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JK Cast #264 - Fome nos EUA, Como Acabar com as Facções Criminosas, O Consumismo vai Destruir o Planeta, Estatal de Terras Raras
SARGENTO BATATA e SARGENTO NANTES são policiais militares. Eles vão bater um papo sobre as facções criminosas e se elas realmente são organizações terroristas. Já o Vilela não acredita em organização.
E se a chave para desarticular o crime organizado não estiver em prender mais, mas em tornar a facção lisa, sem dinheiro? Neste episódio, Fernanda da Silva Soares recebe Rafhael Nepomuceno para discutir a Lei 15.358/2026, conhecida como a Lei Antifacção, e a ação civil pública de perdimento de bens, ferramenta que permite o confisco de ativos do crime independentemente de condenação penal.A conversa parte da Operação Compliance Zero, que revelou a infiltração de facções no sistema financeiro, e percorre os principais debates trazidos pela nova lei: a persecução in rem e seus limites constitucionais frente à presunção de inocência; o porquê de o STJ ter invalidado pedidos de confisco alargado do art. 91-A do Código Penal; a destinação dos recursos recuperados e o Fundo Nacional de Reparação às Vítimas previsto no art. 245 da Constituição, jamais instituído; e os desafios da investigação patrimonial em fintechs, criptoativos e carteiras frias, em um cenário que exige perícia algorítmica e capacitação tecnológica urgente do Ministério Público.Um episódio sobre o que muda e o que ainda precisa mudar quando o sistema de justiça decide ir atrás do dinheiro do crime, e não apenas dos criminosos.
Convidados: Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro De Segurança Pública e Paulo Renato Soares, jornalista da TV Globo e um dos repórteres do documentário ‘Territórios' do Globoplay. O Brasil vive um processo de interiorização da violência, com o avanço das facções criminosas para cidades médias e pequenas. É o que mostram estudos do Fórum Brasileiro de Segurança Pública em parceria com o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Enquanto grandes capitais (como Fortaleza, São Luís e Goiânia) reduziram as taxas de homicídios em mais de 60% entre 2013 e 2023, municípios do interior passaram a concentrar episódios de violência antes restritos às metrópoles. Como mostra o documentário do Globoplay “Territórios – Sob o Domínio do Crime”, o crime organizado deixou de ser um fenômeno localizado e passou a atuar de forma articulada em escala nacional e transnacional, apoiado no domínio de territórios, no uso da força armada, na influência dentro do sistema prisional, na penetração em atividades da economia formal e em práticas de corrupção. "A gente escolheu esse nome 'Territórios', porque este é o ponto: é grave a dominação armada de territórios que acontece muito no Rio de Janeiro e está se espalhando por tudo quanto é lugar. Isso subjuga milhões de pessoas. Eles impõem regras a elas, que são consumir produtos e serviços imposto pelos traficantes", disse Paulo Renato Soares, um dos repórteres do documentário. Cidades como Rio Claro, no interior de São Paulo, com cerca de 200 mil habitantes, viraram palco de disputa entre o PCC e o Comando Vermelho. A localização, próxima a grandes rodovias, transformou a cidade em um ponto estratégico para o tráfico. Na Bahia, o município de Juazeiro, a 500 quilômetros de Salvador, reflete esse mesmo movimento. Lá, a taxa de homicídios chega a 76,2 por 100 mil habitantes, três vezes maior que a média nacional. E, na Amazônia Legal, formada por nove estados, a presença do crime organizado já alcança 45% dos municípios. De acordo com Samira Bueno, do Fórum Brasileiro De Segurança Pública, com esse avanço, o Estado precisa considerar a atuação das facções não apenas no âmbito da segurança pública, mas também na formulação de políticas de habitação, transporte e até no processo eleitoral. No Rio de Janeiro, por exemplo, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) tem realizado uma força-tarefa para conter a influência do crime organizado nas eleições.
As organizações criminosas são o tema do MP no Rádio desta semana. O Promotor de Justiça Pedro Henrique Brazão Papaiz, do Ministério Público do Paraná, que coordena o núcleo regional de Guarapuava do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), explica o que as define, quais os crimes mais comuns cometidos por elas e as penas previstas na legislação para quem participa desses grupos, entre outros temas.
Aula apresentada pelo professor Paulo Henrique Helene - Advogado e Professor de Direito, especialista em Direito Tributário, Penal e Processual Penal e afins.Aula ministrada: Lei 12580/2013 - Lei das Organizações CriminosasMaterial em PDF disponível no link: https://drive.google.com/file/d/1FRcJdH4vTApDgNfCO64cuAl-tnf_p8k8/view?usp=sharing
Aula apresentada pelo professor Paulo Henrique Helene - Advogado e Professor de Direito, especialista em Direito Tributário, Penal e Processual Penal e afins.Aula ministrada: Lei 12.580/2013 - Lei das Organizações Criminosas.Material em PDF disponível no link: https://drive.google.com/file/d/1FRcJdH4vTApDgNfCO64cuAl-tnf_p8k8/view?usp=sharing
O convidado é o promotor de Justiça e coordenador do Gaeco Norte, Handerson Gomes.
Aula apresentada pelo professor Paulo Henrique Helene - Advogado e Professor de Direito, especialista em Direito Tributário, Penal e Processual Penal e afins.Aula ministrada: Lei 12580/2013 - Lei das Organizações CriminosasMaterial em PDF disponível no link: https://drive.google.com/file/d/1FRcJdH4vTApDgNfCO64cuAl-tnf_p8k8/view?usp=sharing
Aula apresentada pelo professor Paulo Henrique Helene - Advogado e Professor de Direito, especialista em Direito Tributário, Penal e Processual Penal e afins.Aula ministrada: Lei 12580/2013 - Lei das Organizações CriminosasMaterial em PDF disponível no link: https://drive.google.com/file/d/1FRcJdH4vTApDgNfCO64cuAl-tnf_p8k8/view?usp=sharing
Convidado: Octavio Guedes, comentarista da GloboNews e colunista do g1. Dentro do governo americano, está em curso uma discussão para classificar as facções criminosas Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. A diplomacia brasileira trabalha para frear a decisão, diante dos riscos que esse tipo de classificação pode ter para a soberania e para a economia do país. Nos últimos meses, dois países latino-americanos foram submetidos a ações americanas contra grupos considerados narcotraficantes pela Casa Branca. No fim de 2025, navios, caças e drones enviados por Washington bombardearam embarcações no mar do Caribe e mataram pelo menos 100 pessoas, entre venezuelanos e colombianos – sem qualquer prova de que os alvos tivessem relação com o crime. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Octavio Guedes, comentarista da GloboNews e colunista do g1, para explicar as relações do CV e do PCC com o crime internacional. Guedes também relata como o crime organizado cresceu nas últimas décadas no Brasil – e o terror que gera em todo o continente. Por fim, ele avalia quais são os reais interesses americanos na pauta da segurança pública.
Participam da edição, o promotor de Justiça e coordenador do Gaeco Sul, Lívio Brito; e o promotor de Justiça e integrante do Gaeco Sul, Leonardo Marinho.
O convidado da edição é o procurador-geral de Justiça do Ceará, Herbet Santos.
A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) apresentou ação, juntamente com a Bancada do Partido dos Trabalhadores, que pede investigação sobre indícios de uso da ferramenta Grok, integrada à plataforma X, para produção de conteúdos sexualizados falsos envolvendo crianças, adolescentes e mulheres.Sonora:
Senadores do PT elogiaram as mudanças promovidas na proposta aprovada na Casa. O PL Antifacção retorna à CâmaraSonoras:
Com o sucesso da série Tremembé, estreada em 2025, muitos crimes que tiveram grande visibilidade no país voltaram a ser o centro das atenções. Em especial, os crimes cometidos por mulheres foram destacados na produção. Com essa repercussão, a sociedade passou a expor o que achava sobre esses casos.Por isso, apresentamos “Mulheres Criminosas: O julgamento social”. Nesse podcast, você vai entender um pouco mais sobre por que a sociedade se interessa tanto por esses casos e como gênero e mídia influenciam essa percepção.A rádio reportagem foi produzida para a disciplina de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no segundo semestre de 2025.Roteiro e Locução e Edição por Heitor Augusto e Verônica Caroline. Locução da Vinheta por Maria Elis, Locução especial por Ana Gueiros e Monitoria de Danielly Alves. Coordenação técnica por Peter Lobo e Roque Bezerra. Orientação da professora Valci Zuculoto.
A Polícia Civil prendeu um homem de 39 anos que extorquia e promovia ações criminosas contra uma empresa ferroviária de Santos, no litoral de São Paulo. O flagrante foi realizado na quinta-feira (4) por equipes da 5ª Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (Disccpat) enquanto o suspeito oferecia a um representante da firma a interrupção dessas ações, desde que fosse pago um valor mensal.
Debate da Super Manhã: Criminosos que viram celebridades. Culpados que passam a receber mais destaque que as próprias vítimas. Casos de grande repercussão policial no Brasil, que receberam extrema atenção da imprensa, hoje viram livros e produções de audiovisual para o streaming com enorme sucesso. No Debate desta sexta-feira (27), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados para falar sobre mentes criminosas: o que é a psicopatia? todo mundo tem um pouco de psicopata? e por que algumas pessoas começam a desenvolver simpatia pelas histórias dos presidiários famosos. Participam a perita criminal, professora e palestrante Sandra Santos, o historiador, psicólogo e psicanalista Miguel Gomes e o psicólogo e professor de Psicologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Sylvio Ferreira.
Boletim da ALMG - Edição n.º 6305
AS OUTRAS CRIMINOSAS DE TREMEMBÉ #546
Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
A presença de facções criminosas cresceu e chegou a 45% dos municípios que compõem a Amazônia Legal. O levantamento é do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O aumento é de 32% em relação a 2024.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
Divergências travam o projeto sobre facções criminosas. O governo defendeu mudanças no texto e governadores pediram o adiamento da votação na Câmara. O relator Guilherme Derrite apresentou uma quarta versão do relatório. O Senado aprovou um novo mandato para o procurador-geral da República Paulo Gonet. Temporais deixaram em alerta mais de 50 cidades da Bahia. Uma barqueata abriu a Cúpula dos Povos. A COP30 teve segurança reforçada um dia depois dos protestos. Mistério em Itapecerica da Serra, São Paulo: uma carreta bloqueou uma rodovia durante cinco horas. O motorista disse que foi sequestrado e que havia uma bomba dentro do veículo, mas a polícia não encontrou o explosivo.
RODRIGO PIMENTEL é ex-capitão do BOPE e JOEL PAVIOTTI é historiador. Eles vão bater sobre as facções criminosas e suas operações, expansão e como prevenir que tomem conta da sociedade. O Vilela conta que tudo era mais calmo na época do Genghis Khan.
O secretário estadual da Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, se licenciou do cargo, reassumiu temporariamente o mandato de deputado federal e foi indicado na última sexta-feira pelo presidente da Câmara, Hugo Motta, como relator do projeto de lei antifacção do governo Lula. Em menos de duas horas, Derrite apresentou o relatório e alterou o texto para equiparar facções criminosas a organizações terroristas. Ele aproveitou para elevar a pena máxima para terroristas de 30 para 40 anos. Na justificativa, o relator destacou que “não se trata de classificar as organizações criminosas, paramilitares ou milícias privadas como ‘organizações terroristas’ em sentido estrito, mas de reconhecer que certas práticas cometidas por essas estruturas produzem efeitos sociais e políticos equivalentes aos atos de terrorismo, justificando, portanto, um tratamento penal equiparado quanto à gravidade e às consequências jurídicas”. Em entrevista à Rádio Eldorado, o jurista Wálter Maierovitch disse que o presidente da Câmara “escolheu muito mal” o relator e que a atitude “aumenta a polarização política”. Ele também criticou a justificativa de Derrite para equiparar facções criminosas a organizações terroristas. “Essa justificativa não se sustenta e é perigosa. São fenômenos completamente diversos. Crime organizado tem como objetivo o lucro. Terrorismo é violência política voltada a uma ideologia”, afirmou. Para Maierovitch, “o aumento da pena no Brasil está desmoralizado”. Uma das soluções apontadas pelo jurista é a criação de uma agência nacional para coordenar as ações e a troca de dados entre os Estados na área de segurança pública.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 05, Carlos Andreazza fala a megaoperação policial no Rio de Janeiro, a mais letal da história do Estado, politizou o debate sobre segurança pública e antecipou o calendário eleitoral. Em menos de uma semana, o governo Lula e parlamentares de 16 Estados e 12 partidos apresentaram 51 projetos de lei sobre o tema, transformando a pauta da criminalidade em palco de disputa política e nova arena de confronto entre Planalto e oposição, a menos de um ano das eleições de 2026. Especialistas consultados pelo Estadão destacam que esse salto no número de projetos apresentados ao longo dos último dias repete um padrão do Congresso: após episódios de grande repercussão acontece uma enxurrada de propostas de soluções apresentadas no calor da comoção pública, sem planejamento de longo prazo. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Leonardo Cruz e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Passando a Limpo: Nesta terça-feira (28), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o Cientista Político, Arthur Leandro, sobre o resultado da reunião entre Trump e Lula. A Jornalista especializada em mobilidade urbana do Jornal do Commercio, Roberta Soares, detalha a situação do metrô do Recife. O Deputado Federal, Mendonça Filho (União), repercute os avanços da PEC da Segurança Pública.
O assassinato do ex-chefe da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, reacende o debate sobre a atuação de facções criminosas no Brasil.O delegado foi executado com vários tiros de fuzil em uma emboscada na noite de segunda-feira, na cidade de Praia Grande, no Litoral Paulista.Fontes era considerado inimigo do PCC, Primeiro Comando da Capital, por ter realizado o primeiro mapeamento de como o grupo criminoso atua, além de outras ações.Ele também foi responsável por indiciar toda a cúpula da facção, incluindo Marcola, antes de os líderes serem isolados em uma penitenciária no Regime Disciplinar Diferenciado.Em setembro, a Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que equipara as ações de facções criminosas e milícias ao terrorismo.Para discutir essas questões, o Palavra Aberta recebe o professor Cláudio Beato, fundador e coordenador do Crisp, Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública da UFMG, e o advogado criminalista Lúcio Adolfo.
Luiz Ricardo de Lara, delegado da DIG e DISE de Praia Grande (SP), gravou o podcast Baixada em Pauta horas antes da execução do ex-delegado Ruy Ferraz Fontes. No programa, falou sobre a carreira, investigações de repercussão nacional e críticas a leis que dificultam o trabalho da polícia.
Referências do EpisódioWEBINAR Black Friday: Cibersegurança pra além do básico, sem esquecer o básicoAdaptixC2: A New Open-Source Framework Leveraged in Real-World AttacksChillyHell: A Deep Dive into a Modular macOS BackdoorNewly Identified Domains Likely Linked to Continued Activity from PoisonSeed E-Crime ActorEggStreme Malware: Unpacking a New APT Framework Targeting a Philippine Military CompanyFrankenstein Variant of the ToneShell Backdoor Targeting MyanmarTechnical Analysis of kkRATRoteiro e apresentação: Carlos CabralEdição de áudio: Paulo ArruzzoNarração de encerramento: Bianca Garcia
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (26/08/2025): Por pressão da Polícia Federal, o governo excluiu do anteprojeto da Lei Antimáfia a criação da Agência Nacional de Enfrentamento às Organizações Criminosas. O órgão constava da minuta final do projeto que deve ser enviado ao Congresso até quinta-feira. A PF temia que o novo órgão conflitasse com suas atividades, uma vez que as ações antimáfia seriam coordenadas por ele. Houve ainda questionamentos sobre a constitucionalidade da proposta e a possível perda de autonomia da pasta da Justiça na definição de políticas da área. A criação da agência, com objetivo de punir facções tanto nas ruas como nas cadeias, tinha entre seus principais defensores Ministérios Públicos especializados no combate ao crime organizado. Objetivo era seguir o modelo da Direção Investigativa Antimáfia, da Itália. E mais: Política: Valdemar diz que Trump ‘é a única saída’ e pressiona por Tarcísio no PL Economia: Marcas chinesas vencem desconfiança e já superam 20% das vendas no País Metrópole: Suspeito de fazer ameaças de morte ao youtuber Felca é preso em Olinda Internacional: Israel ataca hospital 2 vezes; segundo bombardeio mata médicos e jornalistas Esportes: Ancelotti faz 9 mudanças, deixa Neymar de fora e chama PaquetáSee omnystudio.com/listener for privacy information.
*) Esse episódio do Podcast 15 Minutos, explora a crescente influência de organizações criminosas no Brasil, destacando que 26% da população vive sob seu controle, o que é o índice mais alto da América Latina. Os comentaristas discutem as sanções impostas pelos EUA ao PCC, como a aplicação da Lei Internacional de Poderes Econômicos de 1977, e a intenção americana de classificar essas facções como terroristas.
Camila Nunes Dias e Bruno Paes Manso, do NEV-USP, são os entrevistados desta semana no USP Analisa
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A polícia do Rio de Janeiro foi às ruas nesta quinta-feira (3) para prender criminosos das duas maiores facções do país. A operação cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão em quatro estados: Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul. Os alvos são integrantes do PCC e do Comando Vermelho, que atuavam juntos no tráfico de drogas e armas no Complexo do Alemão, zona norte do Rio. E ainda: ONS determina aumento do uso de usinas térmicas para o fornecimento de energia no país.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou nesta quinta (10) uma operação contra o núcleo financeiro do Comando Vermelho. A investigação identificou uma movimentação de R$ 6 bilhões em contas suspeitas ligadas à facção. Segundo a polícia, o grupo usava empresas de fachada, fintechs e bancos digitais sem autorização do Banco Central para lavar dinheiro do tráfico de drogas. E ainda: Setor de serviços sobe 0,8% em fevereiro após três meses em queda.
Xi Jinping é meu amigo, e acho que chegaremos a um acordo, diz Trump. Em novo recado a Trump, China diz que não vai recuar: 'EUA estão se colocando contra o resto do mundo'. Operação mira lavagem de dinheiro das maiores facções do país; grupo movimentou R$ 6 bilhões e criou até banco digital. Bets ilegais: governo obriga bancos a denunciar contas suspeitas após bloquear 11 mil sites. São Paulo tem 1 celular roubado a cada 3 minutos; veja bairros com mais casos.
Investigadores da ONU observam aumento significativo no tráfico de lixo eletrônico de países desenvolvidos e economias emergentes em rápida ascensão.
O Brasil caiu no Índice de Percepção da Corrupção (IPC) de 2024, medido pela organização Transparência Internacional, e chegou à pior nota e pior colocação da série histórica, que pode ser comparada desde 2012. O relatório lista os países por meio de uma pontuação que vai de 0 a 100. Quanto menor a pontuação, pior é a percepção de corrupção do país. O Brasil recebeu 34 pontos. A média para as Américas é de 42 pontos. Para o mundo, 43 pontos. "Por trás deste resultado está a constatação de que organizações criminosas estão se infiltrando nas instituições brasileiras. O que era Rio de Janeiro foi só um ensaio-geral e foi extrapolando fronteiras. O Estado brasileiro não consegue controlar", diz Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Brasil caiu no Índice de Percepção da Corrupção (IPC) de 2024, medido pela organização Transparência Internacional, e chegou à pior nota e pior colocação da série histórica, que pode ser comparada desde 2012. O relatório lista os países por meio de uma pontuação que vai de 0 a 100. Quanto menor a pontuação, pior é a percepção de corrupção do país. O Brasil recebeu 34 pontos. A média para as Américas é de 42 pontos. Para o mundo, 43 pontos. "Por trás deste resultado está a constatação de que organizações criminosas estão se infiltrando nas instituições brasileiras. O que era Rio de Janeiro foi só um ensaio-geral e foi extrapolando fronteiras. O Estado brasileiro não consegue controlar", diz Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Objetivo é reforçar aplicação da lei para desmantelar prática do crime em países de origem, trânsito e destino; outro foco será redução da demanda que impulsiona comércio ilícito; Escritório da ONU documentou apreensões em 162 nações, afetando cerca de 4 mil espécies de plantas e animais.
Popularmente conhecido como deleção premiada, o acordo já foi usado em grandes escândalos envolvendo empresários e políticos no Brasil
Um mecanismo jurídico criado em 2013 no escopo da Lei de Combate às Organizações Criminosas causaria um terremoto político anos depois. Durante o auge da Operação Lava-Jato, atores muito importantes do centro do poder em Brasília foram presos e assinaram acordos de delação premiada para obter benefícios, como redução de pena e saída da prisão - em troca, informações sobre supostos coautores de crimes. Em 2016, uma proposta para frear as delações foi apresentada – e engavetada. Agora, quase uma década depois, a ideia voltou à ordem do dia no Congresso e ganhou aliados muito poderosos: o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), os líderes dos principais partidos do Centrão e até os mais vocais deputados bolsonaristas – que têm a esperança de anular as delações que comprometem o ex-presidente na Justiça. Para trazer à luz o jogo de bastidores por trás da tentativa de restringir o dispositivo jurídico, Julia Duailibi conversa com Elisa Clavery, repórter da GloboNews em Brasília. Também neste episódio, o advogado criminalista Celso Vilardi, professor da FGV-SP, explica por que essa proposta dificulta as investigações contra o crime organizado e tem elementos inconstitucionais.
A Polícia Federal deflagrou duas operações nesta terça-feira (21) contra grupos suspeitos de vender armas ilegalmente para facções criminosas. De acordo com os investigadores, parte desses armamentos era comprada com registros fraudados de CACs (caçadores, atiradores e colecionadores) e posteriormente usados em mega-assaltos a bancos, na modalidade que ficou conhecida como “novo cangaço”. O Durma com Essa fala sobre o descontrole da circulação de armas no país e os caminhos delas até chegarem nas mãos de criminosos. O programa traz também Mariana Vick explicando o que são as “cidades provisórias” propostas pelo governo do Rio Grande do Sul para os desabrigados pelas cheias. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices