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Teremos um novo controlo americano agora no estreito de Otranto? Não é do Donald mas da Ivanka e do seu marido Kushner, com ligações a outros players dos conflitos militares atuais. O mundo geopolítico está a ser disputado ao metro quadrado, e os caminhos comerciais estão a ser tomados a uma velocidade nunca vista. Descobre tudo no Bitcoin Talks. BYBIT: Escolha nº1 do momento = Exchange + Cartão Cashback https://partner.bybit.eu/b/AVPBYBIT CODIGO: AVPBYBIT Como recebo a recompensa de €20 em BTC? https://www.bybit.eu/pt-EU/promo/campaign/CryptoCup_2026/?affiliate_id=147774 CRIPTO START A formação para iniciares nos investimentos em criptomoedas por um valor de um jantar fora. 10 horas de formação - 1 live para dúvidas. Do zero ao 100 em criptomoedas, descobre o curriculum aqui. https://schoolofself.pt/courses/cripto-start/ Se queres assinar a minha newsletter 7 passos para investir - este é o link: https://marketing.egoi.page/4e9e7ZKZ/signup?= JUNTA-TE À NOSSA COMUNIDADE DISCORD:
#3em1Agro - confira os destaques desta sexta-feira (08/05/26):➡️ Brasil vira destino nº 1 da China em investimento no mundo. Saiba onde estão concentrados os recursos. ➡️ Lácteos: importação sobe quase 35%. Teremos novo recorde em 2026?➡️ Duas semanas após a Agrishow: crédito para máquinas agrícolas saiu do papel?➡️ Risco de geada: Saiba quais regiões podem ser atingidas!*Kellen Severo, jornalista Agro
A base de uma vida plena começa na gratidão aos pais. E ela não é apenas um gesto de educação ou carinho, mas uma prática espiritual profunda que transforma sentimentos, cura relações e fortalece o nosso interior.Neste episódio do SNICAST, a Preletora em Grau Sênior Maria Dalvaneide de Oliveira Araujo conduz uma reflexão sensível e prática sobre como olhar para os pais com um novo entendimento, valorizando tudo aquilo que recebemos, independente das circunstâncias. Afinal, ao reconhecermos a vida que veio por meio deles, despertamos uma energia de amor, respeito e conexão com a própria origem.#SNICAST #SeichoNoIe #Gratidão #GratidãoAosPais #SeichoNoIeNaPrática #Autodesenvolvimento| Conheça o Programa Mulher Plena! Para mais informações acesse o site: https://snibr.org/mppod;| Os livros-textos deste episódio são: Buscando o amor dos pais; Um futuro brilhante nos espera; Para adquirir e estudar ainda mais, acesse: https://snibr.org/livrariapod;| Para encontrar a Associação Local mais próxima de você, acesse: https://snibr.org/pod_onde_encontrar;| Quer começar a praticar a Meditação Shinsokan, mas não sabe como? Conheça a Meditação Shinsokan guiada: https://rebrand.ly/shinsokan_7min;| Acompanhe também as nossas redes sociais para mais conteúdos e novidades: https://rebrand.ly/FaceSNI (Facebook) e https://rebrand.ly/instaSNI (Instagram)___________________________________ Está passando por alguma situação difícil e quer uma orientação pessoal da Seicho-No-Ie? Mande um e-mail para orientacao@sni.org.br ! Teremos prazer em ajudá-lo(a)! Muito obrigado!
Hoje vamos receber o missionário Bruno Camera.Teremos um momento para refletir sobre a grande importância das Missões no avanço do Evangelho ao redor do mundo.E, principalmente, vamos entender como nós podemos fazer parte dessa missão hoje e impactar a vida eterna de milhares de pessoas.
Por ano tem um ciclo de 84 anos, significa que a cada sete a oito anos ele muda de signo. Agora urano vai transitar por gêmeos. Teremos a inteligência artificial e a tecnologia dando um salto como nunca aconteceu até agora na história da humanidade. Ao mesmo tempo o caos está posto como foi 84 anos atrás quando tivemos a Segunda Guerra Mundial. Toda vez que o urano passa por gêmeos os Estados Unidos entra em guerra.Para solicitar a leitura do seu mapa astral acesse Saimagos.com ou mande mensagem pra (11) 96690 6266. Mas agora só tem vagas a partir de julho e em breve as pessoas vão ter que esperar em torno de um ano pra agendar comigo.
Varal Celeste está no ar!E aí, cruzeirense, tudo bem com vc?No episódio de hoje, tivemos:Pré-jogo — Cruzeiro x GrêmioProvável escalação.Atletas ausentes.Preocupações.Lucas Romero e KJ de volta? Se tiverem condições, pode ser uma boa, mas, caso contrário... melhor não.Teremos a troca de goleiros?A volta dos poupados.Portais de notícias: Globo Esporte — Cruzeiro Deus me Dibre — Cruzeiro No Ataque — Cruzeiro Itatiaia — Cruzeiro O Tempo — Cruzeiro SamucaTV Central da Toca FB TVE aí, curtiu o episódio?Compartilhe com a galera!Se cuidem, pessoal!Abraços!Redes sociais: Twitter pessoal: @VaralCeleste Instagram da coleção/podcast: @varalceleste
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PROGRAMA ENCONTRO COM O PASTOR - Significado de cada celebração que teremos nos próximos dias - 01.04.2026
No Semana NFL desta semana, Fernando Nardini e Deivis Chiodini falam sobre a possível troca de Myles Garrett e detalhes se Mahomes já treinando. Teremos também Gui Cohen falando sobre arbitragem e analisaremos o Draft na NFL. Vem com a gente! Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Teremos uma concentração de sete planetas no signo de Áries. É um mês explosivo em todos os sentidos. Todo mundo com os humores inflamados. Muito importante você acompanhar o passo da lua a cada dois dias e meio pra te ajudar a regular o humor. A seguir o horóscopo para os 12 signos do zodíaco e também o link pra acessar os grupos Abril chega como um ponto de ruptura
O Parlamento Europeu aprovou, esta quinta-feira, 26 de Março, um conjunto de medidas que reforçam a política de regresso de migrantes em situação irregular na União Europeia.O docente da Universidade de Coimbra, Pedro Góis, considera que o recente acordo representa “uma das mudanças mais importantes na política migratória europeia”, mas levanta sérias dúvidas quanto à sua eficácia e impacto nos direitos humanos. O Parlamento Europeu aprovou, esta quinta-feira, 26 de Março, um conjunto de medidas que reforçam a política de regresso de migrantes em situação irregular na União Europeia. O novo enquadramento prevê o aumento das deportações, o endurecimento de sanções para pessoas com ordens de saída e a possibilidade de criação de “centros de regresso” em países terceiros, destinados a acolher migrantes cujos pedidos de asilo tenham sido rejeitados. Com 389 votos a favor, 206 contra e 32 abstenções, o processo pode assim avançar para negociações com os Estados-membros no âmbito do pacto migratório europeu. A primeira ronda das negociações com a presidência cipriota do Conselho da União Europeia deve realizar-se em breve. O sociólogo e docente da Universidade de Coimbra, Pedro Góis, considera que o recente acordo representa “uma das mudanças mais importantes na política migratória europeia”, mas levanta sérias dúvidas quanto à sua eficácia e impacto nos direitos humanos. Aprovado com larga maioria, o novo enquadramento prevê o aumento das deportações, sanções mais duras para quem não cumpre ordens de saída e a possibilidade de criação de centros de regresso em países terceiros. Para Pedro Góis, o ponto de partida da reforma é claro: “o sistema actual de retorno de facto não funciona”, sublinhando que “apenas 20 a 25% das decisões de retorno são efectivamente executadas”, número que se mantém há cerca de uma década. Apesar disso, o investigador questiona a solução encontrada. “Há aqui uma leitura errada do momento que a Europa devia viver”, e acrescenta que a proposta surge num contexto de “percepção muito negativa sobre a migração”, o que abre espaço a medidas mais restritivas, ainda que potencialmente ineficazes. Segundo o sociólogo, o acordo traduz “uma cedência à ideia de que o sistema tem de ser mais coercivo e mais rápido”, impulsionada sobretudo por forças políticas à direita. Esta decisão “muda a agenda migratória”, num momento em que a União Europeia continua sem políticas comuns de integração, mas avança com uma estratégia conjunta de rejeição e retorno. Ainda assim, alerta que os principais obstáculos ao retorno não são legais, mas estruturais. “Se não existir cooperação dos países de origem, eu não tenho para onde enviar estes cidadãos”. A isto somam-se dificuldades na identificação dos migrantes e a complexidade administrativa entre os 27 Estados-membros. Um dos pontos mais críticos prende-se com a criação de centros de retorno fora da União Europeia. Para Pedro Góis, esta solução coloca os migrantes “numa zona cinzenta”. “Quem vai defender juridicamente estes migrantes? Quem vai defender os seus direitos fundamentais e os seus direitos humanos fora do espaço europeu?”, questiona. O especialista lembra que estamos a “falar de famílias, de crianças, de jovens menores de idade, de idosos, de pessoas doentes. Como é que eu vou resolver, na prática, todos estes casos?”, uma questão que, considera, o acordo não responde. Quanto ao impacto dissuasor das medidas, Pedro Góis prefere cautela. “Teremos que aguardar para perceber”, muitas vezes a realidade contraria a retórica política. Aponta o exemplo de Itália, onde o fecho de fronteiras acabou por colidir com a necessidade de mão-de-obra. O docente reconhece que o acordo representa “um retrocesso em termos de direitos humanos”, ao mesmo tempo que constitui “um avanço em termos de políticas europeias”, por impor uma linha comum aos Estados-membros.
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 Começando mais um Ulrich Responde00:30 Começo do corte na taxa Selic: até quanto esse corte é saudável? 07:13 O Banco Central antecipou um possível fim da guerra ao cortar os juros? 11:48 O Copom falou tudo, mas não disse nada no último comunicado? 12:36 Petróleo alto é do interesse de Trump para ajudar sua indústria e afetar a China? 16:05 Quanto tempo a cadeia de suprimentos aguenta antes de um colapso de derivados? 21:40 Cenário de inflação e intervenção do Tesouro em leilões de títulos. 22:45 Daniel Vorcaro é um "Epstein brasileiro"? 26:47 A imoralidade da usura e a cobrança de juros sobre o trabalho futuro. 32:22 Eleição de Flávio Bolsonaro teria força para baixar os juros ainda este ano? 33:48 Em relação à corrupção, os dois lados (PT e Bolsonaro) possuem telhado de vidro? 37:58 Além das petrolíferas, quais setores se beneficiam com a subida do petróleo? 38:00 Existe correlação real entre a alta do petróleo e recessões econômicas? 38:16 A Inteligência Artificial pode resolver o problema do cálculo econômico de Mises? 39:03 Essa alta do petróleo pode desencadear um crash maior que 2008?39:13 A Petrobras está em uma situação similar ao período 2014-2016? 42:34 Interromper ataques ao Irã seria a melhor saída para os EUA? 43:57 Dicas para quem está começando a investir em Bitcoin e ETFs44:42 Qual a dificuldade da Marinha Americana em proteger o Estreito de Ormuz? 46:53 Existe algum candidato político hoje com visão anarcocapitalista no Brasil? 47:27 Teremos o Cristo Redentor "decolando" na capa da Economist em 2027? 49:43 Vale a pena se alavancar com juros suíços a 0% para investir? 50:22 O governo atual está desesperado com as eleições de 2026? 51:10 O Brasil possui um plano claro para situações globais como guerras? 53:08 Teremos opções de compra e venda de OranjeBTC (OBTC3)? 53:21 Trump sofreu chantagem para bombardear o Irã por causa do caso Epstein? 53:42 Semelhanças entre Vorcaro e a história de John Law?55:30 Campanha "Ulrich Ministro da Fazenda".55:35 Lado motivacional: como lidar com as notícias e o mundo atual.
Os temporais deixaram muitas praias quase sem areia, com rochas à vista. Será que a areia regressará até ao Verão? Será por causa da subida do nível do mar? Ou a culpa é das barragens e dos esporões?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os temporais deixaram muitas praias quase sem areia, com rochas à vista. Será que a areia regressará até ao Verão? Será por causa da subida do nível do mar? Ou a culpa é das barragens e dos esporões?See omnystudio.com/listener for privacy information.
“Veio-me à cabeça a imagem do general Garibaldi quando, ao partirem de Roma, disse aos soldados que lhes oferecia sede e calor durante o dia, fome durante a noite e perigo a toda a hora…” Isto serve como impulso se nos viramos para aquele outro lado do qual só recebemos notícias quando algo da ordem da catástrofe nos faz sentir como a realidade é hoje outro nome para o esquecimento. Esses lugares por onde anda a monte, sem prece que o alcance, e a coçar-se contra tudo o deus dos secretos, senhor de vidas inesperadas, que não quadram, não encontram rima neste mundo, mas são contíguos a desertos, serras floridas, e mato agreste, afiados instintos de tanta dar caça a bichos difíceis de explicar, enumerar, armar ciladas aos pássaros, naças aos peixes no mais fundo rio, pescarias ali onde o rio faz d'água uma mansa colheita, e às vezes distraído num gesto mais largo, molhava n'água amara, e compelia/ a recolher a roxa tarde e breve”, depois servia-se da capela abandonada como despensa, usava os santos quebrados para esfacelar a carne. Chamam casa a estes lugares que começam onde se chama campo ao que mais ninguém quis. Tudo saqueado, vendido, traído, tudo roído por uma angústia esfomeada. “Vês o tempo como foge/ que parece que não toca?” Como querem então fazer deste tempo qualquer coisa que se sinta, que de si possa fazer exemplo, deixar algo em conserva, penetrar com um perfume apenas seu esses esforços de memória? “Correm os nossos tempos de maneira,/ Antes no mal parece que estão quedos,/ por mais que mude o sol sua carreira,/ Tantos os males são, tantos os medos,/ Que não há vale cá, não há ribeira,/ Por onde soem já cantares ledos;/ Dos tristes ouvi esses, entretanto/ Dará o céu matéria a melhor canto.”… Há tanto tempo já que não cantamos, e parece até que grão mal adivinhamos. Parece que erram buscando saber o que vão por aí inda dizendo os poetas, mas estes, pior que as silvas, têm só esta estratégia de viverem virados para si mesmos, fazendo o seu, como quem oferece caução, sem levantar ondas, e depois esperar que se insista nesse triste enredo que foi o da eternidade, como se eles disso tivessem notícias mais do que as enfermidades de retardo que nos servem de quotidiano. “O vosso Tejo vai de sangue tinto./ Tal vai o nosso Douro, tal o Lima,/ E vão ainda pior do que te pinto./ Aquele que mais pode não estima/ Entrar por onde quer, saqueia tudo,/ O fogo traz na mão, a maça e a lima./ O dono do curral há-de ser mudo,/ Se não quer, em soltando uma só fala,/ Provar com dano seu, seu aço agudo.” Só vagos ventos sem origem nem nenhuma espécie de sentido andam pelos fundos da língua, a fazer que vivam antigas imagens, muito repetidas, muito usadas para ajudar a despertar fantasmas um pouco mais doces, como o dessa Leanor descalça, que vai pela verdura até à fonte e… “A talha leva pedrada,/ pucarinho de feição,/ sai de cor de limão,/ beatilha soqueixada; cantando de madrugada,/ pisa as flores na verdura:/ Vai fermosa e não segura.” O campo hoje é mais um enredo que o ouvido capta escutando os ecos na sua intimidade ajeitados a modos bravios fazendo por se reproduzirem. “O maravilhoso move-se tão próximo/ das casas sujas e decrépitas…” E o que temos nós ainda de ligação com isto, ainda somos capazes com o nosso peso de assentá-lo em qualquer pegada que faça florescer a verdura? Somos vistos lá onde o tempo se faz outro de tão longe, e temos alguma semelhança muito lavada com esses de olhos castanhos, a tez soleada, a fala cantada de só saber das coisas o recorte emprestado pelo ar. Outros ouvirão falar de um país esquecido, entregue à sua bárbara implosão, num mundo entregue ao desaire de envelhecer, enrijar, ossificar-se sem mais distracção que a própria destruição… Essa é a sua musa, e desperta nele uma intenção terrível, a de um mundo que deita um olhar envilecido a tudo o que de fora só vem para roubar-lhe a paz, incomodá-lo. Eram mentira os idílios, e mesmo desses lendas cheias do unto verboso foi tendo outra impressão… “Um dia vi o amor – era medonho:/ tinha olhos convulsos de anjo bêbado/ e a máscara do ódio.” Os que eram daqui, de tanto se desfazerem contra os trabalhos ordinários que aos demais serviam de ilustração, impulsos para que a lira se entregasse às suas perras entoações, tão fartos de terra, de séculos sentindo os ossos lentamente esmagados contra ela, com vergões e cicatrizes herdadas na pele, e nenhum entusiasmo por esses nomes que a nós nos sabem a mel e cheiram a madressilva. Mal se puderam ver livres de tudo isto, deram cabo dela e de tudo o que lhes lembrasse, nesse crime passional de que fala o Rui Lage. Preferem-lhe tudo o que sirva para enforcar a vista, essas grandes casas, edifícios que fecham a vista, escondem o horizonte, empurram o olhar para longe de todo o céu, fartos-fartos da terra, das infinitas extensões que lhes causavam vertigem pois só viam o imenso trabalho que tudo isso lhes dava. Se nós vamos ao campo em passeio, gozar do prazer de ver a terra presa aos astros, alguns vêm a ígnea tela bárbara de espanto, conhecem os infinitos cansaços de “um povo que vivia a suicidar-se, arando a terra, abrindo a derradeira cama”. Esse povo que hoje nos custa reconhecer como a nossa mais funda tradição, povo para quem o trigo é pão em flor, povo para quem a verdadeira flor era o pão. E é deles sobre nós que sentimos assentarem como uma esparsa maldição esses olhos rasos de um espanto podre, vozes misturadas ao silêncio, um engolir a seco nas serras onde irá a enterrar por estes dias o último pastor, lugares à morte entregues todo-ouvidos. Esta a corografia que se apropriará dos nossos restos, o país das “cabras e carrascos”… “É no teu chão dorido/ Que gasto, em paz, os cascos/ Deu fauno envelhecido…” Escreva-se o requiem, então, sendo certo que de nós nada irá notar-se que não comece ali, que se esboce entre aquela névoa: “A morte/ em flor/ dos camponeses/ tão chegados à terra/ que são folhas/ e ervas de nada/ passa no vento/ e eu julgo ouvir/ ao longe/ nos recessos da névoa/ os animais feridos/ do Início.” Tão poucas páginas daquilo que se resolve antologias fazem ferida como esta. Um pó que soa, um brilho que nos chama para a infinidade dessas noites em que não havia mais que acumular o resíduo de estrelas, vê-lo pairar, como uma essência estranha àquela terra que se fazia sentir com a sua imensidão nos corpos, o peso deles também a decompor-se, sem dar notícia, nesse pouco som enfrentando os currais sem gado que ruíram de pobreza. O sofrimento é a única história, mas desta talvez só o musgo dê, “em seu discurso esquivo de água e indiferença alguma ideia disto”. E, por isso, neste tempo que é sempre depois, só nos resta passar por lá em prosa, para não nos entregarmos a essa inane torpeza de quem canta seja o que for, e se põe a soprar aos pés de um enforcado a ver se o faz balouçar… O enforcado de quem ainda alguns têm muita vergonha… “No gesto suspensivo de um sobreiro,/ o enforcado.// Badalo que ninguém ouve,/ espantalho que ninguém vê,/ suas botas recusam o chão que o rejeitou.// Dele sobra o cajado.” É uma forma de dizer mal disto tudo, outra é lançar um fósforo e rir-se ao vê-los naquela dança dos noticiários, estes que só sabem soletrar o desastre quando o campo, a paisagem deles, surge carbonizado. Quando já não é possível trocar coisa nenhuma por nada que valha. Um fim muito claro, muito fácil de entender, traduzindo em cinzas aquilo que de outro modo não era senão “um pó que nem se palpa/ na peneira do mundo”. E de toda aquela história resta o quê? Além da dúvida de um tempo incerto, sem ciclos, sem estações sequer, os campos tão sós… “Tão longe/ dos homens, as largas plantações, ermos/ sem lar, sem fumos, sequer sem espectros/ dos antigos habitantes vivos.” Aos poucos o bucolismo já não aguenta canto seja de que espécie for, morrem as espécies e só se gera já “crias das bestas e dos homens”, um hálito desolador e “oposto ao antigo sopro do Génesis; que gera/ criaturas como se meramente simulasse/ a vida. E a paisagem torna-se aparência,/ semente simulacro e armadilha”. Teremos, então, de nos contar não tanto com os resíduos de estrelas, que já quase não se vêem, mas com os resíduos do campo: “É o oco interior de alguns/ quintais. O bailado surdo/ e brusco das asas/ da galinha./ A caleira podre aonde/ chora um pingo/ – o derradeiro.// É o mundo minúsculo/ dos canteiros; a vida/ nos degraus da planta; a sesta/ de uma gata que por acaso/ insiste em ser novelo.// É este chão cinzento./ A carne entumescida das paredes./ As espinhas reunidas/ do que foi um peixe.// E as armas toscas de matar/ o tempo: colheres, comida, insectos que tentam/ (ao menos) um mundo/ irrequieto./ É a noite que tem as mãos/ suspensas sobre um alguidar/aonde bóia o dia/ pequeno/ de todas as crianças.// Em certas casas constroem-se/ filhos: a música suave/ que se ouve nas camas./ Resíduos da canção/ a única/ que este povo/ ainda sabe/ e canta.” E com este balanço todo que levamos, colhido na mais recente antologia da poesia portuguesa que nos ofereceu Rui Lage, aquela que reza sobre os campos afinal tão infelizes que foram mantidos até meados do século passado num epílogo do Neolítico, parece que deste lado já estamos safos. Mas, entretanto, se a natureza só é vista em trânsito, cada vez mais embaraçada, a vida cedeu toda ela a um comércio passageiro, e se antes Deus se pagava com o seu próprio dinheiro (lombarda, vinho, feijão-verde e batata nova entre outras espécies), agora parece que a própria vida lírica está inteiramente nos velhos, os que tendo memória de outro mundo, estão invadidos de um infinita suspeita, e tossem, conspiram contra este com uma militância certamente desencantada, mas talvez já só haja algum encanto em ser contra. “Sempre se busca alguma espécie de/ mortal eternidade e a escolha/ da terra é a melhor// forma de amar um tempo destinado/ a mostrar que a linguagem por mais/ ninguém usada// como poesia/ o mortal corpo de quem/ a usou há-de por fim dilacerar”. De resto, que resta? Talvez já só esse resíduo de alvoroço, andar para trás e recompor com toda a dificuldade uma pequena porção de toda aquela dor, emocionar-se diante de algo como um arado, que hoje adquire as feições de um passado remoto, mais parecendo o seu esqueleto. Contra a tecnologia toda que se alimenta de nós, espantar-se diante desse ser já sem mundo… “A mecânica do arado é rudimentar,/ clarividente e sóbria. Nada tem/ em demasia: o que a função requer/ e nada mais.// No perfil eficiente do arado/ há qualquer coisa de navalha, qualquer coisa/ de falo em riste, em transe de fecundar.// de facto, noutros tempos,/ era o arado que rasgava a terra,/ fazia dela um ventre aconchegado –/ cenário certo para o deflagrar da vida/ que vai dentro das sementes.// isto foi no tempo em que havia agricultura/ nos gestos quotidianos dos homens/ e das mulheres.” Agora, o campo na linguagem parece também ele algo que se trafica na sua versão transgénica. Vemos aquele talento para combinar os termos e favorecer um apelo rústico, na poesia como na gastronomia ou nos empreendimentos de turismo-rural… Os poemas dos nossos neo-bucólicos, estão cheios de tojo, restolho e urze, giestas, estalidos, de folhas secas, água a correr, das vozes distantes que chamam dos quintais, e das “casinhas/ com papás, vovós e manos, talvez/ com uma sentida perda/ de um talher à mesa e uma/ horta, couves, alfaces, a doméstica/ economia dos quintalórios/ com um cão cativo a ladrar/ à sina e à honestidade das batatas/ que as mães ou avós ainda esmagam/ na sopa com uns pingos de azeite e/ enfado. Pequeno país do/ gasóleo e futebol, memórias/ de mercados e feiras buliçosas,/ de escolinhas rústicas, agora desertas,/ com a cruz e os presidentes na parede,/ pequeno país de bravia/ palavra, sofrida crueza/ de mato ardido e estrumes, sucatas,/ detritos, o hábito endurecido dos/ pequenos holocaustos/ diários.” E para que mais queremos o espaço, a terra, o país propriamente, esse que serve de luxo de passagem, com todas essas aldeias com abismos e alguma ribeira ao fundo. Carbonizadas aldeias que parece que se deitaram para sempre, e estão por aí como ruínas de embalar, “como se nenhum de nós conseguisse entrar nesse obscuro mundo de leis e direcções invisíveis”. E olhamos para tudo isso e aqueles que lhe escaparam de algum modo talvez se sintam como se reconfortados, como se não pudesse mesmo haver volta, e não quisessem daquele mundo outra coisa além desse “mecanismo triste/ movendo a boca breve”. E o fogo talvez seja a última honestidade de que somos capazes. Talvez, de algum modo, nós sejamos toda a destruição que sonharam e convocaram essas tantas gerações que ali no campo “nasciam, penavam e pereciam no anonimato e no isolamento mais cru”, como nos diz Rui Lage. “A luta pelo pão de cada dia exauria a força vital, conduzida para o braço que fazia descer a enxada e o mangual, que pilotava o arado, que cegava as espigas no braseiro do estio e tocava o gado pelos montes. Do berço à cova, a existência do camponês compunha-se de agruras e privações inumeráveis. Ninguém disse tal condição em verso tão cortante quanto Gil Vicente, pela voz do lavrador da Barca do Purgatório (1518): ‘Sempre é morto quem do arado/ há-de viver'. Afinal, nesse auto medial da trilogia das barcas, o Lavrador anuncia-se ao Anjo não como debutante da morte, mas como seu veterano: ‘Da morte venho eu cansado'. Séculos a fio, o adeus aos campos infelizes foi um gesto vedado. A aldeia fazia as vezes de um cativeiro sem grades.”
Neste Criptacast vamos falar sobre o novo remake de Fatal Frame 2: Crimson Butterfly! Anunciado em setembro de 2025, e com a data de lançamento anunciada durante o State of Play do Japão em novembro de 2025. O jogo está previsto para ser lançado no dia 11 de março deste ano, 2026. O que podemos esperar desse novo remake? Teremos remake de outros jogos da franquia? Vai rolar um Fatal Frame novo? Essas e outras discussões você acompanha aqui com a gente!..Nos sigam em nossas redes sociais:InstagramTwitterTiktokYouTubeSiteConheça o nosso canal de notícias no Telegram, o CriptaNewsMúsicas do episódio:Cool Powerful Hard Rock - EmmraanFallen in battle - EmmraanScary Horror Music - DeloSoundStranglehold - EmmraanEnergetic Indie Rock - UNIVERSFIELDWays of the Wizard - Geoff Harvey...#PodcastDeTerror #fatalframe#CriptaCast #ZonaSombria #koeitecmo #fatalframeII #fatalframecrimsombutterfly #horrorasiatico #games #jogosdeterror
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 – Começando mais um Ulrich Responde 00:08 – Atualizações Caso Master e Dias Toffoli 04:55 – A liquidez global e o ciclo econômico atual são sustentáveis até o fim do ano? 08:25 – Ativos dolarizados protegem contra a perda de poder de compra da moeda? 11:12 – Existe juro real positivo no Brasil ao descontar a expansão da base monetária? 15:19 – As regras de Basileia III no Brasil e a alocação de Bitcoin por bancos 18:12 – IPOs de empresas como SpaceX e OpenAI poderiam marcar o topo do mercado? 20:59 – O Clarity Act e a proibição de rendimentos em stablecoins nos EUA 21:59 – A China e a suposta descoberta de princípios para a formação de ouro artificial 23:50 – Por que o alarmismo e a demonização do Bitcoin aumentam durante as quedas? 26:04 – A "espiral da morte": o orçamento de segurança do Bitcoin está fadado a encolher? 30:43 – Faz sentido comparar o gráfico histórico do Bitcoin com a mania das tulipas? 33:24 – Como o Bitcoin se comporta em um cenário de dólar fraco e expansão de M2? 34:59 – Por que bancos chineses estão reduzindo a exposição aos títulos do Tesouro dos EUA? 36:46 – Você investe em ações brasileiras? ETF ou Stock pick?37:07 – O governo pretende taxar stablecoins e criptoativos com IOF? 38:06 – Warren Buffett está fazendo "market timing" ao acumular recorde de caixa? 39:32 – Previsão para a Selic no fim de 2026 e o cenário de caos no governo 40:39 – Qual o momento de sair da bolsa brasileira?41:25 – Como a China segura o câmbio contra o dólar, mas desvaloriza contra o ouro? 42:56 – A OranjeBTC (OBTC3) pode criar mecanismos de rendimento para o acionista? 43:45 – Inteligência Artificial: a nova internet ou uma evolução com limitações? 44:56 – Teremos mais dias tenebrosos no escândalo do Banco Master? 45:32 – Stablecoins são uma inovação real ou apenas hype com dias contados? 46:00 – Existe solução jurídica para o Brasil diante de tanta corrupção? 46:07 – Por que pessoas de esquerda tendem a odiar ou desconfiar do "mercado"? 47:28 – Cursos sobre ciclos de mercado e economia real 47:47 – Recomendações de canais e autores estrangeiros de macroeconomia 48:32 – A reforma trabalhista da Argentina50:16 – Como não se desanimar com a impunidade e os escândalos da República?
O carnaval de 2026 em grande parte do Brasil deve ter calor, com períodos de sol e pancadas de chuva rápidas, principalmente entre a tarde e à noite. Mesmo nas capitais onde a chuva pode aparecer com mais frequência, a tendência é de intervalos de tempo firme ao longo do dia. Em alguns locais, a chuva pode cair mais de uma vez no mesmo dia, mas geralmente de forma passageira. Em entrevista à Rádio Eldorado, Maria Clara Sassaki, especialista em meteorologia da Tempo Ok, explica que o corredor de umidade, que foi responsável por toda essa chuva no sudeste, vai se desconfigurar e teremos o cenário típico de verão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mais um conteúdo no ar! Fred Figueiroa e Cássio Zirpoli analisam os motivos para problema na indefinição do local da partidade de ida da Semifinal do Pernambucano 2026. Afinal, de quem é a culpa? Confira isso e muito mais. Na técnica, Gabriel Costa. Ouça agora ou quando quiser!
Um dos homens que mais trabalha de perto com a renovação do tênis brasileiro, o gaúcho Eduardo Frick reconhece a entressafra de momento, mas vê com bons olhos a nova geração e acredita que o treinador de alto rendimento ainda está em fase de aprimoramento.Na conversa com o editor José Nilton Dalcim, Frick fala sobre a recente Copa Davis contra o Canadá e da parceria firmada entre a Rio Tennis, onde é o gerente geral, com a academia de Patrick Mouratoglou: "Teremos uma base na Europa", destaca.
António José Seguro foi eleito Presidente da República com 66,8% dos votos, derrotando André Ventura (33,1%) e alcançando a maior votação presidencial em 50 anos de democracia. No rescaldo, o politólogo Pedro Magalhães sublinha que o resultado combina mobilização do eleitorado socialista, voto útil e procura de moderação num contexto de polarização. E desvaloriza o impacto da margem no exercício do cargo: “ganhar por um voto ou por milhões não vai fazer assim tanta diferença”. António José Seguro foi eleito Presidente da República com 66,8% dos votos, derrotando André Ventura, que ficou pelos 33,1%. O antigo líder socialista mais do que duplicou a votação da primeira volta e torna-se, segundo os resultados oficiais, o presidente mais votado em 50 anos de democracia. No discurso de vitória, António José Seguro prometeu um mandato “independente, exigente e ético”, garantindo que em Belém “os interesses ficam à porta”. Ventura reconheceu a derrota, mas reclamou de imediato “a liderança da direita”. Para interpretar o significado político desta segunda volta, falámos com Pedro Magalhães, politólogo e investigador especializado em eleições e comportamento eleitoral, conhecido pela leitura rigorosa de sondagens e tendências políticas em Portugal. A pergunta central, admite, continua por responder com exactidão: o voto foi a favor de Seguro ou contra Ventura? “É difícil dizer isso sem ter mais informação para além daquela que nos dá dos próprios resultados”, começa por sublinhar. Mas, diz, é provável que tenham acontecido as duas coisas ao mesmo tempo: “Teremos certamente as duas coisas a acontecer ao mesmo tempo”. Um voto “convicto” e um voto “útil” Pedro Magalhães aponta, desde logo, o comportamento do eleitorado socialista. “O voto em Seguro na primeira volta é um voto em grande medida em que se vê, por exemplo, que o Partido Socialista o seguiu de forma muito próxima”, afirma. “A grande esmagadora maioria votou em Seguro.” Mas há também outro movimento: um voto estratégico, que se tornou decisivo na segunda volta. “Naturalmente que houve em Seguro voto estratégico ou, como nós dizemos mais, como voto útil”, explica. E dá exemplos claros: “Vemos pessoas que votaram em candidatos como Marques Mendes, em candidatos como Gouveia e Melo e até Cotrim de Figueiredo em menor grau a deslocarem-se para Seguro.” Por isso, conclui: “Obviamente que é um voto de rejeição de Ventura.” Ao mesmo tempo, o politólogo sublinha que Seguro beneficiou do perfil, por vezes criticado como aborrecido, mas agora valorizado. “Há ali, na personagem política Seguro, na sua moderação, na sua ponderação, um candidato que até muitas vezes os comentadores políticos dizem que é um candidato aborrecido.” E acrescenta: “Há aí qualquer coisa que no actual contexto joga bem para muita gente.” A moderação como argumento eleitoral A polarização crescente do debate político ajuda a explicar o resultado, defende Pedro Magalhães. “Num contexto em que a política portuguesa se polarizou muito, em que há muitas posições extremas, em que a conflitualidade e até a linguagem, o discurso político se radicalizou muito”, diz, “esta figura de moderação” tornou-se um activo. António José Seguro, nota, tentou enquadrar a eleição como um confronto moral e político: “uma luta, um combate entre a moderação e o extremismo.” E, para um cargo como a Presidência, essa narrativa encaixa no imaginário institucional: “A expectativa não é de alguém que vai governar, mas sim de alguém que vai ter um papel de árbitro, um papel moderador, um papel facilitador e também de fiscalização.” A vitória esmagadora muda Belém? “Daqui a duas semanas já ninguém se lembra” A margem de vitória foi histórica. Mas, na leitura do politólogo, o efeito prático pode ser quase nulo. “A questão da legitimidade é uma questão que daqui duas semanas já ninguém se lembra”, afirma, sem rodeios. “Ganhar por um voto ou ganhar por milhões de votos tem o seu significado (…) mas do ponto de vista do cargo e do desempenho do cargo não faz assim tanta diferença.” António José Seguro pode usar o número como símbolo, admite, mas não como arma: “Do ponto de vista do exercício dos seus poderes e da sua função não vai fazer qualquer diferença.” E rejeita a ideia de um Presidente activo contra o governo: “Não há activismo contra o governo, não há nada disso.” O que espera, pelo contrário, é um primeiro mandato típico: “Procura de consenso, mais moderação.” Há, porém, um factor que pesa sempre: a reeleição. “Todos os presidentes gostam de cumprir um segundo mandato”, lembra. E por isso tendem a ajustar-se ao que a sociedade espera. “O segundo mandato depois é outra conversa porque aí estão livres.” Ventura perde a eleição, mas tenta vencer a narrativa André Ventura saiu derrotado, mas procurou rapidamente converter a derrota numa declaração de força: diz-se líder da direita. Pedro Magalhães recusa aceitar isso como facto consumado. “Ele pode reclamar a liderança da direita. Outra coisa é se a tem”, diz. “Não é evidente que a tenha.” O politólogo defende que a transformação do sistema partidário é real, mas não significa que o partido de extrema-direita Chega substituiu automaticamente o centro-direita. “É muito evidente que o sistema partidário português mudou e que o papel do Chega é incontornável”, afirma. E resume a nova geometria: “Passamos (…) para um sistema que tem claramente três grandes partidos.” Ainda assim, alerta para a confusão frequente entre blocos. “Temos três grandes blocos e, portanto, há a direita radical e há o centro-direito: não são a mesma coisa". Lembra que eleições presidenciais não são legislativas: “Isto não é uma eleição legislativa.” Por isso, o resultado pode iludir. “Nós sabemos, por exemplo, que para algumas pessoas que votaram na AD e que votaram em Cotrim de Figueiredo votaram em Ventura”, diz. Mas acrescenta o essencial: “Não é evidente que essas pessoas em legislativas votem no Chega.” A conclusão é quase um aviso: “Nós não podemos confundir isso com os factos.” E as legislativas? “A mudança estrutural já ocorreu” Questionado sobre se este resultado pode reconfigurar o sistema, Pedro Magalhães responde com prudência. “Eu não vejo esta eleição como trazendo óbvias mudanças naquilo que era o panorama que já se instalou”, afirma. E volta à mesma ideia: “A mudança estrutural já ocorreu.” Essa mudança tem nome: “o surgimento do Chega”, mas também “o novo protagonismo” de partidos como a Iniciativa Liberal e o Livre. O que vem a seguir dependerá menos de uma eleição presidencial e mais do que sempre decide eleições: “economia, problemas de corrupção”, enumera. “Esse tipo de situações que provocam flutuações no voto.” Três anos sem eleições? “Não é nada evidente” A vitória de Seguro pode abrir um ciclo mais estável? Pedro Magalhães não aposta nisso. “Em primeiro lugar, não é nada evidente que vá haver 3 anos e meio sem eleições”, afirma. E acrescenta, num tom pessoal: “Eu pessoalmente gostaria muito que fosse assim, porque trabalho nesta área (…) estamos todos muito cansados de tantas eleições seguidas.” Mas o problema é estrutural: “A outra mudança estrutural não foi só do sistema partidário, foi também da governabilidade.” A fragmentação do Parlamento tornou os governos mais dependentes de negociações permanentes: “O apoio aos governos mais dependente de factores muito mais circunstanciais.” E, apesar de o governo estar numa posição “pivotal”, a estabilidade não está garantida. A polarização complica tudo: “O Chega percebeu que se for trazendo temas que não faziam parte do nosso debate político, como imigração, por exemplo (…) esses temas polarizam muitas pessoas, tornam as negociações muito mais complicadas.” Mesmo que haja tempo político, Pedro Magalhães duvida que ele seja usado para reformas estruturais. “Os políticos e também já agora os cidadãos têm horizontes de muito curto prazo”, afirma. “Os políticos estão sempre obcecados com o que é que podem dar às pessoas no imediato.” E deixa uma frase que, por si só, resume o impasse: “Quando os políticos pedem sacrifícios para objectivos de longo prazo, ninguém acredita.” O diagnóstico final é sombrio e familiar: “Estamos presos nesta lógica de curto prazo.” E essa lógica, conclui, “não é nada favorável a consenso e a reformas”.
Por que o OURO está subindo tanto? E o Bitcoin derretendo? Em meio a tudo isso, vemos o dólar caindo sem parar e gerando muitas dúvidas. Teremos um grande CRASH mundial em breve? Assista a opinião de Gustavo Candiota, com gráficos. Comente e compartilhe com seus amigos!Hora de apertar os cintos? Não esqueçam que estamos em ano eleitoral no Brasil!
Vitor Marques, presidente da Câmara Municipal das Caldas da Rainha, garante que, apesar de vários edifícios danificados, não há registo de desalojados. Destaca o trabalho dos bombeiros no terreno. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nos Estados Unidos, Alex Jeffrey Pretti, enfermeiro de 37 anos, foi morto a tiro por agentes federais, durante uma operação de anti-imigração em Mineápolis, quando participava num protesto contra a política migratória de Donald Trump. O caso reacendeu o debate sobre o reforço da presença federal nas cidades norte-americanas e os riscos de agravamento da tensão política e institucional. Victor Ramon Fernandes, professor de Relações Internacionais na Universidade Lusíada, em Lisboa, e em Sciences Po Aix-en-Provence, analisa as implicações do reforço da presença federal em cidades norte-americanas e os riscos de escalada da tensão interna no país. Trata-se do segundo cidadão norte-americano morto a tiro por agentes federais ligados ao serviço de imigração e Controlo Alfandegário -ICE- em menos de três semanas, depois do assassínio de Renée Nicole Good, no dia 7 de Janeiro. Alex Jeffrey Pretti, um enfermeiro de 37 anos, foi morto a tiro neste sábado, 24 de Janeiro, por agentes federais durante uma operação de anti-imigração em Mineápolis, quando participava numa manifestação contra a política migratória do Presidente Donald Trump. De acordo com o responsável da polícia anti-imigração, Greg Bovino, Alex Pretti aproximou-se dos agentes armado com uma pistola semi-automática de nove milímetros, tendo resistido à tentativa de desarmamento e foi abatido em legítima defesa. No entanto, vídeos analisados pela Associated Press contradizem essa versão oficial, com imagens a mostrar Alex Pretti a segurar o telemóvel na mão durante uma altercação de cerca de 30 segundos. Durante a luta, os agentes terão descoberto que estava na posse de uma arma e abriram fogo com vários disparos. A morte de Alex Pretti gerou forte indignação pública e protestos contra a presença do ICE em Minneapolis, que se intensificaram nas últimas semanas. Victor Ramon Fernandes, professor de Relações Internacionais na Universidade Lusíada, em Lisboa, e em Sciences Po Aix-en-Provence, analisa as implicações políticas e institucionais do reforço da presença federal em cidades norte-americanas e os riscos de escalada da tensão interna no país. Trata-se do segundo cidadão norte-americano morto a tiro por agentes federais ligados à imigração em menos de três semanas. O direito à manifestação está ameaçado nos Estados Unidos? Aquilo que está aqui a ser feito é, de alguma forma, uma tentativa de controlo e de tornar o ICE, enquanto entidade, mais coesa, o que acaba por se traduzir numa espécie de perseguição a cidadãos de outros países que se encontram em situação irregular nos Estados Unidos. Naturalmente, isto está a ser feito de uma forma que pode ser considerada contraproducente, até para aquilo que são as próprias intenções dos Estados Unidos. Trata-se de uma abordagem muito violenta. O ex-Presidente norte-americano Barack Obama, que classificou a morte como uma tragédia devastadora e apelou à vigilância contra aquilo a que chamou de ataques aos valores fundamentais americanos. Os valores fundamentais americanos estão a ser atacados? Sim. Pelo menos aquilo que são os valores tradicionais pelos quais todos pensamos que os Estados Unidos se têm pautado, de forma genérica. No entanto, vale a pena relembrar o discurso recente do Primeiro-Ministro do Canadá, Mark Carney - em Davos - que veio demonstrar que esta narrativa, que vimos repetidas várias vezes - e que foi particularmente clara não só com Obama, mas também com Biden - assenta numa discursiva ligada a determinados valores que, na prática, só se aplicam quando coincidem com os interesses dos Estados Unidos. Essa intervenção veio lembrar, para quem não sabia ou para quem precisava de o ouvir novamente, que essa discursiva tem também uma componente de falsidade e que isso deve ser tido em consideração. Não vale a pena embelezar excessivamente a história dos valores tradicionais norte-americanos, porque tem havido falhas evidentes, inclusive sob presidências democratas, como aconteceu com Obama e, em particular, com Biden e não apenas com Trump. Vários políticos democratas, em Mineápolis, falam em "ocupação" e pedem ao Presidente Donald Trump que ordene a retirada de 3.000 agentes. Há o risco de a situação poder degenerar? Eu diria que, de alguma forma, já degenerou. Tivemos vários incidentes preocupantes e, sem falar propriamente de uma situação de guerra civil, é evidente que estamos perante um cenário que suscita apreensão. A continuação destas políticas e a adopção de medidas que intensificam este tipo de acções podem agravar ainda mais a situação. Estes incidentes são pouco usuais num país como os Estados Unidos. Existe o risco de uma guerra civil? Não iria tão longe. Embora não se possa excluir nada, também não me parece que a situação tenha chegado a esse ponto. Há, por vezes, uma tendência para extrapolar casos particulares para o geral de forma abusiva. Os Estados Unidos são um país muito grande e não vale a pena, pelo menos neste momento, ir por aí. O Presidente dos Estados Unidos acusa os democratas de serem responsáveis pelo caos, num verdadeiro braço-de-ferro político… Trata-se de uma sociedade que, desde há algum tempo, está profundamente dividida. Existe uma tensão clara entre duas Américas que se opõem e que se identificam, respectivamente, com o Partido Democrata e com o Partido Republicano, em particular com a ala MAGA deste último. Esta divisão e essa tensão latente explicam este tipo de situações e tudo indica que irão continuar. Por outro lado, o Partido Democrata está também preocupado em recuperar uma posição que, neste momento, não detém no panorama político norte-americano, face à situação actual do Partido Republicano. Os democratas já ameaçaram bloquear o financiamento do Departamento de Segurança Interna. Quais poderão ser as implicações para o país se isso acontecer? Se essa opção avançar, poderá dificultar, em certa medida, as opções de política do Presidente Trump. Mas vamos ver se isso acontece ou não. Tudo dependerá das decisões no Congresso. Sabemos que, no final do ano, haverá novos desenvolvimentos e que o tempo político passa depressa. Teremos de dar algum tempo ao tempo, se me é permitida a expressão. Considera que esse bloqueio pode levar Donald Trump a recuar? É difícil de prever. Donald Trump tem ideias muito fixas, mas já demonstrou no passado que entra em posições muito duras e depois acaba por recuar parcialmente. Resta saber o que conseguirá fazer no controlo dos ímpetos do ICE, que actua com a legitimidade que considera ter, atribuída directamente pelo Governo federal. Se Trump perceber que esta situação contraria os seus próprios interesses, poderá recuar um pouco, embora até agora tenha dado poucos sinais disso. As declarações de Donald Trump têm provocado várias reacções e fala-se até da saúde mental do Presidente dos Estados Unidos. Existe a possibilidade de isto terminar num processo de impeachment? Quanto às questões de saúde mental, não me pronuncio, porque não fazem parte das minhas competências e não tenho conhecimento suficiente sobre o assunto. É verdade que o tema do impeachment tem sido referido várias vezes, associando determinadas actuações a possíveis tentativas por parte do Congresso. Vamos ver se essas tentativas surgem e, caso surjam, se terão condições para avançar. Um impeachment é sempre um processo extremamente complexo e difícil. A experiência passada mostra que raramente acontece e que, muitas vezes, os Presidentes acabam por abandonar o cargo antes de o processo se concluir. Não é algo que aconteça de um dia para o outro. Pode acontecer, mas não me parece ser o cenário mais provável.
O esvaziamento da Moratória da Soja no Brasil, instrumento multissetorial de controle do plantio sobre áreas desmatadas, aumenta o desafio do país para garantir a sustentabilidade da produção brasileira. Depois de anos de pressão de ruralistas e do governo de Mato Grosso para derrubar o acordo privado, as principais exportadoras de grãos anunciaram a sua retirada do dispositivo, firmado em 2006. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Desde então, a moratória era complementar a outras medidas de controle do desmatamento da Amazônia, sob pressão pelo avanço das lavouras da leguminosa. O dispositivo voluntário uniu governos, empresas e sociedade civil no compromisso de não comercializar soja plantada em áreas de floresta derrubada depois de 2008 – ano de referência do Código Florestal, aprovado mais tarde, em 2012. Os dados de queda da devastação comprovam a eficiência da medida, salienta Lisandro Inakake, gerente de Políticas Públicas do Imaflora, entidade que promove a agricultura sustentável. “A partir de 2009 até 2022, o desmatamento associado à soja teve uma queda de 69%, em média. O esvaziamento pode enviar sinais ao setor produtivo, à fronteira agrícola brasileira que está em expansão, de que não temos mais este instrumento e, então, podemos fazer um processo de novas ocupações”, teme. Há 20 anos, as ferramentas tecnológicas de monitoramento do desmatamento eram menos eficientes, levando o setor privado a adotar mecanismos próprios para atender ao mercado internacional e, especificamente, o europeu, cada vez mais exigente do ponto de vista ambiental. Nos últimos anos, entretanto, esses padrões passaram a ser incorporados às novas legislações dos países e aos tratados internacionais de comércio, pondera o advogado Leonardo Munoz, especialista da FGV em Direito Ambiental. “Não é que a Moratória da Soja morreu. Ela foi incorporada em normas. Estamos vivendo uma fase de transição de como vamos comprovar que aqueles produtos não vêm de terras desmatadas”, afirma. “Em vez de termos um acordo comercial, eu terei Código Florestal, o Cadastro Ambiental Rural (CAR), a rastreabilidade. O problema é que a moratória terceirizava a fiscalização para o setor privado. Com a lei, essa fiscalização recai também sobre o Estado – e é aí que a coisa complica, porque nisso o Brasil sempre pecou.” Abiove e principais traders saíram do acordo O acordo incluía entidades poderosas como a Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais), que reúne gigantes mundiais do setor como Cargill, Bunge e Amaggi. Mas a entrada em vigor de uma lei estadual – depois de uma batalha judicial no Supremo Tribunal Federal – agora bloqueia o acesso a benefícios fiscais aos aderentes, causando a debandada dos signatários. O governo de Mato Grosso, maior produtor do país, e entidades ruralistas alegam que a moratória era mais rigorosa que o Código Florestal, ao impedir o plantio de soja inclusive nos limites estabelecidos pela legislação brasileira. O texto federal permite o desmatamento de até 20% da área de uma propriedade. Entidades ambientalistas, como o Greenpeace, criticaram a decisão, afirmando que “a Abiove e suas associadas optaram por abrir mão de um compromisso que ajudou a reduzir o desmatamento na Amazônia em troca de preservar seus benefícios fiscais”. Em nota, a WWF-Brasil afirmou que o esvaziamento do acordo “configura um retrocesso grave e injustificável para o setor privado e para o Brasil”. “A decisão dessas empresas enfraquece um dos instrumentos mais eficazes de combate ao desmatamento no país e expõe o próprio agronegócio a riscos crescentes”, completou o texto. “O Estado perde um aliado nessa agenda política ambiental. Sozinha, a moratória não resolve, e o Estado brasileiro continua sob muita pressão, buscando atingir as suas metas de reduzir entre 59 e 60% as emissões de gases de efeito estufa até 2035 e de desmatamento zero até 2030”, salienta Lisandro Inakake, do Imaflora. “Se você tem um sinal de que se perdeu um instrumento de ordenamento e controle dessa expansão [da agricultura em direção à floresta], isso compromete as nossas metas. Eu acredito que os resultados podem ser atingidos, mas a gente precisa de uma agenda de implementação da política ambiental brasileira.” Exigências europeias vão aumentar A retirada da Abiove ocorreu dias antes da aprovação do acordo comercial entre os países do Mercosul e da União Europeia, apesar da forte pressão de agricultores e ecologistas europeus para que o tratado fosse recusado pelo bloco. No fim deste ano, também deve entrar em vigor a EUDR, a nova lei antidesmatamento da União Europeia, que exigirá dos produtos importados pelo bloco os mesmos critérios ambientais da produção na Europa. “Eu não vejo mais razão, do ponto de vista regulatório e racional, de se cobrar pela moratória se a agenda já está de olho na EUDR. Está todo mundo preocupado com rastreabilidade e com o marco temporal de 2020 que ele estabelece”, observa Leonardo Munoz. “Isso é um movimento positivo que a União Europeia está puxando: quando ela estatiza os padrões voluntários ambientais, em normas, ela unifica vários padrões de preservação. Para o comércio internacional, é muito melhor e muito mais previsível.” O advogado salienta que aumentará o peso da responsabilidade do governo brasileiro no controle da cadeia produtiva, incluindo mais eficiência na gestão e validação dos Cadastros Ambientais Rurais e regularização de passivos ambientais. Para que a credibilidade do país como exportador não seja abalada, as taxas de desmatamento deverão permanecer baixas, mesmo com o fim da moratória. “Não vai ser meramente verificar se vem de um polígono desmatado ou não: eu vou ter que fazer toda a rastreabilidade do grão. Teremos que ver a logística, ter tecnologias”, destaca. “O Prodes e o Deter não são suficientes. Eles serão mais um instrumento, junto com o CAR, para oferecer a rastreabilidade do grão. Para atender à EUDR, a lição de casa do Estado acabou aumentando.”
Bem-vindo, ao ano de 2026 e à nova temporada do Coachitório Online! Quem nos acompanha ao longo de todos esses anos já percebeu que, neste podcast sobre pessoas carreira e liderança, nos dedicamos a trazer informação e conhecimento relevantes para nossa vida pessoal e profissional. Os comentários e contribuições dos ouvintes ajudam a formar a base para cada temporada e, assim, fico feliz em anunciar que a décima temporada do Coachitório Online vai trazer novamente "Temas Relevantes Para Carreiras Importantes". Teremos notícias, informações e fatos atualizados sobre pessoas, carreira e liderança. E mais do que isso, iremos comentar cada tema com o objetivo de mostrar como cada assunto abordado pode ajudar no seu dia-a-dia!---------------------------------------------------------------A vida é uma jornada, com várias etapas e ciclos! E depois de muito tempo trabalhando com Coaching, eu aperfeiçoei a metodologia de coaching para ajudar você a encarar os desafios e promover o seu crescimento pessoal e profissional. Descubra a Jornada e seja Coach de si mesmo!A Jornada é muito mais do que um produto digital, é mais do que uma metodologia, é mais do que ferramentas, é a SUA HISTÓRIA! Acesse: https://ponteaofuturo.com.br/jornada/
Guimarães iniciou esta sexta-feira, 9 de Janeiro, o ano como Capital Verde Europeia 2026, com uma programação que cruza compromissos políticos, acordos estratégicos e celebração cultural, afirmando-se como território-laboratório da transição verde através de iniciativas de sustentabilidade, inovação urbana e participação cívica. Em entrevista à RFI, Isabel Loureiro, directora executiva de Guimarães 26, afirma que “a transição climática não é abstracta: acontece nas cidades, no quotidiano das pessoas, e Guimarães é hoje um exemplo disso”. O que representa para Guimarães ser Capital Verde Europeia em 2026? Significa, acima de tudo, um reconhecimento da importância das cidades no que diz respeito à transição verde e à sustentabilidade, nomeadamente à sustentabilidade ambiental. Há dez anos, quando Guimarães começou a sua jornada climática, havia muito a ideia de que o problema das alterações climáticas era um problema global. Mas, de facto, também é um problema local. Com o trabalho que está a ser feito e com todos os projectos que estão elencados para o futuro, estamos a conseguir provar que é possível fazer estas transformações e ter impacto através das cidades. É por isso que Guimarães, sendo Capital Verde Europeia, será também um hub da sustentabilidade em 2026, onde outras cidades, cidadãos e pessoas de todo o mundo poderão visitar e conhecer algumas das nossas boas práticas. Em que é que se traduz esta designação de Capital Verde? Traduz-se sobretudo num esforço colectivo que foi feito e num conjunto de políticas que foram adoptadas e que alteraram o percurso ambiental da cidade a partir de 2014. Guimarães fez um diagnóstico da sua situação ambiental e, como sabe, somos uma cidade industrial, com alguns impactos resultantes dessas dinâmicas. Ao longo dos anos houve um grande investimento na educação ambiental. O programa Pegadas, por exemplo, impacta hoje 800 alunos de 88 escolas. É um programa voluntário, dirigido aos quase 20 mil alunos da cidade, com uma equipa dedicada do Laboratório da Paisagem que realiza diariamente acções de sensibilização. Traduz-se também numa alteração dos indicadores ambientais, nomeadamente daqueles avaliados pela Comissão Europeia. Guimarães apresentou três candidaturas e foi na última que conquistou este título. O que verificámos ao longo desta jornada de dez anos é que os indicadores ambientais melhoraram. Hoje, por exemplo, 97% dos nossos cidadãos respiram ar de boa qualidade. Incrementámos em 30% as zonas pedonais e criámos quiet zones. Actualmente, toda a rede de transporte público é eléctrica, o que reduz significativamente as emissões. Há, portanto, um conjunto de boas práticas que, como refere o senhor Presidente da Câmara, Dr. Ricardo Araújo, se reflectem directamente na qualidade de vida dos cidadãos. Ao longo do ano estão previstas várias iniciativas. Quais serão as áreas mais privilegiadas? A Capital Verde desenvolver-se-á em dois grandes momentos. Um deles será marcado pela realização de conferências, congressos e seminários, incluindo importantes encontros internacionais e nacionais subordinados às temáticas da Capital Verde Europeia e às áreas dos indicadores. Paralelamente, durante o ano de 2025 lançámos duas chamadas à comunidade para que pudesse propor eventos. Recebemos mais de 200 propostas, que serão agora implementadas ao longo do ano. As grandes áreas serão a água, a qualidade do ar e a saúde, não apenas a saúde física, mas também a saúde mental e a forma como o ambiente impacta a saúde e vice-versa. Abordaremos também a energia, a resiliência, o espaço público, a arquitectura das cidades e a melhoria da conectividade das áreas verdes, permitindo a circulação de pessoas e animais, preservando a natureza e a biodiversidade. Teremos ainda eventos ligados à economia circular e à gestão de resíduos. No fundo, será um programa que tocará todas as áreas elencadas na candidatura de Guimarães a Capital Verde Europeia: sete áreas ambientais e uma oitava, desenhada por nós, dedicada à democracia participativa, explorando de que forma a participação, a mobilização e a ciência suportam esta transformação. Quais serão os benefícios desta Capital Verde para a população? Quando adoptamos, por exemplo, um sistema de transporte público totalmente eléctrico, isso tem impacto nas emissões e nas partículas PM2,5, melhorando a qualidade de vida das pessoas. É um exemplo claro de como uma estratégia pública pode beneficiar directamente os cidadãos. Por outro lado, ao permitir que os cidadãos participem, desenhem e criem projectos e iniciativas, estamos a sensibilizar e a formar futuras gerações. Alterar os comportamentos? Sim. Quando falamos da população, falamos também dos sectores económico e empresarial. Na hotelaria e restauração, por exemplo, desenhámos uma declaração de compromisso que pode ser subscrita por estes estabelecimentos, permitindo-lhes identificar as boas práticas que implementam nas várias áreas de indicadores. Ao longo do ano, as equipas destes negócios receberam acções de formação e sensibilização, bem como um dístico que sinaliza aos visitantes que aquele restaurante ou hotel segue critérios ambientais. Alterar comportamentos significa também transformar os negócios, e esse é um legado importante que queremos deixar. O que é que ainda falta fazer na área ambiental? Guimarães tem uma visão clara: ser uma cidade de um só planeta em 2050. A última vez que foi calculada a pegada ecológica do município, Guimarães consumia 2,28 planetas. Para alcançar esta ambição, é necessária uma transformação não apenas do território e das infra-estruturas, mas sobretudo dos cidadãos. Esta mudança leva tempo. O que sabemos hoje é que estamos a preparar as gerações para que esta transição aconteça de forma mais acelerada, permitindo que em 2050 vivamos dentro dos limites planetários. Há também o compromisso com a neutralidade climática em 2030… Sim. Em 2022, Guimarães foi uma das seis cidades eleitas pela Missão das Cidades para atingir a neutralidade climática em 2030. Foi elaborado o Plano Municipal de Acção Climática, focado tanto na adaptação como na mitigação, acompanhado por um plano de investimento e de monitorização. Neste momento, o trabalho passa por implementar e monitorizar essas medidas para alcançar a neutralidade climática em 2030. É este o legado que Guimarães quer deixar, enquanto capital verde da Europa? Sim, é um legado de transformação das pessoas, de melhoria da qualidade de vida e de partilha com outras cidades. Queremos inspirar e mobilizar outros territórios. Guimarães é uma cidade de média dimensão, e se nós conseguimos, outras cidades da mesma dimensão também poderão conseguir. Cerca de 75% das cidades europeias são de pequena e média dimensão. Se conseguirmos inspirá-las, acredito que juntos poderemos transformar este planeta.
A entrada em vigor de um novo sistema de controle de emissões de gases de efeito estufa dos produtos importados pelos países europeus, com um imposto compensatório, coloca lenha no debate sobre a ambição climática virar instrumento de protecionismo disfarçado. O Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira (CBAM, na sigla em inglês), adotado há dois anos pela União Europeia, passou a operar neste 1º de janeiro de 2026, após uma fase de implementação. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O instrumento passa a taxar as importações de bens industriais altamente emissores de CO2, como aço, alumínio, cimento e fertilizantes, entre outros, quando já não são precificados no país exportador. Este é o caso da maioria das nações em desenvolvimento, incluindo o Brasil, que ainda não dispõem de seus próprios mecanismos para medir e taxar o carbono – instrumentos complexos e onerosos. A perspectiva de entrada em vigor do CBAM foi um dos principais focos de bloqueio da Conferência do Clima de Belém (COP30), depois de causar tensões ao longo do ano entre os europeus e potências emergentes, como China e Índia, grandes produtoras de matérias-primas. Os países do Brics “rechaçaram medidas protecionistas unilaterais, sob pretexto de preocupações ambientais”. “Não dá para definir como um mecanismo só bom para o clima, ou só protecionista. Acho que ele é as duas coisas”, avalia o advogado Lucas Biasetton, especialista em regulações climáticas internacionais. “Mas sempre que a União Europeia impõe alguma nova normativa, ocorre o que chamamos de “efeito Bruxelas”: acaba tendo efeitos indiretos em outros países que se espelham nas normas europeias. Aqueles que exportam para a União Europeia terão que se adaptar e entender que o custo do carbono vai passar a ser considerado.” Passo seguinte do mercado europeu de CO2 A UE argumenta que o CBAM, integrante do plano Fit for 55 de descarbonização do bloco, representa o próximo passo de seu mercado de emissões (EU ETS), pelo qual as indústrias já pagam pelo carbono gerado em suas atividades . O sistema existe há 20 anos, mas previa isenções a alguns dos setores industriais mais emissores. Essas gratuidades agora serão progressivamente canceladas. O novo mecanismo vai aplicar progressivamente aos produtos importados o mesmo preço do CO2 emitido que os europeus já pagam ou passarão a pagar no mercado interno. Também visa evitar o “vazamento de carbono”, ou seja, que as empresas passem a produzir em países onde as regras de emissões são mais brandas. Pierre Leturcq, diretor do programa Desafios Globais do Instituto de Políticas Ambientais Europeias (IEEP), em Bruxelas, salienta que o CBAM vai atingir principalmente as fabricantes do próprio bloco. “Teremos a diminuição das isenções para as indústrias mais poluentes da União Europeia, só que algumas delas são grandes emissoras de CO2 e estão, ao mesmo tempo, muito expostas ao comércio internacional. O aumento do preço do carbono das importações é uma consequência disso”, explica. “Os estudos feitos pela Comissão Europeia mostram que o maior impacto será na própria União Europeia, tanto no preço do carbono, quanto na redução de emissões. No exterior, estes impactos serão marginais.” O mecanismo, inédito no mundo, expõe os limites das instituições multilaterais, como a Organização Mundial do Comércio (OMC), para lidar com questões relacionadas às finanças climáticas. Em novembro, a presidência brasileira da COP30 instituiu um Fórum Integrado de Clima e Comércio para tentar impulsionar discussões formais entre os países, na tentativa de equilibrar as transações entre, de um lado, nações desenvolvidas que aplicam políticas climáticas cada vez mais restritivas e, de outro, economias que ainda estão se desenvolvendo. Mas a adesão a este novo instrumento, que se soma a outros já existentes, é incerta. “O CBAM não é uma medida ideal, mas é a medida possível, na ausência de acordos setoriais e plurilaterais de redução de emissões para o aço ou o alumínio. Sequer temos um preço mundial do CO2 e provavelmente nunca teremos, porque, para muitos países do mundo, não faz sentido taxar o carbono”, observa Leturcq. Recursos ficarão na UE As críticas ao mecanismo ocorrem num contexto em que o financiamento para as medidas de redução de emissões de gases de efeito estufa e de adaptação às mudanças do clima nos países pobres continua insuficiente. Ao mesmo tempo, as receitas do novo imposto europeu, estimadas em € 1,4 bilhão por ano, serão incluídas no orçamento do próprio bloco, e não direcionadas a promover a economia de baixo carbono nos países menos desenvolvidos. “Para que o mecanismo seja compatível com o direito internacional e em particular com o princípio de responsabilidades comuns, porém diferenciadas entre os países ricos e pobres, ele não pode ser um instrumento para financiar o orçamento europeu. Nós defendemos que os recursos sejam automaticamente direcionados a fundos internacionais de descarbonização”, alega o pesquisador do IEEP. A adaptação ao sistema não é fácil nem para os europeus: o cálculo das emissões é sofisticado e exige dados complexos, para os quais podem ser necessárias infraestruturas específicas. A capacidade de absorver este impacto é desigual entre os países mais e menos avançados, assim como entre as pequenas, médias e grandes empresas. A Comissão Europeia alega que o objetivo do mecanismo é estimular as cadeias altamente emissoras a acelerarem a descarbonização do processo produtivo, inclusive no exterior. Mas a adoção do imposto preocupa os países com forte dependência das exportações para a União Europeia – como Moçambique, que tem o bloco como destino de 85% do seu alumínio. Pierre Leturcq chama a atenção para o risco de a medida se tornar uma variável de ajuste comercial entre a UE e seus parceiros internacionais – um desvio que abalaria a credibilidade do bloco na agenda climática. “É preocupante que a Comissão Europeia deixe a porta aberta para um desligamento entre a adoção progressiva do CBAM e o ritmo da redução das isenções dentro do bloco. Isso é muito importante para que o mecanismo seja, de fato, uma medida climática”, frisa. “Ele não pode ser transformado em mera tarifa aduaneira para proteger as indústrias europeias. Isso seria catastrófico.” Empresas já se adaptam à precificação do CO2 Um relatório publicado em dezembro pelo Fórum Econômico Mundial em parceria com a Climate Finance Asia verificou que grandes empresas de países emergentes expostas ao CBAM já se mobilizam para se adaptar, promovendo transformações tecnológicas que reduzam o seu impacto ambiental. O caso da Petrobras, que implementou um preço interno de carbono para orientar decisões de investimentos, é mencionado. Com o novo mecanismo, a Europa também quer impulsionar a formalização dos dispositivos nacionais de precificação e comércio de carbono. No Brasil, uma das críticas é que o CBAM utiliza metodologias de cálculo próprias já consolidadas no bloco, mas que não necessariamente correspondem à realidade de outros continentes, com configurações climáticas distintas. O potencial de armazenamento de CO2 no solo em países tropicais, por exemplo, é subestimado. Além disso, na impossibilidade de os exportadores oferecerem números confiáveis e equivalentes, a UE adota valores conservadores de emissões – ou seja, produtores estrangeiros podem ser considerados mais poluentes do que de fato são, mas não conseguem comprovar. Brasil quer acelerar mercado regulado de carbono No caso brasileiro, os exportadores terão dificuldades para atestar que utilizam matriz elétrica limpa e poderão ser penalizados. “Esse é o grande problema brasileiro: a energia limpa que a gente produz simplesmente não importa para o volume de emissões que é calculado no Cbam”, destaca Lucas Biasetton. “É natural que, no futuro, quando o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões estiver mais consolidado e as empresas começarem a pagar por certificados de emissões, o Brasil pense em formas de fazer com elas não sejam prejudicadas neste cálculo. Mas isso ainda vai levar tempo.” Em um momento de profunda crise do multilateralismo, o risco de protecionismo climático e a criação de “clubes de carbono”, em que blocos de países com regras e tarifas climáticas próprias comercializam entre si, são preocupações reais, avalia o advogado brasileiro. “A União Europeia desenhou esse instrumento de uma forma muito unilateral. Alguns países estão começando a criar um imposto de exportação do carbono, para que essa receita fique no seu próprio país. A Índia está em discussões avançadas nesse sentido”, afirma. “Acho que o Cbam é uma consequência natural da decisão da UE de ter um sistema de comércio de emissões, mas o momento em que ele vem é realmente muito ruim e a forma como ele foi construído é muito questionável”, constata Biasetton.
No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 06, Carlos Andreazza comenta sobre a captura do presidente da Venezuela, o ditador Nicolás Maduro, e a esposa, Cilia Flores, na madrugada do sábado, 3 de janeiro, pelos Estados Unidos numa ação militar jamais vista no continente americano. A Venezuela informou que os bombardeios atingiram também a população civil. Ao menos quatro localidades venezuelanas teriam sido atacadas por militares americanos: além da capital Caracas, foram alvejadas La Guaira, Miranda e Aragua. No dia anterior, Maduro tinha afirmado estar pronto para negociar com os Estados Unidos sobre combate a narcotráfico. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Link promocional para audiência do Narrativas. Beway Idiomas: https://mkt.bewayidiomas.com.br/?a=16517723 Narrativas analisa os acontecimentos do Brasil e do mundo sob diferentes perspectivas. Com apresentação de #MadeleineLacsko, o programa desmonta discursos, expõe fake news e discute os impactos das narrativas na sociedade. Abordando temas como geopolítica, comunicação e mídia, traz uma visão aprofundada e esclarecedora sobre o mundo atual. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 17h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Narrativas https://bit.ly/narrativasoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Neste episódio eu faço uma imersão profunda sobre o ano de 2026 mês a mês, abordando os fenômenos que jamais aconteceram na história da humanidade. Entre os quais: o encontro entre Saturno e Netuno no grau zero de Áries ♈️, o ingresso de urano em gêmeos que ocorre a cada 84 anos, Plutão no início de aquário ♒️ fora dos limites da Eclíptica tal qual a época da revolução francesa.Teremos ainda os eclipses mudando de eixo, de virgem peixes para aquário Leão, Vênus retrógrado e Marte se preparando pra também ficar retrógrado. Mercúrio estará retrógrado pelo signos de água mexendo muito com as emoções. Um ano de muito adoecimento mental e espiritual. Se você não esteve comigo nos últimos três meses lembre-se de agendar o seu horário através do site saimagos.com ou me manda mensagem no (11) 96690 6266 pra saber quando tem uma vaga.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (27/10/2025): Após meses de afastamento econômico e político entre Brasil e EUA, os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump se reuniram ontem pela primeira vez, na Malásia. Ambos pareceram em sintonia e se declararam otimistas sobre uma reversão do quadro. Em postagem nas redes sociais, Lula afirmou que a busca de soluções para as tarifas de 50% sobre produtos brasileiros e a revisão de sanções a autoridades começam “imediatamente”. Trump não tomou decisão no encontro, mas afirmou que os EUA estão abertos a “avançar rápido na discussão”. Antes da reunião, Trump foi questionado se a negociação incluiria o ex-presidente Jair Bolsonaro. Respondeu apenas que “sempre gostou dele” e se entristeceu com sua condenação. Na reunião, o Brasil se propôs a mediar a crise com a Venezeula – os EUA tem afundado barcos que relaciona ao narcotráfico. O chanceler brasileiro, Mauro Vieira, descreveu o encontro como “descontraído” e “até alegre”. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, lembrou que há divergência com o Brasil sobre “como alguns de seus juízes têm tratado o setor digital dos EUA”, mas também adotou tom otimista. “Teremos que lidar com isso também”. E mais: Internacional: Milei triunfa em eleições legislativas da Argentina e garante futuro do governo Economia: Tarifa zero no ônibus ganha ‘urgência’ eleitoral; custo é incerto Política: Às vésperas da COP-30, Fachin ativa pauta verde no Supremo Metrópole: Câmara de São Paulo terá CPI para investigar Jockey Club Esportes: Aos 19 anos, João Fonseca ganha na Suíça seu maior título e já é top 30See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Falando de Nada dessa semana, nossos hosts comentam sobre o encerramento de vários canais da Paramount, os reais valores de Superman segundo a Forbes, e a decisão da Netflix de remover o selo “Netflix Original”. E ainda tem uma entrevista super especial com Mauro Sousa, que fala sobre sua experiência em Mauricio de Sousa — O Filme e participa de um papo cheio de histórias, bastidores e curiosidades sobre o universo da Turma da Mônica e as produções da MSP!Seja um membro da Guilda dos Tagarelers e participe das pautas semanais:https://www.youtube.com/channel/UCa8ekYf6l76ikQszoMYuHkw/join00:00 - Começou o Falando de Nada!02:55 - Paramount encerra vários canais de TV07:11 - Os verdadeiros valores de Superman segundo a Forbes09:53 - Netflix remove selo "Netflix Original"10:59 - Warner Bros Discovery rejeita primeira proposta de aquisição vinda da Paramount14:40 - Entrevista com Mauro Sousa15:11 - Como foi viver a história interpretando Mauricio de Sousa?17:53 - Qual seu personagem favorito da Turma da Mônica19:03 - Os dias de Parque da Mônica19:53 - A ambientação do filme25:50 - Como foi a ideia de fazer o filme?27:53 - Teremos mais filmes com Mauro Sousa?30:46 - Mais projetos audiovisuais da MSP32:11 - A composição de personagens animados com pessoas reais35:29 - O recado da "minha esposa Lu" para o Mauro37:11 - Mauricio de Sousa – O Filme a partir do dia 23 de outubro somente nos cinemas✉ Quer mandar sua sugestão de pauta ou dúvida? Envie um e-mail para
Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.VOTE NO PFC NO PRÊMIO MPBhttps://www.premiompb.com.br/entrarSEJA MEMBRO DO CANAL!!!
Teremos retornantes no BBB 26 e resolvemos montar um Top 18 (DEZOITO) participantes que deveriam voltar ao reality com base em nossos critérios pessoais! Será que alguém da lista entrará? Vem ouvir para concordar - ou não - com a gente! ;)Redes Sociais: Instagram (@xtrapodcast, @ricardolscosta, @laurabaps e @antoniosabenca), Twitter: (@xtrapodcastbr, @rapidoricardo, @laurabaptista e @antoniosabenca) e BlueSky (@xtrapodcast)E-mail para contato: xtrapodcast@gmail.com
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que “gostou da conversa” que teve com Lula nesta segunda-feira, 6, por telefone. Trump escreveu a seguinte mensagem em suas redes sociais sobre o diálogo com o petista: “Esta manhã, tive uma ótima conversa telefônica com o Presidente Lula, do Brasil. Discutimos muitos assuntos, mas o foco principal foi a economia e o comércio entre nossos dois países. Teremos novas discussões e nos encontraremos em um futuro não muito distante, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Gostei da conversa — nossos países se darão muito bem juntos!”Lula afirmou que ele e Trump relembraram a “boa química” que tiveram em Nova York, na Assembleia Geral da ONU. Também disse que o presidente americano escalou Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA, para negociar com o governo brasileiro.Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Futebol, informação, humor, opinião e corneta! Um programa de debate sobre tudo que envolve futebol de um jeito descontraído e animado. Veja muito mais no YouTube
Edição de número 490 do Podcast Sexto Round em que o jornalista Renato Rebelo, Lucas Carrano e André Azevedo analisam os principais resultados do último Fight Night e comentam os "Grand Prixs" que estão se formando para os UFCs 322 e 323, nas categorias Peso-Leve e Meio-Médio. Confere aí!
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Ficamos felizes em apresentar o Análise Comuna, um novo programa do Holodeck Design focado em análises de jogos por uma perspectiva radical de esquerda. Neste programa, abordamos diferentes jogos, investigando o tipo de discurso político presente neles, trazendo discussões sobre economia política, crítica cultural e estética. Teremos também a presença de convidados especiais que irão enriquecer e contribuir na conversa. No primeiro episódio, falamos do cult classic Paradise Killer, um jogo de aventura desenvolvido pela Kaizen Game Works onde os jogadores assumem o papel de Lady Love Dies, uma investigadora que é trazida do exílio e encarregada de descobrir o culpado de um assassinato em massa em Paradise Island. Para conversar sobre sacrificios de sangue, utopias e distopias, corpos sarados e o deserto do real, recebemos novamente Henrique Antero, jornalista e membro do Nautilus. Ajude a financiar o Holodeck Design no Apoia.se e Orelo.cc ou fazendo doações pelo PicPay. Siga o Holodeck Design no Twitter, Facebook, Instagram e TikTok e entre no grupo para ouvintes do Telegram! Nossos episódios são gravados ao vivo em nosso canal na Twitch e YouTube, faça parte também da conversa. Participantes Fernando Henrique Anderson do Patrocínio Henrique Antero Cupons de Desconto regrasdojogo – 10% Descontos em todas as camisas da Veste Esquerda. Músicas: Paradise Killer OST
Nesta sexta-feira (20), Fernando Nardini e Leonardo Sasso projetaram a grande decisão entre Oklahoma City Thunder e Indiana Pacers. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Um ouvinte que mudou de vida, um fantasma que rouba comida e vingança no local de trabalho.
O Corinthians conheceu nesta segunda-feira seu adversário nas oitavas de final da Copa do Brasil e será nada mais, nada menos, do que um velho conhecido e arquirrival Palmeiras. Neste episódio, João Pedro Brandão e Careca Bertaglia repercutem o desafio que o Timão terá pela frente na competição mata-mata e fazem um panorama da situação atual da equipe dentro das quatro linhas. O que Dorival Jr. fez de melhor até o momento na equipe? Qual o principal ponto de evolução do trabalho do treinador do Corinthians? Dá o play para ficar por dentro de tudo isso e muito mais!
Eleições 2026: teremos alternância de poder? Prepare-se para a segunda metade do dia sabendo de tudo que mexeu com o mercado nas primeiras horas do pregão. Informação e análise com Roberto Motta. O Resumo da Manhã é transmitido de segunda a sexta, às 13h. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
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Na Seicho-No-Ie, acreditamos que o ser humano é Filho de Deus, dotado de perfeição e amor. Para despertar essa consciência, é essencial viver de acordo com a Imagem Verdadeira da Vida. Neste episódio, você vai compreender como a prática da Meditação Shinsokan, aliada à oração sincera, pode conduzir ao reencontro com a sua verdadeira essência divina. Ao viver de acordo com a imagem original de Deus, reconhecer a presença de Deus em todas as coisas, praticar o perdão e agir com coragem, é possível manifestar a perfeição que já habita em seu interior. Teremos como orientador, o Preletor em Grau Sênior Henrique Tsutomu Kubo.| Os livros-textos deste episódio são: O Amor tudo cura / Minhas Orações; Para adquirir e estudar ainda mais, acesse: https://rebrand.ly/SNI_livraria;| Torne-se você também um Mantenedor das Mídias da Seicho-No-Ie! Saiba como acessando: https://rebrand.ly/mantenedor| Para encontrar a Associação Local mais próxima de você, acesse: https://rebrand.ly/onde_encontrar| Acompanhe também as nossas redes sociais para mais conteúdos e novidades: https://rebrand.ly/FaceSNI (Facebook) e https://rebrand.ly/instaSNI (Instagram)
Teremos segundo turno no Equador! Além, claro, daquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana.Passamos pelas mais recentes notícias do sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio e sobre o futuro de Gaza.Por fim, comentamos as declarações do governo dos EUA sobre a guerra na Ucrânia, durante a Conferência de Segurança de Munique, e fizemos a prévia das eleições na Alemanha.E esse programa tem o apoio da Alura: http://alura.tv/xadrezverbal
No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 14, Carlos Andreazza fala sobre o presidente Lula, que disse nesta quinta-feira 13, que incluiu ovos de ema – há dezenas dessas aves no Palácio da Alvorada, onde ele mora – em sua dieta. Lula afirmou que pretende experimentar ovos de jabuti. Ele deu a declaração enquanto defendia as pesquisas por petróleo no litoral do Amapá. Lula afirmou que se preocupa com o meio ambiente, mas que isso não o impede de querer pesquisar reservas de petróleo na Margem Equatorial, no mar ao norte do Brasil. “Vê se os Estados Unidos estão preocupados. Vê se a França, a Alemanha, a Inglaterra estão preocupados. Eles exploram o quanto puderem”, disse o presidente da República. “Então só nós que vamos comer pão com água? Não! A gente também gosta de pão com mortadela. A gente gosta de coisa boa”, disse Lula. Foi nesse momento que o petista começou a falar sobre ovos. Saiba mais: https://www.estadao.com.br/politica/l... Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao See omnystudio.com/listener for privacy information.
Agenda confirmada. Teremos no final de ano ao menos dois embates entre Mathieu Van der Poel e Wout Van Aert no ciclocross. Os galáticos confirmaram seus calendários e aqueceram os ânimos para as provas fora da estrada. O que esperar desse reencontro? Esse é um dos temas do RADIO dessa semana, que fala também das principais movimentações do pelotão. Pogacar divulgou suas provas e Roglic cumpre promessa.Vem conosco!O Gregario Radio é oferecido por Session Brasil (@sessionbrasil). We Make you Faster. Visite o site: https://www.sessionbrasil.com.br
Nunca é tarde demais para histórias de mistérios reais, causos que acontecem com a gente e com todo mundo, então sejam muito bem-vindos ao Aconteceu Comigo. Eu sou Ira Croft (@iracroft), sua anfitriã, e estou aqui para levá-los a uma jornada arrepiante através das experiências aterrorizantes de nossos ouvintes. No comando do programa, estou ao lado de Nicholas Modesto pronta para contar histórias que farão os assentos de suas cadeiras ficarem desconfortáveis, suas camas deixarão de ser aconchegantes e a sua imaginação correrá solta. Em mais um episódio sombrio, prepare-se para mergulhar em um mundo onde os medos mais profundos se tornam realidade e o inexplicável se torna possível. Teremos as histórias: Túmulo perdido Tarde da noite na Avenida Rio Branco Todos prontos? Mande suas histórias para nosso e-mail: contato@mundofreak.com.br