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Tarifaço de Trump: EUA confirmam nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. Veja itens que serão afetados ou isentos. Após EUA anunciarem novas taxas ao Brasil, governo diz que vai acionar Lei de Reciprocidade. Quaest: Tarifaço pesa mais contra Flávio Bolsonaro do que contra Lula. Justiça inicia júri de irmãos acusados pelo homicídio do bicheiro Fernando Iggnácio. Casal de pastores investigado por estuprar meninas usava religião para manipular vítimas em Roraima. Em mais uma virada emocionante no final, Argentina elimina Inglaterra e está na final da Copa. SpaceX tenta novo voo da supernave Starship nesta quinta; veja o que esperar.
A literatura indígena no Brasil passou por diversas fases e batalhou contra o apagamento em todas elas. Dos primeiros encontros com os jesuítas, que tentaram impor as regras de gramática e de assentamentos importadas da Europa, ao crescimento das publicações editorais de autoria indígena que vemos hoje. Nesse episódio, Mayra Trinca e Lívia Mendes contam mais dessa história a partir de entrevistas com a pesquisadora Carolina Rodrigues, da Unicamp, e com a escritora Trudruá Dorrico. Você vai conhecer mais sobre as primeiras gramáticas, a importância da oralidade para a literatura indígena e a relação disso tudo com a política (no passado e no presente). ____________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO TRUDRUÁ: Cara, o Brasil é tão indígena e ele nem se dá conta assim, sabe? Do quanto ele é indígena. MAYRA: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre a importância da escrita pra história do movimento indígena no Brasil. TRUDRUÁ: Eu entendo assim que a presença indígena nesses espaços literários, é o que faz a nossa literatura ser interessante hoje. Faz deslocar um pouco os homens brancos, jornalistas do Rio – São Paulo, assim, numa produção completamente egocêntrica. LÍVIA: E sobre como isso ganha ainda mais relevância diante de um histórico de apagamentos. CAROLINA: Que algo escrito nem sempre é um texto. Quem lê nem sempre é um leitor. E quem escreve nem sempre é um autor. MAYRA: Isso porque o ato de escrever foi, e talvez ainda seja, uma das ferramentas mais usadas pra hierarquização social. E aí, ao longo da história, isso deixou marcas que revelam muito do que a gente pensa e entende como autoria de povos indígenas no Brasil. TRUDRUÁ: A autoria coletiva indígena, ela sempre existiu. O problema é que ela foi descaracterizada por conta da história de apropriação dos povos indígenas ao Estado-nação Brasil. LÍVIA: Pra entender essas questões, conversamos com a escritora e pesquisadora Trudruá Dorrico, do povo Macuxi, e com a linguista Carolina Rodríguez. MAYRA: Eu sou a Mayra Trinca, bióloga e comunicadora de ciência e você já me conhece aqui do Oxigênio. LÍVIA: E eu sou a Lívia Mendes, linguista e especialista em jornalismo científico, e também já apareci algumas vezes por aqui. [VINHETA] CAROLINA: Eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Urbanos, o Labeurb, que pertence ao Núcleo de Criatividade da Unicamp e sou também professora no departamento de Linguística do Instituto de Estudos da Linguagem, o IEL, também da Unicamp. É, a minha formação inicial é em letras, mas eu me especializei em linguística. Fiz o doutorado, pós-doutorado, especificamente nas áreas de análise do discurso, história das ideias linguísticas e saber urbano e linguagem. LÍVIA: Essa que você ouviu é a Carolina. Nos últimos anos, ela têm se dedicado a pesquisar a língua Guarani e as relações dessa língua com a atuação dos jesuítas na região que era a província do Paraguai. CAROLINA: Que não deve ser confundida com a província civil do Paraguai, né? Porque a província jesuítica ocupava todo o sul do Brasil, Argentina, parte da Bolívia, enfim. MAYRA: O Guarani era a língua falada pelos povos indígenas da região e que teve seus primeiros registros escritos feitos por esses jesuítas. CAROLINA: O espaço em que surge a escrita em Guarani vai determinar, a finalidade com que é introduzida a escrita nessa língua, vai determinar a relação entre escrita e oralidade, né? Vai determinar o que que é um texto, o que que é ler, o que é escrever em Guarani. LÍVIA: Os jesuítas chegaram na região por volta de 1580 e se instalaram ali, fundando a tal província. Esses missionários, tinham como tarefa estudar a língua local. CAROLINA: A finalidade principal, né, desse trabalho linguístico era se comunicar com os indígenas no dia a dia, aprender a língua, né? Que os missionários estrangeiros pudessem aprender a língua para se comunicar com os indígenas e para catequizar. A questão principal não é o cultivo da língua como bem cultural. Isso pode até ter um resquício, mas não é esse o objetivo principal. MAYRA: Essa lógica por trás do estudo do Guarani fez com que a escrita e a gramática utilizada para essa língua fosse bem diferente de outras línguas. Enquanto as línguas europeias tiveram sua escrita elaborada e rebuscada como uma forma de enriquecimento cultural, a escrita das línguas indígenas era muito mais pragmática, usada apenas como instrumento para ensinar outros jesuítas. LÍVIA: Ainda assim, a Carolina conta que as primeiras gramáticas, as primeiras organizações e regras linguísticas do mundo surgiram todas meio que juntas. CAROLINA: É interessante isso porque muitas vezes a gente pensa que “ah, as gramáticas europeias foram feitas primeiro e as línguas ameríndias, por exemplo, depois e não. Então, a diferença entre uma gramática, a primeira gramática em francês, do francês, tem dois, três, quatro anos de diferença com a primeira gramática do Nahuatl, no México, por exemplo. [começa trilha] LÍVIA: Só que nesse momento, na Europa, durante o Renascimento, as gramáticas estavam surgindo pra organizar e padronizar as línguas que representariam os Estados-nação, como o francês, o português e o espanhol. Era preciso reduzir as variações dos dialetos, fixar regras linguísticas, para dar uma ideia de unidade praquele território. MAYRA: Gramatizar uma língua, assim como escrever essa língua , é importante para consolidar regras gramaticais e fazer com que ela mude mais devagar. Por isso as gramáticas surgem com a formação dos Estados, porque conforme as nações hegemônicas iam colonizando diversas partes do mundo, levavam também consigo o processo de gramatização das outras línguas. CAROLINA: Então, essa associação, né, língua cidade através da ideia do movimento, da fixação, eles tinham que fixar a língua pela escrita e fixar os indígenas em povoados, não é? Para que, como dizia o Manuel da Nóbrega, o padre jesuíta, era preciso fazer com que ficassem quietos, né? E não se movessem o tempo todo. Ele reclamava que o trabalho da catequese era jogado fora, porque eles se mudam o tempo todo. LÍVIA: De novo a gente percebe aí a linguagem sendo usada como uma forma de dominação desses povos. O estudo da língua Guarani não estava a serviço dos povos indígenas e sim dos colonizadores. Mesmo que eles começassem a dominar a escrita de sua língua, isso não significava que eles iriam conseguir realmente se apropriar política e culturalmente dessa ferramenta. CAROLINA: A cultura é imposta como modelo, ao mesmo tempo que se impede o acesso integral a esse modelo. Porque senão a desculpa para subordinação desaparece, não é? [sobe som e encerra música] MAYRA: E a Carolina encontrou, em alguns textos da época, exemplos que mostram isso muito bem. Ela me deu o exemplo de vários textos religiosos, que eram escritos em Guarani, mas que não eram lidos pelos indígenas. CAROLINA: Porque esses textos traduzidos em Guarani, é, se destinavam aos missionários, não eram dados para a leitura dos indígenas, que eram mantidos a maior, maiormente não alfabetizados, não é? Era porque os missionários soubessem, é, aprendessem e pudessem transmitir oralmente aos indígenas. Então, na verdade, o destinatário do conteúdo do texto, né? Da mensagem religiosa, era o indígena, que não era o leitor do texto, né? Então era não era um público leitor, era um público ouvinte, era um auditório, porque quem lia era o missionário. LÍVIA: Ela também identificou o mesmo deslocamento da função do autor desse texto. Um dos exemplos mais didáticos é de um indígena chamado Nicolas Yapuguay, que publicou dois volumes de sermões bíblicos escritos em Guarani, só que sob direção de um missionário. CAROLINA: Então, o que significa sob a direção? Significa que a responsabilidade é do missionário. Bom, aí já temos uma dica, não é? Mas o prefácio é fantástico. Eu acho que Foucault leu esse prefácio para definir a função autor, né? Porque quem faz o prefácio ao livro é Paulo Restivo, o missionário. Até aí tudo bem, a gente pode fazer o prefácio de outro livro, né? Mas o que é interessante é que todos os “eus”, as primeiras pessoas, é o missionário que assume. Então, assim, ele chama o leitor de meu leitor, as doutrinas que eu te ofereço. MAYRA: Isso mostra pra gente que apresentar o Nicolas Yapuguay como autor era quase como um disfarce, um fingimento. Que ele estava ali pra que os missionários pudessem dizer que havia uma participação indígena, mas que não tinha liberdade de decidir o que ou como escrever. [começa trilha] TRUDRUÁ: Nesse processo de de entender um pouco a escrita e os povos indígenas, eu queria dizer assim que a escrita, essa escrita assim, ai, de escrever o nome, de escrever um poema, de escrever um livro ou de aprender a escrever alguma coisa que é importante assim no dia a dia, não é dessa escrita que nós estamos falando, quando a gente fala assim, ai, dos povos indígenas conseguirem escrever e serem uma sociedade desenvolvida. A gente está falando de um sistema de escrita que cria documentos, que cria cartórios, que cria notários, que cria é, que cria uma legislação para validar, por exemplo, um processo de expropriação territorial. [sobe som e encerra música] LÍVIA: Essa que você acabou de ouvir é a Trudruá Dorrico. TRUDRUÁ: Eu sou indígena Macuxi. O povo Macuxi tá no estado de Roraima. Eu sou escritora, essa é uma parte que eu atuo, no âmbito da literatura e eu também sou pesquisadora de literatura indígena e essa é a segunda parte assim da minha atuação no âmbito da pesquisa. MAYRA: Eu conheci o trabalho da Trudruá num grupo de leitura que eu faço parte. A gente leu “Originárias: Uma antologia feminina de literatura indígena”, que é uma coletânea organizada por ela, mas com histórias de diversas autoras de diferentes povos. Ela faz parte de um movimento contemporâneo de autores indígenas, como Daniel Munduruku, Ailton Krenak, Eliane Potiguara, Geni Nuñez e por aí vai. LÍVIA: A literatura indígena passou por diferentes fases no Brasil. Ela começou muito antes da chegada dos jesuítas, com a cultura oral, ainda sem registros escritos. Essa primeira fase, estruturada na oralidade, ainda é muito pouco aceita como literatura. Vamos falar disso um pouco mais pra frente, continua por aqui pra entender. MAYRA: Então, os registros dos jesuítas formam uma segunda fase, com os primeiros textos escritos, como a gente viu, mas não exatamente respeitando a cultura indígena. LÍVIA: Depois, a gente teve, durante o modernismo, lá da semana de 22, autores como Mário de Andrade, autor de Macunaíma, por exemplo, se apropriaram de histórias indígenas naquela onda da antropofagia e ficaram famosos por isso. TRUDRUÁ: O José de Alencar, Mário de Andrade e Oswaldo de Andrade fizeram carreira sobre com o nacionalismo indígena. Então, é uma terceira fase que a gente fala assim: “É, mas agora a gente vai escrever. A gente vai fazer nossas histórias, a nossa literatura com esta identidade, porque esta identidade é um território que o Brasil precisa reconhecer, que tudo o que diz respeito a nós tem valor e tem alguém ali para reivindicar dizendo assim: “Ó, você não vai falar de nós de qualquer jeito, como se a gente fosse nada ou como vocês estavam acostumados a tratar a gente”. Eu acho que é por isso que talvez esse identitarismo ameace, né? Porque essa pessoa não tá pronta ainda, ela tá muito mais na defesa de: “Ai, nossa, vai me podar, de pesquisar, vai me podar, de escrever, vai me podar, de publicar, vou ser malvista”. Vai mesmo. Vai, vou te dizer com certeza que vai. MAYRA: A Trudruá tá falando aqui de pessoas que falam sobre os povos indígenas ou sobre elementos da cultura indígena como se fossem donas desse saber, ignorando o movimento e a história desses povos. Como livros ou mesmo pesquisas acadêmicas que se apropriam desse conhecimento sem dar os créditos, as referências ou mesmo sem ter representantes indígenas fazendo parte do trabalho. LÍVIA: Isso porque, como a Trudruá contou na entrevista, esses escritores e pesquisadores sempre viram as práticas indígenas como “sem dono”. O motivo está no fato de que a maioria dos povos indígenas não tinham e ainda, em algumas regiões, continuam não tendo acesso ao domínio da escrita de suas línguas maternas. Por esse motivo não era considerada a participação do próprio indígena nessas produções. TRUDRUÁ: Eu acho que esse argumento, ele foi utilizado assim por muitos anos, por por décadas, né? Pelos indigenistas e também pelos professores que é que sempre pesquisaram povos indígenas e se tornaram porta-voz desses povos indígenas. E eu acredito assim que é boa fé, o fato é que isso virou uma tradição e essa tradição acabou colocando, né, esses pesquisadores que muito colaboraram, muito ajudaram, não tô nem julgando isso, mas colocou eles assim como paladinos, né? Colocou como representantes de povos indígenas, como uma voz, é, de autoridade, uma voz de tradução entre dois mundos. Traduziu o mundo branco para os indígenas e traduziu o mundo dos indígenas para os brancos. Então, essas pessoas eram as autoridades. MAYRA: É uma ideia que tá muito ligada a noção de que povos que usam a escrita são, de alguma forma, superiores do que sociedades que chamamos àgrafas, ou seja, que transmitem seus conhecimentos exclusivamente por meio da tradição oral, sem ter desenvolvido um sistema próprio de escrita. Eu vou trazer a Carolina aqui de volta pra ajudar a gente a entender isso. CAROLINA: Olha só, de novo, porque os europeus então gramatizaram as línguas do mundo, instrumentaram as línguas do mundo a partir do modelo que eles tinham usado da gramática grecolatina e também transformaram os espaços do planeta, os territórios a partir do modelo urbano europeu. Então, veja como os processos de gramatização massiva também coincidem com o processo de urbanização, isto é, de transformação das línguas e dos territórios do planeta, né, em direção ao modelo da escrita e da gramática da cidade europeia, não é? LÍVIA: É como se, porque a história da europa seguiu esse caminho, passando da tradição oral pra tradição escrita, do nomadismo para as cidades, todas as sociedades do mundo tivessem que fazer o mesmo percurso. CAROLINA: Então, esse modelo da escrita, esse modelo da cidade, nesse discurso historiográfico, né? Vai estabelecer uma relação entre espaço e tempo, né? Por quê? Porque as sociedades, cujas formas de vida não produziram esse modelo específico de espaço que é a cidade, né? São jogadas situadas para trás no tempo, são pré-históricas, estão atrasadas, não chegaram lá. Então, há uma temporalidade que vai ser acionada a partir do modelo de espaço, que é produzido a partir de suas tecnologias, entre as quais a escrita, não é? MAYRA: Só que essa é uma visão bem distorcida de como as coisas funcionam. Não é porque a escrita foi necessária pra organização de um modo de vida que ela é essencial em todas as configurações sociais. LÍVIA: E tem uma questão muito importante aqui. É que essa leitura de mundo não vem sem propósito, “sem querer”. Ela foi moldada pra justificar uma ideia de superioridade. CAROLINA: Você estar numa sociedade de escrita e não dominar a escrita é uma grande desvantagem. Né? Não ser alfabetizado numa cidade é uma grande desvantagem. A questão é quais são as explicações, né? E como isso acaba sendo ontologizado. É uma característica ontológica dessas sociedades ou desse sujeito, não é? Então, de fato, o que há, é, é o que eu chamei de uma memória da língua marcada pela escrita e uma memória do espaço marcada pelo urbano. Eu explico, né? O que que é memória no sentido discursivo, da análise do discurso. Memória não é lembrança, é o contrário, digamos, ou pelo menos esse tipo de memória discursiva. É aquilo que já foi dito, esquecido e passou a ser do senso comum e faz sentido nas próprias palavras, não é? Então, a gente tem essa memória da escrita, memória da escrita, o que que é? Você imagina a língua, você imagina através da escrita alfabética, não é? Você vê um espaço que não tem cidade, parece um espaço vazio e não tá vazio, né? Por exemplo, uma floresta, o espaço de populações indígenas, não é? MAYRA: É como se houvesse, ainda que de forma inconsciente, uma associação automática entre cidade e progresso, linguagem e “inteligência”. É como dizer que uma pessoa analfabeta não sabe ler porque não quer, ou porque não tem capacidade, e, assim, excluir completamente o papel do Estado, da escola e de outras pessoas no processo de transmitir essa habilidade. A Carolina deu um outro exemplo muito bom de como isso foi manipulado pra fazer povos indígenas parecerem menos capazes do que as pessoas brancas. CAROLINA: A educação literária, artística, da escultura, da pintura e da música são considerados como o modelo, né, de educação aos indígenas. Mas aí você vai nos povoados e mostram, essa daqui é escultura feita por um indígena, essa aqui para um europeu. E de acordo com esse modelo a feita por um indígena aparece uma caricatura muito simplificada, né? É, então como se apresenta isso, né? Olha, os jesuítas até ensinaram, mas até aí eles conseguiram chegar, mas então esse resultado aquém, de acordo com certo modelo, se apresenta como uma incapacidade lógica, natural dos indígenas. Eles não conseguem se apropriar desse modelo, então tem que se manter como subalternos, né? O que não se diz é que aos indígenas não se ensinava as técnicas de preparatórios para fazer uma escultura que se ensinava aos escultores europeus nas escolas de artesãos europeus. Simplesmente se dava o pedaço de madeira para os artistas e falaram: “Olha, copia aqui” LÍVIA: Se a gente parar pra reparar, a mesma lógica continua até hoje nos discursos meritocráticos, né? É uma ideia de que a habilidade de uma pessoa, seja ela indígena ou não, só depende do seu esforço individual. E assim oculta completamente o papel da sociedade de ensinar as bases necessárias pra isso. MAYRA: E tem outro ponto interessante aí. Olha como a gente tem todo um referencial do que deveria ser uma sociedade, baseado quase que exclusivamente num único modelo: o europeu. A escultura, a música, o jeito de se vestir, tudo segue as regras estabelecidas na Europa. Só que na maioria das vezes, isso não é colocado em perspectiva, né? É naturalizado, colocado como um processo único pro mundo todo. CAROLINA: Como se isso fosse um, um, um processo inexorável, não é? LIVIA: Quando na verdade a gente devia tá olhando pra isso mais como possibilidades de modos de viver numa diversidade gigante de culturas. Só que é muito natural, por conta da nossa história, a gente achar que o que vem desse padrão europeu é sempre o melhor. CAROLINA: Uma coisa importante, isso não tem a ver com o que a gente acha de melhor ou pior. No sentido de que se você nasce e cresce numa numa sociedade urbana e da escrita, pode achar absurdo não escrever a língua ou não se fixar, mas esse é problema seu, vamos dizer assim, não é? Porque assim, você não é o centro. Não é? Então, não precisa gostar. [trilha sonora] LÍVIA: Até hoje, a escrita tem sido um reflexo disso. Ao longo da idade média, como a escrita tinha praticamente sido sequestrada pela Igreja na Europa, fazendo com que fosse quase exclusiva dos sacerdotes, ela se tornou um símbolo de conhecimento. MAYRA: Como se um conhecimento só tivesse valor se estiver escrito, aquela ideia de que isso garante que ele será transmitido pro futuro. Isso também explica, voltando no que a gente tava falando antes, porque a primeira fase da literatura indígena, que tava na oralidade, não é considerada. TRUDRUÁ: Tem muita produção indígena que é uma produção intelectual que esteve no âmbito do imaterial, porque os povos indígenas foram impedidos de desenvolver sua própria escrita e ao mesmo tempo foram impedidos de adotar a escrita alfabética, né? Esse foi um jogo sistemático do Estado para impedir a presença indígena na sociedade brasileira. LÍVIA: Ou então, de forma mais sutil ou até mais perversa, o que era feito era diminuir a identidade indígena de quem escrevia. Uma coisa de “se sabe escrever, então já não é mais indígena”. Um pensamento totalmente relacionado àquela ideia de progresso linear que a gente falou agora pouco, que considera os povos indígenas como se estivessem num estágio cultural anterior e inferior aos dos povos europeus. TRUDRUÁ: Nesse caso, quando os povos indígenas e os sujeitos indígenas, eles começam a a escrever, a publicar, a romper essa tradição de que tudo que eles têm está na oralidade e quando está na oralidade não pertence a eles, é, eles, né, os primeiros escritores eles vem com essa tradição de dizer: é, não tem autoria porque vocês nunca deixaram, o país nunca deixou, nunca considerou, né, que um indígena que escrevesse, falasse língua portuguesa ou conhecesse os costumes da sociedade dominante pudesse ser considerado indígena. O que eu quero dizer com isso é não não não temos direito à nossa propriedade intelectual, material que tá na oralidade, eh porque eh ao escrever elas não somos mais tão indígenas. MAYRA: Aqui é importante a gente parar e explicar algo com mais calma, porque mesmo pra mim isso não tava bem claro quando comecei a conversar com a Trudruá pra esse episódio. TRUDRUÁ: Quando você fala de oralidade, eu penso em um sistema, em um dispositivo de memória que é trabalhado assim pelos povos indígenas. Quando você fala de de fala de de voz alta, você tá falando desse oral. né, de uma fala oral. Então são um é sistema de conhecimento, um é prática. Então são diversos, né? TRUDRUÁ: Não podemos entender a oralidade como uma fala, como se ela não tivesse consciência, mas ela tem um sistema todo organizado, é de memória mesmo, assim, que vai de geração em geração e vai ensinando valores e e, e, né, tem uma ciência, né, que a compõe. LÍVIA: Ou seja, quando a gente tiver falando de oralidade aqui, estamos falando de um conjunto de práticas que faz parte de uma tradição de centenas de anos, que foram capazes de fazer permanecer o conhecimento, sem precisar de recursos escritos. MAYRA: De certa forma, isso permeia o trabalho da Trudruá como escritora hoje. Eu ouvi uma entrevista dela falando sobre o último livro que publicou, o Tempo de Retomada, e como ela tinha o hábito de ler em voz alta pra mãe dela quando tava trabalhando no texto. TRUDRUÁ: Quando eu penso texto escrito, eu me preocupo muito assim com, é, com uma sofisticação que elas são contadas nessa oralidade. E aí nessa, quando a minha mãe tenta me passar certos valores, eu fico assim impressionada, porque eu realmente me sinto indo para um outro tempo a partir da palavra, eu me sinto viajando assim num outro tempo. E era, e era essa ideia assim de talvez transportar as pessoas para esse tempo que eu nunca sei se eu vou conseguir, ou nunca sei se as pessoas vão se abrir para elas, mas é uma preocupação de que é, talvez o mesmo ritmo ou o mesmo balanço que que eu escuto e que eu sinto, né? MAYRA: Durante a entrevista, eu comentei com a Trudruá como eu tenho percebido um pouco um movimento na literatura de resgatar esse jeito de contar histórias. Como eu falei, eu participo de um clube de leitura e isso é algo que vira e mexe aparece por lá. De como é gostoso ler um livro que você tem a sensação de que a autora tá ali falando mesmo com você. LIVIA: A Trudruá contou pra gente que, além do contato com as histórias contadas pela mãe, ela também teve, desde sempre, uma ligação muito forte com a literatura. E que os livros sempre tiveram um papel muito importante, não só de companhia, mas de vivência pra ela. TRUDRUÁ: Eu cresci com a literatura e a literatura me fez viajar por tantos mundos, me faz sonhar, me faz chorar, me faz é, me faz sentir uma magia que de artista, então eu não poderia desejar outra coisa que não, né, viver com a palavra. E aí nesse sentido eu eu também entendo que dá para levar um pouco essa magia nessa escrita literária. E esse era o trabalho assim, de talvez transportar um pouco aquilo que eu sinto quando eu escuto essas histórias. E aí o trabalho, ler em voz alta é importante, assim como ler em silêncio também, mas como eu tenho essa preocupação que a minha comunidade leia, eu também fico pensando assim: “Ai, como que elas podem como que elas vão ler isso, a disposição das frases, desce isso para ir num ritmo tão longo, né? Esse trabalho escrito, prático, de como pode também emular uma certa um certo oral. MAYRA: Uma coisa importante, como dá pra perceber nas falas da Trudruá quando ela tá falando sobre o que espera dos livros dela, é que essa oralidade, tanto a tradição, quanto o hábito de ler em voz alta, tão muito relacionados com o coletivo. E aí entra outro ponto importante. Não é porque um conhecimento é coletivo, que ele é de todo mundo. TRUDRUÁ: Um segmento assim que fica muito evidente no Brasil é o núcleo de folcloristas, o núcleo de estudiosos assim brasileiros que que olham para esses conteúdos, olham para esses materiais, para essas narrativas e entendem ela como uma cultura popular. A cultura popular nesse sentido de que ela é de todo mundo, mas não tem uma autoria específica. E isso é muito conveniente quando você, né, é, consciente ou inconscientemente, você rouba, é, narrativas prontas, narrativas criativas, fantásticas de outros povos para dizer: “Ah, isso faz parte da cultura brasileira no singular” LÍVIA: A Trudruá deu exemplos como o guaraná, a mandioca ou uma série de medicamentos que foram descobertos e desenvolvidos por povos indígenas, mas que nunca foram reconhecidos como autores ou proprietários dessas técnicas. MAYRA: E que depois, foram coisas incorporadas à cultura brasileira, como se todas as pessoas do país tivessem a mesma relação, a mesma história com esses elementos. E com isso, ignorando que os povos indígenas tiveram um papel fundamental nesse processo. LÍVIA: Lembra que a gente falou sobre como a primeira fase da literatura indígena, aquela da tradição oral, não é reconhecida? Isso porque quando a gente fala de oralidade, é difícil identificar um autor. E essa brecha foi usada pela sociedade brasileira como uma estratégia de incorporar essas histórias numa narrativa nacionalista. MAYRA: Só que isso, ao invés de valorizar os conhecimentos tradicionais e a individualidade de cada povo, como costuma ser dito por aí, acaba, na verdade, apagando a participação e a autoria dessas pessoas na sua própria história. [trilha sonora] TRUDRUÁ: Mas sobre a identidade indígena, vai ser algo que eu nunca vou abrir mão. E eu digo como escritora e eu digo como indígena, porque assim, a história brasileira e a história literária brasileira, tudo que ela quis foi apagar a identidade indígena para se apropriar das nossas narrativas. Quando a gente se coloca com essa identidade, a gente demarca um território simbólico de dizer: “Isso aqui não tá livre. Isso aqui não é terra de ninguém. Isso aqui tem uma autoria coletiva. Tem uma propriedade material que pertence a nós. Não é seu. Não é seu, brasileiro. LÍVIA: Por isso é tão importante hoje esse movimento de autores indígenas no Brasil. Ele ajuda a retomar uma série de histórias aos seus autores originais, dessa vez com os devidos créditos e com sua própria voz. TRUDRUÁ: E a autora individual, é essa autoria, que tá no mercado editorial e que vem reforçando, que vem para reforçar os valores, né, dos povos, das comunidades, mas o fato de tá no mercado editorial e circular, ela alcança um outro uma outra visibilidade, inclusive lançando luz a essa autoria coletiva MAYRA: E aí, obviamente, esse movimento acompanha o posicionamento político dos povos indígenas no Brasil. TRUDRUÁ: Tem um filósofo, tem um teórico da literatura que se chama Emil’ Keme, ele é do povo Maia Quechua da Guatemala. E ele fala que não é possível separar a teoria literária indígena da política indígena, porque elas caminham juntos. Quando os indígenas eles pegam a escrita para publicar e etc, estudar mesmo, eles entendem a escrita como uma técnica, a língua como uma técnica que vai ser essa transportadora dos desejos da luta do movimento indígena. Então, a gente entende, alinhado a política indígena, a gente entende, uma teoria da literatura que vai seguir as mesmas políticas que os povos indígenas tão tentando em termos de autonomia. Então, a política indígena fala do direito ao nome. Todos os autores indígenas que eu conheço, ou eles adotaram o nome de povo, ou eles adotaram o nome da tradição. Mas se você olha em documentos, eh que não faz, sei lá, 10 anos que tem 20 anos que tem essa política, eles têm nomes brasileiros, nomes e sobrenomes brasileiros por conta da política de que proibia nomes indígenas. Então, isso acompanha também dentro da literatura a política indígena. LÍVIA: Com esse movimento, a gente também tá tendo a oportunidade de conhecer mais da tradição indígena e de ter acesso a cultura de tantos povos indígenas que existem no brasil, aprendendo inclusive as diferenças que existem entre eles. TRUDRUÁ: Os escritores estão acompanhando as linhas de da política indígena, que é autonomia, soberania, autodeterminação. E é tão falso e isso de que a literatura indígena vai repetindo, vai falando das mesmas coisas, porque os temas indígenas, eles são tão abertos e são tão variados, assim, só fala isso quem nunca leu a literatura indígena. Porque, entrar no mundo da identidade indígena, ela é muito, assim, é um mundo muito amplo. A gente tá falando de uma identidade indígena, mas a gente tá falando de quase 400 povos indígenas, de quase 300 línguas faladas culturalmente, como elas são diversas entre si. Eu acho que quem fala isso nunca nem se aproximou da das culturas indígenas para entender um átimo dessa dimensão que é essa riqueza cultural. MAYRA: E também de pensar como a gente pode tentar se aproximar de outras formas de viver e entender o mundo. No grupo que eu faço parte, sempre que lemos alguma coisa de literatura indígena, a conversa rende muito nesse sentido, em pensar pequenas mudanças que a gente pode tentar trazer pra nossa realidade, inspiradas nessas outras culturas. TRUDRUÁ: E aí uma das coisas que eu amo, amo na literatura indígena é que não tem nada do amor romântico, mas não tem mesmo assim, sabe? Amo, sabe essa ideia de ai nossa, as mulheres foram abandonadas pelos homens, é, e as mulheres o que que elas fizeram? Ah, elas foram procurar outros maridos. Tchau amor, tchau e benção assim, é completamente, assim vai completamente na contramão do que a gente foi ensinado. De ficar chorando, de ficar se lamentando. [sobe trilha] LÍVIA: E falando em grupos de leitura, pra encerrar nosso episódio, a Trudruá pediu pra deixar um recadinho pra vocês. TRUDRUÁ: Eu tenho uma página no Instagram que se chama Leia Mulheres Indígenas. E aí eu tô com uma proposta para 2026 de abrir um clube de leitura do Leia Mulheres Indígenas. TRUDRUÁ: Como que você vai apreciar melhor essa leitura e essas produções se vocês não sabem, né? De onde que a gente parte, quais são os princípios, quais são os valores. E aí eu tô querendo muito abrir um clube de leitura para 2026, espero que dê certo. E é convidar todo mundo para, sei lá, tá com a gente, abrir o debate, ler, se se encantar ou se desencantar também, tá valendo, né? Tá tudo valendo. MAYRA: Fica aí o convite pra seguir a página e ler mais livros escritos por autoras indígenas. Eu sou a Mayra Trinca, produzi e escrevi esse roteiro, com pitacos e revisão da Lívia Mendes. A edição também é minha. LÍVIA: Aproveita quando for seguir a Trudruá e procura a gente, somos Oxigênio Podcast em todas as redes sociais. A trilha sonora é do blue dot session e os créditos estão na descrição desse episódio. A vinheta é do Elias Mendez. MAYRA: O Oxigênio tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e é coordenado pela Simone Pallone. Obrigada por ouvir, e até a próxima! Trilhas: Trailmaker by https://app.sessions.blue/browse?trackId=384027 Thunderpass by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385385 Posh and Vine by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385621
Plenário do Senado homenageou na manhã desta quarta-feira os 200 anos da Biblioteca do Senado e do Arquivo do Senado. Subcomissão Permanente dos Povos Indígenas Ianomami aprovou o relatório de uma diligência externa em Boa Vista, Roraima, feita em maio de 2026.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (03):O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, prorrogou nesta sexta-feira(3) a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A decisão foi tomada após a não identificação de nenhuma falta grave durante o tempo que Bolsonaro está em casa e também da melhora do estado de saúde do ex-presidente. O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse que irá aos Estados Unidos defender o Pix. O parlamentar reforçou que a ferramenta de pagamentos foi criada e implementada durante o governo de seu pai, Jair Bolsonaro (PL-RJ). Flávio criticou o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmando que o petista é o único que aceita passivamente a taxação de Donald Trump sobre os produtos brasileiros. O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, afirmou que as sanções financeiras aplicadas pelos Estados Unidos atrapalharam uma operação contra o Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo Rodrigues, a interferência externa acabou forçando uma antecipação da ofensiva policial, o que prejudicou o desmantelamento completo do esquema de lavagem de dinheiro da facção criminosa. A Polícia Federal deflagrou uma grande operação para investigar desvios e graves irregularidades na destinação de emendas Pix de parlamentares. Os agentes federais cumprem 41 mandados de busca e apreensão em Roraima, Bahia, Tocantins e São Paulo. O presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, abriu as portas do partido para Michelle Bolsonaro (PL) após o desgaste com o enteado, o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL). A articulação estaria sendo comandada, internamente, pela senadora Damares Alves. Durante um evento do Partido Liberal no Rio de Janeiro, o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está querendo deixar o Brasil igual a Cuba. Em um vídeo gravado ao lado da vereadora Zoe Martinez (PL-SP), que é cubana, o parlamentar criticou Lula e falou em “resgatar o Brasil”. Uma pesquisa Atlas/Bloomberg mostra que a criminalidade é apontada pelos brasileiros como o principal problema do país, seguida pela corrupção. De acordo com o levantamento, 66,8% dos entrevistados citam a insegurança. Já 57,9% mencionam a corrupção. A Sony informou que a partir de janeiro de 2028 não irá mais produzir CD's para novos jogos lançados nos consoles Playstation. O assunto virou tema de debate político no Brasil. A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) disse que pedirá à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) uma apuração sobre a decisão da Sony. A parlamentar argumenta que há uma série de problemas na medida, como o fato de o Playstation 5 continuar sendo vendido com leitor de mídia física, o que encarece o console.O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) está irritado com o impasse na definição do palanque eleitoral da legenda em Minas Gerais. A ex-prefeita de Contagem Marília Campos (PT-MG) recusou o pedido do chefe do Executivo para concorrer ao governo do estado, batendo o pé para manter sua candidatura ao Senado Federal. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Em 24 de junho de 2026, a Venezuela enfrentou um de seus piores desastres naturais em mais de um século. Dois terremotos devastadores, de magnitudes 7,2 e 7,5, atingiram o país com poucos segundos de diferença, deixando milhares de vítimas e um rastro de destruição sem precedentes. A força do evento foi tamanha que os abalos atravessaram milhares de quilômetros e foram sentidos nos estados do Norte do Brasil, como Roraima e Amazonas, gerando pânico e dúvidas na população. Mas afinal, o Brasil corre o risco de sofrer um grande terremoto? Neste vídeol, mergulhamos na geologia para explicar como as placas tectônicas funcionam, a razão pela qual os tremores venezuelanos reverberaram em solo brasileiro através do chamado "efeito pêndulo", e por que a nossa posição continental nos oferece uma camada de segurança. Você também aprenderá o método essencial de três passos para se proteger caso seja surpreendido por um abalo sísmico, seja no Brasil ou no exterior.
A Polícia Federal deflagrou a Operação Testa de Ferro para desarticular um esquema de lavagem de dinheiro com compra e venda de veículos por meio de laranjas. O principal alvo da ação é a deputada estadual Tayla Peres, que concorreu como vice-governadora de Roraima na eleição suplementar realizada no último dia 21 de junho. Na casa da parlamentar, os agentes apreenderam cerca de 240 mil reais em espécie, incluindo 34 mil dólares, agravando ainda mais a forte crise política e a incerteza institucional no estado.
Dois terremotos de grande intensidade atingiram a Venezuela na noite desta quarta-feira. Os dois tremores, demagnitude 7,2 e 7,5 tiveram intervalo de somente 39 segundos. Dezenas de prédios estão completamente destruídos, ruas danificadas e o aeroporto internacional de Caracas está fechado por causa de sérios danos à sua estrutura. E ainda:- Terremotos foram também sentidos na Colômbia e Brasil, onde moradores do Amazonas, Pará, Roraima e Amapá sentiram os efeitos da terra tremer e tiveram que deixar suas casas e apartamentos. Os presidentes do EUA, Donald Trump, e do Brasil, Lula, já anunciaram colocar ajuda à disposição dos venezuelanos- Em Paris, bombeiros tiveram que intervir para socorrer pessoas vítimas do calor. Essa quarta-feira bateu todosos recordes e foi o dia mais quente da história do país, com uma média de 30 graus. Muitos franceses buscam se refrescar nos rios, piscinas e praias. Resultado, pelo menos 43 pessoas já morreram afogadas no país durante a semana- Ainda na França, cinco pessoas foram isoladas por serem consideradas como potencial contato do médico contaminado com o vírus do ebola- Acordo assinado entre EUA e Irã está ameaçado após o Exército de Israel lançou um ataque visando dois membros do Hezbollah, que acusa os israelenses de desrespeitarem o cessar-fogo em vigor, pela segunda vez em 48 horas Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do mundo180segundos@gmail.com
Confira no Morning Show desta segunda-feira (22): Uma pesquisa realizada pelo Instituto Sivis indica que 38% dos brasileiros se autocensuram para conversar sobre política com seus familiares para evitar atritos. O ministro André Mendonça, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral mandou suspender um vídeo em que o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL) associa o Partido dos Trabalhadores ao crime organizado. A decisão do ministro pode indicar uma tendência de comportamento do TSE durante o período eleitoral. Termina nesta quinta-feira (25) o período de prisão domiciliar humanitária concedida ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para cuidados com a saúde. O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, deve decidir se manterá a prisão domiciliar por mais 90 dias ou se Bolsonaro retorna ao regime fechado na Papuda. Arthur Henrique (PL) venceu a eleição suplementar para o governo de Roraima realizada neste domingo (21). Com 100% das urnas apuradas, o candidato recebeu 160.004 votos, equivalente a 60,87% do total, superando Soldado Sampaio (Republicanos), que terminou com 93.897 votos. A disputa ocorreu após uma decisão do Supremo Tribunal Federal que havia barrado a candidatura de Arthur Henrique. Uma quadrilha de hackers utilizava inteligência artificial para fraudar documentos e libertar criminosos com alvarás falsos em Minas Gerais. O grupo invadia o sistema do judiciário e plantava as decisões falsificadas. O julgamento dos criminosos ocorre nesta semana em Belo Horizonte. A apuração preliminar do segundo turno da eleição presidencial na Colômbia aponta vantagem de Abelardo de la Espriella sobre Iván Cepeda. Segundo o preconceito divulgado pelas autoridades eleitorais, De la Espriella aparece com 49,6% dos votos, contra 48,7% de Cepeda. O resultado oficial ainda depende do processo de escrutínio, que será realizado nos próximos dias. Uma operação conjunta entre Brasil, Estados Unidos e Bolívia apreendeu a maior carga de cocaína da história do país. A droga, que era transportada pela fronteira, estava escondida entre um carregamento de madeira. Policiais Militares acusados de assassinar o delator do Primeiro Comando da Capital, Vinicius Gritzbach, serão julgados em júri popular nesta segunda-feira (22). A defesa alega que os réus são inocentes e que estão sendo usados para esconder os verdadeiros culpados. Alerta da Defesa Civil com mensagem “misantropi4” foi resultando em invasão dos sistemas, a Polícia Federal investiga o caso. A mensagem foi disparada na madrugada de sábado, e atingiu ao menos oito estados. Misantropia significa ódio à humanidade. O advogado especialista em segurança cibernética, Luiz Augusto D'urso, comenta o caso. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Cubanos pagam mais de 50 mil reais para coiotes para entrarem no Brasil pela fronteira da Guiana com Roraima, no norte do país.
Imagina encontrar un mundo perdido que ha estado aislado durante millones de años— suena como una película, ¿verdad? Bueno, es real, ¡y ese lugar se llama Roraima! No es una isla; en realidad, es una montaña gigante con una cima super plana. Debido a su apariencia y las densas nubes que la rodean, da la loca ilusión de que está flotando en el cielo. No tiene un pico puntiagudo típico como la mayoría de las montañas; es solo esta enorme superficie plana muy por encima. ¡Es uno de los lugares más geniales y misteriosos de la Tierra! Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Copa de los Refugios faz parte do calendário oficial do Dia Mundial dos Refugiados; inspirados na Copa do Mundo, a disputa entre times masculinos e femininos celebra a inclusão pelo esporte.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (17/06/2026): O ministro André Mendonça, relator do caso Master no STF, retirou o sigilo de relatório da PF que expôs a extensão das conexões entre o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e o banqueiro Daniel Vorcaro. A CNLF Empreendimentos Imobiliários, uma das empresas do parlamentar, movimentou R$ 20 milhões em um ano, mas declarou R$ 832 mil à Receita. Também foram identificados pagamentos de viagens de Ciro ao exterior. O senador não se pronunciou. Ontem, em sessão marcada por confronto entre Mendonça e Gilmar Mendes, a 2.ª Turma do STF manteve a prisão de Felipe Vorcaro e Henrique Vorcaro, primo e pai do banqueiro. Política: STF condena Eduardo Bolsonaro a 4 anos de prisão por coação Economia: Governo baixou dez medidas sem respeitar regras fiscais, diz TCU Internacional: Acordo assinado por Trump autoriza Irã a vender petróleo Metrópole: Facção venezuelana na mira de Trump municia CV com armas de guerra Esportes: Neymar treina com grupoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Lula e Trump posam juntos na foto oficial do G7 em meio a tensão por tarifas. Autoridades de SP e Rio não reconhecem homem preso nos EUA como chefe de PCC ou CV; mandado de prisão contra ele é de extorsão. Polícia Civil deflagra operação contra facção Tren de Aragua em Roraima e mais 5 estados. Moraes manda Bolsonaro explicar arma de fogo apreendida com militar. Torcedores da Argentina e da Argélia brigam na Times Square antes de jogo da Copa do Mundo.
Na segunda edição deste boletim você confere:- Navio de guerra russo faz "disparos de advertência" contra iate no Canal da Mancha;- Polícia Civil deflagra operação contra facção Tren de Aragua em Roraima e mais 5 estados;- Anvisa cria grupo para investigar vacina da dengue do Butantan após relatos de morte. O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação dos monitores Fábio Barreto e Maria Eduarda Palermo, do curso de Jornalismo.Escute agora!
En #LoncheraInformativa estuvimos compartiendo junto a Miguel y Leandro quienes son estudiantes del Colegio Roraima y nos hablaron acerca de su destacada participación en una prueba de admisión para la universidad y de lo felices que se sienten por la beca que obtuvieron recientemente.
Volumes de chuva podem atingir até 150 milímetros entre Amazonas, Pará, Amapá e Roraima.
Falo sobre recente decisão que condenou um pastor em Roraima por intolerância religiosa. Discuto a lei do racismo e como há um aumento dos casos de racismo religioso.
O Congresso derrubou o veto do presidente Lula ao projeto que reduz penas do oito de janeiro. A decisão beneficiou Jair Bolsonaro e outros condenados por atos golpistas. O TSE cassou o mandato do governador Edilson Damião, declarou inelegível o ex-governador Antonio Denarium e determinou novas eleições em Roraima. O governo federal anunciou um novo programa de renegociação de dívidas. A cotação do dólar atingiu o valor mais baixo em dois anos. O petróleo voltou a disparar nos mercados internacionais. Nossos correspondentes mostram a aposta estratégica da China nos carros elétricos. E o Globoplay estreou o centésimo documentário original, uma produção do jornalismo da Globo: “Territórios - Sob o domínio do crime”.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Aliados do governo contabilizam 45 votos para aprovação. Votação secreta no plenário acontecerá ainda nesta quarta-feira (29). TSE forma maioria para manter inelegível ex-governador de Roraima, Antônio Denarium. Justiça dos EUA manda prender ex-chefe do FBI por suposta ameaça a Donald Trump.
A 64ª edição do Salão do Móvel de Milão começou na terça-feira (21) e deve receber mais de 319 mil visitantes até domingo (26), dos quais 62% estrangeiros. O estande brasileiro destaca o valor da madeira nacional e de peças que incorporam a assinatura de seus criadores. Júlia Valente, correspondente da RFI em Milão O Salão do Móvel de Milão, a principal feira internacional do setor de móveis e design, foi criada inicialmente com o objetivo de promover o design italiano, mas se transformou ao longo do tempo em um evento global, reunindo profissionais da arquitetura e do design de interiores de diversas partes do mundo. Neste ano, são mais de 1.900 expositores de 32 países. Pelo 10º ano, o Brasil conta com um estande próprio, uma iniciativa da Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário, a Abimóvel, em parceria com a Apex Brasil – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos. Em 2026, a Abimóvel traz ao Salão de Milão 70 marcas e designers brasileiros. O tema escolhido para o estande do Brasil foi “Conexões”. “É a conexão da indústria com as matérias-primas. A gente traz produtos assinados mostrando a madeira brasileira, os revestimentos brasileiros que nos distinguem, as tramas, os fios, o couro brasileiro, algo tipicamente do Brasil”, explica Cândida Cervieri, diretora executiva da Abimóvel. Para a edição de 2026, o Salão do Móvel reforça a valorização dos materiais e dos processos de produção no design, um campo em que o Brasil se destaca no exterior, especialmente pelo uso da madeira nacional. “Temos mais de 20 mil espécies de madeira e a gente sabe que esse é um produto procurado, desejado pelo mundo. Então este é um ativo que nos distingue nos nossos produtos e que faz a diferença”, diz Cervieri. Uma das novidades da participação brasileira neste ano é a presença de peças vencedoras do 1º Prêmio Design da Movelaria Nacional, promovido pela Abimóvel no ano passado e que contou com participantes de diversos perfis, desde designers já no mercado a estudantes. A premiação era exatamente ter a peça exposta na feira em Milão. Um dos vencedores do prêmio foi Alexandre Kasper. A cadeira que ele assina, batizada de Zé, está exposta na feira. Natural do Paraná, o designer afirma que a participação no evento abre portas no Brasil e no exterior. “Como criativo, o design brasileiro tem uma autenticidade muito singular. O brasileiro se arrisca mais, ele cria produtos, gosta de experimentar. Muitas lojas, tanto do Brasil quanto da Europa, já vêm nos procurando justamente por causa dessa identidade. Nosso estande foi muito percorrido hoje, muitos clientes passaram por aqui, a gente está abrindo para novos clientes e isso é muito positivo”, celebra o designer. Identidade do designer se integra à indústria As principais indústrias do mobiliário global estão presentes no Salão do Móvel de Milão, que se espalha por 22 pavilhões. No entanto, a presença do designer é cada vez mais forte em cada uma das marcas. O designer Tiago Curioni destaca que já não há interesse no setor em produzir algo sem relacioná-lo ao criador. “Não existe criar um produto sem ter alguém por trás assinando, alguém pensando. (Sem) o designer como alguém que vai tratar não só da estética do produto, mas de todo o conceito de como a matéria-prima chega na fábrica, como ela é armazenada, até como esse produto vai ser comunicado”, defende. Por isso, investir em identidade se tornou central para o setor. O designer Michael Milhomem, natural de Roraima, apresenta no estande brasileiro uma poltrona inspirada nos indígenas Warao, de origem venezuelana, que hoje estão presentes na Amazônia roraimense. O design remete a um barco e é composto por uma rede sustentada por uma estrutura de aço e madeira. “A palavra Warao significa povo das águas. Utilizo a rede deles de fibra de buriti, extremamente resistente. Uma única rede leva dois meses pra ser feita e é produzida dentro da floresta Amazônica a mão pelas indígenas. É um projeto de 50 unidades apenas, uma edição limitada, feita por amazônidas para o mundo”, afirma Milhomem. A criação de Milhomem reflete o contexto ao seu redor, algo que, agora, ele apresenta ao mundo. “Para mim é um divisor de águas. Eu saí de Roraima, [de onde] produzo dentro da selva, para poder mostrar meu valor fora do país. Isso pra mim é sensacional, pois a visibilidade que temos aqui é única.” A diversidade do design brasileiro chama a atenção de quem visita o estande, até mesmo de quem vem do Brasil. “Um brasileiro olhar essa peça com um olhar exótico, uma estranheza, como um gringo olha, é sinal de que o design alcançou um ponto muito interessante. Porque geralmente o que impacta um gringo não impacta um brasileiro e vice-versa”, aponta Milhomem. Atrações fora da feira Durante a mesma semana do Salão do Móvel, Milão também vive a chamada Semana do Design. Além da feira, voltada à indústria de móveis, a cidade recebe mais de 1.850 instalações artísticas espalhadas por diferentes bairros. É o chamado Fuorisalone, ou “Fora do Salão”, quando marcas, lojas e designers organizam suas próprias exposições e eventos, criando oportunidades de conexão entre profissionais e apaixonados pelo design de todo o mundo.
Seguimos na estrada com o De Volta Para Minha Casa! Depois de Recife, agora visitamos Rorainópolis, a cidade onde o Ciclopin cresceu em Roraima… Com parada em Boa Vista e Manaus, experimentamos um pouco do que o Norte tem pra oferecer pra gente!!!!Proxima parada: São Lourenço do Oeste. Bora?
O governador de Roraima, Edilson Damião (União Brasil) é apontado pela Polícia Federal como peça central em um suposto esquema de fraudes em licitações e desvio de recursos públicos. As investigações se referem ao período em que Damião era secretário de Infraestrutura e vice-governador. O caso ganha ainda mais peso porque ele e o ex-governador Antonio Denarium (PP) serão julgados pelo Tribunal Superior Eleitoral por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. Essas e outras notícias que foram destaque nesta terça-feira, 14 de abril, você ouve no Giro de Notícias.
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Todo mundo fala de tecnologia. Pouca gente fala do que realmente destrava a adoção.Neste episódio, André Mussio, Country Manager da Gallagher no Brasil, mostra com casos reais o que separa quem opera no escuro de quem opera com rotina de dados e como esse gap está ✅decidindo quem compra e quem vende a fazenda.✅O primeiro passo que não custa nada e já gera resultado✅Por que a tecnologia retém o funcionário em vez de demiti-lo✅Rastreabilidade: custo obrigatório ou alavanca de margem?✅Cases reais: do pecuarista tradicional no RS ao produtor em Roraima que comprou o projeto antes da empresa chegar✅O que a Nova Zelândia ensinou ao Brasil e o que o Brasil ensinou de voltaSe você é produtor, executivo ou trabalha na cadeia da pecuária, esse episódio entrega um olhar direto sobre o que separa a fazenda lucrativa das demais. Nos acompanhe também:- Canal de conteúdos e notícias no whatsapp: https://chat.whatsapp.com/KxfdyyUlQvW25pWTjsoX1Q?mode=ems_copy_t- Instagram da Rural: https://www.instagram.com/rural.com.vc/- LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/ruralcomvc- Site: https://rural.com.vc/- Spotify: https://open.spotify.com/show/0gkC14Iy0hqJTkkvowQ8EZ?si=270dd9bc27e34a6c- Youtube: https://www.youtube.com/@Rural_TalksSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Avança na Câmara proposta do Senado que garante o pagamento pela União de servidores dos ex-territórios de Rondônia, Amapá e Roraima. Senador diz que Código Civil precisa modernizar questões de família.
High above the jungles of South America rises Mount Roraima — a two-billion-year-old flat-topped mountain that inspired The Lost World and still feels like another planet. In this episode, Tess explores the real history, Indigenous legends, first expeditions, rare species, and scientific mysteries of one of Earth's strangest places. A true “lost world” that still exists above the clouds.Birthday Shout Out FormInstagramUse Code MKP for Harbor & SproutBecome a Patron Or a Subscriber on Spotify!
Na Assembleia Legislativa de Roraima, diversos funcionários têm formações muito distintas daquelas necessárias aos cargos que ocupam. A Casa abriga, em funções de confiança, designer de sobrancelhas, pastores evangélicos, dentista, cabeleireira e até um árbitro de futebol vinculado à CBF (Confederação Brasileira de Futebol). Os cargos comissionados não exigem concurso público, mas de indicação. Neste episódio do podcast UOL Prime, a repórter Julia Affonso detalha ao apresentador José Roberto de Toledo os bastidores da investigação que revelou que a Assembleia de Roraima tem uma das taxas mais altas para este tipo de vaga no Brasil. #uolprime #PodcastUOLPrime
Polícia faz operação para desarticular 'núcleo político' do Comando Vermelho no Amazonas. Suprema Corte dos EUA derruba tarifaço imposto por Trump. Master: decisão de Mendonça tenta blindar investigação e limitar influência de diretor da PF. Nenhuma unidade estadual dos Correios atingiu meta de entrega de produtos no prazo; Roraima teve pior índice, 65%. Os sinais de que os EUA podem atacar o Irã.
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA JÓVENES 2026“DIFERENTENarrado por: Daniel RamosDesde: Connecticut, USAUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================15 de FebreroEl Poder De La MúsicaMientras el músico tañía el arpa, la mano del Señor vino sobre Eliseo (2 Reyes 3:15, NVI).Durante el tiempo que pasé en el cuarteto Arautos do Rei, fui testigo cercano de la influencia que tiene la música para impactar vidas. Desde el extremo de Rio Grande do Sul hasta los límites de Roraima, desde la tribu indígena en el interior del Amazonas hasta las islas flotantes de los Uros, en Perú, y mucho más allá, pude ver que no hay límites para el alcance de la música dedicada al Señor.Recuerdo que cada vez que cantábamos Pronto vendrá u otras canciones como Solo un poco más y Llegó la hora, los ojos de las personas brillaban. Era como si cada canción fuera un abrazo, una caricia de Dios traída por voces defectuosas y cantantes imperfectos. Al final de las presentaciones, recibíamos muchos mensajes como "Su música cambió mi vida".De hecho, el poder de la música es extraordinario. Este es uno de los grandes dones que Dios le concedió al ser humano. Es una avenida de comunicación con el Creador y "uno de los medios más eficaces para grabar en el corazón la verdad espiritual" (La educación, p. 168).La música es capaz de crear una atmósfera de ánimo y alegría, fijar las palabras de Dios en la memoria, disminuir la influencia de una tentación, elevar los pensamientos, despertar la simpatía, calmar el espíritu, expulsar la tristeza del alma y enseñar que la atmósfera del Cielo está hecha de alabanza.Cuando cantamos o tocamos un instrumento musical, invitamos al Señor a actuar en el corazón de los oyentes. Eso fue exactamente lo que sucedió con Eliseo en la experiencia descrita en 2 Reyes 3. Para saber qué respuesta debía dar al rey Josafat sobre la guerra contra Moab, Eliseo pidió que trajeran a un músico. La Biblia cuenta que, mientras el arpista tocaba, el Espíritu Santo vino sobre Eliseo y le trajo la respuesta que necesitaba.Tal vez hoy esté escribiendo para alguien que está triste, ansioso, o que necesita una respuesta de Dios. Te sugiero que muevas tus labios en alabanza al Señor. Si prefieres, coloca en tu celular algún himno que exalte a Dios. ¡Ese es el mejor remedio para el alma! Repite las palabras del salmista: "¡Alabaré al Señor en todo tiempo! Su alabanza estará siempre en mi boca" (Sal. 34:1).
Confira no Morning Show desta segunda-feira (19): Países europeus realizaram uma reunião de emergência após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçar anexar a Groenlândia e anunciar tarifas contra nações que se opõem à proposta americana. Diante da escalada de tensão, a União Europeia sinalizou apoio político e estratégico à Groenlândia e anunciou medidas para reforçar a segurança no Ártico. O namorado da delegada Layla Lima Ayub, presa em São Paulo por suspeita de advogar para o Primeiro Comando da Capital (PCC), já havia sido preso em Roraima por envolvimento com a facção criminosa. Jardel Neto Pereira da Cruz, conhecido como “Dedel”, foi detido em 2021 durante uma investigação da Polícia Federal, acusado de tráfico de drogas e organização criminosa. Segundo relatórios de inteligência, ele teria sido enviado de São Paulo para Roraima com a missão de apoiar e reorganizar a atuação do PCC no estado. Atualmente solto, Jardel chegou a acompanhar Layla em sua posse como delegada, em dezembro do ano passado, o que agora amplia a repercussão do caso. Uma ala do Supremo Tribunal Federal avalia que o ministro Alexandre de Moraes pode autorizar a migração do ex-presidente Jair Bolsonaro para prisão domiciliar, diante do agravamento de seu estado de saúde. Nos bastidores, ministros demonstram preocupação com a possibilidade de um episódio mais grave ocorrer enquanto Bolsonaro estiver sob custódia, o que poderia gerar responsabilização institucional. O Corpo de Bombeiros de São Paulo encontrou nesta segunda-feira (19), o corpo de Maria Deusdete da Mata Ribeiro, idosa que estava desaparecida após ser arrastada com marido pela forte chuva. O caso ocorreu na última sexta-feira (16), na Zona Sul de São Paulo, quando o carro dela e do marido foi arrastado e caiu em um córrego. Para falar sobre o assunto, o Morning Show entrevista a capitão do Corpo de Bombeiros, Karol Burunsizian. Um levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que mais de cinco mil produtos brasileiros terão imposto de importação zerado na União Europeia assim que o acordo entre Mercosul e União Europeia entrar em vigor. O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) iniciou nesta segunda-feira (19) o pagamento aos clientes que investiram em CDBs emitidos pelo Banco Master e foram afetados pela liquidação da instituição, determinada pelo Banco Central em novembro do ano passado. O governo do Irã está avaliando o restabelecimento do acesso à internet em todo o país. A autoridade planeja realizar esse retorno “de forma progressiva”, conforme as análises recentes. O bloqueio total da rede havia ocorrido como uma resposta direta aos protestos contra o governo. Pedro desistiu do BBB 26 na noite deste domingo (18), logo após o botão de desistência ficar verde na sala da casa. A saída aconteceu depois de uma situação envolvendo Jordana, na despensa. No confessionário, antes de deixar o reality, Pedro gravou um depoimento em que afirmou ter confundido sentimentos, dizendo que projetou desejos e interpretações pessoais na colega de confinamento. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (15/01/2026): O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e parentes – pai, irmã e cunhado – foram alvo de operação de busca e apreensão da PF em endereços em cinco Estados. Foram apreendidos R$ 290 mil em dinheiro, relógios e carros. Armas foram encontradas em um endereço em MG. A pedido da PF, a Justiça bloqueou R$ 5,7 bilhões em bens. A ação foi autorizada pelo ministro Dias Toffoli, do STF. Em uma medida incomum, o magistrado determinou que o material apreendido fosse lacrado e endereçado ao Supremo. Após críticas de policiais e pedido da Procuradoria-Geral da República, ele autorizou que a PGR analisasse o material. Investigadores apuram se o banco usava fundos para inflar o patrimônio do Master. Por causa disso, também estão na mira fundos e empresários, como Nelson Tanure. João Carlos Mansur, fundador da gestora Reag, foi alvo de buscas, mas não estava no Brasil. E mais: Política: Lula se mantém na liderança; Flávio se consolida no 2º lugar, diz pesquisa Metrópole: Últimos 3 anos foram os mais quentes e calor não deve dar trégua em 2026 Internacional: Irã adia morte de dissidente na forca, mas regime já fez 3,4 mil vítimasSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (12/01/2026): O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Jhonatan de Jesus, relator do processo na Corte sobre a liquidação do Banco Master, indicou R$ 42 milhões em emendas parlamentares para Roraima que se transformaram em obras inacabadas e asfalto de má qualidade, informam Daniel Weterman e Vinícius Valfré. Em um conjunto habitacional popular que deveria ter 300 moradias desde 2024, só uma foi feita – e está abandonada. As emendas foram indicadas entre 2020 e 2023, quando o ministro era deputado federal. Grande parte da verba foi para Iracema (RR), a 95 quilômetros de Boa Vista. O Estadão testemunhou o excesso de buracos e a falta das moradias ao percorrer mais de 60 quilômetros da região. O ministro negou desvio de finalidade nas indicações e a prefeitura de Iracema disse que aplicou os recursos regularmente. E mais: Política: Mensagens do Careca do INSS indicam entrega de dinheiro a assessor de senador Internacional: Repressão no Irã cresce e mortos passam de 500 Metrópole: Viagem entre CPTM e Cumbica cairá para 6 minutos, 2 anos após previsto Caderno 2: ‘O Agente Secreto’ faz história ao vencer em duas categoriasSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta terça-feira (06), apresentado pela comunicadora Natalia Ribeiro, entre os principais assuntos abordados, o acordo para indenizar Roraima em R$ 115 milhões pelas ações de recepção de venezuelanos. A bancada contou com a presença de Romoaldo de Souza , Terezinha Nunes e Pedro Silveira.
No 3 em 1 desta segunda-feira (05), o destaque foi a posse de Delcy Rodríguez como presidente interina da Venezuela, após a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos. Sob custódia, Maduro declarou-se inocente das acusações de narcotráfico em tribunal norte-americano, adotando a mesma linha de defesa utilizada por Julian Assange. Reportagem de Eliseu Caetano. O Conselho de Segurança da ONU se reuniu para debater a crise venezuelana após a intervenção dos Estados Unidos. Durante o encontro, o Brasil reafirmou sua posição em defesa da soberania do país vizinho. Análise de Fabrizio Neitzke. Segundo informações de bastidores, o presidente Lula (PT) foi orientado a não se manifestar publicamente sobre a crise. Horas após a captura de Maduro, no sábado (03), Lula conversou por telefone com Delcy Rodríguez, que nesta segunda-feira assumiu interinamente a Presidência da Venezuela. Reportagem de Igor Damasceno. O governo brasileiro reforçou a segurança na fronteira com a Venezuela, em Roraima, após as ações militares dos Estados Unidos. A Operação Acolhida já registra aumento no fluxo diário de imigrantes em Pacaraima. Reportagem de André Anelli. No cenário interno, o governo federal busca destravar no Congresso pautas como a PEC da Segurança Pública, o projeto antifacção, o fim da escala 6x1 e a regulamentação dos trabalhadores de aplicativos. Paralelamente, Lula inicia o ano com aprovação superior à registrada em 2006. Reportagem de André Anelli. Uma pesquisa do The Washington Post aponta divisão entre os americanos sobre a captura de Nicolás Maduro: 40% aprovam a ofensiva, 42% são contra e 18% não souberam ou não quiseram responder. O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou estar disposto a “pegar em armas” para defender o país diante da crescente tensão com o governo de Donald Trump, após a ação militar dos EUA na Venezuela. A China reagiu criticando a postura americana e afirmou que nenhum país tem autoridade para atuar como “polícia do mundo”. Em Caracas, o governo interino liderado por Delcy Rodríguez prometeu ‘caçar' supostos traidores que teriam facilitado a operação dos Estados Unidos. Reportagem de Misael Mainetti e Julia Fermino. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), criticou a postura do Brasil em relação à Venezuela, afirmando que o país tratou Nicolás Maduro como “companheiro”. Para ele, a omissão brasileira e regional abriu espaço para a ação dos Estados Unidos, defendendo que “algo precisava ser feito”. Reportagem de Matheus Dias. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Brasil e aliados de esquerda criticam tentativa do americano de se apropriar de recursos da Venezuela. E fronteira em Roraima tem clima de normalidade depois de reabertura.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O Exército brasileiro segue em alerta na fronteira com a Venezuela após a prisão de Nicolás Maduro. Apesar da tensão do outro lado da fronteira, a situação no Brasil segue tranquila. De acordo com o Comando Militar em Roraima, o movimento em Pacaraima é estável, sem aumento no fluxo de venezuelanos em direção ao país. E ainda: Jovem de 19 anos é encontrado após cinco dias perdido em trilha no Paraná.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (16): Os líderes da Câmara dos Deputados decidiram adiar para 2026 a votação da PEC da Segurança Pública diante dos impasses em torno do texto. Após reunião de líderes realizada nesta segunda-feira (15), Hugo Motta avaliou que não há consenso sobre as versões da proposta, que sofreram diversas alterações feitas por relatores ligados à oposição ao governo. A Polícia Federal prendeu o homem suspeito de ajudar o deputado federal Alexandre Ramagem (PL) a fugir do país para se livrar da condenação por tentativa de golpe de Estado. O homem se chama Celso Rodrigues de Mello, tem 24 anos e é empresário em Roraima. Reportagem: Igor Damasceno. Ao discursar em evento no Palácio dos Bandeirantes, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), fez homenagens aos agricultores e aproveitou para dar uma indireta ao presidente Lula (PT). O governador disse que São Paulo não tem disputa entre os poderes. Reportagem: Misael Mainetti. O presidente Lula (PT) deve realizar uma reunião nesta terça-feira (16) sobre o combate à violência contra as mulheres após a repercussão de casos recentes de feminicídio. Reportagem: Rany Veloso. A Câmara dos Deputados aprovou um projeto que retira do arcabouço fiscal, investimentos em saúde e educação financiados com Fundo Social. De acordo com o relator da proposta, José Priante (MDB), não há criação de novas despesas, mas sim possibilidade de execução do Orçamento. Reportagem: Rany Veloso. Nesta terça-feira (16), a Polícia Federal deflagrou a segunda etapa da Operação Unha e Carne e prendeu o desembargador federal Macário Ramos Júdice Neto, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2). Além disso, um dos pontos centrais desta investigação, é o presidente afastado da Alerj Rodrigo Bacellar, que está entre os alvos para busca e apreensão. Reportagem: Rodrigo Viga. O desembargador federal Macário Ramos Júdice Neto foi detido na 2ª fase da Operação Unha e Carne. O repórter Rodrigo Viga detalhou a chegada do magistrado à Polícia Federal e sua ligação com o caso TH Joias, acusado de integrar o braço político do Comando Vermelho. O repórter Rodrigo Viga detalhou a nova fase da operação que visa asfixiar o fluxo de dinheiro dos chefões "Doca" e "Gardenal", do Complexo da Penha. A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga um esquema milionário de lavagem de dinheiro envolvendo laranjas e empresas de fachada. O senador Alessandro Vieira (MDB) afirmou que deve esperar o texto do relator do PL da Dosimetria para decidir se vai rejeitar o projeto. Ele também cogitou a possibilidade de redução de danos através de emenda. Reportagem: Rany Veloso. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), disse que vai apoiar a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) no ano que vem após ser questionado sobre o assunto. Ele também acredita que o filho do ex-presidente pode enfrentar desafios para encontrar apoio, em especial no Centrão. Reportagem: Beatriz Manfredini. O filho de Rob Reiner e Michele Singer foi preso e indiciado por homicídio após a morte dos pais em Los Angeles. A imprensa americana informou no último domingo (14) que o casal foi encontrado sem vida com o que pareciam ferimentos provocados com arma branca. Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O podcast PodTremer desta quinta-feira, 27 de novembro, vai falar sobre o "Fim da Escala 6x1". Quem conversa com a gente é Cristiana Paiva, integrante do Conselho Nacional de Juventude e Secretária de Juventude da CUT Nacional, agricultora familiar, graduada em Licenciatura em Educação do Campo pela Universidade Federal de Roraima e mestre em Agroecologia pela Universidade Estadual de Roraima.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O ministro do STF, Alexandre de Moraes, decretou a prisão preventiva do deputado federal Alexandre Ramagem, após uma suspeita de fuga para os Estados Unidos. Alexandre Ramagem estava proibido de deixar o país após ter sido condenado a mais de 16 anos de prisão por envolvimento na tentativa de golpe de Estado. De acordo com a Polícia Federal, ele teria deixado o Brasil em setembro. A investigação aponta que o deputado foi de avião até Roraima, cruzou de carro a fronteira com a Guiana e pegou um voo para os Estados Unidos com um passaporte diplomático. Na Câmara, ele apresentou atestados médicos e participou de votações remotamente. A casa afirmou que não foi informada sobre a viagem. A defesa de Alexandre Ramagem disse que também não sabia sobre a saída do país. E ainda: Presidente Lula chega à África do Sul para a cúpula do G20.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (12): Após críticas da base governista, o relator Guilherme Derrite (PP-SP) apresentou uma terceira versão do projeto antifacção, que deve ser votado nesta quarta-feira (12) na Câmara dos Deputados. O novo texto retirou a equiparação das facções ao terrorismo e também suprimiu mudanças que alteravam as atribuições da Polícia Federal. Reportagem: Victoria Abel. A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal começou a ouvir as defesas dos dez réus do núcleo 3, conhecido como “kids pretos”, acusados pela PGR de participar da tentativa de golpe durante o governo Bolsonaro. Os advogados afirmaram que as provas apresentadas são frágeis e pediram a absolvição dos militares, apontados como responsáveis por pressionar as Forças Armadas e realizar ações para desestabilizar o regime democrático. Reportagem: Janaína Camelo. O encerramento do segundo dia da 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém, foi marcado por momentos de confusão e protestos. O tumulto ocorreu após ambientalistas e grupos de oposição tentarem se manifestar contra a exploração de petróleo na Margem Equatorial. Reportagem: Patrícia Costa. A inflação oficial do país, medida pelo IPCA, registrou alta de apenas 0,09% em outubro, o menor índice para o mês em 27 anos, segundo o IBGE. O resultado ficou abaixo das projeções do mercado e marca uma desaceleração significativa em relação a setembro. Reportagem: Rodrigo Viga. O julgamento sobre a cassação do governador de Roraima, Antonio Denarium (PP), e de seu vice, Edilson Damião (Republicanos), foi suspenso pela terceira vez no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O novo pedido de vista interrompeu novamente o processo, que ainda não tem data para ser retomado. Reportagem: Igor Damasceno. O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (11) o projeto de lei que aumenta as penas para os crimes de estupro de vulnerável, relação sexual com menores de 14 anos, e corrupção de menores. A proposta, que já passou pela Câmara dos Deputados, segue agora para sanção presidencial e faz parte de um pacote de medidas de proteção à infância e à juventude. Reportagem: Rany Veloso. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, deu os primeiros passos de sua pré-campanha em meio à expectativa de um encontro com o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo aliados, a reunião já estava prevista e deve abordar o cenário político de 2026. Há especulações de que Bolsonaro anuncie até dezembro quem será o candidato da direita à Presidência, e Tarcísio é considerado um dos nomes mais fortes dentro do grupo. Reportagem: Beatriz Manfredini. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que pretende reduzir “algumas tarifas” sobre as importações de café. O republicano, no entanto, não especificou quais países seriam beneficiados nem deu mais detalhes sobre o alcance da medida. Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
COP30: diplomacia brasileira começa bem e arte vira protesto em Belém. Alterações de Derrite na PL Antifacção geram reação no governo e na PF. Primeira Turma do STF começa a julgar kids pretos. TSE retoma julgamento que pode cassar governador de Roraima. Governo deve elevar teto de imóvel para faixas mais baixas do Minha Casa Minha Vida.
As chuvas se estenderam na localidade e dificultou a colheita no início, mas já está normalizada
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Ministro Alexandre de Moraes autoriza o governador Tarcísio de Freitas a visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro. Presidente do STF Luís Roberto Barroso fiscaliza ações contra garimpo ilegal em Roraima. Ministro do STF Gilmar Mendes comenta julgamento de Bolsonaro e critica voto de Luiz Fux. Prévia do PIB recua 0,5% em julho e engata terceira queda seguida. E ainda: Pela primeira vez, o mundo tem mais crianças e adolescentes obesos do que subnutridos, alerta Unicef.
NESTA EDIÇÃO. Em momento de tensão com os EUA, governo brasileiro reitera intenção de integração energética com a Venezuela. Relatório da reforma tributária muda tributação da nafta para conter fraudes no mercado de combustíveis. Financiamento climático por bancos multilaterais de desenvolvimento bate recorde em 2024, com US$ 137 bilhões. Governo trabalha para construir consenso com o Congresso Nacional em torno da política para minerais críticos. Enquanto isso, autorizações para pesquisa em terras raras tem um salto no Brasil.
Más de 1.400 personas han muerto de momento como consecuencia del seísmo de 6 grados que sacudió en la noche de ayer el este de Afganistán. Hay miles de heridos y se sigue intentando rescatar a mucha gente.Hace 10 años se publicó una foto que dio la vuelta al mundo pero que por desgracia sabemos hoy que no cambió nada... la de Aylan, sirio, de tres años, ahogado, en una playa de Turquía. Vamos a hablar de ello. Seguimos muy pendientes de la situación en Sudán, en la aldea de Tarsin al oeste del país, donde han muerto mil personas por un deslizamiento de tierra provocado por las lluvias. En unos minutos les hablaremos también de la moción de confianza en Francia convocada por el primer ministro para el próximo lunes. Además hoy en Brasil ha comenzado la fase final del juicio al expresidente Jair Bolsonaro. Vamos a analizar cómo ha sido este primer día en una entrevista. Y también estará con nosotros el director del think tank Roraima para hablar de las elecciones en Guyana.Además acaba de hablar el presidente Donald Trump y nuestra corresponsal nos va a contar enseguida lo más destacado. Escuchar audio
No episódio de hoje vamos adentrar nas histórias, mitos e memórias que moldam o território de Roraima, o último território federal a se tornar estado do Brasil. O Estagiário Rodolfo conduz sua narrativa a partir do Monte Roraima e das tradições dos povos indígenas, revisitamos lendas ancestrais como o mito da Árvore da Vida, que explicam a origem dos rios, das frutas e dos ciclos naturais. Entre história, geográfica e espiritualidade, nesse episódio vamos refletir sobre a importância da história indígena para compreender o presente e repensar nossa relação com a natureza, o tempo, a cultura e até o futuro do planeta. Campanha de financiamento coletivo: https://apoia.se/fronteirasnotempo Artes do Episódio: Augusto Carvalho Dica do Giro Fronteiras no Tempo: Historicidade #59 Diacuí – a cinderela brasileira Fronteiras no Tempo: Historicidade #57 A queda do céu: escrita e história indígenas Fronteiras no Tempo #75 Questão indígena na história do Brasil Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Selo saberes históricos Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #44 O Reino de Prestes João. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva e Rodolfo Grande Neto. [S.l.] Portal Deviante, 12/08/2025. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=65529&preview=true Expediente Produção Geral, Host e Edição: C. A. Arte do Episódio: Augusto Carvalho Trilha Sonora Start Vacuum – Karneef Música Indígena - Creative Commons What If So Then – Karneef Canto de Conmemoración – Chamanes Yanomami – Amazonia Brasil Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Alexandre Garcia questiona se os representantes eleitos realmente representam o povo ou se estão submetidos a partidos e interesses econômicos, defendendo o voto distrital como solução. Denuncia um repasse de quase R$ 16 milhões do Ministério do Trabalho a uma ONG ligada ao PT para atuar em Roraima, levantando suspeitas sobre o uso do dinheiro público. Comenta a resistência ao aumento do IOF e a pressão de setores da economia e do Congresso contra a medida do governo.
Marcel Rizzo explica os bastidores da eleição de Samir Xaud para novo presidente da entidade, a movimentação dos clubes no meio deste processo o que deve mudar (quase nada) na gestão deleSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, o PodDelas PodCast recebe um trio cheio de humor, deboche e autenticidade. Um verdadeiro fenômeno da internet! Eles dominam as redes, estão bombando no YouTube e ainda conciliam com carreiras individuais. Se separados já causam, juntos é simplesmente imperdível!Os convidados são os apresentadores do “Pograma”, um dos programas mais irreverentes e “nonsense” da internet brasileira. Misturando fofoca, exposed, tretas, pronunciamentos e muita torta na cara, eles entregam tudo o que a internet ama e ainda parecem dividir o mesmo neurônio!Diretamente de Recife, São Lourenço do Oeste e Roraima, eles conquistam com carisma, sinceridade e muito riso. Com vocês, Sofia Santino, Doarda e Ciclopin--------------------------------------------------------------------------------------✅ Canal de Cortes Oficial - https://www.youtube.com/channel/UCab-x2Tf0zK3WLkKXG9Ot5Q✅ Instagram Oficial @poddelas - https://www.instagram.com/poddelas/✅ Facebook Oficial - https://m.facebook.com/POD-DELAS-101517452551396/✅ Shorts - https://www.youtube.com/channel/UCItcEi_6J6l2iuhABXq1OTg✅ PodDelas Melhores Momentos - https://www.youtube.com/channel/UCYa1bLsG-RumuKrrznSdRHg✅ Playlist oficial com todos os episódios - https://youtube.com/playlist?list=PLXEx5PB_zX1qkkx06VRZFepiRHheozMSRANFITRIÃ: