Podcasts about banco mundial

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Noticentro
Deuda externa de México se acerca a la de Brasil: BM

Noticentro

Play Episode Listen Later Jan 17, 2026 1:37 Transcription Available


Pasa a retiro subsecretario de la Defensa por edad reglamentaria  Refuerzan operativos por el Hoy No Circula en Toluca  Protestan en Dinamarca contra amenazas de Trump sobre Groenlandia  Más información en nuestro podcast

El Brieff
El Brieff - 15 de enero: El pulso por el T-MEC, el silencio de Banxico y el costo de la vida en 2026.

El Brieff

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 10:44


En esta edición analizamos el ajuste a la baja del Banco Mundial para el PIB de México, situado ahora en 1.3%, en medio de las crecientes tensiones por la revisión del T-MEC y los embates de Donald Trump. Exploramos la realidad del bolsillo mexicano: una familia de cuatro necesita casi 20,000 pesos para subsistir en la ciudad. Además, el misterioso silencio de Banxico ante el respaldo global a Jerome Powell, la nueva era de Banamex con Citi y la agresiva expansión de OMNi tras adquirir Jüsto. Cerramos con un panorama global de evacuaciones militares, bancarrotas y récords comerciales.Este episodio es presentado por STRTGY, líderes en expansión territorial mediante IA. Gracias a su analista virtual EVA, STRTGY transforma millones de datos en estrategias de mercado con certeza absoluta en solo 21 días. Optimiza tus decisiones comerciales con la certeza que solo encuentras en www.strtgy.ai.Recibe gratis nuestro newsletter con las noticias más importantes del día.Si te interesa una mención en El Brieff, escríbenos a arturo@strtgy.ai Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Noticentro
¡Tóme previsiones! Inicia pavimentación en Av. Hank González

Noticentro

Play Episode Listen Later Jan 14, 2026 1:32 Transcription Available


Alerta por frío, lluvias y fuertes vientos:  CNPC  Caen seis presuntos integrantes de “Los Lavadora” en Querétaro  Banco Mundial prevé la década con menor crecimiento económico  Más información en nuestro podcast

História em Meia Hora
Vai para os livros de História 2025

História em Meia Hora

Play Episode Listen Later Dec 27, 2025 33:41


A terceira edição da nossa retrospectiva chegou! Escolhemos os eventos do ano que, na nossa humilde opinião, marcarão a história do Brasil e do mundo. Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre os eventos que vão para os livros de história de 2025.-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal no YouTube e assista o História em Dez Minutos!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaOuça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:DEUTSCHE WELLE (DW). O mês em imagens: janeiro–dezembro de 2025. Bonn: DW, 2025. Disponível em: https://www.dw.com. Acesso em: 2025.THE GUARDIAN. International, climate and conflict coverage – 2025. Londres: Guardian News & Media, 2025. Disponível em: https://www.theguardian.com. Acesso em: 2025.BBC NEWS. World News and Global Analysis – 2025. Londres: BBC, 2025. Disponível em: https://www.bbc.com/news. Acesso em: 2025.THE NEW YORK TIMES. International News and Analysis – 2025. Nova York: The New York Times Company, 2025. Disponível em: https://www.nytimes.com. Acesso em: 2025.ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS (ONU). Relatórios e comunicados oficiais – 2025. Nova York: ONU, 2025. Disponível em: https://www.un.org. Acesso em: 2025.ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS). World Health Updates and Global Reports – 2025. Genebra: OMS, 2025. Disponível em: https://www.who.int. Acesso em: 2025.PAINEL INTERGOVERNAMENTAL SOBRE MUDANÇAS CLIMÁTICAS (IPCC). Climate Change Reports and Updates – 2025. Genebra: IPCC, 2025. Disponível em: https://www.ipcc.ch. Acesso em: 2025.BANCO MUNDIAL. Global Economic Prospects 2025. Washington, DC: World Bank, 2025. Disponível em: https://www.worldbank.org. Acesso em: 2025.

Economia
Eleições e Copa do Mundo impactarão a agenda econômica no Brasil em 2026

Economia

Play Episode Listen Later Dec 24, 2025 11:30


Em um contexto geopolítico de tantas incertezas, o que esperar da economia em 2026? Com o mundo ainda sob o impacto da gestão agressiva do presidente Donald Trump, reconfigurando suas antigas alianças, o aumento do protecionismo e a ameaça das guerras levam o crescimento mundial a continuar fraco, antecipa o FMI. No Brasil, a perspectiva de eleições embaralha ainda mais as cartas. Mesmo assim, há razões para otimismo. Lúcia Müzell, da RFI em Paris Segundo o Fundo Monetário Internacional, o crescimento do PIB mundial em 2026 será quase o mesmo que em 2025: 3,1%. As tarifas comerciais mais elevadas, a instabilidade das políticas econômicas, a começar pelos Estados Unidos, e os conflitos geopolíticos impactam no comércio e nos investimentos, aponta também a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). “Será, acima de tudo, um ano de surpresas, porque assim é o governo americano. Muitas coisas podem acontecer, desde as mais assustadoras até as mais pitorescas”, observa Jorge Arbache, professor de Economia da Universidade de Brasília e ex-economista sênior do Banco Mundial. “É possível que o que está aí se aprofunde e a gente tenha uma ainda maior polarização em nível global. E, para um país como o Brasil, que procura manter uma certa neutralidade política e econômica, vai exigir, num ano de eleições, um certo malabarismo para não elevar tensões ou não criar dificuldades num ambiente muito frágil e sensível. O país, obviamente, vai adiar grandes decisões, esperando um novo governo – qualquer que seja ele”, afirma Arbache. Impacto das eleições e da Copa do Mundo “A gente fala que é um ano mais curto porque tem eleições e também a Copa do Mundo, que é algo muito importante no Brasil”, lembra ainda a economista Patricia Krause, especialista na economia da América Latina da Coface, líder mundial de seguro de crédito. “A agenda no Congresso fica reduzida e, no segundo semestre, tudo fica mais focado nas eleições. Elas podem trazer sempre alguma volatilidade cambial – e câmbio é a pior variável que tem para tentar fazer previsões”, frisa. No ano que passou, a desigualdade caiu ao menor índice em 10 anos no Brasil, e o país atingiu o pleno emprego. No segundo semestre, o crescimento econômico desacelerou, o que era esperado há meses pela maioria dos especialistas, preocupados com a inflação. “A economia brasileira, de modo geral, tem surpreendido para cima nos últimos anos, com crescimento mais resiliente do que esperado e os economistas revisando para cima as projeções. E este ano, de fato, ocorreu essa desaceleração do crescimento que há muito era esperada”, indica Patricia Krause. Queda dos juros? Com uma taxa Selic de 15% ao ano, num contexto de inflação de 4,5%, a projeção de crescimento da Coface para 2026 é de 1,9%. Mas a perspectiva agora é de queda da inflação. “Com isso, a grande questão é a esperança de que o Banco Central brasileiro comece a reduzir juros no começo do próximo ano”, salienta Krause. Ano eleitoral costuma ser sinônimo de aumento de gastos – e, no caso do Brasil, este é um dos aspectos mais delicados que ficam de 2025 para 2026. A situação das contas públicas se deteriora ano após ano e o descontrole fiscal é hoje a maior preocupação da economia do país, com o déficit e a dívida pública em curva ascendente. A alta da taxa de juros, aplicada pelo Banco Central para controlar o aumento dos preços, joga ainda mais lenha nesta fogueira, ao corroer a fraca margem de manobra dos gastos do governo federal. Se nada for feito, o orçamento tende a ficar cada vez mais estrangulado, com o peso das despesas em saúde e previdência também em crescimento. “O aumento significativo dos gastos já está contratado. Ele não vai nos surpreender”, adverte o professor da UnB, que foi secretário para Assuntos Internacionais do Ministério do Planejamento. “Hoje, 95% dos gastos públicos são praticamente definidos. O espaço de manobra efetivo é muito menor do que as pessoas imaginam.” Brasil em posição favorável no mundo O economista pondera, entretanto, que, do ponto de vista relativo, o Brasil hoje está melhor em relação à maioria dos outros países, inclusive as potências. “Não que o Brasil tenha feito o dever de casa, mas porque o mundo piorou. Fazer negócios hoje nos Estados Unidos é muito mais arriscado do que no Brasil”, diz Arbache. “Muita coisa tem mudado também na Europa, e a guerra cria uma insegurança brutal. O mundo hoje não está para peixe, e do ponto de vista relativo, o Brasil está melhor.” Os dois economistas avaliam que, em meio à guerra comercial de Donald Trump contra os antigos parceiros, o Brasil demonstrou resiliência. “O fato de o Brasil ser uma economia ainda muito fechada ao comércio nesse momento acabou ajudando. Isso não é algo positivo, mas neste momento em que o comércio internacional preocupa, você está menos exposto”, sublinha a especialista da Coface. “Teve queda nas exportações para os Estados Unidos, porém o Brasil conseguiu aumentar vendas para outros mercados. Isso foi, de certa forma, algo positivo.” No plano interno, a aprovação das reformas fiscal e tributária trouxe avanços. O arcabouço legal relativo à economia verde, com um imenso potencial para o Brasil, coloca o país na rota de investimentos em setores como energia renovável, mercado de carbono e combustíveis limpos. Em 2025, o Brasil demonstrou que entendeu qual é o seu lugar nesta promissora economia, constata Jorge Arbache. “Eu acho que não existe outra estratégia para o país, do ponto de vista econômico e de desenvolvimento. É essa ou nenhuma”, destaca. “Não só a capacidade de atração de investimentos no âmbito do powershoring, mas também aquilo que é pertinente aos minerais críticos para a transição e às terras raras, que vêm atraindo uma crescente atenção, especialmente da Europa, dos Estados Unidos e da China. Muita coisa deverá se passar nos próximos meses e anos. Esse caminho é sem volta.” Acordo UE-Mercosul  Neste ponto, o economista chama a atenção para as falhas do acordo comercial negociado entre a União Europeia e o Mercosul, que esteve prestes a ser ratificado em 2025. Travado devido a resistências na questão agrícola, o texto sequer aborda o potencial de cooperação na área da transição energética. Os europeus deixam passar a oportunidade de serem parceiros privilegiados dos países latino-americanos neste comércio. “O maior ganho, para a Europa, nem está nas manufaturas. Eu acho que é tudo aquilo que tem a ver com a abertura de novas fronteiras e possibilidades de negócios para ajudar a solucionar muitos dos mais graves problemas econômicos que a Europa tem, associados à energia e à produção de vários produtos manufaturados e insumos a custos muito menores, fundamentais para dar maior competitividade para a própria indústria europeia”, explica. “Essas coisas passam ao largo do acordo atual.” Ainda na área de energia, mas também das commodities, as perspectivas são positivas. “A gente tem uma produção de petróleo em alta e pode ter um ano importante, em termos de volume. A estimativa de safra indica recorde, além de uma demanda por proteína aquecida”, antecipa Patricia Krause. “Eu diria que o canal de exportação e também um consumo resiliente podem trazer alguma sustentação para o PIB brasileiro no próximo ano.”

Caminhos Globais
Isabel Neto

Caminhos Globais

Play Episode Listen Later Dec 20, 2025 35:19


Isabel Neto é digital practice manager para a região da Europa e Ásia Central no Banco Mundial.

ONU News
OMS e Banco Mundial apontam avanços na cobertura universal de saúde

ONU News

Play Episode Listen Later Dec 8, 2025 1:01


Estudo aponta avanços desde 2000, com melhorias no acesso e na redução dos custos diretos; desigualdades ainda persistem e mais de 1 bilhão de pessoas continuam sem proteção adequada.

ONU News
Estudo do Banco Mundial traça agenda para gerar empregos e impulsionar negócios no Nordeste brasileiro

ONU News

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 3:55


Com 80% da população em idade ativa, a região pode acelerar o crescimento ao ampliar a qualificação profissional, facilitar a abertura de empresas e investir em infraestrutura.

ONU News
Jornal da ONU - 5 de dezembro de 2025

ONU News

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 5:17


Jornal da ONU, com Felipe de Carvalho:*Piora dos ataques no norte de Moçambique preocupa comunidade humanitária*Resistência a medicamentos coloca em risco avanços para conter malária*Estudo do Banco Mundial traça agenda para gerar empregos e impulsionar negócios no Nordeste brasileiro*Dia Internacional do Voluntário enfatiza o desenvolvimento sustentável

DW em Português para África | Deutsche Welle
3 de Dezembro de 2025 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Dec 3, 2025 19:59


Na Guiné-Bissau, Fernando Dias, candidato que reclama vitória nas eleições presidenciais contra Sissoco Embaló, exige a divulgação dos resultados. Em declarações à DW, um jurista garante que ainda é possível reconstituir o processo eleitoral. Em Angola, serão as acusações contra o general Higino Carneiro uma estratégia política para impedir a sua candidatura à liderança do MPLA?

Efemérides con Nibaldo Mosciatti
Nace Nikolái Vavílov, creador del primer Banco Mundial de Semillas (1887)

Efemérides con Nibaldo Mosciatti

Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 5:19


El 25 de noviembre de 1887 nació en Moscú Nikolái Vavílov, personaje vital en la historia de la botánica al crear el primer Banco Mundial de Semillas.

Convidado
Economia da Guiné-Bissau apresenta lacunas no sector industrial e haliêutico

Convidado

Play Episode Listen Later Nov 18, 2025 11:04


A Guiné-Bissau vai a eleições num contexto de crescimento económico, de cerca de 4% do PIB, mas em que mais de metade da população vive abaixo do limiar de pobreza, com menos de três dólares por dia, de acordo com o Banco Mundial. A instabilidade política recorrente, com três alegadas tentativas de golpes de Estado no último mandato presidencial dificultam a atracção de investimentos estrangeiros e o desenvolvimento económico do país. Um país muito dependente da exportação de castanha de cajú, mas que conta com recursos naturais inexplorados. Como alavancar a economia do país?  As promessas eleitorais que o economista José Nico, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas de Bissau (INEP) destaca prendem-se com a diversificação de práticas agrícolas. A Guiné-Bissau tem uma monocultura, a economia é muito dependente da exportação da castanha de cajú. Num país em que mais de metade da população depende do sector agricola, “seria necessário diversificar a agricultura”. Mas existe outra solução, aponta José Nico: transformar localmente a castanha de cajú. “Uma percentagem muito fraca da transformação da castanha de caju é feita na Guiné-Bissau, grande parte desta actividade é também exportada e feita no estrangeiro. Se um país tivesse condições de transformação local, não haveria tanto desemprego”. Sector da pesca é marginalizado Outro sector de importância para a economia guineense: o sector da pesca. A Guiné-Bissau tem grandes recursos haliêuticos, mas pouco explorados. A associação nacional de pescadores tem denunciado acordos passados com o Senegal, à margem do Parlamento, que trazem grandes desvantagens para os pescadores guineenses. Cerca de 90% do peixe pescado em águas guineenses é desembarcado em Dacar, por falta de um porto industrial e infrastruturas na Guiné-Bissau. Ainda de acordo com a associção de pescadores guineenses, o sector da pesca poderia render milhões de euros ao Estado anualmente. Porque razão tem sido este sector marginalizado? O economista José Nico diz que “não existem condições favoráveis”, o sector privado é “débil” na Guiné-Bissau, o que não atrai investimentos estrangeiros. A instabilidade política (Umaro Sissoco Embaló é apenas o segundo presidente a terminar o seu mandato) não permite que haja mudança e desenvolvimento do sector. Projecto de construção do Porto do Biomba representa “explosão” de oportunidades Mas o projecto de construção do porto comercial do Biombo - um dos grandes projectos de infrastruturas implementados por Umaro Sissoco Embaló - representa uma “explosão de oportunidades económicas para o país”. Este porto poderia oferecer condições de desembarque de navios de grande porte. Permitindo, consequentemente, o estabelecimento de ligações comerciais com países da região sem acesso a oceanos, como o Mali ou o Burkina Faso. “É uma das melhores decisões tomadas na Guiné-Bissau nos últimos cinco anos”, considera José Nico. O lançamento do projecto já foi oficializado, mas as obras de construção ainda não começaram. Que outros recursos naturais? Em Julho de 2025, Umaro Sissoco Embaló esteve nos Estados-Unidos, juntamente com outros chefes de Estado de Africa Ocidental.  Na Casa Branca, o presidente guineense disse a Donald Trump que a Guiné-Bissau é “rica em recursos naturais”, apelando o presidente dos Estados-Unidos a investir no país. Actualmente, não existe nenhuma infrastrutura para extracção de recursos naturais na Guiné-Bissau. Se a Guiné-Bissau é rica em recursos naturais, como os países vizinhos da região, como se explica que estes recursos ainda não tenham sido explorados para o bem da economia nacional? “Dizem que a Guiné-Bissau é rica em recursos naturais. Eu discordo: a Guiné-Bissau tem à disponibilidade da economia um conjunto de recursos. Mas isso ainda não é riqueza”, analisa o economista. “Para ser riqueza precisa de intervenção qualificada”. Intervenção essa que ainda não aconteceu, nomeadamente devido às crises políticas que o país vive desde a independência, considera ainda José Nico. Recordando que Umaro Sissoco Embaló é o segundo chefe de Estado a terminar o mandato presidencial (depois de José Mario Vaz em 2019) e que nestas condições, é difícil desenvolver uma indústria. De acordo com os últimos estudos realizados, a Guiné-Bissau tem petróleo, bauxite e areias pesadas.  

ONU News
Florestas podem ser chave para combater desemprego e promover riqueza

ONU News

Play Episode Listen Later Nov 12, 2025 1:59


Urgência de criar postos de trabalho nunca foi tão grande; Banco Mundial está a ampliar investimentos e a construir economias florestais sustentáveis; projeto no Brasil deve gerar 1.800 empregos em cadeias de valor e 800 diretos na gestão florestal sustentável.

Claro que se puede
Claro que se puede vivir en ciudades sin accidentes de tráfico | Episodio 2 | T2

Claro que se puede

Play Episode Listen Later Nov 12, 2025 40:45


Más de la mitad de la población vive en ciudades y se espera que esta cifra aumente hasta el 70% para 2050, según los datos del Banco Mundial. Las ciudades producen más del 60% de las emisiones de gases de efecto invernadero, a pesar de que abarcan menos del 2% de la superficie de la Tierra. En 'Claro que se puede' Cristina Monge explora cómo ciudades como Pontevedra o Vitoria han conseguido reducir la presencia de automóviles, los accidentes de tráfico y convertirse en territorios más verdes y menos contaminados. 

Hoy por Hoy
La economía de Hoy por Hoy | El Banco Mundial prevé bajadas de precio de algunos alimentos básicos

Hoy por Hoy

Play Episode Listen Later Nov 10, 2025 4:25


El análisis de actualidad económica, todas las mañanas a las 07:30. 

Grandes Reportajes de RFI
Bolivia inicia un nuevo ciclo político con una crisis económica sacudida por los hidrocarburos

Grandes Reportajes de RFI

Play Episode Listen Later Nov 10, 2025 14:02


Con la llegada al poder del presidente de centroderecha Rodrigo Paz, Bolivia da vuelta a la página de 20 años de gobierno del partido de izquierda Movimiento al Socialismo (MAS) y lo hace buscando salir de una profunda crisis económica sacudida por los hidrocarburos, sector que ese movimiento transformó durante su gobierno y que hoy es una de las principales causas de su ruptura. Un reportaje de Paola Ariza, enviada especial a Bolivia.  "Queremos una nueva Bolivia, una nueva estructura, una nueva vida", "el país viene muy quebrado", "estamos sumamente dolidos de como al país lo han manejado a su antojo", "esperemos que mejore", "tenemos esperanza en el cambio", decían, entre otros, la comerciante Justina, la farmacéutica Belkis, el ingeniero Juan Pablo y la profesora Meris, que RFI entrevistó en La Paz.  Pese a que no hay consenso en los detalles, los bolivianos se pusieron de acuerdo en que hay sed de cambio y dieron un giro histórico a la derecha en las pasadas elecciones en las que resultó como ganador al senador Rodrigo Paz del Partido Demócrata Cristiano (PDC). En 2005 el país ya había dado un giro drástico, cuando un dirigente cocalero de origen aimara arrolló en aquellas elecciones, poniendo fin a un ciclo de gobiernos liberales en una Bolivia desigual. "Ahora estamos acá para nacionalizar todos los recursos naturales, para recuperar todos los recursos naturales que han sido subastadas", decía en ese entonces el presidente electo Evo Morales, ante un estadio lleno en su natal Cochabamba.  Veinte años después, Bolivia da fin a ese ciclo del Movimiento Al Socialismo (MAS), el partido de Evo Morales, y luego del mandatario saliente Luis Arce, que dejan al país en cuidados intensivos, sobre todo en materia económica, en particular por la escasez de dólares, la falta de combustibles y la caída de las exportaciones. El gas está en el corazón de la crisis económica Gary Rodríguez, economista y gerente general del Instituto Boliviano de Comercio Exterior, indicó que "esta situación de crisis se ha dado principalmente porque el Estado, que era un fuerte actor dentro del modelo hacia el socialismo, instaurado desde el año 2006, hizo del gas el principal actor de la economía", por lo que el aparato público era exportador y también importador. Para Rodríguez, el problema se generó cuando el Estado que exportaba gas natural, "que le llegó a devengar 6.500 millones de dólares en el año 2013, hoy en día genera 2.000 millones. Es decir, se redujo a una tercera parte". Rodríguez agrega que las importaciones han ido en una crecida permanente por la caída de la producción de combustibles líquidos, lo que ha llevado a pasar de 200 millones de dólares en el 2005 a importaciones superiores a los 2.800 millones de dólares en los últimos años. "Ese desbalance es lo que ha disminuido las reservas internacionales netas de Bolivia y con eso la incertidumbre en el país ha florecido y ha traído como consecuencia un proceso inflacionario", explicó el economista.  Hace un poco más de 10 años, Bolivia brillaba por sus exportaciones de gas. Gracias a este recurso el país llegó a casi triplicar sus ingresos per cápita en 2013 y a reducir la pobreza. Pero hoy esa bonanza llegó a su fin y el principal reflejo son las constantes filas en las estaciones de servicio. Transportistas como Antenor Antunes, que trabaja en el aeropuerto Viru Viru, en Santa Cruz de la Sierra son víctimas de esta situación: "Con la falta de gasolina, nos quedamos como 4 o 5 horas haciendo fila para poder cargar. Es un perjuicio para nosotros", señaló. Laura Vega trabaja como taxista en Santa Cruz y cuenta que ha debido sacrificar sus horas de sueño para obtener gasolina. "Es terrible porque se hacen unas colas impresionantes, a veces uno tiene que hacer cola durante 24 hora, 48 horas. Muchas veces toca quedarse a dormir en los surtidores para esperar que lleguen las cisternas y descarguen. Esto ocurre en todos los surtidores".  "Hoy en día, cerca del 60% del consumo de gasolina y más del 90% del consumo de diésel debe ser importado", afirma el economista Gary Rodríguez, quien lamenta la caída de la industria del gas en el país. "En el año 2006, el gobierno llamó a la nacionalización de los recursos de hidrocarburos, incluso hizo tomas con el ejército de empresas transnacionales, por ejemplo, Petrobras y otras. Pero, en realidad, no se nacionalizó, sino que se cambió la cuantía de pago de impuestos para las empresas petroleras transnacionales, de tal manera que para ellos ya no era negocio seguir operando bajo ese nuevo esquema". Rodríguez explica que esas empresas no se fueron del país, pero sí dejaron de invertir en Bolivia. Esto hizo que "los mega-campos que se tenían en ese entonces se han ido agotando y no han habido nuevos que se incorporen", indicó el economista, agregando que fue así como "la producción empezó a bajar y al mismo tiempo subía la demanda, disparando la importación".  Aumenta la importación de hidrocarburos y el gasto de dólares "La alta importación de hidrocarburos resulta costosa para la empresa estatal Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB), que controla toda la cadena productiva de hidrocarburos, y que consume una buena parte de los dólares del aparato estatal y hasta del mercado paralelo", explica Pedro Sanabria,  cambista en Santa Cruz. "Cuando YPFB venía y compraba dólares, no venía y compraba 50 mil dólares, sino que venía y compraba 300, 400, 500 mil dólares. Y si no hay, los mismos cambistas especulan porque dicen: 'yo estoy vendiendo con 12,80 y estos otros van a comprar sí o sí'. Entonces venden con 13. Si uno ya vende con 13, el otro vende con 13,10. El otro dice: 'estos no tienen dólares, yo vendo con 13,20', y es así que, al final, de boca en boca, hacen subir el precio", agregó.  Según Sanabria, más allá de la escasez, el corazón de esta crisis de dólares es la especulación que causa la subida del billete verde, clave para las importaciones. Y como Bolivia se volvió altamente importador con un peso fuerte mientras su industria se debilita, hoy sigue necesitando esas mismas importaciones, pero con un dólar escaso y caro, lo que dispara los precios.  Bolivia, uno de los países con mayor inflación en Latinoamérica "Hace 2 años el mejor arroz costaba 7 pesos, casi un dólar. Ahora, ni siquiera el mejor arroz cuesta 15 pesos", cuenta Justina, una comerciante de Santa Cruz que también nos comenta las dificultades que tiene para pagar las facturas. Esto tambiné lo vive Fernanda Rivera, barista y estudiante de psicología. "Desde el papel higiénico hasta el agua, la leche, el pan, la carne. Lo que comprabas con 200 bolivianos, y que duraba aproximadamente 4 días, ahora te dura 2 días", dice.  En las calles, pensar en precios y promociones hace parte del día a día y no es para menos pues el país está en recesión hasta al menos 2027, según proyecciones del Banco Mundial. Además, tiene una de las tasas de inflación más altas de la región: de enero a septiembre ésta se ubicó en el 18%, poniendo a Bolivia en el mismo club inflacionario que Venezuela y Argentina. La crisis ha golpeado un sinfín de sectores y uno de los que más ha sufrido es el de los medicamentos. Según Belkis, química-farmacéutica, "algunos han subido más del 130% y generalmente los que son de especialidad como los oncológicos, han subido más del 200%. Ahora la gente está optando por medicamentos genéricos y ya no los de marca", indicó.  División en el MAS En medio de un alza de precios cotidiana, numeroisos bolivisanos dicen sentirse asfixiados y listos para pasar la página del MAS, el movimiento que durante dos décadas gozó de una avalancha de apoyo electoral. Hoy ese movimiento fue derrotado en las urnas y está dividido, como constata Wilma Alanoca, Concejal de El Alto, y quien fuera fórmula vicepresidencial de Evo Morales, pese al impedimento legal al expresidente para presentarse. "Considero que la elección como candidato de Luis Arce definitivamente fue un error porque él no viene de una trayectoria militante activa de la defensa de los derechos como sí lo fue Evo. Su tarea fue meramente administrativa y, disculpen que lo diga, pero para mí Luis Arces es simplemente un vulgar ladrón", aseveró. Alanoca acusa a Arce de haber orquestado la salida del exmandatario Evo Morales como actor en estas elecciones, además de haber corrompió a toda la dirigencia del MAS. "¿Para qué corrompió a la dirigencia? Para tener 'su propio pacto de unidad', según decía él, de organizaciones sociales y que lo mantuvieran en el poder. Pero todo le jugó en contra. Es el causante de la división, ha elevado a tal nivel la ambición, que muchos dirigentes se han olvidado para que estaban allí", indicó Alanoca, quien se desempeñó también como ministra de Culturas y Turismo.  Hugo Moldiz, exasesor del exmandatario Luis Arce, coincide con ella en que al MAS lo destruyó, en gran parte, la división interna, pero responsabiliza de ello a Morales. "Las organizaciones políticas y sus dirigentes se habían convertido en actores pasivos bastante proclives a la prebenda. A esto hay que sumarle la guerra interna en el MAS y las organizaciones sociales, además de un expresidente que, en vez de esperar al 2024 para definir quién iba a ser el candidato para el 2025, desde el año 2021, a los pocos meses de haber regresado al país, lo que hizo fue desplegar contra Luis Arce una implacable guerra. El resultado es el que estamos viendo ahora: una victoria de la derecha y una derrota electoral de la izquierda. Ahora nos queda por ver si el próximo gobierno es de transición o no", apunta.   Pese a las riñas internas, ambos se niegan a que el capítulo del MAS esté cerrado, tal vez como sigla está fragilizado, dicen, pero aseguran que sus facciones políticas estarán vigilando al nuevo gobierno y esperando pacientemente para resurgir. "Hay que esperar, no sé cuánto tiempo, puede ser más rápido de lo que pensamos. Puede ser que la realidad objetiva le demuestre a la gente que terminó creyendo en un espejismo", señaló Moldiz.  Bolivia inicia un nuevo ciclo político ¿Qué sigue ahora?  Y, sobre todo ¿logrará el nuevo gobierno resolver el desastre económico que han heredado? Estas son dos de las principales preguntas que se hace el país.  Como en su campaña electoral, el nuevo mandatario Rodrigo Paz intenta representar esa imagen de cambio que Bolivia está buscando de nuevo. Tras su viaje a Estados Unidos y desde antes de su investidura Rodrigo Paz anunció un acuerdo con el Banco de Desarrollo de América Latina y el Caribe (CAF) de 3.100 millones de dólares para reactivar la economía boliviana, principalmente para atender la crisis de los hidrocarburos. Está por verse si su política de "capitalismo para todos" coincide con la fuerza socialista que sostuvo al MAS durante dos décadas o si marca el inicio de un nuevo ciclo para el país andino. 

Genial Podcast
Otaviano Canuto na Conversa com Zé Márcio: "Independência do Fed: credibilidade está ameaçada"

Genial Podcast

Play Episode Listen Later Nov 1, 2025 30:11


Neste encontro entre o economista-chefe da Genial, José Márcio Camargo, e Otaviano Canuto, Economista e ex-vice presidente do Banco Mundial, você fica inteirado sobre os temas e debates mais importantes da economia e da política. A Conversa com Zé Márcio vai ao ar todo sábado, às 14h. Ative as notificações e acompanhe os principais desafios políticos e econômicos do mundo na opinião de especialistas.

ONU News
Agricultura sustentável promove conservação e empregos na Amazônia e no Cerrado

ONU News

Play Episode Listen Later Oct 27, 2025 5:01


Documento do Banco Mundial e Embrapa reúne evidências econômicas e traz recomendações para ampliar a adoção de sistemas agroflorestais e o de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta. 

Entrevistas ADN
Empresariado debe exigir mejor calidad educativa al Estado

Entrevistas ADN

Play Episode Listen Later Oct 24, 2025 27:46


El director de Desarrollo Humano para América Latina y el Caribe del Banco Mundial, Jaime Saavedra Chanduví, dijo que los empresarios tienen que demandar al Estado una mejor educación pública cuando este no provee una enseñanza de calidad.

Resumão Diário
JN: Banco Mundial assume a gestão do projeto brasileiro de preservação florestal; influenciador de crianças é preso suspeito de abuso sexual

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Oct 22, 2025 5:30


Faltam 19 dias para o início da COP30 e um estudo internacional mostrou o planeta muito distante das metas combinadas dez anos atrás em Paris. O Banco Mundial assumiu a gestão do fundo Florestas Tropicais Para Sempre. Os Estados Unidos afundaram mais um barco sob alegação de combate a traficantes. Em São Paulo, policiais do Rio prenderam um influenciador de crianças e adolescentes suspeito de abuso sexual. A Justiça absolveu os réus do incêndio no centro de treinamento do Flamengo, em que morreram dez adolescentes. Brasileiros se encantaram com o céu iluminado pela chuva de meteoros.

Es la Mañana de Federico
Prensa económica: El Banco Mundial condena a España y los impagos de Sánchez a las renovables superan los 2.150 millones

Es la Mañana de Federico

Play Episode Listen Later Oct 21, 2025 4:28


LM publica cómo obligan al Estado español a pagar 262 millones de euros a Eiser Infrastructure Limited y Energía Solar Luxembourg.

Broojula
17 Octubre, 2025 - Retroactividad encubierta

Broojula

Play Episode Listen Later Oct 17, 2025 30:00


La Ley de Amparo fue aprobada en el Senado luego de algunos cambios hechos en San Lázaro. Ahora está en manos del Ejecutivo. Pero, ¿qué cambió finalmente y por qué se han encendido las alertas entre juristas? ¿Qué efectos tendrá en el acceso a la justicia? Gerardo Carrasco, socio del despacho Soledad & Carrasco Abogados, nos habla al respecto. En otros temas: El PAN decide poner fin a su alianza con el PRI para relanzar su imagen rumbo al 2027 / Banco Mundial y FMI celebran sus Reuniones Anuales 2025 / Estados Unidos se prepara para la marcha “No Kings” en rechazo al autoritarismo de Trump.

Notícia no Seu Tempo
MP liga gestores de fundos da Faria Lima a negócios com o PCC

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Oct 15, 2025 9:14


No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (15/10/2025): Promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do MP de SP, informaram à Justiça que a relação das gestoras de recursos Reag e Altinvest com o PCC vai além da administração de fundos de investimentos ligados à organização criminosa. Os investigadores disseram que a Reag e alguns de seus sócios e diretores, além de acionistas da Altinvest, têm participações em negócios ligados à facção. Segundo o MP, as duas empresas e pessoas ligadas a elas criaram estruturas jurídicas e societárias e estiveram à frente de fundos de investimento, o que dificultou a identificação dos verdadeiros donos de ativos. Empresas negam. E mais: Economia: Incêndio em subestação no Paraná causa apagão de até 2 horas nas 5 regiões do País Política: PF vê indício de desvio a firma de fachada em sindicato de irmão de Lula Metrópole: Polícia prende 6 em SP e diz que falsificação de bebidas ocorre por etapas Internacional: Israel reduz ajuda a Gaza após Hamas não devolver todos os corpos de reféns Esportes: Fabrício Bruno falha, Brasil leva virada e perde do Japão pela 1ª vez na históriaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

ONU News
Grupo de avaliação calcula que reconstrução de Gaza custará US$ 70 bilhões

ONU News

Play Episode Listen Later Oct 14, 2025 2:10


Estimativa foi feita por ONU, Banco Mundial e União Europeia; parcela de US$ 20 bilhões já é necessária para os próximos três anos; Fundo de Emergência liberou US$ 11 milhões para necessidades mais urgentes deste inverno.

ONU News
Banco Mundial mantém previsão de crescimento de 2,4% para o Brasil em 2025

ONU News

Play Episode Listen Later Oct 13, 2025 1:18


Relatório aponta ritmo moderado e projeta leve desaceleração para 2026; América Latina continua como região de crescimento mais lento do mundo.

DW em Português para África | Deutsche Welle
8 de Outubro de 2025 - Jornal da Noite

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Oct 8, 2025 20:00


Em Angola, a CASA-CE pode desaparecer por falta de actividade e união interna. Na Guiné-Bissau, Nuno Nabiam desiste da corrida presidencial e apoia Sissoco Embaló. A Etiópia acusa a Eritreia de apoiar rebeldes do Tigray. Cabo Verde adia apuramento para o Mundial. Angola e Guiné-Bissau estão fora da competição.

Notícia no Seu Tempo
‘PEC da Blindagem' morre no Senado após pressão popular

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Sep 25, 2025 10:39


No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (25/09/2025): A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que protegia parlamentares de eventual responsabilização criminal foi sumariamente arquivada pelo Senado. A “PEC da Blindagem” foi enterrada uma semana após ser aprovada com o apoio de 344 deputados na Câmara e três dias após ser alvo de protestos nas ruas. Por unanimidade, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado rejeitou a proposta, que restabelecia a necessidade de autorização do Congresso, por meio de votação secreta, para que o STF processasse criminalmente deputados e senadores. A CCJ considerou a PEC inconstitucional. “Esta Presidência, com amparo regimental claríssimo, determina o seu arquivamento (da PEC) sem deliberação de plenário”, disse o presidente do Senado e do Congresso, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). E mais: Política: Lula afirma que ‘pintou uma química mesmo’ com Trump Economia: TCU cobra do governo centro da meta fiscal Internacional: Lula se encontra com Zelenski e diz que tentará negociar fim da guerra Metrópole: Famoso arquiteto chinês, 2 cineastas e piloto morrem em queda de aviãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Lo que hay que saber
El Banco Mundial acelera la transferencia de US$4000 millones; Racing pasó a semifinales de la Libertadores

Lo que hay que saber

Play Episode Listen Later Sep 24, 2025 2:10


Resumen de noticias de LA NACION de la mañana del miércoles 24 de septiembre de 2025

ONU News
Banco Mundial quer mitigar insegurança alimentar em Africa

ONU News

Play Episode Listen Later Sep 15, 2025 2:16


Pesquisa aponta que logística eficiente nos portos pode garantir fluxo constante de produtos, estabilizar preços e apoiar exportações agrícolas; quatro alimentos respondem ​​por 45% da ingestão calórica; mais de 6 em cada 10 pessoas enfrentavam insegurança alimentar moderada a grave em 2022.

Pânico
Roberto Motta

Pânico

Play Episode Listen Later Sep 11, 2025 122:30


O convidado do programa Pânico desta quinta-feira (11) é Roberto Motta.Roberto Motta é engenheiro civil pela PUC-RJ e mestre em Gestão pela FGV-RJ. Tem mais de 35 anos de experiência como executivo, incluindo cinco anos como consultor do Banco Mundial nos EUA.Há mais de 10 anos, Roberto estuda segurança pública, com centenas de palestras e seminários realizados em todo o país, além de milhares de textos, artigos e vídeos publicados.Em 2018, participou da transição do governo do estado do Rio de Janeiro, coordenando a transferência da segurança estadual do Gabinete de Intervenção Federal para as Secretarias de Polícia Civil e Militar, e exerceu por um curto período o cargo de secretário de Segurança.Também foi suplente de deputado federal e de vereador, além de ter publicado quatro livros: Ou Ficar a Pátria Livre (2016), Jogando para Ganhar: Teoria e Prática da Guerra Política (2018), Os Inocentes do Leblon (2021) e A Construção da Maldade, sobre a crise de segurança pública no Brasil (2022).Roberto participou da produção do documentário Entre Lobos, da Brasil Paralelo, e é colunista da Revista Oeste e da Gazeta do Povo, além de comentarista da Rede Jovem Pan.É ainda um dos criadores do Partido Novo, do qual se desligou em 2016.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/robertomottaoficial/

ONU News
Banco Mundial recomenda ações para valorizar e proteger indígenas da Amazônia

ONU News

Play Episode Listen Later Sep 11, 2025 2:04


Relatório mostra que 27% da área florestal da região está em terras indígenas que armazenam 14 bilhões de toneladas de carbono; povos indígenas têm papel central na proteção do planeta e na promoção de ação climática.

ONU News
Banco Mundial apoia fortalecimento de governança ambiental e sustentabilidade fiscal no Amazonas

ONU News

Play Episode Listen Later Sep 5, 2025 2:52


Financiamento de US$ 592,5 milhões é um dos maiores já atribuídos pela instituição na região; iniciativa também prevê criação de critérios ambientais para a distribuição dos recursos estaduais.

ONU News
Jornal da ONU - 04 de setembro de 2025

ONU News

Play Episode Listen Later Sep 4, 2025 4:52


Jornal da ONU, com Felipe de Carvalho:*Brasil acertou ao vetar projeto de lei sobre licenciamento ambiental, dizem peritos*Número de crianças fora da escola pode chegar a 278 milhões no ano que vem* Iniciativa do Banco Mundial beneficia terras indígenas e ecossistemas no Xingu*Deslizamentos no Sudão podem ter matado mais de mil pessoas, diz ONU

ONU News
Nova iniciativa do Banco Mundial beneficia terras indígenas e ecossistemas no Xingu

ONU News

Play Episode Listen Later Sep 4, 2025 2:11


Um novo projeto para proteger florestas e impulsionar o desenvolvimento sustentável no Baixo Xingu, estado do Pará, foi aprovado pelo Conselho de Diretores do Banco Mundial.

Noticentro
Presidente electo de la SCJN participa en ceremonia en Cuicuilco

Noticentro

Play Episode Listen Later Sep 1, 2025 1:16


Urge elevar impuestos a tabaco, alcohol y refrescos: Banco Mundial El  programa Canje de Armas se destruyen 826 armas y 68 mil municiones en EdomexPutin defendió la ofensiva militar y acusó a EU y Europa de provocar el conflictoMás información en nuestro podcast

ONU News
Banco Mundial diz que 2,6 bilhões de pessoas não têm como financiar dieta saudável

ONU News

Play Episode Listen Later Aug 29, 2025 1:19


Estudo mostra progresso, mas não em todos os lugares; total corresponde a quase um terço dos habitantes do planeta; crescimento do custo de vida aumentou nos últimos anos, países da África Subsaariana são os mais atingidos pelas barreiras econômicas para financiar comida de qualidade. 

Contralínea Audio
695. CIADI, del Banco Mundial, causa de crisis en el Sur Global

Contralínea Audio

Play Episode Listen Later Aug 29, 2025 125:34


Episodio 695 de Contralínea En Vivo conducido por Nancy Flores y Aníbal García: -CIADI, del Banco Mundial, causa de crisis en el Sur Global- Transmisión 24 de septiembre de 2024 Contralínea se transmite de lunes a viernes a las 10hrs (hora centro de México). Encuéntranos en Facebook, YouTube, X (antes Twitter), TikTok, Instagram, WhatsApp y Telegram como Contralínea. Escúchanos en Spotify, Apple Podcast e Ivoox como Contralínea Audio.

ONU News
Jornal da ONU - 25 de agosto de 2025

ONU News

Play Episode Listen Later Aug 25, 2025 4:31


Jornal da ONU, com Felipe de Carvalho:*Ataque a hospital em Gaza mata pelo menos 20 incluindo cinco jornalistas*Banco Mundial divulga pesquisa sobre futuro de empresas e do emprego*São Tomé e Príncipe deve potenciar infraestruturas resilientes e planos de adaptação ao clima*Unesco marca Dia Internacional em Memória do Tráfico de Escravos e sua Abolição

ONU News
Banco Mundial divulga pesquisa sobre futuro de empresas e do emprego

ONU News

Play Episode Listen Later Aug 25, 2025 2:14


Empregadores mais dinâmicos tendem a ser relativamente jovens; firmas tendem a prosperar em locais bem conectados; 64% das empresas de alto crescimento no Brasil têm menos de cinco anos; perfil do trabalhador médio desse negócio é de um ano extra de escolaridade que em outros setores.

Pânico
DZ6, Xande Abrão e Roberto Motta

Pânico

Play Episode Listen Later Aug 22, 2025 126:30


Os convidados do programa Pânico desta sexta-feira (22) são DZ6, Xande Abrão e Roberto Motta.DZ6Julio Cesar Hasse, mais conhecido como o rapper DZ6, nasceu em Blumenau/SC. Estreou no teatro musical interpretando Chorão, vocalista da banda Charlie Brown Jr., no espetáculo "Dias de luta, dias de glória". Além da semelhança física, do jeito de se vestir, do gestual e da intimidade com o skate, o rapper também tem a voz muito parecida com a do cantor e faz shows por todo o Brasil.O nome artístico "DZ6" surgiu porque, desde os 15 anos de idade, Julio tinha amizade com pessoas mais velhas, que o chamavam de “DZ6 = Dezesseis” por ser o mais novo da turma.DZ6 é mais do que apenas um músico talentoso: ele representa o espírito do Charlie Brown Jr. Além de sua impressionante semelhança física com Chorão, é o único artista oficialmente reconhecido pela marca Charlie Brown Jr.Em seus shows, apresenta grandes sucessos da banda CBJR, como "Zoio de lula", "Proibida pra mim", "Lugar ao sol" e muitas outras que marcaram gerações. A energia contagiante de DZ6 e sua conexão com o repertório da CBJR são sua marca registrada.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/dz6oficialXande AbrãoAlexandre Ferreira Lima Abrão, apelidado de Xande ou Alexandre Abrão, nasceu em 1990 — fruto de um breve casamento do cantor Chorão com Thaís Lima. Após a morte do pai, em 2013, Xande assumiu o cuidado com o legado artístico e autoral do Charlie Brown Jr.Xande dirigiu o clipe de uma das últimas músicas lançadas oficialmente pela banda, utilizando imagens capturadas durante os últimos shows com Chorão. Em 2020, revelou ter mandado confeccionar um diamante contendo uma mecha de cabelo do pai, como forma simbólica de preservação da memória. Em 2021, fechou acordo para o lançamento de compilações raras e gravações inéditas da banda, como o álbum/DVD “Chegou Quem Faltava”. No mesmo ano, anunciou uma turnê comemorativa pelos 50 anos de Chorão, que visava reunir músicos como Marcão, Thiago e outros, em um projeto chamado “La Familia”.O livro, o clipe, o diamante e os eventos mostram a dedicação intensa de Xande em manter viva a memória de Chorão por meio de diferentes formatos. Ele declarou que cuida do legado do pai praticamente em tempo integral: “24 horas por dia, 7 dias por semana”.Alexandre “Xande” Abrão tornou-se peça central na preservação da memória de Chorão, concentrando esforços em diversas frentes — do audiovisual à luta por direitos. Sua trajetória revela tanto paixão e sensibilidade quanto os desafios de conciliar a administração do legado com as relações dos antigos parceiros de banda.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/alexandreflabraoRoberto MottaRoberto Motta, engenheiro e mestre em gestão, construiu carreira no setor privado antes de se tornar uma voz influente no debate político brasileiro. Foi consultor do Banco Mundial, secretário de Estado do Conselho de Segurança do Rio de Janeiro e um dos cofundadores do Partido Novo, do qual se desligou em 2016.Atualmente, é comentarista político da Jovem Pan, além de colunista no Instituto Millenium, na Revista Oeste e na Gazeta do Povo. Autor de diversos livros, Motta destaca-se por suas análises sobre segurança pública, economia e política, combinando experiência prática, formação acadêmica e uma atuação ativa em palestras e debates.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/robertomottaoficial/

Es la Mañana de Federico
Prensa Económica: El Banco Mundial ratifica la condena a España: 106 millones por el recorte a las renovables

Es la Mañana de Federico

Play Episode Listen Later Aug 8, 2025 5:33


LM publica que el Banco Mundial ratifica la condena a España por el caso Toyota: 106 millones por el recorte a las renovables.

ONU News
Banco Mundial defende criação de empregos para combater pobreza

ONU News

Play Episode Listen Later Aug 6, 2025 2:11


ONU News
Expansão da Linha 4 do Metrô de São Paulo terá apoio do Banco Mundial

ONU News

Play Episode Listen Later Jul 31, 2025 3:20


Extensão até Taboão da Serra vai beneficiar milhares de passageiros, com impacto social, inovação e metas climáticas; extensão da linha deverá beneficiar cerca de 50 mil passageiros por dia até 2030.

ONU News
Celulares contribuem para aumento de pessoas com dinheiro na poupança

ONU News

Play Episode Listen Later Jul 15, 2025 2:21


Dados do Banco Mundial revelam que quase 80% dos adultos em todo o mundo agora têm uma conta financeira; tecnologia de telefonia móvel teve um papel fundamental nesse crescimento.

ONU News
Banco Mundial apoia estratégia de hidrogênio verde do Ceará, no Brasil

ONU News

Play Episode Listen Later Jul 13, 2025 1:43


Com investimento total de US$ 134 milhões e foco no Complexo Industrial e Portuário do Pecém, iniciativa financia infraestrutura crítica para a transição energética.

O Assunto
A hegemonia do dólar: passado, presente e futuro

O Assunto

Play Episode Listen Later Jul 9, 2025 27:10


"O dólar é rei", declarou Donald Trump nesta terça-feira (8). E completou: "vamos mantê-lo assim”, ao dizer que a perda da hegemonia da moeda dos EUA seria equivalente à “derrota em uma guerra”. As declarações de Trump são uma reação aos Brics que, após o encontro sediado no Rio de Janeiro, publicaram um documento defendendo o uso de moedas locais em transações comerciais. Foi imediatamente após a declaração conjunta dos Brics que o presidente dos EUA ameaçou taxar países que se alinhassem com a política do grupo – que chama de “antiamericanas”. O uso de moedas locais é uma demanda antiga do grupo, o que põe em risco a supremacia econômica e de influência dos EUA no sistema de comércio global. Neste episódio, Julia Duailibi recebe o economista Octaviano Canuto, que foi vice-presidente do Banco Mundial e diretor-executivo do FMI, para explicar o momento atual do dólar e o que significaria uma desdolarização da economia. Canuto, que também é membro sênior do Policy Center for the New South e professor da Universidade George Washington, relembra quando o dólar passou a ser o meio hegemônico de negociação entre países. Ele analisa quais seriam as consequências políticas e econômicas de a moeda americana perder protagonismo global.

Hablando Claro con Vilma Ibarra
4-7: Banco Mundial: Costa Rica asciende al grupo de países con ingreso alto.

Hablando Claro con Vilma Ibarra

Play Episode Listen Later Jul 5, 2025 51:52


Anuncio del Banco Mundial: Costa Rica dejó de pertenecer al grupo de países de ingreso medio alto para situarse como una nación de ingreso alto, al pasar el umbral del ingreso y la producción per cápita. Esto, de primera entrada, parece una gran noticia. ¿Pero es realmente así? En los últimos cinco años nuestro país creció gracias a la actividad del régimen de zonas francas; mientras otros sectores como la construcción y la actividad agropecuaria, disminuyeron. Es por esto que nuestro ascenso a país de ingreso alto se explica, según especialistas, como la “trampa de los promedios”. Tenemos un buen resultado porque unos sectores crecen, pero no otros, con lo que no hay un derrame equitativo. Lo cierto entonces es que el ascenso establecido por el BM nos coloca en una situación compleja para acceder a recursos de cooperación, donaciones, préstamos en condiciones favorables y otras opciones de financiamiento. Al respecto conversamos con el economista Fernando Rodríguez.

O Assunto
EUA x China: a trégua

O Assunto

Play Episode Listen Later May 13, 2025 41:24


Depois de meses de escalada na disputa tarifária, Estados Unidos e China anunciaram, em conjunto, uma trégua de 90 dias nas tarifas recíprocas entre os dois países. Assim, as tarifas dos EUA sobre as importações chinesas vão cair de 145% para 30%. E as taxas da China sobre os produtos americanos serão reduzidas de 125% para 10%. Para explicar como os dois lados chegaram ao acordo – divulgado após uma série de reuniões entre autoridades comerciais durante o fim de semana na Suíça -, Natuza Nery conversa com o economista Otaviano Canuto. Professor na Universidade George Washington, nos EUA, Canuto detalha como as tarifas de Donald Trump refletiram na economia americana. Ele, que foi vice-presidente do Banco Mundial e diretor-executivo do FMI, analisa se a trégua entre EUA e China afasta o temor de recessão. Direto da China, o professor Marcus Vinicius de Freitas detalha os efeitos do tarifaço no país asiático, e quais as respostas do governo de Pequim. Ele, que dá aulas na Universidade de Relações Exteriores da China, fala sobre como foram as negociações entre as duas partes. Marcus Vinicius fala ainda sobre o que esperar do encontro entre Lula e Xi Jinping, marcado para esta terça-feira, e o qual o status da relação entre Brasil e China.

Aristegui
"Lo que estamos viviendo es un cambio en el orden mundial", advierte economista

Aristegui

Play Episode Listen Later Apr 27, 2025 25:35


La presidenta del Banco Europeo de Inversiones, Nadia Calviño, analiza el panorama económico mundial en medio de las reuniones de primavera de 2025 del Banco Mundial y el Fondo Monetario Internacional, donde la guerra arancelaria dominó la agenda. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

Aristegui
Aranceles de Trump crean incertidumbre económica a nivel global y hacen tambalear al dólar

Aristegui

Play Episode Listen Later Apr 25, 2025 25:28


El regreso de Donald Trump a la Casa Blanca, acompañado de una agresiva política arancelaria, ha provocado caos e incertidumbre en la economía internacional. En Aristegui, Marcelo Giugale, exdirector de política económica del Banco Mundial, analiza el efecto que han tenido hasta ahora los movimientos del mandatario. Además, valora las posibles repercusiones a nivel global que esta guerra comercial podría tener, incluyendo el destronamiento del dólar como la moneda más importante del mundo. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices