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Boa Noite Internet
O Império da IA — com Karen Hao

Boa Noite Internet

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 63:50


O Império da IA, com Karen HaoEm 2019 — tempos mais simples! — a jornalista Karen Hao foi fazer o primeiro “perfil” jornalístico da sua carreira, aquelas reportagens em que um jornalista passa dias acompanhando uma pessoa ou empresa, uma coisa meio biografia, meio retrato congelado no tempo.A tal empresa era uma startup do Vale do Silício, ainda pequena e desconhecida dos meros mortais como eu e você, mas que hoje é a mais valiosa da história: a OpenAI, também conhecida como “a criadora do ChatGPT”.A Karen Hao vendeu o projeto do perfil para o MIT Technology Review porque a OpenAI parecia, naquela época, uma startup diferente. O “open” no nome nasceu da visão de que inteligência artificial é um assunto tão importante para o futuro da humanidade que precisava ser explorado de um jeito aberto, compartilhando conhecimento com todo mundo, e mais preocupado em proteger esse tal futuro do que em só gerar lucro.Hoje, aqui direto de 2026, a gente já sabe que não foi exatamente isso que aconteceu. Com o tempo, a OpenAI se transformou numa empresa oficialmente voltada para o lucro como qualquer outra e chegou a ser processada por Elon Musk — um dos apoiadores iniciais do projeto — por quebrar essa promessa de ser ‘open'. Em maio, o Elno perdeu a causa, e a OpenAI agora se prepara para lançar as ações na bolsa e, pelos números atuais, já largar valendo mais de 1 trilhão de dólares.Mesmo em 2019, a Karen Hao sentiu que todo esse papo de “open” não era bem assim: segredos e competitividade em todas as conversas que ela ouvia na empresa. Publicou o tal perfil contando isso e o pessoal da OpenAI… não gostou muito. Achou que ela ia só falar bem deles, e a empresa cortou contato com ela por três anos.O Boa Noite Internet é uma publicação apoiada por pessoas como você, nosso público. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou pago.Até que, em maio do ano passado, ela lançou nos EUA o livro O império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total, que segue contando a história da OpenAI — e abre com a bizarra saída do Sam Altman, demitido do cargo de CEO por “nem sempre falar a verdade” ao conselho da empresa, para voltar quatro dias depois nos braços dos funcionários.Mas esse livro não é exatamente uma biografia da OpenAI. Para mim, é mais um retrato de todo o sistema empresarial em que vivemos hoje — inteligência artificial ou não. O importante é que ele acabou de sair no Brasil pela Editora Rocco, que me procurou para saber se eu queria entrevistá-la aqui no programa, aproveitando que ela veio participar do Esquenta do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. O congresso, aliás, acontece dia 30 de julho — vai lá no site da Abraji saber mais, quem sabe comprar seu ingresso.Mas enfim, claro que eu queria conversar com ela. Obrigado, Abraji, obrigado, pessoal da Rocco, pelo presente. Quem me conhece sabe que IA agora é um assunto muuuito importante no meu trabalho. Eu fico aqui tentando navegar o meio do caminho entre o fim do mundo exterminador do futuro e a utopia vendida por muita gente. Não acredito em nenhum dos dois cenários, falei disso com a Karen antes e durante a conversa. Mas no final da entrevista a gente volta para falar não só disso, como também de como o IA em Curso, minha comunidade de letramento contínuo em IA, se conecta com tudo. Com promoção? Pode ser. Quem ficar até o fim, verá.A entrevista foi gravada em inglês — a Karen também fala mandarim, mas não fala brazilian —, então vai funcionar assim. Se ouvir no áudio, vai ser a versão original, do mesmo jeito que foi com o Ted Chiang ano passado, para você botar o seu cursinho para trabalhar. Aqui no site boanoiteinternet.com.br você está acompanhando a transcrição completa traduzida, se quiser ler enquanto ouve. E no YouTube tem uma versão legendada. Assim, você entra na conversa do jeito que preferir.Combinado? Então, bora lá entender O Império da IA com Karen Hao, no Boa Noite Internet.Cris: Karen Hao, bem-vinda ao Boa Noite Internet.Karen Hao: Obrigada pelo convite.Cris: Que bom ter você aqui. Espero que o Brasil esteja te tratando bem durante a Copa do Mundo — a gente veio falar sobre isso. Hoje é dia de falar de futebol, de Copa do Mundo, quais são as chances de cada país. Mas a primeira coisa que você precisa saber sobre essa conversa é que eu não sou jornalista. Não sei fazer isso. Peço desculpas antecipadas à sua profissão e ao seu ofício.Além disso, você foi enganada. Eu não estou aqui pra te entrevistar. Isso aqui é uma sessão de terapia. Você vai me ajudar a superar meus traumas.Porque eu sou da… do que eu chamo de “geração esquecida” — sou geração X, nasci nos anos 70. Esquecida porque, nessa guerra de gerações, as pessoas esquecem que a gente existe, e isso é incrível, porque a gente causou muito estrago no planeta. O Elon Musk é geração X, então é só isso que você precisa saber sobre a minha turma. Gente como ele, ou como Marc Andreessen… eu cresci lendo e assistindo à ficção científica que dizia que tecnologia é a melhor coisa do mundo, que ciência e engenheiros são incríveis e vão nos levar pra um lugar incrível.Sou uma daquelas pessoas que, quando a internet surgiu, falou: a paz mundial está logo ali. O conhecimento a um clique de distância, o futuro vai ser incrível. E aqui estamos nós. Então, quando usei o GPT pela primeira vez, e depois o ChatGPT, fiquei super empolgado. Foi a primeira vez, desde a internet, que eu fiquei realmente empolgado.Tenho até uma certa fama de ser mal-humorado com tecnologia: Bitcoin é lavagem de dinheiro, Clubhouse não presta — e as pessoas, ah, Clubhouse é a próxima grande coisa. Mas quando a IA chegou, eu falei: isso é importante. Só que eu já não era mais aquela criança dos anos 70. Tinha crescido, tinha visto o que aconteceu com a internet, tinha trabalhado numa big tech. E estava em desespero com o sistema em que a IA estava sendo construída.Dito tudo isso, o seu livro, aqui, já nas livrarias, recebe provavelmente o melhor elogio que eu posso dar: é otimista. Não é uma lista de reclamações e gente má fazendo coisas más. Claro, você fala muito sobre a OpenAI — ela é o fio condutor da história, especialmente aqueles quatro dias em que o Sam Altman saiu e voltou. E é muito divertido de ler. Mas você toma o cuidado de ser otimista.E uma das coisas que você menciona é como as pessoas na OpenAI, e em todas essas empresas, dizem: “isso é inevitável, a gente tem que fazer”. Quero falar sobre isso. Mas a gente tem que começar pela pergunta que você provavelmente ouve em todo podcast, a do título — Império da IA. Por que império?E acho que essa pergunta é ainda mais relevante no Brasil, país do sul global, colonizado. Por que império da IA?Karen Hao: Antes de mais nada, obrigada por dizer que o livro é otimista. Muita gente não reconhece isso, mas é verdade. Eu escrevo com um profundo otimismo de que os danos que a gente vê podem mudar. Não faria o trabalho que faço se não achasse que as coisas vão mudar.Sobre por que eu uso a expressão império, ou império da IA: a forma como empresas como a OpenAI operam é impressionantemente parecida com a dos impérios antigos. Eu traço quatro paralelos no livro. O primeiro é que elas reivindicam recursos que não são delas — os dados das pessoas, a propriedade intelectual de artistas, criadores como você, jornalistas.Segundo, elas exploram uma quantidade extraordinária de mão de obra. Isso vale tanto para os trabalhadores da cadeia de produção de IA, mal pagos e maltratados, que ainda assim geram uma riqueza extraordinária para essas empresas, quanto para os trabalhadores cujos empregos são automatizados e cujos direitos são corroídos pela implantação dessas tecnologias em diferentes setores.A terceira característica é que impérios controlam os fluxos de informação na sociedade. Essas empresas censuram a pesquisa fundamental sobre essas tecnologias, o que limita nossa capacidade de entender as verdadeiras limitações e capacidades dos modelos que desenvolvem. E estão criando uma tecnologia de informação que tentam transformar no portal único pelo qual qualquer pessoa se relaciona com o mundo.Esse portal impregna as ideologias do Vale do Silício, seus sistemas de valores, sua língua, e projeta a hegemonia do inglês. Isso influencia boa parte do conhecimento que a gente vai produzir daqui pra frente, porque cientistas e educadores usam essas plataformas e acabam perpetuando essas mesmas ideologias e valores.E o quarto e último paralelo é que impérios sempre se agarram a uma narrativa existencial ou moral sobre por que precisam existir. Essas empresas fazem a mesma coisa. Dizem que são o “império do bem”, numa missão civilizatória de trazer progresso e modernidade pra toda a humanidade, competindo contra um “império do mal” que ameaça mandar a humanidade pro inferno.Quando você conversa com algumas pessoas dentro dessas empresas, ou que as lideram, elas dizem: se você nos deixar construir uma inteligência artificial geral, que elas de alguma forma moldam como um deus, a gente vai acabar numa espécie de utopia, um paraíso onde a mudança climática é resolvida, o câncer é curado, a pobreza é aliviada.Mas, se os caras maus conseguirem isso antes, a gente pode acabar com todos os humanos mortos — um risco de extinção pra todos nós.Cris: E eles vêm dizendo isso há quase dez anos, e ainda usam como ferramenta. A gente está num país que foi influenciado por três impérios ao longo da história: Portugal, Inglaterra e agora os Estados Unidos. Então a gente olha pra essas empresas de um jeito meio cínico: sim, sim, já conhecemos essa história.Mas, ao mesmo tempo, ano passado, o Pew Research Center fez uma pesquisa sobre como o mundo enxerga a IA, e o sul global é bem mais otimista do que o norte. Uma das razões é a ideia de democratizar — não só informação, mas: ah, finalmente eu posso montar uma startup, sair desse lugar de exploração e criar o unicórnio de um bilhão de dólares. Os números são grandes na China. Países em desenvolvimento veem muito mais benefício do que risco na IA.China, 83%. Tailândia, 77%. Holanda, 36%. Canadá, 40%. Será que a gente está deixando passar alguma coisa? A gente está certo? Isso está democratizando mesmo? Até que ponto?Karen Hao: Provavelmente tem duas razões. Uma é que muitos dos danos que a indústria de IA causa à maioria global são bem escondidos. Ela se esforça muito pra esconder como polui o ambiente dessas comunidades, como explora e devasta a mão de obra, deixando traumas psicológicos — como documento no livro.E, recentemente, li um artigo de opinião no New York Times que trazia um bom ponto: muitas economias desenvolvidas estão especialmente atentas ao potencial da IA de desmontar oportunidades de emprego de tempo integral. A gente começa a ver isso cada vez mais. Já na maioria global, muito mais gente vive em economias informais, e aí a ideia de que a IA vai tomar um emprego de tempo integral não pesa tanto.Então os danos mais visíveis — a erosão do emprego formal de tempo integral — pesam mais no norte global, ou pelo menos é lá que as pessoas se sentem mais ansiosas. E os danos invisíveis, que atingem o sul global, ninguém percebe tanto, justamente porque são invisíveis. É meio por isso que tanta gente sente essa divisão que aparece na pesquisa do Pew.Cris: Eu tenho acompanhado as notícias sobre IA no Brasil, e toda semana tem um novo data center sendo construído em alguma cidade. Isso é vendido como uma coisa boa: que ótimo investimento, gera emprego. E me fez pensar de novo — a gente passou por três impérios, mas algumas famílias no Brasil, e aposto que em outros lugares também, estão no poder há 500 anos ao longo da história do país.Então, ao mesmo tempo, a gente pensa: é, estamos sendo explorados, é a mesma coisa. Eu já não tenho emprego, então deixa eu usar essa tecnologia pra melhorar minha vida. Mas as pessoas que realmente tomam as decisões, de novo, nos últimos 500 anos, se perguntaram: como a gente ajuda esse pessoal a explorar nosso país de um jeito que nos mantenha no poder e nos dê muito dinheiro?Mas também foi verdade que, sei lá, a Volkswagen abre uma fábrica no Brasil e aquilo gera emprego, contrata gente pro chão de fábrica e pros escritórios. Como é que isso é diferente com a IA?Karen Hao: De certa forma, não é diferente. Existe um fenômeno parecido: a indústria de IA terceiriza muitos dos trabalhos que ela não quer dentro dos centros de poder, e joga isso pra comunidades empobrecidas, do mesmo jeito que outras multinacionais fizeram por décadas.Mas também é diferente, porque a escala dos impactos trabalhistas e ambientais da IA é completamente outra, muito maior que a da indústria automobilística ou da moda. E a velocidade é outra, porque são tecnologias digitais que atravessam fronteiras muito rápido.E é diferente porque a maioria das pessoas não percebe que a IA, mesmo sendo tecnologia digital, tem uma cadeia de suprimentos muito física e intensiva em mão de obra manual.Quando você compra roupa, café, um carro, é mais óbvio que existem materiais que precisam ser extraídos e depois manuseados por pessoas pra criar aquele produto. Já com a IA, a maioria aceita a narrativa que o Vale do Silício projeta: a de que isso vem da “nuvem”, desses espaços etéreos que parecem nem existir no planeta. E a verdade é exatamente o oposto.Ela depende de uma quantidade extraordinária de extração mineral. Depende da construção de infraestruturas enormes — data centers, instalações de supercomputação espalhadas pelo mundo. E depende de muita, muita mão de obra manual: trabalhadores de dados que limpam, preparam e moderam o conteúdo dos sistemas de IA que chegam até você quando usa o ChatGPT.É isso que a torna tão diferente. E há também uma ideologia completamente diferente sustentando a expansão da IA. Quando você conversa com executivos da moda, eles não vão dizer: se você não comprar nossa roupa, vai pro inferno.Já a indústria de IA diz: se você não nos deixar capturar cada vez mais terra, mais recursos e mais mão de obra pra produzir essas tecnologias, vamos ter uma destruição civilizacional. Isso é, ao mesmo tempo, retórica política usada como arma pra moldar o debate público e a cabeça de quem formula políticas, e também está enraizado num sistema de crenças — algumas pessoas dentro dessas empresas realmente acreditam que, se uma AGI fosse construída, e construída nas mãos erradas, isso levaria mesmo a esse tipo de destruição.E é isso que move a sede cada vez maior da indústria por mais capital, mais recursos e mais terra.Cris: Eu quero falar sobre AGI, mas antes: ano passado, a OpenAI estava sendo processada no Reino Unido por violação de direitos autorais, basicamente todos os livros do mundo digitalizados e usados pra treinar modelos. E um dos executivos disse ao júri: bem, se a gente não puder fazer isso, fecha as portas. Me chocou que muita gente reagiu com um “ah, tá, o que a gente pode fazer? Eles vão fechar as portas”.Em parte porque a gente já está acostumado com essa narrativa. Outro dia, numa conferência, um ex-CEO dizia: a gente teve que usar embalagem de plástico porque é mais barata que papel, senão prejudicaria nosso resultado. E a plateia reagia: ah, então é só fechar as portas — a sociedade não pode arcar com isso.Mas isso também, como você disse, se conecta à ideia de uma grande missão, uma missão de salvar o mundo, que a gente precisa cumprir antes que seja tarde, senão estamos condenados. OpenAI está literalmente no nome — só que em português não é tão direto: é “inteligência artificial aberta”.Foi criada a partir de um sonho, um projeto que era pra ser uma coisa pro bem comum. Em 2019, num tempo bem distante, antes da pandemia, você cobriu a OpenAI, foi até o escritório deles, ficou lá dentro. O que você viu? E, mais importante, como essa missão mudou? O Elon Musk os processou outro dia justamente por mudarem a missão. Isso alguma vez foi verdade? Em algum momento eles pensaram mesmo “ah, a gente vai salvar o mundo”?Como essa narrativa de ser aberta funciona com a OpenAI?Karen Hao: Quando comecei a cobrir a OpenAI, levei a sério o que eles diziam — que tinham sido recrutados com a missão de beneficiar toda a humanidade. E aí, quando me infiltrei na empresa, fui ficando bem mais cética, porque via como eles operavam de um jeito completamente diferente, portas adentro, do que diziam em público.Diziam que iam publicar todas as pesquisas e abrir o código de tudo, e na prática eram uma das organizações mais secretas que já cobri. Eram muitas discrepâncias, e, na época, presumi que tinha havido algum tipo de corrupção que os levou a abandonar a missão original. Depois de cobrir a empresa por mais alguns anos e de trabalhar neste livro, mudei de ideia até sobre a missão original.Não acho mais que ela era um esforço sincero e generoso de beneficiar a humanidade. A missão foi criada pra dar à empresa — na época, uma organização sem fins lucrativos — uma margem de manobra extraordinária pra depois levantar muito capital, acumular muito talento e perseguir a força motriz de verdade por trás de tudo aquilo: se tornar a força dominante no desenvolvimento de IA.E penso assim agora porque, quando você olha pras narrativas de cada nova empresa de IA no começo — a Anthropic, a xAI, a Safe Superintelligence do Ilya Sutskever, a Thinking Machines Lab da Mira Murati —, todas usam a mesma narrativa da OpenAI: nós somos os mocinhos, eles são os bandidos.É por isso que precisamos criar uma nova empresa que avance a IA do nosso jeito, não do deles. E você começa a perceber, por esse padrão, que eles repetem a mesma coisa em parte porque acreditam nela até certo ponto, mas também porque ela funciona muito bem com a imprensa, com o público, com quem formula políticas.No livro, eu reproduzo os e-mails internos que Elon Musk, Sam Altman e Greg Brockman trocavam nos primeiros dias da OpenAI. Eles tinham plena consciência de que estavam criando uma missão que soasse bem para o público. E o propósito de verdade, que também deixaram registrado nesses e-mails, era vencer o Google. Viam o Google como a força dominante em IA e queriam ser eles essa força.Não gostavam de ver o Google na frente, então inventaram justificativas: o Google é uma empresa com fins lucrativos, então nós vamos ser sem fins lucrativos. Mas, no fundo, acho que era puro ego: tem que ser a gente, não eles, a gente quer ser quem lidera isso.E aí passaram um tempão moldando essa missão pública, que acabou sendo super útil pra recrutar o primeiro grupo de pesquisadores e turbinar o avanço deles.Cris: Então agora é um bom momento pra falar de AGI, a inteligência artificial geral. Muita gente pergunta: o que é AGI? O que “geral” quer dizer? E a impressão que peguei lendo seu livro é que, por design, isso nunca fica claro de verdade, porque é um alvo móvel. Essas empresas um dia vão dizer “chegamos, alcançamos a AGI”? Ou o plano é sempre “não, não, ainda não chegamos, me dá mais dinheiro, me dá mais poder”?Qual é o papel da AGI na narrativa dessas empresas?Karen Hao: Já que a gente está falando de ficção científica, eu costumo usar a analogia de que o mundo da IA é meio como Duna. Em Duna, o personagem principal, Paul Atreides, entende, ao chegar no planeta Arrakis, que o povo de lá foi semeado com um mito: o de que um dia viria um Messias pra libertá-los. Ele sabe que é um mito, mas decide entrar nele e agir como se fosse o Messias pra controlar melhor aquele povo.E, vivendo, respirando e encarnando esse mito dia após dia, ele começa a perder a noção de que é um mito. Passa a se perguntar se o mito era mesmo verdadeiro ou se foi ele quem o tornou verdadeiro. É essa confusão entre mito e realidade — ele vive num espaço intermediário, sem ter mais certeza do que é verdade e do que é ficção.E trago isso pra responder sobre a AGI porque a AGI é, ao mesmo tempo, um mito e algo que os líderes e os trabalhadores dessas empresas vivem, respiram e encarnam dia após dia, a ponto de perderem a noção do que é mito e do que é realidade. É a ideia de um sistema de IA teórico que um dia igualaria as capacidades humanas. Só que a gente nem tem consenso científico sobre o que é inteligência humana.Por isso, de certa forma, por design, é um termo bem maleável, que deixa essas empresas fazerem o que quiserem. Elas definem e redefinem a AGI conforme a necessidade, movem a trave pra onde quiserem. E, ao mesmo tempo, isso é sustentado por uma crença genuína de certas pessoas lá dentro, por causa dessa confusão entre mito e realidade. Pelas minhas contas, a OpenAI já usou pelo menos quatro definições diferentes de AGI.A primeira está no site deles: “sistemas altamente autônomos que superam humanos na maioria dos trabalhos economicamente valiosos”. É uma definição de automação do trabalho — eles dizem, de forma explícita, que estão atrás dos empregos mais bem pagos. A segunda apareceu no contrato com a Microsoft, por um tempo a maior investidora deles: ali, a AGI virou um sistema que geraria 100 bilhões de dólares em receita.Ou seja, uma definição feita pra incentivar a Microsoft a investir. Já o Sam Altman disse ao Congresso que AGI é um sistema que cura o câncer e resolve a mudança climática — uma definição de benefício social, muito útil quando você quer que os reguladores não te regulem.E, por fim, quando falam com o consumidor, dizem que vai ser o melhor assistente digital que você já teve — porque, claro, estão tentando vender o produto.E aí você percebe duas coisas. Primeiro, que é um conjunto de definições completamente incoerente. Segundo, que eles trocam de definição conforme o público que querem convencer. Mas também tem gente nessas empresas que acredita de verdade que está construindo uma tecnologia capaz de dar conta das quatro coisas.Então é uma realidade bem confusa e complicada: o que a AGI de fato é, e pra que ela serve, para essas empresas, para a agenda delas e também para as crenças delas.Cris: Como ex-funcionário da Meta — entrei em 2013 —, a missão era unir o mundo e torná-lo mais aberto e conectado. É uma missão incrível. E tem uma coisa que eu sempre digo, porque muito amigo meu vem falar comigo, “ah, esse cara da OpenAI, ou a própria Meta, são maus”. Eu conheci muita gente na empresa. Nunca conheci uma pessoa mal-intencionada.Todo mundo, independente da missão, era gente boa tentando entregar o melhor produto possível, pra dar poder a quem tem um pequeno negócio, por exemplo. Tenho amigos pessoais que construíram a empresa deles em cima da publicidade do Facebook e do Instagram. E esse é justamente o problema, porque ainda assim é uma corporação muito má, pelo que ela causa ao mundo pra bater as metas de negócio.Ou seja, você não precisa de um vilão tipo Lex Luthor pra causar um estrago desse tamanho no mundo. E adorei a referência a Duna. Duna é engraçado: é o livro que eu mais reli na vida que não foi escrito pelo Tolkien. Li o primeiro Duna umas três vezes, e toda vez é como se fosse um livro diferente. Na primeira, eu era adolescente, e era só o Paul Atreides, o cara durão.Na segunda, eu morava no Canadá e li com olhos de estrangeiro, pensando em colonização. E na terceira vez foi quando os filmes do Denis Villeneuve saíram, e aí era: ah, o Bene Gesserit criou esse mito, isso é meio pós-moderno. Narrativamente, fico me perguntando o que vai significar pra mim se eu ler uma quarta vez.Karen Hao: Eu ia te perguntar isso. Quando você disse que cresceu numa época cheia de ficção científica falando das maravilhas da tecnologia, fiquei curiosa: que histórias você estava lendo? Porque muita coisa que saiu nos anos 70 e 80 dizia exatamente o oposto. E muita gente já apontou que os executivos de tecnologia de hoje, que vivem citando essas histórias, interpretam elas justamente ao contrário da intenção original.Cris: Concordo plenamente. Mas, respondendo: foi basicamente Isaac Asimov e Arthur C. Clarke. E é por isso mesmo — os executivos de tecnologia, e o Elon Musk mais que todos, leem esses livros como receita, não como aviso. O livro de que eu mais me lembro, nem lembro o título, era um do Asimov em que ele descreve o elevador espacial que aparece na série da Apple TV, Fundação.E o enredo é: eu sou esse engenheiro brilhante, quero construir essa coisa no Sri Lanka, mas o governo trava tudo com regulação — eu sou um gênio e a regulação é a vilã. Hoje eu leio e penso: ah, sei. Mas, quando garoto, era só “olha, um elevador espacial, que genial, a gente nem precisa de foguete”. E aí você começa a entender. E aí eu parei de ler esses caras.E passei a ler gente com uma visão completamente diferente: o Ted Chiang, que entrevistei ano passado, a N.K. Jemisin, o Cory Doctorow, de quem sou muito fã. E talvez eles sejam mais explícitos, pra gente burra como eu entender: “não, bobo, a analogia é essa”. Mas Duna era incrível — vermes gigantes de areia, o tal garoto durão, e aquela coisa do “eu não aceito o meu destino”.Tenho esse grande destino, mas não quero ele. Do resto da série eu já não gosto tanto. Mas o mais importante de tudo: Duna gerou o melhor GIF de filme de todos os tempos, o “Lisan al Gaib” do Javier Bardem — que eu devia ter colocado durante a sua explicação, aquele “uau, ele está cumprindo a profecia, agindo como o profeta”.Mas, de novo, falando de vilões: você mencionou que essas empresas se colocam como o bem contra o mal, feito impérios antigos. Só que elas também jogam a carta da China, né? “Se a gente não fizer, a Rússia faz primeiro.” Só que a Rússia começou uma guerra e está ocupada demais. “Mas a China chega lá, e é por isso que a gente tem que ser fechado.” É por isso que Mythos e Fable e agora o GPT-5.6 foram proibidos pelo governo. Isso tem fundamento?Quero saber se é possível a China competir — quero mesmo essa resposta — mas também porque, desde toda essa conversa do Fable-Mythos, países como Índia e Brasil vêm dizendo que precisam de um modelo soberano. Dá pra fazer, ou a OpenAI, a Anthropic e o Google estão tão à frente que já não dá?Karen Hao: Sobre a China: você está certíssimo, o Vale do Silício usou por anos a carta do “e a China?” pra escapar de qualquer responsabilização de verdade. Fizeram muito isso na era das redes sociais.A Meta fez muito isso, com o Mark Zuckerberg dizendo ao governo dos EUA: vocês não podem nos regular, senão a gente perde. Mas, se a gente ganhar, vai ter um efeito liberalizante no mundo e nas democracias em todo lugar. E, infelizmente, o que a gente viu foi que jogar essa carta repetidamente produziu exatamente o efeito contrário do que o Vale do Silício prometeu.Uma das empresas de rede social dominantes dessa era é a ByteDance. Ou seja, mesmo sem regulação das redes sociais nos EUA, existe uma empresa chinesa de rede social bem dominante. E as redes sociais estadunidenses acabaram tendo um efeito antiliberal no mundo — é bastante consensual que enfraqueceram democracias em todo lugar. E aí, na era da IA, elas seguiram jogando a mesma carta.Mas o que eu sempre aponto é que a gente definitivamente não devia acreditar nelas. Já existe evidência significativa de que tudo o que elas dizem está, de novo, se provando o oposto. Elas disseram: não regulem a gente como empresas de IA, regulem a China, via controles de exportação — um mecanismo do governo dos EUA com alcance extraterritorial.Só que as empresas chinesas agora estão produzindo modelos de IA de código aberto extremamente eficientes, que viraram super populares no próprio Vale do Silício. Existe um monte de startup de lá que prefere usar modelo chinês a OpenAI, Anthropic ou Google.Então, nesse sentido, é um conjunto de evidências bem decisivo, acho, pra mostrar que a gente devia simplesmente responsabilizar essas empresas, não importa o que digam sobre “ah, vamos perder pra China”. No fim das contas, é só retórica política. Não é um argumento real que elas consigam sustentar pra escapar da responsabilização.Responsabilizá-las vai fortalecer a democracia pelo mundo, vai trazer mais direitos humanos, trabalhistas e de privacidade de dados pras pessoas — é sempre o contrário do que elas dizem que aconteceria. E, sobre a sua pergunta em torno da IA soberana: acho a ideia realmente importante, mas acho também que muitos países estão meio confusos sobre o que querem dizer com isso.Muitos governos, hoje, pensam a IA soberana pela pergunta: a gente consegue construir o nosso próprio ChatGPT? O nosso próprio grande modelo de linguagem, o nosso sistema de IA generativa? Estão olhando só pro modelo que o Vale do Silício já definiu e tentando descobrir como recriar aquilo.E o que eu digo pra quem formula políticas é: defina pra que a IA serve no seu país, no seu contexto. Quais são, no fim das contas, os objetivos do seu país? Os objetivos do seu povo? E também os nossos objetivos coletivos, entre países?Porque a gente tem, por exemplo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Já definimos coletivamente que há coisas que precisamos resolver juntos: superar a crise climática, reduzir a pobreza, melhorar a educação.E, enquanto o Vale do Silício adora dizer que está fazendo tudo isso, na prática não está. Mas a gente poderia — poderia desenvolver, de forma colaborativa, sistemas de IA que realmente avançassem em cada um desses objetivos coletivos que já acordamos.E cada país também devia fazer o exercício: quais objetivos você quer alcançar, e que tipos de sistema de IA você poderia desenhar pra chegar lá — sistemas que talvez não se pareçam em nada com um grande modelo de linguagem. Se os países fizessem isso, acho que descobririam que a maioria dos sistemas de que precisam exigiria muito menos recursos.Ou seja, contextos como o Brasil, a Índia e outros, quando não precisam competir construindo essas infraestruturas de computação gigantescas e gastando centenas de bilhões de dólares, na verdade já têm, localmente, todos os recursos necessários pra desenvolver um sistema de IA soberano.Cris: Quando ouvi falar do seu livro pela primeira vez, uma amiga me disse que você não poupa ninguém — fala mal do Sam Altman, mas também do Dario Amodei. E as pessoas costumam escolher um lado. Eu sou time Claude, odeio o ChatGPT, essas coisas. Então cheguei no livro pensando: ah, é mais um livro dizendo que a IA é terrível, que a gente não devia usar IA.Mas, conforme fui lendo, e ouvindo outras entrevistas suas, me pareceu que o seu problema é justamente o que você acabou de descrever: a forma como essa tecnologia é feita. E, em especial, a palavra escala — a ideia de que a solução é a escala. O que você quer dizer com isso?Karen Hao: Eu costumo usar a analogia de que “IA” é como a palavra “transporte”: na verdade se refere a uma coleção de tecnologias que vão da bicicleta ao foguete. São tipos bem, bem diferentes de tecnologia, que exigem insumos diferentes pra se desenvolver e depois têm impactos diferentes na sociedade.E você está certo: sou especificamente crítica ao que chamo de “foguetes da IA”, os sistemas que os impérios da IA estão desenvolvendo, aqueles que exigem uma quantidade enorme de exploração de mão de obra e extração ambiental.E sou bem otimista com o que chamo de “bicicletas da IA”: sistemas especializados, eficientes, com bom custo-benefício, governáveis pelas pessoas, cujo desenvolvimento pode ser participativo. Países como o Brasil, o Chile, a Índia, qualquer contexto, têm recursos pra desenvolver e se autodefinir, em vez de simplesmente herdar um sistema criado pelos dois únicos centros do mundo capazes de gastar uma quantidade extraordinária de capital: o Vale do Silício e o ecossistema tecnológico chinês.E o motivo pelo qual eu acho tão corrosivo o que os impérios da IA estão desenvolvendo é exatamente o que você disse: a forma como eles fazem isso, por um mecanismo de força bruta pra avançar as capacidades da IA em escala. Eles vão simplesmente empurrando cada vez mais dados de treinamento nesses modelos, e isso exige corroer a privacidade das pessoas, tomar a propriedade intelectual delas e, ainda por cima, baixa a qualidade dos dados que entram nos modelos — o que leva aos danos de exploração de mão de obra, porque aí você tem que dar conta da moderação de conteúdo.E aí você tem pessoas psicologicamente traumatizadas por serem expostas a todo aquele conteúdo horrível que se tenta “lavar” através desses modelos.E aí vem o problema dessas infraestruturas de computação enormes, com impactos ambientais que aumentam a conta de luz das comunidades que as hospedam e agravam a crise de custo de vida. Elas precisam ser alimentadas por fontes fósseis, que jogam mais carbono na atmosfera e mais poluição no ar dessas comunidades.Então todos os problemas que eu identifico, no que têm de corrosivo, derivam inteiramente da abordagem deles pro desenvolvimento de IA. Por que não descartar a abordagem, em vez de descartar a tecnologia? Redefinir e redesenhar de que tipos de sistema de IA a gente precisa de verdade, com uma cadeia de suprimentos fundamentalmente diferente. E isso não é exclusivo da IA.A gente já viu muitas outras indústrias que começaram com uma cadeia de suprimentos bem ruim. A moda, por exemplo: muita degradação ambiental, muita exploração de mão de obra.Com muita organização, protesto, ação de consumidores, regulação governamental e cooperação entre governos, a gente conseguiu criar mercados novos pra moda sustentável e ética, cadeias de suprimentos novas e inovações pra fazer roupa mais saudável pras pessoas e pro planeta.E é basicamente isso que eu defendo: transformar a indústria de IA do mesmo jeito que transformamos a moda, e as cadeias de suprimento de alimentos. Assim a gente fica com os benefícios da tecnologia, ajuda ela a avançar os objetivos que importam pra gente, sem jogar uma fração enorme da população mundial numa condição atrasada e numa qualidade de vida pior.Cris: O Brasil está agora, no Congresso, discutindo a escala de seis dias por semana. A regra atual é: você trabalha seis dias e descansa um. E muitas empresas, o comércio principalmente, dizem “vamos fechar as portas”, e os trabalhadores respondem “isso é problema seu, não meu”. É mais ou menos a mesma narrativa dessas empresas de IA: se eu não usar a sua água, a Idade das Trevas está chegando.Falando em Idade das Trevas, e falando em bicicleta: a sua analogia me lembrou uma coisa. Eu gosto de jogo de zumbi, de mundo aberto, e em nenhum deles tem bicicleta. Num desses jogos, instalei um plugin que deixava andar de bicicleta — você acha uma e sai pedalando. E aí entendi por que não tem bicicleta: desbalanceia tudo. Parte da graça do jogo é você precisar achar um carro, e daí pneu, gasolina, comida pra carregar. De bicicleta, você vai a qualquer lugar.E eu pensei: ah, é. Meio que estraguei o jogo pra mim, porque agora tenho uma bicicleta, é incrível. Enfim, em termos práticos: no fim do ano passado, uns meses atrás, a revista Wired publicou um artigo pedindo pra jornalistas de tecnologia contarem como usam IA no trabalho. E cada um usava de um jeito. Você usa IA no seu trabalho? Como?Karen Hao: Eu não uso nenhum sistema de IA generativa no trabalho — nem ChatGPT, nem Gemini, nem Claude. Por três motivos. O primeiro é uma postura ética, depois de tanto investigar essas empresas. O segundo é privacidade de dados: eu investigo essas empresas.Não quero que elas conheçam todo o meu raciocínio enquanto eu apuro o livro, literalmente investigando elas. E o terceiro é que, no meu caso específico, a força do meu trabalho está na capacidade de construir relações fortes com as fontes, pela empatia, e de contar histórias envolventes, pela narrativa. E os grandes modelos de linguagem simplesmente não são a ferramenta certa pra nenhuma das duas coisas.Não vão melhorar a minha empatia nem a minha escrita. Então eu não perco nada com essa postura ética: simplesmente corto essas ferramentas e sigo fazendo o meu trabalho muito bem. Pra outros jornalistas pode ser diferente, e pra quem está em outras áreas o cálculo pode ser outro.Mas eu incentivo as pessoas a pensarem primeiro: quais são as suas forças no trabalho? Quais são os seus objetivos? E aí ir de trás pra frente pra descobrir se a IA é a ferramenta certa, qual tipo de IA é a ferramenta certa, e qual fornecedor você quer de fato usar, apoiar, votar com os pés. Agora, eu uso, sim, IA preditiva.Aquelas ferramentas de IA especializadas, as “bicicletas da IA”, digamos. No livro, tinha um detalhe que eu queria muito ilustrar: como a OpenAI deu um salto quando passou de organização sem fins lucrativos a um empreendimento bancado pela Microsoft. Percebi que as cadeiras do escritório ficaram bem mais caras. Então fotografei as cadeiras de um escritório e as do outro.E joguei tudo na busca reversa de imagens do Google, que é um sistema de IA especializado — não é baseado em grandes modelos de linguagem, não é IA generativa. Assim descobri quanto essas cadeiras costumam custar. No primeiro escritório, cerca de 2 mil dólares por cadeira. No segundo, eram cadeiras de um designer brasileiro famoso, uns 10 mil dólares cada.Coloquei esse detalhe no livro pra ilustrar o tipo de riqueza e de concentração de recursos de que a gente está falando. Esses são alguns dos jeitos como eu uso IA, ainda que de forma bem limitada, sempre pontual, quando acho que vai ajudar. E, claro, uso ferramentas de transcrição por IA — outra IA especializada — em todas as minhas entrevistas.Cris: Essa foi uma das partes em que a minha cabeça explodiu, eu nunca tinha percebido: a OpenAI criou o Whisper. Deixa eu dizer de outro jeito, do meu ponto de vista. A OpenAI liberou abertamente essa ferramenta incrível de transcrição, o Whisper, em que eu jogo o áudio e ela me devolve as palavras que as pessoas disseram. E eu pensei: ah, que generoso da parte deles.Mas o motivo real de terem criado a ferramenta foi pegar todos os vídeos do YouTube, transcrever e alimentar a máquina. E aí é: ah, claro. Enfim, falando de ferramentas e de otimismo — a gente está chegando ao fim da conversa. Eu tenho uma regra desde o episódio dois deste programa, há oito anos: de novo, como eu disse do seu livro, não pode ser só uma lista de reclamações e coisa ruim. E a gente tem se saído bem até aqui.Você falou de caminhos e de bicicletas, mas eu quero ser mais específico. Se isso aqui fosse uma reunião de negócios: qual é o plano de ação, quais são os próximos passos? Só que uma das coisas que eu repito bastante, na vida e neste programa, é que problema sistêmico não se resolve com ação individual. Se eu tomar banhos mais curtos, isso nunca vai salvar o planeta do aquecimento global.E muitos amigos meus simplesmente: não quero falar de IA, não quero usar IA. Voltando aos videogames: leram que tal jogo usa IA e pronto, não vão jogar. E a minha primeira pergunta pra você é: como a gente ocupa esses espaços da IA generativa — ChatGPT, Gemini e por aí vai? Porque o que a gente viu com as redes sociais foi: ah, o Facebook é do mal, vou sair do Facebook. Ah, vou sair do Twitter.E, na esperança de quê, sei lá, talvez alguém diga: ah, sinto falta do Cris, cadê ele? Ah, está no Bluesky. Mas isso deixa o espaço aberto pra os radicais entrarem e postarem o que quiserem, sem ninguém contrapor ou tornar aquilo um lugar melhor. Então como a gente ocupa o espaço da IA — seja qual for a definição de “espaço da IA” que você preferir — com todos esses problemas que a gente vem discutindo?Karen Hao: Acho que tem duas categorias de ação pra gente pensar. Uma é desmantelar o império. A outra é investir e construir novos tipos de sistema de IA, que se tornem alternativas às tecnologias do império. Quando eu digo desmantelar o império, não estou dizendo que quero que a OpenAI, o Google, a Anthropic, seja quem for, simplesmente deixem de existir.É que eu não quero que elas sejam imperiais. Não quero que fiquem extraindo uma quantidade extraordinária de valor sem redistribuir nada em troca. Se elas voltassem a ser negócios que praticam uma troca justa de valor com o mundo, eu ficaria perfeitamente feliz com qualquer tecnologia que estivessem desenvolvendo.E a forma de desmantelar o império, acho, se resume a muita organização de base, que vai pressionar os governos a regular e responsabilizar essa indústria. No último ano, a gente viu uma quantidade incrível dessa organização de base florescendo pelo mundo.Recentemente, lancei com um grupo de jornalistas, pesquisadores de IA e acadêmicos críticos um projeto chamado AI Resist List, que busca documentar parte dessa organização de base pelo mundo. A gente encontrou cerca de 30 exemplos, de todas as regiões, de ações individuais, institucionais e movidas pela comunidade.Tinha ação artística, ação política. E isso mostra bem o seu ponto: não dá pra contar só com a ação individual, mas o indivíduo pode, sim, ter impacto. Até uma ação pequena pode gerar um grande efeito cascata. Claro que se juntar com os vizinhos pra protestar contra o data center é ainda mais eficaz. Se juntar dentro da sua escola ou universidade pra protestar contra a parceria dela com uma empresa de IA também é mais eficaz.Se juntar com os colegas de trabalho de um setor pra barrar a adoção de uma IA que corrói os direitos trabalhistas é mais um jeito eficaz. A gente tem um monte desses exemplos. Um dos meus favoritos é o de uma comunidade sobre a qual escrevi no livro, Quilicura, no Chile, na periferia de Santiago. É uma comunidade da classe trabalhadora, bem pobre, que vem sendo alvo incessante da expansão de data centers.E por isso protestaram de forma bem aguerrida contra essa expansão, porque não acharam bom negócio hospedar essas instalações sem tirar nenhum benefício, enquanto elas consomem uma parte significativa dos recursos naturais da região.E, logo depois que escrevi sobre eles, foram além na resistência e criaram uma plataforma chamada Quili.ai. É um site em que você entra e que parece um chatbot, parece o ChatGPT: tem uma interface de chat pra você digitar. Só que, quando você faz uma pergunta, em vez de um modelo de IA responder, a mensagem é encaminhada pra alguém que mora em Quilicura, no Chile. Aí, se você pede “quero a imagem de um cachorro”, aquilo vai pro artista local deles, o Benji. Ele pega um pedaço de papel, desenha um cachorro, tira uma foto e te manda de volta.Eles fizeram isso essencialmente como um projeto de arte performática, pra fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de usar IA generativa pra bobagem. A mensagem era: ei, quando você fica brincando com essas ferramentas em pedido besta, isso afeta comunidades como a nossa, drena os recursos de que a gente precisa pra viver bem.E também queriam levar as pessoas a pensar: por que não perguntar pra alguém da sua própria comunidade aquela receita que você procurava, ou pedir aquela imagem? Porque aí você reconstrói as conexões que estão tão em falta na sociedade — a falta delas é o que nos deixa mais vulneráveis a esse tipo de colonização do império.Eles deixaram o projeto aberto por 24 horas, e qualquer pessoa no mundo podia mandar um pedido. Receberam uma quantidade extraordinária deles. Viralizou de vez. E essa cidadezinha conseguiu uma virada enorme de narrativa sobre a suposta inevitabilidade e necessidade dessa tecnologia, sobre tudo o que o Vale do Silício diz — que, se você não usar, vai ficar pra trás de quem usa.E esse é só um exemplo, entre muitos, de como pessoas comuns, não importa a sua posição na sociedade, podem ter impacto real no debate, na consciência pública e até na regulação. A gente está vendo isso agora com os protestos contra data centers. Nos EUA, em 2025, cerca de 150 bilhões de dólares em projetos de data center foram travados.Isso virou uma das questões políticas mais quentes nos EUA para as próximas eleições de meio de mandato. Tem gente eleita sendo literalmente tirada do cargo por ter aprovado data centers, contrariando a vontade do povo. E isso já está tendo efeito real sobre as empresas e sobre a trajetória do desenvolvimento de IA.A OpenAI teve que encerrar recentemente a sua ferramenta de geração de vídeo, o Sora. Quando lançaram, apresentaram como o segundo produto mais importante desde o ChatGPT. O que aconteceu entre o lançamento e o fim? Uma reportagem do Wall Street Journal apontou três motivos, todos moldados por ação de base. Um: um gargalo enorme de capacidade de computação.Muitos dos data centers travados ou parados eram da OpenAI. Dois: um cenário financeiro bem mais incerto. A OpenAI está se preparando pro IPO, o que significa ficar mais exposta a Wall Street — e Wall Street está cada vez mais nervoso com a capacidade dessas empresas de cumprir o que prometem.E aí a OpenAI teve que reforçar alguns projetos paralelos pra fazer o balanço parecer um pouco melhor aos olhos de Wall Street. E, terceiro: os consumidores simplesmente não estavam usando o produto — o que também é ação coletiva de consumidores. Então, por todo esse tipo de resistência, de várias formas, de baixo pra cima, as pessoas estão de fato tendo impacto real na indústria e responsabilizando ela.Essa é a primeira categoria de ação. A segunda é: ok, que tecnologias de IA a gente usaria como alternativa? E aí a gente precisa investir mais nelas. Muitas vezes, quando converso sobre o livro, a pessoa diz: ok, me convenci de que não quero usar ChatGPT, não quero usar Claude — mas então uso o quê no lugar?E o problema é que eu não tenho muitas respostas pra essa lista de alternativas. Tem umas poucas aqui e ali, uma plataforma, uma empresa.Cris: Dá pra rodar o modelo no seu próprio computador, como o Cory Doctorow faz, mas aí é limitado e…Karen Hao: Exatamente, exige mais habilidade técnica. Mas, pra quem consegue instalar modelos de código aberto no próprio computador, eu incentivo 100%. Só que a gente também precisa de mais gente desenvolvendo interfaces bem fáceis pra esses modelos de código aberto, pra que qualquer pessoa consiga usar.A gente também precisa de mais gente desenvolvendo “bicicletas da IA”, de investidores e governos investindo mais nesse tipo de solução, e de talento — pesquisadores de IA, desenvolvedores e outras pessoas dispostas a sacrificar um pouco e abrir mão dos pacotes de remuneração enormes.Cris: Eu estava começando a achar que agora as empresas precisam ter menos lucro — e isso nunca vai acontecer.Karen Hao: Não, não é a empresa ter menos lucro. É o trabalhador topar abrir mão do pacote de milhões de dólares pra levar o talento dele pra outro lugar. Mais fácil, bem mais fácil. Eu converso com muito pesquisador de IA cansado da abordagem da indústria, porque ela é completamente sem criatividade intelectual.Eu conversei com pesquisadores que não passaram seis anos num doutorado em IA só pra ficar empurrando mais dados na máquina — pra eles, é o trabalho mais chato do mundo. E depois automatizar a programação, que era justamente o que eles gostavam de fazer. Converso com tanta gente que já não acha graça nenhuma nisso. Estão meio presos por “algemas de ouro”.E estão tentando descobrir, dentro de si, que carreira alternativa poderiam ter. Eu costumo incentivar esses pesquisadores a gastar o talento deles construindo um tipo diferente de empresa, que trabalhe com “bicicletas da IA”. E a gente já começa a ver cada vez mais desse talento indo por aí.E a gente precisa que todas as facetas da sociedade invistam num ecossistema muito mais robusto e rico de tecnologias de IA, capaz de substituir as que hoje dominam. Eu ainda tenho as cicatrizes das minhas próprias “algemas de ouro”, mas concordo plenamente.Cris: E as redes sociais são o exemplo — veja o que aconteceu com elas. Tem aquela frase famosa: as mentes mais brilhantes da minha geração passam o tempo fazendo as pessoas clicarem em anúncios. E ainda dizem: ah, isso pode ser o futuro. Pois é.Você contou a história do Quili.ai e isso me lembrou um dos primeiros criadores de conteúdo do Brasil, o Cid Não Salvo. Uns 10, 15 anos atrás, ele tuitou o seguinte: “Gente, eu disse pro meu pai que, sempre que ele precisar pesquisar alguma coisa na internet, é pra ir no Twitter.com e digitar a pergunta na caixa”. E olha que ele tinha milhões de seguidores.E, por uns bons dias, quase um mês, você entrava no Twitter do pai dele e via perguntas tipo “onde eu compro pizza?”. Era engraçadíssimo. No fim, ele contou pro pai — ou talvez não. Mas eu adoro essa ideia. Antes de a gente terminar: você já deve ter respondido isso mil vezes, mas vai continuar cobrindo IA? O que está na sua cabeça, o que vem por aí? Turnê mundial? O que vem pela frente?Karen Hao: Com certeza estou pensando em como continuar responsabilizando essas empresas. Estou envolvida em várias colaborações, com gente incrível, em diferentes projetos ligados a isso. O AI Resist List foi um deles. Também co-criei um programa chamado AI Spotlight Series, com o Pulitzer Center, uma organização jornalística sem fins lucrativos que financia jornalismo investigativo pelo mundo.É um programa que treina jornalistas do mundo inteiro a cobrir IA por uma lente de responsabilização. Até agora, já treinamos mais de 3 mil. E eu sigo pensando em como construir mais capacidade dentro do jornalismo, da sociedade civil, de outros contextos, pra mobilizar ainda mais essa organização de base — pra conter de verdade os impérios da IA e ajudar a desmantelá-los.Cris: Adorei o seu exemplo da moda. É possível, já foi feito. Ou até a indústria automotiva. Ou o grande exemplo que a gente não mencionou, e que o pessoal da OpenAI vive citando: o Projeto Manhattan, a energia nuclear.O mundo não acabou. Quando eu era criança lendo Asimov, achava que ia tudo acabar num fogo nuclear. Enfim — alguma última palavra, alguma mensagem, algum palpite pros jogos do Brasil na Copa, alguma coisa que você queira dizer antes da gente encerrar?Karen Hao: No fim das contas, o que eu espero que fique desta conversa e do livro é o seguinte: neste momento, o Vale do Silício está concebendo a IA como um projeto político. E a característica central desse projeto é tirar a autonomia de todo mundo — a autonomia de moldar de verdade o próprio futuro e o nosso futuro coletivo. Mas, no instante em que você reconhece que já tem uma autonomia significativa pra resistir, o império começa a desmoronar.Então espero que as pessoas encontrem a própria voz, a afirmem, conquistem o seu lugar à mesa e se conectem com os vizinhos, com a comunidade, com os colegas de trabalho, pra criar mais movimentos juntos.Cris: Que ótimo. Karen Hao, o seu livro é O Império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total. Obrigado por vir ao Brasil conversar com a gente. Foi um prazer.Karen Hao: Muito obrigada.Uma das primeiras perguntas que anotei quando comecei a pensar nessa conversa foi justamente a do final, a da ocupação de espaços. Porque, como eu disse, quando as redes sociais chegaram para ficar, muita gente falou “ah, não vou usar, é do mal” — e aí as pessoas ruins, vamos chamar assim, acabam ocupando esse espaço e falando o que bem entendem. A gente precisa aprender essa lição agora, no mundo da IA.Fora que vejo muita gente falando de IA sem nunca ter usado — ou que usou, sei lá, dois anos atrás, acha que continua tudo igual e já diz que não quer chegar perto.E por quê? Porque essa abordagem de ocupar espaços é o que eu e a Ana Freitas buscamos fazer no IA em Curso, nossa comunidade de letramento contínuo em IA. Foi, aliás, uma conversa que tive com a Karen antes da entrevista: ao mesmo tempo que a gente fala do impacto da IA no mundo, também precisa focar no que é prático, no que dá para fazer hoje com IA, sem vender sonho nem desastre. A analogia que usei foi a de que é que nem quando a gente fazia curso de Word e Excel — é o que eu faço agora que vai facilitar minha vida, me fazer ganhar tempo, botar a IA para me ajudar. Quem viu minha conversa com a Ana aqui no Boa Noite Internet, no fim de 2025, sabe do que estou falando. Se não viu, volta lá e confere.Desde que a gente lançou este episódio, o IA em Curso já passou de 400 pessoas. Tem muita gente colocando projetos pessoais incríveis na rua, tirando do papel aquela ideia que rondava a cabeça há um tempão. E a comunidade tem mentoria ao vivo, aula gravada, newsletter, banco de agentes, grupo de Telegram… que mais? O que não falta é jeito de passar para você o conhecimento sobre IA de que você precisa hoje, agora. Quero te dar a bússola para navegar nesse universo.Se esse é o tipo de abordagem que você quer ter com a IA, passa lá no iaemcurso.com.br e usa o cupom BNI2026 para ganhar 20% de desconto no plano anual. Mas corre, porque daqui a duas semanas vou apagar esse cupom — não é todo dia que a gente dá um desconto desses.É isso. Boa Noite Internet, temporada 2026 começando — como todo ano, com mudança, ideia, projeto. Ou, como diz minha citação preferida de todos os tempos: “vivemos uma fase de transição, como sempre”. Espero ver você por aqui e lá no IA em Curso.Obrigado pelo seu tempo e pela sua atenção. Até o próximo episódio. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe

LASERCAST
#90 - Cavalêro das Tréva: 40 Anos

LASERCAST

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 109:50


O cinquentenário de Batman: O Cavaleiro das Trevas (1986) não é apenas o marco de uma publicação, mas a celebração do momento em que Frank Miller implodiu a imagem do "Cruzado Encapuzado" para reconstruí-la sob uma ótica brutalista e cética. Ao completar meio século de influência, a obra permanece como o divisor de águas definitivo – junto com Watchmen – de uma espécie de perda da inocência no gênero dos super-heróis norte-americanos.Para mergulhar nessas camadas — e talvez se perder nelas — a Raio Laser gravou um Lasercast especial sobre o tema. Como é de praxe em nossas produções, a análise profunda se mistura com comentários humorísticos e sarcásticos de gosto duvidoso, que os integrantes cultivam com tanto empenho. Lembrando que este é episodio 90! Comemos mosca no abre do programa, hehe.Participam do papo: Ciro Inácio Marcondes, Bruno Porto, Márcio Júnior, Pedro Brandt, Lima Neto e Marcão Maciel.Edição: Eder FreireSe gosta do Lasercast, nos siga e dê 5 estrelas!Siga a Raio Laser:www.raiolaser.nethttps://www.instagram.com/raiolaser_hqhttps://x.com/raiolaserHQhttps://www.facebook.com/raiolaser

Caixa de Música
DANNY ALVES: “O poder da música para afastar as trevas é gigantesco”

Caixa de Música

Play Episode Listen Later Jul 2, 2026 11:19


O Caixa de Música é exibido na TV Novo Tempo de segunda a quinta às 18h e, aos sábados, às 12h.Curta e siga o Caixa de Música nas redes sociais: Instagram: ⁠https://www.instagram.com/caixademusica/⁠Facebook:⁠ https://www.facebook.com/CaixadeMusica/⁠X: ⁠https://x.com/caixademusic

RdMCast
RdMCast #558 – Uma história do horror queer com a Estante Virtual

RdMCast

Play Episode Listen Later Jun 25, 2026 72:50


Para comemorar o mês do orgulho LGBTQIA+, o RdMCast retornou para a catacumba assombrada da Estante Virtual para conversar um pouco mais sobre o horror queer na literatura e no cinema. Entre monstros clássicos, adaptações literárias marcantes e muitos filmes icônicos, hoje nossa bancada visitou os acervos da Estante Virtual, o lugar onde tudo sobre livros acontece, para discutir a história do horror queer, suas representações em diferentes tipos de mídia e mudanças ao longo do tempo. De vampiros do século XIX, passando por The Rocky Horror Show até chegar em Chucky e o Babadook, embarque conosco por essa jornada cheia de recomendações, risadas e histórias marcantes. Escolha um livro, se aconchegue na poltrona e se prepare para revisitar algumas de suas obras e personagens favoritos, afinal “a história do horror queer é a história do próprio horror”.O RdMCast é produzido e apresentado por: Gabi Larocca, Thiago Natário e Gabriel Braga.Apoie o RdM e receba recompensas exclusivas: https://apoia.se/rdmCONFIRA O CATÁLOGO DA ESTANTE VIRTUAL:Site: https://www.estantevirtual.com.br/Use o cupom RdMCastSiga no Instagram: @estantevirtual.brCITADOS NO PROGRAMA:1. MONSTROS LITERÁRIOSCarmilla de Sheridan Le FanuDrácula de Bram StokerO Retrato de Dorian Gray2. MONSTROS CINEMATOGRÁFICOS NO HORROR CLÁSSICODrácula (1931) e Nosferatu (1922)Frankenstein (1931) e A Noiva de Frankenstein (1935)A Filha de Drácula (1936)3. ADAPTAÇÕES LITERÁRIAS“A Assombração da Casa da Colina”PsicoseO Silêncio dos Inocentes e Dragão VermelhoFome de ViverHellraiser + Cabal: Raça das Trevas + Livros de Sangue4. ANOS 1970 E 1980The Rocky Horror Picture Show (1975)Vestida para Matar (1980)Acampamento Sinistro (1983)Os Garotos Perdidos (1987)Entrevista com o VampiroA Hora do Pesadelo 2 (1985)5. HORROR QUEER HOJE: RESSIGNIFICAÇÕESGarota InfernalAlta Tensão (2003)The Retreat / Lutar ou Morrer (2021)Faca no Coração (2018)Freaky (2020)Titane (2021)Morte, Morte, Morte (2022)As Boas Maneiras (2017)Verão Fantasma (2022)trilogia Rua do Medo (2021)Sugestões de livros:Sangue Raro – Lucas SantanaCinderela Está Morta – Kalynn BayronEu que nunca conheci os homens – Jacqueline HarpmanO corpo dela e outras farras – Carmen Maria MachadoA Queda da Casa Morta – T. KingfisherO chalé no fim do mundo – Paul TremblayFãs do Impossível – Kate ScelsaA Criatura do Jardim – Noah MedlockLISTAS ESPECIAIS DA ESTANTE VIRTUAL:Campanha Orgulho: https://www.estantevirtual.com.br/lst/orgulho-na-literaturaCampanha de Horror: https://www.estantevirtual.com.br/lst/livros-de-terror-e-sobrenaturalLiteratura Trans: https://www.estantevirtual.com.br/lst/literatura-transLivros que viraram filmes: https://www.estantevirtual.com.br/lst/livros-que-viraram-filmes  Livros que viraram séries: https://www.estantevirtual.com.br/lst/livros-que-viraram-seriesoUTRAS CITAÇÕES:Filmes:Queer for Fear: The History of Queer Horror (2022)O Babadook (2014)Matadores de Vampiras Lésbicas (2009)Atração Mortal (1970)Luxúria de Vampiros (1971)As Filhas de Drácula (1971)A Noiva! (2026)Desafio do Além (1963)A Mulher Oculta (1938)Festim Diabólico (1948)O Silêncio dos Inocentes (1991)Raça das Trevas (1990)Fome de Viver (1983)Entrevista com o Vampiro (1994)Scream, Queen! A Hora Do Meu Pesadelo (2019)Chucky (2021 – 2024)O Filho de Chucky (2004)Outros livros:Morto Até o AnoitecerO Silêncio dos Inocentes: Entre Cordeiros e MonstrosChucky: o Legado do Brinquedo AssassinoSiga o RdMYoutube: https://www.youtube.com/c/Rep%C3%BAblicadoMedoInstagram: @republicadomedoTwitter: @RdmcastEntre em contato através do: contato@republicadomedo.com.brLoja do RdMConheça nossos produtos: https://lojaflutuante.com.br/?produto=RdmPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram: @estudiogrimContato: contato@estudiogrim.com.br

Espiritismo Cast
Espiritismo: Maniqueísta ou Progressista? [Ep97]

Espiritismo Cast

Play Episode Listen Later Jun 24, 2026 93:23


E chegamos à última live do primeiro semestre de 2026, na programação dos "Embalos de Sábado à Noite do ECK", neste 20 de junho. Nele, estaremos recebendo Alexandre Caldini (SP), administrador e escritor, autor de vários livros, entre os quais "A essência do Espiritismo: um olhar moderno sobre as grandes questões da filosofia espírita" (Ed. Sextante, 2025). Na bancada, para o debate franco, a também escritora, professora e relações públicas, Arlete Braglia (SP), cujo livro mais recente é "Há luz no fim do túnel" (Ed. Letras Brasilis, 2025). Para também debater e mediar a atividade, como de costume, Marcelo Henrique (SC) estará à frente, na Moderação.O tema é: "Espiritismo: Maniqueísta ou Progressista?". O Maniqueísmo simboliza uma doutrina religioso-filosófica (século III), que entende o mundo de forma dual e absoluta, entre a luz (o Bem) e as trevas (o Mal), numa visão simplista. O Progressismo, por sua vez, enquadra a atuação jurídico-social focada nas transformações sociais, no respeito e ampliação dos direitos civis e o desenvolvimento com justiça social. Então, como fica o Espiritismo e o meio espírita (isto é o conjunto de individualidades e grupos/instituições que se afirmam como espíritas) diante destas questões?Diante disto, é importante questionar.1) Os espíritas em geral pautam, costumeiramente, suas atividades sobre a citada dualidade "Bem x Mal", "Luz x Trevas"? Por que isso acontece?2) Por que a ideia de progressismo – que remete à Lei do Progresso e à proposta genuinamente kardeciana de indivíduos influenciando nas transformações sociais – é vista com contrariedade e, até, combatida nos grupos/instituições, sendo confundida com vieses político-partidários?3) A partir do tema, qual deveria ser a abordagem mais adequada e ideal acerca de temas como suicídio, aborto, eutanásia/suicídio assistido e outros temas relacionados à Vida e à Morte (física)?4) Como tratar questões contemporâneas relacionadas à sexualidade humana, como a transexualidade? 5) Por que os espíritas em geral se preocupam tanto com a caridade e se esquecem da luta por justiça social para todos?6) Por que ações, projetos, iniciativas governamentais e discursos relacionados à melhor e mais adequada distribuição de renda, inclusive com programas assistenciais como o "bolsa família", são rechaçados e desqualificados por muitos espíritas?7) Existem muitos Espiritismos, em razão de formas diferentes de entendimento e práticas por parte dos espíritas. Porque parece ser impossível conciliar e conviver harmonicamente as distintas "correntes espíritas", como se estivéssemos numa Babel moderna?Estas são instigantes e provocantes indagações que nos direcionam ao formato e conteúdo do debate em mais essa edição dos "Embalos". E é por isso que convidamos você, de qualquer corrente, interpretação ou organização espírita, para comparecer ao nosso evento, com questionamentos e comentários em tempo real, inclusive com contribuições importantes para a temática escolhida.

ICNV Jardim Alvorada
#50 | Um Raio de Luz em Meio às Trevas | Jeremias 52

ICNV Jardim Alvorada

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 50:32


Sermão da série “Entre Lágrimas e Promessas: A Mensagem deJeremias” ministrado pelo Pr. Guilherme Tartaruga.

Jogabilidade (Games)
Vértice #519: LEGO Batman, Saros vai mal, Capcom vai bem, Amazon cancela mais um jogo e mais!

Jogabilidade (Games)

Play Episode Listen Later May 23, 2026 130:45


Essa semana, LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas reúne as várias fases (e blocos) do Homem-Morcego. Também tem Amazon cancelando mais um jogo, Xbox virando XBOX, PlayStation Plus mais caro, Saros vendendo pouco, Capcom em alta e mais!

Mansão Wayne
As Melhores Histórias do Batman • MW #242 • c/ Fábio da Luz e Marcelo Lara

Mansão Wayne

Play Episode Listen Later May 7, 2026 127:47


Boa noite, Gotham!Hoje abraçamos a responsabilidade de elencar as melhores histórias do Batman nos quadrinhos. E não tem só os batidos que constam em todas as listas do tipo, tem muita coisa diferente e um papo sobre cada uma das obras!E para manter o nivel alto, Carlos Vázquez, André Pansera e Roberto Segundo recebem outros dois amigos especialistas no Morcego: Fábio da Luz e Marcelo Lara.Dê o play e ouça papo!Confira e adquira os quadrinhos citados:O Cavaleiro das Trevas – https://amzn.to/3QJMi7BBruce Wayne: Assassino? – https://amzn.to/425njhtBruce Wayne: Fugitivo – https://amzn.to/4uroQdSBatman: O Messias – https://amzn.to/4te2agaBatman: Asilo Arkham – https://amzn.to/4cK88AmBatman Universo – https://amzn.to/4eiXG45Coringa: Advogado do DiaboBatman: Ego – https://amzn.to/4cMxEFfTerremoto (Cataclismo) – https://amzn.to/42Jub4cTerra de Ninguem – 1: https://amzn.to/4tbLJkr 2: https://amzn.to/3QY9uPn 3: https://amzn.to/429hhwm 4: https://amzn.to/4usYyId 5: https://amzn.to/4urqwEgBatman: Ano Um – https://amzn.to/4cMyMIZA Piada Mortal – https://amzn.to/4tagXZ4Batman: A Queda do MorcegoBatman e Robin (Grant Morrison) – https://amzn.to/4ufO9PYCoringa: De Volta à SanidadeO Que Aconteceu com o Cavaleiro das Trevas – https://amzn.to/3OPxgwtJSA #31 – https://amzn.to/3RfMiw7Batman: Luva Negra – https://amzn.to/48z3keFDetective Comics de Greg Rucka (Detective Comics #742 – 753, 755–771, 773–775)SJA: Dossiê LiberdadeSJA: Trio ProfanoDias Frios – https://amzn.to/48vO56kBatman: VenenoBatman Annual #4 (2017)Batman Annual #14 – https://bit.ly/asagadobatman1Batman Preto e Branco – Luto Eterno – https://amzn.to/4enSJHiBatman #1 – https://amzn.to/4eVYwE0Batman por Marshall Rogers e Steve Englehart – https://amzn.to/4eWiEpBBatman por Neal Adams e Dennis O'Neil – 1: https://amzn.to/4ut2Gbb 2: https://amzn.to/4ehnA8iBatman por Alan Grant e Norm Breyfogle – https://bit.ly/asagadobatman1A Maldição de ScarfaceBatman e Robin: Nascido para Matar – https://amzn.to/4eivkXFBatman: Acossado – https://amzn.to/4cLEM4L ou https://amzn.to/4t5KgMBLongo dia das Bruxas – https://amzn.to/429Xi0pVitória Sombria – 1: https://amzn.to/4tGrAUA 2: https://amzn.to/428VzbKO Espelho Sombrio – https://amzn.to/48VAO7lA Trilogia Batman Vampiro – https://amzn.to/4d1gp1RBatman: Ano Cem – https://amzn.to/49pk2NQ Grupo de Whatsapp:https://bit.ly/grupoMW Só Promoções:https://bit.ly/grupoMWpromoSEJA APOIADOR: Apoie o Mansão Wayne no Catarse:https://www.catarse.me/mansaowayneOu faça um apoio no valor que quiser:https://link.mercadopago.com.br/mansaowayneNOSSOS LINKS DE COMPRA COMISSIONADA: Faça suas compras utilizando nossos links! Para você não muda nada e nós ganhamos uma comissão que ajuda demais: Amazon:bit.ly/amazonmw Mercado Livrehttps://mercadolivre.com/sec/2CdnM3e Panini:bit.ly/paninimwJá salva na barra de favoritos para usar sempre que for comprar algo por lá.EDIÇÃO DE ÁUDIO:André Pansera (Pansera Áudio)DESIGN DA VITRINE:Carlos Vázquez

FGcast
Batman Begins (2005) - FGcast #423

FGcast

Play Episode Listen Later May 4, 2026 118:50


Prepare-se para conhecer o lado mais sombrio — e ao mesmo tempo mais humano — do Cavaleiro das Trevas! Em Batman Begins, dirigido pelo visionário Christopher Nolan, o bilionário traumatizado Bruce Wayne (interpretado com intensidade por Christian Bale) decide que a melhor forma de lidar com seus traumas não é terapia, mas sim vestir uma capa e assustar criminosos com morcegos.Ao seu lado, temos o mordomo mais sábio e sarcástico do cinema, Michael Caine como Alfred, o mestre ninja misterioso Liam Neeson como Ducard, o vilão psiquiatra enlouquecido Cillian Murphy como Espantalho, além de Gary Oldman dando vida ao incorruptível Jim Gordon e Morgan Freeman como o engenheiro que transforma gadgets militares em brinquedos para super-heróis.O filme foi um marco porque tirou o Batman da caricatura colorida dos anos 90 e o trouxe de volta às raízes sombrias e realistas. Gotham deixou de ser um parque temático e virou uma cidade crível, cheia de corrupção e perigo. Com isso, Nolan redefiniu o gênero de super-heróis, mostrando que histórias de quadrinhos podiam ser adultas, filosóficas e cinematograficamente grandiosas.PIX: canalfilmesegames@gmail.comSiga o Filmes e Games:Instagram: filmesegames Facebook: filmesegames Twitter: filmesegamesSpotify: https://open.spotify.com/show/5KfJKthPodcast: https://anchor.fm/fgcastIntro - 0:00Batman Beijinhos - 4:33O que é "Batman Begins"? - 5:01Notas dos agregadores - 12:18Tirando o bode da sala - 13:17O Batman assassino - 34:04Bat-branding - 35:28Grandes Cenas - 36:00Que elenco! - 37:08As bat-bugigangas "realistas" - 38:35Explicações - 40:18Sobre riqueza - 43:52Batman: Ano Um - 47:35Batman v Freeway - 49:41O envenenamento do povo - 51:11Pra chorar - 53:34O "chocante" Espantalho - 54:47O armamento Wayne - 57:27Notas do Filmes e Games - 57:44Premiações - 1:02:10Bilheteria - 1:02:36Momento Locadora - 1:03:48Resultado da Enquete do FGcast #424 - 1:47:34Dicas do FGcast #425 - 1:53:29

LendaCast
S4TANISTA DIZ QUE P4CT0 NÃO É ESCOLHA, É MISSÃO - Mãe Rainha das Trevas | LendaCast #285

LendaCast

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 146:33


No LendaCast de hoje recebo a Mãe Rainha das Trevas para falar sobre o culto aos demônios e à Belzebu, além de seus trabalhos de feitiçaria.

Na Trilha da Coragem
Na Trilha da Coragem: Fabio Turci — Bastidores, Diversidade e o Papel do Jornalismo no Século XXI

Na Trilha da Coragem

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 36:37


Neste episódio emocionante do Na Trilha da Coragem, Carla Brandão recebe o jornalista e apresentador Fabio Turci. Com uma carreira brilhante que inclui coberturas históricas e anos como correspondente internacional em Nova York, Turci abre o jogo sobre o que realmente significa ter coragem no ofício de informar.Ele compartilha histórias inéditas de bastidores, como a inusitada entrevista com o "Príncipe das Trevas", Ozzy Osbourne, e o encontro emocionante com o Metallica e Roger Waters. Mas o papo vai além da música: Fabio fala sobre seu processo de maturação pessoal que o levou a ser uma voz ativa na defesa da diversidade e inclusão, explicando por que, mesmo sendo um homem hétero e cis, ele considera seu dever moral lutar contra o preconceito.Neste podcast, você vai descobrir:Coragem no Jornalismo: O desafio de apurar fatos em uma era de polarização e ataques à imprensa profissional.Ídolos e Bastidores: Como foi entrevistar lendas do Rock e por que ele se arrependeu de "tietar" Harrison Ford.Diversidade e Inclusão: A importância do apoio de aliados nas causas LGBT+ e antirracistas.Influências de Vida: A paixão por Milton Nascimento e como o livro "Sonhos não Envelhecem" marcou sua história.O Futuro da Notícia: Como o jornalismo pode (e deve) dar voz aos grupos marginalizados e invisibilizados da sociedade.Uma aula de humanidade, ética e paixão pela comunicação. Se você busca entender o mundo através de um olhar atento e generoso, este episódio é imperdível.

Inteligência Ltda.
1817 - IMPÉRIO DAS TREVAS X REINO DE DEUS: LAMARTINE POSELLA

Inteligência Ltda.

Play Episode Listen Later Apr 16, 2026 139:37


LAMARTINE POSELLA é teólogo, cantor e pastor. Ele vai bater um papo sobre a eterna batalha entre o Reino de Deus e o Império das Trevas. O Vilela já fez trabalhos de ilustração para ambos os lados.

Kazzttor e seu isCaps
Domingo à noite em 12 de abril de 2026: entre céus e trevas

Kazzttor e seu isCaps

Play Episode Listen Later Apr 12, 2026 4:36


É incrível como a gente está num período tão paradoxal desse mundo, enquanto nós vemos pela primeira vez ao vivo pela internet seres humanos indo longe no espaço em missão lunar em nosso solo vemos absurdos como guerras e ações de ódio contra quem deveríamos amar. Falar sobre céus e trevas, entre a claridade e a escuridão, beira a uma filosofia que muita gente até está cansado de ouvir, mas colocar a cabeça para funcionar e tentar ir além do que a gente vê como rotina pode ser um alívio diante de um mundo que está permanentemente sobre pressão nas nossas rotinas diárias, nas tarefas que temos a cumprir, nas notícias de jornais revistas e internet as mídias sociais, notificações a torto e a direito, e as coisas que acontecem a nossa volta.Para isso, é preciso colocar algumas funções a mais em nossa caixa de ferramentas vital: o primeiro é o nosso conjunto de crenças, é ajustar a nossa crença em nós mesmos, seja diretamente ou por meio de alguma forma de espiritualidade, como por exemplo a prática de alguma religião. Quando a gente ajusta o nosso conjunto de crenças, a gente pode alimentar em nós a autoconfiança que nos permite agir quando necessário e quando preciso. Um segundo ponto ao uso correto de nosso foco, entendendo o que é prioridade e o que não é prioridade, pois somos torpedeados o tempo todo por infinitas notificações, por incontáveis estímulos que tiram o nosso foco, tão a nossa vida um senso de urgência que muitas vezes não é correto, que isso faz com que nós nos perdemos em nossas atividades. Por fim, é muito importante a gente também ter em nós a alto compaixão, a capacidade de se compreender, e de se perdoar quando falha, porque quando você mesmo deixa de se tolerar, você passa a ser inimigo de si mesmo, e começa a se auto sabotar, então a gente precisa ser amigo e companheiro de si mesmo, porque já basta outras pessoas julgarem os seus atos, você precisa entender o que está acontecendo, se perdoar, para poder se corrigir com calma, paciência, humildade e sabedoria.Quando a gente corrige a nossa própria casa, o nosso próprio corpo, o nosso próprio espírito e a nossa própria mentalidade, nós conseguimos, de forma mais equilibrada, enxergar o mundo de uma maneira melhor e mais aderente à nossa realidade de vida. A gente consegue fazer com que as coisas que acontecem no mundo nos mobilizem, quando estas são importantes para nós, e quando deixam de ser importantes, liberamos essas coisas que não mais nos agregam. Com isso também nos blindamos de discursos que só servem para chamar a nossa atenção para interesses que não são nossos, como falsos moralismos, como situações de pânico moral, falsas intrigas que nos querem chamar para conflitos que não nos pertencem.Bem-vindo ao episódio número 119 de Domingo à Noite. Vamos começar a semana botando o tédio pra fora.Ouça o episódio nas principais plataformas de podcast, para ouvir e conferir os links nas mídias sociais acesse: https://linktr.ee/kazzttorpodcastSiga André Arruda, o apresentador e faz tudo nesse podcast nas mídias sociais. Acesse os perfis em: https://linktr.ee/kazzttorPodcast produzido por Kazzttor AMT: https://www.kazzttor.com.br

Missão Exoplaneta
Episódio 30 - A Riqueza do Carnaval Astronômico

Missão Exoplaneta

Play Episode Listen Later Apr 7, 2026 21:05


Dessa vez, Julia trouxe pra avenida espacial escolas de samba que levaram ao Carnaval temas astronômicos representando a origem do Universo, estrelas, constelações, a Lua o Sol, misturando poesia, batuque do tambor e alegria com astronomia!Já faz parte do Laboratório de Experimentos da Missão Exoplaenta? A ME-Lab é exclusivo para apoiadores espaciais e você já pode fazer parte através do Apoia.se ou da Orelo nos links abaixo:apoia.se/missaoexoplanetaestamos a Orelo! >> https://orelo.cc/podcast/5eb699f09ada786904a99f88Referências e créditosA Origem do Carnaval - UFRBA Origem do Carnaval - UFMGPost original do Observatório Nacional sobre Carnaval e AstronomiaNavigium Isidis - WikipediaBacchanalia - BritannicaBacanais eram festas em homenagem a baco - SuperinteressanteCarnaval - NerdologiaPedro Migao - Deu-se o Big Bang e a Viradouro surgiu das Trevas para consagrar o mitoO Grande Desfile Cósmico - Ciência HojeLetras e Música - Dragões do Castelo Samba Enredo 2019Sociedade Rosas de Ouro 2026O 'mito' do alinhamento planetário - Observatório NacionalDesfile Vou te Levar pro Infinito Gaviões da Fiel - YoutubeLetra do samba enredo Vou Te Levar pro Infinito Gaviões da FielDesfile completo da ViradouroTrecho de áudio do Milton CunhaRogerinho do Ingá - áudio da TV QuaseTrilhas SoundtrapFaltou algo? Encontrou algum erro? Mande para appexoplaneta@gmail.com.brAgradecimentos espaciais para: para Ivan Louro, Ederson Peka, Patrick Luan Silva, Vinício Telecio, Alesseio Esteves, Natália Palivanas, Fernanda Amarante, Mariella Patti, Masashi C. Inoue, Sofia Fonseca, Guilherme Bautista e Tânia Domini

RdMCast
RdMCast #546 – A Noiva! e as noivas de Frankenstein

RdMCast

Play Episode Listen Later Apr 2, 2026 73:27


ESTÁ VIVA! Sim, a Noiva (de Frankenstein?) está entre nós. Produzida para o monstro, inicialmente, ela conseguiu sua independência, mesmo com somente 4 minutos de tela no filme de 1935. Apesar de não ter nem falas, a Noiva conquistou o cinema de horror e teve muitas reencarnações ao longo das décadas. O RdMCast dessa semana se propõe a analisar A Noiva!, novo filme de Maggie Gyllenhaal, mas não sem antes fazer um histórico pelas várias versões femininas do monstro – e do doutor – nos filmes de Frankenstein. Prepare-se para entrar em um mundo de cabelos arrepiados, mechas brancas, ataques ao patriarcado e transferência de almas usando campos de força. Acione a alavanca e dê vida a esse debate.O RdMCast é produzido e apresentado por: Gabriel Braga, Gabi Larocca e Thiago Natário.Apoie o RdM e receba recompensas exclusivas: https://apoia.se/rdmCITADOS NO PROGRAMA:A Noiva de Frankenstein (1935)…E Frankenstein Criou a Mulher (1966)A Mulher de Frankenstein (1971)Carne Para Frankenstein (1973)A Prometida (1985)Frankenstein – Terror das Trevas (1990)Frankenstein de Mary Shelley (1994)Penny Dreadful (2014-2016)A Noiva! (2026)Citações off topic:Frankenstein (1931)O Jovem Frankenstein (1974)Todo Mundo em Pânico 2 (2001)Frankenstein (2025)A Noiva de Chucky (1998)A Noiva-Cadáver (2005)A Maldição de Frankenstein (1957)E Deus Criou a Mulher (1956)A Vingança de Frankenstein (1958)O Médico E A Irmã Monstro (1971)Flashdance: Em Ritmo de Embalo (1983)A Filha Perdida (2021)EPISÓDIOS CITADOS:RdMCast #255 – A História da Maquiagem no Cinema de HorrorRdMCast #379 – As Comédias de Horror de Mel BrooksRdMCast #529 – Frankenstein de Guillermo del ToroRdMCast #481 – Especial O Médico e o MonstroRdMCast #326 – o Universo de DunaRdMCast #215 – CoringaRdMCast #477 – A SubstânciaINSIDER STORE COM ATÉ 25% OFFCupom: RDMCASTLink especial: https://creators.insiderstore.com.br/RDMCASTSiga o RdMYoutube: https://www.youtube.com/c/Rep%C3%BAblicadoMedoInstagram: @republicadomedoTwitter: @RdmcastEntre em contato através do: contato@republicadomedo.com.brLoja do RdMConheça nossos produtos: https://lojaflutuante.com.br/?produto=RdmPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram: @estudiogrimContato: contato@estudiogrim.com.br

IPB Rio Preto
0142 CalvinaMente: A luz nas trevas

IPB Rio Preto

Play Episode Listen Later Mar 18, 2026 20:57


AO VIVO ÀS TERÇA - 08:30 - Episódio 142 Essa passagem do Salmo 119 é um dos hinos mais profundos sobre como a sabedoria divina transforma a mente humana. O autor não vê a lei como um fardo ou uma lista de proibições, mas como um "antídoto" que limpa a visão e protege o coração. ESSE PODCAST É UM PROJETO DA IPB RIO PRETO: INSTAGRAM: https://www.instagram.com/ipriopreto/ SOUNDCLOUD: https://soundcloud.com/ipriopreto/sets/calvinamente MESA COMPOSTA POR: 🎙️Reverendo Robson Odirlei Ferreira https://www.instagram.com/robson.odirlei.ferreira/ 🎙️Felipe Carvalho https://www.instagram.com/felipedocarvalhoo/ 🎙️Eduardo Roberto Conceição https://www.instagram.com/edusemisul/ CÂMERAS - ÁUDIO - MÍDIAS SOCIAIS 🎬 Fábio Vizintim https://www.instagram.com/diaconofabiovizintim/ 🎬 Gustavo Fávero https://www.instagram.com/dr.gustavofavero/ LOCALIZAÇÃO DA NOSSA IGREJA Rua Prudente de Moraes 2664, Boa Vista. Caminho para chegar à igreja: https://bit.ly/49C3SPC Secretaria: +55 (17) 32141410 WhatsApp: https://wa.me/5517996127769 Contatos: https://bit.ly/3QWf9TJ CULTOS: AOS DOMINGOS Culto da manhã: 9h Escola Bíblica Dominical: 10h Culto da noite: 19h ÀS QUARTAS Culto de Oração: 20h

Rádio9deJulho
Programa - ENCONTRO COM O PASTOR - É a fé em Jesus que faz passar das trevas para luz - 16.03.2026

Rádio9deJulho

Play Episode Listen Later Mar 16, 2026 10:12


Programa - ENCONTRO COM O PASTOR - É a fé em Jesus que faz passar das trevas para luz - 16.03.2026

Viracasacas Podcast
EH VÁRZEA 083 - Trevas sobre Tel Aviv

Viracasacas Podcast

Play Episode Listen Later Mar 1, 2026 23:21


Na coluna dessa semana Carapanã discute os ataques do Regime Trump ao Irã e como o envolvimento dos EUA em infinitos conflitos no Oriente Médio tem feito com que o apoio interno do eleitorado a Israel seja cada vez menor.PS: se fosse você, escutava em paralelo com um bombástico e já clássico episódio nosso, de número #227, "Não é um conflito" - https://viracasacas.wordpress.com/2021/06/15/227-nao-e-um-conflito-com-andrew-fishman-e-shajar-goldwaser/

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
Lídia Jorge (parte 1): “Acabámos de atravessar a lama. Estou cheia de esperança. Ao mesmo tempo, há avanços em marcha-atrás para as trevas medievais”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 80:30


É uma das vozes mais relevantes e notáveis da literatura portuguesa contemporânea. Foi a primeira mulher escritora distinguida com o Prémio Pessoa 2025 e é o primeiro nome da língua portuguesa a receber o prestigiado Médicis Étranger. Autora de 13 romances, prepara-se para lançar em abril um novo livro, “O Céu Cairá Sobre Nós - 30 Crónicas e um Discurso”, com textos publicados no El País e o célebre discurso do 10 de Junho, com uma importante lição de História, decência e humanidade. Ouçam-na nesta conversa em podcast com Bernardo Mendonça See omnystudio.com/listener for privacy information.

CEI DE CABO FRIO
Esse é quem ELE é - Pr. Glauter Ataide

CEI DE CABO FRIO

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 48:50


Nesta mensagem, o Pr. Glauter Ataide, com o texto em João, capítulo 1, versículos 1 ao 14, nos traz uma reflexão sobre Jesus ser exatamente quem Ele é.O texto de João 1:1–14 é uma das declarações mais profundas sobre a identidade de Jesus. O apóstolo não começa falando de manjedoura, nem de milagres. Ele começa falando de eternidade.“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.” – Evangelho de João 1:11️⃣ Ele é Deus desde o princípioJesus não começou em Belém.Ele não surgiu na história.Ele sempre existiu.“Esse é quem Ele é”:EternoAutoexistenteAntes de tudoAcima de tudoAntes da criação, Ele já era. Antes do seu problema existir, Ele já era Deus. Antes da sua dor nascer, Ele já estava no controle.2️⃣ Ele é a Palavra que revela DeusJoão chama Jesus de Verbo (Logos). Palavra significa expressão.Jesus é a expressão visível do Deus invisível.Quer saber como Deus pensa? Olhe para Jesus.Quer saber como Deus ama? Olhe para Jesus.Quer saber como Deus reage ao pecador? Olhe para Jesus.Ele não é apenas alguém que fala sobre Deus.Ele é Deus falando.3️⃣ Ele é a Luz que vence as trevas“O povo que estava em trevas viu grande luz.”João declara que a luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela.Trevas podem até tentar resistir…Mas não conseguem apagar a luz.Talvez sua vida esteja passando por um momento escuro.Mas “esse é quem Ele é”:✨ Ele é a luz que não pode ser vencida.✨ Ele é a esperança que não pode ser apagada.4️⃣ Ele é o Criador de todas as coisas“Todas as coisas foram feitas por Ele.”Nada existe sem Ele.O mesmo que criou o universo é aquele que se importa com você.Isso significa que:Sua vida não é acidente.Seu propósito não é aleatório.Seu futuro não está solto no acaso.Ele é o Criador… e também o Sustentador.5️⃣ Ele é o Deus que se fez carneE o versículo 14 é o clímax:“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós.”Esse é quem Ele é:Não apenas Deus distante…Mas Deus presente.Ele sentiu fome.Sentiu cansaço.Sentiu dor.Sentiu rejeição.Ele não ficou observando a humanidade de longe. Ele entrou na nossa história.6️⃣ Ele é cheio de graça e verdadeJoão diz que Ele veio “cheio de graça e de verdade”.Graça sem verdade vira permissividade.Verdade sem graça vira condenação.Mas Jesus é o equilíbrio perfeito.Ele perdoa, mas transforma.Ele acolhe, mas confronta.Ele ama, mas não negocia a verdade.Conclusão: Quem é Ele para você?João não escreveu apenas para informar. Ele escreveu para que creiamos.Esse é quem Ele é:Deus eternoPalavra vivaLuz invencívelCriador soberanoDeus encarnadoCheio de graça e verdadeA grande pergunta não é apenas “Quem Ele é?”A pergunta é: Quem Ele é na sua vida hoje?Porque quando entendemos quem Ele é…Nossa identidade muda.Nossa fé amadurece.Nossa esperança se fortalece.Esse é quem Ele é.E Ele continua sendo o mesmo.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!

INA Londrina
08/02/2026 - Pr. Davi de Sousa - A Luz Sempre Vence As Trevas

INA Londrina

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 44:11


08/02/2026 - Pr. Davi de Sousa - A Luz Sempre Vence As Trevas by Igreja Nova Aliança de Londrina

Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo #95 O que fazem os historiadores 2

Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 72:08


No episódio 95, Marcelo Beraba, Estagiário Rodolfo e o C. A. se reúnem para conversar novamente sobre um tema que está no coração deste projeto: a profissão do historiador. O trio debate conceitos, métodos e fundamentos que nortearam as suas trajetórias de formação e como eles iniciaram suas jornadas no mundo da pesquisa sobre o passado. Esta experiência contribui para tentar responder como nasce uma pesquisa histórica, o que diferencia a narrativa do historiador de outras formas de contar o passado e as múltiplas possibilidades de investigação do passado humano. Se tudo isso lhe interessa, ou se você quer conhecer melhor os bastidores desse ofício, este episódio é pra você, dá o play e vem com a gente descobrir mais sobre o fascinante mundo da história e daqueles que a constroem como profissão! Arte da Capa Artes do Episódio: C. A. Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Material Complementar Episódios Relacionados Fronteiras no Tempo #2 Por que conhecer a História? Fronteiras no Tempo #91 O que fazem os Historiadores Produções do Beraba, C. A. e Rodolfo GRANDE NETO, Rodolfo. A Máscara do Homem e a Face do Morcego: O Manifesto Político em O Cavaleiro das Trevas. 1. ed. Guarapuava: Unicentro, 2022. 208p. Disponível em: SILVA, Cesar Agenor Fernandes da. O tempo e o trópico: interpretação e análise dos estudos e debates em torno de Casa-Grande & Senzala de Gilberto Freyre. 2003. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado e Licenciatura em História) – Universidade Estadual Paulista, Faculdade de História, Direito e Serviço Social, Campus de Franca. SILVA, César Agenor Fernandes da [UNESP]. O Correio Braziliense e seu projeto de civilização (1808-1822). 2006. SILVA, Cesar Agenor Fernandes da [UNESP]. Ciência, Técnica E Periodismo No Rio De Janeiro (1808-1852). 2010. SILVA, Marcelo de Souza. Homicídios e justiça na comarca de Uberaba, Minas Gerais (1872-1892). 2008. Tese (Doutorado em História Social) – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Programa de Pós-Graduação em História Social, Rio de Janeiro, 2008. Disponível em: Acesso em: 3 fev. 2026. Livros AUREL, Jaume. A escrita da história. São Paulo: Sita-Brasil, 2010 BLOCH, Marc. Apologia da história, ou o ofício de historiador. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. BURKE, Peter (org.). A Escrita da História: novas perspectivas. São Paulo: Unesp, 1992 BURKE, Peter. A escola dos Annales (1929-1989): a revolução francesa da historiografia. São Paulo: UNESP, 1991. LE GOFF, Jacques. História e memória. Campinas: UNICAMP, 1990. MELLO, Ricardo Marques de. Como a Escrita da História é Elaborada? Uma breve explicação sobre como historiadores convertem informações do passado em livros de história. 1. ed. Curitiba: Casa Editorial, 2022. 216p . PINSKY, Carla Bassanezi (org.). Fontes históricas. São Paulo: Contexto, 2005. PINSKY, Carla Bassanezi; LUCA, Tânia Regina de (orgs.). O historiador e suas fontes. São Paulo: Editora Contexto, 2009 REIS, José Carlos. A história entre a filosofia e a ciência. Belo Horizonte: Autêntica, 2004. SALES, Véronique (org.). Os historiadores. São Paulo: Unesp, 2011. SILVA, Renan. Lugar de dúvidas: sobre a prática da análise história. Breviário de inseguranças. Belo Horizonte: Autêntica., 2015 TETARD, Philippe. Pequena História dos Historiadores. Bauru: EDUSC, 2000. VEYNE, Paul. Como se escreve a história e Foucault revoluciona a História. 4.ed. Brasillia: UNB, 2003. Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #95 O que fazem os historiadores 2. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Marcelo de Souza Silva, Rodolfo Grande Neto e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 03/02/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66437&preview=true Expediente Produção Geral: C. A. e Beraba. Hosts: C. A., Marcelo Beraba e Estagiário Rodolfo. Recordar é viver: Willian Spengler. Artes do Episódio: C. A. Edição: Talk’nCast Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcast – Fronteiras no Tempo
Fronteiras no Tempo #95 O que fazem os historiadores 2

Podcast – Fronteiras no Tempo

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 72:08


No episódio 95, Marcelo Beraba, Estagiário Rodolfo e o C. A. se reúnem para conversar novamente sobre um tema que está no coração deste projeto: a profissão do historiador. O trio debate conceitos, métodos e fundamentos que nortearam as suas trajetórias de formação e como eles iniciaram suas jornadas no mundo da pesquisa sobre o passado. Esta experiência contribui para tentar responder como nasce uma pesquisa histórica, o que diferencia a narrativa do historiador de outras formas de contar o passado e as múltiplas possibilidades de investigação do passado humano. Se tudo isso lhe interessa, ou se você quer conhecer melhor os bastidores desse ofício, este episódio é pra você, dá o play e vem com a gente descobrir mais sobre o fascinante mundo da história e daqueles que a constroem como profissão! Arte da Capa Artes do Episódio: C. A. Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Material Complementar Episódios Relacionados Fronteiras no Tempo #2 Por que conhecer a História? Fronteiras no Tempo #91 O que fazem os Historiadores Produções do Beraba, C. A. e Rodolfo GRANDE NETO, Rodolfo. A Máscara do Homem e a Face do Morcego: O Manifesto Político em O Cavaleiro das Trevas. 1. ed. Guarapuava: Unicentro, 2022. 208p. Disponível em: SILVA, Cesar Agenor Fernandes da. O tempo e o trópico: interpretação e análise dos estudos e debates em torno de Casa-Grande & Senzala de Gilberto Freyre. 2003. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado e Licenciatura em História) – Universidade Estadual Paulista, Faculdade de História, Direito e Serviço Social, Campus de Franca. SILVA, César Agenor Fernandes da [UNESP]. O Correio Braziliense e seu projeto de civilização (1808-1822). 2006. SILVA, Cesar Agenor Fernandes da [UNESP]. Ciência, Técnica E Periodismo No Rio De Janeiro (1808-1852). 2010. SILVA, Marcelo de Souza. Homicídios e justiça na comarca de Uberaba, Minas Gerais (1872-1892). 2008. Tese (Doutorado em História Social) – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Programa de Pós-Graduação em História Social, Rio de Janeiro, 2008. Disponível em: Acesso em: 3 fev. 2026. Livros AUREL, Jaume. A escrita da história. São Paulo: Sita-Brasil, 2010 BLOCH, Marc. Apologia da história, ou o ofício de historiador. Rio de Janeiro: Zahar, 2001. BURKE, Peter (org.). A Escrita da História: novas perspectivas. São Paulo: Unesp, 1992 BURKE, Peter. A escola dos Annales (1929-1989): a revolução francesa da historiografia. São Paulo: UNESP, 1991. LE GOFF, Jacques. História e memória. Campinas: UNICAMP, 1990. MELLO, Ricardo Marques de. Como a Escrita da História é Elaborada? Uma breve explicação sobre como historiadores convertem informações do passado em livros de história. 1. ed. Curitiba: Casa Editorial, 2022. 216p . PINSKY, Carla Bassanezi (org.). Fontes históricas. São Paulo: Contexto, 2005. PINSKY, Carla Bassanezi; LUCA, Tânia Regina de (orgs.). O historiador e suas fontes. São Paulo: Editora Contexto, 2009 REIS, José Carlos. A história entre a filosofia e a ciência. Belo Horizonte: Autêntica, 2004. SALES, Véronique (org.). Os historiadores. São Paulo: Unesp, 2011. SILVA, Renan. Lugar de dúvidas: sobre a prática da análise história. Breviário de inseguranças. Belo Horizonte: Autêntica., 2015 TETARD, Philippe. Pequena História dos Historiadores. Bauru: EDUSC, 2000. VEYNE, Paul. Como se escreve a história e Foucault revoluciona a História. 4.ed. Brasillia: UNB, 2003. Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #95 O que fazem os historiadores 2. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Marcelo de Souza Silva, Rodolfo Grande Neto e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 03/02/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66437&preview=true Expediente Produção Geral: C. A. e Beraba. Hosts: C. A., Marcelo Beraba e Estagiário Rodolfo. Recordar é viver: Willian Spengler. Artes do Episódio: C. A. Edição: Talk’nCast Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.

RdMCast
(teaser) Cabana RdM #97 - Sombras no Deserto: quando Nic Cage virou pai de Jesus

RdMCast

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 2:04


Nos arredores de Belém, dentro de uma manjedoura, ele nasceu. Fugindo do rei Herodes, ele conseguiu mudar a história por meio dos ensinamentos de seu pai, Nicolas Cage.Sim, a nova empreitada dele, que é um dos maiores atores já existentes, é viver o pai de Jesus Cristo em um filme de horror que prometeu muita polêmica, mas que passou longe disso.Sombras no Deserto, ou The Carpenter's Son no original, saiu no final do ano passado e não causou o alvoroço prometido. Vamos entender agora o que aconteceu com o filme em que Jesus é um adolescente chato e Maria tem preenchimento labial. O Cabana RdM começa agora.O RdMCast é produzido e apresentado por: Gabriel Braga, Thiago Natário e Gabi Larocca.ARTE DA VITRINE: Estúdio GrimESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram @estudiogrimcontato@estudiogrim.com.brPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoSEJA UM(A) APOIADOR(A)Apoie o RdM a produzir mais conteúdo e ganhe recompensas exclusivas!Acesse: https://apoia.se/rdmConheça a Sala dos Apoiadores: https://republicadomedo.com.br/sala-dos-apoiadores/CITADOS NO PROGRAMASombras no Deserto (2025)Citações off topicA Última Tentação de Cristo (1988)Brightburn - Filho das Trevas (2019)Eu Vos Saúdo Maria (1985)A Paixão de Cristo (2004)O Corvo (2024)A Vida de Brian (1979)EpisódiosRdMCast #469 – O Corvo: uma catástrofe em forma de remakeTem algo para nos contar? Envie um e-mail!contato@republicadomedo.com.brTwitter: @RdMCastInstagram: Republica do Medo

Igreja Presbiteriana das Graças
Luz dos Céus para um mundo em trevas | Pr. Humberto Ferreira

Igreja Presbiteriana das Graças

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 49:24


Mensagem "Luz dos Céus para um mundo em trevas" do Pr Humberto Ferreira Texto Lido - Isaías 9.1-7 Culto 17h - 11.01.2026

Arquidiocese de Uberaba
Artigo Dom Paulo #03 - Ser luz nas trevas

Arquidiocese de Uberaba

Play Episode Listen Later Jan 19, 2026 3:58


Jesus Cristo, ao nascer, foi apresentado como luz, que brilhou em meio à escuridão da história. Ele é fruto do cumprimento daquilo que tinha sido profetizado no Antigo Testamento. “O povo que andava nas trevas viu uma grande luz” (Is 9,1). Todos os males, as guerras, o desrespeito aos direitos internacionais, são trevas, porque escondem o brilho da luz e provocam todo tipo de destruição.Acompanhe os artigos de Dom Paulo, toda segunda-feira!

Frei Gilson Podcast - Oficial
Cristo é a luz para os que habitavam nas trevas | (Lucas 2, 1-14) #2569 | Meditação da Palavra

Frei Gilson Podcast - Oficial

Play Episode Listen Later Dec 24, 2025 6:57


Passagens Complementares:João 1,1Efésios 5,8-9Romanos 13,12João 1,4-5Isaías 60,1-2

RdMCast
RdMCast #529 – Frankenstein de Guillermo del Toro

RdMCast

Play Episode Listen Later Nov 20, 2025 73:02


Publicado pela primeira vez em 1818 pela jovem Mary Shelley, Frankenstein se tornou uma das maiores obras-primas da literatura de horror e ficção científica. Nesse tempo, a história do cientista inconsequente que ousa desafiar a morte foi transportada inúmeras vezes para o cinema. Em 2025, após muita espera, foi a vez do cineasta Guillermo del Toro apresentar sua versão deste clássico, acompanhado por nomes badalados como Oscar Isaac, Jacob Elordi e Mia Goth. No RdMCast dessa semana, nossa bancada viaja até o laboratório de Victor Frankenstein para conversar sobre essa aguardada adaptação. Entre daddy e mommy issues, análises psicanalíticas, um monstro bonzinho e um cientista insuportável, venha com a gente enquanto dissecamos o novo filme, damos nosso veredito final sobre a criação de del Toro e gritamos aos quatro ventos: está vivo!O RdMCast é produzido e apresentado por: Gabi Larocca, Gabriel Braga e Thiago Natário.Apoie o RdM e receba recompensas exclusivas: https://apoia.se/rdmCITADOS NO PROGRAMA:Frankenstein (2025)Citações off topic:Frankenstein (livro, 1818)Pinóquio (2022)A Noiva de Frankenstein (1935)Frankenstein (1931)Frankenstein de Mary Shelley (1994)Frankenstein, o Monstro das Trevas (1990)O Irlandês (2019)Bonequinha de Luxo (1961)Mulheres Extraordinárias: As Criadoras e a Criatura (livro, 2020)EPISÓDIOS CITADOS:RdMCast #338 – Os Monstros de Guillermo Del ToroRdMCast #474 – Especial Hellboy: as muitas faces do menino demônioCabana Rdm #22 – Pinóquio, um filme de Guillermo del ToroRdMCast #526 – Especial Scream Queens: Mia GothRdMCast #486 – Nosferatu: o vampiro com tesãoRdMCast #371 – Os Monstros da Universal: Uma Breve HistóriaRdMCast #456 – Especial Roger Corman: o mestre dos filmes BRdMCast #528 – Telefone Preto: sequestros, visões e o mundo dos mortosRdMCast #439 – Pobres Criaturas e o mundo bizarro de Yorgos LanthimosOuça o podcast Caça às bruxasSpotify: Caça às bruxas – uma história de terror realSiga o RdMYoutube: https://www.youtube.com/c/Rep%C3%BAblicadoMedoInstagram: @republicadomedoTwitter: @RdmcastEntre em contato através do: contato@republicadomedo.com.brLoja do RdMConheça nossos produtos: https://lojaflutuante.com.br/?produto=RdmUse o cupom RDM10 pra ganhar 10% de desconto em qualquer produto!PODCAST EDITADO PORFelipe LourençoESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram: @estudiogrimContato: contato@estudiogrim.com.br

AoQuadrado - Mangá²
Mangá² #367 - Torneio das Trevas II: Personagens Não-Binários

AoQuadrado - Mangá²

Play Episode Listen Later Oct 27, 2025


Judeu Ateu, Estranho, Boxa e Izzo (Dentro da Chaminé) avançam com a segunda temporada do Torneio das Trevas! Oito personagem entram num torneio sem nexo nem objetivo, precursor das discussões avançadas de powerscaling, no qual o vencedor de cada chave é decidido por argumentos mais sem nexo ainda.Nesta edição, disputam personagens não-binários ou gênero fluido!Torneios das Trevas do Mangá² anterioresApoie o AoQuadrado² no APOIA.se Cronologia do episódio(00:00:00) Torneio das Trevas II: Personagens Não-Binários(01:26:10) Recomendação da Semana – Kanikosen: o Navio dos Homens

RdMCast
RdMCast #523 - Especial Scream Queens: Barbara Crampton

RdMCast

Play Episode Listen Later Oct 9, 2025 83:37


Mais um mês de outubro chegou e o RdM decidiu fazer um halloween comemorativo às nossas rainhas do grito! Ao total, quatro Scream Queens serão homenageadas pela nossa bancada. Para o episódio de abertura, escolhemos a rainha do horror de baixo orçamento, ela, que já enfrentou robôs assassinos, policiais do futuro, vampiros, cientistas malucos, zumbis e até mesmo brinquedos assassinos, a lenda, Barbara Crampton. Com uma carreira repleta de trabalhos e ainda em plena atividade, Crampton é conehcida por incentivar novos talentos e lutar, dentro da indústria, por melhores condições de trabalho às mulheres e por uma representação feminina decente no horror. Se proteja dos cadáveres reanimados e tenha prudência com práticas BDSM de outra dimensão, de castelos vitorianos até o espaço, Barbara Crampton é a Scream Queen que abre nosso halloween de 2025.O RdMCast é produzido e apresentado por: Thiago Natário, Gabriel Braga e Gabi Larocca.Apoie o RdM e receba recompensas exclusivas: https://apoia.se/rdmCITADOS NO PROGRAMA:Início da Carreira:Re-Animator: A Hora dos Mortos Vivos (1985)Robôs Assassinos/Chopping Mall (1986)Do Além (1986)Full Moon Pictures:Pulse Punders (1988)O Mestre dos Brinquedos (1989)O Tira do Futuro (1991)A Guerra dos Robôs (1993)Herança Maldita/Castle Freak (1995) Piratas do Espaço (1996) The Neighbor's Wife (2001) The Sisterhood (2004)Trabalhos Recentes:Você é o Próximo (2011)As Senhoras de Salém Os Últimos Sobreviventes (2014)Ainda Estamos Aqui (2015)Tales of Halloween (2015) Road Games (2015) Sun Choke (2016) Irmã (2016)Replace – Maldição de Pele (2017) Puppet Master: The Littlest Reich (2018)Renascida das Trevas (2018)O Sacrifício (2020)A Anfitriã (2021)A Monstra: Sede de Sangue/Jakob's Wife (2021)A Última Parada do Arizona (2023)Suitable Flesh (2023)Every Heavy Thing (2025)Ciclo de curtas: The Evil Clergyman (2012)The Cartridge Family (2013)Paisley (2013)Citações off topic:A Noiva do Re-Animator (1990)Re-Animator – Fase Terminal (2003)In Search of Darkness: A Journey Into Iconic '80s Horror (2019)O Exterminador do Futuro (1984)Armadilha para Turistas (1979)Waterworld: O Segredo das Águas (1995)O Quinteto (1994 – 2000)A Volta do Mestre dos Brinquedos (1991)Os Pássaros Feridos (1983)O Sono da Morte (2016)EPISÓDIOS CITADOS:RdMCast #512 – Embate famílias disfuncionais: Você é o Próximo X Casamento SangrentoRdMCast #299 – Embate Vampiros: A Hora do Espanto X Os Garotos Perdidos(prévia) Cabana RdM #48 – Horror no Shopping(teaser) Cabana RdM #66 – Armadilha para TuristasRdMCast #331 – Especial Evil DeadRdMCast #430 – Especial Resident EvilRdMCast #519 – A Vida de Chuck e a carreira de Mike FlanaganINSIDER STORE COM ATÉ 35% OFF:Cupom: RDMCASTLink especial: https://creators.insiderstore.com.br/RDMCASTSiga o RdMYoutube: https://www.youtube.com/c/Rep%C3%BAblicadoMedoInstagram: @republicadomedoTwitter: @RdmcastEntre em contato através do: contato@republicadomedo.com.brLoja do RdMConheça nossos produtos: https://lojaflutuante.com.br/?produto=RdmPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram: @estudiogrimContato: contato@estudiogrim.com.br

Ilustríssima Conversa
Leopold Nosek: Empreendedorismo leva pessoas a competir com o próprio relógio

Ilustríssima Conversa

Play Episode Listen Later Oct 4, 2025 41:52


A ficção pode ser a melhor forma de retratar a realidade, diz o psicanalista Leopold Nosek. Criar narrativas para dar sentido ao mundo é inevitável, ele diz, e essa é a base do que chama de método Marlow, inspirado no protagonista do romance "Coração das Trevas" e título do seu livro recém-publicado. "O Método Marlow: Ensaios Indisciplinares em Psicanálise" reúne ensaios recentes que abordam temas como os tipos de sofrimento psíquico relacionados ao espírito do tempo atual e textos que documentam a sua trajetória intelectual e clínica de décadas. Nesta entrevista, Nosek diz ver em seu consultório discursos que pouco avançam em elaborações mais abstratas, que refletem "patologias de pobreza imaginativa" –algo muito semelhante à avaliação que faz das ideologias do presente, que considera muito pouco sofisticadas. Para o autor, a subjetividade moldada por ideais como o empreendedorismo e a meritocracia faz com que os sujeitos, que se consideram seus próprios patrões, passem a competir com o próprio relógio: todos têm que ser campeões, ele diz, e, ao mesmo tempo, vivemos em um mundo cada vez mais marcado pelo medo e pela incerteza. Nosek também discutiu a atualidade da psicanálise. Para ele, não se trata de um campo anacrônico ou ultrapassado, mas de uma prática que, em vez de interpretar sonhos, pode ajudar os pacientes a construir sonhos em um mundo sombrio. Produção e apresentação: Eduardo Sombini Edição de som: Raphael Concli See omnystudio.com/listener for privacy information.

Minha Canção
Minha Canção #17: Ozzy Osbourne

Minha Canção

Play Episode Listen Later Sep 26, 2025 31:08


No primeiro episódio da 17ª temporada, Sarah Oliveira faz uma homenagem ao "Príncipe das Trevas".See omnystudio.com/listener for privacy information.

Krav Magá e Sobrevivência Geek
Batman - Herói Real ou Ficção de Quadrinho? (A Ciência por Trás do Cavaleiro das Trevas)

Krav Magá e Sobrevivência Geek

Play Episode Listen Later Sep 25, 2025 30:13


Você já se perguntou se é possível se tornar o Batman na vida real?

Mensagens da Graça de Deus
A18MOD66_20250903 - O PODER DO EVANGELHO: DAS TREVAS PARA LUZ!

Mensagens da Graça de Deus

Play Episode Listen Later Sep 4, 2025 47:29


Tema – O PODER DO EVANGELHO: DAS TREVAS PARA LUZ! Quarta – Feira 03/09/2025 Pregador : Bp. André Barbosa Neste poderoso sermão, o Bispo André Barbosa revela a profundidade do Evangelho que nos transporta das trevas para a luz. Através da Palavra, somos libertos do império das trevas e inseridos no Reino do Filho do Seu amor. Somos herdeiros da graça, reconciliados com Deus, perdoados completamente e chamados a viver como luz neste mundo. Neste vídeo, você entenderá que a salvação é obra perfeita de Cristo, sem necessidade de rituais, esforços humanos ou práticas extras. Jesus é suficiente! Prepare-se para ser edificado, libertado e ativado na fé. Sua vida nunca mais será a mesma! Aula 18 Módulo – 66 Seminário: Construindo uma casa sobre a Rocha

RapaduraCast
RapaduraCast 879 - Como Christopher Nolan se tornou o maior cineasta da atualidade?

RapaduraCast

Play Episode Listen Later Aug 18, 2025 118:10


Jurandir Filho, Thiago Siqueira e Rogério Montanare batem um papo sobre a carreira de Christopher Nolan e como ele conseguiu ser considerado (hoje) o maior cineasta da atualidade, um diretor que conseguiu unir como poucos o respeito da crítica, o reconhecimento da indústria e o sucesso absoluto de público. Ele fez filmes que não apenas renderam prêmios, como também se tornaram fenômenos culturais, discutidos por anos após o lançamento.Hoje, Christopher Nolan é visto não apenas como um grande diretor de blockbusters, mas como o cineasta que melhor conseguiu unir arte e espetáculo no século XXI, uma combinação que o transformou, para muitos, no maior cineasta em atividade.Comentamos sobre: "Following" (1998), "Amnésia" (2000), "Insomnia" (2002), "Batman Begins" (2005), "O Grande Truque" (2006), "Batman - O Cavaleiro das Trevas" (2008), "A Origem" (2010), "Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge" (2012), " Interestelar" (2014), "Dunkirk" (2017), "Tenet" (2020) e "Oppenheimer" (2023).|| ASSINE O SALA VIP DO RAPADURACAST- Um podcast EXCLUSIVO do RapaduraCast toda semana! http://patreon.com/rapaduracast

Igreja Presbiteriana de Irajá
A Luz que confronta trevas

Igreja Presbiteriana de Irajá

Play Episode Listen Later Aug 18, 2025 28:17


Canal oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil em Irajá. Igreja cristã, reformada e com o intuito de glorificar o nome de Jesus Cristo. Venha nos visitar e participar de uma reunião conosco. Estamos nas redes sociais com o @presbiterianadeiraja.Sermão: Rev. Carlos Alberto Monteiro | Culto matutino | 17/08/2025

INVESTIGAÇÃO CRIMINAL
OZZY OSBOURNE: A MORTE DO PRÍNCIPE DAS TREVAS - IC NEWS #040

INVESTIGAÇÃO CRIMINAL

Play Episode Listen Later Aug 9, 2025 34:55


Neste especial do IC News, prestamos homenagem a Ozzy Osbourne, um dos maiores nomes da história da música, que o mundo perdeu no dia 22 de julho de 2025. Conheça a trajetória do homem que mudou o rock e conseguiu se reinventar em meio ao caos.#ozzyosbourne #ozzy #blacksabbathAssista também: https://youtu.be/YHaVF0JaLrESe você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!

História FM
209 Ozzy Osbourne: vida e obra da lenda do Heavy Metal

História FM

Play Episode Listen Later Aug 4, 2025 103:42


Ozzy Osbourne foi um dos nomes mais icônicos da história do rock, conhecido tanto por sua voz marcante quanto pelo papel central na consolidação do heavy metal como gênero musical. Vocalista original do Black Sabbath, banda com a qual revolucionou o cenário musical nos anos 1970, Ozzy também construiu uma carreira solo de enorme sucesso, com milhões de discos vendidos e diversos prêmios e homenagens ao longo das décadas. Entre polêmicas, reality shows e reencontros com a banda que o lançou ao estrelato, sua trajetória marcou gerações. Convidamos Filipe Figueiredo para apresentar esse episódio, onde são entrevistados Icles Rodrigues e Allan Dannenhauer para uma conversa sobre a vida, o legado e a influência duradoura do eterno Príncipe das Trevas.Adquira o curso História: da pesquisa à escrita por apenas R$ 49,90 ⁠⁠⁠⁠⁠CLICANDO AQUI⁠⁠⁠⁠⁠Adquira o curso A Operação Historiográfica para Michel de Certeau por apenas R$ 24,90 ⁠⁠⁠⁠CLICANDO AQUI⁠⁠⁠⁠Adquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CLICANDO AQUI⁠⁠⁠⁠⁠Colabore com nosso trabalho em ⁠⁠⁠⁠apoia.se/obrigahistoria⁠⁠⁠⁠Dá pra usar roupa preta no sol e não sofrer tanto com o sol? Dá sim, é só usar Insider! Use o cupom HISTORIAFM para 15% de desconto, ou acesse o site pelo link ⁠⁠⁠⁠https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFM ⁠⁠⁠⁠#insiderstore

Relatos do Além
CRÔNICAS DO ALÉM #24 | ESPECIAL FATOS E RALATOS SOBRENATURAIS - OZZY OSBOURNE

Relatos do Além

Play Episode Listen Later Jul 31, 2025 65:09


NerdCast
NerdCast 990 - Ozzy Osbourne: o histórico príncipe das trevas

NerdCast

Play Episode Listen Later Jul 25, 2025 107:16


Morcegos, reality shows e um legado. Vamos recordar os principais momentos da sua carreira, o legado musical, as polêmicas e o impacto cultural do personagem mais icônicos da história do heavy metal! A PRÓPRIA CARNE Trailer Oficial de A Própria Carne: https://youtu.be/qg5ibXsMG9Y Participe da campanha oficial de A Própria Carne e parcele em até 6x sem juros: https://jovemnerd.page.link/A_Propria_Carne_Tour NERDCAST Conte sua história com o NerdCast: https://jovemnerd.page.link/Conte_sua_historia_NerdCast > SIGA O NOVO FEED DO CANECA DE MAMICAS < CONFIRA OS OUTROS CANAIS DO JOVEM NERD E-MAILS Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br APP JOVEM NERD: Google Play Store | Apple App Store ARTE DA VITRINE: Randall Random Baixe a versão Wallpaper da vitrine EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA

Mrparka's Weekly Reviews and Update/ The Secret Top 10
Mrparka's Weekly Reviews and Update Week 421 (06.07.2025) (Ugly Stepsister, Murder-Rock 4K)

Mrparka's Weekly Reviews and Update/ The Secret Top 10

Play Episode Listen Later Jun 3, 2025 58:17


Mrparka's Weekly Reviews and Update Week 421 (06.07.2025) (Ugly Stepsister, Murder-Rock 4K) www.youtube.com/mrparkahttps://www.instagram.com/mrparka/https://twitter.com/mrparka00http://www.screamingtoilet.com/dvd--blu-rayhttps://www.facebook.com/mrparkahttps://www.facebook.com/screamingpotty/https://letterboxd.com/mrparka/https://www.patreon.com/mrparkahttps://open.spotify.com/show/2oJbmHxOPfYIl92x5g6ogKhttps://anchor.fm/mrparkahttps://www.stitcher.com/show/shut-up-brandon-podcasthttps://podcasts.apple.com/us/podcast/mrparkas-weekly-reviews-and-update-the-secret-top-10/id1615278571 Time Stamps 0:00“The Rapacious Jailbreaker” Review - 0:14“A Better Place” Review - 5:10“Terror in the Fog: The Mad Executioners/The Phantom of Soho” Review - 10:34/ 12:58“Murder-Rock: Dancing Death” 4K Review - 16:36“The Oily Maniac” Review - 24:19“The Ugly Stepsister” Review - 28:551982 “Short Film Block” Review - 31:02Patreon Pick “The Godfather” Review - 38:43Questions and Answers- 47:43Patreon Drawing - 56:3722 Shots of Moodz and Horror – https://www.22shotsofmoodzandhorror.com/Podcast Under the Stairs – https://tputscast.com/podcastVideo Version – https://youtu.be/cM3NzhAeIawLinksRadiance Films - https://www.radiancefilms.co.uk/The Rapacious Jailbreaker Blu-Ray - https://mvdshop.com/products/the-rapacious-jailbreaker-blu-rayMVD Rewind Collection - https://www.facebook.com/MVDRewindCollection/A Better Place Blu-Ray - https://mvdshop.com/products/a-better-place-directors-cut-blu-rayEureka - https://eurekavideo.co.uk/Terror in the Fog Blu-Ray Set - https://mvdshop.com/products/terror-in-the-fog-the-wallace-krimi-at-ccc-blu-rayVinegar Syndrome - https://vinegarsyndrome.com/Murder-Rock 4K - https://youtu.be/2NUUmGf08qI?si=A8eMOe7mAD8Si1doThe Oily Maniac Blu-Ray - https://www.amazon.com/Oily-Maniac-Blu-ray-DVD/dp/B06Y3M7W43The Ugly Stepsister Shudder - https://www.shudder.com/movies/watch/the-ugly-stepsister/3c85aaff9a66d348The Godfather Blu-Ray Set - https://www.amazon.com/Godfather-Trilogy-4K-UHD/dp/B09PP57DW7Films Notes The Rapacious Jailbreaker - 1974 - Sadao Nakajima A Better Place - 1997 - Vincent PereiraThe Mad Executioners - 1963 - Edwin ZbonekThe Phantom of Soho - 1964 - Franz Josef GottliebMurder-Rock: Dancing Death - 1984 - Lucio Fulci The Oily Maniac - 1976 - Ho Meng-HuaThe Ugly Stepsister - 2025 - Emilie Kristine BlichfeldtHabit - 1982 - Larry FessendenThe Boogeyman - 1982 - Jeff Schiro Malice in Wonderland - 1982 - Vince CollinsThe Fall of the House of Usher - 1982 - Jan ŠvankmajerThe Pledge - 1982 - Digby RumseyMemories of the Seaside - 1982 - Mikio YamazakiDream Land Express - 1982 - David AndersonI Blow Up - 1982 - Mark BorchardtRusty House - 1982 - Hiroyuki Kakudou, Sunao KatabuchiSatanikus: O Anjo das Trevas - 1982 - Coffin SouzaThe Godfather - 1972 - Francis Ford Coppola

AoQuadrado - Mangá²
Mangá² #357 - Torneio das Trevas II: Furries

AoQuadrado - Mangá²

Play Episode Listen Later Jun 2, 2025


Judeu Ateu, Estranho, Luki e Izzo (Dentro da Chaminé) seguem com a segunda temporada do Torneio das Trevas! Oito personagem entram num torneio sem nexo nem objetivo, precursor das discussões avançadas de powerscaling, no qual o vencedor de cada chave é decidido por argumentos mais sem nexo ainda.Nesta edição, disputam personagens que são animais antropomórficos ou humanos com aparência animal!Torneios das Trevas do Mangá² anterioresApoie o AoQuadrado² no APOIA.seCronologia do episódio(00:00:00) Torneio das Trevas II: Furries(01:21:00) Recomendação da Semana – Confins de um Sonho

BoarDidi
Metajogo | Fabuloso Podcast

BoarDidi

Play Episode Listen Later May 23, 2025 64:55


Tem coisa que não tá no manual, mas muda tudo no jogo. Neste episódio, o Fabuloso Podcast mergulha no metajogo: aquelas decisões, acordos, tretas e estratégias que acontecem fora das regras escritas, mas que influenciam completamente a experiência de jogar.Didi Braguinha e André Rumjanek comentam diferentes tipos de metajogo, dão exemplos, lembram de histórias e levantam discussões que todo jogador já viveu, mesmo sem perceber. Um episódio pra quem curte pensar o jogo além das peças e das cartas.Para comprar camisa do Fabuloso (e outras):DeseleganteJogos mencionados neste episódio (mesmo que brevemente):Root, Stone Age, The Resistance, Dead of Winter, Sintonia, Banco Imobiliário, Uno, Bang!, War, Wingspan, Sheriff of Nottingham, "Sim, Mestre das Trevas", Marvel Champions, The Grizzled, The Mind e Imagem & Ação.Para saber mais sobre este episódio e os jogos mencionados: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠Metajogo| Fabuloso Podcast⁠⁠⁠⁠⁠Se você ainda não conhece ou faz parte, fale conosco no nosso e aproveite para manda a foto do melhor dado de todos os tempos: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Fabuloso Discord⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠E para as redes sociais: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Fabuloso Podcast no ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Fabuloso Podcast no YouTube⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Fabuloso Podcast no TikTok⁠⁠⁠⁠ | Fabuloso Podcast⁠⁠⁠⁠⁠

Confins do Universo
Confins do Universo 223 – Miller, Frank Miller

Confins do Universo

Play Episode Listen Later Apr 3, 2025


Frank Miller é, sem dúvida, um dos maiores nomes dos quadrinhos norte-americanos e mundiais de todos os tempos. Desde que começou a se destacar na revista mensal do Demolidor, foi empilhando grandes trabalhos, como O Cavaleiro das Trevas, Batman - Ano Um, Liberdade, Sin City e 300 de Esparta. Mas nem esse currículo invejável impediu […] O post Confins do Universo 223 – Miller, Frank Miller apareceu primeiro em UNIVERSO HQ.

Sabedoria para o Coração
Abraçando as Trevas – A Rejeição da Verdade e as Consequências

Sabedoria para o Coração

Play Episode Listen Later Mar 20, 2025 29:26


Quando a humanidade rejeita a Deus, o que acontece? Em Romanos 1:21-23, o apóstolo Paulo descreve a espiral descendente de um mundo que se recusa a glorificar a Deus. A escuridão espiritual não ocorre por ignorância, mas por escolha – uma escolha de suprimir a verdade, substituir o Criador por ídolos e, em última instância, abraçar a escuridão.Neste episódio, exploramos como a rejeição de Deus leva à confusão moral, à corrupção espiritual e à idolatria. A humanidade pode se considerar sábia, mas sem Deus, ela se torna tola. Se você deseja compreender a seriedade da verdade de Deus e os perigos de afastar-se dela, este estudo revelará a urgência de viver para a glória de Deus. Para mais ensinamentos bíblicos, visite nosso site: https://www.wisdomonline.org/?lang=Portuguese

Rádio Escafandro
132: Bilionazis

Rádio Escafandro

Play Episode Listen Later Feb 19, 2025 76:51


Elon Musk chocou o mundo durante um evento comemorativo da segundae vitória de Donald Trump. Por duas vezes, o homem mais rico do planeta levantou seu braço à frente do corpo e na altura da cabeça - uma saudação que ficou famosa por sua ligação com o nazismo.Trump, que se elegeu com um discurso de extrema-direita mais acentuado do que em seu primeiro governo, deu "as chaves da Casa Branca" à Elon Musk. Além do dono da Tesla e da SpaceX, outros bilionários agora lideram departamentos decisivos do governo dos Estados Unidos, e interferem politicamente em todo o mundo.E muitos desses bilionários compartilham mais do que a proximidade com o poder. Da busca pela vida eterna à colonização de Marte, passando pela ideia de que o mundo tem de ser governado por homens fortes e que esses homens têm a obrigação de passar seus genes adiante numa prole numerosa. Este episódio de podcast fala sobre como parte dos bilionários compartilham uma ideologia comum que muitos chamam de Iluminismo das Trevas. E sobre como essa ideologia se aproxima do fascismo.Episódios relacionados42: A vida, o universo e tudo o maisMergulhe mais fundoElon Musk - por Walter Isaacson (link para compra)Entrevistados do episódioTatiana PoggiDoutora em história e professora de História Contemporânea na Universidade Federal Fluminense (UFF). Integra o Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas sobre Marx e o Marxismo (Niep-Marx), o Laboratório de História Econômico-Social (Polis) e a Rede Direitas História e Memória.Reinaldo José LopesJornalista especializado em biologia e arqueologia, autor de livros de divulgação científica, e colunista da Folha de S. Paulo.Ficha técnicaProdução e apoio de edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo GamaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini

Quem Ama Não Esquece
DAS TREVAS À LUZ DO AMOR - PATRÍCIA QUEM AMA NÃO ESQUECE 12/02/2025

Quem Ama Não Esquece

Play Episode Listen Later Feb 12, 2025 10:25


A Patrícia viveu 13 anos em um relacionamento abusivo, marcado por agressões físicas, ameaças e perseguições. Mesmo buscando ajuda da Justiça, ela nunca foi protegida. Após uma tentativa de assassinato, ela fugiu e recomeçou a vida em segredo. Anos depois, encontrou paz ao lado de Cícero, um homem amoroso que a ajudou a superar os traumas. Embora carregue cicatrizes emocionais e viva com medo de reencontrar o ex, Patrícia hoje é feliz e prova que o amor saudável é real.

Palavra Amiga do Bispo Macedo
O servo mau, negligente e inútil será lançado nas trevas exteriores... - Meditação Matinal 13/11/24

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later Nov 13, 2024 39:34


"Mas, chegando também o que recebera um talento, disse: Senhor, eu conhecia-te, que és um homem duro, que ceifas onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste; E, atemorizado, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu. Respondendo, porém, o seu senhor, disse-lhe: Mau e negligente servo; sabias que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei? Devias então ter dado o meu dinheiro aos banqueiros e, quando eu viesse, receberia o meu com os juros. Tirai-lhe pois o talento, e dai-o ao que tem os dez talentos. Porque a qualquer que tiver será dado, e terá em abundância; mas ao que não tiver até o que tem ser-lhe-á tirado. Lançai, pois, o servo inútil nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes." Mateus 25:24-30