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XQuadradoY

No episódio 300 do XQuadradoY, resolvemos fazer algo diferente: sentamos no banco do entrevistado e conversamos sobre a nossa própria trajetória.Como tudo começou? O que mudou ao longo desses anos? Quais foram os maiores desafios, os momentos mais marcantes e as histórias que aconteceram nos bastidores do podcast? Neste episódio especial, respondemos perguntas sobre a evolução do projeto, as amizades construídas ao longo do caminho e a transformação da indústria dos games durante essa jornada.Em formato de entrevista, relembramos conquistas, dificuldades, curiosidades e episódios que ajudaram a moldar o podcast até chegarmos à impressionante marca de 300 episódios publicados.Obrigado a todos que estiveram conosco nessa caminhada. Cada play, comentário, compartilhamento e mensagem ajudou a transformar o XQuadradoY no que ele é hoje.Aperte Start e vem com a gente para conhecer a história por trás de 300 episódios de paixão pelos videogames!Capítulos:(00:00:00) - Vinheta introdução(00:00:54) - Resumo do episódio(00:03:03) - 1º Bloco(00:17:38) - 2º Bloco(00:33:15) - 3º Bloco(01:01:07) - Encerramento.Redes Sociais:

XQuadradoY

Um ano depois do lançamento do Nintendo Switch 2, a empolgação inicial deu lugar às perguntas que realmente importam: o console entregou o que prometeu? Os jogos corresponderam às expectativas? E a Nintendo acertou ao seguir a fórmula do Switch original?Neste episódio, analisamos os acertos, os erros, os números impressionantes de vendas, os principais lançamentos do primeiro ano e o impacto da recente Nintendo Direct no futuro da plataforma.Se você tem um Switch 2, pretende comprar um ou simplesmente quer entender como está a nova geração da Nintendo, este episódio é para você.

Oxigênio
#220 – Paul Singer, uma utopia militante 

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 23:09


Um dos mais importantes economistas brasileiros. Marxista, que teve uma carreira brilhante na academia, como professor da USP e da PUC em São Paulo. Houve um período em que teve que ficar afastado, por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual. Uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Este foi Paul Singer, personagem do documentário que faz parte de uma série de documentários de não ficção realizados pelo diretor Ugo Giorgetti. Este terceiro episódio sobre a série teve a colaboração por meio de entrevistas com o ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, a jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer.  Roteiro Liniane Brum: Paul Singer, uma utopia militante: esse episódio é o terceiro de uma série sobre os documentários e as peças de não ficção do diretor de cinema Ugo Giorgetti.  Meu nome é Liniane Brum, sou doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e realizei a pesquisa de pós-doutorado “Contra o apagamento – o cinema de não ficção de Ugo Giorgetti” também na Unicamp, no Labjor, com o apoio da Fapesp. [Trilha musical] Liniane: A partir do ano de 2020, Ugo Giorgetti assina três documentários biográficos. São produções realizadas sob encomenda, que têm em comum a apresentação de homens que se destacaram em suas áreas de atuação e como pessoas também. São filmes que não partem de uma inquietação artística ou de uma necessidade intelectual. Ainda assim, são autorais.  Estou falando dos filmes Paul Singer, uma utopia militante, produção de 2021, A invenção de Conrado Wessel, de 2024, e Alberto Dines – vínculos de liberdade, que saiu em 2026. Neste episódio vamos tratar de Paul Singer, uma utopia militante. Eu conversei com três pessoas sobre esse documentário. O economista, produtor do filme e ex-aluno de Singer, Marcos Barreto, que me ajudou a entender os bastidores da produção. A jornalista e pesquisadora Paula Quental, autora de uma dissertação de mestrado sobre a trajetória política e intelectual de Singer, e Marcelo Justo, diretor executivo do Instituto Paul Singer. [Vinheta Oxigênio] Liniane: Antes de mais nada, pedi a eles que apresentassem quem foi Paul Singer.   Paula Quental: Ele era de uma família judia, assimilada, como se diz, não era religiosa. Ele vinha da Áustria, a mãe percebeu para onde caminhava a coisa do nazismo. Ele conta, inclusive tá na dissertação, que ele descobriu que era judeu, aos seis anos de idade, quando a Áustria foi anexada por Hitler. Aí, chegaram os amiguinhos dele do colégio, com aquelas bandeirinhas nazistas, com a suástica, e ele queria sair junto (com os meninos) com aquela bandeirinha. Aí, a mãe dele vira para ele e diz: “mas, Paul, você é judeu”. Marcos Barreto: É um dos mais importantes economistas brasileiros, marxista e veio com sete anos fugindo do nazismo, com a mãe, o pai já havia falecido, ele veio com a mãe para São Paulo, e ele faz um curso técnico primeiro, ele começa a trabalhar como metalúrgico, só depois ele vai fazer faculdade. E vai fazer faculdade por conta de uma militância política dele, porque o sindicato, o movimento, achava, o mesmo movimento operário, que eles deveriam se qualificar as lideranças, e sugerem que ele vai fazer economia, e ele faz economia, ele se forma já com quase 30 anos, e ele depois tem uma carreira brilhante na academia, professor da USP, foi professor da PUC em São Paulo também, no período que teve que ficar afastado por conta da ditadura militar no Brasil. Ele sempre teve uma militância política junto com a carreira acadêmica, e também como intelectual, uma figura muito inquieta, no sentido de que ele não se acomodava a um determinado tema. Paula Quental: Quando ele entrou na USP, ele já tinha lido o Capital, Trotsky, Lenin, Rosa Luxemburgo, que é muito da tradição dele, ele se considerava um luxemburguista. Então, é uma história de alguém que foi mergulhando nos clássicos e foi desenvolvendo um trabalho muito original, porque ele acabou indo para uma vertente, digamos, herética do marxismo, não convencional, heterodoxa, porque ele criticava, por exemplo, a União Soviética, ele criticava o centralismo da economia, ele defendia que deveria vir da base, da economia solidária, das cooperativas. Então, ele era um crítico da Revolução de 17 de outubro, da Revolução Bolchevique. Marcos Barreto: Depois, já mais nos últimos 20 anos da vida dele, ele se dedica a um tema muito importante, que é a economia solidária, então ali ele encontra talvez o assunto dos quais ele estudou, que mais ele pôde misturar uma militância política com um saber acadêmico, e colocou em prática, ele foi secretário de economia solidária no governo Lula e Dilma, até o impeachment da Dilma, praticamente ele ficou em Brasília coordenando essa Secretaria.  Liniane: Esta apresentação foi feita pela Paula e pelo Marcos. E por aí a gente já consegue ver uma trajetória bem particular, que mistura prática militante e teoria, o que já o difere de muitos intelectuais. Faltou o destaque que o Marcelo Justo fez do nosso protagonista, que trago agora. Marcelo Justo: Tem um marco na vida do Singer, tanto pessoal quanto como militante, que é trabalhar em grupo. Ele se destaca como intelectual e parece que o intelectual é uma figura sozinha, isolada, mas ele só tem essa força que ele tem pela capacidade de estar em grupo e de se conectar o Singer é o que a gente chama mais contemporaneamente de um articulador de redes, ele está sempre mantendo redes de amigos e de militantes juntos, que caminham juntos. Liniane: Marcos, como surge a ideia de um filme sobre ele, ou seja, quem fala: “olha, agora tem que ser feito um documentário sobre o Paul Singer”. Marcos Barreto: Quando ele falece, um grupo de amigos, de pessoas que gostavam muito do professor, dizem, bom, a gente precisa fazer alguma coisa pra contar essa história dele, precisamos registrar isso de alguma forma, fazemos um livro, fazemos o que? Não, vamos fazer um filme e aí a gente faz então uma campanha de crowdfunding, pra conseguir o recurso pra fazer o filme. O primeiro passo foi esse: nós não tínhamos diretor, nós não sabíamos exatamente que filme seria, mas a gente resolve fazer algo que tem muito a ver com a economia solidária, uma grande vaquinha, em todos os 27 estados do Brasil, no Distrito Federal, há pessoas que contribuíram pra que o filme fosse feito. E aí ficamos, então, pensando que diretor pode fazer esse filme, ou diretora? Quebramos a cabeça até que eu sugeri que fosse o Ugo Giorgetti.  Liniane: Por que Ugo Giorgetti?  Marcos Barreto: Porque, entre várias coisas, o Paul Singer escolheu a cidade de São Paulo, quer dizer, ele veio criança, ele não escolheu propriamente, foi a mãe dele que veio, porque já haviam familiares em São Paulo. Mas ele acaba vindo pra São Paulo e adota a cidade como a cidade dele. Ele era um apaixonado por São Paulo, falava isso várias vezes, ele voltava às vezes pra Europa, ia fazer palestra, dizendo que não tem nada como São Paulo.  Liniane: Assistindo o documentário, a gente percebe que Ugo Giorgetti traduz o Singer múltiplo. Os entrevistados comentam o olhar do diretor sobre suas conexões com figuras importantes da política, do campo da educação e mesmo e seu papel na difusão de O Capital, de Marx no Brasil. Foi ele quem primeiro traduziu o livro para o português.  Paula Quental: Teve uma passagem no documentário do Ugo Giorgetti, em que ele entrevista o Paul Singer, porque ele fez ainda várias entrevistas com o Paul Singer, em que o Singer lembra da época que ele dividiu o secretariado da Erundina com Paulo Freire. E ele fala que aprendeu muito com o Freire, que se sente extremamente influenciado pelo Freire. E isso até me estimulou a escrever uma sessão na minha dissertação, chamada Dois Paulos, em que eu analiso justamente o aspecto pedagógico da obra do Paul Singer, que ele próprio se coloca como muito influenciado pelo Freire. Marcos Barreto: Com essa amplitude que tem a vida do professor, as pessoas podiam conhecer um lado, mas pouca gente conhecia o todo, e o filme permite esse registro. E do ponto de vista acadêmico, é um registro interessante também, mais uma vez, sem ser algo cansativo, extenuante, chato, ou mais maçante, vamos dizer assim, porque ele está ali, o registro da vida intelectual, de uma forma leve, de uma forma que você compreende e fala nossa, ele fez tudo isso, nossa, foi ele então que traduziu o Capital.  Liniane: No final dos anos 1950, professores da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, dentre os quais José Arthur Gianotti, Fernando Henrique Cardoso e Ruth Cardoso, organizaram um grupo para fazer a leitura de O Capital. Paul Singer integra esse grupo com a missão de traduzir o livro diretamente do alemão. Não custa lembrar que se trata de uma obra canônica no campo das ciências humanas. E que naquele momento Paul Singer ainda não era o economista, intelectual destacado e homem público da alta burocracia governamental. Aqui, as falas de Marcelo, Marcos e depois a Paula. Marcelo Justo: Isso é um marco né? é um marco, acho que para o Singer, é um marco na esquerda brasileira também, porque é um primeiro momento falando pelos relatos deles, que vão se debruçar sobre a obra do Marx de uma forma sistemática, durante muitos anos, – que é interrompido com o golpe de 64, mas começa, se eu não me engano, em 58, 59 e aí vão para outros autores, não só Karl Marx, que aí vão pegar o Singer como um leitor, desde criança, do alemão. Então ele integra o grupo como quem vai ler, trazer a versão original do alemão, mas é que eles vão comparando também a tradução. Então tem a leitura em alemão, tem a leitura em francês, a leitura do que existia em português. Isso depois vai servir também como base para o Singer depois fazer a tradução, a primeira tradução original em alemão do Capital, aí já nos anos 80. A partir desse grupo sai a tese de doutorado do Fernando Henrique Cardoso, então acho que tem todos esses marcos. O professor Roberto Schwarz até hoje também se refere a esse momento, o professor Michael Löwy, que é conselheiro do nosso instituto, que foi muito amigo do Singer, também se refere até hoje como um marco na vida dele, esse momento de leitura do Capital. Marcos Barreto: E depois tem um segundo momento, que é muito rico também, quando ele é convidado por um grupo de jovens que diz assim: “poxa, a gente queria fazer uma leitura do Capital”. E aí veio a ideia de fazer uma leitura no Teatro de Arena. Então já pensou o que era isso? Você reunia no Teatro de Arena, já na ditadura militar – aí nós estamos falando de um Brasil já fechado do ponto de vista político – e esse grupo se reunia sábado de manhã para fazer a leitura do Capital com a coordenação do professor Paul Singer. Então isso é um marco também, e desta leitura ele também aproveitou, como bom acadêmico, e fez um livro sobre essa experiência. Paula Quental: Eu ouvi do Lincoln Seco, professor de História da USP, que ouviu do Florestan Fernandes, que ele é a pessoa que mais conheceu O Capital no Brasil. Ele editou uma edição da Abril Cultural do Capital, uma edição famosa do início dos anos 1980, que a editora Ubu agora reeditou. E ele lia no original, ele mergulhou, e desde uma externa idade. Liniane: Eu selecionei um trecho do documentário em que o próprio Paul  Singer fala sobre Marx. Ele integra o segmento intitulado por Ugo Giorgetti “Um autodidata na USP”. Ouve só: [Trecho do documentário] Paul Singer: Marx, em primeiro lugar, deu uma visão do capitalismo que ninguém havia dado antes, e que agora se mostra inteiramente verdadeira. Marx está sendo ressuscitado por não marxistas, exatamente como coincide, eu diria, de uma forma ultra surpreendente com este capitalismo extremamente em crises, crises que se repetem etc. porque ele entendeu, uma das coisas que tem Marx, a contribuição dele, é só dele, não é de outros, é que os economistas clássicos, tipo Ricardo, Adam Smith e tantos outros, que não eram reacionários, não, eles não eram de direita, mas eles jamais lembrariam em analisar a economia através de lutas de classes, isso é Marx.  [Efeito Sonoro] (Voz de Paul Singer bem baixinha) [Silêncio prolongado] [Trilha incidental] Liniane: Marcelo, o Instituto Paul Singer e o documentário nascem praticamente ao mesmo tempo e se dedicam à difusão do legado do professor. Em que medida essa coincidência influencia o trabalho da entidade? Marcelo Justo: O Instituto, ele começa em 2021, a organização dele. No final do ano é que ele se formaliza com o CNPJ, e em 2022 é lançado, tornado público o Instituto. Ele é uma iniciativa dos familiares do Paul Singer, basicamente eu e a Helena Singer, que é a minha esposa, filha dele. É uma associação sem fins lucrativos que tem como missão preservar e reinventar esse legado. Um legado que tem esse histórico de uma luta pela democracia, pela solidariedade, a luta contra todas as formas de injustiça e desigualdade. Marcelo Justo: O nosso principal desafio é a difusão, é a divulgação das ideias e obras do Singer. Então, um documentário como esse é muito importante, ajuda muito nisso em 50, 40 e poucos minutos, assim, você tem a trajetória inteira dele, da história de vida, as principais ideias e algumas das polêmicas enfrentadas na trajetória, na vida dele. Então, para a gente, é um material muito importante, muito rico para divulgar.  Liniane: É fato: documentário e Instituto convergem em objetivo e se fortalecem mutuamente. Porém, Marcos Barreto me explicou que o filme foi feito a partir de entrevistas realizadas em momentos diferentes. Na primeira, de 2015, Paul Singer é entrevistado pelo grupo que viria a produzir o documentário. A segunda é feita por Giorgetti, em 2018, antes do falecimento do professor. Já o Instituto, como Marcelo me contou, e formalizado em 2022. Marcos Barreto: O professor, no final da vida, já nos últimos anos, tinha alguns fatores de memória, algumas coisas que estavam começando a falhar. E a gente identificou isso, e a família, e a gente falou, bom, vamos gravar, vamos colocar o Paul Singer falando sobre a vida dele, sobre coisas que ele fez na vida que são marcantes, sobre passagens importantes, vamos quase que fazer uma entrevista com ele. E a gente fez duas sessões grandes com o professor, foi o Fernando Kleyman quem organizou isso, em Brasília. E ele então, por duas sessões de quase três, quatro horas, falou um monte, o que foi ótimo, porque quando a gente conseguiu resolver o dinheiro para fazer o filme, escolher o Ugo, etc, o professor havia já avançado na doença, já tinha dificuldade, o Ugo chegou a conversar com ele ainda em vida, o filme é lançado depois que o professor já faleceu. Liniane: O documentário foi divulgado na imprensa como uma produção que praticou a Economia Solidária. O que significaria essa afirmação, Marcelo? Marcelo Justo: Então, na economia solidária, democracia e autogestão são sinônimos, praticamente, nos escritos dele. Então, o que é isso? As pessoas se organizarem para produzir juntos, sem patrão e sem empregado. Todo mundo é cooperado.  Não é à toa que o documentário tem o nome da utopia militante, que esse é o título do livro dele, que ele se coloca a isso, né? A questão da utopia como uma militância. A militância dele é por essa utopia, que é uma utopia de construir um socialismo que seja democrático, que não seja a experiência do chamado socialismo real, que é uma ditadura de esquerda.  Liniane: Marcos também comentou sobre o termo utopia que está no título do documentário. E destacou, mais uma vez, a multiplicidade de papeis de Singer nos vários espaços em que atuou. Marcos Barreto: Esse título é tão forte e também resume tanto do que é o professor, porque justamente reúne essas duas facetas, que é uma pessoa que é um intelectual brilhante, professor titular da USP, com um militante que nunca deixou de ser militante. Ele foi estudar economia porque ele era um militante, e ele termina a vida como alguém que está pensando a economia solidária, que é algo prático, então ele não tava sendo um teórico da economia solidária, só que aí no meio desse percurso, já nessa última década da vida, nas últimas duas décadas, ele escreve esse livro, que é uma utopia militante, então ele assume ali o quê? Que ao mesmo tempo que ele está defendendo algo que é utópico, que é um desejo do que ele gostaria de ver acontecer, ele assume que aquilo só vai acontecer se tiver militância, ou seja, talvez aí, diferente do socialismo científico, que parte da ideia de que há uma evolução natural da história que vai ligar o socialismo, e que é algo que aliás o Singer não acreditava. Então o título, na verdade, quem escolheu foi o professor Paulo Singer, para o livro, e a gente quando viu, quando foi pensar no título do filme, a gente falou, putz, difícil achar um nome melhor do que Utopia Militante. Liniane: O documentário estreou no Festival Internacional É Tudo Verdade, em 2021, em um momento em que a letalidade do coronavírus alcançava um dos seus picos. Ele foi exibido de modo on-line, mediante a distribuição de duas mil senhas, que se esgotaram em poucos minutos. [Efeito sonoro] Liniane: “A trajetória política e intelectual de Paul Singer: da crítica marxista à Economia Solidária” é o título da dissertação de mestrado defendida por Paula Quental no Instituto de Estudos Brasileiros, o IEB, da USP, a Universidade de São Paulo, em 2024.  Marcelo Justo, que é doutor em geografia pela mesma universidade, organizou o livro “Urbanização e Desenvolvimento”, uma coletânea de textos de Paul Singer. O volume foi editado pela Autêntica em parceria com a Fundação Perseu Abramo.  Marcos Barreto é hoje Diretor Geral do Instituto Equipe Educação, Cultura e Cidadania e Vice-Diretor Geral da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), e segue engajado com a divulgação do legado de Singer.  [Vinheta de encerramento Oxigênio] Esse trabalho de divulgação sobre a obra de não ficção do cineasta Ugo Giorgetti é realizado no âmbito do Programa Mídia Ciência, do Labjor, com supervisão da Simone Pallone.  As entrevistas, o roteiro e a narração desse episódio foram feitos por mim, Liniane Brum. A revisão do roteiro é da Simone Pallone. A edição é do Guilherme Lopes, estagiário da Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares da Unicamp, a Cocen. A vinheta do Oxigênio é do Elias Mendez.  As trilhas usadas no podcast são de  Blue Dot Sessions, tiradas do Free Music Archive. A gente vai deixar a ficha técnica do filme na descrição do episódio.  As reportagens referentes à divulgação da obra de não ficção de Ugo Giorgetti foram publicadas no dossiê “Ugo Giorgetti” da Revista ComCiência.  Este episódio conta com o suporte da Diretoria Executiva de Apoio e Permanência, da Unicamp e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, por meio de bolsas, e também da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast.  Se você gostou do conteúdo, deixe seu like e compartilhe com seus amigos.

XQuadradoY

A temporada de anúncios dos videogames está a todo vapor, e os holofotes da vez ficaram por conta do State of Play e do Summer Game Fest 2026. Com dezenas de trailers, novos jogos, datas de lançamento, retornos aguardados e algumas surpresas inesperadas, os eventos deram o tom do que os jogadores podem esperar para os próximos meses e anos.Mas quais foram os anúncios que realmente chamaram atenção? Quem apresentou o catálogo mais forte? Houve espaço para grandes surpresas ou predominou o que já era esperado? E, no meio de tantas apresentações, quais jogos merecem entrar imediatamente na sua lista de desejos?Neste episódio passamos pente fino nos principais destaques dos eventos, comenta os anúncios mais importantes, debate as estratégias adotadas pelas empresas e compartilha as impressões sobre o atual momento da indústria dos games.Prepare o bloco de notas, atualize sua wishlist e venha conferir com a gente tudo o que rolou no State of Play e no Summer Game Fest 2026.Aperte Start e vem com a gente!Capítulos:(00:00:00) - Vinheta introdução(00:00:54) - Resumo do episódio(00:02:46) - 1º Bloco State of Play(00:40:09) - 2º Bloco Summer Game Fest(01:08:15) - Encerramento.Redes Sociais:

Ideias: Sustentabilidade em todos os recantos
T6Ep01: Entre desertos, rios e montanhas: a questão hídrica na Comarca Lagunera mexicana

Ideias: Sustentabilidade em todos os recantos

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 14:34


No primeiro episódio desta sexta temporada do Podcast Ideias: Sustentabilidade em todos os recantos, vamos explorar a governança e o ativismo ambiental e climático no território mexicano.Apresentado por Ana Célia Araújo e Yonara Santos, recebemos o professor Gerardo Jimenez, mestre em desenvolvimento rural, sociólogo e ativista ambiental, sendo um grande educador ambiental e divulgador científico na Comarca Lagunera, que é uma região desértica no norte do México.O episódio centrou-se na abordagem da “Entre desertos, rios e montanhas: a questão hídrica na Comarca Lagunera mexicana”.Não perca este episódio!Vem conferir!Ficha Técnica:Ana Célia Baía Araújo (Vinheta, Pesquisa, Roteiro e Apresentação)Gerardo Jimenez (Entrevistado)Rayara Rodrigues Pinheiro (Edição e Mídia)Yonara Claudia dos Santos (Vinheta, Pesquisa, Roteiro, Apresentação, Supervisão e Mídia)Zoraide Souza Pessoa (Coordenação)

XQuadradoY

No episódio de hoje, o caos está oficialmente instaurado. mergulhamos no universo dos jogos multiplayer locais que fizeram o couch co-op voltar com tudo: experiências criadas para jogar lado a lado, rir, competir, se desesperar e criar histórias que ficam marcadas por anos.Party games, cooperação improvisada, física maluca, amizade sendo destruída por um simples botão apertado na hora errada e aquela gritaria clássica que transforma qualquer sala em um verdadeiro evento canônico gamer.Porque no fim das contas, não existe ray tracing, SSD ultrarrápido ou 300 teraflops que superem o caos de varios amigos tentando sobreviver juntos (ou não) na mesma tela.Então prepara os controles, chama a galera, aperte Start e vem com a gente!.Capítulos:(00:00:00) - Vinheta introdução(00:01:23) - Resumo do episódio(00:04:52) - 1º Bloco(00:23:37) - 2º Bloco(00:41:50) - 3º Bloco(00:50:44) - Encerramento.Redes Sociais:

ABC da Geopolitica
Petróleo e poder: a geopolítica das monarquias do Golfo.

ABC da Geopolitica

Play Episode Listen Later May 19, 2026 58:10


Neste episódio vamos compreender como o  petróleo, a religião e as alianças internacionais treansformaram os pequenos reinos do deserto em atores incontornáveis da geopolítica global. Gravado em maio de 2026.PIX: abcdageopolitica@gmail.comInstagram e Tik Tok : @abcdageopoliticaApoio pela plataforma da ORELO ou PIXLivro: A casa dos segredos.  mondru.com/loja   mondru.com/produto/a-casa-dos-segredos/Vinheta musical: Longzijuan  

XQuadradoY

No fim dos anos 1990, a Sega apostou tudo em um console que parecia vindo do futuro. O Sega Dreamcast chegou antes da concorrência com internet integrada, jogos online, gráficos impressionantes e ideias que moldariam a indústria pelos anos seguintes. Mas, mesmo sendo amado por jogadores e desenvolvedores, o console acabou se tornando também o símbolo da despedida da Sega do mercado de hardware.Neste episódio mergulhamos na história do Dreamcast, desde o caos deixado pelo Saturn até o nascimento de uma das plataformas mais criativas da história dos videogames. Vamos falar sobre o lançamento explosivo em 1999, os jogos que viraram cults absolutos, os experimentos online pioneiros, os periféricos malucos, a guerra contra a Sony e o impacto devastador da chegada do PlayStation 2.Também revisitamos títulos que definiram gerações, como Shenmue, Jet Set Radio, Crazy Taxi, Phantasy Star Online e Soulcalibur, enquanto tentamos responder uma pergunta que até hoje ecoa entre fãs: o Dreamcast fracassou… ou apenas chegou cedo demais?Aperte start e vem com a gente...Capítulos:(00:00:00) - Vinheta introdução(00:01:22) - Resumo do episódio(00:04:33) - 1º Bloco(00:25:32) - 2º Bloco(00:42:43) - 3º Bloco(01:11:56) - Encerramento.Redes Sociais:

XQuadradoY

Sabe quando um jogo não quer te desafiar… ele quer te sentir?Aproveitando as férias de Fernando, a gente vai falar de GRIS, um daqueles títulos que quase não se explicam em palavras. Não tem diálogo, não tem combate, não tem HUD gritando na tela. E mesmo assim… diz muito.Desenvolvido pela Nomada Studio e embalado pela trilha da Berlinist, GRIS é uma experiência que mistura arte, música e interatividade de um jeito que poucos jogos conseguem. Ele não te coloca numa missão… ele te coloca num estado.A gente vai mergulhar nessa experiência, falar de direção de arte, jogabilidade, impacto emocional…Prepare-se para a nossa análise, aperte start e vem com a gente.Berlinist:YouTube Music https://music.youtube.com/search?q=BerlinistSpotify https://open.spotify.com/intl-pt/artist/6EUPmAvpY341eXZwJVy6dn?utm_source=chatgpt.comApple music https://music.apple.com/br/artist/berlinist/646302712Capítulos:(00:00:00) - Vinheta introdução(00:01:22) - Resumo do episódio(00:04:50) - 1º Bloco(00:30:03) - 2º Bloco(00:42:42) - 3º Bloco(01:11:29) - EncerramentoRedes Sociais:

XQuadradoY

Seis anos depois, muita coisa mudou; No mundo dos games e na vida de quem está por trás do microfone. Neste episódio, a gente revisita a trajetória do XQuadradoY: os começos despretensiosos, as discussões acaloradas, as fases de paixão e desgaste, as amizades fortalecidas e os inevitáveis tropeços no caminho. Falamos sobre como a indústria mudou, como o nosso jeito de jogar amadureceu e como fazer um podcast sobre videogame também nos transformou. Uma conversa sincera sobre tempo, escolhas, erros, aprendizados e o que ainda queremos construir daqui pra frente. Aperte start e vem com a gente!Capítulos:(00:00:00) - Vinheta introdução(00:01:23) - Resumo do episódio(00:05:16) - 1º Bloco(00:30:28) - 2º Bloco(00:55:56) - 3º Bloco(01:21:04) - Encerramento.Redes Sociais:

XQuadradoY

No episódio de hoje, recebemos o convidado Deon pra expor, com carinho (ou nem tanto), os jogos que ele simplesmente não larga por nada.Sabe aquele jogo que a pessoa defende até o fim? Que joga mil vezes, mesmo com defeitos claros? Pois é… chegou a hora de colocar tudo na mesa.Entre provocações, opiniões fortes e muita resenha, a gente monta o Top 10 dos jogos que o Deon tem uma obsessão inexplicável — e claro, questiona cada uma delas.Se prepara pra discordar, concordar e dar risada no processo.Aperte start e vem com a gente.Capítulos:(00:00:00) - Vinheta introdução(00:00:36) - Resumo do episódio(00:04:36) - 1º Bloco(00:20:18) - 2º Bloco(00:40:46) - 3º Bloco(01:05:46) - Encerramento.Redes Sociais:

ABC da Geopolitica
México: " Tão longe de Deus, tão perto dos Estados Unidos."

ABC da Geopolitica

Play Episode Listen Later Mar 28, 2026 56:35


O México é um país com história vibrante. Foi cenário de civilizações pré-colombianas importantíssimas, passou por uma dolorosa luta pela independência, enfrentou uma perda substancial de territórios, apregoou ao mundo sua revolução. Só conhecendo a trajetória mexicana até o século XXI poderemos entender melhor os desafios que enfrenta na ordem global.Gravado em março de 2026.PIX: abcdageopolitica@gmail.comInstagram e Tik Tok : @abcdageopoliticaApoio pela plataforma da ORELO ou PIXLivro: A casa dos segredos.  mondru.com/loja   mondru.com/produto/a-casa-dos-segredos/Vinheta musical: Longzijuan  

FIRMESA REDONDA
O CELTICS VIROU O FAVORITO DO LESTE? QUEM FORAM OS QUERIDINHOS DO ANO? | FIRMESA REDONDA (253)

FIRMESA REDONDA

Play Episode Listen Later Mar 27, 2026 156:46


No FIRMESA REDONDA 253, Mesa e Firu debatem sobre as chances de título do Boston Celtics, que contou com o surpreendente retorno de Jayson Tatum durante a temporada e agora parece uma das grandes potências da Conferência Leste.Semana do Calvo - Aproveite e garanta 40% de desconto, frete grátis e uma bag exclusiva no primeiro pedido:https://www.manual.com.br/queda-de-cabelo-semana-do-calvo-influ?coupon=TOCOTV&utm_source=youtube&utm_medium=promo&utm_content=QRcode&utm_campaign=TOCOTV2Mar%C3%A7o26Cupom: TOCOTV Promoção válida somente na primeira compra. Consulte as condições no site.Comece a Investir com o MB: https://bit.ly/Toco-TV-comece-no-mb1. ✅ Abra sua conta gratuitamente, através do link acima2. ✅ no momento do cadastro insira o cupom “GANHE25” e Invista pelo menos R$ 50 em qualquer ativo disponível na plataforma; 3. ✅ Pronto! Em até 7 dias você receberá R$ 25 de crédito diretamente na sua conta do MB, para usar como quiser;Obs: Essa é uma oportunidade exclusiva para quem ainda não tem conta no MBObs2: só colocar os R$ 50 na conta não ativa o crédito, tem que investir em qualquer ativo na plataformaObs3: novos clientes têm 48h de taxa zero para investir além da promoção dos R$25*Não é recomendação de investimento**Consulte as condições e regulamentos*(0:00) VINHETA(1:03) INÍCIO(22:15) CELTICS CONTENDER?(1:07:07) QUEM É O MELHOR JRUE HOLIDAY DA NBA?(1:10:57) SUPERCHET(1:40:39) QUERIDINHOS DO ANO(2:03:58) DESQUERIDINHOS DO ANOLANCE SEUS HOT TAKES AQUI: https://hottakes.replit.app/GIGANTES DO OESTE: Podcast de Giovanni o Brabo com Gabriel Covezzi pra falar de Lakers e Warriorshttps://www.youtube.com/@UCNqnoNdisSkRxP51MMpGBtw FANTASY FIRMESA agora tem seu próprio APP. Sim, entra la pra conferir classificação de todas as ligas e algumas stats avançadas:https://fantasyfirmesa.replit.app/Temos programa novo na casa! É o TOCONVERSANDO, nosso programa de entrevistas.Esse programa só aconteceu graças aos nossos apoiadores, que colaboram mensalmente com valores a partir de R$10 através da nossa campanha no apoia-se: https://apoia.se/tocotvE criamos também nosso CANAL no whatsapp, aberto a todos, siga la para receber no zap as notícias mais quentes da NBA além de todo nosso conteúdo online em primeira mão: https://whatsapp.com/channel/0029Vao4Pyv5a249dqbzFj2S

FIRMESA REDONDA
O LAKERS DE LEBRON, REAVES E LUKA DONCIC É CANDIDATO AO TÍTULO DA NBA? | FIRMESA REDONDA (252)

FIRMESA REDONDA

Play Episode Listen Later Mar 19, 2026 133:42


No FIRMESA REDONDA 252, Mesa e Firu debatem sobre o estado do Los Angeles Lakers que emendou uma sequência de 7 vitórias seguidas e cada dia mais se consolida como o 3º colocado do oeste. E ai? São para valer? Vão dar trabalho nos playoffs?Semana do Calvo - Aproveite e garanta 40% de desconto, frete grátis e uma bag exclusiva no primeiro pedido:https://www.manual.com.br/queda-de-cabelo-semana-do-calvo-influ?coupon=TOCOTV&utm_source=&utm_medium=&utm_content=&utm_campaign=TOCOTV2Cupom: TOCOTV Promoção válida somente na primeira compra. Consulte as condições no site.Comece a Investir com o MB: https://bit.ly/Toco-TV-comece-no-mb1. ✅ Abra sua conta gratuitamente, através do link acima2. ✅ no momento do cadastro insira o cupom “GANHE25” e Invista pelo menos R$ 50 em qualquer ativo disponível na plataforma; 3. ✅ Pronto! Em até 7 dias você receberá R$ 25 de crédito diretamente na sua conta do MB, para usar como quiser;Obs: Essa é uma oportunidade exclusiva para quem ainda não tem conta no MBObs2: só colocar os R$ 50 na conta não ativa o crédito, tem que investir em qualquer ativo na plataformaObs3: novos clientes têm 48h de taxa zero para investir além da promoção dos R$25*Não é recomendação de investimento**Consulte as condições e regulamentos*(0:00 VINHETA(1:00) INÍCIO(10:38) LAKERS: FATO OU FAKE?(1:25:23) CADE CUNNINGHAM FORA(1:34:07) GIANNIS X BUCKS: NOVO CAPÍTULO(1:46:42) HAWKS ARISCO(1:50:16) PERGUNTAS DOS MUTOMBOS(1:59:33) PITACOS DO OSCARLANCE SEUS HOT TAKES AQUI: https://hottakes.replit.app/GIGANTES DO OESTE: Podcast de Giovanni o Brabo com Gabriel Covezzi pra falar de Lakers e Warriorshttps://www.youtube.com/@UCNqnoNdisSkRxP51MMpGBtw FANTASY FIRMESA agora tem seu próprio APP. Sim, entra la pra conferir classificação de todas as ligas e algumas stats avançadas:https://fantasyfirmesa.replit.app/Temos programa novo na casa! É o TOCONVERSANDO, nosso programa de entrevistas.Esse programa só aconteceu graças aos nossos apoiadores, que colaboram mensalmente com valores a partir de R$10 através da nossa campanha no apoia-se: https://apoia.se/tocotvE criamos também nosso CANAL no whatsapp, aberto a todos, siga la para receber no zap as notícias mais quentes da NBA além de todo nosso conteúdo online em primeira mão: https://whatsapp.com/channel/0029Vao4Pyv5a249dqbzFj2S

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Seguindo com a parte 2, onde abordamos esse assunto no Episodio 156, voltamos com mais uma lista de jogos perfeitos para quem quer viver uma experiência completa sem precisar investir dezenas de horas.Nem todo jogo precisa durar 80 horas para ser inesquecível. Às vezes, tudo o que a gente quer é sentar no sofá, pegar o controle e aproveitar uma boa história do começo ao fim — daquelas que cabem em uma tarde tranquila.Neste episódio, separamos 10 jogos curtos, criativos e marcantes que você consegue terminar em poucas horas, mas que entregam narrativa, emoção e ideias muito bem executadas. Tem indie, tem experiências artísticas e tem jogos que provam que duração não define qualidade.Se você está procurando algo para jogar no fim de semana ou naquela tardezinha mais tranquila, essa lista pode ser exatamente o que você precisa.Aperte start e vem com a gente!Capítulos:(00:00:00) - Vinheta introdução(00:00:36) - Resumo do episódio(00:02:24) - 1º Bloco(00:14:03) - 2º Bloco(00:28:21) - 3º Bloco(00:41:17) - Encerramento.Redes Sociais:

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OS TIMES E JOGADORES QUE SURPREENDERAM E DECEPCIONARAM NA NBA c/ Gustavinho | FIRMESA REDONDA (250)

FIRMESA REDONDA

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 117:50


No FIRMESA REDONDA 250, Mesa recebe Gustavinho Lima, pós-jogador e comentarista da ESPN, para debater as surpresas e decepções da temporada 2025/26 da NBA.Comece a Investir com o MB: https://bit.ly/Toco-TV-comece-no-mb1. ✅ Abra sua conta gratuitamente, através do link acima2. ✅ no momento do cadastro insira o cupom “GANHE25” e Invista pelo menos R$ 50 em qualquer ativo disponível na plataforma; 3. ✅ Pronto! Em até 7 dias você receberá R$ 25 de crédito diretamente na sua conta do MB, para usar como quiser;Obs: Essa é uma oportunidade exclusiva para quem ainda não tem conta no MBObs2: só colocar os R$ 50 na conta não ativa o crédito, tem que investir em qualquer ativo na plataformaObs3: novos clientes têm 48h de taxa zero para investir além da promoção dos R$25*Não é recomendação de investimento**Consulte as condições e regulamentos*(0:00) VINHETA(1:01) INÍCIO COM GUSTAVINHO LIMA(12:25) GUI SANTOS E SELEÇÃO BRASILEIRA(28:18) SAN ANTONIO SPURS(45:01) BOSTON CELTICS(53:43) DETROIT PISTONS(1:01:46) CHARLOTTE HORNETS(1:14:01) PHOENIX SUNS(1:20:29) RODADA DE DECEPÇÕESLANCE SEUS HOT TAKES AQUI: https://hottakes.replit.app/GIGANTES DO OESTE: Podcast de Giovanni o Brabo com Gabriel Covezzi pra falar de Lakers e Warriorshttps://www.youtube.com/@UCNqnoNdisSkRxP51MMpGBtw FANTASY FIRMESA agora tem seu próprio APP. Sim, entra la pra conferir classificação de todas as ligas e algumas stats avançadas:https://fantasyfirmesa.replit.app/Temos programa novo na casa! É o TOCONVERSANDO, nosso programa de entrevistas.Esse programa só aconteceu graças aos nossos apoiadores, que colaboram mensalmente com valores a partir de R$10 através da nossa campanha no apoia-se: https://apoia.se/tocotvE criamos também nosso CANAL no whatsapp, aberto a todos, siga la para receber no zap as notícias mais quentes da NBA além de todo nosso conteúdo online em primeira mão: https://whatsapp.com/channel/0029Vao4Pyv5a249dqbzFj2S

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E mais uma vez com nosso querido, Robson compondo nossa mesa triangular, desata vez não falaremos de imposto, falaremos de jogo de corrida, especificamente da franquia consolidada FORZA HORIZON. Do primeiro festival no Colorado até as paisagens vibrantes do México, a série Forza Horizon transformou velocidade em liberdade, misturando simulação acessível, cultura automotiva e trilhas sonoras inesquecíveis.Neste episódio, revisitamos a evolução da franquia, o impacto de cada jogo, as mudanças de mapa, atmosfera e direção artística, além do que fez Horizon conquistar tanto quem ama carros quanto quem só queria dirigir sem compromisso. Vamos falar sobre o espírito de festival, a identidade única frente à série Forza Motorsport, os momentos mais marcantes e o futuro de uma saga que tornou a estrada um convite constante à exploração.Aperte start, aumente o volume do Horizon Pulse e vem com a gente nessa viagem onde a corrida é só o começo.Capítulos:(00:00:00) - Vinheta introdução(00:00:36) - Resumo do episódio(00:02:24) - 1º Bloco(00:32:13) - 2º Bloco(00:57:52) - 3º Bloco(01:13:36) - Encerramento.Redes Sociais:

Oxigênio
#214 – Paisagens sonoras revelam mudanças climáticas

Oxigênio

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 34:22


  Neste episódio, Mayra Trinca fala sobre duas pesquisas que, ao seu modo, usam o som para estudar maneiras de enfrentamento à crise climática. Na conversa, Susana Dias, pesquisadora do Labjor e Natália Aranha, doutoranda em Ecologia pela Unicamp contam como os sons dos sapos fizeram parte das mesas de trabalho desenvolvidas pelo grupo de pesquisa para divulgação sobre esses anfíbios. Participa também Lucas Forti, professor na Universidade Federal Rural do Semi-Árido do Rio Grande do Norte. Ele conta como tem sido a experiência do projeto Escutadô, que estuda a qualidade do ambiente da caatinga através da paisagem sonora. ____________________________________________________________ ROTEIRO [música] Lucas: É incrível a capacidade que o som tem de despertar a memória afetiva. Mayra: Você aí, que é ouvinte de podcast, provavelmente vai concordar com isso. O som consegue meio que transportar a gente de volta pros lugares que a gente associa a ele. Se você já foi pra praia, com certeza tem essa sensação quando ouve um bom take do barulho das ondas quebrando na areia. [som de ondas] Mayra: O som pra mim tem um característica curiosa, na maior parte do tempo, ele passa…  despercebido. Ou pelo menos a gente acha isso, né? Porque o silêncio de verdade pode ser bem desconfortável. Quem aí nunca colocou um barulhinho de fundo pra estudar ou trabalhar? Mayra: Mas quando a gente bota reparo, ele tem um força muito grande. De nos engajar, de nos emocionar. [música de violino] Mayra: Também tem a capacidade de incomodar bastante… [sons de construção] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e você provavelmente já me conhece aqui do Oxigênio. Mayra: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre som. Mais especificamente, sobre projetos de pesquisa e comunicação que usam o som pra entender e pra falar sobre mudanças climáticas e seus impactos no meio ambiente. [música de fundo] Natália: E as paisagens sonoras não são apenas um conjunto de sons bonitos. Elas são a própria expressão da vida de um lugar. Então, quando a gente preserva uma paisagem sonora, estamos preservando a diversidade das espécies que vocalizam naquele lugar, os modos de vida e as relações que estão interagindo. E muitas vezes essas relações dependem desses sons, que só existem porque esses sons existem. Então, a bioacústica acaba mostrando como os sons, os sapos também os mostram, como que esses cantos carregam histórias, ritmos, horários, temperaturas, interações que não aparecem ali somente olhando o ambiente. [Vinheta] João Bovolon: Seria triste se músicos só tocassem para músicos. Pintores só expusessem para pintores. E a filosofia só se destinasse a filósofos. Por sorte, a capacidade de ser afetado por um som, uma imagem, uma ideia, não é exclusividade de especialistas. MAYRA: Essa frase é de Silvio Ferraz, autor do Livro das Sonoridades. O trecho abre o texto do artigo “A bioacústica dos sapos e os estudos multiespécies: experimentos comunicacionais em mesas de trabalho” da Natália. Natália: Olá, meu nome é Natália Aranha. Eu sou bióloga e mestra pelo Labjor, em Divulgação Científica e Cultural. Durante o meu mestrado, eu trabalhei com os anfíbios, realizando movimentos com mesas de trabalhos e com o público de diferentes faixas etárias. Atualmente, eu sou doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Ecologia pelo Instituto de Biologia da Unicamp. MAYRA: A Natália fez o mestrado aqui no Labjor na mesma época que eu. Enquanto eu estudava podcasts, ela tava pesquisando sobre divulgação científica de um grupo de animais muitas vezes menosprezado. [coaxares] Susana: Os sapos, por exemplo, não participam da vida da maioria de nós. Eles estão desaparecidos dos ecossistemas.  Eles estão em poucos lugares que restaram para eles. Os brejos são ecossistemas muito frágeis. São os lugares onde eles vivem. Poucos de nós se dedicam a pensar, a se relacionar, a apreciar, a cuidar dessa relação com os sapos. Mayra: Essa que você ouviu agora foi a Susana, orientadora do trabalho da Natália. Susana: Meu nome é Susana Dias, eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, o Labjor, professora da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural, do Labjor/IEL/Unicamp. E trabalho com comunicação, artes, ciências, desenvolvendo várias metodologias de experimentação coletiva com as pessoas. Mayra: Mas, o interesse da Natália pelos sapos não começou no mestrado. Ela já era apaixonada pela herpetologia antes disso. [som de ícone] Mayra: Herpetologia é a área da biologia que estuda répteis e anfíbios. E eu posso dizer que entendo a Natália. Pra quem não sabe, eu também sou bióloga. E durante a faculdade cheguei a fazer um estágio na mesma área, porque também era um tema que me interessava muito. Mayra: Só que eu trabalhei mais com répteis, que são as cobras e os lagartos. E eu acabei desistindo da área em pouco tempo, apesar de ainda achar esses bichinhos muito legais. Já a Natália descobriu o amor pelos sapos num congresso de herpetologia que foi durante a graduação e, diferente de mim, ela segue trabalhando com eles até hoje. Natália: E eu me apaixonei. Eu digo que me apaixonei a partir da abertura do congresso, porque foi uma experiência muito legal que fizeram a partir dos sons, a partir de fotos e vídeos de vários pesquisadores realizando trabalhos de campo com esses animais. E, a partir desse momento, eu falei que era isso que eu queria fazer na minha vida. Mayra: Ah, e é importante dizer, que antes mesmo disso tudo, a Natália já tinha um interesse artístico por esses animais. Natália: E, como eu amo desenvolver pinturas realistas, esses animais são maravilhosos, quando você pensa nas cores, nos detalhes, nas texturas que eles trazem. Mayra: Porque foi dessa experiência que surgiu a ideia de trabalhar com divulgação científica, que acabou levando a Natália  até a Susana. Mas como ela também tinha interesse de pesquisa com esses animais, ela acabou participando dos dois grupos ao longo do mestrado: o de divulgação e o de herpetologia, com o pessoal da biologia. Susana: Foi muito legal justamente pela possibilidade da Natália habitar esse laboratório durante um tempo, acompanhar o trabalho desses herpetólogos e a gente poder conversar junto com o grupo de pesquisa, que é o Multitão, aqui do Labjor da Unicamp, que é o nosso grupo, sobre possibilidades de conexão com as artes, e também com a antropologia, com a filosofia. A gente começou a tecer esses emaranhados lentamente, devagarzinho. Mayra: Quando a Natália chegou no mestrado, ela tinha uma visão muito comum da divulgação científica, que é a ideia de que os divulgadores ou os cientistas vão ensinar coisas que as pessoas não sabem. Mayra: É uma visão muito parecida com a que a gente ainda tem de escola mesmo, de que tem um grupo de pessoas que sabem mais e que vão passar esse conhecimento pra quem sabe menos. Natália: E daí a Susana nos mostrou que não era somente fazer uma divulgação sobre esses animais, mas mostrar a importância das atividades que acabam gerando afeto. Tentar desenvolver, fazer com que as pessoas criem movimentos afetivos com esses seres. Mayra: Se você tá no grupo de pessoas que tem uma certa aversão a esses animais, pode achar isso bem esquisito. Mas criar essas relações com espécies diferentes da nossa não significa necessariamente achar todas lindas e fofinhas. É aprender a reconhecer a importância que todas elas têm nesse emaranhado de relações que forma a vida na Terra. Mayra: Pra isso, a Natália e a Susana se apoiaram em uma série de conceitos. Um deles, que tem sido bem importante nas pesquisas do grupo da Susana, é o de espécies companheiras, da filósofa Donna Haraway. Natália: Descreve esses seres com os quais vivemos, com os quais aprendemos e com os quais transformam como seres em que a gente não habita ou fala sobre, mas a gente habita e escreve com eles. Eles nos mostram que todos nós fazemos parte de uma rede de interações e que nenhum ser nesse mundo faz algo ou vive só. Então, os sapos, para mim, são essas espécies companheiras. Mas não porque eles falam na nossa língua, mas porque nós escutamos seus cantos e somos levados a repensar a nossa própria forma de estar no mundo. Mayra: Uma coisa interessante que elas me explicaram sobre esse conceito, é que ele é muito mais amplo do que parece. Então, por exemplo, bactérias e vírus, com quem a gente divide nosso corpo e nosso mundo sem nem perceber são espécies companheiras. Ou, as plantas e os animais, que a gente usa pra se alimentar, também são espécies companheiras Susana: E uma das características do modo de viver dos últimos anos, dos últimos 50 anos dos humanos, são modos de vida pouco ricos de relações, com poucas relações com os outros seres mais que humanos. E a gente precisa ampliar isso. Trazer os sapos é muito rico porque justamente abre uma perspectiva para seres que estão esquecidos, que pertencem a um conjunto de relações de muito poucas pessoas. Mayra: Parte do problema tem a ver com o fato de que as espécies estão sumindo mesmo. As mudanças climáticas, o desmatamento e a urbanização vão afastando as espécies nativas das cidades, por exemplo, que passam a ser povoadas por muitos indivíduos de algumas poucas espécies. Pensa como as cidades estão cheias de cães e gatos, mas também de pombas, pardais, baratas. Ou em áreas de agropecuária, dominadas pelo gado, a soja e o capim onde antes tinha uma floresta super diversa. Susana: Eu acho que um aspecto fundamental para a gente entender esse processo das mudanças climáticas é olhar para as homogeneizações. Então, como o planeta está ficando mais homogêneo em termos de sons, de imagens, de cores, de modos de vida, de texturas. Uma das coisas que a gente está perdendo é a multiplicidade. A gente está perdendo a diversidade. Mayra: Pensa bem, quando foi a última vez que você interagiu com um sapo? (Herpetólogos de plantão, vocês não valem). Provavelmente, suas memórias com esses animais envolvem pouco contato direto e você deve lembrar mais deles justamente pelo… som que eles fazem. [coaxares, música] Lucas: Eu comecei a pensar na acústica como uma ferramenta de entender a saúde do ambiente, e queria aplicar isso para recifes de coral, enfim, a costa brasileira é super rica. Mayra: Calma, a gente já volta pra eu te explicar como a Natália e a Susana relacionaram ciências e artes na divulgação sobre os sapos. Antes, eu quero te contar um pouco sobre outro projeto que tem tudo a ver com o tema. Deixa o Lucas se apresentar. Lucas: Pronto, eu me chamo Lucas, eu sou biólogo de formação, mas tive uma vertente acadêmica na minha profissão, em que eu me dediquei sempre a questões relacionadas à ecologia, então fiz um mestrado, doutorado na área de ecologia. Mayra: Sim, o Lucas, assim como eu, a Natália e mesmo a Susana, também fez biologia. Lucas: Os biólogos sempre se encontram em algum lugar. Mayra: A gente ainda vai dominar o mundo…[risadas] Mayra: Tá, mas voltando aqui. O Lucas esteve nos últimos anos trabalhando no Nordeste. Eu conversei com ele durante um estágio de professor visitante aqui na Unicamp. Lucas: Então estou passando um estágio de volta aqui às minhas raízes, que eu sou daqui do interior de São Paulo, então vim passar frio um pouquinho de volta aqui em  Campinas. Mayra: Essa entrevista rolou já tem um tempinho, em agosto de 2025. E realmente tava fazendo um friozinho naquela semana. Mayra: Eu fui conversar com o Lucas sobre um projeto que ele faz parte junto com o Observatório do Semiárido, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, no Rio Grande do Norte. Mayra: A ideia dessa pesquisa é criar um banco de dados sonoros e construir um algoritmo. Lucas: testar algoritmos, né, conseguir ter uma ferramenta na mão que possa ajudar a gente a detectar níveis de degradação no Semiárido com base em informação acústica. Mayra: Esse projeto é o Escutadô. Lucas: O projeto Escutadô, ele nasceu… assim, tem a história longa e a história curta. Mayra: Óbvio que eu escolhi a longa. E ela começa escuta só, com os anfíbios. Mayra: Coincidência? Lucas: Não, não tem coincidência nenhuma. Lucas: Mas eu comecei sim estudando o comportamento de anfíbios, e uma característica muito peculiar dos anfíbios é a vocalização, né? Então, os anfíbios me levaram para a acústica, e aí a acústica entrou na minha vida também para tornar as abordagens da minha carreira, de como eu vou entender os fenômenos através desse ponto de vista sonoro, né? Mayra: Isso é uma coisa muito comum na biologia. Tem muitos animais que são complicados de enxergar, porque são noturnos, muito pequenos ou vivem em lugares de difícil acesso. Então uma estratégia muito usada é registrar os sons desses animais. Vale pra anfíbios, pra pássaros, pra baleias e por aí vai. [sons de fundo de mar] Mayra: Inclusive, lembra, a ideia original do projeto do Lucas era usar a bioacústica, essa área da biologia que estuda os sons, pra investigar recifes de corais. Ele tava contando que elaborou essa primeira proposta de pesquisa pra um edital. Lucas: Aí a gente não venceu essa chamada, mas a gente reuniu uma galera com colaboração, escrevemos um projeto super lindo, e aí por alguma razão lá não foi contemplado o financiamento. Mayra: Isso também é algo muito comum na biologia. E em várias outras áreas de pesquisa. Mas, vida que segue, novas oportunidades apareceram. Lucas: O projeto Escutadô começou no mar, mas a gente conseguiu ter sucesso com a ideia mesmo, a hora que eu cheguei em Mossoró, como professor visitante na Universidade Federal Rural do Semiárido, abriu um edital da FINEP, voltado para a cadeias produtivas, bioeconomia, e a gente identificou que a gente poderia utilizar essa ideia, né, e aplicar essa ideia, mas aí eu já propus que a gente fosse atuar no ecossistema terrestre. Mayra: FINEP é a Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O Lucas quis alterar a proposta inicial, primeiro, porque fazia mais sentido dentro do contexto que ele tava trabalhando. E, depois, porque a região tem uma forte dependência do ecossistema da caatinga pro sustento da população e pra preservação do seu modo de vida, a tal bioeconomia que ele citou. Mayra: Além disso, Lucas: a caatinga é o bioma que certamente tá sentindo mais os extremos, né, das mudanças climáticas, então isso trouxe uma contextualização muito interessante para o projeto, especialmente porque casava com a questão da bioeconomia, né, então a gente tentou embarcar nessa linha e transformamos essa tecnologia para pensar como ela poderia detectar níveis de degradação para a região do Semiárido, né, e aí deu certo. Mayra: Funciona mais ou menos assim, a equipe de pesquisa instalou uma série de gravadores espalhados, mais de 60 pontos no estado do Rio Grande do Norte e alguns pontos na Paraíba e no Ceará. Lucas: Então, quando a gente instala o gravador no ambiente, ele grava três minutos, dorme sete, grava três minutos, dorme sete e fica assim rodando, a gente tem duas rodadas de amostragem, uma que é feita durante a estação seca e outra que é feita durante a estação chuvosa, então o gravador fica em cada ponto por 20 dias e nesses 20 dias ele fica continuamente gravando três minutos e dormindo sete. Mayra: Essas gravações viram uma grande biblioteca sonora. O próximo passo é reconhecer quais sons representam áreas mais conservadas… [captação de área preservada] Mayra: E quais gravações foram feitas em áreas mais degradadas, principalmente com mais alterações antrópicas no ambiente. [captação de área antropizada] Mayra: Pra gente, até que é fácil reconhecer a diferença entre os sons. Agora, como a gente transforma isso, por exemplo, num aplicativo, capaz de identificar o nível de degradação do ambiente usando só o som daquele lugar? Lucas: Pois é, agora você tocou no ponto que eu acho que é o maior desafio do projeto e também o que torna o projeto, assim, inovador. A gente já tem hoje mais ou menos 16 mil horas de gravação, então a gente não tem como não usar uma ferramenta de aprendizado de máquina para ajudar no processamento desses dados. Mayra: A essa altura, você já deve saber o básico de como funcionam as inteligências artificiais. Elas comparam bases de dados gigantescas pra achar padrões. Mas, isso funciona bem pra texto ou pra imagens. Lucas: E a gente introduziu um conceito de aprendizado de escuta de máquina, ou seja, a gente não vai trabalhar sobre o ponto de vista da imagem, vai trabalhar sobre o ponto de vista da escuta, opa, pera aí, mas como é que a gente faz isso? Mayra: O Lucas explicou que o que eles tiveram que fazer foi, de certa forma, realmente transformar esses sons em imagens. Pra isso, eles usam os espectrogramas, que são aquelas representações visuais do som, eu vou deixar um exemplo lá no site e no nosso Instagram, depois você pode procurar pra ver. Mayra: Essa etapa do projeto, o treinamento da IA, tá sendo feita em parceria com o BIOS, o Centro de Pesquisa em Inteligência Artificial aqui da Unicamp. A gente já falou um pouco desse projeto no episódio 201 – Um bate-papo sobre café. Se você ainda não ouviu, tem mais essa lição de casa pra quando acabar esse episódio, vale a pena, porque tá bem legal. [divulgação podcast SabIA!] [música] Mayra: Os sons captados pelo Escutadô, projeto que o Lucas faz parte, ou as gravações dos anfíbios que a gente tava falando com a Natália, nunca são sons isolados. Mayra: Esse conjunto de sons de um ambiente forma o que a gente chama de paisagem sonora. Lucas: Esses sons podem ter origens geofísicas, então o som do vento, o som da chuva, o som dos fluxos de corrente, riachos, cachoeiras, você tem os sons da própria biodiversidade, né, que é baseado nos sistemas de comunicação acústica da fauna, por exemplo, quando as aves produzem as vocalizações, os anfíbios, os insetos, os mamíferos, você tem todo ali um contexto de produção de sinais acústicos que representam assinaturas da presença da biodiversidade no ambiente. E você ainda tem a assinatura da presença das tecnofonias ou antropofonias, né, que são os sons que são produzidos pelos seres humanos, né, seja os sons das rodovias, das construções, das obras, das edificações, ou seja, que tem toda uma contextualização. Mayra: A ideia de usar o som, ou a paisagem sonora, pra entender a saúde de um ambiente, não é nada nova. Um dos livros mais importantes, praticamente fundador do movimento ambientalista nos Estados Unidos, é o Primavera Silenciosa, da Rachel Carson, e ele foi publicado em 1962. Lucas: Então ela já estava alertando para a sociedade acadêmica, especialmente, que o uso de pesticidas, né, as mudanças que o ser humano está promovendo na paisagem estão causando extinções sonoras, né, porque está alterando a composição das espécies na natureza, então a gente está embarcando um pouco nessa ideia que influenciou o que hoje a gente chama de soundscape ecology, que é a ecologia da paisagem sonora, ou ecologia da paisagem acústica. Natália: As pessoas automaticamente imaginam que o silêncio seja algo bom. Mas, esse silêncio é um sinal de alerta, porque ele mostra que as espécies estão desaparecendo e como os seus ciclos e modos de interação estão mudando. E que o habitat, o lugar, já não está dando mais condições impostas pelo clima. Eu acredito que os sons funcionam como uma espécie de termômetro da vida. Quando eles diminuem, é porque a diversidade está ali diminuindo. Mayra: A gente vai ver que a Natália usou noções de paisagem sonora pra criar atividades imersivas de divulgação, onde as pessoas puderam experimentar com diferentes sons e ver como era possível criar novas relações com os sapos a partir deles. Mayra: No caso do Lucas, a paisagem sonora funciona bem como a Natália descreveu, é um termômetro que mede a qualidade de um ambiente da Caatinga. Talvez você imagine esse bioma como um lugar silencioso, um tanto desértico, mas isso tem mais a ver com a imagem comumente divulgada de que é uma região de escassez. Lucas: Do ponto de vista das pessoas interpretarem ela como um ambiente pobre, enquanto ela é muito rica, em termos de biodiversidade, em termos de recursos naturais, em termos de recursos culturais, ou seja, a cultura das populações que vivem lá é extremamente rica. Mayra: Pra complicar ainda mais a situação, a Caatinga está na área mais seca do nosso país. Lucas: Ou seja, a questão da escassez hídrica é extremamente importante. E torna ela, do ponto de vista das mudanças climáticas, ainda mais importante. Mayra: A importância de se falar de grupos menosprezados também aparece na pesquisa da Natália com os sapos. Vamos concordar que eles não tão exatamente dentro do que a gente chama de fofofauna, dos animais queridinhos pela maioria das pessoas, mas não por isso projetos de conservação são menos importantes. Pelo contrário. Mayra: Pra dar uma ideia, na semana que eu escrevia esse roteiro, estava circulando nas redes sociais um estudo que mostrou que, em cinquenta anos, as mudanças climáticas podem ser responsáveis pelo desaparecimento completo dos anfíbios na Mata Atlântica. Mayra: Daí a importância de envolver cada vez mais pessoas em ações de preservação e enfrentamento às mudanças climáticas. Susana: Que a gente pudesse trazer uma paisagem sonora da qual os humanos fazem parte e fazem parte não apenas produzindo problemas, produzindo destruição, mas produzindo interações, interações ecológicas. [música] Mayra: Voltamos então à pesquisa da Natália. Mayra: Ela usou uma metodologia de trabalho que tem sido muito utilizada pela Susana e seu grupo de pesquisa, que são as mesas de trabalho. Susana: E elas foram surgindo como uma maneira de fazer com que a revista ClimaCom, que é uma revista que está tentando ensaiar modos de pensar, de criar, de existir diante das catástrofes, a revista pudesse ter uma existência que não fosse só online, que fosse também nas ruas, nas praças, nas salas de aula, nos outros espaços, que ela tivesse uma existência fora das telas. E que, com isso, a gente se desafiasse não apenas a levar para fora das telas e para as outras pessoas algo que foi produzido na universidade, mas que a gente pudesse aprender com as outras pessoas. Mayra: A ideia das mesas é reunir pessoas diversas, de dentro e de fora da universidade, pra criarem juntas a partir de um tema. Susana: Então, quando chegou a proposta dos anfíbios, a gente resolveu criar uma mesa de trabalho com os sapos. E essa mesa de trabalho envolvia diversas atividades que aconteciam simultaneamente. Essas atividades envolviam desde fotografia, pintura, desenho, colagem, grafismo indígena, até estudo dos sons. Mayra: A Susana estava explicando que durante essas mesas, elas conseguem fazer com que as pessoas interajam com os sapos de uma forma diferente, mais criativa. Criativa aqui tanto no sentido de imaginar, quanto de criar e experimentar mesmo. Susana: A gente propôs a criação de um caderno de estudo dos sons junto com as pessoas. A gente disponibilizou vários materiais diferentes para que as pessoas pudessem experimentar as sonoridades. Disponibilizamos um conjunto de cantos da fonoteca aqui da Unicamp, de cantos dos sapos, para as pessoas escutarem. E pedimos que elas experimentassem com aqueles objetos, aqueles materiais, recriar esses sons dos sapos. E que elas pudessem depois transpor para um caderno essa experiência de estudo desses sons, de como esses sons se expressavam. Mayra: Esse é um exemplo de como a gente pode aproximar as pessoas do trabalho dos cientistas sem que isso coloque a pesquisa feita nas universidades como algo superior ou mais importante do que outros conhecimentos. Escuta só a experiência da Natália: Natália: Através de diferentes materiais, de diferentes meios, é possível criar um movimento afetivo que vai além daquele movimento do emissor-receptor que traz uma ideia mais generalista, mais direta, de que você só fala e não escuta. Então, uma das coisas que mais marcou o meu trabalho nessa trajetória foi a escuta. Onde a gente não apenas falava com os anfíbios, mas também a gente escutava as histórias que as pessoas traziam, os ensinamentos de outros povos, de outras culturas. Então, essa relação entre arte e ciências possibilitou todo esse movimento que foi muito enriquecedor (6:14) Susana: As mesas de trabalho foram um lugar também onde as pessoas acessaram um pouco do trabalho dos herpetólogos. Entraram em relação com a maneira como os herpetólogos estudam os sapos. Interessa para eles se o som do sapo é mais amadeirado, é mais vítreo, é mais metálico. O tipo de som, se ele tem uma pulsação diferente da outra, um ritmo diferente do outro. Eles fazem várias análises desses sons, estudam esses sons em muitos detalhes. Mayra: Trazer essa possibilidade de experimentação é um dos principais objetivos das ações e das pesquisas realizadas pelo grupo da Susana aqui no Labjor. E o encontro com as práticas artísticas tem sido um meio de trabalhar essas experimentações. [música de fundo] Susana: Eu acho que a gente tem pensado muito ciências e artes no plural, com minúsculas, justamente para trazer uma potência de multiplicidade, de possibilidades não só de pesquisa e produção artística, mas de pensamento, modos diferentes de viver no mundo e de praticar a possibilidade de pensar, de criar, de se relacionar com os outros seres. Mayra: Mas, segundo a Susana, tem um desafio grande nesse tipo de trabalho… Susana: Porque é muito comum as pessoas, sobretudo os cientistas, acharem que as artes são uma embalagem bonita para as ciências. Então, o que as artes vão fazer vai ser criar uma maneira das pessoas se seduzirem por um conteúdo científico, de se tornar mais belo, mais bonito. A gente não pensa que esse encontro entre artes e ciências pode tornar as ciências mais perturbadoras, pode questionar o que é ciência, pode gerar coisas que não são nem arte nem ciência, que a gente ainda não conhece, que são inesperadas, que são produções novas. Mayra: Quando a Natália fala da possibilidade de criar relações afetivas com os sapos, ela não quer dizer apenas relações carinhosas, mas também de sensibilidade, de se deixar afetar, no sentido de se permitir viver aquela experiência.  De entrar em contato com essas espécies companheiras e, realmente, sair desses encontros diferente do que a gente entrou. Susana: Então, a gente está tentando pensar atividades de divulgação científica e cultural que são modos de criar alianças com esses seres. São modos de prestar atenção nesses seres, de levar a sério suas possibilidades de existir, suas maneiras de comunicar, suas maneiras de produzir conhecimento. É uma ideia de que esses seres também produzem modos de ser e pensar. Também produzem ontopistemologias que a gente precisa aprender a se tornar digno de entrar em relação. Mayra: Em tempos de crise climática, isso se torna especialmente importante. Quando a gente fala de comunicação de risco, sempre existe a preocupação de falar com as pessoas de uma forma que a informação não seja paralisante, mas que crie mobilizações. Mayra: Eu aposto que você, assim como eu, de vez em quando se sente bem impotente quando pensa na catástrofe ambiental em curso. A gente se sente pequeno diante do problema. Só que é necessário fazer alguma coisa diferente do que a gente tem feito ou veremos cada vez mais eventos naturais extremos que têm destruído tantas formas de vida. [encerra música] Susana: Acho que a gente tem pensado nesses encontros justamente como aquilo que pode tirar a gente da zona do conforto e pode gerar uma divulgação científica e cultural nesses encontros entre artes e ciências, que experimentem algo que não seja massificado, algo que escape às abordagens mais capitalizadas da comunicação e mais massificadas, e que possam gerar outras sensibilidades nas pessoas, possam engajá-las na criação de alguma coisa que a gente ainda não sabe o que é, que está por vir. Mayra: A única forma de fazer isso é efetivamente trazendo as pessoas para participar dos projetos, aliando conhecimentos locais e tradicionais com as pesquisas acadêmicas. Isso cria um senso de pertencimento que fortalece os resultados dessas pesquisas. Mayra: O projeto Escutadô, que o Lucas faz parte, também trabalha com essa perspectiva de engajamento. Lucas: A gente usa uma abordagem chamada ciência cidadã, onde a gente se conecta com o público, e os locais onde a gente vai fazer as amostragens são propriedades rurais de colaboradores ou de voluntários do projeto. Então, a gente tem toda essa troca de experiências, de informação com esse público que vive o dia a dia ali no semiárido, ali na Caatinga. Tudo isso enriquece muito a nossa visão sobre o projeto, inclusive as decisões que a gente pode ter em relação a como que essa tecnologia vai ser empregada ou como que ela deveria ser empregada. Mayra: Lembra que o projeto foi financiado a partir de um edital que considerava a bioeconomia? Então, pro Lucas, a pesquisa só se torna inovadora e significativa de verdade se tiver efeitos práticos pra população que ajudou a construir esse conhecimento. Lucas: Senão é só uma ideia bacana, né? Ela precisa se transformar em inovação. Então, a gente tem toda essa preocupação de criar essa ferramenta e de que essa ferramenta seja realmente interessante para mudar a forma com que a gente vai entender ou tomar as decisões de forma mais eficiente, né? E que isso se torne um recurso que seja possível, né? Para que as pessoas utilizem. Mayra: A ideia do projeto é que, a partir de um aplicativo com aquele algoritmo treinado, as pessoas consigam por exemplo avaliar as condições ambientais da região em que vivem. Ou que esses dados possam ser usados pra ajudar a identificar áreas prioritárias de conservação e com isso, contribua diretamente pra qualidade do cuidado com a Caatinga. [música] Mayra: As mudanças climáticas estão aí faz tempo, infelizmente. Mas seus efeitos têm se tornado mais perceptíveis a cada ano. É urgente pensarmos em outras formas de estarmos no mundo, diminuindo os impactos ambientais, antes que esse planeta se torne inabitável, porque, como a gente também tem falado aqui no Oxigênio, não é tão simples assim achar outro planeta pra morar. Susana: Então, acho que isso tem sido fundamental para a gente criar uma comunicação científica em tempos de mudanças climáticas, que não apenas fica na denúncia dos problemas, mas que apresenta possibilidades de invenção de outros modos de habitar essa terra ferida, essa terra em ruínas. [encerra música] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e produzi e editei esse episódio. A revisão é da Lívia Mendes. A trilha sonora tem inserções do Freesound e de captações do projeto Escutadô e do João Bovolon, que também leu o trecho do Livro das Sonoridades. Mayra: Esse episódio é parte de uma bolsa Mídia Ciência e também conta com o apoio da FAPESP. Mayra: O Oxigênio é coordenado pela Simone Pallone e tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Estamos nas suas plataformas de áudio preferidas e nas redes sociais como Oxigênio Podcast. Te espero no próximo episódio! [Vinheta encerramento]

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Todo mundo tem aquele jogo que marcou a infância como o clássico intocável, perfeito na memória e impossível de criticar. Mas… será que ele é realmente tudo isso? Ou estamos avaliando com o coração em vez do controle na mão?Neste episódio, discutimos até que ponto a nostalgia influencia nossa visão sobre jogos antigos. Clássicos envelheceram bem mesmo ou a memória afetiva está passando pano? É possível analisar um game dos anos 90 com os critérios de hoje? E quando um remake muda demais… a crítica é justa ou emocional?Prepare-se para uma conversa sobre memória, evolução da indústria e o desafio de separar sentimento de análise técnica.Aperte start e vem com a gente!.Capítulos:(00:00:00) - Vinheta introdução(00:00:36) - Resumo do episódio(00:03:43) - 1º Bloco(00:19:48) - 2º Bloco(00:36:37) - 3º Bloco(00:54:09) - Encerramento.Redes Sociais:

FIRMESA REDONDA
HARDEN NO CAVS, JJJ NO JAZZ, AD NO WIZ E TODAS AS TROCAS DO TRADE DEADLINE | FIRMESA REDONDA (246)

FIRMESA REDONDA

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 233:49


No FIRMESA REDONDA 246, Firu e Mesa comentam todas as movimentações que agitaram o trade deadline de 2026, como James Harden no Cavaliers, Jaren Jackson Jr no Jazz, Anthony Davis no Wizards, Kristaps Porzingis no Warriors, entre outras.(0:00) VINHETA(1:06) INÍCIO(3:31) KENNARD NO LAKERS(8:04) GIANNIS FICA NO BUCKS(21:46) HARDEN NO CAVS E GARLAND NO CLIPPERS(49:13) JAREN JACKSON NO JAZZ(1:05:16) ANTHONY DAVIS NO WIZARDS(1:29:22) ALVARADO NO KNICKS(1:33:04) VUCEVIC NO CELTICS(1:42:49) DOSUNMU NO TIMBERWOLVES(1:55:10) QUAL É A DO BULLS(2:05:33) HUERTER NO PISTONS(2:09:48) MCCAIN NO THUNDER(2:22:34) ZUBAC NO PACERS(2:41:44) TYUS FORA DO MAGIC(2:50:29) KUMINGA NO HAWKS(2:58:22) PORZINGIS NO WARRIORS(3:11:49) RESUMÃOComece a Investir com o MB: https://bit.ly/toco-tv-comece-no-mb1. ✅ Abra sua conta gratuitamente, através do link acima2. ✅ no momento do cadastro insira o cupom “GANHE25” e Invista pelo menos R$ 50 em qualquer ativo disponível na plataforma; 3. ✅ Pronto! Em até 7 dias você receberá R$ 25 de crédito diretamente na sua conta do MB, para usar como quiser;obs: Essa é uma oportunidade exclusiva para quem ainda não tem conta no MBobs2: só colocar os R$ 50 na conta não ativa o crédito, tem que investir em qualquer ativo na plataformaLANCE SEUS HOT TAKES AQUI: https://hottakes.replit.app/GIGANTES DO OESTE: Podcast de Giovanni o Brabo com Gabriel Covezzi pra falar de Lakers e Warriorshttps://www.youtube.com/@UCNqnoNdisSkRxP51MMpGBtw FANTASY FIRMESA agora tem seu próprio APP. Sim, entra la pra conferir classificação de todas as ligas e algumas stats avançadas:https://fantasyfirmesa.replit.app/

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Noticias da semana trazendo o que mais movimentou nos últimos 7 dias (ou mais). Aperte start e vem com a gente!.Capítulos:(00:00:00) - Vinheta introdução(00:00:39) - Resumo do episódio(00:02:16) - Notícias da Semana.Redes Sociais:

ABC da Geopolitica
Da Doutrina Monroe à Donroe.

ABC da Geopolitica

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 42:07


Hoje vamos entender como a Doutrina Monroe de 1823 passou por um rebranding e se tornou a Doutrina Donroe. O episódio vai explicar a origem, contexto e percurso da politica externa americana dentro das Américas. Um forma rápida de compreender como ideias antigas ganham nova vida na geopolítica atual.Gravado em fevereiro de 2026.PIX: abcdageopolitica@gmail.comInstagram e Tik Tok : @abcdageopoliticaApoio pela plataforma da ORELO ou PIXLivro: A casa dos segredos.  mondru.com/loja   mondru.com/produto/a-casa-dos-segredos/Vinheta musical: Longzijuan  

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Em uma indústria cada vez mais focada em multiplayer, serviços contínuos e jogos que nunca acabam, fica a pergunta: o modo single player ainda tem espaço?Neste episódio, trazemos um debate sobre o valor das experiências solo, campanhas narrativas, jogos focados em história e a imersão que só o single player consegue entregar.Falamos sobre a pressão do games as a service (GaaS), os custos de produção, o comportamento do público, exemplos que deram certo (e errado) e se o futuro dos jogos ainda reserva espaço para histórias jogadas no seu próprio ritmo: sem lobby, sem microfone aberto e sem obrigação diária.Single player morreu… ou só o mercado quemudou?Aperte start e vem com a gente.Capítulos:(00:00:00) - Vinheta introdução(00:00:38) - Resumo do episódio(00:02:41) - 1º Bloco(00:34:30) - 2º Bloco(00:54:07) - Encerramento.Redes Sociais:

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E no primeiro episódio do ano (depois de umas mini ferias), voltaremos no tempo para saber o que acertamos, erramos e o que foi adiado de jogos esperados em 2025. Jogos com valor AAA que mencionamos com expectativas pessoais, quais jogamos, quais "dropamos", o que adiamos do próprio gosto. Tá curioso? Então aperte start e vem com a gente!.Capítulos:(00:00:00) - Vinheta introdução(00:06:20) - 1º Bloco(00:28:31) - 2º Bloco(01:04:30) - 3º Bloco(01:23:42) - Encerramento.Redes Sociais:

Minuto TCE-GO
Vinheta Minuto: Consulta pública do TCE-GO

Minuto TCE-GO

Play Episode Listen Later Jan 13, 2026 1:17


ABC da Geopolitica
Guiné- Bissau, entre golpes e carências.

ABC da Geopolitica

Play Episode Listen Later Jan 3, 2026 39:37


Guiné-Bissau é uma ex-colônia portuguesa situada na África Ocidental.  Sua história é marcada pelo protagonismo militar e instabilidade política. Sua posição geoestratégica e fragilidade institucional a deixaram vulnerável ao tráfico internacional de drogas. Gravado em janeiro 2026.PIX: abcdageopolitica@gmail.comInstagram e Tik Tok : @abcdageopoliticaApoio pela plataforma da ORELO ou PIXLivro: A casa dos segredos.  mondru.com/loja   mondru.com/produto/a-casa-dos-segredos/Vinheta musical: Longzijuan  

FIRMESA REDONDA
COMO SHAI SE TORNOU O ÚNICO REAL CANDIDATO AO PRÊMIO DE MVP NESSE ANO | FIRMESA REDONDA (241)

FIRMESA REDONDA

Play Episode Listen Later Jan 3, 2026 118:50


No FIRMESA REDONDA 241, Firu e Mesa reagem à notícia da lesão que Nikola Jokic sofreu no joelho e que o afastará das quadras por um mês, tornando sua candidatura ao premio de MVP muito frágil, por conta da regra dos 65 jogos. Debateremos também a própria existencia dessa regra e o que será de Denver na temporada com tantas lesões(0:00) VINHETA(0:59) INÍCIO(12:52) PERGUNTAS DOS MUTOMBOS(39:10) CORRIDA MALUCA PELO MVP(1:25:17) JOKIC LESIONADO(1:37:16) SUPERCHETLANCE SEUS HOT TAKES AQUI: https://hottakes.replit.app/GIGANTES DO OESTE: Podcast de Giovanni o Brabo com Gabriel Covezzi pra falar de Lakers e Warriorshttps://www.youtube.com/@UCNqnoNdisSkRxP51MMpGBtw FANTASY FIRMESA agora tem seu próprio APP. Sim, entra la pra conferir classificação de todas as ligas e algumas stats avançadas:https://fantasyfirmesa.replit.app/Temos programa novo na casa! É o TOCONVERSANDO, nosso programa de entrevistas.Esse programa só aconteceu graças aos nossos apoiadores, que colaboram mensalmente com valores a partir de R$10 através da nossa campanha no apoia-se: https://apoia.se/tocotvE criamos também nosso CANAL no whatsapp, aberto a todos, siga la para receber no zap as notícias mais quentes da NBA além de todo nosso conteúdo online em primeira mão: https://whatsapp.com/channel/0029Vao4Pyv5a249dqbzFj2S

Ideias: Sustentabilidade em todos os recantos
T5Ep05_Mitigar e adaptar: necessidades de um mundo em colapso climático

Ideias: Sustentabilidade em todos os recantos

Play Episode Listen Later Dec 26, 2025 24:52


O Podcast Ideias: sustentabilidade em todos os recantos chega ao quinto episódio de sua quinta temporada trazendo a emergência da mitigação e adaptação, frente à crise climática.Apresentado por Ana Célia Araújo e Yonara Santos, o episódio “Mitigar e adaptar: necessidades de um mundo em colapso climático”, recebe o Professor Pablo Borges de Amorim, Doutor em Ciências Naturais e especialista em risco climático. O episódio aborda temas como a experiência da COP 30 em Belém, os limites e possibilidades da governança climática global, o papel dos povos indígenas, os desafios locais de Natal e do Rio Grande do Norte, além da urgência da transição energética justa e do planejamento urbano resiliente. Um episódio para conectar ciência, política pública e cidadania em um momento decisivo para o planeta.Vem conferir!Ficha Técnica:Ana Célia Baía Araújo (Vinheta, Roteiro e Apresentação)Geová Marcelino da Rocha (Edição)Pablo Borges de Amorim (Entrevistado)Yonara Claudia dos Santos (Roteiro, Apresentação e Mídia)Zoraide Souza Pessoa (Coordenação)

Ideias: Sustentabilidade em todos os recantos
T5Ep04_Caatinga: o bioma que ninguém vê

Ideias: Sustentabilidade em todos os recantos

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 36:38


No quarto episódio desta quinta temporada do Podcast Ideias: Sustentabilidade em todos os recantos, trouxemos à discussão o Nordeste e o Bioma Caatinga.Apresentado por Ana Célia Araújo e Yonara Santos, recebemos o professor Bergson Bezerra, do Departamento de Ciências Atmosféricas e Climáticas da UFRN.O episódio centrou-se na abordagem da “Caatinga: o bioma que ninguém vê” por se tratar de um importante sumidouro de carbono que por muito tempo não foi reconhecido como tal. Quer saber mais como a Caatinga atua na absorção de CO2 e como pode contribuir na compensação de emissões de Gases de Efeito Estufa? Então, não perca este episódio!Vem conferir!Ficha Técnica:Ana Célia Baía Araújo (Vinheta, Roteiro e Apresentação)Bergson Guedes Bezerra (Entrevistado)Rayara Rodrigues Pinheiro (Edição e Mídia)Yonara Claudia dos Santos (Roteiro, Apresentação, Supervisão e Mídia)Zoraide Souza Pessoa (Coordenação)

FIRMESA REDONDA
COMO O KNICKS VOLTOU A SER CAMPEÃO APÓS 52 ANOS | FIRMESA REDONDA (239)

FIRMESA REDONDA

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 107:10


No FIRMESA REDONDA 239, Firu e Mesa reagem ao título do NY Knicks sobre o San Antonio Spurs na NBA Cup, a famosa copinha da NBA.(0:00) VINHETA(1:07) INÍCIO(24:17) KNICKS CAMPEÃO: TUDO SOBRE A COPA(1:24:30) PERGUNTAS DOS MUTOMBOS(1:29:28) SUPERCHET(1:31:29) AS BRABAS DA KTOFaça suas brabas para na KTO, o site onde você encontra as mais completas probabilidades esportivas. Acesse o site pelo link abaixo para a KTO saber que você chegou lá através da nossa parceria - que ajuda demais o canal a crescer! https://kto.bet.br/tocotvAPOSTA NÃO É INVESTIMENTO! Proibido para menores de 18 anos. Jogue com Responsabilidade.LANCE SEUS HOT TAKES AQUI: https://hottakes.replit.app/GIGANTES DO OESTE: Podcast de Giovanni o Brabo com Gabriel Covezzi pra falar de Lakers e Warriorshttps://www.youtube.com/@UCNqnoNdisSkRxP51MMpGBtw FANTASY FIRMESA agora tem seu próprio APP. Sim, entra la pra conferir classificação de todas as ligas e algumas stats avançadas:https://fantasyfirmesa.replit.app/Temos programa novo na casa! É o TOCONVERSANDO, nosso programa de entrevistas.Esse programa só aconteceu graças aos nossos apoiadores, que colaboram mensalmente com valores a partir de R$10 através da nossa campanha no apoia-se: https://apoia.se/tocotvE criamos também nosso CANAL no whatsapp, aberto a todos, siga la para receber no zap as notícias mais quentes da NBA além de todo nosso conteúdo online em primeira mão: https://whatsapp.com/channel/0029Vao4Pyv5a249dqbzFj2S

Rádio Ponto UFSC
Tematiquinho 25.2 - O Futuro dos Traços: Mercado de Ilustração após IA generativa

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 8:46


O programa "O Futuro dos Traços: Mercado de Ilustração após IA generativa" te conta mais sobre às problemáticas do uso de Inteligência Artificial generativa para a criação de ilustrações prontas. E explora o modo em que o mercado ilustrativo está sendo afetado pela ferramenta.Como a IA generativa é treinada? O artista humano pode ser substituído pela máquina? O ilustrador pode trabalhar lado a lado com a IA? A gente te conta aqui!A rádio reportagem foi produzida como trabalho final da Disciplina de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no segundo semestre de 2025.Roteiro, Locução e Edição por Lillian Carlotto. Locução da Vinheta por Willian Carlotto. Coordenação técnica por Peter Lobo e Roque Bezerra. Monitoria de Danielly Alves. Orientação da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Tematiquinho 25.2 - O Silêncio do Luto: Por que não sabemos falar sobre a morte?

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 8:24


A morte segue sendo um dos grandes tabus da nossa sociedade, e esse silêncio pode agravar a dor de quem vive o luto. O programa “O Silêncio do Luto: Por que não sabemos falar sobre a morte?” explora como evitamos falar sobre a finitude da vida e como esse não-dito afeta a forma como lidamos com a perda, trazendo relatos, reflexões e vozes que revelam a urgência de romper com esse silêncio.A rádio reportagem foi produzida para a disciplina de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no primeiro semestre de 2025.Roteiro e Locução e Edição por Isa Rocha. Locução da Vinheta por Gustavo Wendler. Estágio docência de Luiza Zanotti. Monitoria de Danielly Alves. Coordenação técnica por Peter Lobo e Roque Bezerra. Orientação da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Tematiquinho 25.2 - Quando o Campus vira obstáculo: a mobilidade na UFSC

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 9:53


A mobilidade na UFSC revela caminhos que muitos não conseguem percorrer. Calçadas, elevadores e escadas mostram como barreiras físicas ainda limitam o direito de estudar e circular pelo campus. No programa “Quando o Campus vira obstáculo: a mobilidade na UFSC” percorre vamos percorrer os desafios que moldam a rotina de quem vive essas dificuldades no dia a dia.A rádio reportagem foi produzida para a disciplina de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no segundo semestre de 2025.Apuração, redação, locução e edição por Camila Hasckel. Locução da Vinheta por Conrado Favaro e Lilian Carlotto. Monitoria de Danielly Alves. Estágio de docência de Luiza Zanotti. Coordenação técnica de Roque Bezerra e Peter Lobo. Orientação da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Tematiquinho 25.2 - Ecos da Identidade: Música e Juventude

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 9:39


Você já desligou seus fones por um instante e percebeu como quase todos os jovens ao redor também estavam imersos na própria trilha sonora? Já se perguntou como, e por que, a música exerce esse papel tão importante na construção da juventude contemporânea? É justamente essa relação que o programa "Ecos da Identidade: Música e Juventude" investiga. Aqui, o som se transforma em espelho: investigamos como a música atravessa nossas vivências e ajuda a compor quem somos.A rádio reportagem foi produzida para a disciplina de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no segundo semestre de 2025.Roteiro, Locução e Edição por Elis Virgílio e Paula de Milano. Locução da Vinheta por Luiza Cardoso. Monitoria de Danielly Alves. Estágio de Docência da doutoranda Luiza Zanotti. Coordenação técnica por Peter Lobo e Roque Bezerra. Orientação da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Tematiquinho 25.2 - Carnaval: A resistência em ritmo de samba

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 14:24


Mais do que festa, brilho e alegria, o carnaval é resistência, identidade e a voz do povo. A proposta é compreender o carnaval como espaço de luta, arte e pertencimento, em que o brilho e o samba também carregam histórias de desigualdade, superação e identidade coletiva.A rádio reportagem foi produzida para a disciplina de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no segundo semestre de 2025.Roteiro e Locução e Edição por Wendlly Barbosa. Locução da Vinheta por Áureo Moraes. Locução da Introdução por Lillian Carlotto. Monitoria de Danielly Alves. Coordenação técnica por Peter Lobo e Roque Bezerra. Orientação da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Tematiquinho 25.2 - Mulheres Criminosas: O julgamento social

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 11:55


Com o sucesso da série Tremembé, estreada em 2025, muitos crimes que tiveram grande visibilidade no país voltaram a ser o centro das atenções. Em especial, os crimes cometidos por mulheres foram destacados na produção. Com essa repercussão, a sociedade passou a expor o que achava sobre esses casos.Por isso, apresentamos “Mulheres Criminosas: O julgamento social”. Nesse podcast, você vai entender um pouco mais sobre por que a sociedade se interessa tanto por esses casos e como gênero e mídia influenciam essa percepção.A rádio reportagem foi produzida para a disciplina de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no segundo semestre de 2025.Roteiro e Locução e Edição por Heitor Augusto e Verônica Caroline. Locução da Vinheta por Maria Elis, Locução especial por Ana Gueiros e Monitoria de Danielly Alves. Coordenação técnica por Peter Lobo e Roque Bezerra. Orientação da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Temático 25.2 - Centrou: a diversidade no Centro-Leste - EP.2

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 13:10


A mistura de culturas e personalidades é o que desenha o Centro-Leste, que virou um ponto de encontro para a comunidade alternativa. Desde os shows de drag queens, até os shows de rock. No segundo e último episódio do Centrou: a diversidade no Centro-Leste, te levamos para conhecer as cenas LGBTQIA+ e de rock no Centro de Florianópolis, e te mostramos como elas vêm criando um espaço de crescimento para esses artistas.Este programa foi produzido como trabalho final para a disciplina de Áudio e Rádiojornalismo no curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina no segundo semestre de 2025;Roteiro, edição e locução por Eduarda Fernandes e Julia Wust;Vinheta com participação de Ana Gueiros, Matheus Locks, Olivia Scheel, Rafael Viegas e Carol Gabilan;Coordenação técnica de Peter Lobo e Roque Bezerra;Monitoria de Rafael Viegas;Orientação da professora Raphaela Ferro.Coordenação geral da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Temático 25.2 - Centrou: a diversidade no Centro-Leste - EP.1

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 14:21


As ruas e vielas do Centro Histórico de Florianópolis se transformaram em um dos pontos mais movimentados da vida noturna na cidade. A arte, shows, festas, bares e rolês de rua trazem centenas de pessoas para o espaço que ficou conhecido como Centro-Leste. No podcast Centrou: a diversidade do Centro Leste te levamos para conhecer as diferentes cenas que acontecem por lá, e não são poucas! Nesse primeiro episódio, você conhece as cenas de samba e rap, a história do Centro como local de lazer e também como é possível se divertir e aproveitar a arte local nas ruas!Este programa foi produzido como trabalho final para a disciplina de Áudio e Rádiojornalismo no curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina no segundo semestre de 2025;Roteiro, edição e locução por Eduarda Fernandes e Julia Wust;Vinheta com participação de Ana Gueiros, Matheus Locks, Olivia Scheel, Rafael Viegas e Carol Gabilan;Coordenação técnica de Peter Lobo e Roque Bezerra;Monitoria de Rafael Viegas;Orientação da professora Raphaela Ferro.Coordenação geral da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Temático 25.2 - A rua tem voz

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 25:29


Todos os dias, milhares de pessoas cruzam as ruas de Florianópolis sem perceber quem está sentado nas calçadas. No programa “A Rua Tem Voz”, duas pessoas em situação de rua contam, pela própria voz, como suas vidas chegaram até ali.No primeiro bloco: uma mulher que deseja contar sua história às filhas.No segundo bloco: um homem que prefere a marquise a viver sob o controle da mãe.Um episódio documental, direto e íntimo, porque ninguém deveria ser só uma estatística.Este programa foi produzido para a disciplina de Laboratório de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no segundo semestre de 2025.Roteiro, locução e edição por Ibrahim Khan e Julia Luciana.Vinheta por Áureo Mafra de Moraes.Coordenação técnica por Peter Lobo e Roque Bezerra.Monitoria de Rafael Viegas.Orientação da professora Raphaela Ferro.Coordenação geral da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Radioteatro 2025.2 - Reportagem Sonora - Grafite nos muros do Mocotó

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 10:00


Reportagem: Grafite nos muros do MocotóReportagem sonora realizada para a disciplina de radioteatro do curso de Jornalismo da UFSC no segundo semestre de 2025.Roteiro por Felipe Paze.Apuração por Sarah Preto, Nathalia Luna e Felipe Paze.Locução por Sarah Preto, Nathalia Luna, Ingrid Calixto, Rafaella Junkes e Júlia VicenteLocução da Vinheta por Felipe PazeEdição por Júlia Vicente, Felipe Paze e Nathalia LunaCoordenação técnica e estética por Roque Bezerra. Estágio de docência da mestranda Stefanie Machado, doPPGJOR/UFSC. Orientação geral da professora Valci Zuculoto.

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Em 2005, a indústria dos games entregou algumas das experiências mais marcantes de todos os tempos. Foi o ano em que os mundos ficaram mais vivos, as mecânicas evoluíram e as sagas lendárias se firmaram no coração dos jogadores.Neste episódio, vamos revisitar os jogos mais importantes de 2005. Títulos que não só dominaram, mas também ditaram tendências e moldaram o futuro do entretenimento digital.Do stealth refinado ao rock virtual, de combates épicos a aventuras emocionantes, embarque com a gente nessa viagem nostálgica e descubra (ou relembre!) por que 2005 é um dos anos mais icônicos da história dos games, aperte start e vem com a gente! .Capítulos:(00:00:00) - Vinheta introdução(00:00:39) - Resumo do episódio(00:03:05) - 1º Bloco(00:20:00) - 2º Bloco(00:38:42) - 3º Bloco(00:46:40) - Encerramento.Redes Sociais:

FIRMESA REDONDA
POR QUE O CLIPPERS DISPENSOU CHRIS PAUL EM SUA TEMPORADA DE DESPEDIDA? | FIRMESA REDONDA (237)

FIRMESA REDONDA

Play Episode Listen Later Dec 4, 2025 122:34


No FIRMESA REDONDA 237, Firu e Mesa debatem a chocante notícia da dispensa de Chris Paul pelo Clippers na calada da noite. LAC é um desastre nesse momento, e vamos falar sobre como eles podem tentar salvar a temporada deles, quais os próximos passos. Do lado do CP3, qual será sua última cartada em sua temporada de aposentadoria. E o que isso quer dizer para o legado do armador na franquia: ainda teremos sua camisa aposentada?(0:00) VINHETA(1:05) INÍCIO(5:35) aPORCOlipse(15:12) CAOS NO CLIPPERS(1:20:10) PERGUNTAS DOS MUTOMBOS(1:29:22) SUPERCHET(1:42:23) AS BRABAS DA KTOAproveite a Invest Black do MB e ganhe pontos Livelo: https://mb.sng.link/Djgaz/osfb/kislCUPOM: GANHE25A cada 2 reais negociados em ativos selecionados, você ganha 1 ponto Livelo, creditado no final da campanha. Não é recomendação de investimento. Consulte as condições e regulamentos. Faça suas brabas para na KTO, o site onde você encontra as mais completas probabilidades esportivas. Acesse o site pelo link abaixo para a KTO saber que você chegou lá através da nossa parceria - que ajuda demais o canal a crescer! https://kto.bet.br/tocotvAPOSTA NÃO É INVESTIMENTO! Proibido para menores de 18 anos. Jogue com Responsabilidade.LANCE SEUS HOT TAKES AQUI: https://hottakes.replit.app/GIGANTES DO OESTE: Podcast de Giovanni o Brabo com Gabriel Covezzi pra falar de Lakers e Warriorshttps://www.youtube.com/@UCNqnoNdisSkRxP51MMpGBtw FANTASY FIRMESA agora tem seu próprio APP. Sim, entra la pra conferir classificação de todas as ligas e algumas stats avançadas:https://fantasyfirmesa.replit.app/Temos programa novo na casa! É o TOCONVERSANDO, nosso programa de entrevistas.Esse programa só aconteceu graças aos nossos apoiadores, que colaboram mensalmente com valores a partir de R$10 através da nossa campanha no apoia-se: https://apoia.se/tocotvE criamos também nosso CANAL no whatsapp, aberto a todos, siga la para receber no zap as notícias mais quentes da NBA além de todo nosso conteúdo online em primeira mão: https://whatsapp.com/channel/0029Vao4Pyv5a249dqbzFj2S

Ideias: Sustentabilidade em todos os recantos
T5Ep01_Educação climática: conexões Brasil-Colômbia

Ideias: Sustentabilidade em todos os recantos

Play Episode Listen Later Nov 27, 2025 29:32


No primeiro episódio da quinta temporada do Podcast Ideias: sustentabilidade em todos os recantos, conversamos sobre educação climática no contexto latino-americano. A professora Zoraide Pessoa conduz um diálogo especial com o pesquisador colombiano Jair Castro, que desenvolveu sua tese na interface Brasil–Colômbia, a partir de duas regiões semiáridas: a Alta Guajira e o Seridó Potiguar.A conversa percorre políticas públicas, vulnerabilidades socioambientais, currículo escolar, experiências comunitárias, e a potência da escola como espaço de transformação para enfrentamento da emergência climática.Um episódio que aproxima territórios, histórias, desafios e futuros possíveis.Vem conferir!Ficha Técnica:Ana Célia Baía Araújo (Vinheta, Roteiro e Apresentação)Jair Hernando Castro Romero (Entrevistado)Rayara Rodrigues Pinheiro (Edição)Yonara Claudia dos Santos (Roteiro, Apresentação, Edição e Mídia)Zoraide Souza Pessoa (Roteiro e Apresentação)

ABC da Geopolitica
Venezuela: entre petróleo e crises

ABC da Geopolitica

Play Episode Listen Later Nov 26, 2025 51:33


Para compreender a atual situação política da Venezuela é preciso conhecer a história do país, seus caudilhos, ditadores militares, e como a descoberta de petróleo mudou a dinâmica de suas relaçoes internacionais. Gravado em novembro 2025.PIX: abcdageopolitica@gmail.comInstagram e Tik Tok : @abcdageopoliticaApoio pela plataforma da ORELO ou PIXLivro: A casa dos segredos.  mondru.com/loja   mondru.com/produto/a-casa-dos-segredos/Vinheta musical: Longzijuan 

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No episódio de hoje falaremos, mais uma vez, de Overwatch, desde sua origem improvável nas cinzas do cancelado Project Titan até se tornar um dos shooters hero mais importantes da última década. Falamos da criação, dos primeiros heróis, da construção de lore que conquistou fãs no mundo inteiro e da transição turbulenta para Overwatch 2, incluindo a promessa e o abandono do modo PvE.Com uma continuação do nosso episodio #126, também discutimos como o jogo evoluiu (ou tropeçou) no balanceamento, a falta de consistência nas atualizações ao longo dos anos, as polêmicas nas decisões da Blizzard e a sensação de queda de direção criativa. Revisitamos a ascensão e o declínio da Overwatch League, analisando como um dos maiores projetos de esports da história acabou se desfazendo após apostas arriscadas e custos milionários.Um episódio completo, sincero e sem filtro sobre o que Overwatch já foi, o que ainda é e o que poderia ter sido. Esscolha seu heroi, aperte start e vem com a gente!.Capítulos:(00:00:00) - Vinheta introdução(00:00:38) - Resumo do episódio(00:02:44) - 1º Bloco(00:23:59) - 2º Bloco(00:40:22) - 3º Bloco(01:04:35) - Encerramento.Redes Sociais:

Rádio Ponto UFSC
Cine Pontuando - Livros vs Filme 2.0

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Nov 18, 2025 40:39


Olá, cinepontuanders!No episódio de hoje, a literatura encontra o cinema numa discussão sobre adaptações. Exploramos o encontro entre dois mundos que convivem em constante diálogo: a literatura e o cinema. Adaptar uma obra escrita para as telas é sempre um gesto de escolha: o que permanece? O que se transforma?Nessa colaboração especial entre o Pontuando e o Cine Ponto, refletimos sobre o que define uma boa adaptação e por que algumas versões cinematográficas conseguem honrar (ou até expandir) o espírito da obra original, enquanto outras parecem se afastar de sua essência.Discutimos Mulherzinhas, clássico revisitado por Greta Gerwig, as releituras sombrias de Frankenstein e refletimos as adaptações de textos da ilustre Clarice Lispector.Apresentação e roteiro por Adrielli Duarte e Raissa Hübner. Mesa redonda com Felipe Paze e Lully Salvador. Reportagem por Elis Virgílio, Isadora Bringhenti, Julia Wust, Karina Malamud, Luiza Cardoso, Lully Salvador, Rafaela Junkes, Sophia Grin e Wendlly Barbosa. Trilha por Luiza Cardoso. Vinheta por Felipe Paze.Produção e edição geral por Adrielli Duarte, Felipe Paze, Raissa Hübner e Sophia Grin. Coordenação técnica por Peter Lobo.Coordenação geral pela professora Valci Zucoloto.Rádio Ponto UFSC. É rádio, é jornalismo, é cinema, é literatura e ponto.

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Neste episódio, falaremos dos eventos que movimentaram o mundo dos games em novembro:Nintendo Direct, State of Play e o anúncio especial da Steam.Partimos para o State of Play, analisando os anúncios, novidades de estúdios parceiros e as pistas do que a Sony está planejando para o futuro do PlayStation. Depois destrinchamos tudo o que rolou na Direct — trailers, destaques, tendências e o que a Nintendo está preparando para os próximos meses. E para fechar, comentamos o grande movimento da Steam, que apareceu com uma novidade significativa para o ecossistema deles, é importante e como pode mexer com o mercado de PC e consoles.Aperte start e vem com a gente!Descrição:[…].Capítulos:(00:00:00) - Vinheta introdução(00:00:38) - Resumo do episódio(00:03:20) - 1º Bloco - State of Play(00:30:43) - 2º Bloco - Nintendo direct(00:54:23) - 3º Bloco - Steam(01:07:11) - Encerramento.Redes Sociais:

FIRMESA REDONDA
DALLAS DEMITE O GM NICO E AGORA O MAVS TENTA SE REERGUER SEM LUKA DONCIC | FIRMESA REDONDA (234)

FIRMESA REDONDA

Play Episode Listen Later Nov 13, 2025 132:24


No FIRMESA REDONDA 234, Firu e Mesa debatem sobre a demissão de Nico Harrison e quais os próximos passos para DallasA Manual é uma empresa focada em promover o bem-estar masculino, ajudando os homens a cuidarem de si com mais informação e autonomia. No Brasil desde 2019, a marca já apoiou mais de 500 mil homens em sua jornada de saúde. Novembro é o mês da Hair Friday, a promoção mais esperada do ano na MANUAL e é muito fácil participar: 1. ✅ Acesse o site da Manual pelo link: https://www.manual.com.br/queda-de-cabelo-black-friday25?coupon=TOCOTV&utm_source=youtube&utm_medium=promo&utm_campaign=TOCOTVNovembro252. ✅Você responde um questionário de saúde, um médico credenciado avalia o seu caso e, se houver recomendação, você recebe uma prescrição personalizada;3. ✅ No momento da compra, use o cupom TOCOTV e garanta 40% de desconto + nécessaire + mini shampoo de brinde no primeiro pedido;4. ✅ O tratamento é produzido por uma farmácia credenciada e enviado com frete gratuito e caixa discreta (sem identificação da marca na parte externa).Abra sua conta gratuitamente, escaneando o QR Code ou pelo link na descriçãoNo momento do cadastro insira o cupom “GANHE25” e Invista pelo menos R$ 50 em qualquer ativo disponível na plataforma; Em até 7 dias você receberá R$ 25 de crédito diretamente na sua conta do MB, para usar como quiser https://bit.ly/toco-tv-comece-no-mb(Esse conteúdo não é recomendação de investimento. Consulte as condições e regulamentos no link) #publi Faça suas brabas para na KTO, o site onde você encontra as mais completas probabilidades esportivas. Acesse o site pelo link abaixo para a KTO saber que você chegou lá através da nossa parceria - que ajuda demais o canal a crescer! https://kto.bet.br/tocotvAPOSTA NÃO É INVESTIMENTO! Proibido para menores de 18 anos. Jogue com Responsabilidade.LANCE SEUS HOT TAKES AQUI: https://hottakes.replit.app/GIGANTES DO OESTE: Podcast de Giovanni o Brabo com Gabriel Covezzi pra falar de Lakers e Warriorshttps://www.youtube.com/@UCNqnoNdisSkRxP51MMpGBtw FANTASY FIRMESA agora tem seu próprio APP. Sim, entra la pra conferir classificação de todas as ligas e algumas stats avançadas:https://fantasyfirmesa.replit.app/Temos programa novo na casa! É o TOCONVERSANDO, nosso programa de entrevistas.Esse programa só aconteceu graças aos nossos apoiadores, que colaboram mensalmente com valores a partir de R$10 através da nossa campanha no apoia-se: https://apoia.se/tocotv(0:00) VINHETA(1:05) INÍCIO(11:50) LAKERS SENSAÇÃO(55:11) SUPERCHET(1:21:14) PERGUNTAS DOS MUTOMBOS(1:39:02) BRABAS DA KTOE criamos também nosso CANAL no whatsapp, aberto a todos, siga la para receber no zap as notícias mais quentes da NBA além de todo nosso conteúdo online em primeira mão: https://whatsapp.com/channel/0029Vao4Pyv5a249dqbzFj2S

TechTalk Cast
04/11/2025 – Nova Siri usará modelos Gemini do Google; Apple apresenta nova vinheta do Apple TV!

TechTalk Cast

Play Episode Listen Later Nov 4, 2025 9:17