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Robson Morelli repercute os principais assuntos do Esporte, diariamente, às 8h50, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A vida cristã é amar o irmão a despeito de quem ele seja, modelados por Cristo que amou e se entregou pela igreja. No capítulo 3 da carta aos Efésios há três orações de Paulo: para que os crentes não desanimem, para que Cristo habite neles pelo Espírito, e para que sejam cheios da plenitude de Deus ao compreenderem a largura, comprimento, altura e profundidade do amor de Cristo. Paulo desenvolve um paradoxo de “estar em Cristo” e “estar em Éfeso” (no céu e na terra simultaneamente), explica bênçãos espirituais presentes em Cristo (eleição com propósito, adoção, perdão, selo do Espírito, vida pela graça), e contrasta com a realidade cultural de Éfeso (idolatria, imoralidade associada a Diana e Baco). A evidência da salvação é o amor prático ao próximo e unidade na igreja. Deus é capaz de fazer infinitamente mais do que pedimos ou pensamos, visando a comunidade que vive a plenitude do amor de Cristo, para Sua glória na igreja em todas as gerações. #igrejabatista #igrejanaoelugar #reflexão # #pregação #gratitude #gratidão
FAÇA SUA MATRÍCULA NO VIVER DE RENDA: https://r.vocemaisrico.com/4f41c8a7ecCUPOM: SOCIOS NA OFICINA: https://r.vocemaisrico.com/4fc4aff144 O que faz uma pessoa investir bem… e ainda assim gastar mal?
Simples Machines au Théâtre des Marionnettes The post Simples Machines d'Ugo Dehaes first appeared on Radio Vostok.
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Falando sobre o caso do desaparecimento de Savannah Guthrie-------------------------------------------------Quer participar do podcast? Manda um áudio ou texto para esse WhatsApp:https://api.whatsapp.com/send/?phone=5511915299311Quer apoiar o podcast?Use o cupom LUCA no site da Growth www.gsuplementos.com.br
Falando sobre a ligação do caso Epstein e Madeleine McCann-------------------------------------------------Quer participar do podcast? Manda um áudio ou texto para esse WhatsApp:https://api.whatsapp.com/send/?phone=5511915299311Quer apoiar o podcast?Use o cupom LUCA no site da Growth www.gsuplementos.com.br
Marschall Truchot, du lundi au jeudi de 17h à 19h avec Olivier Truchot & Alain Marschall. Deux heures pour faire un tour complet de l'actualité en présence d'invités pour expliquer et débattre sur les grands sujets qui ont marqué la journée.
Ser pobre de espírito não é faltar em saber, mas transbordar em humildade. Neste episódio, somos convidados a silenciar o orgulho, abrir o coração e compreender que o Reino dos Céus pertence aos simples, aos que confiam mais em Deus do que em si mesmos. Uma reflexão profunda sobre fé, humildade e as riquezas morais que iluminam o caminho da alma.
Pour en savoir plus sur comment trouver le bonheur et remplir ta vie d'épanouissement, je te donne rendez-vous sur : https://www.sylvainviens.com/Et si ton anxiété n'était pas “toi”… mais un monstre que tu nourris sans t'en rendre compte ?Dans cette capsule, je te propose une image simple (l'épouvantard façon Harry Potter) pour comprendre pourquoi l'anxiété prend autant de place… et surtout comment la faire redescendre vite, sans te battre contre toi-même.Tu vas apprendre à distinguer “être anxieuse” de “ressentir de l'anxiété”, et à repérer ce qui l'amplifie : manque de sommeil, alimentation, surcharge, relations toxiques ou simplement non alignées avec la vie que tu veux construire.Puis on passe à l'action : arrêter de nourrir tes peurs (true crime, infos en boucle, scroll infini, vidéos stressantes, conversations qui te chargent).Je te donne ensuite l'inverse : nourrir ta sérénité avec une balade en nature, 10 minutes de respiration lente, une écriture simple pour revenir au présent, et des liens humains qui apaisent.
Ecoutez L'angle éco de François Lenglet du 06 février 2026.Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
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Tanya 18 shvat Cap 25 Parte 2 -O esforço para servir a Dus é mais simples que o auto sacrifício
Falando sobre os novos documentos do caso Epstein e o que eu acho que aconteceu com ele.-------------------------------------------------Quer participar do podcast? Manda um áudio ou texto para esse WhatsApp:https://api.whatsapp.com/send/?phone=5511915299311Quer apoiar o podcast?Use o cupom LUCA no site da Growth www.gsuplementos.com.br
Minha mãe cortava o frango, picava os ovos e passava manteiga no pão com a mesma faca. Na mesma tábua. Sem água sanitária para cada tarefa. E sabe o que aconteceu?Nada.Eu não lembro de ter tido intoxicação alimentar uma vez sequer.Todo domingo era "frango com batata frita".Não precisava de grandes banquetes pra ter refeição em família.Eram nossas tradições. Simples. Mas preciosas.Nosso lanche da escola ia embrulhado em saquinho de pão.Não tinha lancheira térmica. Não tinha compartimento refrigerado.E o lanche? Pão com manteiga.Surpreendentemente, nenhuma bactéria nos derrubou.No verão, a gente mergulhava em rio, lago, praia.Ninguém sonhava em pagar pra se espremer numa piscina cheia de cloro.As praias nunca fechavam.E a gente nadava sem medo.Na escola, fazíamos educação física com tênis simples.Sem amortecedor. Sem tecnologia de mil reais.A gente caía? Sim. E levantava.E aquelas quedas viravam histórias.Fez algo errado? Levava castigo.Isso se chamava disciplina.E a gente cresceu respeitando regras e honrando os mais velhos.Éramos às vezes cinquenta por sala.E mesmo assim, todo mundo aprendeu a ler, escrever e fazer conta.Tabuada? A gente sabia de cor.Dever de casa? Fazia à noite, na mesa da cozinha.E conseguíamos escrever uma carta sem erro de português.No meio do ano, tinha festa junina.Bolo feito pelas mães. Rifa. Quadro de honra com os nomes dos melhores alunos.Que orgulho!Não importava de onde a gente vinha.Cantávamos o hino nacional juntos. Respeitávamos a bandeira.E ninguém achava isso opressão.A gente brincava na rua até os pais chamarem.E eles sempre sabiam onde a gente tava.Porque todo mundo se conhecia. Todo mundo cuidava.E sim, dava pra andar na rua de noite sem medo.Picada de abelha? Não ia pro hospital. Não tomava antibiótico.Era iodo, alho ou vinagre. E passava.Como a gente sobreviveu?Talvez justamente por causa dessa simplicidade.Amor a todos que viveram essa época.E aos que não viveram...Sinto muito pelo que vocês perderam.Porque hoje:O lanche tem que ir em marmita térmica com gelinho.A criança não pode cair porque "vai traumatizar".Brincar na rua virou perigoE no meio de tanta proteção...As crianças ficaram mais frágeis.Mais ansiosas.Mais perdidas.Porque a gente trocou simplicidade por paranoia.Trocou liberdade por controle.Trocou resiliência por fragilidade.E agora a gente tem:Crianças que não sabem lidar com frustração.Adolescentes que não sabem escrever uma frase.Adultos que não sabem resolver conflito sem processar alguém.Não estou dizendo que tudo era perfeito.Mas tem algo que a gente perdeu no meio do caminho:A capacidade de ser simples. De ser forte. De ser gente.Porque hoje:A gente tem mil informações. Mas nenhuma sabedoria.Mil redes sociais. Mas nenhuma conexão real.Mil terapias. Mas nenhuma paz.E às vezes eu olho pra trás e penso:A gente não tinha nada. Mas tinha tudo.Tinha vizinho que cuidava.Tinha rua pra brincar.Tinha simplicidade pra ser feliz.E hoje?Hoje a gente tem tudo.Mas parece que não tem nada.Essa é uma homenagem a quem cresceu com o simples. E sobreviveu. E virou gente de verdade.Não porque era melhor. Mas porque era real.Compartilhe com quem viveu essa época maravilhosa.Autor desconhecido
Minha mãe cortava o frango, picava os ovos e passava manteiga no pão com a mesma faca. Na mesma tábua. Sem água sanitária para cada tarefa. E sabe o que aconteceu?Nada.Eu não lembro de ter tido intoxicação alimentar uma vez sequer.Todo domingo era "frango com batata frita".Não precisava de grandes banquetes pra ter refeição em família.Eram nossas tradições. Simples. Mas preciosas.Nosso lanche da escola ia embrulhado em saquinho de pão.Não tinha lancheira térmica. Não tinha compartimento refrigerado.E o lanche? Pão com manteiga.Surpreendentemente, nenhuma bactéria nos derrubou.No verão, a gente mergulhava em rio, lago, praia.Ninguém sonhava em pagar pra se espremer numa piscina cheia de cloro.As praias nunca fechavam.E a gente nadava sem medo.Na escola, fazíamos educação física com tênis simples.Sem amortecedor. Sem tecnologia de mil reais.A gente caía? Sim. E levantava.E aquelas quedas viravam histórias.Fez algo errado? Levava castigo.Isso se chamava disciplina.E a gente cresceu respeitando regras e honrando os mais velhos.Éramos às vezes cinquenta por sala.E mesmo assim, todo mundo aprendeu a ler, escrever e fazer conta.Tabuada? A gente sabia de cor.Dever de casa? Fazia à noite, na mesa da cozinha.E conseguíamos escrever uma carta sem erro de português.No meio do ano, tinha festa junina.Bolo feito pelas mães. Rifa. Quadro de honra com os nomes dos melhores alunos.Que orgulho!Não importava de onde a gente vinha.Cantávamos o hino nacional juntos. Respeitávamos a bandeira.E ninguém achava isso opressão.A gente brincava na rua até os pais chamarem.E eles sempre sabiam onde a gente tava.Porque todo mundo se conhecia. Todo mundo cuidava.E sim, dava pra andar na rua de noite sem medo.Picada de abelha? Não ia pro hospital. Não tomava antibiótico.Era iodo, alho ou vinagre. E passava.Como a gente sobreviveu?Talvez justamente por causa dessa simplicidade.Amor a todos que viveram essa época.E aos que não viveram...Sinto muito pelo que vocês perderam.Porque hoje:O lanche tem que ir em marmita térmica com gelinho.A criança não pode cair porque "vai traumatizar".Brincar na rua virou perigoE no meio de tanta proteção...As crianças ficaram mais frágeis.Mais ansiosas.Mais perdidas.Porque a gente trocou simplicidade por paranoia.Trocou liberdade por controle.Trocou resiliência por fragilidade.E agora a gente tem:Crianças que não sabem lidar com frustração.Adolescentes que não sabem escrever uma frase.Adultos que não sabem resolver conflito sem processar alguém.Não estou dizendo que tudo era perfeito.Mas tem algo que a gente perdeu no meio do caminho:A capacidade de ser simples. De ser forte. De ser gente.Porque hoje:A gente tem mil informações. Mas nenhuma sabedoria.Mil redes sociais. Mas nenhuma conexão real.Mil terapias. Mas nenhuma paz.E às vezes eu olho pra trás e penso:A gente não tinha nada. Mas tinha tudo.Tinha vizinho que cuidava.Tinha rua pra brincar.Tinha simplicidade pra ser feliz.E hoje?Hoje a gente tem tudo.Mas parece que não tem nada.Essa é uma homenagem a quem cresceu com o simples. E sobreviveu. E virou gente de verdade.Não porque era melhor. Mas porque era real.Compartilhe com quem viveu essa época maravilhosa.Autor desconhecido
Se sentir perdu·e peut arriver après un changement.Un job quitté, une trajectoire qui ne fait plus sens, ou simplement cette impression d'avancer sans savoir vers quoi.Dans cet épisode, on va explorer comment traverser cette phase de transition avec lucidité et honnêteté.
Não é tão simples quanto você imagina! Como a medicina Ayurveda funciona?
The Shameless Plug is never late. Nor is it early. It arrives precisely when it means to, roughly halfway through the on-sale cycle of the latest issue of Empire. To which, after all, this show is dedicated to shamelessly plugging. And once again, the Fellowship of the Plug — Chris Hewitt and Empire editor, Nick de Semlyen — have assembled in the Podmines of Moria for that plugging. You have Nick's microphone, and Chris' copy of Adobe Audition, and if the deluge of Lord Of The Rings references hadn't already clued you in, the duo are here to talk about issue 450 of Empire, which is dedicated to celebrating 25 years of The Lord Of The Rings: The Fellowship Of The Rings. Nick regales us all with tales of reuniting the four Hobbits and Sir Ian McKellen, virtually collecting the rest of the Fellowship, plus Cate Blanchett, Liv Tyler, Peter Jackson, Philippa Boyens, and getting Andy Serkis to write a piece for us. It's not all LOTR, with tales of Raimi-wrangling, a bit of Gore, and a Gollum impression you will never be able to unhear. Simples. Enjoy!
Foram retomadas oficialmente nesta quinta-feira as actividades do megaprojecto para a exploração de gás liderado pela TotalEnergies em Cabo Delgado, no norte de Moçambique, cerca de cinco anos depois da sua suspensão, por "motivos de força maior", devido aos múltiplos ataques terroristas naquela zona e, em particular, junto das suas instalações em Afungi, no extremo norte da província, em Março de 2021. Com um orçamento de 20 mil milhões de Dólares e uma capacidade projectada de produzir 13 milhões de toneladas por ano a partir da Bacia 'offshore' do Rovuma, a retoma deste projecto que suscita muitas expectativas no país, foi assinalada esta manhã numa cerimónia na qual participaram o Presidente moçambicano Daniel Chapo, e o líder da TotalEnergies, Patrick Pouyanné, nas instalações do empreendimento, em Cabo Delgado. Após visitar as obras do megaprojecto, Daniel Chapo considerou que isto “representa a vitória, resiliência, coragem e determinação do povo moçambicano perante as adversidades”, o Presidente destacando igualmente o impacto económico que este empreendimento representa para o país: 35 mil milhões de Dólares de receitas para o Estado ao longo de 25 anos e a criação de 17 mil postos de trabalho na fase de construção, com 80% a serem ocupados por moçambicanos. Paralelamente a estas perspectivas florescentes para o Estado moçambicano e também para a petrolífera francesa, o regresso da TotalEnergies a Cabo Delgado acontece numa altura em que o conflito vigente desde 2017 naquela região ainda não está resolvido. De acordo com as mais recentes informações da ACLED, organização de Localização de Conflitos Armados e Dados de Eventos, registaram-se seis ocorrências violentas nestas duas últimas semanas em Cabo Delgado, com um balanço de pelo menos três mortos, o que eleva a 6.432, o número de mortos em oito anos de ataques constantes naquela zona. Em entrevista concedida à RFI, Borges Nhamirre, investigador do Instituto de Estudos de Segurança em Maputo, aborda esta questão, começando todavia por destacar a importância que a retoma deste projecto tem para Moçambique. RFI: O que representa a retoma das actividades da Total Em Cabo Delgado cinco anos depois da sua suspensão? Borges Nhamirre: No seu todo, a retoma das actividades é positiva porque o projecto significa um grande investimento para Moçambique. Há detalhes que não são satisfatórios, mas no geral, significa entrada de dinheiro para os cofres do Estado moçambicano e significa postos de trabalho para moçambicanos. O Presidente, no seu discurso de relançamento do projecto, disse que neste momento há cerca de 5000 pessoas que estão a trabalhar no acampamento da TotalEnergies e desses, 80% são moçambicanos e 40% são de Cabo Delgado. Portanto, é positivo para o uso do chamado 'conteúdo local', que inclui mão-de-obra e recursos locais. Então, no geral, é uma boa coisa. Agora, há detalhes que ainda têm que vir a público. Um dos mais importantes é o custo adicional do projecto, devido ao tempo da paragem. Este ponto não está esclarecido. O que veio a público é que a Total apresentou um custo adicional de 4,5 mil milhões de Dólares e o governo moçambicano pediu uma auditoria a estes custos. O projecto retoma hoje, sem que esta auditoria tenha sido concluída e os resultados apresentados. Não significa que o projecto não vai avançar, mas o custo total do projecto ainda não foi revelado. Isto eu penso que é o maior problema do ponto de vista de transparência deste projecto. RFI: A seu ver, quem é que vai pagar a conta a partir do momento em que se vai determinar o que de facto se perdeu durante estes anos todos? Borges Nhamirre: No final, quem vai pagar a conta são os moçambicanos, o Estado moçambicano, porque estes são os chamados 'custos dedutíveis', ou seja, Total a pagar pela Total. Dizemos Total porque é a operadora do projecto. Mas vamos dizer que os accionistas do projecto vão pagar no seu investimento o valor inicial já incorreram essas despesas. Na verdade, o que agora está em causa, é haver acordo entre a autoridade concedente, neste caso, o Estado moçambicano e a concessionária Total de que o valor gasto é este, para que este valor seja deduzido dos impostos que a Total iria pagar. Então não significa que o Estado moçambicano vá passar um cheque para a Total para pagar esses custos. Significa que a Total vai pagar menos impostos do que deveria pagar, deduzindo as despesas que já incorreu. Isto, parecendo que não, é um assunto muito sério, porque a factura que ela apresentou de 4,5 mil milhões de Dólares é aproximadamente um quarto de custo total inicial do projecto. Portanto, o valor que se tinha antes do custo inicial do projecto era cerca de 20 mil milhões. Então, se vai acrescentar 4,5 mil milhões, significa que é 25% mais caro do que se estava à espera. Isso automaticamente significa que Moçambique vai receber menos 25% daquilo que esperava receber em termos de impostos. E mesmo antes deste custo adicional, já havia muita contestação de que os ganhos que ficam para Moçambique destes recursos que são moçambicanos, são muito reduzidos. Mas de uma ou de outra forma, eu penso que este é o preço da guerra em Cabo Delgado. RFI: O Governo moçambicano argumenta que a Total decidiu suspender o projecto de "forma unilateral" e, no fundo, está a dizer implicitamente que não tem culpa da Total a ter interrompido o projecto. Borges Nhamirre: Eu penso que não. Essa leitura não está correcta, não da interpretação, mas da afirmação em si, porque a responsabilidade de garantir a segurança no território moçambicano é em primeira mão do Estado moçambicano. Portanto, se o Estado moçambicano tivesse garantido a segurança em território nacional, incluindo desse empreendimento económico, a Total não tinha como declarar "força maior", alegando razões de segurança. A responsabilidade de segurança dentro do território nacional é primeiramente do Estado moçambicano, seja para as empresas, seja para os cidadãos, seja para infra-estruturas do governo, seja lá o que for. Os outros detalhes dos custos, eu penso que esses já devem ser discutidos neste momento. Tecnicamente, não há elementos para argumentar se efectivamente a paragem custou este valor ou não custou, mas eu penso que não faz sentido dizer isto. E podíamos olhar para outras regiões. Por exemplo, temos outros projectos de exploração de gás para sul, na província de Inhambane. Não há conflito. Não houve suspensão dos projectos. Simples quanto isso. RFI: A Total, entre as condições que pediu a Moçambique, no âmbito da retoma das suas actividades, era que a sua concessão fosse prolongada por mais dez anos. O que é que se sabe exactamente sobre este aspecto das negociações? Borges Nhamirre: Sobre este aspecto, já há decisão do Conselho de Ministros. O que o Governo de Moçambique decidiu é que o período de extensão do projecto seria igual ao período da paralisação. Portanto, os quatro anos e meio, que é de Março ou Abril de 2021 até Outubro de 2025. Portanto, os dez anos de extensão que a Total estava a pedir, o Estado moçambicano não concedeu. Já emitiu um Boletim da República com o diploma do Conselho de Ministros a instruir nesse sentido. Portanto, esse aspecto já está ultrapassado. Poderia fazer sentido para a Total, para poder distribuir o custo adicional neste período de dez anos. Mas seria muito prejudicial para Moçambique porque o projecto é de Moçambique. A Total é só uma concessionária. Vamos compreender que seria uma espécie de capital. Está a arrendar o projecto. Então, quando o período de arrendamento termina, tem que terminar e se negociar um novo contrato se houver uma necessidade de extensão, com novas condições. Eu penso que a decisão tomada foi das melhores possíveis. RFI: A Total retoma as suas actividades em Cabo Delgado, numa altura em que a situação está longe de estar resolvida, uma vez que continuam os ataques. Borges Nhamirre: Sim, esta questão tem dois lados que devem ser vistos e compreendidos. Primeiro, era importante que o projecto retomasse, porque uma das causas do conflito em Cabo Delgado é o subdesenvolvimento. Os jovens que são radicalizados para integrar no grupo da insurgência, são jovens que estão desempregados, que não têm meios de sobrevivência. Então, teoricamente, acredita-se que com o desenvolvimento económico da província, também isso vai beneficiar as pessoas. O desenvolvimento é um dos factores para a redução do conflito. Então, teoricamente, isso é positivo. Agora, o risco que há é que agora o projecto vá operar em formato de 'enclave'. Ou seja, todos os trabalhadores da Total e também das empresas subcontratadas estarão fechados no acampamento e afins e não terá comunicação com a economia circundante, com o mundo exterior. Então, isso significa que as pessoas que construíram hotéis ou outras casas para alojamento, a esperar que beneficiassem do projecto terão poucos benefícios. Significa que pessoas que construíram restaurantes e outros serviços ou serviços de transporte a esperar que fossem utilizados pelas pessoas que estavam a trabalhar para o projecto, pelos milhares de pessoas que vão trabalhar para o projecto, não irão ter esses benefícios. Isso tem o potencial de frustrar as pessoas. Aliás, já ouvimos muitas ameaças das comunidades locais, a dizer que vão manifestar contra o projecto precisamente pelo facto de o projecto estar a operar como se fosse um enclave fechado. Então isso é negativo e pode contribuir para que as pessoas fiquem mais radicalizadas, as pessoas desenvolvam um sentimento negativo de ódio para com o projecto e assim o projecto e a segurança na região ficam precários. RFI: Durante estes cinco anos de suspensão do projecto, houve um relatório com recomendações sobre a forma de actuar da Total em termos, por exemplo, de responsabilidade social em Cabo Delgado e uma das recomendações foi de "envolver as comunidades locais" no projecto. Julga que neste momento, alguma das recomendações desse relatório foi tomada em consideração? Borges Nhamirre: Nesse relatório, uma das principais recomendações que tinha, era a constituição de uma fundação e que essa fundação iria apoiar o desenvolvimento com um orçamento de milhões de dólares. Isto ainda não é visível no terreno, mas em parte também pode ser porque o projecto estava suspenso. Com o projecto suspenso, dificilmente se haveria de canalizar dinheiro para a responsabilidade social corporativa através dessa fundação. Agora, temos de ver nos próximos doze meses, agora que o projecto retomou oficialmente, se a fundação também está a trabalhar, está a apoiar as pessoas. Contudo, a situação de conflito em Cabo Delgado, é prevalecente sobretudo nas zonas um pouco afastadas do projecto, porque Palma, onde o projecto está, está relativamente seguro. Não há ataques registados nos últimos meses, nos últimos anos. No entanto, há um perímetro de 80 quilómetros ou 50 quilómetros. A insegurança está lá. É lá onde as comunidades estão. Será muito difícil desenvolver projectos de beneficência social para as pessoas de uma zona de conflito, simplesmente porque as empresas, as organizações, não quererão destacar os seus recursos humanos, os seus recursos materiais, para apoiar zonas em conflito. Não há segurança. Era muito importante que se estabilizasse não só Afungi e Palma, mas também a região toda a norte de Cabo Delgado e a província toda, para permitir que as pessoas tenham os benefícios. Mas, mais uma vez, essa não é tarefa da TotalEnergies. Essa é a tarefa do governo moçambicano. RFI: Sente que, de facto, há alguma vontade política para o Governo encontrar uma estratégia para estabilizar a situação em Cabo Delgado? Por exemplo, o Presidente, recentemente, disse que poderia entrar em negociações com as organizações que estão a disseminar a violência em Cabo Delgado. Julga que existem algumas pistas que se possam explorar? Borges Nhamirre: Sim, eu penso que essa é a saída. A insurgência está há oito anos. A guerra civil em Moçambique durou 15 ou 16 anos e terminou com negociações entre as partes, a luta de libertação de Moçambique durou dez anos e terminou com a negociação entre as partes, para falar dos exemplos concretos moçambicanos. Então, eu penso que o Presidente tem é de aceitar as várias iniciativas existentes, porque há várias iniciativas a nível local em Cabo Delgado, a nível nacional e a nível regional da África Oriental e até a nível internacional, que estão a apoiar o diálogo para a resolução do conflito em Cabo Delgado. O antigo Presidente, Filipe Nyusi, era muito relutante em avançar para estas iniciativas de diálogo. Agora, o Presidente Chapo tem incluído esta questão de diálogo no seu discurso. Espera-se é que passe para a prática, porque esta é uma das melhores saídas para acabar com o conflito. RFI: Julga que há essa vontade efectiva de avançar? Borges Nhamirre: Normalmente, o diálogo para a resolução de conflito acontece de uma forma secreta e quando a informação transparece ao público, muitos passos já terão sido dados. É assim que funciona para evitar sabotagens, para evitar que aqueles que se beneficiam do conflito, façam acções de obstrução do diálogo. Porque não podemos nos esquecer que, enquanto o conflito armado é um problema para a população, para a maioria das pessoas, beneficia certas pessoas de todos os lados, seja do lado dos grupos atacantes, nesse caso os insurgentes, que se beneficiam de economia ilícita, mas também da parte do governo. Os generais ficam mais importantes em tempos de guerra. A logística militar enriquece as pessoas. Então o diálogo, normalmente sendo um meio alternativo de resolução de conflito, acontece de uma forma silenciosa, até que alguns acordos importantes sejam alcançados e a informação, depois, aparecer em público. Neste momento, para quem faz o trabalho de campo e faz pesquisa, dá para notar que existem alguns movimentos no sentido de se fazer o diálogo. Existem organizações identificáveis que têm estado a fazer esses contactos das duas partes. Neste momento estou em posição de afirmar que há contactos já feitos das lideranças dos insurgentes e das lideranças do governo moçambicano, para que haja diálogo. Agora, o diálogo para resolver o conflito não é linear, tem altos e baixos, tem acordos, tem rupturas. Então, até que seja anunciado pelas autoridades competentes, não há muita coisa que se possa dar como garantido. Mas as palavras do Presidente, quando repetidamente diz que é importante dialogar, não me parece que sejam palavras vazias. São palavras que reflectem esses esforços existentes.
Vivimos corriendo, reaccionando, sobreviviendo…pero rara vez presentes.En este episodio de El Café Positivo hablamos de Mindfulness y conciencia plena, no como una moda, sino como una habilidad entrenable para la vida cotidiana.Junto a una invitada muy especial —licenciada en educación musical y experta en Mindfulness— exploramos cinco aplicaciones prácticas que puedes usar desde hoy para:reducir el ruido mentalregular tus emocionesmejorar tu atencióny habitar tu vida con más claridadMindfulness no es dejar la mente en blanco.Es aprender a estar donde ya estás, pero con conciencia.☕ Respira. Escucha. Preséntate.#ElCaféPositivo #Mindfulness #ConcienciaPlena #GestiónEmocional #NeuroeducaciónEmocional #VivirConPresencia
Ils seraient au total 840 000 clandestins en Espagne, essentiellement d'origine colombienne, péruvienne et hondurienne. À contre-courant de ses homologues européens, le gouvernement de gauche espagnol s'apprête donc à adopter un plan de régularisation massif qui pourrait bénéficier à 500 000 personnes, une mesure qui doit permettre de soutenir la croissance économique du pays et de compenser un solde démographique négatif. « Régularisation, enfin, se félicite El País à Madrid. La régularisation massive des immigrés, approuvée hier par le gouvernement dans sa première phase, permettra à des centaines de milliers de personnes de sortir de la clandestinité, de la marginalisation et de l'exploitation. Ces personnes assumaient auparavant les mêmes obligations que tout citoyen espagnol, mais sans bénéficier des mêmes droits. Leur intégration à la pleine vie civique et à la structure économique et fiscale du pays est un acte de justice, dont la nécessité était devenue évidente depuis des années, affirme encore El País. Cette décision, prise d'un commun accord entre le gouvernement et Podemos, lève enfin l'impasse engendrée par des politiques à courte vue et la xénophobie qui a entaché le débat sur l'immigration. » Simples mesures d'urgence ? El Mundo, toujours à Madrid, est moins enthousiaste. Pour le quotidien d'inspiration libérale, « il est indéniable que les flux migratoires sont essentiels à la croissance économique du pays et au maintien de l'État-providence. Ils sont également cruciaux pour le financement des retraites et un marché du travail où, pour la première fois depuis 2008, le taux de chômage est passé sous la barre des 10 %. 80 % de la croissance du PIB depuis 2019 sont attribuables à la contribution des travailleurs étrangers. » Toutefois, tempère El Mundo, « il faut aborder l'immigration comme une stratégie nationale, et non pas seulement par des mesures d'urgence adaptées à la conjoncture politique ou économique. Par conséquent, ignorer les tensions identitaires et culturelles que ce phénomène engendre, avec son indéniable dimension émotionnelle, revient à ignorer une réalité de plus en plus déstabilisante pour la population. Le sentiment d'un manque de contrôle aux frontières ou l'arbitraire dans la répartition des mineurs alimentent le rejet de la politique et ouvrent la voie à la détérioration du vivre-ensemble. » En France : besoin d'immigration... Et en France ? Là aussi la démographie est en berne : pour la première fois depuis la Seconde Guerre mondiale, il y a eu moins de naissances que de décès en 2025. Alors, « Dénatalité, manque de main-d'œuvre : pourquoi la France a besoin d'immigration » : c'est le grand titre de Libération à Paris. « Englués dans une idéologie hostile aux étrangers, constate le journal, les gouvernements successifs s'acharnent à entraver l'accueil d'immigrés dont le pays a urgemment besoin dans l'emploi et pour faire face au manque de naissances. » D'après un représentant du Medef, le patronat français, interrogé par le journal, « les politiques ont la trouille pour de mauvaises raisons. Ils refusent de proposer le débat parce que le Rassemblement national est aux portes du pouvoir, dit-il. On devrait pouvoir en parler pour mettre en place un système qui permette de faire tourner nos entreprises qui cherchent des employés. » Et ce dans de nombreux secteurs, précise Libération, comme le bâtiment, la restauration et l'hôtellerie. (…) Les syndicats tentent eux aussi de se faire entendre, pointe encore le journal. La secrétaire générale de la CFDT, Marylise Léon, souhaite que la France sorte de "l'hypocrisie" : l'économie française “ne peut pas fonctionner sans les immigrés“. Elle s'oppose au “durcissement des règles“ et souligne les “effets délétères du passage“ de Bruno Retailleau au ministère de l'Intérieur. » …ou stop au « tsunami migratoire » ? Justement, a contrario, Le Figaro se félicite, lui, de l'action de l'ex-ministre de l'Intérieur. « En prenant le sujet de l'immigration à bras-le-corps, Bruno Retailleau ne s'est pas seulement fait un nom. Il a aussi obtenu des résultats inégalés depuis plus d'une dizaine d'années, affirme le quotidien de droite. (…) Les régularisations de sans-papiers ont baissé de 10 % en 2025 et les expulsions d'étrangers ont augmenté de plus de 15 % dans la même période. » Le Figaro qui déplore qu'au cours des dernières années, « aucune politique digne de ce nom n'ait été engagée dans la durée pour arrêter le tsunami migratoire. (…) Comme s'il y avait quelque honte, s'exclame le journal, à durcir le regroupement familial, à réduire l'accès aux prestations sociales, à rétablir le délit de séjour irrégulier, à revenir sur l'automaticité du droit du sol ».
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MENOS CURSITIS Y MÁS RESULTADOS DE VENTAS Regístrate en el Top Team de Ventashttps://www.detonadoresdevalor.com/top ¿Tienes más dudas del Top Team o quieres saber si es para ti?Manda mensaje directo al WhatsApp
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) instituiu o Pacto pela Linguagem Simples, Clara e Breve, com o objetivo de facilitar a compreensão de suas comunicações pela população. A iniciativa está prevista no Ato nº 009/2026, publicado nesta segunda-feira, 26 de janeiro.
Daniel Forjaz
En este episodio de Grandes Aprendizajes destilo Ikigai, el libro que convierte el sentido de vida en una suma de pequeños gestos diarios. Viajamos a Okinawa, tierra de centenarios, para descubrir por qué tener un motivo concreto te alarga la vida, cómo “si no te mueves, te oxidas”, y qué impacto tiene comer hasta el 80%, vivir sin prisa y rodearte de un moai, ese círculo de amigos que te sostiene. También exploramos el estado de flujo y la calma de hacer las cosas con atención, salir a la naturaleza, agradecer y aceptar la imperfección como parte del camino.Te cuento historias reales: una mujer que alegra a sus vecinos con flores cada mañana, un artesano que convierte su oficio en meditación, un grupo de amigos que se apoya desde hace décadas y un simple “hara hachi bu” que cambia la energía diaria. Te llevas pasos prácticos para aplicar hoy: cuatro listas para encontrar tu ikigai, una dosis diaria de flujo de 20 minutos, un café semanal con tu moai y un mini ritual matinal. Al final revelo la frase que más me marcó del libro y te invito a compartir tu ikigai provisional en una línea. ¿Te apuntas?Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/grandes-aprendizajes--5720587/support.Newsletter Marketing Radical: https://marketingradical.substack.com/welcomeNewsletter Negocios con IA: https://negociosconia.substack.com/welcomeLibro "Libertad Financiera" Gratis: https://borjagiron.com/libertadMis Libros: https://borjagiron.com/librosSysteme Gratis: https://borjagiron.com/systemeSysteme 30% dto: https://borjagiron.com/systeme30Manychat Gratis: https://borjagiron.com/manychatMetricool 30 días Gratis Plan Premium (Usa cupón BORJA30): https://borjagiron.com/metricoolNoticias Redes Sociales: https://redessocialeshoy.comNoticias IA: https://inteligenciaartificialhoy.comClub: https://triunfers.comThis content is under Fair Use: Copyright Disclaimer Under Section 107 of the Copyright Act in 1976; Allowance is made for "Fair Use" for purposes such as criticism, comment, news reporting, teaching, scholarship and research. Fair Use is a use permitted by copyright statute that might otherwise be infringing. Non-profit, educational or personal use tips the balance in favor of fair use. I do not own the original content. All rights and credit go to its rightful owners. No copyright infringement intended.
Cerramos el año con Carlos Feliciano (CAF Investments): mitos del 401(k) para el ciudadano común, qué haría un asesor si se pega el Powerball, resumen 2025 (IA, S&P vs. RSP, mercados internacionales, oro/plata) y un plan básico para empezar 2026 sin deudas de consumo. Cero humo, reglas claras.Disclaimer: Esto es educativo, no es asesoría financiera. Busca siempre un asesor licenciado para tu caso.Link para consulta gratis: https://calendly.com/cafinvestments/15minLink para tazas de Cafe en Mano: juanvi.bigcartel.comTemas clave401(k) sin cuentos: por qué sigue siendo la mejor puerta de entrada para la persona promedio.Powerball: cash lump sum vs. anualidad, preservar capital y vivir de renta (bonos/ dividendos).2025 en breve: IA cargando índices, S&P vs RSP, rotación, dólar y mercados internacionales, oro/plata.2026 plan: sal del plástico primero, aprende a decir NO, deja de vivir cheque a cheque.CTA• Agenda tu consulta con el equipo de CAF (link en la descripción del video).• Suscríbete, comenta tu duda y comparte este episodio con alguien que lo necesite.Capítulos (YouTube)00:00 – Intro, dinámica con CAF + disclaimer04:13 – 401(k) para el ciudadano común: mitos y realidad09:56 – Si te pegas el Powerball: cash vs anualidad y cómo preservar el dinero17:07 – 2025 en resumen: S&P vs RSP, IA y rotación de mercado24:06 – Timing político/mercado & lecturas de señales (opinión de Carlos)29:10 – Tu plan 2026: primero salda deudas de consumo34:16 – Dejar de vivir “cheque a cheque” y aprender a decir NO41:51 – Cierre, CTA y dónde seguir a CAF Investments
❇️. 15 de janeiro, aniversário de 12 anos do nosso programa Tempo de Paz no rádio -
Le sujet fort de l'actualité foot du jour vu par Jérôme Rothen et la Dream Team.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: JOÃO 21:17-24 PLANO DE LEITURA ANUAL: GÊNESIS 27–28; MATEUS 8:18-34 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: “Por favor, limpe a sala de estar antes de ir dormir”, disse a uma de minhas filhas. A resposta foi imediata: “Por que ela não faz isso?”. Quando nossas filhas eram menores, essa resistência era frequente em nossa casa. Minha resposta era a mesma: “Não se preocupe com suas irmãs. Eu pedi a você”. Vemos essa tendência humana presente nos discípulos (JOÃO 21). Jesus havia restaurado Pedro após ele o negar três vezes (JOÃO 18:15-18,25-27). Em seguida, Jesus lhe disse: “Siga-me!” (21:19), uma ordem simples, mas dolorosa, uma vez que Pedro o seguiria até a morte (vv.18-19). Pedro mal havia compreendido as palavras de Jesus e perguntou--lhe sobre outro discípulo: “Senhor, e quanto a ele?” (v.21). Jesus respondeu: “Se eu quiser que ele permaneça vivo até eu voltar, o que lhe importa? Quanto a você, siga-me” (v.22). Quantas vezes somos iguais a Pedro! Perguntamo-nos sobre os outros e não sobre o que Deus faz conosco. Mais tarde, quando a morte anunciada por Jesus em João 21 estava próxima, Pedro escreveu este mandamento de Cristo: “Sejam filhos obedientes. Não voltem ao seu antigo modo de viver […] sejam santos em tudo que fizerem, como é santo aquele que os chamou” (1 PEDRO 1:14-15). Isso é o suficiente para manter cada um de nós com os olhos fixa dos em Jesus e não nas pessoas ao nosso redor. Por: MATT LUCAS
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dançar kizomba, pedir desejos, brindar simples
Aprende 5 máximas para ordenar las finanzas de tu negocio, lograr claridad, mejorar la rentabilidad y decidir cómo invertir mejor. Minuto a minuto del episodio: - ¿A dónde se va el dinero en tu negocio y el clásico desorden financiero? (00:00:00) - ¿Para quién es esto? Soluciones simples para negocios que van de los $500 a los $100.000 mensuales (00:01:31) - Máxima 1: Separar lo personal de lo del negocio. El primer paso innegociable y cómo lograrlo hoy (00:08:29) - Máxima 2: Registro limpio y simple. El hábito fundamental y cómo empezar con una planilla sencilla (00:12:02) - Máxima 3: Menos es más. Evitá la complejidad innecesaria y estructura tus números para gestionar, no cumplir (00:15:15) - Máxima 4: Rentabilidad clara y sueldo del dueño. Por qué pagarte bien es clave y los errores más comunes (00:23:21) - Máxima 5: Mirar y cuidar la caja. Qué es el flujo de fondos y cómo tener un "colchón" para la tranquilidad (00:35:00) - Qué funcionó (y qué no) en Superhábitos al ordenar finanzas, y consejos extra (00:42:43)
En entrevista para MVS Noticias con Sheila Amador en ausencia de Luis Cárdenas, Arturo Barba, colaborador de ciencia, habló sobre las canciones más populares con el paso del tiempo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hay marcas que se esfuerzan en el diseño de sus modelos, incluso recurriendo a estudios externos. Otras que, digamos, se “inspiran” en modelos de la competencia. Y en otros casos, sencillamente, copian sin ningún pudor. ¡Ojo! No nos referimos exclusivamente al diseño de carrocería. Y ¡ojo! que sé lo que estás pensando: No, copiar no es cosa solo de los chinos. 1. Tatra T97 (1936) vs. Volkswagen Escarabajo (1938). El Pecado Original. 2. Lincoln Continental (1961) vs. Mitsubishi Debonair (1964). Lujo Americano “a la japonesa”. 3. Jaguar E-Type (1961) vs. Datsun 240Z (1969). Un sueño “democratizado”. 4. Chevrolet Corvette C3 (1968) vs. Opel GT (1968). Fuego Amigo. 5. Ford Mustang (1969) vs. Toyota Celica Liftback (1973). El Pony Car del Sol Naciente. 6. Ferrari 365 GTB/4 "Daytona" (1968) vs. Rover SD1 (1976). Un frontal delator. 7. Ferrari 400 (1976) vs. Lancia Gamma Coupé (1976). Hermanos por parte del padre. 8. Rolls-Royce Silver Spur (1980) vs. Nissan Cedric Y30 (1983). El Lujo según Yokohama. 9. Mercedes-Benz Clase S W126 (1979) vs. Lexus LS400 (1989). Jaque Mate Filosófico. 10. Autobianchi Bianchina (1957) vs. Nissan Figaro (1991). La nostalgia como inspiración. 11. Italdesign Lucciola (1992) vs. Daewoo Matiz (1998). También los prototipos. 12. Mercedes-Benz Clase E W210 (1995) vs. Kia Amanti (2002). Copiar el prestigio. 12+1. Bentley Arnage (1998) vs. Chrysler 300C (2004). El Bentley del Pueblo. 14. BMW X5 (1999) vs. Shuanghuan SCEO (2005). El Comienzo de la Clonación. 15. Rolls-Royce Phantom (2003) vs. Geely GE (2009). El Fantasma de Shanghái. 16. BMW Serie 7 (2008) vs. Kia K900 (2012). La Curva de la Discordia. 17. Range Rover Evoque (2011) vs. Landwind X7 (2015). La Copia que acabó en juicio. 18. Porsche Macan (2014) vs. Zotye SR9 (2016). El Clon de Taller. 19. Audi A7 (2010) vs. Kia Stinger (2017). Inspiración “retardada”. 20. Mercedes-Benz Clase G (1979) vs. Suzuki Jimny (2018). Más homenaje que copia. Conclusión. Como habéis visto, eso de “inspirarse” y copiar a la competencia ni es nuevo, ni es monopolio de ningún país. Hay más casos, ¿os interesan
Álvaro Gribel, repórter especial e colunista do Estadão, comenta os principais assuntos da Economia e Política nacionais no Jornal Eldorado, às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 8h30.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Dans cet épisode, je partage avec vous des gestes simples qui peuvent transformer votre quotidien au travail. Souvent, nous espérons que notre environnement professionnel devienne plus agréable grâce aux actions de nos managers ou de l'entreprise. Cependant, mon expérience de plus de 20 ans dans de grands groupes médias m'a enseigné que le pouvoir du changement repose aussi entre nos mains. Inspiré par la légende du colibri qui lutte seul contre un incendie de forêt, je vous encourage à adopter cette attitude dans votre milieu professionnel.Je vous présente quatre gestes clés :
Las consolas portátiles marcaron una época inolvidable del gaming. En este episodio de GeekastVG, nos ponemos nostálgicos y recordamos aquellas consolas que sí eran verdaderamente portátiles: pequeñas, resistentes y listas para acompañarnos a cualquier lugar.Hablamos de anécdotas personales, recuerdos bonitos y de cómo disfrutar videojuegos en una Game Boy, PSP o similares era una experiencia única que hoy se siente muy diferente con dispositivos como el Switch o la Steam Deck. No se trata de potencia, sino de sensaciones, simplicidad y magia gamer.Si creciste jugando en consolas portátiles clásicas o simplemente amas el gaming retro, este episodio está hecho para ti. Acompáñanos en este viaje al pasado lleno de emociones, risas y recuerdos que cabían en el bolsillo.
A fala do presidente chinês Xi Jinping, criticando políticas assistencialistas na América Latina e alertando para o risco de criar “grupos de preguiçosos”, levantou uma contradição fundamental sobre o funcionamento do modelo chinês. Neste vídeo, investigamos a cultura de trabalho que sustenta a potência econômica que a China se tornou nas últimas décadas. Você entenderá como o país que domina setores industriais inteiros mantém jornadas intensas como o “996”, fiscalizações frágeis, baixa proteção social e disparidades internas profundas — fatores que impulsionaram seu crescimento, mas que também cobram um preço social elevado. Também vamos apresentar como o sistema hukou, a estrutura estatal e a relação entre governo, empresas e trabalhadores moldaram a transformação chinesa, além de analisar por que parte da esquerda brasileira defende que o modelo chinês seja replicado por aqui — e quais seriam os desafios disso.
durée : 00:58:16 - Le Souffle de la pensée - par : Géraldine Mosna-Savoye - En 1967, le philosophe Jacques Derrida publie "L'écriture et la différence", un ouvrage majeur dans lequel ses concepts de “différance” et de déconstruction font leur apparition. Des concepts éblouissants pour l'écrivain et professeur, Benoît Peeters. Il vient lever le voile sur cette pensée. - réalisation : Nicolas Berger - invités : Benoît Peeters Écrivain, scénariste de bandes dessinées et éditeur, biographe d'Hergé
De 'Entre ilhas', disco del primer volumen del proyecto insular 'Maronesia', que reúne a artistas de los archipiélagos de Canarias, Cabo Verde, Madeira y Azores, las canciones 'Terra querida', 'Nos tradison', 'Simples cabverdian', 'Las afortunadas' y 'Boca tarde'. Canciones de 'Improviso', el nuevo disco de Djavan, como 'Um affair', 'Cetim', 'Um brinde', 'O vento' o 'Pra sempre'. Y el actor y pianista Jeff Goldblum con The Mildred Snitzer Orchestra tocando 'Don´t fence me in'/'Strollin',, 'A baptist beat' y 'Lazy afternoon' en el disco titulado 'Plays well with others'.Escuchar audio
The IRS just released the 2026 tax updates and they're full of major changes that impact your retirement accounts, your deductions, and your long-term tax planning. We break down new contribution limits for 401(k)s, IRAs, HSAs, SIMPLEs, and more, plus important updates to tax brackets, the SALT deduction, child tax credits, and upcoming rule expansions. After that, we answer your financial questions live on air! Jump start your journey with our FREE financial resources Reach your goals faster with our products Take the relationship to the next level: become a client Subscribe on YouTube for early access and go beyond the podcast Connect with us on social media for more content Bring confidence to your wealth building with simplified strategies from The Money Guy. Learn how to apply financial tactics that go beyond common sense and help you reach your money goals faster. Make your assets do the heavy lifting so you can quit worrying and start living a more fulfilled life. DRINKAG1.com/MONEYGUY Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
En este contenido, exploro el concepto de los Super Hábitos, inspirado en el libro de Berto Pena, y cómo puedes implementarlos para maximizar tu gestión personal, salud, productividad y organización del hogar. Te explico qué son los super hábitos, las áreas donde generan el mayor impacto, y ejemplos prácticos como planificar tu mañana hoy, empezar temprano, hacer ejercicio regularmente, y más. Además, te muestro el proceso de tres pasos para crear estos hábitos: Motivación, Activador y Repetidor. Si buscas un cambio duradero en tu vida, este video es para ti. La Travesía del Ser, Conoce Más: https://conocimientoexperto.com/mente-maestra Libro la Estrategia Maestra (México): https://a.co/d/aVRi5yo Libro la Estrategia Maestra (Internacional): https://a.co/d/fOxr4Ht Curso - Taller La Estrategia Maestra:https://pay.hotmart.com/E86692728N?checkoutMode=10&bid=1695236708107 Accede a nuestro grupo privado en Facebook: https://www.facebook.com/groups/conocimientoexperto Conviértete en miembro de este canal para disfrutar de ventajas: https://www.youtube.com/channel/UC80Q7vyU9ZMfePxogSdb8kA/join Forma Parte de Revolución 180: https://conocimientoexperto.com/ols/products/diariorevolucion180 Hazte de mi libro: https://amzn.to/3gCY1mO Mis programas: * Accede a mis notas: https://conocimientoexperto.com/accede-a-mis-notas * Libro Mentalidad con Proposito: https://amzn.to/2KmHMXa * Podcast Conocimiento Experto: https://open.spotify.com/show/65J8RTsruRXBxeQElVmU0b?si=9f444953f34246ab * Boletin Oficial: https://conocimientoexperto.com/ Mis redes: * Sígueme En Instagram en: https://www.instagram.com/salvadormingo/ * Sígueme en Facebook en: https://www.facebook.com/salvadormingooficial * Sígueme en Youtube: https://www.youtube.com/SalvadorMingoConocimientoExperto * Sígueme en Twitter en: https://twitter.com/s_mingo No olvides suscribirte a Conocimiento Experto para más análisis de libros y estrategias de desarrollo personal. Enfoque Habitos, productividad y desarrollo personal Se firme Salvador Mingo Conocimiento Experto #desarrollopersonal #habitos #metas
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Hoy te compartimos 5 prácticas que puedes incorporar en tu día a día para fortalecer el vínculo que tienes contigo. Hablamos sobre la importancia de celebrar cada paso, tenerte paciencia y aprender a escuchar lo que necesitas para estar bien. Porque trabajar en tu amor propio es un proceso que se construye con acciones pequeñas, pero poderosas.–A lo largo de estos 4 años de Despertando Podcast, hemos compartido episodios que les han ayudado muchísimo, y hoy queremos traerles de vuelta todas esas herramientas que han resonado con ustedes y cambiado sus mañanas ☀️.En este episodio hablamos de:¿Cómo alcanzar tus objetivos desde el amor propio?La paciencia y compasión como parte del procesoEscuchar a tu cuerpo y reconocer tu valorSi quieres conocer más de Despertando Podcast síguenos en nuestras redes sociales:
Imaginez un peu : transformer de simples cellules de peau en ovule.Imagine that: transforming simple skin cells into egg cells.Ouais.Yeah.Et qu'ils puissent être fécondés.And that they can be fertilized.C'est la prouesse que des chercheurs expliquent dans Nature Communications.This is the feat that researchers explain in Nature Communications.C'est potentiellement énorme pour l'infertilité mais ça soulève de sacrées questions.It's potentially huge for infertility but it raises some serious questions.Alors, premier point : la science derrière tout ça.So, first point: the science behind all this.L'équipe de Paula Amato de l'Oregon Health and Science University, eh bien elle a réussi à créer ces ovocytes humains fonctionnels.The team of Paula Amato from the Oregon Health and Science University, well, they succeeded in creating these functional human egg cells.Ils ont même pu être fécondés par des spermatozoïdes.They could even be fertilized by sperm.Bon, ça a donné des embryons, mais ils avaient des anomalies, alors ils ont été détruits, hein.Well, it resulted in embryos, but they had abnormalities, so they were destroyed, you know.Les idées d'application, il y en a : traiter certaines infertilités, permettre aux couples de même sexe d'avoir des enfants génétiquement liés ou pallier le manque de don de gamètes, un vrai sujet en France par exemple.There are ideas for application: treating certain infertilities, allowing same-sex couples to have genetically related children or compensating for the lack of gamete donation, a real issue in France, for example.Mais, attention, hein, Paula Amato le répète, on parle de moins d'une décennie avant d'imaginer utiliser ça en clinique.But, be careful, Paula Amato repeats it, we're talking about less than a decade before considering using this in a clinical setting.On en est vraiment qu'au tout début.We are really only at the very beginning. Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.