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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) obteve o restabelecimento das prisões preventivas de quatro investigados na Operação Rota do Fim, por meio de decisão do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC). A medida foi deferida após recurso interposto pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) contra decisão do Juízo da Vara de Delitos de Organizações Criminosas que havia revogado as custódias cautelares dos investigados.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia à Vara de Delitos de Organizações Criminosas da Comarca de Rio Branco contra 36 pessoas investigadas no âmbito da Operação Rota do Fim. A ação penal é resultado de investigação que apurou a atuação de uma organização criminosa voltada ao tráfico interestadual de drogas, à lavagem de capitais e ao porte ilegal de munições.
Minas Gerais, historicamente, apresenta um cenário menos grave quando se trata de grandes facções com capilaridade nacional, mas alguns sinais podem indicar que grupos do Rio e São Paulo têm visto, aqui, uma oportunidade para expandir seus domínios. O Visões Populares conversou com Roberta Fernandes, integrante do Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública (CRISP) e pesquisadora associada ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública, sobre este e outros temas que tangenciam a discussão sobre segurança pública. Ouça e compartilhe!
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), obteve a condenação de seis pessoas pelo crime de integrar organização criminosa armada. A sentença foi proferida pela Vara de Delitos de Organizações Criminosas da Comarca de Rio Branco, fixando penas somadas de 114 anos de reclusão, em regime inicial fechado.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia à Vara de Delitos de Organizações Criminosas da Comarca de Rio Branco contra 29 pessoas acusadas de integrar organização criminosa. A ação é resultado das investigações conduzidas no âmbito da Operação Convergência Nacional, que reuniu elementos sobre a estrutura, a divisão de funções e a atuação do grupo criminoso.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), obteve a condenação de seis investigados pelos crimes de integração de organização criminosa e lavagem de dinheiro. A sentença foi proferida pela Vara de Delitos de Organizações Criminosas da Comarca de Rio Branco, em ação penal decorrente da Operação Servilis, deflagrada a partir de investigação conduzida pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco).
Dez pessoas foram presas suspeitas de envolvimento num esquema que lavou mais de R$ 100 milhões para as maiores facções criminosas do país. A operação foi conduzida pelo Ministério Público e pela Polícia Civil do Rio de Janeiro.Veja ainda que um esquema de venda de créditos falsos do ICMS teria gerado um prejuízo de R$ 800 milhões ao estado. Em Santa Catarina, três pessoas morreram depois que um ônibus que seguia para o Paraguai perdeu o controle e tombou em uma ribanceira. E mais: decisão dos Estados Unidos sobre aplicação de tarifas a produtos brasileiros deve sair nesta quarta-feira (15).
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O Ministério Público e a Polícia Civil do Rio de Janeiro realizam nesta quarta-feira (15), uma operação em quatro estados brasileiros contra facções criminosas que teriam lavado mais de R$ 100 milhões. A operação acontece em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná. E ainda: Receita Federal realiza a restituição automática do IR nesta quarta (15).
O crime organizado brasileiro vive uma nova fase. PCC e Comando Vermelho expandiram sua atuação; movimentam milhões de reais em esquemas de lavagem de dinheiro e passaram a ocupar o centro de uma disputa internacional após serem classificados pelos Estados Unidos como organizações terroristas estrangeiras. No Brasil, a resposta do governo tem sido reforçar ações de inteligência, bloquear recursos financeiros e ampliar a integração entre as forças de segurança, com o objetivo de enfraquecer economicamente essas organizações. Mas essas estratégias são suficientes? O que a experiência nacional e internacional mostra sobre o combate às facções? Para discutir esse cenário, o JR 15 Minutos recebe Leandro Piquet, especialista em segurança pública e coordenador da Escola de Segurança Multidimensional da USP.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (02): O pré-candidato à Presidência da República Romeu Zema (Partido Novo) afirmou que encara com naturalidade sua posição nas pesquisas eleitorais e atribuiu o desempenho ao fato de ainda ser pouco conhecido nacionalmente. Durante entrevista, Zema comparou a escolha do eleitor a um cardápio de restaurante, dizendo que os brasileiros só analisarão as opções de candidatos quando a eleição estiver mais próxima. Segundo ele, neste momento, a população está mais preocupada com questões do dia a dia, como o custo de vida e a conta de energia. Reportagem: Rodrigo Costa. O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), e o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) participaram da inauguração de uma praça no bairro de Santa Ifigênia, região central da capital paulista, em uma área que anteriormente concentrava cenas abertas de uso de drogas, conhecida como Cracolândia. Durante o evento, Nunes fez críticas ao PT, enquanto Tarcísio defendeu a manutenção da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro. Reportagem: João Vitor Revedilho. O governo brasileiro enviou um documento ao Representante de Comércio dos EUA (USTR) contestando a ameaça de sobretaxa de 25% sobre produtos nacionais. O Palácio do Planalto defendeu o sistema Pix e argumentou que a medida vai prejudicar os próprios consumidores e empresas norte-americanas. Reportagem: André Anelli. O Ministério da Justiça e Segurança Pública inaugurou, em São Paulo, o Escritório Nacional Antifacção (ENA/SP), nova estrutura da Secretaria Nacional de Segurança Pública voltada à integração entre União, estados e municípios no combate ao crime organizado. Durante a cerimônia, o ministro Wellington César Lima e Silva afirmou que os Estados Unidos têm autonomia para conduzir suas políticas de segurança, mas ressaltou que qualquer atuação deve respeitar o ordenamento jurídico brasileiro e a soberania nacional. Reportagem: Misael Mainetti. O pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) criticou a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro após ela compartilhar um vídeo do ex-governador Anthony Garotinho sobre supostas festas promovidas por Daniel Vorcaro, do Banco Master. Segundo o senador, Michelle estava “completamente desinformada” e afirmou que sua única relação com Vorcaro foi a tentativa de obter financiamento para o filme Dark Horse, que retrata a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro. Reportagem: Bruno Pinheiro. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), defendeu que a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 entrem em vigor imediatamente após a promulgação da proposta de emenda à Constituição (PEC), eliminando o período de transição previsto no texto aprovado pela Câmara dos Deputados. A proposta reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas e garante ao menos duas folgas por semana, preferencialmente aos domingos. A possibilidade de uma emenda de redação está sendo analisada pela assessoria legislativa do Senado, enquanto empresários e entidades patronais seguem defendendo um prazo para adaptação às novas regras. O governo dos Estados Unidos classificou o Primeiro Comando da Capital como a maior organização criminosa do Hemisfério Ocidental. Em documento divulgado pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, as autoridades afirmam que a facção brasileira expandiu suas operações para diversos países, incluindo Reino Unido, Turquia e Japão, e que atualmente representa uma ameaça criminal “real e crescente” também em território americano. O pré-candidato à Presidência da República pelo partido Missão, Renan Santos, anunciou em evento realizado em Caxias do Sul (RS) o nome de Aroldo Medina como seu candidato a vice na disputa eleitoral. O anúncio ocorreu durante uma cerimônia da legenda, quando Medina prestou homenagem a Renan e declarou apoio à sua candidatura presidencial, reforçando a formação da chapa para o pleito de 2026. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
A juíza Renata Carolina Casimiro Braga Velloso Roos, assessora da Presidência do TJSP e integrante do grupo de estudos responsável pela proposta de criação de Varas Estaduais de Organizações Criminosas e Lavagem de Bens, Direitos e Valores, explica o que caracteriza uma organização criminosa, como funciona a lavagem de dinheiro, o papel do juiz das garantias e as mudanças trazidas pela especialização das novas unidades judiciais para o enfrentamento desse tipo de crime. A apresentação é da juíza Ana Rita de Figueiredo Nery.
Inscreva-se no PLD Summit: https://link.lec.com.br/yJKH. Neste episódio do LECCAST, Matheus Cunha recebe Karina Martins, Regional Compliance Officer para a América do Sul na Schneider Electric, e Marcelo Vianna, Secretário de Integridade Privada da CGU, para um bate-papo imperdível sobre o crescente risco de infiltração de organizações criminosas em negócios lícitos.
Sargento Batata e Sargento Giroto são policiais militares e neste episódio vamos conversar sobre as histórias mais insanas na PM, bastidores da vida nas ruas e análises sobre segurança pública e criminalidade.~~~~INVESTIDOR 10: Tudo que o investidor precisa em um só lugar:https://investidor10.com.br/click/1000386/Seja membro do canal e ganhe benefícios:https://www.youtube.com/channel/UChBtPExX9RjCdmpAizK7ccQ/join~~~~ANFITRIÕES:André Dias CONVIDADOSSargento BatataSargento Giroto☎️
Confira nesta edição do JR Horas: A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou uma operação contra o tráfico de drogas em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Além da prisão de seis suspeitos, os policiais apreenderam jacarés que estavam em uma residência. E ainda: Criminosos morrem em confronto com policiais militares em Osasco, na Grande São Paulo.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Donald Trump anuncia morte de chefe da gangue venezuelana Tren de Arágua em ataque americano. EUA e Irã devem assinar acordo de paz nos próximos dias. Presidente do STF, Edson Fachin cria grupo para estudar reforma ampla no poder Judiciário. Brasil faz último treino antes da estreia na Copa contra Marrocos.
JK Cast #264 - Fome nos EUA, Como Acabar com as Facções Criminosas, O Consumismo vai Destruir o Planeta, Estatal de Terras Raras
SARGENTO BATATA e SARGENTO NANTES são policiais militares. Eles vão bater um papo sobre as facções criminosas e se elas realmente são organizações terroristas. Já o Vilela não acredita em organização.
E se a chave para desarticular o crime organizado não estiver em prender mais, mas em tornar a facção lisa, sem dinheiro? Neste episódio, Fernanda da Silva Soares recebe Rafhael Nepomuceno para discutir a Lei 15.358/2026, conhecida como a Lei Antifacção, e a ação civil pública de perdimento de bens, ferramenta que permite o confisco de ativos do crime independentemente de condenação penal.A conversa parte da Operação Compliance Zero, que revelou a infiltração de facções no sistema financeiro, e percorre os principais debates trazidos pela nova lei: a persecução in rem e seus limites constitucionais frente à presunção de inocência; o porquê de o STJ ter invalidado pedidos de confisco alargado do art. 91-A do Código Penal; a destinação dos recursos recuperados e o Fundo Nacional de Reparação às Vítimas previsto no art. 245 da Constituição, jamais instituído; e os desafios da investigação patrimonial em fintechs, criptoativos e carteiras frias, em um cenário que exige perícia algorítmica e capacitação tecnológica urgente do Ministério Público.Um episódio sobre o que muda e o que ainda precisa mudar quando o sistema de justiça decide ir atrás do dinheiro do crime, e não apenas dos criminosos.
Convidados: Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro De Segurança Pública e Paulo Renato Soares, jornalista da TV Globo e um dos repórteres do documentário ‘Territórios' do Globoplay. O Brasil vive um processo de interiorização da violência, com o avanço das facções criminosas para cidades médias e pequenas. É o que mostram estudos do Fórum Brasileiro de Segurança Pública em parceria com o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Enquanto grandes capitais (como Fortaleza, São Luís e Goiânia) reduziram as taxas de homicídios em mais de 60% entre 2013 e 2023, municípios do interior passaram a concentrar episódios de violência antes restritos às metrópoles. Como mostra o documentário do Globoplay “Territórios – Sob o Domínio do Crime”, o crime organizado deixou de ser um fenômeno localizado e passou a atuar de forma articulada em escala nacional e transnacional, apoiado no domínio de territórios, no uso da força armada, na influência dentro do sistema prisional, na penetração em atividades da economia formal e em práticas de corrupção. "A gente escolheu esse nome 'Territórios', porque este é o ponto: é grave a dominação armada de territórios que acontece muito no Rio de Janeiro e está se espalhando por tudo quanto é lugar. Isso subjuga milhões de pessoas. Eles impõem regras a elas, que são consumir produtos e serviços imposto pelos traficantes", disse Paulo Renato Soares, um dos repórteres do documentário. Cidades como Rio Claro, no interior de São Paulo, com cerca de 200 mil habitantes, viraram palco de disputa entre o PCC e o Comando Vermelho. A localização, próxima a grandes rodovias, transformou a cidade em um ponto estratégico para o tráfico. Na Bahia, o município de Juazeiro, a 500 quilômetros de Salvador, reflete esse mesmo movimento. Lá, a taxa de homicídios chega a 76,2 por 100 mil habitantes, três vezes maior que a média nacional. E, na Amazônia Legal, formada por nove estados, a presença do crime organizado já alcança 45% dos municípios. De acordo com Samira Bueno, do Fórum Brasileiro De Segurança Pública, com esse avanço, o Estado precisa considerar a atuação das facções não apenas no âmbito da segurança pública, mas também na formulação de políticas de habitação, transporte e até no processo eleitoral. No Rio de Janeiro, por exemplo, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) tem realizado uma força-tarefa para conter a influência do crime organizado nas eleições.
As organizações criminosas são o tema do MP no Rádio desta semana. O Promotor de Justiça Pedro Henrique Brazão Papaiz, do Ministério Público do Paraná, que coordena o núcleo regional de Guarapuava do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), explica o que as define, quais os crimes mais comuns cometidos por elas e as penas previstas na legislação para quem participa desses grupos, entre outros temas.
Aula apresentada pelo professor Paulo Henrique Helene - Advogado e Professor de Direito, especialista em Direito Tributário, Penal e Processual Penal e afins.Aula ministrada: Lei 12580/2013 - Lei das Organizações CriminosasMaterial em PDF disponível no link: https://drive.google.com/file/d/1FRcJdH4vTApDgNfCO64cuAl-tnf_p8k8/view?usp=sharing
Aula apresentada pelo professor Paulo Henrique Helene - Advogado e Professor de Direito, especialista em Direito Tributário, Penal e Processual Penal e afins.Aula ministrada: Lei 12.580/2013 - Lei das Organizações Criminosas.Material em PDF disponível no link: https://drive.google.com/file/d/1FRcJdH4vTApDgNfCO64cuAl-tnf_p8k8/view?usp=sharing
O convidado é o promotor de Justiça e coordenador do Gaeco Norte, Handerson Gomes.
Aula apresentada pelo professor Paulo Henrique Helene - Advogado e Professor de Direito, especialista em Direito Tributário, Penal e Processual Penal e afins.Aula ministrada: Lei 12580/2013 - Lei das Organizações CriminosasMaterial em PDF disponível no link: https://drive.google.com/file/d/1FRcJdH4vTApDgNfCO64cuAl-tnf_p8k8/view?usp=sharing
Aula apresentada pelo professor Paulo Henrique Helene - Advogado e Professor de Direito, especialista em Direito Tributário, Penal e Processual Penal e afins.Aula ministrada: Lei 12580/2013 - Lei das Organizações CriminosasMaterial em PDF disponível no link: https://drive.google.com/file/d/1FRcJdH4vTApDgNfCO64cuAl-tnf_p8k8/view?usp=sharing
Convidado: Octavio Guedes, comentarista da GloboNews e colunista do g1. Dentro do governo americano, está em curso uma discussão para classificar as facções criminosas Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. A diplomacia brasileira trabalha para frear a decisão, diante dos riscos que esse tipo de classificação pode ter para a soberania e para a economia do país. Nos últimos meses, dois países latino-americanos foram submetidos a ações americanas contra grupos considerados narcotraficantes pela Casa Branca. No fim de 2025, navios, caças e drones enviados por Washington bombardearam embarcações no mar do Caribe e mataram pelo menos 100 pessoas, entre venezuelanos e colombianos – sem qualquer prova de que os alvos tivessem relação com o crime. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Octavio Guedes, comentarista da GloboNews e colunista do g1, para explicar as relações do CV e do PCC com o crime internacional. Guedes também relata como o crime organizado cresceu nas últimas décadas no Brasil – e o terror que gera em todo o continente. Por fim, ele avalia quais são os reais interesses americanos na pauta da segurança pública.
Participam da edição, o promotor de Justiça e coordenador do Gaeco Sul, Lívio Brito; e o promotor de Justiça e integrante do Gaeco Sul, Leonardo Marinho.
O convidado da edição é o procurador-geral de Justiça do Ceará, Herbet Santos.
A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) apresentou ação, juntamente com a Bancada do Partido dos Trabalhadores, que pede investigação sobre indícios de uso da ferramenta Grok, integrada à plataforma X, para produção de conteúdos sexualizados falsos envolvendo crianças, adolescentes e mulheres.Sonora:
Senadores do PT elogiaram as mudanças promovidas na proposta aprovada na Casa. O PL Antifacção retorna à CâmaraSonoras:
Com o sucesso da série Tremembé, estreada em 2025, muitos crimes que tiveram grande visibilidade no país voltaram a ser o centro das atenções. Em especial, os crimes cometidos por mulheres foram destacados na produção. Com essa repercussão, a sociedade passou a expor o que achava sobre esses casos.Por isso, apresentamos “Mulheres Criminosas: O julgamento social”. Nesse podcast, você vai entender um pouco mais sobre por que a sociedade se interessa tanto por esses casos e como gênero e mídia influenciam essa percepção.A rádio reportagem foi produzida para a disciplina de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no segundo semestre de 2025.Roteiro e Locução e Edição por Heitor Augusto e Verônica Caroline. Locução da Vinheta por Maria Elis, Locução especial por Ana Gueiros e Monitoria de Danielly Alves. Coordenação técnica por Peter Lobo e Roque Bezerra. Orientação da professora Valci Zuculoto.
Debate da Super Manhã: Criminosos que viram celebridades. Culpados que passam a receber mais destaque que as próprias vítimas. Casos de grande repercussão policial no Brasil, que receberam extrema atenção da imprensa, hoje viram livros e produções de audiovisual para o streaming com enorme sucesso. No Debate desta sexta-feira (27), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados para falar sobre mentes criminosas: o que é a psicopatia? todo mundo tem um pouco de psicopata? e por que algumas pessoas começam a desenvolver simpatia pelas histórias dos presidiários famosos. Participam a perita criminal, professora e palestrante Sandra Santos, o historiador, psicólogo e psicanalista Miguel Gomes e o psicólogo e professor de Psicologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Sylvio Ferreira.
AS OUTRAS CRIMINOSAS DE TREMEMBÉ #546
Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Divergências travam o projeto sobre facções criminosas. O governo defendeu mudanças no texto e governadores pediram o adiamento da votação na Câmara. O relator Guilherme Derrite apresentou uma quarta versão do relatório. O Senado aprovou um novo mandato para o procurador-geral da República Paulo Gonet. Temporais deixaram em alerta mais de 50 cidades da Bahia. Uma barqueata abriu a Cúpula dos Povos. A COP30 teve segurança reforçada um dia depois dos protestos. Mistério em Itapecerica da Serra, São Paulo: uma carreta bloqueou uma rodovia durante cinco horas. O motorista disse que foi sequestrado e que havia uma bomba dentro do veículo, mas a polícia não encontrou o explosivo.
RODRIGO PIMENTEL é ex-capitão do BOPE e JOEL PAVIOTTI é historiador. Eles vão bater sobre as facções criminosas e suas operações, expansão e como prevenir que tomem conta da sociedade. O Vilela conta que tudo era mais calmo na época do Genghis Khan.
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 05, Carlos Andreazza fala a megaoperação policial no Rio de Janeiro, a mais letal da história do Estado, politizou o debate sobre segurança pública e antecipou o calendário eleitoral. Em menos de uma semana, o governo Lula e parlamentares de 16 Estados e 12 partidos apresentaram 51 projetos de lei sobre o tema, transformando a pauta da criminalidade em palco de disputa política e nova arena de confronto entre Planalto e oposição, a menos de um ano das eleições de 2026. Especialistas consultados pelo Estadão destacam que esse salto no número de projetos apresentados ao longo dos último dias repete um padrão do Congresso: após episódios de grande repercussão acontece uma enxurrada de propostas de soluções apresentadas no calor da comoção pública, sem planejamento de longo prazo. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Leonardo Cruz e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Passando a Limpo: Nesta terça-feira (28), Igor Maciel e a bancada do programa conversam com o Cientista Político, Arthur Leandro, sobre o resultado da reunião entre Trump e Lula. A Jornalista especializada em mobilidade urbana do Jornal do Commercio, Roberta Soares, detalha a situação do metrô do Recife. O Deputado Federal, Mendonça Filho (União), repercute os avanços da PEC da Segurança Pública.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (26/08/2025): Por pressão da Polícia Federal, o governo excluiu do anteprojeto da Lei Antimáfia a criação da Agência Nacional de Enfrentamento às Organizações Criminosas. O órgão constava da minuta final do projeto que deve ser enviado ao Congresso até quinta-feira. A PF temia que o novo órgão conflitasse com suas atividades, uma vez que as ações antimáfia seriam coordenadas por ele. Houve ainda questionamentos sobre a constitucionalidade da proposta e a possível perda de autonomia da pasta da Justiça na definição de políticas da área. A criação da agência, com objetivo de punir facções tanto nas ruas como nas cadeias, tinha entre seus principais defensores Ministérios Públicos especializados no combate ao crime organizado. Objetivo era seguir o modelo da Direção Investigativa Antimáfia, da Itália. E mais: Política: Valdemar diz que Trump ‘é a única saída’ e pressiona por Tarcísio no PL Economia: Marcas chinesas vencem desconfiança e já superam 20% das vendas no País Metrópole: Suspeito de fazer ameaças de morte ao youtuber Felca é preso em Olinda Internacional: Israel ataca hospital 2 vezes; segundo bombardeio mata médicos e jornalistas Esportes: Ancelotti faz 9 mudanças, deixa Neymar de fora e chama PaquetáSee omnystudio.com/listener for privacy information.
*) Esse episódio do Podcast 15 Minutos, explora a crescente influência de organizações criminosas no Brasil, destacando que 26% da população vive sob seu controle, o que é o índice mais alto da América Latina. Os comentaristas discutem as sanções impostas pelos EUA ao PCC, como a aplicação da Lei Internacional de Poderes Econômicos de 1977, e a intenção americana de classificar essas facções como terroristas.
Camila Nunes Dias e Bruno Paes Manso, do NEV-USP, são os entrevistados desta semana no USP Analisa
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A polícia do Rio de Janeiro foi às ruas nesta quinta-feira (3) para prender criminosos das duas maiores facções do país. A operação cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão em quatro estados: Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul. Os alvos são integrantes do PCC e do Comando Vermelho, que atuavam juntos no tráfico de drogas e armas no Complexo do Alemão, zona norte do Rio. E ainda: ONS determina aumento do uso de usinas térmicas para o fornecimento de energia no país.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou nesta quinta (10) uma operação contra o núcleo financeiro do Comando Vermelho. A investigação identificou uma movimentação de R$ 6 bilhões em contas suspeitas ligadas à facção. Segundo a polícia, o grupo usava empresas de fachada, fintechs e bancos digitais sem autorização do Banco Central para lavar dinheiro do tráfico de drogas. E ainda: Setor de serviços sobe 0,8% em fevereiro após três meses em queda.
Investigadores da ONU observam aumento significativo no tráfico de lixo eletrônico de países desenvolvidos e economias emergentes em rápida ascensão.
O Brasil caiu no Índice de Percepção da Corrupção (IPC) de 2024, medido pela organização Transparência Internacional, e chegou à pior nota e pior colocação da série histórica, que pode ser comparada desde 2012. O relatório lista os países por meio de uma pontuação que vai de 0 a 100. Quanto menor a pontuação, pior é a percepção de corrupção do país. O Brasil recebeu 34 pontos. A média para as Américas é de 42 pontos. Para o mundo, 43 pontos. "Por trás deste resultado está a constatação de que organizações criminosas estão se infiltrando nas instituições brasileiras. O que era Rio de Janeiro foi só um ensaio-geral e foi extrapolando fronteiras. O Estado brasileiro não consegue controlar", diz Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Brasil caiu no Índice de Percepção da Corrupção (IPC) de 2024, medido pela organização Transparência Internacional, e chegou à pior nota e pior colocação da série histórica, que pode ser comparada desde 2012. O relatório lista os países por meio de uma pontuação que vai de 0 a 100. Quanto menor a pontuação, pior é a percepção de corrupção do país. O Brasil recebeu 34 pontos. A média para as Américas é de 42 pontos. Para o mundo, 43 pontos. "Por trás deste resultado está a constatação de que organizações criminosas estão se infiltrando nas instituições brasileiras. O que era Rio de Janeiro foi só um ensaio-geral e foi extrapolando fronteiras. O Estado brasileiro não consegue controlar", diz Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Objetivo é reforçar aplicação da lei para desmantelar prática do crime em países de origem, trânsito e destino; outro foco será redução da demanda que impulsiona comércio ilícito; Escritório da ONU documentou apreensões em 162 nações, afetando cerca de 4 mil espécies de plantas e animais.
Um mecanismo jurídico criado em 2013 no escopo da Lei de Combate às Organizações Criminosas causaria um terremoto político anos depois. Durante o auge da Operação Lava-Jato, atores muito importantes do centro do poder em Brasília foram presos e assinaram acordos de delação premiada para obter benefícios, como redução de pena e saída da prisão - em troca, informações sobre supostos coautores de crimes. Em 2016, uma proposta para frear as delações foi apresentada – e engavetada. Agora, quase uma década depois, a ideia voltou à ordem do dia no Congresso e ganhou aliados muito poderosos: o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), os líderes dos principais partidos do Centrão e até os mais vocais deputados bolsonaristas – que têm a esperança de anular as delações que comprometem o ex-presidente na Justiça. Para trazer à luz o jogo de bastidores por trás da tentativa de restringir o dispositivo jurídico, Julia Duailibi conversa com Elisa Clavery, repórter da GloboNews em Brasília. Também neste episódio, o advogado criminalista Celso Vilardi, professor da FGV-SP, explica por que essa proposta dificulta as investigações contra o crime organizado e tem elementos inconstitucionais.
A Polícia Federal deflagrou duas operações nesta terça-feira (21) contra grupos suspeitos de vender armas ilegalmente para facções criminosas. De acordo com os investigadores, parte desses armamentos era comprada com registros fraudados de CACs (caçadores, atiradores e colecionadores) e posteriormente usados em mega-assaltos a bancos, na modalidade que ficou conhecida como “novo cangaço”. O Durma com Essa fala sobre o descontrole da circulação de armas no país e os caminhos delas até chegarem nas mãos de criminosos. O programa traz também Mariana Vick explicando o que são as “cidades provisórias” propostas pelo governo do Rio Grande do Sul para os desabrigados pelas cheias. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices