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O activista guineense Yussef considera que os acontecimentos de 26 de Novembro de 2025 na Guiné-Bissau representaram uma manobra política destinada a impedir a tomada de posse das figuras escolhidas nas urnas. O militante guineense denuncia repressão política, perseguições a opositores e limitações às liberdades democráticas, defendendo que a resistência continua activa tanto no país como na diáspora. RFI: Quando se fala em “golpe de estado cerimonial” na Guiné-Bissau, estamos a falar de uma ruptura do regime ou de uma encenação que formaliza a ausência de democracia? Yussef: Existe um conceito relativamente fechado de golpe de Estado. Normalmente implica a deposição, pela força das armas, dos titulares dos órgãos de soberania e a instauração de um novo regime. Ora, na Guiné-Bissau aconteceu exactamente o contrário. Houve um conluio entre sectores do poder político e das Forças Armadas para manter o regime tal como estava e impedir que a vontade popular expressa nas eleições fosse respeitada. O objectivo foi impedir a divulgação dos resultados eleitorais e evitar que assumissem funções as figuras escolhidas pelo povo guineense, nomeadamente para a Presidência da República. Ou seja, manteve-se tudo na mesma, criando apenas a aparência de um golpe de Estado. Não fomos os únicos a denunciar esta situação. Figuras políticas internacionais importantes, como o ex-presidente nigeriano Goodluck Jonathan e Ousmane Sonko, então primeiro-ministro do Senegal, também manifestaram dúvidas sobre a narrativa oficial. Na Guiné-Bissau existe uma percepção generalizada de que não houve um verdadeiro golpe, mas sim uma tentativa deliberada de impedir o respeito pela soberania popular. O que mudou desde 26 de Novembro de 2025? Há mais medo, mais controlo, mais resistência? Existe simultaneamente mais repressão e mais resistência. A repressão atingiu o auge com o assassínio político do nosso camarada Vigário Balanta. É impossível ignorar o significado desse acto: estamos a falar de alguém que sacrificou a própria vida pela luta democrática na Guiné-Bissau. Não podemos romantizar o diálogo com um regime que assassina opositores e mantém presos políticos. Entre esses casos estão Domingo Simões Pereira, líder do maior partido da oposição, e Fernando Dias, apontado por nós como vencedor legítimo das eleições presidenciais. Mas há muitos outros presos políticos menos mediáticos. Na verdade, a Guiné-Bissau transformou-se numa grande prisão política a céu aberto. Não há liberdade para manifestações, conferências de imprensa ou críticas abertas ao regime. As características de uma ditadura estão presentes. Ainda assim, a resistência continua, tanto dentro do país como na diáspora. Continuamos a denunciar a situação política, os presos políticos e os assassinatos de opositores. A mobilização política fora da Guiné-Bissau, como este debate organizado em Portugal, tem impacto concreto em Bissau? Acreditamos que sim. Na Guiné-Bissau sabe-se que a diáspora continua organizada e mobilizada na defesa das liberdades democráticas. Temos uma responsabilidade acrescida porque vivemos em países onde existem liberdades mínimas para denunciar o que se passa. Não vemos qualquer ruptura entre o povo guineense que está no país e o que vive na diáspora. Fazemos a mesma luta, apenas em geografias diferentes. Ao convidarmos figuras como Armando Lona, que desempenharam um papel importante na resistência política e nas manifestações populares, estamos também a amplificar as reivindicações que nascem dentro da própria Guiné-Bissau. Talvez os resultados não sejam imediatos, mas estamos numa fase de acumulação política: acumulação de experiência, de organização, de solidariedade e de consciência. Acreditamos que esse processo acabará por produzir mudanças concretas. Qual é hoje o custo pessoal e político de ser activista guineense? O caso de Armando Lona é esclarecedor. Quando ficou evidente o carácter repressivo do regime, a Frente Popular decidiu sair à rua sem qualquer garantia de segurança física. Isso demonstra o nível de coragem exigido aos activistas. Os custos são enormes, não apenas para os próprios militantes, mas também para as suas famílias. O regime não hesita em perseguir familiares, tanto na Guiné-Bissau como na diáspora. Mas a história política guineense ensina-nos que a luta pela liberdade sempre teve custos. A geração de Amílcar Cabral sacrificou-se pela libertação política, económica e cultural do país. Mais recentemente, Vigário Balanta tornou-se outro símbolo desse sacrifício. Sabemos os riscos que corremos, mas estamos dispostos a assumi-los. Faz parte da resistência.
O cineasta Mawete Paciência e o produtor e actor Kayaya Júnior integraram uma delegação privada angolana ao Festival de cinema de Cannes. Eles estiveram nos estúdios da RFI para comentar os resultados da sua visita ao certame do sul da França e para abordar a produção angolana da sétima arte. O actor e produtor Kayaya Júnior e o cineasta Mawete Paciência comentaram com a RFI os resultados dos respectivos encontros no Festival de cinema de Cannes. Mawete Paciência começa por admitir que se trata da sua primeira vez neste prestigioso certame de cinema. Mawete Paciência: É a minha primeira vez. Cannes é uma terra de estreias, não é? Epa! É uma terra... É aquela coisa do tipo "Queria muito poder chegar cá nesta terra, queria muito poder conhecer esta cidade, queria muito poder estar cá nesta altura deste evento". Então são muitos anos à espera por uma oportunidade de trabalhar para podermos cá chegar. No entanto, está a ser muito bom para mim, está a ser maravilhoso. Enfim, todos os dias que saímos para as ruas temos estado a colher, a ver coisas diferentes, a perceber a dimensão deste evento, como ela movimenta a cidade em si. Então está a ser uma experiência magnífica mesmo ! Mas foi necessário prepará-lo. Isto foi longo, custoso, demorado também. Mas lá chegaram. Qual era o propósito mesmo de vir até cá? Kayaya Júnior: Olha, o propósito da verdade é simples é a vontade de profissionais ligados ao sector do cinema, do audiovisual, em querer descobrir caminhos, em querer perceber como é que as coisas funcionam, como é que as dinâmicas funcionam para nós podermos, quem sabe, num futuro próximo, termos uma presença mais consolidada aqui no Festival de Cannes. O Festival de Cannes está a fazer 79 anos, 79 edições. São muitos anos de experiência. E nós sentimos que também temos um lugar aqui, temos um espaço. Então, de forma particular, privada, cada um de nós com os nossos recursos, o Mawete é profissional de cinema e televisão. O Malef também. Eu faço produção, trabalho em rádio, televisão e sou actor. Então também mostrei interesse nesta ideia de vir descobrir o Festival de Cannes. Então começámos a trabalhar já há algum tempo atrás, em criar condições para podermos estar aqui. Não estamos aqui a título oficial. Vamos lá, se assim se pode dizer, de forma política. Mas estamos aqui, enquanto angolanos que querem descobrir como é que podemos, no próximo ano, nas próximas edições, marcar uma presença mais consolidada, tal como eu disse. Há várias formas possíveis. Se calhar talvez um pavilhão próprio, no futuro ? Quem sabe ! Estarmos numa varanda como esta, também a expor os nossos produtos, a produção nacional, a produção angolana, as nossas narrativas que há muitas e ainda bem que tem havido muitas produções. Nós, no primeiro dia, no dia de montagens e no primeiro dia do festival, já conseguimos fazer alguns contactos. Tivemos algumas reuniões com produtoras, com distribuidoras, por exemplo, falámos com a Loco Films, que é uma distribuidora francesa, falámos com a K Movie Entertainment, que é uma distribuidora da Coreia do Sul, e o interesse manifestado por eles ao verem o que nós fazemos, porque nós trouxemos alguns trailers de produções do Mawete e do Malef, do Bumbo Negro do Ngouabi Silva, que também são angolanos e também produzem e eles mostraram interesse, pelo menos mostraram curiosidade. Foi possível também já ter uma abordagem com uma equipa, uma delegação do Canadá com a escola de cinema que está em Paris, a Escola Internacional de Cinema. Tivemos uma boa conversa também com a realizadora americana, produtora realizadora, que é a Carole Copeland, que já se mostrou interessada e disponível para fazer uma formação ou presencial ou online connosco com Angola. Então é assim se nós conseguirmos sair daqui com uma ideia de como podemos trazer a produção nacional à produção angolana nas próximas edições, já terá valido a pena. Quais são os nomes que, apesar de tudo, ainda continuam a ecoar aqui do cinema angolano? Penso ainda em Zézé Gamboa, penso ainda em Dom Pedro. São esses nomes que vêm de forma corriqueira, que são citados pelos vossos interlocutores. O que é que já se conhece de Angola no cinema aqui? É assim: eu não consegui ainda perceber se há algum conhecimento ou não nas abordagens que temos estado a fazer. Acho que não houve ainda nenhuma referência. Há um cinema angolano que tenha passado por aqui, o que quer dizer que houve uma paragem, houve uma pausa. E estes interregnos, claro, apagam muita coisa, não é? Eu penso que a última vez que Angola teve profissionais aqui foi em 2007, se não estou em erro. E de lá para cá não houve mais ninguém a participar. Nós viemos a título particular, mas viemos com o sentimento de que o que nós conseguirmos descobrir, vamos partilhar com Angola. Para que, para o ano, se calhar, em vez de estarem aqui três profissionais, estejam aqui seis, nove ou doze, sei lá. E que tragamos as nossas bandeiras, a nossa produção, para poder mostrar porque nós estamos a fazer exactamente isso. Estamos com os nossos tablets e temos estado a abordar os stands, os pavilhões e os profissionais a mostrar: "Olha, conhece isto? Tem curiosidade sobre Angola? Veja isto." E a reacção tem sido muito positiva. E então, o cinema aqui, há cinema do mundo todo. No pouco tempo que ficaram cá, conseguiram ver outras propostas, por exemplo, cinema africano ? Conseguiram lidar com outras pessoas? O que é que conseguiram fazer? Mawete Paciência: Temos estado a conhecer muita gente, Conhecemos um realizador e produtor sul-africano africano e conversámos rapidamente. Porque aqui percebemos uma coisa, aqui em Cannes, tudo é muito rápido, as coisas são muito dinâmicas, então temos estado a conhecer pessoas no sector, temos estado a conhecer africanos. Vamos agora fazer aí a visita no espaço. O espaço africano agora criado. Enfim, já estivemos lá. Vamos voltar agora aqui, para então chegarmos até ao cinema africano. Tivemos há pouco tempo com o realizador e produtor africano também antes de virmos cá à rádio. No entanto, temos aquilo que disse e muito bem nosso objectivo aqui é, na verdade, virmos conhecer um pouquinho, fazermos um networking, vermos como é que podemos nos próximos anos também fazermos parte desta corrida, estarmos aqui expostos, trazermos aqui os nossos conteúdos. Então é muita coisa nova para nós. Está sendo uma experiência boa porque estamos a absorver, não é, boas informações, estamos a colher aqui no Cannes, enfim, no festival nesse contexto ? Então acreditamos, nós que ainda temos tempo, ainda vamos a tempo de conversarmos mais, de conhecermos mais pessoas. E esse é o nosso grande objectivo aqui mesmo. Pedir-vos -ia então que levantassem um pouco o véu sobre os projectos em que estão envolvidos e que estão a fazer. Se calhar começaria por si, Kayaya Júnior:. Pode apresentar-nos um pouco as obras em que já esteve implicado e aquelas em que pretende apostar ? Eu, enquanto actor, tenho participado ultimamente, nos últimos quatro, cinco anos, mais activamente e voltando um bocadinho ao passado, eu fiz uma participação na primeira co-produção Portugal Angola Angola/Portugal, do realizador Jorge António. Também já trabalhei com a Maria João Ganga, com o Zezé Gamboa, em produções mais antigas. Ultimamente estou no filme que está agora a ser disponibilizado para o mundo, que é o "Perverso" do Mawete Paciência que já esteve no Festival da Suécia da Cinema África. Esteve também num festival na Hungria. Já foi apresentado em Portugal em Setembro do ano passado e estamos agora a trabalhar na possibilidade de ir a Moçambique. Também já esteve em São Tomé. Para além disso, também participei no filme de uma Films, que é uma curta sobre a problemática de um mercado que em Luanda o mercado muito famoso que é o mercado da Mabunda. Então o Malé Filmes produziu o filme que é "A Faca e o Peixe", que é um filme que já esteve o ano passado no Festival de Marselha, foi apresentado no Festival de Marselha e outros filmes que tem estado também a participar, como por exemplo o Pequenos Sonhos de um Guabi Silva cataléptico do Bumbo Negro, que são realizadores angolanos e mais recentemente estamos em fase de rodagem de uma série assinada também pelo Mawete, que é "O preço da verdade", que é uma série com algum problema social muito grande. A abordagem de problemas sociais. Então tem um pé na televisão e no cinema, não é? Está a ser produzida com o objectivo de ser apresentado para a televisão ou para as plataformas, mas poderá ser também apresentado em cinema. E enquanto produtor, eu estou, tal como eu, quase toda a gente que trabalha em cinema em Angola, numa área ou noutra, faz um bocado de tudo. Os actores acabam também sem produtores associados porque às vezes facilitam o trabalho logístico de uma produção através dos seus conhecimentos, através do seu apoio, do seu interesse. Então, eu acho que estar aqui no Festival de Cannes dá-nos uma visão muito mais alargada daquilo que nós temos que realmente fazer. O que é que temos que fazer para trazer, para tirar as nossas produções de Luanda? Porque o que nós precisamos em Angola é que os filmes saiam do Luanda e sejam vistos. Precisam do mercado ! Precisamos do mercado, precisamos de ter oportunidade de mostrar. E é excatamente isso que nós viemos à procura fazer estes contactos para mostrar o nosso trabalho. Tivemos um breve encontro com um jornalista norte-americano que tem uma revista dedicada ao cinema e em cinco minutos de conversa ele ficou tão interessado que automaticamente fez logo questão de fazer ali uma nota. Lá está, se nós não tivemos a oportunidade de ir a estes mercados, estas feiras de conteúdos, estes eventos com a dimensão como um festival de Cannes, nós nunca poderemos dar nos a conhecer, porque viemos de forma muito intermitente, não é? Angola esteve aqui em 2007. De 2007 para cá nunca mais teve ninguém. Então este é o recado que nós vamos levar. Este é o desafio que nós queremos levar também para as nossas autoridades, principalmente para a cultura e para o turismo. Porque isto é turismo também. E agora nós temos um grande movimento à volta do desenvolvimento do turismo em Angola. Então vamos levar esta experiência e tentar partilhar com essas entidades para ver se para o ano nós estamos aqui com uma presença mais bonita, mais consolidada, mais dinâmica em Angola. Que se oiça música angolana aqui nos corredores do Festival de Cannes. Então fizemos muita referência a um projecto seu em curso, Mawete Paciência. Pode-nos levantar um pouco o véu sobre do que é que se trata? Sobre o que é que versa o seu filme? Mawete Paciência: Pois é, dentro de vários filmes que eu tenho, tem aí aproximadamente seis filmes. Tenho uma mini série, tenho algumas co-produções com países como Argentina, Brasil. Fiz agora em São Tomé um filme. Tenho também co-produção com México. No entanto, eu tenho filme que é "O Perverso", que já estaremos a ano passado e neste ano estamos agora a trabalhar a série, que é uma série televisiva que vai trazer conflitos nos lares. Como sempre, trazer problemas novos porque o nosso conceito de produção é mesmo identificar os nossos problemas, não é? Problemas que acontecem no nosso país e que acabam sendo transversais. São os perversos, as pessoas tóxicas, é isso ? Pode ser. Você vê, no entanto, na verdade, que é o seriado que nós vamos trazer, vai estar aí aproximadamente com 25 capítulos, não é? Trazendo todas essas histórias que acabei aqui falando, enfim, as nossas histórias, a nossa identidade, porque nós precisamos levar isso. Precisamos mostrar ao mundo quem nós somos. Angola é um país que eu sinto. Nós não nos mostramos muito ao mundo. Nós não temos uma presença muito fraca para o mundo. Então precisamos então activar esse lado. Precisamos, porque eu digo assim o mundo também não, não vai poder-nos localizar assim, do nada, se nós não nos mostrarmos efectivamente, criarmos algum barulho. Não é que desperte a atenção, nós não vamos ser localizados de nada. Então há esta vontade, É esta força toda que trabalhando nos nossos conteúdos. Enfim. E este é um seriado que acreditamos, nós que eu acredito, temos estado a fazer com muito gosto, de forma a podermos não produzir algo que se fixou por Angola, mas que vá para o mundo, que esteja disponível. Nas plataformas, nem que for para o YouTube. Quem sabe talvez conseguirmos outras plataformas de streaming e poderemos então colocar lá este conteúdo, inserir os conteúdos ? Acreditamos nisso. Nós acreditamos que o empresariado angolano precisa ser um pouco mais incentivado, porque tudo isso que nós temos estado a fazer tem sido por um esforço particular e não tem sido pelas nossas próprias lutas. É mesmo, também, alguma forma de inconsciência ?! Sim, de inconsciência. Timidamente vão aparecendo uma ou outra empresa a disponibilizar um pouquinho, mas nós, olhando para esse universo, olhando para esta realidade, começamos a perceber que o cinema não é um cinema mesmo muito para fazer. Cinema é uma industria e para fazer o cinema requer mesmo este pensamento do empresariado. Olhar aquilo como uma indústria e não olhar aquilo como uma mera diversão. Não é aonde ele pode colocar qualquer coisa, não. No entanto, esta visão, este conceito que nós estamos a beber aqui, estamos a ver aqui claramente. Nós vamos partilhar em Angola. Vamos replicar em Angola a informação e poder talvez começar a atiçar. E nós temos de atiçar um pouquinho mais o empresariado local, começar a perceber que é possível fazer alguma coisa que chegue até aqui. É possível, porque para um filme, chegar até aqui implica uma logística, implica uma mecânica, implica qualidade, implica um investimento e muita das vezes, os investimentos nós não conseguimos tirar do nosso Estado, do Estado. Nós não conseguimos ter esses investimentos e mesmo privado, quem nós vamos ter que contar para conseguirmos, talvez nas próximas edições, estarmos aqui com um produto que realmente nos dignifica e que possamos olhar e dizer "Viva Angola! Estamos presentes em Cannes, um festival de Cannes vai ser bom para nós". Vamos trabalhar para isso. Muito obrigado a ambos. Resta me desejar vos um bom festival de Cannes. Obrigado por terem vindo até aqui. Kayaya Júnior: Queria só deixar mais uma nota, porque é fundamental e nós também temos estado a trabalhar sobre isso. Eu já fiz algumas participações em anos anteriores em produções portuguesas e eu acredito que até parece estranho. Tão próximos que nós somos, mas não temos histórias contadas sobre nós. Então, eu creio que é fundamental começarmos a pensar neste intercâmbio. A primeira co-produção Portugal Angola foi feita em 92 do Jorge António e de lá para cá, não creio que tenha havido muito mais. Então é também o objetivo encontrar, por exemplo, caminhos que nos levem a essas coproduções, porque as nossas histórias, as nossas narrativas, acabam por se interligar numa intersecção qualquer do Oceano Atlântico, por exemplo. E é isso, pronto, vamos estar disponíveis, estamos disponíveis. Bem hajam e voltem sempre. Mawete Paciência: Obrigado, Obrigado mesmo pelo convite e é uma honra fazermos parte deste momento que é marcante para nós também.
Cabo Verde realiza eleições legislativas no próximo dia 17 de Maio para eleger os 72 deputados do Parlamento. Esta eleição conta com a participação de cinco formações políticas, entre elas a União Cabo-verdiana Independente e Democrática (UCID), que concorre em 10 dos 13 círculos eleitorais. O líder do partido, João Santos Luís, defende medidas para combater a pobreza, a redução da carga fiscal sobre as importações e um maior investimento na economia azul. A UCID afirma que estas eleições podem representar um momento de transformação para o país. Esse objectivo passa por um maior equilíbrio no Parlamento? Estas eleições são de extrema importância para o país. Gostaríamos de romper com o passado e criar condições para que o país tenha um poder político equilibrado no Parlamento, capaz de promover uma governação equilibrada, de respeito pela população e mais transparente. Após 50 anos de independência e 35 anos de democracia, entendemos que já é tempo de o povo cabo-verdiano ter um sistema político que beneficie verdadeiramente o país e os cidadãos. Neste momento, o país tem mais de 100.000 cidadãos em situação de pobreza absoluta. Continuamos a importar mais de 90% do que consumimos, apesar de os dados macro-económicos se apresentarem razoáveis. Contudo, na prática, existem muitos contrastes, sobretudo ao nível do desemprego. Temos uma taxa de desemprego relativamente baixa, mas que contrasta claramente com a saída desenfreada de jovens à procura de melhores oportunidades noutros países. A UCID propõe um choque fiscal para dinamizar a economia cabo-verdiana. De que forma será implementado esse projecto? Temos uma política fiscal que é inimiga do investimento. Propomos que as alfândegas, que representam cerca de 67% das receitas do Orçamento do Estado, vejam esse peso reduzido através de um plano plurianual. O objectivo é criar condições para que os operadores e agentes económicos beneficiem de uma redução dos impostos pagos na importação de mercadorias e, consequentemente, os produtos possam chegar ao mercado a preços mais baixos. Entendemos que, numa primeira fase, o Estado poderá perder alguma receita, mas essa perda poderá ser compensada através da criação de novos negócios e da expansão das actividades económicas já existentes. É também uma forma de diversificar a economia face à dependência do turismo? Essa é igualmente uma das nossas preocupações: diversificar a economia através de um forte investimento no sector primário - agricultura, pesca e pecuária. O sector transformador deve ter capacidade para atrair indústrias para o país e certificar, com qualidade, os produtos provenientes do sector primário. Infelizmente, sem um sector primário forte, também não podemos ter um sector transformador plenamente funcional. Privilegiando também a economia azul? O país podia, por exemplo, viver apenas do sector da pesca e da aquacultura, mas não existem investimentos suficientes na economia azul. Pretendemos investir fortemente neste sector, através de investimentos estruturantes na pesca, na aquacultura e noutras áreas ligadas à economia azul, para alavancar a economia e criar melhores condições de vida para a população. O senhor afirma que a situação dos transportes em Cabo Verde é caótica. Que propostas apresenta a UCID para melhorar a mobilidade entre as ilhas? Este é outro dos grandes problemas do país. Temos uma política de transportes marítimos e aéreos que já não responde às necessidades nacionais. No caso do transporte marítimo, existe um contrato assinado em 2019 com a Transinsular, posteriormente transformada em Cabo Verde Interilhas, que não serve o país, quer ao nível da regularidade, quer em relação aos navios que se comprometeu a colocar em operação. A UCID entende que é necessário conceber uma nova política de transportes marítimos, capaz de promover uma mobilidade natural e dinâmica da população entre as ilhas, facilitar a circulação dos turistas que visitam o país e contribuir para a unificação do mercado nacional, que actualmente não existe. Relativamente ao transporte aéreo, temos afirmado que os preços praticados nas ligações inter-ilhas são proibitivos. O que pretendemos é criar uma nova política de transporte aéreo inter-ilhas que permita reduzir os custos operacionais e as taxas aeroportuárias, possibilitando assim a redução do preço dos bilhetes. Apesar dos avanços no sector da saúde, persistem desigualdades entre as ilhas. Que soluções defende o seu partido para garantir um acesso mais equitativo? Apesar de alguns avançosterem sido registados ao longo dos últimos 50 anos, continuamos a enfrentar desafios importantes no sector da saúde, sobretudo ao nível do acesso. Há falta de especialistas, principalmente nos hospitais públicos, e a população continua a enfrentar longas listas de espera para consultas de especialidade e exames de diagnóstico. A UCID propõe que o Sistema Nacional de Saúde crie condições para que entre 30% e 40% dos médicos dos hospitais públicos trabalhem em regime de exclusividade, de forma a humanizar o atendimento e reduzir as listas de espera. Além disso, defendemos um forte investimento na formação e capacitação de especialistas em todas as áreas, para que a população encontre respostas adequadas quando procura cuidados de saúde. Para evitar o recurso a cuidados médicos no estrangeiro? Este investimento nas especialidades médicas em Cabo Verde permitirá também reduzir os custos associados às evacuações para o estrangeiro. A regionalização tem sido um tema recorrente no debate político em Cabo Verde. Que modelo defende a UCID para descentralizar o poder? Temos ilhas e municípios com grande potencial de desenvolvimento. O Governo tem feito algum esforço na aprovação de medidas legislativas, mas essas medidas têm sido apenas de desconcentração administrativa e não têm servido eficazmente o país. Precisamos de uma verdadeira descentralização, que permita a afectação de recursos e competências e que dê às ilhas autonomia para desenvolverem as suas potencialidades locais, contribuindo para uma melhor qualidade de vida das populações. Entendemos que a melhor forma de concretizar esse objectivo é através da regionalização. A regionalização não implicará mais despesas para o Estado? A regionalização que defendemos deve ser enquadrada numa reforma profunda do Estado, com o objectivo de reduzir os custos da máquina estatal, diminuir os elencos governamentais, o número de deputados, vários institutos públicos e direcções nacionais, criando assim condições para uma redução global da despesa pública. Esta reforma permitirá uma melhor dinâmica de desenvolvimento para as regiões, ilhas e municípios. Numa altura de maior pressão migratória a nível global, que política propõe o Partido Popular para apoiar a diáspora cabo-verdiana? Entendemos que a diáspora cabo-verdiana tem um contributo fundamental a dar ao desenvolvimento socio-económico e político de Cabo Verde. No entanto, a Constituição da República, aprovada em 1992, estabelece um Parlamento com até 72 deputados. Actualmente, mais de um milhão de cabo-verdianos na diáspora estão representados por apenas seis deputados, enquanto cerca de 500.000 residentes em Cabo Verde são representados por 66 deputados. Existe aqui uma desproporção que deve ser corrigida através de uma revisão constitucional, permitindo uma maior representação e participação da diáspora no Parlamento e no desenvolvimento do país. Cabo Verde é um país vulnerável às alterações climáticas. Que medidas concretas recomenda o partido para lidar com este flagelo? Acreditamos que o país deve investir fortemente em energias renováveis e limpas. É necessário criar condições para reforçar a resiliência do país face às alterações climáticas, apostando na prevenção e em medidas concretas de adaptação. Perante os conflitos internacionais, como a guerra no Médio Oriente, que posicionamento deve adoptar Cabo Verde em termos de política externa? Cabo Verde deve adoptar uma posição de não-alinhamento, promovendo o diálogo e contribuindo para a prevenção de conflitos, ao mesmo tempo que reforça uma diplomacia económica ao serviço do desenvolvimento do país. Num contexto global de crescente pressão sobre a democracia, quais são os principais desafios para Cabo Verde e como enfrentá-los? É necessário trabalhar continuamente na consolidação da democracia. Sabemos que a democracia não é um dado adquirido; é algo que se constrói todos os dias. Em Cabo Verde persistem ainda problemas como represálias, revanchismo, medo e alguma vingança política. Entendemos que, tendo existido um poder mais concentrado ao longo dos últimos 50 anos, é fundamental incentivar a participação dos cidadãos. A democracia exige participação cívica, para que os cidadãos possam escolher de forma consciente os seus representantes e contribuir para o fortalecimento do sistema democrático.
A 99 já alcança cerca de 60 milhões de brasileiros, seja na solução de mobilidade, delivery ou carteira digital. Mas como a marca tem trabalhado essa nova função de "super app"? O episódio 237 do programa Mídia e Marketing recebe Ana Verroni, CMO da 99, que também fala sobre o trabalho de comunidades e sobre a "fortaleza" dos algoritmos. 'Saber o que o consumidor precisa e entender a rua é essencial para nossa jornada. Uma coisa importante da 99 é esse DNA brasileiro', diz.
Então, José se lançou sobre o rosto de seu pai, e chorou sobre ele, e o beijou. Gênesis 50:1 Às vezes caímos no erro de acreditar que expressar sentimento é sinônimo de fraqueza. Acreditamos nisso, porque a aparência daquele que esconde seus sentimentos é de alguém inabalável e o mundo [...]
Cabo Verde realiza eleições legislativas no próximo dia 17 de Maio para eleger os 72 deputados do Parlamento. Esta décimas primeiras legislativas contam com cinco formações políticas, entre elas o partido Pessoas, Trabalho e Solidariedade (PTS), que concorre em seis dos 13 círculos eleitorais. Jónica Brito Tavares, líder do PTS, defende a diversificação da economia através da economia azul e a descentralização do desenvolvimento entre as ilhas. O partido propõe ainda o reforço da transparência, a melhoria dos serviços públicos, a valorização da diáspora e uma aposta na prevenção das alterações climáticas e no reforço da participação cívica. O partido afirma que não concorre para governar, mas para eleger deputados. Qual é o objectivo político concreto nestas eleições? Estas eleições são eleições para eleger deputados. A figura do Governo e do Primeiro-Ministro é consequência dos resultados dessas eleições. Por isso, o PTS tem uma mensagem que é concorrente a deputados para os assentos parlamentares de que Cabo Verde dispõe: os 72 lugares. Apresentam-se como um partido jovem. Que medidas propõe o PTS para responder ao desemprego jovem em Cabo Verde? Propomos a valorização da mão-de-obra jovem. Hoje temos jovens que, apesar de terem uma formação académica sólida, não se revêem no retorno do investimento que fizeram nas suas vidas, que lhes permita viver. Falamos da valorização, da diversificação de opções de emprego, de oportunidades concretas, transparentes e iguais para todos. Uma maior aposta na formação? A educação sempre foi um factor de mudança de vida na história de Cabo Verde e hoje não é diferente. Os jovens apostam cada vez mais na formação, mas também entendemos que esta formação deve ser direccionada para a realidade do país. Formações no âmbito da economia azul. Fala-se tanto da zona económica exclusiva, da economia azul, mas não se apresenta um plano concreto de como a população de Cabo Verde, principalmente sendo uma população jovem, beneficiará desta economia azul. Quais são os entraves para o desenvolvimento da economia azul? No país, temos jovens pescadores que ainda trabalham de forma bastante artesanal, enfrentando enormes dificuldades para garantir um rendimento digno. É uma actividade que continua a exigir muito sacrifício, com pouca valorização e limitado apoio técnico e financeiro. Por outro lado, existem também jovens empresários que procuram inovar e empreender em áreas ligadas aos desportos aquáticos e à economia do mar. No entanto, muitos acabam por desistir a meio do caminho devido à falta de atenção, acompanhamento e apoio efectivo por parte do Governo cabo-verdiano, sobretudo no que diz respeito à criação de garantias, acesso a financiamento e condições para ampliar o seu campo de actuação. O PTS propõe o fim desta burocracia? O Parlamento é um lugar onde se pode questionar e exigir transparência e exigir que as promessas eleitorais não fiquem pelo período de campanhas eleitorais. Que saiam do papel e cheguem a cada canto de Cabo Verde, de Santo Antão à Brava. Face à dependência do turismo e das remessas enviadas pelos imigrantes: como é que pode Cabo Verde diversificar a economia? A economia azul é uma das opções. O cabo-verdiano sente falta de aproveitar melhor o mar que tem. Temos acordos internacionais e há países que tiram proveito do nosso mar. Mas qual é a percentagem de cabo-verdianos que está, de facto, a beneficiar deste território que temos? Falamos também da diversificação económica e da aposta na produção nacional. A dependência externa tem constituído um bloqueio ao potencial de desenvolvimento de Cabo Verde. Defendemos uma forte aposta na agricultura. Hoje, temos pessoas formadas e com capacidade para impulsionar este sector. Fala-se muito do digital, e essa deve ser uma aposta estratégica de Cabo Verde. Quando pensamos no digital, pensamos em tecnologia, inovação e modernização. Acreditamos que a aposta na tecnologia, em benefício da agricultura, da pecuária, da transformação industrial e até do turismo verde sustentável - que hoje já apresenta alguma dinâmica em ilhas como Santo Antão e Santiago - ainda não tem recebido a devida atenção e equidade por parte dos sucessivos governos. Apesar dos avanços no sector dasaúde, persistem desigualdades entre ilhas. Que soluções defende o PTS para garantir um acesso equitativo? Os avanços neste sector são visíveis. No entanto, o facto de existir uma forte centralização no Hospital Nacional, na Praia, tem criado limitações, sobretudo devido à condição arquipelágica do país. As dificuldades inerentes às deslocações para aceder a estes serviços acabam por sobrecarregar a estrutura nacional de saúde. Temos conhecimento de que já foram apresentadas, por duas vezes, propostas para a construção de um novo hospital nacional. Contudo, isso, por si só, não basta. É necessário descentralizar os serviços de saúde e levá-los a outras ilhas, apostando em infra-estruturas equivalentes e com o mesmo nível de qualidade em ilhas com capacidade para acolhê-las. O objectivo deve ser criar uma rede mais equilibrada e acessível, especialmente em regiões estrategicamente mais próximas de outras ilhas. A regionalização tem sido um tema recorrente no debate político em Cabo Verde. Que modelo defende o PTS para descentralizar o poder em Cabo Verde? Falamos aqui de dar mais poder às ilhas, através da criação de instituições e agências que possam trabalhar, com base em estudos e dados concretos, para uma melhor redistribuição do rendimento. Defendemos também a criação de uma agência voltada para o equilíbrio territorial, que tenha como missão promover maior justiça territorial e criar oportunidades mais equitativas entre as ilhas. Sabemos que a dimensão e as particularidades de cada ilha deverão ser tidas em conta nesse processo. O PTS defende a descentralização política, económica e social, para que todas as ilhas se sintam parte integrante do desenvolvimento do país. Os transportes continuam a ser um grande desafio em Cabo Verde. Que propostas apresenta o partido Pessoas, Trabalho e Solidariedade para melhorar a mobilidade entre as ilhas? Defendemos uma maior transparência no sector. Ao longo dos anos, têm-se verificado várias situações relacionadas com processos de privatização que, na prática, não têm dado uma resposta eficaz. No final das contas, acaba por ser o financiamento público a cobrir as falhas deixadas pelos operadores privados, que não conseguem responder de forma adequada às necessidades do país. Para nós, é fundamental que o Estado assuma um papel central neste sector. Acreditamos que o sector privado é importante em qualquer economia, mas, no caso de Cabo Verde, o Governo deve reconhecer que a ligação interilhas é uma questão de sobrevivência para a população cabo-verdiana. Numa altura de maior pressão migratória a nível global, que política propõe o partido Pessoas, Trabalho e Solidariedade para apoiar a diáspora cabo-verdiana? A diáspora cabo-verdiana é a nossa 11.ª ilha. Temos mais cabo-verdianos fora do país do que dentro dele. Por isso, defendemos o mapeamento da diáspora e uma diplomacia orientada para a protecção e valorização das comunidades cabo-verdianas no exterior. Falamos também da capacidade diplomática de Cabo Verde para negociar melhores condições de integração dos nossos emigrantes, sobretudo num contexto internacional em que a migração enfrenta crescentes tentativas de limitação, contrariando esta ideia de cidadão global com a qual o cabo-verdiano sempre se identificou. Defendemos ainda que a diáspora tenha um papel mais activo e representativo nas estruturas e instituições nacionais. Propomos a criação de um conselho de concertação social que integre representantes da diáspora e defendemos que o projecto do Conselho Nacional das Comunidades deixe de estar apenas no papel e passe efectivamente à prática. O objectivo é garantir que a nossa emigração esteja integrada não só fora do país, mas também na vida institucional e no desenvolvimento de Cabo Verde. Cabo Verde é um país vulnerável às alterações climáticas. Que medidas concretas defende o partido para lidar com este flagelo? Cabo Verde é particularmente vulnerável às alterações climáticas devido à sua condição insular. Tivemos recentemente um episódio que demonstrou que o país não está imune a este flagelo. Propomos medidas de prevenção, sobretudo para reduzir o impacto das mudanças climáticas e evitar que estas continuem a representar tragédias para o povo cabo-verdiano. Devemos apostar em melhores condições de habitação e no aumento do rendimento das famílias, para que as pessoas possam preparar-se melhor para estas calamidades. Falo, por exemplo, de medidas concretas para combater a erosão dos solos e proteger o território nacional. Perante os actuais conflitos internacionais, nomeadamente a guerra no Médio Oriente, qual deve ser o posicionamento de Cabo Verde? Cabo Verde deve ontinuar a trabalhar com os parceiros, no sentido de reforçar a nossa diplomacia, mas, essencialmente, ter em conta que é preciso fazer um trabalho em casa, ouvindo os cidadãos para aproveitar sempre da melhor forma as questões externas. Cabo Verde não tem um posicionamento ou enquadramento directo, mas acreditamos que está claro: a história mundial mostra-nos que a paz é sempre o melhor caminho. Num contexto global de crescente pressão sobre a democracia, quais são os principais desafios que se colocam a Cabo Verde? E de que forma podem ser enfrentados? A transparência e a boa governação são desafios fundamentais. É também necessário aproximar os cidadãos da vida política, sobretudo num país em que os dados estatísticos mostram que quase 50% da população se abstém de votar. Isso revela que muitos eleitores já não acreditam que o seu voto tenha o devido peso ou impacto nas decisões do país. Por isso, é essencial reforçar a confiança nas instituições e promover uma maior participação cívica. A dimensão humana nunca deve ser esquecida. O PTS defende uma política centrada nas pessoas, em que o objetivo coletivo também respeite e represente as individualidades inerentes à condição humana.
Na manhã desta quarta-feira (17), o prefeito de Erebango, Valmor José Tomelero, participou do programa Olho Vivo, da Rádio Sideral, para uma avaliação detalhada das ações do governo municipal em 2025 e o planejamento para o próximo ano. O chefe do Executivo abordou a situação fiscal do município, o andamento de obras de pavimentação, a segurança nas escolas e a complexa situação na comunidade indígena local, que recentemente recebeu o reforço da Força Nacional.Na entrevista, Tomelero explicou que o ano de 2025 exigiu um rigoroso controle de caixa devido à queda de receitas decorrente de fatores climáticos. "O município de Erebango, acho que como a grande maioria, passa por um ano atípico. Nós tivemos uma perda de receita em função da estiagem; isso é natural porque o volume de receitas no estado diminui e nós acabamos recebendo a menos", relatou o prefeito. Segundo ele, o aumento dos custos operacionais pressionou o orçamento, mas a gestão priorizou o equilíbrio financeiro: "Acreditamos que vamos chegar ao fim do ano com as contas em dia. Não com um saldo disponível muito grande, mas vamos fechar as contas. Já pagamos o décimo terceiro e na próxima sexta-feira devemos pagar a folha de dezembro".
Acreditamos no espírito natalino, mas também acreditamos em ser sinceros: tem Natal que ninguém aguenta mais! Hoje queremos ouvir suas histórias sobre: pressão de ter que dar presente, obrigação de estar junto de gente chata, sorriso falso e por aí vai… O Natal te oprime ou te ilumina?Contrate o plano de saúde Petlove com o cupom DIVADEPRESSAO50 e ganhe 50% de desconto* na primeira mensalidade. *Promoção por tempo limitado, não acumulativo com outras promoções. Consulte a disponibilidade na sua região. Mais informações no site da Petlove.Link: https://saude.petlove.com.br/?promocao=influencer&utm_source=spotify&utm_medium=influencer&utm_campaign=divadepressao Episódios novos toda sexta-feira, 00h. Comente o que achou do episódio ou mande um recado para a gente diretamente no Spotify!Apoie o Divã da Diva e tenha um episódio a mais, exclusivo, no Divã da Diva para Íntimos!Apoia-se: https://apoia.se/divadepressaoOrelo: https://orelo.cc/podcast/65c0ddb1243feaaede3cea6c
A série Talks Estadão Mídia & Mkt traz as trajetórias, desafios e inovações na voz das lideranças da comunicação e do marketing. A primeira temporada é dedicada as mulheres de impacto – profissionais que estão transformando o mercado e redefinindo o futuro dessa indústria. Neste episódio, Nathalia Garcia, diretora de marketing, CRM e vendas digitais do Bradesco, fala sobre a colaboração da inteligência artificial nas transações e sua importância para a jornada no sistema financeiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Você já parou para pensar sobre o que significa, na prática, agir com excelência?Muito além de bons resultados, a excelência está na forma como nos dedicamos, buscamos soluções e cuidamos de cada detalhe, mesmo aqueles que ninguém vê. Acreditamos que excelência é um hábito, um compromisso com a qualidade, com o outro, com a nossa missão de Cuidar.Nesse encontro do Desenvolva, vamos refletir sobre como aplicar esse valor no dia a dia, fazendo dele um aliado poderoso na nossa jornada.Para fazer parte do nosso time, é só acessar: https://carreirasgrupo.amil.com.br/ Junte-se a nós e desenvolva seu potencial máximo!
E aiiiiiii Diooooovens!! No episódio de hoje, vamos fazer uma viagem diferente: vamos refletir sobre músicas seculares! Isso mesmo — aquelas músicas que não foram feitas pra igreja, mas que carregam verdades profundas, beleza autêntica e toques de eternidade. Será que dá pra encontrar Deus numa letra de amor? E quando uma música fala de dor, saudade ou esperança — será que ali também pode haver sinal da presença d'Ele? Acreditamos que tudo que é bom, belo e verdadeiro vem de Deus, mesmo que não traga o nome d'Ele estampado. Por isso, hoje vamos mergulhar nessas canções, mostrar como até o “mundo” pode ser instrumento de reflexão e encontro com Cristo. Então prepara o fone, o coração e a playlist, porque esse episódio tá profundo, surpreendente e — como sempre — cheio de zuera santa!
A biodiversidade do Brasil guarda riquezas que vão da fauna exuberante à flora extraordinária. E no novo episódio de Nossa Energia, nossos hosts Mylly e Primak recebem os biólogos Renato Fernandes e Amanda Borges para mostrar como a ciência e a inovação se unem para preservar esse patrimônio natural.Apoiamos projetos de conservação da biodiversidade e investimos em diferentes caminhos para um futuro sustentável, um deles é a tecnologia. Neste episódio, vamos descobrir como tecnologias de ponta e conhecimentos tradicionais ajudam a catalogar espécies e a criar soluções voltadas para a preservação. Conheça também o conceito de tecnologia social, que nasce do saber local e impulsiona práticas sustentáveis.Entre câmeras que transformam a floresta em um verdadeiro “reality show” e o uso da inteligência artificial que oferece “superpoderes” para os profissionais da área, você vai descobrir como novas tecnologias já estão revolucionando a forma de proteger a nossa biodiversidade. Da identificação de espécies à criação de ferramentas colaborativas, cada inovação fortalece nosso compromisso com o meio ambiente.Acreditamos que investir em tecnologia é construir um futuro em que progresso e natureza caminham juntos. Vem mergulhar nesse universo e descubra como ciência e tecnologia se unem à inovação.#Tecnologia #Biodiversidade #TecnologiaSocial #Sustentabilidade #NossaEnergiaAssista, curta e compartilhe! E inscreva-se no canal para acompanhar os próximos episódios.Apresentado por:Milly Biologandohttps://www.youtube.com/@_biologandohttps://www.instagram.com/_biologando/?hl=pthttps://www.tiktok.com/@_biologandoPedro Primakhttps://www.instagram.com/notprimak/https://www.tiktok.com/@notprimak?lang=pt-BRSiga a Petrobras nas rede sociais: https://www.instagram.com/petrobras/ https://www.linkedin.com/company/petrobras https://www.tiktok.com/@petrobras
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
(via ChatGPT) Stoicism: origins and revival https://chatgpt.com/share/68ac44c6-745c-8006-9d95-95f632e8ade8 Estoicismo: a filosofia milenar que ensina a ‘aceitar o que não podemos controlar' https://youtu.be/9Slw9RkGQM8?si=iM-DoIKHKUzv2–d (BBC Brasil) Eles viam no Brasil uma esperança para o Judaísmo https://youtube.com/shorts/sK0DWhV1fx8?si=5TzbRMqliOZ0NZ5w Como ideia ‘perigosa' de que alienígenas visitaram a Terra fica cada vez mais difundida e influencia até a política https://www.bbc.com/portuguese/articles/cm23djyermro Why people ... Read more The post a filosofia Estóica 3.0, por que acreditamos em discos voadores? appeared first on radinho de pilha.
Acreditamos que no damos crédito a los desprecios de la EBU/UER. Con Rubén Estévez como invitado especial. Programa emitido el 2 de abril de 2025.
No último sábado (2), membros da Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Lauro Müller deixaram os templos para realizar uma ação voluntária na sede da AMA – Associação de Pais e Amigos dos Autistas. A iniciativa teve como objetivo a construção de um contrapiso que, futuramente, servirá de base para a instalação de um parquinho infantil. A mobilização reuniu voluntários da igreja, entre eles pedreiros, serventes e demais membros da comunidade, que dedicaram tempo e trabalho em prol de uma causa social. A ação reforça o compromisso da igreja com a cidade e, especialmente, com instituições que prestam um serviço essencial, como é o caso da AMA. Em entrevista ao repórter Álvaro Souza, o pastor Joel Comel destacou que a missão da igreja vai além da pregação e que ações concretas como essa fazem parte do propósito cristão de servir ao próximo. — Acreditamos que muito mais do que falar, é preciso agir. Queremos ser uma igreja que soma, que faz a diferença na sociedade. E ajudar a AMA é uma forma de contribuir com algo que é de valor para toda a cidade — afirmou o pastor. A AMA é referência no atendimento e no acolhimento de pessoas com autismo em Lauro Müller, e iniciativas como essa reforçam a rede de apoio construída por meio da solidariedade e do voluntariado.
Somos uma igreja Cristã de fé reformada em Poá-SP, manifestando o reino de Deus através da palavra e do testemunho, crescendo em graça e conhecimento. Acreditamos que não existe uma igreja forte se as famílias são fracas, citando o pacto de Lausane, buscamos compartilhar: O evangelho todo, para o homem todo, para todos os homens. Cada casa uma igreja, cada homem um pastor e cada quarto um cenáculo.Acreditamos que todo cristão deve estar comprometido em missões já que o ide é para todos, seja em campo ou financeiramente, estamos comprometidos financeiramente com os projetos missionários: AME, MCM e Missão Jiu-Jitsu Sertão.Venha nos conhecer, estamos localizados na Rua Prefeito Francisco Rodrigues Filho, 310 - Centro, Poá - SP, 08561-200Se inscreva no nosso canal do Youtube e nos acompanhe nas redes sociais:Youtube: https://www.youtube.com/@IgrejaCristadoCalvarioInstagram: https://www.instagram.com/icalvario_oficial/Dízimos e Oferta via pix: ofertas@icalvario.com.br
Somos uma igreja Cristã de fé reformada em Poá-SP, manifestando o reino de Deus através da palavra e do testemunho, crescendo em graça e conhecimento. Acreditamos que não existe uma igreja forte se as famílias são fracas, citando o pacto de Lausane, buscamos compartilhar: O evangelho todo, para o homem todo, para todos os homens. Cada casa uma igreja, cada homem um pastor e cada quarto um cenáculo.Acreditamos que todo cristão deve estar comprometido em missões já que o ide é para todos, seja em campo ou financeiramente, estamos comprometidos financeiramente com os projetos missionários: AME, MCM e Missão Jiu-Jitsu Sertão.Venha nos conhecer, estamos localizados na Rua Prefeito Francisco Rodrigues Filho, 310 - Centro, Poá - SP, 08561-200Se inscreva no nosso canal do Youtube e nos acompanhe nas redes sociais:Youtube: https://www.youtube.com/@IgrejaCristadoCalvarioInstagram: https://www.instagram.com/icalvario_oficial/Dízimos e Oferta via pix: ofertas@icalvario.com.br
Somos uma igreja Cristã de fé reformada em Poá-SP, manifestando o reino de Deus através da palavra e do testemunho, crescendo em graça e conhecimento. Acreditamos que não existe uma igreja forte se as famílias são fracas, citando o pacto de Lausane, buscamos compartilhar: O evangelho todo, para o homem todo, para todos os homens. Cada casa uma igreja, cada homem um pastor e cada quarto um cenáculo.Acreditamos que todo cristão deve estar comprometido em missões já que o ide é para todos, seja em campo ou financeiramente, estamos comprometidos financeiramente com os projetos missionários: AME, MCM e Missão Jiu-Jitsu Sertão.Venha nos conhecer, estamos localizados na Rua Prefeito Francisco Rodrigues Filho, 310 - Centro, Poá - SP, 08561-200Se inscreva no nosso canal do Youtube e nos acompanhe nas redes sociais:Youtube: https://www.youtube.com/@IgrejaCristadoCalvarioInstagram: https://www.instagram.com/icalvario_oficial/Dízimos e Oferta via pix: ofertas@icalvario.com.br
palestra: a pergunta de um bilhão de dólares https://youtu.be/bdmFk0Z25Ms (via ChatGPT) Barnum Effect: https://chatgpt.com/share/6878f390-acbc-8006-ac5e-8c8287745c5d (via ChatGPT) Cosmic Computation and Blossom https://chatgpt.com/share/6878f3b2-f04c-8006-b707-f2eec503d19f Oscar Wilde Quotes https://www.azquotes.com/author/15644-Oscar_Wilde Rethinking the Big Bang: Gravity and quantum ripples may explain cosmic origins https://phys.org/news/2025-07-rethinking-big-gravity-quantum-ripples.html Scientists discover a simple set of rules that may explain how the body's tissues stay organized https://phys.org/news/2025-07-scientists-simple-body-tissues-stay.html ... Read more The post por que acreditamos em horóscopo? o algoritmo da Vida e do Universo appeared first on radinho de pilha.
No programa de hoje, reforçamos o convite para o nosso curso presencial e prático de automação residencial, que já despertou o interesse de vários ouvintes da Jovem Pan. Neste curso, o aluno aprende desde a instalação física do dispositivo – incluindo a parte elétrica – até a configuração completa no aplicativo. Vamos ensinar como criar cenas de automação, rotinas inteligentes e comandos por voz. Acreditamos que o formato presencial é essencial. A prática acontece em um laboratório controlado, com equipamentos ... Saiba Mais > The post Curso Presencial e Prático de Automação Residencial na Micro Import appeared first on Micro Import.
In this episode of the Canary Cast, Florian Hagenbuch, co-founder and partner at Canary, sits down with Christophe Gerlach, co-founder and CEO of Comp, a new kind of HR Tech that is rethinking the way businesses approach their total compensation strategies.From the origins of his entrepreneurial journey alongside Pedro Bobrow—delivering açaí to college students—to pioneering a "Service-as-a-Software" business model that leverages the combination of AI and human expertise, Chris shares details of his story and his vision for Comp's future. During the episode, he also reflects on the importance of thoughtful experimentation, building strategic trust when entering a new market, and the powerful impact of an intentional company culture.In this episode, we dive into: How Comp is helping companies be more strategic about every cent invested in labor costs Pioneering the "Service-as-a-Software" Business Model: How Comp is disrupting traditional compensation consultants and building the company at the intersection of technology and human expertise, where AI supports senior compensation executives to deliver personalized, effective solutions Comp’s approach to working closely with CEOs, CFOs, and CHROs to strategically manage compensation decisions during periods of expansion, restructuring, or business strategy shifts. Lessons learned about building a lean, high-performance team and why hiring A+ talent makes all the difference. Exceptionally, this episode was recorded in English, but we included a translated transcription below in the description of the episode. Whether you're a founder, business leader, HR professional, or just passionate about innovation, this episode is packed with insights at the forefront of compensation strategy and business-building. Tune in now to hear how Comp is not only solving today’s compensation challenges but also defining a new category in the HR landscape for the future. Guest:Christophe Gerlach Christophe Gerlach is the co-founder and CEO of Comp. Christophe graduated in Applied Economics and Management from Cornell University, where he met Pedro Bobrow. Together, they first founded Suna and are now building Comp. The company raised $4 million in a Seed round led by Kaszek, with participation from Canary, Norte, and 1616 funds, as well as 40 angel investors who are also executives from American companies and Brazilian startups such as Nubank, Creditas, and Caju. Follow Chris on LinkedIn Host: Florian Hagenbuch Florian is the co-founder and General Partner at Canary, a leading early-stage investment firm in Brazil and Latin America. Canary has invested in more than 100 companies since its founding in 2017. Previously, Florian founded Loft, a company that digitized and transformed the home buying experience in Brazil, bringing transparency, liquidity, and credit to millions of Brazilians. Before that, Florian also co-founded Printi, the leading online printing marketplace in Latin America. Follow Florian on LinkedIn Highlights: 00:00 - Opening01:50 - Personal Journey and the Beginning of Chris and Pedro's Partnership03:07 - Starting a Food Delivery Business in College07:25 - Transition to HR Tech and General Atlantic Experience08:37 - Labor Cost Challenges and Finding a thesis11:48 - Founding Comp and Initial Product Development13:30 - Comp's Value Proposition in the HR and Compensation Market18:29 - "Service-as-a-Software" Business Model and Strategic Use of AI for Software, Services, and Tools26:20 - Comp's Traction So Far28:44 - Building a team in a AI native company35:12 - Challenges along the way39:26 - Vision for the Future and Global Ambitions46:56 - Customer Success Stories and Impact51:56 - Closing RemarksEpisode Transcription in Portuguese: O mundo que estamos construindo é um em que um executivo pode vir e dizer: “Ei, em 2025, minha empresa vai crescer a receita em 25%. Precisamos alcançar o ponto de equilíbrio. Vamos abrir uma divisão de fintech, então precisaremos de novos tipos de talentos nessa área, e também vamos encerrar nossas operações no país X, Y, Z. Assim, gostaria que vocês me ajudassem a desenhar cada elemento do meu custo total de mão de obra." Quais benefícios eu devo oferecer? Quanto eu devo aumentar nos salários baseado nesse objetivo de ponto de equilíbrio, na minha retenção anterior, no índice de conversão de candidatos que já tivemos? Existe uma enorme quantidade de dados que podem ser usados, digamos, para otimizar essas decisões. E tudo isso pode começar a partir de um input estratégico de alto nível, como esse, composto por uma ou duas frases de um executivo, e, a partir daí, podemos fazer todo o trabalho e voltar com soluções para o cliente. Realmente acredito que é assim que as empresas tomarão decisões no futuro. E, honestamente, colocaria vocês nessa categoria. Não é fácil apontar para uma empresa específica, em outro lugar, fazendo algo verdadeiramente parecido com o que vocês estão fazendo. Vocês estão assumindo riscos reais de inovação e realmente estão na vanguarda do que é possível nessa área de atuação em que vocês trabalham. Chris, agora vamos mudar para o inglês para começar nosso episódio, já que temos um gringo aqui no programa hoje – gringo, como eu, de várias maneiras. Muito obrigado, Chris, por aceitar o convite de compartilhar um pouco sobre sua história e sua trajetória com a Comp. Estamos muito, muito empolgados em tê-lo aqui e ansiosos por essa conversa com você. Então, muito obrigado e seja bem-vindo. Chris: Obrigado pelo convite. Estou super animado para estar aqui e por essa conversa. Florian: Ótimo. Talvez comecemos com o comentário do gringo. Quando comecei minha carreira como empreendedor aqui no Brasil, havia muitos de nós. Era na época da Rocket Internet: tinha muitos alemães, americanos e franceses. E então, durante um tempo, eles meio que desapareceram. Provavelmente tem a ver com os altos e baixos econômicos do Brasil, mas eis que agora você está aqui, um gringo na cidade, construindo algo no Brasil. Algo realmente único e intrigante. Eu adoraria ouvir mais: você pode compartilhar um pouco sobre o seu passado, sua trajetória e o que o trouxe ao Brasil e à decisão de começar a Comp localmente? Chris: Claro! Que honra! Acho que sou o primeiro gringo no podcast, então estou honrado de ser o primeiro. Um pouco sobre mim – sou meio holandês e meio americano. Nasci na Holanda e cresci principalmente nos EUA. Quando jovem, meu sonho era jogar futebol profissional. Além de ser o “gringo” com quem você está conversando agora, meu segundo maior orgulho é que joguei contra o Mbappé na França quando eu tinha cerca de 14 anos. Mas, em certo ponto, percebi que não seria bom o suficiente para fazer disso uma carreira. Eu fui jogar na universidade e estudei na Cornell, em Nova York. Foi lá que conheci meu cofundador brasileiro, chamado Pedro, há mais ou menos uns 7 ou 8 anos. Estávamos em uma aula de comunicação empresarial, onde a tarefa era dar um discurso inspirador sobre algo que queríamos fazer em nossa carreira. Todo mundo na classe dizia que queria trabalhar no Goldman Sachs como banqueiro ou ser consultor na McKinsey. Pedro e eu fomos os únicos a falar sobre empreendedorismo. Achei que Pedro fez um discurso muito carismático e emocional sobre porque queria ser empreendedor. Mas o professor, depois do discurso dele, disse algo como: “Pedro, tenho certeza de que o que você disse foi ótimo, mas não consegui entender por causa do seu sotaque brasileiro. Você precisa melhorar isso se quiser passar nessa matéria." Após a aula, fiz uma brincadeira com ele, e acabamos nos tornando amigos por sermos os únicos da turma com mentalidade empreendedora. Começamos a almoçar juntos, a trocar ideias, etc. Durante nosso segundo ano de faculdade, começamos um negócio de entrega de comida. Entregávamos açaí para estudantes no campus e alguns outros itens de café da manhã. A inovação que criamos, entre aspas, foi que, diferente de plataformas como Uber Eats, iFood ou DoorDash, onde cada entrega é feita separadamente, nós coletávamos vários pedidos de uma vez para reduzir o preço da entrega. Em vez de uma pessoa da entrega pegar um pedido por vez, pegávamos, por exemplo, 8 ou 10 pedidos de uma só vez. Dessa forma, reduzíamos o custo para o consumidor e tornávamos o processo mais eficiente. Como muitos estudantes moravam próximos uns dos outros no campus, fazia sentido. Além disso, ajudávamos restaurantes fora do campus a atender os estudantes e a gerar mais receita durante as manhãs, quando eles tinham capacidade ociosa. Esse foi, basicamente, o nosso modelo de negócio. Chegamos a levantar capital de algumas aceleradoras, crescemos para uma equipe de 30 pessoas, aprendemos muito, mas tivemos o que chamamos de uma saída pequena. Não foi um grande sucesso financeiro, mas aprendemos que amávamos ser empreendedores. Até hoje, não sei explicar de forma 100% racional; foi mais emocional, e ainda é. Amamos construir algo do zero, trabalhar com colegas inteligentes e ambiciosos, enfrentar novos desafios todos os dias. Também aprendemos que adorávamos trabalhar juntos, e nos comprometemos a continuar trabalhando juntos por anos. Então, dessa experiência, não tivemos um grande retorno financeiro, mas conquistamos uma parceria de longo prazo entre mim e o Pedro. Depois de nos formarmos, trabalhei na General Atlantic, uma firma global de private equity focada em estágio de crescimento (Series B, Series C). Lá, me concentrei em empresas de tecnologia B2B e avaliei várias empresas de recrutamento, performance, folha de pagamento, compensação, etc. Foi um lugar fantástico para aprender e, eventualmente, acabei mergulhando fundo na área de tecnologia para RH, que encabeça o que fazemos hoje na Comp. Florian: Impressionante! Há muito o que explorar só nessa parte da sua trajetória, e também muitos aspectos em comum, Chris. Eu também joguei futebol, mas, infelizmente, não contra o Mbappé. Essa é uma ótima história! Você deveria contar isso mais vezes. Chris: Eu até contaria mais vezes, mas perdemos aquele jogo de 5 a 1. Florian: Ele marcou? Chris: Ele marcou três vezes. Florian: Uau. Já dava pra perceber que ele era incrível, né? Chris: Sim, dava pra ver que ele era fantástico. Florian: Então provavelmente você está em um daqueles vídeos caseiros onde o Mbappé destrói todo mundo, e você é um dos meninos tentando detê-lo no vídeo. Chris: Eu adoraria ver esse vídeo, por mais embaraçoso que fosse. Florian: Muito bom. Mas voltando ao que você mencionou, algo que capturou minha atenção foi quando você disse que, até hoje, não sabe muito bem por que quis começar uma empresa, dizendo ser um processo emocional. E, em muitos aspectos, isso se assemelha a ser uma criança querendo ser jogador de futebol, certo? É mais como um sonho, algo que você simplesmente quer fazer. E, como empreendedor, esperamos que você acabe se tornando mais um "Mbappé", do que "Chris". Mas, me conte um pouco mais sobre como vocês construíram a empresa na faculdade, venderam e seguiram em frente. Você sabia que ia começar outra empresa? E trabalhar na General Atlantic foi mais um “deixa eu olhar o mundo real e adquirir habilidades” ou algo mais? Como foi essa decisão? Para você, foi sempre óbvio que aquilo era algo temporário e que você voltaria a ser fundador? Chris: Sim, diria que foi algo assim. No último semestre da faculdade, Pedro e eu fizemos uma promessa um ao outro de que, em até 3 anos, iríamos começar um negócio juntos. Pedro foi trabalhar em um cargo de produto no Vale do Silício, enquanto eu fui para a General Atlantic, mas o plano era claro: trabalhar por alguns anos, ter experiências complementares em nossas trajetórias e aprender como é estar no “mundo real”. Queríamos construir um currículo sólido, mesmo que por apenas 1 ou 2 anos. Mas sabíamos, desde o dia em que paramos de trabalhar no negócio de entrega de açaí, que um dia voltaríamos. Florian: E vocês sabiam que seria vocês dois juntos novamente. Chris: Exatamente. Disso nós tínhamos certeza. Não sabíamos se seria uma empresa B2B, B2C, em qual setor, ou mesmo em qual geografia, mas sabíamos que seria nós dois. Acabamos indo para o mundo do tech para RH porque foi o foco do meu trabalho na General Atlantic, e posso aprofundar mais sobre isso. Florian: Legal, fale mais sobre isso. Acho muito interessante. Chris: Eu diria que existiam alguns temas principais. Na General Atlantic, como a maioria das empresas de investimento, o papel dos analistas juniores é basicamente buscar oportunidades e fazer diligências, no nosso caso, em empresas de tecnologia em estágios mais avançados (Series B em diante). Algo que me surpreendeu inicialmente – e lembro de comentar isso com o Pedro – foi que, ao fazermos diligência em empresas promissoras, percebíamos que a maioria dos CEOs tinha muita clareza sobre sua estratégia de mercado e visão do produto, mas, por outro lado, não tinham tanto domínio sobre a estratégia relacionada às pessoas que fazem todas essas coisas acontecerem. Perguntávamos coisas como: “Por que vocês têm essa divisão específica de salário fixo versus variável?”, ou “Quais são os custos associados à folha de pagamento nessa região ou país, se você contratar CLT ou prestadores de serviço?”. Também perguntávamos coisas como: “Como os gestores conseguem orçamento para novas contratações?” ou “Como vocês alocam o orçamento de aumento salarial anual?”. E a maioria dos líderes usava uma boa dose de intuição para responder a essas questões. Isso não é necessariamente errado, mas começamos a chamar isso de “estratégia de custo de mão de obra”. E ficou claro para nós que, mesmo em empresas modernas de tecnologia e serviços, onde 50% a 80% do orçamento operacional vai para folha de pagamento e benefícios, a abordagem usada para essas questões era baseada em “achismos”. O foco nessas decisões críticas parecia ser insuficiente. Outra coisa que eu aprendi na General Atlantic foi a operação do RH, ou seja, o lado operacional do RH, e não tanto o estratégico. Quando digo operacional, quero dizer as atividades diárias geridas, muitas vezes, em planilhas de Excel e PDFs. Observamos que esse era um espaço relativamente saturado globalmente. Em qualquer mercado grande (Latam, EUA, Europa, etc.), havia dezenas de empresas vendendo ferramentas de software que ajudavam as empresas a gerenciar diferentes partes da área de RH: desde folha de pagamento até recrutamento, desempenho, entre outros. Avaliamos que o lado operacional já tinha muitos concorrentes e seria muito difícil entrar nesse mercado com um SaaS tradicional. Além disso, percebemos que, enquanto o lado operacional era bem atendido, o lado estratégico – especificamente em relação a compensação e estratégia de custo de mão de obra – ainda dependia amplamente de consultorias como Mercer, Korn Ferry e Willis Towers Watson. Essas consultorias são extremamente caras e com NPS negativo. Foi um momento de “eureka” perceber que, apesar do custo alto, os resultados obtidos com essas consultorias não atendiam às expectativas. Além disso, muitas decisões relacionadas à compensação nas empresas ainda eram feitas de forma pouco transparente, tanto para recrutadores quanto para os próprios colaboradores. A compensação como um todo parecia ser um “problema cabeludo” tanto do lado da empresa quanto do colaborador. E foi aí que começamos a explorar a ideia de construir uma empresa que ajudasse outras empresas com suas estratégias de compensação total. Florian: Super interessante, Chris. Isso faz muito sentido. Por que você não nos conta um pouco mais sobre a evolução do produto da Comp e como a empresa começou? Também trabalhamos juntos nisso, então vi boa parte da jornada. Quando começaram, e quando investimos em vocês pela primeira vez, a ideia e o produto inicial eram, essencialmente, um banco de dados de compensação, com dados em tempo real. E foi incrível como vocês conseguiram atrair várias techs para participarem da plataforma, compartilhando, de forma anônima, os dados de compensação. Em troca, essas empresas recebiam benchmarks do mercado. Se minha descrição não for precisa, me corrija. Mas esse era o produto inicial. Como o valor evoluiu desde então? O que vocês aprenderam ao longo desses últimos anos e, agora, qual o principal valor que a Comp entrega? Chris: Certo! Há muita coisa para discutir aqui. Mas sim, começamos exatamente como você descreveu. Criamos um banco de dados de compensação, que é o primeiro produto. A proposta de valor para os clientes era: para tomar a maioria das decisões sobre salários, benefícios, bônus, e incentivos de longo prazo, eles precisariam de benchmarks do mercado. Quer dizer, dados específicos sobre o que os concorrentes diretos estão fazendo. E, claro, cada cliente precisa de benchmarks diferentes: por exemplo, uma empresa pode querer comparar seus engenheiros com Nubank e PicPay, mas precisa olhar para Itaú ou Bradesco quando se trata de analistas financeiros. O primeiro produto que criamos foi, basicamente, isso: um banco de dados com rede de dados altamente valiosa. Quanto mais empresas participam da base compartilhando seus dados anonimamente, mais robusto o banco de dados fica para todos. Por isso, disponibilizamos essa ferramenta gratuitamente – além do fato de que não existe orçamento tão significativo destinado apenas para a aquisição de benchmark. Hoje, temos mais de 1.000 empresas usando esse produto na América Latina, com foco no Brasil, além de algumas multinacionais que têm operações locais. Continuamos expandindo: começamos apenas com benchmarks de salário, mas já adicionamos dados sobre modelos de salário variável, benefícios, incentivos de longo prazo e até análises organizacionais como número médio de subordinados por gestor. Agora, ajudamos os clientes em duas frentes principais: estratégia e implementação. Sobre estratégia: hoje empresas nos contratam para desenhar ou revisar a estratégia de compensação. Isso inclui desde construir tabelas salariais até planos de bônus e benefícios. Por outro lado, também fornecemos ferramentas para implementar essas políticas, automatizando promoções, comunicação de benefícios, entre outras atividades. Florian: Super interessante, Chris. Isso faz muito sentido. Por que você não nos conta um pouco mais sobre a evolução do produto da Comp e como a empresa começou? Também trabalhamos juntos nisso, então vi boa parte da jornada. Quando começaram, e quando investimos em vocês pela primeira vez, a ideia e o produto inicial eram, essencialmente, um banco de dados de compensação, com dados em tempo real. E foi incrível como vocês conseguiram atrair várias techs para participarem da plataforma, compartilhando, de forma anônima, os dados de compensação. Em troca, essas empresas recebiam benchmarks do mercado. Se minha descrição não for precisa, me corrija. Mas esse era o produto inicial. Como o valor evoluiu desde então? O que vocês aprenderam ao longo desses últimos anos e, agora, qual o principal valor que a Comp entrega? Chris: Certo! Há muita coisa para discutir aqui. Mas sim, começamos exatamente como você descreveu. Criamos um banco de dados de compensação, que é o primeiro produto. A proposta de valor para os clientes era: para tomar a maioria das decisões sobre salários, benefícios, bônus, e incentivos de longo prazo, eles precisariam de benchmarks do mercado. Quer dizer, dados específicos sobre o que os concorrentes diretos estão fazendo. E, claro, cada cliente precisa de benchmarks diferentes: por exemplo, uma empresa pode querer comparar seus engenheiros com Nubank e PicPay, mas precisa olhar para Itaú ou Bradesco quando se trata de analistas financeiros. O primeiro produto que criamos foi, basicamente, isso: um banco de dados com rede de dados altamente valiosa. Quanto mais empresas participam da base compartilhando seus dados anonimamente, mais robusto o banco de dados fica para todos. Por isso, disponibilizamos essa ferramenta gratuitamente – além do fato de que não existe orçamento tão significativo destinado apenas para a aquisição de benchmark. Hoje, temos mais de 1.000 empresas usando esse produto na América Latina, com foco no Brasil, além de algumas multinacionais que têm operações locais. Continuamos expandindo: começamos apenas com benchmarks de salário, mas já adicionamos dados sobre modelos de salário variável, benefícios, incentivos de longo prazo e até análises organizacionais como número médio de subordinados por gestor. Agora, ajudamos os clientes em duas frentes principais: estratégia e implementação. Sobre estratégia: hoje empresas nos contratam para desenhar ou revisar a estratégia de compensação. Isso inclui desde construir tabelas salariais até planos de bônus e benefícios. Por outro lado, também fornecemos ferramentas para implementar essas políticas, automatizando promoções, comunicação de benefícios, entre outras atividades. Florian: Muito interessante, Chris. Notei que você não mencionou a palavra "IA" ao falar do produto, o que é curioso, porque vejo a Comp como uma empresa nativa de IA. Vamos falar um pouco sobre o que significa ser uma empresa nativa de IA, tanto no produto quanto na cultura. Como vocês estão utilizando IA para liderar essa categoria de "selling work"? Chris: Ótima pergunta. Talvez a primeira coisa a abordar seja por que não mencionamos IA ao falar da Comp. Diferente de outras empresas de "selling work", que tentam eliminar completamente a necessidade de humanos na operação, nós intencionalmente mantemos humanos no processo. Isso porque acreditamos que, em decisões estratégicas como compensação, é crucial ter um especialista humano envolvido. Nosso diferencial é que usamos IA para apoiar esses especialistas. A IA nos ajuda a analisar grandes volumes de dados, identificar padrões e fornecer recomendações baseadas em dados. Mas o toque humano ainda é essencial, especialmente em decisões estratégicas críticas. Florian: Faz sentido. E como vocês têm se saído em termos de tração e marcos importantes? Chris: Hoje, temos mais de 1.000 empresas usando nosso produto de benchmark e mais de 100 clientes pagantes utilizando nossos serviços de estratégia e implementação. Crescemos mais de 8x ano a ano em 2024 com uma equipe enxuta de 16 pessoas. Florian: Impressionante. E como vocês pensam sobre a cultura da empresa, especialmente em um ambiente de crescimento tão rápido? Chris: Temos sido muito intencionais sobre manter a equipe pequena e focada. Acreditamos que uma equipe menor e altamente qualificada é mais eficiente e ágil. Isso nos permite evitar burocracia e tomar decisões rapidamente. Também incentivamos uma cultura de colaboração e propriedade, onde cada membro da equipe é incentivado a assumir responsabilidade e contribuir ativamente. Florian: Muito interessante, Chris. E quais são os maiores desafios que vocês enfrentaram até agora? Chris: Um dos maiores desafios tem sido vender para compradores avessos ao risco, como o RH. É difícil convencê-los a adotar uma nova abordagem sem muita confiança. Investimos muito em construir nossa marca e estabelecer confiança com nossos clientes. Outro desafio é educar o mercado sobre o valor que oferecemos. Muitas vezes, os clientes não percebem que têm um problema até que seja tarde demais. Por isso, começamos com contratos menores e expandimos conforme ganhamos a confiança do cliente. Florian: E quais são os planos futuros para a Comp? Chris: Temos ambições globais. O problema que resolvemos é universal, e acreditamos que podemos levar nossa abordagem para outros mercados. Estamos apenas começando, mas estamos animados com o potencial de crescimento e impacto que podemos ter. Florian: Muito obrigado, Chris, por compartilhar sua história e insights. Foi uma conversa incrível, e estamos ansiosos para ver o que o futuro reserva para a Comp. Chris: Obrigado, Florian, e a toda a equipe da Canary pelo apoio. Estamos apenas começando, e há muito mais por vir. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Descubra o Plano de Criação e Escala do Seu Negócio Digital em Apenas 1 Hora!
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Adriana Barbosa, CEO da PretaHub e presidente do Instituto Feira Preta, fala sobre empreendedorismo negro no Brasil, consumo e a trajetória do debate de raça desde que fundou a iniciativa, há 22 anos. A empresária faz um paralelo com o futebol e aponta um engajamento maior da geração atual, simbolizada pelo jogador Vini Jr., em comparação com as anteriores, como a de Neymar. Ao relatar a experiência na Feira Preta, a executiva reforça a importância do olhar que teve para o movimento mercadológico, além do ativismo. Hoje em expansão internacional, Adriana aborda ainda como tem se conectado a outras redes e defende: "Começamos a olhar a diáspora africana como um sexto território. Nesse sentido, nosso trabalho não tem fronteiras e começamos a estabelecer relação com outros países e iniciativas que trabalham com a questão racial e o empoderamento econômico. Acreditamos no levante do Sul Global e no levante econômico da população negra e indígena.” Siga o Falas W2W para não perder os próximos programas e acompanhe o Women to Watch em outros canais: Site: https://womentowatch.com.br Instagram: @womentowatchbrasil LinkedIn: https://www.linkedin.com/showcase/womentowatchbrasilSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Este podcast tem o apoio de Activobank. Será possível montar um móvel do Ikea sem discutir? E fazer canoagem? Acreditamos que não. Neste dia alguém do casal levou uma injeção nas nádegas, portanto culpem essa injeção. Para além disso foi uma semana agitada, com vizinhos loucos, novos vizinhos loucos, novissimos vizinhos loucos e vacinas dos 4 meses do Manel.
Nesta semana o nosso papo é com Clara Carvalho. A sua história com o triathlon foi meteórica: depois de muitos anos dedicados à natação de alto rendimento, entrou para o tri em 2016 e já em 2018 se tornou campeã brasileira na elite! Nem tudo encaixou como gostaria depois deste título e a pandemia também fez com que os planos mudassem. Mas agora ela está de volta, com vitórias e com a mesma vontade de antes: viver do esporte profissional. Confira como foi o nosso papo! Patrocinadores A DUX agora é DUX Human Health. Acreditamos na nutrição do corpo, da mente, na beleza e no planeta. Esse é o nosso compromisso diário. Aproveite o cupom MUNDOTRI para obter 15% de desconto na melhor linha de suplementos para o Endurance e sua saúde completa. Acesse https://www.duxnutrition.com A Woom tem o melhor vestuário para todas as modalidades do triathlon, juntas ou separadas. Entre no site e aproveite o desconto Mundo Tri: MUNDOTRI10 https://www.woom.com.br/ Quer levar a sua bike para as maiores provas de triathlon do calendário sem stress? Conheça o Gerna e aproveite o cupom MUNDOTRI para garantir 10% de desconto. https://gerna.com.br/ Você conhece o MT Club? https://www.youtube.com/channel/UCljVkNFbp4DMxSm7-vu0VAQ/join
Que dia!!! Fernando Toldi vence o IM da Malásia depois de disputa acirrada com o australiano Tim Van Berkel. Com a vitória, Toldi entra para a história se tornando o 7º brasileiro a vencer uma prova de Ironman. Confira a edição desta semana! Patrocinadores A DUX agora é DUX Human Health. Acreditamos na nutrição do corpo, da mente, na beleza e no planeta. Esse é o nosso compromisso diário. Aproveite o cupom MUNDOTRI para obter 15% de desconto na melhor linha de suplementos para o Endurance e sua saúde completa. Acesse https://www.duxnutrition.com A Woom tem o melhor vestuário para todas as modalidades do triathlon, juntas ou separadas. Entre no site e aproveite o desconto Mundo Tri: MUNDOTRI10 https://www.woom.com.br/ Quer levar a sua bike para as maiores provas de triathlon do calendário sem stress? Conheça o Gerna e aproveite o cupom MUNDOTRI para garantir 10% de desconto. https://gerna.com.br/ Você conhece o MT Club? https://www.youtube.com/channel/UCljVkNFbp4DMxSm7-vu0VAQ/join
Nesta semana o papo é com Felipe Mendonça. A corrida sempre esteve presente na sua vida, onde ele seguiu o caminho do seu pai e seu avô, que eram ultramaratonistas. Mas a vida profissional o afastou dos esportes. Obeso e sendentário, ele tomou a decisão de mudar, se reencontrar com as suas origens esportivas e hoje ele inspira muita gente a sair do sedentarismo e conquistar seus objetivos. Confira como foi o nosso papo! Patrocinadores A DUX agora é DUX Human Health. Acreditamos na nutrição do corpo, da mente, na beleza e no planeta. Esse é o nosso compromisso diário. Aproveite o cupom MUNDOTRI para obter 15% de desconto na melhor linha de suplementos para o Endurance e sua saúde completa. Acesse https://www.duxnutrition.com A Woom tem o melhor vestuário para todas as modalidades do triathlon, juntas ou separadas. Entre no site e aproveite o desconto Mundo Tri: MUNDOTRI10 https://www.woom.com.br/ Quer levar a sua bike para as maiores provas de triathlon do calendário sem stress? Conheça o Gerna e aproveite o cupom MUNDOTRI para garantir 10% de desconto. https://gerna.com.br/ Você conhece o MT Club? https://www.youtube.com/channel/UCljVkNFbp4DMxSm7-vu0VAQ/join
Hoje eu, a Marcela e a Mikaela Övén, vamos estar à conversa com a Natália Belo (Pediatra), a Catarina Gomes (Psicóloga e Terapeuta Familiar), a Ana Vita (Assistente Social), o Tiago Malta (Especialista em Psiconeuroimunologia Clínica) e a Joana Madureira (Psicóloga). Este episódio é a gravação do Webinar que fizemos em Março de 2024, onde abordámos a temática dos profissionais de apoio à parentalidade, o seu suporte legal e pertinência clínica, pedagógica e social. Reconhecemos a necessidade de falar e debater abertamente sobre este tema e queremos fazê-lo de forma consciente, intencional e informada. Acreditamos na importância de um trabalho multidisciplinar, no potencial que as várias áreas de formação e experiência trazem à reflexão e criação de respostas de suporte às famílias e à parentalidade. Somos testemunhas diárias da mais valia que é trabalhar na multidisciplinaridade. Do quanto profissionais e famílias saem enriquecidos destas trocas e colaborações. Ouve, partilha e contribui para uma cultura de relações saudáveis, responsáveis e autênticas. @academiadeparentalidadeconsciente @miafulness @nataliabelopediatra @catarinagomesterapeuta @anasofiavita @tiagomaltapni @joanamadureira.psiconsciente O episódio está disponível no Spotify, Apple Podcasts, Google Podcasts... e nas outras plataformas de distribuição de Podcasts habituais. Também podes ver o vídeo do episódio no Spotify ou no nosso canal do Youtube. Para saberes mais sobre nós: * na página https://www.gp3sdivorcioconsciente.com/ * nas redes sociais @gp3s.divorcioconsciente; e * no Youtube https://www.youtube.com/@gp3s.divorcioconsciente382 Para adquirir o nosso livro vai ao nosso site https://www.gp3sdivorcioconsciente.com/livro directamente à editora ou a qualquer outra livraria física ou online
Há 20 dias de Kona, os noruegueses seguem "causando" com seus treinos diferenciados, equipamentos novos, bike fit diferentes e mostrando que a dupla de 2022 está forte novamente. O que podemos esperar no Havaí? Confira o MT News desta semana Patrocinadores A DUX agora é DUX Human Health. Acreditamos na nutrição do corpo, da mente, na beleza e no planeta. Esse é o nosso compromisso diário. Aproveite o cupom MUNDOTRI para obter 15% de desconto na melhor linha de suplementos para o Endurance e sua saúde completa. Acesse https://www.duxnutrition.com A Woom tem o melhor vestuário para todas as modalidades do triathlon, juntas ou separadas. Entre no site e aproveite o desconto Mundo Tri: MUNDOTRI10 https://www.woom.com.br/ Quer levar a sua bike para as maiores provas de triathlon do calendário sem stress? Conheça o Gerna e aproveite o cupom MUNDOTRI para garantir 10% de desconto. https://gerna.com.br/ Você conhece o MT Club? https://www.youtube.com/channel/UCljVkNFbp4DMxSm7-vu0VAQ/join
Nem precisamos falar o quão especial é este episódio né? Hoje recebemos (em casa) a super Luisa Baptista. Nossa última gravação foi em 2022 e desde lá, muita coisa aconteceu. Teve PTO, teve corrida olímpica e teve a sua conquista mais importante: a vida, depois do acidente que ela sofreu no final de 2023. Confira como foi o nosso papo. Patrocinadores A DUX agora é DUX Human Health. Acreditamos na nutrição do corpo, da mente, na beleza e no planeta. Esse é o nosso compromisso diário. Aproveite o cupom MUNDOTRI para obter 15% de desconto na melhor linha de suplementos para o Endurance e sua saúde completa. Acesse https://www.duxnutrition.com A Woom tem o melhor vestuário para todas as modalidades do triathlon, juntas ou separadas. Entre no site e aproveite o desconto Mundo Tri: MUNDOTRI10 https://www.woom.com.br/ Quer levar a sua bike para as maiores provas de triathlon do calendário sem stress? Conheça o Gerna e aproveite o cupom MUNDOTRI para garantir 10% de desconto. https://gerna.com.br/ Você conhece o MT Club? https://www.youtube.com/channel/UCljVkNFbp4DMxSm7-vu0VAQ/join
Miguel Hidalgo continua fazendo história no triathlon nacional conquistando seu primeiro pódio em WTCS. A semana ainda teve o T100 em Ibiza e a aposentadoria de Javier Gomez. Confira o MT News desta semana. Patrocinadores A DUX agora é DUX Human Health. Acreditamos na nutrição do corpo, da mente, na beleza e no planeta. Esse é o nosso compromisso diário. Aproveite o cupom MUNDOTRI para obter 15% de desconto na melhor linha de suplementos para o Endurance e sua saúde completa. Acesse https://www.duxnutrition.com A Woom tem o melhor vestuário para todas as modalidades do triathlon, juntas ou separadas. Entre no site e aproveite o desconto Mundo Tri: MUNDOTRI10 https://www.woom.com.br/ Quer levar a sua bike para as maiores provas de triathlon do calendário sem stress? Conheça o Gerna e aproveite o cupom MUNDOTRI para garantir 10% de desconto. https://gerna.com.br/ Você conhece o MT Club? https://www.youtube.com/channel/UCljVkNFbp4DMxSm7-vu0VAQ/join
O Mundo Tri existe há 17 anos e tudo começou com um blog como forma de testar as tecnologias do período e explicar nas aulas que ele, Wagner Araújo, o Waguinho, lecionava. O experimento deu certo, o blog virou uma revista que chegou a ter mais de 3.000 assinantes. Além de escritor, a fotografia foi entrando na sua vida, e na revista, e hoje é a sua principal profissão, cobrindo Jogos Olímpicos e provas da World Triathlon mundo a fora. Confira como foi o nosso papo! Patrocinadores A DUX agora é DUX Human Health. Acreditamos na nutrição do corpo, da mente, na beleza e no planeta. Esse é o nosso compromisso diário. Aproveite o cupom MUNDOTRI para obter 15% de desconto na melhor linha de suplementos para o Endurance e sua saúde completa. Acesse https://www.duxnutrition.com A Woom tem o melhor vestuário para todas as modalidades do triathlon, juntas ou separadas. Entre no site e aproveite o desconto Mundo Tri: MUNDOTRI10 https://www.woom.com.br/ Quer levar a sua bike para as maiores provas de triathlon do calendário sem stress? Conheça o Gerna e aproveite o cupom MUNDOTRI para garantir 10% de desconto. https://gerna.com.br/ Você conhece o MT Club? https://www.youtube.com/channel/UCljVkNFbp4DMxSm7-vu0VAQ/join
Uma verdadeira exibição de gala de Laura Phillip na conquista do título mundial em Nice. Com o melhor combo de bike e corrida do dia, ela não deu chances para as adversárias e entrou para a história do esporte. Confira o MT News desta semana Patrocinadores A DUX agora é DUX Human Health. Acreditamos na nutrição do corpo, da mente, na beleza e no planeta. Esse é o nosso compromisso diário. Aproveite o cupom MUNDOTRI para obter 15% de desconto na melhor linha de suplementos para o Endurance e sua saúde completa. Acesse https://www.duxnutrition.com A Woom tem o melhor vestuário para todas as modalidades do triathlon, juntas ou separadas. Entre no site e aproveite o desconto Mundo Tri: MUNDOTRI10 https://www.woom.com.br/ Quer levar a sua bike para as maiores provas de triathlon do calendário sem stress? Conheça o Gerna e aproveite o cupom MUNDOTRI para garantir 10% de desconto. https://gerna.com.br/ Você conhece o MT Club? https://www.youtube.com/channel/UCljVkNFbp4DMxSm7-vu0VAQ/join
E neste final de semana tem o Mundial de Ironman Feminino em Nice. Convidamos nossos amigos Beto Nitrini, do Trilados, e Diego Ferraz, Canal O Amador, para falar sobre a prova: percurso, dificuldades, quem pode performar mais, quem pode ser surpresa e, claro, o nosso top3 (que virou 5) da prova. Confira como foi a nossa resenha e fala pra gente o seu top3 também. Patrocinadores A DUX agora é DUX Human Health. Acreditamos na nutrição do corpo, da mente, na beleza e no planeta. Esse é o nosso compromisso diário. Aproveite o cupom MUNDOTRI para obter 15% de desconto na melhor linha de suplementos para o Endurance e sua saúde completa. Acesse https://www.duxnutrition.com A Woom tem o melhor vestuário para todas as modalidades do triathlon, juntas ou separadas. Entre no site e aproveite o desconto Mundo Tri: MUNDOTRI10 https://www.woom.com.br/ Quer levar a sua bike para as maiores provas de triathlon do calendário sem stress? Conheça o Gerna e aproveite o cupom MUNDOTRI para garantir 10% de desconto. https://gerna.com.br/ Você conhece o MT Club? https://www.youtube.com/channel/UCljVkNFbp4DMxSm7-vu0VAQ/join
Quer melhorar a performance da sua carteira e minimizar os riscos? Preencha o formulário para participar da pré consultoria com o meu time de especialistas e conhecer a estratégia de maior sucesso da Levante: https://app.pipefy.com/public/form/JylJv372 17/09: Bolsa -0,12%, Dólar R$ 5,49, PETZ +4% e CMIN -3% O Ibovespa quase nada hoje, -0,12%, para 134.960 pontos, com volume muito fraco de R$ 16 bilhões, R$ 9 bilhões abaixo da média de R$ 25 bilhões das terças, em função da cautela frente a Super Quarta amanhã. Por que a Bolsa performou assim? 1º. A bolsa abriu em baixa e foi até 134,2 mil, às 10h40, para depois subir e descer várias vezes, entre 134,8 mil, às 11h15, e 134,3 mil, às 14h35, e rumar aos 134,9 mil no fechamento. Foi um dia bem difícil para os especuladores de mini índice devido à falta de uma direção clara. Acreditamos que a maioria das movimentações nas ações hoje e volume super baixo tem relação com as incertezas quanto as reações as decisões da Super Quarta, amanhã, quando o Fed reduzirá os juros em -0,25% para 5,25% a.a. e o COPOM/Banco Central aumentará em +0,25% os juros da Selic para 10,75% a.a. Isso porque em ambos os países pode ter questionamentos quanto a baixa intensidade da mudança de juros. Isso seria mais relacionado as bolsas porque o mercado de câmbio parece acreditar que o dólar se enfraquecerá e aqui, no Brasil, recuou de novo e fechou a R$ 5,49. 2º. Na B3, as quedas das ações de Petrobras e Vale mesmo com petróleo e minério em leve alta preocuparam bem como os leves recuos das ações dos Bancos Itaú, Bradesco e BB que podem ser favorecidas com a alta da Selic amanhã. Além disso, Embraer caiu de novo agora por conta do dólar do recuo do dólar frente ao real. Só se salvaram entre as 15 mais negociadas Azul 13% por conta de uma potencial troca de dívidas de arrendadores de aviões e JBS que divulgou novo guidances de resultados hoje com receita de US$ 76 bilhões em 2024 e EBITDA entre US$ 6,25 e US$ 6,75 bilhões, resultando em margem de 8,2% e 8,8%. 3º. O preço do petróleo subiu 1,3%, fechando a US$ 73,7 de US$ 72,9, ontem, dentro do limite da volatilidade diária de -/+2%, com a notícia que o Departamento de Energia dos EUA estaria com pouco caixa para aproveitar e comprar petróleo nos preços atuais que são os mais baixos em 2024 para aumentar suas reservas estratégias de petróleo.. 4º. O preço do minério de ferro ficou estável em US$ 97,7 por tonelada, dentro da volatilidade diária de -/+2%, e sem novidades. 5º. As bolsas americanas ficaram perto da estabilidade, 0,20% o Nasdaq e -0,05% Dow Jones, com investidores na defensiva em função das incertezas quanto ao corte de juros do Fed, na quarta-feira, onde espera-se -0,25%, para 5,25%, e a reação de investidores de ações ao corte. 6º. O dólar à vista ficou recuou 2 centavos, para R$ 3,49 de R$ 5,51, ontem, na contramão do comportamento no exterior da moeda norte-americana que subiu 0,25% frente moedas fortes. 7º. Nos EUA, os juros dos títulos de 10-anos subiram para 3,66% de 3,62% a.a. conforme se aproxima o primeiro corte de juros pelo Fed, na quarta-feira, dia 18, depois de um ano e meio de ciclo de alta de juros. No Brasil, as taxas de juros dos títulos do Tesouro do Brasil subiram um pouco, seguindo as taxas americanas, com o Prefixado 2031 atingindo 12,10% de 12,08% a.a., ontem. Assim, essas taxas continuam muito altas e deveriam ter cedido mais porque o dólar recuou bem. 8º. O saldo de investimentos estrangeiros no mercado secundário da Bovespa, de ações já em circulação, ficou positivo em R$ 658 milhões na sexta-feira, 13 de setembro, conforme dados da B3. No mês de setembro, o saldo acumulado pelos estrangeiros está negativo em R$ 1,8 bilhão. No ano, os estrangeiros tiraram da Bovespa R$ 23,3 bilhões.
Depois de muita especulação, Kristian Blummenfelt confirmou que segue no triathlon com um objetivo: a vitória em Los Angeles 2028. Mesmo com o resultado abaixo do esperado em Paris, a equipe norueguesa viu que era possível "descer" da longa distância e performar na curta e querem essa medalha de ouro de novo. Confira o MT News desta semana. Patrocinadores A DUX agora é DUX Human Health. Acreditamos na nutrição do corpo, da mente, na beleza e no planeta. Esse é o nosso compromisso diário. Aproveite o cupom MUNDOTRI para obter 15% de desconto na melhor linha de suplementos para o Endurance e sua saúde completa. Acesse https://www.duxnutrition.com A Woom tem o melhor vestuário para todas as modalidades do triathlon, juntas ou separadas. Entre no site e aproveite o desconto Mundo Tri: MUNDOTRI10 https://www.woom.com.br/ Quer levar a sua bike para as maiores provas de triathlon do calendário sem stress? Conheça o Gerna e aproveite o cupom MUNDOTRI para garantir 10% de desconto. https://gerna.com.br/ Você conhece o MT Club? https://www.youtube.com/channel/UCljVkNFbp4DMxSm7-vu0VAQ/join
Hoje a gente recebe Alexander Balmam, ex-triatleta profissional, hoje técnico e dono de assessoria. Como ele falou no episódio, o triathlon é a sua vida e isso orientou várias decisões que ele teve que tomar no meio do caminho. Atualmente, além da sua assessoria, ele é um dos responsáveis por lutar pela categoria profissional nas provas no Brasil, na PTO e onde for necessário. Confira como foi o nosso papo. Patrocinadores A DUX agora é DUX Human Health. Acreditamos na nutrição do corpo, da mente, na beleza e no planeta. Esse é o nosso compromisso diário. Aproveite o cupom MUNDOTRI para obter 15% de desconto na melhor linha de suplementos para o Endurance e sua saúde completa. Acesse https://www.duxnutrition.com A Woom tem o melhor vestuário para todas as modalidades do triathlon, juntas ou separadas. Entre no site e aproveite o desconto Mundo Tri: MUNDOTRI10 https://www.woom.com.br/ Quer levar a sua bike para as maiores provas de triathlon do calendário sem stress? Conheça o Gerna e aproveite o cupom MUNDOTRI para garantir 10% de desconto. https://gerna.com.br/ Você conhece o MT Club? https://www.youtube.com/channel/UCljVkNFbp4DMxSm7-vu0VAQ/join
Uma prova espetacular na cidade maravilhosa consagraram Fernando Toldi e Clara Carvalho. Confira mais detalhes sobre a prova e tudo que rolou na última semana do triathlon. Patrocinadores A DUX agora é DUX Human Health. Acreditamos na nutrição do corpo, da mente, na beleza e no planeta. Esse é o nosso compromisso diário. Aproveite o cupom MUNDOTRI para obter 15% de desconto na melhor linha de suplementos para o Endurance e sua saúde completa. Acesse https://www.duxnutrition.com A Woom tem o melhor vestuário para todas as modalidades do triathlon, juntas ou separadas. Entre no site e aproveite o desconto Mundo Tri: MUNDOTRI10 https://www.woom.com.br/ Quer levar a sua bike para as maiores provas de triathlon do calendário sem stress? Conheça o Gerna e aproveite o cupom MUNDOTRI para garantir 10% de desconto. https://gerna.com.br/ Você conhece o MT Club? https://www.youtube.com/channel/UCljVkNFbp4DMxSm7-vu0VAQ/join
Uma honra receber uma medalhista olímpica no MT Cast, a grande Poliana Okimoto! A natação está na vida dela desde sempre. Não era a mais veloz, mas a mais resistente, característica que depois foi essencial para a sua migração para a Maratona Aquática. No auge da sua carreira ela teve um dos maiores sustos: a hipotermia em Londres 2012. Ela não queria mais nadar, pensou em abandonar tudo. Mas a água era o seu lugar e a redenção viria já em 2013 no Campeonato Mundial e depois em 2016 no Rio, no mar onde tudo começou. Confira o nosso papo! Obs: o cupom da Travessia Poliana Okimoto ainda não está disponível Patrocinadores A DUX agora é DUX Human Health. Acreditamos na nutrição do corpo, da mente, na beleza e no planeta. Esse é o nosso compromisso diário. Aproveite o cupom MUNDOTRI para obter 15% de desconto na melhor linha de suplementos para o Endurance e sua saúde completa. Acesse https://www.duxnutrition.com A Woom tem o melhor vestuário para todas as modalidades do triathlon, juntas ou separadas. Entre no site e aproveite o desconto Mundo Tri: MUNDOTRI10 https://www.woom.com.br/ Quer levar a sua bike para as maiores provas de triathlon do calendário sem stress? Conheça o Gerna e aproveite o cupom MUNDOTRI para garantir 10% de desconto. https://gerna.com.br/ Você conhece o MT Club? https://www.youtube.com/channel/UCljVkNFbp4DMxSm7-vu0VAQ/join
Mais um convidado olímpico aqui no MT Cast: Allan do Carmo, da Maratona Aquática! São 2 Jogos Olímpicos no currículo, medalhas em mundiais, medalha em pan, em sul-americano e outras infinidades de conquistas durante sua carreira. Agora, ele volta para o esporte mas em outra modalidade: no triathlon! Ele participou do 70.3 do Rio e gostou da atmosfera da torcida ajudando nos bons momentos e também nos difíceis. Confira como foi o nosso papo Patrocinadores A DUX agora é DUX Human Health. Acreditamos na nutrição do corpo, da mente, na beleza e no planeta. Esse é o nosso compromisso diário. Aproveite o cupom MUNDOTRI para obter 15% de desconto na melhor linha de suplementos para o Endurance e sua saúde completa. Acesse https://www.duxnutrition.com A Woom tem o melhor vestuário para todas as modalidades do triathlon, juntas ou separadas. Entre no site e aproveite o desconto Mundo Tri: MUNDOTRI10 https://www.woom.com.br/ Quer levar a sua bike para as maiores provas de triathlon do calendário sem stress? Conheça o Gerna e aproveite o cupom MUNDOTRI para garantir 10% de desconto. https://gerna.com.br/ Você conhece o MT Club? https://www.youtube.com/channel/UCljVkNFbp4DMxSm7-vu0VAQ/join
Você está utilizando a versão Enterprise da Inteligência Artificial em suas tarefas? Acreditamos que você deveria. Neste episódio do Enzimas, Pedro Dantas, Head de Cibersegurança na dti digital, aponta os erros mais comuns que podem comprometer a segurança de dados corporativos ao utilizar a IA. Ficou curioso? Então, dê o play! Quer conversar com Os Agilistas? É só mandar sua dúvida/sugestão na nossa página do Linkedin ou pelo e-mail osagilistas@dtidigital.com.br que nós responderemos em um de nossos conteúdos! Nos acompanhe pelas redes sociais e assine a nossa newsletter que chega todo mês com os assuntos quentes do agilismo através do site.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Muitos acreditam que economizar é apenas para aqueles que buscam a simplicidade, mas será mesmo? Neste episódio, desmistificamos a ideia de que a economia é um hábito exclusivo de quem possui menos recursos, explorando como essa prática pode ser tanto enriquecedora quanto empobrecedora, dependendo do seu contexto e tempo. Acreditamos que o que você pensa reflete em seus comportamentos, e esses comportamentos definem seus hábitos. Por sua vez, seus hábitos moldam sua vida financeira, afastando ou aproximando você de uma existência mais próspera. Prepare-se para uma conversa envolvente que desafia preconceitos e promove uma compreensão mais profunda sobre como as escolhas diárias moldam o seu futuro financeiro. Então, ajuste seus fones de ouvido e acompanhe o Poupecast89, onde desvendamos os segredos por trás dos hábitos financeiros e exploramos caminhos para uma vida mais equilibrada e próspera. Esse programa foi transmitido na programação da 89 em 02/10/2023 Não esquece de seguir o PoupeCast e compartilhar com todo mundo que você quer que enriqueça em 2024!
Neste episódio do podcast, convido você a refletir sobre um dos valores fundamentais da Mentalidade Empreendedora: o valor Projetar. Acreditamos firmemente que cada pessoa possui o poder de projetar seu próprio futuro e moldar seu destino, independentemente da situação atual. O livre-arbítrio nos dá a capacidade de escolher nosso próprio caminho. Por isso, em vez de esperar que as coisas aconteçam, precisamos assumir o protagonismo da nossa vida e tomar as ações necessárias para alcançar os nossos objetivos. Se busca transformações significativas em sua vida, lembre-se de que o poder da mudança está em suas mãos. Projetar-se, agir e fazer acontecer são passos fundamentais para sua jornada. Compartilhe este episódio com aquele amigo que também pode se beneficiar dessas reflexões hoje.
Tenha meu acompanhamento personalizado para criar e escalar seu negócio digital ➡https://mentalidadeempreendedora.com.br/mentoria-makers/?utm_source=youtube&utm_campaign=organico&utm_medium=descricao-link&utm_content=EP350 _________________________ Você já considerou como pequenas mudanças na sua mentalidade podem desencadear grandes transformações no rumo da sua vida? Este episódio do podcast do Mentalidade Empreendedora mergulha na crença fundamental: "Seu destino pode mudar basta mudar a sua mente". Foi através dessa crença central que eu, meu sócio, os membros do meu time e meus clientes continuamos crescendo e nos desenvolvendo mês após mês e ano após ano. Acreditamos que cada indivíduo possui o poder de moldar seu próprio destino, independentemente das circunstâncias iniciais. Se você busca mudança, trace um caminho para alcançá-la, pois o poder de transformar o seu futuro está em suas mãos.
DISPONIVEL EM VÍDEO CAUÊ MOURA E LOAD do DESCE A LETRA SHOW ESTÃO AQUI! A gente tá ajudando o Load a superar traumas do passado. E ajudamos o Cauê a também lidar com os problemas legais dele. Foi um programa supersério e profundo. Todo mundo saiu transformado. Vc também vai sair se ouvir. E tudo sobre o Especial De Fim De Ano do Roberto Carlos. === A Alura vai te reconhecer como Jujuber se você clicar aqui: alura.com.br/promocao/jujubacast === GRUPO SECRETO ESTÁ DE VOLTA !!! Vem fazer parte jujubacast.com/grupo === Apresentação: Jazz Rider Convidados: Cauê Moura e Load Produção: Thyara Castro, Mayara Freitas e Sergio Jomori Edição: Rede Geek Equipe: Prof. Maury, Tato Tarcan, Mari Paiva, Leticia Martin Ilustração da capa: Brann Sousa
O governo vai entrar com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar a constitucionalidade da prorrogação, até 2027, da desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia. A decisão foi anunciada depois de uma reunião entre o advogado-geral da União, Jorge Messias, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. "Isso é importante para o ministro tentar fechar um equilíbrio fiscal e perseguir a meta de déficit zero em 2024. A gente acredita nisso? Não; nem nisso nem em Papai Noel. Mas o importante é reduzir o déficit de maneira o mais impactante possível", diz Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os Apóstolos são as colunas da Igreja, seja porque nos transmitiram aquilo em que devemos crer, seja porque eles mesmos foram agraciados por Deus com o dom de crer. O primeiro aspecto da fé é o seu conteúdo e nos mostra que, por mais relativista que esteja o nosso mundo, as religiões não são todas iguais e não está certo seguir qualquer uma delas. O segundo aspecto da fé é o ato de acreditar propriamente dito e diz respeito à adesão individual que cada um de nós precisa fazer a Deus e àquilo que Ele nos revelou. Nesta homilia para a festa de São Bartolomeu, Padre Paulo Ricardo faz uma catequese justamente sobre essa dupla característica da fé, seu objeto material (fides quæ creditur) e seu objeto formal (fides qua creditur), como quem responde no que cremos e por que o fazemos. Esta homilia foi feita no dia 24 de agosto de 2023, durante Missa matutina na Paróquia Cristo Rei, de Várzea Grande (MT).
Mamileiros e mamiletes, hoje vamos conversar sobre os desafios de formar e gerir equipes em empresas que primam pela diversidade entre seus funcionários. Você deve estar escutando falar sobre diversidade na sua empresa. Essa se tornou uma pauta essencial desde que a responsabilidade empresarial, ou ESG, passou a ser um fator relevante na reputação das empresas, e no acesso a recursos para se financiarem. É uma questão de justiça, de impacto social. Mas também é uma questão de eficiência. Um estudo feito pelo IDBR evidenciou os impactos da diversidade no mercado de trabalho. Para cada 10% de aumento em diversidade etnico-racial ou de gênero, a empresa aumenta 4% em produtividade. Porém, apesar de muitas empresas estarem convencidas da importância e da urgência de formarem times diversos, ainda encontram vários obstáculos no caminho. Depois de 8 anos construindo pontes através do podcast, o Mamilos está levando nossa capacidade de promover conversas difíceis para dentro das empresas. Acreditamos que só é possível sair de um mundo regido pela força para um mundo regulado pelos laços sociais usando a palavra. Falamos muito, mas ainda nos comunicamos pouco. Para ampliar a caixa de ferramentas usadas nesse ofício, que todos precisamos exercer, o Mamilos desenvolveu metodologias reflexivas, práticas e aproximativas para não deixar ninguém pra trás. O programa de hoje é parte de uma trilha de formação em Conversas Difíceis diante da Diversidade, que foi ministrado para centenas de gerentes da Raízen. Compartilhamos aqui esse conhecimento de forma gratuíta para que você possa plantar essa semente na empresa que você trabalha. Nesse programa, participaram: Julia Gil, Julio Campos, Gabi Rodrigues, Guima, Carolina Prado, Victor Caparica e Bianca Carmignani. Vamos juntos! _____ FALE CONOSCO . Email: mamilos@b9.com.br _____ CONTRIBUA COM O MAMILOS Quem apoia o Mamilos ajuda a manter o podcast no ar e ainda participa do nosso grupo especial no Telegram. É só R$9,90 por mês! Quem assina não abre mão. https://www.catarse.me/mamilos _____ Equipe Mamilos Mamilos é uma produção do B9 A apresentação é de Cris Bartis e Ju Wallauer. Pra ouvir todos episódios, assine nosso feed ou acesse mamilos.b9.com.br Quem coordenou essa produção foi Beatriz Souza. Com a estrutura de pauta e roteiro escrito por Cris Bartis e Ju Wallauer. A edição foi de Mariana Leão e as trilhas sonoras, de Angie Lopez. A coordenação digital é feita por Agê Barros. O B9 tem direção executiva de Cris Bartis, Ju Wallauer e Carlos Merigo. O atendimento e negócios é feito por Telma Zenaro.