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LEITURA BÍBLICA DO DIA: MATEUS 6:9-13 PLANO DE LEITURA ANUAL: PROVÉRBIOS 16–18; 2 CORÍNTIOS 6 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: As fábricas da Inglaterra na Era Vitoriana eram sombrias. O número de mortes era alto e com frequência os trabalhadores viviam na pobreza. George Cadbury questionou: “Como o trabalhador pode cultivar ideais se vive na miséria?”. Decidiu construiu um novo tipo de fábrica para a sua produção crescente de chocolates. Ele construiu uma vila com mais de 300 casas, quadras esportivas, parques, escolas e igrejas para os seus funcionários e suas famílias. Eles recebiam bons salários e assistência médica, como fruto da fé que ele professava em Cristo. Jesus nos ensina a orar para que a vontade de Deus seja feita “assim na terra como no céu” (MATEUS 6:10). A oração nos ajuda a imaginar como seria o nosso local de trabalho sob o governo de Deus, do qual recebemos o nosso pão diário e o perdão de nossas dívidas (vv.11-12). Como funcionários, isso significa trabalhar de “bom ânimo […] para o Senhor” (COLOSSENSES 3:23). Como empregadores, significa ser imparcial e dar aos funcionários o que é justo (4:1). Sendo remunerados ou voluntários, isso significa cuidar do bem-estar dos que servem conosco. Como Cadbury, imaginemos como tudo poderia ser diferente se Deus estivesse no comando de nosso bairro e trabalho. Porque quando Ele está, as pessoas frutificam. Por: SHERIDAN VOYSEY
Neste episódio o Leo foi abandonado para falar sobre o filme do Homem-Aranha e ele meteu o louco. Decidiu desabafar e colocou pra fora tudo que sente sobre a franquia do Aracnídio mais famoso do cinema.
O STJ negou os créditos de PIS/Cofins a postos de combustíveis no Tema 1.339. A PGFN mapeou decisões favoráveis para possíveis rescisórias. Juvenil Alves explica o risco, os limites da rescisória — e a oportunidade legítima do ICMS-ST que muitos postos ainda não aproveitaram.
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No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Felipe Bohn, especialista em copywriting e funis de venda que fatura R$18 milhões em pouco mais de um ano vendendo infoprodutos para o mercado europeu, sem nunca ter vendido no Brasil.Felipe competiu boxe pela seleção brasileira e disputou o pan-americano, morando em alojamento da Polícia Militar em Balneário Camboriú. Desde os 15 anos fazia segurança armada em baladas ao lado de policiais para complementar a bolsa atleta. Fez faculdade de Direito e parou depois de três semestres.Para conseguir o primeiro capital, vendeu um consórcio no qual já tinha pago R$14 mil por apenas R$7 mil, metade do valor. Decidiu vender para fora do Brasil, em dólar ou euro, porque a barreira de entrada era menor e a inteligência artificial já permitia criar vídeos de vendas com avatares sem precisar aparecer.Hoje, aos 23 anos, comanda uma operação enxuta que lança entre 120 e 140 anúncios por semana. Usa inteligência artificial para cortar 40% do time de copywriting, documentar processos internos e acompanhar o faturamento diário da empresa, gastando apenas R$1 mil por mês com ferramentas de IA. Também abriu um braço de coprodução com experts brasileiros e uma marca própria de creatina nos Estados Unidos, e defende que não migrar para o mercado de nutracêuticos foi uma das melhores decisões que já tomou.No Kiwicast, ele falou sobre:- Por que decidiu vender infoproduto pra Europa em vez do Brasil- A diferença real entre operar no mercado brasileiro e no mercado em euro- Como mantém uma oferta vendendo por meses em escala, sem queimar em semanas- Como usar IA pra criar mais de 120 anúncios por semana- Por que acha que expert não deveria tentar ser empresário e operador ao mesmo tempoAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Anele Bragante, especialista em importação de produtos físicos para venda em marketplaces, que fatura R$660 mil por mês há 10 anosvendendo na internet sem precisar aparecer.A história começa no banco. Doze anos como bancária CLT, boa carreira, bom salário, benefícios. Mas a conta não fechava mais. O estresse foi acumulando até virar burnout. Pegou herpes no corpo inteiro. Foi o sinal de que precisava mudar.Decidiu largar o banco. O marido não aprovava. Os pais não aprovavam. Não tinha plano B. Apostou R$5 mil em colete infantil, cadastrou o produto numa sexta-feira e na quinta-feira seguinte já tinha as primeiras vendas. Cento e poucos reais no caixa. A certeza de que estava no caminho certo.Dez anos depois, fatura R$660 mil por mês vendendo produtos importados no Mercado Livre, Shopee e Amazon. Na pandemia, chegou a R$1 milhão por mês sem equipe e sem estrutura. Hoje ensina mais de 2.000 alunos a começar com R$2 mil a R$3 mil e vender sem precisar aparecer.No Kiwicast, ela falou sobre:● Como saiu do banco com burnout e construiu uma operação de R$660K por mês● Como funciona a importação de produtos para iniciantes com pouco capital● Por que a concorrência em produtos importados é muito menor do que em produtos nacionais● Como escolher o produto certo antes de investir qualquer dinheiro● O que significa ser "Sem Fronteiras" e como essa mentalidade muda tudo● O que aprendeu em 10 anos vendendo na internet que ninguém conta no começoAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
Um agente de IA escapou ao ambiente de testes e lançou um ciberataque. João Rocha e Melo explica o que aconteceu e se este é um sinal de alerta para o futuro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Por que uma empresa do tamanho da Claro precisa declarar o próprio jeito de construir produto? Quais foram os desafios? O que muda quando isso vira cultura e sai do slide? E o que acontece quando você tenta implantar o método em todos os times de uma vez?No Episódio 124 do Papo na Arena, gravado no Web Summit, Arthur recebe Rogério Campos (Minha Claro) e Rafa Brandão (produto digital na Claro) pra falar sobre o Jeito Claro de Fazer Produto Digital.Papo de trincheira sobre priorização, risco de não fazer, polinizadores e buy-in de liderança.Assine a Product Arena: https://productarena.ioNewsletter Brilliant Basics: https://arthurcastro.substack.com/
A partir de hoje, quem fizer compras online de valor inferior a 150 euros vindas de fora de União Europeia vai ter de pagar uma taxa extra de 3 euros por cada produto que comprar. Análise de Pedro Sousa Carvalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A FIA confirmou uma nova mudança nas regras da Fórmula 1, e desta vez o impacto mira diretamente o futuro da categoria, já a partir de 2027. Depois das discussões sobre o novo regulamento, a entidade aprovou ajustes importantes que mexem com o equilíbrio entre motor, parte elétrica, testes e o desenvolvimento dos carros nos próximos anos. Mas afinal: isso é uma correção necessária, um recuo da FIA ou apenas uma adaptação natural antes da nova era da F1?
Kelly e PG trazem as principais informações do dia sobre comportamento, cultura, humor, futebol, cotidiano, política e opinião. O Timeline Gaúcha vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 10h às 11h, com transmissão simultânea no YouTube
Aguiar Branco (que fez o que o PCP devia ter feito), o SNS (que continua a piorar) e o Presidente da República (que insiste num Pacto) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O STJ acaba de decidir que o adicional de 1% da Cofins-Importação é exigível mesmo quando a alíquotaprincipal está zerada. Para quem importa medicamentos, insumos químicos ou produtos hospitalares, mudou a equação de custo — e o impacto pode ser milionário.Neste episódio, Juvenil Alves explica a decisão do Tema Repetitivo 1.380, por que o Decreto 6.426/2008 não afastou o adicional, e o que você precisa fazer agora: revisar planilhas, contratos e avaliar a possibilidade de modulação de efeitos.Para mais conteúdos como esses, nos sigam nas nossas redes sociais, e nos nosso blog oficial no nosso site:Instagram: https://www.instagram.com/juvenil_alvesadv/Linkedin: https://www.linkedin.com/in/juvenil-alves-29631813/WhatsApp: https://api.whatsapp.com/send?phone=5531995944401Blog: https://juvenilalves.com.br/category/blog/
No Boletim NJ de hoje, conheça a história da trabalhadora em BH que sofreu pressão no serviço por ser mãe de três filhos mas teve seus direitos garantidos pela justiça trabalhista.
Descanso é fundamental pra todo mundo! Foi quando entendeu isso que Letícia mudou não só a própria vida, mas a forma como outras mulheres trabalhavam no seu salão de cabelereiro, assumindo uma jornada 4x3 de trabalho, num momento em que discutimos o fim da escala 6x1.Antes disso, a história da Letycia começa em escassez. De família pobre e criada na periferia da Baixada Santista, ela cresceu rápido, aprendendo a transformar necessidade em possibilidade. Brincava de salão de beleza antes mesmo de saber que aquilo seria seu caminho. Aos 13, com uma prancha e um secador dados pela mãe e pela avó, começou a atender vizinhas. Ia de bicicleta, enfrentava chuva, desconfiança e até abordagem policial. Era uma menina com uma mala, insistindo em ser levada a sério.O primeiro salão nasceu improvisado, no meio da garagem de casa, que inundava quando o canal enchia. Lá tinha um lavatório com balde, um espelho simples, toalhas penduradas em um varão adaptado pelo pai.Com o tempo, as conquistas que pareciam impossíveis começaram a surgir. Até que ela realizou o grande sonho de abrir um salão no centro de Santos, e foi ali que tudo perdeu o sentido também.A sobrecarga chegou silenciosa. Um dia, mesmo com o salão cheio, Letycia se sentia vazia por conta do cansaço extremo. Ali, ela entendeu que nenhum sonho justificava perder a si mesma.Fechou o salão e recomeçou do zero, mas agora com um pensamento diferente.Foi nesse recomeço que veio a virada. Se ela se sentia sobrecarregada, outras mulheres também deveriam estar, e decidiu que suas funcionárias trabalhariam na jornada 4x3. Todo mundo tiraria folha aos domingos, segundas e sextas. Ela sabia que era importante ter tempo para os filhos, para o lazer, para seus relacionamentos. Era importante estar presente na vida. E o resultado não poderia ter sido melhor: no sábado, todas chegavam com mais energia, mais alegria, simpatia e cuidado com as clientes.Porque, para a Letycia, o diferencial nunca foi o café de cortesia, mas o tempo dedicado a escutar cada cliente.Hoje, ao olhar para trás, Letícia reconhece cada etapa: da menina que sonhava mudar de vida à mulher que construiu um negócio com propósito. Porque a vida, sua e de suas funcionárias, não se negocia! Compre o livro do ter.a.pia "A história do outro muda a gente" e se emocione com as histórias : https://amzn.to/3CGZkc5Tenha acesso a histórias e conteúdos exclusivos do canal, seja um apoiador http://apoia.se/historiasdeterapia
Augusto Cury é o pré-candidato à presidência pelo Avante. Nesta entrevista exclusiva, ele revela os motivos que o levaram a sair do campo das ideias e dos livros para entrar na disputa pelo Palácio do Planalto.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #AugustoCury #Presidência #Eleições2026 #Política #Literatura #Candidato #Brasil #InteligênciaEmocional #Psicologia #Escritor #Debate #Campanha #Liderança #Futuro #Educação #Exclusivo #Podcast #Sociedade #Gestão #Notícias
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Saiba como foi a prisão de Ramagem nos EUA. Por que Donald Trump decidiu bloquear o Estreito de Ormuz. CPI do Crime Organizado recebeu 4 anos de declarações de IR do Master e não concluiu análise. Abono salarial PIS/Pasep 2026 terá novo pagamento nesta quarta-feira. Robô chinês corre 100 metros em 10 segundos e se aproxima da marca de Usain Bolt.
Nesta entrevista intimista conduzida por Daniel Oliveira, o ator Filipe Vargas, de 53 anos, confessa que o impacto de se ter tornado órfão foi devastador: “Foi um chão que de repente desapareceu. E isso achava que não ia acontecer”, revela. A ajuda veio sobre a forma de terapia, antidepressivos e uma rede de amigos que o ajudaram a percorrer aquela “travessia no deserto”. Apesar do luto, Filipe Vargas revela-se um homem que encontrou no autoconhecimento e na reinvenção os pilares da sua identidade. O ator recorda a sua decisão, aos 32 anos, de abandonar uma carreira na publicidade para estudar teatro em Madrid. Apesar da sua constante procura pelo melhor da vida, confessa a sua preocupação pelos extremismos que assolam a sociedade portuguesa: “Eu achava que estávamos num sitio bastante mais evoluído, mas acho que não”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Páscoa: o Deus que decidiu ficar - Shaila Manzoni by IDE
Em 1969, a humanidade comemorou um "salto gigantesco". Mas quem estava incluído nessa palavra? Neste episódio inaugural, desmontamos a narrativa oficial do progresso tecnológico. Da babá robótica sonhada por elites ao ar-condicionado que falta no Norte, passamos pelos 40 milhões de brasileiros que a internet ignorou durante a pandemia e pelo preço real de ser "humano" para as Big Techs. Investigamos como a tecnologia não liberta: ela hierarquiza. Como o padrão americano de inovação invisibiliza necessidades reais. E por que, quando as máquinas decidem quem merece atenção, a periferia vira estatística.
Para Gabriel Alves o clássico entre Sporting e FC Porto foi equilibrado e pobre em ocasiões com pouca emoção nas áreas. Dá a força da técnica a Daniel Bragança e a técnica da força a Fofana. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Para Gabriel Alves o clássico entre Sporting e FC Porto foi equilibrado e pobre em ocasiões com pouca emoção nas áreas. Dá a força da técnica a Daniel Bragança e a técnica da força a Fofana. See omnystudio.com/listener for privacy information.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: SALMO 50:7-15 PLANO DE LEITURA ANUAL: NÚMEROS 26–27; MARCOS 8:1-21 Vamos ler o devocional juntos? Separe um tempo especial para Deus hoje e faça sua reflexão diária: O CEO de uma grande empresa questionou-se, se de fato, ele era o proprietário ou apenas o mordomo dos seus bens. Ao avaliar o que seria melhor à sua família, preocupou-se com as tentações atrelada à riqueza, pois não queria sobrecarregá-los. Decidiu, então, dispor 100% das suas ações num fundo fiduciário. Reconhecendo que seus bens pertenciam a Deus, ele decidiu permitir que sua família ganhasse a vida trabalhando, e, ao mesmo tempo, direcionou os lucros para financiar o ministério cristão. Deus diz ao Seu povo: “Pois são meus todos os animais dos bosques, e sou dono do gado nos milhares de colinas” (SALMO 50:10). Sendo o Criador de tudo, Ele não nos deve nada e não precisa em nada de nós. “Não preciso, contudo, dos novilhos de seus estábulos, nem dos bodes de seus currais” (v.9). Ele generosamente fornece tudo o que temos e usamos, como a força e a capacidade para nos sustentar. Como o salmo apresenta, Deus é digno de nossa adoração. O Senhor é dono de tudo. Mas, por causa de Sua bondade, Ele escolheu entregar Sua vida e relacionar-se com aqueles que se voltam a Ele. Jesus não “veio para ser servido, mas para servir e dar sua vida em resgate por muitos” (MARCOS 10:45). Quando valorizamos Deus acima das dádivas e o servimos com o que Ele nos concedeu, somos abençoados por nos alegrarmos nele para sempre. Por: JAMES BANKS
Neste episódio, Luiz Gasparetto faz um dos ataques mais frontais ao infantilismo emocional e à mania de adiar decisões já tomadas. Através de atendimentos ao vivo e comentários incisivos, ele expõe como a maioria das pessoas já sabe o que quer, já sentiu o que precisa fazer, mas se enrola por medo, preguiça emocional e dependência de aprovação.Gasparetto fala sobre ação, empenho e responsabilidade adulta, mostrando que sofrimento prolongado não é destino nem azar, mas consequência direta da falta de atitude. Ele critica a busca por colo, a dependência afetiva, o vitimismo e a necessidade constante de apoio externo, reforçando que ninguém vive bem enquanto não assume o próprio caminho. Um episódio duro, provocador e profundamente educativo sobre parar de se sabotar, sair da manha e bancar a própria vida.Com uma vasta biblioteca de cursos e palestras em áudio e vídeo do nosso mestre Luiz Gasparetto, você pode descobrir as leis universais e o poder do autoconhecimento. Acesse agora e comece a sua jornada: www.gasparettoplay.com.br
Com António José Seguro e André Ventura na segunda volta das presidenciais, Luís Montenegro não declarou apoio a nenhum dos candidatos, preferindo a neutralidade entre os candidatos. Por que razão o líder do PSD tem dificuldade em anunciar um apoio? Será que o resultado do Chega vai a governação de Montenegro? Daniel Oliveira afirma que o primeiro-ministro deu a liderança da direita a “Ventura durante três semanas e esbateu as fronteiras entre o PSD e o Chega”, Francisco Mendes da Silva acredita que “Montenegro quer que o Presidente da República seja Seguro.” Ouça a análise no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 20 de janeiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Com 3254 das 3259 freguesias apuradas, Daniel Oliveira e José Gomes Ferreira analisam os discursos de derrota, com especial destaque para o de João Cotrim de Figueiredo, que disse que a passagem de André Ventura e António José Seguro à segunda volta também é responsabilidade do primeiro-ministro Luís Montenegro. Para entender tudo o que está a acontecer nesta noite da primeira volta das eleições presidenciais, acompanhe em direto o Expresso, a SIC e a SIC Notícias, com as primeiras projeções, a informação em permanência, os resultados ao minuto e o comentário mais esclarecido também em podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com 3254 das 3259 freguesias apuradas, Daniel Oliveira e José Gomes Ferreira analisam os discursos de derrota, com especial destaque para o de João Cotrim de Figueiredo, que disse que a passagem de André Ventura e António José Seguro à segunda volta também é responsabilidade do primeiro-ministro Luís Montenegro. Para entender tudo o que está a acontecer nesta noite da primeira volta das eleições presidenciais, acompanhe em direto o Expresso, a SIC e a SIC Notícias, com as primeiras projeções, a informação em permanência, os resultados ao minuto e o comentário mais esclarecido também em podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Decidiu restaurar o altar de Deus - Pr. Patrick Wiemer by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Caxias Para conhecer mais sobre a Maranata: Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
O dia que Jesus decidiu impulsionar pessoas - Cristiano by Igreja Missionária Evangélica Maranata da Tijuca Para conhecer mais sobre a Maranata: Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
A Lei da Nacionalidade vai ser votada amanhã em plenário e precisa de 116 votos. Na sexta-feira, AD e Chega aproximaram posições e o PS anunciou que estava fora do consenso. Ventura não garante o voto favorável, e sem ele não há nova lei, mas parece bluff para ganhar mais alguma coisa em cima da metaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro reacendeu um debate central sobre os limites da Constituição e o papel do Congresso Nacional. Afinal, crimes contra a democracia podem ser perdoados? Neste vídeo, a Brasil Paralelo analisa documentos históricos, decisões judiciais e o texto constitucional para responder a essa pergunta que divide o país.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (05): O ministro do Turismo, Celso Sabino (União Brasil), comunicou aos aliados que decidiu permanecer no governo Lula (PT), mesmo em meio ao processo de expulsão aberto pelo União Brasil. Nesta semana, o partido deve se reunir com o presidente Antônio Rueda para decidir se Sabino será de fato expulso ou mantido. Reportagem: Janaína Camelo. O Grupo de Trabalho da Câmara apresentou uma proposta de Reforma Administrativa e agora o projeto entra na fase de coleta de assinaturas para começar a tramitar. A proposta deve ser realizada por meio de três textos diferentes, uma proposta de emenda à Constituição, um projeto de lei complementar e um projeto de lei ordinário. Luana Tavares e Mano Ferreira analisam o cenário. Reportagem: Victoria Abel. A Secretaria de Saúde de São Paulo confirmou o segundo óbito e mais 14 casos de intoxicação por metanol. As vítimas consumiram bebidas alcoólicas adulteradas, e os casos confirmados são os primeiros do país. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan News entrevista Cesinha Ferreira, presidente da Associação Paulista de Bares e Restaurantes comenta sobre o impacto da crise para os estabelecimentos. Reportagem: Camila Yunes. O Senado dos Estados Unidos rejeitou novamente duas propostas orçamentárias que encerrariam a paralisação do governo norte-americano. Nem a versão apresentada pelos democratas, que mantinha programas sociais e subsídios, nem a dos republicanos, que previa cortes e uma reabertura temporária, atingiram os 60 votos necessários para avançar. Com isso, o shutdown permanece, deixando cerca de 900 mil servidores federais sem remuneração e diversos serviços públicos funcionando de forma limitada. Reportagem: Eliseu Caetano Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Até a adolescência, ele experimentou diferentes modalidades esportivas na escola, como o futebol e o voleibol. Nascido e criado em Florianópolis, sua vida sempre foi marcada pelo contato com a natureza. Inspirado pelo irmão mais velho, foi escoteiro por quase uma década. A Lagoa da Conceição e a Praia Mole eram o seu quintal. Praticou remo, mas foi ao conhecer a vela que começou a se aprofundar de fato no esporte. Do windsurfe ao kitesurfe, a paixão pelas águas da lagoa o levou também para o ar, através do parapente. Foi justamente nesse esporte que, em 1995, durante uma viagem à Suíça, se abriu o caminho para o que viria a acontecer anos depois. Lá, ele se deparou com uma corrida de trilha. Decidiu participar e, naquele momento, vislumbrou uma oportunidade: unir sua paixão pela natureza a uma nova modalidade, a corrida em trilhas. De volta ao Brasil, conciliou a vida profissional com o esporte. Em 1996 inaugurou a primeira unidade da Superação, uma das maiores academias multiesportivas de Floripa. Vivendo a atividade física e o esporte 24 horas por dia, começou a correr e disputar maratonas e, alguns anos depois, participou das duas primeiras edições do Ironman Brasil. A vivência nos esportes, somada ao espírito empreendedor, fez amadurecer a ideia de organizar uma corrida em trilhas. Em 2002, iniciou o projeto de uma corrida pelas trilhas ao redor da Lagoa da Conceição. Meses de trabalho resultaram, no ano seguinte, na primeira edição da Mountain Do. Desde então, consolidou o Mountain Do como um circuito de corridas de montanha que leva atletas a lugares icônicos e desafiadores dentro e fora do Brasil. Em 23 anos de história, ele esteve à frente de mais de uma centena de corridas, realizando os sonhos de milhares de participantes em 9 países. Conosco aqui, o empreendedor, velejador, ex-presidente da Federação Catarinense de Voo Livre, maratonista sub-3, Ironman e pai das corridas em trilha no Brasil, um homem movido pela capacidade de transformar sua paixão pela vida ao ar livre em experiências marcantes para milhares de corredores, o catarinense Euclides José dos Santos Neto, mais conhecido como Kiko, o criador do Mountain Do. Inspire-se! Um oferecimento @oakleybr e @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Eu convido você a conhecer a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor e Santa Cruz Bikes no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Hoje vou conversar com a Dina Fonseca.A Dina é alegria, força, coragem, dança, corpo, sonho e mudança e também é tristeza, melancolia, medo, parança, alma, dor e desesperança... a Dina é vida, vida que quer viva, completa, inteira... Separou-se do pai do seu filho, ritualizou o fim e adentrou-se no “pântano” que levou sete anos a atravessar, um processo que se queria no seu próprio tempo, sem atalhos nem acelerações... agora, era evidente! Na altura, não encontrando escapatória, abraçou a transformação. Com a dança como a sua linguagem primordial, a Dina trabalha com o corpo «através da libertação, expansão, criatividade e beleza». Decidiu «fazer da jornada uma obra de arte e não um lugar pesado e denso», criando o Corpo Medicina, um espaço onde dedica o seu tempo «a criar vivências artístico-terapêuticas e a explorar ferramentas que ajudam mulheres a fazer o caminho de regresso a casa, de forma suave, bela, amorosa e poética».Foi uma conversa tão boa! Fica, vais gostar.Conteúdos abordados:· o continuum alegria-tristeza;. a infância e a sua história;· a separação e a verdade;. a transformação, a inteireza e a dança da alma.Ouve, partilha e contribui para uma cultura de relações saudáveis, responsáveis e autênticas.Segue o trabalho da Dina no seu site e nas redes sociais @corpomedicina_O episódio está disponível no Spotify, Apple Podcasts, Youtube... e nas plataformas habituais de distribuição de Podcasts. Para saberes mais sobre nós:* na nossa página * nas redes sociais @gp3s.divorcioconscientePara adquirir o nosso livro vai ao nosso site, directamente à editora ou a qualquer outra livraria física ou online
Ricardo Castro, ator de 46 anos, mais conhecido por protagonizar “O Prédio do Vasco” é o convidado de Daniel Oliveira, no Alta Definição. O ator recorda a infância atribulada, com o alcoolismo do pai e a fragilidade da mãe, num contexto de violência em que teve de crescer mais depressa. “O alcoolismo é uma adição terrível, torna as pessoas más, afasta as famílias. Adoeceu a minha mãe, ficou a depender de antidepressivos”, reforça. Ricardo Castro aborda ainda a transformação que fez na sua vida, após ter sido pai. Decidiu perder peso para poder estar presente na vida da filha o mais possível. “Ser gordo custa, não é fácil. A sociedade acha que não trabalhas, que só queres comer pão com marmelada. Há bullying na escola e na televisão, acham que só podes ter o papel de motorista, aqueles estereótipos. Isso tem de mudar”, explica. Ouça aqui o Alta Definição em podcast, emitido na SIC a 5 de julho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Esta entrevista faz parte de uma série que dá voz a mães imigrantes na Austrália. No episódio de hoje, conversamos com Carolina Norton de Matos. Decidiu aventurar-se e viajar até à Austrália no início de 2019, com o intuito de ficar aqui a viver durante apenas um ano. Dez meses após ter chegado, e já com o voo de regresso a Portugal comprado, Carolina conheceu Cameron e tudo mudou. Hoje estão juntos e vivem na Austrália com os dois filhos: o Noah, de 3 anos, e a Macy, de dois.
“Se engravidou é porque tem útero. Então não é homem.” Lucas ouviu isso mais vezes do que gostaria. Mas não deixou que esse tipo de frase apagasse quem ele é. Ele escolheu viver a gestação sendo um homem trans com amor e coragem.Lucas conheceu o Vinicius pela internet. Conversavam bastante, viraram amigos, mas ele sempre adiava o encontro. Depois, marcaram de se ver. Lucas conheceu os quatro filhos dele, e o que era amizade virou amor.Ele nunca tinha se imaginado gestando. Tinha medo do que os outros pensariam, de como seria visto. “Será que vão me enxergar como mulher? Será que vão apagar o homem trans que sou?”Mas a vida não pergunta. Um dia, no trabalho, uma amiga tirou da mochila um teste de gravidez. Deu positivo. Uma linha forte, outra mais fraca. Lucas mandou a foto pra mãe, sem entender nada. “O que é isso aqui, mãe?” A resposta veio com um susto. E com um começo.No posto de saúde, foi acolhido. O médico o tratou com respeito desde o primeiro dia. Explicou todas as mudanças que aconteceriam no corpo. Nunca o desrespeitou. Lucas foi o primeiro homem trans do Rio de Janeiro a participar do Transgesta, projeto pioneiro do SUS que oferece cuidado especializado e acolhimento para pessoas trans gestantes. Durante a gestação, a falta dos hormônios fizeram com que sua barba caísse, sua imagem não era a que ele queria ver, mas ele seguiu. Escolheu focar no que importava: a chegada da filha.No dia do parto de Cecília, o anestesista perguntou se ele queria ouvir alguma música. Ele escolheu Cigarra, de Simone e Milton Nascimento, a música da bebê. E foi ouvindo essa canção que ela chegou ao mundo. Chorou antes mesmo de sair. Quando foi colocada em seu peito, pegou o seio de primeira.O nascimento de Cecília saiu em páginas de notícia. E também virou alvo de comentários cruéis. “Homem não engravida.” Mas Lucas não se deixou afetar. “Se você absorver tudo o que as pessoas falam, você deixa de viver sua vida do seu jeito."
Na sua infância, o futebol ocupou grande parte de seus dias, mesmo quando morou na Holanda. Mas foi no hipismo que encontrou seu primeiro grande desafio. Disciplina, precisão e a convivência rotineira com as derrotas moldaram sua mentalidade competitiva. Conquistou títulos expressivos, como o de Campeão GP Indoor Juvenil, Campeão Paulista de Juvenil e terceiro lugar no Campeonato Brasileiro Jr., e almejou uma carreira profissional, mas as escolhas da vida o levaram para outro caminho. Foi estudar Business na Boston Universtiy, mas, depois do primeiro ano, ficou tentado a retornar ao Brasil, onde concluiu o curso na PUC. Ainda muito jovem, foi atraído pelo fascínio dos negócios. O primeiro empreendimento surgiu quase como uma brincadeira adolescente, mas já trazia indícios de um espírito inquieto e de um olhar aguçado para oportunidades. Criou uma empresa que vendia shots de gelatina com vodca, sucesso nas baladas por alguns anos. Depois, passou pelo trading de commodities e por um banco de investimentos, mas seu verdadeiro teste veio aos 23 anos, quando fundou, ao lado de um amigo de infância, uma empresa de entregas de bicicleta. Durante oito anos, a Ecolivery Courrieros foi sua escola, ensinando-o sobre liderança, resiliência e os desafios de transformar uma ideia inovadora em um negócio sustentável. O trabalho tomou o espaço do esporte, e ele se viu estressado, sobrecarregado, longe da energia que sempre o movia. Decidiu então se reconectar e começou a correr. Sem muito treino, participou de sua primeira maratona, que, apesar de não ter sido uma experiência muito boa, foi um passo importante para um novo capítulo em sua vida. A convite de um primo, decidiu desafiar-se no triathlon, onde logo descobriu sua aptidão para as provas de longa distância. Mergulhou de cabeça na modalidade. Após vender sua empresa para um gigante do varejo, investiu em diferentes setores, aprimorou seu conhecimento e, com o desejo de criar algo que unisse sua paixão pelo triathlon e sua visão empreendedora, vislumbrou uma oportunidade no segmento esportivo e lançou sua própria marca de suplementos. A ideia era criar uma marca que não existia no mercado esportivo de endurance: voltada para a alta performance esportiva e com excelência em seus produtos. Em 2021, lançou oficialmente a Z2, cujo primeiro produto foi um gel de carboidrato. O objetivo era simples, mas ambicioso: desenvolver os melhores produtos de performance e endurance para que atletas de diferentes níveis pudessem alcançar seu máximo potencial. A marca cresceu rapidamente, expandindo sua linha de produtos e construindo uma forte comunidade de apaixonados pelo esporte. Paralelamente, sua evolução como atleta também avançava. Com alguns pódios em provas de meia e longa distância, a busca pela superação se intensificou. Competiu em algumas provas de Ironman, conquistou um impressionante terceiro lugar amador no Ironman da Flórida, com 8h41', além de ter participado do mundial do Havaí em duas ocasiões, onde se colocou à prova com os melhores do mundo. Mas não se trata apenas de resultados. Ele quer mais. Ele acredita que as pessoas não devem ter limites e que barreiras não devem ser impostas. Ele quer contribuir para que cada um possa alcançar o seu potencial infinito. Seu time de embaixadores é responsável por comunicar isso: atletas profissionais e olímpicos do porte do ciclista Henrique Avancini, os triatletas Reinaldo Colucci e Vittória Lopes, e o judoca William Lima, entre tantos outros. Ele também criou um clube de corrida que é um sucesso, vende roupas e acessórios e, recentemente, levou sua empresa ao mercado mais competitivo do mundo, os Estados Unidos, reafirmando sua coragem e espírito empreendedor. Conosco aqui, o empreendedor formado em Administração, com pós-graduação em Marketing, Agronomia, e mestrado na Link School of Business, torcedor do Santos, triatleta, podcaster e visionário cuja trajetória mistura negócios, esporte e a busca por criar algo que o desafie ao mesmo tempo em que tenha um propósito maior. Coautor do livro "Pedalando a gente chega lá", um homem de família que produz cachaça, cultiva café e cria cavalos, investidor e apaixonado pela vida ao ar livre e, assim como o lema da sua empresa, a Z2 Foods, está sempre perseguindo seus objetivos, trabalhando duro, com respeito, otimismo e amor, o paulistano Victor Navarro Castello Branco. Inspire-se! SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Depois de três anos vivendo na Bélgica, Moana acreditava ter a vida resolvida ao lado do marido. Até que uma viagem ao Brasil para resolver uma documentação trouxe à tona uma traição: seu marido estava vivendo há 6 meses com outra mulher. Sem chão, ela decidiu recomeçar do zero em Uberlândia, sua cidade natal.No dia que descobriu a traição, Moana foi convencida pela irmã a ir ao circo recém-chegado na cidade. Sem saber, a vida dela começaria a mudar ali. Na portaria, reparou num rapaz vestido de preto que organizava a fila. Era bonito, simpático, e ficou na cabeça de Moana o espetáculo inteiro.Durante a apresentação do Globo da Morte, tentou descobrir se era ele. Confirmou quando os capacetes caíram: era o mesmo rapaz. Na saída, soube que ele já estava comprometido e não levou a história adiante. Mas o destino não se deu por satisfeito.Semanas depois, Moana voltou ao circo com o irmão caçula. Lá, recebeu um recado inesperado: o motoqueiro do Globo da Morte queria seu número. A partir daí, começaram a se falar, saíram para se conhecer melhor e nunca mais se desgrudaram.O começo foi cheio de receios. Moana tinha acabado de reconstruir sua vida e tinha medo de abrir mão de tudo novamente. Mas Luiz, o motoqueiro, se mostrou diferente. Insistiu, acolheu, conquistou. Quando o circo viajava, voltava para vê-la nas folgas. Quando ela podia, ia atrás dele.Poucos meses depois, veio a surpresa: Moana descobriu que estava grávida. Decidiu, então, abandonar de vez a vida fixa e seguir o amor, e o circo! Começou vendendo churros, virou bailarina no picadeiro e encontrou no circo uma nova família.Hoje, Moana vive viajando pelo Brasil, mora num trailer, é mãe e redescobriu uma felicidade que nem sabia que era possível. A mulher que um dia sonhou, do outro lado do mundo, em ter uma vida mais leve, encontrou o seu lar onde menos esperava: sob a lona de um circo.O Oxxo é o parceiro que está apresentando a história da Moana no podcast. O Oxxo também está sempre pertinho para salvar a gente no dia a dia. Saiba mais em http://instagram.com/oxxobrasil. #VemProOxxoRoteiro: Luigi MadormoEdição: Fábio de Azevedo (Nariz)
Você não vai acreditar no que aconteceu!
Weverton cresceu carregando dores que nem sabia nomear. Criado com os irmãos até os 10 anos, foi separado deles quando os avós se divorciaram. Acabou na casa da vizinha, onde viveu um terror calado: o filho dela, mais velho, o ameaçava e abusava dele.Foi também esse garoto quem apresentou a pichação. E Weverton usou isso como moeda: ameaçou contar tudo se não o levassem pra pichar. Assim nasceu o desejo de escrever nos muros. Primeiro os nomes dos irmãos, por saudade, pra descontar a dor. Depois, veio a paixão real.Mais tarde, reencontrou a mãe, que abominava a arte e o agredia. Apanhava do padrasto também. Na rua, encontrou mais paz do que em casa. Viu nas ruas perto de casa dois grafites assinados por “Gueto” e “Finok”, artistas chamados Rafael. Decidiu que daria ao seu filho esse nome.Casou aos 18, teve dois meninos. Em 2017, tudo desmoronou: a mãe das crianças o deixou. Sem dinheiro, entregou a casa onde morava. No fim era ele, os dois filhos, uma geladeira e uma cama de solteiro.Na pandemia, vivia numa pensão com os dois filhos muito pequenos e faxinava o espaço pra pagar o quarto. Até que um comerciante viu um de seus desenhos e o contratou para pintar a fachada de uma loja. O trabalho garantiu três meses de aluguel. Três meses de aluguel pagos com arte!Aos 30 anos, foi chamado pela Hurley para uma colaboração nacional. Sua arte estaria estampada em roupas vendidas em shoppings de todo o Brasil. Um menino que tomava conta de carro pra comer pastel na feira, agora tinha sua assinatura vendida como arte.Mas seu maior orgulho são Rafael e Guilherme, os filhos que o mantêm de pé. Os dois únicos que estiveram ali em todas as fases. São eles que dão sentido à vida, que impedem que ele caia. O abraço, o beijo de bom dia, o afeto. É disso que a casa dele é feita. Pode faltar tudo, menos isso.Poisé, seu nome artístico, nasceu de um sonho: um primo falecido aparece soltando pipa. No céu, o nome: Poisé. Ele diz que a vida de Weverton mudaria. E mudou.A arte, que tanta gente marginaliza, salvou. Porque quando a nossa vez chega, ninguém segura.
Acolhimento de denúncia abre nova fase processual, mas não afasta risco de prisão preventiva de ex-presidente.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Chegou o plano para quem é Antagonista de carteirinha. 2 anos de assinatura do combo O Antagonista e Crusoé com um super desconto de 30% adicional* utilizando o voucher 10A-PROMO30. Use o cupom 10A-PROMO30 e assine agora: meio-dia ( https://bit.ly/promo-2anos-papo) (*) desconto de 30% aplicado sobre os valores promocionais vigentes do Combo anual. Promoções não cumulativas com outras campanhas vigentes. Promoção limitada às primeiras 500 assinaturas.
Com 22 anos, Leticia perdeu toda a memória da sua vida. Como se sua própria história tivesse sido apagada, ela não reconhecia as pessoas, lugares ou sequer a própria imagem em fotografias. Era como se estivesse começando do zero, sem referências, sem um passado.Leticia convivia com alergias severas, mas a situação piorou. Um dia, ela sentiu as pernas ficarem geladas, os sintomas se intensificando, e ela foi levada ao hospital.Durante a internação, ela comeu algo que não podia e seu corpo reagiu violentamente. Parada cardíaca. Fechamento da glote. Uma dor insuportável. Os órgãos foram falhando um a um. Leticia ficou acamada, sem mobilidade, sem controle sobre o próprio corpo.Quando o caso dela parecia não ter solução, um médico alemão apareceu, e em dez dias de tratamento, ela voltou a andar. Mas o mais impressionante veio depois: exames revelaram vários vírus incubados em seu cérebro – meningite, dengue, rubéola, sem conta os fungos. Mas ela acordou sem memória de um dia para o outro? Não. Os esquecimentos vieram aos poucos. Nomes citados por sua mãe pareciam desconhecidos. Pessoas próximas se tornaram estranhas, até mesmo sua mãe. Sua própria imagem no espelho era de uma desconhecida.Forçar a memória trazia dores de cabeça, então ela desistiu de lembrar. Decidiu aceitar. Sem passado para guiar suas escolhas, decidiu construir algo novo. Foi aí que ela descobriu uma facilidade para aprender idiomas. Aprendeu alemão em cinco meses para agradecer ao médico que a ajudou, e seguiu estudando outros.Com medo de esquecer tudo o que construiu novamente, Leticia passou a se apegar a pequenos detalhes e começou a registrar tudo em vídeo, de pequenas anotações a qualquer coisa que garantisse que, se um dia tudo sumisse de novo, ao menos o presente estivava documentado.Hoje ela celebra cada momento. Cada encontro. Cada aprendizado. E se um dia a memória falhar de novo, ela já sabe: o que importa é viver. Criar memórias novas e melhores.