetecia-me cantar tudo, mas tenho estes preparados. O António autoriza-me?". E ele diz "A menina pode cantar tudo!". E portanto, a partir daí, o António caiu nas boas graças e conhecemo-nos depois pessoalmente, muito pouco tempo depois, porque o Júlio Pomar lançou um livro que tinha o prefácio escrito pelo António Lobo Antunes. O livro ia ser apresentado pelo António Lobo Antunes e então conheci-o nesse dia de apresentação e cantei os poemas do António nessa noite. E pronto, fiquei assim com um carinho muito especial pelo António. Voltei a gravar poemas dele e continuo a cantar António Lobo Antunes sempre e com muito orgulho. E agora canto ainda com mais privilégio na alma. Era de facto um ser superior, com uma visão muito interessante da vida e do mundo, com um realismo muito profundo. E eu vou manter esta alegria de poder ter tido contacto com o António. Foi mesmo uma grande honra. RFI: Nas entrevistas que vais dando, falas muito de "fugir" ou não ao fado. Volta e meia também foges um pouco. Como é que encaras essa "fuga"? Katia Guerreiro: Não é bem fugir. Quando eu faço coisas diferentes, é dar um bocadinho azo à minha liberdade criativa. Eu sou fadista de corpo e alma. Mas eu sofro inspirações várias. Eu não oiço só fado. Eu não cresci, sequer a ouvir fado. Portanto, eu tenho outras referências musicais e elas também me inspiram, também me alimentam. E é uma sensação de respirar fundo e poder fazer diferente. Eu, no fundo, sou um espírito livre e vou fazendo aquilo que me apetece. Não vou só à procura de respeitar os cânones ou de ser uma artista metida dentro de uma caixa. Eu tenho as minhas asas soltas e vou voando em vários territórios musicais. E eu gosto muito disso. Dá-me muito prazer e enriquece-me também. Este ano, tenho feito precisamente aquilo que eu me predispus a fazer, que é não ter planos nenhuns e portanto, vou gravando aquilo que me apetece. Apresentam-me canções, apresentam-me temas que não têm nada a ver com fado e se me apetece gravá-los, eu gravo. Tenho tido esta liberdade criativa e artística. Acho que não tenho nada a provar a ninguém. Sou muito fadista e isso vê-se muito bem em cima das tábuas de um palco. RFI: Tens cantado músicas com o espírito do fado, mas que não são propriamente fados. Introduziste também o piano. Isto é uma novidade. Como é que isto surgiu? Katia Guerreiro: Foi surgindo exactamente pelos cruzamentos artísticos que nós vamos tendo. De repente, tenho o Toli César Machado, dos GNR, que me oferece um tema, o "Capitães da Areia" com letra do Helder Moutinho. Eles oferecem-me esta música e aquela música remete-me efectivamente para um ambiente intimista, acompanhado por um piano. Eu não conseguia ouvir guitarra portuguesa naquela história que cantei e, portanto, ainda mais conhecendo o João Bernardo, que é um pianista extraordinário, o meu conterrâneo açoriano. Apeteceu-me muito criar esta linguagem, com aquele tema, com aquela história que é tão bonita. Uma história de amor lindíssima. E apeteceu-me criar isto. Entretanto, aconteceu com outros temas que foram aparecendo. O Carlos Leitão oferece me o "É tão longe a minha casa", que é uma declaração de amor também à minha terra. E aí criou-se um ambiente muito misto, onde estão as violas da terra dos Açores. Fui voltar às minhas origens. Aparece o piano também aqui a fazer um contorno às violas da terra. Mas também tenho os meus músicos de fado a tocar, portanto, misturei aqui os diversos ambientes que me trouxeram todo o universo musical em que eu vou andando. Agora, mais recentemente, lancei o "Gracias a la Vida", porque acabo de celebrar 50 anos de vida. E eu tinha este tema há muitos anos. Cantei há muitos anos, num jantar oficial oferecido à Presidente Bachelet, em Lisboa. Quis oferecer-lhe esse mimo e fiquei, desde essa altura com vontade de gravar isto. Já lá vão 18 anos por aí. Fiquei com vontade de gravar este tema, não sabia quando. E fui guardando. E depois, entretanto, fui fazer uma turnê na América Latina. Cantei o "Gracias a la Vida" e foi um sucesso nos espectáculos que o público me pedia para gravar. Ainda assim, fui adiando, adiando. Até que agora, estava chegar aos meus 50 anos, há uns meses atrás e pensei "Sim, vou gravar o "Graças a la vida"". E então fui buscar não só o piano como a guitarra portuguesa, o contrabaixo, a viola. Mas depois trago um elemento da América Latina para compor este ambiente de uma canção que é da grande Violeta Parra. Lancei-o no Dia Internacional da Mulher, como uma homenagem a uma mulher muito inspiradora como a Violeta Parra, com um espírito muito livre. E sim, acho que é o momento de dar graças à vida por existir. RFI: Falaste do regresso às raízes, aos Açores. Participas este ano em 'Ponta Delgada, capital portuguesa da Cultura 2026'. Como é que é? Katia Guerreiro: É um grande desafio, mas uma enorme honra ter esta missão entre mãos. Há quem ache que eu sou embaixadora e que dou a cara pela capital portuguesa da Cultura. É um bocadinho mais do que isso. Sou mesmo programadora de todo o evento que decorre durante todo este ano de 2026, em Ponta Delgada, e que abraça todas as áreas da cultura ou pelo menos quase todas, porque a cultura é um conceito muito lato. Temos eventos na área das artes visuais, da arquitectura, da gastronomia, que é tão forte, tão importante, é uma identidade cultural muito forte nos Açores. A religiosidade também é uma das áreas que nós abraçamos. A antropologia e a etnografia porque, efectivamente há um lado de tradições muito importante. Mas depois a música, a dança, o teatro, as artes inclusivas. E temos ainda um programa muito importante na área do serviço educativo, que é de oferecer projectos culturais às crianças, às novas gerações, mas não só desde a primeira infância até aos mais velhos. Passamos pela universidade, temos projectos culturais em protocolo com a Universidade dos Açores e também para os seniores, e estamos a desenvolver projectos muito importantes que vão ficar para o futuro, porque é mais isso que me importa. No fundo, quando eu recebo este convite, eu não consegui voltar-lhe as costas, mesmo isso implicando eu reduzir alguma actividade artística minha. Porque é a minha terra. Tenho um grande amor pela minha terra e senti que era o momento de eu retribuir à minha terra tudo aquilo que ela me deu e me dá enquanto construção da minha identidade individual. É aquilo que eu me propus fazer. Foi levar toda a minha experiência, toda a minha visão do que eu tenho recebido pelo mundo fora, daquilo que a cultura pode oferecer e pode contribuir para um melhor desenvolvimento humano. E sim, eu acredito que a educação e a cultura são dois dos pilares fundamentais para o desenvolvimento humano. E neste momento, acho que acho que todos nós temos consciência da crise que existe, com uma certa aculturação das novas gerações que acabam por conduzir a seres humanos com menos sentido crítico, menos pensamento próprio, menos capacidade de decisão. Com a minha equipa -tenho uma equipa maravilhosa que constituí- tenho desenvolvido um trabalho que procura precisamente ir à raiz do problema, tentando deixar sementes para que as crianças, os jovens, tenham uma perspectiva de futuro diferente. Não nos esqueçamos que estamos a falar de um território ultraperiférico, muito isolado no meio do Atlântico, que tem menos acessibilidade a tudo aquilo que acontece no continente. E aquilo que nós nos propomos fazer é não só valorizar e projectar aquilo que se produz culturalmente no território que é muito rico, mas também promover no território projectos que dificilmente conseguem chegar, porque os custos para conseguir chegar, fazer levar projectos de grande envergadura ao território são muito, muito elevados. São quatro vezes superiores a fazer qualquer coisa no território continental. São as viagens, são os alojamentos, são as refeições. Tudo isto custa quatro vezes mais. E, portanto, este é o ano em que nós temos de aproveitar para oferecer à comunidade nos Açores uma programação diferenciadora e estamos muito orgulhosos pelo trabalho que estamos a desenvolver. O público está a aderir. Estão a querer acompanhar toda a nossa programação e mais do que isso, é chegar ao fim e dizerem "a vossa programação está a ser de excelência. Obrigada por isto". E portanto, ficamos mesmo muito felizes. O convite é: visitem Ponta Delgada, porque há muita oferta cultural a par da maravilha que é aquele lugar mágico em natureza e natureza humana também. RFI: Isto é o começo de um novo percurso. Katia Guerreiro: Não sei, não me parece. Eu acho que esta é uma experiência muito rica, muito enriquecedora. E acontece precisamente por eu querer, no fundo, contribuir para a minha terra, poder com tudo aquilo que eu tenho vivido, aprendido e crescido, poder contribuir, oferecer, devolver à minha terra um pouco daquilo que eu tenho ganho na vida. Não me parece que esse seja o percurso que eu vá seguir. Eu gosto muito do palco. Eu gosto muito de cantar e estar hoje aqui a cantar na ópera de Massy é de facto muito libertador, porque hoje tenho a possibilidade de libertar-me da responsabilidade de todo este trabalho, que é um trabalho minucioso, quase um trabalho de filigrana, que envolve muitas questões, nomeadamente contratação pública, temas com os quais eu nunca achei que ia ter de lidar na minha vida. Mas pronto, também estou a crescer com isto. Estou a aprender muita coisa, está a ser muito bonito. E mais do que tudo, é cruzar-me com pessoas maravilhosas. Tenho tido contacto com projectos culturais absolutamente incríveis. Acho que estou a crescer muito. Estou a ficar mais crescida ainda. RFI: Apesar de não haver planos. Há um plano relativamente, por exemplo, a essas gravações que vais fazendo. Há algo novo, que está a crescer, que está a nascer? Katia Guerreiro: Eu acho que sim. Este ano em que eu estou a seguir o não ter planos acaba por me ir ajudando a construir alguma coisa que é um caminho um bocadinho errático ou desconhecido. Agora apetece-me fazer isto. É o que eu vou fazer. Eu acabo de gravar o "Graças a la Vida" e cruzo-me com um fado tradicional que eu nunca tinha ouvido, porque são centenas de melodias tradicionais e já estou com vontade de explorá-lo e de encontrar palavras para ele e quiçá possa vir a ser o próximo tema que eu vou gravar. Mas é isto que eu estou a fazer e se calhar chego ao fim e gravo mais algumas coisas e posso lançar um álbum que é o resultado de tudo isto. Vamos ver se é coerente, se faz sentido. Mas eu acho que eu, estando neste momento com esta missão, quero dar asas de facto à minha criatividade, porque preciso muito dela para me alimentar e para ser feliz. Mas eu creio que também estou aos poucos a criar dentro de mim um plano para que depois eu volte à minha actividade regular artística. Eu não quero sair dos palcos, eu não quero desaparecer. Quero mesmo muito que as pessoas confiem que eu estou a fazer este caminho com um propósito. Ele está-se a definir. RFI: Quais são os próximos encontros no palco nestas próximas semanas, nestes próximos meses? Katia Guerreiro: Bom, agora estou aqui e estou muito feliz com o espectáculo que vou apresentar, mas tenho agora o que está previsto. Vou fazer uma turnê nas ilhas dos Açores. Não tem nada a ver com a programação da 'capital portuguesa da Cultura'. Foi um convite que me foi feito e vou cantar em sete ilhas dos Açores, o que é lindo, porque vou fazê-lo na minha terra. Aliás, vou cantar em ilhas onde nunca cantei e essa é uma turnê que me vai obrigar a estar de férias da capital, mais ou menos de férias porque nunca consigo estar de férias totalmente. Mas vou fazer essa turnê. Tenho várias coisas planeadas. Tenho também um concerto no Porto que me tem dado algum trabalho também, porque é algo complexo, mas depois disso tenho concertos pelo país. Vou a Roma também, vou voltar à Roma e vou seguindo!

Inteligência para a sua vida
#1475: 7 SINTOMAS DO COMODISMO ESPIRITUAL (Parte Final) : O Antídoto

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 13:35


Neste vídeo, você vai entender quais são os últimos sintomas do comodismo espiritual e por que eles são tão perigosos para a sua fé.O sexto sintoma é começar a fazer concessões às próprias vontades. A batalha entre carne e espírito é constante, mas após uma vitória muitos relaxam. A alma pede uma pausa, sugere que “não tem problema”, e é justamente nesse momento que o risco começa.Quando essas pequenas concessões se tornam frequentes, surge o sétimo sintoma: abandonar os sacrifícios que a fé exige. Negar a própria vontade, tomar a cruz, dar a outra face, tudo isso começa a parecer pesado demais. E assim, a fé sem renúncia acaba esfriando.Este é o último capítulo da série, assista até o fim e descubra o antídoto para sair do comodismo espiritual.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.

Caça ao Voto
Grão a grão, António José Seguro conquista eleitores

Caça ao Voto

Play Episode Listen Later Jan 13, 2026 23:42


António José Seguro soma apoios com uma campanha à antiga e sem invenções. Do outro lado, Cotrim entra numa deriva de campanha suja e Marques Mendes numa montanha-russa emocional. See omnystudio.com/listener for privacy information.

MateCast
JOÃO ANTÔNIO (DISCOCUECAS) | MATECAST #190

MateCast

Play Episode Listen Later Jan 2, 2026 79:13


Neste episódio do MateCast Guri de Uruguaiana bate um papo com João Antônio, ex-integrante da banda Disco Cuecas e conhecido como Careca da Tevah.

Lições da Bíblia
O verdadeiro Josué, o antítipo

Lições da Bíblia

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025


O post O verdadeiro Josué, o antítipo apareceu primeiro em Rede Novo Tempo de Comunicação.

Adventistas Jardim dos Ipês

Verso para memorizar“Estas coisas aconteceram com eles para servir de exemplo e foram escritas como publicidade a nós, para quem o fim dos tempos tem verificado” (⁠⁠⁠⁠1Co 10:11⁠⁠⁠⁠).

O Bom, o Mau e o Vilão
"Querida, o PCP encolheu o António Filipe"

O Bom, o Mau e o Vilão

Play Episode Listen Later Nov 19, 2025 9:14


Marques Mendes (que venceu o debate), António Filipe (que perdeu o debate) e Marcelo Rebelo de Sousa (que faz de conta que não vê os problemas) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Verbo Sede
Ansiedade nunca mais: o antídoto bíblico contra a preocupação - Val Arruda

Verbo Sede

Play Episode Listen Later Oct 31, 2025 45:51


Ansiedade nunca mais: o antídoto bíblico contra a preocupação - Val Arruda by Verbo da Vida Sede

Vida em França
Paris recebeu Maria Luiza Jobim, filha de mito brasileiro da música Tom Jobim

Vida em França

Play Episode Listen Later Oct 21, 2025 10:51


Paris foi uma das etapas da digressão europeia da brasileira Maria Luiza Jobim. A filha de António Carlos Jobim, o célebre autor de "Garota de Ipanema" esteve em concerto no domingo na capital francesa, na sala "New Morning". Com dois álbuns na manga, uma série de eps e singles, e outro trabalho discográfico em preparação, ala acaba de lançar o single "Go, go, go". A artista preparou também uma versão de "La Javanaise" de Serge Gainsbourg que vai interpretar no seu futuro álbum, na companhia do marido, o também músico português António Zambujo, como ela começa por nos contar.  Maria Luiza Jobim, filha de António Carlos Jobim, o celebrérrimo autor de "Garota de Ipanema", conhecido como Tom Jobim, já tem no activo dois álbuns (Casa Branca em 2019 e Azul em 2023), vários singles e EPs. Com novo álbum em preparação e um single "Go, go, go" que acaba de sair, a artista fez uma digressão por Portugal, Espanha, França e Inglaterra, acompanhada do seu novo marido, o também músico português, António Zambujo, que ela convidou ao palco para juntos interpretarem algumas músicas. Em conversa com a RFI em Paris a 19 de Outubro, após o seu concerto na sala "New Morning" ela admitiu que esta digressão indicia trabalhos conjuntos futuros entre os dois esposos, um registo em família. Sendo que 'La Javanaise", música do francês Serge Gainsbourg, cantada por Maria Luiza Jobim e António Zambujo, constará do futuro trabalho discográfico da artista brasileira. O concerto parisiense na sala New Morning valeu a 19 de Outubro muitos aplausos a Maria Luiza Jobim, aos seus três músicos, e a António Zambujo. O jovem casal interpretou músicas de cada um dentre eles e, também, em francês, a sua versão de "La Javanaise" de Serge Gainsbourg. Maria Luiza Jobim canta tanto em português como em inglês, língua em que ela foi alfabetizada, comentando inclusive a sua vivência em Nova Iorque e os seus táxis amarelos e arranha céus. Uma artista que pega também, para as suas letras, nos pequenos prazeres da vida como os jogos de vídeo da Nintendo ou acompanhar a Netflix, nos cheiros de cozinha com "sopa de letrinhas". Ela descarta que a sombra do peso do nome do seu pai seja algo de opressor e, por ora, divide a sua vida entre o Rio de Janeiro, no Brasil, e Lisboa, em Portugal. Maria Luiza Jobim Nós temos planos de gravar no meu disco. O Antônio vai participar cantando "La Javanaise", do Serge Gainsbourg. E é isso. Eu venho de uma família muito musical. Então, é uma como se fosse uma continuação disso. Então, é muito familiar para mim, é natural e gostoso. Vi aqui uma música não composta por si, Portugal, que fala precisamente dessa relação entre vocês dois e Portugal no meio. Portugal agora é o seu porto de abrigo ? Portugal, eu acho que para todo brasileiro tem um senso de muita familiaridade... em Portugal a coisa da língua. E agora eu tou-me dividindo entre Lisboa e Rio. Então, sim. E como é que uma casa. Como é que tem sido essa turnê, então? Passando da Península Ibérica, à França, depois Inglaterra... Essa série de concertos, você convidando o António para cantar consigo ? Tem sido maravilhoso para mim. É a primeira vez que eu estou fazendo. Eu já tinha feito duas turnês anteriores em 2023, depois de 2024. Esse é o terceiro ano que eu venho, mas é a primeira vez que eu toco em Madrid. É a primeira vez que eu toco em Paris. É a primeira vez que eu toco em Londres, então tem muita novidade ! Está sendo muito pessoal também. Emocionante, claro, ter a presença do Antônio comigo. Há muito do "Azul" da "Casa Branca" também, dos vários EPs e singles que surgiram, inclusive o novíssimo. Go Go Go. Você recusa escolher? Continua cantando em inglês, português, tem electrónica, tem bossa nova. Como é que é a música da Maria Luiza Jobim? Hahaha Esse eu acho que esse é mais o seu trabalho do que o meu. Definir a minha música eu realmente não saberia dizer, mas eu acho que para mim é muito natural transitar entre essas duas línguas. Eu vivi muito tempo fora, né? Então eu estudei em escola americana, falo inglês desde muito nova. Então, para mim... O 22.º andar, aquele táxi amarelo... É, pois é, aquilo tudo faz parte da minha história. Então é uma escolha artística. Não é de nenhuma forma uma escolha, nem uma estratégia. É sempre uma escolha. No lugar do afecto mesmo da expressão e da busca da verdade nas coisas que eu escrevo, na poesia e às vezes está em inglês, ora está em português. Você comentou que também aprendeu francês e que tinha uma ligação particular com a França e com Paris. Que fascínio é que tem? O que é que vem buscar aqui? Eu sou completamente apaixonada por essa cidade. Acho que como o mundo inteiro é e eu nunca consegui estudar muito francês assim, eu tenho. Eu amo línguas e eu sou uma curiosa. Mas eu não posso dizer que eu estudei realmente francês. Mas consumo muito à cultura francesa. É por isso, inclusive, que eu escolhi gravar, regravar a música do Serge Gainsbourg, que era uma música que eu, porque na versão dele ele tem essa voz muito. Francesa assim é áspera, né, De rouca bem masculina e eu achei que achava que ficaria bonito fazer um dueto com uma voz feminina com uma coisa mais delicada assim. E então, eu adoro essa música. O mais difícil para si é o nome da sua família e o nome do seu pai. Poder fazer uma trajectória pessoal sem que remetam logo para "A Garota de Ipanema" e para Antonio Carlos Jobim. Olha essa pergunta, assim eu... Eu vi que na sua playlist constam várias músicas do seu pai. Claro, né? Sim, eu passei muito tempo sem tocar as músicas do meu pai. E assim, no começo da minha carreira, justamente para eu conseguir me encontrar a minha identidade, minha verdade artisticamente. Mas eu acho que eu venho conseguindo com o tempo. Assim, eu me sinto cada vez mais à vontade nas minhas composições e nos trabalhos que eu faço. É tanto que hoje em dia eu não tenho nenhuma questão em tocar, tocar a obra dele. Sabe que eu sinto que também tem muito de mim ali, da minha história. Então para mim é muito e muito natural. Faz parte, né? São as músicas que eu cresci ouvindo e ouvindo dentro de casa, sabe? E tem uma relação de afecto muito profunda. Então é isso. Se eu toco o dia a dia porque "Dindi" faz um sentido, tem um sentido de muito afecto para mim, sabe? Mas é isso. Eu vou tocar do meu jeito. E eu acho que eu acho que a coisa do sobrenome. Claro que ela abre muitas portas e é maravilhoso. E minha mãe uma vez falou que é a sombra de uma árvore frondosa, sabe? Eu acho que é bonita essa imagem, porque você vive numa sombra, mas é uma sombra linda, sabe assim. Não é uma sombra opressora. É uma sombra que inspira.

Inteligência para a sua vida
#1415: ESPERANÇA: O ANTÍDOTO PARA A ANSIEDADE

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later Oct 17, 2025 11:44


Você se sente ansioso ou sem ânimo para continuar? Aqui está o antídoto que você precisa.Descubra como renovar suas esperanças e recuperar a paz interior que você tanto busca.

The KIAI Marketing Secrets's Podcast
706 - Foco: O Antídoto para Demasiadas Ideias

The KIAI Marketing Secrets's Podcast

Play Episode Listen Later Oct 6, 2025 6:45


Muitos empreendedores perdem-se em ideias e projetos, dispersam-se… e acabam por desviar o foco do que realmente faz o negócio crescer.  Neste episódio, o Ricardo partilha uma história real que mostra como o “défice de atenção” pode travar o progresso e explica porque saber escolher e ouvir é essencial para avançar com clareza e estratégia. Foco. Estratégia. Ação.  Ouve já!  KIAI 

JORNAL DA RECORD
25/09/2025 | 4ª Edição: Antônio Camilo Antunes, o 'Careca do INSS', nega desvios em sessão tumultuada na CPI mista

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Sep 26, 2025 20:30


Confira nesta edição do JR 24 Horas: STF determina desbloqueio de contas da deputada Carla Zambelli nas redes sociais. Deputado Marcelo Crivella afirma que votação sobre anistia será voto a voto no plenário da Câmara. Concessão do Aeroporto do Galeão (RJ) é redefinida em novo acordo aprovado pelo TCU. Ministro do Turismo pode deixar o governo após ultimato de partido. E ainda: Estudo aponta que recursos do Instagram não impedem acesso de adolescentes a conteúdos impróprios.

Momento Agrícola
2025.08.30-3 Logística é Pensar Grande! com Antônio Gorski.mp3

Momento Agrícola

Play Episode Listen Later Aug 29, 2025 12:05


O Antônio Carlos Gorski, investidor em logística de hidrovias no Arco Norte, analisa as oportunidades de uma logística melhor e mais eficiente, se pensarmos grande.

Bom Sai
T2 | Ep.49 - Criei o antídoto para o tédio quando era criança

Bom Sai

Play Episode Listen Later Aug 7, 2025 18:27


Filha única, verão, tempo a mais e farta de brincadeiras comuns: na minha cabeça surgiram mil coisas - e hoje partilho convosco, para se inspirarem ou simplesmente rirem. -- PICNIC COMUNIDADE VEGETAL: 31 de agosto Envia email para info@anaruasmelonutricionista.pt para saberes mais https://anaruasmelonutricionista.pt/ www.instagram.com/anaruasmelo.nutricionista/ www.facebook.com/anaruasmelo.nutricionista/ Contacto: info@anaruasmelonutricionista.pt

Uma Semente
EP626 - O ANTÍDOTO CELESTIAL

Uma Semente

Play Episode Listen Later Jul 30, 2025 3:36


“4 Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis. E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela.”( Gn.3:4;6) Ele caminhava em um jardim perfeito: Adão, o filho desejado pelo Pai. Tudo havia sido planejado e arquitetado minuciosamente no Éden para recebê-lo. Todas as fontes, cada árvore desejosa à vista, cada fruto que nascia, cada montanha, cada estrela e tudo que havia em volta do homem e da mulher inspirava e manifestava o amor de um Deus que os queriam bem. Mas o que é perfeito só permanece assim se o enxergarmos com o óculos da gratidão. E o ponto de gratidão entre o Pai e o homem era “do fruto da árvore do bem e do mal, não comerás, disse o Senhor.“ Quando a mulher olha para o fruto e se sente impedida de prová-lo, as insatisfações fizeram os questionamentos surgirem. Nossos ouvidos têm o formato de um útero porque aquilo que ouvimos tem o poder de gerar vida ou morte dentro de nós. Um ponto de gratidão se tornou ponto de insatisfação. E a serpente fez de um jardim tão perfeito um ambiente comum, sem valor . O que tornamos comum desprezamos, e o que não valorizamos, negociamos. O jardim e a presença foram trocados por um fruto, e um segundo de ingratidão foi suficiente para negociar o tudo pelo nada. Eva desejou e o que você deseja, te domina. O que você ambiciona, te movimenta. O homem e a mulher, seduzidos por algo tão pequeno, foram levados a desprezar um investimento de amor. Assim como Esaú trocou sua primogenitura dizendo “ que me serve a primogenitura se vou morrer de fome”, da mesma forma, o homem olha para o jardim e conclui: para que me serve esse jardim se não posso ser igual a Deus?” Se não posso fazer o que eu desejo e comer daquilo que eu quero. Uma lei de Deus nunca será para te punir, mas será para te proteger. A lei não aprisiona, ela resguarda. Não proíbe, mas ama. O problema é aquilo que eu gero dentro de mim pelas vozes que me levam a questionar a bondade de Deus por não me dar aquilo que eu quero ou desejo. Se o jardim não for suficiente, um pequeno fruto será capaz de te expulsar de um ambiente de glória e favor. Quem é grato não morre por veneno de serpentes, mas ele carrega dentro de si o antídoto celestial que o protege.

Metadoxos
EP77 - A biomimética pode ser o antídoto para o colapso planetário, com Fred Gelli e Alessandra Araújo

Metadoxos

Play Episode Listen Later Jul 18, 2025 61:15


Nós temos escutado com frequência no Metadoxos: a natureza tem as respostas. E a biomimética nos mostra que, para quase todo desafio, a natureza já encontrou um caminho. Mas acessar essa sabedoria exige algo de nós: aprender a escutar, traduzir, decifrar. Aquecer nosso olhar para o que está vivo.No episódio de hoje, recebo Alessandra Araújo e Fred Gelli, dois amigos  especialistas e apaixonados pela inteligência da vida e pela biomimética, essa ciência que se inspira nos princípios da vida para criar soluções regenerativas. Mais do que formas, a natureza é linguagem, estratégia e ponte. Quando aprendemos a decifrá-la, ela nos inspira a imaginar  projetos e organizações mais conscientes, conectadas e adaptativas.Na nossa conversa, discutimos as interligações entre tecnologia natural e artificial, e como podemos utilizá-las para atuar nas fissuras que acontecem nas bordas, quando o caos se instaura. É nas fissuras que a vida insiste em (re)nascer!Host:Marcelo CardosoProdução:Gabriela Szulcsewski@travs.estudio

Tira Bilhete
#248 - Natural Born Killers (1994)

Tira Bilhete

Play Episode Listen Later Jun 2, 2025 44:03


Para não ajudar em nada a colorir o cinzento estado em que o mundo está, continuamos DON'T YOU KNOW THAT I'M TOXIC, ciclo sobre relações esquisitas. O António traz um marco da década de 90, e decide gravar a sua participação numa esplanada em Cabanas de Tavira (as nossas desculpas aos ouvintes e um abraço ao senhor que não se cala lá atrás). Com um guião de Tarantino que sofre de apropriação cultural por parte do Oliver Stone, este é um filme estéticamente all over the place, que fala sobre a estranha relação entre a televisão norte-americanos, os assassinos em série que mitifica, e a sociedade que absorve tudo isto. Resta saber se a sátira saiu pela culatra e não foi mais um filme a fazer com que uns quantos maluquinhos fossem comprar armas várias para praticar o mal.

Bitalk
#230: Casas montadas como legos? O futuro da habitação já começou! c/ António Carlos Rodrigues

Bitalk

Play Episode Listen Later May 6, 2025 78:20


Neste Bitalk vais descobrir porque é que montar casas como legos pode ser a maior revolução na habitação com António Carlos Rodrigues, CEO do Grupo Casais.A mão de obra de qualidade está a fugir?

DoTheMATH
#153 O método científico é o antídoto para o método político nas empresas | Sergio Gaiotto (Claro)

DoTheMATH

Play Episode Listen Later Apr 2, 2025 46:29


O método científico é uma ferramenta poderosa para trazer objetividade às decisões corporativas, frequentemente influenciadas por hierarquia e opiniões individuais. Aplicá-lo permite transformar conhecimentos tácitos em processos replicáveis e escaláveis, reduzindo a dependência de habilidades específicas. Além disso, o equilíbrio entre dados e experiência humana gera decisões mais eficazes. Equipes multidisciplinares são fundamentais para estruturar essa abordagem. O resultado é uma gestão mais eficiente e orientada por evidências.Participantes:Sergio Gaiotto, Chief Data & Artificial Intelligence Officer (CDAIO), Claro.Host(s):Marcel Ghiraldini, CGO, MATH.Fabiana Amaral, Diretora Executiva de CX e Marketing, MATH.

DoTheMATH
#153 O método científico é o antídoto para o método político nas empresas | Sergio Gaiotto (Claro)

DoTheMATH

Play Episode Listen Later Apr 2, 2025 46:29


O método científico é uma ferramenta poderosa para trazer objetividade às decisões corporativas, frequentemente influenciadas por hierarquia e opiniões individuais. Aplicá-lo permite transformar conhecimentos tácitos em processos replicáveis e escaláveis, reduzindo a dependência de habilidades específicas. Além disso, o equilíbrio entre dados e experiência humana gera decisões mais eficazes. Equipes multidisciplinares são fundamentais para estruturar essa abordagem. O resultado é uma gestão mais eficiente e orientada por evidências.Participantes:Sergio Gaiotto, Chief Data & Artificial Intelligence Officer (CDAIO), Claro.Host(s):Marcel Ghiraldini, CGO, MATH.Fabiana Amaral, Diretora Executiva de CX e Marketing, MATH.

Vamos Falar de FUm
VFF1 WRC: The King In The North

Vamos Falar de FUm

Play Episode Listen Later Feb 19, 2025 76:52


Elfyn Evans venceu o Rally da Suécia após uma brilhante luta com Takamoto Katsuta e já começa a fugir dos rivais na luta pelo título! Foi uma das melhores provas do WRC dos últimos anos e gerou vários pontos de interesse para este episódio. O António Azevedo também nos esteve a explicar como irá ser o Portugal Rally Series que irá estrear em Baltar este fim de semana! Com a participação do António Azevedo, Ricardo Jorge Sousa e Vasco Moura. Onde falamos apaixonadamente de rally! Link Fantasy WRC: https://wrcfan.com/leagues/YThjtvagsp01WAHumwkF Grupo de Whatsapp  VFF1 Rallies: https://chat.whatsapp.com/HfgD2S6yskKIug2MinMfWW Podcast: https://linktr.ee/VFF1 Patreon: https://www.patreon.com/vff1 Twitter: https://x.com/VamosFalardeFum Instagram: https://www.instagram.com/vamosfalardefum/ Substack Vamos Escrever de FUm: https://vff1.substack.com/ Canal de WhatsApp: https://www.whatsapp.com/channel/0029VaDuq7KId7nTEUhbWq3R

Comunidade da Graça Itaquera (CG Itaquera)
O Antídoto Contra o Individualismo - Leandro Menezes

Comunidade da Graça Itaquera (CG Itaquera)

Play Episode Listen Later Feb 19, 2025 35:53


Mensagem ministrada no domingo (16/02 às 10h e às 18h) na CG Itaquera por Leandro Menezes (pr. líder da CG Itaquera)Para conhecer um pouco mais sobre nós acesse o link abaixo:

Tira Bilhete
#240 - Brief Encounter (1945)

Tira Bilhete

Play Episode Listen Later Feb 10, 2025 46:57


É SÓ UM AMIGO inicia-se neste episódio, ciclo sobre relações extra-conjugais (nome ainda em stand-by, outra hipótese é ENTÃO, EU JÁ TE TINHA FALADO NELE/A). O António escolheu o tema e abriu o jogo com um clássico que figura em muitas listas dos melhores filmes britânicos, uma obra do tio Lean que ao contrário dos seus épicos tem uma duração própria para late millenials com curta capacidade de atenção. Um snackbar ferroviário, umas quantas quintas-feiras loucas, e sublimes realização e representações, nesta adaptação de uma peça tetral do Sir Noel Coward.

Tira Bilhete
#238 - Mean Girls (2004)

Tira Bilhete

Play Episode Listen Later Jan 27, 2025 48:24


Tomámos a decisão sem precedentes de mudar o título do ciclo para PODEROSA CHEFINHA, porque faz muito mais sentido para este filme e porque os nossos dois ouvintes não se devem importar. O António trouxe Mean Girls para falar mal do realizador e abordar a subida pantanosa a uma posição de poder do ponto de vista do liceu estadunidense. Uma comédia escrita pela tia Tina (Fey) e com produção e elenco embebidos em Saturday Night Live, que foi um fenómeno cultural, despontando inúmeras referências noutras obras e o seu próprio franchise. Ah, e chegamos à conclusão que vamos ver high school movies até termos demasiada idade para tal.

Perguntar Não Ofende
No Zambujal, com Tibunga: de regresso à cidade invisível

Perguntar Não Ofende

Play Episode Listen Later Nov 15, 2024 90:00


Veja aqui a reportagem fotográfica No dia do funeral de Odair Moniz, uma jornalista de uma televisão fez um direto, do bairro do Zambujal, dizendo que a paz quotidiana tinha regressado. No entanto, para que os telespetadores reconhecessem de onde falava, escolheu, como cenário, uma paragem de autocarro destruída. Se as palavras eram sobre um bairro que levava um dos seus a enterrar, a imagem era sobre os tumultos. Foi assim durante 15 dias: nós, os da cidade da lei, a olhar assustados, irados ou compreensivos, para eles, os da cidade invisível, para roubar uma expressão de um programa de rádio de António Brito Guterres. A polémica que veio depois, com um autarca socialista a defender regras inconstitucionais para os bairros sociais, resume ainda melhor o sentimento: a maioria da população acredita que a lei não serve para a vida destas pessoas. Que elas não as cumprem, que o Estado não tem de as cumprir. Que têm de ser mantidos na ordem, nada mais. Alguns discursos mais cuidadosos ou até bem-intencionados preferiram distinguir, no Bairro do Zambujal e em todos onde houve tumultos resultantes de mais uma morte às mãos da polícia, uma minoria criminosa de uma maioria ordeira e trabalhadora. A realidade é capaz de ser mais complicada quando se cresce com falta de quase tudo. Não que a escola e a casa não existam. Falta o que permite romper com o ciclo de exclusão que este território determina. A exclusão ficou evidente no próprio debate, feito sobre o bairro, mas exclusivamente fora do bairro. Apesar de haver associação de moradores e outras organizações de autorrepresentação, as pessoas que vivem nestes bairros são excluídas do debate público. Elas são o problema, não agentes das suas vidas. Nas palavras de Ventura, a “bandidagem”, nas dos seus opositores, as “vítimas”. Mas nunca sujeitos da sua própria vontade. Não serve isto para desmerecer quem fala, porque deve falar, da exclusão dos outros. Apenas para sublinhar como a invisibilidade faz parte das regras do jogo. Os moradores dos bairros sociais são vistos ou como um problema de segurança, ou como um problema social, nunca como um problema democrático, na medida em que têm sido excluídos do direito à cidade e à palavra. Com os meios que tenho, tentarei fazer o que acho faltar: dar alguma palavra ao Bairro do Zambujal. O modelo será semelhante ao que usei com o António Brito Guterres, na antiga Curraleira. O António estará, aliás, connosco nesta viagem a mais um bocado da cidade invisível. Mas o guia principal não será, desta vez, ele. Será Cláudio Gonçalves, que também usa o nome de Tibunga. Nasceu no Bairro da Cova da Moura, cresceu fora daqui e faz parte da Associação de Moradores do Zambujal. Tem 29 anos, é modelo internacional e as oportunidades que agarrou não resultaram das saídas que o bairro tinha para lhe oferecer. Nas duas próximas horas, estaremos no bairro. Não para filmar tumultos, mas para ouvir os cidadãos que aqui vivem. Bem-vindos ao Zambujal, de que só voltarão a ouvir falar nas televisões quando acontecer outra tragédia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ainda Bem que Faz Essa Pergunta
O PSD vai chamar o António ao parlamento?

Ainda Bem que Faz Essa Pergunta

Play Episode Listen Later Sep 13, 2024 6:42


É a nova arma dos partidos: chamar políticos ao parlamento. A audição de Maria Luís Albuquerque foi aprovada e o PSD ameaçou chamar António Costa. Só que depois da ameaça, faltou coragem.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Quem Ama Não Esquece
ELA NÃO QUIS LUTAR SÓ PORQUE EU SOU POBRE - QUEM AMA NÃO ESQUECE 04/06/24

Quem Ama Não Esquece

Play Episode Listen Later Jun 25, 2024 21:16


Resumo da história: O Antônio conheceu a Paula em um parque, quando ela estava visivelmente abalada após um término. Eles se aproximaram rapidamente e logo começaram a namorar. Enquanto a família dele a acolheu de braços abertos, os pais da Paula não gostaram do Antônio pela sua origem humilde. Criou-se um obstáculo entre as famílias e isso fez com que a Paula mantivesse o namoro escondido por 2 anos. Só que tudo foi decoberto e o Antônio sofreu preconceito por não ter condições de proporcionar a vida que Paula merecia. A separação aconteceu, mas a Paula nem quis lutar pelo relacionamento e deixou o Antônio devastado. Ele seguiu em frente, trabalhou incansavelmente, estudou e conseguiu alcançar uma vida confortável, mas até hoje ele não conseguiu superar o trauma e a tristeza de perder a Paula.

CUBINHO
CUBINHO #114 - CRIADORES DE CONTEÚDO - O António não é o Vilhena, episódio perdido, bullying com AI

CUBINHO

Play Episode Listen Later May 21, 2024 40:46


PATREON: https://www.patreon.com/CUBINHO FREAKSHOW LABS: https://ticketline.sapo.pt/pesquisa?query=FREAKSHOW&district=&venue=&category=&from=&to= CUBINHO, o podcast do colectivo CUBO. António Azevedo Coutinho, Ricardo Maria e Vítor Sá arrancam com a segunda parte deste projecto a três frentes. CUBINHO, um podcast em que se garante boa disposição e alguém a embirrar com o Ricardo. António Azevedo Coutinho https://www.instagram.com/antonioacoutinho/ https://twitter.com/antonioacoutinh Ricardo Maria https://www.instagram.com/ricardotaomaria/ https://twitter.com/ricardotaomaria Vítor Sá https://www.instagram.com/savitorsa/ https://twitter.com/savitorsa

Dicas do Salgueiro Podcast
93 - Muito mais do que Proteína! (Nutrição Desportiva para TODOS)

Dicas do Salgueiro Podcast

Play Episode Listen Later Apr 24, 2024 111:34


O António Pedro Mendes é o Nutricionista do Sporting Clube de Portugal. Veio ajudar-nos a alimentar melhor para performance e longevidade, com umas histórias dos jogadores pelo meio! --- Instagram do convidado - antoniopedromendes Câmera - Luís Piçarra Edição - Pedro de Andrade Apresentação - Bruno Salgueiro --- GOSTAS DO PODCAST? Podes contribuir com apenas 2,5 euros mensais e ter acesso em ante-estreia em: www.patreon.com/Salgueiro --- TREINA COM O SALGUEIRO VIA ZOOM: Inscreve-te já em: Www.patreon.com/Salgueiro --- Ou então TREINA NO GYM COM A PROGRAMAÇÃO DO SALGUEIRO: https://marketplace.trainheroic.com/brand/dicas-do-salgueiro-plano-de-treino?attrib=544524-yt --- SUPLEMENTOS - Vai a Prozis.pt e usa os nossos códigos SALGUEIRO ou SALGUEIRAO para 10% de desconto + ofertas exclusivas! --- MATERIAL DE TREINO - Vai a Semperfit.pt e usa o cupão SALGUEIRO para 10% de desconto em toda a loja. --- 0:00 - intro 1:00 - podcast e morangos com açúcar 3:21 - apresentação do novo livro 5:26 - porquê o livro e o que esperar 8:55 - comunicação - agradar aos pares? 13:12 - doutoramento e decisões de carreira 16:42 - história da nutrição desportiva 20:17 - como interpretar e elaborar estudos 26:53 - experiência no SCP 33:42 - crenças dos jogadores 36:45 - charlatões 42:00 - objectivos dos jogadores 47:52 - proteina não é tudo 50:07 - quanta proteina é ideal? 51:56 - a proteina nos hidratos 57:36 - Frank Zane e aminoácidos 1:04:56 - Hidratação ideal 1:09:59 - apetite pós-treino 1:12:43 - há janela anabólica afinal? 1:15:48 - hidratos e timing 1:19:45 - desmame de hidratos 1:23:01 - calorias e ganho de massa muscular 1:25:14 - velocidade ideal de perda de peso 1:29:20 - jejum - benefícios/cuidados 1:35:06 - nitratos e vasodilatação 1:39:30 - alimentos 'processados' e 'saudáveis'

O Antagonista
Após derrotar Luciano Bivar em eleição, Antônio Rueda tem casa incendiada em PE

O Antagonista

Play Episode Listen Later Mar 12, 2024 9:20


A defesa do presidente do União Brasil, Antônio Rueda, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de um inquérito contra o deputado Luciano Bivar (União-PE).O caso acontece em meio ao cenário de disputas pelo comando da sigla e após duas casas de Rueda serem incendiadas no litoral de Pernambuco.Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo... e muito mais.  Link do canal:    https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344   Ser Antagonista é fiscalizar o poder. Aqui você encontra os bastidores do poder e análises exclusivas. Apoie o jornalismo independente assinando O Antagonista | Crusoé:    https://hubs.li/Q02b4j8C0   Não fique desatualizado, receba as principais notícias do dia em primeira mão se inscreva na nossa newsletter diária:   https://bit.ly/newsletter-oa   Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br 

Rádio Comercial - O Homem que Mordeu o Cão, Temporada 3
Esta, permitam-me, vai para o António Pedro Vasconcelos.

Rádio Comercial - O Homem que Mordeu o Cão, Temporada 3

Play Episode Listen Later Mar 7, 2024 11:23


Vacinas, corações partidos e uma homenagem ao realizador António Pedro Vasconcelos.

ant vacinas o ant pedro vasconcelos
45 Graus
#158 António Tavares - Além da Política: devíamos pensar mais a Administração Pública?

45 Graus

Play Episode Listen Later Feb 14, 2024 111:33


António Tavares é doutorado e investigador na área da Administração Pública e do Poder Local. Doutorou-se em Administração Pública na Florida State University (EUA) e é actualmente professor associado com agregação na Universidade do Minho. Colabora também em programas de formação executiva para a Administração Pública, nomeadamente os programas CADAP e FORGEP. A nossa conversa partiu do ensaio "Administração Pública Portuguesa" que publicou em 2019 através da Fundação Francisco Manuel dos Santos. -> Apoie este podcast e faça parte da comunidade de mecenas do 45 Graus em 45grauspodcast.com -> Veja aqui mais informações sobre os workshops de Pensamento Crítico. _______________ Índice: (6:05) INÍCIO - Porque se fala tanto de política e tão pouco de Administração Pública (AP)? «Politics: Who Gets What, When, How», de Harold Lasswell. (16:01) Qual deve ser a relação entre o poder político e a AP? Série «Sim Senhor Ministro». | Leis que mudaram a AP nos EUA e UK (Northcote Trevelyan Report; Pendleton Act) | O que justifica a protecção do emprego no Estado? | Porque é tão politizada a gestão intermédia na AP? Livro Patrícia Silva «Jobs for the Boys?» | O problema da legislação excessiva (e.g Decreto lei 82/2019 de 27 de junho; Great Hanoi Rat Massacre) | Nuno Ferreira da Cruz | O nosso modelo de relação Governo-AP é inspirado no britânico? | CRESAP | O absurdo que é a falta de um corpo técnico nos ministérios, tendo em vez disso boys do partido | A falta de analistas de políticas públicas em PT. (1:01:42) Meritocracia no Estado. | A avaliação de desempenho na AP está condenada a não funcionar? As quotas. O caso dos EUA. | A importância de ter funcionários independentes: exemplo do telefonema de Trump nas eleições de 2020 | O Aumento da burocracia no Estado: o resultado de um casamento perverso entre o direito e a gestão  (1:20:04) O problema da perda de capacidade da AP nos últimos anos. | Privatizações: boas ou más? A má experiência da Nova Zelândia vs o bom exemplo, em Portugal, das PPPs hospitalares | O problema de termos uma AP envelhecida. | Temos funcionários públicos a mais ou a menos? (1:41:36) O problema da falta de avaliação das políticas públicas em PT (1:45:51) Livro do convidado no prelo: «Municipal Amalgamation Reforms in Europe» _______________ Há já algum tempo que queria fazer um episódio sobre Administração Pública. Sobretudo desde o episódio 139, há precisamente um ano, no qual o convidado foi Bo Rothstein, um dos investigadores mundiais mais reputados sobre qualidade da governação.  Na altura, falámos sobre como, para um país ter uma boa governação, é necessário não apenas uma democracia de qualidade e bons políticos, mas também instituições públicas dotadas de técnicos competentes e imparciais. Ou seja, para termos boas políticas públicas é essencial termos também uma Administração Pública (no sentido mais amplo) capaz -- para, desde logo, ajudar os decisores políticos a desenhar as melhores políticas (porque quem lá está tem provavelmente muito mais conhecimento do que um ministro que, tipicamente, não dura sequer um mandato na pasta) e, segundo, uma AP que consiga implementar essas mesmas políticas de uma forma eficaz e imparcial (ou seja, para a população em geral e não apenas o eleitorado do partido do poder).  A verdade, no entanto, é que tendemos a desvalorizar esta condição necessária da boa governação. Falamos muito de política e políticas públicas -- as melhores medidas para atingir este ou aquele fim --, mas discutimos pouco a estrutura que terá de implementá-las; e o 45 Graus não era excepção nesta tendência -- até agora. Bem sei que a AP parece um tema pouco sexy (menos do que o que se passa nas empresas privadas, e muito menos do que a actualidade política, sempre sumarenta), mas acreditem que este episódio vai valer a pena.  Depois de alguma pesquisa por convidados para discutir este tema (inclusive com várias sugestões de ouvintes e amigos, a quem agradeço), acabei por decidir trazer alguém de fora da AP, que pudesse ter uma perspectiva simultaneamente ampla e distanciada. Definido este critério, o nome do convidado, António Tavares, era a escolha óbvia. O António é autor de vasta investigação nesta área e escreveu um ensaio chamado precisamente "Administração Pública Portuguesa", publicado em 2019 pela Fundação Francisco Manuel dos Santos. Esta foi, como vão ver, uma conversa muito esclarecedora e que nos faz pensar. E é, ao mesmo tempo, um episódio que desafia pré concepções ideológicas sobre a AP -- de ambos os lados.  Por um lado, discutimos as lacunas da AP em relação ao que se passa em muitas áreas do privado: desde disposições anacrónicas, como o facto de ser quase impossível ser despedido de um emprego público, à praga das jobs for the boys/girls e à dificuldade que persiste em implementar um sistema de avaliação de desempenho que funcione.  Mas falámos também sobre como é importante capacitamos a nossa AP, se queremos, lá está, políticas públicas melhores e mais eficazes. Um aspecto essencial que em Portugal tem faltado desde sempre é a capacidade para analisar a eficácia das políticas públicas. Mas há aspectos que se têm mesmo deteriorado nas últimas décadas, como a perda de prestígio da função pública, o envelhecimento do corpo de funcionários públicos e o gap crescente de competências para o sector privado em muitas áreas mais complexas. Estas tendências manifestam-se já de forma visível, seja na diminuição da motivação dos professores seja nos casos em que o Estado acaba a assinar contratos de concessão ou privatização em que sai prejudicado. (E as privatizações, já agora, são, precisamente, uma área em que, como vão ver, a opinião do convidado desafia dogmas ideológicos dos dois sentidos). Espero que gostem.  ______________ Obrigado aos mecenas do podcast: Francisco Hermenegildo, Ricardo Evangelista, Henrique Pais João Baltazar, Salvador Cunha, Abilio Silva, Tiago Leite, Carlos Martins, Galaró family, Corto Lemos, Miguel Marques, Nuno Costa, Nuno e Ana, João Ribeiro, Helder Miranda, Pedro Lima Ferreira, Cesar Carpinteiro, Luis Fernambuco, Fernando Nunes, Manuel Canelas, Tiago Gonçalves, Carlos Pires, João Domingues, Hélio Bragança da Silva, Sandra Ferreira , Paulo Encarnação , BFDC, António Mexia Santos, Luís Guido, Bruno Heleno Tomás Costa, João Saro, Daniel Correia, Rita Mateus, António Padilha, Tiago Queiroz, Carmen Camacho, João Nelas, Francisco Fonseca, Rafael Santos, Andreia Esteves, Ana Teresa Mota, ARUNE BHURALAL, Mário Lourenço, RB, Maria Pimentel, Luis, Geoffrey Marcelino, Alberto Alcalde, António Rocha Pinto, Ruben de Bragança, João Vieira dos Santos, David Teixeira Alves, Armindo Martins , Carlos Nobre, Bernardo Vidal Pimentel, António Oliveira, Paulo Barros, Nuno Brites, Lígia Violas, Tiago Sequeira, Zé da Radio, João Morais, André Gamito, Diogo Costa, Pedro Ribeiro, Bernardo Cortez Vasco Sá Pinto, David , Tiago Pires, Mafalda Pratas, Joana Margarida Alves Martins, Luis Marques, João Raimundo, Francisco Arantes, Mariana Barosa, Nuno Gonçalves, Pedro Rebelo, Miguel Palhas, Ricardo Duarte, Duarte , Tomás Félix, Vasco Lima, Francisco Vasconcelos, Telmo , José Oliveira Pratas, Jose Pedroso, João Diogo Silva, Joao Diogo, José Proença, João Crispim, João Pinho , Afonso Martins, Robertt Valente, João Barbosa, Renato Mendes, Maria Francisca Couto, Antonio Albuquerque, Ana Sousa Amorim, Francisco Santos, Lara Luís, Manuel Martins, Macaco Quitado, Paulo Ferreira, Diogo Rombo, Francisco Manuel Reis, Bruno Lamas, Daniel Almeida, Patrícia Esquível , Diogo Silva, Luis Gomes, Cesar Correia, Cristiano Tavares, Pedro Gaspar, Gil Batista Marinho, Maria Oliveira, João Pereira, Rui Vilao, João Ferreira, Wedge, José Losa, Hélder Moreira, André Abrantes, Henrique Vieira, João Farinha, Manuel Botelho da Silva, João Diamantino, Ana Rita Laureano, Pedro L, Nuno Malvar, Joel, Rui Antunes7, Tomás Saraiva, Cloé Leal de Magalhães, Joao Barbosa, paulo matos, Fábio Monteiro, Tiago Stock, Beatriz Bagulho, Pedro Bravo, Antonio Loureiro, Hugo Ramos, Inês Inocêncio, Telmo Gomes, Sérgio Nunes, Tiago Pedroso, Teresa Pimentel, Rita Noronha, miguel farracho, José Fangueiro, Zé, Margarida Correia-Neves, Bruno Pinto Vitorino, João Lopes, Joana Pereirinha, Gonçalo Baptista, Dario Rodrigues, tati lima, Pedro On The Road, Catarina Fonseca, JC Pacheco, Sofia Ferreira, Inês Ribeiro, Miguel Jacinto, Tiago Agostinho, Margarida Costa Almeida, Helena Pinheiro, Rui Martins, Fábio Videira Santos, Tomás Lucena, João Freitas, Ricardo Sousa, RJ, Francisco Seabra Guimarães, Carlos Branco, David Palhota, Carlos Castro, Alexandre Alves, Cláudia Gomes Batista, Ana Leal, Ricardo Trindade, Luís Machado, Andrzej Stuart-Thompson, Diego Goulart, Filipa Portela, Paulo Rafael, Paloma Nunes, Marta Mendonca, Teresa Painho, Duarte Cameirão, Rodrigo Silva, José Alberto Gomes, Joao Gama, Cristina Loureiro, Tiago Gama, Tiago Rodrigues, Miguel Duarte, Ana Cantanhede, Artur Castro Freire, Rui Passos Rocha, Pedro Costa Antunes, Sofia Almeida, Ricardo Andrade Guimarães, Daniel Pais, Miguel Bastos, Luís Santos _______________ Esta conversa foi editada por: Hugo Oliveira _______________ Bio: António Tavares é doutorado e investigador na área da Administração Pública e do Poder Local. É professor associado com agregação na Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, sendo membro do Centro de Investigação em Ciência Política. Doutorou-se em Administração Pública pela Reubin O'D. Askew School of Public Administration and Policy da Florida State University (EUA). Desde julho de 2015, ocupa igualmente o cargo de adjunct associate professor na Unidade Operacional de Governação Eletrónica da Universidade das Nações Unidas (UNU-EGOV). Ao longo da sua carreira, publicou mais de trinta artigos em periódicos científicos internacionais nas áreas de ciência política e administração pública, além de vários capítulos de livros e a coedição do livro "A Reforma do Poder Local em Portugal". Entre 2014 e 2019, foi coeditor da revista Urban Affairs Review, afiliada à secção de Urban Politics da American Political Science Association. É também autor do ensaio "Administração Pública Portuguesa" (2019) e colabora em programas de formação executiva para a Administração Pública, nomeadamente os programas CADAP e FORGEP.  

Footure Podcasts
CÓDIGO BR 144 | SÃO PAULO SUPERCAMPEÃO, ANTÓNIO OLIVEIRA NO CORINTHIANS E O INÍCIO DO CRUZEIRO

Footure Podcasts

Play Episode Listen Later Feb 9, 2024 63:08


Na edição 144 do Código BR, abordamos o São Paulo, que bateu o Palmeiras nos pênaltis e venceu a Supercopa do Brasil. O que podemos esperar das equipes de Carpini e Abel Ferreira em 2024? O Corinthians tem Antônio Oliveira engatilhado como novo treinador para a temporada e abordamos os padrões que podem ser observados no Timão com o português no comando. Além disso, falamos sobre o início do Cruzeiro de Larcamón em seus primeiros grandes testes. CONHEÇA O FOOTURE • Acesse o Site: https://footure.com.br/ • Footure Club: https://footure.com.br/footure-club/​​ • Loja Futeboleira: http://footure.com.br/loja • Cursos de Análise Tática: https://footure.com.br/footure-lab/​​​​ AS NOSSAS REDES SOCIAIS • Twitter: http://twitter.com/footurefc​​​​​​​​​ • Instagram: http://instagram.com/footurefc​​​​​​​​ • Facebook: http://facebook.com/footurefc​​​​​​​​ • LinkedIn: http://linkedin.com/company/footurefc

Agro Resenha Podcast
Gestão Rural #47 - Eco do passado

Agro Resenha Podcast

Play Episode Listen Later Jan 30, 2024 66:07


No Gestão Rural de hoje, recebemos o nosso velho amigo Antônio da Luz, que é CEO da Agromoney, economista-chefe do Sistema Farsul e host do Ecoagro Talks. O Antônio trouxe uma perspectiva para o ano de 2024 no campo. Como as condições climáticas devem afetar a safra deste ano e quais as principais atitudes que o produtor deve tomar para amenizar esse problema? O Antônio destacou a importância da solidariedade da sociedade com os produtores que perderam grande parte dos investimentos devido as alterações severas do clima nos últimos meses. Ele ainda valorizou a perseverança dos empresários do campo para enfrentar mais essa adversidade e alertou: é preciso enfrentar as adversidades na atividade agropecuária. INTERAJA COM O AGRO RESENHAInstagram: instagram.com/agroresenhaTwitter: x.com/agroresenhaFacebook: facebook.com/agroresenhaYouTube: youtube.com/agroresenhaCanal do Telegram: https://t.me/agroresenhaCanal do WhatsApp: https://bit.ly/arp-zap-01 E-MAILSe você tem alguma sugestão de pauta, reclamação ou dúvida envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br ACOMPANHE A REDE AGROCASTInstagram: instagram.com/redeagrocast/Facebook: facebook.com/redeagrocast/Twitter: x.com/redeagrocast FICHA TÉCNICAApresentação: Paulo OzakiProdução: Agro ResenhaConvidado: Antônio da LuzEdição: Senhor A - https://editorsenhor-a.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Rádio Comercial - Momentos da Manhã
Chama o António! A solução está no gelo

Rádio Comercial - Momentos da Manhã

Play Episode Listen Later May 26, 2023 5:31


O Pedro tem a app da Zara no telemóvel. O Pedro teve de contrariar a Vera. O Callum Scott queria bacalhau com batatas. Bife é médio bem ou médio mal? Os teus pais são chatos? O António ganhou 10 mil euros no Show me the money, maaaas.... E ainda a visita do querido Tiago Bettencourt

os solu chama gelo o pedro o ant bife tiago bettencourt
biblecast.net.br - A Fé vem pelo Ouvir
O antídoto contra a ganância

biblecast.net.br - A Fé vem pelo Ouvir

Play Episode Listen Later Feb 19, 2023 41:05


Por Pr. Eduardo Treumann.

o ant eduardo treumann
Portugueses no Mundo
António Ferreira: Cidade do Panamá, Panamá

Portugueses no Mundo

Play Episode Listen Later Sep 27, 2022 28:19


O António Ferreira começou a aventura de português no mundo em 2012. Depois de quase 10 anos no Dubai, mudou-se para o Panamá, onde está com a família. Apesar de não ser novidade, foi um recomeço.

Portugal em Direto
António Ferreira: Cidade do Panamá, Panamá

Portugal em Direto

Play Episode Listen Later Sep 27, 2022 28:19


O António Ferreira começou a aventura de português no mundo em 2012. Depois de quase 10 anos no Dubai, mudou-se para o Panamá, onde está com a família. Apesar de não ser novidade, foi um recomeço.

Pr. Neil Barreto
O antídoto radical: saúde emocional e espiritualidade contemplativa [Espiritualidade Emocionalmente Saudável #3]

Pr. Neil Barreto

Play Episode Listen Later Jul 31, 2022 57:13


Por Pr. Rodolfo Guzzo e Camila Guzzo. Mensagem 3 da série "Espiritualidade Emocionalmente Saudável". https://bbcst.net/R8246S3

radical mensagem saud espiritualidade emocionalmente o ant contemplativa espiritualidade emocionalmente saud rodolfo guzzo camila guzzo
biblecast.net.br - A Fé vem pelo Ouvir
O antídoto radical: saúde emocional e espiritualidade contemplativa [Espiritualidade Emocionalmente Saudável #3]

biblecast.net.br - A Fé vem pelo Ouvir

Play Episode Listen Later Jul 31, 2022 57:13


Por Pr. Rodolfo Guzzo e Camila Guzzo. Mensagem 3 da série "Espiritualidade Emocionalmente Saudável". https://bbcst.net/R8246S3

radical mensagem saud espiritualidade emocionalmente o ant contemplativa espiritualidade emocionalmente saud rodolfo guzzo camila guzzo
biblecast.net.br - A Fé vem pelo Ouvir
O antídoto radical: saúde emocional e espiritualidade contemplativa [Espiritualidade Emocionalmente Saudável #3]

biblecast.net.br - A Fé vem pelo Ouvir

Play Episode Listen Later Jul 31, 2022 57:13


Por Pr. Rodolfo Guzzo e Camila Guzzo. Mensagem 3 da série "Espiritualidade Emocionalmente Saudável". https://bbcst.net/R8246S3

radical mensagem saud espiritualidade emocionalmente o ant contemplativa espiritualidade emocionalmente saud rodolfo guzzo camila guzzo
Pr. Ariovaldo Ramos
O antídoto radical: saúde emocional e espiritualidade contemplativa [Espiritualidade Emocionalmente Saudável #3]

Pr. Ariovaldo Ramos

Play Episode Listen Later Jul 31, 2022 57:13


Por Pr. Rodolfo Guzzo e Camila Guzzo. Mensagem 3 da série "Espiritualidade Emocionalmente Saudável". https://bbcst.net/R8246S3

radical mensagem saud espiritualidade emocionalmente o ant contemplativa espiritualidade emocionalmente saud rodolfo guzzo camila guzzo
Igreja Batista Nações Unidas
O antídoto radical: saúde emocional e espiritualidade contemplativa [Espiritualidade Emocionalmente Saudável #3]

Igreja Batista Nações Unidas

Play Episode Listen Later Jul 31, 2022 57:13


Por Pr. Rodolfo Guzzo e Camila Guzzo. Mensagem 3 da série "Espiritualidade Emocionalmente Saudável". https://bbcst.net/R8246S3

radical mensagem saud espiritualidade emocionalmente o ant contemplativa espiritualidade emocionalmente saud rodolfo guzzo camila guzzo
Rádio Comercial - Momentos da Manhã
Mais à larga: Um espetáculo com César Mourão, antónio Zambujo e Miguel Araújo. Comida e vinho não vai faltar

Rádio Comercial - Momentos da Manhã

Play Episode Listen Later Jul 8, 2022


Mais à larga: Um espetáculo com César Mourão, antónio Zambujo e Miguel Araújo. Comida e vinho não vai faltarFull2234http://podcastmcr.iol.pt/rcomercial/FXKRJWYV-A9DH-BGC4-W51V-JK36OSPLQRNL.mp3