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O cineasta Mawete Paciência e o produtor e actor Kayaya Júnior integraram uma delegação privada angolana ao Festival de cinema de Cannes. Eles estiveram nos estúdios da RFI para comentar os resultados da sua visita ao certame do sul da França e para abordar a produção angolana da sétima arte. O actor e produtor Kayaya Júnior e o cineasta Mawete Paciência comentaram com a RFI os resultados dos respectivos encontros no Festival de cinema de Cannes. Mawete Paciência começa por admitir que se trata da sua primeira vez neste prestigioso certame de cinema. Mawete Paciência: É a minha primeira vez. Cannes é uma terra de estreias, não é? Epa! É uma terra... É aquela coisa do tipo "Queria muito poder chegar cá nesta terra, queria muito poder conhecer esta cidade, queria muito poder estar cá nesta altura deste evento". Então são muitos anos à espera por uma oportunidade de trabalhar para podermos cá chegar. No entanto, está a ser muito bom para mim, está a ser maravilhoso. Enfim, todos os dias que saímos para as ruas temos estado a colher, a ver coisas diferentes, a perceber a dimensão deste evento, como ela movimenta a cidade em si. Então está a ser uma experiência magnífica mesmo ! Mas foi necessário prepará-lo. Isto foi longo, custoso, demorado também. Mas lá chegaram. Qual era o propósito mesmo de vir até cá? Kayaya Júnior: Olha, o propósito da verdade é simples é a vontade de profissionais ligados ao sector do cinema, do audiovisual, em querer descobrir caminhos, em querer perceber como é que as coisas funcionam, como é que as dinâmicas funcionam para nós podermos, quem sabe, num futuro próximo, termos uma presença mais consolidada aqui no Festival de Cannes. O Festival de Cannes está a fazer 79 anos, 79 edições. São muitos anos de experiência. E nós sentimos que também temos um lugar aqui, temos um espaço. Então, de forma particular, privada, cada um de nós com os nossos recursos, o Mawete é profissional de cinema e televisão. O Malef também. Eu faço produção, trabalho em rádio, televisão e sou actor. Então também mostrei interesse nesta ideia de vir descobrir o Festival de Cannes. Então começámos a trabalhar já há algum tempo atrás, em criar condições para podermos estar aqui. Não estamos aqui a título oficial. Vamos lá, se assim se pode dizer, de forma política. Mas estamos aqui, enquanto angolanos que querem descobrir como é que podemos, no próximo ano, nas próximas edições, marcar uma presença mais consolidada, tal como eu disse. Há várias formas possíveis. Se calhar talvez um pavilhão próprio, no futuro ? Quem sabe ! Estarmos numa varanda como esta, também a expor os nossos produtos, a produção nacional, a produção angolana, as nossas narrativas que há muitas e ainda bem que tem havido muitas produções. Nós, no primeiro dia, no dia de montagens e no primeiro dia do festival, já conseguimos fazer alguns contactos. Tivemos algumas reuniões com produtoras, com distribuidoras, por exemplo, falámos com a Loco Films, que é uma distribuidora francesa, falámos com a K Movie Entertainment, que é uma distribuidora da Coreia do Sul, e o interesse manifestado por eles ao verem o que nós fazemos, porque nós trouxemos alguns trailers de produções do Mawete e do Malef, do Bumbo Negro do Ngouabi Silva, que também são angolanos e também produzem e eles mostraram interesse, pelo menos mostraram curiosidade. Foi possível também já ter uma abordagem com uma equipa, uma delegação do Canadá com a escola de cinema que está em Paris, a Escola Internacional de Cinema. Tivemos uma boa conversa também com a realizadora americana, produtora realizadora, que é a Carole Copeland, que já se mostrou interessada e disponível para fazer uma formação ou presencial ou online connosco com Angola. Então é assim se nós conseguirmos sair daqui com uma ideia de como podemos trazer a produção nacional à produção angolana nas próximas edições, já terá valido a pena. Quais são os nomes que, apesar de tudo, ainda continuam a ecoar aqui do cinema angolano? Penso ainda em Zézé Gamboa, penso ainda em Dom Pedro. São esses nomes que vêm de forma corriqueira, que são citados pelos vossos interlocutores. O que é que já se conhece de Angola no cinema aqui? É assim: eu não consegui ainda perceber se há algum conhecimento ou não nas abordagens que temos estado a fazer. Acho que não houve ainda nenhuma referência. Há um cinema angolano que tenha passado por aqui, o que quer dizer que houve uma paragem, houve uma pausa. E estes interregnos, claro, apagam muita coisa, não é? Eu penso que a última vez que Angola teve profissionais aqui foi em 2007, se não estou em erro. E de lá para cá não houve mais ninguém a participar. Nós viemos a título particular, mas viemos com o sentimento de que o que nós conseguirmos descobrir, vamos partilhar com Angola. Para que, para o ano, se calhar, em vez de estarem aqui três profissionais, estejam aqui seis, nove ou doze, sei lá. E que tragamos as nossas bandeiras, a nossa produção, para poder mostrar porque nós estamos a fazer exactamente isso. Estamos com os nossos tablets e temos estado a abordar os stands, os pavilhões e os profissionais a mostrar: "Olha, conhece isto? Tem curiosidade sobre Angola? Veja isto." E a reacção tem sido muito positiva. E então, o cinema aqui, há cinema do mundo todo. No pouco tempo que ficaram cá, conseguiram ver outras propostas, por exemplo, cinema africano ? Conseguiram lidar com outras pessoas? O que é que conseguiram fazer? Mawete Paciência: Temos estado a conhecer muita gente, Conhecemos um realizador e produtor sul-africano africano e conversámos rapidamente. Porque aqui percebemos uma coisa, aqui em Cannes, tudo é muito rápido, as coisas são muito dinâmicas, então temos estado a conhecer pessoas no sector, temos estado a conhecer africanos. Vamos agora fazer aí a visita no espaço. O espaço africano agora criado. Enfim, já estivemos lá. Vamos voltar agora aqui, para então chegarmos até ao cinema africano. Tivemos há pouco tempo com o realizador e produtor africano também antes de virmos cá à rádio. No entanto, temos aquilo que disse e muito bem nosso objectivo aqui é, na verdade, virmos conhecer um pouquinho, fazermos um networking, vermos como é que podemos nos próximos anos também fazermos parte desta corrida, estarmos aqui expostos, trazermos aqui os nossos conteúdos. Então é muita coisa nova para nós. Está sendo uma experiência boa porque estamos a absorver, não é, boas informações, estamos a colher aqui no Cannes, enfim, no festival nesse contexto ? Então acreditamos, nós que ainda temos tempo, ainda vamos a tempo de conversarmos mais, de conhecermos mais pessoas. E esse é o nosso grande objectivo aqui mesmo. Pedir-vos -ia então que levantassem um pouco o véu sobre os projectos em que estão envolvidos e que estão a fazer. Se calhar começaria por si, Kayaya Júnior:. Pode apresentar-nos um pouco as obras em que já esteve implicado e aquelas em que pretende apostar ? Eu, enquanto actor, tenho participado ultimamente, nos últimos quatro, cinco anos, mais activamente e voltando um bocadinho ao passado, eu fiz uma participação na primeira co-produção Portugal Angola Angola/Portugal, do realizador Jorge António. Também já trabalhei com a Maria João Ganga, com o Zezé Gamboa, em produções mais antigas. Ultimamente estou no filme que está agora a ser disponibilizado para o mundo, que é o "Perverso" do Mawete Paciência que já esteve no Festival da Suécia da Cinema África. Esteve também num festival na Hungria. Já foi apresentado em Portugal em Setembro do ano passado e estamos agora a trabalhar na possibilidade de ir a Moçambique. Também já esteve em São Tomé. Para além disso, também participei no filme de uma Films, que é uma curta sobre a problemática de um mercado que em Luanda o mercado muito famoso que é o mercado da Mabunda. Então o Malé Filmes produziu o filme que é "A Faca e o Peixe", que é um filme que já esteve o ano passado no Festival de Marselha, foi apresentado no Festival de Marselha e outros filmes que tem estado também a participar, como por exemplo o Pequenos Sonhos de um Guabi Silva cataléptico do Bumbo Negro, que são realizadores angolanos e mais recentemente estamos em fase de rodagem de uma série assinada também pelo Mawete, que é "O preço da verdade", que é uma série com algum problema social muito grande. A abordagem de problemas sociais. Então tem um pé na televisão e no cinema, não é? Está a ser produzida com o objectivo de ser apresentado para a televisão ou para as plataformas, mas poderá ser também apresentado em cinema. E enquanto produtor, eu estou, tal como eu, quase toda a gente que trabalha em cinema em Angola, numa área ou noutra, faz um bocado de tudo. Os actores acabam também sem produtores associados porque às vezes facilitam o trabalho logístico de uma produção através dos seus conhecimentos, através do seu apoio, do seu interesse. Então, eu acho que estar aqui no Festival de Cannes dá-nos uma visão muito mais alargada daquilo que nós temos que realmente fazer. O que é que temos que fazer para trazer, para tirar as nossas produções de Luanda? Porque o que nós precisamos em Angola é que os filmes saiam do Luanda e sejam vistos. Precisam do mercado ! Precisamos do mercado, precisamos de ter oportunidade de mostrar. E é excatamente isso que nós viemos à procura fazer estes contactos para mostrar o nosso trabalho. Tivemos um breve encontro com um jornalista norte-americano que tem uma revista dedicada ao cinema e em cinco minutos de conversa ele ficou tão interessado que automaticamente fez logo questão de fazer ali uma nota. Lá está, se nós não tivemos a oportunidade de ir a estes mercados, estas feiras de conteúdos, estes eventos com a dimensão como um festival de Cannes, nós nunca poderemos dar nos a conhecer, porque viemos de forma muito intermitente, não é? Angola esteve aqui em 2007. De 2007 para cá nunca mais teve ninguém. Então este é o recado que nós vamos levar. Este é o desafio que nós queremos levar também para as nossas autoridades, principalmente para a cultura e para o turismo. Porque isto é turismo também. E agora nós temos um grande movimento à volta do desenvolvimento do turismo em Angola. Então vamos levar esta experiência e tentar partilhar com essas entidades para ver se para o ano nós estamos aqui com uma presença mais bonita, mais consolidada, mais dinâmica em Angola. Que se oiça música angolana aqui nos corredores do Festival de Cannes. Então fizemos muita referência a um projecto seu em curso, Mawete Paciência. Pode-nos levantar um pouco o véu sobre do que é que se trata? Sobre o que é que versa o seu filme? Mawete Paciência: Pois é, dentro de vários filmes que eu tenho, tem aí aproximadamente seis filmes. Tenho uma mini série, tenho algumas co-produções com países como Argentina, Brasil. Fiz agora em São Tomé um filme. Tenho também co-produção com México. No entanto, eu tenho filme que é "O Perverso", que já estaremos a ano passado e neste ano estamos agora a trabalhar a série, que é uma série televisiva que vai trazer conflitos nos lares. Como sempre, trazer problemas novos porque o nosso conceito de produção é mesmo identificar os nossos problemas, não é? Problemas que acontecem no nosso país e que acabam sendo transversais. São os perversos, as pessoas tóxicas, é isso ? Pode ser. Você vê, no entanto, na verdade, que é o seriado que nós vamos trazer, vai estar aí aproximadamente com 25 capítulos, não é? Trazendo todas essas histórias que acabei aqui falando, enfim, as nossas histórias, a nossa identidade, porque nós precisamos levar isso. Precisamos mostrar ao mundo quem nós somos. Angola é um país que eu sinto. Nós não nos mostramos muito ao mundo. Nós não temos uma presença muito fraca para o mundo. Então precisamos então activar esse lado. Precisamos, porque eu digo assim o mundo também não, não vai poder-nos localizar assim, do nada, se nós não nos mostrarmos efectivamente, criarmos algum barulho. Não é que desperte a atenção, nós não vamos ser localizados de nada. Então há esta vontade, É esta força toda que trabalhando nos nossos conteúdos. Enfim. E este é um seriado que acreditamos, nós que eu acredito, temos estado a fazer com muito gosto, de forma a podermos não produzir algo que se fixou por Angola, mas que vá para o mundo, que esteja disponível. Nas plataformas, nem que for para o YouTube. Quem sabe talvez conseguirmos outras plataformas de streaming e poderemos então colocar lá este conteúdo, inserir os conteúdos ? Acreditamos nisso. Nós acreditamos que o empresariado angolano precisa ser um pouco mais incentivado, porque tudo isso que nós temos estado a fazer tem sido por um esforço particular e não tem sido pelas nossas próprias lutas. É mesmo, também, alguma forma de inconsciência ?! Sim, de inconsciência. Timidamente vão aparecendo uma ou outra empresa a disponibilizar um pouquinho, mas nós, olhando para esse universo, olhando para esta realidade, começamos a perceber que o cinema não é um cinema mesmo muito para fazer. Cinema é uma industria e para fazer o cinema requer mesmo este pensamento do empresariado. Olhar aquilo como uma indústria e não olhar aquilo como uma mera diversão. Não é aonde ele pode colocar qualquer coisa, não. No entanto, esta visão, este conceito que nós estamos a beber aqui, estamos a ver aqui claramente. Nós vamos partilhar em Angola. Vamos replicar em Angola a informação e poder talvez começar a atiçar. E nós temos de atiçar um pouquinho mais o empresariado local, começar a perceber que é possível fazer alguma coisa que chegue até aqui. É possível, porque para um filme, chegar até aqui implica uma logística, implica uma mecânica, implica qualidade, implica um investimento e muita das vezes, os investimentos nós não conseguimos tirar do nosso Estado, do Estado. Nós não conseguimos ter esses investimentos e mesmo privado, quem nós vamos ter que contar para conseguirmos, talvez nas próximas edições, estarmos aqui com um produto que realmente nos dignifica e que possamos olhar e dizer "Viva Angola! Estamos presentes em Cannes, um festival de Cannes vai ser bom para nós". Vamos trabalhar para isso. Muito obrigado a ambos. Resta me desejar vos um bom festival de Cannes. Obrigado por terem vindo até aqui. Kayaya Júnior: Queria só deixar mais uma nota, porque é fundamental e nós também temos estado a trabalhar sobre isso. Eu já fiz algumas participações em anos anteriores em produções portuguesas e eu acredito que até parece estranho. Tão próximos que nós somos, mas não temos histórias contadas sobre nós. Então, eu creio que é fundamental começarmos a pensar neste intercâmbio. A primeira co-produção Portugal Angola foi feita em 92 do Jorge António e de lá para cá, não creio que tenha havido muito mais. Então é também o objetivo encontrar, por exemplo, caminhos que nos levem a essas coproduções, porque as nossas histórias, as nossas narrativas, acabam por se interligar numa intersecção qualquer do Oceano Atlântico, por exemplo. E é isso, pronto, vamos estar disponíveis, estamos disponíveis. Bem hajam e voltem sempre. Mawete Paciência: Obrigado, Obrigado mesmo pelo convite e é uma honra fazermos parte deste momento que é marcante para nós também.
No alto da montanha, o rosto de Cristo brilha como o sol e, por um instante, o Céu parece tocar a terra. O coração dos apóstolos se dilata, a alma se enche de luz, e brota espontânea a certeza: é bom estar aqui. A Transfiguração revela que a oração é esse lugar onde o futuro se antecipa, onde a glória prometida fortalece para atravessar o deserto e a cruz. Contemplar o Senhor não nos afasta da realidade, mas nos prepara para vivê-la com fé mais firme e esperança mais ardente.Toda a vida cristã ganha unidade quando aprendemos a viver na memória constante da presença de Deus. Amar começa pelo olhar. Aquilo que ocupa a nossa atenção molda o nosso coração. Num mundo que nos dispersa e fragmenta, o recolhimento torna-se um ato de coragem. É preciso reaprender a permanecer, a silenciar, a entrar em si mesmo para ali encontrar Aquele que já nos espera. Não se trata de fugir, mas de aprofundar. O coração que descobre Deus dentro de si encontra finalmente o seu centro.Estar diante de Deus é o segredo do amor que amadurece. A oração é elevação da alma, é exposição ao Sol que ilumina e aquece. Quando o olhar se fixa n'Ele, os apegos começam a perder força, as distrações perdem o brilho, e o amor se purifica. Esse caminho exige luta, desapego, vigilância. Mas quanto mais o coração se desprende, mais livre se torna. A presença é o lugar onde Deus nos transforma por dentro, quase sem que percebamos, fazendo-nos crescer na caridade.E do amor nasce a alegria. Confiar-se à presença de Deus já é experimentar algo do Paraíso. O mesmo sol que endurece o coração fechado derrete o coração humilde. Tudo depende da disposição interior. Quando o Amor encontra gratidão, ilumina, sustenta, redefine o sofrimento e o prazer. A vida deixa de ser um problema a ser controlado e passa a ser um mistério a ser acolhido. Diante de Deus não somos espectadores, mas envolvidos por uma luz que nos ultrapassa e nos faz plenamente vivos.Nossa Senhora viveu essa presença de modo perfeito. Guardava tudo no coração, contemplando em silêncio o mistério que carregava dentro de si. Mesmo depois de dar à luz, continuou habitada pela Luz. Nela aprendemos que o recolhimento é fecundo, que o silêncio gera vida, que permanecer diante de Deus é o caminho da verdadeira felicidade. Que nesta Quaresma cresça em nós o desejo de viver assim, atentos, recolhidos, apaixonados pela presença que transforma a terra em início de Céu.___________________________________✝️ Referências bíblicas:Evangelho segundo São Mateus 17,1-8Evangelho segundo São Mateus 22,37Evangelho segundo São Lucas 2,19Evangelho segundo São Lucas 18,1Livro do Êxodo 10,1
O ‘Doa a Quem Doer' desta semana revela as declarações do socialite à grande repórter do CM e da CMTV Tânia Laranjo. José Castelo Branco disse que foi “sempre condenado” pela sociedade desde o dia em que assumiu uma relação com a joalheira.
Celebrámos há poucos dias o 2 de novembro, dia de finados, ou de fiéis defuntos. Até as palavras dizem o quão pouco gostamos de falar sobre este assunto que é a morte. Tudo é meio sombrio, meio pesado, meio segredado. Por isso nós quisemos falar com o João Hora. O João é agente funerário, trabalha na empresa do pai há alguns anos, e tem uma sensibilidade muito especial a fazer o seu trabalho. Quisemos perguntar-lhe muitas coisas (algumas delas em off, vão ter que nos desculpar) e ouvir o que alguém que passa os dias a lidar com a morte tem para contar sobre ela, para que não fique só enterrada em palavras pesadas, cores escuras e semblantes carregados… É que ouvindo o João posso já adiantar que há coisas muito bonitas para conhecer.Pelo meio vão escutar alguns poemas do José Rui Teixeira, que também já cá esteve neste podcast connosco, todos retirados do seu livro: Ossário.
Cultos:Domingo às 9h45 e 18h (live)Segunda às 20h (live)Siga-nos nas redes sociais:- Facebook: https://facebook.com/icbgv- Instagram: https://instagram.com/icbgv#icbgv #culto #célula #igreja
O Balé da Cidade de São Paulo realiza uma turnê na França, com apresentações em cinco cidades. Após lotar o Théâtre de la Ville de Paris, a companhia segue viagem pelo interior francês. O público da França tem a chance de conhecer a potência técnica e artística do corpo de baile do Theatro Municipal de São Paulo por meio de Fôlego e Boca Abissal, criações de Rafaela Sahyoun. Em Lyon, o repertório se amplia com Requiem SP, de Alejandro Ahmed, que assumiu a direção artística do grupo em julho de 2023. Antes dessa temporada com o balé paulistano, Ahmed participou da Bienal de Dança de Lyon, de 6 a 28 de setembro, com sua companhia Cena 11. Para o coreógrafo, a França é um espaço que valoriza “a complexidade do pensamento e a abertura para um diálogo honesto e vigoroso”. “Estamos em um teatro de enorme relevância, com a possibilidade de dar voz e refletir sobre este modo de pensar um Brasil atualizado, questionado e aberto a transformações”, afirmou Ahmed à RFI, em Paris, durante o ensaio no Théâtre de la Ville, antes das apresentações que aconteceram entre os dias 23 e 27 de setembro. Foi a primeira vez em três décadas que a prestigiada casa parisiense, considerada a meca da dança contemporânea, incluiu uma companhia brasileira em sua programação principal. “Estarmos aqui, a convite do Théâtre de la Ville, para compartilhar modos de pensamento próprios do Brasil, representa um espaço de diálogo e de troca de saberes extremamente potente”, acrescentou o diretor. Intensidade e vigor Fôlego e Boca Abissal se destacam pela força musical e pela expressividade coreográfica. Com trilha hipnótica de The Field, projeto do produtor sueco Axel Willner, Fôlego reúne 16 bailarinos em cena. “Começamos em 2022, ainda sob o impacto da pandemia, diante da cratera que ela deixou no mundo. Naquele momento, me senti desafiada a pensar a dança na urgência do encontro”, recorda Sahyoun. “Quis criar estruturas cênicas que, mais do que simbólicas, aproximassem os intérpretes pela própria composição. Fôlego fala de apoio, de um estar junto não romantizado, mas nascido da resistência — e talvez mais ainda da insistência. Uma das questões que coloco é: como encontramos nossa força a partir do outro?”, explica. Atuando entre Brasil e Europa, a coreógrafa também compartilhou suas expectativas para a temporada francesa: “Espero que possamos ativar as presenças em tempo real, deixar os celulares de lado e nos encontrar — público e cena. Desejo um campo de acontecimento, um encontro em que a própria obra seja praticada no instante da apresentação.” A turnê integra a programação oficial da Temporada do Brasil na França. Depois de Paris e Arcachon, em setembro, o balé segue para Clermont-Ferrand (2 e 3 de outubro), Annemasse (8 e 9 de outubro) e Lyon, onde se apresenta na Maison de la Danse, de 14 a 18 de outubro.
Neste episódio, Ana e Bruna continuam discutindo sobre o que é preciso para empreender, e desta vez, se dedicam a pensar as oportunidades que nos cercam como um motor para o nosso empreendedorismo. Estarmos aptas a identificar e aproveitar oportunidades é um tema que exploramos constantemente em nossas mentorias, formações (aliás, estamos com inscrições abertas para nossa próxima turma presencial do curso de consultoria de imagem e personal styling, clica aqui pra conferir https://butiquedecursos.com.br/produto/curso-de-consultoria-de-imagem-e-personal-styling-formacao-presencial-em-campinas-25-08-25-a-20-02-26-segundas-19-as-22h/) e também dentro da nossa comunidade, o Libetinas.E por falar em Libertinas, se você quer fazer parte de uma rede de apoio generosa e ATENTA, de formação continuada na áreas de consultoria de imagem, de conhecimento responsável e atualizado, de um networking poderoso, e de um espaço de supervisão profissional riquíssimo, torne-se uma Libertina! Faça parte de uma comunidade exclusiva para consultoras de imagem. Vem se inscrever aqui : -> https://butiquedecursos.com.br/produto/novo-libertinas-comunidade-supervisao-inteligencia-de-mercado-banco-de-aulas-e-repertorio-para-consultoras-de-imagem/O Juntas é um podcast de Consultoras de Imagem para Consultoras de Imagem. De empreendedoras para empreendedoras. De criativas para criativas. Com ele temos o objetivo de discutir e compartilhar aspectos pessoais e profissionais que afetam nossas jornadas dentro e fora do trabalho.
18/05/2025 - Domingo (Noite)Pr. Joaquim Fontes
Neste episódio recebi a Dra. Manuela Reis, médica especialista em dermatologia integrativa com uma abordagem interativa acerca da pele e influência que o estilo de vida possui nela. Falámos sobre inflamação e o seu impacto em diversas patologias dermatológicas, como a acne, alopecia e melasma. Abordámos temas variados, desde a pele mais profunda ao fio de cabelo mais distante, concluindo que o estilo de vida é algo relevante que devemos ter em consideração, uma vez que os cuidados são feitos de fora para dentro, mas também de dentro para fora. Devemos olhar para nós como um todo. Assim, quadros inflamatórios, que advêm de alguns comportamentos alimentares, disbiose intestinal, maus hábitos de sono e stress, podem modular a nossa saúde e assim, a nossa pele e aparência. Afinal o “não estarmos saudáveis” reflete-se na nossa pele, porque está tudo integrado no nosso organismo e este funciona como um todo. Aprendi muito com a Dra. Manuela, nomeadamente, que temos de cuidar da roupa que não mudamos, porque afinal “a pele é uma roupa que você vai usar todo o dia, o tempo todo” e “tudo o que é saudável tem um brilho próprio”.Saiba mais sobre este tema no site da Dra. Manuela Reis: [https://www.manuelareis.com.br](https://www.manuelareis.com.br/) #acne #alopecia #rosacea #melasma #dermatologia #skincare #pele #disbiose #inflamação #estilodevida
Sofia Bobone e a família sobreviveram a um tsunami há 20 anos na Tailândia. A artista plástica conta que viu uma onda grande, mas não pensou estar prestes a viver fenómeno que mataria 230 mil pessoas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ouça aqui a segunda parte da republicação desta conversa especial feita em 2024 com a pianista Maria João Pires que fala do triunfo em relação ao corpo por nunca parar de caminhar, apesar dos seus 80 anos. A pianista revela a sua paixão pela arte da fermentação e o prazer que tem em amassar o pão de massa mãe na sua casa, para descansar as mãos do piano. Explica também porque é que a sua vida teria sido bem melhor sem o piano e ainda fala da sua relação com os amores e os sonhos. No final, dá-nos música e deixa-nos as suas sugestões culturais para este verão. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Diálogo com as entidades na Amorosidade
Diálogo com as entidades na Amorosidade
A Assembleia legislativa do arquipélago português dos Açores aprovou a 17 de Outubro a criação daquela que seria a maior área marinha protegida do Atlântico Norte.Numa altura em que a COP16 decorre até 1 de Novembro na cidade colômbiana de Cali, a Conferência das partes da ONU sobre biodiversidade. Na perspectiva da meta de 2030, até essa data os territórios dispersos pelo mundo deveriam avançar com planos de áreas protegidas até 30% da respectiva superfície.Foi neste contexto que o arquipélago português dos Açores acaba de aprovar um dispositivo criando um parque marítimo tido como o maior do Atlântico Norte.Uma área de 300 000 kms2 que deve garantir a preservação de cadeias de montanhas subaquáticas e de ecossistemas marinhos vulneráveis, incluindo corais de águas profundas, fontes hidrotermais e espécies marinhas.Bernardo Brito e Abreu é conselheiro para assuntos marítimos do governo regional dos Açores. Ele começa por apresentar este dispositivo que tem dado nas vistas à escala internacional.O nosso Parlamento da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores aprovou o novo Parque Marinho e, portanto, estamos a falar não de uma área marinha, mas de uma rede de áreas marinhas que formam o Parque Marinho e que protege legalmente 30% de Zona Económica Exclusiva nacional em redor do arquipélago. Portanto, estamos a falar de 30% de quase 1 milhão de quilómetros quadrados de mar, o equivalente a uma rede com 287.000 quilómetros quadrados e, portanto, no Atlântico Norte neste momento não existe uma rede tão grande.Devo salientar que o nível de protecção desta rede só terá, pelo menos dentro da Zona Económica Exclusiva. Só terá áreas marinhas de protecção ou não é permitida qualquer actividade extrativa e áreas marinhas protegidas de proteção elevada. Portanto, apenas algumas artes de pesca mais selectivas é que são autorizadas e em toda a rede, as actividades que não são extractivas: marítimo ou turística ou a ciência todas são reguladas.Esta rede também cumpre com os "standards internacionais" da IUCN [União internacional para a conservação da natureza]. Neste momento, os líderes mundiais estão reunidos na Colômbia, em Cali, na COP 16, na Conferência das Nações Unidas para a Biodiversidade, a discutir exactamente como vamos proteger 30% do nosso território terrestre e marítimo.E neste momento, os Açores, cerca de seis anos antes do limite, já o fizeram dentro da sua competência político-administrativa. Eu devo salientar que a designação das áreas marinhas é um primeiro passo de um processo que, normalmente, é mais longo até estas áreas estarem efectivamente geridas.E, portanto, este diploma que os Açores aprovou portanto além do Parque Marinho e das novas áreas marinhas, também define um quadro legal muito concreto, com medidas e prazos bastante específicos para que esta implementação seja feita num espaço de tempo curto.Para não designarmos estas áreas, e que elas apenas existam no papel e, portanto, os próximos passos legais que têm de ser feitos são, nomeadamente, a definição de uma estratégia e de um plano de acção, de estratégia e de gestão. Estas áreas têm que ter todas planos de gestão e planos de ordenamento. E temos mais outra etapa, que é a revisão das áreas marinhas costeiras.Parque Marinho neste momento apenas engloba as áreas marinhas que são longe de terra. Portanto, nós temos uma outra série de áreas marinhas mais pequenas junto à costa, e essas terão de ser revistas e incluídas nesta rede até três anos, a partir da entrada em vigor. Isto vai mexer, portanto, com a Guarda Costeira com biólogos, para que esta execução ocorra com a celeridade a que faz referência ? Todo este processo que foi agora aprovado, decorre de um processo bastante longo, com cerca de cinco anos, em que se começou o programa "Blue Azores", que é uma parceria do Governo Regional que lidera o programa com dois parceiros, a Fundação Oceano Azul e o Instituto Waitt que, no fundo, serviu para acelerar um processo de revisão das áreas marinhas.Os Açores têm um grande histórico de criação de áreas marinhas protegidas, têm um grande histórico de investigação científica na Universidade dos Açores, e no Departamento de Ocenografia e agora a parte de investigação materializa-se no Instituto Okeanos.E, portanto, já há um longo... de mais de quatro décadas de investigação e de criação de áreas marinhas protegidas. E, portanto, este programa, no fundo, veio acelerar este processo para que os Açores tenham conseguido neste momento, dar este passo seis anos antes da data limite.E porquê? Porque os Açores contêm no seu mar uma grande diversidade de ecossistemas vulneráveis, uma grande riqueza de biodiversidade e, portanto, a cada ano que passa o oceano degrada-se. Temos três grandes ameaças: as alterações climáticas, a poluição e a perda de biodiversidade pela exploração intensiva dos recursos. E, portanto, isto globalmente !E, portanto, os Açores não só têm esta noção que temos que agir com urgência devido à questão ambiental, mas também porque vêem no mar um grande activo, porque com cerca de 1 milhão de quilómetros quadrados de área de jurisdição nacional [portuguesa] à volta do arquipélago, consideramos que o mar é um dos nossos maiores activos. E queremos que a nossa abordagem económica e de aproveitamento dos recursos não seja apenas extractiva.E queremos impulsionar e queremos, de certa forma, liderar pelo exemplo a nível internacional, que podemos ter uma abordagem económica ao mar de uma forma sustentável, uma verdadeira economia azul, em que evolui de uma abordagem puramente extractiva para uma abordagem de valorização da natureza. Tivemos este exemplo há algum tempo, quando deixámos nos anos 80 de caçar baleias e hoje em dia temos o sector turístico muito promissor de observação de baleias. No entanto, isso só se obteve aquando da adesão de Portugal à União Europeia. Sabemos que hoje há Museus da Baleia. O Pico São Jorge, nomeadamente, ficaram muito ligados a este último resquício da caça da baleia na Europa. Mas, obviamente, falando da parte extractiva, há muitas comunidades piscatórias nos Açores, não só na ilha de São Miguel, mas também. Tem noção de como é que se poderá antever de alguma forma, o impacto desta área no que diz respeito ao facto de que a pesca será regulamentada ainda mais do que actualmente ? Sim, sim, este processo foi longo, portanto, como lhe disse, o programa já tem cinco anos, mas nos últimos dois anos intensificamos esta parte final e a rede que hoje temos, ela decorre de um processo participativo com os vários utilizadores do mar. Não apenas o sector da pesca, mas todos as entidades que têm ou atividade económica ou competências no mar e, sobretudo na região oceânica, portanto offshore, não as costeiras, porque esta rede que foi agora redefinida são áreas oceânicas.E, portanto, nós fizemos em 18 meses mais de 40 reuniões com cerca de 17 entidades com competências ou interesses no mar. E, além disso, temos um longo período de consulta pública de apresentações e, portanto, o produto final desta rede é bastante participado e teve como base a ciência. Portanto, foi a ciência que nos indicou que zonas que activos é que existiam e onde é que eles estavam.E sim, nós temos uma noção bastante detalhada do impacto de cada área. Até vai ter em cada segmento da frota pesqueira, porque aqui estamos a falar da pesca como um todo, porque temos actividades de pesca muito selectiva em algumas áreas, nomeadamente no atum, na pesca do atum que é feito através da arte salto e vara, que é bastante selectiva e que até será permitida nas áreas marinhas de protecção alta.E depois temos obviamente as artes de pesca menos selectivas e com mais danos colaterais ou com mais pesca acessória, essas sim vão ser mais penalizadas por isso.Temos dois tipos de mecanismos: um imediato, para quando entrarem em vigor este decreto regulamentar, que será um mecanismo de apoio a compensações aos pescadores, mecanismo de apoio à retracção da actividade e que será, portanto, já tivemos o anúncio da Senhora Ministra do Ambiente e Energia, que será o Fundo Ambiental a suportar este mecanismo.E temos, paralelamente, estamos a desenvolver um processo de reestruturação do sector da pesca, que implica também alguma reestruturação na frota e que irá auxiliar a diversificação da actividade de pesca, de artes de pesca mais nocivas por outras menos nocivas. E, eventualmente, a redução de algum esforço de pesca e canalizar alguns dos profissionais da pesca para outras actividades marítimas que possam ser acomodadas e de facto continuarem na economia do mar, mas possam ser de facto canalizados para outras actividades não extractivas. Os Açores são a única parcela do território português que, no caso, avançam nesta meta com esta área marinha protegida do Atlântico Norte ?Posso falar é da nossa parte: o nosso objectivo, e o que é que nos fez seguir este caminho. Porque, de facto, os Açores acreditam que Regiões ultraperiféricas, regiões insulares, por dependerem sobretudo do mar e por, no caso dos Açores, a dimensão marítima portuguesa deve-se muito aos Açores. E achamos que devemos liderar enquanto região pelo exemplo e portanto, mais do que um plano de acção, mais do que um compromisso, Os Açores, neste momento, nesta semana da COP, trazem uma acção concretizada e esperamos que isto possa ser um exemplo a seguir. Estarmos aqui a trilhar um caminho que pode ser copiado, que possa ser seguido por outras regiões a nível nacional [português], a nível europeu e a nível internacional. Portanto, esse é o nosso contributo.
Com base no texto de Lucas 9.28-45a, a Reverendo Hernandes Dias Lopes traz à igreja uma mensagem durante o Culto da Família. Assista, ouça com bastante atenção e compartilhe este episódio! Faça parte da Oitava: https://form.jotform.com/203152559300042 Contas Bancárias: http://oitavaigreja.com.br/contas-bancarias-da-oitava-igreja/ .......................................................................... Website: http://www.oitavaigreja.org.br/ Instagram: http://www.instagram.com/oitavaigreja/ Facebook: http://www.facebook.com/oitavaipbh Twitter: https://twitter.com/oitavaigreja #Palavra #OitavaIgreja
O novo episódio do podcast Rádio Decidendi já está no ar e traz uma palestra da defensora pública de São Paulo Luciana Jordão sobre a contribuição dos precedentes qualificados para a tutela jurisdicional efetiva. Em sua explanação, a defensora enfatizou que o acesso à Justiça é um direito que garante os demais direitos fundamentais. Segundo Luciana, um sistema jurídico igualitário deve assegurar, e não apenas formalizar, o direito de todos. "Deve-se conceder a consciência de seus direitos aos indivíduos, mediante a completa orientação jurídica", pontuou. Luciana Jordão destacou ainda a importância do trabalho do Grupo de Atuação Estratégica da Defensoria Pública nos Tribunais Superiores (GAETS), que possibilitou a presença da defensoria em processos do Superior Tribunal de Justiça e do Supremo Tribunal Federal nos quais o órgão não é parte, mas que geram impacto no público assistido pela instituição. "Estarmos presentes nas discussões de processos de repercussão geral, de repetitivos, de controle concentrado de constitucionalidade, levando as pretensões e defendendo os interesses das pessoas mais vulneráveis é de extrema relevância, já que essas decisões vinculam o Judiciário de todo o país" declarou. A explanação foi feita durante o seminário Precedentes e Direitos Humanos: debates fundamentais, realizado pelo Superior Tribunal de Justiça para discutir o tema precedentes no âmbito dos direitos humanos, trazendo a garantia dos direitos e a efetividade da tutela das normas como importante fator na construção dos julgados. Podcast Rádio Decidendi é produzido pela Coordenadoria de TV e Rádio do STJ, em parceria com o Núcleo de Gerenciamento de Precedentes e de Ações Coletivas (Nugepnac) do tribunal. Com periodicidade quinzenal, o podcast traz entrevistas e debates sobre temas definidos à luz dos recursos repetitivos e outras questões relacionadas ao sistema de precedentes. O podcast pode ser conferido na programação da Rádio Justiça (104,7 FM – Brasília) às sextas-feiras, às 21h30; e aos sábados e domingos, às 8h30. O novo episódio já está disponível no Spotify e nas principais plataformas de áudio.
A médica Lisa Vicente começa esta segunda parte da conversa algo emocionada com as palavras deixadas pelo poeta e dramaturgo André Tecedeiro. E começa por responder à questão se os profissionais de saúde são ainda demasiado conservadores e preconceituosos e o que importa mudar e transformar nas mentalidades de quem trabalha na área da saúde. Lisa fala também da sua recente grande mudança de vida, em 2023, ao ter deixado de fazer parte da equipa de obstetras da Maternidade Alfredo da Costa, para escapar à voragem do excesso de trabalho que a consumia demasiado. E dá conta que, por vezes, escolher o incerto é o mais certo nesta vida. Mesmo que essas escolhas signifiquem deixar para trás algumas coisas de que goste, ganhou outras. Lisa comenta ainda este novo cenário político na AR e o que considera importante mudar ou celebrar meio século depois do 25 de abril. E ainda nos dá música e poesia, ao ler dois poemas de André Tecedeiro que lhe entraram na pele. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Esta semana falámos sobre a paz. O que nos dá paz? Procuramos ter paz? O que é estar verdadeiramente em paz? É sentir em todo o nosso ser que estamos verdadeiramente bem. É não termos assuntos por resolver. É não querermos falar e optarmos por ficar calados. É estarmos genuinamente conectados com a vida. Estar verdadeiramente em paz é uma sensação de contentamento e plenitude total. Para sentirmos paz temos que enfrentar e lidar com nossos problemas de forma construtiva e saudável. Estarmos em paz significa também estarmos em harmonia connosco e com o mundo ao nosso redor. Isto requer aceitação de todas as coisas que não podemos mudar, permitindo-nos fluir com mais facilidade através das experiências da vida. A gratidão também desempenha um papel importante na criação de paz interior pois, através desta prática, podemos mudar a nossa perspectiva reduzindo a ansiedade. A paz interior está intrinsecamente ligada à nossa conexão com a vida e com os outros. Quando nos sentimos verdadeiramente conectados, experimentamos uma sensação de pertença e ficamos em paz. Para estarmos em paz também precisamos de viver no presente e deixarmos de lado as preocupações com o passado ou futuro. Em resumo, estarmos verdadeiramente em paz envolve resolvermos conflitos, cultivarmos aceitação, praticarmos a gratidão, conectarmo-nos verdadeiramente e vivermos no presente. É um processo contínuo de crescimento e autoconhecimento. Há momentos em que conseguimos por estas praticas em acção e outros em que não, sentindo que vivemos num estado de "paz podre". Mas o facto de termos consciência do caminho a seguir ajuda-nos a persistir e continuar a praticar estes princípios, mesmo nos momentos mais difíceis para trabalharmos em direcção a uma vida de paz. Esperamos que tenham gostado deste episódio e que partilhem connosco o que acharam deste tema. INSTAGRAM @avidaacontece.podcast http://instagram.com/avidaacontece.podcast O vosso feedback é muito importante para nós, comentem e partilhem este episódio com alguém que sintam que está a precisar de ouvir isto. Obrigada por estarem connosco! Queremos agradecer ao Rodrigo e Filipe Pessoa Jorge por criarem a música do nosso podcast. Só se ouve uma pequena parte mas podem ver a jam session completa aqui http://youtu.be/8y57aAud__I
Atenção e alguma esperança às notícias que vão chegar de Jerusalém.
“Felizes aqueles servos que o senhor, ao chegar, encontrar acordados.” --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/reginaldo-lucas-rodrigues/message
Sejam Bem Vindos ao Podcast do Projeto Orai Sem Cessar – Para Desenvolvimento e Crescimento Espiritual Hoje Vamos orar o Salmo 36, Nos conscientizando de estarmos no centro da vontade de Deus e não fazer alianças com o pecado. Se você tem o hábito de orar personalize a oração com suas próprias palavras e de acordo com as suas necessidades, se você não tem prática em oração, concorde em oração comigo, basta apenas ouvir a oração e dizer amém. Amém significa: que assim seja. --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/michelle-munaretti/message
“Tenham sempre alegria, unidos com o Senhor! Repito: tenham alegria!” Filipenses 4:4 NTLH É possível sempre estarmos alegres? Se a nossa vida não houvesse momentos ruins, somente momentos bons, seríamos capazes de valorizar e se alegrar por aquilo que estamos vivendo? Somente sabemos o que é a alegria e felicidades por que sabemos também o que é a tristeza e dificuldade. Uma pessoa que cai, naturalmente sente a dor da queda e precisa de força para se levantar. Não há como se alegrar por ter caído e se machucado, mas podemos quando nos levantamos e ficamos em pé. Neste caso o próprio Deus é a força que nos falta e por consequência nos faz ter a alegria de continuar a caminhada. Quando faltar a alegria de viver, lembre-se: “A alegria do Senhor é a nossa força” Neemias 8:10 Pensamento do dia: Você valoriza os momentos de alegria, ou prefere não esquecer dos momentos de tristeza? Oração: Senhos tu és a nossa força que nos faz levantar e se alegrar. Nos ajude a sempre estarmos unidos a ti não sofrendo pelas quedas da vida. Em nome de Jesus, amém ! Que você tenha hoje um dia abençoado! #DevocionaisDiários #DeusFalaComigo #aalegriadosenhoreaminhaforca #OSenhorEAMinhaForca #ubiratanpaggio @ubiratan.paggio @ubiratanpaggio
Vale apena estarmos juntos - Pr. Acyr de Gerone Junior by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Caxias Para conhecer mais sobre a Maranata: Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Esta semana voltámos ao tema dos relacionamentos, incidindo na importância que é trabalharmos em equipa. Estarmos no mesmo barco a remar no mesmo sentido. O dia a dia em conjunto é exigente, e com filhos pelo meio, ainda mais. Nem sempre estamos com as nossas capacidades físicas e emocionais a 100%. Há dias que estamos mais capazes do que outros. Há dias mais fáceis e dias mais difíceis. Mas, se conseguirmos adotar uma estratégia diária de comunicação entre o casal, quantificando o nível em que cada um se encontra é mais fácil conseguirmos adotar estratégias que nos ajudem a levar o dia a dia de uma forma mais tranquila e feliz. A comunicação é fundamental. Mas como comunicamos? Comunicação eficiente é a chave para que consigamos resolver os desafios que a vida nos propõe. Construir uma vida a dois é exigente mas não é uma competição. Se o fizermos em conjunto sem medo de ajudar e sermos ajudados, vale muito a pena. O príncipe ou princesa encantada existem em contos de fadas e a vida não é um conto de fadas. Mas se estivermos dispostos a trabalhar em conjunto para que consigamos ser a pessoa certa para o outro, vamos contruir a maior e mais forte fortaleza de sempre. Esperamos que gostem e que partilhem connosco as vossas experiências em relação a este tema. INSTAGRAM @avidaacontece.podcast http://instagram.com/avidaacontece.podcast O vosso feedback é muito importante para nós, comentem e partilhem este episódio com alguém que sintam que está a precisar de ouvir isto. Obrigada por estarem connosco! Queremos agradecer ao Rodrigo e Filipe Pessoa Jorge por criarem a música do nosso podcast. Só se ouve uma pequena parte mas podem ver a jam session completa aqui http://youtu.be/8y57aAud__I
Há grandes acontecimentos na nossa vida, mas e o que acontece no entretanto? Estarmos atentos às pequenas coisas ajuda-nos a estar mais presentes, atentos e até mesmo felizes. Espreita este episódio e ouve a minha lista de pequenas grandes coisas! ✨
"Mas Jesus imediatamente lhes disse: Coragem! Sou eu. Não tenham medo. “Senhor”, disse Pedro, “se és tu, manda-me ir ao teu encontro por sobre as águas”. “Venha”, respondeu ele.( Mt 14: 27-29) Palavras são para vida ou para morte. Aquilo que falamos determina o que cremos e onde nosso espírito está fundamentado. O mundo espiritual é movido pelas nossas palavras, pelas nossas decisões e o que ouvimos pode ser uma chave para construção do que falamos. Pedro profetizou o caminho que ele iria andar. Jesus não havia falado nada diante da tempestade. O destino de Pedro foi dado por ele mesmo. Ele colocou os próximos passos da sua vida em cima do que ele mesmo falou, em cima do que ele creu. Jesus disse tende bom ânimo. Sou eu. Pedro ouviu, discerniu e foi. Precisamos entender o valor de ouvir. Estarmos sensíveis as manifestações do céu. Pedro criou um caminho onde não tinha. Ele ouviu Jesus, respondeu a voz do Mestre e construiu seu futuro para os próximos anos. Ouvir e falar são chaves que te levarão a construção de sobrenaturais. Andar sobre as águas foi o sobrenatural de Pedro e eu preciso aprender a construir minha história de sobrenaturais mediante a Palavra da cruz. A voz do Mestre faz nascer em mim uma consciência de possibilidades nunca vividas. Use suas palavras e suas decisões para construir sobre a tua estação um futuro de vida. Se você ouvir Jesus, creia, profetize e sua ousadia fará nascer um caminho nunca vivido no meio da tempestade.
Mergulhe profundamente na misericórdia de Deus e receba refrigério na sua vida.
Felicidade é um estado de espírito. A felicidade no trabalho está relacionada à satisfação com a vida profissional. Quando um indivíduo está realizado com o seu emprego, ele experimenta uma série de sensações positivas, como alegria, motivação, bem-estar e disposição. O termo Arbedjsglæde é comum na Dinamarca e significa felicidade no trabalho. Este concento está associado a: - Gostarmos de fazer as tarefas que nos são atribuídas - Sentirmos que estamos conectados com as pessoas com quem trabalhamos - Estarmos felizes com os benefícios financeiros que obtemos com o trabalho - Nosso trabalho ser valorizado - Termos uma perspectiva futura de melhorar nossas habilidades existentes - Nos sentirmos respeitados e reconhecidos no trabalho Gostou do meu episódio? Achou relevante?
Neymar Jr. gravou um vídeo nesta quarta-feira (28) destinado ao presidente Jair Bolsonaro. O jogador, que estava em Paris após jogo da seleção brasileira, agradeceu a visita do presidente ao instituto que leva seu nome, na Baixada Santista —o jogador não declarou apoio ao candidato à reeleição. Bolsonaro, Braga Netto e Tarcísio de Freitas, candidato ao governo estadual, têm agenda conjunta na região. “Queria muito estar junto, mas infelizmente estou longe. Da próxima vez, espero estarmos juntos”, disse o jogador do Paris Saint-Germain. “Espero que vocês aproveitem esta visita ao instituto, que é meu maior gol que fiz na vida.” No instituto, que fica na cidade de Praia Grande, Bolsonaro cumprimentou crianças, na companhia de Tarcísio e de Marcos Pontes, que concorre ao Senado. Em seguida, o presidente saiu em motociata até a cidade de Santos. Apesar da forte chuva, Bolsonaro estava novamente sem capacete. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
Neste novo episódio, falamos sobre escuta ativa. Como ouve as histórias que as pessoas com demência lhe contam? - Em contexto de sessões de estimulação cognitiva? - Fazendo validação dos factos? - Corrigindo cada vez que uma data não bate certo? - Será que julga? Mesmo que não diga nada? Nesta última semana do mês dedicado às Pessoas que vivem com demência, faça este exercício : observe-se na forma como escuta as histórias que lhe contam.
Por Pr. Paulo Borges Jr.. Mensagem 6 da série "Carta aos Filipenses". https://bbcst.net/S7470L
Por Pr. Paulo Borges Jr.. Mensagem 6 da série "Carta aos Filipenses". https://bbcst.net/S7470L
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Por Pr. Paulo Borges Jr.. Mensagem 6 da série "Carta aos Filipenses". https://bbcst.net/S7470L
Por Pr. Paulo Borges Jr.. Mensagem 6 da série "Carta aos Filipenses". https://bbcst.net/S7470L
Por Pr. Paulo Borges Jr.. Mensagem 6 da série "Carta aos Filipenses". https://bbcst.net/S7470L
Por Pr. Paulo Borges Jr.. Mensagem 6 da série "Carta aos Filipenses". https://bbcst.net/S7470L
Por Pr. Paulo Borges Jr.. Mensagem 6 da série "Carta aos Filipenses". https://bbcst.net/S7470L
Por Pr. Paulo Borges Jr.. Mensagem 6 da série "Carta aos Filipenses". https://bbcst.net/S7470L
Por Pr. Paulo Borges Jr.. https://bbcst.net/S6616
Por Pr. Paulo Borges Jr.. https://bbcst.net/S6616
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Por Pr. Paulo Borges Jr.. https://bbcst.net/S6616
Por Pr. Paulo Borges Jr.. https://bbcst.net/S6616
Por Pr. Paulo Borges Jr.. https://bbcst.net/S6616
Por Pr. Paulo Borges Jr.. https://bbcst.net/S6616
Por Pr. Paulo Borges Jr.. https://bbcst.net/S6616
Por Pr. Paulo Borges Jr..