POPULARITY
En este episodio de CO3 conversamos con María Valera, especialista en Microbiología y Parasitología, sobre el virus emergente Hantavirus, su naturaleza y qué precauciones hay que tomar para evitar su contagio. ---------------------------Radiolab, la radio universitaria de la Universidad de Granada, es un espacio de participación de la comunidad universitaria abierto a la ciudadanía. Nuestra universidad, como institución de aprendizaje está abierta al conocimiento y al debate. Desde su autonomía proporciona espacio para un debate libre y crítico, abierto a la pluralidad de voces y a la demandas de la sociedad dentro del marco de los derechos humanos y de los valores de nuestra institución. De este modo, constatamos que las opiniones vertidas en nuestros programas son exclusiva responsabilidad de quienes las emiten, sin representar un posicionamiento de la institución como tal. Defendemos la libertad de expresión y la comunicación en el espacio público como una forma de hacer ciudadanía y avanzar en el conocimiento.
No 3.º episódio desta temporada de Mommy Talks, a Catarina e a Filipa recebem Carmo Sousa Lara, autora, empresária e voz ativa na conversa sobre autoestima, imagem corporal e amor-próprio.Numa sociedade que continua a associar valor à aparência, a Carmo partilha a sua experiência pessoal e reflexão sobre o que significa construir uma autoestima que não dependa de um número, de um tamanho ou da validação dos outros.Falamos sobre infância, maternidade, relação com o corpo, pressão social e da importância de aprendermos e ensinarmos às próximas gerações que o nosso valor vai muito além daquilo que vemos ao espelho.Uma conversa honesta, necessária e cheia de perspetiva.Já disponível no Youtube, Spotify e em qualquer app de podcasts.Para mais informações sobre o PROGRAMA DE MATERNIDADE ou o CURSO PRÉ E PÓS-PARTO:info@essenceprimecare.comNOVOS EPISÓDIOSDomingo às 17h00 ESSENCE PRIME CAREEssence Prime Care é um projeto pioneiro de bem-estar que integra a sua atividade em três pilares fundamentais: Medicina Tradicional Chinesa, Dietética e Estética e Dermocosmética.Defendemos que saúde não é a ausência de doença mas sim uma plena convicção de equilíbrio fisiológico e energético que se constitui de dentro para fora. A nossa missão é promove-los através da compreensão da essência de cada individuo. Desta forma, efetuamos um diagnóstico personalizado antes de qualquer procedimento para que seja possível prescrever o que melhor se adequa ao seu caso clínico e acompanhá-lo durante todo o processo.TELEGRAMQuer juntar-se à nossa comunidade de mães e bebés? Peça-nos o link privado no instagram!Siga o nosso trabalhohttps://www.essenceprimecare.comhttps://www.instagram.com/essenceprimecareFILIPA TELEShttps://www.instagram.com/filipa_telesCATARINA GASPARhttps://www.instagram.com/catarinagaspardoula
En este episodio de CO3 conocemos Bermellón, una nueva revista cultural nacida en Granada para conectar a artistas, creadores y público desde una mirada joven, colectiva y cercana. Conversamos con Celia, redactora, y Sara, diseñadora gráfica, sobre cultura emergente, música, periodismo cultural, diseño, formato físico y la necesidad de crear espacios donde el arte granadino pueda contarse desde dentro.---------------------------Radiolab, la radio universitaria de la Universidad de Granada, es un espacio de participación de la comunidad universitaria abierto a la ciudadanía. Nuestra universidad, como institución de aprendizaje está abierta al conocimiento y al debate. Desde su autonomía proporciona espacio para un debate libre y crítico, abierto a la pluralidad de voces y a la demandas de la sociedad dentro del marco de los derechos humanos y de los valores de nuestra institución. De este modo, constatamos que las opiniones vertidas en nuestros programas son exclusiva responsabilidad de quienes las emiten, sin representar un posicionamiento de la institución como tal. Defendemos la libertad de expresión y la comunicación en el espacio público como una forma de hacer ciudadanía y avanzar en el conocimiento.
En este episodio hablamos de lo que NO nos parece del Mundial en CDMX... y no es una cuestión de partidos.... También hablamos de películas que se aproximan, desde La Odisea, hasta mujer Maravilla y el regreso de Brendan Fraser en La Momia 4 ¿Vale la pena? Los problemas del Ozempic vs el Mate Distroller Vintash y la polémica más tonta y que se pudo evitar, te contamos por qué... Shakira le gana a Hacienda? Timbiriche quiere su serie y hacer otro regreso.... Defendemos a Olivia Rodrigo y a Mar de Regil como nunca... y mucho más... Síguenos en Que Esta Pasando TV
¿Cómo se vive Granada cuando llegas solo desde otro país y además tienes discapacidad visual? En este CO3 conversamos con Habib sobre accesibilidad, universidad, adaptación y la experiencia de habitar una ciudad desde otra perspectiva.---------------------------Radiolab, la radio universitaria de la Universidad de Granada, es un espacio de participación de la comunidad universitaria abierto a la ciudadanía. Nuestra universidad, como institución de aprendizaje está abierta al conocimiento y al debate. Desde su autonomía proporciona espacio para un debate libre y crítico, abierto a la pluralidad de voces y a la demandas de la sociedad dentro del marco de los derechos humanos y de los valores de nuestra institución. De este modo, constatamos que las opiniones vertidas en nuestros programas son exclusiva responsabilidad de quienes las emiten, sin representar un posicionamiento de la institución como tal. Defendemos la libertad de expresión y la comunicación en el espacio público como una forma de hacer ciudadanía y avanzar en el conocimiento.
Cabo Verde realiza eleições legislativas no próximo dia 17 de Maio para eleger os 72 deputados do Parlamento. Esta eleição conta com cinco formações políticas, entre elas o PAICV, que concorre nos 13 círculos eleitorais. O líder do PAICV, Francisco Carvalho, defende uma reforma do Estado centrada na gratuitidade do ensino superior e saúde, propondo ainda a diversificação da economia, com aposta no turismo, agricultura, pesca. A proposta do PAICV assenta na visão de “Cabo Verde para todos”, e defende – entre outros- uma profunda reforma do Estado? O que prevê esta reforma ? Esta reforma profunda do Estado de Cabo Verde prevê que o Estado assuma determinadas funções que estão na Constituição da República e que, até agora, não assumiu, nomeadamente na área da educação, ensino superior e formação técnico-profissional, cujo acesso passará a ser gratuito. O Estado tem capacidade para comportar esta despesa? Onde é que o senhor vai buscar esses fundos? Há uma pergunta que nunca se colocou. No momento em que se elaborou a Constituição da República, definiu-se uma meta a ser alcançada, mas não se fizeram as contas para a sua concretização. A mesma pergunta nunca se colocou quando se tratou da garantia da segurança do país, do pagamento da polícia, quando se tratou também da questão da garantia de ter as escolas a funcionar, do pagamento de professores, ou quando se assumiu o pagamento de médicos e enfermeiros. O que nós estamos a fazer aqui é o alargamento destas condições às outras que o Estado já vinha assumindo e que estão todas previstas na Constituição da República. O senhor defende ainda a redução da dimensão do Governo. De que forma será implementada essa medida? Defendemos a redução da dimensão do Governo para podermos libertar recursos e, assim, financiar estas áreas. Eu coloquei a questão da Constituição da República para demonstrar que há uma razão de fundo para que nós façamos isto e assumamos estas responsabilidades. Por outro lado, nós temos várias gorduras ao nível do Estado que devem ser cortadas e, a partir desse corte, vamos estar em condições de libertar recursos para financiar o Estado. Face à dependência do turismo e das remessas, como pode Cabo Verde diversificar a economia? Começando, desde logo, pela diversificação do próprio turismo. Esse é o primeiro passo a ser dado. Cabo Verde tem excelentes condições para o desenvolvimento do turismo rural e do turismo de montanha. Excelentes condições para isso. E é um tipo de turismo que tem um impacto muito maior e muito mais directo no rendimento das famílias. Por outro lado, a grande aposta que vamos fazer é no desenvolvimento do sector primário: agricultura, pesca e criação de animais. Uma aposta na economia azul? Uma aposta na agricultura, na criação de animais e na economia azul, sim, sem dúvida. Cabo Verde é 99% mar. É nisso que vamos apostar: no desenvolvimento da pesca. E, para financiar esse sector, vamos criar um banco agro-azul, precisamente para financiar a agricultura, a pesca e a criação de animais. Os transportes continuam a ser um desafio no país. Quais são as propostas do PAICV para melhorar a mobilidade entre as ilhas? Nós vamos redimensionar a ligação entre as ilhas, garantindo que todos os dias haja pelo menos uma ligação aérea e marítima para as ilhas que têm portos e aeroportos. A grande medida será ao nível dos preços. Fixámos o preço dos transportes marítimos em 500 escudos e o preço dos transportes aéreos em 5000 escudos, assumindo o Estado a responsabilidade constitucional de garantir a mobilidade dos cidadãos dentro do território nacional. Já temos estudos que confirmam que é possível implementar esses valores. Apesar dos avanços na saúde, persistem desigualdades entre as ilhas. O PAICV quer tornar gratuito o acesso aos cuidados médicos. De que forma pensa fazê-lo, quando muitas vezes vemos que são sectores fragilizados? Aqui a visão é global e coerente. Nós estamos a definir um patamar mínimo de serviços de especialidade na área da saúde, que têm de existir em todas as ilhas do arquipélago. Um patamar mínimo em termos de especialidades médicas, de capacidade de análise e de meios auxiliares de diagnóstico. Ao mesmo tempo, vamos criar melhores condições para atrair médicos para as diferentes ilhas e, desde logo, para atrair médicos para Cabo Verde. Vamos apostar no apoio directo à capacitação permanente dos médicos, de modo a tornar atractiva a fixação e o exercício da profissão em Cabo Verde, bem como em subsídios compensatórios significativos, realistas e suficientemente atractivos para que possam permanecer nas ilhas. Por outro lado, vamos alargar a rede de centros de saúde. E, finalmente, vamos construir, sim, um grande hospital de referência aqui na cidade da Praia, para responder à procura, mas também para dar maior garantia às pessoas que procuram Cabo Verde enquanto destino turístico. E que se evitem também as idas ao estrangeiro para receber tratamento médico? Nós temos um grande problema em Cabo Verde em termos de evacuações. As evacuações são morosas e extremamente complicadas para as pessoas. Vamos formalizar essa ligação entre Cabo Verde e Senegal, criando protocolos que permitam alternativas às evacuações que, neste momento, na sua grande maioria, são feitas para Portugal. A regionalização é um tema recorrente no debate político em Cabo Verde. Que modelo defende o PAICV para descentralizar o poder? Esta é uma questão à qual devemos responder através do diálogo. Eu proponho e defendo claramente, um referendo sobre esta matéria, de modo a permitir que cada cabo-verdiano possa exprimir livremente a posição que considera ser a melhor. Uma comissão totalmente independente deverá organizar todo o processo e implementar o referendo, deixando que o povo cabo-verdiano decida aquilo que quiser. Numa altura de maior pressão migratória ao nível global, que política propõe o PAICV para apoiar a diáspora cabo-verdiana? A retoma da Estratégia Nacional de Imigração e Desenvolvimento, uma estratégia que já tinha sido elaborada e aprovada em 2016. O Governo do MpD atirou a Estratégia Nacional de Imigração e Desenvolvimento para o caixote do lixo, desprezando completamente um trabalho que tinha sido elaborado em parceria e sob orientação técnica da Organização Internacional para as Migrações. Já tínhamos a estratégia elaborada, bem como os respectivos planos de acção. Vamos retomar tudo aquilo que pode e deve ser feito, e que o cabo-verdiano merece. A estratégia aborda todo o percurso migratório: desde a preparação pré-partida, ao acolhimento nos países de destino, ao desenvolvimento das relações da diáspora com Cabo Verde, até ao momento do retorno. A estratégia prevê tudo isso e nós vamos retomá-la integralmente. O Conselho das Comunidades será uma espécie de parlamento da emigração cabo-verdiana, onde as comunidades da diáspora terão representantes para fazer ouvir a sua voz. E vamos fazer algo de muito importante para os emigrantes: mudar a imagem que têm da alfândega. Queremos uma alfândega célere, rápida, que faça com que o emigrante tenha gosto em vir a Cabo Verde tratar dos seus assuntos. E, por isso, é também fundamental criar melhores condições para os profissionais cabo-verdianos que trabalham nas alfândegas. Cabo Verde é um país vulnerável às alterações climáticas. Que medidas concretas defende o partido para lutar contra este flagelo? É preciso ter planos concretos, porque nunca poderemos controlar totalmente as alterações climáticas. Todos nós estamos conscientes disso. Mas podemos mitigar, antecipar e planificar. Vamos reforçar de forma imediata todo o Serviço Nacional de Protecção Civil. Uma grande aposta será feita nas energias alternativas, criando em Cabo Verde um modelo energético mais saudável e mais compatível com os cuidados que devemos ter com o ambiente no seu todo. Perante os conflitos internacionais, como a guerra no Médio Oriente, que posicionamento deve adoptar Cabo Verde em termos de política externa? Devemos criar, tanto quanto possível, um ambiente de paz, concórdia e diálogo ao nível global. Num contexto global de crescente pressão sobre a democracia, quais são os principais desafios para Cabo Verde e como pode o país enfrentá-los? A crescente descrença dos cidadãos, dos eleitores, nos políticos, nas políticas e nos partidos políticos. Isto porque o que temos observado, um pouco por todo o lado, é o falhanço em termos de compromisso. Os eleitos, depois, esquecem-se dos compromissos que assumem. Esquecem-se, ou fingem que se esquecem, dos compromissos assumidos com os cidadãos. E isto acaba por provocar descrença, afastamento e um crescimento da abstenção. As nossas propostas são propostas que vieram das ruas. As nossas propostas vieram do encontro directo que fomos tendo com os cabo-verdianos, sentindo as suas necessidades básicas e fundamentais, para podermos resolvê-las e, assim, começar a construir o Cabo Verde desenvolvido, que é o sonho de todos nós.
En este episodio de CO3 hablamos de algo que no vemos, pero que muchas personas ya empiezan a notar: el polen. Aunque los niveles en Granada se mantienen moderados, la llegada de la floración del olivo y el transporte de polen desde otras provincias pueden cambiar la situación en los próximos días.Para entender qué está ocurriendo y cómo puede afectar a la población, nos acompaña Concepción De Linares Fernández, profesora titular del Departamento de Botánica de la Universidad de Granada y una de las coordinadoras de la Unidad de Calidad Biológica del Aire. Con ella hablamos sobre los tipos de polen presentes en la atmósfera, la importancia del olivo en Andalucía, los síntomas más habituales de la alergia, cómo diferenciarla de un resfriado y qué medidas sencillas podemos incorporar para reducir la exposición. Un episodio para mirar —y respirar— la primavera con más información, prevención y cuidado.---------------------------Radiolab, la radio universitaria de la Universidad de Granada, es un espacio de participación de la comunidad universitaria abierto a la ciudadanía. Nuestra universidad, como institución de aprendizaje está abierta al conocimiento y al debate. Desde su autonomía proporciona espacio para un debate libre y crítico, abierto a la pluralidad de voces y a la demandas de la sociedad dentro del marco de los derechos humanos y de los valores de nuestra institución. De este modo, constatamos que las opiniones vertidas en nuestros programas son exclusiva responsabilidad de quienes las emiten, sin representar un posicionamiento de la institución como tal. Defendemos la libertad de expresión y la comunicación en el espacio público como una forma de hacer ciudadanía y avanzar en el conocimiento.
Àngels Barceló ha entrevistado este lunes en Hoy por Hoy al candidato de Adelante Andalucía, José Ignacio García, en la recta final de la campaña electoral para las elecciones autonómicas del 17 de mayo. García ha hecho un llamamiento a la movilización del electorado de izquierdas asegurando que "todavía queda una semana de trabajo para convencer a los andaluces de echar a Juanma Moreno". Además, ha reivindicado el carácter andalucista de su formación. "Representamos un partido andalucista sin recibir directrices estatales. Defendemos los intereses del pueblo andaluz y tenemos derecho a ello".
Cabo Verde realiza eleições legislativas no próximo dia 17 de Maio para eleger os 72 deputados do Parlamento. Esta eleição conta com a participação de cinco forças políticas, entre elas o Partido Popular, que concorre em seis dos 13 círculos eleitorais do país. O líder do partido, Amândio Barbosa, defende a modernização do sistema de saúde, a melhoria das condições salariais e a diversificação da economia, com uma forte aposta na economia azul. É a terceira vez que o Partido Popular concorre às eleições legislativas sem nunca ter conseguido eleger deputados. Qual é o objectivo do partido nesta eleição? O objectivo é eleger uma representação parlamentar. Sempre foi esse o nosso objectivo. Ainda não o conseguimos alcançar, mas estamos convictos de que, desta vez, conseguiremos eleger um ou dois deputados. As prioridades do Partido Popular passam, entre outras, pela gestão da causa pública, pela modernização do sistema de saúde e pela melhoria salarial. Que medidas propõe o PP para responder ao desemprego jovem em Cabo Verde? O combate ao desemprego jovem em Cabo Verde passa pela diversificação das actividades económicas. Não podemos continuar dependentes apenas do turismo. Temos de apostar na industrialização da economia azul. O mar deve ser o principal recurso estratégico de Cabo Verde. A resposta ao desemprego não passa também pela formação dos jovens? Formação é o que não falta em Cabo Verde. O problema não é apenas formar pessoas; é preciso criar empresas e oportunidades de trabalho que permitam aproveitar essa formação. O Partido Popular defende uma melhor distribuição dos rendimentos no país... A distribuição do rendimento em Cabo Verde é um dos grandes desafios do país. Entre 2012 e 2022, os lucros da banca multiplicaram-se por 12, enquanto o salário do cidadão cabo-verdiano perdeu poder de compra devido à inflação e à ausência de actualizações salariais adequadas. Face à dependência do turismo e das remessas enviadas pelos emigrantes, como pode Cabo Verde diversificar a economia? No período colonial, Cabo Verde tinha mais de 12 fábricas de transformação de peixe. Hoje existem apenas uma ou duas. O aproveitamento do mar, das pescas e da agricultura com recurso à dessalinização da água do mar poderia permitir ao país dar um grande salto em frente - algo que, na nossa perspectiva, não aconteceu ao longo destes 50 anos de governação. Uma maior aposta na economia azul? A economia azul deve ser um dos principais motores do desenvolvimento de Cabo Verde. É necessário modernizar as pescas e reformar a agricultura com recurso à água dessalinizada para irrigação. Actualmente, as pescas representam menos de 10% do Produto Interno Bruto, mas acreditamos que esse valor deve atingir 20% ou mais da economia nacional. O senhor preconiza a modernização do sistema de saúde e afirma que os cabo-verdianos enfrentam dificuldades no acesso aos cuidados médicos, enquanto os políticos beneficiam frequentemente de apoios para tratamentos no estrangeiro. Que soluções propõe o Partido Popular para garantir um acesso mais justo e equitativo à saúde? A saúde tem sido o grande parente pobre da governação em Cabo Verde ao longo destes 50 anos. Para tratar muitas doenças, até algumas relativamente simples, somos obrigados a recorrer a Portugal, ao Senegal ou a outros países. A solução passa pela criação de mais hospitais, mais profissionais? Mais tecnologia e mais formação, para que deixemos de depender constantemente do exterior para tratar doenças que poderiam ser resolvidas no país. Os transportes continuam a ser um desafio no país. Que propostas apresenta o Partido Popular para melhorar a mobilidade entre as ilhas? A mobilidade interilhas passa pela criação de uma empresa estatal para o transporte marítimo e outra para o transporte aéreo nacional. Paralelamente, é necessário negociar com grandes companhias africanas, europeias - com a TAP - e com outras empresas internacionais para assegurar melhores ligações aéreas. O Estado deve assumir esse serviço, mas com objectivos económicos bem definidos. Não faz sentido continuar a injectar dinheiro sem resultados concretos. Veja-se o caso da CV Interilhas ou dos TACV, onde se desperdiçam recursos que poderiam ser canalizados para sectores essenciais, como é o caso da saúde. A regionalização tem sido um tema recorrente no debate político em Cabo Verde. Que modelo de descentralização defende o Partido Popular para aproximar o poder dos cidadãos? Somos contra a regionalização. Consideramos que criaria mais uma estrutura pesada do Estado. Defendemos, sim, o reforço do municipalismo, com mais poderes e mais recursos para os municípios, aproximando o poder dos cidadãos. Ainda assim, é um debate legítimo. Se surgirem argumentos sólidos que demonstrem ganhos de eficiência ou redução de custos, estaremos disponíveis para rever a nossa posição. Numa altura de maior pressão migratória a nível global, que política propõe o Partido Popular para apoiar a diáspora cabo-verdiana? A diáspora precisa de um Estado mais próximo e menos burocrático. É necessário facilitar o investimento dos emigrantes em Cabo Verde, algo que actualmente não acontece. Os serviços aduaneiros devem tornar-se mais modernos, eficientes e respeitadores da condição dos emigrantes. Infelizmente, os sucessivos governos limitaram-se a promessas de campanha, sem mudanças concretas. Cabo Verde é um país vulnerável às alterações climáticas. Que medidas concretas recomenda o partido para lidar com este flagelo? Temos de melhorar o planeamento urbano. Não se pode continuar a autorizar construções em zonas de risco, como encostas e ribeirinhas. O poder municipal tem ignorado muitas vezes a política urbanística, permitindo que interesses privados ditem a ocupação do território. Muitas pessoas acabam por construir em áreas vulneráveis porque o próprio poder público o permitiu. Com cidades mais organizadas, planeadas e acessíveis para as famílias com menos recursos, estaríamos mais preparados para enfrentar fenómenos naturais. Perante os conflitos internacionais, como a guerra no Médio Oriente, que posicionamento deve adoptar Cabo Verde em termos de política externa? A política externa de Cabo Verde deve continuar a ser moderada e pragmática. Não devemos tomar partido em conflitos internacionais, tendo em conta a fragilidade do país e a dependência externa. Devemos defender a paz, o equilíbrio e o diálogo entre as partes. Hoje, qualquer conflito envolvendo potências nucleares representa um risco para toda a humanidade. Cabo Verde deve manter uma posição neutra e responsável. Num contexto global de crescente pressão sobre a democracia, quais são os principais desafios para Cabo Verde e como enfrentá-los? A democracia cabo-verdiana já deu passos importantes, mas recentemente Cabo Verde caiu nos rankings internacionais da democracia. Consideramos que isso resulta, entre outros factores, da pressão exercida sobre a comunicação social e de práticas que comprometem a igualdade eleitoral. Quando, a poucos meses das eleições, começam a ser distribuídas cestas básicas, cartas de condução, materiais de construção ou dinheiro num país com elevados níveis de pobreza, isso enfraquece a democracia. Como se pode contornar esta situação? A pressão internacional poderia desempenhar um papel importante, mas actualmente é insuficiente. Também seria necessária uma justiça mais independente e actuante, algo difícil quando os principais responsáveis judiciais são nomeados pelo poder político. Cabe igualmente aos cidadãos questionarem estas práticas, incluindo através das redes sociais, até que exista capacidade para promover mudanças efectivas.
Cabo Verde realiza eleições legislativas no próximo dia 17 de Maio para eleger os 72 deputados do Parlamento. Esta décimas primeiras legislativas contam com cinco formações políticas, entre elas o partido Pessoas, Trabalho e Solidariedade (PTS), que concorre em seis dos 13 círculos eleitorais. Jónica Brito Tavares, líder do PTS, defende a diversificação da economia através da economia azul e a descentralização do desenvolvimento entre as ilhas. O partido propõe ainda o reforço da transparência, a melhoria dos serviços públicos, a valorização da diáspora e uma aposta na prevenção das alterações climáticas e no reforço da participação cívica. O partido afirma que não concorre para governar, mas para eleger deputados. Qual é o objectivo político concreto nestas eleições? Estas eleições são eleições para eleger deputados. A figura do Governo e do Primeiro-Ministro é consequência dos resultados dessas eleições. Por isso, o PTS tem uma mensagem que é concorrente a deputados para os assentos parlamentares de que Cabo Verde dispõe: os 72 lugares. Apresentam-se como um partido jovem. Que medidas propõe o PTS para responder ao desemprego jovem em Cabo Verde? Propomos a valorização da mão-de-obra jovem. Hoje temos jovens que, apesar de terem uma formação académica sólida, não se revêem no retorno do investimento que fizeram nas suas vidas, que lhes permita viver. Falamos da valorização, da diversificação de opções de emprego, de oportunidades concretas, transparentes e iguais para todos. Uma maior aposta na formação? A educação sempre foi um factor de mudança de vida na história de Cabo Verde e hoje não é diferente. Os jovens apostam cada vez mais na formação, mas também entendemos que esta formação deve ser direccionada para a realidade do país. Formações no âmbito da economia azul. Fala-se tanto da zona económica exclusiva, da economia azul, mas não se apresenta um plano concreto de como a população de Cabo Verde, principalmente sendo uma população jovem, beneficiará desta economia azul. Quais são os entraves para o desenvolvimento da economia azul? No país, temos jovens pescadores que ainda trabalham de forma bastante artesanal, enfrentando enormes dificuldades para garantir um rendimento digno. É uma actividade que continua a exigir muito sacrifício, com pouca valorização e limitado apoio técnico e financeiro. Por outro lado, existem também jovens empresários que procuram inovar e empreender em áreas ligadas aos desportos aquáticos e à economia do mar. No entanto, muitos acabam por desistir a meio do caminho devido à falta de atenção, acompanhamento e apoio efectivo por parte do Governo cabo-verdiano, sobretudo no que diz respeito à criação de garantias, acesso a financiamento e condições para ampliar o seu campo de actuação. O PTS propõe o fim desta burocracia? O Parlamento é um lugar onde se pode questionar e exigir transparência e exigir que as promessas eleitorais não fiquem pelo período de campanhas eleitorais. Que saiam do papel e cheguem a cada canto de Cabo Verde, de Santo Antão à Brava. Face à dependência do turismo e das remessas enviadas pelos imigrantes: como é que pode Cabo Verde diversificar a economia? A economia azul é uma das opções. O cabo-verdiano sente falta de aproveitar melhor o mar que tem. Temos acordos internacionais e há países que tiram proveito do nosso mar. Mas qual é a percentagem de cabo-verdianos que está, de facto, a beneficiar deste território que temos? Falamos também da diversificação económica e da aposta na produção nacional. A dependência externa tem constituído um bloqueio ao potencial de desenvolvimento de Cabo Verde. Defendemos uma forte aposta na agricultura. Hoje, temos pessoas formadas e com capacidade para impulsionar este sector. Fala-se muito do digital, e essa deve ser uma aposta estratégica de Cabo Verde. Quando pensamos no digital, pensamos em tecnologia, inovação e modernização. Acreditamos que a aposta na tecnologia, em benefício da agricultura, da pecuária, da transformação industrial e até do turismo verde sustentável - que hoje já apresenta alguma dinâmica em ilhas como Santo Antão e Santiago - ainda não tem recebido a devida atenção e equidade por parte dos sucessivos governos. Apesar dos avanços no sector dasaúde, persistem desigualdades entre ilhas. Que soluções defende o PTS para garantir um acesso equitativo? Os avanços neste sector são visíveis. No entanto, o facto de existir uma forte centralização no Hospital Nacional, na Praia, tem criado limitações, sobretudo devido à condição arquipelágica do país. As dificuldades inerentes às deslocações para aceder a estes serviços acabam por sobrecarregar a estrutura nacional de saúde. Temos conhecimento de que já foram apresentadas, por duas vezes, propostas para a construção de um novo hospital nacional. Contudo, isso, por si só, não basta. É necessário descentralizar os serviços de saúde e levá-los a outras ilhas, apostando em infra-estruturas equivalentes e com o mesmo nível de qualidade em ilhas com capacidade para acolhê-las. O objectivo deve ser criar uma rede mais equilibrada e acessível, especialmente em regiões estrategicamente mais próximas de outras ilhas. A regionalização tem sido um tema recorrente no debate político em Cabo Verde. Que modelo defende o PTS para descentralizar o poder em Cabo Verde? Falamos aqui de dar mais poder às ilhas, através da criação de instituições e agências que possam trabalhar, com base em estudos e dados concretos, para uma melhor redistribuição do rendimento. Defendemos também a criação de uma agência voltada para o equilíbrio territorial, que tenha como missão promover maior justiça territorial e criar oportunidades mais equitativas entre as ilhas. Sabemos que a dimensão e as particularidades de cada ilha deverão ser tidas em conta nesse processo. O PTS defende a descentralização política, económica e social, para que todas as ilhas se sintam parte integrante do desenvolvimento do país. Os transportes continuam a ser um grande desafio em Cabo Verde. Que propostas apresenta o partido Pessoas, Trabalho e Solidariedade para melhorar a mobilidade entre as ilhas? Defendemos uma maior transparência no sector. Ao longo dos anos, têm-se verificado várias situações relacionadas com processos de privatização que, na prática, não têm dado uma resposta eficaz. No final das contas, acaba por ser o financiamento público a cobrir as falhas deixadas pelos operadores privados, que não conseguem responder de forma adequada às necessidades do país. Para nós, é fundamental que o Estado assuma um papel central neste sector. Acreditamos que o sector privado é importante em qualquer economia, mas, no caso de Cabo Verde, o Governo deve reconhecer que a ligação interilhas é uma questão de sobrevivência para a população cabo-verdiana. Numa altura de maior pressão migratória a nível global, que política propõe o partido Pessoas, Trabalho e Solidariedade para apoiar a diáspora cabo-verdiana? A diáspora cabo-verdiana é a nossa 11.ª ilha. Temos mais cabo-verdianos fora do país do que dentro dele. Por isso, defendemos o mapeamento da diáspora e uma diplomacia orientada para a protecção e valorização das comunidades cabo-verdianas no exterior. Falamos também da capacidade diplomática de Cabo Verde para negociar melhores condições de integração dos nossos emigrantes, sobretudo num contexto internacional em que a migração enfrenta crescentes tentativas de limitação, contrariando esta ideia de cidadão global com a qual o cabo-verdiano sempre se identificou. Defendemos ainda que a diáspora tenha um papel mais activo e representativo nas estruturas e instituições nacionais. Propomos a criação de um conselho de concertação social que integre representantes da diáspora e defendemos que o projecto do Conselho Nacional das Comunidades deixe de estar apenas no papel e passe efectivamente à prática. O objectivo é garantir que a nossa emigração esteja integrada não só fora do país, mas também na vida institucional e no desenvolvimento de Cabo Verde. Cabo Verde é um país vulnerável às alterações climáticas. Que medidas concretas defende o partido para lidar com este flagelo? Cabo Verde é particularmente vulnerável às alterações climáticas devido à sua condição insular. Tivemos recentemente um episódio que demonstrou que o país não está imune a este flagelo. Propomos medidas de prevenção, sobretudo para reduzir o impacto das mudanças climáticas e evitar que estas continuem a representar tragédias para o povo cabo-verdiano. Devemos apostar em melhores condições de habitação e no aumento do rendimento das famílias, para que as pessoas possam preparar-se melhor para estas calamidades. Falo, por exemplo, de medidas concretas para combater a erosão dos solos e proteger o território nacional. Perante os actuais conflitos internacionais, nomeadamente a guerra no Médio Oriente, qual deve ser o posicionamento de Cabo Verde? Cabo Verde deve ontinuar a trabalhar com os parceiros, no sentido de reforçar a nossa diplomacia, mas, essencialmente, ter em conta que é preciso fazer um trabalho em casa, ouvindo os cidadãos para aproveitar sempre da melhor forma as questões externas. Cabo Verde não tem um posicionamento ou enquadramento directo, mas acreditamos que está claro: a história mundial mostra-nos que a paz é sempre o melhor caminho. Num contexto global de crescente pressão sobre a democracia, quais são os principais desafios que se colocam a Cabo Verde? E de que forma podem ser enfrentados? A transparência e a boa governação são desafios fundamentais. É também necessário aproximar os cidadãos da vida política, sobretudo num país em que os dados estatísticos mostram que quase 50% da população se abstém de votar. Isso revela que muitos eleitores já não acreditam que o seu voto tenha o devido peso ou impacto nas decisões do país. Por isso, é essencial reforçar a confiança nas instituições e promover uma maior participação cívica. A dimensão humana nunca deve ser esquecida. O PTS defende uma política centrada nas pessoas, em que o objetivo coletivo também respeite e represente as individualidades inerentes à condição humana.
Bem-vindos a mais um episódio Mommy Talks By Essence! Esta semana, a Catarina e a Filipa recebem Patrícia Bacelar, diretora do programa de acolhimento familiar da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, para uma conversa sobre o que significa, na prática, acolher.Numa realidade ainda pouco falada, a Patrícia traz-nos para dentro deste processo onde o tempo, o cuidado e a estabilidade fazem toda a diferença na vida de uma criança.Falamos sobre o papel das famílias de acolhimento, os desafios, as necessidades e a importância de criar um espaço seguro enquanto o futuro se reorganiza. Um episódio sobre cuidado, responsabilidade e o impacto que uma casa pode ter na vida de alguém.Já disponível no Youtube, Spotify e em qualquer app de podcasts.Para mais informações sobre o PROGRAMA DE MATERNIDADE ou o CURSO PRÉ E PÓS-PARTO:info@essenceprimecare.comNOVOS EPISÓDIOSDomingo às 17h00 ESSENCE PRIME CAREEssence Prime Care é um projeto pioneiro de bem-estar que integra a sua atividade em três pilares fundamentais: Medicina Tradicional Chinesa, Dietética e Estética e Dermocosmética.Defendemos que saúde não é a ausência de doença mas sim uma plena convicção de equilíbrio fisiológico e energético que se constitui de dentro para fora. A nossa missão é promove-los através da compreensão da essência de cada individuo. Desta forma, efetuamos um diagnóstico personalizado antes de qualquer procedimento para que seja possível prescrever o que melhor se adequa ao seu caso clínico e acompanhá-lo durante todo o processo.TELEGRAMQuer juntar-se à nossa comunidade de mães e bebés? Peça-nos o link privado no instagram!Siga o nosso trabalhohttps://www.essenceprimecare.comhttps://www.instagram.com/essenceprimecareFILIPA TELEShttps://www.instagram.com/filipa_telesCATARINA GASPARhttps://www.instagram.com/catarinagaspardoula
En este episodio de CO3 (Comunica, Conecta y Comparte), alargamos el Día del Libro para quedarnos en ese lugar que abren las historias: ese espacio donde leer y escribir nos transforma, nos detiene y nos hace mirar distinto. Conversamos con Fátima María Gómez Pinillos, escritora formada en la Universidad de Granada, que tras una trayectoria de diez años en Óptica y Optometría decidió replantear su camino para adentrarse en el mundo del coaching, la inteligencia emocional y la escritura. A lo largo del programa hablamos sobre el proceso creativo, la escritura como necesidad, el valor de parar en un mundo acelerado y el papel que tienen los libros hoy. Una charla cercana sobre decisiones, cambios de rumbo y la importancia de escuchar(se).Porque al final, todos tenemos algo que contar… aunque aún no sepamos cómo empezar.
En este episodio hablamos con Arturo Álvarez-Roldán sobre un estudio pionero de la Universidad de Granada que analiza la evolución jurídica y social de los clubes sociales de cannabis en España.A partir de más de 30 años de transformaciones legales, el trabajo —publicado en International Journal of Drug Policy— explora cómo estos espacios surgieron en un contexto de ambigüedad normativa, prosperaron en “zonas de tolerancia” y terminaron enfrentándose a restricciones judiciales que frenaron su expansión.Durante la conversación, abordamos no solo el caso de los clubes de cannabis, sino también qué nos dice este fenómeno sobre cómo cambian las políticas públicas, el papel de la gobernanza multinivel y cómo la innovación social puede abrir camino incluso en contextos legales inciertos.Una charla para entender mejor la relación entre derecho, sociedad e innovación desde una mirada crítica y actual.---------------------------Radiolab, la radio universitaria de la Universidad de Granada, es un espacio de participación de la comunidad universitaria abierto a la ciudadanía. Nuestra universidad, como institución de aprendizaje está abierta al conocimiento y al debate. Desde su autonomía proporciona espacio para un debate libre y crítico, abierto a la pluralidad de voces y a la demandas de la sociedad dentro del marco de los derechos humanos y de los valores de nuestra institución. De este modo, constatamos que las opiniones vertidas en nuestros programas son exclusiva responsabilidad de quienes las emiten, sin representar un posicionamiento de la institución como tal. Defendemos la libertad de expresión y la comunicación en el espacio público como una forma de hacer ciudadanía y avanzar en el conocimiento.
O Mommy Talks está de volta para a 14ª temporada
Javier Baqueiro, director de operaciones de Melià en Calvià, y Antonio Albiol, director del hotel Zel Mallorca, han explicado en Gente viajera cómo han querido representar en el hotel el carácter mediterráneo de la marca: "Defendemos el estilo de vida mediterráneo en nuestro hotel"
En este episodio de CO3 hablamos con Antonio Cárdenas, investigador del Proyecto PLANIFICARCP y médico especialista en Medicina Intensiva en el Hospital Universitario Virgen de las Nieves, quien nos explica en qué consiste el proyecto PLANIFICARCP, un estudio de la Universidad de Granada publicado en la revista científica Resuscitation Plus. Esta iniciativa demuestra cómo enseñar reanimación cardiopulmonar (RCP) en colegios que, no solo mejora la capacidad de los estudiantes para actuar ante una parada cardíaca, sino que además ese conocimiento se transmite a sus familias, generando un potente “efecto multiplicador” en la sociedad. Un episodio que conecta educación y salud pública, además de que aprender a salvar una vida está al alcance de cualquiera.---------------------------Radiolab, la radio universitaria de la Universidad de Granada, es un espacio de participación de la comunidad universitaria abierto a la ciudadanía. Nuestra universidad, como institución de aprendizaje está abierta al conocimiento y al debate. Desde su autonomía proporciona espacio para un debate libre y crítico, abierto a la pluralidad de voces y a la demandas de la sociedad dentro del marco de los derechos humanos y de los valores de nuestra institución. De este modo, constatamos que las opiniones vertidas en nuestros programas son exclusiva responsabilidad de quienes las emiten, sin representar un posicionamiento de la institución como tal. Defendemos la libertad de expresión y la comunicación en el espacio público como una forma de hacer ciudadanía y avanzar en el conocimiento.
"Vigie sempre seus pensamentos. Deles dependem a sua vida."Iniciamos este episódio com essa provocação poderosa para refletir sobre como nossa mente guia nossas atitudes e como estamos permitindo que a tecnologia assuma o controle de nossas rotinas. No Drops de IA de hoje, eu e o Thiago Vespa comentamos a recente aquisição da Meta: o Moltbook.O Moltbook é uma rede social exclusiva para agentes de IA, onde humanos são bem-vindos apenas para observar. Com mais de 198 mil agentes interagindo, postando e comentando entre si, a plataforma serve como um grande experimento para mostrar como essas soluções podem chamar serviços e executar ações de forma autônoma.Mergulhamos em discussões profundas sobre o futuro do trabalho e da tecnologia:- A Era dos Agentes: discutimos a transição das LLMs que apenas geram texto para agentes que executam ações reais, como responder e-mails e gerenciar agendas;- O Valor do Conhecimento: refletimos que a Meta não comprou apenas uma solução, mas sim a mente e o "super cérebro" da equipe que desenvolveu a lógica desses agentes autônomos;- O Lado Sombrio da Automação no RH: debatemos o uso de IA em processos seletivos e a estratégia perigosa de contratar em massa para "limar" profissionais depois, gerando um ciclo de desperdício de talentos e frustração humana;- O Paradoxo da Produtividade: se temos máquinas para lavar roupa, louça e agora IAs para trabalhar por nós, por que estamos cada vez mais cansados e trabalhando mais?Defendemos a ideia de sermos "artesãos" do nosso trabalho, priorizando a qualidade e o toque humano em vez da velocidade desenfreada. No fim das contas, a tecnologia deveria nos devolver tempo para o que realmente importa: a vida fora das telas
Declaraciones del concejal de Obras y Urbanismo
En este episodio de CO3 entrevistamos a María Quintana Peñas para acercarnos al concepto de justicia restaurativa, una perspectiva que propone repensar la justicia más allá del castigo. A lo largo de la conversación hablamos de qué significa realmente restaurar, en qué se diferencia este enfoque del modelo penal tradicional y qué tipo de reparación puede generar en las personas y comunidades implicadas. Además, exploramos cómo se está aplicando actualmente la justicia restaurativa dentro y fuera del sistema penal, cuáles son sus posibilidades y límites, y qué papel podrían tener estas prácticas en espacios como la universidad para abordar conflictos internos. Un episodio para reflexionar sobre cómo transformar nuestra manera de entender la justicia, la responsabilidad y la convivencia.---------------------------Radiolab, la radio universitaria de la Universidad de Granada, es un espacio de participación de la comunidad universitaria abierto a la ciudadanía. Nuestra universidad, como institución de aprendizaje está abierta al conocimiento y al debate. Desde su autonomía proporciona espacio para un debate libre y crítico, abierto a la pluralidad de voces y a la demandas de la sociedad dentro del marco de los derechos humanos y de los valores de nuestra institución. De este modo, constatamos que las opiniones vertidas en nuestros programas son exclusiva responsabilidad de quienes las emiten, sin representar un posicionamiento de la institución como tal. Defendemos la libertad de expresión y la comunicación en el espacio público como una forma de hacer ciudadanía y avanzar en el conocimiento.
En este episodio de CO3 hablamos con Manuel Bru Serrano y Leticia Vázquez Carpio, parte del equipo curatorial de FACBA 26, el Festival de Arte Contemporáneo de la Facultad de Bellas Artes de la Universidad de Granada.Conversamos sobre cómo este proyecto conecta al estudiantado con el mundo profesional del arte a través de exposiciones, talleres y una feria de arte emergente, creando un puente entre la universidad y el ecosistema artístico de la ciudad.---------------------------Radiolab, la radio universitaria de la Universidad de Granada, es un espacio de participación de la comunidad universitaria abierto a la ciudadanía. Nuestra universidad, como institución de aprendizaje está abierta al conocimiento y al debate. Desde su autonomía proporciona espacio para un debate libre y crítico, abierto a la pluralidad de voces y a la demandas de la sociedad dentro del marco de los derechos humanos y de los valores de nuestra institución. De este modo, constatamos que las opiniones vertidas en nuestros programas son exclusiva responsabilidad de quienes las emiten, sin representar un posicionamiento de la institución como tal. Defendemos la libertad de expresión y la comunicación en el espacio público como una forma de hacer ciudadanía y avanzar en el conocimiento.
En este episodio de CO3 nos acercamos a uno de los encuentros culturales más singulares de la provincia: el III Festival Literario Purullena tiene nombre de mujer, una cita que del 6 al 15 de marzo convierte a Purullena en un espacio de diálogo entre literatura, memoria y creación contemporánea.Conversamos con José Luis Martínez, alcalde de Purullena, y con Loli Olmos, coordinadora del festival, para conocer cómo nace esta iniciativa y qué significa para el municipio apostar por la cultura como motor de comunidad. Hablamos de una programación que reúne recitales, tertulias, talleres, cine, rutas literarias y música, y que sitúa en el centro la literatura escrita por mujeres y la reivindicación de su legado.Además, exploramos el espíritu del festival: abrir la literatura a todos los públicos, implicar a centros educativos, asociaciones y clubes de lectura, y tender puentes entre distintas artes para convertir la palabra en un espacio de encuentro.Un episodio sobre territorio, cultura y voces femeninas, donde la literatura se vive también como celebración colectiva.
A liberdade de expressão, a participação cívica e política e os direitos humanos estão a ser cada vez mais reprimidos em Angola. As conclusões constam do relatório semestral das organizações não-governamentais Movimento Cívico MUDEI, Associação Handeka e Mizangala Tu Yenu Kupolo, que acusam as forças de segurança de acções ilegais -nomeadamente em Julho de 2025, durante a greve dos táxis, marcada por episódios de violência que provocaram 22 mortos, incluindo três menores. Em entrevista à RFI, Jaime Mussinda, jurista do MUDEI, afirma que quem detém o poder em Angola nada faz para levar justiça às vítimas destas atrocidades. Quais são as conclusões deste relatório? O relatório do Movimento Cívico MUDEI, agora tornado público, visa apresentar as violações sistemáticas de direitos humanos que ocorreram, sobretudo com maior incidência, nos dias 27, 28 e 29 de Julho de 2025. No entanto, trata-se de um relatório semestral, no qual conseguimos compilar todos os tipos de atrocidades e violações ocorridas nos primeiros seis meses do ano de 2025. No país, continua o encerramento do espaço cívico e as liberdades estão cada vez mais reprimidas. A participação cívica, política e até cultural continua a ser problemática. Registamos, com preocupação, um crescimento gritante das violações de direitos humanos. Em cada relatório apresentamos recomendações e documentamos as vítimas. Mas, pelo que parece, quem detém o poder político e os órgãos que deveriam auxiliar na investigação destas violações pouco ou nada fazem. A repressão não se limita apenas aos activistas. Quem são as vítimas destas práticas repressivas, tendo em conta que falam em 22 mortos, incluindo três menores? As vítimas desta brutalidade policial são cidadãos que podem ser activistas, jornalistas ou moto-taxistas. Vimos crianças serem executadas, sobretudo na província da Huíla. Vimos também uma mãe que saiu de casa à procura do filho, que se encontrava na rua, e que foi alvejada pelas costas. As vítimas desta brutalidade policial são todos os cidadãos que, em algum momento, se sintam encurralados ao exercer o seu direito de circulação. As organizações não-governamentais criticam a actuação das forças de segurança e, passo a citar, “frequentemente à margem da lei, revelando um padrão de impunidade e de instrumentalização do aparelho de Estado para fins de controlo social e silenciamento de vozes críticas”. Qual é a responsabilidade do aparelho de Estado nestas práticas violentas? Nos termos da Constituição da República de Angola e da legislação em vigor, a polícia tem como missão manter a ordem e a tranquilidade públicas e proteger o cidadão. Os serviços de investigação criminal, nos termos dos estatutos orgânicos do Ministério do Interior, têm como finalidade a investigação do crime. No entanto, infelizmente, as organizações não-governamentais em Angola, apesar de demonstrarem vontade de investigar e apurar os factos relativos a cada violação de direitos humanos, não têm tido essa possibilidade. São reprimidas e rotuladas. Os relatórios trimestrais e sequenciais que temos publicado são, de certo modo, actos de resistência. Mas quem investiga, neste caso, o agente da polícia que alvejou uma senhora que carregava o filho? É a própria polícia.... Qual é a resposta do Governo angolano a estes relatórios? O Governo angolano nunca respondeu. Temos dito que os nossos relatórios são lidos em França, em Inglaterra, em Portugal e noutras partes do mundo, mas nunca fomos ouvidos ou levados em consideração pelos órgãos de direito em Angola. Pediram para ser recebidos pelas autoridades angolanas? Não. Utilizamos os canais de comunicação que chegam à Índia, à América e à Europa, e temos plena certeza de que esses mesmos canais chegam ao Palácio da Justiça e ao ministro da Justiça. Contudo, estamos a falar de um ministro que é um órgão político e não uma entidade equidistante de quem detém o poder. Sempre que as violações de direitos humanos tenham como pano de fundo a protecção de quem detém o poder político, não podemos esperar imparcialidade de um ministro político, sobretudo quando não dispomos de instituições verdadeiramente independentes. Após aquelas atrocidades [a greve dos táxis que ocorreu em Julho de 2025] o Governo angolano disponibilizou 500 mil milhões de kwanzas para reparar os supermercados que tinham sido vandalizados nesse período. Todavia, até ao momento, nenhuma das vítimas mortais foi indemnizada. Quem detém o poder político parece mais preocupado com bens patrimoniais e recursos do que com a vida e a dignidade do cidadão. A seu ver, o que revela este silêncio dos responsáveis? Revela falta de compromisso com a nação e com a dignidade da pessoa humana. Não há outra explicação. Temos o caso de uma menina de 13 anos que foi alvejada e perdeu a sensibilidade nos membros inferiores. Até hoje, não teve assistência médica, nem medicamentosa adequada num hospital público. Foi necessário que activistas cívicos e cidadãos comuns se solidarizassem para comprar uma cadeira de rodas, garantindo-lhe o mínimo de condições. Foram membros do Movimento Cívico Mulheres que tiveram de a levar para um hospital noutra província, fora de Luanda, porque, sempre que recorriam a hospitais em Luanda, enfrentavam situações de tratamento indigno, como se a menina fosse uma vândala. Trata-se de uma criança de 13 anos que estava no local errado, à hora errada. É uma criança. Quais são as recomendações deste relatório? Pedimos uma investigação clara e aprofundada, despida de qualquer interferência política, sobre as violações de direitos humanos referidas no relatório. Exigimos igualmente a responsabilização criminal e civil dos agentes que alvejaram cidadãos indefesos. Pedem o reforço das garantias processuais e o respeito pelos direitos fundamentais… Certamente. Defendemos a responsabilização dos agentes envolvidos, desde o comandante-geral da Polícia ao ministro do Interior e, inclusivamente, ao comandante-em-chefe. Queremos também a responsabilização dos meios de comunicação social públicos que difundiram informações falsas antes, durante e depois destas atrocidades ocorridas em Julho 2025. Exigem ainda a libertação dos detidos arbitrariamente. Está marcada para o dia 28 de Março uma manifestação para protestar contra a prisão de Serrote de Oliveira, conhecido como "General Nila", André Miranda, e de Osvaldo Caholo. O que se pode esperar dessa manifestação? Vamos exigir a libertação do companheiro BuKa, que se encontra detido, acusado de terrorismo sem que tenha sido apresentada qualquer prova. O mesmo sucede com Osvaldo Caholo, detido por ter divulgado um vídeo nas redes sociais antes de uma manifestação em Junho de 2025. Até ao momento, não foi julgado. Há também o caso do "general Nila", Serrote de Oliveira; que, no dia da manifestação, saiu para filmar um acto que decorria na comunidade. Ele está impedido de ver a família ou um advogado… Os contactos estão severamente limitados. Embora residam em Luanda, foram colocados numa penitenciária de Calombololoca, na província de Ícolo e Bengo. Há múltiplas violações de direitos num único acto. Mesmo quando um indivíduo está detido, o único direito que lhe é retirado é o direito de circulação -o direito de ir e vir. Todos os demais direitos fundamentais: direito à vida, à integridade, ao lazer e ao contacto com a família e com os seus representantes legais devem ser mantidos. Não se compreende como é possível negar-lhes o contacto com advogados e familiares. É isto que está a mobilizar a sociedade a sair à rua para exigir, no mínimo, a libertação imediata e a responsabilização daqueles que desencadearam estas acções ou que pretendem encarcerar cidadãos por criticarem ou se oporem ao modus vivendi e operandi do poder. A RFI tentou contactar o ministro da Justiça de Angola, Marcy Lopes, para reagir às conclusões deste relatório, mas, até ao momento, não obteve resposta.
En este episodio de CO3 hablamos de Melanogaster: Catch the Fly, un proyecto de ciencia ciudadana en el que estudiantes, profesorado y científicos colaboran para estudiar cómo los seres vivos se adaptan al medio ambiente. Desde campos de caquis y nísperos en Cájar hasta laboratorios escolares y redes europeas de investigación como DrosEU, el alumnado participa en la recogida, clasificación y análisis de moscas de la fruta, un modelo clave en genética por sus similitudes con el ADN humano. Un proyecto que une educación, investigación real y conciencia ambiental, demostrando que la ciencia no solo se estudia: también se vive y se construye en comunidad.
Send a textEl final de unos Juegos de invierno siempre huele a proeza, pero detrás del podio late otra historia: cómo la innovación convierte segundos, texturas y milímetros en medallas. Abrimos la cortina y contamos, con lenguaje claro y sin mitos, cómo la propiedad intelectual ayuda a que ideas audaces crucen desde el laboratorio hasta la meta. Desde la piscina, donde los trajes pasaron a ser sistemas de dinámica de fluidos, hasta el asfalto, donde una placa de carbono y espumas resilientes transformaron la zancada, examinamos qué hay dentro de las patentes que marcan tendencia y por qué su divulgación alimenta la competencia sana.Viajamos al hielo para entender el patín clap, una bisagra que extendió el contacto con la superficie y cambió el cálculo del impulso. Mostramos cómo las patentes revelaron soluciones sobre estabilidad, alineación y fatiga de materiales, abriendo la puerta a licencias y mejoras que elevaron a toda la industria. Luego miramos la otra mitad de la ecuación: la justicia. Sistemas de seguimiento, replay y cronometraje con cámaras de alta velocidad y sensores calibrados convierten lo invisible en datos confiables. Hablamos de precisión como forma de respeto: cuando la diferencia es una milésima, la tecnología bien diseñada y protegida asegura que el resultado refleje la verdad.A lo largo del episodio unimos tres fuerzas: curiosidad, ingeniería y reglas. Defendemos que las patentes no congelan el mercado; publican el plano a cambio de exclusividad temporal y activan una carrera de ideas donde marcas iteran, reguladores ajustan y atletas crecen. Si creas desde un taller local o un laboratorio global, la lección es directa: identifica el cuello de botella con datos, diseña la solución estructural, documenta el método y protege lo novedoso y útil. Los límites no son muros, son parámetros de diseño. Acompáñanos, suscríbete y comparte este episodio con alguien que ame el deporte y también las ideas; cuéntanos en los comentarios qué innovación te cambió la forma de ver una línea de meta.Descubre Protección para la Mente Inventiva – ya disponible en Amazon en formatos impreso y Kindle. Las opiniones expresadas por la host y los invitados en este pódcast son exclusivamente personales y propias, estas no reflejan necesariamente la política o postura oficial de las entidades con las que puedan estar vinculados. Este pódcast no debe interpretarse como una promoción ni una crítica a ninguna política gubernamental, posición institucional, interés privado o entidad comercial. Todo el contenido presentado tiene fines informativos y educativos.
En este nuevo episodio de CO3 recibimos a Giulia y Giovanna, de la Università Ca' Foscari Venezia, que visitan la Universidad de Granada en el marco de una estancia de formación y aprendizaje vinculada a proyectos europeos.Conversamos sobre sus primeras impresiones al llegar a Granada, las expectativas con las que aterrizan desde Venecia y las motivaciones que las han traído hasta aquí. Hablamos de gestión de proyectos europeos, estructuras de transferencia de conocimiento, innovación y cooperación institucional, pero también del valor del intercambio presencial frente al trabajo remoto.¿Qué imagen tenían de la UGR antes de venir? ¿Qué les ha sorprendido en estos primeros días? ¿Qué aprendizajes esperan llevarse de vuelta a Italia?Un episodio sobre colaboración internacional, curiosidad compartida y la importancia de encontrarse cara a cara para construir proyectos con impacto.---------------------------Radiolab, la radio universitaria de la Universidad de Granada, es un espacio de participación de la comunidad universitaria abierto a la ciudadanía. Nuestra universidad, como institución de aprendizaje está abierta al conocimiento y al debate. Desde su autonomía proporciona espacio para un debate libre y crítico, abierto a la pluralidad de voces y a la demandas de la sociedad dentro del marco de los derechos humanos y de los valores de nuestra institución. De este modo, constatamos que las opiniones vertidas en nuestros programas son exclusiva responsabilidad de quienes las emiten, sin representar un posicionamiento de la institución como tal. Defendemos la libertad de expresión y la comunicación en el espacio público como una forma de hacer ciudadanía y avanzar en el conocimiento.
'Hora 14' es el informativo líder del mediodía. Cada tarde a las 14:00 de lunes a domingo, la actualidad de la mañana en la Cadena SER. Dirigido por Javier Casal.
Due voci, una sola direzione: il divertimento!Michael Casanova e Danny Morandi tornano insieme su Radio 3i per accompagnarti in un viaggio fatto di risate, musica e tanta energia. Dal lunedì al giovedì dalle 16 alle 18 e il venerdì dalle 15 alle 18, sali anche tu sul nostro tandem radiofonico: una pedalata a due che diventa un giro infinito di emozioni grazie agli ascoltatori, veri compagni di avventura!
La UGR LAN Party es mucho más que un evento de videojuegos. Es un espacio anual de encuentro universitario donde tecnología, eSports, trabajo en equipo y comunidad se dan la mano.En este episodio de CO3 conversamos con Roberto, Mario y Carmenchu, miembros de la organización de la UGR LAN Party, para descubrir cómo surge el evento desde la Escuela Técnica Superior de Ingenierías Informática y de Telecomunicación, qué actividades se desarrollan, cómo funcionan los torneos y por qué este tipo de iniciativas aportan valor a la vida universitaria.Un episodio para entender la cultura gamer dentro de la universidad… y para desmontar el mito de que esto es “solo jugar”.---------------------------Radiolab, la radio universitaria de la Universidad de Granada, es un espacio de participación de la comunidad universitaria abierto a la ciudadanía. Nuestra universidad, como institución de aprendizaje está abierta al conocimiento y al debate. Desde su autonomía proporciona espacio para un debate libre y crítico, abierto a la pluralidad de voces y a la demandas de la sociedad dentro del marco de los derechos humanos y de los valores de nuestra institución. De este modo, constatamos que las opiniones vertidas en nuestros programas son exclusiva responsabilidad de quienes las emiten, sin representar un posicionamiento de la institución como tal. Defendemos la libertad de expresión y la comunicación en el espacio público como una forma de hacer ciudadanía y avanzar en el conocimiento.
En este episodio de CO3 conversamos con Manuel, investigador italiano que actualmente realiza una estancia visiting en la Facultad de Economía y Empresa de la Universidad de Granada. A través de una charla cercana, hablamos de su investigación en Granada, de cómo es llegar a otro país para trabajar en la universidad y de la experiencia humana y cultural que supone vivir la ciudad desde dentro. Un episodio para mirar la UGR desde una perspectiva internacional y personal, y para reflexionar sobre cómo el contexto, la ciudad y las personas influyen también en la forma de hacer investigación.---------------------------Radiolab, la radio universitaria de la Universidad de Granada, es un espacio de participación de la comunidad universitaria abierto a la ciudadanía. Nuestra universidad, como institución de aprendizaje está abierta al conocimiento y al debate. Desde su autonomía proporciona espacio para un debate libre y crítico, abierto a la pluralidad de voces y a la demandas de la sociedad dentro del marco de los derechos humanos y de los valores de nuestra institución. De este modo, constatamos que las opiniones vertidas en nuestros programas son exclusiva responsabilidad de quienes las emiten, sin representar un posicionamiento de la institución como tal. Defendemos la libertad de expresión y la comunicación en el espacio público como una forma de hacer ciudadanía y avanzar en el conocimiento.
Un estudio de la Universidad de Granada cuestiona la eficacia del sistema Nutri-Score para evaluar la calidad nutricional del cacao soluble. A través de técnicas de metabolómica no dirigida, la investigación demuestra que no existe una correspondencia clara entre la calificación Nutri-Score y la composición nutricional real de estos productos, especialmente en lo relativo a compuestos bioactivos beneficiosos para la salud. En este episodio de CO3 analizamos los resultados del estudio y reflexionamos sobre los límites actuales del etiquetado nutricional en Europa.---------------------------Radiolab, la radio universitaria de la Universidad de Granada, es un espacio de participación de la comunidad universitaria abierto a la ciudadanía. Nuestra universidad, como institución de aprendizaje está abierta al conocimiento y al debate. Desde su autonomía proporciona espacio para un debate libre y crítico, abierto a la pluralidad de voces y a la demandas de la sociedad dentro del marco de los derechos humanos y de los valores de nuestra institución. De este modo, constatamos que las opiniones vertidas en nuestros programas son exclusiva responsabilidad de quienes las emiten, sin representar un posicionamiento de la institución como tal. Defendemos la libertad de expresión y la comunicación en el espacio público como una forma de hacer ciudadanía y avanzar en el conocimiento.
Este episodio llega a ustedes gracias a Gizmogo. La plataforma donde puedes vender tus celulares, laptops, tablets y otros electrónicos usados de forma rápida, segura y ecológica, y recibir tu pago en efectivo en muy poco tiempo.Si esperas el momento perfecto para sanar, ya llegó: es hoy. Abrimos la conversación con una verdad que libera más de lo que duele: nadie vendrá a rescatarte de los efectos del trauma. Ese punto no te juzga, te devuelve el volante. Desde ahí construimos un mapa claro y humano para recuperar agencia: estabilizar primero, entender después, y practicar habilidades que sostienen tu vida diaria.Compartimos cómo distinguir cuando hablar de la historia ayuda y cuándo revuelve, y por qué la estabilización es el primer ladrillo del proceso terapéutico. Hablamos de regulación del sistema nervioso con ejemplos concretos: mente acelerada, irritabilidad, urgencia por discutir, presión en el pecho, insomnio e impulsos. Proponemos herramientas simples y efectivas que puedes usar hoy mismo: respiración con exhalación larga, orientación visual del espacio, agua fría en manos, caminatas al sol y pausas de 90 segundos para surfear la ola. También exploramos el peso de enfocarte en otros o en el pasado, y cómo esa mirada te quita poder si no la equilibras con acciones presentes.Tocamos el tema de la medicina con responsabilidad: nada de consejos médicos, sí criterios para no caer en la trampa de la automedicación que anestesia y no resuelve. Defendemos hábitos físicos sanos, psicoeducación útil y comunidad segura como pilares para el cambio real. Si hablar te deja peor por días, quizás necesitas más habilidades y menos narrativa en esta fase. El objetivo es claro: menos reactividad, más elección consciente.Cerramos con una nota de esperanza sin azúcar: los problemas que enfrentas pueden convertirse en oportunidades con obstáculos, si ajustas el sistema y te mueves en pasos pequeños. Da play, toma una herramienta, pruébala hoy y cuéntanos cómo te fue. Si este contenido te sirve, suscríbete, compártelo con alguien que lo necesite y deja una reseña; tu voz ayuda a que más personas encuentren recursos de salud mental accesibles.Send us a textSupport the showTuSaludMental.net
La conmemoración del V Centenario de la Universidad de Granada arranca en 2026 con AULA 1, un proyecto que une música, patrimonio y comunidad universitaria.En este episodio de CO3 conversamos con Marina Hervás Muñoz sobre esta serie de conciertos de pequeño formato, protagonizados por artistas vinculados a la universidad y grabados en el Aula 1 del Espacio V Centenario, la antigua Facultad de Medicina.Una propuesta íntima que convierte un espacio histórico en lugar de creación contemporánea y marca el inicio de una celebración que se extenderá durante todo el año.--------------------------Radiolab, la radio universitaria de la Universidad de Granada, es un espacio de participación de la comunidad universitaria abierto a la ciudadanía. Nuestra universidad, como institución de aprendizaje está abierta al conocimiento y al debate. Desde su autonomía proporciona espacio para un debate libre y crítico, abierto a la pluralidad de voces y a la demandas de la sociedad dentro del marco de los derechos humanos y de los valores de nuestra institución. De este modo, constatamos que las opiniones vertidas en nuestros programas son exclusiva responsabilidad de quienes las emiten, sin representar un posicionamiento de la institución como tal. Defendemos la libertad de expresión y la comunicación en el espacio público como una forma de hacer ciudadanía y avanzar en el conocimiento.
En este episodio de CO3 abordamos el secuestro de Nicolás Maduro por parte de Estados Unidos junto a Alberto Bueno, profesor de Ciencia Política en la Universidad de Granada y especialista en seguridad y defensa. Abordamos temas como el equilibrio regional, la soberanía estatal, el uso de la fuerza y la arquitectura actual de la seguridad global.Un CO3 para entender cómo, en el tablero internacional, los relatos y la fuerza también son una forma de poder.--------------------------Radiolab, la radio universitaria de la Universidad de Granada, es un espacio de participación de la comunidad universitaria abierto a la ciudadanía. Nuestra universidad, como institución de aprendizaje está abierta al conocimiento y al debate. Desde su autonomía proporciona espacio para un debate libre y crítico, abierto a la pluralidad de voces y a la demandas de la sociedad dentro del marco de los derechos humanos y de los valores de nuestra institución. De este modo, constatamos que las opiniones vertidas en nuestros programas son exclusiva responsabilidad de quienes las emiten, sin representar un posicionamiento de la institución como tal. Defendemos la libertad de expresión y la comunicación en el espacio público como una forma de hacer ciudadanía y avanzar en el conocimiento.
Se há coisa que não vos podemos esconder… são os nossos bloopers.Entre ataques de riso, frases trocadas, pausas inesperadas e momentos absolutamente improváveis, fechamos o ano com aquilo que melhor nos define: autenticidade.A maternidade tem dias sérios, dias caóticos… e dias que só mesmo a rir.E é assim que queremos começar o ano convosco: com leveza, com humor e com a certeza de que ninguém tem tudo controlado, muito menos nós.Obrigado por estarem desse lado em mais uma temporada.Agora, venham daí essas gargalhadas.Para mais informações sobre o PROGRAMA DE MATERNIDADE ou o CURSO PRÉ E PÓS-PARTO:info@essenceprimecare.com ESSENCE PRIME CAREEssence Prime Care é um projeto pioneiro de bem-estar que integra a sua atividade em três pilares fundamentais: Medicina Tradicional Chinesa, Dietética e Estética e Dermocosmética.Defendemos que saúde não é a ausência de doença mas sim uma plena convicção de equilíbrio fisiológico e energético que se constitui de dentro para fora. A nossa missão é promove-los através da compreensão da essência de cada individuo. Desta forma, efetuamos um diagnóstico personalizado antes de qualquer procedimento para que seja possível prescrever o que melhor se adequa ao seu caso clínico e acompanhá-lo durante todo o processo.TELEGRAMQuer juntar-se à nossa comunidade de mães e bebés? Peça-nos o link privado no instagram!Siga o nosso trabalhohttps://www.essenceprimecare.comhttps://www.instagram.com/essenceprimecareFILIPA TELEShttps://www.instagram.com/filipa_telesCATARINA GASPARhttps://www.instagram.com/catarinagaspardoula
En este episodio de CO3 (Comunica, Conecta y Comparte) hablamos sobre uno de los grandes debates actuales en la universidad: el impacto de la Inteligencia Artificial en la lectura y la escritura académicas. Entrevistamos a María Santamarina Sancho, docente e investigadora de la Universidad de Granada, junto a José Manuel de Amo, catedrático de Didáctica de la Lengua y la Literatura, y Kevin Baldrich, docente e investigador de la Universidad de Almería, todos ellos vinculados al proyecto AI-READ. AI-READ es una iniciativa coordinada por la Universidad de Almería en la que participan universidades nacionales e internacionales (Granada, Salamanca, Alicante, Ciudad de México y Estados Unidos) y que analiza cómo las tecnologías basadas en IA están transformando las competencias lectoras y escritoras del alumnado universitario. --------------------------Radiolab, la radio universitaria de la Universidad de Granada, es un espacio de participación de la comunidad universitaria abierto a la ciudadanía. Nuestra universidad, como institución de aprendizaje está abierta al conocimiento y al debate. Desde su autonomía proporciona espacio para un debate libre y crítico, abierto a la pluralidad de voces y a la demandas de la sociedad dentro del marco de los derechos humanos y de los valores de nuestra institución. De este modo, constatamos que las opiniones vertidas en nuestros programas son exclusiva responsabilidad de quienes las emiten, sin representar un posicionamiento de la institución como tal. Defendemos la libertad de expresión y la comunicación en el espacio público como una forma de hacer ciudadanía y avanzar en el conocimiento.
El gobernador advirtió que no habrá diálogo político sin respuestas concretas sobre la deuda previsional y las obras públicas comprometidas, y reafirmó una postura firme frente al Gobierno nacional.
En este nuevo episodio de CO3, entrevistamos a Cristina Cadenas Sánchez, investigadora de la Facultad de Ciencias de la Actividad Física y del Deporte de la Universidad de Granada, galardonada en la I convocatoria de ayudas a proyectos de investigación de la Sociedad Española de Obesidad (SEEDO). Su proyecto, PREFIT-UP, estudia las trayectorias de peso corporal desde la etapa preescolar hasta la adolescencia y su impacto en la salud cardiovascular y mental, incorporando variables clave como el sexo, el estatus socioeconómico y el origen étnico. A través de evaluaciones físicas objetivas y cuestionarios validados, esta investigación aporta evidencia esencial para identificar etapas críticas de intervención y diseñar estrategias de prevención más eficaces y equitativasfrente a la obesidad infantil y adolescente. Un episodio que pone en valor la investigación de la UGR y su contribución a la promoción de la salud desde edades tempranas.--------------------------Radiolab, la radio universitaria de la Universidad de Granada, es un espacio de participación de la comunidad universitaria abierto a la ciudadanía. Nuestra universidad, como institución de aprendizaje está abierta al conocimiento y al debate. Desde su autonomía proporciona espacio para un debate libre y crítico, abierto a la pluralidad de voces y a la demandas de la sociedad dentro del marco de los derechos humanos y de los valores de nuestra institución. De este modo, constatamos que las opiniones vertidas en nuestros programas son exclusiva responsabilidad de quienes las emiten, sin representar un posicionamiento de la institución como tal. Defendemos la libertad de expresión y la comunicación en el espacio público como una forma de hacer ciudadanía y avanzar en el conocimiento.
En este nuevo episodio de CO3, profundizamos en la investigación realizada por Juan López Doblas, profesor de Sociología en la Universidad de Granada, sobre los efectos devastadores de la soledad y el aislamiento en las personas mayores durante la pandemia. Con base en 102 entrevistas, el estudio muestra un aumento alarmante de los síntomas de ansiedad y depresión en este colectivo.-------------------------Radiolab, la radio universitaria de la Universidad de Granada, es un espacio de participación de la comunidad universitaria abierto a la ciudadanía. Nuestra universidad, como institución de aprendizaje está abierta al conocimiento y al debate. Desde su autonomía proporciona espacio para un debate libre y crítico, abierto a la pluralidad de voces y a la demandas de la sociedad dentro del marco de los derechos humanos y de los valores de nuestra institución. De este modo, constatamos que las opiniones vertidas en nuestros programas son exclusiva responsabilidad de quienes las emiten, sin representar un posicionamiento de la institución como tal. Defendemos la libertad de expresión y la comunicación en el espacio público como una forma de hacer ciudadanía y avanzar en el conocimiento.
En este nuevo episodio de CO3, nos adentramos en un innovador programa de intervención desarrollado en la Universidad de Granada que utiliza realidad virtual para ayudar a superar el miedo a hablar en público. Contamos con la participación de Miguel Ángel Muñoz, doctor en Psicología y profesor del Departamento de Psicología de la UGR, y Millán Landaluce, quien lleva la parte clínica del proyecto. Descubre cómo la combinación de talleres grupales e individuales, junto con la realidad virtual, está transformando la forma de afrontar la ansiedad en situaciones de exposición pública. Además, conoceremos los primeros testimonios y los resultados que demuestran la efectividad de esta metodología pionera. Si alguna vez has experimentado miedo al hablar en público, este episodio es para ti.-------------------------Radiolab, la radio universitaria de la Universidad de Granada, es un espacio de participación de la comunidad universitaria abierto a la ciudadanía. Nuestra universidad, como institución de aprendizaje está abierta al conocimiento y al debate. Desde su autonomía proporciona espacio para un debate libre y crítico, abierto a la pluralidad de voces y a la demandas de la sociedad dentro del marco de los derechos humanos y de los valores de nuestra institución. De este modo, constatamos que las opiniones vertidas en nuestros programas son exclusiva responsabilidad de quienes las emiten, sin representar un posicionamiento de la institución como tal. Defendemos la libertad de expresión y la comunicación en el espacio público como una forma de hacer ciudadanía y avanzar en el conocimiento.
Bem-vindos ao último episódio da 13ª temporada do Mommy Talks by Essence!
Germán Blanco enfatizó que esta iniciativa cuenta con un amplio respaldo multipartidista, incluyendo firmas de congresistas del Partido Verde, Partido de la U, Centro Democrático y Partido Conservador.See omnystudio.com/listener for privacy information.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Replica del 6 MAGGIO 2025Ogni pomeriggio dalle 16 alle 18, Danny Morandi e Michael Casanova, vi fanno compagnia con le loro pazzie, la loro allegria e la loro complicità accompagnandovi a casa con il loro tandem!Il venerdì pedaleranno con voi un'ora in più (dalle 15 alle 18)
Inspirado en Obispo Barron y Conrado GnerreEstos evangelios nos hablan de discipulado. En Juan 21, Pedro nos representa a todos somos como Pedro: ambivalentes, con virtudes y defectos. Satanás nos zarandea, separando lo bueno de lo malo. Pero Jesús nos restaura, como restauró a Pedro. Nos pregunta: “¿Me amas?”. Nuestra respuesta debe ser: “Señor, te amo”, y luego actuar: apacentar a sus ovejas. En Juan 10, Jesús, el Buen Pastor, nos protege y nos llama a su Iglesia. Nos invita a ser parte de un solo rebaño, guiados por su verdad.Estos evangelios nos desafían a examinarnos. ¿Dónde hemos negado a Jesús, quizás con nuestras acciones o silencio? ¿Estamos dispuestos a abrazar la cruz, a servir con humildad? ¿Defendemos la verdad contra el lobo, o nos dejamos llevar por el mundo? ¿Invitamos a otros al redil de Cristo, o evitamos la misión? Como Pedro, podemos caer, pero Jesús nos levanta. Como ovejas, podemos desviarnos, pero el Buen Pastor nos busca.Para vivir estas enseñanzas, empecemos por confesar nuestros pecados. La confesión nos limpia, como Jesús limpió a Pedro. Luego, oremos para conocer a Jesús más profundamente, como las ovejas conocen al Pastor. Sirvamos a los demás, apacentando a los corderos de Cristo. Y compartamos la fe, invitando a otros al redil. Esto no es fácil. Requiere renunciar al ego, como Pedro aprendió. Pero Jesús nos guía, y su gracia nos sostiene.Queridos amigos, estos evangelios nos llaman a ser discípulos valientes. Pedro, a pesar de sus caídas, se convirtió en la Roca. Nosotros, a pesar de nuestras debilidades, podemos ser santos. Jesús, el Buen Pastor, nos ama y nos lleva al redil de su Iglesia. Digamos con Pedro: “Señor, te amo”. Vivamos ese amor sirviendo, defendiendo la verdad y guiando a otros a Cristo.
Carlo Ancelotti se ha destapado en la última semana con un tono claramente reivindicativo en sus ruedas de prensa. Primero, en su cruce de declaraciones con el Cholo Simeone, por las críticas del argentino contra los arbitrajes que recibe el Real Madrid. En la rueda de prensa previa al partido de Champions ante el Salzburgo, el foco ha estado sobre su futuro: "Mi futuro en el Real Madrid no lo decidiré yo". El italiano también ha ligado su continuidad a la de Florentino Pérez, que acaba de volver a ser elegido como presidente del Real Madrid hasta 2029.
Presentamos un informe de los trabajos de recuperación y conservación que realiza el INAH en antiguas ciudades mayas del sureste al tiempo que se construye el Tren Maya. Este medio de transporte comunica a Campeche, Chiapas, Tabasco, Yucatán y Quintana Roo; además, lleva a turistas a conocer la riqueza cultural del país. Defendemos el interés nacional ante cualquier controversia; el litio es de los mexicanos. Los gobiernos de México y Estados Unidos mantenemos buena relación; actualmente no existe una crisis en materia de migración. Es importante atender las causas de este fenómeno y no aprovecharlo con fines electorales.