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O cineasta Mawete Paciência e o produtor e actor Kayaya Júnior integraram uma delegação privada angolana ao Festival de cinema de Cannes. Eles estiveram nos estúdios da RFI para comentar os resultados da sua visita ao certame do sul da França e para abordar a produção angolana da sétima arte. O actor e produtor Kayaya Júnior e o cineasta Mawete Paciência comentaram com a RFI os resultados dos respectivos encontros no Festival de cinema de Cannes. Mawete Paciência começa por admitir que se trata da sua primeira vez neste prestigioso certame de cinema. Mawete Paciência: É a minha primeira vez. Cannes é uma terra de estreias, não é? Epa! É uma terra... É aquela coisa do tipo "Queria muito poder chegar cá nesta terra, queria muito poder conhecer esta cidade, queria muito poder estar cá nesta altura deste evento". Então são muitos anos à espera por uma oportunidade de trabalhar para podermos cá chegar. No entanto, está a ser muito bom para mim, está a ser maravilhoso. Enfim, todos os dias que saímos para as ruas temos estado a colher, a ver coisas diferentes, a perceber a dimensão deste evento, como ela movimenta a cidade em si. Então está a ser uma experiência magnífica mesmo ! Mas foi necessário prepará-lo. Isto foi longo, custoso, demorado também. Mas lá chegaram. Qual era o propósito mesmo de vir até cá? Kayaya Júnior: Olha, o propósito da verdade é simples é a vontade de profissionais ligados ao sector do cinema, do audiovisual, em querer descobrir caminhos, em querer perceber como é que as coisas funcionam, como é que as dinâmicas funcionam para nós podermos, quem sabe, num futuro próximo, termos uma presença mais consolidada aqui no Festival de Cannes. O Festival de Cannes está a fazer 79 anos, 79 edições. São muitos anos de experiência. E nós sentimos que também temos um lugar aqui, temos um espaço. Então, de forma particular, privada, cada um de nós com os nossos recursos, o Mawete é profissional de cinema e televisão. O Malef também. Eu faço produção, trabalho em rádio, televisão e sou actor. Então também mostrei interesse nesta ideia de vir descobrir o Festival de Cannes. Então começámos a trabalhar já há algum tempo atrás, em criar condições para podermos estar aqui. Não estamos aqui a título oficial. Vamos lá, se assim se pode dizer, de forma política. Mas estamos aqui, enquanto angolanos que querem descobrir como é que podemos, no próximo ano, nas próximas edições, marcar uma presença mais consolidada, tal como eu disse. Há várias formas possíveis. Se calhar talvez um pavilhão próprio, no futuro ? Quem sabe ! Estarmos numa varanda como esta, também a expor os nossos produtos, a produção nacional, a produção angolana, as nossas narrativas que há muitas e ainda bem que tem havido muitas produções. Nós, no primeiro dia, no dia de montagens e no primeiro dia do festival, já conseguimos fazer alguns contactos. Tivemos algumas reuniões com produtoras, com distribuidoras, por exemplo, falámos com a Loco Films, que é uma distribuidora francesa, falámos com a K Movie Entertainment, que é uma distribuidora da Coreia do Sul, e o interesse manifestado por eles ao verem o que nós fazemos, porque nós trouxemos alguns trailers de produções do Mawete e do Malef, do Bumbo Negro do Ngouabi Silva, que também são angolanos e também produzem e eles mostraram interesse, pelo menos mostraram curiosidade. Foi possível também já ter uma abordagem com uma equipa, uma delegação do Canadá com a escola de cinema que está em Paris, a Escola Internacional de Cinema. Tivemos uma boa conversa também com a realizadora americana, produtora realizadora, que é a Carole Copeland, que já se mostrou interessada e disponível para fazer uma formação ou presencial ou online connosco com Angola. Então é assim se nós conseguirmos sair daqui com uma ideia de como podemos trazer a produção nacional à produção angolana nas próximas edições, já terá valido a pena. Quais são os nomes que, apesar de tudo, ainda continuam a ecoar aqui do cinema angolano? Penso ainda em Zézé Gamboa, penso ainda em Dom Pedro. São esses nomes que vêm de forma corriqueira, que são citados pelos vossos interlocutores. O que é que já se conhece de Angola no cinema aqui? É assim: eu não consegui ainda perceber se há algum conhecimento ou não nas abordagens que temos estado a fazer. Acho que não houve ainda nenhuma referência. Há um cinema angolano que tenha passado por aqui, o que quer dizer que houve uma paragem, houve uma pausa. E estes interregnos, claro, apagam muita coisa, não é? Eu penso que a última vez que Angola teve profissionais aqui foi em 2007, se não estou em erro. E de lá para cá não houve mais ninguém a participar. Nós viemos a título particular, mas viemos com o sentimento de que o que nós conseguirmos descobrir, vamos partilhar com Angola. Para que, para o ano, se calhar, em vez de estarem aqui três profissionais, estejam aqui seis, nove ou doze, sei lá. E que tragamos as nossas bandeiras, a nossa produção, para poder mostrar porque nós estamos a fazer exactamente isso. Estamos com os nossos tablets e temos estado a abordar os stands, os pavilhões e os profissionais a mostrar: "Olha, conhece isto? Tem curiosidade sobre Angola? Veja isto." E a reacção tem sido muito positiva. E então, o cinema aqui, há cinema do mundo todo. No pouco tempo que ficaram cá, conseguiram ver outras propostas, por exemplo, cinema africano ? Conseguiram lidar com outras pessoas? O que é que conseguiram fazer? Mawete Paciência: Temos estado a conhecer muita gente, Conhecemos um realizador e produtor sul-africano africano e conversámos rapidamente. Porque aqui percebemos uma coisa, aqui em Cannes, tudo é muito rápido, as coisas são muito dinâmicas, então temos estado a conhecer pessoas no sector, temos estado a conhecer africanos. Vamos agora fazer aí a visita no espaço. O espaço africano agora criado. Enfim, já estivemos lá. Vamos voltar agora aqui, para então chegarmos até ao cinema africano. Tivemos há pouco tempo com o realizador e produtor africano também antes de virmos cá à rádio. No entanto, temos aquilo que disse e muito bem nosso objectivo aqui é, na verdade, virmos conhecer um pouquinho, fazermos um networking, vermos como é que podemos nos próximos anos também fazermos parte desta corrida, estarmos aqui expostos, trazermos aqui os nossos conteúdos. Então é muita coisa nova para nós. Está sendo uma experiência boa porque estamos a absorver, não é, boas informações, estamos a colher aqui no Cannes, enfim, no festival nesse contexto ? Então acreditamos, nós que ainda temos tempo, ainda vamos a tempo de conversarmos mais, de conhecermos mais pessoas. E esse é o nosso grande objectivo aqui mesmo. Pedir-vos -ia então que levantassem um pouco o véu sobre os projectos em que estão envolvidos e que estão a fazer. Se calhar começaria por si, Kayaya Júnior:. Pode apresentar-nos um pouco as obras em que já esteve implicado e aquelas em que pretende apostar ? Eu, enquanto actor, tenho participado ultimamente, nos últimos quatro, cinco anos, mais activamente e voltando um bocadinho ao passado, eu fiz uma participação na primeira co-produção Portugal Angola Angola/Portugal, do realizador Jorge António. Também já trabalhei com a Maria João Ganga, com o Zezé Gamboa, em produções mais antigas. Ultimamente estou no filme que está agora a ser disponibilizado para o mundo, que é o "Perverso" do Mawete Paciência que já esteve no Festival da Suécia da Cinema África. Esteve também num festival na Hungria. Já foi apresentado em Portugal em Setembro do ano passado e estamos agora a trabalhar na possibilidade de ir a Moçambique. Também já esteve em São Tomé. Para além disso, também participei no filme de uma Films, que é uma curta sobre a problemática de um mercado que em Luanda o mercado muito famoso que é o mercado da Mabunda. Então o Malé Filmes produziu o filme que é "A Faca e o Peixe", que é um filme que já esteve o ano passado no Festival de Marselha, foi apresentado no Festival de Marselha e outros filmes que tem estado também a participar, como por exemplo o Pequenos Sonhos de um Guabi Silva cataléptico do Bumbo Negro, que são realizadores angolanos e mais recentemente estamos em fase de rodagem de uma série assinada também pelo Mawete, que é "O preço da verdade", que é uma série com algum problema social muito grande. A abordagem de problemas sociais. Então tem um pé na televisão e no cinema, não é? Está a ser produzida com o objectivo de ser apresentado para a televisão ou para as plataformas, mas poderá ser também apresentado em cinema. E enquanto produtor, eu estou, tal como eu, quase toda a gente que trabalha em cinema em Angola, numa área ou noutra, faz um bocado de tudo. Os actores acabam também sem produtores associados porque às vezes facilitam o trabalho logístico de uma produção através dos seus conhecimentos, através do seu apoio, do seu interesse. Então, eu acho que estar aqui no Festival de Cannes dá-nos uma visão muito mais alargada daquilo que nós temos que realmente fazer. O que é que temos que fazer para trazer, para tirar as nossas produções de Luanda? Porque o que nós precisamos em Angola é que os filmes saiam do Luanda e sejam vistos. Precisam do mercado ! Precisamos do mercado, precisamos de ter oportunidade de mostrar. E é excatamente isso que nós viemos à procura fazer estes contactos para mostrar o nosso trabalho. Tivemos um breve encontro com um jornalista norte-americano que tem uma revista dedicada ao cinema e em cinco minutos de conversa ele ficou tão interessado que automaticamente fez logo questão de fazer ali uma nota. Lá está, se nós não tivemos a oportunidade de ir a estes mercados, estas feiras de conteúdos, estes eventos com a dimensão como um festival de Cannes, nós nunca poderemos dar nos a conhecer, porque viemos de forma muito intermitente, não é? Angola esteve aqui em 2007. De 2007 para cá nunca mais teve ninguém. Então este é o recado que nós vamos levar. Este é o desafio que nós queremos levar também para as nossas autoridades, principalmente para a cultura e para o turismo. Porque isto é turismo também. E agora nós temos um grande movimento à volta do desenvolvimento do turismo em Angola. Então vamos levar esta experiência e tentar partilhar com essas entidades para ver se para o ano nós estamos aqui com uma presença mais bonita, mais consolidada, mais dinâmica em Angola. Que se oiça música angolana aqui nos corredores do Festival de Cannes. Então fizemos muita referência a um projecto seu em curso, Mawete Paciência. Pode-nos levantar um pouco o véu sobre do que é que se trata? Sobre o que é que versa o seu filme? Mawete Paciência: Pois é, dentro de vários filmes que eu tenho, tem aí aproximadamente seis filmes. Tenho uma mini série, tenho algumas co-produções com países como Argentina, Brasil. Fiz agora em São Tomé um filme. Tenho também co-produção com México. No entanto, eu tenho filme que é "O Perverso", que já estaremos a ano passado e neste ano estamos agora a trabalhar a série, que é uma série televisiva que vai trazer conflitos nos lares. Como sempre, trazer problemas novos porque o nosso conceito de produção é mesmo identificar os nossos problemas, não é? Problemas que acontecem no nosso país e que acabam sendo transversais. São os perversos, as pessoas tóxicas, é isso ? Pode ser. Você vê, no entanto, na verdade, que é o seriado que nós vamos trazer, vai estar aí aproximadamente com 25 capítulos, não é? Trazendo todas essas histórias que acabei aqui falando, enfim, as nossas histórias, a nossa identidade, porque nós precisamos levar isso. Precisamos mostrar ao mundo quem nós somos. Angola é um país que eu sinto. Nós não nos mostramos muito ao mundo. Nós não temos uma presença muito fraca para o mundo. Então precisamos então activar esse lado. Precisamos, porque eu digo assim o mundo também não, não vai poder-nos localizar assim, do nada, se nós não nos mostrarmos efectivamente, criarmos algum barulho. Não é que desperte a atenção, nós não vamos ser localizados de nada. Então há esta vontade, É esta força toda que trabalhando nos nossos conteúdos. Enfim. E este é um seriado que acreditamos, nós que eu acredito, temos estado a fazer com muito gosto, de forma a podermos não produzir algo que se fixou por Angola, mas que vá para o mundo, que esteja disponível. Nas plataformas, nem que for para o YouTube. Quem sabe talvez conseguirmos outras plataformas de streaming e poderemos então colocar lá este conteúdo, inserir os conteúdos ? Acreditamos nisso. Nós acreditamos que o empresariado angolano precisa ser um pouco mais incentivado, porque tudo isso que nós temos estado a fazer tem sido por um esforço particular e não tem sido pelas nossas próprias lutas. É mesmo, também, alguma forma de inconsciência ?! Sim, de inconsciência. Timidamente vão aparecendo uma ou outra empresa a disponibilizar um pouquinho, mas nós, olhando para esse universo, olhando para esta realidade, começamos a perceber que o cinema não é um cinema mesmo muito para fazer. Cinema é uma industria e para fazer o cinema requer mesmo este pensamento do empresariado. Olhar aquilo como uma indústria e não olhar aquilo como uma mera diversão. Não é aonde ele pode colocar qualquer coisa, não. No entanto, esta visão, este conceito que nós estamos a beber aqui, estamos a ver aqui claramente. Nós vamos partilhar em Angola. Vamos replicar em Angola a informação e poder talvez começar a atiçar. E nós temos de atiçar um pouquinho mais o empresariado local, começar a perceber que é possível fazer alguma coisa que chegue até aqui. É possível, porque para um filme, chegar até aqui implica uma logística, implica uma mecânica, implica qualidade, implica um investimento e muita das vezes, os investimentos nós não conseguimos tirar do nosso Estado, do Estado. Nós não conseguimos ter esses investimentos e mesmo privado, quem nós vamos ter que contar para conseguirmos, talvez nas próximas edições, estarmos aqui com um produto que realmente nos dignifica e que possamos olhar e dizer "Viva Angola! Estamos presentes em Cannes, um festival de Cannes vai ser bom para nós". Vamos trabalhar para isso. Muito obrigado a ambos. Resta me desejar vos um bom festival de Cannes. Obrigado por terem vindo até aqui. Kayaya Júnior: Queria só deixar mais uma nota, porque é fundamental e nós também temos estado a trabalhar sobre isso. Eu já fiz algumas participações em anos anteriores em produções portuguesas e eu acredito que até parece estranho. Tão próximos que nós somos, mas não temos histórias contadas sobre nós. Então, eu creio que é fundamental começarmos a pensar neste intercâmbio. A primeira co-produção Portugal Angola foi feita em 92 do Jorge António e de lá para cá, não creio que tenha havido muito mais. Então é também o objetivo encontrar, por exemplo, caminhos que nos levem a essas coproduções, porque as nossas histórias, as nossas narrativas, acabam por se interligar numa intersecção qualquer do Oceano Atlântico, por exemplo. E é isso, pronto, vamos estar disponíveis, estamos disponíveis. Bem hajam e voltem sempre. Mawete Paciência: Obrigado, Obrigado mesmo pelo convite e é uma honra fazermos parte deste momento que é marcante para nós também.
Família: Um Lugar de Honra - Matheus Schmitt ®️ by Revolução Church
Bem-vindos a mais um episódio Mommy Talks By Essence! Esta semana, a Catarina e a Filipa recebem Patrícia Bacelar, diretora do programa de acolhimento familiar da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, para uma conversa sobre o que significa, na prática, acolher.Numa realidade ainda pouco falada, a Patrícia traz-nos para dentro deste processo onde o tempo, o cuidado e a estabilidade fazem toda a diferença na vida de uma criança.Falamos sobre o papel das famílias de acolhimento, os desafios, as necessidades e a importância de criar um espaço seguro enquanto o futuro se reorganiza. Um episódio sobre cuidado, responsabilidade e o impacto que uma casa pode ter na vida de alguém.Já disponível no Youtube, Spotify e em qualquer app de podcasts.Para mais informações sobre o PROGRAMA DE MATERNIDADE ou o CURSO PRÉ E PÓS-PARTO:info@essenceprimecare.comNOVOS EPISÓDIOSDomingo às 17h00 ESSENCE PRIME CAREEssence Prime Care é um projeto pioneiro de bem-estar que integra a sua atividade em três pilares fundamentais: Medicina Tradicional Chinesa, Dietética e Estética e Dermocosmética.Defendemos que saúde não é a ausência de doença mas sim uma plena convicção de equilíbrio fisiológico e energético que se constitui de dentro para fora. A nossa missão é promove-los através da compreensão da essência de cada individuo. Desta forma, efetuamos um diagnóstico personalizado antes de qualquer procedimento para que seja possível prescrever o que melhor se adequa ao seu caso clínico e acompanhá-lo durante todo o processo.TELEGRAMQuer juntar-se à nossa comunidade de mães e bebés? Peça-nos o link privado no instagram!Siga o nosso trabalhohttps://www.essenceprimecare.comhttps://www.instagram.com/essenceprimecareFILIPA TELEShttps://www.instagram.com/filipa_telesCATARINA GASPARhttps://www.instagram.com/catarinagaspardoula
Mande uma mensagemO quarto do seu filho pode ser o local mais perigoso da sua casa. O conteúdo e as interações online precisam estar no foco dos pais. Você escolheu o título desse vídeo. Agora, continue participando da conversa nos comentários.Neste episódio do CP Cast, a gente faz um alerta direto: o risco não está só “na rua” — muitas vezes está dentro do quarto, com a porta fechada e internet sem supervisão. Hoje, uma criança de 9/10 anos pode acessar “o mundo inteiro” pelo celular ou pelo computador, muitas vezes de forma anônima e sem mediação.Falamos sobre os principais perigos desse cenário: cyberbullying (grupos de WhatsApp, comentários, chats de jogos), exposição a conteúdos impróprios (não só pornografia, mas também desafios perigosos, conteúdos de autolesão e transtornos alimentares) e o contato com desconhecidos em comunidades/jogos (Discord, Roblox, Minecraft) — inclusive adultos que se passam por crianças.Também tratamos do que quase ninguém considera: o quarto pode virar isolamento social disfarçado de normalidade, e seu filho pode estar sofrendo ou até praticando agressões no ambiente digital. Por isso, a conversa vai para o prático: sinais de alerta (mudança de humor, “esconder tela/alt-tab”, isolamento, alteração de sono, queda de autoestima e silêncio) e um conjunto de regras simples para recuperar o controle sem paranoia.
Roberta Martinelli conversa com Emicida sobre seu novo trabalho, "Emicida Racional VoL.2: Mesmas Cores e Mesmos Valores", processos e vida.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Judiciário é um lugar inseguro para nós mulheres? A posição privilegiada da magistratura e as dificuldades de controle democrático sobre esse poder contribuem para que os abusos aconteçam? Para discutir o assunto, o Prosa de Servidor de abril conversa com a advogada Raquel Orlando, integrante do Núcleo de Saúde do Trabalhador (NST) do SERJUSMIG.
Há um lugar de descanso e alívio - Sem. Adriana Rocha by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Jacarepaguá Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
O brasileiro, de forma geral, tem a cultura de "fugir" num final de semana. Curtir a casa de praia, ou um passeio na fazenda, são formas comuns que o brasileiro tem de "fugir" de um mundo agitado e estressante. Mesmo que ele pegue horas de engarrafamento pra ir e pra voltar, esse é um movimento que as pessoas valorizam.Esses lugares "anti-estresse" são verdadeiros refúgios, uma espécie de lugar protegido do estresse e da vida corrida. São postos de abastecimento da alma. E por vezes, eles passam a ser não apenas o lugar de um fim de semana, mas da vida toda.O Salmo 59 diz assim no verso 17: "A ti, força minha, cantarei louvores, porque Deus é meu alto refúgio, é o Deus da minha misericórdia."O salmista se refere a Deus como seu alto refúgio. Alto porque Deus tem seu trono nos céus. Mas como Deus poderia ser um refúgio?O salmista não tem uma casa de praia ou de campo. E mesmo que ele não tenha nenhum recurso para ir a outro lugar, Deus é sua fonte de renovação e benção.Você pode reclamar das coisas que não tem, mas Deus é tudo o que você precisa. Podendo você ou não fugir num final de semana para algum lugar, os efeitos sempre serão passageiros. O colo do Pai eterno é o melhor lugar de refúgio, pois Nele, o renovo sempre é permanente.
Um Lugar de Tranformação - Pastor Paulo Sérgio by Arena Transformados
Que filme será o Malvado Obediente?
DEUS PREPAROU UM LUGAR PARA VOCÊ - MAURÍCIO BLOIS by Sara Sede Brasília
Nos acompanhe em nossas redes sociais.https://www.instagram.com/ricardomassay/?hl=pthttps://www.instagram.com/igrejaesperanca.online/https://www.youtube.com/channel/UCymwRHGnOEZMXeT_1H0tZcQPrincipais plataformas de áudio:Ricardo Massay
Neste sermão impactante, o Ap. Miguel Ângelo ministra sobre um tema urgente para os nossos dias: “A igreja que não ensina a sã doutrina não é um lugar seguro”. Baseado em 2 Timóteo 4 e em diversas passagens bíblicas, ele revela como falsas doutrinas, ensinos de demônios e distorções da graça têm produzido insegurança espiritual, medo e aprisionamento dentro de muitas igrejas. Você entenderá o que significa “não dar lugar ao diabo”, como identificar manipulações espirituais, por que a salvação é exclusivamente pela graça e não por obras, e como Satanás pode se apresentar como anjo de luz para enganar até mesmo dentro de ambientes religiosos. Esta mensagem esclarece a diferença entre evangelho da graça e religiosidade baseada em sacrifícios humanos. Também fortalece sua identidade como templo do Espírito Santo e propriedade exclusiva de Deus. Se você deseja segurança espiritual, discernimento bíblico e firmeza na verdade da Palavra, este sermão é para você. 📖 Palavras-chave: sã doutrina, falsa doutrina, evangelho da graça, batalha espiritual, ensinos de demônios, igreja verdadeira, liberdade em Cristo, salvação pela graça. Assista até o final e compartilhe com alguém que precisa ouvir a verdade que liberta. Culto gravado na Igreja Evangélica Cristo Vive - Rio de Janeiro RJ – Tema - A Igreja que não ensina a Sã Doutrina, não é um lugar seguro. Domingo - 01/03/2026 Pregador: Ap. Miguel Ângelo Aula 17 Módulo – 68 Seminário: Construindo uma casa sobre a Rocha
Betânia aparece nos momentos mais decisivos da jornada de Jesus. Nesta mensagem, a pastora Mayara Veiga nos conduz a refletirmos sobre a forma como nos posicionamos quando Ele está no ambiente e não sobre o que fazemos na Sua presença.
Sermão pregado pelo pr. Gilson Silva, na ICNV Jardim Alvorada, em 21/12/2025.
Em Lombada, freguesia de Bragança, as mulheres são mais altas do que nos outros sítios. Têm mãos maiores, são diferentes das que nascem nos lugares à volta. Um milagre ou uma maldição?
App 10 Minutos com Jesus. Disponível em: App Store - https://tinyurl.com/10mcj-ios Google Play - https://tinyurl.com/10mcj-android Subscreve aqui: https://youtube.com/channel/UC9RN5vG3C0qlq4pZFx-k9-w?feature=shared ️ Segue-nos no teu serviço habitual de podcast: Spotify: https://spoti.fi/3bb5Edp Google Podcast: https://bit.ly/2Ny0S1r Apple Podcast: https://apple.co/3aqxYt6 iVoox: https://bit.ly/2ZmpA7t Recebe uma mensagem com a Meditação via: WhatsApp: http://dozz.es/10mjp Telegram: https://t.me/dezmincomjesus +Info: http://10minutoscomjesus.org
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Como uma mulher criada para “casar cedo” se tornou uma das líderes de uma indústria familiar de plástico, referência em inovação, responsabilidade social e sustentabilidade? No episódio de hoje do YPOCast – Líderes Extraordinários, você vai conhecer a história da Bebel Nogueira. Formada em Direito pelo Mackenzie, Bebel entra na MagSac Embalagens, para resolver uma questão pontual e descobre uma vocação de liderança junto ao irmão e ao pai. Bebel conta como: -Entrou na empresa “para ajudar temporariamente” no jurídico trabalhista – e nunca mais saiu -Viveu o momento mais difícil da família, com o câncer e o transplante de fígado do irmão -Participou do processo de sucessão e passou de “filha do Oswaldo” a sócia e líder -Criou o projeto MagSac Kids, abrindo a fábrica para os filhos dos colaboradores e aproximando as crianças do universo industrial Falamos também sobre: *A verdade sobre o plástico: ele é realmente o vilão? *Logística reversa, reciclagem e PCR: o que o decreto exige e o que ainda falta no Brasil *Os mitos das embalagens biodegradáveis e o que de fato é sustentável *O papel do YPO na trajetória de Bebel – especialmente o fórum de mulheres – como divisor de águas na sua autoestima, na sua voz e na sua forma de liderar. Se você vive os temas empresa familiar, sucessão, ESG, liderança feminina, indústria e futuro do trabalho, esse episódio é para você. Inscreva-se no canal, siga o YPOcast no YouTube e no Spotify e compartilhe este episódio com quem precisa ouvir essa história. ----------------------------------------------------------------- Disponível nas principais plataformas de streaming ou no YouTube. Spotify: https://tinyurl.com/bd2utyph Google Podcast: https://tinyurl.com/3fvjv2rb Podcast: https://podcasts.apple.com/br/podcast/ypocast/id1603751025 Youtube: https://www.youtube.com/@ypocastbrasil Siga as nossas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/ypobrasil/ Facebook: https://www.facebook.com/ypobrasiloficial/ LinkedIn: https://br.linkedin.com/company/ypobrasil Portal Exame: https://exame.com/canais-especiais/lideres-extraordinarios/
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Um rei que não quis um trono físico, mas quer um trono em nosso coração.Uma estrebaria, uma lugar simples e talvez bagunçado, com cheiro ruim por conta dos animais, assim como nós, sujos, imperfeitos.Jesus nasceu, e ele quer nascer em nós.
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Mesa é lugar de comunhão, pertencimento e amor. Pra. Pamela reflete a respeito Davi e Saul, e nos ensina sobre relacionamento com Deus.
Sermão para a Festa da Dedicação da Arquebasílica de São SalvadorPadre Raul Regula, IBP.09/11/2025Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, Belém/PA.
@igrejakyrios | Igreja Evangélica KyriosCulto do dia 10.11.2025 no período da Manhã - 11HÊxodo 33:7-23O Pr. Klaus traz uma mensagem que vai transformar sua perspectiva sobre o sucesso e a intimidade com Deus. Usando a história da Tenda do Encontro de Moisés, ele questiona: O que realmente te diferencia do mundo? É a performance, o talento, ou é a presença de Deus?Descubra porque "sucesso sem presença é fracasso" e como a pressão por likes e realizações pode te afastar da verdadeira paz. Sua vida é o novo lugar onde Deus quer habitar! Pare de correr na frente de Deus e aprenda a construir a sua própria tenda do encontro.Uma palavra para quem deseja o Deus da bênção, e não apenas a bênção de Deus.Compartilhe com alguém que precisa de uma palavra... Ouça nossas músicas autorais!Meu Lugar - https://youtu.be/htZ9wZZryaMMinha Adoração - https://youtu.be/6kQtwF0m67kSe conecte conosco!https://portal.igrejakyrios.com.br/fale-conosco/Inscreva-se no nosso canal: www.youtube.com/@igrejakyrios Nosso Site: http://www.igrejakyrios.com.brInstagram: https://www.instagram.com/igrejakyrios/
Nesta segunda parte da conversa do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, a radialista e autora Inês Meneses assume as saudades de acordar cedo para escolher a roupa com que se apresentaria na rádio, como fez durante tantos anos, revela o que é uma atualmente uma noite boa para si e reflete sobre as tormentas do mundo que a inquietam. E ainda revela-nos que o que a mais faz rir. E depois partilha algumas das músicas que a acompanham, lê alguns textos e deixa várias sugestões culturais. Boas escutas! Sugestões da Inês: Livros: “A Revolução da Menopausa” Lisa Vicente; “De onde vem este cansaço?”, de Nelson Nunes Série: “Task”, de Brad Ingelsby (HBO Max) Disco: “Há um herbário no deserto”, de Mia ToméSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A gente trabalha como quem teme ser abandonado — projetando no trabalho mais do que ele pode nos dar. Quando confundimos trabalho com emprego, ele deixa de ser um espaço de expressão e passa a ser o palco das nossas carências: buscamos ali amor, reconhecimento e pertencimento.Distinguir trabalho de emprego, amadurecer o pertencimento e cuidar da própria criança interior são passos pra transformar o fazer em algo sagrado. Nesse episódio, eu aprofundo esse tema com sugestões de caminhos possíveis. O pertencimento é um trabalho interno, é aprender a maternar e paternar a própria criança, pra se relacionar com pessoas, comunidades e organizações sem exigir que elas nos deem aquilo que falta. Assim, o que antes era busca vira doação, e o que era carência vira presença.Talvez o verdadeiro sentido do trabalho esteja em colaborar com a vida, e não apenas para ela. Em tornar o fazer um gesto sagrado. Porque quando colocamos a alma a serviço do que é inescapável, até o cotidiano se torna um lugar de presença.> Link do artigo para você ler na íntegrahttps://www.chieintegrates.com/pertencimento-nao-se-terceiriza/ Host:Marcelo CardosoProdução:Gabriela Szulcsewski@travs.estudio
Já está no ar o primeiro episódio da série gravada na Dunamis Conference 25! Tivemos uma conversa com Paulo Vicente sobre como cultivar a presença de Deus.Confira o episódio completo e compartilhe com seus amigos e familiares!
Venha escutar esse papo gostoso sobre o estudo de Doutrina e Convênios através do manual Vem e Segue-Me (recurso preparado pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias). Nossos episódios contemplam apenas alguns tópicos encontrados nas escrituras designadas para a semana. Buscamos trazer ao seu estudo maior clareza e reflexão.
Passagens Complementares:Lucas 9,18-22Lucas 10,38-42
No novo episódio do nosso podcast, Paolo Freitas compartilha em 2 Samuel 9 sobre a graça que nos convida a sentarmos diante de Deus não por mérito, mas por misericórdia.
Um Lugar para Recomeçar #2 | Pr. João Brito | 20/07/25
TEMPO DE REFLETIR 01463 – 17 de julho de 2025 Isaías 43:1 – Mas agora, assim diz o Senhor, que te criou, ó Jacó, e […]
Um Lugar para Recomeçar | Pr. João Brito | 13/07/25
Um Lugar Chamado Getsêmani | Série: Ore+ | Pr. João Brito | 09/02/25
Mensagem compartilhada na noite do dia 29 de Junho de 2025 pela pastora Rennielli Rulli Gomes na Nova Igreja Ipanema.
Um alerta fofura... seguido de um alerta traição.
Mensagem do Culto Matutino da Igreja Presbiteriana de Anápolis no dia 04/05/2025 como Rev. Jhones Fernando em Salmo 78.1-8 - Familia cristã: Um lugar de ensino
Hoje vou continuar a conversar com a Susana Vieira. Vamos começar exactamente onde terminámos no episódio anterior... Após o divórcio, a vida surpreende com o que tem de melhor e pior. E a Susana surpreende-nos com a sua capacidade de partilhar a sua história em diferentes camadas. Fica, vais gostar. Conteúdos abordados:. voltar a apaixonar-se;. o maior desafio da sua vida;. o fim que marca o antes e um depois... a sensação de abandono;. voltar a assumir a responsabilidade pessoal, mudar a narrativa e reconstruir-se;. a vida a surpreender e o impossível a acontecer;. os cheiros da morte, da vida e do amor... Ouve, partilha e contribui para uma cultura de relações saudáveis, responsáveis e autênticas. Para informações sobre as nossas formações no âmbito do Divórcio Consciente e da Parentalidade Não Conjugal, segue o link ou consulta a agenda no nosso site. O episódio está disponível no Spotify, Apple Podcasts, Youtube... e nas outras plataformas de distribuição de Podcasts habituais. Para saberes mais sobre nós na página https://www.gp3sdivorcioconsciente.com/ Para adquirir o nosso livro vai ao nosso site https://www.gp3sdivorcioconsciente.com/livro directamente à editora ou a qualquer outra livraria física ou online
Hoje vou conversar com a Susana Vieira. Aliás, vou conhecer a Susana Vieira. Uma mulher, mãe, linda, interessante, bem-disposta e, percebi na gravação, uma contadora de histórias... das suas histórias, porque são muitas, mesmo muitas...Na nossa conversa, as histórias versaram sobre as suas relações, casamento, divórcio, separações... pode parecer que a história da vida de Susana é centrada nos homens com quem se relacionou... mas não é!Escuta as suas reflexões e insights, percebe o crescimento, as tomadas de consciência, a capacidade de se olhar de frente e pensar sobre si própria (e não só sobre o que lhe aconteceu)... que conversa, que experiências... Fica, vais gostar. Conteúdos abordados:. a infância, família e autonomização;. o amor proibido, o roteiro esperado, a rutura;. a paixão, a descoberta, a intensidade;. de volta ao roteiro, o casamento, a solidão, perdas e divórcio. Ouve, partilha e contribui para uma cultura de relações saudáveis, responsáveis e autênticas. Para informações sobre as nossas formações no âmbito do Divórcio Consciente e da Parentalidade Não Conjugal, segue o link ou consulta a agenda no nosso site. O episódio está disponível no Spotify, Apple Podcasts, Youtube... e nas outras plataformas de distribuição de Podcasts habituais. Para saberes mais sobre nós na página https://www.gp3sdivorcioconsciente.com/ Para adquirir o nosso livro vai ao nosso site https://www.gp3sdivorcioconsciente.com/livro directamente à editora ou a qualquer outra livraria física ou online
No episódio de hoje , embarcamos numa viagem incomum até um dos destinos turísticos mais enigmáticos do mundo: Chernobyl. Sim, aquele Chernobyl. A zona de exclusão, marcada por um dos maiores desastres nucleares da história, hoje atrai aventureiros, curiosos e caçadores de histórias reais.Mas o que leva alguém a visitar um lugar onde o tempo parou em 1986? É seguro? É ético? E o que as pessoas encontram por lá, além de prédios abandonados e contadores Geiger apitando?Com relatos de viajantes, análises sobre o turismo de desastre e reflexões sobre memória e exploração, esse episódio te leva até o coração da Ucrânia Vem com a gente descobrir o que há por trás das cercas de Chernobyl.➡️ Apoie e faça parta da comunidade. Através do catarse➡️ Mountain Festival 2025
Ouça esta pregação da Pr. Marcelo Pretti na IPR Church no culto de Domingo.
Na semana em que faleceu a mais curta legislatura de sempre, as incógnitas são tantas que o número de indecisos e de não respondentes à sondagem SIC-Expresso não espanta. Na Madeira, o suspense termina já este domingo e não vão faltar leituras a extrapolar para o todo nacional o que vier a acontecer na região autónoma. Sócrates, o sempiterno “animal feroz”, já sabe a data em que será julgado; sabe, mas não aceita. Trump decidiu acabar com o ministério da educação nos Estados Unidos; qual congresso, qual carapuça: o presidente decidiu, está decidido. O mesmo Trump, que prometera acabar com a guerra na Ucrânia nas primeiras 24 horas do mandato, diz agora que a afirmação era “sarcástica”. Ao mesmo tempo, o primeiro-ministro israelita, cujo futuro político precisa de uma guerra permanente, rasgou o acordo de cessar-fogo e voltou a atacar Gaza; de uma forma ainda mais sangrenta do que anteriormente. O mundo é um lugar muito mal frequentado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
É uma das atrizes portuguesas mais aplaudidas e premiadas. Rita Blanco já foi muitas mulheres na televisão, no teatro e no cinema. Só no grande ecrã já entrou em 59 filmes, muitos deles com a assinatura do realizador João Canijo, com quem prepara novo filme e nova peça de teatro, com uma história que se entrecruza. A atriz revela que a terapia recente a ajudou a arrumar o passado e a aceitar-se melhor a si e aos outros e conta como as filmagens do díptico “Mal Viver/Viver Mal” foram “muito duras”, que a deixaram zangada, mas que a levaram a superar-se como nunca antes. No futuro, Rita Blanco deseja estrear-se na realização, fazer teatro para crianças e ter um grande terreno para resgatar mais animais. Ouçam-na na primeira parte da conversa com Bernardo Mendonça.See omnystudio.com/listener for privacy information.
José Inácio Pilar vai te mostrar nessa edição de Café Antagonista um lugar tão silencioso que pode enlouquecer, ele também investiga se o Mickey realmente surtou e chutou uma criança na Disney além de trazer as dicas de filmes como a estreia nos cinemas de Megalópolis, novo filme de Coppola, séries e livros e o novo dilema para você responder no quadro Café Pelando!Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Café Antagonista https://bit.ly/oa-cafe10 Siga O Antagonista no X, nos ajude a chegar nos 2 milhões de seguidores! https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Conheça um lugar por onde já passaram 117 bilhões de pessoas (sem erro!). Você o conhece...Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Café Antagonista https://bit.ly/oa-cafe10 Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
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