O podcast Peças Raras foi criado em 2006 pelo professor e radialista Marcelo Abud. Áudios que contam a história do rádio e entrevistas com comunicadores são a base dos episódios. Aqui, vamos publicar alguns conteúdos que valem ser lembrados. Às quintas-feiras, nossas boas e velhas peças raras estão…

Este é o terceiro programa produzido para a Rádio MyNews VIP FM. O Peças Raras está no ar em 90,9 ou mynewsvipfm.com.br aos sábados, 8 da manhã, com reprise no domingo, às 7h. Neste episódio, um tema que amo desde que, na minha infância, colocava o radinho de pilha embaixo do travesseiro para ouvir por vezes o futebol show de Osmar Santos, pela Globo, e, por outras oportunidades, as descrições poéticas de Fiori Gigliotti pela Bandeirantes. E para comemorar o Dia Nacional do Futebol, que é neste dia 19 de julho, vamos falar de rádio e futebol, claro. Nesta área, uma referência é a página Craques do Microfone Esportivo, mantida pelo médico, radialista e apaixonado por rádio esportivo, Marcos Sperli Garcia. Pesquisador incansável, Garcia é autor do livro “Craques do microfone: a história dos grandes locutores esportivos”, de 2015, e “Craques da Palavra e da Imagem – A História & as Histórias da Imprensa Esportiva”, lançado pela Livros de Futebol neste ano de 2026. Nesta edição especial, Marcos Sperli Garcia é o técnico que chamamos para escalar um timaço de Craques do Microfone Esportivo. A nosso convite, ele vai anunciar a Seleção Brasileira da Narração Esportiva. Vamos saber - de alguém que acompanha a crônica esportiva desde o final dos anos 1960 -quem ele escolhe como os 11 titulares da transmissão de futebol pelo rádio e na imprensa em geral. E ainda hoje você vai conhecer, com exclusividade, quem o Garcia coloca no banco de reservas, mas que têm tanto talento quanto os titulares desses Craques do Microfone Esportivo. E durante o nosso bate-bola, claro, vamos tabelar com peças raras... momentos históricos das carreiras de alguns desses narradores e profissionais da crônica esportiva. Alguns dos selecionados são Pedro Luiz, Oduvaldo Cozzi, Osmar Santos e José Carlos Araújo. Descubra os demais no áudio.

A campanha “Rádio – uma mídia sem concorrência” foi criada pela agência Le Pera para o GPR (Grupo dos Profissionais de Rádio). O projeto visa valorizar o meio e estimular o mercado publicitário. Os áudios foram produzidos pela Lua Nova, em 2004. E aqui eu trago os outros comerciais desta campanha. Ouça e entenda por que o rádio é uma mídia sem concorrência. A campanha “Rádio – uma mídia sem concorrência”, do Grupo dos Profissionais de Rádio (GPR) destaca-se por essa série de spots e jingles onde duplas de publicitários "concorrentes" cantam juntos, resgatando a força e a simplicidade dos anúncios radiofônicos.

A edição desta semana do Peças Raras entra em campo para celebrar um novo capítulo do rádio esportivo brasileiro. Com a estreia da Arena VIP, a jornada esportiva da MyNews VIP FM 90,9, eu convido você para uma viagem pela história das transmissões esportivas que emocionam gerações de ouvintes.O destaque do episódio é a entrevista especial e na íntegra com o pesquisador Marcos Sperli Garcia, autor dos livros Craques do Microfone Esportivo e Craques da Palavra e da Imagem. Apaixonado pelo rádio desde a infância e dedicado há mais de seis décadas ao estudo da crônica esportiva, Garcia escala a sua Seleção Brasileira dos Craques do Microfone Esportivo, reunindo alguns dos maiores nomes da narração, do comentário e da reportagem esportiva do país. Pedro Luiz, Osmar Santos, Fiori Gigliotti, José Carlos Araújo, José Silvério, Waldir Amaral, Luiz Mendes e muitos outros entram em campo nesta verdadeira Copa do Mundo do rádio.Ao longo da conversa, você vai descobrir curiosidades sobre as primeiras transmissões esportivas do Brasil e do mundo, a influência do rádio na popularização do futebol e histórias fascinantes que ajudam a preservar a memória de um dos mais importantes patrimônios da comunicação brasileira.O episódio traz ainda a estreia do quadro "Zé ao Quadrado", em 2013, pela Bradesco Esportes FM, reunindo dois gigantes do microfone esportivo, José Carlos Araújo e José Silvério. Eles compartilham divertidas histórias dos tempos em que faziam "ponta" atrás do gol nas transmissões de futebol.Um programa para apaixonados por rádio, futebol e memória. Afinal, antes das imagens em alta definição, foi o rádio que fez cada ouvinte imaginar a partida lance a lance. Capítulos:00:00 – Abertura | A Arena VIP entra em campo01:59 – Chamada da estreia das transmissões esportivas da MyNews VIP FM 90,903:25 – Panorama VIP: Matheus Pinheiro destaca o jogo de estreia, Botafogo x Santos, e fala da equipe da nova jornada do rádio esportivo07:22 – Momento Peças Raras: 95 anos dos Craques do Microfone Esportivo10:27 – Zé ao Quadrado: José Carlos Araújo e José Silvério contam histórias do rádio16:46 – Entrevista: Marcos Sperli Garcia e a paixão pela memória do rádio esportivo21:00 – Das ondas curtas ao tricampeonato: como nasceu um pesquisador do rádio37:55 – A convocação da Seleção Brasileira dos Craques do Microfone Esportivo38:58 – Pedro Luís: a perfeição da narração esportiva44:00 – Oduvaldo Cozzi: o professor que revolucionou as transmissões51:00 – Osmar Santos e a modernidade do rádio esportivo56:00 – Osvaldo Faria, Orlando Batista e Haroldo de Souza01:00:00 – José Carlos Araújo, José Silvério e outros gigantes do microfone01:12:00 – O banco de reservas dos craques do rádio esportivo01:21:00 – Os livros "Craques do Microfone Esportivo" e "Craques da Palavra e da Imagem"01:28:50 – Encerramento: preservando a memória do rádio esportivo brasileiro

Nesta edição do Momento Peças Raras, - quadro que é levado ao ar diariamente na MyNews VIP FM, em 90,9 ou em mynewsvipfm.com.br - relembramos de um dos programas de humor mais marcantes da história do rádio: o PRK-30. Criado por Lauro Borges e Castro Barbosa, o programa revoluciona a linguagem do rádio ao ironizar os costumes da época, os grandes sucessos das emissoras e os programas de rádio mais populares entre meados dos anos 40 e meados dos anos 60. Neste episódio, você vai se divertir com a sátira que o PRK-30 fez de "A Hora da Ginástica", programa criado pelo professor Oswaldo Diniz Magalhães, pioneiro da ginástica pelo rádio no Brasil. Enquanto milhares de ouvintes acompanhavam os exercícios físicos munidos de apostilas ilustradas e outros se incomodavam com o barulho dos vizinhos se exercitando, a dupla transformava o cotidiano em humor refinado, com exercícios impossíveis, anúncios absurdos e personagens que se tornaram clássicos do rádio nacional.Além de ouvir trechos históricos da atração original e da irreverente versão do PRK-30, com os comentários de Marcus Aurélio, apresentador do Todas as Vozes, você vai conhecer curiosidades sobre Lauro Borges e Castro Barbosa, a influência do programa sobre gerações de humoristas – incluindo Chico Anysio –, sua passagem pelas principais emissoras do país e como a saída da dupla da Rádio Nacional acabou inspirando o nascimento do lendário "Balança Mas Não Cai".

O jingle, aquela música publicitária que fica na nossa cabeça, pode gerar um quentinho no coração, quando acessa boas memórias afetivas. Neste episódio do Momento Peças Raras, eu compartilho uma das lembranças mais marcantes do projeto Museu Virtual do Rádio e da TV, desenvolvido com alunos de Comunicação da FAAP desde 2020.A proposta é simples e poderosa: incentivar estudantes a conversarem com pais, avós e outras pessoas mais velhas sobre suas lembranças do rádio e da televisão. O resultado são relatos emocionantes que revelam como a comunicação ajudou a construir memórias de diferentes gerações.No áudio, você vai conhecer a conversa entre a estudante Laura e sua avó, Maria do Carmo, de 73 anos, que recorda um dos jingles publicitários mais inesquecíveis da história da propaganda brasileira: "Quem bate? É o frio!", das Casas Pernambucanas. Além de ouvir essa lembrança afetiva, você vai conhecer um pouco da história da campanha, criada em 1962, e se divertir com uma releitura produzida pela Play it Again em 2010, com vocal de Tony Garrido, do Cidade Negra. Mais do que falar de publicidade, este episódio mostra como um jingle pode conectar avós e netos, preservar a memória da comunicação brasileira e revelar que grandes histórias estão muito mais perto do que imaginamos.

Neste episódio do Momento Peças Raras, celebramos o Dia Mundial do Rock. A data é comemorada em 13 de julho e relembra o histórico Live Aid, realizado nessa mesma data em 1985. O festival é organizado em 2 estádios simultaneamente, o de Wembley, em Londres, e no John F. Kennedy, na Filadélfia, nos Estados Unidos e conta com apresentações de bandas como Queen, U2, Led Zeppelin, The Who, entre outras. Transmitido ao vivo para mais de 100 países, esse mega evento alcança mais de 1 bilhão e meio de pessoas.Nossa viagem, porém, segue para um capítulo especial da história do rock brasileiro. Você vai conhecer duas gravações raríssimas do Kid Abelha e os Abóboras Selvagens, registradas em 1982 para o LP Rock Voador, projeto criado em parceria entre o lendário Circo Voador e a Rádio Fluminense FM, a icônica "Maldita", responsável por revelar alguns dos mais importantes nomes do rock nacional.As faixas "Distração" e "Vida de Cão é Chato pra Cachorro" mostram uma banda ainda em seus primeiros passos, antes do sucesso nacional, com composições de Leoni e Beni Borja, fundador e primeiro baterista do grupo.Um episódio para quem gosta de descobrir os bastidores da música brasileira, revisitar os primórdios do rock dos anos 1980 e ouvir registros que ajudam a contar a história de uma das bandas mais importantes do pop-rock nacional.

Neste Dia Mundial do Rock, ouça um audiodocumentário histórico: "Rock in Brasil – O Balanço das Gerações", uma produção especial lançada pela BASF em meados dos anos 1980 para celebrar a trajetória do rock no Brasil.Com trechos de músicas que demonstram a evolução do rock nacional, o registro é um verdadeiro retrato da transformação dos costumes brasileiros, mostrando como o rock influenciou o comportamento, a moda, o namoro, a juventude e a cultura do país a partir de 1955.Com narração do jornalista Otávio Ceschi Júnior, que à época era conhecido como Tavinho Ceschi, o programa reúne sucessos que marcaram época, passando por nomes como Celly Campello, Tony Campello, Carlos Gonzaga, Renato e Seus Blue Caps, Jovem Guarda, Tropicália e muitos outros, em uma narrativa que vai agitar a sua memória afetiva.O raríssimo registro, realizado por pesquisadores que ajudaram a preservar parte importante da memória cultural brasileira, chegou às minhas mãos por meio do contato com a Reminiscências Pesquisa e Produção Cultural.Embarque nesta viagem sonora e perceba como o rock acompanha as mudanças de comportamento de várias gerações.

Futebol, música, memória e literatura se encontram em mais um episódio especial do Peças Raras, que agora está também na MyNews VIP FM, em 90,9 ou pelo mynewsvipfm.com.brNesta edição, colocamos na área o escritor e dramaturgo Valdo Rezende, autor do romance Várzea, para uma conversa sobre a paixão pelo futebol amador e lembranças da Copa de 1982, misturadas a política e sociedade brasileira. Em campo, a importância do futebol de várzea como berço dos grandes craques e como inspiração para uma narrativa que mistura humor, crítica social e nostalgia.Na trilha sonora, clássicos que marcaram as Copas do Mundo ajudam sintonizar nosso rádio nesta história, incluindo "Meio de Campo", de Gilberto Gil, na interpretação de Elis Regina; e o divertido "Pagode da Seleção", com o craque Júnior, que homenageia a inesquecível seleção de Telê Santana.No segundo tempo, o programa recebe Simoninha e Jairzinho, da produtora S de Samba, para revelar os bastidores de algumas das músicas mais marcantes das campanhas da Seleção Brasileira. Eles contam histórias inéditas sobre a criação de sucessos como "Mostra Tua Força, Brasil", que atravessou gerações mesmo após os 7 a 1 na Copa de 2014, e "Vem Pra Rua", que nem todo mundo sabe que foi criada como música de Copa do Mundo. Para além das Copas, a dupla de artistas relembra outras criações que falam do amor ao futebol em diferentes contextos.Uma conversa repleta de curiosidades sobre composição, publicidade, futebol e cultura popular, mostrando como algumas canções conseguem traduzir a emoção de milhões de torcedores.Peças Raras – há 20 anos em sintonia com o rádio, agora também na programação da MyNews VIP FM (em 90,9, no Canal My News ou ainda em mynewsvipfm.com.br).Escalação deste episódio:00:00 Agradecimentos à audiência do programa de estreia05:02 Sinopse do livro "Várzea", de Valdo Resende06:34 Entrevista com Valdo Resende 07:03 Valdo fala da importância da música censurada para elucidar o que estava acontecendo no período da ditadura militar no Brasil e indica "Meio de Campo", de Gilberto Gil, na voz de Elis Regina09:49 Valdo explica o motivo de usar a Copa e as eleições do ano de 82 como pano de fundo para o romance Várzea11:25 Guabiru, uma cidade fictícia entre Uberaba e Ribeirão Preto, tem similaridades com o Brasil?14:07 A impotância do futebol de várzea para o surgimento de craques que chegam à seleção brasileira, como foi Garrincha no passado. Um grande jogador que brincava de futebol16:35 Valdo se emociona ao falar sobre o futebol na praia, em Santos19:54 Pagode da Seleção, com Junior, cita os grandes jogadores da Copa de 8222:49 Abertura de entrevista com Jair Oliveira e Wilson Simoninha, destacando músicas de futebol, como "Mostra Tua Força Brasil", criada para a Copa de 2014 no Brasil24:25 Jairzinho e Simoninha relembram e escalam primeiras músicas sobre futebol que compuseram e interpretaram, a partir da paixão pela bola herdada dos pais Jair Rodrigues e Wilson Simonal29:00 A história da criação e produção de Mostra Tua Força Brasil, do Itaú, criada para a Copa de 201440:16 A história de Vem pra Rua, da FIAT43:55 Simoninha relaciona sucesso e lembrança de músicas de outras Copas com a captação de um sentimento do povo brasileiro na época da composição da música48:46 Jairzinho comenta sobre DNA do Gol, feita em homenagem a Romário e gravada com a irmã Luciana Melo53:00 Simoninha fala da ligação com Garrincha e da interpretação da música "Futebol e Dança", em homenagem a Garrincha, para o projeto Lendas do Futebol57:10 Encerramento e revelação de Jairzinho do projeto de lançar outras músicas inéditas sobre futebol criadas por ele e Simoninha

Acompanhe os bastidores da entrevista que realizamos com Wilson Simoninha e Jair Oliveira, o Jairzinho. A conversa aconteceu na produtora S de Samba no dia 7 de julho. Vale acompanhar a edição com as músicas citadas, que pode ser ouvida no rádio, em 90,9, pela MyNews VIP FM neste sábado, dia 11 de julho, às 8h (com reprise no domingo, às 7h), ou depois no podcast Peças Raras. Aqui, nesta edição sem cortes da entrevista exclusiva com Jairzinho e Simoninha, os autores de sucessos como Mostra Tua Força Brasil e Vem pra Rua revelam os bastidores da criação dessas músicas, falam sobre o papel do rádio, da publicidade e discutem por que as canções das Copas parecem ter perdido espaço na era da inteligência artificial.A gravação foi feita por Ana GabriellyApoio de produção: Lucas Teodoro Abud

A tabelinha entre futebol e música move muitas das criações de Wilson Simoninha e Jair Oliveira, o Jairzinho. Histórias campeãs e cheias de emoção estão na área no próximo episódio do Podcast Peças Raras, que estreia neste sábado, às 8 da manhã, na MyNews VIP FM, que pode ser ouvida em 90,9 ou pelo site mynewsvipfm.com.br Eu fui à produtora S de Samba para conversar com uma dupla que cresceu "fazendo música, jogando bola", influenciados por pais que conviveram de perto com Pelé e ajudaram a construir parte da história da cultura brasileira.Neste bate-bola, eles revelam como o futebol entrou naturalmente na trajetória dos dois compositores e deu origem a músicas como "12º Segundo Jogador", "Aquele Gol" e "É Isso Que Dá". Entre lembranças, bastidores e muitas histórias bem-humoradas, Jairzinho e Simoninha mostram como o esporte se transformou em inspiração para criações, como Mostra Tua Força Brasil e Vem pra Rua. Depois de ir ao ar na rádio MyNews VIP FM, o programa também é publicado aqui no podcast Peças Raras. Não perca esta conversa descontraída, emocionante e repleta de curiosidades que você vai gostar de ouvir.

No feriado de 9 de julho, relembramos um dos capítulos mais marcantes da história de São Paulo: o Movimento Constitucionalista de 1932 e uma história fascinante sobre o papel decisivo do rádio naquele momento.Neste episódio, você vai conhecer como a então recém-inaugurada Rádio Record se transforma na principal voz do movimento constitucionalista e como o locutor César Ladeira revoluciona a comunicação radiofônica ao defender um estilo mais próximo, espontâneo e humano, o que chama de "speaker de colarinho mole". Speaker era sinônimo de locutor.Também revisitamos os acontecimentos de 23 de maio de 1932, a origem da sigla MMDC, a atuação do poeta Guilherme de Almeida e a importância das transmissões da Record na mobilização da população paulista.

O trauma da Copa do Mundo de 1950 marca gerações de brasileiros. Mas é justamente daquela derrota histórica para o Uruguai que nasce uma das maiores promessas do futebol mundial. Ao ouvir pelo rádio o gol de Ghiggia e ver o pai profundamente abalado, o garoto Edson Arantes do Nascimento fez uma promessa: um dia conquistaria a Copa do Mundo para o pai.Neste episódio do Momento Peças Raras, revisitamos a emocionante transmissão da final da Copa de 1950 pela Rádio Nacional, com as narrações de Antonio Cordeiro e Jorge Curi, além da participação de César de Alencar na reportagem de campo. Uma viagem pela história do rádio esportivo que mostra como uma derrota pode inspirar uma das mais extraordinárias trajetórias do esporte. Afinal, as lágrimas de 1950 batizaram o surgimento do lendário Pelé.

A eliminação do Brasil na Copa do Mundo de 1986 deixa marcas profundas na memória de toda uma geração. Quatro anos depois da "tragédia do Sarriá", a seleção de Telê Santana volta a despertar a esperança dos torcedores, mas vê o sonho do título terminar novamente, desta vez diante da França, em disputa por pênaltis.Neste episódio do Momento Peças Raras, resgatamos essa emoção por meio de um trecho de episódio piloto gravado em 2019 para o podcast "Com Saudade de Você", apresentado por Eli Corrêa. A produção presta homenagem ao lendário narrador Fiori Gilliotti, cuja voz e sensibilidade marcaram décadas do rádio esportivo brasileiro.Em um relato carregado de emoção, o radioteatro revive o drama da eliminação brasileira no México e mostra como Fiori conseguia traduzir, como poucos, os sentimentos da torcida. Um detalhe curioso torna esse registro ainda mais especial: a voz de Fiori na dramatização é interpretada por mim, em uma homenagem ao narrador que marcou minha infância e juventude.No áudio, você ainda acompanha a participação de Alvaro Bufarah no estúdio, que destaca a capacidade das grandes vozes de eternizar momentos que permanecem vivos em nossa memória afetiva. O Momento Peças Raras vai ao ar de segunda a sexta, no programa Todas as Vozes, apresentado por Marcus Aurélio de Carvalho. Você pode ouvir uma nova edição pelos 90,9 FM da MyNews VIP, no estado de São Paulo, entre 15 e 17h. Capítulos:00:00 Abertura do Todas as Vozes, com Marcus Aurélio de Carvalho01:39 Abertura do boletim, em que Marcelo Abud anuncia o documento histórico com as vozes de Eli Corrêa, como narrador, e Fiori Gigliotti05:19 Fiori narra gol de pênalti da França que tira o Brasil da Copa de 8605:56 Fiori Gigliotti chora durante transmissão da Copa de 86, na eliminação da seleção brasileira08:19 Marcus Aurélio e Alvaro Bufarah conversam sobre narração esportiva no rádio e o poder que ela tem de dar voz às nossas alegrias ou sofrimentos. Bufarah critica a valorização do puro entretenimento em vez do jornalismo esportivo. 09:59 Comentários fazem um paralelo entre as seleções de 86 e a de 2026 e a queda de ambas nas Copas do Mundo

Acompanhe o 2º programa da nova fase do Peças Raras, que agora também é transmitido aos finais de semana pela MyNews VIP FM, em 90,9. Nesta edição, a bola rola ao som de uma incrível seleção brasileira de músicas que marcaram a história das Copas do Mundo. Em uma viagem que começa em 1930 e chega à inesquecível seleção de 1982, Marcelo Abud apresenta canções que embalaram a torcida brasileira, revela curiosidades sobre cada Mundial e recupera registros raros que ajudam a contar a história do futebol, do rádio e da música no Brasil.Na seleção musical, ouça clássicos como Paris, com Carmen Miranda, Marcha do Scratch Brasileiro, A Taça do Mundo é Nossa, Pra Frente Brasil, Cem Milhões de Corações, Bola pra Frente e muitas outras gravações que atravessaram gerações.O programa também relembra momentos históricos das transmissões esportivas pelo rádio, revive a emoção da Praça da Sé durante a Copa de 1962, resgata depoimentos especiais — entre eles, de Pelé e José Paulo de Andrade — e mostra como a música ajudou a construir a memória afetiva dos Mundiais.Este é o primeiro tempo de um especial dedicado às canções das Copas do Mundo. Na próxima edição, a seleção continua com mais histórias, personagens e trilhas inesquecíveis.Capítulos:00:00 Abertura anuncia a chegada do podcast Peças Raras à Rádio MyNews VIP FM, que opera em 90,9 no Estado de São Paulo01:23 A força da seleção Uruguai, a celeste olímpica; e o reconhecimento do Brasil como país do futebol, apesar de desempenhos ruins nas Copas de 30 e 3403:18 Trehcos de É Sopa, com Francisco Alves, e 2 a 2, com Carmen Miranda04:12 Em 38, na França, com Leonidas da Silva, o Brasil fica em 3º lugar. Paris, na voz de Carmen Miranda, é o tema da nossa seleção na Copa de 3806:00 Com a Segunda Guerra, o futebol sai de campo06:22 Esperanças renovadas marcam a Copa de 50, realizada no Brasil, que acaba resultando no Maracanaço07:00 Depoimento de Pelé sobre a Copa de 50, quando promete ao pai que ainda ganharia uma Copa pra ele09:30 Marcha do Scratch Brasileiro, tema da nossa seleção para a Copa do Mundo da FIFA de 195010:32 Brasil, Campeão do Mundo, é o tema da Copa de 5813:20 A campanha de 62 garante o bicampeonato, ao som de A Taça do Mundo é Nossa14:12 Frevo do Bi, com Jackson do Pandeiro15:50 Depoimentos de ouvintes e do saudoso radialista José Paulo de Andrade sobre a transmissão da Copa de 62 na Praça da Sé20:28 A jornada da seleção brasileira na Copa de 66, em que a eliminação acontece ainda na 1ª fase21:13 Beto Bom de Bola, de Sérgio Ricardo, representa a ascenção e queda de um jogador de futebol25:48 Pra Frente Brasil, com o Coral da Seleção Brasileira29:05 Aqui é o País do Futebol, de Fernando Brant e Milton Nascimento, com Wilson Simonal31:28 Brasil, Coração do Mundo, de Marcos e Paulo Sergio Valle, com Golden Boys33:57 Muíbo Cesar Cury relembra a criação de CemMilhões de Corações, gravada por Os Incríveis e Banda Olé Brasil37:32 Gool oll Brasil 78, de Sergio Valle, Maneco Lara, René e Eduardo Souto39:00 A Copa de 82 e a trilha sonora composta pelas músicas Bola pra Frente, de Alberto Luis e Amélia Meireles, com Conjunto Terra de Santa Cruz, Meu Canarinho, com Luiz Ayrão, Povo Feliz, com Junior, e, pra terminar uma peça bem rara, a música feita por Mario Casali para crianças, “Vai, Brasil”

Neste episódio especial, eu, Marcelo Abud, apresento os bastidores da chegada do nosso podcast à programação da MyNews VIP FM 90,9, emissora que nasce da união entre o Canal MyNews e a rádio VIP FM.Conheça o projeto e ouça depoimentos de Mara Luquet, Paulo Borges e João Elias, sobre uma rádio multiplataforma e multigeracional, que junta a força do streaming com a emoção do rádio.O programa passeia pela trajetória da VIP FM, relembra personagens marcantes do rádio brasileiro, apresenta atrações da programação e celebra os 20 anos do podcast Peças Raras.No último bloco, você escuta mensagens de profissionais do rádio, que deixam mensagens emocionantes para essa estreia.Um episódio sobre inovação, memória, paixão pelo rádio e o poder da voz humana de criar conexões.

A partir desta segunda, dia 15 de junho, estreia a série de radiodocumentário "90 Anos em 90 Histórias", que celebra as nove décadas da Rádio Nacional. Nesta edição, ouça o diretor geral da EBC Thiago Regotto e o jornalista Guilherme Strozi, que explicam como são os episódios, que seguem em exibição até o dia 12 de setembro, data do aniversário da emissora. Cancioneiro do Leite de RosasPara iniciar a contagem regressiva para os 90 anos da RádioNacional, eu selecionei uma peça raríssima. Você vai ouvir uma das participações do Rei da Voz Francisco Alves. O cantor estreia no início dos anos 1940 na Nacional e brilha em inúmeros programas da emissora, até morrer de forma inesperada em 1952.Entre as atrações em que brilhou, está o Cancioneiro do Leite de Rosas, que fez parte desta época de ouro da Nacional. A ideia era a de utilizar a poesia e a música no rádio para associar o Leite de Rosas à elegância e cuidado. Então volte agora a uma noite de segunda-feira da década de 40 com Francisco Alves no Cancioneiro do Leite de Rosas, quando o tema foi a Noite. Capítulos00:00 Abertura sobre a série 90 Anos em 90 Histórias, da Rádio Nacional01:50 O diretor geral da EBC Thiago Regotto e o jornalista Guilherme Strozi explicam sobre o radiodocumentário que terá 90 episódios para celebrar as 9 décadas da Rádio Nacional03:57 Cancioneiro do Leite de Rosas apresenta Francisco Alves06:52 Francisco Alves interpreta Luar de Paquetá, de Braguinha, Freire Junior, Hermes Fontes, Porfirio Martins Costa09:33 Lagoa adormecida (Sleepy lagoon), versão de Haroldo Barbosa, para música de Lawrence13:00 Noite de Lua (Noche de Luna) - (Gonzalo Curiel / Antônio Carlos)15:23 Canção de Ninar, com Heleninha Costa20:02 Noite de Ronda (Vrs. José Fortuna, Maria Tereza Lara)22:57 Madrugada (Herivelto Martins, Benedito Lacerda)27:05 A Última Noite (La Ultima Noche), de Bobby Collazo33:25 Trechos de programas históricos da Rádio Nacional em sua fase de ouro, extraídos do LP "40 Anos de Rádio Nacional"

Em 15 de março de 2008, o jornalista e radialista Haisem Abaki participou do programa Sofá Bandeirantes. Idealizado por Paulo Galvão, a proposta do programa era receber os nomes que integravam a equipe da Rádio Bandeirantes naquela época. Haisem completou recentemente 40 anos de profissão e conquistou o prêmio de Melhor Profissional de Rádio de 2025 pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes).Antes de ser o âncora das emissoras Estadão-ESPN, em 2011, e Eldorado até este mês de maio de 2026, atuou com destaque em emissoras como a CBN e a Bandeirantes. Para celebrar a trajetória do jornalista, relembre a conversa entre ele e Paulo Galvão.

Domingo, dia 03 de maio, uma onda de amor e esperança se espalha pela Avenida Paulista. Nesta edição, ouça ouvintes e profissionais que desejam que a Eldorado FM permaneça viva. Sem luto, com muita luta! Se você ainda não assinou, aqui está o link para o abaixo-assinado em prol da emissora: https://www.change.org/p/n%C3%A3o-deixem-a-r%C3%A1dio-eldorado-acabarO protesto Fica Eldorado, criado pela artista Nina Vogel, reuniu, de acordo com matéria do jornal Folha de São Paulo, cerca de 400 pessoas na manhã fria deste domingo. Eu estive lá também e, além de participar da mobilização, conversei com profissionais e ouvintes da Eldorado FM. Aqui você ouve entrevistas com Roberta Martinelli, Leandro Cacossi, Paula Lima, Felipe Tellis, André Góis e Haisem Abaki.Entre comunicadoras e comunicadores, você acompanha ainda depoimentos de algumas e alguns melhores ouvintes. E já fica aqui a convocação para o próximo evento. Neste domingo, dia 10, a partir das 17h, você vai entrar em sintonia com uma espécie de transmissão ao vivo da Rádio Eldorado. “Rádio Eldorado Vive!” ocupa o Largo da Misericórdia com som ao vivo, encontro e cidade aberta. Participações de Charanga do França, Roberta Martinelli, Emanuel Bomfim, Mauricio Pereira, DJ KL Jay e convidados.Anote na agenda e a gente se encontra por lá, com certeza. Domingo, dia 10 de maio, às 17h, com entrada franca, “Rádio Eldorado Vive!”. Vai ser no Largo, em frente à Casa de Francisca.Capítulos:00:00 Depoimentos de profissionais e ouvintes da Rádio Eldorado durante a manifestação no MASP/Av. Paulista01:24 Abertura sobre movimento #FicaEldorado02:50 Informações sobre o evento "Rádio Eldorado Vive!", em frente à Casa de Francisca03:50 Roberta Martinelli conta como começou na Rádio Eldorado e qual a importância da emissora na vida dela como ouvinte e comunicadora05:02 Ouvinte Henrique Carlos Mariani fala da qualidade da programação da Rádio Eldorado07:12 Ouvinte Regina Ribeiro conta que tem a Eldorado FM como uma extensão da família08:20 Leandro Cacossi revela que a Eldorado é a primeira rádio que ouve ao chegar em São Paulo em 2002 e como a rádio se torna a virada na carreira profissional dele09:49 Ouvinte Rômulo Roma diz que ouve a Eldorado desde o início dos anos 70 e lembra de programas que valorizam a música italiana10:47 Paula Lima, cantora e apresentadora do Chocolate Quente, afirma que a Eldorado vai além da música e pensa na cidadania e no contato amoroso com melhores ouvintes13:56 Ouvintes Eduardo e a filha Duda, de 3 anos, escutam a Eldorado FM juntos15:20 Felipe Téllis define a Eldorado como uma rádio que transmite descoberta e está em sintonia com a diversidade musical16:28 Ouvinte Alexandre Calixto acompanha a rádio há 27 anos e é apaixonado por todos os programas18:14 André Góis, produtor e apresentador do "A Hora da Vitrola", fala da relação com a Eldorado FM primeiramente como ouvinte e depois como parte vital da vida profissional21:13 Luiz Garcia é apaixonado pelo A Hora da Vitrola e gosta muito do Fim de Tarde e do Jornal Eldorado21:38 Dora Garcia escuta a Eldoado há mais de 20 anos e tem a rádio como uma companhia ao longo de todo o dia22:19 Haisem Abaki conta que começa a ouvir a Eldorado com o pai ainda na infância e cita os diferencias da emissora: "não é algoritmo, é Eldorado". Comenta também a independência que tem para fazer o trabalho jornalístico à frente do Jornal Eldorado24:59 Encerramento e reforço sobre evento "Rádio Eldorado Vive!" que celebra a Rádio Eldorado, domingo (10), a partir de17h, no Largo da Misericórdia, região central, em frente à Casa de Francisca. Participações confirmadas de Charanga do França, DJ KL Jay, Mauricio Pereira, Roberta Martinelli e Emanuel Bonfim.

Crônica da morte anunciada de uma rádioSegundo o Dicionário Online de Português, Eldorado é um lugar imaginário, fictício, cheio de riquezas e de pedras preciosas que, supostamente, existia na América do Sul, nomeadamente na Amazônia.Durante quase 70 anos, esse eldorado foi encontrado em um local chamado Rádio. O que parece ficção é o que temos acompanhado desde o dia 23 de abril.Não é o fim da era do rádio, mas de uma emissora que há muito tem sido relegada a segundo plano pelo grupo que deveria dar valor a ela.É dessa forma que podemos tratar o anúncio do encerramento das atividades de uma das emissoras mais tradicionais do dial brasileiro. A Eldorado, fundada há pouco mais de 68 anos, teve seu fim decretado pelo Grupo Estado para o dia 15 de maio de 2026.Talvez - e muito provavelmente - o início do fim se dá há 15 anos. Em 20 de março de 2011, a emissora passa a ocupar os 107,3 MHz da Frequência Modulada, em São Paulo, onde “invade” o espaço da Rádio Brasil 2000. Na então nova configuração, os 92,9 – em transmissão simultânea com o AM - mudam de Eldorado para Rádio Estadão ESPN. No fim de 2012, a ESPN tira o time de campo.O desmonte da marca Eldorado tem outros capítulos que são difíceis de entender. Em maio de 2015, um acordo com o bispo R.R. Soares faz com que os tradicionais 700 KHz do AM paulistano deixe de transmitir a Eldorado para passar a retransmitir a programação da Nossa Rádio. (FICA A PERGUNTA: SE O RÁDIO E A TV NO BRASIL SÃO CONCESSÕES PÚBLICAS, COMO PODE UMA FREQUÊNCIA SER VENDIDA DE UM GRUPO A OUTRO?)À época, o Grupo Estado já falava que as mudanças refletiam um contexto de prioridade para as plataformas digitais. Ao que me consta o Grupo Estado não tem assim tanta relevância até hoje nas tais plataformas. Melhor seria descer do salto e aceitar que esse passo foi um tropeço.Mas quem disse que pior do que está não dá pra ficar. O ano de 2017 tem início com um plano de demissão voluntária nas Rádios Estadão e Eldorado. Era o terreno sendo preparado para mais um baque. Fevereiro de 2017 traz a fusão das programações da Estadão com a Eldorado.Menos de uma década depois de acabar com a Rádio Estadão é a vez do Grupo Estado decretar a morte da rádio que fala com melhores ouvintes, a Eldorado. Capítulo esse que começa no fim de 2025, quando a Rádio Bandeirantes começa a se movimentar para ocupar os 107,3. Ainda havia uma possibilidade de a Eldorado migrar para os 86,3, mas o Grupo Estado e a Fundação Brasil 2000 parecem não ter levado essa alternativa em consideração.Muito mais do que os argumentos apresentados, sobretudo do crescimento do streaming - até porque os conteúdos de uma rádio podem gerar excelentes podcasts, cortes em vídeos e afins, se houver planejamento - a morte da Eldorado tem a ver, como se vê, com a incompetência de um grupo de gerir uma rádio que fez história e agora entra para a história.Essa é a opinião do blog e podcast Peças Raras.

Em 2010, produzi para a Rádio USP o quadro Trilha Audiovisual. Aproveito este dia 1º de maio para trazer novemente os enredos de alguns filmes e fazer a relação deles com o mundo do trabalho. Capítulos:00:00 Apresentação do projeto Trilha Audiovisual, que relaciona filmes com situações vividas no mundo do trabalho02:00 O Diabo veste Prada e o papel da mulher no mercado de trabalho04:13 Tempos Modernos, de Chaplin, e como a repetição e falta de perspectiva podem levar ao que hoje conhecemos como burnout07:31 Em Boa Companhia e a reinvenção profissional diante de cortes de custos e da ascenção de jovens inexperientes a cargos de liderança10:55 A Procura da Felicidade: Will Smith e a história real de Chris Gardner, exemplo de quem acredita no sonho e em dias melhores para o filho. "Se você tem um sonho, tem que correr atrás dele. As pessoas não conseguem vencer e dizem que você também não vai vencer" é a lição que transmite ao pequeno Christopher de cinco anos, interpretado por Jaden Smith, filho de Will, o que aumenta a emoção transmitida pelo drama do pai que faz de tudo para manter o menino ao seu lado.

Para começar a viver o clima de Copa, colocamos na área uma edição do podcast Bermuda Folgada de 2010, que era produzido por mim e contava com participações de Edu Malaveia e Daniel Grecco. Johanesburgo talvez tenha sido a Babel do mundo naquele ano. Por lá, diversas nacionalidades entraram em campo com suas culturas e idiomas. A diferença em relação à origem do termo Torre de Babel é que todos estiveram unidos pela linguagem universal do futebol. Acompanhe a escalação da seleção de peças raras que você ouve neste episódio:- narrações de futebol em diferentes idiomas; - a ascensão e a queda da Argentina em 2006; - o tema da Copa 2010 interpretado ao vivo na abertura da Copa; - a chamada espetacular em que Beto Hora dá voz a vários personagens e personalidades para anunciar a transmissão entre Brasil e Chile pela Rádio Bandeirantes; - José Silvério narrando um gol que não aconteceu contra Portugal; - o jingle dos Hipermercados Extra para a seleção brasileira. - narração do 4º gol da Alemanha pelo ponto de vista de um apaixonado narrador argentino; - gols da Alemanha na voz de um narrador local; - o gol de Villa que resulta na tristeza do povo paraguaio e na explosão do espanhol; - a lembrança de Fiori Gigliotti diante da queda do Brasil na Copa de 86 - A Cara Do Brasil - Celso Viáfora (Celso Viafora-Vicente Barreto)crédito: a imagem da capa é inspirada na instalação Babel, de Cildo Meireles, e foi criada com o ChatGPT

O produtor musical, DJ e compositor Mister Sam morreu nesta segunda, dia 13 de abril, aos 80 anos. Para eternizar a trajetória do descobridor de artistas como Gretchen e Nahim, relembre a entrevista concedida por ele, em 20 de agosto de 2011, a Marcelo Duarte e Silvania Alves, no Você é Curioso, que era levado ao ar nas manhãs de sábado da Rádio Bandeirantes. Capítulos:00:00 Abertura e notícia sobre a morte de Mister Sam01:22 Medley de Mister Sam02:10 Biografia de Mister Sam02:46 Mister Sam revela que a música fez parte da vida dele desde que nasceu03:50 Em 64, Mister Sam se torna DJ e chega a gravar como cantor pela RCA05:08 Mister Sam fala sobre fórmula para revelar talentos musicais06:01 A produção musical na gravadora Copacabana07:00 Lady Lu descobriu ritmo funaná pelo youtube09:07 Artistas brasileiros que cantavam em inglês e foram lançados por Mister Sam, nos anos 70: Fábio Júnior era Mark Davis. A polêmica com Cayon Gadia, da Rádio Difusora11:30 Melô do Tacka-Tacka criado para Nahim traz cerne das músicas de Mister Sam: a alegria12:22 Como Mister Sam revela a descoberta de talentos como Gretchen, Lady Lu, Nahim13:47 Nahim teria gravado o primeiro RAP, em 1976 14:19 Como é criado o comercial "É no Centro", que fez muito sucesso e é lembrado até hoje15:03 Mark Davis não dava entrevista porque Fábio Júnior não falava inglês15:35 Como surge o nome artístico de Gretchen16:23 Mister Sam proibiu Gretchen de namorar para que fosse cantora sexy brasileira18:48 Lançamento de grupos adolescentes, como Dominó, Banana Split e Tremendo23:30 Como descobrir talentos e trabalhar na era da música digital24:30 O sucesso da lambada: do Brasil para o mundo

Nossa peça rara nesta edição faz parte daquela série "vale a pena ouvir de novo". A primeira vez que destacamos este áudio raríssimo foi em 2008, aqui mesmo no podcast Peças Raras. Acompanhe um programa apresentado durante a Semana de Jornalismo da ECA-USP, nos anos 70. Um Universo de Notícias tem a pretensão de apresentar a filosofia e a programação da Jovem Pan daquela época.A antiga Rádio Jovem Pan AM entrou no ar em 3 de maio de 1944, como Panamericana S.A. A emissora passou a se chamar Jovem Pan em 1965, quando deu início a uma nova era de sua evolução. As mudanças foram concluídas no início dos anos 70, com a opção por um jornalismo atuante e participativo, seguido por intensa prestação de serviços e um microfone aberto à transmissão esportiva. Com esse estilo, a Jovem Pan de São Paulo se transformou em um marco da história do radiojornalismo do país, apesar das mudanças de rumo que teve na última década.

Em julho de 2012, Milton Neves deu voz a uma versão do tradicional Cantinho da Saudade, criado por Fiori Gigliotti. O texto foi escrito por mim, a partir de matérias publicadas em A Gazeta da Zona Norte, com o intuito de homenagear a trajetória repleta de conquistas do jornalista Ary Silva. Quem foi Ary Silva?Em 21 de junho de 1917 nasce Ary Silva, um jornalista responsável por grandes feitos para a crônica e para o esporte brasileiros. Antes de ficar conhecido pelas tradicionais Crônicas à Torcida Amiga, Ary teve uma trajetória repleta de pioneirismos.Em 1936, na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, toma conhecimento de que a Philips recruta vendedores de rádio. Tenta, mas não obtém êxito na empreitada. No entanto, por sugestão do gerente de vendas, Nelson de Lorenzi, atleta do salto de vara, busca a sorte como repórter esportivo. Diante do Prof. Roberto Haddock Lobo, então chefe de esportes do Diário de São Paulo, antigo órgão dos Diários Associados de Assis Chateaubriand, consegue a primeira oportunidade. Com apenas 19 anos, é efetivado como repórter esportivo, em 1º de outubro de 1936, com um salário de 200 mil réis, um bom montante, equivalente a mais de 70.000 reais nos dias de hoje.Dá novos saltos na crônica esportiva com conquistas importantes. Ainda em 36, participa da cobertura dos jogos olímpicos de Berlim e dos primeiros jogos abertos do interior. Em 37, entra na luta como fundador do Sindicato dos Jornalistas; Em 38, cobre a concentração da seleção brasileira de futebol para a copa do mundo da França. Em 39, a convite de Otávio Gabus Mendes, forma o Departamento de Esportes da Rádio Bandeirantes. É quando dá o pontapé inicial para a trajetória das coberturas da emissora com o Bola ao Ar.Na mesma época, inova ao criar o primeiro programa esportivo feminino do rádio brasileiro: Eva no Esporte. Ary escreve crônicas como se fosse uma mulher falando de esportes e conta com a leitura e interpretação das radioatrizes da emissora. Uma delas: Maria Estela Barros.Em 1941, funda a ACEESP – Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo. Fica na Bandeirantes até 1947. Em 51, torna-se o primeiro comentarista da TV Brasileira, ao lado de Aurélio Campos, na Tupi. Em 58, a convite de Paulo Machado de Carvalho, integra a comissão que elabora o plano para a conquista da nossa primeira copa do mundo, na Suécia. Tinha orgulho de ter participado da fundação do jornal A Gazeta da Zona Norte, em 63, onde manteve uma coluna com o slogan dos tempos da Rádio Bandeirantes: “Torcida Amiga, bom dia”, até abril de 2001, quando morre em São Paulo.

No final de março de 1966, o jornal O Estado de Minas traz o anúncio de uma mudança que estava para acontecer na Rádio Mineira de Belo Horizonte. A chegada do sistema Plenimúsica/Factorama é o início de um tipo de rádio feito pensando no público jovem. Logo, a fórmula se espalha por todo o país, em emissoras como Difusora de São Paulo e Tamoio e Mundial, no Rio de Janeiro. Nesta edição especial, você conhece detalhes desta história com a participação de Edu Malaveia, autor do livro "Plenimúsica: memórias de um ouvinte malcomportado". A conversa foi ao ar originalmente em 2011 pela Rádio Malaveia. Capítulos:00:00 Abertura sobre os 60 anos do início do rádio jovem no Brasil01:37 Matéria do jornal O Estado de Minas anuncia a nova programação da Rádio Mineira em 1966, destacando o esquema Plenimúsica como sendo o futuro do rádio. 02:49 A Rádio Mineira, de Belo Horizonte, é pioneira da programação de rádio especialmente dedicada ao público jovem04:11 Darcio Arruda pela Rádio Difusora Jet Music de São Paulo04:27 O padrão de loucução da Difusora Jet Music04:57 Rádio musical chega como alternativa ao avanço da TV no Brasil e José Mauro traz o formato Fourplay, dos Estados Unidos, que faz ouvinte ter sensação de que mais músicas eram tocadas na programação07:22 Carlos Townsend evolui o formato de rádio musical para a criação da Cidade FM08:28 A influência do rádio dos Estados Unidos e a inspiração de Big Boy no locutor Woolfman Jack11:33 O rádio fica mais econômico com a presença de DJs e o "vitrolão"12:39 O transistor revoluciona o jeito de ouvir rádio, que, a partir dos anos 60, torna o meio de comunicação portátil e móvel13:46 Big Boy na Rádio Mundial15:51 Darcio Arruda na Rádio Saudade FM, de Santos16:18 Edu Malaveia comenta inspiração de Big Boy em Woolfman Jack, com vinhetas e trilhas que são usadas no programa Ritmos de Boate 18:14 Ângelo Vizarro Junior na webradio Alive relembra como era a Difusora dos anos 7021:18 Sobre mensagem da música Radio GaGa, do Queen, de 198522:28 Mix de músicas sobre rádio

Morreu na madrugada de hoje, 21 de março, aos 91 anos, o ator Juca de OliveiraPara homenagear o também dramaturgo e diretor, você vai ouvir uma peça rara que destaca a atuação de Juca de Oliveira na coluna Devaneio, em substituição a outro grande mestre do teatro, Paulo Autran. Em 2009, Juca de Oliveira foi um dos contemplados do Prêmio APCA por essa coluna Devaneio, que era veiculada na Bandnews FM. Fique aqui com uma entrevista de Juca de Oliveira a Inês de Castro e Ricardo Boechat alguns dias antes da estreia na emissora. Preste atenção como nesta conversa Juca de Oliveira já falava do teatro como uma forma de se manter o contato humano, diante do crescimento do uso de telas e internet.

Em 2010, eu produzia o podcast Bermuda Folgada, que era transmitido pela Rádio Malaveia. Em maio daquele ano, realizamos uma homenagem a Antonio Carvalho, uma voz marcante do rádio, especialmente nas madrugadas da Rádio Bandeirantes. O radialista nasceu em 21 de março de 194 6 e faleceu em 17 de maio de 2008 de leucemia, deixando saudade e desfalcando consideravelmente o dial.A falta de programas no rádio atual com apelos encontrados, por exemplo, no "Conversinha ao Pé do Ouvido", apresentado por Carvalho, é um dos assuntos que apresento neste episódio que volto a publicar aqui no Peças Raras. Nossa conversa é embalada por peças raras como os programas Frequência Balançada, Arquivo Musical e Grande Sampa, todos também apresentados pelo saudoso radialista. Os áudios referentes ao Frequência Balançada foram cedidos por Sidney Corrêa. Capítulos:00:00 Abertura sobre os 80 anos do radialista Antonio Carvalho02:15 Biografia de Antonio Carvalho narrada por Walker Blaz06:26 Antonio Carvalho encerra programa com frase que ficou eternizada na mente de quem ouvia o Grande Sampa: “Que o dia de hoje seja melhor que o de ontem e pior que o de amanhã, porque a vida é um eterno para frente e para o alto, não tem para trás”06:51 Marcelo Abud narra a trajetória de Antonio Carvalho no rádio11:12 Antonio Carvalho conta como nasce e o que se ouvia no Bandeirantes Frequência Balançada e fala de inovações criadas por Hélio Ribeiro18:53 “Álbum de Recordações”, programa piloto apresentado por Moraes Sarmento, que não foi aprovado e abriu espaço para o surgimento do Frequência Balançada21:01 Em entrevista ao site da Rádio Bandeirantes, Carvalho responde o que havia mudado no rádio entre a época que começou e o ano de 200625:17 Edição do quadro Conversinha ao Pé do Ouvido, dentro do programa Grande Sampa, apresentado por Antonio Carvalho31:55 Homenagem a Antonio Carvalho escrita pelo poeta e ouvinte Alceu Sebastião Costa35:14 Antonio Carvalho comenta sobre ironia entre discursos pela paz e ações que geram guerras pelo mundo

Em 1962, a Bossa Nova conquista os Estados Unidos e o rádio está lá para registrar este momento histórico da música. Nesta edição, em homenagem ao saudoso radialista e produtor musical Walter Silva, o Picapau, que nasceu em 7 de março de 1933, você vai ouvir uma peça rara que marca aquele momento de consolidação desse estilo musical para além do Brasil. Antes do show com Oscar Castro Neves, Roberto Menescal, Sergio Mendes, Tom Jobim e João Gilberto, que você vai ouvir a partir de uma transmissão feita pela Rádio América de São Paulo, que era do Grupo Bandeirantes de Rádio, acompanhe um trecho de depoimento de Walter Silva ao MIS, Museu da Imagem e do Som, gravado em 1994. O festival de Bossa Nova no Carnegie Hall, em 21 de novembro de 1962, projetou os artistas brasileiros no cenário internacional. Semanas após a apresentação em Nova Iorque, o mesmo grupo da Bossa Nova se apresenta em Washington e logo depois é recepcionado na Casa Branca pela então primeira-dama Jacqueline Kennedy. A transmissão histórica feita pela Rádio América, que pertencia ao Grupo Bandeirantes, foi feita como uma transmissão de partida de futebol, ao vivo, com a emoção e descrição dos fatos. O áudio do show é do acervo da família de Walter Silva, mantido também pela produtora e viúva do Picapau, Deia Silva. A transmissão vai fazer você voltar no tempo e viajar até a Universidade George Washington, em 1962. Capítulos:00:00 Abertura com contexto do prestígio que a Bossa Nova alcança nos Estados Unidos, em 196201:17 Walter Silva, em depoimento ao MIS, relata a importância dos shows de Bossa Nova, que ganham turnê no Carnegie Hall e na George Washington University. O jornalista explica como foi que conseguiu ir aos Estados Unidos para transmitir essas apresentações05:48 Walter Silva abre a transmissão do show de Bossa Nova nos Estados Unidos, em 1962, pela Rádio América/Bandeirantes. O primeiro a se apresentar é Oscar Castro Neves 16:28 Roberto Menescal e quarteto de Oscar Castro Neves tocam alguns clássicos da Bossa Nova, incluindo O Barquinho23:10 Apresentação do sexteto de Sergio Mendes, que abre executando "Só Danço Samba" 28:07 Tom Jobim é anunciado no palco do show. Após agradecer aos organizadores e à plateia, em inglês, canta "Samba de uma nota só" também em língua inglesa32:22 Tom e sexteto de Sergio Mendes tocam versão instrumental de "Samba de uma nota só"37:55 Tom Jobim e João Gilberto se juntam no palco. Inicialmente interpretam "Só Danço Samba"40:30 João Gilberto canta Corcovado44:28 Desafinado, com João Gilberto47:50 João Gilberto e Tom Jobim interpretam "O Samba da Minha Terra", de Dorival Caymmi51:36 Walter Silva encerra transmissão da apresentação de Bossa Nova, em Washington, no ano de 1962

No início dos anos 90, o programa Grandes Momentos do Esporte, que era levado ao ar nos finais de semana na TV Cultura, apresentou uma reportagem especial sobre o rádio esportivo. A escalação de entrevistados é uma seleção do que de melhor esse meio de comunicação apresentou ao longo de décadas: Osmar Santos, José Silvério, Fiori Gigliotti, Pedro Luiz, José Carlos Araújo, Silvio Luiz, Oduvaldo Cozzi, entre outros do primeiro time da narração esportiva. A reportagem tem a assinatura de Helvidio Mattos. Capítulos:00:00 Abertura sobre a reportagem do programa Grandes Momentos do Esporte, que, no início dos anos 90 traz uma reportagem especial sobre a evolução do rádio esportivo no Brasil00:54 Helvidio Mattos contextualiza a emoção transmitida pelas narrações de futebol no rádio, com destaque para a criatividade e sons eletrônicos01:48 José Carlos Araújo conta como surgem bordões que utiliza nas narrações esportivas02:38 Osmar Santos associa o sucesso de uma boa transmissão de futebol na assciação entre jornalismo e arte03:00 José Carlos Araújo e Osmar Santos comentam sobre expressões que criaram para o que chamam de "futebol show"03:45 José Carlos Araújo comenta como foi o primeiro jogo que ele transmitiu, que aconteceu em um Torneio Início. Ele diz que quase fez xixi nas calças. 05:08 Waldir Amaral narra o milésimo gol de Pelé. Em seguida, ouvimos o próprio narrador revelar como criou seu estilo de transmitir futebol06:30 Waldir Amaral diz que o bordão "indivíduo competente" nasce quando estava no cinema e viu um rapaz tomar iniciativa para beijar a garota. 07:35 José Carlos Araújo considera sobre talento de Jorge Curi07:49 Narração de Jorge Curi08:00 Ary Barroso e o pioneirismo nas narrações esportivas, ao inserir a gaitinha como uma vinheta sonora para o momento do gol 08:41 Milton Peruzzi comenta sobre o bom humor de Ary Barroso como narrador de futebol09:40 O jornalista Sergio Cabral conta como Ary Barroso passa a utilizar a gaitinha para marcar a hora do gol12:58 O estilo ágil e emocionante de narrar de José Silvério, que vê o locutor esportivo como um animador14:51 Nicolau Tuma ganha o apelido de speaker metralhadora quando narra, pela Mayrink Veiga, em 193417:53 Nicolau Tuma fala sobre as primeiras transmissões de futebol nos anos 30, quando o lance a lance surge19:27 Fiori Gigliotti cita que gostava de fazer discursos de improviso e, dessa forma, são criadas frases como "abrem-se as cortinas e começa o espetáculo" e tantas outras20:24 Fiori Gigliotti fala sobre a despedida de Pelé dos gramados e como narrou esse momento da história do futebol21:53 Fiori comenta sobre uma época romântica e de sonhos, quando começa a trabalhar na Bandeirantes 23:50 Trecho de Cantinho de Saudade sobre Zito24:30 Silvio Luiz fala sobre a precisão de Pedro Luiz nas narrações esportivas24:39 Narração e depoimento de Pedro Luiz sobre a preocupação em ser fiel aos fatos e à emoção do jogo26:37 Narração de gol de Pelé, na voz de Mário Moraes26:56 Paulo Planet Buarque e Pedro Luis relembram entrevero que tiveram para transmitir, durante narração em Moscou28:59 Silvio Luiz revela trapalhadas de Edson Leite em transmissões que fizeram juntos29:53 Narração de gol de Pelé na voz de Edson Leite30:23 A importância de Oduvaldo Cozzi como influenciador de outros narradores de futebol31:28 Jovens treinam em curso de narração esportiva33:03 Pedro Luiz e José Goés falam sobre as diferenças entre a locução de TV e a do rádio34:47 Walter Abrão surpreende ao dizer que a expressão "oxo" para quando o jogo estava com o placar zerado não é uma crição dele, mas sim da PRK-30, de Lauro Borges e Castro Barbosa35:25 Depoimento de Oduvaldo Cozzi sobre narração de futebol na TV37:28 Fiori Gigliotti simula uma transmissão com as expressões que utilizava ao narrar

Esta é uma edição especial de Carnaval. Se você acessar pelo Spotify ou youtube, vai ter acesso também ao vídeo (apesar de que você pode se arrepender

Neste episódio, você faz uma verdadeira viagem no tempo até novembro de 2005, quando o podcast ainda era novidade no Brasil e a Peças Raras produzia um dos primeiros conteúdos do formato para grandes empresas: o Sonycast, criado para os canais Animax, AXN e Sony Entertainment Television.Aqui você confere o primeiro episódio do Sonycast, lançado no mesmo período em que os canais Sony apresentavam suas novas séries ao público. A divulgação da novidade aconteceu por meio de uma newsletter, enviada a milhares de usuários cadastrados no site dos canais Sony, que já era um portal extremamente movimentado na época, repleto de promoções e lançamentos.A mensagem convidava o público a conhecer o “podcast dos canais Sony”, explicando passo a passo o que era um podcast, como baixar o arquivo em MP3 e a liberdade inédita de ouvir quando e onde quisesse. Neste episódio de estreia, o destaque era a programação do Sony Entertainment Television, apresentada em áudio, algo absolutamente inovador para aquele momento da internet brasileira.Prepare-se para revisitar o início dessa história e boa viagem ao começo do podcast no Brasil.Capítulos:00:00 Abertura explica o que foi e como surgiu a ideia do Sonycast, o pioneiro podcast corporativo dos canais Sony, lançado em novembro de 200502:34 Como os Canais Sony comunicaram o Sonycast ao público, por meio de uma newsletter04:54 Abertura do Sonycast06:44 Sinopse da série Commander in Chief, sobre a primeira mulher presidente dos EUA, protagonizada por Geena Davis07:46 Como foi a estreia da série Commander in Chief em setembro de 2005 nos Estados Unidos08:31 Sinopse sobre a série de suspense Medium, em que Patricia Arquete é Allison, uma médium que tenta manter o equilíbrio entre a vida cotidiana e o dom da mediunidade. 09:59 Sinopse de outra série de suspense e comunicação com espíritos. Em Ghost Whisperer o sobrenatural é vivido por Melinda Gordon, personagem de Jennifer Love Hewitt que tem capacidade de ver e se comunicar com fantasmas. 11:28 Sinopse da série Todo Mundo odeia o Chris13:05 A importância do ator e comediante Chris Rock13:53 Sonymaníaco: Janaína Mosca fala o que a atrai na série Sienfield14:20 Sinopse da série Out of Practice, uma sitcom que tem em uma família de médicos as situações mais inusitadas15:44 Destaques da programação do Canal Sony em novembro de 202516:51 Conexão Sony: promoção Série Expert que acontecia no site dos Canais Sony19:20 Encerramento com convite para audição do episódio #391, sobre o podcast Super Surf, da Volkswagen

O Super Surf, da Volkswagen, entrou no ar (no site vw.com.br) em setembro de 2005. Criado para cobrir o Campeonato de Surf que acontecia em Santa Catarina, contou com apresentação de Fábio Lima.O primeiro episódio abria falando sobre a competição e a região de Ubatuba. Aqui, você relembra deste início do podcast corporativo no Brasil. O Super Surf foi criado a partir de uma parceria do marketing da Volkswagen com a Rádio Eldorado e a BroadBrand, empresa que era especializada em marketing viral e podcasting corporativo. O resultado é um guia sobre a praia do litoral de São Paulo, com músicas, dicas de culinária, lazer e entretenimento. Capítulos:00:00:00 Abertura traz informações sobre a produção do primeiro podcast corporativo do Brasil, o Super Surf, criado para a Volkswagen em setembro de 200500:04:54 Episódio 1 do podcast Super Surf da Volkswagen01:11:15 Como o podcast da Volkswagen foi distribuído para que o público conhecesse a novidade

Horóscopo, notícias, dicas culinárias, promoções, músicas que falam diretamente ao coração e a tradicional oração de Ave Maria. Acrescente a esses ingredientes, uma boa pitada de debate e o anúncio de pessoas desaparecidas.Esta é uma receita de sucesso, sem dúvida. Nos anos 90, era assim o programa de maior audiência do rádio brasileiro. Na apresentação, o comunicador que ficou conhecido como “o amigão das mulheres”, Paulo Lopes.Em 1992, eu estudava comunicação e juntamente com meu amigo Paulo Cesar Sene, que se tornou um fotógrafo excelente, fomos ao estúdio da Rádio Globo AM de São Paulo, à época na Rua das Palmeiras. É desse túnel do tempo que vem as imagens que você vê neste episódio, enquanto conhece a história do apresentador e do Show que comandava em emissoras populares, como Globo e Capital. Paulo Lopes nasceu em Urucânia, interior de Minas Gerais. É filho de camponeses e o mais novo entre os homens de uma família de 11 irmãos. Foi no ano de 1947, em 3 de fevereiro, dia de São Brás, que ressalta ser o protetor da garganta. O início como locutor foi aos 16 anos na rádio da Companhia Siderúrgica Belgo-mineira. Depois trabalhou em Juiz de Fora como repórter policial da Rádio Sociedade AM 1010 Khz, que mais tarde se tornaria a Rádio Solar.Após uma rápida passagem pela Rádio Globo de Belo Horizonte onde se dedicava a tocar música, em 1969 vai para o Rio de Janeiro e entra na Rádio Tupi e, em seguida, na Guanabara, onde passa a comandar o histórico Show do Paulo Lopes. Em 87, chega à Rádio Globo de São Paulo para substituir Paulo Barbosa, que estava indo para a Record.Neste episódio, relembre ou descubra como era a estrutura do programa e acompanhe alguns dos principais quadros que iam ao ar na Rádio Globo, das 8 às 12h. Capítulos: 00:00 A estrutura do Show do Paulo Lopes e as emissoras pelas quais o comunicador passou até chegar à Rádio Globo de São Paulo03:40 Quadro “Alguém se preocupa com você”, destinado a auxiliar as pessoas a encontrarem parentes desaparecidos06:28 Gincana com participação de ouvintes por telefone 07:56 A oração de Ave Maria no Show do Paulo Lopes14:29 Paulo Lopes fala sobre o funcionamento da publicidade no programa15:04 Paulo Lopes faz comerciais de rádio ao vivo 20:11 Repórter Policial 110 no Show do Paulo Lopes: Haisem Abaki fala sobre crime envolvendo assassinato de coreanos na Rua Canindé20:55 O Globo no Ar com apresentação do saudoso Marcelino Domênico24:17 Debate do Paulo Lopes com participação de Zulaiê Cobra Ribeiro28:08 Quadro “Vem Dançar Comigo”, em que Paulo Lopes conversava com as donas de casa que ouviam o programa31:12 Paulo Lopes em mensagem do perfil @paulolopesradialista no Instagram34:08 O operador de áudio Juninho Negrão tinha total confiança de Paulo Lopes e era uma espécie de maestro nos bastidores.35:29 O sucesso do Show do Paulo Lopes36:36 Anúncio da Rádio Capital publicado no jornal O Estado de São Paulo em homenagem ao Dia do Rádio37:28 Música de abertura do programa Show do Paulo Lopes na Rádio Globo no início dos aos 199038:24 Abertura do programa Show do Paulo Lopes na Rádio Globo40:11 Editorial de abertura do Show do Paulo Lopes. O apresentador fala sobre a importância de valores interiores diante de uma humanidade preocupada com beleza acima de tudo

Neste episódio, conheça cada vencedor do Prêmio APCA 2025, na categoria Rádio e Podcast, de acordo com júri formado por Fausto Silva Neto, Marcelo Abud e Maria Fernanda Teixeira. Além da repercussão nas redes sociais, você fica com depoimentos exclusivos de Haisem Abaki da Rádio Eldorado FM e de Beto Pereira e Marcus Aurelio de Carvalho, da ONCB.Capítulos:00:00 Abertura sobre a assembleia da APCA - Associação Paulista de Críticos de Arte01:23 O apresentador do Jornal Eldorado, Haisem Abaki, melhor Profissional de Rádio, dá depoimento exclusivo sobre a importância do prêmio e a ética no jornalismo04:39 Estreia de Haisem Abaki na Rádio Eldorado em 200905:02 Anúncio do melhor Podcast de 2025: Não Inviabilize / Picolé de Limão06:53 Déia Freitas fala da paixão pelo rádio 08:14 Déia Freitas, do Não Inviabilize, revela desde quando se descobriu contadora de histórias. Na infância, tinha o apelido em família de "fofocão"09:00 Anúncio do melhor Programa Cultural de 2025: Tarde Nacional, da Rádio Nacional de São Paulo09:33 Bastidores do Programa Tarde Nacional e entrevista com Victor Costa e Guilherme Strozi em reportagem da TV Brasil11:45 Anúncio do melhor Programa Musical: Moicast, do "Moicano Reage"12:13 Moicano fala como e por que criou o Moicast14:33 Moicano Reage à conquista do Prêmio APCA como Melhor Programa Musical16:49 Trecho de participação do Biquini Cavadão no Moicast. O grupo fala como começa a cantar a música Chove Chuva, de Jorge Benjor, que foi tocada pela primeira vez no Estúdio Transamérica20:20 Anúncio do Melhor Programa Esportivo de 2025: Energia em Campo, Futebol de Torcedor pra Torcedor21:34 Sombra e participantes do Estádio 97 comentam sobre a vitória do Energia em Campo no Prêmio APCA24:35 Anúncio do Melhor Programa de Variedades de 2025: Páginas da Infância, de Janaína Barros, do Revista CBN25:23 Janaína Barros fala sobre a importância da conquista do Prêmio APCA para o Páginas da Infância, sobre literatura infantil e juvenil28:14 Anúncio do Grande Prêmio da Crítica na Categoria Rádio, que foi conquistado pela web rádio ONCB, Organização Nacional dos Cegos do Brasil29:24 O presidente da ONCB, Organização Nacional de Cegos do Brasil, Beto Pereira, e o jornalista e professor de comunicação Marcus Aurelio de Carvalho, um dos quatro gestores da Rádio ONCB desde 2019 falam sobre a história da emissora e de eventos realizados ao longo de 6 anos de existência32:06 Marcus Aurelio de Carvalho cita transmissão de lives que aconteceram com grandes artistas em 2020, durante a pandemia32:26 Bastidores da transmissão da live de O Grande Encontro com Alceu Valença, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo 40:33 Encerramento e depoimentos de grandes nomes do rádio falando sobre a força desse meio de comunicação

Em assembleia geral realizada no Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo na noite da segunda-feira, 26 de janeiro de 2026, a APCA - Associação Paulista de Críticos de Artes escolheu os melhores de 2025 em 11 categorias.Saiba quem venceu em Rádio e Podcast, de acordo com júri formado por Fausto Silva Neto, Marcelo Abud e Maria Fernanda Teixeira. Grande Prêmio da Crítica:Web Rádio ONCB (Organização Nacional dos Cegos do Brasil)Web rádio que democratiza o acesso à informação e à cultura abordando temas como inclusão, acessibilidade, diversidade e respeito à dignidade humana. A emissora também se destaca por gerar oportunidade de trabalho para pessoas cegas e com baixa visão.Profissional de Rádio:Haisem Abaki – Eldorado FM 107,3Pela apresentação dos programas Jornal Eldorado e Eldorado em Campo. Este ano o jornalista completa 40 anos de atividade. Tem como uma de suas características transmitir notícias como se estivesse conversando com quem ouve a emissora. Podcast:Não Inviabilize – Déia Freitas https://naoinviabilize.com.br/ Mais conhecido como Picolé de Limão, nome da seção de maior sucesso do podcast, o Não Inviabilize tem novos episódios às segundas e quintas e segue a tradição de programas de rádio como o “Que Saudade de Você”, marca de Eli Corrêa. Déia Freitas ganhou destaque durante a pandemia. Ela aproveitou o tempo de confinamento para dar voz a um projeto que havia começado há cerca de duas décadas: o blog Não Inviabilize, em que escrevia crônicas. Logo, ao abrir espaço para narrar histórias enviadas por e-mail, tornou-se um dos maiores podcasts do país e, o melhor, ficando no Top 1 do Spotify em muitas semanas, mesmo diante da concorrência com uma infinidade de videocasts. Este é outro ponto importante, Não Inviabilize é “só” áudio. O segredo está na proximidade e no jeito de narrar, além da qualidade dos roteiros. Programa Cultural: Tarde Nacional – Rádio Nacional de São Paulo 87,1O Tarde Nacional é o horário local da Rádio Nacional. Em São Paulo, das 15 às 17h, de segunda a sexta, Victor Ribeiro e Guilherme Strozi levam ao ar entrevistas, prestação de serviço, reportagens e agenda cultural com enfoque na Grande São Paulo. O programa também apresenta colunas sobre novidades musicais, achados da literatura e formação da identidade cultural da cidade. Programa Musical:Moicast – produzido e apresentado por Edwin Junior, conhecido como Moicano Moicast é o Videocast do Moicano, que tem grande destaque nas redes falando de música como "Moicano Reage".Nos episódios do Moicast, ele faz um trabalho de produção e apresentação primoroso e proporciona às bandas a possibilidade de contar e cantar a história, em um estúdio de alta qualidade. É o tipo de Videocast que coloca o áudio em primeiro plano e respeita quem ouve. Para ser ouvido ou visto com fone de ouvido.Esporte:Energia em Campo – futebol de torcedor para torcedor pela Energia 97,7Futebol de torcedor para torcedor. Energia em Campo é o nome da jornada esportiva que traz as transmissões das partidas de futebol dos quatro grandes de São Paulo. Com equipes completas de narrador, comentarista, apresentador e repórter, cada time tem profissionais tarimbados que também são torcedores. As jornadas têm muita emoção, toques de humor, conteúdos adaptados para o rádio e o youtube (durante os intervalos, o bate-papo não para na rede). Entre os destaques da equipe na narração, está o versátil comunicador Domênico Gatto. Programa de Variedades:Páginas da Infância, de Janaína Barros – CBN 90,5Páginas da Infância completou 2 anos no ar recentemente. Veiculado no Revista CBN, aos finais de semana, o quadro é produzido e apresentado pela produtora Janaína Barros. A literatura infantil e juvenil é tratada com a importância que tem, a partir de entrevistas com escritores e escritoras, ilustradores e ilustradoras.

25 de janeiro é tradicionalmente o aniversário de São Paulo. Mas para quem gosta de rádio e mora nessa "paulicéia desvairada", a data é inesquecível também por marcar o aniversário de uma outra Cidade.Originalmente nascida no Rio de Janeiro, em 1977, a Rádio Cidade FM, do grupo Jornal do Brasil, chega em São Paulo no dia 25 de janeiro de 1980. Foram 21 anos de sucesso inquestionável, até ser forçada a mudar de nome em 2001 (transformou-se na Sucesso FM).Para comemorar essas 4 décadas em que o rádio jovem ganhou definitivamente sua linguagem em FM vamos relembrar áudios de entrevistas e depoimentos, muitos deles gravados por mim em fita cassete. Pra começar nossa viagem, voltamos ao ano de 1979, quando foram feitos os primeiros testes de locução para formar a equipe da Cidade FM de São Paulo, que no ano seguinte entra no ar em 96,9. Em seguida, tem a estreia de Beto Rivera no primeiro dia da emissora. Tem ainda a primeira trilha da Cidade, gravada pela banda Os Famks, que logo chama a atenção de Mariozinho Rocha e se transforma no Roupa Nova. Entrevistas e depoimentos de vários nomes importantes que passaram pelos microfones da Cidade FM, nos 96,9 de São Paulo ajudam a contar a história e a importância que essa rádio teve e tem para a linguagem do rádio a partir do final dos anos 70.Capítulos:00:00 Abertura sobre a importância da Rádio Cidade FM em São Paulo02:17 Primeiros testes da Rádio Cidade em 1979, com Rony Magrini, Celene Araújo e Beto Rivera08:13 Beto Rivera na estreia da Rádio Cidade em São Paulo, em 25 de janeiro de 198008:47 Música tema da inauguração da Rádio Cidade, com locutores da emissora do Rio de Janeiro recepcionando a chegada em São Paulo12:35 Rony Magrini fala sobre o primeiro tema da Cidade FM gravado pelos locutores de São Paulo, em 198017:18 Como nasceu o grupo Roupa Nova: após gravar a música tema da Cidade FM, Mariozinho Rocha viu o talento da banda, que ainda se chamava Os Famks. 18:57 Delphis, Rony Magrini e Sandra Groth falam sobre as inovações que a Rádio Cidade FM trouxe para o rádio21:29 Edição especial do programa O Sucesso da Cidade, em homenagem ao Dia do Rádio. Tavinho Ceschi e Celso Giunti recebem locutores e dirigentes da Cidade FM no estúdio27:41 Passagem de horário entre Cesar Rosa e Rony Magrini em 198030:00 Flavio Ashcar (falecido em 2020) relembra o início na Rádio Cidade30:54 Bob Floriano (falecido em 2025) relembra como começou na Rádio Cidade36:04 Como foi a cobertura do show do Queen, no Morumbi, pela Cidade FM37:30 Tema de fim de ano da Cidade FM para o ano 2000: Feliz Cidade44:03 Vinhetas da Rádio Cidade FM nos anos 80Ouça outros episódios sobre a Rádio Cidade no podcast Peças Raras: Sandra Groth e as mulheres da CidadeRádio Cidade FM em uma só vozComo nasceu a Rádio Cidade

Para este período de férias, voltamos a 20 de abril de 2013. Divirta-se com esta edição especial do programa "Você é Curioso?" em que a equipe do programa deu voz a textos de humor escritos por Magalhães Jr.O elenco estelar conta com: Gilmar Lopes, Luis Flavio, Cesar Monteiro, Marcelo Abud, Antonio Mier, Guilherme Dominichelli e a dupla responsável pela apresentação, Marcelo Duarte e Silvania Alves.Capítulos:00:00 Abertura sobre a edição especial de humro do programa Você é Curioso, levada ao ar em 20 de abril de 2013 na Rádio Bandeirantes03:00 Magalhães Jr. conta como é o processo de criação de textos de humor e divide alguns segredos que funcionam com o público08:49 Esquete 1 - Radionovela Amorchandising, inspirada em Milton Neves12:41 Esquete 2 - "No Velho Oeste" retrata duelos bem divertidos16:31 Esquete 3 - Jornal Animal traz notícias como a de macacos-pregos que não querem aprovar o uso de martelos. Segundo eles, isso causa dor de cabeça22:14 Esquete 4 - Uma divertida versão da história do Conde Drácula, que tem como protagonista a responsável pelo quadro Transilvânia25:51 Esquete 5 - Telemarketing oferece jazigos para quem não tem onde cair morto31:06 Esquete 6 - A ingrata profissão de um assaltante33:24 Esquete 7 - Safira e Esmeralda são as joias para pagar um falso sequestro36:04 Esquete 8 - Mais tentativas frustradas de um assaltante. Desta vez, ele se dá mal ao abordar um fiscal da receita federal, para quem fica devendo39:37 Esquete 09 - Guichê de Repartição42:43 Esquete 10 - No Velho Oeste versão 2

Esta é uma edição do podcast Rádio Malaveia e foi publicada originalmente em 11 de maio de 2023. No episódio, eu começo fazendo uma homenagem à Rita Lee. Você vai ouvir o jingle "Algo Mais", composto e interpretado pelos Mutantes para a Shell. A música publicitária fez tanto sucesso que foi gravada no LP da banda, em 1969. Na sequência, conheça os bastidores da criação da campanha para o Nissan Sentra, em 2007, que utilizou a música "Será que é pra mim?", da Banda The Uncles. Tem ainda as histórias e versões dos clássicos jingles de Cobertores Parahyba, Café Seleto, Duchas Corona, Antarctica (Pipoca e Pizza com Guaraná), Silêncio de um Chevrolet e outras lembranças que vão transportar você ao tempo em que os jingles eram a principal marca da publicidade no rádio e na TV.Capítulos:00:00:00 A importância do jingle para a publicidade e a participação dos Mutantes na campanha da Shell00:02:14 Jingle Algo Mais, interpretado por Mutantes, para a Shell00:04:08 A história do jingle "Será que é pra mim" (Não tem cara de Tiozão), que foi gravado pela banda The Uncles e ficou conhecido a partir de campanha do Nissan Sentra00:08:13 Entrevista com a banda The Uncles00:16:33 A história do jingle de Cobertores Parahyba (Já é hora de dormir)00:20:36 Mario Fanucchi, criador do jingle de Cobertores Parahyba em parceria com Erlon Chaves, conta como nasce a música que mandava as crianças irem para a cama00:26:00 A história do jingle do refrigerante de uva Grapette (Quem bebe Grapette, Repete), de 1958, criado por Heitor Carillo00:28:35 Jingle "Quem bebe Grapette, Repete"00:29:25 A história do jingle de Pepsi, "Só tem amor quem tem amor pra dar", criado e interpretado pelo trio Sá, Rodrix e Guarabyra00:32:10 Jingle de Pepsi "Só tem amor quem tem amor pra dar", de 197300:35:02 O jingle "apanho o sabonete" se torna trilha sonora para ser cantada debaixo do chuveiro nos anos 70. A música é uma criação de Francis Monteiro para Duchas Corona00:37:10 Jingle de Duchas Corona (Apanho o Sabonete), de 197200:42:14 A história do jingle de Café Seleto, criado por Archimedes Messina00:42:44 Versão do Jingle de Café Seleto produzida pela produtora Play it Again em 2013, com interpretação de Luciana Alves00:44:03 Versão original do jingle de Café Seleto, de 197400:47:10 Os jingles de Guaraná Antarctica nos anos 90 (pipoca com guaraná, pizza com guaraná)00:49:22 Jingle do Guaraná Antarctica "Pipoca com Guaraná"00:49:54 Jingle Pizza com Guaraná00:50:24 Jingle X-Tudo com Guaraná faz com que Guaraná Antarctica seja vendido no Mc Donalds00:52:12 A história do jingle "Silêncio de um Chevrolet", criado por Zé Rodrix00:53:54 Jingle "Silêncio de um Chevrolet", de 1987, produzido pela "Voz do Brasil"00:55:19 Versão de "Silêncio de um Chevrolet" gravada pelo Barão Vermelho em 2010

Esta é uma edição do podcast Rádio Malaveia e foi publicada originalmente em 11 de maio de 2023. No episódio, eu começo fazendo uma homenagem à Rita Lee. Você vai ouvir o jingle "Algo Mais", composto e interpretado pelos Mutantes para a Shell. A música publicitária fez tanto sucesso que foi gravada no LP da banda, em 1969. Na sequência, conheça os bastidores da criação da campanha para o Nissan Sentra, em 2007, que utilizou a música "Será que é pra mim?", da Banda The Uncles. Tem ainda as histórias e versões dos clássicos jingles de Cobertores Parahyba, Café Seleto, Duchas Corona, Antarctica (Pipoca e Pizza com Guaraná), Silêncio de um Chevrolet e outras lembranças que vão transportar você ao tempo em que os jingles eram a principal marca da publicidade no rádio e na TV.Capítulos:00:00:00 A importância do jingle para a publicidade e a participação dos Mutantes na campanha da Shell00:02:14 Jingle Algo Mais, interpretado por Mutantes, para a Shell00:04:08 A história do jingle "Será que é pra mim" (Não tem cara de Tiozão), que foi gravado pela banda The Uncles e ficou conhecido a partir de campanha do Nissan Sentra00:08:13 Entrevista com a banda The Uncles00:16:33 A história do jingle de Cobertores Parahyba (Já é hora de dormir)00:20:36 Mario Fanucchi, criador do jingle de Cobertores Parahyba em parceria com Erlon Chaves, conta como nasce a música que mandava as crianças irem para a cama00:26:00 A história do jingle do refrigerante de uva Grapette (Quem bebe Grapette, Repete), de 1958, criado por Heitor Carillo00:28:35 Jingle "Quem bebe Grapette, Repete"00:29:25 A história do jingle de Pepsi, "Só tem amor quem tem amor pra dar", criado e interpretado pelo trio Sá, Rodrix e Guarabyra00:32:10 Jingle de Pepsi "Só tem amor quem tem amor pra dar", de 197300:35:02 O jingle "apanho o sabonete" se torna trilha sonora para ser cantada debaixo do chuveiro nos anos 70. A música é uma criação de Francis Monteiro para Duchas Corona00:37:10 Jingle de Duchas Corona (Apanho o Sabonete), de 197200:42:14 A história do jingle de Café Seleto, criado por Archimedes Messina00:42:44 Versão do Jingle de Café Seleto produzida pela produtora Play it Again em 2013, com interpretação de Luciana Alves00:44:03 Versão original do jingle de Café Seleto, de 197400:47:10 Os jingles de Guaraná Antarctica nos anos 90 (pipoca com guaraná, pizza com guaraná)00:49:22 Jingle do Guaraná Antarctica "Pipoca com Guaraná"00:49:54 Jingle Pizza com Guaraná00:50:24 Jingle X-Tudo com Guaraná faz com que Guaraná Antarctica seja vendido no Mc Donalds00:52:12 A história do jingle "Silêncio de um Chevrolet", criado por Zé Rodrix00:53:54 Jingle "Silêncio de um Chevrolet", de 1987, produzido pela "Voz do Brasil"00:55:19 Versão de "Silêncio de um Chevrolet" gravada pelo Barão Vermelho em 2010

Em 2020, produzi para o Instituto Claro uma cartão sonoro de fim de ano em formato de audiodrama. Este episódio reúne várias passagens das tirinhas “Téo & o Mini Mundo – O Lugar do Outro”, de Caetano Cury com reflexões filosóficas, porém tornadas simples a partir da conversa de uma criança com sua melhor amiga.Diálogos curtos e inteligentes entre o menino Téo, que observa seu pequeno universo em um microscópio, e a borboleta Eulália trazem considerações sobre sentimentos, sentidos e os caminhos para as transformações em nós mesmos e no mundo. No áudio, fica, então, um convite às perguntas mais elaboradas e às respostas mais simples. Ajuste as lentes do seu microscópio e dê o play nesta mensagem sensível e encantadora.

Em 2007, para o podcast O Toque (sobre música independente do Brasil), o tema foi música de Natal. Neste episódio especial, Celso Viáfora conta a história da criação da canção “Papai Noel de Camiseta”.A composição surge a partir de um convite inesperado de Ivan Lins e dá início a uma parceria que rende dezenas de músicas. Viáfora também relata como surge a ideia de gravar com as crianças do projeto social Barracão dos Sonhos, de Paraisópolis. O sucesso de “Papai Noel de Camiseta” leva o cantor e compositor a levar o grupo de crianças para apresentações em seus shows pelo Brasil. No final, você acompanha a interpretação da canção feita pelo próprio autor.Capítulos:00:29 Celso Viáfora se apresenta e conta a história envolvendo a composição da música de Natal “Papai Noel de Camiseta”00:38 O telefonema inesperado de Ivan Lins solicitando uma música de Natal para o álbum temático que iria lançar01:29 A reação de Ivan Lins ao ouvir a música e o início de uma parceria que rende mais de 50 canções01:50 A gravação da música com participação de crianças do projeto social “Barracão dos Sonhos”, da favela de Paraisópolis02:22 As contradições sociais entre condomínios de luxo e a favela na região do Morumbi e o quanto a letra da música se encaixa nessa realidade, em trechos como "E surgirão blocos mirins de suas camas de jornal e drag queens, os reis magros do carnaval de pé no chão" 02:54 O apoio de Walter Feldman para levar 15 crianças do projeto para gravar no Rio de Janeiro e a alegria delas ao ver o mar03:21 Celso Viáfora inclui crianças do Barracão dos Sonhos em outras músicas e apresentações que faz pelo país03:58 “Papai Noel de Camiseta” (Celso Viáfora)

Nesta edição, você vai ouvir uma biografia sonora de Zé Rodrix, a partir do programa Papo de Músico. A entrevista foi ao ar em março de 2009, poucos meses antes da morte de Rodrix. Este episódio é, também, uma homenagem ao radialista, jornalista e crítico musical Toninho Spessoto, que apresentava e produzia o Papo de Músico para a Rádio USP FM. Spessoto morreu há 15 anos, em 23 de dezembro de 2010. Acompanhe o Papo de Música com a última grande entrevista de Zé Rodrix, que originalmente foi levada ao ar em três partes nos dias 8, 15 e 22 de março de 2009, pela Rádio USP FM. Capítulos: 00:00 Abertura sobre a importância de Toninho Spessoto e de Zé Rodrix para a música no Brasil04:20 Cantor, compositor e amigo de Zé Rodrix, Sonekka conta como foi a participação de Zé Rodrix no Papo de Músico08:17 Toninho Spessoto abre segundo bloco do programa 08:37 O Som Imaginário e Feira Moderna (Lô Borges/Beto Guedes/Fernando Brant)10:05 Festivais 12:24 Como nasce “Casa no Campo”, que logo se torna um grande sucesso na voz de Elis Regina13:41 O polêmico Festival de MPB de 1971 15:33 Zé Rodrix apresenta “Casa no Campo” a Elis Regina, que dá a forma definitiva à canção16:45 Casa no Campo (Zé Rodrix/Tavito)19:46 O trio Sá, Rodrix e Guarabyra: Hinos Batistas, Passado, Presente, Futuro23:24 Deixa a Luz do Céu Entrar (Hino Batista Tradicional)28:37 Hoje Ainda é Dia de Rock (Zé Rodrix)31:00 Hoje Ainda é Dia de Rock com Tavito, versão de 200933:50 Primeira Canção da Estrada (Luiz Carlos Sá/Zé Rodrix) mixada com Da Penúltima Canção da Estrada à Volta do Trio (breve citação)39:18 O sucesso de Sá, Rodrix e Guarabyra com o disco Terra, de 197351:29 Arranjos vocais do trio eram intuitivos 53:52 Mestre Jonas (Sá, Rodrix e Guarabyra)57:42 Celly Campello grava a música Os Anos 60, do trio01:02:53 Anos 60 (Sá/Rodrix/Guarabyra) e Blue Riviera (Sá/Rodrix/Guarabyra)01:06:10 O fim do Trio Sá, Rodrix e Guarabyra01:07:40 A volta do trio no Rock in Rio 301:08:11 A publicidade na carreira de Zé Rodrix 01:09:48 Audiopatrulha se transforma na Voz do Brasil, uma das principais produtoras de jingles do país01:10:52 No Silêncio de um Chevrolet, jingle para a linha 88 da Chevrolet01:12:59 No lançamento do Prisma, da Chevrolet, Zé realiza um musical e toca o jingle no espetáculo01:13:35 Sobre a criação de jingles e marcas sonoras para Fininvest/Marisa/Pernambucanas01:16:51 Primeiro Ato, álbum inaugura carreira solo com produção e arranjos do parceiro Tavito 01:18:09 Cadeira Vazia no. 2 (Sá/Rodrix/Guarabyra)01:20:55 Soy Latino-Americano: Sucesso Nacional em 197601:24:40 Promoção com a Nova Brasil FM consagra a volta de Sá, Rodrix e Guarabyra com o álbum Outra Vez na Estrada01:25:40 A democratização ao acesso das músicas para além das rádios01:26:13 Soy Latino-Americano (Zé Rodrix/Robert Livi)01:29:42 O sucesso do disco “Quando Será”, de 1977, que inaugura a parceria com Paulo Coelho01:33:45 Quando Será (Zé Rodrix/Robert Livi)01:37:37 O disco Hora Extra, a nova parceria com Paulo Coelho01:42:21 Hora Extra (Zé Rodrix/Paulo Coelho)01:44:30 Joelho de Porco, a Grande Farra do Rock01:50:27 Rock do Relógio (Zé Rodrix)01:56:18 Mariquinha e Maricota (Zé Rodrix/Tico Terpins/Próspero Albanese/David Drew Zingg)02:02:40 Parceria com Sonekka e Clube Caiubi: a renovação da música brasileira02:03:55 Nunca Senti Tanto Medo de Ser Feliz (Zé Rodrix/Sonekka)02:06:52 A importância de se posicionar com a música02:09:27 Jesus Numa Moto (Zé Rodrix)02:13:34 A parceria de Reynaldo Bessa em Por Amor, gravada no acústico MTV do Ira!02:15:50 Zé Rodrix canta e toca “Onde os Anjos não ousam Pisar”02:24:29 Projetos literários e livros lançados por Zé RodrixCrédito da imagem: feita com ChatGPT a partir de foto do dia da gravação do programa Papo de Músico, publicada no blog do programa

Chegou o momento do nosso cartão sonoro de fim de ano.A mensagem que você vai ouvir foi produzida por um grupo de estudantes do 4º semestre de Publicidade e Propaganda do Centro Universitário FAAP, a partir da criação de um piloto de podcast para a marca Ferrero. O Doce Natal de KinderinoNeste episódio especial de fim de ano, você visita Kinderlândia, uma ilha mágica feita de chocolate, onde vive o pequeno e generoso Kinderino. Às vésperas do Natal, ele recebe um chamado urgente do Papai Noel: os presentes das crianças desapareceram e é preciso encontrar uma solução rapidamente. Em uma jornada marcada por sonhos, cansaço e descobertas, Kinderino aprende que até uma pequena ideia pode se transformar em uma grande saída, quando se trabalha em equipe.Ao reunir seus primos e amigos, personagens inspirados no universo da Ferrero, a história revela que a verdadeira magia do Natal não está no tamanho dos presentes, mas na amizade, no trabalho em equipe e na esperança compartilhada. Entre risadas, esforço coletivo e momentos de descanso merecido, o conto se transforma em um convite afetuoso à escuta e à reflexão.Mais do que um episódio narrativo, este podcast funciona como um cartão sonoro de Natal: uma mensagem delicada que lembra que amor, solidariedade e união são os presentes mais doces que podemos oferecer. Capítulos:00:00 Sobre a criação do audioconto de Natal00:35 Conto de Natal "Kinderino em Um Doce Natal"07:43 Encerramento e ficha técnicaIntegrantes do grupo: Amanda Encinas LeiteClara Viel Faro Laura Nogueira PapyLorenzo Mansur BonomiMaria Alice Pires Benevides GadelhaMaria Luíza Casellato de Castro PetianFicha Técnica:Roteiro: Amanda, Laura e MaluProdução Sonora: Clara e MaluVozes:Maria Alice – narraçãoLorenzo – KinderinoLaura – Choco, Tronky e BuenoMalu – JoyParticipação especial de Vinícius Barbosa de Lima, como Papai NoelGravação e edição: Sérgio ZannotiProdução e Direção de todo o grupoOrientação: Marcelo Abud, para a matéria Produção Sonora Aplicada

Depois do sucesso da primeira edição em junho de 2025 (veja aqui), turmas dos cursos de Comunicação do Centro Universitário FAAP foram novamente estimuladas a criar músicas que exaltam as qualidades do áudio, diante do crescimento da oferta de videocasts. Para isso, o professor de Laboratório de produção sonora e podcast da instituição, Marcelo Abud, colocou esses estudantes em contato com matérias e artigos do site Castnews, que destacam características do “audiocast”, como produção mais ágil, menor custo, distribuição mais flexível, maior mobilidade e retenção do público.A 2ª edição do Concurso FAAP MUSICASTNEWS conta com universitários e universitárias dos cursos BCM (que reúne estudantes de Publicidade e Propaganda, Jornalismo e Relações Públicas) e, também, alunos do curso de Produção Audiovisual. Um júri especializado teve a missão de escolher as melhores criações em quatro categorias: Letra, Interpretação, Produção e Conjunto da obra. Para eleger as melhores paródias ou criações originais, o concurso contou com:Renato Bontempo, autor do livro “Podcast Descomplicado” e, também, publicitário, professor, fotógrafo e fundador do Castnews, que, aliás, se tornou parceiro deste nosso concurso;Roberto Hais, comunicador, programador musical e professor. Locutor há mais de 35 anos, Hais atualmente está nas noites da Mix FM. Reynaldo Bessa, poeta, escritor, professor, músico e compositor.Leandro Gouveia, repórter e apresentador da Rádio e de podcasts da CBN. Vencedor do Prêmio APCA pelo podcast Meio Rádio.Caio Zan, produtor musical na Zanzar. Formado em Produção Fonográfica, atua na pós produção sonora com composição de trilhas sonoras, edição e finalização de som, mixagem e masterização. Este incrível time de profissionais ligados ao áudio e à música tiveram a missão de escolher os melhores entre 17 produções musicais (disponíveis neste link).Capítulos:00:00 Apresentação do objetivo e de como funciona o Concurso FAAP MUSICASTNEWS, em que estudantes criam músicas para valorizar as qualidades do áudio na produção e consumo de podcasts02:44 Mix com as músicas concorrentes08:26 MELHOR LETRA: Podcast On, criada por Arthur Vitor Andrade Jardim / Isabela Weza de Oliveira / Isabella Fernandes / Julia Ferreira Chaves, do 4º semestre de Publicidade e Propaganda.11:18 MELHOR LETRA E MELHOR PRODUÇÃO: No Mic me Lanço' criação de Amanda de Almeida Salvador, Beatriz Barros de Morais, Evellyn Rodrigues Barros, Gustavo da Cruz Moreno, Lais Gerbelli Lima, Lucas Teodoro Abud, Luísa da Silva Assumpção, Maria Clara Guilherme Veloso, Rodrigo Andrade da Paz, Stephanie Fernandes Fiuza Esteves, Yasmin Gabrielle de Souza Silva e Yeda Machado Kodama, estudantes do primeiro semestre do curso BCM, noturno.14:27 MELHOR INTÉRPRETE: Gabriela Saraceni, pela interpretação da música Play no Podcast, criada pelo grupo: Aline Esteves Garcia, Carolina de Lima Freire, Caio Berbigier Martins, Gabriela Venancio Saraceni, Gustavo Melo de Sá e Nicolas Borillo Justo, turma do primeiro semestre do curso BCM, matutino. 18:05 MELHOR INTÉRPRETE: Gabriela Camisotti, que canta Em Qualquer Lugar, criação do grupo de estudantes do BCM Noturno formado por Anna Belchior, Breno Zanella, Gabriela Camisotti, Guilherme Neves, Júlia De Souza, Júlia Portapila, Mariane Sales, Michele Bleil, Stephanie Esteves. Vale uma menção honrosa para todas as integrantes do grupo, que, como você vai ouvir, são responsáveis por um afinadíssimo coral. 20:54 MELHOR PRODUÇÃO E MELHOR DE TODOS: LEVE DEMAIS composição do grupo formado por Amanda Leite, Laura Papy, João Victor Moreira, Maria Alice Gadelha e Maria Luíza Petian, do 4º semestre de Publicidade e Propaganda (que aparecem na capa do podcast, em foto tirada por Yasmin Rebouças).

Silvio Santos faria 95 anos neste 12 de dezembro de 2025. Para homenagear o "Homem do Baú", aqui você vai conhecer alguns momentos do início da carreira do saudoso apresentador e empresário. Ouça a participação do professor e autor do livro "Silvio Santos - a trajetória do mito", Fernando Morgado. Saiba como foi a trajetória de Silvio Santos no rádio e ouça trechos de programas apresentados por ele, além de uma inusitada interpretação como cantor em 1959 no programa Galera do Nelson, na Rádio Nacional de São Paulo. Capítulos:00:00 Abertura02:31 Abertura do Programa Silvio Santos na Rádio Nacional de São Paulo03:30 Fernando Morgado faz um panorama da trajetória de quase 40 anos de Silvio Santos no rádio04:06 Na Nacional de São Paulo, Silvio Santos é impulsionado por Manoel de Nóbrega e depois ganha seu próprio programa04:33 Silvio Santos é um representante da transição do rádio dos programas de auditório para um meio de comunicação mais intimista05:23 Silvio Santos relembra como começou na Rádio Nacional de São Paulo e sobre o primeiro teste que fez para ter um programa de rádio07:06 Trechos do Programa Silvio Santos na Rádio Nacional12:59 Silvio Santos apresenta debate sobre notícias do dia, no quadro Falando Francamente, que comandava na Rádio Globo18:49 A história de como Silvio Santos se torna o "Peru Falante", apelido dado pelo colega Manoel de Nóbrega20:01 Silvio Santos canta "A Marcha do Peru" no programa Galera do Nelson. A marchinha foi lançada para o carnaval de 5925:13 Áudio de disquinho da série "Bauzinho Encantado: Silvio Santos para Crianças". Ouça Silvio Santos como narrador da adaptação da história de O Mágico de Oz

Vozes da Longevidade é resultado da parceria entre a FAAP e o Instituto Velho Amigo. Neste episódio, conversamos com a fundadora e presidente do Instituto Velho Amigo Regina Moraes, o fundador da Associação Viva e Deixe Viver Valdir Cimino e a cantora Paulah Gauss. Capítulos:02:05 Regina Moraes conta como surge o Instituto Velho Amigo. O fato de ter crescido vendo o pai, Antonio Ermírio de Moraes, fazer trabalho voluntário à frente da Beneficência Portuguesa e Cruz Verde a inspiraram 02:49 Caçula de 9 irmãos, Regina convivia com pessoas mais velhas desde a infância. 04:20 Como acionista do Grupo Votorantim, recebe telefonema com pedido de doação de cimento para a construção de uma casa. No dia em que vê a obra pronta, decide que o voluntariado seria seu propósito de vida06:19 Cimino relata como nasce a vontade de atuar como voluntário. Ele cita a influência da avó, que era curandeira. No dia de São Cosme e Damião, ajudava a fazer os saquinhos de doce e depois os distribuía07:20 O voluntariado ganha visão profissional quando mora nos Estados Unidos, nos anos 90, de onde volta com a ideia de criar a Associação Viva e Deixe Viver07:50 Valdir explica como funda a Associação Viva e Deixe Viver e como ficava incomodado em ver o tempo que a criança ficava em frente à televisão e não se dedicava à leitura08:20 A percepção de que para a criança, inclusive em hospitais, aceitar a leitura, é preciso estimular a brincadeira antes. 09:21 Valdir e Regina se conheceram em 2001, Ano Internacional do Voluntariado e o da queda das torres gêmeas, o que torna ainda mais importante que se fale de humanização10:07 Regina fala da mudança do perfil e do comprometimento da pessoa voluntariada que percebe ao longo de mais de duas décadas à frente do Instituto Velho Amigo. Indica o site descubrasuacausa.net.br para quem tem interesse em se tornar uma pessoa voluntária12:14 Valdir ressalta a importância da formação para quem quer se tornar voluntário. Ele explica o conceito dos 3 Cs: Consciência, Comprometimento e ser Constante. Estas são qualidades da pessoa voluntária13:07 O cortisol na saliva da criança cai depois que ela ouve uma boa contação de história13:53 Valdir Cimino se emociona ao lembrar o que o fez perceber o poder transformador do voluntariado. Ele trabalhava na MTV e ficou um ano nos Estados Unidos. Para melhorar a fluência na língua inglesa contou com voluntários idosos que contavam suas histórias para estrangeiros16:13 Valdir fala da importância do envolvimento e da formação da pessoa que se propõe a contar histórias para crianças com câncer, pela Associação Viva e Deixe Viver18:10 Entrevistados opinam se o voluntariado nasce da empatia ou pode ser despertado em qualquer pessoa18:34 "A palavra convence, mas o exemplo arrasta". Regina conta que o filho, quando muito criança, na época do Natal, teve o ímpeto de ajudar um funcionário do mercado que havia derrubado panetones no chão21:40 Fala-povo: como jovens enxergam o voluntariado e o que que cada um tem feito para transformar o mundo?24:00 Regina fala da importância de projetos de voluntariado voltados a pessoas idosas24:46 Valdir comenta sobre a motivação que vê em universitários que participam das ações do FAAP Social29:13 Valdir conta um causo que vivenciou e que o fez perceber o poder da música na mente das pessoas idosas31:50 A cantora Paula Gauss compartilha como se sente ao cantar voluntariamente para pessoas idosas33:25 Paula conta emoção de uma senhora que, ao ouvi-la cantar Fascinação, chorava copiosamente. Ela havia trabalhado com Elis35:05 Paula lembra da vó, que morreu com 99 anos. Ela foi inspiração para a cantora37:02 "Como é grande o meu amor por você", de Roberto Carlos, é o tema do Instituto Velho Amigo, para Paula40:10 Entrevistadas falam sobre desculpas que são dadas por quem não consegue ser voluntário e dão dicas para quem quer começar uma ação voluntária49:57 Depoimentos de pessoas atendidas pelo Instituto Velho Amigo

Neste episódio, homenageamos Joelmir Beting, que morreu em 29 de novembro de 2012, aos 75 anos, após complicações decorrentes de um AVC hemorrágico. Você vai acompanhar o momento em que o filho Mauro Beting anuncia a morte do pai ao vivo, no Terceiro Tempo, da Rádio Bandeirantes; uma matéria especial no Jornal Primeira Hora que, a partir de entrevista a Paulo Galvão ao programa Sofá Bandeirantes, faz um balanço da vida de Joelmir; entrevistas à galera do Na Geral e a Milton Neves. A Trajetória de Joelmir BetingProfissionalmente, tudo começa em 1957, quando chega a São Paulo e logo ingressa na Rádio Pan-Americana — a atual Jovem Pan — e nos jornais O Esporte e Diário Popular. Em 1961, cria a placa em homenagem a um gol de Pelé e assim se torna responsável pela inspiração da expressão “gol de placa”. Décadas depois, Pelé devolve a placa para Joelmir com outra homenagem: “Do autor do gol de placa ao autor da placa do gol.” Joelmir troca o Esporte pela Economia depois de uma partida entre Palmeiras e Corinthians, em que não se limita ao papel de comentarista e faz desaforos aos torcedores adversários. Em 1970, lança uma coluna diária na Folha e, depois em O Globo. Paralelamente, Joelmir segue no rádio e, em 1975, chega ao telejornalismo como âncora da Bandeirantes, onde permanece até 1985. Neste período tem uma primeira passagem marcante, a partir de abril de 78, na bancada do Jornal Gente, ao lado de José Paulo de Andrade e Salomão Ésper. Em 85, na Globo, assume colunas no Fantástico e no Jornal Nacional e participações na Excelsior, CBN, GloboNews. Fica no grupo da Família Marinho até 2003, quando retorna ao Grupo Bandeirantes, onde segue como comentarista e âncora por quase uma década.Ao longo da carreira, colecionou prêmios. O Comunique-se, por exemplo, levou quatro vezes. Em 2001, venceu o Grande Prêmio Instituto Ayrton Senna de Jornalismo.CAPÍTULOS:00:00 Abertura e importância de Joelmir Beting para popularizar a editoria de economia no jornalismo brasileiro02:15 Mauro Beting participa do podcast Pod Pai, Pod Filho e revela a Téo José e Alê os bastidores do programa Terceiro Tempo, em que noticia a morte do pai Joelmir Beting05:51 Mauro Beting comunica a morte do pai, Joelmir, ao vivo, no programa Terceiro Tempo, da Rádio Bandeirantes13:06 Matéria especial destaca trajetória profissional de Joelmir Beting13:50 Ao testemunhar uma jogada brilhante de Pelé no Marcanã, em 5 de março de 1961, Joelmir Beting tem a ideia de criar uma placa de bronze para registrar esse momento14:41 Joelmir Beting conta o motivo que o levou a abandonar a crônica esportiva, após um jogo entre Palmeiras e Corinthians, no Pacaembu. Ele quase foi linchado pela torcida corintiana, depois de fazer provocações quando o Palmeiras fez gol na partida15:39 Em 1962, começa a atuar no jornalismo econômico. Em 68, em coluna diária na Folha, passa a traduzir a economia para que todos entendessem17:50 Em comentário econômico no programa Perspectiva, em março de 79, Joelmir Beting aponta a necessidade de se diversificar as alternativas energéticas, diante da escassez de petróleo19:03 Joelmir como mediador de debates na TV Bandeirantes22:25 Abertura do programa Jornal Gente no dia da morte de Joelmir Beting. Os colegas José Paulo de Andrade, Salomão Ésper e Rafael Colombo relembram a importância do jornalista que popularizou a economia27:12 No dia 1º de dezembro de 2012, no quadro Interferência, do programa "Você é Curioso?", Marcelo Abud destaca o humor de Joelmir Beting, com um momento delicioso em que ele invade o programa Na Geral, que está completando 25 anos no ar e atualmente é apresentado na rádio Tropical FM33:52 Milton Neves entrevista Joelmir Beting em 8 de agosto de 2010. Eles conversam sobre a importância de padre Donizetti Tavares de Lima, que foi o mentor do jornalista ainda durante a infância em Tambaú70:24 Carlos Nascimento fala sobre idoneidade deJoelmir Beting

Começou no dia 10 e segue até o dia 21 de novembro deste ano de 2025 a COP30. A Conferência sobre Mudança Climática é o maior evento global das Nações Unidas para discutir e promover negociações intergovernamentais a respeito do assunto. E eu aproveito esse momento em que Belém do Pará é a capital do mundo, com suas belezas e contradições que têm sido acompanhadas pelos mais diversos veículos de comunicação, para trazer alguns temas que estão ligados às discussões que acontecem na COP30. Você vai acompanhar nesta edição especial dois episódios realizados por mim para o podcast do Instituto Claro, em que produzi áudios por mais de doze anos. Um deles é a matéria que fiz, em 2023, com a importante representante da Música Popular Originária (MPO), nascida em Mirinzal, no Estado do Maranhão, e moradora do Complexo da Maré, Kaê Guajajara. Ela usa a música como arte anticolonial para lutar pelos direitos dos povos originários. O outro assunto em pauta que colocamos no podcast de Cidadania do Instituto Claro é o Racismo Oceânico, que mostra que as tragédias causadas pelo aquecimento dos oceanos atingem mais a quem está à margem da sociedade. Quem nos explica como isso acontece é o professor do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo, USP, Alexander Turra.Entre a luta dos povos originários e os eventos climáticos extremos que atingem mais às populações vulneráveis, vamos relembrar a campanha pela despoluição do Rio Tietê, que fez com que a Rádio Eldorado, quando comandada por João Lara Mesquita, ficasse conhecida como uma emissora cidadã. CAPÍTULOS:00:00 Abertura02:19 Entrevista com Kaê Guajajara sobre o ativismo anticolonial na MPO (Música dos Povos Originários)11:01 Ex-diretor da Rádio Eldorado, João Lara Mesquita relembra da fase em que a emissora ficou conhecida como "Rádio Cidadã". Ao programa Panorama Eldorado, ele relembra do início da campanha pela despoluição do Rio Tietê, que foi uma das bandeiras da Rádio Eldorado18:38 Programa Espaço Informal com Roseli Tardelli dá início à campanha pela despoluição do Rio Tietê. A edição histórica, apresentada em 09 de agosto de 1990, foi realizada em parceria com a BBC. Enquanto que em São Paulo, o repórter Marco Antonio Sabino percorria o Tietê, a repórter Márcia Poole, em Londres, navegava pelo Tâmisa. 31:08 João Lara Mesquita reforçou o papel da Eldorado na campanha pela despoluição do Rio Tietê em palestra na USP, em 2013. Neste depoimento, ele fala sobre a campanha pela despoluição do Rio Tietê e do início do projeto Mar sem Fim, ao qual passa a se dedicar a partir da saída da Eldorado, em 2003. 35:49 O professor do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo, USP, Alexander Turra, explica o que é racismo oceânico e como os efeitos do aumento da temperatura dos oceanos, que tem origem na emissão degases do efeito estufa, impactam na maior parte das vezes pessoas que moram nas periferias e de forma precária. 43:51 Música "Canção do Exílio", uma paródia poética para o poema de Gonçalves Dias escrita por Marcelo Alvarez e interpretada por Reynaldo Bessa

Neste episódio especial, vamos acompanhar grandes lances da carreira de José Silveiro e, também, a imitação de Beto Hora em momentos hilários do Na Geral.Natural de Itumirim, pequena cidade localizada ao sul de Minas Gerais, que não tinha nem time de futebol, Silvério é uma das maiores estrelas da narração do país e dá continuidade ao estilo de outros dois grandes nomes dessa arte, Nicolau Tuma e Pedro Luiz. Velocidade e precisão, lance a lance, são as marcas do “pai do gol” que trabalhou em rádios como Itatiaia e Inconfidência, em Belo Horizonte, Continental e Tupi, no Rio de Janeiro, onde trabalhou como corresponde para a Tupi de São Paulo, no início dos anos 1970. Em 77, é um dos que teve a oportunidade de narrar o gol de Basílio que tiraria o Corinthians de um jejum de títulos. Alguns meses antes, tinha sido escalado como titular da Jovem Pan, em São Paulo.Depois da Pan, Silvério ficou 20 anos como títular absoluto da equipe da Rádio Bandeirantes. Depois de ganhar mais de 20 vezes o Prêmio da Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo, José Silvério hoje dá nome ao troféu Aceesp.Durante a carreira, Silvério narrou onze Copas do Mundo e três finais da seleção brasileira (duas vitórias, em 1994 e 2002, e uma derrota, em 1998).Capítulos:00:00 Abertura02:04 Biografia de José Silvério na narração esportiva é destaque do quadro Interferência07:08 Abertura da Jornada Esportiva na estreia de José Silvério na Rádio Bandeirantes, em 1985. Fiori Gigliotti faz uma emocionante recepção a Silvério.11:09 Mensagem produzida pela Rádio Bandeirantes homenageia os 50 anos de transmissões esportivas de José Silvério, em 2013. Acompanhe depoimento de Rafael Colombo sobre a importância do narrador e texto emocionante lido por Walker Blaz15:28 Matéria sobre transmissões esportivas. José Silvério e Claudio Zaidan comentam o que faz a diferença na narração do futebol pelo rádio19:20 Beto Hora conta como começa a imitar José Silvério e Claudio Zaidan no Na Geral, programa que mistura humor e futebol23:40 Beto Hora faz imitações de Silvério e Zaidan para narrar a conquista do título mundial de Surfe conquistado por Gabriel Medina, em 19 de dezembro de 201431:54 Entrevista com José Silvério no programa Na Geral, em 19 de julho de 2013. A conversa traz um panorama da trajetória profissional de Silvério, no momento em que o narrador celebrava os 50 anos como narrador esportivo53:33 José Silvério agradece matéria produzida pelo SporTV Repórter, em que é homenageado57:14 Depoimento de José Silvério sobre o rádio e a importância do meio de comunicação na vida dele, desde menino

7 de novembro é oficialmente o Dia do Radialista no Brasil. A data substitui o 21 de setembro, que ainda é lembrada por muita gente do meio, por ser o dia em que foi estabelecido o piso salarial da categoria em 1943.7 de novembro é o Dia do Radialista por causa do nascimento do compositor e radialista Ary Barroso, em 1903. Muita gente conhece Ary por composições como Aquarela do Brasil e Na Baixa do Sapateiro, esta em parceria com Dorival Caymmi. No entanto, ele também foi um dos grandes nomes da história do rádio no Brasil e pioneiro em estilos de programa e criações para o meio. A estreia de Ary se dá em 1932, momento em que o rádio começa a se popularizar. É nesse ano que a propaganda é autorizada por Getúlio Vargas e marca um novo tempo para as emissoras, que, com mais verba, passam a investir na contratação de grandes nomes da música popular e artistas de talento em diversas áreas. Ary Barroso começa a ganhar destaque dois anos depois do início da carreira de radialista. Na Rádio Kosmos, de São Paulo, ganha o Hora H, que também teve uma temporada na Rádio Cruzeiro do Sul, no Rio de Janeiro. Neste episódio, você vai conhecer os grandes momentos da carreira do radialista Ary Barroso. Capítulos:00:00 Abertura00:14 A origem do Dia do Radialista em 7 de novembro 01:00 A trajetória de Ary Barroso no rádio, desde a estreia na Rádio Kosmos, em 1932, até o momento em que apresenta o programa “Calouros em Desfile”, na Rádio Tupi. 02:08 Como era o programa “Calouros em Desfile”02:39 Abertura e trecho do programa “Calouros em Desfile”03:56 Como foi a participação de Elza Soares no programa de calouros apresentado por Ary Barroso, em 195305:31 O programa de auditório Toque Maestro promovia uma competição entre pessoas da plateia e os músicos da atração, como Pixinguinha06:23 Abertura do programa Toque Maestro e trecho do programa09:45 José Vasconcellos, no show “Eu sou o Espetáculo”, de 1960, imita Ary Barroso como apresentador do programa “Calouros em Desfile”17:00 Radioteatro “Ary Barroso: Sua Gaita e sua História”, levado ao ar no primeiro dia do ano de 1950, pela Rádio Tupi20:18 Ary Barroso conta como foi a infância, desde o nascimento em Ubá, Minas Gerais. Aos 8 anos, fica órfão e passa a ser cuidado pela avó22:50 Aos 10 anos de idade, Ary Barroso começa a tomar contato com piano25:00 Com 17 anos de idade, deixa Ubá e vai tentar a sorte no Rio de Janeiro, onde estuda Direito e toca piano em orquestras para sobreviver28:05 Em 1936, vai com Luiz Peixoto a São Paulo. Ambos passam a trabalhar na Rádio Kosmos, onde Ary Barroso atua em programas humorísticos29:49 O jornalista e biógrafo Sergio Cabral conta como surge a ideia de utilizar uma gaitinha como marca sonora nas transmissões esportivas, na hora do gol33:11 Ary Barroso explica como chega ao som de uma gaita como “vinheta” para marcar a hora do gol nas transmissões de futebol que fazia pela Rádio Tupi37:49 Em 37, faz a primeira viagem aérea para narrar a final entre Argentina e Brasil no Sul-Americano. O jogo acontece em Buenos Aires, no campo do San Lorenzo, em clima de guerra. Ary sofre agressões por ser brasileiro41:20 Em 38, o radialista é transferido da Rádio Cruzeiro do Sul para a Rádio Tupi, onde passa a ganhar um salário mais de 3 vezes maior43:40 Ary Barroso enfrenta exclusividade da “Rádio Byington” para a transmissão de jogo entre as seleções Paulista e Carioca, em 1941, e narra a partida diretamente do Palestra Itália, em São Paulo46:00 Entrevista com Flavio Barroso, filho mais velho de Ary Barroso, nos anos 80, para o Jornal do Brasil. Ele conta que a música mais importante para o pai era Terra Seca, uma composição que foge ao “ufanismo” com o qual fica conhecido. 47:35 Ary Barroso treina a qualidade de sua oratória em um bar de Ubá, ainda na mocidade50:57 Aquarela Brasileira, samba-enredo de 1964 da Império Serrano, é apresentado na avenida. Enquanto era homenageado, Ary Barroso morre de pneumonia em decorrência de uma cirrose hepática

Para marcar o momento em que William Bonner se despede do Jornal Nacional, você vai ouvir dois momentos raros de quando Bonner esteve na Rádio USP FM, antes de se tornar apresentador de telejornais: um trecho do programa Concerto de Rock e a participação em uma adaptação para o português do radioteatro A Guerra dos Mundos, de Orson Welles. Você acompanha também os depoimentos das locutoras Fernanda Lima e Denise Wuilleumier, que relembram da programação e importância da USP FM naqueles meados dos anos 80.Capítulos:00:00 Abertura sobre início de carreira de William Bonner no rádio01:45 A jornalista e locutora Fernanda Lima, do Estúdio Eco, fala sobre o programa “Concerto de Rock”, que teve apresentação de William Bonner e Denise Wuilleumier, em 1984, na Rádio USP03:44 Concerto de Rock, da Rádio USP, com William Bonner e Denise Wuilleumier. Em destaque, Sex Pistols08:45 A história do programa Concerto de Rock da Rádio USP10:58 Denise Wuilleumier, gerente de comunicação da TV Gazeta, relembra o início da carreira o rádio, como locutora da USP FM. Ela lembra de como a emissora abre as portas para a produção independente e fica entre as 10 mais ouvidas de São Paulo nos anos 8015:40 A importância e o contexto em que foi realizado o radioteatro A Guerra dos Mundos, de Orson Welles, na véspera do Dia das Bruxas, em 30 de outubro de 193818:13 Versão em português do radioteatro A Guerra dos Mundos produzida para a Rádio USP em 1985. William Bonner era estudante da ECA-USP e um dos radioatores na montagem especial01:02:20 Abertura do Jornal Nacional do dia 1º de setembro de 2025, quando William Bonner anuncia a saída do noticiário a partir de novembro