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Neste episódio gravado ao vivo durante a Lisbon Design Week com o apoio da De La Espada, conversamos com a curadora Felipa Almeida.Partindo da exposição apresentada na Farmácia Gomes e do lançamento do livro que reúne cinco anos de feiras temáticas, refletimos sobre o trabalho curatorial enquanto prática de investigação, mediação e construção de comunidade.Ao longo da conversa, exploramos temas como a relação entre arte, artesanato e design, o papel das exposições temporárias na valorização da criação contemporânea, a importância de criar contextos para o encontro entre artistas e públicos e os desafios de tornar o trabalho artesanal mais visível e sustentável.Falamos ainda sobre coleção, memória, colaboração e sobre a forma como um projeto que nasceu como resposta a um momento de urgência acabou por transformar a forma como dezenas de artistas trabalharam, colaboraram e apresentaram o seu trabalho.Uma conversa sobre curadoria, processos criativos, comunidade e sobre a importância de criar tempo e espaço para que o trabalho artístico possa ser visto, compreendido e valorizado.Instagram: https://www.instagram.com/almeida_felipa/Apresentação e entrevista: Filipa BeloProdução: Portugal ManualParceria: Lisbon Design WeekPatrocínio: De La EspadaCaptação de som: Stephanie MonicaPós-produção: João RodriguesMúsica original: Tiago Serras RodriguesDesign gráfico: Lisbon Design WeekFotografias: Pedro Sadio
A inteligência artificial promete transformar a forma como trabalhamos, mas os seus efeitos não são iguais para todos. O economista João Duarte explica quais são as profissões que se tornaram mais produtivas com a IA, quais as funções que estão mais expostas à automação e porque é que o uso destes sistemas pode beneficiar mais um trabalhador menos qualificado do que um especialista.Partindo da evidência de que a IA permite produzir mais com menos pessoas, levantam-se outras questões: como gerir o risco de concentração de riqueza e o aumento das desigualdades? Teremos no futuro empresas multimilionárias geridas por uma única pessoa — ou essa realidade já começou?A dupla explica ainda por que motivos o uso da IA se mantém invisível na economia e debruça-se sobre o cenário (provável) de a produtividade descer antes de subir verticalmente.Por fim, olhamos para Portugal. Que riscos e oportunidades se colocam ao crescimento e à competitividade do país? Será que a IA nos vai permitir dar um salto produtivo?Para saber se a IA é uma aliada ou uma ameaça à nossa produtividade, não perca este [IN]Pertinente.LINKS E REFERÊNCIAS ÚTEISArlindo Oliveira, «A Inteligência Artificial Generativa» (Ensaios da Fundação n.º 146, FFMS, 2025). Ethan Mollick, «Co-inteligência» (Ideias de Ler, 2024; original Co-Intelligence, Portfolio/Penguin, 2024)Daron Acemoglu & Simon Johnson, «Poder e Progresso» (Temas e Debates, 2024; original Power and Progress, 2023)Stanford HAI, «AI Index Report» (edição 2026)BIOSJoão DuarteProfessor associado com agregação na Nova School of Business and Economics. A sua investigação foca-se na produtividade, em particular nas razões pelas quais a Europa tem crescido menos do que os Estados Unidos — tema do seu artigo publicado no Journal of International Economics. Manel RosaHumorista. Estreou-se no stand up comedy em 2019, quando tinha 15 anos. Em 2023, lançou «Mais isto do que aquilo», o seu primeiro espetáculo em nome próprio. No mesmo ano, criou «DISNARRATIVO», uma espécie de vlog no Youtube, que manteve até 2025. Juntou-se ao leque de apresentadores do Curto Circuito, um programa da SIC Radical, em 2024.
Judeu Ateu, Estranho, Boxa, Luki e Izzo (Dentro da Chaminé) encerram um ciclo e finalmente falam da segunda e última parte de Chainsaw Man! Partindo do volume 12 até o final da publicação, conversam sobre a autoconsciência do mangá sobre sua história pregressa, suas falsas dicotomias, nossas expectativas e muito mais!Este é um podcast do quadro Mangá Enquadrado, no qual é feita uma análise completa do mangá por completo, e com spoilers!Apoie o AoQuadrado² no APOIA.seCronologia do episódio(00:00:00) Chainsaw Man – Parte 2(01:27:35) Recomendação da Semana – World Wide Web MIKO!
Link para o À Mesa; https://www.lucianopires.com.br/amesa/a-mesa-instagram?utm_source=Podcast&utm_medium=Cafezinho&utm_campaign=Amesa A eliminação do Brasil na Copa do Mundo parecia pedir indignação, mas a reação mais comum veio em forma de resignação: “eu já sabia”. A frase, que soa como prova de lucidez, revela um mecanismo mais profundo. Depois de sucessivas frustrações, aprendemos a não esperar, a não confiar e, por fim, a não agir. Partindo do futebol, Luciano Pires investiga como a impotência aprendida se espalha pela vida pública, alimenta a procura por salvadores e enfraquece a responsabilidade individual. A saída não está em fabricar otimismo, mas em reconstruir uma esperança adulta, sustentada por instituições que funcionem e por resultados que devolvam sentido ao esforço. Host: Luciano Pires - @lucianopires – lucianopires.com.br Takeaways • A descrença pode parecer uma proteção contra a frustração, mas se torna perigosa quando nos convence de que nenhum esforço produzirá resultado. • A busca recorrente por salvadores revela uma sociedade que transfere responsabilidades e abandona o jogo quando seus heróis fracassam. • A esperança coletiva não nasce de discursos, mas de experiências concretas que comprovem a relação entre participação, responsabilidade e mudança. Capítulos A derrota que ninguém estranhouA inteligência aparente do “eu já sabia”Como se aprende a desistirQuarenta anos de esperanças frustradasA procura por novos salvadoresO espaço deixado por quem cruza os braçosA esperança precisa de provasQuem entra derrotado já começou a perder Links relevantes • Mundo Café Brasil: https://mundocafebrasil.com• Livraria Café Brasil: https://livrariacafebrasil.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Link para o À Mesa; https://www.lucianopires.com.br/amesa/a-mesa-instagram?utm_source=Podcast&utm_medium=Cafezinho&utm_campaign=Amesa A eliminação do Brasil na Copa do Mundo parecia pedir indignação, mas a reação mais comum veio em forma de resignação: “eu já sabia”. A frase, que soa como prova de lucidez, revela um mecanismo mais profundo. Depois de sucessivas frustrações, aprendemos a não esperar, a não confiar e, por fim, a não agir. Partindo do futebol, Luciano Pires investiga como a impotência aprendida se espalha pela vida pública, alimenta a procura por salvadores e enfraquece a responsabilidade individual. A saída não está em fabricar otimismo, mas em reconstruir uma esperança adulta, sustentada por instituições que funcionem e por resultados que devolvam sentido ao esforço. Host: Luciano Pires - @lucianopires – lucianopires.com.br Takeaways • A descrença pode parecer uma proteção contra a frustração, mas se torna perigosa quando nos convence de que nenhum esforço produzirá resultado. • A busca recorrente por salvadores revela uma sociedade que transfere responsabilidades e abandona o jogo quando seus heróis fracassam. • A esperança coletiva não nasce de discursos, mas de experiências concretas que comprovem a relação entre participação, responsabilidade e mudança. Capítulos A derrota que ninguém estranhouA inteligência aparente do “eu já sabia”Como se aprende a desistirQuarenta anos de esperanças frustradasA procura por novos salvadoresO espaço deixado por quem cruza os braçosA esperança precisa de provasQuem entra derrotado já começou a perder Links relevantes • Mundo Café Brasil: https://mundocafebrasil.com• Livraria Café Brasil: https://livrariacafebrasil.com.brSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Partindo da miséria da infância — onde catava sucata para comprar livros e ouvir ópera — até se tornar uma das maiores referências em psicanálise e saúde mental do país, a Dra. Andréa Vermont construiu sua autoridade nos bastidores antes de arrastar multidões na internet. Neste episódio do Excepcionais, ela coloca o dedo na ferida da acomodação humana e expõe por que a maioria das pessoas prefere o berço confortável da mentira a encarar a dor libertadora da verdade.Com uma postura firme e sem espaço para vitimização, discutimos a origem da disciplina inegociável, o mecanismo psíquico por trás do hate na internet e a urgência de quebrar o próprio "exoesqueleto" para não morrer sufocado nas próprias limitações. Uma conversa profunda e provocativa sobre o preço do sucesso, a coragem de ser autêntico em um mercado saturado de avatares e o verdadeiro sentido de servir.Patrocinador:Clinica RUV - Harmonização que respeita quem você é.https://www.instagram.com/dra.najlavicentini/Disponivel Também no Youtube:https://youtu.be/JkplseQJyqI00:00:00 - A origem da disciplina brutal e os princípios inegociáveis00:05:30 - Inventário da vida: Como desenhar um cronograma reverso para a saúde00:32:30 - O peso de enxergar os fatos e a fuga da verdade00:37:30 - A Síndrome da Lagosta: O único caminho para o crescimento00:55:00 - A anatomia do hate e o bode expiatório da internet01:08:00 - Anti-Marketing: Por que o conteúdo real desbanca os gurus01:18:00 - Vender é Servir: A virada de chave nos negócios e na vidaSiga a Dra. Andrea no Instagram:https://www.instagram.com/andreavermont/Nos Siga:Marcelo Toledo: https://www.instagram.com/marcelotoledoInstagram: https://www.instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: https://www.tiktok.com/@excepcionaispodcast
Neste episódio especial do podcast Portugal Manual, gravado ao vivo durante a Lisbon Design Week com o apoio da De La Espada, conversamos com Thayra Correia e Lia Raquel Marques, membros do coletivo Sotaque.Partindo da primeira exposição do coletivo, refletimos sobre identidade, pertença e sobre a forma como o design pode tornar visíveis outras narrativas, outras referências culturais e outras formas de pensar a criação contemporânea.Ao longo da conversa, exploramos temas como a descolonização do design, a valorização dos saberes locais, a relação entre Europa e os países africanos de língua portuguesa, o papel das instituições culturais e a importância de criar espaços de representação para novas gerações de designers.Uma conversa sobre memória, identidade, diversidade e sobre a capacidade do design para construir pontes entre culturas, geografias e histórias.Instagram SOTAQUE Ouvir de novo o episódio com o Guto Requena e o Le Brimet aquiApresentação e entrevista: Filipa BeloProdução: Portugal ManualParceria: Lisbon Design WeekPatrocínio: De La EspadaCaptação de som: Stéphanie MonicaPós-produção: João RodriguesMúsica original: Tiago Serras RodriguesDesign gráfico: Lisbon Design WeekFotografias: Pedro Sadio
Como alguém abandona a Verdade?Essa pergunta atravessa todo o primeiro episódio do Arquivo 9.Partindo de Apocalipse 12, investigamos a batalha no Céu não apenas como um acontecimento do passado, mas como um reflexo da batalha que acontece dentro de cada coração.O orgulho realmente nos afasta de Deus? Como ele muda a maneira de enxergarmos a realidade? E o que a parábola do Filho Pródigo pode nos ensinar sobre o caminho de volta?Uma investigação bíblica, filosófica e espiritual sobre uma pergunta que continua atual: como permanecer na Verdade?
A peça “Ubu Roi” escrita há mais de um século pelo francês Alfred Jarry, continua a ecoar com o mundo contemporâneo. No festival Off Avignon, olhamos para um "Rei Ubu" de 2026, que é a caricatura do Presidente norte-americano, Donald Trump, em tempos de redes sociais, “influencers”, “fake news” e conflitos geopolíticos em fluxo ininterrupto. A peça conta com a actriz portuguesa Teresa Ovídio e com o actor franco-português Mati Galey Ovídio, com quem estivemos à conversa no Théâtre du Chêne Noir. O grotesco dos líderes autoritários contemporâneos volta ao palco com a adaptação, por Jean-Marie Galey, da sátira de Alfred Jarry. Partindo da história de um personagem grotesco e vulgar que, instigado pela esposa, assassina o Rei e usurpa o trono da Polónia, a peça destrona os principais líderes mundiais, com os seus jogos de poder e invasões territoriais. A principal inspiração é o Presidente norte-americano, Donald Trump, conta a actriz Teresa Ovídio que interpreta a Mãe Ubu com ares de Primeira-Dama grosseira e ambiciosa. “Apesar de ser muito actual, o Rei Ubu do Alfred Jarry já foi ultrapassado pelo Trump, já foi ultrapassado por todos estes homens de hoje em dia. Quer dizer, o Rei Ubu do Jarry que, na altura, já era um enorme ditador, era um homem absolutamente inacreditável, hoje já está ultrapassado”, resume a actriz. Em cena, a geopolítica contemporânea é uma tragicomédia e rir ainda é o melhor remédio, acredita Teresa Ovídio. “Esperamos abalar consciências. O teatro é feito para isso e para sonhar, imaginar, claro, ensinar e partilhar. Espero que possamos ter uma influência, a partir desta espécie de comédia burlesca que tem muita fantasia e em que podemos rir, com um riso pensado, consciente. Com o riso podemos passar muita coisa e é o que tentamos fazer, alertar”, conta Teresa Ovídio. A peça “Ubu Roi” está no Festival Off Avignon até 25 de Julho.
Neste episódio especial do podcast Portugal Manual, gravado ao vivo durante a Lisbon Design Week com o apoio da De La Espada, conversamos com os curadores da exposição Design Feito à Mão, apresentada no Arquivo Aires Mateus: Astrid Suzano, Vasco Águas e André Matos.Ao longo da conversa, exploramos a relação entre design e artesanato, o lugar do fazer manual na criação contemporânea e a crescente valorização dos processos, dos materiais e do tempo de produção.Falamos ainda sobre o papel de iniciativas como a exposição Design Feito à Mão na criação de novas oportunidades para artesãos, designers e makers, bem como sobre os desafios da produção, da comercialização e da valorização económica do trabalho manual.Partindo da jarra enquanto objeto ancestral e universal, refletimos sobre aquilo que distingue , ou aproxima, o design e o artesanato, sobre a importância da colaboração entre diferentes disciplinas e sobre o futuro do fazer em Portugal.Uma conversa sobre matéria, tempo, técnica e sobre a importância de criar pontes entre tradição e contemporaneidade.Apresentação e entrevista: Filipa BeloProdução: Portugal ManualParceria: Lisbon Design WeekPatrocínio: De La EspadaCaptação de som: Stéphanie MonicaPós-produção: João RodriguesMúsica original: Tiago Serras RodriguesDesign gráfico: Lisbon Design WeekFotografias: Pedro Sadio
Victor Hugo Pontes, o nome do mais recente convidado do nosso TEATRA, escreve-se com "c" de coreógrafo. É ainda encenador, ator, professor, artista no sentido mais amplo da palavra e, mais recentemente, diretor artístico do Teatro Nacional São João. Neste novo episódio conversa com Mariana Maia de Oliveira sobre percursos improváveis, identidades artísticas e o lugar do teatro nos dias de hoje. Partindo da infância em Guimarães, das primeiras experiências no teatro e no rancho folclórico, conhecemos um percurso que nunca se deixou definir por uma única disciplina. Entre o teatro e a dança, rejeita rótulos e fala-nos da importância de construir uma linguagem própria. "Eu não sei se faço espetáculos de dança, se faço espetáculos de teatro, se faço espetáculos de dança com texto ou de texto com movimento." Ao longo do episódio, fala com carinho sobre o desafio de assumir a direção artística de um teatro nacional, a responsabilidade de pensar uma programação para públicos diversos e a vontade de abrir o teatro a novas gerações. Pelo meio, recorda Manuel António Pina, do seu novo espetáculo "Falsas Histórias Verdadeiras" e dos músicos com quem se cruzou ao longo do caminho. Uma conversa para ouvir na íntegra, nas plataformas digitais. Sugestão Cultural:
Como chegamos ao atual debate sobre discipulado, pequenos grupos, liderança leiga, plantação de igrejas e revitalização missionária? Neste episódio, percorremos setenta anos de história para compreender como o Movimento de Crescimento de Igrejas influenciou o cristianismo contemporâneo, o adventismo e a forma como muitos líderes enxergam a missão, a liderança e a organização eclesiástica. Partindo de Donald McGavran, passando por C. Peter Wagner, Peter Drucker, Bill Hybels e Rick Warren, chegamos à contribuição singular de Russell Burrill e sua tentativa de recuperar uma visão autenticamente adventista do discipulado, do sacerdócio de todos os crentes e da missão apostólica. Neste episódio você descobrirá: ✅ Como nasceu o Movimento de Crescimento de Igrejas ✅ O que mudou quando a missão passou a ser medida pelo crescimento ✅ A influência de Peter Drucker e das megachurches na liderança cristã ✅ Os limites do modelo consumerista de igreja ✅ O papel de Russell Burrill na revitalização adventista ✅ O que Ellen White ensinou sobre pastores equipadores e membros missionários ✅ Como o sistema representativo adventista se relaciona com a missão ✅ Por que o adventismo não precisa importar uma visão apostólica — mas redescobrir a sua própria identidade Mais do que uma análise histórica, este episódio é um convite à reflexão sobre o futuro da liderança adventista, da missão local e do discipulado no contexto do tempo do fim. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
No Imposturas desta semana, trazemos a primeira aula do módulo "(Des)Casos Clínicos", do novo projeto: Seminários Deformação. Partindo do Anti-Édipo de Deleuze e Guattari, fizemos uma análise crítica de um dos casos de Freud. ParticipantesRafael TrindadeLinksSeminários DeformaçãoOutros linksFicha TécnicaCapa: Felipe FrancoEdição: Pedro JanczurAss. Produção: Bru AlmeidaGosta do nosso programa?Contribua para que ele continue existindo, seja um assinante!Support the show
O episódio desta semana do podcast Diplomatas, do PÚBLICO e do Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI-Nova), foi em grande parte dedicado à discussão sobre a actualidade política do Reino Unido. Partindo do pedido de demissão de Keir Starmer dos cargos de líder do Partido Trabalhista e de primeiro-ministro do país, anunciado na segunda-feira, Carlos Gaspar e Alberto Cunha reflectiram sobre o seu legado, os desafios internos e externos com que teve de lidar e os planos do favorito ao seu lugar, o ex-presidente da Câmara de Manchester, Andy Burnham. Ainda sobre o Reino Unido, os investigadores do Instituto Português de Relações Internacionais da Universidade Nova de Lisboa e do Instituto de Defesa Nacional analisaram o impacto político, social, diplomático e geopolítico da saída do país da União Europeia, dez anos depois do referendo do “Brexit” e numa altura em que Nigel Farage e a direita radical ameaçam o establishment político britânico. O programa termina com um balanço sobre as negociações directas entre Estados Unidos e Irão sobre o memorando de entendimento para acabar com a guerra e reabrir o estreito de Ormuz. Se tiver alguma pergunta para Teresa de Sousa e Carlos Gaspar ou sugestão de tema para debate no Diplomatas, envie um email para antonio.lima@publico.pt ou podcasts@publico.pt. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Didi Braguinha e André Rumjanek mergulham em uma conversa sobre mecânicas de jogos que despertam fascínio — e outras que afastam completamente alguns jogadores. Partindo de jogos digitais ociosos e sistemas de programação de ações, a dupla explora como diferentes formas de tomada de decisão moldam a experiência à mesa, discutindo previsibilidade, caos, planejamento e o prazer de ver uma estratégia finalmente funcionar.Ao longo do episódio, eles também refletem sobre condições de vitória, jogos cooperativos e competitivos, a influência dos componentes físicos na percepção de valor dos jogos modernos e como certas mecânicas podem transformar completamente a relação de alguém com um título. Entre histórias pessoais, exemplos de partidas memoráveis e algumas inevitáveis tangentes sobre Fórmula 1, colecionismo e preservação de jogos, o papo acaba revelando muito sobre o que cada jogador realmente busca quando senta à mesa.Para saber mais sobre este episódio e os jogos mencionados: Planejamento, Caos e Mecânicas Polêmicas nos Board GamesSe você ainda não conhece ou faz parte, fale conosco no nosso Fabuloso Discord.E para as redes sociais: Fabuloso Podcast no InstagramFabuloso Podcast no YouTubeFabuloso Podcast no TikTokPara comprar camisa do Fabuloso (e outras):Deselegante
No culto de celebração do MAP Curitiba, Edmar Pontes trouxe uma reflexão profunda sobre o compromisso do cristão com o caminho estabelecido por Deus.Partindo de 1 Pedro 1, a mensagem mostra como Deus sempre conduziu Seu povo por um caminho definido, desde Adão, Abraão e os profetas até a revelação completa em Jesus Cristo, que declarou: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida."Ao longo da mensagem, somos confrontados com uma pergunta essencial: estamos verdadeiramente comprometidos com o caminho de Cristo?Edmar destaca que a vida cristã exige alinhamento constante, perseverança, disciplina espiritual e disposição para permanecer firme mesmo em meio às dificuldades. Assim como a Igreja Primitiva enfrentou perseguições e desafios, nós também somos chamados a permanecer fiéis ao propósito de Deus.Uma palavra que nos leva a refletir sobre nosso compromisso com o Evangelho, nosso serviço ao Reino e nossa caminhada diária com Jesus.
Patrocine uma aula e ajude a levar a Torá mais longe: shiurpix@gmail.comA aula de hoje revela o profundo mistério espiritual por trás do "pacto de sal" eterno entre Hashem e os Cohanim. Partindo do choro das águas de baixo na criação do mundo e das três formas de paz trazidas pelo Talmud — o rio, a chaleira e o pássaro —, o relato desvenda que o sal não é uma mera compensação divina, mas o resultado real da elevação da água através do fogo. Em contraste com a falsa igualdade destrutiva da revolta de Korach, a lição do sal e dos Cohanim nos ensina a conviver em paz com as nossas diferenças, usando o potencial de unir opostos para preservar o bem e extrair o melhor de cada pessoa.
Ediney Giordani e Geison mergulham fundo (ou quase isso) no universo dos OVNIs. Partindo do frenesi causado por um influenciador de Campo Largo, discutimos por que o ser humano tem tanta necessidade de olhar para o céu e encontrar respostas — ou seguidores.Entre relatos de "homens de preto", casos históricos da Força Aérea Brasileira e o papel da tecnologia na disseminação de desinformação, refletimos sobre o que a nossa obsessão pelos ETs revela, na verdade, sobre o comportamento humano.
Homilia Padre Victor Hugo, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 9,9-13Naquele tempo:Partindo dali, Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos,e disse-lhe: "Segue-me!"Ele se levantou e seguiu a Jesus.Enquanto Jesus estava à mesa, em casa de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadorese sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos.Alguns fariseus viram isso e perguntaram aos discípulos:"Por que vosso mestre comecom os cobradores de impostos e pecadores?"Jesus ouviu a pergunta e respondeu:"Aqueles que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes.Aprendei, pois, o que significa:'Quero misericórdia e não sacrifício'.De fato, eu não vim para chamar os justos,mas os pecadores".Palavra da Salvação.
Sabe aquela situação que você tem apresentado a Deus e, em vez de melhorar, só parece PIORAR?Portas fechadas, promessas que parecem distantes, e vem o pensamento:“Será que Deus realmente falou? Será que eu me enganei?”Essa Palavra é pra você:SE AINDA NÃO ESTÁ TUDO BEM, É PORQUE AINDA NÃO É O FIM.Deus mesmo diz em Isaías 55.8–11:“Os meus pensamentos não são os vossos pensamentos,nem os vossos caminhos, os meus caminhos…Assim será a PALAVRA que sair da minha boca:não voltará para mim vazia;fará o que me apraze prosperará naquilo para que a designei.”Ou seja:– Deus pensa MUITO além de nós.– Ele vê o COMEÇO, o MEIO e o FIM.– E TUDO o que Ele falou vai cumprir O PROPÓSITO que Ele decidiu.Na Bíblia, Jesus é chamado de “O AMÉM” (Ap 3.14).Amém não é só “assim seja”; Amém é um dos nomes de JESUS:O Fiel, O Verdadeiro, O Princípio da criação de Deus.Em hebraico, AMÉN é visto como “El Melech Ne'eman”: DEUS, O REI FIEL.E a palavra VERDADE (EMET) é formada da primeira, da letra do meio e da última do alfabeto hebraico:ou seja, a verdade de Deus é VERDADE no começo, no meio e no fim.Enquanto o AMÉM ETERNO ainda não disse “acabou”,enquanto JESUS ainda não colocou o ponto final,significa que DEUS AINDA ESTÁ TRABALHANDO.Você está vendo só UM CAPÍTULO.Mas o Roteirista já escreveu a história inteira.Filipenses 1.6 declara:“Estou plenamente certo de que Aquele que COMEÇOU boa obra em vósHÁ DE COMPLETÁ-LA até ao Dia de Cristo Jesus.”Não foi você que começou algo em Deus;foi DEUS que começou algo EM VOCÊ:– Ele te amou primeiro,– te atraiu,– te perdoou,– colocou o Espírito Santo dentro de você. E Ele não abandona obra pela metade.Jeremias 29.11 reforça:“Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o SENHOR:pensamentos de PAZ e não de mal,para vos dar um FUTURO e uma ESPERANÇA.”Isso significa que:– sua dor não tem a palavra final;– seu problema não é o autor da sua história;– quem decide o DESFECHO é Deus.Como continuar quando “não tá tudo bem ainda”?1. LEMBRE QUEM ESTÁ ESCREVENDO A HISTÓRIA Não é o diabo, não é a crise, não é o diagnóstico, não são as pessoas. É o DEUS FIEL, o AMÉM, o VERDADEIRO. Volte seus olhos pra Ele todos os dias.2. ESCOLHA CONFIAR MESMO SEM ENTENDER Talvez você não tenha resposta pro “por quê”. Então entrega o “por quê” e segura o “EM QUEM”: “Eu não entendo o que está acontecendo, mas eu SEI em quem tenho crido.”3. CONTINUE ANDANDO, NÃO PARALISE Não pare de orar só porque não viu mudança imediata. Não saia da comunhão só porque o processo está demorando. Continue buscando, obedecendo, permanecendo em Cristo, mesmo sem sentir, mesmo sem ver.Deus não prometeu um caminho fácil,mas prometeu que SUA PALAVRA não volta vaziae que ELE vai completar o que começou.NO FIM, TUDO VAI FICAR BEM.E se ainda não está bem, em Cristo, é porque ainda NÃO É O FIM.Se essa Palavra falou com você, não caminhe sozinho.Procure um ministro, um líder, alguém maduro da nossa igreja,compartilhe o que você está vivendo, peça oração, permita ser acompanhado.E não fique de fora das próximas reuniões do “Partindo o Pão de Casa em Casa”.Deus está escrevendo capítulos importantes da sua história AGORA,e Ele quer te ensinar a atravessar esse tempo confiando no AMÉM,no DEUS REI FIEL, que terá a última palavra sobre a sua vida.
O programa Autores e Livros Dose Extra desta semana mergulha na obra do poeta, escritor e performer José Enrique Barreiro, autor de livros que unem lirismo, filosofia e reflexão sobre a experiência humana. O destaque da edição é “O rio tem sede de sal”, obra que também ganhou versão cênica em formato de monólogo poético e vem sendo apresentada em diferentes cidades do Brasil e em Portugal. Partindo da imagem de um rio que nasce sabendo que seu destino é o mar, Barreiro constrói uma metáfora delicada sobre a travessia humana, os desejos, os encontros e aquilo que buscamos ao longo da vida. Em cena, e também nas páginas de sua obra, o autor convida o público a refletir sobre uma pergunta simples e profunda: “o rio tem sede de sal… e nós, temos sede de quê?” Com uma escrita marcada pela sensibilidade e pela contemplação, José Enrique Barreiro dialoga com nomes como Dante Alighieri, Cecília Meireles, Federico García Lorca e Carlos Drummond de Andrade, aproximando poesia, narrativa e filosofia em textos que valorizam a escuta e o silêncio em tempos de excesso de velocidade e informação.
Uma mensagem sobre adoração que vai além da música e confronta o coração. Nesta palavra, pastora Gabi mostra que adorar não é apenas cantar, mas reconhecer quem Deus é em cada detalhe da vida.Partindo da série “Disciplinas Espirituais”, essa ministração ensina, de forma prática, como cultivar uma vida de adoração genuína.Essa mensagem também é um alerta: tudo aquilo que recebe nossa devoção, dependência e entrega pode ocupar o lugar que pertence somente ao Senhor. Por isso, conhecer os atributos de Deus é essencial para permanecer firme, longe da idolatria e perto da verdade.“Prestem culto ao Senhor com alegria; entrem na sua presença com cânticos alegres.” (Salmos 100:2)
No Comentário Final de hoje, o Dr. Assad faz uma reflexão sobre qual deve ser a verdadeira vocação econômica de Londrina. Partindo do anúncio do novo centro de distribuição da Shopee na cidade, ele relembra o passado ligado ao café, compara Londrina com outras cidades do Paraná e questiona quais caminhos podem impulsionar o crescimento econômico e a geração de empregos no futuro.#Londrina #Economia #Shopee #Desenvolvimento #Paraná
Neste episódio, tivemos Uma Conversa com o historiador Bruno Ribeiro da Silva. Partindo do contexto do Concílio de Trento, exploramos como a confissão auricular se tornou uma das práticas centrais da modernidade cristã. Falamos sobre os manuais de confessores, o surgimento de uma nova relação com a consciência e a tentativa de transformar o sacramento da reconciliação não apenas em instrumento de disciplina, mas também em caminho de cuidado espiritual. Entre o medo, a verdade e o aconselhamento pastoral, nasce uma pergunta: o que significa narrar a própria vida diante de outro?Dá o play e vem com a gente nesse mergulho na história da civilização ocidental!| Música: Alê, o Ferreiro (Musick.ai) - Erro sobre Erro| Site: https://umaconversa.com.br/| Apadrinhe: https://apoia.se/patraodoumaconversa| E-Mail: conversaconosco@gmail.com| Redes Sociais: https://www.instagram.com/1Conversa
O Instituto V-Dem da Universidade de Gotemburgo, que analisa o estado das democracias nos quatro cantos do mundo, adverte que os EUA estão a caminho de deixar de ser uma democracia liberal. Partindo desse relatório, onde se destaca a “autocratização dos EUA” com o segundo mandato de Donald Trump, Francisco Louçã lembra que ditadores como Hitler ou Mussolini também se fizeram eleger, beneficiaram de uma coligação com o centro-direita e acabaram com o poder total.See omnystudio.com/listener for privacy information.
TEMPO DE REFLETIR 01758 – 8 de maio de 2026 Eclesiastes 7:16-18 – Não seja excessivamente justo nem demasiadamente sábio; […] Não seja demasiadamente ímpio e não seja tolo; […] É bom reter uma coisa e não abrir mão da outra, pois quem teme a Deus evitará ambos os extremos. Partindo da definição comum de equilíbrio como harmonia, moderação, autocontrole, postura sem oscilação, o Dr. Spencer Johnson, em seu livro Um Minuto Para Mim, define equilíbrio como “estilo de vida que contempla todas as áreas da vida”. Equilíbrio é você viver de maneira equilibrada, podendo em alguns momentos se decidir entre a aproximação e o retraimento, o muito e o pouco, o tradicional e o contemporâneo, entre o amor e a disciplina, entre as mãos de Marta e o coração de Maria. Ser equilibrado não significa ser alguém sem tônus, frio, impassível, calculista. Nem devemos imaginar que equilíbrio seja uma régua, uma trena para ver se saímos do trilho, nos excedemos ou fomos longe demais. O inimigo do bem quer nos polarizar em diferentes áreas da vida. Quer que sejamos extremistas. Se concordarmos que “equilíbrio é contemplar todas as áreas da vida”, precisamos de um estilo de vida em que levemos em conta família, trabalho, recreação, amigos, igreja e nossas necessidades pessoais. A família precisa de atenção e mais quantidade de tempo, em lugar de estar em frente ao computador e à televisão. O trabalho e a vida profissional requerem constante aperfeiçoamento. A vida devocional e a comunhão com Deus também devem estar todos os dias em nossa agenda. O lazer, a recreação e o relacionamento com os amigos igualmente fazem parte desse equilíbrio. Jesus cumpriu Sua missão aqui na Terra com equilíbrio. Não temos registro de que Ele alguma vez estivesse apressado. Nunca vemos Jesus pressionando os discípulos para ultrapassarem os limites, negligenciar o descanso ou deixar de comer. Ele sabia quando trabalhar, quando começar e quando terminar. Até nos últimos momentos, de certa forma, podemos ver equilíbrio na vida de Jesus: “Tomaram eles, pois, a Jesus; […] e com Ele outros dois, um de cada lado, e Jesus no meio” (Jo 19:17, 18, ARA). Mesmo que a colocação da cruz de Jesus no meio possa ter sido uma indicação dos que O crucificaram de que Ele era o pior; por outro lado, Jesus estava dizendo: “Fique no centro. Evite os extremos.” Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Senhor Deus e meu Pai: neste mundo tão complicado, tão polarizado, fora e dentro do cristianismo, Pai, me ajude a ser equilibrado! A viver a Tua palavra, não por extremos, mas com o equilíbrio da Tua graça. Por favor. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
O perdão é um presente que nos liberta ou uma armadilha que nos fragiliza? Neste episódio, Ediney e Geison mergulham na filosofia popular para discutir os limites da bondade. Partindo de casos históricos impactantes, como o perdão de sobreviventes do Holocausto e a trajetória de Nelson Mandela, até situações do cotidiano , como brigas de trânsito em Curitiba e dilemas de relacionamentos. Afinal, é possível perdoar sem esquecer? O que fazer quando o ofensor não se arrepende? Uma conversa franca, sem filtros, sobre como o ódio pode nos corroer e por que, na prática, perdoar é um exercício muito mais complexo do que na teoria.
Há poucas coisas mais horrorosas do que uma guerra civil. Escrito originalmente como uma peça de teatro pelo roteirista libanês Wajdi Mouawad e adaptado ao cinema por Valérie Beaugrand-Champagne sob a direção de Denis Villeneuve, Incêndios (2010) constrói uma retratação crua e indigesta de um conflito sectário. Partindo da produção canadense de 2010 e de uma seleção multinacional de filmes sobre o tema, o RdMCast dessa semana se debruça sobre o verdadeiro horror da vida real que foi a Guerra Civil Libanesa (1975 – 1990), discutindo suas principais causas, consequências, e a retratação de sua memória nas telonas. Prepare-se para um RdMCast de temática pesada, mas com muitas discussões importantes, conforme abordamos um dos conflitos mais tristes do século XX.O RdMCast é produzido e apresentado por: Thiago Natário, Gabi Larocca e Gabriel Braga.Apoie o RdM e receba recompensas exclusivas: https://apoia.se/rdmCITADOS NO PROGRAMA:O Ocaso de um Povo (1981)West Beirut (1998)Valsa com Bashir (2008)Incêndios (2010)O Insulto (2017)Citações off topic:Guerra Civil (2024)EPISÓDIOS CITADOS:RdMCast #451 – Guerra Civil: violência política nos EUA e o jornalismo de guerraRdMCast #410 – Especial Cine CatástrofeRdMCast #547 – O Morro dos Ventos Uivantes: fantasmas, obsessão e ciclos geracionais de traumaINSIDER STORE COM ATÉ 15% OFFCupom: RDMCASTLink especial: https://creators.insiderstore.com.br/RDMCASTSiga o RdMYoutube: https://www.youtube.com/c/Rep%C3%BAblicadoMedoInstagram: @republicadomedoTwitter: @RdmcastEntre em contato através do: contato@republicadomedo.com.brLoja do RdMConheça nossos produtos: https://lojaflutuante.com.br/?produto=RdmPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram: @estudiogrimContato: contato@estudiogrim.com.br
Neste vídeo, vamos entender quem foi Karl Marx, por que suas ideias sacudiram a Europa do século XIX e como o marxismo se tornou uma das forças políticas mais influentes da história. Partindo da frase de abertura do Manifesto Comunista — “Um espectro ronda a Europa” —, o vídeo mostra como Marx enxergava o capitalismo, a luta de classes, a exploração do trabalho e o caminho que, segundo ele, levaria ao colapso do sistema.Ao longo do episódio, você vai ver como Marx interpretava o conflito entre burguesia e proletariado, de onde vem a ideia de mais-valia, por que ele acreditava que o capitalismo carregava dentro de si as sementes da própria destruição e como essas teorias deram origem a regimes que marcaram profundamente o século XX. Mas o vídeo também entra no outro lado da história: as críticas à teoria marxista, o fracasso econômico de muitos países comunistas e o debate sobre o que ainda resta de relevante em Marx hoje.Mais do que falar de um pensador, este vídeo busca responder a uma pergunta central: Marx estava vendo uma verdade profunda sobre o capitalismo ou construindo uma teoria que o tempo tratou de desmontar?
No episódio 282 do Love the Problem, Rafaela Fonseca recebe Lucas Freitas e Mario Lima para uma conversa direta sobre a gestão de projetos do futuro.Partindo da evolução recente do PMBOK e da aproximação com a agilidade, o episódio explora como deixar de lado a disputa entre “tradicional vs ágil” para dar espaço a uma abordagem mais adaptativa e orientada a contexto.Ao longo do papo, eles discutem como a gestão híbrida ganha força, os riscos de aplicar modelos sem entender o ambiente e por que o foco precisa sair do método e ir para o resultado. Também trazem exemplos práticos de como diferentes cenários exigem diferentes abordagens — e como equilibrar controle, previsibilidade e velocidade.Um episódio sobre escolhas conscientes: entender o problema, o contexto e usar o melhor dos dois mundos para gerar valor de verdade.
No episódio desta semana do Fintech Talks, recebemos Evandro Caciano, Head de Financial Services da Logcomex, para discutir como tecnologia, dados e novas soluções financeiras estão transformando o comércio exterior.Partindo de um setor historicamente complexo e fragmentado, abordamos como o uso de inteligência de dados vem ajudando empresas a ganhar eficiência, reduzir custos e tomar melhores decisões, indo além do dado bruto para a geração de insights relevantes.A conversa também explora o avanço das stablecoins e dos novos trilhos de pagamentos internacionais, que prometem reduzir ineficiências, custos e intermediários no cross-border. Além disso, discutimos o papel crescente da inteligência artificial na simplificação da experiência do usuário, a evolução regulatória no Brasil, os desafios ainda existentes no mercado de câmbio e como novas abordagens (mais orientadas à orquestração de serviços) podem transformar a forma como empresas operam no comércio exterior.Confira!
Neste episódio, exploramos o mito de Anat, uma das figuras mais inquietantes da tradição do antigo Oriente Próximo. Partindo de sua relação com Baal, mergulhamos em uma narrativa onde celebração, violência e êxtase se entrelaçam, revelando uma lógica simbólica em que criação e destruição não se opõem, mas se completam.A partir das leituras de Mircea Eliade, traçamos paralelos com outras tradições, especialmente com a figura de Durga, evidenciando a recorrência de deusas que destroem para regenerar. O episódio também dialoga com interpretações modernas, passando pelas reflexões de Camille Paglia e Sigmund Freud, que buscam compreender essas imagens à luz da psicologia e da cultura.Entre carnificina, canibalismo e transe, o mito de Anat é apresentado não como um excesso isolado, mas como expressão de uma estrutura simbólica profunda, ligada aos ciclos da natureza e às tensões entre ordem e caos.Um episódio sobre violência, fertilidade e os limites do humano diante das forças que o ultrapassam.
Em um mundo marcado pela velocidade das informações e pela multiplicação de opiniões, como discernir o verdadeiro do aparente? Neste episódio do podcast da Nova Acrópole do Brasil, o professor voluntário Fabiano Camillo, da sede de Porto Alegre, propõe uma reflexão filosófica sobre os desafios da desinformação na atualidade. Partindo do conceito de comunicação como a capacidade de transmitir ideias de forma clara e compreensível, o diálogo aprofunda a diferença entre opinião e conhecimento, à luz da teoria platônica do conhecimento. Inspirados por Sócrates e Platão, os participantes analisam como a busca sincera pela verdade exige humildade para reconhecer a própria ignorância, disposição para ouvir com atenção e coragem para fazer perguntas profundas. A conversa também aborda o contexto contemporâneo das redes sociais, das polarizações ideológicas e da aceleração mental que dificulta a reflexão serena. Resgatando o sentido clássico da Filosofia como amor à sabedoria, o episódio destaca a necessidade de revisar constantemente nossas ideias, experimentar o conhecimento na prática e buscar aquilo que conduz ao desenvolvimento das virtudes humanas. Como antídoto à desinformação, são apresentados critérios inspirados nos princípios universais da fraternidade, do estudo comparado e da promoção do bem, do belo, do justo e do verdadeiro. Mais do que oferecer respostas prontas, o episódio convida cada ouvinte a assumir uma postura filosófica diante das informações que recebe e compartilha, contribuindo para uma sociedade mais consciente, ética e fraterna. Uma reflexão atual e necessária sobre o papel da Filosofia na construção de um pensamento livre, responsável e comprometido com a verdade. Participantes: Fabiano Camilo e Danilo Gomes Trilha Sonora: Sinfonia nº 45 – Minueto, de Joseph Haydn
Didi Braguinha e André Rumjanek mergulham em uma conversa franca sobre um dos elementos mais subestimados dos jogos de tabuleiro: o manual. Partindo de reflexões sobre aprendizado, desenvolvimento e os desafios de explicar um sistema para quem nunca teve contato com ele, eles analisam erros comuns de diagramação, excesso de informação, organização confusa e a difícil tarefa de equilibrar clareza com profundidade estratégica. O episódio discute como regras mal apresentadas podem transformar a experiência em um embate contra o próprio manual — e como boas soluções de design tornam o processo quase invisível.Entre exemplos práticos e comparações com RPGs, card games e jogos modernos complexos, a dupla debate glossários, tutoriais, livros de referência, preparação de mesa e o papel dos exemplos dentro das regras. A conversa revela como ensinar um jogo é parte fundamental da experiência e como decisões editoriais, iconografia e estrutura impactam diretamente a fluidez e a diversão na mesa.Para saber mais sobre este episódio e os jogos mencionados: Como Um Manual Pode Salvar (ou Arruinar) Um BoardgameSe você ainda não conhece ou faz parte, fale conosco no nosso Fabuloso Discord.E para as redes sociais: Fabuloso Podcast no InstagramFabuloso Podcast no YouTubeFabuloso Podcast no TikTokPara comprar camisa do Fabuloso (e outras):Deselegante
No episódio desta semana do Fintech Talks, Bruno Diniz recebe Walter Pereira, fundador da W Fintechs e sócio da Boyce Data, para uma conversa sobre o papel das Infraestruturas Públicas Digitais na transformação do sistema financeiro e da economia brasileira.Partindo de exemplos como CPF, CNH, Pix, Open Finance e gov.br, discutimos como o Brasil vem construindo plataformas digitais pensadas para o longo prazo, capazes de conectar dados, serviços, empresas e cidadãos. O episódio explora os desafios de interoperabilidade, governança, padronização e usabilidade, além das diferenças entre modelos liderados pelo regulador e iniciativas mais orientadas pelo mercado.Ao longo da conversa, analisamos também por que países emergentes têm se tornado referência global nesse campo, como a regulação pode impulsionar inovação, e quais são os riscos e oportunidades na próxima fase dessa agenda, especialmente em um contexto marcado por IA, economia de dados e inclusão digital.Uma discussão importante para quem quer entender como a infraestrutura digital se tornou parte central da competitividade, da inovação e do impacto social no Brasil — e por que esse tema tende a ganhar ainda mais relevância nos próximos anos.Confira!*Este episódio é apresentado com o apoio do MBA USP/ESALQ. Acessando o link abaixo e realizando sua inscrição em qualquer curso do MBA USP/ESALQ, você recebe a 2ª parcela do curso gratuitamente no plano de 22 parcelas. Não perca!https://mbauspesalq.com/?IndicatorHash=DEJRUSBAZXTU
No episódio desta semana do Fintech Talks, recebemos Guga Stocco, investidor, futurista e fundador da Redmind Creative Capital, para uma conversa sobre as tendências, oportunidades e desafios que devem transformar o mundo da tecnologia em 2026 e além.Partindo de reflexões sobre criatividade humana, inteligência artificial e automação, o papo avança para temas como geopolítica, ativos digitais, tokenização, regulação, novos modelos de negócio e o impacto real da IA nas empresas. Guga compartilha sua leitura sobre bolhas tecnológicas, infraestrutura financeira do futuro, “dinheiro generativo”, educação corporativa e as transformações que devem redesenhar mercados inteiros nos próximos anos.Ao longo do episódio, discutimos também o custo crescente da tecnologia, os desafios de execução, a reconfiguração do trabalho e a importância de desenvolver pensamento crítico em um mundo cada vez mais automatizado.Uma conversa profunda, provocadora e prática sobre como se preparar para um cenário em rápida mudança, para quem quer entender como navegar a onda de transformações tecnológicas que estamos encarando nos dias de hoje.Confira!***Este episódio é apresentado com o apoio do MBA USP/ESALQ. Acessando o link abaixo e realizando sua inscrição em qualquer curso do MBA USP/ESALQ, você recebe a 2ª parcela do curso gratuitamente no plano de 22 parcelas. Não perca!https://mbauspesalq.com/?IndicatorHash=DEJRUSBAZXTU
O que é o Logos? Neste episódio, o podcast filosófico da Nova Acrópole propõe uma imersão reflexiva nesse conceito milenar que atravessa culturas, tradições e escolas filosóficas. Para guiar esse diálogo, Pedro Guimarães recebe Isabella Brandão, professora voluntária da Nova Acrópole de Campinas, que compartilha suas pesquisas e reflexões sobre o tema. Partindo do significado original da palavra — razão, linguagem, inteligência — o episódio explora como o Logos foi compreendido pelos gregos, pelos primeiros cristãos e por outras tradições, como o hermetismo. O texto de abertura do Evangelho de João é analisado sob uma ótica filosófica, revelando o Logos como um princípio universal que ordena e sustenta a vida. A conversa também convida à prática: como trazer essa ideia tão abstrata e elevada para o cotidiano? Como o reconhecimento de uma ordem inteligente no mundo pode transformar a forma como lidamos com a vida, com os outros e conosco? Mais do que uma definição, este episódio é um convite à contemplação do sentido profundo que anima a existência. Participantes: Isabella Brandão e Pedro Guimarães Trilha Sonora: Rêverie et Caprice, Hector Berlioz
O Invite, programa oficial do MKTEsportivo, aproveita a proximidade do Super Bowl LX para conversar com Pedro Pinto, comentarista da NFL na Ge TV e especialista em futebol americano, e Gabriel Golim, um dos mais respeitados criadores de conteúdo sobre a modalidade no país. A conversa aprofunda sobre o momento da NFL no Brasil, passando por mídia, negócio, formação de público e o papel da grande final como ativo global da liga.Partindo da trajetória de ambos e da consolidação de uma geração de comunicadores que ajudou a popularizar o futebol americano no país, o papo analisa a evolução da NFL no mercado brasileiro ao longo da última década e as expectativas para o Super Bowl 60, incluindo projeções esportivas e leitura de cenário.A entrevista também avança sobre o Super Bowl como produto de mídia: o peso dos comerciais, teasers e ativações, a importância do evento para a expansão internacional da liga e se ele ainda é o principal motor de crescimento da NFL no Brasil ou apenas o ápice de um consumo cada vez mais distribuído ao longo da temporada.Pedro e Golim avaliam o grau de maturidade do fã brasileiro, a entrada de novos players na transmissão e o impacto de uma abordagem mais didática na formação de novas audiências.O debate passa ainda pelo papel dos criadores de conteúdo como ativos estratégicos para marcas, pela construção de comunidades fora do calendário de jogos e pelos desafios de transformar a NFL em um produto de massa no país, em patamar comparável a outras ligas globais.
O deputado federal Nikolas Ferreira iniciou uma jornada simbólica que reverberou por todo o país. Partindo de Paracatu (MG) em 19 de janeiro de 2026, a "Caminhada pela Liberdade" percorreu 255 quilômetros até o centro do poder em Brasília. Este vídeo detalha o percurso de sete dias sob condições físicas extremas, o apoio de setores do agronegócio e da indústria, e a adesão de importantes lideranças políticas da direita. Analisamos as pautas centrais do movimento — liberdade de expressão, anistia e a oposição às prisões recentes — e o impacto real de levar o povo de volta à capital federal.
A Tirania da Urgência: Saul Alinsky, Poder e a Crise do Ministério é um episódio de discernimento espiritual e institucional. Partindo da figura de Saul Alinsky (1909–1972) e de seu Rules for Radicals, analisamos a lógica do conflito permanente, da pressão contínua e da “engenharia da percepção” como gramática moderna de poder — e como essa racionalidade pode se infiltrar na Igreja não por ideologia declarada, mas por métodos silenciosos. Em diálogo com Eric Voegelin, examinamos a tentação gnóstica de “salvar o mundo por técnica”: quando eficácia substitui santidade, urgência substitui formação, e mobilização toma o lugar do discipulado. O episódio desce do plano teórico para o pastoral: instabilidade crônica, transferência pastoral como cultura, colapso do enraizamento, custo invisível para esposas e filhos, e a transformação do ministério em função, não vocação. Por fim, propomos um caminho de resistência: a Igreja como comunidade alternativa (não vanguarda revolucionária), o governo representativo como teologia encarnada, e a escatologia adventista como antídoto à tirania da urgência — resgatando tempo redimido, memória, vínculos e fidelidade ao Cordeiro.
Até que ponto a literatura aproxima as pessoas? No episódio que abre a temporada 2026 do 451 MHz, os poetas e prosadores Eliane Marques e Henrique Marques Samyn conversam com a também poeta e colunista do podcast Bruna Beber sobre como a poesia os transformou em primos. Partindo do poder da palavra de criar laços, os convidados encontram pontos em comum desde o primeiro contato com histórias na infância até a descoberta da literatura negra. Na conversa, gravada no fim de 2025, eles ainda falam sobre como isso se reflete em seus livros mais recentes: Sílex (Círculo de Poemas), de Eliane Marques, e Anastácia e a Máscara (Malê), de Henrique Marques Samyn. Apoio: Lei Rouanet - Incentivo a Projetos Culturais. Assine a Quatro Cinco Um por R$ 10/mês: https://bit.ly/Assine451 Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451
No episódio desta semana, os professores Victor de Lucena e Danilo Gomes compartilham reflexões filosóficas sobre como podemos aprimorar nossas relações humanas, a partir de uma perspectiva mais consciente, ética e fraterna. Partindo da ideia de que o ser humano é, por natureza, um ser social, o diálogo aborda os desafios de conviver em sociedade, especialmente diante das diferenças individuais. Distingue-se entre o impulso de competir ou se destacar e a virtude de se unir aos outros, cultivando a superação de si mesmo em vez da comparação com o outro. São também explorados os valores da cortesia e da concórdia, contrapondo a separatividade à ideia de unidade, fundamental para a construção de vínculos mais profundos. Relações humanas verdadeiras são apontadas como elementos essenciais da felicidade e da saúde mental, destacando-se a importância dos laços de amizade e do convívio harmonioso. Participantes: Victor de Lucena e Danilo Gomes Trilha Sonora: Maurice Ravel – Antar (After N. Rimsky-Korsakov): No. 7. Ravel: Allegretto
Neste sermão em João 20, o pregador mostra que o Evangelho foi escrito “para que continueis crendo” que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus – especialmente para a segunda geração de cristãos, aqueles que não viram, não tocaram, mas creem pela Palavra.Partindo do contexto histórico do final do primeiro século, a mensagem explora:A crise externa da igreja primitiva: perseguição, expulsão das sinagogas e intolerância religiosa.A crise interna: a iminente morte de João, o último apóstolo vivo, e o medo de que a fé desmoronasse.A bem-aventurança de Jesus: “Bem-aventurados os que não viram e creram” (João 20:29).Como, em João, os milagres são realizados pelo poder da Palavra, não apenas pelo toque de Jesus.A ideia central: a Palavra é tão poderosa quanto a presença – para a “segunda geração” e para nós hoje.Aplicando essa realidade aos nossos dias, o sermão aborda:O desafio de viver a fé em um mundo pós-cristão e pós-moderno.A influência do chamado “cristianismo progressista” e de uma cosmovisão humanista que tenta atualizar e relativizar a fé bíblica.A diferença entre amor verdadeiro e um “amor permissivo” que ignora a vontade de Deus.A importância de uma cosmovisão bíblico-cristã sólida, em contraste com a mentalidade dominante nas mídias, escolas e cultura.O apelo final: voltar à Bíblia como Palavra viva, autoritativa, suficiente para sustentar nossa fé até a volta de Jesus.Se esta mensagem falou ao seu coração, compartilhe este episódio com alguém que está lutando para permanecer firme na fé.Siga nosso podcast no Spotify, ative o sininho para não perder os próximos sermões e permita que a Palavra alimente diariamente sua fé em Jesus até o dia da Sua volta.
O episódio mergulha no impacto profundo que a tecnologia tem na nossa atenção, identidade e vínculos humanos. Partindo de Black Mirror – Nosedive, mostramos como já vivemos na lógica das “estrelas” e da performance permanente. Com Nicholas Carr, Neil Postman e Robert Putnam, entendemos como a internet remodela cérebros, relacionamentos e até quem acreditamos ser. Um convite urgente à lucidez digital. Sabe aquele momento... em que você precisa confiar cem por cento no freio da sua moto? É aí que entra a Nakata.Discos de aço inoxidável com alta dissipação de calor, pastilhas que mantêm performance em qualquer temperatura,e sapatas com ajuste perfeito.Frenagem eficiente, segura e confortável — faça sol ou chuva. Agora, você também pode contar com a qualidade e segurança da marca Nakata para 2 rodas.Visite @ferasdaoficinanakata no Instagram. A Nakata entrega qualidade de quem entende de estrada e confiança. Nakata. Pode contar. O comentário do ouvinte é patrocinado pela Vinho 24 Horas. Já pensou em ter um negócio que funciona 24h, sem precisar de funcionários? Uma adega autônoma instalada no seu condomínio, com vinhos de qualidade, controle pelo celular e margem de 80%. Com apenas R$ 29.900, você inicia sua franquia e ainda ganha 100 garrafas de vinho. Acesse Vinho24.com.br e comece seu novo negócio! A Terra Desenvolvimento revoluciona a gestão agropecuária com métodos exclusivos e tecnologia inovadora, oferecendo acesso em tempo real aos dados da sua fazenda para estratégias eficientes. A equipe atua diretamente na execução, garantindo resultados. Para investidores, orienta na escolha das melhores atividades no agro. Com 25 anos de experiência, transforma propriedades em empreendimentos lucrativos e sustentáveis. Conheça mais em terradesenvolvimento.com.br. Inteligência a serviço do agro! ...................................................................................................................................................................
Este é o nosso episódio de número 239 e hoje recebemos o filósofo e editor Maikel da Silveira para uma conversa longa e extremamente rica sobre o pensador japonês Kōjin Karatani. No episódio de hoje do Filosofia Pop, Maikel (que frente da primeira tradução brasileira da obra principal de Karatani, A Estrutura da História Mundial, prevista para março de 2026 pela Editora Machado) nos apresenta a trajetória intelectual desse filósofo japonês ainda pouco conhecido no Brasil, mas já considerado um dos maiores pensadores vivos do Japão e ganhador, em 2022, do prestigioso Berggruen Prize, muitas vezes chamado de “Nobel da Filosofia”. Partindo de sua própria experiência acadêmica e política, Michael explica como chegou a Karatani a partir de uma crítica ao populismo de esquerda, mostra como o japonês reelabora Marx a partir de uma leitura transversal com Kant, expõe a famosa teoria dos modos de troca (A, B, C e o retorno do modo D), o nó borromeu capital–Estado–nação e a proposta política do associationism como alternativa real ao capitalismo-nação-Estado. Tudo isso atravessado por uma perspectiva única: a de alguém que viveu a modernização acelerada e forçada do Japão pós-guerra e que, a partir daí, consegue ver fissuras que muitos teóricos ocidentais simplesmente não enxergam. Resumo dos temas principais abordados na entrevista Quem é Kōjin Karatani Filósofo japonês nascido em 1941, um dos maiores pensadores vivos do Japão; Ganhador do Berggruen Prize 2022 (“Nobel da Filosofia”); Trajetória que vai da crítica literária (anos 60-70) ao marxismo japonês (influência de Kozo Uno), passando pelo estruturalismo, pós-estruturalismo e diálogo com Derrida, Jameson, De Man, etc. Como Michael Silveira chegou a Karatani Via crítica ao populismo de esquerda (mestrado com Laclau → conclusão de que populismo é sintoma e resposta precária à crise de representação); Doutorado orientado pela necessidade de pensar a articulação entre política nacional e economia mundial → Karatani como resposta. Ideias centrais de Karatani O nó borromeu da modernidade: Capital – Estado-nação – Nação (com dominância do capital); Teoria dos modos de troca (base de toda a sua filosofia da história): • Modo A: reciprocidade de dádiva (clã, comunidade primitiva) • Modo B: dominação e proteção (Estado imperial antigo) • Modo C: mercadoria (capital) • Modo D: retorno em nível superior da reciprocidade (associationism, redes de ajuda mútua transnacionais) História como repetição e recombinação desses modos, não como progresso linear; Conceito de “paralaxe” (depois popularizado por Žižek); Crítica ao nacionalismo e ao estatismo; proposta política do New Associationist Movement (NAM) e do “modo D” como alternativa real ao capitalismo. Posição “entre-lugares” Perspectiva privilegiada do Japão (modernização forçada pós-guerra) permite ver fissuras que teóricos ocidentais não enxergam; Comparação com a posição “marrana” de Spinoza: crítica simultânea à tradição própria e à ocidental, sem conciliação fácil, mantendo a tensão (stay with the trouble). Recepção e atualidade Ainda quase desconhecido no Brasil (nenhum livro traduzido até agora); Primeira tradução brasileira: A Estrutura da História Mundial (Editora Machado, março 2026, trad. Alain Ilane); Por que marxistas tradicionais rejeitam (abandona “modos de produção” por “modos de troca”); Indicações feitas por Michael Silveira no episódio Livros Kōjin Karatani – A Estrutura da História Mundial (Editora Machado, lançamento março 2026) André Castro – A Luta que Há nos Deuses: do bolsonarismo à extrema-direita evangélica (Editora Machado) Houria Bouteldja – Permanecer Bárbaros: não brancos contra o império (prefácio de Acauã Oliveira) Euclides Mance – Uma Economia da Libertação (4 volumes, em lançamento) Gabriel Tupinambá – O desejo da psicanálise Gabriel Tupinambá et al. – Atlas da Política Experimental (GLAC Editora, organizado com base nos modos de troca de Karatani) Investigar, Compor e Continuar (livro interno do Espaço Comum de Organizações, também baseado em Karatani) Música Marcelo D2 – Manual Prático do Novo Samba (disco mais recente) Audiovisual / Anime One Piece (muito recomendado no momento atual, inclusive por aparecer em protestos da geração Z) Leitura complementar já disponível em outras línguas Transcrítica (Transcritique) – já existe tradução em espanhol O Filosofia Pop é um podcast que aborda a filosofia como parte da cultura. A cada 15 dias, sempre às segundas-feiras, a gente vai estar aqui pra continuar essa conversa com vocês. Intercalando com nossos episódios normais de quando em quando vamos apresentar episódios de entrevistas temáticas especiais. O episódio de hoje que é uma parceria com o projeto de extensão Filosofia, Cultura popular e Ética, desenvolvido na Universidade Federal de Jataí. Lembrando que você pode encontrar o podcast filosofia popo no twitter, instagram, Facebook e outras redes sociais. Nosso email é contato@filosofiapop.com.br Alguns recados que também gostaríamos de compartilhar: Esta disponível para download gratuito o livro Tcholonadur: entrevistas sobre filosofia africana. Este é um projeto que reúne 34 entrevistas com pensadores que estão moldando a filosofia africana fora da lusofonia. Com prólogo de Filomeno Lopes; Prefácio de Severino Ngoenha e Ergimino Mucale, “Tcholonadur” oferece uma oportunidade imperdível de mergulhar nas ideias e pensamentos que estão moldando o futuro da filosofia africana. https://filosofiapop.com.br/texto/tcholonadur/livro-tcholonadur-entrevistas-sobre-filosofia-africana/ Twitter: @filosofia_popFacebook: Página do Filosofia PopYouTube: Canal do Filosofia Pope-mail: contato@filosofiapop.com.brSite: https://filosofiapop.com.brPodcast: Feed RSS Com vocês, mais um episódio do podcast Filosofia Pop! O post #239 – Kojin Karatani, com Maikel da Silveira apareceu primeiro em filosofia pop.
A democracia não estava preparada para a internet. Partindo dessa provocação, o cientista político e filósofo Fernando Schuler analisa os desafios do Brasil contemporâneo no terceiro episódio de 'Hello, Brasil! O país no divã'.Nesta conversa, exploramos como a revolução digital, a polarização e a cultura do cancelamento impactam o debate público. Por que o brasileiro tem uma tradição autoritária e uma desconfiança da liberdade? Somos um país viciado na ideia de que o cidadão precisa ser tutelado pelo Estado?Maria Homem e Felipe Miranda conduzem um diálogo sobre liberdade de expressão, o papel do judiciário, a "desordem informacional" e a necessidade de resgatar a empatia em um mundo cada vez mais digital. Uma reflexão fundamental sobre os rumos da nossa democracia.Temas em Destaque:Democracia vs. Internet: o impacto da revolução digitalPolarização e o viés de confirmaçãoLiberdade de expressão e cultura do cancelamentoA tradição autoritária e paternalista do BrasilA "desordem informacional" e a tutela do EstadoO papel do judiciário na democracia brasileira00:00 - Apresentação: Quem é Fernando Schuler? 03:36 - A democracia não estava preparada para a internet07:41 - Polarização e o viés de confirmação11:33 - A importância do dissidente e da liberdade de expressão25:10 - A cultura do cancelamento e a "espiral do silêncio"42:10 - O problema da tutela do Estado sobre a opinião48:17 - O brasileiro não tem maturidade para a liberdade?53:07 - O DNA paternalista do Brasil1:27:44 - Cuidem das relações humanas
Como pensar a vida em comum num planeta devastado por desigualdades, racismo e colapso ambiental? O filósofo camaronês Achille Mbembe propõe uma resposta em A Comunidade Terrestre, seu livro mais recente. Partindo de perspectivas africanas e de uma crítica ao universalismo eurocêntrico, Mbembe imagina uma nova consciência planetária. Nesta conversa, a jornalista, professora e doutora em Comunicação Rosane Borges, especialista em Mbembe, reflete sobre os caminhos apontados pelo filósofo para questões urgentes do nosso tempo. Este episódio faz parte do especial da Quatro Cinco Um sobre autores do Atlântico negro francófono e tem o apoio da Embaixada da França. O episódio foi realizado com o apoio da Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais. Assine a Quatro Cinco Um por R$ 10/mês: https://bit.ly/Assine451 Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451
O povo apoia a chacina do Rio? - Pastor Henrique Vieira - Programa 20 Minutos
Respirar é algo que fazemos o tempo todo — mas quantas vezes paramos para refletir sobre a profundidade desse simples ato? Neste episódio do podcast filosófico da Nova Acrópole, a professora Erika Kalvelage, da sede São Paulo, conduz uma reflexão envolvente sobre o respirar como um símbolo de reconexão com nossa interioridade e com a harmonia da vida. Partindo da respiração como ponte entre corpo, mente e espírito, o episódio convida o ouvinte a redescobrir o valor do silêncio interior em um mundo cada vez mais ruidoso e acelerado. A filosofia antiga, especialmente o pensamento estoico, a simbologia do Yin-Yang da China milenar e o Mito da Caverna de Platão são apresentados como chaves para compreender como o equilíbrio entre ação e introspecção é essencial para uma vida mais consciente, serena e significativa. Mais do que uma pausa, respirar com presença torna-se aqui um exercício de autoconhecimento, um caminho para acessar a sabedoria interior e encontrar, no meio do caos cotidiano, um espaço de paz, lucidez e propósito. Participantes: Erika Kalvelage e Pedro Guimarães Trilha Sonora: Wolfgang Amadeus Mozart – Divertimento em Ré Maior, 2º movimento (Andante)
Neste episódio, iniciamos uma nova série dedicada ao tema da amizade, sob a ótica da filosofia. A conversa entre Danilo Gomes e o professor Marcelo Silveira, da sede de São José dos Pinhais (PR), percorre os múltiplos significados e expressões da amizade ao longo da história, da mitologia à ética clássica. Partindo da origem da palavra "filosofia" como "amizade pela sabedoria", os participantes abordam a experiência da amizade como um elo sagrado que revela a unidade na diversidade humana. Mitos como o de Teseu e Pírito, e obras de autores como Aristóteles, Cícero e Kahlil Gibran, oferecem exemplos profundos dessa vivência, que se revela mais prática e transformadora do que conceitual. Reflete-se ainda sobre os valores que sustentam as verdadeiras amizades — como fidelidade, ousadia, reconhecimento, franqueza e maturidade — e a necessidade do autoconhecimento como base para vínculos duradouros e significativos. Assim, a amizade é apresentada não como um sentimento efêmero, mas como uma construção humana e espiritual que nos conecta ao outro e à nossa própria essência. Participantes: Danilo Gomes e Marcelo Silveira Trilha Sonora: Noturno nº 2 em Fá maior, Op. 9 – Frédéric Chopin