Podcasts about xenofobia

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Semana em África
A semana em que o Bispo de Quelimane foi assassinado na sua casa por homens armados

Semana em África

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 14:36


No recapitulativo desta semana em África, o destaque vai para Moçambique onde na madrugada do sábado passado, foi morto o bispo de Quelimane por indivíduos armados na sua residência. Este assassínio provocou uma onda de choque em todos os quadrantes no país e também no seio do Vaticano, o Papa Leão XIV tendo apela ao "fim dos actos violentos" em Moçambique. Na quarta-feira, o Presidente moçambicano garantiu que as autoridades do seu país iriam esclarecer o que a igreja moçambicana qualificou de "crime gravíssimo". Entretanto, na quinta-feira, o Serviço Nacional de Investigação Criminal (Sernic), anunciou a detenção de três suspeitos no âmbito da investigação sobre este assassínio. Após um primeiro interrogatório judicial, as autoridades decidiram mantê-los em detenção preventiva. Também na actualidade de Moçambique, estes últimos dias, o país continuou a monitorar o regresso progressivo dos moçambicanos vítimas de violências xenófobas na África do Sul. No começo da semana, chegou mais um grupo cujos relatos são de momentos de terror. Noutro quadrante, ao longo destes últimos dias, a RFI e um conjunto de outros órgãos de comunicação social, em coordenação com o consórcio "Forbidden Stories", publicou uma série de reportagens sobre a situação de Cabo Delgado. Um dos aspectos que indagaram foi o elo entre a exploração das riquezas da região, a corrupção, os abusos dos direitos humanos e a insurgência armada que afecta o extremo norte de Moçambique desde 2017. Micael Pereira, jornalista do Expresso em Portugal que participou nesta investigação, considerou que o extremismo presente naquela zona é também o reflexo das desigualdades aí persistentes. Outro dos jornalistas envolvidos nesse inquérito, Tomás Queface, do Zitamar News, explicou que a concentração das forças moçambicanas e ruandesas junto dos projectos de gás deixa outras zonas vulneráveis, permitindo aos insurgentes financiar-se através da exploração das minas de ouro. Noutra actualidade, em Angola, no final da semana passada, a subcomissão de candidaturas ao IX Congresso Ordinário do MPLA, no poder em Angola, anunciou a validação da candidatura de João Lourenço à presidência do partido, após a aprovação de um pouco mais de 98% das cerca de 11 mil subscrições que sustentam o seu dossier. O anúncio da validação desta candidatura mereceu resposta por parte dos restantes candidatos à presidência do MPLA que não descartam uma acção judicial. Também na actualidade angolana, Manuel Augusto, antigo ministro das relações exteriores de 2017 a 2020, faleceu no final da semana passada aos 68 anos numa unidade hospitalar de Luanda. Formado em Direito Internacional Público e especializado em direito diplomático, Manuel Augusto exerceu o essencial da sua carreira nessa área. Após a sua morte, foram numerosas as homenagens à acção que conduziu pelo seu país. Em São Tomé e Príncipe, entra-se progressivamente em período de pré-campanha. Depois de seis responsáveis políticos, nomeadamente o Presidente cessante, terem apresentado a sua candidatura para as presidenciais previstas a 19 de Julho, as autoridades fizeram um primeiro balanço do número de eleitores recenseados e habilitados a votar no próximo escrutínio. Na Guiné-Bissau, depois de o chefe da diplomacia portuguesa, Paulo Rangel dizer esta semana que a CPLP está a empenhar-se para o regresso da normalidade constitucional na Guiné-Bissau, Fernando Vaz, porta-voz do Conselho Nacional de Transição da Guiné-Bissau, fez na quarta-feira uma advertência diplomática ao Estado português, vincando que o seu país "não se vergará a exames de bom comportamento". Para finalizar não podíamos deixar de mencionar o arranque na passada quinta-feira do Mundial 2026 de futebol no Canada, Estados Unidos e México. Uma competição na qual a equipa cabo verdiana vai-se estrear-se neste 15 de Junho em Atlanta contra a equipa espanhola. Em entrevista à RFI, o seleccionador dos Tubarões Azuis, Bubista, falou do orgulho de representar o país nesta competição em que participa pela primeira vez.

El Debate
Mundial 2026: fútbol entre guerras, fronteras y calor récord

El Debate

Play Episode Listen Later Jun 11, 2026 45:42


El Mundial de 2026 promete romper todos los récords deportivos, pero también podría convertirse en una de las Copas del Mundo más marcadas por el contexto internacional. La expansión del torneo a 48 selecciones, las crecientes tensiones geopolíticas, las restricciones migratorias impulsadas por Estados Unidos y las advertencias sobre temperaturas extremas sitúan a la competición ante desafíos inéditos. Mientras la FIFA defiende que será el Mundial más inclusivo de la historia, organizaciones civiles, expertos y algunos gobiernos cuestionan cómo afectarán las nuevas políticas fronterizas, los conflictos internacionales y el cambio climático a jugadores, aficionados y delegaciones. ¿Podrá el fútbol mantenerse al margen de la política o quedará esta Copa del Mundo definida por algo más que lo que ocurra dentro de los estadios? Lo analizamos en El Debate de France 24.

DW em Português para África | Deutsche Welle
Praça Pública - 9 de Junho de 2

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 19:59


Moçambique continua a monitorar a situação de moçambicanos vítimas de xenofobia na África do Sul. Mas cidadãos ouvidos pela DW, consideram a resposta de Maputo tardia. E exigem uma posição firme do executivo de Daniel Chapo.

En Foco
Japón gira a la derecha: crecen el nacionalismo y la xenofobia

En Foco

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 16:15


Durante años, Japón fue visto como una de las democracias más estables y previsibles de Asia. Sin embargo, el auge de discursos nacionalistas, el endurecimiento del debate migratorio y las crecientes tensiones con China están alimentando una transformación política que gana visibilidad tanto en las calles como en las instituciones. La llegada de Sanae Takaichi al poder refuerza esa tendencia, con propuestas más restrictivas en materia migratoria y una apuesta por fortalecer las capacidades de defensa del país. ¿Estamos ante un giro duradero en la política japonesa? ¿Qué factores explican el avance de las ideas nacionalistas en una sociedad que enfrenta desafíos económicos, demográficos y geopolíticos? Un reportaje de Alexis Bregère y Mélodie Sforza para France 24.

DW em Português para África | Deutsche Welle
Praça Pública - 8 de Junho de 2026

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 19:59


Moçambique e África do Sul preparam a transladação de seis moçambicanos mortos em ataques xenófobos. Maputo condena a violência e Pretória promete reforçar o repatriamento de imigrantes ilegais. Em Lichinga, escolas carecem de carteiras, livros e muros de proteção, e na Zambézia extinção do ensino noturno preocupa alunos e encerregados de educação.

Convidado
Xenofobia na África do Sul: "É por falta de capacidade que o governo está passivo"

Convidado

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 11:11


Nestes últimos dias, a África do Sul está a ser abalada por uma nova onda de xenofobia, com grupos de cidadãos sul-africanos a atacarem imigrantes, queimarem as suas casas ou os seus comércios. Independentemente de estarem em situação legal ou não, os estrangeiros são acusados por estes grupos de "roubarem os empregos" dos nacionais, num contexto de grave crise social e económica no país, nomeadamente com uma taxa de desemprego de cerca de 32%. Depois de pelo menos nove moçambicanos terem morrido nas violências xenófobas, várias centenas de moçambicanos residentes no país têm estado a fugir da África do Sul, com algum apoio por parte de Maputo. A Nigéria, o Gana e o Maláui também estão a organizar o regresso a casa dos seus cidadãos expatriados na África do Sul. Uma situação que o executivo sul-africano lamenta mas perante a qual parece algo impotente, senão mesmo "complacente", acusam certos governos africanos mais críticos. A nível interno, em ano de eleições locais, a coligação governamental faz frente a sectores de opinião que tentam ganhar visibilidade a pretexto desta nova crise, considera André Thomashausen, professor emérito de direito internacional e constitucional da Universidade da África do Sul, em Pretória. O universitário refere todavia acreditar que este fenómeno não vai durar, por não ter -do seu ponto de vista- nenhum alicerce popular. RFI: Como é que analisa a situação vigente nestes últimos dias na África do Sul? André Thomashausen: Um aspecto deve ser considerado é o aspecto da política interna da África do Sul, em que o partido da esquerda, da minoria, do antigo presidente Zuma, o partido MK ("Umkhonto we Sizwe", partido "Lança da Nação) está a aproveitar esta onda da xenofobia e está a fomentar, a instigar, esta xenofobia para pressionar a coligação que está a governar, que é o ANC, com o partido da Aliança Democrática. É assim, infelizmente. Muito tragicamente, este assunto não é completamente inocente e possivelmente não teria acontecido este ataque de xenofobia se não tivesse sido instigado. E temos uma tradição disso. Sempre quando uma minoria política decide afastar um governo, de repente aparecem ataques xenófobos. Foi assim na altura em que o Jacob Zuma quis substituir o governo do Thabo Mbeki, em 2007. De repente, houve ataques xenófobos. E foi assim, de volta, no fim da era do Zuma, em que novamente isso estalou. Talvez o único aspecto positivo é que esta crise não vai durar tanto tempo. E penso que os espíritos vão novamente acalmar. RFI: Há cerca de uma semana que isto dura. O que é que o leva a crer que vai haver uma acalmia? André Thomashausen: Bom, existe sempre uma solidariedade entre os mais pobres, entre os mais miseráveis. E as vítimas da xenofobia é gente muito pobre e gente que não tem vida estável, que não tem emprego formal e normalmente existe uma solidariedade africana. Na tradição, nas culturas africanas, muito raramente aparece um ódio entre grupos ou um ódio de raça ou ódio nacionalista. Porque as culturas estão todas interligadas. Eu duvido muito que esta vaga seja uma expressão de um sentimento popular alargado. Na maior parte dos casos que temos visto, há uma mão organizadora, há grupos de choque que aparecem num sítio, aparecem com autocarros a transportá-los. Alguém está a organizar esses transportes e a pagar esses transportes. É um bocado um assunto de segurança pública e de segurança do Estado que está aqui a falhar. E assim vamos esperando que venha a faltar o apoio para esta xenofobia. O verdadeiro apoio popular não existe. É gente alheia que aparece num sítio que não vive lá e de repente atacam os que são estrangeiros, os que falam com um sotaque diferente ou que, pela aparência, não pertencem. Um problema dentro da xenofobia, isolado e diferente, é a imigração ilegal que temos experimentado e que temos visto oriunda da Somália e do Sudão, países bastante afastados. São para aí uns 8 mil quilómetros de distância, daqui para o Sudão e para a Somália. E esta migração, essa sim, está a provocar ódio e está a provocar uma resistência forte entre a população que aqui na África do Sul normalmente não é muçulmana e rejeita a cultura desses migrantes. RFI: No começo da nossa conversa, mencionou que há certos sectores políticos que tiram proveito desta situação. Tem aparecido muito o nome de uma organização, a "March and March". O que é que se poderia dizer sobre esta organização e o interesse que teria também em movimentar a multidão contra os imigrantes? André Thomashausen: Bom, mais uma vez, é um rótulo que aparece subitamente, que não tem antecedentes. Não se podem identificar os líderes, gente desconhecida e, no meu ponto de ver, oportunista. Tal como nos anos 30, na Alemanha, houve uma organização nazi que fomentou o ódio contra os judeus, para assim virem a ser notórios e intimidar, provocar a instabilidade. Eu vejo aqui essas organizações também como sendo organizações um bocado fantoches, que não têm uma base popular, não têm milhares de membros ou aderentes. São completamente transparentes. E mais uma vez, eu estou a ver aqui um oportunismo político trágico de tentar provocar uma dificuldade ao governo por gente que falhou nas eleições, que não conseguiu reunir uma maioria de votos e assim, agora estão a tentar destabilizar o país através desta vaga. RFI: Certos países, nomeadamente a Nigéria ou Gana, que têm alguns dos seus expatriados na África do Sul, acusaram o governo de Pretória de ser algo complacente com esta onda de xenofobia que, no fundo, poderia ser interpretada também como uma forma de camuflar as suas próprias incapacidades em gerir questões como a economia, a educação e a saúde. André Thomashausen: Certo. Só que, na realidade, este governo, esta administração, é uma administração que está a sobreviver mal num contexto de Estado já falhado, em que as forças da ordem, a polícia e e Forças Armadas não têm nem sequer a mínima capacidade. Não há veículos e onde há veículos não há verbas para o combustível. Há um elevado sistema de corrupção na polícia e nas Forças Armadas. As Forças Armadas já foram mobilizadas na Província do Cabo para tentar limitar, tentar reduzir a vaga de assassinatos entre mafiosos, entre bandos, criminosos, traficantes de droga e de pessoas. E assim, eu acho que não é por falta de vontade, mas é por falta de capacidade que o governo está assim passivo. Está assim, num papel de observador em que o Presidente Ramaphosa lamenta muito a xenofobia, mas não tem meios realmente para uma estratégia através da qual poderia prender e imobilizar aqueles que estão a instigar esses ataques aos migrantes e refugiados e, evidentemente, também uma percentagem muito elevada de migrantes ilegais. Mas, na realidade, a economia está a empregar essa gente. E isso também tem a ver com a alta taxa de sindicalização dos trabalhadores sul-africanos, que provocam um nível do preço da mão-de-obra muito elevado. E isso cria uma uma atractividade ao emprego dos estrangeiros que não estão sindicalizados. É tudo uma mistura de situações que deveriam ser reformadas, que deveriam ser consideradas, mas só que este actual governo é um governo de crise e é um governo que não tem a capacidade para reagir. RFI: Estamos em ano de eleições autárquicas. Vão acontecer a 4 de Novembro. Pensa que isto também joga nesta crise? André Thomashausen: Absolutamente. É uma maneira de tentar animar os eleitores, tentar atirar culpas aos migrantes, culpas pela falta de prestação de serviços, pelo facto de que 90% das municipalidades estão tecnicamente falidas e já não têm capacidade para garantir o abastecimento de água potável ou a manutenção dos sistemas de esgotos ou transportes públicos, o sistema escolar primário, o sistema de assistência médica básica e assim, é um bode expiatório, acusar a presença dos estrangeiros. E isso tudo entra nas estratégias. Estas eleições vão decididamente reduzir o apoio ao ANC. Vão demonstrar a queda dramática da confiança neste partido da libertação. Mas é normal que depois de 30 anos da grande transferência, em 1990, o partido libertador, com a sua legitimidade histórica, venha a ser desafiado. RFI: Está a dizer que o ANC poderia perder o leme. Mas para que a formação? André Thomashausen: Vai beneficiar a Aliança Democrática, que é um partido liberal do centro-esquerda, completamente multicultural, que tenta fazer renascer o ideal do Nelson Mandela de uma "Nação arco-íris". Há muitos, muitos eleitores tradicionais do ANC que desta vez vão votar na Aliança Democrática. O partido está a apostar nesta oportunidade. E, aliás, está convencido que com a sua antiga presidente, Helen Zille, vão ganhar as eleições em Joanesburgo, a maior metrópole aqui na África do Sul.

DW em Português para África | Deutsche Welle
Praça Pública - 1 de Junho de 2026

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 20:00


Moçambique repatria mais de 500 moçambicanos, vítimas de atos xenófobos na África do Sul. Analista afirma que repatriamento por si só não é solução. No Cuanza-Sul, pais, alunos e professores contestam a qualidade da merenda escolar.

En Foco
Chile endurece su frontera con una receta inspirada en Trump

En Foco

Play Episode Listen Later May 29, 2026 5:59


El presidente chileno José Antonio Kast llegó al poder prometiendo una de las políticas migratorias más duras de la historia reciente del país, incluyendo la expulsión de cientos de miles de migrantes en situación irregular y el refuerzo de la frontera norte mediante medidas inspiradas en las aplicadas por Donald Trump en Estados Unidos. Sin embargo, dos meses después de su llegada al Palacio de La Moneda, las expulsiones masivas no se han materializado y el muro fronterizo con Perú tampoco ha logrado detener los intentos de ingreso. Mientras tanto, en la ciudad peruana de Tacna, miles de migrantes enfrentan mayores obstáculos e incertidumbre en una de las rutas migratorias más sensibles de América del Sur.

DW em Português para África | Deutsche Welle
Radar DW - 8 de Maio de 2026

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later May 8, 2026 20:00


Mortos, feridos e milhares a fugir, muitos apenas com a roupa do corpo. Enquanto isso, Pretória é acusada de silêncio. O Governo sul-africano quer mesmo travar esta violência?

Semana em África
África lusófona entre crises sanitárias, xenofobia e desafios de segurança

Semana em África

Play Episode Listen Later May 8, 2026 7:10


Da vigilância internacional ao cruzeiro Hondius afectado por um surto de hantavírus, ao agravamento da violência xenófoba na África do Sul que já provoca o regresso de moçambicanos ao país, a semana ficou marcada pela persistência da ameaça terrorista em Cabo Delgado e pelo reaproximar diplomático entre França e Argélia.  A OMS afastou o cenário de uma nova pandemia e considerou o risco “baixo” e “limitado”. O navio Hondius seguiu da Praia para Tenerife, onde os passageiros devem ser evacuados sob vigilância médica. Cabo Verde garante que todos os procedimentos seguiram as normas internacionais. Na África do Sul, a violência xenófoba voltou a provocar tensão regional. O Governo sul-africano reagiu às críticas internacionais depois de protestos contra migrantes, defendendo que a instabilidade política e a má governação em vários países africanos estão na origem dos fluxos migratórios. O Presidente moçambicano, Daniel Chapo, exigiu o fim da violência contra estrangeiros durante um encontro com Cyril Ramaphosa, em Pretória. Em resposta ao aumento de cidadãos em fuga, Moçambique anunciou medidas de acolhimento em Ressano Garcia, principal fronteira entre os dois países. Ainda em Moçambique, o ministro da Defesa, Cristóvão Chume, reconheceu a continuação dos ataques armados em Cabo Delgado. O governante admitiu dificuldades no controlo das fronteiras e no combate às redes de apoio logístico dos grupos armados. Entretanto, França e Argélia continuam a aproximar-se diplomaticamente após meses de tensão. Emmanuel Macron anunciou o regresso do embaixador francês a Argel e o envio de representantes franceses às cerimónias evocativas do massacre de Sétif, símbolo da memória colonial argelina. Apesar do degelo diplomático, continuam pendentes vários pontos de divergência entre os dois países.

LA LLAVE RADIO La Voz de los Sin Voz de Guinea Ecuatorial
Xenofobia en África: auto-aniquilación al servicio de la supremacía blanca

LA LLAVE RADIO La Voz de los Sin Voz de Guinea Ecuatorial

Play Episode Listen Later May 5, 2026 51:27


Xenofobia en África: auto-aniquilación al servicio de la supremacía blanca¿Sabías que la ola de xenofobia que recorre Sudáfrica, Nigeria, Angola y Ghana no es un fenómeno aislado, sino el síntoma de una crisis más profunda en nuestra concienciaafricana? Hoy es miércoles y toca #LALLAVE. Escúchanos en nuestros canales de YouTube y Spotify: https://youtu.be/lRSgeDdM-P8  En este episodio analizamos por qué los africanos están siendo empujados a enfrentarse entre sí, cómo operan las élites y las estructuras neocoloniales para desviar la frustración popular, y qué nos enseñan Amos Wilson, Kwame Nkrumah, Mandela, Biko y Julius Malema sobre la urgencia de reconstruir la unidad africana.El programa se estructura en tres partes: primero, una radiografía de los hechos recientes de violencia y expulsiones; después, un análisis político y psicológico de las causas profundas; y finalmente, una reflexión panafricanistasobre cómo transformar esta crisis en un punto de inflexión para la liberación continental.¡Otra África es posible!#sabiasqueÁfrica#otraÁfricaesposible#xenophobiasouthafrica#afrophobia#blackonblackcrime#DrAmosWilson#OsagyefoKwameNkrumah#Africamustunite#Nigeriansmustgo#marchthemarch#primeirooangolano#Ghanamustgo#allafricanwomenrevolutionaryunion#allafricanpeoplerevolutionaryparty

Debate Africano
Debate Africano

Debate Africano

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 82:23


Na África do Sul, a Xenofobia, tem crescido de forma muito preocupante, é considerada explosiva, com ataques de grupos cada vez mais violentos contra imigrantes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Radio Praga - Español
Amnistía Internacional señala la xenofobia y la resistencia al matrimonio igualitario en Chequia | El colombiano que investiga el pasado de las plantas en Praga

Radio Praga - Español

Play Episode Listen Later Apr 21, 2026 29:33


Amnistía Internacional señala la xenofobia y la resistencia al matrimonio igualitario en Chequia | El colombiano que investiga el pasado de las plantas en Praga

Chequia en 30 minutos
Amnistía Internacional señala la xenofobia y la resistencia al matrimonio igualitario en Chequia | El colombiano que investiga el pasado de las plantas en Praga

Chequia en 30 minutos

Play Episode Listen Later Apr 21, 2026 29:33


Amnistía Internacional señala la xenofobia y la resistencia al matrimonio igualitario en Chequia | El colombiano que investiga el pasado de las plantas en Praga

Expresso - Expresso da Manhã
Realidade mostra que percepção de insegurança não se justifica

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later Apr 1, 2026 15:12


O debate político que associa criminalidade e imigração não tem sentido porque, apesar de um aumento exponencial no número de imigrantes verificado nos últimos anos, o Relatório Anual de Segurança Interna confirma que não tem havido grandes oscilações nos crimes reportados nesse período. O jornalista do Expresso Rui Gustavo leu o RASI e é com ele que conversamos neste episódio. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Brasil-Mundo
Coletivos e associações contra o racismo e a xenofobia entregam ao Parlamento português proposta para alterar o Código Penal

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Mar 28, 2026 5:00


Em Portugal, mais de 80 coletivos e associações, que fazem parte do Grupo de Ação Conjunta contra o Racismo e a Xenofobia (GAC), entregaram, este mês, à Assembleia da República, as assinaturas que faltavam para viabilizar uma proposta legislativa que altera o Código Penal. O objetivo do grupo é fazer com que a legislação seja capaz de criminalizar e punir todas as práticas de discriminação no país. Fábia Belém, correpondente da RFI em Portugal O artigo 240 do Código Penal português prevê que todas as práticas de discriminação e incitamento ao ódio e à violência contra qualquer pessoa, em razão da sua religião, cor, nacionalidade, entre outras motivações, são consideradas crime. E, dependendo do caso, a pena de prisão pode chegar a 8 anos. No entanto, a atual legislação só criminaliza um ilícito, se ele for praticado em meios “destinados à divulgação”, como em cartazes, na imprensa ou na internet, por exemplo. Se a prática de racismo ou xenofobia decorrer em ambiente privado, deixa de ser considerado crime e passa a ser classificado como uma contraordenação. No Brasil, teria o mesmo peso que uma infração de trânsito - um ato que não resulta em prisão, e que é punível, apenas, com multa. Por julgar imprescindível uma reformulação jurídica, o projeto de lei propõe tornar a divulgação pública um fator agravante, e não um requisito para criminalizar atos e práticas de discriminação. Ana Paula Costa, presidente da Casa do Brasil de Lisboa - uma das associações que fazem parte do Grupo de Ação Conjunta - argumenta que o artigo 240 do Código Penal acaba por deixar as vítimas numa situação de grande vulnerabilidade, em Portugal. “Imagina um paciente que, na relação com o seu médico ou a sua médica, sofre racismo e xenofobia, e a porta do consultório tá fechada, por exemplo. É racismo e xenofobia, mas dificilmente nós conseguimos enquadrar [essa conduta] dentro do Código Penal do [artigo] 240, porque não houve ali um meio de divulgação. O agressor racista acaba por pensar que ele vai sair impune, e, muitas vezes, sai mesmo impune”, frisa Costa. No documento, os coletivos e as associações afirmam que as condutas “discriminatórias e racistas”, por violarem direitos constitucionalmente protegidos, “merecem não só a censura social, ética e política, mas também uma condenação penal firme e inequívoca”. “Esta realidade enfraquece a confiança das vítimas” No documento entregue ao Parlamento português, o grupo também ressalta que “a legislação em vigor falha no seu objetivo fundamental de combate à discriminação em Portugal”, e que “esta realidade enfraquece a confiança das vítimas e da sociedade no sistema de justiça que deveria garantir igualdade e proteção”. Na exposição de motivos do projeto de lei, o GAC ainda alerta para a ineficácia do sistema jurídico, realçando antigos números da Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial (CICDR) , uma estrutura independente, que funciona na Assembleia da República para receber e analisar denúncias de discriminação, instaurando processos de contraordenação. De acordo com o último relatório anual da entidade, apresentado em 2022, o volume de punições aplicadas se mostrava baixo em comparação ao total de denúncias. Das 491 queixas recebidas, apenas 97 geraram processos de contraordenação, resultando em apenas 11 condenações. Cenário desafiador A iniciativa legislativa do GAC, que precisou de um mínimo de 20 mil assinaturas de eleitores portugueses maiores de 18 anos, e agora segue para tramitação, vai enfrentar um cenário desafiador, segundo Ana Paula Costa. Por conta da sua atual configuração política, a Assembleia da República, que é majoritariamente de direita, pode impor barreiras à inciativa, além de outros obstáculos estruturais, capazes de gerar resistência entre parlamentares. “Muitas vezes, aposta-se aqui numa neutralidade, de dizer que nós, aqui em Portugal, não temos um problema de racismo, não temos um problema de discriminação. E Portugal, infelizmente, tem uma dificuldade em reconhecer o problema do racismo como um problema estruturante da sociedade portuguesa, infelizmente”, lamenta a presidente da Casa do Brasil de Lisboa. Para Ana Paula, que também é cientista política, o não reconhecimento do racismo impossibilita até a construção de políticas públicas, como também uma abordagem igualitária junto a diversas comunidades, como as de imigrantes. Costa afirma que reconhecer o racismo e a xenofobia, como também “as mazelas” que deixam nas sociedades, é um ato de coragem. “Não é um ato que traz vergonha, muito pelo contrário. Corrigir, reparar desigualdades é um ato que torna o Estado digno, que torna o Estado legítimo também”, assegura. E se o projeto de lei avançar e for aprovado no Parlamento, salienta, “será uma mensagem de que nós queremos ser cada vez mais uma sociedade igualitária, e isso é fundamental, porque estamos a falar da democracia, e de como nós queremos que, de fato, haja igualdade para todos.”

Brasil-Mundo
Coletivos e associações contra o racismo e a xenofobia entregam ao Parlamento português proposta para alterar o Código Penal

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Mar 28, 2026 5:00


Em Portugal, mais de 80 coletivos e associações, que fazem parte do Grupo de Ação Conjunta contra o Racismo e a Xenofobia (GAC), entregaram, este mês, à Assembleia da República, as assinaturas que faltavam para viabilizar uma proposta legislativa que altera o Código Penal. O objetivo do grupo é fazer com que a legislação seja capaz de criminalizar e punir todas as práticas de discriminação no país. Fábia Belém, correpondente da RFI em Portugal O artigo 240 do Código Penal português prevê que todas as práticas de discriminação e incitamento ao ódio e à violência contra qualquer pessoa, em razão da sua religião, cor, nacionalidade, entre outras motivações, são consideradas crime. E, dependendo do caso, a pena de prisão pode chegar a 8 anos. No entanto, a atual legislação só criminaliza um ilícito, se ele for praticado em meios “destinados à divulgação”, como em cartazes, na imprensa ou na internet, por exemplo. Se a prática de racismo ou xenofobia decorrer em ambiente privado, deixa de ser considerado crime e passa a ser classificado como uma contraordenação. No Brasil, teria o mesmo peso que uma infração de trânsito - um ato que não resulta em prisão, e que é punível, apenas, com multa. Por julgar imprescindível uma reformulação jurídica, o projeto de lei propõe tornar a divulgação pública um fator agravante, e não um requisito para criminalizar atos e práticas de discriminação. Ana Paula Costa, presidente da Casa do Brasil de Lisboa - uma das associações que fazem parte do Grupo de Ação Conjunta - argumenta que o artigo 240 do Código Penal acaba por deixar as vítimas numa situação de grande vulnerabilidade, em Portugal. “Imagina um paciente que, na relação com o seu médico ou a sua médica, sofre racismo e xenofobia, e a porta do consultório tá fechada, por exemplo. É racismo e xenofobia, mas dificilmente nós conseguimos enquadrar [essa conduta] dentro do Código Penal do [artigo] 240, porque não houve ali um meio de divulgação. O agressor racista acaba por pensar que ele vai sair impune, e, muitas vezes, sai mesmo impune”, frisa Costa. No documento, os coletivos e as associações afirmam que as condutas “discriminatórias e racistas”, por violarem direitos constitucionalmente protegidos, “merecem não só a censura social, ética e política, mas também uma condenação penal firme e inequívoca”. “Esta realidade enfraquece a confiança das vítimas” No documento entregue ao Parlamento português, o grupo também ressalta que “a legislação em vigor falha no seu objetivo fundamental de combate à discriminação em Portugal”, e que “esta realidade enfraquece a confiança das vítimas e da sociedade no sistema de justiça que deveria garantir igualdade e proteção”. Na exposição de motivos do projeto de lei, o GAC ainda alerta para a ineficácia do sistema jurídico, realçando antigos números da Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial (CICDR) , uma estrutura independente, que funciona na Assembleia da República para receber e analisar denúncias de discriminação, instaurando processos de contraordenação. De acordo com o último relatório anual da entidade, apresentado em 2022, o volume de punições aplicadas se mostrava baixo em comparação ao total de denúncias. Das 491 queixas recebidas, apenas 97 geraram processos de contraordenação, resultando em apenas 11 condenações. Cenário desafiador A iniciativa legislativa do GAC, que precisou de um mínimo de 20 mil assinaturas de eleitores portugueses maiores de 18 anos, e agora segue para tramitação, vai enfrentar um cenário desafiador, segundo Ana Paula Costa. Por conta da sua atual configuração política, a Assembleia da República, que é majoritariamente de direita, pode impor barreiras à inciativa, além de outros obstáculos estruturais, capazes de gerar resistência entre parlamentares. “Muitas vezes, aposta-se aqui numa neutralidade, de dizer que nós, aqui em Portugal, não temos um problema de racismo, não temos um problema de discriminação. E Portugal, infelizmente, tem uma dificuldade em reconhecer o problema do racismo como um problema estruturante da sociedade portuguesa, infelizmente”, lamenta a presidente da Casa do Brasil de Lisboa. Para Ana Paula, que também é cientista política, o não reconhecimento do racismo impossibilita até a construção de políticas públicas, como também uma abordagem igualitária junto a diversas comunidades, como as de imigrantes. Costa afirma que reconhecer o racismo e a xenofobia, como também “as mazelas” que deixam nas sociedades, é um ato de coragem. “Não é um ato que traz vergonha, muito pelo contrário. Corrigir, reparar desigualdades é um ato que torna o Estado digno, que torna o Estado legítimo também”, assegura. E se o projeto de lei avançar e for aprovado no Parlamento, salienta, “será uma mensagem de que nós queremos ser cada vez mais uma sociedade igualitária, e isso é fundamental, porque estamos a falar da democracia, e de como nós queremos que, de fato, haja igualdade para todos.”

Iglesia Spring Of Life Fellowship - Cambiando El Mundo
Antisemitismo, xenofobia y odio por Bishop Joaquin G. Molina

Iglesia Spring Of Life Fellowship - Cambiando El Mundo

Play Episode Listen Later Mar 22, 2026 51:50


Antisemitismo, xenofobia y odio por Bishop Joaquin G. Molina

En Foco
ICE usa reconocimiento facial para escanear a ciudadanos e inmigrantes en EE. UU.

En Foco

Play Episode Listen Later Feb 28, 2026 6:04


Los agentes del Servicio de Inmigración y Control de Aduanas de EE. UU. (ICE) utilizan una nueva aplicación de reconocimiento facial para teléfonos inteligentes llamada Mobile Fortify para escanear los rostros de ciudadanos e inmigrantes estadounidenses. Apuntan la cámara del teléfono a su objetivo y esta detecta su estatus migratorio. Anteriormente reservada para su uso en las fronteras estadounidenses o en investigaciones criminales, esta tecnología preocupa a los defensores de los derechos civiles, quienes temen una vigilancia digital generalizada en las calles estadounidenses.

#BiroscaNews
#BiroscaNews 385: Justiça Condena Catarinense por Xenofobia contra Nordestinos

#BiroscaNews

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 8:15


Falo sobre decisão do TJSC que condenou Jonas Bressan por danos morais coletivos em razão de postagens xenofóbicas contra nordestinos logo após as eleições presidenciais de 2022. Lembro que o mesmo tribunal já o havia condenado criminalmente e discuto os fundamentos jurídicos da decisão, inclusive a comparação feita entre a incitação concreta à discriminação e o 3º Reich.

Enfoque internacional
Ucrania: Cómo viven los refugiados ucranianos en España, tras cuatro años de guerra

Enfoque internacional

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 2:30


Se cumplen cuatro años desde que la ofensiva rusa atravesó la frontera con Ucrania. Cuatro años que han dejado cientos de miles de muertes y que han obligado a millones de ucranianos a integrarse en otro país. Nuestro corresponsal en Madrid, Juan Cascón, salió al encuentro de quienes eligieron España para empezar de nuevo. En España viven cerca de 340.000 ucranianos. Tres de cada cuatro, con una protección temporal. Pero en muchos casos, la situación acaba siendo definitiva. Aprendizaje del español Daria se fue de Ucrania con 20 años, poco después de comenzar el conflicto. Ahora tiene 24 y su plan de vida ha cambiado por completo. “Al principio yo estaba pasando bastante mal, al final dejaba toda mi familia ahí. Ahora mismo estoy bastante cómoda en saber que me voy a quedar aquí para siempre”, afirma. Cuando llegó, apenas hablaba español, pero gracias a la ayuda de la Cruz Roja, tomó clases y encontró un empleo rápidamente. Hoy lo utiliza a diario en el bar donde trabaja y también con su pareja, un español con quien va a tener un bebé. “Es bastante lindo porque incluso me hace a veces exámenes. A ver, ¿esta palabra qué significa? ¿Qué piensas? Y él es muy paciente. Si yo no entiendo, él me puede repetir dos, tres o cuatro veces, pero yo quiero tener un poquito menos acento por el tema de que como voy a tener una hija, que pueda hablar con ella bastante más fácil y que no aprende el acento ni algunas palabras que pronuncio mal o lo que sea”, cuenta Daria. A veces el aprendizaje concierne a familias enteras. Iegor, de 18 años, vive con sus padres y sus dos hermanos en Madrid y estudia Administración de Empresas en la universidad. “De mi familia nadie hablaba español antes de llegar aquí. Yo estudiaba además alemán, pero al llegar a España se me hizo difícil combinar dos idiomas nuevos. Aquí en Madrid actualmente no tengo ningún amigo que sea ucraniano, solo españoles o amigos latinos. Estamos en la uni y si hay una palabra muy específica de economía o cosas así me ayudan, pero en general expresarme no tengo problemas”, indica. Tintes de xenofobia Según él, cuando acabe sus estudios, la dificultad para encontrar un trabajo no tendrá que ver con sus conocimientos, sino con el hecho de no ser español: “Ya me pasó en Alicante cuando buscaba un trabajo en verano, quizás por el acento o algo”, señala. Margarita también sufrió xenofobia, en su caso a la hora de buscar un apartamento: “Nos ha ayudado muchísimo que mi pareja es de España porque si yo intentaba alquilar por mi cuenta me costaba mucho más”, recuerda. A sus 25 años, cuatro de ellos en España, se siente más tranquila e integrada que al principio. Trabaja como modelo y tiene un grupo de música. Con su novio habla en inglés porque le supone menos esfuerzo, pero poco a poco va mejorando su español, y también la confianza en sí misma: “No me importa mucho qué va a decir la gente de mi nivel de español, pero a mí me importa poder hablar como yo tengo en mi cabeza, presentarme como yo soy”, afirma. Mientras buscan un futuro en España, los ucranianos miran hacia su país con la esperanza de que la guerra termine pronto. Ya van cuatro años, y en este tiempo, hablar español ha pasado de ser una necesidad a una nueva faceta de su identidad.

Migrantes
"3.800 menores detenidos por ICE en 2025": Deportation Data Project y The Marshall Project

Migrantes

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 6:13


Minneapolis se ha convertido en el epicentro de la ofensiva migratoria del ICE, donde la detención de un niño de cinco años junto a su padre y otros casos ha inflamado las protestas. Entre enero y octubre de 2025, ICE ingresó a 3.800 menores en centros de detención, según Deportation Data Project y The Marshall Project. En esta emisión, analizamos el trato a los niños migrantes como las acciones ciudadanas para protegerlos.

Brasil-Mundo
Alta nos pedidos de repatriação revela vulnerabilidade e discriminação vividas por brasileiros em Portugal

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Jan 25, 2026 4:40


O fluxo migratório de brasileiros em Portugal está passando por mudanças significativas. Dados da Organização Internacional para as Migrações (OIM) indicam que em 2025 foram 231 pedidos de retorno ao país entre janeiro e outubro, bem acima dos 149 pedidos de todo o ano anterior. Este aumento, segundo a OIM, reforça o papel do maior consulado brasileiro da Europa em meio a relatos de vulnerabilidade, violência e discriminação em Portugal. Lizzie Nassar, correspondente da RFI em Lisboa Os dados dos dois últimos meses do ano ainda estão sendo consolidados. Mas o aumento já identificado revela uma combinação de fatores econômicos, sociais e emocionais que têm levado parte da comunidade brasileira a reavaliar a permanência no exterior. No centro desse cenário está Portugal, que abriga hoje cerca de 800 mil brasileiros, a maior comunidade brasileira fora do país. Somente em Lisboa vivem aproximadamente 400 mil brasileiros, número que transformou o Consulado-Geral do Brasil na capital portuguesa na maior unidade consular da Europa em volume de atendimentos. Segundo o cônsul-geral Alessandro Candeas, o consulado de Lisboa “abriga hoje a maior comunidade brasileira fora do continente americano. São mais de meio milhão de pessoas vivendo, trabalhando e construindo novas histórias em Portugal”, afirma. Ao longo de 2025, o consulado analisou 85.677 requerimentos de serviços por meio do sistema e-consular. Desse total, 15.826 foram pedidos de passaporte e autorizações de retorno ao Brasil — um dado que dialoga diretamente com o aumento apontado pela OIM. Outros 13.642 atendimentos envolveram atos notariais, como registros de nascimento, procurações e reconhecimentos de assinatura. O setor de Assistência a Brasileiros realizou 2.745 atendimentos, incluindo orientação jurídica e psicológica, além de milhares de respostas a e-mails e consultas presenciais. A “caixa de ressonância” da comunidade brasileira De acordo com Alessandro Candeas, o consulado funciona como uma espécie de termômetro social da comunidade brasileira em Portugal: “Identificamos, muito claramente, que cresceu o número de brasileiros que buscam o consulado e dizem que querem voltar ao Brasil”. Ele destaca que o papel do brasileiro em Portugal é frequentemente retratado de forma negativa no debate público, o que não condiz com a realidade econômica e social. “O papel do imigrante brasileiro em Portugal é muito estereotipado e muito injusto. O brasileiro é um imigrante produtivo”, ressalta. Segundo o cônsul-geral, os brasileiros exercem funções essenciais no mercado de trabalho português, pagam impostos e contribuem de forma significativa para a previdência social do país. “A mão de obra necessária para o mercado português não compete com nenhum emprego ocupado por cidadão português. Muitos brasileiros ocupam posições que estão vazias porque a mão de obra portuguesa está em outros países”, explica Candeas. Vulnerabilidade, violência e saúde mental Outro dado que chama a atenção nos registros consulares é o crescimento dos atendimentos psicológicos, especialmente relacionados a vulnerabilidade social e violência. Casos de sofrimento emocional, conflitos familiares e violência de gênero têm sido cada vez mais relatados por brasileiros que procuram ajuda institucional. Para Candeas, esse aumento reflete não apenas dificuldades individuais, mas também o impacto do isolamento, da pressão econômica e das experiências de discriminação vividas por parte da comunidade. Leia tambémAumento da demanda por apoio psicológico entre migrantes gera novas frentes em saúde mental Racismo, xenofobia e bullying contra brasileiros Os temas da xenofobia e do racismo entraram oficialmente na agenda diplomática entre Brasil e Portugal. Segundo o cônsul-geral, trata-se de uma estratégia ampla, que envolve diferentes frentes do poder público e da sociedade civil. “É preciso trabalhar em políticas públicas comparadas, legislação, judiciário e sociedade civil. Não adianta você ter uma legislação robusta se o judiciário não faz sua parte”, afirma. Entre as iniciativas previstas está o programa “Amigos do Brasil”, voltado para escolas portuguesas, com foco em crianças e adolescentes — especialmente filhos de brasileiros que enfrentam episódios de bullying. Leia tambémFamília de menino brasileiro mutilado em escola de Portugal inicia acompanhamento psicológico “Há criancinhas que chegam chorando em casa. ‘Você não fala português'. Como assim? Eu falo português”, relata o embaixador. O programa prevê concursos de redação, vídeos e músicas, além de parcerias público-privadas que podem resultar em intercâmbios e viagens ao Brasil. “A ideia é transformar o problema em algo positivo”, resume Candeas. Entre o aumento do retorno ao Brasil, a sobrecarga dos serviços consulares e a criação de políticas de enfrentamento à discriminação, Lisboa se consolida como um dos principais centros da experiência migratória brasileira no mundo. Um retrato complexo, marcado por trabalho, integração, desafios sociais — e pela busca por reconhecimento e pertencimento.

Brasil-Mundo
Alta nos pedidos de repatriação revela vulnerabilidade e discriminação vividas por brasileiros em Portugal

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Jan 25, 2026 4:40


O fluxo migratório de brasileiros em Portugal está passando por mudanças significativas. Dados da Organização Internacional para as Migrações (OIM) indicam que em 2025 foram 231 pedidos de retorno ao país entre janeiro e outubro, bem acima dos 149 pedidos de todo o ano anterior. Este aumento, segundo a OIM, reforça o papel do maior consulado brasileiro da Europa em meio a relatos de vulnerabilidade, violência e discriminação em Portugal. Lizzie Nassar, correspondente da RFI em Lisboa Os dados dos dois últimos meses do ano ainda estão sendo consolidados. Mas o aumento já identificado revela uma combinação de fatores econômicos, sociais e emocionais que têm levado parte da comunidade brasileira a reavaliar a permanência no exterior. No centro desse cenário está Portugal, que abriga hoje cerca de 800 mil brasileiros, a maior comunidade brasileira fora do país. Somente em Lisboa vivem aproximadamente 400 mil brasileiros, número que transformou o Consulado-Geral do Brasil na capital portuguesa na maior unidade consular da Europa em volume de atendimentos. Segundo o cônsul-geral Alessandro Candeas, o consulado de Lisboa “abriga hoje a maior comunidade brasileira fora do continente americano. São mais de meio milhão de pessoas vivendo, trabalhando e construindo novas histórias em Portugal”, afirma. Ao longo de 2025, o consulado analisou 85.677 requerimentos de serviços por meio do sistema e-consular. Desse total, 15.826 foram pedidos de passaporte e autorizações de retorno ao Brasil — um dado que dialoga diretamente com o aumento apontado pela OIM. Outros 13.642 atendimentos envolveram atos notariais, como registros de nascimento, procurações e reconhecimentos de assinatura. O setor de Assistência a Brasileiros realizou 2.745 atendimentos, incluindo orientação jurídica e psicológica, além de milhares de respostas a e-mails e consultas presenciais. A “caixa de ressonância” da comunidade brasileira De acordo com Alessandro Candeas, o consulado funciona como uma espécie de termômetro social da comunidade brasileira em Portugal: “Identificamos, muito claramente, que cresceu o número de brasileiros que buscam o consulado e dizem que querem voltar ao Brasil”. Ele destaca que o papel do brasileiro em Portugal é frequentemente retratado de forma negativa no debate público, o que não condiz com a realidade econômica e social. “O papel do imigrante brasileiro em Portugal é muito estereotipado e muito injusto. O brasileiro é um imigrante produtivo”, ressalta. Segundo o cônsul-geral, os brasileiros exercem funções essenciais no mercado de trabalho português, pagam impostos e contribuem de forma significativa para a previdência social do país. “A mão de obra necessária para o mercado português não compete com nenhum emprego ocupado por cidadão português. Muitos brasileiros ocupam posições que estão vazias porque a mão de obra portuguesa está em outros países”, explica Candeas. Vulnerabilidade, violência e saúde mental Outro dado que chama a atenção nos registros consulares é o crescimento dos atendimentos psicológicos, especialmente relacionados a vulnerabilidade social e violência. Casos de sofrimento emocional, conflitos familiares e violência de gênero têm sido cada vez mais relatados por brasileiros que procuram ajuda institucional. Para Candeas, esse aumento reflete não apenas dificuldades individuais, mas também o impacto do isolamento, da pressão econômica e das experiências de discriminação vividas por parte da comunidade. Leia tambémAumento da demanda por apoio psicológico entre migrantes gera novas frentes em saúde mental Racismo, xenofobia e bullying contra brasileiros Os temas da xenofobia e do racismo entraram oficialmente na agenda diplomática entre Brasil e Portugal. Segundo o cônsul-geral, trata-se de uma estratégia ampla, que envolve diferentes frentes do poder público e da sociedade civil. “É preciso trabalhar em políticas públicas comparadas, legislação, judiciário e sociedade civil. Não adianta você ter uma legislação robusta se o judiciário não faz sua parte”, afirma. Entre as iniciativas previstas está o programa “Amigos do Brasil”, voltado para escolas portuguesas, com foco em crianças e adolescentes — especialmente filhos de brasileiros que enfrentam episódios de bullying. Leia tambémFamília de menino brasileiro mutilado em escola de Portugal inicia acompanhamento psicológico “Há criancinhas que chegam chorando em casa. ‘Você não fala português'. Como assim? Eu falo português”, relata o embaixador. O programa prevê concursos de redação, vídeos e músicas, além de parcerias público-privadas que podem resultar em intercâmbios e viagens ao Brasil. “A ideia é transformar o problema em algo positivo”, resume Candeas. Entre o aumento do retorno ao Brasil, a sobrecarga dos serviços consulares e a criação de políticas de enfrentamento à discriminação, Lisboa se consolida como um dos principais centros da experiência migratória brasileira no mundo. Um retrato complexo, marcado por trabalho, integração, desafios sociais — e pela busca por reconhecimento e pertencimento.

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer

O teor de conversas privadas de António Costa, enquanto era primeiro-ministro, veio esta semana a público. O Ministério Público acha que o que há a fazer não é apurar a origem da mensagem, mas processar o mensageiro. Ao mesmo tempo, os elementos das forças de segurança acusados de escravizar imigrantes no Alentejo saíram em liberdade por uma minudência processual. E o líder da força política que mais tem atacado os imigrantes, reivindicando para si o papel de defensor da ordem e das polícias, só com muito esforço foi capaz de dizer em surdina que a situação era condenável. Embora tenha publicado nas redes sociais um vídeo de maus-tratos a animais com a acusação de que seriam imagens da comunidade cigana. Na verdade, era uma filmagem de há sete anos, no Egipto, e sem ninguém nela de etnia cigana. Interrogado sobre se sabia que aquilo que publicou era uma falsidade, não respondeu. Enquanto isso, o mundo também continua sem resposta acerca das intenções de Trump para a Venezuela. O pretexto para a acção norte-americana é o narcotráfico, mas - ironia da ironias - Trump perdoou esta semana um antigo presidente das Honduras, condenado a 45 anos de prisão por… narcotráfico.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Alta Definição
Vicente Gil: “O pelo na venta, a garra, o questionamento sobre o mundo. Estas são as coisas mais bonitas que há em ser cigano”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Dec 6, 2025 45:06


Vicente Gil continua a surpreender muitos quando fala sobre as suas origens étnicas. O ator da novela da SIC 'Vitória', onde dá vida à personagem Afonso, é cigano, mas nunca permitiu que a imagem pejorativa associada à comunidade limitasse a sua ambição. Nasceu e cresceu no Porto e, desde muito jovem, foi incentivado pela mãe a frequentar teatros, concertos e outros espetáculos da cidade. Chegou mesmo a fazer teatro comunitário nos bairros da periferia. Mais tarde, essas experiências acabariam por definir a sua vocação. Hoje, reconhece a importância de existir “um ator cigano, licenciado, lourinho e lavadinho” na televisão portuguesa. “Eu não pareço cigano porque não correspondo àquela imagem pejorativa. É importante que as pessoas se deparem comigo”, afirma. O preconceito, no entanto, acompanhou-o desde cedo. Em conversa com Daniel Oliveira, recorda os tempos de escola em que ele e os familiares eram conhecidos como “os ciganitos” e chegaram a ser aconselhados pela própria diretora a não revelarem a mais ninguém a sua origem. “Estas discriminações continuam até hoje, até quando vou à Segurança Social. Não acreditam que uma pessoa como eu pode ser cigana”, lamenta. E, embora compreenda que nem sempre há intenção maliciosa, não deixa de sublinhar: “As nossas instituições são xenófobas; mais facilmente nos pedem a nós para nos modificarmos. E é assim com muitas minorias.” Com o tempo, porém, aprendeu a transformar os valores da sua identidade étnica numa força. Características que descreve como “pelo na venta”, “garra” e “questionamento sobre o mundo” ajudaram-no a chegar onde está. Acima de tudo, sente profunda gratidão pela educação que recebeu da mãe. “A minha mãe é uma grande mulher cigana. Quem me dera que pudesse ser mãe de muita gente, dar garra a certas famílias”, diz, com um sorriso. Neste 'Alta Definição', enquanto revisita a sua história e as suas raízes, tenta responder à pergunta que acompanha toda a conversa: afinal, o que é ser cigano? O programa foi emitido a 6 de dezembro na SIC e está disponível aqui em versão podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Correspondentes Premier
CORRESPONDENTES PREMIER #400 – ESPECIAL 400 EPISÓDIOS

Correspondentes Premier

Play Episode Listen Later Dec 1, 2025 75:09


Episódio celebrando a marca de 400 episódios com participações de amigos ilustres e muito debate sobre as últimas notícias do futebol inglês.  00:00 Intro  04:15 A batalha de Stamford Bridge: Arsenal x Chelsea  20:30 Xenofobia e racismo em Chelsea  23:30 Recado de um mestre 26:00 Mensagem do chinelinho 35:00 Liverpool vence sem Salah   39:00 Paquetá: um momento pesado  46:00 Indignação com a torcida do Spurs  50:00 Thomas Frank na corda bamba 55:00 Quiz especial com convidados 1:05:00 Manchester City rodando  1:08:00 Resumo da rodada  Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

Italian Time Zone - Learn Italian with history
111 – Aigues-Mortes: Morte agli italiani! Il massacro del 1893

Italian Time Zone - Learn Italian with history

Play Episode Listen Later Nov 27, 2025 26:17


(00:00:00) Introduzione (00:04:10) Cosa è successo il 17 agosto 1893 e perché è successo? (00:19:03) Come è possibile che ci siano voluti ben 125 anni per ricordare questi fatti? (00:24:45) Conclusioni Questo podcast è dedicato quindi al massacro dei lavoratori italiani a Aiugues-Mortes, in Francia, e intende chiarire due questioni:Cosa è successo il 17 agosto 1893 e perché è successo?Come è possibile che ci sono voluti ben 125 anni per ricordare quei fatti?Per la trascrizione con gli appunti, CLICCA QUI: https://italiantimezone.substack.com/ Per i viaggi studio in Italia tra storia, curiosità e memoria, CLICCA QUI: https://www.italiantimezone.com/viaggi-studio-italiaDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/italian-time-zone-l-italiano-con-la-storia--5159377/support.Giulia Borelliwww.italiantimezone.com

Noticiário Nacional
3h Advogados alertam para aumento de xenofobia nas escolas

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Nov 15, 2025 6:57


Podcast Cinem(ação)
#625: O Agente Secreto

Podcast Cinem(ação)

Play Episode Listen Later Nov 14, 2025 87:29


Entramos na teia de paranoia e poder de O Agente Secreto, o novo thriller político de Kleber Mendonça Filho. Ambientado no Recife de 1977, em plena ditadura militar, o filme acompanha Marcelo (Wagner Moura), um professor que volta à cidade e se vê tragado por uma rede de vigilância, repressão e interesses corporativos.Rafael Arinelli recebe Carissa Vieira e Marcelo Miranda para uma conversa que destaca a abordagem singular de Kleber: o autoritarismo aparece não só como grande aparato repressivo, mas como uma camada cotidiana - a violência que se naturaliza nas pequenas rotinas, nas relações de vizinhança e nas instituições. A perseguição sofrida por Marcelo expõe a cumplicidade entre elite, negócios e aparelho estatal, sugerindo que as estruturas de poder permanecem inquietantemente atuais.Falamos do uso do suspense em modo “slow burn”, que intensifica a sensação de claustrofobia e observação constante; da contundência da atuação de Wagner Moura, feita de micro-silêncios e olhares; e do alívio moral e humor seco trazido por Dona Sebastiana (Tânia Maria), a síndica que transforma o prédio em porto seguro para exilados.Também discutimos como o filme encara preconceitos regionais - xenofobia e racismo contra o Nordeste - e a fascinante ambivalência da admiração por violências estrangeiras. O Agente Secreto funciona, assim, como espelho incômodo: mais do que “sobre a ditadura”, o filme mostra a ditadura na vida cotidiana, e nos pergunta quanto disso persiste hoje.Dê o play e acompanhe nossa análise aprofundada de O Agente Secreto que mistura memória, política e cinema em estado de tensão permanente.• 04m26: Pauta Principal• 1h11m13: Plano Detalhe• 1h20m30: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Flavia Sanches• Gabriela Pastori Marino• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Carissa): Livro: Monstros o dilema do fã• (Marcelo): Filme: O Magnífico• (Rafa): Loja: KoffiEdição: ISSOaí

Ideias Feitas
Lula vai combater a "xenofobia" dos portugueses

Ideias Feitas

Play Episode Listen Later Nov 13, 2025 5:43


Alberto Gonçalves comenta a campanha contra o racismo e a xeofobia que o Brasil vai realizar em Portugal.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Expresso da Manhã
Diplomacia brasileira quer ajudar Portugal a diminuir o racismo e a xenofobia contra os imigrantes

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later Nov 10, 2025 16:11


A comunidade do Brasil é a maior comunidade imigrante no nosso país e estão a crescer os comportamentos discriminatórios em relação aos brasileiros, seja no emprego, no arrendamento da casa, ou nas relações sociais. Preocupada, a diplomacia brasileira está a preparar uma campanha para combater o racismo e a xenofobia no nosso país. Neste episódio, conversamos com a presidente da Casa do Brasil, em Lisboa, Ana Paula Costa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Eixo do Mal
Os cartazes do ‘fora-da-lei' Ventura, as novas regras para ser português e os eufemismos na Saúde

Expresso - Eixo do Mal

Play Episode Listen Later Oct 31, 2025 50:34


André Ventura disse que o país precisa é de três Salazares e depois espalhou cartazes a dizer que “Isto não é o Bangladesh”' e que “Os ciganos têm de cumprir a lei”. O advogado Garcia Pereira não foi o único a reagir, mas foi o que foi mais longe: pediu a ilegalização do Chega. A Comissão Nacional de Eleições pediu a intervenção do Ministério Público, mas não é exatamente isto que Ventura pretende? E o que dizer da nova lei da nacionalidade? E dos cortes orçamentais na Saúde? Cortes não, que o primeiro-ministro não usa esta palavra: eficiência. São estes os temas do Eixo do Mal, em podcast, com Clara Ferreira Alves e Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes. Emitido na SIC Notícias a 30 de outubro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Expresso da Manhã
Direita radical xenófoba persegue e ameaça imigrantes brasileiros, instigação ao ódio levou à prisão preventiva de um extremista

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later Oct 24, 2025 14:20


Bruno Silva, o elemento de extrema-direita que foi detido por instigação ao ódio nas redes sociais e ameaças de morte a uma jornalista brasileira, ficou em prisão preventiva. As mensagens de ódio contra a comunidade brasileira têm estado a aumentar nas redes sociais e os imigrantes do Brasil são sujeitos a constante discriminação. Neste episódio, conversamos com o jornalista Hugo Franco.See omnystudio.com/listener for privacy information.

DW em Português para África | Deutsche Welle
6 de Outubro de 2025 - Jornal da Manhã

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Oct 6, 2025 20:00


Na África do Sul, o movimento Operação Dudula está a reforçar o sentimento xenófobo entre o povo. Em Moçambique, arranca hoje a auscultação pública nacional face ao diálogo político. O partido ANAMOLA critica exclusão e anuncia auscultação paralela. Em Angola, sectretário da ATROMA deixa um conselho ao Governo para tentar diminuir as mortes na estrada.

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
Joana Craveiro (parte 1): “Somos um país com má memória das chagas do passado. Falta uma cura coletiva. E há quem lucre com esse esquecimento”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later Oct 3, 2025 71:16


Joana Craveiro é dramaturga, encenadora, atriz, professora, antropóloga, e diretora artística do Teatro do Vestido. Através da arte tem o grande objetivo de ajudar a pensar um mundo livre de totalitarismos, xenofobia, misoginia e de racismo estrutural. O teatro que faz é político, documental e poético. Em 2023 e 2024 Joana esteve na Palestina e afirma que não pode “desver” as inúmeras violências que ali viu sofridas pelo povo palestiniano às mãos do exército de Israel. “Vi coisas que não dá para esquecer. Israel tem um claro plano de desumanização e limpeza étnica.” Ouçam-na nesta conversa em podcast com Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Diversilingua
Xenofobia no Brasil contra brasileiros

Diversilingua

Play Episode Listen Later Oct 3, 2025 8:22


Vocês sabiam que existe xenofobia no Brasil contra os próprios brasileiros? Existe algumas regiões do país que não recebem muito bem as pessoas que vêm de outra região dentro do mesmo país!

Más de uno
Juanma Moreno, sobre el visado por puntos del PP: "Se trata de poner orden para evitar la xenofobia creciente en nuestro país"

Más de uno

Play Episode Listen Later Sep 29, 2025 32:45


El presidente de la Junta de Andalucía ha respondido a las preguntas de Carlos Alsina al comienzo de una semana marcada por el plan de migración propuesto por Feijóo, que tiene por medida estrella una visa de puntos para migrantes.

Daily Easy Spanish
¿Seguridad nacional o xenofobia?: Texas prohíbe comprar o alquilar propiedades a ciudadanos de China, Irán, Corea del Norte y Rusia

Daily Easy Spanish

Play Episode Listen Later Aug 29, 2025 42:58


Los críticos temen que una nueva ley en Texas resulte discriminatoria, pero los funcionarios dicen que es vital combatir a los "adversarios".

Noticentro
EU emite alerta por camarón radioactivo en supermercados 

Noticentro

Play Episode Listen Later Aug 21, 2025 1:34


Ministros electos se toman foto oficial en la SCJN Festival Afrodescendencias busca eliminar la xenofobia y racismo en México Catean penal de Aguaruto en Culiacán 

Explicador
Mudanças na lei. "Brasileiros estão com medo"

Explicador

Play Episode Listen Later Aug 14, 2025 13:50


Presidente da Casa do Brasil, Ana Paula Costa, diz que autorização de residência e restrições ao reagrupamento familiar são o que mais preocupa a comunidade imigrante em Portugal. Xenofobia a aumentar.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcast Cinem(ação)
#608: Superman

Podcast Cinem(ação)

Play Episode Listen Later Jul 18, 2025 102:42


Vamos voar alto com Superman, o novo filme de James Gunn que marca o início de uma nova fase no universo cinematográfico da DC. Lançado em 10 de julho de 2025, o longa arrecadou mais de 232 milhões de dólares em seu primeiro fim de semana e deixou claro que o herói voltou com força total.Rafael Arinelli recebe Carol Tomé e Henrique Rizatto para discutir essa nova versão de Clark Kent, interpretado por David Corenswet, que se afasta da figura messiânica para assumir um tom mais humano, alegre e vulnerável. Um Superman que apanha, erra e insiste em acreditar na bondade, mesmo quando o mundo desconfia dele.O debate gira em torno dos temas políticos que o filme abraça sem medo: xenofobia, desinformação, imperialismo e identidade. Lex Luthor (Nicholas Hoult) é retratado como um narcisista genial, manipulador midiático e símbolo de poder tóxico (lembrando figuras como Elon Musk). Lois Lane (Rachel Brosnahan) ganha destaque como jornalista afiada e companheira de verdade, com química afetuosa e sem exageros com Clark.E quem rouba a cena? Krypto, o supercão, descrito como o coração do filme - com CGI impressionante e uma presença emocional que conquistou o público (e aumentou a adoção de schnauzers!).Com um visual cartunesco, vibrante e cheio de referências aos quadrinhos, Superman de James Gunn entrega ação, reflexão e emoção na medida certa. Dá o play e vem com a gente nessa análise apaixonada e crítica sobre o herói mais emblemático de todos os tempos.• 03m57: Pauta Principal• 1h26m39: Plano Detalhe• 1h36m49: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Flavia Sanches• Gabriela Pastori Marino• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• Facebook: https://bit.ly/facebookcinemacao• BlueSky: https://bit.ly/bskycinemacao• Instagram: https://bit.ly/instagramcinemacao• Tiktok: https://bit.ly/tiktokcinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Carol): Filme: Guerreiras do K-Pop• (Henrique): Série: The Bear• (Henrique): Série: Chespirito: Sem Querer Querendo• (Henrique): Youtube: Vila do Chaves• (Henrique): HQ: Supergirl: Mulher Do Amanhã• (Rafa): Filme: A OrdemEdição: ISSOaí

Mañanas BLU 10:30 - con Camila Zuluaga
Seis días de disturbios en España: agresión, xenofobia y desinformación en Murcia

Mañanas BLU 10:30 - con Camila Zuluaga

Play Episode Listen Later Jul 17, 2025 11:37


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Hoy por Hoy
Claves del día | Ruth Ferrero: "Los incidentes de Torre Pacheco no se deben a la migración en el pueblo, sino al racismo y la xenofobia"

Hoy por Hoy

Play Episode Listen Later Jul 16, 2025 1:39


Primero la ultraderecha azuza el odio contra el diferente en el marco de una narrativa que vincula a migración con inseguridad. Entonces, al primer incidente real o inventado se despliegan los grupos de escuadristas, provocan altercados violentos, generan miedo, incertidumbre y ansiedad en las poblaciones que reclaman ley y orden. 

Radiocable.com - Radio por Internet » Audio
Cacerías racistas en Murcia: así se viraliza la xenofobia

Radiocable.com - Radio por Internet » Audio

Play Episode Listen Later Jul 14, 2025 0:01


Un pequeño municipio murciano, Torre Pacheco, es escenario de “cacerías” de grupos ultraderechistas contra inmigrantes marroquíes. Bajo la acusación de golpear a

Noticentro
En CDMX no hay lugar para la discriminación ni xenofobia: Brugada

Noticentro

Play Episode Listen Later Jul 8, 2025 1:37


ONU urge a México a combatir la violencia generalizada contra mujeres Netanyahu nomina a Donald Trump al Premio Nobel de la PazHoy se conmemora el Día Internacional de la Conservación de SuelosMás información en nuestro podcast 

Me conte uma fofoca
#302: Ex-BBB acusado de xenofobia, fala polêmica de Claudia Leitte e mais!

Me conte uma fofoca

Play Episode Listen Later Jun 23, 2025 35:09


Edu Oliveira e Thiago Theodoro comentam fofocas da internet, dos famosos e da audiência.No ar, toda segunda, quarta (apoiadores) e sexta.Seja um apoiador do podcast: ⁠ https://orelo.cc/meconteumafofoca https://apoia.se/meconteumafofocapodcast Em caso de dúvidas, ou se precisar de ajuda do suporte, escreva para ⁠alo@orelo.cc⁠Conte sua fofoca pra gente: ⁠meconteumafofocapodcast@gmail.com⁠Ei, fofoqueira, conheça nossa lojinha: https://umapenca.com/meconteumafofoca/

La Pareja Más Aburrida del Mundo
Ep 121 | Historias de Xenofobia

La Pareja Más Aburrida del Mundo

Play Episode Listen Later Feb 26, 2025 50:04


En este episodio conversamos lo que sucedió en Viña del Mar con la presentación de George Harris y también leemos sus historias y contamos las nuestras de cuando fuimos víctimas de xenofobia

99%
Ep. 469 - George Harris en Viña del Mar: lo que pasó dejó a todos hablando

99%

Play Episode Listen Later Feb 25, 2025 61:45


George Harris enfrentó un momento duro en Viña del Mar cuando 'El Monstruo' lo abucheó, desatando polémica. ¿Xenofobia o rechazo al humor? Analizamos qué pasó, qué revela sobre la comedia hoy y también exploramos cómo ChatGPT y Grok están cambiando la conversación. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Daniel Necesita que lo Escuchen
¿En Chile odian a los venezolanos? - (Con Osman Aray desde Chile)

Daniel Necesita que lo Escuchen

Play Episode Listen Later Feb 24, 2025 33:20


Opinión sobre la Controversia de George Harris en Viña del Mar 2025En este episodio improvisado, abordo la reciente controversia del comediante venezolano George Harris en el Festival de Viña del Mar. Conversé con Osman Arai, mi ex-compañero de 'Sálvese Quien Pueda', quien estuvo en el lugar de los hechos y compartió sus impresiones desde el palco de prensa. A pesar de los problemas técnicos con la grabación, analizamos la reacción del público chileno, la percepción de xenofobia y la tradición del festival conocido como 'el monstruo de la Quinta Vergara'. Reflexiono sobre la dificultad de hacer comedia en un entorno tan difícil y la posibilidad de modernizar ciertos aspectos del festival. Invitamos a los espectadores, especialmente a los chilenos y venezolanos, a comentar y compartir sus opiniones sobre el incidente.00:00 Introducción y Contexto del Episodio00:18 Entrevista con Osman Arai desde Viña del Mar01:41 Reacciones y Opiniones sobre la Presentación de George Harris07:19 Reflexiones sobre la Xenofobia y el Comportamiento del Público12:42 Análisis del Festival de Viña del Mar y su Impacto30:11 Conclusiones y Mensaje Final a George Harris