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Sydney Mardi Gras 2026 falls on the first weekend of March this year so I had to get the Mardi Gras Anthems edition out ahead of time. The festival takes place over the last two weeks of February and the parade and party are the culmination of the festival. This year's edition lands firmly in the 'camp' musical arena with a veritable smorgasbord of divas contributing to the mix and a who's who of remixers lending their talents to the updated versions of these classic songs. Melbourne based DJ and producer Argonaut kicks the set off with his outstanding remix of Kylie's "What Do I Have To Do". Robert from Division 4 contributes four killer remixes here for Irene Cara, Demi Lovato, Destiny's Child and Agnes respectively. Russ Rich and Andy Allder's remix of Billie Eilish's "Birds Of A Feather" is one of my favourites and had to be included here. Reaching back in time are remixes for songs from Taxas, Madonna, Yazoo, Deniece Williams and Britney Spears. Mark from Dirty Disco pretty much owns this edition with stellar remixes for Whitney Houston, Blaze ft. Barbara Tucker and Yazoo. His remix of Whitney Houston's "It's Not Right But It's Okay" is balls to the wall incredible and his own original song "Because I Knew You" closes out the set. Unfortunately, the main closing party for this years Mardi Gras has been canceled so alternate parties are filling the gap. This years edition of Mardi Gras Anthems should keep you moving and grooving until Pride rolls around in June. Happy Mardi Gras and stay safe. EnjoyAnthony1/ "WHAT DO I HAVE TO DO" (Argonaut's Tension Remix) - KYLIE MINOGUE2/ "FLASHDANCE" (WHAT A FEELING) (Division 4 Remix) - IRENE CARA3/ "SORRY NOT SORRY" (Division 4 Remix) - DEMI LOVATO4/ "BIRDS OF A FEATHER" (Russ Rich & Andy Allder Romp Remix) - BILLIE EILISH5/ "JUMPIN' JUMPIN" (Division 4 Club Remix) - DESTINY'S CHILD6/ "I DON'T WANT A LOVER" (James Wiltshire Club Mix) - TEXAS7/ "MOST PRECIOUS LOVE" (Dirty Disco Private Remix) - BLAZE ft. BARBARA TUCKER8/ "CELEBRATION" (Wayne G. Atlantis Anthem Club Mix) - MADONNA9/ "ECUADOR" (MY HEART GOES BOOM) (7th Heaven Club Mix) - FIDGET SPINNERS10/ "DON'T GO" (Dirty Disco Classic Club Rework) - YAZOO11/ "RELEASE ME" (Division 4 Remix) - AGNES12/ "DREAM OF ME" (7th Heaven Club Mix) - MATT CONSOLA ft. BRENDA REED13/ "LET'S HEAR IT FOR THE BOY" (Dirty Disco Classic Club Rework) - DENIECE WILLIAMS14/ "FEARLESS" (Dirty Disco Mainroom Remix) - TAYLOR SWIFT15/ "STRONGER" (Jack D Elliot Club Mix) - BRITNEY SPEARS16/ "ONE NIGHT IN HEAVEN" (Brett Henrichsen & Oscar Velazquez Reconstruction Club Mix) - TOY ARMADA & DJ GRIND ft. INAYA DAY17/ "MILLION DIAMONDS" (Tommer Mizrahi Club Remix) - JETFIRE ft. MAGGIE SZABO18/ "HAVANA" (Sagi Kariv Remix) - CAMILA CARBELLO19/ "DREAMER" (Mark Alsop ACE Remix) - LIVIN' JOY20/ "COME ON" (James Fraser ACE Club Mix) - SOLO21/ "IT'S NOT RIGHT BUT IT'S OKAY" (Dirty Disco Classic Club Rework) - WHITNEY HOUSTON22/ "BECAUSE I KNEW YOU" (Dirty Disco Pure Love House Remix) - DIRTY DISCO
A decisão da Suprema Corte dos EUA ao invalidar o uso do IEEPA – acrônimo, em inglês, da Lei dos Poderes Econômicos de Emergência Internacional – para tarifas redefine não apenas a arquitetura jurídica da política comercial norte‑americana, mas também o ambiente estratégico em que o Brasil se relaciona com Washington e com o presidente Donald Trump em seu segundo mandato. Thiago de Aragão, analista político Ao retirar do Executivo a ferramenta emergencial que permitiu, em 2025, a criação de um regime tarifário agressivo e altamente discricionário, a Corte reduz a assimetria de poder na mesa de negociação e abre espaço para que Brasília trate tarifas menos como armas de surpresa e mais como variáveis negociáveis dentro de um marco institucional mais estável. No caso brasileiro, o impacto é tanto imediato quanto estrutural. Imediato porque a decisão atinge em cheio o fundamento jurídico das sobretaxas emergenciais aplicadas contra o Brasil, incluindo o adicional de 40% que, combinado com outras medidas, levou a alíquotas efetivas próximas de 50% sobre uma cesta relevante de produtos, como aço, carnes, café e manufaturados selecionados. A determinação de encerrar “tão logo seja praticável” a cobrança de tarifas baseadas em IEEPA implica, em princípio, a eliminação desse prêmio punitivo aplicado especificamente ao Brasil, mesmo que outros instrumentos, como as seções 232, 301 ou 122, continuem ativos ou sejam recalibrados. Estrutural porque o sinal enviado ao mercado é que a política tarifária dos EUA volta a estar mais ancorada em estatutos tradicionais, com procedimentos, consultas e limites mais claros, reduzindo o espaço para escaladas unilaterais justificadas por emergências de definição elástica. Essa mudança ocorre depois de um ano em que o Brasil, apesar do choque tarifário, conseguiu registrar exportações recordes, ao custo de uma realocação significativa de fluxos em direção à China e outros mercados, e de uma queda expressiva das vendas para os Estados Unidos. Engenharia jurídica A eliminação das tarifas com base no IEEPA tende a aliviar a pressão sobre setores exportadores que estavam na linha de frente da disputa com Trump, mas isso não significa uma volta automática ao status quo pré‑2025. Em primeiro lugar, porque permanecem em vigor tarifas impostas sob outras bases legais; em segundo, porque o próprio presidente já anunciou e vem ajustando um novo arcabouço de tarifas globais, como a alíquota de 10% (e a discussão sobre elevação a 15%) via seção 122, com exclusões e exceções calibradas em função de setores e parceiros. Em outras palavras, o Brasil deixa de ser alvo de um diferencial de 40% ligado a uma emergência sob IEEPA, mas continua inserido em um cenário de protecionismo elevado, apenas com outra engenharia jurídica. Do ponto de vista da estratégia de Trump, a decisão da Suprema Corte não encerra a agenda tarifária; ela força um redesenho. Ao perder a base emergencial ampla proporcionada pelo IEEPA, a Casa Branca tende a concentrar sua política em três frentes: uso mais intensivo da seção 122 para tarifas globais com alíquota uniforme; manutenção e eventual expansão de tarifas setoriais sob a seção 232, com foco em segurança nacional, em áreas como aço, alumínio e possivelmente novos insumos industriais; e aprofundamento do contencioso sob a seção 301, com investigações dirigidas contra práticas consideradas desleais, inclusive em temas sensíveis como agricultura, subsídios, deforestação e tratamento a empresas americanas de tecnologia. Isso significa que o eixo da política comercial de Trump migra de uma lógica punitiva personalizada, amparada em emergência, para um desenho em que o Brasil passa a ser enquadrado, principalmente, como caso de risco setorial (n° 232) e de conduta desleal (n° 301), com efeitos possivelmente menos abruptos, porém mais duradouros e difíceis de reverter. Para o Brasil, essa reconfiguração tem implicações claras. Em primeiro lugar, a eliminação das sobretaxas IEEPA melhora a competitividade relativa de produtos hoje duramente atingidos e abre espaço para recuperação gradual da participação no mercado americano, especialmente em segmentos onde a concorrência com fornecedores de outros países também estava sendo distorcida pelo diferencial de 40%. Segundo, a experiência de 2025 mostrou que o país foi capaz de desviar parte relevante de suas exportações para outros destinos, em particular a China, mas ao custo de maior dependência desse mercado e de uma relação bilateral mais assimétrica. Maior previsibilidade regulatória A retirada do componente emergencial da política tarifária norte‑americana permite, ao menos em teoria, uma estratégia brasileira menos defensiva e mais ofensiva: em vez de apenas reagir a surtos tarifários, Brasília pode tentar negociar previsibilidade regulatória, coordenação de agendas climáticas e digitais e, em paralelo, consolidar os ganhos de diversificação obtidos em 2025, sem abandonar a posição dos EUA como mercado de alto valor agregado. Por fim, a decisão da Suprema Corte coloca o Congresso norte‑americano de volta no centro do jogo e cria uma janela de oportunidade para o Brasil trabalhar de forma mais estruturada com o Legislativo dos EUA, inclusive por meio de diplomacia parlamentar e de coalizões empresariais binacionais. Se a estratégia tarifária de Trump passa a depender menos de decretos de emergência e mais de instrumentos sujeitos a escrutínio político e judicial, aumenta a importância de o Brasil investir em advocacy técnico, na construção de narrativas sobre complementariedade produtiva e alinhamento em temas de interesse mútuo, como transição energética, agronegócio de baixo carbono e segurança de cadeias de suprimento. Em um cenário em que o protecionismo veio para ficar, a decisão sobre o IEEPA não é uma solução, mas um rearranjo das peças: ela reduz a imprevisibilidade extrema, reforça a necessidade de estratégia de longo prazo e obriga o Brasil a tratar a política tarifária de Trump menos como um choque episódico e mais como um elemento estrutural a ser gerido com método, informação e presença política constante em Washington.
Na pauta do programa Acerto de Contas, da Rádio Gaúcha:Apresentação: Giane Guerra- A derrubada do tarifaço de Trump pela Justiça dos EUA- A expectativa da indústria brasileira e gaúcha para o impacto nas exportações- O que o escândalo do Banco Master exige que seja mudado no Fundo Garantidor de Crédito- O preço da carne com a cota de importação pela China- Frutas com safra recorde em plena estiagem- Encerramento do voo da Gol direto a Buenos Aires- Applebee's fechado em Canoas será reaberto em shopping de Porto Alegre- Startup gaúcha de inteligência artificial abre filial nos EUAProdução: Isadora Terra Edição de áudio: Fernando Bortolin, Fabrício Corrêa e Paulo FragaPatrocínio: Shopping Total, Sindilojas Porto Alegre, Be8, Corsan e Marcopolo
Cofepris alerta por medicamentos falsificados México pide atención médica para migrantes en TexasRepresión en Argentina durante paro contra reformaMás información en nuestro podcast
Nos falaram que o cartão internacional Ultravioleta do Nubank possui IOF E SPREAD zero. Ou seja, nenhum custo para conversão de moeda de compras internacionais. Será verdade? Verificamos! Ao final, opinião e recomendação de Gustavo Candiota, consultor de câmbio e fundador da Câmbio Inteligente.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (10/02/2026): O dólar fechou o dia ontem com queda de 0,62%, cotado a R$ 5,18, menor valor desde 28 de maio de 2024. Uma ordem do governo chinês para que os bancos do país comprem menos títulos da dívida americana derrubou a moeda. A orientação não se aplicaria às participações estatais chinesas em títulos do Tesouro dos EUA. O movimento reflete a preocupação de que participações substanciais na dívida pública americana possam expor bancos a oscilações bruscas. Beneficiada pelo fluxo de recursos externos, a Bolsa brasileira fechou aos 186.241 pontos, alta de 1,80% e 10.º recorde em menos de um mês. O bom desempenho foi puxado pela Vale e por bancos. E mais: Política: Câmara envia à Comissão de Constituição e Justiça proposta para acabar com a escala de trabalho seis por um Economia: Argentina abre economia, a inflação cai e o PIB sobe, mas a indústria paga caro Internacional: Chavismo prende opositor ligado a María Corina 12 horas após libertá-lo Metrópole: Prefeitura contrariou o próprio regulamento ao liberar bloco que registrou superlotação Esportes: Chegou a hora de o Brasil cair no gelo nos Jogos de Inverno Cultura: Jorge Aragão, Alcione e Zeca Pagodinho anunciam turnê juntosSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A taxa de remuneração dos depósitos permanece nos 2%, enquanto a taxa das operações principais de refinanciamento se mantém nos 2,15% e a facilidade permanente de cedência de liquidez nos 2,4%See omnystudio.com/listener for privacy information.
Marcelo Finger, um dos principais nomes em IA no País, aborda o tema e seus desdobramentos quase que diários, todas as 6ªs, às 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Não entendo o que você está fazendo em relação à Groenlândia', diz Macron a Trump. Fachin antecipa volta a Brasília e quer conversar com ministros sobre Toffoli no caso Master. Polícia liberta de cativeiro um juiz do Tribunal de Impostos e Taxas de SP e prende 5 sequestradores. Mortes no Hospital Anchieta: saiba quem são os três técnicos suspeitos de assassinar pacientes no DF. Samu abre sindicância e afasta médica após mulher ser declarada morta por engano em Bauru.
Os Estados Unidos completam, esta terça-feira, 20 de Janeiro, um ano desde a chegada de Donald Trump à Casa Branca para um segundo mandato. Uma presidência marcada por um «desinteresse pelo continente africano», segundo o economista angolano Osvaldo Mboco, que aponta a adopção de políticas restritivas e o desmantelamento da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID). “Um balanço negativo” e com “grandes implicações nas questões económicas e sociais dos próprios Estados africanos”, reconhece o economista angolano, Osvaldo Mboco, sobre os doze meses do Presidente dos EUA. Desde que chegou ao poder, Donald Trump desmantelou grande parte do trabalho da Agência de Desenvolvimento dos Estados Unidos, reduzindo as ajudas destinadas aos países africanos. Para Osvaldo Mboco esta decisão demonstra que Donald Trump está a levar em linha de consideração os interesses nacionais dos Estados Unidos, interesses que estão, de alguma forma, a contribuir para o agravamento “das condições sociais dos Estados africanos". Ainda assim, o economista angolano lembra que o continente africano não pode continuar a ser o parente pobre do sistema internacional, realçando que "os próprios governos devem trabalhar no sentido de melhorar as condições económicas e sociais dos próprios Estados, para não estarem dependentes da ajuda externa”. Taxas alfandegárias pesadas O primeiro ano de Donald Trump na Casa Braca fica marcado pela adopção de pesadas taxas alfandegárias, a vários países, nomeadamente africanos, que acabaram por abalar os laços comerciais entre Washington e o continente. Todavia, não há, até ao momento, qualquer visão para que o Presidente Donald Trump possa descontinuar o AGOA -Acordo de Crescimento e Oportunidades para África. Osvaldo Mboco defende que o AGOA representa a base dos interesses americanos, nomeadamente do ponto de vista das matéria-prima, uma oportunidade que deve ser explorada pelos Estados Africanos. “O AGOA constitui uma alavanca fundamental para os produtos africanos entrarem no mercado americano, um grande mercado”, refere. Política de portas fechadas aos imigrantes Depois de anunciar o pagamento de uma caução até 15 mil dólares para turistas de 38 nacionalidades para obterem visto, medida que diz respeito nomeadamente a Angola, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Cabo Verde, Washington decidiu suspender vistos para 75 países, incluindo Cabo Verde, medida que passa a ser efectiva a partir de 21 de Janeiro. A política de portas fechadas aos imigrantes, traduz, na opinião do economista angolano, a importância dada às questões de segurança nacional e ao impacto que o processo migratório, admitindo porém que a medida isola ainda mais o continente africano. “Cada Estado tem legitimidade para definir os critérios de entrada e permanência de cidadãos estrangeiros no seu território. No entanto, no caso africano, estas medidas são percepcionadas como discriminatórias, criando constrangimentos significativos à mobilidade para os Estados Unidos. As restrições afectam não apenas o turismo, mas também o intercâmbio académico, a circulação de estudantes, investigadores e empresários, bem como a participação em fóruns internacionais. Este cenário poderá agravar as dificuldades de acesso e conduzir a um crescente isolamento do continente africano", nota. No caso da suspensão de visto para Cabo Verde, o economista acrescenta que para além das implicações sociais, esta decisão pode estar ligada às rotas de droga feitas a partir de Cabo Verde para chegar até aos Estados Unidos. Donald Trump anunciou recentemente que qualquer país envolvido no tráfico de drogas para os Estados Unidos poderia ser alvo de ataque. O economista angolano considera que o passo seguinte passará pelo estabelecimento de contactos entre as autoridades africanas e o Governo norte-americano, com vista à discussão dos pontos mais sensíveis. O objectivo será reforçar a cooperação, clarificar critérios e ultrapassar fragilidades identificadas, num processo que poderá permitir, a curto prazo, o regresso da mobilidade aos níveis anteriores. Trump quer recriar figura de Napoleão Bonaparte Osvaldo Mboco acredita que o Presidente Donald Trump está a redefinir a política externa dos Estados Unidos com uma visão estratégica de longo prazo, mais orientada para o posicionamento do país nas próximas décadas do que para interesses imediatos. Segundo o economista angolano, Washington procura preservar o estatuto de potência dominante no sistema internacional, num contexto marcado pela crescente afirmação da China. “Os Estados Unidos querem manter a posição de Estado-gendarme do sistema”, sustenta, sublinhando que as medidas adoptadas pela administração norte-americana respondem, por um lado, a preocupações de segurança nacional e, por outro, à defesa de interesses económicos estratégicos que lhes permitam continuar a desempenhar um papel director na ordem mundial. No quadro da disputa de influência entre Washington e Pequim, Mboco recorda a intervenção norte-americana no conflito no Leste da República Democrática do Congo, sublinhando que "esta esteve fortemente ligada aos interesses nacionais dos Estados Unidos, nomeadamente ao acesso a recursos estratégicos como as terras raras", alertando que “os espaços deixados pelos Estados Unidos acabam por ser rapidamente ocupados pela presença chinesa”. Para o economista, Donald Trump procura ainda projectar uma imagem de poder absoluto no plano internacional. “Há uma tentativa de fazer transparecer a figura de um novo Napoleão Bonaparte, de um novo imperador”, afirma, defendendo que esta postura visa legitimar uma lógica de expansão neocolonial e impor decisões unilaterais no sistema internacional.
Quando o assunto são os juros, importa muito mais o que está apontando o amanhã do que o que é dito hoje. Entendendo isso, você entende que as coisas mais importantes não estão nas decisões de curto prazo sobre juros, mas no que está sendo apontado pro futuro!FONTES QUE EMBASAM O EPISÓDIO:ANBIMA: Estrutura a Termo das Taxas de Juros Estimada - https://www.anbima.com.br/informacoes/est-termo/CZ.asp ANBIMA: Relatório de Precificação: Títulos Públicos e Debêntures (de 18/12/2023) - https://www.anbima.com.br/data/files/5A/E3/CE/4C/11E7C810FED064C8EA2BA2A8/ANBIMA-Relatorio-de-Precificacao-20231218.pdf CNN: BC elevou a taxa de juros neutra de 4,75% para 5% em modelos (de 17/12/2024) - https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/copom-bc-elevou-taxa-neutra-de-475-para-5-em-modelos/ Podcast Casa das Garças: episódio sobre a trajetória de Ilan Goldfajn onde ele relata suas experiências no Banco Central do Brasil - https://open.spotify.com/episode/40mhQMZPgFPioCNtn7Q7Hm
Fake News sobre taxas de provas a serem cobradas de organizadores se espalhou por aí e a gente esclarece por aqui e aproveita pra explicar o que é o que é o Permit qual é a sua função. | Nossos links - https://linktr.ee/corridanoar | O Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã | Circuito Live Run XP 2026 - https://www.liverun.com.br/calendario | Use o cupom CORRIDANOAR15 para ter 15% off em qq etapa
Picolé De Limão é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!Use a hashtag #Taxas e comente a história no nosso grupo do telegram: https://t.me/naoinviabilizePUBLICIDADE BANCO DO BRASILO Natal se aproxima e a corrida dos presentes já começou, mas calma que o Banco do Brasil te ajuda a não cair em golpes. Quem desconfia, evita golpes. Na dúvida, procure o BB.Saiba mais em: https://www.bb.com.br/site/pra-voce/seguranca/.QUER OUVIR MAIS HISTÓRIAS? BAIXE NOSSO APLICATIVO EM SUA LOJA APPLE/GOOGLE, CONHEÇA NOSSOS QUADROS EXCLUSIVOS E RECEBA EPISÓDIOS INÉDITOS DE SEGUNDA A QUINTA-FEIRA: https://naoinviabilize.com.br/assineEnvie a sua história bem detalhada para naoinviabilize@gmail.com, seu anonimato será mantido, todos os nomes, profissões e locais são trocados para preservar a sua identidade.Site: https://naoinviabilize.com.brTranscrição dos episódios: https://naoinviabilize.com.br/episodiosYoutube: https://youtube.com/naoinviabilizeInstagram: https://www.instagram.com/naoinviabilizeTikTok: https://www.tiktok.com/@naoinviabilizeX: https://x.com/naoinviabilizeFacebook: https://facebook.com/naoinviabilizeEdição de áudios: Depois O Leo Corta MultimídiaVinhetas: Pipoca SoundVoz da vinheta: Priscila Armani
O Aos Fatos desta sexta-feira (21) destaca a suspensão da taxa adicional de 40% imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em alguns produtos brasileiros. A flexibilização ganhou força após o governo americano anunciar a retirada de diversos produtos agrícolas brasileiros.
Na noite da última sexta, os Estados Unidos reduziram as tarifas de importação de cerca de 200 produtos alimentícios, incluindo café, carne, açaí e manga. No Brasil, as taxas caíram de 50% para 40%. O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
No Brasil, UNICA apresenta números que encerram a safra do Centro-Sul, enquanto Índia autoriza exportação de 1,5 milhão de toneladas
Bruxelas decidiu que todas as encomendas abaixo dos 150 euros vão passar a pagar uma taxa à entrada nos países europeus, incluindo as encomendas de produtos de muito baixo valor da China. Análise de Clara Teixeira.
Estados Unidos passa por momento turbulento em sua política e economia
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (03/11/2025): O domínio territorial virou negócio mais rentável para as facções criminosas do que o tráfico de drogas. Com barricadas que obstruem a entrada da polícia, as facções cercam e administram comunidades e, assim como fazem as milícias, lucram com a extorsão de moradores, impondo monopólio da venda de serviços de internet e gás ou cobrando “pedágio” de quem trabalha com carro de app, mototáxi ou van. Inquéritos da Polícia Civil do Rio de Janeiro, que quebraram o sigilo de conversas de criminosos do Comando Vermelho, principal facção do Estado, demonstram que a lógica é puramente econômica. “A gente chama isso de milicialização do tráfico”, diz o delegado André Neves, diretor do Departamento Geral de Polícia Especializada do Rio. “Os traficantes absorveram a lógica da milícia e perceberam que dá muito dinheiro cobrar taxas”. E mais: Metrópole: Moraes intima Castro a conservar provas Política: Toffoli recua e muda voto para tirar ex-diretor da Petrobras da prisão Economia: Brasil tem excesso de energia, mas conta de luz sobe sem parar Internacional: Hamas massacra clãs rivais em Gaza e reacende temor de guerra civil Cultura: ‘Bom Menino’ é ‘Poltergeist’ versão caninaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Combustível é negociado como parte das reduções das tarifas sobre carne e café
Bom dia! ☕the news ao vivo das 7h30 às 9h00 aqui.Aqui você descobre as soluções Moura para negócios.Reserve aqui sua vaga na trilha de conteúdo de IA.No episódio de hoje:
Confira na edição do Jornal da Record News desta segunda-feira (27): segurança suspeito de agredir empresário é preso em São Paulo. Após encontro com Donald Trump, Lula se mostra otimista com fim das taxas de 50% sobre produtos nacionais. E mais: Javier Milei aumenta presença no congresso da Argentina.
Taxas americanas aumentam os desafios de gestão das indústrias de cacau
Taxas americanas desafiam produção nacional de manteiga de cacau
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Mário Centeno parte hoje para Frankfurt, onde vai participar numa reunião (será a última?) do Banco Central Europeu, amanhã e depois. O seu mandato como governador do Banco de Portugal terminou no sábado passado, mas o governo só anunciará o seu sucessor na quinta-feira. Quem quer que seja, não será a primeira escolha e, depois do primeiro-ministro ter dito que Mário Centeno cumpre todos os requisitos para ocupar o lugar, especulou-se se Centeno pode, afinal, suceder a Centeno. Tendo em conta as relações entre as partes, é pouco provável. Neste episódio, conversamos com o director do Expresso, João Vieira Pereira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Enquanto negociações entre os dois países não avança, pequenos produtores perdem competitividade e correm o risco de não se manterem na atividade
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Confira nesta edição do JR 24 Horas: O governo federal avalia quebrar patentes de medicamentos e a tributação de filmes e livros em reação às sobretaxas para produtos brasileiros anunciadas por Donald Trump. Antes de qualquer decisão de retaliação, o governo Lula vai esperar as novas tarifas entrarem em vigor. O Palácio do Planalto anunciou que vai criar um grupo de trabalho para estudar uma possível retaliação aos Estados Unidos. E ainda: Morre menina de 11 anos que caiu em cânion no RS.
Mercado açúcar acompanha alta do petróleo e mercado brasileiro fica atento para as taxas americanas
Brasil enfrenta a maior taxa entre países notificados por Trump. Lula diz que taxas serão respondidas 'à luz da lei brasileira de reciprocidade', agro e indústria dizem que tarifas são injustas e ameaçam empregos. Paul Krugman, economista vencedor do Nobel, critica Trump e diz que a medida é 'maligna e megalomaníaca'. Entenda a situação jurídica de Bolsonaro por trás da crise dos EUA com o Brasil. Geada no Sul e alerta de umidade no centro do país: veja como fica o tempo nesta quinta.
#3em1Agro - confira os destaques desta terça-feira (01/07/25):➡️ Taxas de Juro do Plano Safra da agricultura empresarial sobem. Saiba quanto!➡️ Seguro rural fica de fora de anúncio. A subvenção ao crédito rural recua. Vai faltar recurso? ➡️ Consultoria atualiza projeção para milho. Saiba o que muda!
Tarifa de 10% mantida pela China pode ser prejudicial para a soja dos EUA contra a sul-americana
O Banco Central Europeu voltou a cortar os juros, e isso mexe com tudo — desde os créditos à habitação até ao que recebe (ou não) por manter dinheiro num depósito a prazo. Mas afinal, o que significam estes cortes? E o que são exatamente as três taxas do BCE? No podcast MoneyBar desta semana, vamos explicar-lhe, de forma simples, clara e prática, o que são estas taxas, para que servem, e porque têm um impacto tão direto na sua vida financeira. Inscreva-se na lista de Espera do Curso “Do Zero à Liberdade Financeira”: https://bit.ly/Lista-de-Espera-Curso Subscreva a Newsletter: Newsletter MoneyLab – https://bit.ly/NewsletterMoneyLab Junte-se ao grupo de Telegram: https://bit.ly/moneylab-telegram Redes Sociais Instagram: https://www.instagram.com/barbarabarroso Facebook: https://www.facebook.com/barbarabarrosoblog/ Subscreva os canais de Youtube: https://www.youtube.com/barbarabarroso https://www.youtube.com/moneylabpt Para falar sobre eventos, programas e formação: https://www.moneylab.pt/ Disclaimer: Todo o conteúdo presente neste podcast tem apenas fins informativos e educacionais e não constitui uma recomendação ou qualquer tipo de aconselhamento financeiro.
Se no Brasil o anúncio (e posterior recuo parcial) do aumento das alíquotas do IOF sacudiu o mercado financeiro local, no exterior as tensões não são diferentes: a prestigiada agência Moody's acabou de rebaixar a nota do “maior pagador do mundo”, Estados Unidos, após preocupações com o déficit fiscal. Atualmente passando dos U$36 trilhões, a dívida pública estadunidense representa mais de 120% do PIB do país, trazendo mais incertezas para um cenário que não tem sido dos mais estáveis. Em mais um capítulo da série que analisa o cenário macro, Clara Sodré e Fabiano Cintra recebem no episódio 160 do Outliers InfoMoney o gestor André Raduan, sócio e gestor da Genoa Capital, gestora que tem se destacado perante os pares da indústria e que faz parte da Seleção Top Fundos Multimercados XP. No bate papo, Raduan analisa as repercussões dos últimos acontecimentos nos cenários global e local, e explica como aproveitar as diferentes oportunidades de investimentos mesmo em períodos de maré revolta.O Outliers InfoMoney vai ao ar quinzenalmente às terças-feiras, às 18h.
00:00 Vale a pena investir em consórcio?00:41 Quem é Rob Correa01:13 Como funciona o consórcio02:05 Consórcio não tem juros02:33 Taxas do consórcio03:30 Consórcio não é mais barato03:37 Custo invisível da espera04:04 Tempo | Inflação | Falsa sensação05:05 O tempo trabalha contra você no consórcio05:22 Contemplação | Sorteio | Lance07:02 Consórcio é rifa com CPF07:14 Você tá construindo patrimônio dos outros08:29 Você acha que tá investindo, mas não está08:58 Consórcio vs. Investimento09:48 Conclusão
¿Qué hago con mi retorno de taxas? by Andres Gutierrez
Lula vai receber União Brasil para oficializar troca no Ministério das Comunicações. E Alemanha anuncia novo governo formado por conservadores e sociais-democratas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Henrique Prata Ribeiro é médico psiquiatra no Hospital Beatriz Ângelo, docente na Católica Medical School e doutorando na Universidade do Minho. É autor de várias publicações científicas e livros, incluindo *Urgências Psiquiátricas*, *Dormir é Fácil* (com André Ponte) e *Step-by-Step Psiquiatria* (com Daniel Sampaio). Destaca-se pelo seu envolvimento em causas relacionadas com o acesso à saúde mental, como a criação de protocolos com a APAV, propostas de alteração legislativa e defesa do acesso gratuito a medicação para a esquizofrenia. Até dezembro de 2024, coordenou a implementação do Programa para a Saúde Mental dos Açores. É formado em Medicina pela Universidade de Coimbra e lecionou na Faculdade de Medicina de Lisboa antes de integrar a Católica. _______________ Índice: (0:00) Introdução (4:01) Início: Damos mais atenção à saúde mental, mas falta literacia em saúde mental? | Sintomas principais das doenças psiquiátricas: depressão, ansiedade, bipolaridade, esquizofrenia | Diferenças entre diagnóstico psiquiátrico e psicológico; classificações internacionais (12:53) Perturbação Obsessiva-compulsiva (POC) (15:38) Que doenças têm causas comuns? (17:56) Portugal: segundo país europeu com maior incidentes de doenças mentais — Causas genéticas vs ambientais (23:47) Taxas de suicidio | OECD Health at a glance (26:23) Depressão afecta mais em que idades? (29:21) Cannabis: riscos do consumo precoce e de alta potência (estudo académico) | Cannabis vs alcool (39:19) Psicadélicos: tratamento vs uso recreativo (46:10) Tratamentos atuais para doenças psiquiátricas: eficácia, estigma (Neuroscience-based nomenclature) (52:27) Novos medicamentos e problemas de acesso em Portugal | Electroconvulsivoterapia (1:00:27) Programa de Saúde Mental dos Açores (1:03:27) Porque não é mais alto o suicidio em Portugal? (1:11:12) Livro Dormir É Fácil | Eficácia da Terapia Cognitivo-comportamental (1:22:28) A história por trás do Prémio da FLAD para a Saúde MentalSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Parlamento moçambicano debate hoje proposta de lei do acordo político para pacificar o país. RENAMO lamenta que acordo não preveja amnistia de Venâncio Mondlane. Presidente João Lourenço volta a estar na mira em Angola por autorizar demasiados "ajustes diretos". Fugas nas prisões da Nigéria revelam falhas nos serviços secretos, defende analista.
Emília Vieira é fundadora, CEO e responsável pela Gestão de Ativos da Casa de Investimentos, em Braga. É licenciada em Gestão de Empresas pela Universidade do Minho e mestre em Finanças pela Universidade de Lancaster, no Reino Unido. Iniciou a sua carreira no Banco Português do Atlântico, onde trabalhou de 1989 a 1995. Entre 1995 e 2009, lecionou e prestou consultoria em engenharia financeira quantitativa e mercados financeiros, colaborando com instituições financeiras de topo em diversas cidades globais, incluindo Lisboa, Londres, Paris e Nova Iorque. Durante três anos, trabalhou com o Departamento de Finanças Empresariais da União de Bancos Suíços (UBS) na avaliação de empresas e na preparação de ofertas públicas de venda em Londres, Zurique e Nova Iorque. _______________ Índice: (0:00) Teasers e introdução (5:30) Início: porque é que os portugueses concentram as poupanças em produtos de baixo rendimento? | Falta de literacia financeira (9:41) A longo prazo, investir em acções é o mais seguro | Taxas de juro reais dos depósitos negativas | Investidor optimista vs investidor pessimista |Livros: Stocks for the Long Run, O Triunfo dos Optimistas | Carta de Warren Buffet aos accionistas de 2025 (21:14) O segredo do juro composto | Filosofia da Casa de Investimentos (“Manual do Investidor”) (26:57) Mas investir em acções não é arriscado? | O perigo da sedução do trading diários (33:52) O que nos diz a evolução do preço de uma acção? | Quais são as melhores empresas para investir? | O timing é pouco relevante: artigo de Peter Lynch (47:46) É possível uma gestão ativa (e.g. PPR) bater investimento passivo (e.g. investir no ETF que replica um índice como o S&P 500)? | O lado psicológico | Livro Buffetology | Hipótese dos mercados eficientes | Obrigação a 100 anos da Áustria (1:07:44) Acções de empresas vs obrigações (1:14:21) Porque é que muitos dos que defendem o investimento na bolsa parecem pouco confiáveis? | Price-earnings ratio | erro Microsoft | O Investidor Inteligente de Benjamin Graham | Importância de assumir os erros e aprender com eles (1:28:06) Imobiliário: índice Case-Shiller | Livro: História dos Mercados Financeiros (1:29:58) E não é importante diversificar? Citação de Buffet (1:33:42) Criptomoedas | Maior Aula de Literacia Financeira Extra: Carta anual a clientes da Casa de Investimento, partilhada pela convidada a título excecional, onde constam alguns dos exemplos referidos durante o episódio ______________ Esta conversa foi editada por: Hugo OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ressaltou a sua defesa por um cessar-fogo na guerra da Ucrânia e afirmou mais uma vez que deseja retomar o controle do Canal do Panamá e anexar a Groenlândia em seu longo discurso durante uma sessão conjunta do Congresso americano. Trump também citou o Brasil como um dos países que “cobram muito” dos Estados Unidos e prometeu novas tarifas. "Foi uma fala longuíssima e virou um palanque. Para a diplomacia brasileira, o efeito é o afastamento dos EUA da Europa; Brasil imagina que o próximo alvo das sanções norte-americanas é este continente. Nossa diplomacia considera que Trump está errando ao abrir muitas frentes ao mesmo tempo. A previsão do Itamaraty é que haja impactos para todos os países atingidos, mas, também, para os EUA, já que aumentar tarifas aumenta o custo da indústria local - o que encarece produtos, aumenta inflação e juros. Isso custa para a aprovação do republicano", avalia Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.