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En esta emisión de SAGA Noticias te presentamos el resumen más completo y relevante de la jornada informativa, con el análisis de la polémica por el aterrizaje de un avión militar de Estados Unidos en el aeropuerto de Toluca y las dudas sobre la autorización del Senado, así como las reacciones de la oposición encabezadas por Marko Cortés; además, abordamos los hechos más importantes de seguridad en Michoacán, incluyendo el asesinato de Carlos Manzo, la postura de la alcaldesa de Uruapan, decomisos que hacen apología del CJNG y la detención de “El Mantecas” en Sinaloa con miles de pastillas de fentanilo, sin dejar de lado el seguimiento a casos de desapariciones, hallazgos de fosas clandestinas y hechos violentos protagonizados por jóvenes; en el plano político revisamos el debate por la reforma electoral, las posturas del PAN y Morena, los movimientos en el Congreso y los señalamientos contra figuras clave de la 4T, y cerramos con información de economía, salud, finanzas e internacional, incluyendo el brote de sarampión, previsiones del Banco Mundial, tragedias en Europa y América, y fenómenos climáticos extremos. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (20): A União Europeia se reúne nesta quinta-feira (22) para discutir as ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor tarifas a países europeus que se oponham aos planos americanos envolvendo a Groenlândia. Mais tropas da Dinamarca chegaram à Groenlândia na noite desta segunda-feira (19), enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reforça seu desejo de anexar o território. O ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, quer encontrar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União), e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos). O objetivo da reunião com as cúpulas do Legislativo é destravar a tramitação do texto da PEC da Segurança Pública. O senador Eduardo Girão (Novo-CE) entrou com uma representação na Procuradoria-Geral da República contra o ministro do STF Dias Toffoli. O parlamentar questiona a atuação do magistrado no inquérito que apura uma suposta fraude bilionária envolvendo o Banco Master, levantando suspeitas de possível conflito de interesse. Durante discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, nesta terça-feira (20), a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que os ataques na Ucrânia precisam acabar e reforçou a posição da União Europeia em defesa do país. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que pretende impor uma tarifa de 200% sobre vinhos e champanhes franceses como forma de pressionar o presidente Emmanuel Macron a aderir ao chamado “Conselho da Paz”, iniciativa proposta por Trump para a resolução de conflitos globais. A oposição no Senado atingiu, nesta segunda-feira (19), 42 assinaturas para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) com a finalidade de investigar o caso do Banco Master. O requerimento, apresentado pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE), tem o apoio de mais da metade do Senado. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), afirmou nesta segunda-feira (19) que “a economia não vai derrotar nem eleger” nenhum candidato, ao comentar o peso dos indicadores econômicos na disputa eleitoral de 2026. O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, afirmou que o sistema multilateral criado após a Segunda Guerra Mundial passa por um processo acelerado de erosão. Em entrevista após visita à China, Carney avaliou que organismos como FMI, Banco Mundial e OMC perdem influência, enquanto surge uma nova ordem internacional baseada em acordos setoriais entre países e blocos, com menor protagonismo dos Estados Unidos. Segundo ele, o cenário aponta para mudanças profundas na governança global, no comércio e nas relações diplomáticas. O Tribunal Superior Eleitoral propôs uma mudança relevante na interpretação das regras eleitorais ao indicar que críticas a governos, mesmo com impulsionamento pago, não devem ser consideradas propaganda eleitoral antecipada negativa, desde que não façam menção direta ao processo eleitoral ou a candidatos. A proposta sinaliza uma possível guinada no entendimento do TSE, já que a legislação atual proíbe o impulsionamento de propaganda negativa. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Pasa a retiro subsecretario de la Defensa por edad reglamentaria Refuerzan operativos por el Hoy No Circula en Toluca Protestan en Dinamarca contra amenazas de Trump sobre Groenlandia Más información en nuestro podcast
En esta edición analizamos el ajuste a la baja del Banco Mundial para el PIB de México, situado ahora en 1.3%, en medio de las crecientes tensiones por la revisión del T-MEC y los embates de Donald Trump. Exploramos la realidad del bolsillo mexicano: una familia de cuatro necesita casi 20,000 pesos para subsistir en la ciudad. Además, el misterioso silencio de Banxico ante el respaldo global a Jerome Powell, la nueva era de Banamex con Citi y la agresiva expansión de OMNi tras adquirir Jüsto. Cerramos con un panorama global de evacuaciones militares, bancarrotas y récords comerciales.Este episodio es presentado por STRTGY, líderes en expansión territorial mediante IA. Gracias a su analista virtual EVA, STRTGY transforma millones de datos en estrategias de mercado con certeza absoluta en solo 21 días. Optimiza tus decisiones comerciales con la certeza que solo encuentras en www.strtgy.ai.Recibe gratis nuestro newsletter con las noticias más importantes del día.Si te interesa una mención en El Brieff, escríbenos a arturo@strtgy.ai Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Alerta por frío, lluvias y fuertes vientos: CNPC Caen seis presuntos integrantes de “Los Lavadora” en Querétaro Banco Mundial prevé la década con menor crecimiento económico Más información en nuestro podcast
A terceira edição da nossa retrospectiva chegou! Escolhemos os eventos do ano que, na nossa humilde opinião, marcarão a história do Brasil e do mundo. Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre os eventos que vão para os livros de história de 2025.-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal no YouTube e assista o História em Dez Minutos!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaOuça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:DEUTSCHE WELLE (DW). O mês em imagens: janeiro–dezembro de 2025. Bonn: DW, 2025. Disponível em: https://www.dw.com. Acesso em: 2025.THE GUARDIAN. International, climate and conflict coverage – 2025. Londres: Guardian News & Media, 2025. Disponível em: https://www.theguardian.com. Acesso em: 2025.BBC NEWS. World News and Global Analysis – 2025. Londres: BBC, 2025. Disponível em: https://www.bbc.com/news. Acesso em: 2025.THE NEW YORK TIMES. International News and Analysis – 2025. Nova York: The New York Times Company, 2025. Disponível em: https://www.nytimes.com. Acesso em: 2025.ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS (ONU). Relatórios e comunicados oficiais – 2025. Nova York: ONU, 2025. Disponível em: https://www.un.org. Acesso em: 2025.ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS). World Health Updates and Global Reports – 2025. Genebra: OMS, 2025. Disponível em: https://www.who.int. Acesso em: 2025.PAINEL INTERGOVERNAMENTAL SOBRE MUDANÇAS CLIMÁTICAS (IPCC). Climate Change Reports and Updates – 2025. Genebra: IPCC, 2025. Disponível em: https://www.ipcc.ch. Acesso em: 2025.BANCO MUNDIAL. Global Economic Prospects 2025. Washington, DC: World Bank, 2025. Disponível em: https://www.worldbank.org. Acesso em: 2025.
Em um contexto geopolítico de tantas incertezas, o que esperar da economia em 2026? Com o mundo ainda sob o impacto da gestão agressiva do presidente Donald Trump, reconfigurando suas antigas alianças, o aumento do protecionismo e a ameaça das guerras levam o crescimento mundial a continuar fraco, antecipa o FMI. No Brasil, a perspectiva de eleições embaralha ainda mais as cartas. Mesmo assim, há razões para otimismo. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Segundo o Fundo Monetário Internacional, o crescimento do PIB mundial em 2026 será quase o mesmo que em 2025: 3,1%. As tarifas comerciais mais elevadas, a instabilidade das políticas econômicas, a começar pelos Estados Unidos, e os conflitos geopolíticos impactam no comércio e nos investimentos, aponta também a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). “Será, acima de tudo, um ano de surpresas, porque assim é o governo americano. Muitas coisas podem acontecer, desde as mais assustadoras até as mais pitorescas”, observa Jorge Arbache, professor de Economia da Universidade de Brasília e ex-economista sênior do Banco Mundial. “É possível que o que está aí se aprofunde e a gente tenha uma ainda maior polarização em nível global. E, para um país como o Brasil, que procura manter uma certa neutralidade política e econômica, vai exigir, num ano de eleições, um certo malabarismo para não elevar tensões ou não criar dificuldades num ambiente muito frágil e sensível. O país, obviamente, vai adiar grandes decisões, esperando um novo governo – qualquer que seja ele”, afirma Arbache. Impacto das eleições e da Copa do Mundo “A gente fala que é um ano mais curto porque tem eleições e também a Copa do Mundo, que é algo muito importante no Brasil”, lembra ainda a economista Patricia Krause, especialista na economia da América Latina da Coface, líder mundial de seguro de crédito. “A agenda no Congresso fica reduzida e, no segundo semestre, tudo fica mais focado nas eleições. Elas podem trazer sempre alguma volatilidade cambial – e câmbio é a pior variável que tem para tentar fazer previsões”, frisa. No ano que passou, a desigualdade caiu ao menor índice em 10 anos no Brasil, e o país atingiu o pleno emprego. No segundo semestre, o crescimento econômico desacelerou, o que era esperado há meses pela maioria dos especialistas, preocupados com a inflação. “A economia brasileira, de modo geral, tem surpreendido para cima nos últimos anos, com crescimento mais resiliente do que esperado e os economistas revisando para cima as projeções. E este ano, de fato, ocorreu essa desaceleração do crescimento que há muito era esperada”, indica Patricia Krause. Queda dos juros? Com uma taxa Selic de 15% ao ano, num contexto de inflação de 4,5%, a projeção de crescimento da Coface para 2026 é de 1,9%. Mas a perspectiva agora é de queda da inflação. “Com isso, a grande questão é a esperança de que o Banco Central brasileiro comece a reduzir juros no começo do próximo ano”, salienta Krause. Ano eleitoral costuma ser sinônimo de aumento de gastos – e, no caso do Brasil, este é um dos aspectos mais delicados que ficam de 2025 para 2026. A situação das contas públicas se deteriora ano após ano e o descontrole fiscal é hoje a maior preocupação da economia do país, com o déficit e a dívida pública em curva ascendente. A alta da taxa de juros, aplicada pelo Banco Central para controlar o aumento dos preços, joga ainda mais lenha nesta fogueira, ao corroer a fraca margem de manobra dos gastos do governo federal. Se nada for feito, o orçamento tende a ficar cada vez mais estrangulado, com o peso das despesas em saúde e previdência também em crescimento. “O aumento significativo dos gastos já está contratado. Ele não vai nos surpreender”, adverte o professor da UnB, que foi secretário para Assuntos Internacionais do Ministério do Planejamento. “Hoje, 95% dos gastos públicos são praticamente definidos. O espaço de manobra efetivo é muito menor do que as pessoas imaginam.” Brasil em posição favorável no mundo O economista pondera, entretanto, que, do ponto de vista relativo, o Brasil hoje está melhor em relação à maioria dos outros países, inclusive as potências. “Não que o Brasil tenha feito o dever de casa, mas porque o mundo piorou. Fazer negócios hoje nos Estados Unidos é muito mais arriscado do que no Brasil”, diz Arbache. “Muita coisa tem mudado também na Europa, e a guerra cria uma insegurança brutal. O mundo hoje não está para peixe, e do ponto de vista relativo, o Brasil está melhor.” Os dois economistas avaliam que, em meio à guerra comercial de Donald Trump contra os antigos parceiros, o Brasil demonstrou resiliência. “O fato de o Brasil ser uma economia ainda muito fechada ao comércio nesse momento acabou ajudando. Isso não é algo positivo, mas neste momento em que o comércio internacional preocupa, você está menos exposto”, sublinha a especialista da Coface. “Teve queda nas exportações para os Estados Unidos, porém o Brasil conseguiu aumentar vendas para outros mercados. Isso foi, de certa forma, algo positivo.” No plano interno, a aprovação das reformas fiscal e tributária trouxe avanços. O arcabouço legal relativo à economia verde, com um imenso potencial para o Brasil, coloca o país na rota de investimentos em setores como energia renovável, mercado de carbono e combustíveis limpos. Em 2025, o Brasil demonstrou que entendeu qual é o seu lugar nesta promissora economia, constata Jorge Arbache. “Eu acho que não existe outra estratégia para o país, do ponto de vista econômico e de desenvolvimento. É essa ou nenhuma”, destaca. “Não só a capacidade de atração de investimentos no âmbito do powershoring, mas também aquilo que é pertinente aos minerais críticos para a transição e às terras raras, que vêm atraindo uma crescente atenção, especialmente da Europa, dos Estados Unidos e da China. Muita coisa deverá se passar nos próximos meses e anos. Esse caminho é sem volta.” Acordo UE-Mercosul Neste ponto, o economista chama a atenção para as falhas do acordo comercial negociado entre a União Europeia e o Mercosul, que esteve prestes a ser ratificado em 2025. Travado devido a resistências na questão agrícola, o texto sequer aborda o potencial de cooperação na área da transição energética. Os europeus deixam passar a oportunidade de serem parceiros privilegiados dos países latino-americanos neste comércio. “O maior ganho, para a Europa, nem está nas manufaturas. Eu acho que é tudo aquilo que tem a ver com a abertura de novas fronteiras e possibilidades de negócios para ajudar a solucionar muitos dos mais graves problemas econômicos que a Europa tem, associados à energia e à produção de vários produtos manufaturados e insumos a custos muito menores, fundamentais para dar maior competitividade para a própria indústria europeia”, explica. “Essas coisas passam ao largo do acordo atual.” Ainda na área de energia, mas também das commodities, as perspectivas são positivas. “A gente tem uma produção de petróleo em alta e pode ter um ano importante, em termos de volume. A estimativa de safra indica recorde, além de uma demanda por proteína aquecida”, antecipa Patricia Krause. “Eu diria que o canal de exportação e também um consumo resiliente podem trazer alguma sustentação para o PIB brasileiro no próximo ano.”
Isabel Neto é digital practice manager para a região da Europa e Ásia Central no Banco Mundial.
Estudo aponta avanços desde 2000, com melhorias no acesso e na redução dos custos diretos; desigualdades ainda persistem e mais de 1 bilhão de pessoas continuam sem proteção adequada.
Jornal da ONU, com Felipe de Carvalho:*Piora dos ataques no norte de Moçambique preocupa comunidade humanitária*Resistência a medicamentos coloca em risco avanços para conter malária*Estudo do Banco Mundial traça agenda para gerar empregos e impulsionar negócios no Nordeste brasileiro*Dia Internacional do Voluntário enfatiza o desenvolvimento sustentável
Com 80% da população em idade ativa, a região pode acelerar o crescimento ao ampliar a qualificação profissional, facilitar a abertura de empresas e investir em infraestrutura.
Na Guiné-Bissau, Fernando Dias, candidato que reclama vitória nas eleições presidenciais contra Sissoco Embaló, exige a divulgação dos resultados. Em declarações à DW, um jurista garante que ainda é possível reconstituir o processo eleitoral. Em Angola, serão as acusações contra o general Higino Carneiro uma estratégia política para impedir a sua candidatura à liderança do MPLA?
El 25 de noviembre de 1887 nació en Moscú Nikolái Vavílov, personaje vital en la historia de la botánica al crear el primer Banco Mundial de Semillas.
A Guiné-Bissau vai a eleições num contexto de crescimento económico, de cerca de 4% do PIB, mas em que mais de metade da população vive abaixo do limiar de pobreza, com menos de três dólares por dia, de acordo com o Banco Mundial. A instabilidade política recorrente, com três alegadas tentativas de golpes de Estado no último mandato presidencial dificultam a atracção de investimentos estrangeiros e o desenvolvimento económico do país. Um país muito dependente da exportação de castanha de cajú, mas que conta com recursos naturais inexplorados. Como alavancar a economia do país? As promessas eleitorais que o economista José Nico, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas de Bissau (INEP) destaca prendem-se com a diversificação de práticas agrícolas. A Guiné-Bissau tem uma monocultura, a economia é muito dependente da exportação da castanha de cajú. Num país em que mais de metade da população depende do sector agricola, “seria necessário diversificar a agricultura”. Mas existe outra solução, aponta José Nico: transformar localmente a castanha de cajú. “Uma percentagem muito fraca da transformação da castanha de caju é feita na Guiné-Bissau, grande parte desta actividade é também exportada e feita no estrangeiro. Se um país tivesse condições de transformação local, não haveria tanto desemprego”. Sector da pesca é marginalizado Outro sector de importância para a economia guineense: o sector da pesca. A Guiné-Bissau tem grandes recursos haliêuticos, mas pouco explorados. A associação nacional de pescadores tem denunciado acordos passados com o Senegal, à margem do Parlamento, que trazem grandes desvantagens para os pescadores guineenses. Cerca de 90% do peixe pescado em águas guineenses é desembarcado em Dacar, por falta de um porto industrial e infrastruturas na Guiné-Bissau. Ainda de acordo com a associção de pescadores guineenses, o sector da pesca poderia render milhões de euros ao Estado anualmente. Porque razão tem sido este sector marginalizado? O economista José Nico diz que “não existem condições favoráveis”, o sector privado é “débil” na Guiné-Bissau, o que não atrai investimentos estrangeiros. A instabilidade política (Umaro Sissoco Embaló é apenas o segundo presidente a terminar o seu mandato) não permite que haja mudança e desenvolvimento do sector. Projecto de construção do Porto do Biomba representa “explosão” de oportunidades Mas o projecto de construção do porto comercial do Biombo - um dos grandes projectos de infrastruturas implementados por Umaro Sissoco Embaló - representa uma “explosão de oportunidades económicas para o país”. Este porto poderia oferecer condições de desembarque de navios de grande porte. Permitindo, consequentemente, o estabelecimento de ligações comerciais com países da região sem acesso a oceanos, como o Mali ou o Burkina Faso. “É uma das melhores decisões tomadas na Guiné-Bissau nos últimos cinco anos”, considera José Nico. O lançamento do projecto já foi oficializado, mas as obras de construção ainda não começaram. Que outros recursos naturais? Em Julho de 2025, Umaro Sissoco Embaló esteve nos Estados-Unidos, juntamente com outros chefes de Estado de Africa Ocidental. Na Casa Branca, o presidente guineense disse a Donald Trump que a Guiné-Bissau é “rica em recursos naturais”, apelando o presidente dos Estados-Unidos a investir no país. Actualmente, não existe nenhuma infrastrutura para extracção de recursos naturais na Guiné-Bissau. Se a Guiné-Bissau é rica em recursos naturais, como os países vizinhos da região, como se explica que estes recursos ainda não tenham sido explorados para o bem da economia nacional? “Dizem que a Guiné-Bissau é rica em recursos naturais. Eu discordo: a Guiné-Bissau tem à disponibilidade da economia um conjunto de recursos. Mas isso ainda não é riqueza”, analisa o economista. “Para ser riqueza precisa de intervenção qualificada”. Intervenção essa que ainda não aconteceu, nomeadamente devido às crises políticas que o país vive desde a independência, considera ainda José Nico. Recordando que Umaro Sissoco Embaló é o segundo chefe de Estado a terminar o mandato presidencial (depois de José Mario Vaz em 2019) e que nestas condições, é difícil desenvolver uma indústria. De acordo com os últimos estudos realizados, a Guiné-Bissau tem petróleo, bauxite e areias pesadas.
Urgência de criar postos de trabalho nunca foi tão grande; Banco Mundial está a ampliar investimentos e a construir economias florestais sustentáveis; projeto no Brasil deve gerar 1.800 empregos em cadeias de valor e 800 diretos na gestão florestal sustentável.
El análisis de actualidad económica, todas las mañanas a las 07:30.
Neste encontro entre o economista-chefe da Genial, José Márcio Camargo, e Otaviano Canuto, Economista e ex-vice presidente do Banco Mundial, você fica inteirado sobre os temas e debates mais importantes da economia e da política. A Conversa com Zé Márcio vai ao ar todo sábado, às 14h. Ative as notificações e acompanhe os principais desafios políticos e econômicos do mundo na opinião de especialistas.
Documento do Banco Mundial e Embrapa reúne evidências econômicas e traz recomendações para ampliar a adoção de sistemas agroflorestais e o de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta.
El director de Desarrollo Humano para América Latina y el Caribe del Banco Mundial, Jaime Saavedra Chanduví, dijo que los empresarios tienen que demandar al Estado una mejor educación pública cuando este no provee una enseñanza de calidad.
Faltam 19 dias para o início da COP30 e um estudo internacional mostrou o planeta muito distante das metas combinadas dez anos atrás em Paris. O Banco Mundial assumiu a gestão do fundo Florestas Tropicais Para Sempre. Os Estados Unidos afundaram mais um barco sob alegação de combate a traficantes. Em São Paulo, policiais do Rio prenderam um influenciador de crianças e adolescentes suspeito de abuso sexual. A Justiça absolveu os réus do incêndio no centro de treinamento do Flamengo, em que morreram dez adolescentes. Brasileiros se encantaram com o céu iluminado pela chuva de meteoros.
LM publica cómo obligan al Estado español a pagar 262 millones de euros a Eiser Infrastructure Limited y Energía Solar Luxembourg.
La Ley de Amparo fue aprobada en el Senado luego de algunos cambios hechos en San Lázaro. Ahora está en manos del Ejecutivo. Pero, ¿qué cambió finalmente y por qué se han encendido las alertas entre juristas? ¿Qué efectos tendrá en el acceso a la justicia? Gerardo Carrasco, socio del despacho Soledad & Carrasco Abogados, nos habla al respecto. En otros temas: El PAN decide poner fin a su alianza con el PRI para relanzar su imagen rumbo al 2027 / Banco Mundial y FMI celebran sus Reuniones Anuales 2025 / Estados Unidos se prepara para la marcha “No Kings” en rechazo al autoritarismo de Trump.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (15/10/2025): Promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do MP de SP, informaram à Justiça que a relação das gestoras de recursos Reag e Altinvest com o PCC vai além da administração de fundos de investimentos ligados à organização criminosa. Os investigadores disseram que a Reag e alguns de seus sócios e diretores, além de acionistas da Altinvest, têm participações em negócios ligados à facção. Segundo o MP, as duas empresas e pessoas ligadas a elas criaram estruturas jurídicas e societárias e estiveram à frente de fundos de investimento, o que dificultou a identificação dos verdadeiros donos de ativos. Empresas negam. E mais: Economia: Incêndio em subestação no Paraná causa apagão de até 2 horas nas 5 regiões do País Política: PF vê indício de desvio a firma de fachada em sindicato de irmão de Lula Metrópole: Polícia prende 6 em SP e diz que falsificação de bebidas ocorre por etapas Internacional: Israel reduz ajuda a Gaza após Hamas não devolver todos os corpos de reféns Esportes: Fabrício Bruno falha, Brasil leva virada e perde do Japão pela 1ª vez na históriaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Estimativa foi feita por ONU, Banco Mundial e União Europeia; parcela de US$ 20 bilhões já é necessária para os próximos três anos; Fundo de Emergência liberou US$ 11 milhões para necessidades mais urgentes deste inverno.
Relatório aponta ritmo moderado e projeta leve desaceleração para 2026; América Latina continua como região de crescimento mais lento do mundo.
Em Angola, a CASA-CE pode desaparecer por falta de actividade e união interna. Na Guiné-Bissau, Nuno Nabiam desiste da corrida presidencial e apoia Sissoco Embaló. A Etiópia acusa a Eritreia de apoiar rebeldes do Tigray. Cabo Verde adia apuramento para o Mundial. Angola e Guiné-Bissau estão fora da competição.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (25/09/2025): A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que protegia parlamentares de eventual responsabilização criminal foi sumariamente arquivada pelo Senado. A “PEC da Blindagem” foi enterrada uma semana após ser aprovada com o apoio de 344 deputados na Câmara e três dias após ser alvo de protestos nas ruas. Por unanimidade, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado rejeitou a proposta, que restabelecia a necessidade de autorização do Congresso, por meio de votação secreta, para que o STF processasse criminalmente deputados e senadores. A CCJ considerou a PEC inconstitucional. “Esta Presidência, com amparo regimental claríssimo, determina o seu arquivamento (da PEC) sem deliberação de plenário”, disse o presidente do Senado e do Congresso, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). E mais: Política: Lula afirma que ‘pintou uma química mesmo’ com Trump Economia: TCU cobra do governo centro da meta fiscal Internacional: Lula se encontra com Zelenski e diz que tentará negociar fim da guerra Metrópole: Famoso arquiteto chinês, 2 cineastas e piloto morrem em queda de aviãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Resumen de noticias de LA NACION de la mañana del miércoles 24 de septiembre de 2025
Pesquisa aponta que logística eficiente nos portos pode garantir fluxo constante de produtos, estabilizar preços e apoiar exportações agrícolas; quatro alimentos respondem por 45% da ingestão calórica; mais de 6 em cada 10 pessoas enfrentavam insegurança alimentar moderada a grave em 2022.
O convidado do programa Pânico desta quinta-feira (11) é Roberto Motta.Roberto Motta é engenheiro civil pela PUC-RJ e mestre em Gestão pela FGV-RJ. Tem mais de 35 anos de experiência como executivo, incluindo cinco anos como consultor do Banco Mundial nos EUA.Há mais de 10 anos, Roberto estuda segurança pública, com centenas de palestras e seminários realizados em todo o país, além de milhares de textos, artigos e vídeos publicados.Em 2018, participou da transição do governo do estado do Rio de Janeiro, coordenando a transferência da segurança estadual do Gabinete de Intervenção Federal para as Secretarias de Polícia Civil e Militar, e exerceu por um curto período o cargo de secretário de Segurança.Também foi suplente de deputado federal e de vereador, além de ter publicado quatro livros: Ou Ficar a Pátria Livre (2016), Jogando para Ganhar: Teoria e Prática da Guerra Política (2018), Os Inocentes do Leblon (2021) e A Construção da Maldade, sobre a crise de segurança pública no Brasil (2022).Roberto participou da produção do documentário Entre Lobos, da Brasil Paralelo, e é colunista da Revista Oeste e da Gazeta do Povo, além de comentarista da Rede Jovem Pan.É ainda um dos criadores do Partido Novo, do qual se desligou em 2016.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/robertomottaoficial/
Relatório mostra que 27% da área florestal da região está em terras indígenas que armazenam 14 bilhões de toneladas de carbono; povos indígenas têm papel central na proteção do planeta e na promoção de ação climática.
Financiamento de US$ 592,5 milhões é um dos maiores já atribuídos pela instituição na região; iniciativa também prevê criação de critérios ambientais para a distribuição dos recursos estaduais.
Jornal da ONU, com Felipe de Carvalho:*Brasil acertou ao vetar projeto de lei sobre licenciamento ambiental, dizem peritos*Número de crianças fora da escola pode chegar a 278 milhões no ano que vem* Iniciativa do Banco Mundial beneficia terras indígenas e ecossistemas no Xingu*Deslizamentos no Sudão podem ter matado mais de mil pessoas, diz ONU
Um novo projeto para proteger florestas e impulsionar o desenvolvimento sustentável no Baixo Xingu, estado do Pará, foi aprovado pelo Conselho de Diretores do Banco Mundial.
Urge elevar impuestos a tabaco, alcohol y refrescos: Banco Mundial El programa Canje de Armas se destruyen 826 armas y 68 mil municiones en EdomexPutin defendió la ofensiva militar y acusó a EU y Europa de provocar el conflictoMás información en nuestro podcast
Estudo mostra progresso, mas não em todos os lugares; total corresponde a quase um terço dos habitantes do planeta; crescimento do custo de vida aumentou nos últimos anos, países da África Subsaariana são os mais atingidos pelas barreiras econômicas para financiar comida de qualidade.
Episodio 695 de Contralínea En Vivo conducido por Nancy Flores y Aníbal García: -CIADI, del Banco Mundial, causa de crisis en el Sur Global- Transmisión 24 de septiembre de 2024 Contralínea se transmite de lunes a viernes a las 10hrs (hora centro de México). Encuéntranos en Facebook, YouTube, X (antes Twitter), TikTok, Instagram, WhatsApp y Telegram como Contralínea. Escúchanos en Spotify, Apple Podcast e Ivoox como Contralínea Audio.
Jornal da ONU, com Felipe de Carvalho:*Ataque a hospital em Gaza mata pelo menos 20 incluindo cinco jornalistas*Banco Mundial divulga pesquisa sobre futuro de empresas e do emprego*São Tomé e Príncipe deve potenciar infraestruturas resilientes e planos de adaptação ao clima*Unesco marca Dia Internacional em Memória do Tráfico de Escravos e sua Abolição
Empregadores mais dinâmicos tendem a ser relativamente jovens; firmas tendem a prosperar em locais bem conectados; 64% das empresas de alto crescimento no Brasil têm menos de cinco anos; perfil do trabalhador médio desse negócio é de um ano extra de escolaridade que em outros setores.
Os convidados do programa Pânico desta sexta-feira (22) são DZ6, Xande Abrão e Roberto Motta.DZ6Julio Cesar Hasse, mais conhecido como o rapper DZ6, nasceu em Blumenau/SC. Estreou no teatro musical interpretando Chorão, vocalista da banda Charlie Brown Jr., no espetáculo "Dias de luta, dias de glória". Além da semelhança física, do jeito de se vestir, do gestual e da intimidade com o skate, o rapper também tem a voz muito parecida com a do cantor e faz shows por todo o Brasil.O nome artístico "DZ6" surgiu porque, desde os 15 anos de idade, Julio tinha amizade com pessoas mais velhas, que o chamavam de “DZ6 = Dezesseis” por ser o mais novo da turma.DZ6 é mais do que apenas um músico talentoso: ele representa o espírito do Charlie Brown Jr. Além de sua impressionante semelhança física com Chorão, é o único artista oficialmente reconhecido pela marca Charlie Brown Jr.Em seus shows, apresenta grandes sucessos da banda CBJR, como "Zoio de lula", "Proibida pra mim", "Lugar ao sol" e muitas outras que marcaram gerações. A energia contagiante de DZ6 e sua conexão com o repertório da CBJR são sua marca registrada.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/dz6oficialXande AbrãoAlexandre Ferreira Lima Abrão, apelidado de Xande ou Alexandre Abrão, nasceu em 1990 — fruto de um breve casamento do cantor Chorão com Thaís Lima. Após a morte do pai, em 2013, Xande assumiu o cuidado com o legado artístico e autoral do Charlie Brown Jr.Xande dirigiu o clipe de uma das últimas músicas lançadas oficialmente pela banda, utilizando imagens capturadas durante os últimos shows com Chorão. Em 2020, revelou ter mandado confeccionar um diamante contendo uma mecha de cabelo do pai, como forma simbólica de preservação da memória. Em 2021, fechou acordo para o lançamento de compilações raras e gravações inéditas da banda, como o álbum/DVD “Chegou Quem Faltava”. No mesmo ano, anunciou uma turnê comemorativa pelos 50 anos de Chorão, que visava reunir músicos como Marcão, Thiago e outros, em um projeto chamado “La Familia”.O livro, o clipe, o diamante e os eventos mostram a dedicação intensa de Xande em manter viva a memória de Chorão por meio de diferentes formatos. Ele declarou que cuida do legado do pai praticamente em tempo integral: “24 horas por dia, 7 dias por semana”.Alexandre “Xande” Abrão tornou-se peça central na preservação da memória de Chorão, concentrando esforços em diversas frentes — do audiovisual à luta por direitos. Sua trajetória revela tanto paixão e sensibilidade quanto os desafios de conciliar a administração do legado com as relações dos antigos parceiros de banda.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/alexandreflabraoRoberto MottaRoberto Motta, engenheiro e mestre em gestão, construiu carreira no setor privado antes de se tornar uma voz influente no debate político brasileiro. Foi consultor do Banco Mundial, secretário de Estado do Conselho de Segurança do Rio de Janeiro e um dos cofundadores do Partido Novo, do qual se desligou em 2016.Atualmente, é comentarista político da Jovem Pan, além de colunista no Instituto Millenium, na Revista Oeste e na Gazeta do Povo. Autor de diversos livros, Motta destaca-se por suas análises sobre segurança pública, economia e política, combinando experiência prática, formação acadêmica e uma atuação ativa em palestras e debates.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/robertomottaoficial/
LM publica que el Banco Mundial ratifica la condena a España por el caso Toyota: 106 millones por el recorte a las renovables.
Extensão até Taboão da Serra vai beneficiar milhares de passageiros, com impacto social, inovação e metas climáticas; extensão da linha deverá beneficiar cerca de 50 mil passageiros por dia até 2030.
Dados do Banco Mundial revelam que quase 80% dos adultos em todo o mundo agora têm uma conta financeira; tecnologia de telefonia móvel teve um papel fundamental nesse crescimento.
Com investimento total de US$ 134 milhões e foco no Complexo Industrial e Portuário do Pecém, iniciativa financia infraestrutura crítica para a transição energética.
"O dólar é rei", declarou Donald Trump nesta terça-feira (8). E completou: "vamos mantê-lo assim”, ao dizer que a perda da hegemonia da moeda dos EUA seria equivalente à “derrota em uma guerra”. As declarações de Trump são uma reação aos Brics que, após o encontro sediado no Rio de Janeiro, publicaram um documento defendendo o uso de moedas locais em transações comerciais. Foi imediatamente após a declaração conjunta dos Brics que o presidente dos EUA ameaçou taxar países que se alinhassem com a política do grupo – que chama de “antiamericanas”. O uso de moedas locais é uma demanda antiga do grupo, o que põe em risco a supremacia econômica e de influência dos EUA no sistema de comércio global. Neste episódio, Julia Duailibi recebe o economista Octaviano Canuto, que foi vice-presidente do Banco Mundial e diretor-executivo do FMI, para explicar o momento atual do dólar e o que significaria uma desdolarização da economia. Canuto, que também é membro sênior do Policy Center for the New South e professor da Universidade George Washington, relembra quando o dólar passou a ser o meio hegemônico de negociação entre países. Ele analisa quais seriam as consequências políticas e econômicas de a moeda americana perder protagonismo global.
Anuncio del Banco Mundial: Costa Rica dejó de pertenecer al grupo de países de ingreso medio alto para situarse como una nación de ingreso alto, al pasar el umbral del ingreso y la producción per cápita. Esto, de primera entrada, parece una gran noticia. ¿Pero es realmente así? En los últimos cinco años nuestro país creció gracias a la actividad del régimen de zonas francas; mientras otros sectores como la construcción y la actividad agropecuaria, disminuyeron. Es por esto que nuestro ascenso a país de ingreso alto se explica, según especialistas, como la “trampa de los promedios”. Tenemos un buen resultado porque unos sectores crecen, pero no otros, con lo que no hay un derrame equitativo. Lo cierto entonces es que el ascenso establecido por el BM nos coloca en una situación compleja para acceder a recursos de cooperación, donaciones, préstamos en condiciones favorables y otras opciones de financiamiento. Al respecto conversamos con el economista Fernando Rodríguez.
Depois de meses de escalada na disputa tarifária, Estados Unidos e China anunciaram, em conjunto, uma trégua de 90 dias nas tarifas recíprocas entre os dois países. Assim, as tarifas dos EUA sobre as importações chinesas vão cair de 145% para 30%. E as taxas da China sobre os produtos americanos serão reduzidas de 125% para 10%. Para explicar como os dois lados chegaram ao acordo – divulgado após uma série de reuniões entre autoridades comerciais durante o fim de semana na Suíça -, Natuza Nery conversa com o economista Otaviano Canuto. Professor na Universidade George Washington, nos EUA, Canuto detalha como as tarifas de Donald Trump refletiram na economia americana. Ele, que foi vice-presidente do Banco Mundial e diretor-executivo do FMI, analisa se a trégua entre EUA e China afasta o temor de recessão. Direto da China, o professor Marcus Vinicius de Freitas detalha os efeitos do tarifaço no país asiático, e quais as respostas do governo de Pequim. Ele, que dá aulas na Universidade de Relações Exteriores da China, fala sobre como foram as negociações entre as duas partes. Marcus Vinicius fala ainda sobre o que esperar do encontro entre Lula e Xi Jinping, marcado para esta terça-feira, e o qual o status da relação entre Brasil e China.
La presidenta del Banco Europeo de Inversiones, Nadia Calviño, analiza el panorama económico mundial en medio de las reuniones de primavera de 2025 del Banco Mundial y el Fondo Monetario Internacional, donde la guerra arancelaria dominó la agenda. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
El regreso de Donald Trump a la Casa Blanca, acompañado de una agresiva política arancelaria, ha provocado caos e incertidumbre en la economía internacional. En Aristegui, Marcelo Giugale, exdirector de política económica del Banco Mundial, analiza el efecto que han tenido hasta ahora los movimientos del mandatario. Además, valora las posibles repercusiones a nivel global que esta guerra comercial podría tener, incluyendo el destronamiento del dólar como la moneda más importante del mundo. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices