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Segundo a pesquisa CISO Survey da Singia, 99% das organizações possuem planos formais de resposta a incidentes e 78% identificaram gaps de visibilidade que podem atrasar a detecção de um ataque. No episódio #113 do RedCast, falamos sobre como criar uma gestão de risco eficiente, o que isso gera perante o board e como aplicar na linha de frente das organizações. Milton Freiras Jr., nosso diretor de Service Delivery, e Ronaldo Corá, nosso diretor de Identidade e Acesso, conversaram com dois profissionais que vivem esse cenário de perspectivas complementares: Ricardo Lino, CISO na Liderança Capitalização, e Silvio Hayashi, CISO na Rumo.
En este episodio conversamos con Cintya Ovalle, consultora de pensiones y fundadora de Capitaliza tu Retiro, sobre el panorama actual de las pensiones en México. Analiza el encarecimiento de la Modalidad 40, los riesgos de tomar decisiones sin asesoría profesional, la importancia de evitar simulaciones patronales y los retos que enfrentan los jóvenes bajo la Ley 97.
El "superpeso" mexicano muestra su fortaleza frente al dólar estadounidense, impulsado por el "carry trade", el nearshoring y un retroceso global del dólar superior al 10%. El real brasileño, el peso colombiano y el guaraní paraguayo son otras de las divisas de América Latina que birllan en el podio de las monedas fortalecidas, que no han cedido terreno frente al billete verde. ¿A qué se debe este fenómeno y quiénes son los ganadores y perdedores de este escenario? En este episodio lo analizamos junto a Paula Chaves, analista de mercados financieros de HFM.
Este boletim traz um resumo das principais notícias do dia na análise de Samuel Possebon, editor chefe da TELETIME.TELETIME é a publicação de referência para quem acompanha o mercado de telecomunicações, tecnologia e Internet no Brasil. Uma publicação independente dedicada ao debate aprofundado e criterioso das questões econômicas, regulatórias, tecnológicas, operacionais e estratégicas das empresas do setor. Se você ainda não acompanha a newsletter TELETIME, inscreva-se aqui (shorturl.at/juzF1) e fique ligado no dia a dia do mercado de telecom. É simples e é gratuito.Você ainda pode acompanhar TELETIME nas redes sociais:Linkedin: shorturl.at/jGKRVFacebook: https://www.facebook.com/Teletime/ Google News: shorturl.at/kJU35Ou entre em nosso canal no Telegram: https://t.me/teletimenews Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Ações da Cosan desabam com capitalização . Quer saber tudo que aconteceu no mercado financeiro, nacional e internacional? Acompanhe o nosso Fechamento de Mercado e confira com quais as ações que mais mexeram com a B3, movimentação do câmbio e dos juros e muito mais! O Fechamento de Mercado da Genial é transmitido de segunda a sexta, às 17h30. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
La esperada comedia 'hot' de Celine Song con Pedro Pascal y Dakota Johnson, el regreso de los mamporros norteamericanos con 'Nadie 2' y otros estrenos de verano.
Saiba mais sobre a Motorola for Business pelo site:https://encr.pw/dXaANEste boletim traz um resumo das principais notícias do dia na análise de Samuel Possebon, editor chefe da TELETIME.TELETIME é a publicação de referência para quem acompanha o mercado de telecomunicações, tecnologia e Internet no Brasil. Uma publicação independente dedicada ao debate aprofundado e criterioso das questões econômicas, regulatórias, tecnológicas, operacionais e estratégicas das empresas do setor. Se você ainda não acompanha a newsletter TELETIME, inscreva-se aqui (shorturl.at/juzF1) e fique ligado no dia a dia do mercado de telecom. É simples e é gratuito.Você ainda pode acompanhar TELETIME nas redes sociais:Linkedin: shorturl.at/jGKRVFacebook: https://www.facebook.com/Teletime/ Google News: shorturl.at/kJU35Ou entre em nosso canal no Telegram: https://t.me/teletimenews Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Jurandir Filho, Rogério Montanare, Fernanda Schmölz, Sora, Matheus e Bela Eichler batem um papo sobre as duas primeiras temporadas de "Ruptura", série da AppleTV+. Ela é uma das séries mais aclamadas do momento, elogiada por sua originalidade e atmosfera inquietante. Criada por Dan Erickson e dirigida em parte por Ben Stiller, a trama acompanha funcionários de uma empresa que passam por um procedimento que separa suas memórias profissionais das pessoais. O resultado é um thriller psicológico intrigante e cheio de mistérios, que reflete sobre identidade, trabalho e controle corporativo. Com atuações brilhantes — especialmente de Adam Scott e Britt Lower — e uma estética fria e minimalista, "Severance" se destaca como uma das obras mais inteligentes e perturbadoras da era do streaming.A segunda temporada respondeu os dilemas e enigmas da série? Precisa MESMO de uma terceira temporada? O que ficou em aberto? Os criadores da série estão começando a esticar mais a trama?|| ASSINE O SALA VIP DO RAPADURACAST- Um podcast EXCLUSIVO do RapaduraCast toda semana! http://patreon.com/rapaduracast
En este episodio conversamos con Cintya Ovalle, experta en pensiones y fundadora de la sofom "Capitaliza tu Retiro" para abordar el tema de la modalidad 10 del IMSS, una alternativa poco conocida pero sumamente útil para trabajadores independientes o quienes desean complementar su salario sin perder su relación laboral. Cintya explica las ventajas comparativas con la modalidad 40, los beneficios en salud, y cómo acceder a esta estrategia sin riesgos fiscales ni pérdida de derechos laborales.
Saque Flotante: El derby femenino soriano capitaliza el Saque Flotante de marzo
As eleições legislativas vão ser antecipadas e isso faz com que a campanha das presidenciais seja adiada. O candidato que aparece em primeiro nas sondagens adiou a apresentação da sua candidatura, enquanto que o candidato que primeiro se apresentou está no terreno, mas a atenção mediática esta concentrada na crise política. Neste episódio, conversamos com o jornalista do Expresso Vítor Matos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
En este episodio, entrevisto a Cintia Ovalle, consultora de pensiones con más de dos décadas de experiencia. Hablamos sobre la modalidad 40 del IMSS, una opción crucial para quienes han dejado de cotizar pero desean asegurar una pensión digna. Cintia también nos cuenta sobre su nueva SOFOM, Capitaliza Tu Retiro, y cómo esta iniciativa está ayudando a muchos a incrementar su pensión mediante financiamiento. Contáctame en redes sociales como LinkedIn, Instagram, Twitter, Facebook y en el periódico El Financiero: www.elfinanciero.com.mx/opinion/alberto-tovar
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Os bancos começaram a oferecer os benefícios do “Desenrola Pequenos Negócios”. O programa é voltado para a renegociação de dívidas bancárias de MEIs, os Microempreendedores Individuais; micro e pequenas empresas. Organizado pelo Governo Federal, o programa pode beneficiar mais de 6,5 milhões de empreendimentos em todo o Brasil. Como vai funcionar o “Desenrola” para os pequenos negócios? Quais são os limites para participar do programa? Todas as dívidas serão consideradas no programa? Celso Freitas e a repórter Lívia Veiga conversma com o gerente da Unidade de Capitalização e Serviços Financeiros do Sebrae, Valdir Oliveira.
Antônio Penteado no podcast No Ritmo da Vida com Carlos Alberto Corrêa, diretor-executivo da Federação Nacional de Capitalização (Fenacap)
Según Nicolás Maduro el dengue en Argentina y la escasa respuesta del gobierno Milei es un retrato de la ausencia del Estado.
00:00 Déficit Da Previdência Vai Piorar Muito 00:40 Projeções Para O Rombo Da Previdência 01:46 O Déficit Da Previdência Em 2024 Será De R$ 326 Bilhões 02:29 O Rombo De R$ 25 Trilhões 03:06 Por Que Tem Rombo Na Previdência 04:10 Número De Filhos Por Mulher No Brasil 04:51 Expectativa De Vida No Brasil 05:10 Pirâmide Etária Brasileira (1980 vs. 2050) 05:44 Regime de Repartição vs. Regime de Capitalização 06:39 Déficit No Regime Geral, Próprio De Servidores E Dos Militares 07:16 38 Milhões De Brasileiros Estão Na Informalidade 08:19 Conclusão Sobre O Rombo Devastador Na Previdência 09:17 O Que Você Deve Fazer 10:00 Consultoria De Investimentos
Sérgio Moura começou a vida “profissional” aos 7 anos, como serralheiro, fazendo letreiros e placas de luminosos. Depois, foi vidreiro aos 15 e, aos 20, começou a trabalhar como digitador de textos em uma editora. Formado em Publicidade e Propaganda pela Faculdade Anhembi Morumbi, atuou como temporário na Liderança Capitalização na segunda metade da década de 1990, mesmo lugar onde se tornou gerente e, depois, diretor de marketing. Em seguida, foi trabalhar em uma produtora de filmes, atendendo as empresas do Grupo SBT e desenvolvendo novos negócios. Passados 12 anos, decidiu sair e criar a própria agência de propaganda, onde ficou por dois anos, até que fundou outra, a NYCX, em que é CEO há cinco anos e tem como foco pensar a estratégia e o desenvolvimento de produtos e projetos para empresas. Ao longo de 34 anos, já foi diretor de marketing, diretor cinematográfico e diretor de criação. Com relação a empresas, já trabalhou com Tele Sena, Banco Panamericano, Geleias Queensberry, Caixa, Caixa Seguradora, Ibajud, Açúcar União, Laticínios Fortuna, Vigor, SBT, Eternit, Doce Menor, Assugrin, Rede Record de Televisão, Vallee, J&J, CBN Welltech, Ifeo, Glaxo Smith Klein, Revlon, Les Bains, Everlast, Fuji Film, Minas Cap, Lindenberg, Unimed, Meltex, Nestlé, Kimberly-Clark, Danone, DoTerra, Universidade de Cambridge, Brinquedos Estrela, Sanol, Rede Valor, Lopes, DSM, MSD e Gazin, entre outras. Como diretor cinematográfico, dirigiu grandes nomes da teledramaturgia nacional, como Fernanda Montenegro, Antônio Fagundes, Ana Maria Braga, José Wilker, Marisa Orth, Alexandre Borges, Cássio Gabus Mendes, Aracy Balabanian, Denise Fraga, Francisco Cuoco, Lucio Mauro Filho, Regina Duarte, Lima Duarte, Gabriela Duarte, Hebe Camargo, Ratinho, Celso Portiolli, Wanessa Camargo, Vera Fischer, Luana Piovani, Barbara Paz, Daniel, Zezé Di Camargo & Luciano, Leonardo, Fábio Jr. e Ronald Golias, entre outros. Em janeiro de 2024, assumiu a superintendência de marketing do Corinthians a convite de Augusto Melo, vencedor das eleições para presidente do clube, e deverá ficar no cargo por pelo menos três anos. --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/maquinistas/message
Hoy en nuestro episodio del Podcast de Tribu Digital, Alex Berezowsky recibe al destacado coach y experto en fortalezas, Héctor Rosales, para una conversación fascinante sobre la importancia de identificar y potenciar talentos en el mundo empresarial digital.
00:00 Como Funciona Uma Pirâmide Financeira 00:23 Quando Uma Pirâmide Financeira Quebra 00:40 Previdência | Capitalização vs. Repartição 02:13 O Maior Perigo Da Previdência Social No Brasil 03:19 Previdência Social | Menos Trabalhadores Para Cada Idoso 04:15 Déficit Da Previdência Custa R$ 400 Bilhões 06:19 Qual O Tamanho Do Rombo Em Cada Previdência 07:03 Ruína Da Previdência | Alta Informalidade No Mercado De Trabalho 08:30 Ruína Da Previdência | Número De Filhos Que Os Brasileiros Têm 10:23 Ruína Da Previdência | Envelhecimento Da População Brasileira 12:00 Ruína Da Previdência | A Reforma Da Previdência 12:33 Conclusão Sobre O Que Você Deve Fazer
Capitaliza tus crisis y crea oportunidades increíbles
En esta edición de En Primera Plana ponemos el foco en Argentina para analizar las elecciones que se celebran el día 22 de octubre y que presentan un factor rupturista y sintomático: el auge de Javier Milei. Analizamos las posibilidades de una segunda vuelta entre Milei y uno de los otros dos candidatos que los sondeos proyectan ajustados: el oficialista Massa y la conservadora Bullrich.
Esta semana ponemos el foco en Argentina para analizar las elecciones que se celebran el día 22 de octubre con ese factor rupturista y sintomático: el auge del ultra Milei. Analizamos las posibilidades de una segunda vuelta entre Milei y uno de los otros dons candidatos que los sondeos proyectan ajustados: el oficialista Massa y la conservadora Bullrich. El ultra Javier Milei encabeza los sondeos de cara a la primera vuelta de las elecciones en Argentina el próximo 22 de octubre. El oficialista Sergio Massa, candidato de un peronismo desencantado y la conservadora Patricia Bullrich intentarán disputarle un eventual balotaje en noviembre. A unos días de la cita con las urnas, el candidato ultra alienta a la población a dolarizarse; el peronista Massa promete cárcel para los especuladores y la conservadora Bullrich se presenta como la opción responsable. Y todo, en una campaña en llamas en la que el efecto Milei y sus polémicas ideas populistas han supuesto el elemento condicionante que plantea la gran pregunta... ¿están los argentinos tan cansados del status quo que están dispuestos a elegir a alguien que trae disrupción a cualquier costo? Nos acompañan: -Juan Carluccio, economista, profesor de la Universidad de Surrey, antiguo director de investigacion de la secretaria de comercio de Argentina-Marine de La Moissonière, periodista en RFI ex corresponsal en Argentina -Pascal Drouhaud, analista internacional especializado en Latinoamérica En Primera Plana también está en las redes sociales.Coordinación editorial: Florencia Valdés. Realización: Yann Bourdelas, Hadrien Touraud, David Brockwell
Esta semana ponemos el foco en Argentina para analizar las elecciones que se celebran el día 22 de octubre con ese factor rupturista y sintomático: el auge del ultra Milei. Analizamos las posibilidades de una segunda vuelta entre Milei y uno de los otros dons candidatos que los sondeos proyectan ajustados: el oficialista Massa y la conservadora Bullrich. El ultra Javier Milei encabeza los sondeos de cara a la primera vuelta de las elecciones en Argentina el próximo 22 de octubre. El oficialista Sergio Massa, candidato de un peronismo desencantado y la conservadora Patricia Bullrich intentarán disputarle un eventual balotaje en noviembre. A unos días de la cita con las urnas, el candidato ultra alienta a la población a dolarizarse; el peronista Massa promete cárcel para los especuladores y la conservadora Bullrich se presenta como la opción responsable. Y todo, en una campaña en llamas en la que el efecto Milei y sus polémicas ideas populistas han supuesto el elemento condicionante que plantea la gran pregunta... ¿están los argentinos tan cansados del status quo que están dispuestos a elegir a alguien que trae disrupción a cualquier costo? Nos acompañan: -Juan Carluccio, economista, profesor de la Universidad de Surrey, antiguo director de investigacion de la secretaria de comercio de Argentina-Marine de La Moissonière, periodista en RFI ex corresponsal en Argentina -Pascal Drouhaud, analista internacional especializado en Latinoamérica En Primera Plana también está en las redes sociales.Coordinación editorial: Florencia Valdés. Realización: Yann Bourdelas, Hadrien Touraud, David Brockwell
1. Ante los federales “llamada impropia” a secretaria del DRNA relacionada con caso de los suegros de Jenniffer González. La secretaria de la gobernación no confirmó si se trató de una llamada realizada por el cabildero Elías Sánchez 2. De los 37 alcaldes de municipios novoprogresistas, 26 aseguraron respaldar a Pierluisi. 3. Más de $21 millones de contribuciones en jaque por falta de fiscalización a beneficiarios de la Ley 22 4. Capitaliza el Proyecto Dignidad [masiva fuga de funcionarios electos y ciudadanos votantes] 5. Juez se inhibe en caso contra Wanda Vázquez Garced 6. Logran acuerdo para garantizar accesos a los servicios y a la información pública a la comunidad sorda de Puerto Rico 7. Nueva York se hunde rápidamente, y dos zonas de Queens a mayor velocidad. Un estudio de NASA y la Universidad de Rutgers mostró que dos conocidos vecindarios dentro de ese distrito quedan expuestos a inundaciones más graves a futuro, debido al cambio climático Estas son algunas de las noticias que tenemos hoy En Blanco y Negro con Sandra. AUDIO: Este es un programa independiente y sindicalizado. Esto significa que se transmite simultáneamente por una serie de emisoras de radio y medios que son los más fuertes en sus respectivas regiones, por sus plataformas digitales, aplicaciones para dispositivos móviles y redes sociales. Estos medios son: 1. Cadena WIAC - WYAC 930 AM Cabo Rojo- Mayagüez 2. Cadena WIAC – WISA 1390 AM Isabela 3. Cadena WIAC – WIAC 740 AM Área norte y zona metropolitana 4. WLRP 1460 AM Radio Raíces La voz del Pepino en San Sebastián 5. X61 – 610 AM en Patillas 6. X61 – 94.3 FM Patillas y todo el sureste 7. WPAB 550 AM - Ponce 8. ECO 93.1 FM – En todo Puerto Rico 9. Mundo Latino PR.com Podcast disponible en Spotify, Soundcloud, Apple Podcasts, Google Podcasts y otras plataformas https://anchor.fm/sandrarodriguezcotto También nos pueden seguir en: REDES SOCIALES: Facebook, X (Twitter), Instagram, Threads, LinkedIn, Tumblr, TikTok BLOG: En Blanco y Negro con Sandra http://enblancoynegromedia.blogspot.com SUSCRIPCIÓN: Substack, plataforma de suscripción de prensa independiente https://substack.com/@sandrarodriguezcotto OTROS MEDIOS DIGITALES: ¡Ey! Boricua, Revista Seguros. Revista Crónicas y otros --- Support this podcast: https://podcasters.spotify.com/pod/show/sandrarodriguezcotto/support
A Capitalização completou 94 anos no dia de 4 de setembro de 2023 com uma notável resiliência, acompanhando os avanços de todas as décadas.Neste episódio, vamos descobrir quais foram os principais marcos da Capitalização nestas nove décadas e o que o consumidor pode esperar de avanços a curto e longo prazo.Um dos avanços conquistados recentemente foi a Lei de Garantia de Crédito, sancionada em 24 de agosto de 2023, permitindo que a modalidade, por meio das modalidades Instrumento de Garantia e Tradicional, possa proteger contratos de crédito. Ouça o episódio e saiba mais!
Qué dijeron Jerome Powell y Christine Lagarde. Un cameo de Victoria Rodríguez de Banxico. Trump todo lo convierte en dinero y las empresas deben repensar el uso del escritorio.
O SeguroCast de hoje tem a presença da Patricia Nepomuceno, Coordenadora do grupo de trabalho de Filantropia Premiável da FenaCap. Ela vai explicar como funciona a contratação da modalidade que permite às pessoas ajudarem causas sociais e entidades filantrópicas através da capitalização.
Pedro Sánchez no logra obtener ventaja electoral del buen balance económico de su gobierno según los sondeos. La oposición de derechas prefiere centrarse en otras cuestiones evitando datos macroeconómicos que benefician a la izquierda en estos momentos. La "paradoja" española pone en cuestión aquella máxima de Bill Clinton del año 1992 "es la economía, estúpido" La frase "es la economía, estúpido" fue acuñada en 1992 por el entonces candidato demócrata y futuro presidente estadounidense Bill Clinton, para significar que en una campaña lo importante es la economía. Pero esta máxima parece no resonar en España, donde el presidente socialista Pedro Sánchez no consigue capitalizar los buenos datos de los indicadores económicos. A diferencia de otros vecinos europeos, en España se suceden las buenas noticias en el plano de los indicadores macroeconómicos: crecimiento robusto, empleo dinámico e inflación controlada. Fuertemente vapuleado por la pandemia de covid-19 a causa de su dependencia del turismo, el PIB español cayó un 11,3% en 2020, un récord en Europa. Pero ha ido recuperando terreno perdido, con un crecimiento de 5,5% tanto en 2021 como en 2022 y un 2,3% previsto para 2023 por el Banco de España. "España está capeando mucho mejor que el resto de Europa el complejo escenario internacional", subrayó recientemente la ministra de Economía, Nadia Calviño, quien atribuyó esta tendencia a las reformas aprobadas durante cinco años por el gobierno de izquierda.Pero esta coyuntura económica no está siendo un asunto de campaña, en parte debido a "una campaña inteligente del PP (partido conservador de Núñez Feijóo) que consiste en focalizar en otros grandes temas para evitar la gestión del gobierno" según relata en la antena de RFI Joan Botella, catedrático de ciencia política de la Universidad Autónoma de Barcelona. Precisamente el candidato conservador ha cometido varios errores e inexactitudes en el área económica desde que empezó la campaña. Algunos analistas apuntan esa debilidad en el candidato que quizás la izquierda no ha sabido explotar. Hay otra explicación a pie de calle que los ciudadanos sienten en su día a día. "Lo que funciona bien son las grandes magnitudes macroeconómicas (paro, inflación, crecimiento); en cambio, la microeconomía, aquello que le pasa en cocnreto a los ciudadanos, no va tan bien: sufren el alza de precios (...) A los ciudadanos no les ha llegado los beneficios económicos a escala macro" afirma Botella en RFI. Si bien la inflación global se ha desacelerado, para junio los precios de los alimentos habían aumentado más del 10% en un año. Igual la vivienda, con un incremento en los alquileres y en las tasas de interés de las hipotecas, en un país donde estas en su mayoría se calculan a tasa variable.Lo cierto es que desde 2018, el Ejecutivo de Sánchez ha subido el salario mínimo, hasta entonces entre los más bajos de la UE, en más de un 50%. Para frenar la escalada de precios, también incrementó las ayudas para mejorar el poder adquisitivo de las personas, por un total de 47.000 millones de euros. Estas medidas, aunadas a un límite en los precios de la electricidad, ayudaron a reducir la inflación al 1,9% en junio desde el pico de 10,8% que se alcanzó el verano pasado y el 5,5% actual para el conjunto de la zona euro.This show is part of the Spreaker Prime Network, if you are interested in advertising on this podcast, contact us at https://www.spreaker.com/show/3279340/advertisement
Pedro Sánchez no logra obtener ventaja electoral del buen balance económico de su gobierno según los sondeos. La oposición de derechas prefiere centrarse en otras cuestiones evitando datos macroeconómicos que benefician a la izquierda en estos momentos. La "paradoja" española pone en cuestión aquella máxima de Bill Clinton del año 1992 "es la economía, estúpido" La frase "es la economía, estúpido" fue acuñada en 1992 por el entonces candidato demócrata y futuro presidente estadounidense Bill Clinton, para significar que en una campaña lo importante es la economía. Pero esta máxima parece no resonar en España, donde el presidente socialista Pedro Sánchez no consigue capitalizar los buenos datos de los indicadores económicos. A diferencia de otros vecinos europeos, en España se suceden las buenas noticias en el plano de los indicadores macroeconómicos: crecimiento robusto, empleo dinámico e inflación controlada. Fuertemente vapuleado por la pandemia de covid-19 a causa de su dependencia del turismo, el PIB español cayó un 11,3% en 2020, un récord en Europa. Pero ha ido recuperando terreno perdido, con un crecimiento de 5,5% tanto en 2021 como en 2022 y un 2,3% previsto para 2023 por el Banco de España. "España está capeando mucho mejor que el resto de Europa el complejo escenario internacional", subrayó recientemente la ministra de Economía, Nadia Calviño, quien atribuyó esta tendencia a las reformas aprobadas durante cinco años por el gobierno de izquierda.Pero esta coyuntura económica no está siendo un asunto de campaña, en parte debido a "una campaña inteligente del PP (partido conservador de Núñez Feijóo) que consiste en focalizar en otros grandes temas para evitar la gestión del gobierno" según relata en la antena de RFI Joan Botella, catedrático de ciencia política de la Universidad Autónoma de Barcelona. Precisamente el candidato conservador ha cometido varios errores e inexactitudes en el área económica desde que empezó la campaña. Algunos analistas apuntan esa debilidad en el candidato que quizás la izquierda no ha sabido explotar. Hay otra explicación a pie de calle que los ciudadanos sienten en su día a día. "Lo que funciona bien son las grandes magnitudes macroeconómicas (paro, inflación, crecimiento); en cambio, la microeconomía, aquello que le pasa en cocnreto a los ciudadanos, no va tan bien: sufren el alza de precios (...) A los ciudadanos no les ha llegado los beneficios económicos a escala macro" afirma Botella en RFI. Si bien la inflación global se ha desacelerado, para junio los precios de los alimentos habían aumentado más del 10% en un año. Igual la vivienda, con un incremento en los alquileres y en las tasas de interés de las hipotecas, en un país donde estas en su mayoría se calculan a tasa variable.Lo cierto es que desde 2018, el Ejecutivo de Sánchez ha subido el salario mínimo, hasta entonces entre los más bajos de la UE, en más de un 50%. Para frenar la escalada de precios, también incrementó las ayudas para mejorar el poder adquisitivo de las personas, por un total de 47.000 millones de euros. Estas medidas, aunadas a un límite en los precios de la electricidad, ayudaron a reducir la inflación al 1,9% en junio desde el pico de 10,8% que se alcanzó el verano pasado y el 5,5% actual para el conjunto de la zona euro.
Pedro Sánchez no logra obtener ventaja electoral del buen balance económico de su gobierno según los sondeos. La oposición de derechas prefiere centrarse en otras cuestiones evitando datos macroeconómicos que benefician a la izquierda en estos momentos. La "paradoja" española pone en cuestión aquella máxima de Bill Clinton del año 1992 "es la economía, estúpido" La frase "es la economía, estúpido" fue acuñada en 1992 por el entonces candidato demócrata y futuro presidente estadounidense Bill Clinton, para significar que en una campaña lo importante es la economía. Pero esta máxima parece no resonar en España, donde el presidente socialista Pedro Sánchez no consigue capitalizar los buenos datos de los indicadores económicos. A diferencia de otros vecinos europeos, en España se suceden las buenas noticias en el plano de los indicadores macroeconómicos: crecimiento robusto, empleo dinámico e inflación controlada. Fuertemente vapuleado por la pandemia de covid-19 a causa de su dependencia del turismo, el PIB español cayó un 11,3% en 2020, un récord en Europa. Pero ha ido recuperando terreno perdido, con un crecimiento de 5,5% tanto en 2021 como en 2022 y un 2,3% previsto para 2023 por el Banco de España. "España está capeando mucho mejor que el resto de Europa el complejo escenario internacional", subrayó recientemente la ministra de Economía, Nadia Calviño, quien atribuyó esta tendencia a las reformas aprobadas durante cinco años por el gobierno de izquierda.Pero esta coyuntura económica no está siendo un asunto de campaña, en parte debido a "una campaña inteligente del PP (partido conservador de Núñez Feijóo) que consiste en focalizar en otros grandes temas para evitar la gestión del gobierno" según relata en la antena de RFI Joan Botella, catedrático de ciencia política de la Universidad Autónoma de Barcelona. Precisamente el candidato conservador ha cometido varios errores e inexactitudes en el área económica desde que empezó la campaña. Algunos analistas apuntan esa debilidad en el candidato que quizás la izquierda no ha sabido explotar. Hay otra explicación a pie de calle que los ciudadanos sienten en su día a día. "Lo que funciona bien son las grandes magnitudes macroeconómicas (paro, inflación, crecimiento); en cambio, la microeconomía, aquello que le pasa en cocnreto a los ciudadanos, no va tan bien: sufren el alza de precios (...) A los ciudadanos no les ha llegado los beneficios económicos a escala macro" afirma Botella en RFI. Si bien la inflación global se ha desacelerado, para junio los precios de los alimentos habían aumentado más del 10% en un año. Igual la vivienda, con un incremento en los alquileres y en las tasas de interés de las hipotecas, en un país donde estas en su mayoría se calculan a tasa variable.Lo cierto es que desde 2018, el Ejecutivo de Sánchez ha subido el salario mínimo, hasta entonces entre los más bajos de la UE, en más de un 50%. Para frenar la escalada de precios, también incrementó las ayudas para mejorar el poder adquisitivo de las personas, por un total de 47.000 millones de euros. Estas medidas, aunadas a un límite en los precios de la electricidad, ayudaron a reducir la inflación al 1,9% en junio desde el pico de 10,8% que se alcanzó el verano pasado y el 5,5% actual para el conjunto de la zona euro.This show is part of the Spreaker Prime Network, if you are interested in advertising on this podcast, contact us at https://www.spreaker.com/show/3279343/advertisement
Pedro Sánchez no logra obtener ventaja electoral del buen balance económico de su gobierno según los sondeos. La oposición de derechas prefiere centrarse en otras cuestiones evitando datos macroeconómicos que benefician a la izquierda en estos momentos. La "paradoja" española pone en cuestión aquella máxima de Bill Clinton del año 1992 "es la economía, estúpido" La frase "es la economía, estúpido" fue acuñada en 1992 por el entonces candidato demócrata y futuro presidente estadounidense Bill Clinton, para significar que en una campaña lo importante es la economía. Pero esta máxima parece no resonar en España, donde el presidente socialista Pedro Sánchez no consigue capitalizar los buenos datos de los indicadores económicos. A diferencia de otros vecinos europeos, en España se suceden las buenas noticias en el plano de los indicadores macroeconómicos: crecimiento robusto, empleo dinámico e inflación controlada. Fuertemente vapuleado por la pandemia de covid-19 a causa de su dependencia del turismo, el PIB español cayó un 11,3% en 2020, un récord en Europa. Pero ha ido recuperando terreno perdido, con un crecimiento de 5,5% tanto en 2021 como en 2022 y un 2,3% previsto para 2023 por el Banco de España. "España está capeando mucho mejor que el resto de Europa el complejo escenario internacional", subrayó recientemente la ministra de Economía, Nadia Calviño, quien atribuyó esta tendencia a las reformas aprobadas durante cinco años por el gobierno de izquierda.Pero esta coyuntura económica no está siendo un asunto de campaña, en parte debido a "una campaña inteligente del PP (partido conservador de Núñez Feijóo) que consiste en focalizar en otros grandes temas para evitar la gestión del gobierno" según relata en la antena de RFI Joan Botella, catedrático de ciencia política de la Universidad Autónoma de Barcelona. Precisamente el candidato conservador ha cometido varios errores e inexactitudes en el área económica desde que empezó la campaña. Algunos analistas apuntan esa debilidad en el candidato que quizás la izquierda no ha sabido explotar. Hay otra explicación a pie de calle que los ciudadanos sienten en su día a día. "Lo que funciona bien son las grandes magnitudes macroeconómicas (paro, inflación, crecimiento); en cambio, la microeconomía, aquello que le pasa en cocnreto a los ciudadanos, no va tan bien: sufren el alza de precios (...) A los ciudadanos no les ha llegado los beneficios económicos a escala macro" afirma Botella en RFI. Si bien la inflación global se ha desacelerado, para junio los precios de los alimentos habían aumentado más del 10% en un año. Igual la vivienda, con un incremento en los alquileres y en las tasas de interés de las hipotecas, en un país donde estas en su mayoría se calculan a tasa variable.Lo cierto es que desde 2018, el Ejecutivo de Sánchez ha subido el salario mínimo, hasta entonces entre los más bajos de la UE, en más de un 50%. Para frenar la escalada de precios, también incrementó las ayudas para mejorar el poder adquisitivo de las personas, por un total de 47.000 millones de euros. Estas medidas, aunadas a un límite en los precios de la electricidad, ayudaron a reducir la inflación al 1,9% en junio desde el pico de 10,8% que se alcanzó el verano pasado y el 5,5% actual para el conjunto de la zona euro.
Pedro Sánchez no logra obtener ventaja electoral del buen balance económico de su gobierno según los sondeos. La oposición de derechas prefiere centrarse en otras cuestiones evitando datos macroeconómicos que benefician a la izquierda en estos momentos. La "paradoja" española pone en cuestión aquella máxima de Bill Clinton del año 1992 "es la economía, estúpido" La frase "es la economía, estúpido" fue acuñada en 1992 por el entonces candidato demócrata y futuro presidente estadounidense Bill Clinton, para significar que en una campaña lo importante es la economía. Pero esta máxima parece no resonar en España, donde el presidente socialista Pedro Sánchez no consigue capitalizar los buenos datos de los indicadores económicos. A diferencia de otros vecinos europeos, en España se suceden las buenas noticias en el plano de los indicadores macroeconómicos: crecimiento robusto, empleo dinámico e inflación controlada. Fuertemente vapuleado por la pandemia de covid-19 a causa de su dependencia del turismo, el PIB español cayó un 11,3% en 2020, un récord en Europa. Pero ha ido recuperando terreno perdido, con un crecimiento de 5,5% tanto en 2021 como en 2022 y un 2,3% previsto para 2023 por el Banco de España. "España está capeando mucho mejor que el resto de Europa el complejo escenario internacional", subrayó recientemente la ministra de Economía, Nadia Calviño, quien atribuyó esta tendencia a las reformas aprobadas durante cinco años por el gobierno de izquierda.Pero esta coyuntura económica no está siendo un asunto de campaña, en parte debido a "una campaña inteligente del PP (partido conservador de Núñez Feijóo) que consiste en focalizar en otros grandes temas para evitar la gestión del gobierno" según relata en la antena de RFI Joan Botella, catedrático de ciencia política de la Universidad Autónoma de Barcelona. Precisamente el candidato conservador ha cometido varios errores e inexactitudes en el área económica desde que empezó la campaña. Algunos analistas apuntan esa debilidad en el candidato que quizás la izquierda no ha sabido explotar. Hay otra explicación a pie de calle que los ciudadanos sienten en su día a día. "Lo que funciona bien son las grandes magnitudes macroeconómicas (paro, inflación, crecimiento); en cambio, la microeconomía, aquello que le pasa en cocnreto a los ciudadanos, no va tan bien: sufren el alza de precios (...) A los ciudadanos no les ha llegado los beneficios económicos a escala macro" afirma Botella en RFI. Si bien la inflación global se ha desacelerado, para junio los precios de los alimentos habían aumentado más del 10% en un año. Igual la vivienda, con un incremento en los alquileres y en las tasas de interés de las hipotecas, en un país donde estas en su mayoría se calculan a tasa variable.Lo cierto es que desde 2018, el Ejecutivo de Sánchez ha subido el salario mínimo, hasta entonces entre los más bajos de la UE, en más de un 50%. Para frenar la escalada de precios, también incrementó las ayudas para mejorar el poder adquisitivo de las personas, por un total de 47.000 millones de euros. Estas medidas, aunadas a un límite en los precios de la electricidad, ayudaron a reducir la inflación al 1,9% en junio desde el pico de 10,8% que se alcanzó el verano pasado y el 5,5% actual para el conjunto de la zona euro.This show is part of the Spreaker Prime Network, if you are interested in advertising on this podcast, contact us at https://www.spreaker.com/show/4064350/advertisement
Pedro Sánchez no logra obtener ventaja electoral del buen balance económico de su gobierno según los sondeos. La oposición de derechas prefiere centrarse en otras cuestiones evitando datos macroeconómicos que benefician a la izquierda en estos momentos. La "paradoja" española pone en cuestión aquella máxima de Bill Clinton del año 1992 "es la economía, estúpido" La frase "es la economía, estúpido" fue acuñada en 1992 por el entonces candidato demócrata y futuro presidente estadounidense Bill Clinton, para significar que en una campaña lo importante es la economía. Pero esta máxima parece no resonar en España, donde el presidente socialista Pedro Sánchez no consigue capitalizar los buenos datos de los indicadores económicos. A diferencia de otros vecinos europeos, en España se suceden las buenas noticias en el plano de los indicadores macroeconómicos: crecimiento robusto, empleo dinámico e inflación controlada. Fuertemente vapuleado por la pandemia de covid-19 a causa de su dependencia del turismo, el PIB español cayó un 11,3% en 2020, un récord en Europa. Pero ha ido recuperando terreno perdido, con un crecimiento de 5,5% tanto en 2021 como en 2022 y un 2,3% previsto para 2023 por el Banco de España. "España está capeando mucho mejor que el resto de Europa el complejo escenario internacional", subrayó recientemente la ministra de Economía, Nadia Calviño, quien atribuyó esta tendencia a las reformas aprobadas durante cinco años por el gobierno de izquierda.Pero esta coyuntura económica no está siendo un asunto de campaña, en parte debido a "una campaña inteligente del PP (partido conservador de Núñez Feijóo) que consiste en focalizar en otros grandes temas para evitar la gestión del gobierno" según relata en la antena de RFI Joan Botella, catedrático de ciencia política de la Universidad Autónoma de Barcelona. Precisamente el candidato conservador ha cometido varios errores e inexactitudes en el área económica desde que empezó la campaña. Algunos analistas apuntan esa debilidad en el candidato que quizás la izquierda no ha sabido explotar. Hay otra explicación a pie de calle que los ciudadanos sienten en su día a día. "Lo que funciona bien son las grandes magnitudes macroeconómicas (paro, inflación, crecimiento); en cambio, la microeconomía, aquello que le pasa en cocnreto a los ciudadanos, no va tan bien: sufren el alza de precios (...) A los ciudadanos no les ha llegado los beneficios económicos a escala macro" afirma Botella en RFI. Si bien la inflación global se ha desacelerado, para junio los precios de los alimentos habían aumentado más del 10% en un año. Igual la vivienda, con un incremento en los alquileres y en las tasas de interés de las hipotecas, en un país donde estas en su mayoría se calculan a tasa variable.Lo cierto es que desde 2018, el Ejecutivo de Sánchez ha subido el salario mínimo, hasta entonces entre los más bajos de la UE, en más de un 50%. Para frenar la escalada de precios, también incrementó las ayudas para mejorar el poder adquisitivo de las personas, por un total de 47.000 millones de euros. Estas medidas, aunadas a un límite en los precios de la electricidad, ayudaron a reducir la inflación al 1,9% en junio desde el pico de 10,8% que se alcanzó el verano pasado y el 5,5% actual para el conjunto de la zona euro.This show is part of the Spreaker Prime Network, if you are interested in advertising on this podcast, contact us at https://www.spreaker.com/show/3014864/advertisement
Pedro Sánchez no logra obtener ventaja electoral del buen balance económico de su gobierno según los sondeos. La oposición de derechas prefiere centrarse en otras cuestiones evitando datos macroeconómicos que benefician a la izquierda en estos momentos. La "paradoja" española pone en cuestión aquella máxima de Bill Clinton del año 1992 "es la economía, estúpido" La frase "es la economía, estúpido" fue acuñada en 1992 por el entonces candidato demócrata y futuro presidente estadounidense Bill Clinton, para significar que en una campaña lo importante es la economía. Pero esta máxima parece no resonar en España, donde el presidente socialista Pedro Sánchez no consigue capitalizar los buenos datos de los indicadores económicos. A diferencia de otros vecinos europeos, en España se suceden las buenas noticias en el plano de los indicadores macroeconómicos: crecimiento robusto, empleo dinámico e inflación controlada. Fuertemente vapuleado por la pandemia de covid-19 a causa de su dependencia del turismo, el PIB español cayó un 11,3% en 2020, un récord en Europa. Pero ha ido recuperando terreno perdido, con un crecimiento de 5,5% tanto en 2021 como en 2022 y un 2,3% previsto para 2023 por el Banco de España. "España está capeando mucho mejor que el resto de Europa el complejo escenario internacional", subrayó recientemente la ministra de Economía, Nadia Calviño, quien atribuyó esta tendencia a las reformas aprobadas durante cinco años por el gobierno de izquierda.Pero esta coyuntura económica no está siendo un asunto de campaña, en parte debido a "una campaña inteligente del PP (partido conservador de Núñez Feijóo) que consiste en focalizar en otros grandes temas para evitar la gestión del gobierno" según relata en la antena de RFI Joan Botella, catedrático de ciencia política de la Universidad Autónoma de Barcelona. Precisamente el candidato conservador ha cometido varios errores e inexactitudes en el área económica desde que empezó la campaña. Algunos analistas apuntan esa debilidad en el candidato que quizás la izquierda no ha sabido explotar. Hay otra explicación a pie de calle que los ciudadanos sienten en su día a día. "Lo que funciona bien son las grandes magnitudes macroeconómicas (paro, inflación, crecimiento); en cambio, la microeconomía, aquello que le pasa en cocnreto a los ciudadanos, no va tan bien: sufren el alza de precios (...) A los ciudadanos no les ha llegado los beneficios económicos a escala macro" afirma Botella en RFI. Si bien la inflación global se ha desacelerado, para junio los precios de los alimentos habían aumentado más del 10% en un año. Igual la vivienda, con un incremento en los alquileres y en las tasas de interés de las hipotecas, en un país donde estas en su mayoría se calculan a tasa variable.Lo cierto es que desde 2018, el Ejecutivo de Sánchez ha subido el salario mínimo, hasta entonces entre los más bajos de la UE, en más de un 50%. Para frenar la escalada de precios, también incrementó las ayudas para mejorar el poder adquisitivo de las personas, por un total de 47.000 millones de euros. Estas medidas, aunadas a un límite en los precios de la electricidad, ayudaron a reducir la inflación al 1,9% en junio desde el pico de 10,8% que se alcanzó el verano pasado y el 5,5% actual para el conjunto de la zona euro.This show is part of the Spreaker Prime Network, if you are interested in advertising on this podcast, contact us at https://www.spreaker.com/show/4231678/advertisement
Pedro Sánchez no logra obtener ventaja electoral del buen balance económico de su gobierno según los sondeos. La oposición de derechas prefiere centrarse en otras cuestiones evitando datos macroeconómicos que benefician a la izquierda en estos momentos. La "paradoja" española pone en cuestión aquella máxima de Bill Clinton del año 1992 "es la economía, estúpido" La frase "es la economía, estúpido" fue acuñada en 1992 por el entonces candidato demócrata y futuro presidente estadounidense Bill Clinton, para significar que en una campaña lo importante es la economía. Pero esta máxima parece no resonar en España, donde el presidente socialista Pedro Sánchez no consigue capitalizar los buenos datos de los indicadores económicos. A diferencia de otros vecinos europeos, en España se suceden las buenas noticias en el plano de los indicadores macroeconómicos: crecimiento robusto, empleo dinámico e inflación controlada. Fuertemente vapuleado por la pandemia de covid-19 a causa de su dependencia del turismo, el PIB español cayó un 11,3% en 2020, un récord en Europa. Pero ha ido recuperando terreno perdido, con un crecimiento de 5,5% tanto en 2021 como en 2022 y un 2,3% previsto para 2023 por el Banco de España. "España está capeando mucho mejor que el resto de Europa el complejo escenario internacional", subrayó recientemente la ministra de Economía, Nadia Calviño, quien atribuyó esta tendencia a las reformas aprobadas durante cinco años por el gobierno de izquierda.Pero esta coyuntura económica no está siendo un asunto de campaña, en parte debido a "una campaña inteligente del PP (partido conservador de Núñez Feijóo) que consiste en focalizar en otros grandes temas para evitar la gestión del gobierno" según relata en la antena de RFI Joan Botella, catedrático de ciencia política de la Universidad Autónoma de Barcelona. Precisamente el candidato conservador ha cometido varios errores e inexactitudes en el área económica desde que empezó la campaña. Algunos analistas apuntan esa debilidad en el candidato que quizás la izquierda no ha sabido explotar. Hay otra explicación a pie de calle que los ciudadanos sienten en su día a día. "Lo que funciona bien son las grandes magnitudes macroeconómicas (paro, inflación, crecimiento); en cambio, la microeconomía, aquello que le pasa en cocnreto a los ciudadanos, no va tan bien: sufren el alza de precios (...) A los ciudadanos no les ha llegado los beneficios económicos a escala macro" afirma Botella en RFI. Si bien la inflación global se ha desacelerado, para junio los precios de los alimentos habían aumentado más del 10% en un año. Igual la vivienda, con un incremento en los alquileres y en las tasas de interés de las hipotecas, en un país donde estas en su mayoría se calculan a tasa variable.Lo cierto es que desde 2018, el Ejecutivo de Sánchez ha subido el salario mínimo, hasta entonces entre los más bajos de la UE, en más de un 50%. Para frenar la escalada de precios, también incrementó las ayudas para mejorar el poder adquisitivo de las personas, por un total de 47.000 millones de euros. Estas medidas, aunadas a un límite en los precios de la electricidad, ayudaron a reducir la inflación al 1,9% en junio desde el pico de 10,8% que se alcanzó el verano pasado y el 5,5% actual para el conjunto de la zona euro.This show is part of the Spreaker Prime Network, if you are interested in advertising on this podcast, contact us at https://www.spreaker.com/show/3690946/advertisement
Todo mundo tem aquele ídolo que inspira nossas vidas e a gente é capaz de fazer TUDO para chegar perto e ser notado pelo artista. Mas calma, lá. Se vai fazer loucura, tem que ter Seguro! Esse é um programa que falamos de loucuras que já fizemos por nossas divas e também casos que ficaram famosos junto com Dan, o nosso quarto integrante, e de Itaú Seguros! Descubra mais de 30 modalidades de seguros, entre Seguro Auto, Residencial, Seguro de Vida e Capitalização nos Seguros do Itaú! Acesse o link e saiba mais: https://www.itau.com.br/seguros *publi LOTUS Más decisões em Succession Propaganda enganosa de jogo Reply ChatGPT Momento difícil da Preta Gil Frank Ocean MERYL Paris, 13 Distrito Madonna revisitando looks icônicos Virado à Paulista Colocar película nova no celular Taylor Swift no carrinho de limpeza “Extraordinário” Macy Gray curtindo Reel da Marina INTERESSANTENEY FILME: Febre de Juventude MÚSICA: Ilariê, da Xuxa SÉRIE: Falando a Real INSTAGRAM: @successionfashion ME AJUDA, WANDA! Eu virei a amiga que tem carro? Estou há anos com esse sigiloso e quero me livrar! Como espantar esse vizinho insuportável? Podcast #444 apresentado por: @phelipecruz @eusousamir @santahelena @daanr Edição / Produção: Felipe Dantas (dantas@papelpop.com / @apenasdantas) Quer ter seu caso lido em nosso podcast? Mande um desabafo, uma rapidinha, ou pergunte curiosidades para o e-mail redacao@papelpop.com. Coloque qualquer coisa com "Wanda" no assunto! Toda quinta-feira, às 13h17, um episódio novo, exclusivamente no Spotify
Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal. Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro. Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda. Live 210 - Visão do Estrategista https://youtube.com/live/Nwbej-chf7k
Prepare-se para a segunda metade do dia sabendo de tudo que mexeu com o mercado nas últimas horas do pregão. Informação e análise com Roberto Motta, Filipe Villegas e Denise Barbosa
Neste episódio vamos apresentar algumas opções de investimento a longo prazo! Os PPR's e os Seguros de Capital são das ferramentas financeiras mais conhecidas no que toca a investimentos de longo prazo, mas será que conheces todas as vantagens? Ouve este episódio e fica a saber como é que podes analisar um PPR's da melhor maneira e qual é a melhor solução para ti! _______________ Indíce do episódio: (0:52) Quais são as diferenças entre os PPR's e os Seguros de Capital? (7:14) Que benefícios fiscais existem nos PPR's? (13:50) Em que situação pode ser mais vantajoso um Seguro de Capitalização em vez de um PPR? (16:56) O que devemos analisar num PPR? ________________ Notícia da Semana: Resgate PPR sem penalização - lei 19/2022, artigo 6º IAS 2022 - 443.20 IAS 2023 - 478.70 Sugestão do nosso Host: Conteúdo sobre FIRE ________________ Sponsors: Wallstreeters: https://wallstreeters.io/ Créditos Jingle: https://instagram.com/so_a_morte_para_nos_separeire?igshid=YmMyMTA2M2Y= __________________ Segue-nos noutras plataformas: Instagram: www.instagram.com/meucapital.pt/ LinkedIn: www.linkedin.com/company/meucapitalpt/ Tiktok: www.tiktok.com/@meucapital Twitter: https://twitter.com/meucapitalpt Website: https://daily.meucapital.pt/ Sérgio Rodrigues: https://www.linkedin.com/in/sergiofiliperodrigues/ Sancho Sampaio: https://www.linkedin.com/in/sancho-sampaio-181a28208/
Audios de Carlos Márquez : Motivación | Negocios | Empresarial
Para vender por mayoreo necesitas comprender que mal gastar tu tiempo en cosas que generan pérdidas cómo no escoger un buen promotor de tu producto, no entender la importancia de asignar precios y no tomarte el tiempo de saber qué es lo que requiere tu empresa. Vender más y ganar menos, ¡no significa vender por mayoreo!
Presidente do Sindicato das Empresas de Seguros Privados, de Capitalização e de Resseguros, no Estado do Rio Grande do Sul - Sindseg RS Seguro de carro sobe quase sete vezes a inflação
Presidente do Sindicato das Empresas de Seguros Privados, de Capitalização e de Resseguros, no Estado do Rio Grande do Sul - Sindseg RS. Seguro de carro sobe quase sete vezes a inflação
A Eletrobras entra na reta final da capitalização da empresa. Com a venda de mais de 627 milhões de ações, ela deixará de ter a União como sócia majoritária, movimentando mais de R$ 30 bilhões no mercado de capitais. Trabalhadores de qualquer setor vão poder usar até 50% dos recursos do FGTS para comprar ações da companhia. O mecanismo é o mesmo já usado em outros casos, como na Vale e na Petrobras. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yasbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
O mercado não tem medo de notícia ruim, tem medo de escuro. Essa frase, de um gestor brasileiro bem experiente, explica a disparada das ações da Eletrobras depois que o TCU (Tribunal de Contas da União) rejeitou o chamado fast track para o processo de capitalização da estatal. A Corte iniciou nesta quarta-feira (20) o julgamento, mas o ministro Vital do Rêgo pediu vista por 60 dias, posteriormente reduzido para 20 dias, dizendo que precisa de mais tempo para conversar com autoridades. Entre frustrados e assertivos, o mercado financeiro respondeu com pragmatismo. Se tudo seguir sem sustos e surpresas, dá para manter a perspectiva de que a venda das ações da União na elétrica, que deve gerar mais de R$ 65 bilhões em recursos, será bem-sucedida. Vale lembrar que os mercados não abrem nesta quinta-feira (21), feriado no Brasil. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yasbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
O Tribunal de Contas da União (TCU) define, nesta quarta-feira (20), o prazo para o fim do processo de capitalização da Eletrobras. Segundo apuração exclusiva da CNN, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, enviou mensagem aos ministros da Corte para que a capitalização aconteça até maio. Também nesta quarta-feira, a Caixa começa a liberar aos trabalhadores o saque extraordinário do FGTS de até R$ 1.000. São cerca de R$ 30 bilhões liberados para aproximadamente para 42 milhões de brasileiros, segundo a Caixa. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yasbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.
Em meio à queda de braço com o Ministério da Economia, o Planalto segue buscando alternativas para reduzir o preço dos combustíveis. No episódio desta semana, o time de análise política da XP comenta as propostas ventiladas até o momento para desoneração do diesel e da gasolina, bem como os riscos fiscais envolvidos e os ruídos internos no próprio governo em torno do tema. As federações partidárias, que podem ter prazo para regulamentação prorrogado pelo Supremo, e a capitalização da Eletrobras no TCU também são tema de discussão de nossos analistas. Acompanhe o nosso conteúdo também no aplicativo XP Política e Macro, disponível nas lojas de aplicativos para IOS e Android.