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Refuerzan vigilancia en zonas turísticas de CDMXK9 brinda apoyo emocional a aficionados en TolucaBM prevé crecimiento de 2.2% para la regiónMás información en nuestro Podcast#grc
En Capital Intereconomía, la Tertulia Capital analiza los grandes temas económicos, empresariales y geopolíticos de la actualidad junto a Javier Sastre, profesor de ESIC Business & Marketing School; Ismael García de Santos, analista geopolítico; y José Ramón Álvarez, profesor de la Escuela Técnica Superior de Ingenieros Industriales. La mesa estará marcada por uno de los acontecimientos financieros más relevantes de los últimos años: la salida a bolsa de SpaceX, una operación que promete convertirse en la mayor OPV de la historia de Wall Street y que vuelve a situar a Elon Musk en el centro de atención de los mercados internacionales. Analizaremos las implicaciones para el sector tecnológico, la industria espacial y los inversores. También abordaremos las nuevas previsiones económicas del Fondo Monetario Internacional y del Banco Mundial, que apuntan a una moderación del crecimiento global en un entorno todavía condicionado por la inflación, los elevados tipos de interés y la incertidumbre geopolítica. La actualidad internacional tendrá igualmente protagonismo con el balance de la visita del Papa a España y la entrada en vigor del nuevo Pacto Migratorio de la Unión Europea, una reforma que busca reforzar la gestión de las fronteras comunitarias y redefinir la política migratoria europea. Además, analizaremos la situación del mercado inmobiliario tras los últimos datos de compraventa de viviendas y la evolución del transporte ferroviario de alta velocidad, que continúa enfrentándose a importantes desafíos operativos y de demanda. En la Entrevista Capital, conversamos con Paco González, CEO de Core Tech Capital, para profundizar en las claves de la histórica salida a bolsa de SpaceX, las valoraciones que maneja el mercado y el impacto que esta operación puede tener sobre el conjunto del ecosistema tecnológico y de innovación. Terminamos la hora con el análisis de preapertura de los mercados junto a Jesús Sánchez Quiñones, director general de Renta 4 Banco
En nuestra portada de hoy, nombramos las claves internacionales más importantes del día. Entrevista geopolítica con Xavier Ginesta, Profesor titular y de Marketing deportivo de la Universidad de Vic. Después, repasamos los protagonistas del día en Wall Street. Por último, hacemos análisis de Wall Street con Joaquín Robles, analista de Banco BiG.
Na terceira edição deste boletim você confere:- Oferta Pública Inicial da SpaceX atrai mais de U$70 bilhões em demanda de pessoas físicas; - Banco Mundial reduz previsão de crescimento do Brasil para menos de 2%; - Sistema Anchieta-Imigrantes recebe fase de testes do novo pedágio ‘free flow'. O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação dos monitores Fábio Barreto e Maria Eduarda Palermo, dos cursos de Jornalismo.Escute agora!
**Este episódio teve o apoio e a colaboração do Instituto Clima e Sociedade**A gente já sabia que as nossas fontes de energia precisam mudar. A transição energética já estava em curso. Mas o que era urgente, agora ficou urgentíssimo.A guerra no Irã expôs a fragilidade de um modelo econômico baseado em combustíveis fósseis — recursos concentrados em poucas regiões do mundo e distribuídos por cadeias longas e vulneráveis.E agora a gente viu: o estrangulamento no Estreito de Ormuz, no Oriente Médio, pressionou a inflação e desacelerou economias ao redor do planeta. Esse tipo de choque tem o potencial de reverberar por décadas — e o meu entrevistado explica como. Jorge Arbache é professor de economia da Universidade de Brasília e senior fellow do Instituto Clima e Sociedade. Ele já passou pelo BNDES e pelo Ministério do Planejamento, e também foi economista sênior do Banco Mundial e vice-presidente do Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe.Nesta conversa, Jorge explica as mudanças estruturais que estão em curso e a oportunidade histórica do Brasil: ao oferecer energia limpa para o mundo, o país pode se tornar protagonista de um novo modelo de desenvolvimento econômico.Para entrar em contato, escreva para: podcast@economiadofuturo.com
Magisterio tiene mejoras salariales y beneficios laborales: SegobDólar se vende en un mínimo de 16 pesos con 53 centavos y se compra en un máximo de 18.64 pesosFertilizantes disparan su precio por la guerra: BMMás información en nuestro podcast#grc
O projecto hidroeléctrico de Mphanda Nkuwa, previsto para o rio Zambeze, na província de Tete, no centro-norte de Moçambique, voltou a ganhar impulso depois de mais de duas décadas marcadas por adiamentos, mudanças de investidores e forte contestação social. Um relatório publicado pelas organizações Justiça Ambiental e CCFD-Terre Solidaire levanta sérias preocupações quanto aos impactos sociais, ambientais e culturais do projecto, alertando para o risco de deslocação de milhares de pessoas. Apresentado pelo Governo moçambicano e pelos promotores como uma peça fundamental para a transição energética da África Austral, o empreendimento prevê a construção de uma barragem com capacidade para produzir 1.500 megawatts de electricidade e um investimento estimado em 6,4 mil milhões de dólares. Contudo, um relatório publicado em 2025 pelas organizações Justiça Ambiental (JA!) e CCFD-Terre Solidaire levanta sérias preocupações quanto aos impactos sociais, ambientais e culturais do projecto, alertando para o risco de deslocação de milhares de pessoas e para a degradação de um dos mais importantes ecossistemas da região. A barragem seria construída cerca de 60 quilómetros a jusante de Cahora Bassa e desenvolvida por um consórcio privado que detém 70% da propriedade - liderado pelas empresas francesas EDF-Electricité de France (40%) e TotalEnergies (30%), juntamente com a japonesa Sumitomo Corporation (30%) - em parceria com a Electricidade de Moçambique (EDM) e a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), que mantêm 30% do projecto. Para os promotores, o projecto representa uma oportunidade para aumentar a produção de energia renovável e reforçar o papel de Moçambique como exportador de electricidade. No entanto, para muitos habitantes das comunidades afectadas, Mphanda Nkuwa é visto como mais um capítulo de uma história marcada por promessas de desenvolvimento que raramente se traduzem em benefícios para quem vive no terreno. Daniel Ribeiro, coordenador técnico da ong moçambicana Justiça Ambiental, recorda que o projecto não é novo e que o seu percurso tem sido marcado por sucessivos fracassos. “O projecto implantado desde 2000, já teve várias tentativas para o fazer avançar. Já teve o Banco Mundial envolvido, já teve investimento brasileiro, até chinês, e muitos deles acabaram por sair devido à complexidade do projecto”. “É um projecto que tem grandes impactos ambientais e sociais e agora voltou à mesa, desta vez com investimento francês. Já é um projecto com um historial muito complicado e problemático”, afirma. Nas aldeias que poderão vir a ser inundadas pela futura albufeira, a perspectiva de uma nova barragem desperta memórias dolorosas da experiência de Cahora Bassa. O relatório refere que praticamente todas as comunidades consultadas associam Mphanda Nkuwa ao trauma dos deslocamentos forçados ocorridos durante a construção da grande barragem colonial nos anos 1970. Muitas famílias foram reassentadas em terras menos férteis, perderam o acesso ao rio e viram os seus modos de vida profundamente alterados. Décadas depois, os impactos continuam presentes na memória colectiva das populações. Daniel Ribeiro sublinha que a incerteza prolongada gerou um desgaste profundo entre os habitantes locais. “O povo local já teve vários ciclos de ‘vão ter que sair das vossas terras', depois ‘não vão ter que sair'. Eles já estão cansados, não querem o projecto”, “temos uma comunidade que está a dizer não ao projecto”. De acordo com o relatório publicado em 2025 pelas organizações Justiça Ambiental (JA!) e CCFD-Terre Solidaire, a criação da albufeira poderá inundar cerca de 100 quilómetros quadrados de território e obrigar à deslocação directa de mais de 1.400 famílias, num total estimado superior a 8.000 pessoas. Contudo, os autores consideram estes números conservadores e alertam para impactos muito mais vastos. Uma avaliação preliminar aponta para quase 39 mil pessoas em risco de deslocação económica ou física e para cerca de 350 mil habitantes potencialmente afectados a jusante pelas alterações ambientais e socioeconómicas provocadas pela barragem. Grande parte destas populações vive da agricultura familiar, da pesca artesanal, da criação de gado e, em algumas comunidades, da extracção artesanal de ouro. As margens do Zambeze constituem a base da sua sobrevivência económica e alimentar. “As barragens são o sector industrial que deslocou o maior número de pessoas no mundo”, afirma Daniel Ribeiro. “Os rios são zonas muito produtivas, muito importantes para a soberania alimentar da zona. Então, [as populações] vão perder o seu acesso ao rio. Grande parte das ‘machambas' ou terrenos agrícolas mais produtivos está ao lado do rio.” Para o ambientalista, os efeitos não se limitam às populações directamente deslocadas. Uma das principais críticas feitas ao projecto diz respeito precisamente à ideia de que a energia hidroeléctrica constitui uma solução simples para a crise climática. Daniel Ribeiro considera que essa narrativa ignora riscos crescentes associados às alterações climáticas. A produção hidroeléctrica depende da estabilidade dos regimes de precipitação e dos caudais dos rios, algo que poderá ser cada vez mais difícil de garantir num contexto de aquecimento global: “As barragens são sensíveis às mudanças climáticas, mudanças na precipitação. Podes ter menos água, mais água, menos cheias, mais cheias. E as projecções climáticas para a zona fazem com que vá haver mais variabilidade, que não é boa para a produção de energia.” Outra das críticas prende-se com o destino da electricidade produzida. Embora o projecto seja frequentemente apresentado como um instrumento para combater a pobreza energética no país, uma parte significativa da energia será exportada para os mercados regionais. “A electricidade não é para nós, é para exportação”, garante Daniel Ribeiro.
Caracas inició el proceso para renegociar más de 150.000 millones de dólares en obligaciones soberanas y de PDVSA. El Gobierno busca un alivio sustancial de la deuda, mientras estrecha relaciones con Washington, el FMI y el Banco Mundial para impulsar la recuperación económica.
Conversamos hoy con Francisco Sagasti, quien fue presidente de Perú durante el periodo de transición entre 2020 y 2021. Ingeniero y académico, ha desarrollado buena parte de su carrera en el ámbito internacional vinculado al desarrollo, la ciencia y la innovación, incluyendo su paso por el Banco Mundial. Desde su experiencia al frente del Ejecutivo en uno de los momentos de mayor inestabilidad reciente del país, analizamos con él la situación política actual de Perú, en la antesala de una segunda vuelta marcada por la polarización y la incertidumbre electoral.Escuchar audio
Dictan prisión preventiva a exfuncionarios de Morelos Universidad Autónoma de Tamaulipas se suma a combate gusano barrenadorBanco Mundial apoya respuesta contra ébola en ÁfricaMás información en nuestro podcast#grc
Onze dias depois de os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump terem acertado 30 dias para chegar a um acordo sobre a aplicação de tarifas aos produtos brasileiros importados pelos americanos, o ministro da Fazenda do Brasil, Dario Durigan, disse estar “confiante" de que prazo será cumprido. Ele se encontrou com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, na manhã desta terça-feira (19), em Paris. Lúcia Müzell, da RFI em Paris A reunião ocorreu à margem da agenda oficial das reuniões dos ministros das Finanças do G7, em preparação para a cúpula do grupo em junho, na cidade francesa de Évian-les-Bains. Além de tentar evitar um novo tarifaço, a negociação inclui outros temas comerciais sensíveis, como a investigação que os Estados Unidos estão realizando sobre o sistema brasileiro de pagamentos PIX. "Eu disse para ele que gostaria que a gente avançasse nos acordos bilaterais. Ele mesmo se colocou à disposição e falou: 'Olha, se a gente precisar, enquanto ministros da Fazenda, entrar no jogo para ajudar na negociação, nós dois estaremos à disposição. Então foi uma reunião muito fluida, muito boa e bem consensual, eu diria”, relatou Durigan, em uma coletiva de imprensa. "A gente não entrou em detalhes. Mas ele disse: 'vocês seguem confiantes no prazo de 30 dias, determinado pelos dois presidentes?' Eu disse que sim, que isso estava sendo tratado pelo Márcio Elias Rosa, ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços do Brasil, com o Jamieson Greer, que é a contraparte [nos EUA], e que nós dois deveríamos ajudá-los na condução.” Os dois ministros abordaram o tema da segurança, mencionado na reunião entre Trump e Lula, com foco no combate ao crime organizado e operações conjuntas nas aduanas dos dois países. Os impactos da guerra no Irã sobre os preços do petróleo também estiveram na pauta. Subsídios aos combustíveis Este foi um dos principais tópicos das reuniões ministeriais do G7, das quais o Brasil participou como país convidado, ao lado do Quênia, da Índia e da Coreia do Sul. Dario Durigan indicou que vê o Brasil em uma posição “privilegiada” para enfrentar o aumento dos preços dos combustíveis, em meio bloqueio do Estreito de Ormuz pelo Irã. "O que tem entrado a mais de receita em razão do Brasil ser exportador líquido de óleo cru, a gente tem direcionado para mitigar o impacto para os caminhoneiros, para as famílias que têm que comprar comida, e para ajudar os Estados a garantir escoamento de safra e outras atividades econômicas importantes. Eu acho que é muito compatível", alegou. "E quando eu olho para o lado no mundo, a situação brasileira é uma situação privilegiada.” O ministro ressaltou que os subsídios e desonerações adotados no país para combater o aumento dos preços internacionais do petróleo serão reavaliados a cada dois meses, conforme o andamento do conflito no Oriente Médio. Durigan reafirmou o compromisso da pasta com a neutralidade fiscal das medidas e rejeitou a acusação de que seriam motivadas pela campanha eleitoral. "Os países aqui estão falando em racionamento de combustível. No Brasil, não. No Brasil, a gente tem dito que o excedente de recurso vai ser utilizado para moderar, para diminuir o impacto nas pessoas. Essas medidas todas têm que ser adotadas com cuidado para não prejudicar a situação fiscal do país”, ressaltou. Os ministros do G7 discutiram formas de atenuar os efeitos da alta de preços do petróleo e de fertilizantes sobre os países mais vulneráveis, principalmente africanos. Os contornos ainda serão debatidos na cúpula de chefes de Estado e de Governo, no mês que vem, mas o plano contaria com o suporte de bancos multilaterais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial. Pressão sobre a Rússia Ao final dos dois dias de reuniões em Paris, os ministros ressaltaram a determinação de “manter a pressão” sobre as exportações de petróleo russo, em um tema que gerou atrito entre as delegações europeias e americana. Para atenuar o impacto doméstico, Washington suspendeu as restrições ao produto de Moscou no começo do mês. "Quero deixar bem claro que a Rússia não pode se beneficiar da guerra no Oriente Médio. Isso não é uma opção. E sobre isso, todos os membros do G7 concordam”, afirmou o ministro francês da Economia, Roland Lescure, ao final do evento. "Nós estamos firmemente comprometidos em manter e prosseguir com as sanções e pressões sobre a Rússia para impedi-la de obter receitas cruciais e financiar o esforço de guerra.” Os ministros também decidiram estender a aliança de minerais críticos criada no Canadá no ano passado, para melhorar o planejamento de estoques internacionais, a rastreabilidade da cadeia de valor e o compartilhamento de informações. O tema é prioritário para o Brasil, dono das segundas maiores reservas mundiais dessas matérias-primas essenciais para a economia digital e a transição energética. "Nós estamos à disposição para abrir um diálogo, mas nós temos as nossas exigências, as nossas condições como país soberano. Há um interesse comum em minerais críticos, e acho que se a gente tiver uma legislação que dê segurança jurídica a partir desses dois pilares, soberania e industrialização no Brasil, dará segurança jurídica”, frisou Durigan. "Eu percebo que há um interesse muito grande dessas empresas em irem para o Brasil, por isso eu digo: não precisa de benefício fiscal. Há uma demanda instalada no mundo. Os países do G7 são os países mais ricos do mundo e têm interesse enorme por minerais críticos”, reiterou. Durigan ainda deve se reunir com o diretor-executivo da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol, antes de retornar a Brasília na noite desta terça-feira (19).
Tras la captura de Nicolás Maduro en enero y la asunción al poder de Delcy Rodríguez, ahora auspiciada por Washington, el país sudamericano busca reintegrarse al sistema financiero global y restablecer relaciones con el FMI y el Banco Mundial, suspendidas en 2019 debido a disputas sobre el reconocimiento gubernamental. El presidente interino del Banco Central, Luis Pérez, reveló a Reuters que “Estados Unidos está desempeñando un papel crucial” en el proceso.
Cabeça de Vento 61 | Tensões geopolíticas globais e o impacto na indústria eólica Neste episódio do Cabeça de Vento, Elbia Gannoum, nossa presidente executiva e enviada especial de energia da COP30 conversa com o professor e economista Otaviano Canuto. Ele foi vice-presidente e diretor executivo no Banco Mundial, diretor executivo no FMI e vice-presidente no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Também foi secretário de assuntos internacionais no Ministério da Fazenda e professor da USP e da Unicamp. Atualmente é membro sênior do Policy Center for the New South, membro sênior não-residente da Brookings Institution, distinguished visiting sênior fellow e professor na Elliott School of International Affairs da George Washington University e professor afiliado na Universidade Mohammed VI Polytechnique. Elbia e Otaviano conversaram sobre tensões geopolíticas e o impacto nas renováveis e na indústria eólica.
María del Pilar Pardo creció viendo a su madre y a sus hermanos luchar por mantenerse a flote en Bogotá luego de que su padre los dejara. Años después, María se encontró frente al mismo espejo: sola, con dos hijos y la responsabilidad absoluta de sus vidas sobre sus hombros; ella estaba terminando su carrera en auxiliar de enfermería pero la necesidad la llevó a cambiar el uniforme por el volante de un taxi, recorría las calles de Bogotá en un esfuerzo agotador que, aún así, no era suficuente para llegar a fin de mes. En medio de la desesperación, la idea de migrar de forma irregular con el miedo que implica quedar atrapada lejos y no volver a ver a sus niños, empezó a rondar su cabeza como la única salida para romper el ciclo de la pobreza.Sin embargo, el destino le tenía guardada una tercera vía. A través de un programa de migración laboral circular difundido por el SENA, María encontró la oportunidad de viajar a Cataluña, España, donde hoy trabaja como agricultora. En esta conversación, desarmamos su historia para hablar del peso de los ciclos familiares, el dolor agudo de la crianza a distancia y ese alivio invisible pero gigante de trabajar en el exterior sabiendo que hay un tiquete de regreso.Este episodio hace parte de nuestra serie sobre movilidad laboral internacional, diseñada para entender la realidad de los convenios internacionales y las vidas de quienes, como María, representan el motor de estas iniciativas de cooperación. Para profundizar en el impacto de estos programas, el Banco Mundial lideró recientemente una evaluación del acuerdo de flujos migratorios Colombia y España. Conoce más sobre el estudio aquí:https://documents.worldbank.org/en/publication/documents-reports/documentdetail/099022026121033287
Analizamos a fondo dos noticias que han sacudido el panorama económico venezolano: la flexibilización de las sanciones al Banco Central de Venezuela (BCV) y el reinicio de las relaciones con el Fondo Monetario Internacional (FMI) y el Banco Mundial.¿Realmente terminó la fase de estabilización como dicen las autoridades estadounidenses?. Nuestros tres expertos desglosan qué significan estas licencias, cómo impactan el flujo de caja del país y qué esperar de la llegada de las multilaterales para los servicios públicos y el sector privado.Lo que aprenderás en este capítulo:El fin de la "estabilización": ¿Por qué EE. UU. considera que esta fase terminó y qué opinan los economistas al respecto?Licencia del BCV y la Banca Pública: Cómo esto facilita los pagos internacionales, profundiza el mercado cambiario y beneficia a las empresas venezolanasEl rol del FMI y los Derechos Especiales de Giro (DEG): ¿Qué son estos fondos, por qué estaban bloqueados y cómo podrían ayudar a las reservas del país?El Banco Mundial y la infraestructura: Por qué su regreso es clave para la crisis de servicios públicos (luz y agua) en VenezuelaFinanciamiento para privados: Las oportunidades de crédito a largo plazo y bajas tasas que podrían abrirse para proyectos agroindustriales y tecnológicosLa Píldora del día: Una recomendación literaria sobre la historia global del petróleo en Venezuela✉️ Gracias a nuestros aliados:Bplus: Web | InstagramSaeplus: Web | InstagramVCB Logistics Group: Web | InstagramBarako: InstagramJaumaster: InstagramReliabytics: Web | InstagramNuestras redes:Instagram | TikTokSigue a los hosts:José Miguel Farías: IG | LI | XAsdrúbal Oliveros: IG | LI | XJesús Leonett: IG | LI | X
Instituição revelou nova plataforma global “Water Forward” ou Água Adiante, numa tradução livre; objetivo é impulsionar aumento do fornecimento de água para nações em desenvolvimento até o fim desta década.
Emisión del martes 14 de Abril de 2026 Juntos, los reportes del Banco Mundial y el FMI ponen sobre la mesa una disyuntiva incómoda que no admite respuestas fáciles. No es crecimiento contra resiliencia porque eso simplifica demasiado el asunto. Es decidir entre la obsesión por cuadrar las cuentas fiscales cada año, cueste lo que cueste, y una apuesta distinta: buscar la estabilidad con inversión real en salud, educación, agua, conectividad e infraestructura básica. "Deja que tus oídos te abran los ojos." #RuizHealyTimes #AbriendoLaConversación www.ruizhealytimes.com
Plataforma lançada às margens das Reuniões do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial reforça voz coletiva de países solicitantes de empréstimos; líder da ONU discursou no lançamento da iniciativa enfatizando oportunidade de alterar relações de poder.
Arrancan en Washington DC las reuniones de primavera del Fondo Monetario Internacional y el Banco Mundial. Y lo hacen en un momento que, sin ser abiertamente crítico, está cargado de una palabra que se repite cada vez con más frecuencia en los círculos financieros: incertidumbre. Gabriel Farfán Mares, académico de la Universidad de Georgetown, nos habla al respecto. En otros temas: Derrota contundente del actual primer ministro de Hungría, Viktor Orbán, tras 16 años consecutivos en el poder / Las negociaciones directas entre Estados Unidos e Irán fracasaron luego de que Teherán se negara a aceptar las “líneas rojas” de Washington.
Las bolsas comienzan la semana con caídas, pendientes de la fuerte subida del precio del petróleo, que se dispara un 7% este lunes tras el fracaso de las negociaciones entre Estados Unidos e Irán y la amenaza de Donald Trump de bloquear el Estrecho de Ormuz. La tensión en Oriente Medio vuelve a situarse como principal foco de los mercados, dejando en segundo plano otras referencias clave como el inicio de la temporada de resultados empresariales en Estados Unidos. Esta semana presentan cuentas compañías como Goldman Sachs, JP Morgan, Bank of America y Morgan Stanley, en un contexto de elevada incertidumbre. También arrancan hoy en Washington las reuniones de primavera del Fondo Monetario Internacional y del Banco Mundial, que estarán marcadas por el impacto del conflicto geopolítico en el crecimiento económico global y la inflación. En la tertulia de mercados de Capital Intereconomía Christian Rouquerol, co-head de Iberia de Tikehau Capital; Patricia Molpeceres, Sales Director de AllianceBernstein para Iberia; Alejandro Domeq, deputy country head de M&G para Iberia; Gonzalo Rengifo, director general de Pictet AM en Iberia y Latam, analizan cómo puede impactar este conflicto en las bolsas, en la inflación y en los tipos de interés, y qué esperan de la publicación de resultados en EEUU.
Muy buenos días, la presidenta Claudia Sheinbaum considera revivir el fracking del que AMLO se alejó. El Banco Mundial se suma a las perspectivas de bajo crecimiento por la guerra. Hablamos de tres males económicos de Colombia, con las primeras declaraciones del gerente del banco central tras el choque con el Gobierno de Petro por las tasas. Mientras tanto, el nuevo rebelde de Wall Street, Polymarket, está bajo la lupa por las operaciones sospechosas sobre la tregua entre EE.UU. e Irán. Patrocinado | Aeroméxico, la aerolínea más puntual del mundo por segundo año consecutivo. Conoce más aquí.
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A organização internacional aprovou operação para o Estado da Bahia voltada ao fortalecimento da competitividade econômica e à criação de postos de trabalho, por meio de reformas em infraestrutura, transformação digital e energia
Moçambique: Crianças estudam lado a lado com prisioneiros na província de Nampula. A sociedade está indignada. Ministro da Justiça relativiza: "Estamos num centro de ressocialização, não é o fim da vida". Já o governador da província promete afastar o mais breve possível as crianças do ambiente prisional. Classificação de Moçambique como um dos mais pobres do mundo causa acesos debates.
Giovanny Arango creció en el seno de una familia campesina colombiana. Su constante búsqueda de superación lo llevó a Medellín para cursar varios estudios técnicos; sin embargo, tras años de esfuerzo, se encontró con la cruda realidad de un mercado laboral que no le ofrecía la estabilidad suficiente. Fue entonces cuando surgió la oportunidad de inscribirse en el SENA en un programa de migración laboral circular con el gobierno de España. Fue entonces seleccionado para trabajar como técnico agrícola en Cataluña. Giovanny se integró a un modelo que no busca el arraigo permanente en el corto plazo, sino un intercambio estacional que exige el regreso al país de origen.En esta conversación, grabada hace unos meses, exploramos su primera experiencia viajando en avión, conociendo el mar y relacionándose con una cultura laboral diferente, mientras nos comparte las expectativas de su segundo viaje hacia España.Este episodio hace parte de nuestra serie sobre movilidad laboral internacional, diseñada para entender la realidad de los convenios internacionales y las vidas de quienes, como Giovanny, representan el motor de estas iniciativas de cooperación.Para profundizar en el impacto de estos programas, el Banco Mundial lideró recientemente una evaluación del acuerdo de flujos migratorios Colombia y España. Conoce más sobre el estudio aquí:https://documents.worldbank.org/en/publication/documents-reports/documentdetail/099022026121033287
Martín Ibarra es experto en comercio internacional y en 1983 hizo parte de la misión del Banco Mundial para crear la primera zona económica en China. 15% de descuento en cafe fresco Pergamino yendo a pergamino.co con el código ATEMPORAL. Capítulos:00:00 intro 01:19 Los efectos de correr por 20 años y el inicio en el ejercicio 05:33 La generación que estudiaba Derecho y Economía 08:19 El origen de la firma Araujo-Ibarra 09:36 El fin de la era del oro en la economía colombiana 15:24 El problema estructural de la economía y los tipos de distancia 17:44 El caso de China: Proteccionismo y la Ruta de la Seda 21:59 Las consecuencias del proteccionismo en América Latina 24:51 El análisis del per cápita exportador en Colombia 26:19 La estrategia de China para atraer inversión extranjera 33:08 El funcionamiento técnico de las zonas francas 36:22 El concepto de productos "hechos por el mundo" 38:42 Evolución histórica de las zonas francas en Colombia 44:28 La falta de conexión global: El rol de la presidencia52:01 El impacto de la infraestructura vial en la exportación 55:49 Dinámicas y requisitos para ser un exportador exitoso 01:00:53 Los 10 negocios con mayor potencial para Colombia 01:08:39 El papel de las empresas “Ancla” en el desarrollo 01:10:18 Por qué México es el referente que Colombia debe seguir01:14:53 Coordinación institucional para alcanzar metas exportadoras 01:21:01 Un mensaje final para el sector empresarial colombianoLibros mencionados: Colombia ganadora - Alejandro Salazar Recibe mi newsletter: https://acevedoandres.com/newsletter/Apoyar Atemporal en Patreon: https://www.patreon.com/AtemporalpodcastEn Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCMTssINr-9gsPwk1iuAEdxQ/join
Projeto quer ampliar acesso à eletricidade confiável para mais de 1 milhão de pessoas; proposta deve beneficiar também mulheres e comunidades vulneráveis
Projeto aprovado pela instituição internacional financiará ampliação de serviços sociais e modernização da rede de assistência na cidade; pacote totalizou US$ 231,8 milhões; 500 mil pessoas devem ser beneficiadas.
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Las protestas en la calle contra el régimen iraní dejaron miles de muertos, y quería aprovechar una noticia para reflexionar sobre ese tema. Pero ahora ya no tiene mucho sentido, la verdad. Así que, he borrado ese episodio y he buscado una información alternativa, una noticia que no tiene nada que ver con eso. Es posible que ya lo sepas, pero existe un lugar en el mundo donde se guardan copias de seguridad de las plantas que comemos. Como si fueran archivos importantes, pero en vez de documentos, hablamos de semillas. Ese lugar está en una pequeña isla del norte de Noruega. Se llama Banco Mundial de Semillas de Svalbard, aunque mucha gente lo conoce como “la bóveda del fin del mundo”. ¿Para qué sirve exactamente? Su función es muy sencilla de entender: proteger la agricultura del planeta. Allí se almacenan semillas de miles de cultivos diferentes para que, si algún día ocurre una gran catástrofe —como un desastre natural, una guerra o los efectos extremos del cambio climático—, podamos recuperar esas plantas y volver a cultivarlas. Es, digamos, nuestro último seguro para no perder especies que son esenciales para nuestra alimentación. El lugar es impresionante. Está construido dentro de una montaña de hielo y roca, bajo tierra, para mantener las semillas en condiciones perfectas: mucho frío, muy poca humedad y máxima seguridad. De hecho, incluso si se fuera la electricidad, el hielo del Ártico mantendría la temperatura baja durante mucho tiempo. Cada país puede enviar allí semillas de sus cultivos más importantes. Es como enviar un “duplicado” de aquello que no se quiere perder. Las semillas llegan en sobres sellados, con toda la información necesaria, y se guardan en cajas metálicas dentro de túneles muy largos. No se plantan, no se abren, no se tocan: solo están allí por si algún día hicieran falta. Lo más interesante es que no se trata de un banco normal. No es un lugar al que puedes ir y pedir semillas para plantar mañana. Es un depósito de emergencia, pensado para situaciones extremas, cuando todo lo demás haya fallado. Por eso se habla de él como “el último gran recurso de la humanidad”. Y lo que sorprende a mucha gente es que este banco ya guarda más de un millón de semillas diferentes procedentes de casi todos los países del mundo. Cada una de ellas representa una parte de la biodiversidad que necesitamos para alimentarnos. En resumen: el Banco Mundial de Semillas de Svalbard es como un gigantesco archivo de vida, creado para proteger el futuro de nuestra agricultura. Es un proyecto internacional que intenta evitar que, pase lo que pase en el planeta, perdamos para siempre las plantas que nos han acompañado durante miles de años. Pues bien, la noticia de hoy relaciona ese banco de semillas con España. Pero antes de escucharla necesito explicarte cuatro cosas que aparecen en la información. Por un lado, el CSIC es el Consejo Superior de Investigaciones Científicas de España. Allí trabajan miles de científicos que estudian todo tipo de temas: desde biología, química o medicina, hasta astronomía o ciencias sociales. En segundo lugar, la FAO es la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura. Es una agencia de la ONU que trabaja para luchar contra el hambre, mejorar la agricultura mundial y proteger los recursos naturales. En cuanto al Banco de Germoplasma de la Universidad de Córdoba, es un lugar donde se guardan semillas, plantas o material genético para conservar la biodiversidad. Y por último, el Consejo Oleícola Internacional es una organización internacional que reúne a países productores y consumidores de aceite de oliva y aceitunas. Bien, ahora sí que estamos preparados para escuchar la noticia de Radio Nacional de España. “Es un depósito en el que se almacenan semillas para cuidarlas y recuperar los cultivos en caso de catástrofe. Es como el último gran recurso de la humanidad. Bien, pues este banco subterráneo está en una isla de Noruega, contiene ya más de un millón de semillas, y las últimas en refugiarse allí son las del olivo español, que acaban de entrar. Sí, por primera vez un cultivo leñoso ha traspasado las puertas de esta cúpula del fin del mundo. Lo ha hecho en sobres, con 500 semillas seleccionadas en el Banco de Germoplasma de la Universidad de Córdoba para preservar así las 50 variedades más importantes del mundo. Pablo Morello es su responsable. El olivo se viene cultivando desde hace seis mil años. Actualmente existen cerca de 1.500 variedades de olivo y aquí en nuestro Banco de Germoplasma Mundial de Olivos de la Universidad de Córdoba conservamos cerca de 700 variedades distintas. El proyecto ha sido posible gracias al Ministerio de Agricultura, al CSIC y a las universidades de Córdoba y Granada, liderados por la FAO y el Consejo Oleícola Internacional. Jaime Lillo es su director ejecutivo. Conforman un auténtico tesoro de material genético de la diversidad genética del olivo. Todas las semillas que se guardan ya en Svalbard tienen su duplicado en los bancos de Germoplasma para salvaguardar esa biodiversidad frente a hipotéticas amenazas como desastres naturales, conflictos o efectos del cambio climático.” Muy interesante la noticia, ¿verdad? Pues ahora vamos con las palabras que pueden entrañar alguna dificultad. Por cierto, aquí “entrañar” quiere decir “suponer” o “significar” una dificultad, ¿vale? Depósito: es un lugar donde se guarda o se almacena algo para conservarlo. Puede ser un espacio físico, como un almacén, o un contenedor donde se guarda un material. –El agua de lluvia se recoge en un depósito para usarla después en el jardín. –El museo tiene un depósito donde guardan las obras que no están expuestas. Cultivos: son las plantas que se siembran y se cuidan para obtener alimentos o productos, como trigo, arroz, tomates o algodón. –En esta zona los agricultores trabajan sobre todo con cultivos de frutas y hortalizas. –El cambio climático está afectando a muchos cultivos que antes crecían sin problemas. Cultivo leñoso: es una planta que tiene tronco o tallos duros, como los árboles o los arbustos. A diferencia de las plantas herbáceas, estas tienen madera. El olivo, por ejemplo, es un cultivo leñoso. –La vid y el almendro también son cultivos leñosos. –Los cultivos leñosos viven muchos años y requieren cuidados diferentes a los de un cereal. Olivo: es un árbol típico del Mediterráneo que produce aceitunas, con las que se hace el aceite de oliva. Es una especie muy antigua y muy importante en España. –En el pueblo de mi abuelo hay olivos que tienen más de cien años. –El olivo necesita mucho sol y resiste bien la sequía. Sobre: es un pequeño envoltorio de papel que se usa para guardar cartas, documentos o, como en este caso, semillas. –La invitación llegó dentro de un sobre azul muy bonito. –Las semillas se enviaron en sobres herméticos para que no se estropearan. Preservar: significa proteger algo para que no se pierda o no se deteriore con el tiempo. Es una forma de conservar. –Es importante preservar las lenguas minoritarias para que no desaparezcan. –Los científicos trabajan para preservar especies en peligro de extinción. Salvaguardar: es parecido a preservar, pero un poco más fuerte. Significa defender o garantizar que algo siga existiendo, sobre todo cuando hay riesgos o amenazas. –La nueva ley pretende salvaguardar los derechos de los trabajadores. –Los bancos de semillas sirven para salvaguardar la biodiversidad agrícola. Hipotéticas amenazas: son peligros que todavía no han ocurrido, pero que podrían ocurrir en el futuro. No son reales en este momento, pero son posibles. –El plan de emergencia se creó para reaccionar ante hipotéticas amenazas como inundaciones o incendios. –Guardamos copias de seguridad por si en el futuro aparece alguna amenaza hipotética, como un fallo del sistema. “Es un depósito en el que se almacenan semillas para cuidarlas y recuperar los cultivos en caso de catástrofe. Es como el último gran recurso de la humanidad. Bien, pues este banco subterráneo está en una isla de Noruega, contiene ya más de un millón de semillas, y las últimas en refugiarse allí son las del olivo español, que acaban de entrar. Sí, por primera vez un cultivo leñoso ha traspasado las puertas de esta cúpula del fin del mundo. Lo ha hecho en sobres, con 500 semillas seleccionadas en el Banco de Germoplasma de la Universidad de Córdoba para preservar así las 50 variedades más importantes del mundo. Pablo Morello es su responsable. El olivo se viene cultivando desde hace seis mil años. Actualmente existen cerca de 1.500 variedades de olivo y aquí en nuestro Banco de Germoplasma Mundial de Olivos de la Universidad de Córdoba conservamos cerca de 700 variedades distintas. El proyecto ha sido posible gracias al Ministerio de Agricultura, al CSIC y a las universidades de Córdoba y Granada, liderados por la FAO y el Consejo Oleícola Internacional. Jaime Lillo es su director ejecutivo. Conforman un auténtico tesoro de material genético de la diversidad genética del olivo. Todas las semillas que se guardan ya en Svalbard tienen su duplicado en los bancos de Germoplasma para salvaguardar esa biodiversidad frente a hipotéticas amenazas como desastres naturales, conflictos o efectos del cambio climático.” Cada vez menos dudas, ¿verdad? Pues vamos con una versión modificada de la noticia, introduciendo el máximo número de sinónimos posibles. En una isla remota del norte de Noruega existe un almacén subterráneo donde se guarda y protege la diversidad agrícola del planeta. Es un depósito internacional donde se conservan miles de semillas para recuperar los cultivos si algún día la humanidad sufre una catástrofe, ya sea un desastre natural, una guerra o una crisis climática. Muchos lo llaman el último refugio vegetal del mundo. Este banco bajo tierra ya reúne más de un millón de muestras, y las más recientes en incorporarse han sido las del olivo español. Es un hecho histórico, porque es la primera ocasión en la que un árbol frutal atraviesa las puertas de esta especie de cápsula del fin del mundo. Las semillas viajaron hasta allí en sobres herméticos, un total de 500 unidades, escogidas cuidadosamente por el Banco de Germoplasma de la Universidad de Córdoba. Con ellas se pretende resguardar las 50 variedades de olivo más relevantes del planeta. El responsable del proyecto, Pablo Morello, recuerda que el olivo se cultiva desde hace seis milenios y que hoy se conocen cerca de 1.500 tipos distintos. Solo en su banco, en Córdoba, se custodian casi 700 variedades, lo que demuestra la enorme riqueza genética de este árbol mediterráneo. Esta iniciativa ha salido adelante gracias a la colaboración del Ministerio de Agricultura, el CSIC, y las universidades de Córdoba y Granada, bajo la dirección de la FAO y del Consejo Oleícola Internacional. Su director ejecutivo, Jaime Lillo, explica que este conjunto de semillas constituye un auténtico tesoro genético, una colección que refleja la amplia diversidad del olivo en el mundo. Además, todas las semillas enviadas a Svalbard tienen una copia en los bancos de germoplasma españoles. El objetivo es proteger esa biodiversidad frente a riesgos futuros, como fenómenos extremos, conflictos armados o los impactos del calentamiento global. En otras palabras, el depósito noruego funciona como un seguro de vida para las plantas que alimentan a la humanidad. “Es un depósito en el que se almacenan semillas para cuidarlas y recuperar los cultivos en caso de catástrofe. Es como el último gran recurso de la humanidad. Bien, pues este banco subterráneo está en una isla de Noruega, contiene ya más de un millón de semillas, y las últimas en refugiarse allí son las del olivo español, que acaban de entrar. Sí, por primera vez un cultivo leñoso ha traspasado las puertas de esta cúpula del fin del mundo. Lo ha hecho en sobres, con 500 semillas seleccionadas en el Banco de Germoplasma de la Universidad de Córdoba para preservar así las 50 variedades más importantes del mundo. Pablo Morello es su responsable. El olivo se viene cultivando desde hace seis mil años. Actualmente existen cerca de 1.500 variedades de olivo y aquí en nuestro Banco de Germoplasma Mundial de Olivos de la Universidad de Córdoba conservamos cerca de 700 variedades distintas. El proyecto ha sido posible gracias al Ministerio de Agricultura, al CSIC y a las universidades de Córdoba y Granada, liderados por la FAO y el Consejo Oleícola Internacional. Jaime Lillo es su director ejecutivo. Conforman un auténtico tesoro de material genético de la diversidad genética del olivo. Todas las semillas que se guardan ya en Svalbard tienen su duplicado en los bancos de Germoplasma para salvaguardar esa biodiversidad frente a hipotéticas amenazas como desastres naturales, conflictos o efectos del cambio climático.” Para terminar, quiero contarte algo que quizá no sabías. El banco de semillas de Noruega no es el único “gran almacén” pensado para proteger cosas importantes para la humanidad. En distintos lugares del mundo existen otros centros parecidos, aunque guardan materiales muy diferentes. Por ejemplo, no muy lejos del banco de semillas, también en Svalbard, existe un archivo mundial de código abierto, donde se conservan copias de proyectos digitales esenciales, como software libre o documentos científicos. Es una especie de “memoria digital” del planeta, pensada para que la información no se pierda aunque ocurra algún desastre tecnológico. En otros países también hay lo que se llaman bancos de genes o bancos de ADN, donde se guarda material genético de plantas, animales o incluso microorganismos. Su objetivo es parecido: mantener la diversidad biológica por si en el futuro alguna especie desaparece o necesita recuperarse. Y algo muy curioso: también existen bibliotecas de semillas a pequeña escala, gestionadas por agricultores o comunidades locales. Son como versiones más modestas del banco de Svalbard, pero cumplen una función muy importante: proteger las variedades tradicionales de cada región y evitar que se pierdan. Lo que todos estos lugares tienen en común es la idea de proteger lo más importante: la comida que nos alimenta, la información que hemos creado, la diversidad que sostiene la vida. Son como pequeñas cápsulas del tiempo donde se conserva lo mejor de nosotros para las generaciones futuras. Y en un mundo tan cambiante como el nuestro, saber que existen estos espacios de protección da un poco de tranquilidad. Eso sí, ojalá no necesitemos utilizarlos nunca. Venga, vamos a repasar lo que hemos explicado hoy. Depósito: es un lugar donde se guarda o se almacena algo para conservarlo. Cultivos: son las plantas que se siembran y se cuidan para obtener alimentos o productos. Cultivo leñoso: es una planta que tiene tronco o tallos duros, como los árboles o los arbustos. Olivo: es un árbol típico del Mediterráneo que produce aceitunas, con las que se hace el aceite de oliva. Sobre: es un pequeño envoltorio de papel que se usa para guardar cartas, documentos o, como en este caso, semillas. Preservar: significa proteger algo para que no se pierda o no se deteriore con el tiempo. Salvaguardar: es parecido a preservar, pero un poco más fuerte. Hipotéticas amenazas: son peligros que todavía no han ocurrido, pero que podrían ocurrir en el futuro. Escucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de Se Habla Español. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/171214
¿Qué te pareció este episodio?Un informe del Banco Mundial alerta, y mucho, sobre el uso de pantallas en la infancia.Lee el artículo aquí: https://jugo.pe/uso-pantallas-ninos-informe-banco-mundialAl suscribirte a Jugo recibes nuestro contenido diariamente. Tienes la oportunidad de ser juguero por un día. Pero, sobre todo, patrocinas que nuestro contenido llegue gratuitamente a personas que lo necesitan. Contamos con tu apoyo para no desenchufar la licuadora.Suscríbete aquí. Haz clic aquí para seguirnos en TwitterHaz clic aquí para seguirnos en FacebookHaz clic aquí para seguirnos en Instagram
En esta entrevista, calificada por la misma Martha Nussbaum como una de las más conmovedoras que le han hecho, la filósofa estadounidense conversa con el filósofo y escritor Carlos Vásquez Tamayo sobre la vulnerabilidad, la tragedia griega y el lugar de las artes en la vida democrática. Un encuentro organizado por el Parque Explora y la @udea. Nussbaum ha dedicado décadas a demostrar que las emociones no son fuerzas irracionales sino formas de conocimiento. “Mi trabajo es sobre la relación entre las emociones y la justicia social, porque sin comprender cómo sienten las personas, no podemos hacer buenas leyes ni buenas instituciones”, ha dicho sobre el eje de su pensamiento. Su propuesta del Enfoque de las Capacidades —desarrollada junto al economista Amartya Sen— cambió la manera en que organismos como el Banco Mundial miden el desarrollo: no solo por el crecimiento económico, sino por las oportunidades reales que tienen las personas para llevar una vida digna, con salud, educación, participación política y tiempo para el juego y la amistad. Martha C. Nussbaum es filósofa y escritora. Es profesora de Derecho y Ética en la Universidad de Chicago, con cátedra conjunta en la Facultad de Derecho y el Departamento de Filosofía. Entre sus más de 20 libros publicados se cuentan La fragilidad del bien, El cultivo de la humanidad, Sin fines de lucro y Crear capacidades. Ha recibido el Premio Príncipe de Asturias de Ciencias Sociales (2012), el Premio Kyoto en Artes y Filosofía (2016), el Premio Berggruen (2018) y el Premio Holberg (2021). Carlos Vásquez Tamayo es poeta, ensayista, traductor y PhD en Filosofía. Ha publicado, entre otros, los libros de poesía Anónimos, El jardín de la sonámbula, El oscuro alimento, Agua tu sed y Desnúdame de mí. Algunos de sus ensayos son La nada luminosa - Fernando Pessoa, un poeta de la naturaleza, Eclipse de sol sobre Bataille y El arte jovial: la duplicidad apolíneo-dionisíaca en el nacimiento de la tragedia de Nietzsche.
Veja também em youtube.com/@45_graus Pedro Conceição é diretor do Gabinete do Relatório de Desenvolvimento Humano na ONU, a publicação anual onde é publicado o Índice de Desenvolvimento Humano, juntamente com outros indicadores de desenvolvimento. O convidado é licenciado em Física pelo Instituto Superior Técnico e em Economia pelo Iseg e doutorado em Políticas Públicas pela Lyndon B. Johnson School of Public Affairs da Universidade do Texas em Austin, onde estudou com uma Bolsa Fulbright. _______________ Índice: De que falamos quando falamos de desenvolvimento humano? | Índice de Desenvolvimento Humano da ONU (IDH) Que países surpreendem no ranking de IDH face ao PIB? Governos levam o ranking muito a sério; às vezes demasiado. Que outros indicadores de desenvolvimento poderíamos acrescentar ao o índice? Desigualdade | Ambiente | Democracia e direitos humanos | Indicadores de saúde e educação mais precisos Paper Luís Bettencourt: Community Human Development Index Paper que usa IA e imagens de satélite para estimar IDH. Novo indicador do Banco Mundial, com métrica única de qualidade da educação Quais foram os países com melhor e pior evolução nas últimas décadas? Porque abrandou o crescimento do IDH no Mundo nos últimos anos? Os países começaram a divergir É possível aos governos “game” os indicadores de IDH, ou seja, passarem a gerir para o IDH sem gerar as melhorias de desenvolvimento subjacente?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Presidente do órgão ressalta que força de trabalho estará ativa nos próximos 10 a 15 anos; déficit atingirá centenas de milhões de postos de trabalho nas economias em desenvolvimento; programa do Banco do Brasil é citado no texto.
Relatório do Banco Mundial revela que leis destinadas a garantir igualdade de oportunidades econômicas para as mulheres são, em média, aplicadas apenas em 50% da sua totalidade; apenas 4% das mulheres vivem em economias com igualdade legal quase plena.
Moncloa descarta la dimisión de Marlaska por denuncia contra el jefe de la Policía Nacional, negando encubrimiento. El ministro desconocía los hechos y actuó con celeridad. Bajas laborales por salud mental superan 600.000 anuales en España, duplicándose en una década y siendo las más prolongadas, impulsando prevención en empresas. Hospital de Málaga alerta del "reto del paracetamol": adolescentes toman dosis masivas para ingresar. Médicos advierten de daño hepático severo e irreversible, ya que buscan visibilidad sin conciencia del riesgo. Se cumple un mes del accidente ferroviario en Adamuz, Córdoba: 46 muertos y 126 heridos (7 hospitalizados). El pueblo intenta la normalidad; se valora Medalla de Andalucía. España añade 1500 semillas de olivo al Banco Mundial de Svalbard para conservar la especie ante futuras crisis. Madrid inaugura su "Barrio de la Ciencia", unificando cinco instituciones para impulsar conocimiento e innovación. Mercedes Zarzalejo, nueva consejera de Educación de ...
Esta semana estamos celebrando os Canarinhos, o grupo de brasileiros que jogam futebol todo domingo no Centennial Park, de Sydney, há nada menos que 54 anos. Vamos ouvir nossa entrevista com o ex-jogador, treinador e analista esportivo australiano Andy Harper, que reflete sobre como o grupo influenciou o futebol amador do país. Também conversamos com o conselheiro do grupo, Valter Francisco Necchi de Oliveira, o Chicão. O gaúcho conta um pouco dos Canarinhos e convida os fãs de futebol a participar. Também neste programa, o choque dos portugueses com as denúncias sobre maus tratos a crianças em creches e também a idosos em lares de idosos. E o novo levantamento do Banco Mundial sobre a necessidade de melhorar políticas públicas do Brasil para diminuir o déficit em saúde, educação e empregos no país nas próximas gerações.
Quase metade da renda futura dos menores brasileiros está em risco; situação limita o potencial do capital humano; Banco Mundial alerta para necessidade de políticas integradas em domicílios, bairros e locais de trabalho.
Órgão aprovou a primeira fase da Abordagem Programática Multifásica de Eletromobilidade no Brasil, MPA, para auxiliar cidades brasileiras na modernização do transporte público, na melhoria da qualidade dos serviços e na redução de emissões usando ônibus elétricos, conhecidos como e-buses, e da infraestrutura associada.
Programa deverá beneficiar diretamente 1,7 milhão de usuários do sistema público de saúde; investimento municipal visa reforçar prestação integrada de serviços e trabalhar com sistemas digitais modernos.
Projeto no estado Paraíba entra na fase 2 visando aumento de renda, fortalecimento da resiliência frente a choques climáticos; Banco Mundial espera que parceria também ajude a ampliar o mercado para os produtos agrícolas do estado nordestino.
PAIGC recusa mudar os seus símbolos partidários e acusa o Alto Comando Militar de agir sem legitimidade.Em Xai Xai, as vítimas das cheias descrevem dias de pavor e grandes perdas Em São Tomé e Príncipe, um acórdão do Tribunal Constitucional que anulou a demissão do Governo desencadeou um confronto com o Parlamento.
Operação aprovada pelo órgão vai fortalecer a sustentabilidade fiscal e incentivar o desenvolvimento econômico no estado do Piauí; financiamento apoiará um conjunto de reformas estruturais.
Jornal da ONU, com Felipe de Carvalho:*Quatro em cada dez casos de câncer podem ser prevenidos a nível global*Violência coloca mais de 450 mil crianças em risco de desnutrição no Sudão do Sul *Ataques russos deixam famílias ucranianas sem aquecimento em frio de -20C°*Banco Mundial promove sustentabilidade fiscal e desenvolvimento econômico no Piauí
En esta emisión de SAGA Noticias te presentamos el resumen más completo y relevante de la jornada informativa, con el análisis de la polémica por el aterrizaje de un avión militar de Estados Unidos en el aeropuerto de Toluca y las dudas sobre la autorización del Senado, así como las reacciones de la oposición encabezadas por Marko Cortés; además, abordamos los hechos más importantes de seguridad en Michoacán, incluyendo el asesinato de Carlos Manzo, la postura de la alcaldesa de Uruapan, decomisos que hacen apología del CJNG y la detención de “El Mantecas” en Sinaloa con miles de pastillas de fentanilo, sin dejar de lado el seguimiento a casos de desapariciones, hallazgos de fosas clandestinas y hechos violentos protagonizados por jóvenes; en el plano político revisamos el debate por la reforma electoral, las posturas del PAN y Morena, los movimientos en el Congreso y los señalamientos contra figuras clave de la 4T, y cerramos con información de economía, salud, finanzas e internacional, incluyendo el brote de sarampión, previsiones del Banco Mundial, tragedias en Europa y América, y fenómenos climáticos extremos. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Pasa a retiro subsecretario de la Defensa por edad reglamentaria Refuerzan operativos por el Hoy No Circula en Toluca Protestan en Dinamarca contra amenazas de Trump sobre Groenlandia Más información en nuestro podcast
Alerta por frío, lluvias y fuertes vientos: CNPC Caen seis presuntos integrantes de “Los Lavadora” en Querétaro Banco Mundial prevé la década con menor crecimiento económico Más información en nuestro podcast