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Vulgarizamo-nos ao sermos forçados a explicar de todas as vezes os elementos decisivos das nossas vidas. Abandonada a paixão, limitados a uma frieza racional, de modo a bater certo com os critérios desse espírito mediano, esse que se abstém diariamente de qualquer ímpeto ou febre que possa obrigá-lo a fugir de si mesmo. Que dificuldade em chegar perto daquele lado perverso que torna alguns homens seres quase inenarráveis, por não serem só uma coisa, mas tantas, capazes do melhor e do pior, de acordo com aquilo que as circunstâncias lhes exijam. Como sentimos falta daqueles pesquisadores do impossível, aqueles capazes de o seguirem para lá de todas as coordenadas lógicas, plausíveis, mimando desde sempre uma suspeita ou desdém por ideologias, abstracções, antes guiando-se pela luz estelar das experiências concretas, expressas com um fulgor capaz de renascer de cada vez e a cada boca, e de lançar a sua voz além deste mundo desencantado. Alguns não querem recordar nada que se tenha passado neste mundo que não lhes diga respeito, e do mesmo modo se esquecem que uma “vida verdadeira”, como a ambicionava a criança delirante, está tantas vezes mais perto do insólito, do acidental, dos elementos da catástrofe e até do aberrante do que entre aquilo que é frequente, uniforme e regular. A experiência, nas suas dimensões irracionais, seja sensória, afectiva ou imaginativa, tem o seu próprio enredo de evidências e puxa-nos para um contacto com uma realidade encantadora e selvagem, bem mais rica do que aquelas que nos promete a razão. «De tais poderes ou seres tão grandiosos poderá haver uma sobrevivência concebível… uma sobrevivência de um período extremamente remoto quando a consciência se manifestava, talvez, sob formas e figuras desaparecidas muito antes da maré da evolução humana… formas das quais somente a poesia e a lenda retiveram uma memória esvoaçante e lhes chamaram deuses, monstros, seres míticos de todas as espécies (…)», anotava Algernon Blackwood à cabeceira de Lovecraft. Mas de que nos pode valer hoje esse impulso de entoar os tão antigos versos, buscar essas formas, suplicar encostando tanto quanto possível esta língua ao grego…? «Canta em mim, Musa, e através de mim conta a história/ desse homem hábil em todas as formas de luta,/ o viajante, perseguido durante anos a fio,/ depois de ter saqueado a sagrada cidadela/ erguida no altivo cimo de Tróia»… De que adianta, hoje, quando não acreditamos nas nossas próprias palavras, não as levamos tão a sério que elas sejam o nosso mais incisivo reflexo, a imagem que não se esbate, mas fica na memória dos demais, e ali produz a sua vertigem inesquecível, de que adianta procurarmos como reflexo um rosto vivo, atento, capaz de atravessar igualmente o que foi ou será? O que diz toda esta hesitação sobre os laços e pactos que tentamos forjar? Não seremos hoje meros ladrões de sentido, disputando bagatelas, numa tagarelice de frívolos intriguistas, incapazes de um curso perturbador ou de um gesto altivo, reverente ao mais largo dos tempos, e de um ritmo irado aqui, ali doce, que teça a expansão de um outro mundo? E quanto às palavras, o que ocorre nelas se não captam mais que a flutuação de um instante e se desfazem como areia mal nos deixam a boca? Que deserto se estende no tanto que é dito apenas para adiar a acção? Consumidos pela ironia e o desdém, no terror da nossa perdida inocência, não é verdade que nem sabemos já coser novas e velhas canções, restabelecer o selo quebrado? Meia-noite e meia… é a hora naquele poema de Roger Wolf, em que ele se acha a resvalar para mais outra insónia, dizendo: «e eis-me aqui/ a fumar até que me mate/ em frente a uma tela negra/ suja de manchas/ verdes.// Aí fora, em alguma/ parte, em todas,/ ensaios de cadáver/ arrastam-se até ser manhã/ na esteira de outra/ noite vazia.// Pergunto-me/ o que teria dito/ Homero.» O título do poema é: «Algo mais épico com certeza.» Afundados num tom baixo, até os piores crimes, os efeitos mais letais não deixam nunca de ser reles, resultado de seres que alcançam a infâmia do lado da sordidez, e que lamuriosos então ainda são eles... E não escapamos a esse gemido literário de obras que vão saindo em série de um vazio de experiência que nada tem a ver com a altissonante grandeza daquilo que nos é narrado nos relatos da antiguidade. É evidente que um Homero, hoje, servir-se-ia de outras linguagens, e o mais certo é que quisesse dominar a arte que a todas as pudesse coser num fôlego assombroso: do sopro e do ínfimo detalhe até à torrente avassaladora, da menor à mais desafiadora das escalas, devolvendo-nos à intimidade de heróis com e sem aspas, às suas contendas num mundo cheio de deuses. Foi isso o que Nolan conseguiu com a sua tradução. Ao recompor nos nossos dias a grande tradição épica, fá-la reflectir uma época que se reconhece nas palavras de José Emilio Pacheco: «Ninguém viveu como nós a experiência da evanescência. Pela primeira vez desde que se instalou a ideia de progresso, sentimos o porvir como uma ameaça. Perdemos tudo: ideias, crenças, costumes, cidades, afectos.» De algum modo, nunca o real nos foi mais estranho, e se cada vez mais nos conformamos com a norma, é natural que nos esquivemos à misteriosa condição que foi a dos homens num passado que nos surge como um enigma tão perturbador como o futuro. Mesmo na arte, as ditas criações limitam-se a acumular juros sobre o que já é conhecido, de tal modo que somos prisioneiros de sequelas cada vez mais inócuas do que foi feito antes. Maldiney diz-nos que só é real o inimaginável, ou seja, que devemos procurá-lo naquilo que não esperávamos. Assim, a verdadeira arte é tudo aquilo que procure realizar esse paradoxo que passa por preencher o inesperado. «A arte expõe-nos àquilo que há de menos provável, àquilo que, de súbito, trazendo consigo o instante da sua surpresa, se mostra nesse instante como estando ali desde sempre.» Hoje, é preciso unir a juventude à velhice. Aquela, na sua tempestuosa ingenuidade e fervor, poderá regenerar em nós o ímpeto da acção, ao passo que a idade, essa que poucos prazeres deixa aos homens, afia neles o sentido do gosto, uma inclemência diante das criações que só servem para antecipar o vazio. Como nos diz Agamben, «para o velho, todos os tempos são contemporâneos, e nesse inebriamento cada momento sai do seu contexto, tornando-se simultâneo, isto é, similar a qualquer outro. Todos os rostos são restituídos à sua semelhança, todos os gestos exultam e acenam, chamam-se uns aos outros, como os pássaros quando apanhados no visco. A memória – o visco – do velho não é cronológica, não conhece o tempo – somente o evo, a criança que joga o seu jogo, fazendo dele o seu reinado.» Foi isto o que fez Nolan, traduzir para a contemporaneidade, trazer as mitologias como um fôlego que devolverá vida a esta carne. Então, veremos o que temos diante de nós, agora que mesmo as estrelas parecem infectadas, e os venenos da terra infectam o sangue recebido dos imortais. É evidente que não sabemos falar como eles, não porque não tenhamos as mesmas ou outras palavras similares, mas porque na nossa boca esse sopro já não transporta tanta vida, nem admite aquela ânsia de espiar a utopia. Frequentámos por demasiado tempo este inferno a baixa temperatura, e fomo-nos deixando cozinhar nos seus vapores, de tal modo que não saberíamos dizer em que direcção correm essas brisas subtis que apontam para o paraíso. Uma prova da ignorância dos fisiologistas, diz-nos Ceronetti, é que não consideram a boca um órgão sexual. Ora, a boca é não só o principal órgão sexual, como a fala tem o poder de engravidar homens e mulheres através dos séculos. Mas percebe-se logo na entoação se aquilo que é dito transporta no hálito a gravidade capaz de sustentar a órbita do que é dito. Isaac Babel, Red Cavalry: «Consigo ver as feridas do teu deus a destilarem sémen, um veneno perfumado para intoxicar virgens.» Hoje só conhecemos a cópula oral na sua feição mais devastadora… «No auge das suas exaltações oratórias, Hitler ejaculava; era esse o momento em que a Multidão se encontrava inteiramente sob o seu domínio. Realizava uma cópula monstruosa, um incesto desconhecido das leis sagradas. A Multidão era fecundada por demónios, que pouco depois saíam do seu ventre. Assim se explica como um só homem pôde ser o pai de tanto mal.» (Ceronetti). Antes de irmos para férias, e para tomarmos o pulso às existências que tudo arriscam e que estão do outro lado da aura de destruição controlada deste tempo, contámos com a orientação de Miguel C. Duarte, activista que passou a última década ligado a missões civis de resgate de migrantes no Mar Mediterrâneo, e que esteve sob a mira da nossa fachoesfera caseira pela participação, em 2025, na Flotilha Global Sumud que partiu em missão humanitária com destino a Gaza.
A agência da ONU para os refugiados tem vindo a introduzir sistemas de Inteligência Artificial no planeamento de ações que apoiam pessoas deslocadas; a integração de novas tecnologias diminui a carga administrativa e permite uma melhor alocação dos recursos humanos.
En 1939, un barco zarpó desde Burdeos con destino a Chile . El viaje lo patrocinaba el escritor Pablo Neruda . En el barco, el Winnipeg, había miles de refugiados republicanos españoles que huían de la guerra. Esa historia se convierte ahora en una película de animación que cuenta la historia de un padre y una hija que cogen el barco. Laura Martel, guionista, y Beñar Beitia, director, cuentan en este reportaje de Hora América por qué era importante aportar más luz a esta historia. Por Elisa Cepeda. Escuchar audio
O duplo sismo na Venezuela causou “uma emergência em cima de outra emergência”. Oiça o último episódio do podcast “O Mundo A Seus Pés” com Marta Caria, da Portugal com ACNUR, fundação parceira nacional da Agência da ONU para os Refugiados.See omnystudio.com/listener for privacy information.
En Mérida la CONCANACO firma Pacto por la Prosperidad Consulado en Nueva York agota tarjetas FINABIENMéxico y Suiza mantienen relaciones diplomáticas desde 1945 Más información en nuestro podcast#grc
En el programa de hoy hablamos de los miles de niños gazatíes que han perdido a sus progenitores o que se han visto separados forzosamente de sus familias a causa de los bombardeos israelíes. Lo haremos con nuestra invitada Raquel Martí, directora ejecutiva de la UNRWA, la Agencia de Naciones Unidas para los Refugiados palestinos. Seguimos pendientes de Venezuela donde continúan los intentos de encontrar a gente con vida, las últimas cifras oficiales elevan a cerca de 2.000 las personas fallecidas y las heridas superan las 10.000. Nos vamos hasta Estados Unidos para hablarles de la decisión del Tribunal del Supremo de tumbar el intento de Trump de acabar con la ciudadanía por nacimiento. También miraremos a Qatar, donde se encuentran las delegaciones estadounidense e iraní intentando negociar un acuerdo sobre la guerra, en apariencia sin contactos directos. Entre otras cuestiones conoceremos los planes de inversión en Defensa y de Inmigración y Asilo del Reino Unido y daremos cuenta de las protestas violentas antinmigración que tienen lugar en Sudáfrica desde hace meses.Escuchar audio
En este episodio analizamos una de las decisiones más importantes de la Corte Suprema de Estados Unidos sobre el proceso de asilo en la frontera y explicamos cómo podría afectar a quienes aún se encuentran fuera del país. Además, hablamos sobre la reciente decisión relacionada con el TPS para Haití y Siria, comentamos la situación humanitaria que atraviesa Venezuela tras el devastador terremoto y respondemos preguntas de la audiencia sobre procesos migratorios, apelaciones, ICE y peticiones familiares. Toda la información presentada tiene fines educativos e informativos y no constituye asesoría legal individual. En este episodio hablamos de: Solidaridad con el pueblo venezolano tras el terremoto y el llamado a apoyar esfuerzos humanitarios. Posible impacto del desastre natural en las discusiones sobre un futuro TPS para Venezuela. Decisión de la Corte Suprema que permite al gobierno avanzar con la terminación del TPS para Haití y Siria. Orden de un juez federal que limita los arrestos de ICE dentro de las cortes de inmigración. Análisis detallado del caso de la Corte Suprema sobre solicitudes de asilo en la frontera y el concepto de metering. Explicación de quiénes se ven afectados y quiénes no se ven afectados por esta decisión. Diferencias entre ingresar legalmente, presentarse en un puerto de entrada y entrar sin inspección. Preguntas del público sobre apelaciones, entrevistas, cambios de fechas en corte, residencia permanente, I-130, TPS, ajuste de estatus y peticiones familiares. Gracias por acompañarnos. Mantente informado y recuerda consultar con un profesional para evaluar tu caso específico. Capítulos00:00 – Bienvenida y panorama del programa02:02 – Solidaridad con Venezuela tras el terremoto05:17 – Oración, apoyo humanitario y posible impacto migratorio09:55 – Corte Suprema permite terminar TPS para Haití y Siria12:18 – Crisis en las cortes de inmigración y audiencias adelantadas14:46 – Orden judicial que limita arrestos de ICE en cortes15:00 – Caso histórico de la Corte Suprema sobre el asilo en la frontera19:33 – ¿Qué es el metering y cómo cambia el proceso de asilo?24:24 – Convención de Refugiados, devolución y argumentos legales28:38 – ¿A quién afecta realmente esta decisión?32:43 – Opinión disidente y referencia histórica al MS St. Louis35:20 – Preguntas y respuestas sobre TPS, ICE, apelaciones y asilo57:48 – Peticiones familiares (Formulario I-130)01:06:40 – Preguntas finales, Venezuela y desped Contenido informativo general; no sustituye asesoría legal individual.
Convidados: Benazira Djoco, empresária e refugiada de Guiné-Bissau; Silvia Caironi, fundadora e presidente da ONG Aventura de Construir; e Paulo Illes, fundador do Fórum Social Mundial de Migrações, ex-coordenador de política migratória do Ministério da Justiça e Segurança Pública e presidente da ONG Sem Fronteiras. Num momento em que parte do mundo ergue barreiras contra o fluxo migratório, a Copa do Mundo está mostrando que nações se constroem com pluralidade. Algumas das seleções mais fortes do Mundial são formadas a partir da imigração: na França, 20 dos 26 jogadores são filhos de pessoas que não nasceram no país; na Holanda, metade; na Inglaterra e na Alemanha, um terço; no Canadá, são mais de 70%. O acolhimento a quem vem de fora mostra resultados nos campos, mas gera ainda mais impactos positivos na sociedade e até na economia: 5% da força de trabalho global, hoje, vem de trabalhadores que migram. No Brasil, a maioria dos imigrantes e refugiados encontra oportunidades no empreendedorismo: 70% seguem este caminho e, dentro deste universo, quase metade já tem empresas que geram mais empregos. Neste episódio, Natuza Nery entrevista dois profissionais que trabalham diretamente com migrantes e refugiados. Primeiro, Silvia Caironi explica por que eles encontram um caminho sólido no empreendedorismo. Depois, Paulo Illes analisa os fluxos globais de migração e diz o que o Brasil pode fazer para aproveitar o potencial dessas pessoas. Participa também a refugiada Benazira Djoco, empresária que veio de Guiné-Bissau para o Brasil aos 16 anos.
De campos de refugiados en África a las canchas más grandes del mundo, de Belgrado a Liverpool, de Kakuma a Sídney: los Socceroos son, quizás más que cualquier otro equipo en este Mundial. Esta es la historia, contada a través de los ojos de tres jugadores del equipo australiano masculino de fútbol: los Socceroos.
Parte una nueva caravana migrante de la ciudad chiapaneca de TapachulaLa esposa del jefe del gobierno español, Pedro Sánchez, será juzgada por corrupciónDel negro abosluto al amarillo, rosa y blaco, el cambio en el uniforme arbitral Más información en nuestro podcast#grc
Mais de 117 milhões de pessoas encontram-se deslocadas à força em todo o mundo enfrentando barreiras legais, administrativas e práticas no acesso ao trabalho digno; António Guterres lança apelo à proteção de todos os deslocados por conflitos e perseguições.
Daniel Duque, coordinador de ACCEM en CyL, habla sobre los refugiados y el papel que cumplen en la sociedad
Copa de los Refugios faz parte do calendário oficial do Dia Mundial dos Refugiados; inspirados na Copa do Mundo, a disputa entre times masculinos e femininos celebra a inclusão pelo esporte.
Agência prevê que cerca de 2,4 milhões de pessoas precisarão ser reassentadas no próximo ano; necessidades permanecem mais elevadas no Afeganistão, no Sudão do Sul e na Síria além de refugiados da minoria étnica rohingya, no sudeste da Ásia.
El número de refugiados en el mundo cae por primera vez en diez años, pero el 70% sigue atrapado en un exilio que dura toda una vida. El Alto Comisionado para los Derechos Humanos se declara "horrorizado" por la violencia racista en Reino Unido tras los ataques de Belfast y Southampton. El futbolista Lamine Yamal se convierte en embajador de UNICEF para reivindicar el derecho de los niños a jugar, cuando 90 millones de menores no tienen ni un solo juguete. Y la FAO alerta: las enfermedades animales transfronterizas amenazan la seguridad alimentaria mundial e impulsa los bioinsumos como respuesta estratégica en América Latina.
Número de pessoas forçadas a abandonar seus lares por guerras e perseguições atingiu 117,8 milhões em nível global; Agência da ONU para Refugiados alerta que total permanece em “patamar alarmante e inaceitável”.
Relatório mostra que o deslocamento forçado na África Oriental e Austral se prolonga por décadas, afetando gerações inteiras; Três em cada quatro refugiados continuam em exílio após cinco anos; Angola e Moçambique aparecem como países de origem.
Colombia, Honduras y Ecuador están atravesando crisis de desplazamiento de población que se encuentran entre las más importantes del mundo. Además, son consideradas "crisis olvidadas", denuncia el Consejo Noruego para los Refugiados (NRC) en su informe anual. Entrevistamos a Stine Paus, directora regional para América Latina de esta ONG. La lista de crisis de desplazamiento a nivel mundial está encabezada por dos países africanos: Sudán y la República Democrática del Congo. A continuación se ubican Colombia, Honduras y Ecuador. ¿Cuál es la situación específica en América Latina? "Estamos hablando de más de 10 millones de personas desplazadas en las Américas, una cifra elevada a nivel global que incluye refugiados y desplazados internos", dice Stine Paus, directora regional para América Latina del NRC a RFI. "Colombia presenta las cifras más altas de la región. En 2025, alrededor de 1.6 millones de personas se vieron afectadas por el conflicto en ese país. Con los datos que tenemos, se puede afirmar que al menos 300,000 personas han sido desplazadas en Ecuador en los últimos años. En Honduras, más de 400,000 personas han sido desplazadas en algún momento de sus vidas debido a la violencia. Estas cifras son, sin duda, muy alarmantes", agrega. Según el Consejo Noruego para los Refugiados, el crimen organizado y los grupos armados explican gran parte de este fenómeno. Las poblaciones son víctimas de amenazas, reclutamiento forzado y violencia. Sin embargo, estas crisis de desplazamiento en Colombia, Honduras y Ecuador figuran entre "las más olvidadas" del mundo, denuncia el NRC. "Son crisis olvidadas en el sentido de que reciben muy poca atención mediática, así como escasa atención internacional, política y financiera. Se requiere apoyo internacional para atender las necesidades humanitarias resultantes del desplazamiento, y esta financiación es actualmente muy baja. El promedio de financiamiento para estos tres países es solo del 15% de lo que se necesita", subraya. A nivel global, la financiación para enfrentar crisis humanitarias está disminuyendo. Sin embargo, esta ONG advierte que la distribución de recursos no está necesariamente basada en las necesidades, sino en intereses políticos. Por ello, buscan visibilizar las crisis que requieren atención urgente, pero que no reciben suficiente cobertura. Stine Paus menciona el caso de Ecuador. "Los países europeos han dirigido una parte significativa del apoyo hacia las crisis más cercanas geográficamente. Esto, combinado con la reducción de fondos de los Estados Unidos, tiene como efecto que las crisis en América Latina sean menos atendidas. En la región, Ecuador es un caso importante. Este país no ha sido priorizado últimamente por los fondos humanitarios de Estados Unidos, a pesar de que las necesidades humanitarias están aumentando", concluye.
Colombia, Honduras y Ecuador están atravesando crisis de desplazamiento de población que se encuentran entre las más importantes del mundo. Además, son consideradas "crisis olvidadas", denuncia el Consejo Noruego para los Refugiados (NRC) en su informe anual. Entrevistamos a Stine Paus, directora regional para América Latina de esta ONG. La lista de crisis de desplazamiento a nivel mundial está encabezada por dos países africanos: Sudán y la República Democrática del Congo. A continuación se ubican Colombia, Honduras y Ecuador. ¿Cuál es la situación específica en América Latina? "Estamos hablando de más de 10 millones de personas desplazadas en las Américas, una cifra elevada a nivel global que incluye refugiados y desplazados internos", dice Stine Paus, directora regional para América Latina del NRC a RFI. "Colombia presenta las cifras más altas de la región. En 2025, alrededor de 1.6 millones de personas se vieron afectadas por el conflicto en ese país. Con los datos que tenemos, se puede afirmar que al menos 300,000 personas han sido desplazadas en Ecuador en los últimos años. En Honduras, más de 400,000 personas han sido desplazadas en algún momento de sus vidas debido a la violencia. Estas cifras son, sin duda, muy alarmantes", agrega. Según el Consejo Noruego para los Refugiados, el crimen organizado y los grupos armados explican gran parte de este fenómeno. Las poblaciones son víctimas de amenazas, reclutamiento forzado y violencia. Sin embargo, estas crisis de desplazamiento en Colombia, Honduras y Ecuador figuran entre "las más olvidadas" del mundo, denuncia el NRC. "Son crisis olvidadas en el sentido de que reciben muy poca atención mediática, así como escasa atención internacional, política y financiera. Se requiere apoyo internacional para atender las necesidades humanitarias resultantes del desplazamiento, y esta financiación es actualmente muy baja. El promedio de financiamiento para estos tres países es solo del 15% de lo que se necesita", subraya. A nivel global, la financiación para enfrentar crisis humanitarias está disminuyendo. Sin embargo, esta ONG advierte que la distribución de recursos no está necesariamente basada en las necesidades, sino en intereses políticos. Por ello, buscan visibilizar las crisis que requieren atención urgente, pero que no reciben suficiente cobertura. Stine Paus menciona el caso de Ecuador. "Los países europeos han dirigido una parte significativa del apoyo hacia las crisis más cercanas geográficamente. Esto, combinado con la reducción de fondos de los Estados Unidos, tiene como efecto que las crisis en América Latina sean menos atendidas. En la región, Ecuador es un caso importante. Este país no ha sido priorizado últimamente por los fondos humanitarios de Estados Unidos, a pesar de que las necesidades humanitarias están aumentando", concluye.
O ano de 2025 foi o mais mortífero de sempre para as travessias marítimas dos refugiados da minoria muçulmana; sem continuidade da solidariedade internacional, situação das famílias corre o risco de se deteriorar.
Sergio Pérez habla de El Drama, A la cara, La silla, Conoce a los bárbaros, Mallorca Confidencial, Fleak, Corredora, El caso Hübener, San Jorge...
Programa 25/05/26: ‘Amigos for Settlement' es una iniciativa para ayudar a las familias recién llegadas a que logren un asentamiento exitoso en su nueva comunidad. También hablamos del brote de difteria que tiene preocupadas a las autoridades australianas. Y te contamos del aumento de la demanda de coches eléctricos.
Programa 20/05/26: EE.UU sanciona a jefes de inteligencia cubanos por compra de 300 drones a Rusia e Irán. En Sídney, el tango se usa como terapia para para sanar el trauma entre las personas refugiadas. En fútbol: Arsenal, campeón de la Premier tras 21 años; Southampton, excluido del repechaje por espionaje; y Neymar regresa a Brasil para el Mundial 2026.
O Roda Viva recebe, nesta segunda-feira (18/5), o diretor-geral do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, Pierre Krähenbühl. O programa debate sobre os desafios humanitários globais em meio aos conflitos armados, crises migratórias e tensões geopolíticas que impactam milhões de pessoas ao redor do mundo.Antes de assumir a direção-geral do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, ocupou cargos de liderança em operações da entidade no Oriente Médio, Ásia, África e Europa, acompanhando de perto situações de guerra, deslocamentos forçados e violações de direitos humanos. O executivo também presidiu a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Oriente Próximo, agência da ONU responsável pelo apoio a refugiados palestinos.O Roda Viva vai ao ar toda segunda, a partir das 22h, na TV Cultura, no site da emissora e no YouTube!#RodaViva #TVCultura #SomosCultura
Dia 26 de maio entra em vigor as atualizações das Normas Regulamentadoras focadas na Saúde Mental no ambiente de trabalho. Convidamos a Lorena Laporte de Melo para falar sobre isso, com foco no assédio e riscos psicossociais. Ela conversou com as cofundadoras de Carlotas, Carla Douglass e Fabiana Gutierrez.Lorena é jurista criminalista especializada no atendimento a vítimas e autores de agressão. Iniciou sua carreira trabalhando com crianças e adolescentes em situação de risco no Brasil e na França, e posteriormente atuou no OFPRA - Escritório Francês para a Proteção de Refugiados e Apátridas, lidando com solicitantes de asilo, especialmente vítimas de tráfico humano. Sua trajetória inclui também trabalho com mulheres vítimas de violência e formação em Comunicação Não-Violenta e práticas restaurativas. Atualmente, dedica-se a compartilhar seus conhecimentos para lidar com situações de violência e promover relações mais humanas na sociedade.Youtube com Legendas e Libras: https://youtu.be/NGcLdnZliUk
A história de El Salvador confunde-se, durante décadas, com a trajetória de terror imposta pelas organizações criminosas conhecidas como "maras". O menor país da América Central chegou a liderar o ranking global de homicídios, transformando-se em um cenário de guerra urbana onde o Estado de Direito foi paulatinamente suplantado pelo poder paralelo das facções MS-13 (Mara Salvatrucha) e Barrio 18. A gênese desse fenômeno não ocorreu em solo salvadorenho, mas nos guetos de Los Angeles, na década de 1980. Refugiados da Guerra Civil de El Salvador formaram grupos de apoio mútuo que, sob a influência de ex-membros das forças especiais militares e após sofrerem deportações em massa por parte do governo dos Estados Unidos em 1996, transformaram-se em facções altamente disciplinadas e cruéis. Ao retornarem a uma nação com instituições fragilizadas e economia debilitada, a MS-13 e a Barrio 18 lotearam o território nacional, estabelecendo um regime de extorsão generalizada conhecido como "renta", que afetava desde pequenos comerciantes até grandes frotas de transporte.
Más de 60 millones de personas huyen de sus países a causa de una guerra o porque les persiguen por su raza, orientación sexual, ideas políticas o religiosas. Son refugiados. Que llegan a España y a la Comunidad de Madrid desde Siria, Ucrania y Palestina, principalmente. Sin embargo, siete de cada diez peticiones de asilo son denegadas. Y de las 18.000 personas que España se comprometió a acoger el año pasado han llegado menos de 500. Reporteros 360 convive con ellos y con los voluntarios que les ayudan, tanto aquí como en los campos de refugiados. Y conocemos la historia de Jean, que saltó la valla de Melilla después de siete intentos, de Romeo, que vino huyendo de la pobreza, y de familias sirias que no duermen nunca, porque temen que sus familiares “mueran en cualquier momento”.
La incertidumbre crece entre la comunidad venezolana en Estados Unidos después de que la Corte Suprema de Estados Unidos autorizara provisionalmente al gobierno de Donald Trump a eliminar el Estatus de Protección Temporal (TPS) para cientos de miles de migrantes. La decisión deja en riesgo a cerca de 600.000 venezolanos que durante años residieron y trabajaron legalmente en el país y que ahora enfrentan la posibilidad de perder su permiso de permanencia y ser deportados a Venezuela, en medio de preocupaciones por la situación política, económica y de seguridad que atraviesa el país.
El temor crece entre la comunidad migrante de Ciudad de México ante el endurecimiento de los operativos migratorios, que activistas y organizaciones civiles califican como redadas masivas e indiscriminadas. Según denuncian, los controles se realizan sin evaluaciones individuales claras y han derivado en la detención de personas que incluso cuentan con trámites legales activos ante la Comisión Mexicana de Ayuda a Refugiados. La situación ha encendido las alarmas entre defensores de derechos humanos, que acusan a las autoridades de replicar tácticas similares a las de ICE en Estados Unidos. Ante el aumento de las denuncias, ya fue presentada una queja ante la Comisión Nacional de los Derechos Humanos para exigir una investigación sobre los operativos y posibles violaciones de derechos.
Australia has welcomed over one million refugees. But changes to the economy, government policies, and the settlement process have made things more difficult for refugees settling today. - A Austrália já recebeu mais de um milhão de refugiados. No entanto, mudanças na economia, nas políticas governamentais e no processo de reassentamento tornaram mais difícil a integração dos refugiados que chegam atualmente ao país.
Más de 38.000 mujeres y niñas murieron en Gaza entre octubre de 2023 y diciembre de 2025, un promedio de 47 al día, según un nuevo análisis de ONU Mujeres. El Secretario General acoge el alto el fuego de diez días entre Israel y Líbano. La crisis de los refugiados rohinyá alcanza cifras récord de muertes en el mar. Haití supera los 5,8 millones de personas con inseguridad alimentaria aguda.
Mais de um terço dos venezuelanos entrevistados, que vivem fora do país, citaram reencontro familiar como principal motivação; dois terços disseram que preferem esperar; 6,9 milhões de cidadãos estão acolhidos em países da América Latina e Caribe.
Federico comenta la petición del Ministerio de Migraciones a los ucranianos 'para que "no tramiten el proceso de regulación extraordinaria".
Novos dados mostram que mais de 60 países incluem recursos e leis nacionais de apoio; números constam de relatório estabelecendo primeira referência global para monitorar progressos que atendem necessidades dos migrantes.
Se cumplen cuatro años desde que la ofensiva rusa atravesó la frontera con Ucrania. Cuatro años que han dejado cientos de miles de muertes y que han obligado a millones de ucranianos a integrarse en otro país. Nuestro corresponsal en Madrid, Juan Cascón, salió al encuentro de quienes eligieron España para empezar de nuevo. En España viven cerca de 340.000 ucranianos. Tres de cada cuatro, con una protección temporal. Pero en muchos casos, la situación acaba siendo definitiva. Aprendizaje del español Daria se fue de Ucrania con 20 años, poco después de comenzar el conflicto. Ahora tiene 24 y su plan de vida ha cambiado por completo. “Al principio yo estaba pasando bastante mal, al final dejaba toda mi familia ahí. Ahora mismo estoy bastante cómoda en saber que me voy a quedar aquí para siempre”, afirma. Cuando llegó, apenas hablaba español, pero gracias a la ayuda de la Cruz Roja, tomó clases y encontró un empleo rápidamente. Hoy lo utiliza a diario en el bar donde trabaja y también con su pareja, un español con quien va a tener un bebé. “Es bastante lindo porque incluso me hace a veces exámenes. A ver, ¿esta palabra qué significa? ¿Qué piensas? Y él es muy paciente. Si yo no entiendo, él me puede repetir dos, tres o cuatro veces, pero yo quiero tener un poquito menos acento por el tema de que como voy a tener una hija, que pueda hablar con ella bastante más fácil y que no aprende el acento ni algunas palabras que pronuncio mal o lo que sea”, cuenta Daria. A veces el aprendizaje concierne a familias enteras. Iegor, de 18 años, vive con sus padres y sus dos hermanos en Madrid y estudia Administración de Empresas en la universidad. “De mi familia nadie hablaba español antes de llegar aquí. Yo estudiaba además alemán, pero al llegar a España se me hizo difícil combinar dos idiomas nuevos. Aquí en Madrid actualmente no tengo ningún amigo que sea ucraniano, solo españoles o amigos latinos. Estamos en la uni y si hay una palabra muy específica de economía o cosas así me ayudan, pero en general expresarme no tengo problemas”, indica. Tintes de xenofobia Según él, cuando acabe sus estudios, la dificultad para encontrar un trabajo no tendrá que ver con sus conocimientos, sino con el hecho de no ser español: “Ya me pasó en Alicante cuando buscaba un trabajo en verano, quizás por el acento o algo”, señala. Margarita también sufrió xenofobia, en su caso a la hora de buscar un apartamento: “Nos ha ayudado muchísimo que mi pareja es de España porque si yo intentaba alquilar por mi cuenta me costaba mucho más”, recuerda. A sus 25 años, cuatro de ellos en España, se siente más tranquila e integrada que al principio. Trabaja como modelo y tiene un grupo de música. Con su novio habla en inglés porque le supone menos esfuerzo, pero poco a poco va mejorando su español, y también la confianza en sí misma: “No me importa mucho qué va a decir la gente de mi nivel de español, pero a mí me importa poder hablar como yo tengo en mi cabeza, presentarme como yo soy”, afirma. Mientras buscan un futuro en España, los ucranianos miran hacia su país con la esperanza de que la guerra termine pronto. Ya van cuatro años, y en este tiempo, hablar español ha pasado de ser una necesidad a una nueva faceta de su identidad.
La investigación del accidente de tren en Adamuz (Córdoba) apunta a Adif por retirar pruebas cruciales sin autorización judicial. Cuestionan su responsabilidad por vías antiguas y soldaduras deficientes, exigiendo transparencia por la manipulación de pruebas de accidente mortal. La invasión rusa de Ucrania cumple cuatro años, la mayor guerra europea sin final. Rusia controla territorio, el conflicto suma casi dos millones de muertos. Ucrania recupera terreno, pero padece la "guerra del frío". Zelenski enfrenta corrupción. Refugiados relatan su difícil adaptación en España. Tenerife registra un "enjambre sísmico" con más de 6.000 movimientos en el Teide, confirmando actividad volcánica. Se descarta erupción próxima, pero mantienen vigilancia. La app china SeaDance 2 genera vídeos hiperrealistas alterando finales de películas. Hollywood amenaza acciones legales por uso no autorizado. Un experto advierte la responsabilidad de plataformas y usuarios. La violencia machista es un problema ...
Nativa de Edimburgo, Escocia, Gillian empieza su carrera profesional en el Reino Unido como profesora de idiomas, un trabajo que la lleva también a Barcelona, Italia y Madrid. Como actriz, se forma en Madrid en los años 80 y durante los 90, combina la interpretación teatral (English Theatre Workshop y las compañías Transatlantic y White Light Theatre) con periodismo de radio en Radio Exterior de España donde desarrolla su faceta de escritora, locutora, productora y artista de voz. En 1997, fusiona su amor por la interpretación, la enseñanza y la escritura con la creación de su propia empresa teatral, The Lingua Arts Company. Durante los siguientes 24 años, escribe, produce y dirige 20 obras teatrales dirigidas a estudiantes de inglés de todas las edades. A la vez, sigue interpretando en el cine y la televisión tanto en España como en el Reino Unido. Ha participado en numerosas series españolas como Refugiados, Buscando El Norte, Yo soy Bea, La que se avecina, etc. Su trabajo cinematográfico incluye películas y cortometrajes como "Flora" (2019) por el cual es galardonada con una Mención de Honor a la Mejor Actriz de Reparto en el Festival Internacional de Cine de Atenas 2020. Acaba de participar en el drama de época producido por TVE en España, “Ena”, una miniserie biográfica sobre la esposa inglesa del rey Alfonso XIII. Además de actuar, Gill trabaja como artista de voz, prestando la misma a anuncios, doblaje, videojuegos, dibujos animados, videos corporativos, y documentales. Formó parte del Coro de Actores de Madrid, durante casi 15 años.
Quantia garantir assistência vital e apoio mais digno a 5,9 milhões de pessoas afetadas em sete países vizinhos, à medida que a guerra se aproxima do quarto ano.
Agências humanitárias continuam operando com acessos limitados; Pnud apoia acolhimento de doentes; Unrwa fala de desinformação sobre a assistência prestada a cidadãos palestinos.
Ya son cinco días del secuestro de 10 trabajadores de una minera en Sinaloa Juez suspende detenciones de refugiados en Minnesota
***AVISO DE CONTEÚDO EM INGLÊS*** Marcelo Tas entrevista, no Provoca, a atriz, cantora, dançarina e Embaixadora das Nações Unidas pelos refugiados, Kat Graham.A artista, que deu vida à personagem Bonnie na série The Vampire Diaries e fará o papel da cantora Diana Ross na cinebiografia de Michael Jackson, prevista para estrear em abril de 2026, conta no programa sobre seu trabalho na ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados), a amizade com Quincy Jones, a inspiração para o novo disco, como se sentiu ao integrar a lista dos 100 líderes da revista Time e muito mais.
La guerra en República Democrática del Congo no solo no ha cesado sino que sigue obligando a miles de personas a huir de sus casas. En las últimas semanas, la Agencia de Naciones Unidas para los Refugiados, ACNUR, ha detectado que unas 100.000 personas han cruzado la frontera sur entre el país y Burundi para escapar de la violencia creciente.Hablamos con la coordinadora de emergencias de MSF en Burundi, Carolina López Led.Escuchar audio
¿Fueron víctimas de envenenamiento por arsénico, refugiados flamencos perseguidos, seres de otro mundo… o algo mucho más oscuro? 900 años después, el misterio de los niños verdes sigue sin resolverse.
Viajamos a Bayona (Francia) para entrevistar a Mercedes de Orriols, hija de Álvaro de Orriols, autor de "Las hogueras del Pertús", el libro en el que se inspiró parte del podcast de nuestra productora Nacional II: la ruta del exilio. Mercedes tenía cuatro años y medio cuando su familia tuvo que huir a Francia ante la inminente llegada de las tropas franquistas a Barcelona. Álvaro de Orriols, su padre, poeta y dramaturgo, temía las represalias de los golpistas. Un 25 de enero de 1939, solo un día antes de la llegada de las tropas fascistas, Álvaro de Orriol, su mujer, sus dos hijos, y tres miembros más de la familia se subieron a un camión con dirección a Girona. Pero pronto tuvieron que abandonar ese camión y continuar a pie. Lo hicieron junto a 500.000 personas. Mercedes recuerda en esta entrevista todo lo vivido Más información aquí: https://eldiario.es/132_c45442 Haz posible Carne Cruda: http://bit.ly/ProduceCC
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (11): Segundo o Comitê Nacional para os Refugiados, 90% dos refugiados no Brasil vêm da Venezuela. A repórter Camila Yunes foi até a Vila Reencontro, em São Paulo, mostrar a realidade de famílias que atravessaram a fronteira e como elas receberam a notícia da prisão de Maduro. Após 18 meses, o governo brasileiro deixará de representar os interesses argentinos em Caracas, na Venezuela. A decisão acontece em meio à tensão pós-invasão dos EUA na Venezuela e atritos diplomáticos causados por postagens de Javier Milei. Entenda como será a transição para o governo italiano. Com as maiores reservas do mundo, cerca de 303 bilhões de barris, a Venezuela pode voltar a ser uma potência energética sob tutela americana? A professora de Relações Internacionais, Mariana Maranhão, analisa se a entrada desse petróleo no mercado pode derrubar os preços internacionais e como fica a OPEP nessa história. Após a saída de Ricardo Lewandowski, o Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública (CONSESP) defende abertamente a divisão do Ministério da Justiça. Em carta, a entidade sugere nomes como Andrei Rodrigues (PF) e Chico Lucas (PI) para comandar uma pasta exclusiva de Segurança Pública. O cinema brasileiro pode fazer história novamente. O filme "O Agente Secreto", de Kleber Mendonça Filho, concorre em três categorias no Globo de Ouro, incluindo Melhor Filme de Drama e Melhor Ator para Wagner Moura. Veja a análise de especialistas sobre as chances de vitória contra concorrentes de peso. A Justiça de São Paulo concluiu que não há vínculo entre o Banco Master, de Daniel Vorcaro, e operações que investigam lavagem de dinheiro do PCC. O repórter André Anelli explica a decisão. Além disso, a contagem regressiva começou para o FGC pagar 1,6 milhão de investidores. Partidos da Groenlândia rejeitaram a oferta de compra de Trump. O presidente dos EUA afirmou que, se não controlar a ilha, China ou Rússia o farão. A Casa Branca considera opções, inclusive força militar. A primeira-ministra da Dinamarca alertou que a anexação significaria o fim da OTAN, mas Trump disse estar disposto a sacrificar a aliança. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou que Jair Bolsonaro (PL) sofre com perda de equilíbrio e tonturas causadas por medicamentos, o que teria provocado sua queda da cama e o traumatismo craniano leve. Tirso Meirelles, presidente da FAESP (Federação da Agricultura e Pecuária de São Paulo), avalia que os impactos do acordo Mercosul-UE serão de longo prazo devido ao forte protecionismo global (citando barreiras da China e EUA). Apesar das salvaguardas europeias, ele vê o acesso a um mercado de 750 milhões de pessoas como oportunidade para provar a sustentabilidade brasileira. Wanderlei Nogueira analisa a projeção da FIFA de atingir US$ 4 bilhões em receitas de transmissão para a próxima Copa. A Europa segue como o maior mercado. Enquanto a América do Norte tem o maior contrato individual, EUA com Fox/Telemundo, cerca de US$ 1,2 bi, impulsionada pelas sedes. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
¿Sabías que el fundador de uno de los yogurts más famosos de Estados Unidos también fue migrante, no hablaba inglés y dependió de que alguien le diera una oportunidad?En el episodio 120 de Español Intermedio te cuento la historia de Hamdi Ulukaya, fundador de Chobani. No es solo una historia de éxito empresarial, sino una historia sobre migración, trabajo y memoria.Hamdi decidió no olvidar su pasado. Recordó lo que significa llegar a un nuevo país sin idioma, sin contactos y sin oportunidades. Y desde ahí creó algo diferente: una empresa que pone a las personas en el centro y una organización que ayuda a refugiados a conseguir empleo y empezar de nuevo.Este episodio habla de trabajo, dignidad y de cómo una oportunidad puede cambiar una vida… y muchas más.Escúchalo y dime:¿Crees que el trabajo puede cambiar la forma en que una persona se integra a un nuevo país?Únete a Patreonhttps://www.patreon.com/c/Espanolintermediopodcast?vanity=user
Programa 17/12/25: Colombia enfrenta su tercer día de paro armado del ELN, con violencia generalizada, transporte incinerado, policías asesinados y comunidades confinadas en amplias zonas del país. Paola Bórquez-Arce, de ASeTTS, nos habla de un proyecto de salud mental galardonado por su innovación y enfocado en refugiados latinoamericanos en Australia.
La experta en desarrollo comunitario, Paola Bórquez-Arce, colaboradora de la organización ASeTTS, conversa sobre un proyecto de salud mental galardonado por su innovación y enfocado en latinoamericanos que llegan con visas humanitarias a Australia Occidental.