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roberto campos neto

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Colunistas Eldorado Estadão
Moura Brasil: As novelas ‘Moraes x Do Val' e ‘Lula x Campos Neto' continuam

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Feb 6, 2023 12:41


Na edição desta segunda-feira, o jornalista Felipe Moura Brasil comenta a fala do  presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, aos sindicatos, sobre a abertura do governo para o diálogo sobre as pautas da categoria, inclusive o reajuste salarial. E fala sobre a ameaça do ministro Alexandre de Moraes, do STF, de multar em R$ 100 mil a revista Veja e as emissoras CNN e da Globonews se não entregassem cópias de todas as entrevistas concedidas pelo senador Marcos do Val (Podemos-ES). O colunista discute os principais temas que rondam o noticiário político do País, de segunda a sexta, às 8h30, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Abertura de Mercado
Lula volta a atacar BC e coloca percepção de risco do país à prova

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Feb 3, 2023 14:17


Parece reprise, mas não é.O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não desistiu de atacar o Banco Central (BC), os juros e o patamar atual das metas de inflação. Em entrevista à RedeTV! na noite da última quinta-feira (2), o petista subiu o tom e disse que vai "esperar esse sujeito terminar o mandato para avaliar o que significou a independência do BC".O sujeito em questão é Roberto Campos Neto.Lula também quer saber se os chefes do Legislativo estão felizes com o presidente do BC, porque, afinal, eles deveriam imaginar que a autonomia da autarquia faria a economia crescer.O presidente da República dá ao BC um poder que ele não tem e transfere para a autoridade monetária a responsabilidade sobre o fracasso das escolhas do governante. A oratória política é boa nisso: compartilhar erros, e não avanços.A inflação herdada por Lula tem choques das crises recentes e, mais ainda, efeitos da gastança promovida por Jair Bolsonaro. O novo governo quer seguir só com a gastança, e não quer o estrago que ela causa -- ou melhor, quer culpar o BC pelos efeitos dela.A nova rodada da cantilena petista pode -- ou não -- provocar uma mudança na percepção de risco sobre o Brasil, e essa reação vai dizer muito sobre o quanto vale a palavra do presidente da República.No episódio desta sexta-feira (3), o CNN Money ainda discute a alta da inadimplência no país e os resultados das big techs, que viram seus lucros em queda livre no último trimestre.Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
"Super quarta" tem decisões do BC e Fed; na política, Senado elege novo presidente

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Feb 1, 2023 23:10


Uma "super quarta" não poderia ser mais "super" do que esta.O apelido, que marca a coincidência na decisão sobre os juros dos bancos centrais daqui e dos Estados Unidos, fica mais "super" com a posse do novo Congresso Nacional e, principalmente, a eleição para a presidência do Senado Federal, marcada pela disputa entre o candidato à reeleição, Rodrigo Pacheco (PSD), e Rogério Marinho (PL-RN), da ala bolsonarista.Do lado da economia, o Comitê de Política Monetária (Copom) tem a missão de lidar com o processo inflacionário e com todo tipo de ruído que tem vindo no caminho. Os mais barulhentos têm vindo do Palácio do Planalto e da Esplanada dos Ministérios -- dia sim, dia também, tem alguém de lá atacando o patamar da taxa Selic em 13,75% a.a.Além de garantir a queda da inflação, o BC de Roberto Campos Neto terá de aparecer com uma barricada institucional, tendo em vista a situação esdrúxula imposta: mesmo prevista em lei, vê sua independência sendo contestada pelo novo governo.A dúvida é se a comunicação vai dar conta de convencer a sociedade e os mercados que esta lei vai pegar no Brasil. Campos Neto precisa encontrar um tom certo para proteger sua credibilidade e, ao mesmo tempo, não vazar para a política -- uma contaminação indesejável para qualquer banqueiro central, ainda mais o nosso.No episódio desta quarta, o CNN Money ainda se volta às expectativas para a decisão do Federal Reserve System (Fed, o BC dos EUA), que já mexe com os mercados, e para a posse do novo Congresso Nacional.Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
Em sinal de unidade, equipe econômica toma café com banqueiros na Febraban

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Jan 31, 2023 20:57


Depois de receber a visita de Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central (BC), e atravessar a Avenida Paulista para encontrar empresários da indústria na Fiesp, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, estará na Faria Lima nesta terça-feira (31) com os maiores banqueiros do país.E não estará sozinho. Junto dele, Simone Tebet, do Planejamento, Esther Dweck, da Gestão, Carlos Fávaro, da Agricultura, e Aloizio Mercadante, do BNDES, estarão no café da manhã na sede da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), em São Paulo.Não é coincidência de agenda, é estratégia -- e uma boa estratégia, como dito por executivos do setor financeiro à âncora do CNN Money, Thais Herédia.A presença dos ministros demonstra prestígio e esforço de firmar pontes e diálogos com agentes econômicos. E logo com banqueiros, tão criticados por dirigentes petistas, a começar pelo próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva.É a segunda vez que Haddad vai à sede da Febraban em poucos meses. Em novembro do ano passado, o ex-prefeito de São Paulo nem era confirmado como ministro ainda, mas já falava como tal, e, diante dos representantes da Febraban, se comprometeu com responsabilidade fiscal e reforma tributária.Agora, a expectativa é por uma demonstração de unidade de propósito entre os fortes da equipe econômica. Não é segredo que há divergências entre eles, o que reforça o gesto num ambiente que não esconde mau-humor com as bravatas políticas do PT.O espírito geral dos dois lados é de ouvidos abertos, colaboração e consonância sobre as prioridades do país.No episódio desta terça, o CNN Money se volta aos temas que devem ser tratados nesse encontro -- entre eles, a reforma tributária --, e as perspectivas dos mercados quanto à economia global, considerando previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI) e as decisões de juros dos principais BCs do mundo.Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
Decisões de juros pautam "Super Semana", com expectativa de recados do BC a Lula

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Jan 30, 2023 20:19


Indicadores econômicos, balanços empresariais e decisões dos principais bancos centrais do Ocidente.Essa é a agenda desta "super semana", com os mercados de olho, principalmente, nas decisões de política monetária diante de uma possível recessão global.Entram na conta o Federal Reserve System (Fed, banco central dos Estados Unidos), Banco da Inglaterra (BoE) e Banco Central Europeu (BCE), além do BC brasileiro -- alvo dos holofotes desde a chegada de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência pela terceira vez.Depois de quase um mês ouvindo reclamações e críticas, chegou a vez do BC falar. A primeira reunião de política monetária do ano nesta segunda-feira (30), com um BC independente em um governo Lula, atrai atenção não só pela decisão da taxa de juros, que deve ficar em 13,75% a.a., mas pelos recados que o presidente da autarquia, Roberto Campos Neto, vai passar à gestão petista.Para não perder o caráter institucional, o BC deve expressar preocupação com decisões arriscadas sobre gastos públicos e debates fora de propósito, que atrapalham a derrubada da inflação e, portanto, dos juros.Entre os alvos do Comitê de Política Monetária, pode estar a volta dos bancos públicos como indutores de crescimento, não só do Brasil, mas dos países vizinhos da América Latina. Questionar a credibilidade do BC ou do sistema de metas da inflação também deve aparecer como fonte de risco para a economia.Mesmo abusando do "economês", Campos Neto precisa mostra que não se intimida com discurso político. Esse vai ser o grande teste do BC independente na troca de governo.Lá fora, o desafio começa a mudar de cara, de combate à maior inflação em décadas ao risco de recessão nos países ricos.Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
BC rebate críticas de Lula com diplomacia; Americanas entra em recuperação judicial

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Jan 20, 2023 19:44


Foi com diplomacia e institucionalidade que o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, respondeu às provocações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a independência da autarquia e o patamar da meta de inflação. Sem deixar de ser categórico, disse: "A independência do BC foi aprovada pelo Congresso e chancelada pelo STF." Depois de acesa a fogueira dentro de casa, o ministro que cuida das Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT), apareceu como um bombeiro nas redes sociais e disse: "Não há nenhuma predisposição por parte do governo de fazer qualquer mudança na relação com o Banco Central." Lula pode empolgar com discursos e gastar capital político à toa, mas não joga palavra, e nem ideia, fora. Ele pode, sim, alterar a rota da política monetária aumentando a meta de inflação, inclusive como fez a ex-presidente Dilma Rousseff. É difícil acreditar, porém, que o presidente não entenda que estará quebrando o termômetro apenas porque não gosta da temperatura que ele marca. Em resposta, Campos Neto sinalizou que o BC independente vai continuar buscando a estabilidade da moeda por meio de um diagnóstico realista, mesmo que em um ambiente mais volátil.  No episódio desta sexta-feira (20), o CNN Money ainda se volta ao escândalo da Americanas, que teve o pedido de recuperação judicial aprovado na véspera, e a greve geral na França contra a reforma da Previdência, sugerida pelo presidente Emmanuel Macron.  Apresentado por Thais Herédia, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

EconOlívia
#02: O que esperar da Economia em 2023? Carta aberta do BC ao Ministro da Fazenda, repercussões do 8 JAN e recessão internacional

EconOlívia

Play Episode Listen Later Jan 11, 2023 28:59


Mais um EconOlívia fresquinho pra você! Hoje a nossa pauta principal é a carta do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, ao Ministro da Fazenda. Pra gerar treta? Claro que não. A ideia da carta é trazer perspectivas sobre a política monetária brasileira para 2023, já que o BC é um órgão independente do Ministério da Fazenda. Você sabia disso? Não? Então tá um motivo pra você dar play nesse episódio! Além da carta aberta, a gente também comenta algumas repercussões sobre a invasão a Brasília no último domingo; e também as expectativas do Banco Mundial para a economia global, que deve enfrentar mais um recessão - a segunda em menos de uma década! Tá esperando o que pra dar play no episódio? Bora que o EconOlívia tá começando! --- Send in a voice message: https://anchor.fm/econolivia-podcast/message

O Antagonista
Presidente do Banco Central confirma que só fica até 2024

O Antagonista

Play Episode Listen Later Dec 16, 2022 2:10


Roberto Campos Neto reafirmou, na última entrevista coletiva do ano, na quinta-feira (15), que não pretende pleitear um segundo mandato à frente do Banco Central, apesar dos rumores de que Lula estaria disposto a lhe oferecer a permanência no cargo. Leia mais: https://oantagonista.uol.com.br/economia/campos-neto-volta-a-descartar-permanencia-no-bc/  Inscreva-se e receba a newsletter:  https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site:  https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais:  https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista ​https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

Direto ao Ponto
terça-feira, 13/12/2022

Direto ao Ponto

Play Episode Listen Later Dec 13, 2022 4:37


Jornais destacam o ambiente de embate para votação da PEC de TRansição na Câmara esta semana, com perspectiva de adiamento tornando-se mais evidente entre deputados. Lula e Arthur Lira devem se encontrar hoje para novas negociações. União Brasil da Câmara também mostra insatisfação por não ter sinalização clara sobre ministérios. Fernando Haddad e Roberto CAmpos Neto devem se encontrar hoje pela primeira vez desde confirmação de Haddad para a Fazenda. O futuro ministro pretende faze as primeiras indicações para a equipe hoje. Noite é marcada por protestos de apoiadores do Presidente Bolsonaro em Brasília. No cenário internacional, MAcklem do BoC afirma esperar sinais de queda de inflação a partir do segundo trimestre de 2023. Hong Kong indica que não exigirá mais testes de PCR para quem vem de Macau e restante da China. Podcast Direto ao Ponto do Banco Modal com as principais notícias de Brasil e Internacional ao longo do overnight. Por Felipe Sichel, economista-chefe do Banco Modal.

CNN Brasil Business
BC volta a falar em subir Selic em meio a indefinições da PEC do Estouro

CNN Brasil Business

Play Episode Listen Later Nov 24, 2022 21:27


O terceiro adiamento do texto da PEC do Estouro mostra a complexidade de se chegar a um consenso sobre tamanho e prazos. O governo eleito de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda deve batalhar para que a proposta seja apresentada até o dia 2 de dezembro e votada ainda neste ano, a menos de um mês do início do recesso dos parlamentares. Diante desse cenário, a solução para aumentar os gastos via Medida Provisória vem ganhando força -- uma saída para manter o Bolsa Família em R$ 600, já que MPs dependem apenas do Executivo para serem editadas e têm força de lei assim que publicadas. Nessa toada de incertezas, o Brasil volta a discutir a taxa Selic. Se era motivo de comemoração o fato dos juros terem parado de subir aqui enquanto o resto do mundo ainda ajusta as taxas para cima, agora o cenário se inverte. Antes das discussões da PEC, a previsão era que a Selic começasse a cair a partir do meio do ano que vem, mas o Banco Central já tem sinalizado que, a depender da política econômica do novo governo, pode ser que ela volte à trajetória de subida. Na última quarta-feira (23), a palavra "inflexão" foi enfatizada nas declarações do presidente do BC, Roberto Campos Neto, que ecoou as perspectivas de economistas sobre um aperto na política monetária brasileira. Em paralelo, os juros futuros chegaram a 15%, o maior nível desde 2016. O movimento aconteceu exatamente no mesmo dia que o Federal Reserve System (Fed, o banco central dos Estados Unidos) deu fortes sinais que vai começar a reduzir os juros da maior economia do mundo a partir de meados do ano que vem. O que se vê é que o Brasil flerta com seu velho padrão de andar na contramão do mundo. Para economistas, não é só a PEC, mas a dinâmica de tudo que tem sido falado pelo novo governo, de Petrobras e oposição de fiscal com social aos nomes aventados para o Ministério da Fazenda. O cenário aponta para um aumento de gastos, juros altos e esfriamento da economia -- e, se acaso se concretizar, não será só o mercado que terá de ter paciência, mas toda a atividade econômica do país. No episódio desta quinta-feira, o CNN Money discute a trajetória da taxa de juros do Brasil e as perspectivas pouco animadoras para a economia. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Abertura de Mercado
BC volta a falar em subir Selic em meio a indefinições da PEC do Estouro

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Nov 24, 2022 21:27


O terceiro adiamento do texto da PEC do Estouro mostra a complexidade de se chegar a um consenso sobre tamanho e prazos. O governo eleito de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda deve batalhar para que a proposta seja apresentada até o dia 2 de dezembro e votada ainda neste ano, a menos de um mês do início do recesso dos parlamentares. Diante desse cenário, a solução para aumentar os gastos via Medida Provisória vem ganhando força -- uma saída para manter o Bolsa Família em R$ 600, já que MPs dependem apenas do Executivo para serem editadas e têm força de lei assim que publicadas. Nessa toada de incertezas, o Brasil volta a discutir a taxa Selic. Se era motivo de comemoração o fato dos juros terem parado de subir aqui enquanto o resto do mundo ainda ajusta as taxas para cima, agora o cenário se inverte. Antes das discussões da PEC, a previsão era que a Selic começasse a cair a partir do meio do ano que vem, mas o Banco Central já tem sinalizado que, a depender da política econômica do novo governo, pode ser que ela volte à trajetória de subida. Na última quarta-feira (23), a palavra "inflexão" foi enfatizada nas declarações do presidente do BC, Roberto Campos Neto, que ecoou as perspectivas de economistas sobre um aperto na política monetária brasileira. Em paralelo, os juros futuros chegaram a 15%, o maior nível desde 2016. O movimento aconteceu exatamente no mesmo dia que o Federal Reserve System (Fed, o banco central dos Estados Unidos) deu fortes sinais que vai começar a reduzir os juros da maior economia do mundo a partir de meados do ano que vem. O que se vê é que o Brasil flerta com seu velho padrão de andar na contramão do mundo. Para economistas, não é só a PEC, mas a dinâmica de tudo que tem sido falado pelo novo governo, de Petrobras e oposição de fiscal com social aos nomes aventados para o Ministério da Fazenda. O cenário aponta para um aumento de gastos, juros altos e esfriamento da economia -- e, se acaso se concretizar, não será só o mercado que terá de ter paciência, mas toda a atividade econômica do país. No episódio desta quinta-feira, o CNN Money discute a trajetória da taxa de juros do Brasil e as perspectivas pouco animadoras para a economia. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

LatamlistEspresso
Finkargo closes $75M funding round. Mackenzie Scott donates $4M to Laboratoria, Ep 121

LatamlistEspresso

Play Episode Listen Later Nov 22, 2022 6:02


This week's Espresso covers updates from Billpocket, Laboratoria, Tienda Pago, and more!Outline of this episode:[00:28] - Ping raises $15M in seed round [00:54] - Tribal Credit acquires Paykii[01:22] - Billpocket signs agreement with Mastercard and the Ministry of Economy of Nuevo Leon[01:53] - MacKenzie Scott donates $4M to Laboratoria[02:17] - Trully closes $4.1M seed round[02:43] - Tienda Pago announces $12M Series B round[03:13] - Finkargo announces new round for $75M[03:37] - Brazil's Central Bank to release Pix' protocols[04:03] - 20 startups (co) founded by Latin American Women[04:21] - New Crossing Borders Episode[04:51] - New How to be the difference EpisodeResources & people mentioned:Companies & Startups: Laboratoria, Talanta, Ping, Tribal Credit, Paykii, Billpocket, Mastercard, Tienda Pago, Trully, Finkargo, Pix.VCs, Accelerators, Institutions: Y Combinator, Costanoa Ventures, Women's World Banking Asset Management, IDC Ventures, FEMSA Ventures.People: MacKenzie Scott, Roberto Campos Neto, Javier García, Johanna Molina, Paul Lynskey, José Caparroso, Nathan Lustig.

CNN Poder
As negociações para a PEC do Estouro

CNN Poder

Play Episode Listen Later Nov 21, 2022 40:54


Esta edição do WW, ancorada por Raquel Landim, analisa as negociações para a PEC do Estouro, com a presença de Caio Megale, economista-chefe da XP Investimentos, além do analista Caio Junqueira. Em entrevista à CNN, o deputado federal Ricardo Barros, líder do governo Jair Bolsonaro (PL) na Câmara, falou que as Emendas de Relator podem ser incluídas na PEC. Deputados querem criar, na próxima semana, uma comissão mista informal para analisar uma nova versão do texto. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou ser preciso equalizar a necessidade social e mostrar ao mercado que há responsabilidade fiscal. O programa aborda ainda a reclusão de Jair Bolsonaro desde a derrota. O atual presidente teve apenas 19 horas de agenda oficial desde o dia 31 de outubro. Enquanto isso, o ministro da Economia disse que o governo eleito "já ganhou, cala boca e vai trabalhar".

WW – William Waack
As negociações para a PEC do Estouro

WW – William Waack

Play Episode Listen Later Nov 21, 2022 40:54


Esta edição do WW, ancorada por Raquel Landim, analisa as negociações para a PEC do Estouro, com a presença de Caio Megale, economista-chefe da XP Investimentos, além do analista Caio Junqueira. Em entrevista à CNN, o deputado federal Ricardo Barros, líder do governo Jair Bolsonaro (PL) na Câmara, falou que as Emendas de Relator podem ser incluídas na PEC. Deputados querem criar, na próxima semana, uma comissão mista informal para analisar uma nova versão do texto. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou ser preciso equalizar a necessidade social e mostrar ao mercado que há responsabilidade fiscal. O programa aborda ainda a reclusão de Jair Bolsonaro desde a derrota. O atual presidente teve apenas 19 horas de agenda oficial desde o dia 31 de outubro. Enquanto isso, o ministro da Economia disse que o governo eleito "já ganhou, cala boca e vai trabalhar".

Abertura de Mercado
Política fiscal de Lula segue no centro do debate em meio a tensões geopolíticas

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Nov 16, 2022 16:59


"No Brasil, nada é tão permanente quanto um programa de gastos temporário." A frase é de Pérsio Arida, que está na equipe de transição do governo eleito de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De Nova York, onde participam de um evento com empresários brasileiros, Arida, Henrique Meirelles e Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central (BC), fizeram coro aos riscos sobre a falta de transparência, credibilidade e responsabilidade fiscal em meio às discussões sobre a PEC de Transição, enquanto Lula atende à COP27, no Egito. Os mercados brasileiros seguem atentos às movimentações da política econômica do governo eleito, ainda tateando no escuro, ao mesmo tempo em que a geopolítica da guerra na Ucrânia ganhou uma nova camada de tensão na última terça-feira (16): dois mísseis caíram numa área rural da Polônia, a 5 km da fronteira com a Ucrânia, e mataram ao menos duas pessoas. Foi a primeira vez em quase nove meses de guerra que um país da Otan foi atingido, levantando hipóteses sobre um possível envolvimento no conflito de outras potências ocidentais, baseado no Artigo 5º da Carta da aliança. Especialistas em temas militares poloneses duvidam que tenha sido um ataque intencional, e, nesta quarta, as discussões sobre a autoria dos projéteis já trouxeram algum alívio quanto a temores de uma escalada na guerra. Também segue no radar a inflação ao consumidor do Reino Unido, que, em 11,1% em outubro, superou as expectativas do mercado e o patamar anterior, de setembro. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

CNN Brasil Business
Política fiscal de Lula segue no centro do debate em meio a tensões geopolíticas

CNN Brasil Business

Play Episode Listen Later Nov 16, 2022 16:59


"No Brasil, nada é tão permanente quanto um programa de gastos temporário." A frase é de Pérsio Arida, que está na equipe de transição do governo eleito de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De Nova York, onde participam de um evento com empresários brasileiros, Arida, Henrique Meirelles e Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central (BC), fizeram coro aos riscos sobre a falta de transparência, credibilidade e responsabilidade fiscal em meio às discussões sobre a PEC de Transição, enquanto Lula atende à COP27, no Egito. Os mercados brasileiros seguem atentos às movimentações da política econômica do governo eleito, ainda tateando no escuro, ao mesmo tempo em que a geopolítica da guerra na Ucrânia ganhou uma nova camada de tensão na última terça-feira (16): dois mísseis caíram numa área rural da Polônia, a 5 km da fronteira com a Ucrânia, e mataram ao menos duas pessoas. Foi a primeira vez em quase nove meses de guerra que um país da Otan foi atingido, levantando hipóteses sobre um possível envolvimento no conflito de outras potências ocidentais, baseado no Artigo 5º da Carta da aliança. Especialistas em temas militares poloneses duvidam que tenha sido um ataque intencional, e, nesta quarta, as discussões sobre a autoria dos projéteis já trouxeram algum alívio quanto a temores de uma escalada na guerra. Também segue no radar a inflação ao consumidor do Reino Unido, que, em 11,1% em outubro, superou as expectativas do mercado e o patamar anterior, de setembro. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

LIDE Expresso
Episódio 120 - Roberto Campos Neto: "Precisamos mostrar aos investidores que temos responsabilidade fiscal"

LIDE Expresso

Play Episode Listen Later Nov 15, 2022 5:00


15/11/2022 - No segundo dia do LIDE Brazil Conference New York, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, destacou a necessidade de reformas pelo mundo. Além dele, nomes como Henrique Meirelles, Persio Arida, Rubens Ometto, Rodrigo Garcia e Joaquim Levy também participaram das exposições. O evento reuniu expositores, juristas e líderes empresariais participam do evento no Harvard Club, com apoio institucional da Brazilian-American Chamber of Commerce (BACC).

WW – William Waack
Reação do mercado vai mudar posicionamento de Lula?

WW – William Waack

Play Episode Listen Later Nov 14, 2022 41:30


O WW com apresentação de Raquel Landim repercute o cenário econômico um dia depois da forte queda na bolsa de valores. Ibovespa fechou em alta e o dólar em queda. Tudo isso porque a equipe de transição anunciou o adiamento da PEC – que estava sendo elaborada para viabilizar as promessas de campanha de Lula no primeiro ano de governo. Assunto que também foi destaque em uma palestra do presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto, sobre o cenário econômico mundial. Segundo ele, se não tiver equilíbrio, a gente volta para um mundo de incertezas. Raquel Landim recebe a analista Thais Arbex, o economista Sérgio Vale e Andrei Roman, CEO da Atlas Intel. Eles também repercutem a pesquisa inédita divulgada pela Atlas Intel sobre a percepção do eleitor brasileiro após a disputa entre Lula e Bolsonaro. No cenário analisado, 43,1% acreditam que Bolsonaro foi injustiçado. Outros 15,2% entendem que Lula foi vítima de injustiça. O programa também aborda a carta escrita pelas Forças Armadas que condena "eventuais excessos" em manifestações pós-eleições.

O Antagonista
Ministros do STF são alvos de bolsonaristas em NY; ouça

O Antagonista

Play Episode Listen Later Nov 14, 2022 2:25


Ministros do Supremo Tribunal Federal foram alvos de bolsonaristas em Nova York na noite desse domingo (13). Vídeos que circulam nas redes sociais mostram Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski sendo xingados, entre outras coisas de 'ladrão, vagabundo e comunista', quando saíam do hotel onde estão hospedados. Eles viajaram aos EUA para participar do Lide Brazil Conference, no HCNY (Harvard Club of New York). O evento é organizado pelo grupo presidido por João Doria e tem como temas o respeito à liberdade, à democracia e à economia do Brasil. Outro convidado xingado por bolsonaristas foi o ex-presidente Michel Temer. Também participam do evento os ministros Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Luís Roberto Barroso -- que, como mostramos, também foi alvo de protestos. A lista de convidados ainda conta com os seguintes nomes: Carlos Ayres Britto, ex-ministro do STF; Antonio Anastasia, ministro do TCU;  Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central; Henrique Meirelles, ex-ministro da fazenda e ex-presidente do BC; Isaac Sidney, presidente da Febraban; Joaquim Levy, diretor do Banco Safra e ex-ministro da Fazenda; Pérsio Arida, ex-presidente do BNDES e do Banco Central; Rodrigo Garcia, governador de São Paulo e Rubens Ometto, presidente do Conselho de Administração da Cosan. Inscreva-se e receba a newsletter:  https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site:  https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais:  https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista ​https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

CNN Poder
Reação do mercado vai mudar posicionamento de Lula?

CNN Poder

Play Episode Listen Later Nov 14, 2022 41:30


O WW com apresentação de Raquel Landim repercute o cenário econômico um dia depois da forte queda na bolsa de valores. Ibovespa fechou em alta e o dólar em queda. Tudo isso porque a equipe de transição anunciou o adiamento da PEC – que estava sendo elaborada para viabilizar as promessas de campanha de Lula no primeiro ano de governo. Assunto que também foi destaque em uma palestra do presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto, sobre o cenário econômico mundial. Segundo ele, se não tiver equilíbrio, a gente volta para um mundo de incertezas. Raquel Landim recebe a analista Thais Arbex, o economista Sérgio Vale e Andrei Roman, CEO da Atlas Intel. Eles também repercutem a pesquisa inédita divulgada pela Atlas Intel sobre a percepção do eleitor brasileiro após a disputa entre Lula e Bolsonaro. No cenário analisado, 43,1% acreditam que Bolsonaro foi injustiçado. Outros 15,2% entendem que Lula foi vítima de injustiça. O programa também aborda a carta escrita pelas Forças Armadas que condena "eventuais excessos" em manifestações pós-eleições.

5 Fatos
Estatais perdem bilhões em valor e BC cobra responsabilidade fiscal

5 Fatos

Play Episode Listen Later Nov 11, 2022 23:11


Um levantamento feito a pedido da CNN aponta que estatais brasileiras perderam R$ 101,258 bilhões em valor de marcado desde a vitória de Lula.  O presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto, afirmou nesta sexta-feira (11) que é necessário ter um olho para o social, mas também manter o equilíbrio fiscal. E ainda: na COP27, o presidente dos EUA, Joe Biden, ressaltou feitos de sua gestão no combate às mudanças climáticas, mas países em desenvolvimento pedem mais financiamento para ações ambientais. Produção e roteiro: Ricardo Gouveia, Ramana Rech e Rodrigo Tammaro.Edição de áudio e sonorização: Cláudio Cuca

Ouvi na Bloomberg Línea
Fundador do Novo declara voto em Lula e é criticado por líderes do partido

Ouvi na Bloomberg Línea

Play Episode Listen Later Oct 17, 2022 3:00


Bom dia! Hoje você escuta sobre como João Amoêdo, fundador e ex-presidente do Partido Novo, declarou voto ao ex-presidente Lula, do PT, trazendo críticas por apoiadores, sobre como o presidente do BC brasileiro, Roberto Campos Neto, disse que ainda não é hora de comemorar a queda da inflação e sobre como, segundo a Bloomberg News, o Brasil quer indicar o ex-presidente do BC, Ilan Goldfajn para presidência do BID.

Economia
As concessões que Lula deve ou não fazer para o empresariado em troca de apoio

Economia

Play Episode Listen Later Oct 12, 2022 8:42


Após um resultado mais apertado do que previsto no primeiro turno, as campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro estão em plena corrida pelo voto a voto. Empresários da classe produtiva e financeira, apelidados de ‘o PIB' do Brasil, aproveitam o momento para pressionar os candidatos por garantias quanto à futura política econômica, em troca de apoio neste período crucial entre os dois turnos. Antes de 2 de outubro, o empresariado se posicionava na direção de Lula, até então apontado pelas pesquisas como o mais provável vencedor do pleito. Mas os resultados da votação mudaram esse cenário – muitos dos que tinham declarado apoio ao ex-presidente agora preferem se calar, ante à possibilidade de Bolsonaro reverter a derrota anunciada. Na esfera empresarial, o atual presidente, e sobretudo seu ministro da Economia, Paulo Guedes, desfrutam da preferência política, conforme mostrou pesquisa do Datafolha nas vésperas das eleições. “Agora eles têm mais convicção para pressionar Lula. Eles falam ‘tudo bem, eu continuo te apoiando, ou posso até te apoiar, mas baixe a bola'. Então a pauta, que já era razoavelmente clara, do respeito ao teto de gastos começa a ter uns ganchinhos mais específicos: a questão de estatais, evocada na semana passada, sobre privatizações, o que fazer com a Petrobras etc., e a da política industrial”, aponta o economista-chefe do Banco Fator, José Francisco Lima Gonçalves, que também é professor da USP. “Esse pessoal não quer o Lula porque sabe que vem uma política industrial que, para eles, é uma coisa sem sentido, é uma intervenção descabida do Estado.” Movimentações arriscadas O momento, agora, é de conciliar as exigências na economia dos novos aliados da terceira via, Simone Tebet e o PDT e Ciro Gomes, assim como entidades poderosas como a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), que promoveu a carta Em Defesa da Democracia e da Justiça no primeiro turno. O PSDB também reforça o apoio, mas rejeita a ideia de dar um cheque em branco ao PT. Todos pressionam para Lula ser mais específico sobre o programa de governo e revelar os nomes à vista para as pastas econômicas. Mas, para Lima Gonçalves, movimentações nesse sentido seriam arriscadas para o candidato. O economista avalia que Lula tenderá a optar por sinalizações estratégicas em vez de revelações, a exemplo dos elogios que fez ao atual presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. “Ele tem muito pouco a ganhar, nessas duas semanas, se ele avançar na divulgação do programa. Se ele fala alguma coisa bacana para o mercado, o mercado vai querer mais. E se ele dá um passo para trás, os caras vêm para cima – e é obvio que o pessoal do varejo e do agro vão junto. Eles estão atentos a tudo que tem a ver com o sentimento anti-Dilma – afinal, não dá realmente para dizer que são anti-Lula na economia", ressalta. "Mas tem coisas que serão inevitáveis e não adianta ficarem esperneando. A parte das estatais, esquece. A mesma coisa é a política industrial: vai ter e vai ser explícita, ativa”, sublinha o economista. Empresários “pragmáticos” O professor de Ciência Política da PUC e da FGV de São Paulo Francisco Ferreira considera que, para além das preferências políticas, os empresários mais preocupados com o ambiente de negócios preferem a saída de Bolsonaro. “A questão da industrialização é muito importante, um debate sobre a reforma tributária, refazer o pacto federativo, toda a questão de uma economia verde, de baixo carbono, são pontos que podem ter muitas confluências”, observa. “Eu vejo o quadro do capital no Brasil, que é muito articulado com o capital internacional, dividido. Mesmo no agronegócio, há setores apoiadores do Lula, como a própria Simone Tebet e a Kátia Abreu. O Blairo Maggi, maior produtor de soja do mundo, apoia o Lula e foi ministro dele, inclusive.” Fonseca lembra que o atual presidente misturou o viés ideológico à economia, chegando a causar constrangimentos com o principal parceiro comercial do Brasil, a China – de modo que é visto com desconfiança por parte ‘do PIB' brasileiro, em especial os mais conectados às exportações. “O empresário é pragmático. É claro que você tem o empresariado ideológico, como os Luciano Hang da vida, ou esses que queriam, num grupo de WhatsApp, financiar um golpe. Estamos falando de um grupo de empresários que querem a completa proteção do Estado aos seus negócios, num total descompromisso com o país e a democracia”, afirma. “Por outro lado, os pais do Plano Real, que não são empresários, mas são economistas, vários segmentos do que chamamos da Faria Lima, o Henrique Meirelles, o Gustavo Franco, o Pedro Malan, todos porta-vozes do empresariado, estão aderindo ao presidente Lula", salienta.

O Antagonista
Jair Bolsonaro evita dizer se Guedes permanecerá na Economia

O Antagonista

Play Episode Listen Later Oct 5, 2022 1:29


Jair Bolsonaro evitou responder nesta quarta-feira (5) se Paulo Guedes permanecerá no Ministério da Economia em um eventual segundo mandato. Ao ser questionado sobre o assunto, durante coletiva de imprensa no Palácio da Alvorada, o presidente afirmou que o ministro merece um Nobel de Economia, mas não disse se ele continuará na pasta. “Olha, o Paulo Guedes é um exemplo de gestão no momento mais difícil da história do Brasil. Não perdemos emprego em 2020 e 2021, muito pelo contrário. Todo mundo pensava que em 2020 a gente ia cair 10% [em termos de PIB] e caímos 4%. [Guedes] tomou medidas fantásticas. Costumo dizer que a grande vacina para a economia foi em 2019, com a lei da liberdade econômica”, afirmou. “Um homem que age dessa maneira é uma benção de Deus. Durante momentos difíceis, teve gente que criticou muito o Paulo Guedes. Alguns queriam que eu trocasse de ministro. Eu falei ‘jamais vou trocar de paraquedas depois de sair do avião'. Então, o Paulo Guedes merece respeito da nossa parte, consideração, merece um Prêmio Nobel de Economia. Assim como Roberto Campos [Neto, presidente do Banco Central], tem recebido elogios no mundo todo”, acrescentou. Após a imprensa insistir na pergunta, o candidato à reeleição encerrou a coletiva que concedia ao lado de Ratinho Junior. Como mostramos mais cedo, o governador reeleito do Paraná foi a Brasília reafirmar apoio a Bolsonaro no segundo turno. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

Notícia no Seu Tempo
Bolsonaro contesta isenção de Alexandre de Moraes

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Sep 30, 2022 10:43


No podcast ‘Notícia No Seu Tempo', confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S. Paulo' desta sexta-feira (30/09/22): Jair Bolsonaro pediu ao TSE que o presidente da Corte, Alexandre de Moraes, seja declarado suspeito e impedido de julgá-lo na ação que o proibiu de fazer lives em espaços da Presidência na campanha eleitoral. Bolsonaro também pede que os efeitos do julgamento sejam anulados. Também ontem, numa transmissão na internet, ele chamou Moraes de “patife”, “cara de pau” e “moleque”.  E mais: Política: PT prevê criação de Guarda Nacional  Economia: Futuro governo deve conviver pelo menos 6 meses com atuais juros, indica BC  Internacional: Rússia formaliza hoje anexação de quatro províncias ucranianas Metrópole: Polícia aponta mais 5 vítimas do ‘Galã do Tinder' e golpe de até R$ 500 mil Caderno 2: Guido Sant'Anna, violinista brasileiro de 17 anos, vira estrela internacional  Especial Mobilidade: Mantenha a calma no trânsitoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

ResumoCast | Segunda Temporada
T4#10 O futuro do dinheiro | Ruda Pelini

ResumoCast | Segunda Temporada

Play Episode Listen Later Sep 28, 2022 33:15


O FUTURO DO DINHEIRO: Banco digital, fintechs, criptomoedas e blockchain: entenda de uma vez por todas esses conceitos e saiba como a tecnologia dará mais liberdade e segurança para você gerar riqueza. _________ Quer comprar esse livro? Faça uma busca na loja do ResumoCast na Amazon https://www.resumocast.com.br Entre para a tribo e nos ajude a empoderar a humanidade com o conhecimento dos livros https://www.resumocast.com.br/apoiase ___________ E SE UMA REVOLUÇÃO FINANCEIRA ACONTECESSE AGORA: VOCÊ ESTARIA PREPARADO? Falar sobre bolsa de valores, tecnologias disruptivas, fintechs, Blockchain e criptomoedas é complicado. São assuntos complexos e acabamos não falando disso dentro de casa e muito pouco na escola. Além disso, fomos condicionados a achar que o mercado financeiro é difícil e inacessível. Entretanto, é possível falar de bolsa de valores para iniciantes e aprender de forma fácil a fazer investimentos inteligentes, sejam em ações para o longo prazo, fundos de investimento ou ETFs, imóveis e fundos imobiliários, ouro e metais preciosos e até mesmo em Bitcoins e moedas digitais. Existe uma revolução financeira acontecendo neste exato momento, baseada em três pilares: dinheiro, tecnologia e liberdade. Para este livro, Rudá conversou com os maiores especialistas e autoridades do Brasil e do mundo sobre finanças, economia, escola austríaca, investimentos, política monetária, tecnologia e inovação, entre eles: Fernando Ulrich, Hélio Beltrão, Henrique Bredda, Hulisses Dias, Israel Salmen, Pedro Englert, Richard Ryterband, Roberto Campos Neto e Tiago Reis. Além de transmitir sua visão e aprendizado sobre a revolução do mercado financeiro atual, cada vez mais descentralizado e disruptivo, Rudá incluiu trechos das entrevistas ao longo dos capítulos, oferecendo também uma outra perspectiva sobre esses pontos. Com um conteúdo didático e leitura fácil para leigos, o livro conta com diversos exemplos práticos e guias para se investir melhor, diversificar e proteger seu capital. Além disso, o autor incluiu uma lista de leituras recomendadas de autores como George S. Clason, Nassim Taleb, Daniel Kahneman, Warren Buffet, Benjamin Graham, Robert T. Kiyosaki, Andreas Antonopoulos e Saifedean Ammous. “Consistência e disciplina constroem a liberdade, mas é importante lembrar que quem chega primeiro é quem bebe água limpa.” Portanto, não tem como ficar de fora do mercado financeiro e tampouco deixar de entender essas mudanças. Bem-vindo ao mundo sem fronteiras.Entre para o Clube do Livro: https://www.resumocast.com.br/apoiase

Notícia no Seu Tempo
Tarcísio se descola de Garcia e fica isolado em 2º, aponta Ipec

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Sep 28, 2022 11:27


No podcast ‘Notícia No Seu Tempo', confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S. Paulo' desta quarta-feira (28/09/22): Nova rodada da pesquisa Ipec (ex-Ibope), realizada entre sábado e segunda-feira e divulgada ontem, aponta que o candidato do Republicanos, Tarcísio de Freitas, se descolou do governador Rodrigo Garcia (PSDB) na disputa pela segunda colocação entre os concorrentes ao governo de São Paulo. Fernando Haddad (PT) se mantém na liderança, com 34% das intenções de voto, Tarcísio tem 24% e Garcia, 19%.  E mais: Economia: Militares engordam salário pouco antes da aposentadoria Internacional: Após referendos, Rússia deve anexar territórios ucranianos até sexta-feira Metrópole: 60% dos jovens dizem ter sentido ansiedade nos últimos 6 meses Esportes: Brasil goleia Tunísia em jogo com ato de racismo Especial Mobilidade: Aumento de ciclovias em São Paulo estimula pais a andar com filhosSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Notícia no Seu Tempo
Verba do fundo eleitoral vai para ‘candidaturas fantasmas'

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Sep 20, 2022 11:59


No podcast ‘Notícia No Seu Tempo', confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S. Paulo' desta terça-feira (20/09/22): A 12 dias das eleições, algumas candidatas ao legislativo em diversos Estados ainda não entraram de fato na campanha, mas receberam verbas milionárias. Com a necessidade de que pelo menos 30% das candidaturas sejam de mulheres, levantamento do Estadão aponta que 12 candidatas receberam R$ 5,8 milhões de seus partidos. Além de não fazer campanha, elas contrataram empresas que não prestaram serviços ou bancaram gastos de candidatos homens.  E mais: Política: Tebet marca posição crítica a Lula e vê PT em busca de poder perpétuo Economia: Mercado espera que Copom mantenha taxa de juros em 13,75% Internacional: Elizabeth II é sepultada e põe fim a uma era da monarquia britânica Metrópole: Risco de câncer antes dos 50 anos cresce a cada geração, aponta estudo Caderno 2: O inovador ‘Avatar' volta às telas após 13 anos Especial Mobilidade: A importância da arborização para a mobilidade urbanaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

CNN Brasil Business
Presidente do BC indica nova alta na Selic em setembro; Europa teme recessão

CNN Brasil Business

Play Episode Listen Later Sep 6, 2022 20:32


O discurso do presidente do Banco Central (BC) na última segunda-feira (5) surpreendeu. A exemplo de outros chairmans ao redor do mundo, Roberto Campos Neto foi mais duro em suas falas do que nas comunicações oficiais da autarquia, à medida em que sinalizou um provável novo aumento da Taxa Selic na próxima reunião do Copom, para 14%.  Economistas já vinham discutindo a necessidade de continuar elevando a taxa de juros antes mesmo da declaração de Campos Neto. O episódio desta terça-feira (6) do CNN Money reflete sobre os possíveis impactos de um novo aumento da Selic; no cenário internacional, o foco se volta para a crise energética na Europa e para uma recessão que, por lá, se torna cada vez mais provável. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Levante Ideias de Investimento
FECHAMENTO DE MERCADO 06/SET

Levante Ideias de Investimento

Play Episode Listen Later Sep 6, 2022 15:03


Ibovespa já começou negativo em -0,80% e foi caindo para fechar em -2,1% aos 109.763 pontos sob a influência da fala do presidente do BC, Roberto Campos Neto, de “a batalha contra a inflação não está ganha e que ainda existem fatores de extrema preocupação". Além disso, o diretor de Política Monetária disse que poderia ser necessário mais um ajuste dos juros que já estão em 13,75% a.a. Isso foi o suficiente para investidores venderem ações, comprarem dólar de R$ 5,15 para R$ 5,24 e juros saltarem. Além disso, o petróleo caiu -3% e Petrobras foi junto para R$ 32,06 e até Vale cedeu -2,2% apesar do minério ter subido +1,8% E o volume foi forte em R$ 57 bilhões. Mais Negociadas PETR4 R$ 32,10 -3,6% VALE3 R$ 63,67 -2,3% ITUB4 R$ 26,73 -0,9% BBAS3 R$ 39,63 -4,8% Maiores Altas: TIMS3 +2.2% R$ 12,16 CRFB3 +0.7% R$ 20,50 BRFS3 +0.6% R$ 16,40 SUZB3 +0.5% R$ 44,99 VIVT3 +0.5% R$ 42,02 Maiores Baixas: MRVE3 -8.0% R$ 10,91 VIIA3 -7.3% R$ 2,90 MGLU3 -6.9% R$ 4,02 CVCB3 -6.8% R$ 7,19 AZUL4 -6.3% R$ 15,36 A ação escolhida pelos assinantes da Levante foi Pão de Açúcar e veja no vídeo o que o Conde falou.

Abertura de Mercado
Presidente do BC indica nova alta na Selic em setembro; Europa teme recessão

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Sep 6, 2022 20:42


O discurso do presidente do Banco Central (BC) na última segunda-feira (5) surpreendeu. A exemplo de outros chairmans ao redor do mundo, Roberto Campos Neto foi mais duro em suas falas do que nas comunicações oficiais da autarquia, à medida em que sinalizou um provável novo aumento da Taxa Selic na próxima reunião do Copom, para 14%.  Economistas já vinham discutindo a necessidade de continuar elevando a taxa de juros antes mesmo da declaração de Campos Neto. O episódio desta terça-feira (6) do CNN Money reflete sobre os possíveis impactos de um novo aumento da Selic; no cenário internacional, o foco se volta para a crise energética na Europa e para uma recessão que, por lá, se torna cada vez mais provável. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

CNN Money
Presidente do BC indica nova alta na Selic em setembro; Europa teme recessão

CNN Money

Play Episode Listen Later Sep 6, 2022 20:42


O discurso do presidente do Banco Central (BC) na última segunda-feira (5) surpreendeu. A exemplo de outros chairmans ao redor do mundo, Roberto Campos Neto foi mais duro em suas falas do que nas comunicações oficiais da autarquia, à medida em que sinalizou um provável novo aumento da Taxa Selic na próxima reunião do Copom, para 14%.  Economistas já vinham discutindo a necessidade de continuar elevando a taxa de juros antes mesmo da declaração de Campos Neto. O episódio desta terça-feira (6) do CNN Money reflete sobre os possíveis impactos de um novo aumento da Selic; no cenário internacional, o foco se volta para a crise energética na Europa e para uma recessão que, por lá, se torna cada vez mais provável. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Notícia no Seu Tempo
Operação da PF e suspeita de vazamento geram crise entre Moraes e Aras

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Aug 24, 2022 8:18


No podcast ‘Notícia No Seu Tempo', confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S. Paulo' desta quarta-feira (24/08/22): Operação da PF contra oito empresários simpatizantes do presidente Jair Bolsonaro, que teriam dito que preferem um “golpe à volta do PT”, gerou crise entre o ministro do STF Alexandre de Moraes e o procurador-geral da República, Augusto Aras. Ao autorizar a ação, Moraes determinou buscas e apreensões. Celulares foram submetidos a análise. Segundo o site Jota, diálogos entre Aras e investigados foram encontrados. O procurador-geral afirmou que só soube da operação ontem de manhã. Moraes rebateu e disse que a PGR foi intimada na véspera. E mais: Política: Na TV, Ciro diz que vai adotar plebiscitos para governar o País Economia: Governo projeta R$ 40 bi de crédito a pequenos negócios Metrópole: Médicos já recorrem à morfina para casos graves de varíola dos macacos Internacional: Ucranianos fogem às pressas de Kiev temendo nova ofensiva dos russos  See omnystudio.com/listener for privacy information.

Abertura de Mercado
IPCA-15 tem deflação recorde; política fiscal de 2023 segue incerta

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Aug 24, 2022 17:42


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou, na manhã desta quarta-feira (24), a prévia da inflação do mês de agosto -- o chamado IPCA-15. Em recuo de 0,73%, a deflação do indicador foi a maior da série histórica, iniciada em novembro de 1991.  Segundo declaração do presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, no entanto, não há motivos para comemorar ainda, visto que o cenário fiscal do país para 2023 é incerto. A política de gastos públicos do país é tema do episódio do CNN Money desta quarta. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yazbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Resumão Diário
Sexta-feira, 12 de agosto

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Aug 12, 2022 5:04


O preço médio do litro do diesel vendido para as distribuidoras vai ficar R$ 0,22 mais barato a partir de hoje. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, desmentiu a fala de Jair Bolsonaro de que o PIX dá prejuízo aos bancos. A Polícia Civil de MG confirmou que a menina Bárbara Victória, de 10 anos, foi estuprada e morta por asfixia. A Copa do Mundo vai começar um dia antes do previsto, em 20 de novembro. E a brasileira Bia Haddad fez história no tênis ao se tornar a primeira tenista brasileira a vencer a líder do ranking mundial.

Durma com essa
As apostas do governo para conter a inflação em ano eleitoral

Durma com essa

Play Episode Listen Later Jun 27, 2022 19:08


Caio Mario Paes de Andrade teve o nome aprovado pelo conselho de administração da Petrobras nesta segunda-feira (27) para chefiar a estatal e deve assumir sob pressão para conter a alta dos combustíveis que alimenta a inflação neste ano eleitoral. Na opinião do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, o pior da alta geral de preços já passou, mas incertezas em relação ao mercado externo e às medidas do próprio governo Bolsonaro colocam esse otimismo em xeque. O “Durma com essa” trata das apostas presidenciais para tentar conter a inflação e dos efeitos da alta de preços para os mais pobres. O programa também traz o repórter especial João Paulo Charleaux falando sobre o plano de investimentos do G7 para competir com a China e a redatora Isadora Rupp comentando os tabus e a desinformação em torno de temas como estupro e aborto no Brasil.

Eldorado Expresso
Caio Mario Paes de Andrade é o novo presidente da Petrobras

Eldorado Expresso

Play Episode Listen Later Jun 27, 2022 16:56


Caio Mario Paes de Andrade é escolhido como novo presidente da Petrobras, por 7 votos a 3. Ele foi eleito em reunião extraordinária do Conselho Administrativo para decidir sobre sua indicação por parte do Governo. O colegiado conta com 11 membros, mas com a renúncia de José Mauro Coelho na última segunda-feira, foram dez votos em jogo. A assinatura do termo de posse é tida como certa para a tarde desta segunda. Resta saber se Caio Paes de Andrade vai querer realizar uma cerimônia, como fez seu antecessor. O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, disse nesta segunda-feira, 27, que o Brasil ainda tem fatores de aceleração da inflação, como o componente fiscal, embora os últimos números tenham vindo dentro da expectativa. “Acreditamos que o pior momento da inflação já passou. Temos algumas medidas desenhadas pelo governo que precisamos entender qual é o impacto no processo inflacionário, ainda não está claro.” E ainda: Ataque russo em shopping deixa mortos na Ucrânia e a intrigante discussão aberta pela inteligência artificial do Google. Ouça estas e outras notícias desta segunda-feira, 27, no “Eldorado Expresso”. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Abertura de Mercado
Os impactos da proposta sobre combustíveis na economia; regulações sobre criptomoedas; e o temor de inflação no mercado

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Jun 7, 2022 28:16


O governo federal anunciou oficialmente na segunda-feira (6) uma proposta para que o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) de combustíveis seja zerado, com compensação aos estados pela perda da arrecadação. Segundo Bolsonaro, as medidas poderiam trazer efeitos imediatos para os consumidores. Já o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, participou de um evento para discutir a regulação das criptomoedas. O projeto que está no Congresso cria um marco regulatório, estabelecendo as diretrizes, com o BC assumindo a regulamentação para a autarquia ser a responsável pelo cumprimento das regras.  Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yasbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Notícia no Seu Tempo
‘Emenda Pix' destina R$ 3,2 bi a prefeitos em ano eleitoral

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later May 31, 2022 7:48


No podcast ‘Notícia No Seu Tempo', confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S. Paulo' desta terça-feira (31/05/22): A partir de amanhã, prefeituras começam a receber recursos que poderão bancar ações que vão da contratação de shows de artistas à compra de bens como caminhões de lixo e tratores. No total, o governo vai desembolsar 3 bilhões e 200 milhões de reais em emendas parlamentares no ano eleitoral. Conhecido como “Pix orçamentário” ou “cheque em branco”, o mecanismo, revelado pelo Estadão, não é passível de fiscalização por órgãos de controle.  E mais: Metrópole: Temporais mataram no Brasil mais de 500 desde o fim de 2021 Internacional: Direita amplia apoio a populista contra ex-guerrilheiro na Colômbia Caderno 2: Morre Milton Gonçalves, ator de talento e exemplo de luta contra preconceito See omnystudio.com/listener for privacy information.

Morning Call
18.04.22 - Participação de Roberto Campos em painel do FMI é destaque

Morning Call

Play Episode Listen Later Apr 18, 2022 4:42


O #MorningCall da #XPInvestimentos mostra os principais destaques do dia e os impactos para o mercado, antes do pregão. Confira os temas de hoje: Na volta do feriado de Páscoa, o mercado inicia a semana atento à divulgação do Livro Bege, que deve ocorrer na quarta-feira (20), relatório sobre as condições econômicas dos distritos do Federal Reserve, que pode dar alguma sinal sobre os próximos passos da autoridade monetária americana em relação aos juros. No mercado local, atenções voltadas para a participação do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, hoje, em painel do FMI, depois que seus comentários sobre a inflação esvaziaram as chances de o ciclo de aperto da taxa Selic terminar em maio, a 12,75%. Além disso, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou em pronunciamento de rádio e TV, na noite deste domingo (17), o fim da emergência de saúde pública em decorrência da pandemia. Segundo o ministro, o anúncio foi possível por causa da melhora do cenário epidemiológico, da ampla cobertura vacinal e da capacidade de assistência do SUS. Acompanhe todos os conteúdos da XP em https://conteudos.xpi.com.br/ Assine o Expert Pass e tenha acesso a conteúdos exclusivos: https://bit.ly/ExpertPass.
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Abertura de Mercado
Inflação, crescimento econômico e guerra na Ucrânia dominam debate no encontro do FMI

Abertura de Mercado

Play Episode Listen Later Apr 18, 2022 16:31


Esta semana, os olhos do mundo inteiro estarão voltados para Washington, onde Jerome Powell, do Fed, e Christine Largade, do BCE, estarão juntos em um debate no FMI sobre como lidar com inflação. A reunião faz parte de uma série encontros, promovidos pelo FMI e pelo Banco Mundial, que vão acontecer essa semana. No Brasil, o evento deve estar no foco dos investidores. Nesta segunda-feira, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, participa de um debate sobre a digitalização da moeda nacional. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yasbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

Novus Capital
Semanal - 14 de Abril de 2022

Novus Capital

Play Episode Listen Later Apr 14, 2022 14:44


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠ ⁠ ⁠No cenário internacional, continuamos observando o movimento de retirada de estímulos monetários: o Banco Central da Nova Zelândia (RBNZ) acelerou o ritmo de elevação de juros para 50 bps; o Banco Central do Canadá também fez uma elevação de mesma magnitude e sinalizou o início do programa de retirada de estímulos fiscais (“quantitative tightening” – QT); e o Banco Central Europeu (ECB), que divulgou um comunicado percebido como mais dove, reforçando os efeitos baixistas da guerra para a atividade, e reforçou o processo de diminuição de compra de ativos. Ainda, nos EUA, houve a divulgação dos dados de inflação (CPI), que, apesar de elevada, não surpreendeu como vinha acontecendo, gerando um alívio inicial nos mercados. Aqui no Brasil a semana começou com discurso do Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, que deixou claro o incômodo com a surpresa inflacionária, e afirmou que o BC reavaliaria o cenário. Também houve a troca no comando da Petrobrás, que ocorreu conforme o esperado; divulgação de dados de atividade – causando provável revisão de crescimento brasileiro pra cima; e mais pesquisas mostrando a diferença do Lula e do Bolsonaro ficando mais apertada. Além dos eventos da semana, também tivemos o Williams, membro do Fed, falando sobre a elevação dos juros reais para patamares mais normais, o que influenciou o movimento dos ativos: a bolsa americana (S&P500) fechou em -2,4% e o juro (10y) abrindo 13 bps. O petróleo, por sua vez, apresentou alta de 11,4% por conta de um noticiário pior relacionado à guerra. No Brasil, a bolsa fechou em -2,3%, o juro (jan/27) com abertura de 41 bps e o real perto da estabilidade. ⁠ Na próxima semana o Tribunal de Contas da União deve iniciar a discussão da privatização da Eletrobrás.

Notícia no Seu Tempo
Sem aval do Mercosul, Brasil quer cortar taxa de importação

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Apr 12, 2022 7:45


No podcast ‘Notícia No Seu Tempo', confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S. Paulo' desta terça-feira (12/04/22): Para tentar conter a inflação, o governo planeja reduzir em 10% as alíquotas do Imposto de Importação de grande parte dos produtos que compra de países de fora do Mercosul. Pelas regras do bloco, porém, a Tarifa Externa Comum (TEC) só pode ser alterada em comum acordo por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Assim como havia feito em 2021, o governo deve recorrer a um dispositivo que permite a adoção de medidas voltadas à “proteção da vida e da saúde das pessoas” para baixar o imposto.  E mais: Política: Piauí ganha 52 ‘escolas fake' e tem 99 com obras abandonadas Internacional: Frente contra Le Pen no 2º turno inclui da esquerda à direita moderada Economia: Processos na Justiça podem custar R$ 1 trilhão, admite governo Metrópole: Cidade de SP tem caso de sarampo; Estado investiga 25 relatos  Esportes: ‘Agressão não me desmotiva', diz bandeirinha atacada See omnystudio.com/listener for privacy information.

InvestNews
FLASH #546: J&F pretende comprar Braskem; Campos Neto diz que inflação surpreendeu

InvestNews

Play Episode Listen Later Apr 11, 2022 15:11


A J&F ficará com a Braskem (BRKM5)? Qual poderia ser o valor do negócio? Veja no Flash! A J&F, holding que controla a JBS (JBSS3), teria oferecido uma proposta de aquisição para toda a Braskem (BRKM5). A informação é de Lauro Jardim, do jornal O Globo. O negócio envolveria, portanto, os 36% de participação da Petrobras (PETR3; PETR4) e a fatia de 38% da Novonor, ex-Odebrecht. A operação, segundo o colunista, custaria cerca de R$ 27 bilhões. Pela manhã, as ações da Braskem (BRKM5) lideravam as altas do Ibovespa, com avanço de mais de 5%. Entre outros destaques do dia está a fala do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que o dado recente de alta da inflação no Brasil foi surpresa e o Banco Central está aberto a analisar o cenário se houver algo diferente do padrão. Além disso, o Tribunal de Contas da União (TCU) frustrou as expectativas do governo federal e publicou no período da noite de sexta-feira (8) a pauta de julgamento desta semana sem constar a análise da segunda etapa da privatização da Eletrobras (ELET3, ELET6).

Novus Capital
Semanal - 08 de Abril de 2022

Novus Capital

Play Episode Listen Later Apr 8, 2022 14:00


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo.⁠ ⁠ ⁠No cenário internacional, a semana começou com a Lael Brainard, membra do comitê de política monetária americano (Fomc), que normalmente adota uma postura mais dove, trazendo uma fala de maior preocupação com a inflação e o nível de aperto do mercado de trabalho. Em seguida, houve a divulgação da minuta do Fomc, que trouxe novidades a respeito da redução do balanço do Fed e do ritmo de aumento da taxa de juros. Na China, o coronavírus segue piorando, sem data de término para o lockdown. Na Europa, não há novidades relevantes a respeito da guerra; e as atenções estão voltadas para o início da eleição presidencial na França, que tem como os principais candidatos Emmanuel Macron e Marine Le Pen. Aqui no Brasil o principal evento foi a divulgação da inflação de março – a expectativa era um número ao redor de 1,30%, enquanto o divulgado foi 1,62% - que, assim como tem ocorrido ao redor do mundo, surpreendeu de forma significativa, tendo a maior parte sido concentrada em derivados de petróleo e alimentos.  A semana foi marcada por forte abertura de juros, puxada pelos EUA, principalmente na parte longa (10 anos abrindo 32 bps na semana), o que contaminou a bolsa, tendo o S&P500 caído 1,3% (principalmente por conta de ações de tecnologia), e as commodities (petróleo caiu mais 1%). No Brasil, movimento similar foi observado, tendo o juro (jan/27) aberto 58 bps, e a bolsa (Ibovespa) caído 2,7%. ⁠ Na próxima semana será importante escutar a fala do presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto, para entender se haverá mudança no tom após a divulgação da inflação; e acompanhar o primeiro turno da eleição francesa no domingo.