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Sin Maquillaje, Altagracia Salazar
Dominicanos víctimas por contratar haitianos desconocidos, Sin Maquillaje, 3-10-2022

Sin Maquillaje, Altagracia Salazar

Play Episode Listen Later Oct 3, 2022 29:24


El asesinato de tres personas, una de ellas con fuertes vínculos con este espacio, en Estero Hondo, Villa Isabela, Puerto Plata es un acto de barbarie que debe ser respondido rápidamente por la autoridades. La indignación que ha generado en el que turbas han incendiado ranchos de haitianos en esa comunidad es la misma barbarie pero sin nombre. La turba es el refugio del violento que al propio tiempo es cobarde. Las primeras informaciones sobre el hecho indican que un haitiano apodado Blanco recién contratado por el ganadero Juan José Soto fue el autor de una matanza a punta de cuchillo. Un asesinato vil y alevoso dado que se trataba de personas con poca posibilidad de defenderse. Quemar las casas de los otros haitianos de la zona ante un hecho de esta naturaleza no es una novedad ha pasado varias veces en la línea noroeste en donde son comunes las rancherías de haitianos que trabajan en la producción agrícola de manera permanente. El gobierno dominicano debe crear algún mecanismo que proteja a sus ciudadanos de acciones de esa naturaleza y que al propio tiempo tome en cuenta la realidad de que no hay mano de obra nacional para la agropecuaria. No hay un dominicano que bregue con vacas, con arroz, que recoja café o cacao. No hay un dominicano que limpie las granjas de pollos o que quiera pegar un block. No es un problema económico simplemente nuestros nacionales no quieren esos trabajos. Eso lleva a empresarios grandes medianos y pequeños a contratar haitianos que son simplemente desconocidos. La información que hay sobre el hecho indican que el responsable del triple homicidio llevaba apenas semanas en el trabajo y lo único que se sabe de la persona es que le llamaban Blanco. El haitiano contratado en la zona rural que muchas veces vive en la casa de su patrón no tiene ninguna referencia. Pero el patrón que lo necesita para mantener la producción de su finca no tiene plan B, lo contrata o deja de producir lo que sea. La hipocresía exacerbada por el patrioterismo tiene un alto costo económico para el país y pone incluso a los gobernantes a hablar chachara. La ley dominicana establece que el 80% de la fuerza laboral de una empresa debe ser dominicana y el 20% extranjera, la ultima vez que se habló de eso fue el año pasado. Precisamente en octubre. Cuando el gobierno hizo una alharaca de las que se hacen cíclicamente y no pasó nada. Los empresarios agrícolas más importantes se reunieron con el presidente y le dijeron que buscara el 80% que ellos buscaban el 20. Ahí terminó la medida. La informalidad de la contratación de esa mano de obra es un riesgo para quienes la necesitan no para quien promueve el rechazo desde las redes sociales y los medios de comunicación. La responsabilidad de cuidar a sus ciudadanos es del gobierno. El gobierno dominicano o regula el uso de esa fuerza laboral para una contratación segura o deja los campos dominicanos yermos por falta de mano de obra como ya están Cuba, Puerto Rico y Jamaica.

Convidado
CID-STP quer “renovação política” em São Tomé e Príncipe

Convidado

Play Episode Listen Later Sep 17, 2022 9:54


O CID-STP é uma das 11 forças políticas na corrida às eleições legislativas de 25 de Setembro em São Tomé e Príncipe. O seu líder, Nelson Carlos Carvalho, apresenta o partido como “uma alternativa”, com o objectivo de avançar para uma “renovação política” em que o combate à corrupção é uma das prioridades. RFI: Quais são as principais bandeiras da sua candidatura? Nelson Carlos Carvalho, Líder do CID-STP (Cidadãos Independentes para o Desenvolvimento de São Tomé e Príncipe): A primeira bandeira é o comprometimento com o país no seu todo. Tem uma responsabilidade abrangente ao país em termos dos serviços que beneficiam os cidadãos. O segundo nosso objectivo é o combate à corrupção porque todos os políticos falam no combate à corrupção e o que acontece é que muitos deles, quando estão no poder, a corrupção continua a ser ainda enraizada a nível do país. Portanto, o CID-STP quer trazer uma outra forma de combater a corrupção de forma transparente e responsável para que o cidadão possa ter a confiança na parte que dirige o país e a parte que dirige o país também terá confiança no povo. Tem que ser uma confiança recíproca para que as coisas realmente funcionem porque um país em que os seus dirigentes têm medo dos seus colaboradores ou do seu povo, automaticamente as coisas não funcionam. O CID quer trazer esta confiança e que nenhuma parte tenha medo da outra. A outra questão, que é nossa bandeira, é a questão de fortalecimento das empresas públicas e privadas para criarem emprego e garantirem pensões porque o Estado não pode continuar a ser o maior empregador. Enquanto o Estado continuar a ser o maior empregador, o país não desenvolve, o país não cresce porque todas as despesas ficam a nível do Estado, todas as receitas e rendimentos ficam a nível do Estado. Portanto, o Estado tem que separar as coisas. Então, as empresas públicas e privadas têm que assumir o emprego para garantir as pensões em São Tomé e Príncipe. A outra nossa questão é a luta para mudar o sistema de funcionamento de saúde. O nosso sistema de saúde não funciona, portanto, eu não posso estar num país em que os dirigentes quando têm algum problema de saúde, têm que se dirigir ao exterior a custos elevados, tanto para aqueles que vão de junta médica, como aqueles que vão pelos seus meios próprios. Precisamente, um dos grandes problemas é o acesso à saúde e aos medicamentos. Como é que vai resolver essa questão? Bom, essa questão é uma questão simples de resolver. Nós temos um sistema de saúde que é preciso fazer uma - não digo uma revolução - mas é preciso fazer uma mudança do topo para a base. Primeiro, a questão da saúde: nós não temos um hospital que possa garantir. É preciso construir uma infra-estrutura com capacidade para dar resposta ao desenvolvimento da sociedade. É preciso ter uma estrutura coesa, forte, responsável, transparente. A questão do medicamento: o medicamento pode ser controlado. Nós temos um sistema em que os medicamentos se vendem na rua, se vendem nos quiosques, se vendem nos restaurantes, etc. É preciso definir que a estrutura que deve vender medicamentos deve ser a farmácia. Todos os outros medicamentos que se vendem de forma aleatória é preciso uma investigação, saber como é que eles entraram no país, quem está a vender, e aí o Estado terá um controlo sério do medicamento. O que é que acontece? Independentemente de o Estado ter o medicamento nos hospitais, os operadores privados que têm farmácias também vendem os medicamentos e estes medicamentos todos que são vendidos, têm que ter qualidade, certificação, etc. para garantir que realmente o país tenha uma saúde digna e responsável. Essas questões todas são coisas fáceis de resolver. É preciso é que haja vontade política de o fazer de forma segura, de forma responsável, sobretudo, trazer humildade em termos de organização do país e das suas estruturas governativas. O país é considerado um dos mais pobres do mundo. Depende da ajuda externa. Que soluções preconiza para reduzir essa dependência e essa pobreza, tanto mais que estamos perante uma inflação de preços mundial provocada pela guerra na Ucrânia e depois de uma crise provocada também pela própria pandemia de Covid-19? É verdade que São Tomé e Príncipe depende dos parceiros externos. Primeiro, um país em que o Estado é o maior empregador, automaticamente essas dependências continuam porque o Estado tem que ir buscar o dinheiro dos parceiros para pagar o salário, porque os nossos rendimentos internos não são sustentáveis para suprir todas as despesas do país. Porquê? Porque o Estado é quem se responsabiliza por tudo no país porque ele é o único empregador. Automaticamente, diminuindo o Estado com números de funcionários públicos e a maioria passar para o privado, aí, automaticamente, o privado vai-se responsabilizar da maioria dos empregados que estão na função pública. Outro aspecto: internamente tem que haver a cultura de trabalho e tem que haver um incentivo da parte do Governo em apoiar e criar também a nível do país, que nós não temos, um banco de investimento, ao qual você pode buscar o investimento e fazer investimento privado-público. Nós temos um país em que nós temos a agricultura, nós temos a pesca e falamos em turismo. São três pilares fortes que nós temos, mas se nós apostarmos seriamente nos nossos mares, como com embarcação para ir buscar o país para a questão industrial, aí já vamos ter alguns recursos. Se nós realmente agarrarmos na agricultura, não podemos ficar só na pimenta, no café e no cacau. É preciso partirmos para outros produtos nossos que possam também chegar a outros pontos internacionais e que poderão trazer-nos também algum rendimento. Portanto, um país com 200.000 habitantes, nós conseguimos de facto organizar porque é praticamente uma empresa e São Tomé tem recursos. São Tomé e Príncipe regista uma das mais elevadas taxas de desemprego da África Central. Que política para a criação de emprego e para a formação? É abrir também a formação profissional nas áreas de construção civil: pedreiros, carpinteiros, electricistas, ladrilhadores, estucadores. Toda a gente quer ter licenciatura, mestrado, doutoramento. Claro que é verdade que o país precisa desses quadros todos. Mas eu pergunto: eu não posso fazer uma casa a começar do telhado. Tenho que fazer uma casa a começar da base, dos pilares. Portanto, não havendo uma formação profissional que garanta o primeiro emprego, automaticamente, o país não vai conseguir avançar. O Governo cessante era composto por uma nova maioria no Parlamento. Está também disposto a alianças? Eu acho que sim. Nós vamos concorrer a essas eleições. Imaginemos que o CID, por exemplo, não tem a maioria absoluta e tem um número de deputados. Bom, não é preciso o CID ir para o governo. Nós podemos dar sustentabilidade parlamentar ao partido que tiver maior número de mandatos para formar o governo e nós estaremos no Parlamento a dar a nossa contribuição de forma positiva porque a oposição também governa. Governa como? Apresentando os projectos, fazendo as críticas construtivas, apresentando as propostas para serem discutidas em benefício da população. Agora, eu não posso ser um opositor e estar na Assembleia contra quem está a dirigir só porque estou na oposição. Não. Eu estou lá a contribuir de forma positiva para governar o país e aí estarei de acordo com uma aliança, sim, mas aliança parlamentar para funcionamento do país, não uma aliança para governar. O CID não irá participar numa aliança governativa, mas numa aliança parlamentar nós estaremos disponíveis para que o país funcione com as nossas ideias, com as nossas propostas de projectos e seriam analisados e discutidos na Assembleia Nacional e encontrar uma forma em que haja um projecto que possa beneficiar todo o colectivo, onde os deputados têm que ter uma consciência colectiva e pensar no bem comum para todos os são-tomenses. Em todas as eleições em São Tomé e Príncipe se fala no fenómeno do banho, na compra de consciência dos eleitores. Como é que financiou a campanha? Como é que se evita o banho? Nós, por exemplo, da parte do CID-STP, estamos a fazer as reuniões de sensibilização e a passar as informações relativamente aos nossos projectos. Nós não estamos a dar a ninguém nenhum banho. O que é que é o banho em São Tomé e Príncipe? Há duas formas de fazer o banho em São Tomé e Príncipe. Uma forma de fazer o banho é quando vão para reuniões dão 100, 50 dobras a cada um que está na reunião. A outra forma de banho é quando vão no dia das eleições, em que pagam as pessoas para irem votar. Eu contrario totalmente isso. Por isso, é que o CID-STP, como nós falamos no nosso slogan, vamos avançar numa renovação política. Renovação política. Nós não podemos ter o costume dos partidos tradicionais, pagando às pessoas para votar, pagando às pessoas para assistir às nossas reuniões. E nós, quando marcamos as reuniões, nós fazemos um pré-aviso: vamos fazer a reunião, mas o CID-STP não vai distribuir nenhum dinheiro à população. Primeiro, todos os partidos políticos que vão dar 50 dobras, 100 dobras ou 200 dobras aos eleitores são os partidos políticos que estão comprometidos com a corrupção em São Tomé e Príncipe. São as pessoas que devem ao Estado, devem muito ao fisco, são as que têm problemas nos tribunais, as que levaram bancos às falências, estão comprometidas para pagar aos bancos, portanto, têm que pagar para conseguirem estar no poder, para terem manobra para conseguirem saldar as suas dívidas. No CID-STP, nem o líder do CID nem os outros elementos do CID não estamos comprometidos com nenhum desses três planos: a finança, os tribunais, os bancos. Portanto, nós estamos à vontade de fazer uma política clara e falar ao povo de São Tomé e Príncipe que nós somos uma alternativa. Estas eleições têm, pela primeira vez, a participação dos são-tomenses residentes na diáspora que vão poder eleger e serem eleitos. Você também foi emigrante. Que mensagem é que deixa aos eleitores em geral e aos que vivem lá fora rumo estas eleições? No nosso programa eleitoral, nós queremos que a diáspora faça parte integrante na governação do país, de forma mais inclusiva, porque a diáspora tem um peso muito forte e que possa contribuir. Em termos da visão para quem vive, por exemplo, em França e noutros países, têm uma visão muito alargada do desenvolvimento daqueles países que pode ajudar muito ao desenvolvimento de São Tomé e Príncipe. O que eu digo a todos os eleitores são-tomenses que estão na diáspora, e também em São Tomé e Príncipe, é que façam uma apreciação dos projectos de cada partido político e depois tomem uma decisão, para não tomarem a decisão pelo facto de ser família, ser amigo ou aquele que deu um bilhete de passagem, deu uma motorizada ou se calhar abasteceu um quiosque. Mas sim que analisem as figuras dos líderes dos partidos que possam ser o possível primeiro-ministro, mas gente com perfil, com carácter, com seriedade, que se comprometa realmente com acções colectivas para erguer São Tomé e Príncipe.     Eleições legislativas, autárquicas e regional a 25 de Setembro As eleições legislativas, autárquicas e regional são a 25 de Setembro. Dez partidos e uma coligação vão concorrer às legislativas de São Tomé e Príncipe: Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe / Partido Social Democrata (MLSTP/PSD), Acção Democrática Independente (ADI), Movimento Basta, Movimento Democrático Força da Mudança/União Liberal (MDFM/UL), União para a Democracia e Desenvolvimento (UDD), Cidadãos Independentes para o Desenvolvimento de São Tomé e Príncipe (CID-STP), Movimento Unido para o Desenvolvimento Amplo de São Tomé e Príncipe (Muda-STP), Partido Novo, Movimento Social Democrata/Partido Verde de São Tomé e Príncipe (MSD-PVSTP), Partido de Todos os Santomenses (PTOS) e a coligação Movimento de Cidadãos Independentes/Partido Socialista/Partido da Unidade Nacional (MCI/PS-PUN). Nestas legislativas, os são-tomenses vão eleger 55 deputados à Assembleia Nacional, incluindo dois que pela primeira vez serão eleitos pelos círculos eleitorais da Europa e da África. A RFI falou com os líderes das 11 forças políticas que concorrem às legislativas e vai publicar uma entrevista por dia. Acompanhe aqui.

Convidado
MUDA quer ser “catalisador do desenvolvimento” em São Tomé e Príncipe

Convidado

Play Episode Listen Later Sep 16, 2022 9:57


O Movimento de União para o Desenvolvimento Amplo de São Tomé e Príncipe (MUDA-STP) é uma das 11 forças políticas na corrida às eleições legislativas de 25 de Setembro em São Tomé e Príncipe. O seu líder, Tomás da Vera Cruz, explica que o objectivo do movimento é ser o “catalisador do desenvolvimento no país”, algo que passa pelo combate contra o que descreve como “corrupção endémica” e pela exploração de “potenciais inexplorados” de São Tomé e Príncipe. RFI: Quais são as principais bandeiras da sua candidatura? Tomás da Vera Cruz, Líder do MUDA-STP: É uma candidatura que vai transmitir uma mensagem muito jovem, uma mensagem de renovação e de transformação deste país. Temos algumas prioridades que estão bem definidas. Primeiro teremos que quebrar o ciclo pernicioso dos partidos do poder. Estamos há 47 anos com esses partidos e as coisas vão evoluindo não à velocidade que nós precisamos, mas a uma velocidade muito lenta e que não tem resolvido nenhum problema do país. Temos uma segunda prioridade que é fundamental: combater a corrupção e vamos combatê-la sem quartel e por todos os meios que estiverem ao nosso alcance, os meios legais existentes, mas também inspirando-nos nas experiências e boas práticas que resultaram nos outros países. Temos um outro problema, é que o país vive para além das suas possibilidades e nós temos que racionalizar a administração e o Estado e reduzir o trem de vida [estilo de vida] do Estado. Nós temos que eliminar e suspender todos os privilégios e benesses incomportáveis para o actual estado da economia. E existem muitos. No manifesto eleitoral, o lema é “trabalhar para todos” e prometem “criar oportunidades para todos”. Um dos problemas do país é a desigualdade social, que é gritante. A pandemia agravou a crise, atirou muitos para o desemprego. A guerra na Ucrânia provocou uma inflação global dos preços. O que fazer para ajudar quem mais precisa? Temos que libertar os recursos que têm sido mal gastos. Temos uma administração pública que é pletórica, pouco eficiente e que tem gastos cujo “input” não corresponde ao “output”. Temos uma corrupção que ficou endémica, a todos os níveis. Combatendo a corrupção, nós podemos libertar recursos para aquelas despesas que são mais prementes. Nós temos potenciais que são inexplorados na agricultura, na economia do mar, na economia verde, no turismo. O que nos falta é um plano de desenvolvimento que oriente, consistente e adequado à nossa realidade económica, social e ao nosso capital humano que é preciso ser reforçado. Portanto, se nós juntarmos todos esses aspectos, se trabalharmos com os nossos parceiros - não para uma cooperação tradicional, para fazer um pacto para o desenvolvimento - declinaremos esse pacto em programas, projectos, portanto, metas que têm que ser verificadas. Nós queremos ser os catalisadores do desenvolvimento. O nosso desenvolvimento tem acontecido, não tem sido programado. Ele tem acontecido. Nós queremos programar o desenvolvimento, queremos ser nós a guiar e dirigir esse movimento para o desenvolvimento. Precisamente, nesse desenvolvimento também quer estimular o emprego. São Tomé e Príncipe regista uma das mais elevadas taxas de desemprego da África Central. Qual é a política que propõem para a criação de emprego e de formação? Por um simples egoísmo do Estado, que pensa que ele tem que ter o domínio sobre os cidadãos, o nosso emprego é fundamentalmente um emprego público. Nós temos que inverter essa situação na nossa economia e promover o emprego no sector privado. Para isso, primeiro, a nossa justiça tem que mudar e vamos fazer recurso a todos os meios que nós temos, legais, existentes, e outros que nós podemos receber e copiar dos outros países onde essa luta deu resultado. Temos que melhorar o ambiente de negócios para permitir que o investimento privado se realize sem nenhum contratempo, como é o caso de São Tomé e Príncipe. Nós temos que potenciar todo o potencial de inovação e criação que a nossa juventude tem em todas as áreas, nas altas tecnologias, na área da cultura, na área do desporto. Portanto, nós temos um imenso potencial de criação de emprego que tem sido desperdiçado. Nós vamos, conjuntamente, tratar de explorar todos esses potenciais para as populações mais frágeis. Aquelas que, apesar de toda uma política activa de emprego nesse sentido, ainda não conseguem acompanhar, aí sim, nós teremos recurso a tudo que é a parte social, projectos sociais, projectos de família, que têm em alguns casos recebido o apoio da comunidade internacional. Outro grande problema em São Tomé e Príncipe é o acesso aos cuidados médicos e a medicamentos. A saúde é um dos temas principais no vosso manifesto eleitoral. Que propostas é que têm? Primeiro, temos que melhorar fundamentalmente os cuidados primários de saúde. Nós temos uma rede de centros de saúde razoáveis, mas que estão mal equipados e subqualificados e nós temos gente que tem qualificação, que precisa de motivação, que precisa de bom enquadramento para trabalhar nesses cuidados primários. Para evitar que nós depois tenhamos doenças - que são já doenças em São Tomé que são doenças do desenvolvimento - que é o excesso de peso, as diabetes, as doenças cardiovasculares, porque nós essas doenças mais vulgares como são a diarreia, a cólera, a poliomielite estão mais ou menos controladas em São Tomé e Príncipe. Depois, nós queremos também qualificar o pessoal, melhorar as infra-estruturas e, portanto, fornecer melhores cuidados de saúde, dividindo os cuidados primários porque nós temos um só hospital que faz tudo praticamente e isso transforma-o num centro de saúde, quase não se pode gerir porque coisas que se podem fazer num posto médico da aldeia, vai-se fazer no hospital, portanto há toda uma transformação que tem que se fazer. Por isso, temos tido muita ajuda externa de Portugal, da China, de Cuba e de outros parceiros, mas que tem sido muito dispersa. Ela não tem sido posta num quadro coerente, de forma que seja complementar e nos permita tirar maior proveito das ajudas. Nós temos essa possibilidade e, portanto, nesse sentido, vamos fazer um sistema de saúde que é mais justo, mais equilibrado, mais equitativo e que seja financiado. Nós temos que ver que recursos é que nós vamos buscar internos e externos para financiar um sistema de saúde que seja sustentável. No manifesto eleitoral propõem proporcionar o acesso universal à energia, à água e ao saneamento básico. Como é que colocam isto em prática, tendo em conta que o dia-a-dia dos são-tomenses continua a ser pautado, por exemplo, por cortes de energia? Nós temos uma empresa de energia, é do conhecimento de todos, que tem graves problemas de gestão, não só técnica, mas gestão financeira. Tem acumulado uma dívida enorme, o que em si só parece uma contradição porque há mais procura de energia do que oferta de energia. Portanto, tudo o que você produz, você sendo uma empresa, normalmente você não deveria ter prejuízos. Portanto, o problema da nossa empresa de água e de electricidade está noutro domínio e ela precisa de ser completamente reestruturada. A forma como nós produzimos energia através de combustível fóssil é incomportável. Nós não produzimos petróleo, somos um país pequeno, importamos quantidades pequenas, importamos produto acabado e isto tem um custo enorme. Nós temos um custo de transporte muito elevado porque o nosso porto é um porto com muitas deficiências e nós temos que pensar isso de forma global. Portanto, a transição energética é uma opção, mas ela tem que ser feita de forma bem pensada, bem escalonada para que gradualmente nós possamos utilizar a energia do mar, a energia eólica, a energia fotovoltaica, nós temos todo esse potencial. Nós temos que trabalhar com parceiros que também são sérios, que vêm e querem nos ajudar com projectos que são realistas, adaptados à nossa realidade e que produzam resultados efectivos. Vamos, com os nossos parceiros, ver qual é a hipótese de nós comprarmos energia através de navios e outras centrais que são móveis, que podem produzir energia durante algum tempo, de forma a que esse processo de transição se possa processar de forma tranquila e nos permita ter uma mudança, uma transição energética que seja “smooth” [suave] como dizem os ingleses, mas que não nos deixem sem energia durante muito tempo. Nós estamos a pensar num espaço de tempo curto, médio prazo, poder privatizar essa empresa de água e electricidade, mantendo o Estado, certamente uma parte do capital que lhe permite controlar aquilo que o nosso parceiro privado vai poder fazer, os investimentos que ele vai poder fazer. Até que ponto o MUDA tem força para contrariar a bipolarização política tradicional em São Tomé e Príncipe? A nossa força está na nossa visão, no nosso objectivo, nos nossos princípios, nos nossos valores. A nossa visão é de um país aberto, próspero, moderno e inclusivo, justo e sustentável, onde prevaleça a democracia, liberdade e a dignidade para todos. A nossa missão, que é fundamental, é trabalhar de mão dada com todas as instituições legítimas do país para salvaguardar e reforçar os valores da democracia, do progresso, da dignidade. Os nossos valores: responsabilização, transparência, pluralismo, debate livre, pacífico, contraditório, inclusão política, coisas que nunca existiram verdadeiramente no nosso país, inclusão económica, participação cívica e cuidado, igualdade de género e o respeito pelo Estado de direito democrático. Estamos comprometidos com a inclusão desses valores e pensamos que se essa mensagem vai sendo gradualmente transmitida à população, vai-nos dar a possibilidade de enfrentar os desafios que nós temos entre o gigante que são os nossos adversários políticos e o anão que somos nós que estamos a começar nessa etapa.     Eleições legislativas, autárquicas e regional a 25 de Setembro As eleições legislativas, autárquicas e regional são a 25 de Setembro. Dez partidos e uma coligação vão concorrer às legislativas de São Tomé e Príncipe: Acção Democrática Independente (ADI), Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe / Partido Social Democrata (MLSTP/PSD), Movimento Basta, Movimento Democrático Força da Mudança/União Liberal (MDFM/UL), União para a Democracia e Desenvolvimento (UDD), Cidadãos Independentes para o Desenvolvimento de São Tomé e Príncipe (CID-STP), Movimento Unido para o Desenvolvimento Amplo de São Tomé e Príncipe (Muda-STP), Partido Novo, Movimento Social Democrata-Partido Verde de São Tomé e Príncipe (MSD-PVSTP), Partido de Todos os Santomenses (PTOS) e a coligação Movimento de Cidadãos Independentes/Partido Socialista/Partido da Unidade Nacional (MCI/PS-PUN). Nestas eleições legislativas, os são-tomenses vão eleger 55 deputados à Assembleia Nacional, incluindo dois que pela primeira vez serão eleitos pelos círculos eleitorais da Europa e da África. A RFI falou com os líderes das 11 forças políticas que concorrem às legislativas e vai publicar uma entrevista por dia. Acompanhe aqui.

Malhete Podcast
GRANDES MAESTROS MAÇONS - WOLFGANG AMADEUS MOZART (1756-1791)

Malhete Podcast

Play Episode Listen Later Sep 16, 2022 6:21


por Francesco Attesti Wolfgang Amadeus Mozart (1756 - 1791) é unanimemente reconhecido como um gênio absoluto no campo musical, talvez "o maior" de todos, aliás, enquanto outros compositores são lembrados por terem se tornado imortais por uma determinada composição (sinfonia, sonata, concerto , ópera, etc.), Mozart é o único que deixou uma obra-prima em qualquer gênero musical decodificado. A abordagem de Mozart à Maçonaria remonta a 1778, quando, aos vinte e dois anos, compôs a Sinfonia nº. 31 em Ré maior K 297 chamado “Parisier Sinfonie” (Sinfonia de Paris). A Sinfonia foi encomendada por Legros para o "Concerto Spirituels" e estreou em 12 de junho de 1778 em um concerto privado na casa do Conde Karl Heinrich Joseph von Sickingen, a primeira apresentação pública, no entanto, ocorreu seis dias depois. Embora Mozart ainda não tivesse sido iniciado na maçonaria, ele se juntará a ela apenas seis anos depois, em 14 de dezembro de 1784, é interessante notar que os instrumentos de sopro típicos das reuniões da loggia são usados na sinfonia; flautas, oboés, clarinetes, fagotes, trompas e trombetas. Precisamente esses sons se tornarão típicos das composições maçônicas do músico de Salzburgo com predominância de instrumentos de sopro e vozes masculinas. Sua música mostrará não apenas uma adesão formal, mas uma profunda convicção espiritual e esotérica; além do incomparável simbolismo da Flauta Mágica, é importante lembrar o Freimaurer kantate em Dó Maior K 623 (Cantata Maçônica) cuja finalização ocorre em terças paralelas como se simbolizasse uma corrente entre irmãos. Toda a música maçônica de Mozart está imbuída de virtuosidades gráficas semelhantes; De fato, a prevalência da tonalidade com três sustenidos (lá maior) ou, melhor, com três bemóis (mi bemol ou dó menor) junto com acordes de terça e sexta não é coincidência. Podemos dizer sem medo de negação que Mozart foi provavelmente o músico mais intimamente ligado à Maçonaria e que mais fortemente traduziu suas intenções, símbolos e ideais na música. O apego de Mozart à Maçonaria foi muito além das razões de conveniência; a possibilidade de estar livre de qualquer dogmatismo e, ao mesmo tempo, a possibilidade de se elevar espiritualmente, provocou um fascínio irresistível no músico de Salzburgo. Deste período maçônico parece ter permanecido uma grande produção referente ao primeiro ano após a entrada na Maçonaria, 1785, com obras como a Cantata K 471, o Adágio para dois clarinetes e três trompas de basset K 411 e a música fúnebre maçônica K 477, enquanto outra grande parte de sua produção se refere ao último ano de sua vida, 1791 com o já mencionado Freimeurerkantate K 623, a Flauta Mágica e, se preferir, correspondendo em sentido amplo aos ideais maçônicos também com a obra Clemenza di Tito. . Finalmente, a cantata para tenor e piano Die ihr des unermeßlichen Weltalls Schöpfer ehrt ("Você que honra o criador do universo infinito") K 619, baseada em um texto de Franz Heinrich Ziegenhagen, representa uma espécie de manifesto do Iluminismo radical e igualitário ; o texto (musificado por Mozart em julho de 1791) é um apelo apaixonado a favor da tolerância religiosa, contra o fanatismo, contra o militarismo e a favor da paz entre os povos. A prática de execução da época geralmente exigia que o compositor também fosse o intérprete ou diretor de sua própria música. Assim, Mozart não apenas conduzia rotineiramente suas próprias sinfonias, mas também frequentemente aparecia no duplo papel de solista e maestro em seus concertos dirigindo diretamente do piano. Deve-se notar, no entanto, que na música de câmara e orquestra do século XVIII, geralmente era um membro do conjunto que tomava o lugar do maestro, às vezes era o primeiro violino que usava o arco como batuta. Para as peças que tinham uma parte de baixo contínuo, era costume dirigir do cravo. Na presença do compositor cuja peça estava a ser executada, era o próprio autor que fazia o concerto e a direcção, geralmente sentado ao cravo --- Send in a voice message: https://anchor.fm/malhete-podcast/message

Protagonistas de la Economía Colombiana
Casi US$800.000 millones moverá la integración de bolsas de Chile, Perú y Colombia

Protagonistas de la Economía Colombiana

Play Episode Listen Later Sep 16, 2022 1:18


Cada vez está más cerca que una persona en Bogotá pueda negociar con la BVC una acción de Falabella, o alguien en Santiago, una de Ecopetrol. Precisamente ese es el objetivo de la integración de los mercados de Colombia, Chile y Perú, un proceso que, si tiene la bendición de todos los reguladores a tiempo, podría estar operando en 2023 para su fase inicial, y ya la negociación total en 2024. “Este será el proceso de integración más ambicioso del mundo y el más exitoso del globo” dijo en el congreso de Asobolsa, Juan Pablo Córdoba, presidente de la BVC.

Nota de Voz de Mesa Central
Jueves 15 de septiembre: El ambiente dieciochero en medio del acuerdo constituyente

Nota de Voz de Mesa Central

Play Episode Listen Later Sep 15, 2022 3:35


Es difícil salirse del ambiente dieciochero. Las fondas quedaron inauguradas anoche con el Presidente Boric bailando “La vida que yo he pasado”, de Roberto Parra, y la pauta noticiosa de hoy, aparte de un partido más en el Vía Crucis de la U en el torneo nacional, se centra casi exclusivamente en las Fiestas Patrias. Mañana es feriado y para el sistema político comienza también un período de baja tensión, dos Te Deum y una Parada Militar incluidas, eso sí. Tras el ceremonial, volverá el proceso de reacomodo que el plebiscito de hace diez días abrió. Precisamente, en la búsqueda de un acuerdo, tras los reclamos de la derecha, se suspendió la reunión programada esta mañana y se reagendará para alguna fecha próxima. Es necesario tomarse un tiempo, ha dicho el presidente del Senado. Y el de la cámara, Raúl Soto, insistió en que hay que reconstruir puentes que se han visto dañados. Donde sí hay reunión es en Zurich, con la FIFA en una nueva sesión para analizar el caso del supuestamente mal inscrito Byron Castillo, jugador ecuatoriano con papeles dudosos. Opción de ir a Qatar para Chile? Nadie pone demasiadas fichas, pero en una de esas...

Radio Úbeda
Entrevista a Sebatián Moya, director de AM System, sobre el kit digital

Radio Úbeda

Play Episode Listen Later Sep 14, 2022 8:48


La digitalización de empresas es una realidad. Precisamente el gobierno central ha aprobado una línea de subvención, de hasta 6.000 euros, a pequeñas empresas, dirigida a potenciar la puesta en marcha del kit digital. Sobre este asunto, hemos hablado con Sebastián Moya, director de AM System, una empresa especializada en digitalización, con consejos sobre cómo ponerlo en marcha y cómo beneficiarnos de estas ayudas.

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Fernando Alonso a Aston Martin, ¿sólo por dinero?

Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021

Play Episode Listen Later Sep 13, 2022 16:01


¡Bombazo! Fernando Alonso abandona el “plan” de Alpine para irse a Aston Martin, el penúltimo equipo en la clasificación del campeonato…¿Se va por dinero? ¿De verdad cree en el proyecto? ¿Quién se equivoca, Alonso, Aston Martin… o Alpine? Siempre digo que las historias hay que comenzarlas por el principio… ¡pues no! ¡esta vez la voy a comenzar por el final! No creo que Alonso se vaya a Aston Martin por dinero… bueno voy a matizar: No creo que Alonso se vaya a Aston Martin SOLO por dinero, pero… ¿y si fuese así, cuál es el problema? Alonso en el podio. Fernando Alonso, en este 2022, es el tercer piloto mejor pagado de la parrilla. Pero en Aston Martín Fernando cobrará más que en Alpine, donde cobraba 17,5 millones, y más que Vettel en el mismo equipo, que se llevaba unos 17 “kilos”. Su salario en su nuevo equipo a partir de 2023 rondará los 20 millones. Con ello estará en el podio de los pilotos mejor pagados con vistas a la temporada 2023 de la F1. Un honor que compartirá con otros dos campeones: Max Verstappen (Red Bull) y Lewis Hamilton (Mercedes). Precisamente, estos tres pilotos son los únicos de la parrilla que saben cómo se gana el título mundial. Se han quedado “solos” tras las “deserciones” de Kimi Raikkonen y Vettel. Hablemos de Alpine. Cuando no es un fallo de estrategia, es un error en boxes, una avería, un problema genérico de fiabilidad, los neumáticos o la siempre socorrida mala suerte. De los Grandes Premios que se han disputado hasta el momento en la temporada 2022 de Fórmula 1, en casi ninguno ha habido un fin de semana tranquilo para Alonso con especial problemática los domingos. Pero, ¿cuál es el mayor problema? Pues el mayor problema tiene nombre A522. Un monoplaza relativamente innovador e inicialmente competitivo, pero que está muy por detrás del Red Bull RB18 o el Ferrari F1-75. Además, en un año en el que McLaren es accesible y en el que Mercedes empezó como empezó… Alpine está en la misma 5ª posición que tenían en 2021. Insuficiente. Aston Martin: “Queremos preguntas incomodas”. Vamos con Aston Martin, para mí el que acierta porque Alonso es muy bueno evolucionando un coche y entendiéndose con los ingenieros. De hecho, la celebración del fichaje de Alonso por parte de la gente “de base” de Aston Martin ha sido sonada, pero sonada, muy sonada, los vítores y aplausos duraron más de 15 minutos. ¿Y qué busca Aston Martin en Alonso? Me gusta lo que dijo Mike Krack, jefe del equipo británico en relación a este asunto: “Buscamos preguntas incómodas” que ayuden a evolucionar el coche. La verdad es que entre estar en un equipo regular ganando 17 millones o en uno malo ganado 20 millones… ¿qué preferirías? Pero, aclaremos lo de malo: Mientras Alpine a veces deja entrever que podría dejar la F1, Aston Martin está construyendo una fábrica en Silverstone con nuevo túnel de viento, ha reforzado su alianza con Mercedes y ha fichado a ingenieros como Dan Fallows, ex jefe de aerodinámica de Red Bull y Eric Blandin, mismo cargo en Mercedes. Y quizás lo más importante, cuentan con un patrocinador al más alto nivel como Aramco, la petrolera saudí es la empresa más valiosa del mundo. Fernando Alonso, ¿cree en el proyecto? Y llegamos al tercero de este “Culebrón”: Fernando Alonso. Y con él acabamos rápido. En mi modesta opinión, hasta hoy, ha sido una especie de Carlos Reutemann, creo que le ha faltado acierto y paciencia para volver a estar en un equipo ganador. Sus equipos han sido: McLaren, Ferrari, McLaren de nuevo... y Alpine elecciones quizás discutibles desde que el bicampeón español de Fórmula 1 terminase su brillante etapa con Renault a principios de los 2000. Pero hay una cosa clara: Si Fernando Alonso es el tercero que más cobra en la parrilla de la F1 está claro que está considerado en el peor de los casos el tercer mejor piloto de la parrilla, ¿o no? Fernando ha fichado por dos años, que pueden ser tres si él quiere y si el coche se muestra competitivo. El propio Alonso ha recalcado que tiene la intención de “volver a ganar en este deporte”… veamos si esta vez su apuesta es la acertada… ojalá. Coche el día. Pues hablando de Renault y de Williams, ¡el Renault Clio Williams! El Williams era un Clio 16 válvulas mejor en todo, es chasis, en estética y sobre todo, en motor. Era un verdadero cochazo que iba de lujo… un mata gigantes.

Despierta Aragón
Balance muy positivo en el 20 aniversario del CITA

Despierta Aragón

Play Episode Listen Later Sep 13, 2022 12:55


El Centro de Investigación y Tecnología Agroalimentaria de Aragón conmemora este diciembre su vigésimo aniversario. La unidad móvil de Despierta Aragón se ha acercado a la sede de este Centro para hablar con su directora gerente, Lucía Soriano. Precisamente, hoy el Centro de Innovación en Bioeconomía Rural de Teruel organiza una jornada sobre digitalización del sistema agroalimentario español. La coordinadora del CITAte, Tiziana de Magistris, también en Despierta Aragón, ha asegurado que “el consumidor está dispuesto a pagar más por un buen etiquetado”.

El Garaje Hermético de Máximo Sant
Fernando Alonso a Aston Martin, ¿sólo por dinero?

El Garaje Hermético de Máximo Sant

Play Episode Listen Later Sep 13, 2022 16:01


¡Bombazo! Fernando Alonso abandona el “plan” de Alpine para irse a Aston Martin, el penúltimo equipo en la clasificación del campeonato…¿Se va por dinero? ¿De verdad cree en el proyecto? ¿Quién se equivoca, Alonso, Aston Martin… o Alpine? Siempre digo que las historias hay que comenzarlas por el principio… ¡pues no! ¡esta vez la voy a comenzar por el final! No creo que Alonso se vaya a Aston Martin por dinero… bueno voy a matizar: No creo que Alonso se vaya a Aston Martin SOLO por dinero, pero… ¿y si fuese así, cuál es el problema? Alonso en el podio. Fernando Alonso, en este 2022, es el tercer piloto mejor pagado de la parrilla. Pero en Aston Martín Fernando cobrará más que en Alpine, donde cobraba 17,5 millones, y más que Vettel en el mismo equipo, que se llevaba unos 17 “kilos”. Su salario en su nuevo equipo a partir de 2023 rondará los 20 millones. Con ello estará en el podio de los pilotos mejor pagados con vistas a la temporada 2023 de la F1. Un honor que compartirá con otros dos campeones: Max Verstappen (Red Bull) y Lewis Hamilton (Mercedes). Precisamente, estos tres pilotos son los únicos de la parrilla que saben cómo se gana el título mundial. Se han quedado “solos” tras las “deserciones” de Kimi Raikkonen y Vettel. Hablemos de Alpine. Cuando no es un fallo de estrategia, es un error en boxes, una avería, un problema genérico de fiabilidad, los neumáticos o la siempre socorrida mala suerte. De los Grandes Premios que se han disputado hasta el momento en la temporada 2022 de Fórmula 1, en casi ninguno ha habido un fin de semana tranquilo para Alonso con especial problemática los domingos. Pero, ¿cuál es el mayor problema? Pues el mayor problema tiene nombre A522. Un monoplaza relativamente innovador e inicialmente competitivo, pero que está muy por detrás del Red Bull RB18 o el Ferrari F1-75. Además, en un año en el que McLaren es accesible y en el que Mercedes empezó como empezó… Alpine está en la misma 5ª posición que tenían en 2021. Insuficiente. Aston Martin: “Queremos preguntas incomodas”. Vamos con Aston Martin, para mí el que acierta porque Alonso es muy bueno evolucionando un coche y entendiéndose con los ingenieros. De hecho, la celebración del fichaje de Alonso por parte de la gente “de base” de Aston Martin ha sido sonada, pero sonada, muy sonada, los vítores y aplausos duraron más de 15 minutos. ¿Y qué busca Aston Martin en Alonso? Me gusta lo que dijo Mike Krack, jefe del equipo británico en relación a este asunto: “Buscamos preguntas incómodas” que ayuden a evolucionar el coche. La verdad es que entre estar en un equipo regular ganando 17 millones o en uno malo ganado 20 millones… ¿qué preferirías? Pero, aclaremos lo de malo: Mientras Alpine a veces deja entrever que podría dejar la F1, Aston Martin está construyendo una fábrica en Silverstone con nuevo túnel de viento, ha reforzado su alianza con Mercedes y ha fichado a ingenieros como Dan Fallows, ex jefe de aerodinámica de Red Bull y Eric Blandin, mismo cargo en Mercedes. Y quizás lo más importante, cuentan con un patrocinador al más alto nivel como Aramco, la petrolera saudí es la empresa más valiosa del mundo. Fernando Alonso, ¿cree en el proyecto? Y llegamos al tercero de este “Culebrón”: Fernando Alonso. Y con él acabamos rápido. En mi modesta opinión, hasta hoy, ha sido una especie de Carlos Reutemann, creo que le ha faltado acierto y paciencia para volver a estar en un equipo ganador. Sus equipos han sido: McLaren, Ferrari, McLaren de nuevo... y Alpine elecciones quizás discutibles desde que el bicampeón español de Fórmula 1 terminase su brillante etapa con Renault a principios de los 2000. Pero hay una cosa clara: Si Fernando Alonso es el tercero que más cobra en la parrilla de la F1 está claro que está considerado en el peor de los casos el tercer mejor piloto de la parrilla, ¿o no? Fernando ha fichado por dos años, que pueden ser tres si él quiere y si el coche se muestra competitivo. El propio Alonso ha recalcado que tiene la intención de “volver a ganar en este deporte”… veamos si esta vez su apuesta es la acertada… ojalá. Coche el día. Pues hablando de Renault y de Williams, ¡el Renault Clio Williams! El Williams era un Clio 16 válvulas mejor en todo, es chasis, en estética y sobre todo, en motor. Era un verdadero cochazo que iba de lujo… un mata gigantes.

Julia en la onda
Julia Otero, sobre el límite de precios: "Sarkozy lo hizo hace 11 años y Francia no cayó en manos de las hordas rojas precisamente"

Julia en la onda

Play Episode Listen Later Sep 12, 2022 1:58


Julia Otero reflexiona en su columna sobre el posible tope al precio de productos básicos de la lista de la compra que está estudiando el Gobierno. 

Fórmula Salud
Fórmula Salud 10.09.2022

Fórmula Salud

Play Episode Listen Later Sep 10, 2022 57:42


“Los farmacéuticos pedimos formar parte del equipo sanitario que sigue al paciente”. Así de claro y contundente se expresa en Fórmula Salud Jesús Aguilar, presidente del Consejo General de Farmacéuticos que entre el 18 y el 22 de septiembre próximo celebrará en Sevilla los Congresos Nacional y Mundial de Farmacia retrasados dos años por la pandemia. Precisamente la pandemia del COVID ha servido para analizar las respuestas que se han dado a los ciudadanos en una crisis sanitaria sin precedentes y aprender de ella para el futuro. “Queremos impulsar un Plan Integral para la farmacia española que permita a los farmacéuticos avanzar y aportar toda su propuesta de valor al sistema sanitario”.

Podcast Red Inka + Audio Libros
Los Miserables de Victor Hugo (1ra Parte: Fantine - Libro séptimo: El caso Champmathieu - Cap 07: El viajero, tras llegar, toma precauciones para marcharse)

Podcast Red Inka + Audio Libros

Play Episode Listen Later Sep 9, 2022 10:07


Los Miserables Autor: Víctor Hugo Primera Parte: Fantine Libro séptimo El caso Champmathieu Cap VII : El viajero, tras llegar, toma precauciones para marcharse. Eran cerca de las ocho de la tarde cuando la tartana que hemos dejado en camino entró por la puerta cochera del Hôtel de la Poste de Arras. El hombre a quien hemos ido siguiendo hasta ahora respondió, al apearse, con expresión distraída a las atenciones del personal de la posada, mandó de vuelta al caballo de refuerzo y llevó personalmente al caballito blanco a la cuadra; abrió luego la puerta de un salón de billar que había en la planta baja, se sentó y se puso de codos en una mesa. Había tardado catorce horas en aquel trayecto que contaba hacer en seis. Reconocía que él no había tenido la culpa; pero en el fondo no estaba contrariado. Entró la dueña de la fonda. —¿El señor va a querer una habitación? ¿El señor va a querer cenar? Él negó con la cabeza. —¡El mozo de cuadra dice que el caballo del señor está muy cansado! El viajero rompió entonces el silencio: —¿Podrá volver a viajar el caballo mañana por la mañana? —¡Huy, caballero, va a necesitar lo menos dos días de descanso! El viajero preguntó: —¿No está aquí la oficina de correos? —Sí, señor. La dueña lo llevó a la oficina; él enseñó el pasaporte y pidió información acerca de si podría volver esa misma noche a Montreuil-sur-Mer en la silla de posta; precisamente estaba vacante el asiento contiguo al del correo; lo reservó y lo pagó. —Caballero —dijo el empleado de la oficina—, no deje de estar aquí a la una en punto de la mañana, que es la hora de salida. Tras dejar aquello zanjado, salió del hotel y echó a andar por la ciudad. No conocía Arras, las calles estaban oscuras e iba al azar. No obstante, parecía tener empeño en no preguntar a los viandantes. Cruzó el Crinchon, un río pequeño, y se vio en un dédalo de callejuelas estrechas donde se perdió. Pasaba por allí un vecino con un farol. Tras pensárselo un poco, tomó la decisión de preguntarle a ese vecino, no sin haber mirado primero hacia adelante y hacia detrás, como si temiera que alguien oyera la pregunta que iba a hacer. —Caballero —dijo—, ¿el Palacio de Justicia, por favor? —¿No es usted de aquí, caballero? —respondió el vecino, que era un hombre de bastante edad—. Pues venga conmigo. Precisamente voy a la zona del Palacio de Justicia, es decir, por la zona del edificio de la prefectura, porque ahora mismo el palacio está en obras y, de forma provisional, se celebran las audiencias de los tribunales en la prefectura. —¿Actúa allí el tribunal de lo criminal? —Desde luego, caballero. Mire, lo que es ahora la prefectura fue el obispado antes de la Revolución. Monseñor Conzié, que era el obispo en 1782, mandó construir una sala grande. Y en esa sala se celebran los juicios. De camino, el vecino le comentó: —Si lo que pretende el señor es asistir a un juicio, es un poco tarde. Normalmente, las sesiones concluyen a las seis. Llegaron en éstas a la plaza mayor y el vecino le indicó cuatro ventanas altas encendidas en la fachada de un amplio edificio a oscuras. —Pues debo decir, caballero, que llega usted a tiempo, ha tenido suerte. ¿Ve esas cuatro ventanas? Es el tribunal de lo criminal. Hay luz. Así que no han terminado. El caso se habrá alargado y estarán celebrando una audiencia nocturna. ¿Le interesa ese caso? ¿Es un juicio criminal? ¿Es usted testigo? El viajero respondió: —No vengo por ningún caso. Sólo tengo que hablar con un abogado. —Eso es diferente —dijo el vecino—. Mire, señor, ésa es la puerta. Donde está el plantón. Basta con que suba por la escalinata.

Noticias de César Vidal y más
Marta García Aller: "Lo más difícil que hizo la reina Isabel II fue precisamente no hacer nada"

Noticias de César Vidal y más

Play Episode Listen Later Sep 9, 2022 2:07


Marta García Aller repasa la figura de la reina Isabel II tras su muerte, lo que supone la desaparición del último gran referente del siglo XX. 

Más de uno
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Play Episode Listen Later Sep 9, 2022 2:06


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Play Episode Listen Later Sep 9, 2022 2:07


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Noticias en Español
Marta García Aller: "Lo más difícil que hizo la reina Isabel II fue precisamente no hacer nada"

Noticias en Español

Play Episode Listen Later Sep 9, 2022 2:07


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Bienes Raices 180 - El podcast para inversionistas de bienes raices con Raul Luna

¿Por qué un dueño te financiaría su propiedad? Precisamente el día de hoy discutiremos esa pregunta, con unos sencillos puntos que te servirán para hacer las preguntas correctas.

Biblioteca Del Metal
Judas Priest - (Dioses Del Metal / Pecados Originales, 1974 -1980) - Especial Fans - Episodio exclusivo para mecenas

Biblioteca Del Metal

Play Episode Listen Later Sep 9, 2022 82:34


Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Colabora Con Biblioteca Del Metal: En Twitter - https://twitter.com/Anarkometal72 Y Donanos Unas Propinas En BAT. Para Seguir Con El Proyecto De la Biblioteca Mas Grande Del Metal. Muchisimas Gracias. La Tienda De Biblioteca Del Metal: Encontraras, Ropa, Accesorios,Decoracion, Ect... Todo Relacionado Al Podcats Biblioteca Del Metal Y Al Mundo Del Heavy Metal. Descubrela!!!!!! Ideal Para Llevarte O Regalar Productos Del Podcats De Ivoox. (Por Tiempo Limitado) https://teespring.com/es/stores/biblioteca-del-metal-1 Judas Priest es una banda británica de heavy metal fundada en 1969 en Birmingham, Inglaterra. Su alineación inicial estuvo liderada por el vocalista Al Atkins, por ello la prensa ha nombrado esta primera etapa como Al Atkin’s Judas Priest. Más tarde a mediados de 1970, Atkins se unió a K.K. Downing, Ian Hill y John Ellis —provenientes del grupo Freight— que se considera como la primera alineación oficial de la agrupación. Tras algunos años donde no consiguieron apoyo discográfico y luego de algunos cambios en la formación, debutaron con Rocka Rolla en 1974; con Glenn Tipton como guitarrista y con Rob Halford y John Hinch, en reemplazo de Atkins y Ellis respectivamente. Dos años después lanzaron Sad Wings of Destiny, considerado como uno de sus mejores registros y que inició su ciclo más influyente para el metal de acuerdo a ciertos críticos con los álbumes Sin After Sin, Stained Class, Killing Machine y la producción en vivo, Unleashed in the East. A principios de los ochenta gracias a British Steel y Point of Entry, se consagraron en los mercados mundiales sobre todo en los Estados Unidos y Canadá. Más tarde las producciones Screaming for Vengeance y Defenders of the Faith, llegaron a ser sus discos más pesados de la década. En 1986 apareció su álbum más controvertido, Turbo, que poseía un nuevo sonido creado por guitarras sintetizadoras y el uso de letras más comerciales. Con Ram It Down de 1988 retornaron en gran medida a su sonido característico, pero al igual que su predecesor recibió una variedad de críticas. En 1990 lanzaron Painkiller, que contó con Scott Travis en reemplazo del baterista Dave Holland y que obtuvo muy buenos comentarios de la prensa especializada. Tras una gira especial en 1991 donde colideraron con Alice Cooper, Halford anunció su salida de la banda, que provocó un receso de casi cinco años. En 1996 el resto del grupo decidió volver a los escenarios con Tim “Ripper” Owens como nuevo vocalista, de cuya etapa publicaron Jugulator en 1997, Demolition en 2001 y dos álbumes en directo. Para mediados de 2004 el rumor sobre el regreso de Halford a la banda se concretó con la gira de reunión, Reunited Summer Tour. En 2005 lanzaron Angel of Retribution, que logró muy buenas posiciones en las listas mundiales y que en ciertas revisiones incluso se consideró como uno de sus mejores trabajos. Tres años más tarde publicaron el doble disco Nostradamus, un álbum conceptual que relata la vida y obra del profeta francés, Michel de Nostradamus. Ya en 2014 salió a la venta Redeemer of Souls, que es su primera producción sin el guitarrista K.K. Downing, y que fue apoyado por una gira que contempló fechas hasta el 2015. Judas Priest es considerada la banda que terminó de definir el género y como una de las más influyentes no solo para el heavy metal, sino también para el thrash, power, speed, glam, death y black metal, entre otros. Por otra parte, sus ventas fluctúan entre los 45 y los 50 millones de copias en todo el mundo.​​ En septiembre de 1969 en el pueblo de West Bromwich —a las afueras de Birmingham— el vocalista Al Atkins formó una nueva banda con sus amigos Bruno Stapenhill en el bajo, John Perry en la guitarra y John Partridge en la batería.​ Sin embargo, a los pocos días Perry falleció en un accidente automovilístico, por lo que tuvieron que buscar un nuevo guitarrista. Para ello hicieron audiciones en una pequeña sala de Birmingham donde llegaron entre otros, K.K. Downing, pero fue descartado por la poca experiencia que tenía en ese momento. Finalmente el escogido fue Earnest "Ernie" Chataway que además sabía tocar la armónica y los teclados, y que provenía de la banda Earth, el prototipo de lo que fue más tarde Black Sabbath.​ Por su parte y tras experimentar con diversos nombres, Stapenhill les propuso llamarse Judas Priest, que tomó de la canción «The Ballad of Frankie Lee and Judas Priest» del cantautor Bob Dylan.​ Iniciaron su carrera versionando temas de las bandas Spirit y Quicksilver Messenger Service, para más tarde y con la ayuda de Alan Eade —dueño de un pequeño estudio de grabación— compusieron sus primeras canciones; «Good Time Woman» y «We'll Stay Together».​ Con ellas dieron una serie de conciertos por pequeños clubes de Inglaterra como parte de la llamada Judas Priest Tour. En una de esas presentaciones, específicamente la realizada el 25 de noviembre de 1969 en The George Hotel de Walsall, estaban dentro del público algunos ejecutivos de Harvest Records y de Immediate Records, como también el vocalista de Led Zeppelin, Robert Plant.​ Gracias a Plant, la banda firmó esa misma noche un contrato por tres años con el sello Immediate, del cual saldría su disco debut. No obstante, a los pocos meses el sello quebró y con ello los ánimos de sus integrantes decayó, provocando la separación del grupo.​ A mediados de 1970, Atkins regresó a Birmingham, donde y según sus propias palabras, una noche escuchó desde fuera del recinto Holy Joe's de Wednesbury a una banda que sonaba bastante bien; su nombre era Freight y estaba integrada por K.K. Downing, Ian Hill y John Ellis. Al notar que no tenían vocalista Atkins se ofreció a unirse a la banda, a lo cual ellos aceptaron. Con su llegada, les presentó las canciones escritas con su agrupación anterior y además les propuso utilizar el nombre de Judas Priest.​ Esta segunda alineación conformada por Atkins en la voz, Downing en la guitarra, Hill en el bajo y Ellis en la batería, empezó a componer nuevas canciones enfocadas en una posterior gira basadas en el blues rock y el hard rock.​ Es así que el 16 de marzo de 1971 dieron su primer concierto en el Essington St. John's Hall de Staffordshire, que inició a su vez la gira The Return of the Priest Tour. Esta serie de conciertos les permitió tocar en varios clubes y teatros del Reino Unido, generalmente como teloneros de las bandas Slade, Budgie y Warhorse, y en ocasiones compartieron escenario con el guitarrista Gary Moore.​ En julio del mismo año, Atkins compuso los temas «Holy is the Man» y «Mind Conception», que fueron lanzados como maqueta de manera independiente y que según él solo diez personas lo escucharon en ese tiempo.​ Durante la gira, el grupo no recibió ningún apoyo discográfico y los dineros que ganaban no les alcanzaba para cubrir los gastos del traslado. Es por ello que Ellis se retiró de la banda el 6 de octubre de 1971, luego de tocar como banda soporte de Slade en el recinto Yeoman de Derby, dando paso a Alan Moore, que debutó el 11 del mismo mes en el Slough College.​ En 1972 compusieron las canciones «Whiskey Woman», «Winter», «Never Satisfied» y «Caviar and Meths» e iniciaron la gira Whiskey Woman Tour, con Chris Campbell como nuevo baterista, que fue apodado por sus compañeros como «Congo» debido a su color de piel.​ Durante ese año fueron teloneros de bandas como Status Quo, Thin Lizzy, UFO y Family, y a su vez ellos fueron teloneados por los recién formados Magnum. A pesar de ser hasta ese momento su gira con mayor cantidad de fechas los problemas financieros continuaron, lo que provocó la salida de Atkins a principios de 1973 para conseguir un trabajo estable, puesto que había nacido su hija.​ A mediados de 1973 la novia de Hill le presentó a su hermano, Rob Halford, que por ese entonces se desempeñaba como técnico iluminador de teatros y que en sus tiempos libres era vocalista de la banda local Hiroshima.​ Un día en la casa de los Halford, Hill lo escuchó por casualidad cantar frente a la radio y quedó impresionado por los agudos que alcanzaba. Por ello tanto Hill como Downing le solicitaron que se uniera a la banda, opción que sin dudar aceptó. Con Halford en el grupo, llamaron a Atkins para preguntarle si le molestaba que usaran el nombre de Judas Priest y las canciones que habían escrito con él, a la cual dio su aprobación.​ Al poco tiempo después Campbell renunció a la banda y en su reemplazo entró John Hinch, que era baterista y compañero de Halford en Hiroshima.​ En 1973 escribieron los temas «Run of the Mill» y «Ladies» —prototipo de «Red Light Lady»—, que junto a «Caviar and Meths» fueron lanzados como demo por producción independiente.​ Para promocionarlas salieron nuevamente como teloneros de Budgie, cuya gira se llamó Never Turn Your Back on a Friend Tour. El demo llamó la atención del sello independiente Gull Records que a principios de 1974 les ofreció un contrato con la condición de que incluyeran a un teclista o un trompetista para engrosar el sonido. Dicha idea no les agradó, pero con el fin de publicar su primera producción Downing sugirió agregar a otro guitarrista, propuesta que fue aceptada por la discográfica. Para ello escogieron a Glenn Tipton, que se desempeñaba como guitarrista y vocalista de The Flying Hat Band, conocidos en aquel tiempo por telonear a Deep Purple.​ Con su primer contrato discográfico firmado grabaron su primer sencillo, «Rocka Rolla», que se publicó en agosto de 1974 y que sirvió de preludio para su álbum debut.​ Finalmente en septiembre del mismo año debutaron con el álbum de mismo nombre, que estaba más enfocado al hard rock y al rock progresivo, con una gran influencia de Led Zeppelin y Queen tanto en su sonido como en su vestimenta.​ Para promocionarlo el 10 de septiembre iniciaron el Rocka Rolla Tour, con una serie de conciertos por varias ciudades de Inglaterra y que al año siguiente les permitió tocar por primera vez en Suecia, Noruega, Países Bajos y Dinamarca.​ Durante noviembre y diciembre de 1975 ingresaron nuevamente a los estudios para grabar su nuevo álbum titulado Sad Wings of Destiny, que contó con muy poco dinero para su producción pero con un sonido puramente ligado al heavy metal.​ A pesar de que no logró atención en las listas musicales, con el pasar de los años ha llegado a ser uno de los discos más influyentes para el género, incluso es citado como la producción que redefinió el heavy metal.​ Cabe señalar que fue grabado con Alan Moore en la batería, luego que en 1975 John Hinch se retirara de la banda, o de acuerdo a sus otros miembros, fuera despedido.​ Los buenos resultados que obtuvo el disco llamó la atención de los ejecutivos de CBS Records, que a fines del mismo año les ofrecieron un nuevo contrato discográfico. Este requería su renuncia a Gull, que significó que el sello independiente se quedara con todos los derechos de sus dos primeros álbumes.​ A principios de 1977, el gerente artists and repertoire, Paul Atkinson, se interesó en ellos y les consiguió un contrato con Columbia Records para la distribución de sus siguientes trabajos en los Estados Unidos. Con la idea de potenciarlos, CBS invirtió 60 000 libras esterlinas para su siguiente disco y que contó con Roger Glover como coproductor.​ Finalmente en abril de 1977 se lanzó Sin After Sin, que alcanzó el puesto 23 en los UK Albums Chart, convirtiéndose en su primer long play en ingresar en la lista británica.​ Sin After Sin es su único álbum en el que participó Simon Phillips en la batería, puesto que Moore renunció antes de iniciar el proceso de grabación.​ En lo musical, el disco introdujo la combinación del doble bombo con ritmos rápidos en semicorchea de bajo y guitarra, que llegó a redefinir el género.​ A su vez, algunas de sus canciones como «Call for the Priest» y «Dissident Aggressor» han sido consideradas por la crítica como los primeros escalones del speed metal y thrash metal, respectivamente.​ A pesar de que se le ofreció un contrato como miembro activo de la banda, Phillips no pudo participar de la gira Sin After Sin Tour, ya que según él tenía compromisos previos con Jack Bruce Band. Por ello y a solo días de iniciar la gira, Glover sugirió al baterista Les Binks para reemplazarlo, un joven inglés que había participado en el disco The Butterfly Ball and the Grasshopper's Feast del bajista de Deep Purple.​ Su respectiva gira les permitió tocar por primera vez en Suiza y de igual manera en junio del mismo año iniciaron su primera gira por los Estados Unidos como teloneros en ciertas ocasiones de REO Speedwagon.​ Su última presentación en el país norteamericano fue en el festival Day on the Green como banda de soporte de Led Zeppelin, ante más de 55 000 personas.​ Entre octubre y noviembre de 1977 comenzaron a trabajar en su siguiente producción discográfica, Stained Class, que se grabó en Chipping Norton Studios bajo la producción de Dennis Mackay. Salió al mercado en febrero de 1978 e incluyó la primera aparición del característico logotipo, creado por el artista polaco Rozslav Szyabo. Sus letras van desde el ocultismo, la ciencia ficción, la fantasía y temas futuristas, que lo convirtieron en una de sus producciones más oscuras.​ De igual manera, es una de sus obras más influyentes para el thrash metal y speed metal, y también para la llamada Nueva ola del heavy metal británico.​ Su cuarto disco de estudio significó un gran avance en el mercado estadounidense, ya que alcanzó el puesto 173 en la lista Billboard 200.​ Mientras que su gira Stained Class Tour, los llevó por primera vez a Japón con tres presentaciones en Tokio, una en Osaka y otra en Nagoya.​ Para promocionarlo en enero de 1978 se lanzó el sencillo «Better By You, Better Than Me» —original de Spooky Tooth— que poseía una portada con la banda vestida completamente de cuero, que se convirtió en la primera imagen pública con esta nueva vestimenta.​ En 2015, K.K. Downing confirmó que fue el primero en usar dicha vestimenta en la banda y que luego Rob Halford comenzó a adoptar el uso del cuero de manera más extravagante, hasta que finalmente toda la banda hizo lo mismo.​ De acuerdo a Halford: «...Necesitábamos una nueva imagen que identificara el poder de nuestra música. Las bandas de heavy metal no podían usar tutú y tocar esas canciones». Por ello, propuso crear una imagen propia que se sintiera identificada con la energía que expresaban con su música.​ Es así que en 1978 acudió a una tienda en Londres llamada Mr. S especializada en sex-shop y comenzó a comprar ropa de cuero y accesorios de metal vinculados al fetichismo sexual y al masoquismo. Luego indujo a K.K. Downing a comprar en el mismo lugar y así motivó a todos los integrantes de la banda en hacerse con dicha imagen. Esta fue muy influyente durante los años posteriores tanto para la Nueva ola del heavy metal británico, el glam metal y los subgéneros del metal extremo.​ Durante el segundo semestre de 1978 publicaron su quinto álbum Killing Machine, que tuvo que ser renombrado como Hell Bent for Leather en los Estados Unidos por ser considerado un título violento.​ El disco incluyó las canciones «Take On the World» y «Evening Star», que ingresaron en los puestos 14 y 53 en los UK Singles Chart respectivamente, siendo sus primeros sencillos en debutar en dicha lista británica.​ Por su parte y solo para el mercado norteamericano se incluyó la canción «The Green Manalishi (With the Two Pronged Crown)», tema original de Fleetwood Mac y que ha llegado a ser una de sus mejores versiones.​ En octubre iniciaron su gira Killing Machine Tour en el Reino Unido con el grupo Lea Hart como teloneros. A su vez, giraron por los Estados Unidos en ocasiones abriendo los conciertos de sus compatriotas UFO y llegaron por segunda vez a Japón, donde se grabaron algunos de sus shows para un eventual álbum en vivo. En septiembre de 1979 volvieron a tocar por varias ciudades estadounidenses junto a Kiss, para dar en octubre sus propios conciertos por aquel país norteamericano. Por su parte, durante noviembre y diciembre tocaron por primera vez en Bélgica, Alemania Occidental y Francia como artistas invitados de AC/DC.​ A mediados de julio de 1979 el baterista Les Binks renunció a la banda, entrando en su lugar el exintegrante de Trapeze, Dave Holland, que dio su primer concierto el 1 de septiembre del mismo año. Sin embargo y antes de su partida, Binks participó de la grabación del primer disco en vivo Unleashed in the East, que llegó hasta el puesto 10 en el Reino Unido, convirtiéndose en su primera producción en entrar en los top 10 de dicho país.​ Durante los primeros meses, después de su publicación, la prensa especuló que el disco fue grabado en su totalidad en un estudio, pero dichos rumores fueron desmentidos por la banda afirmando que lo único que se retocó en el proceso de masterización fue la voz de Halford, que durante las presentaciones por la capital japonesa sufría una laringitis parcial.​ En abril de 1980 publicaron British Steel, considerado como la producción que los consagró en los mercados mundiales.​ Tras su lanzamiento llegó hasta el cuarto puesto en el Reino Unido y solo en un poco más de un mes vendió más de 60 000 copias, convirtiéndose en su producción más exitosa en su propio país.​​ De dicho álbum destacaron las canciones «Living After Midnight» y «Breaking the Law» que llegaron ambas al puesto 12 en los UK Singles Chart.​ Además del tema «Metal Gods», que años más tarde sirvió de apodo de los integrantes de la banda, en especial de Rob Halford.​ Para promocionarlo se embarcaron en una extensa gira llamada British Steel Tour, que contó a Iron Maiden como telonero en los conciertos por el Reino Unido, mientras que por los Estados Unidos giraron en ocasiones con Def Leppard y Scorpions como bandas de soporte. Esta destacó por contar con muy pocas canciones del álbum, de las cuales se interpretaban «Steeler» y «You Don't Have to Be Old to Be Wise» principalmente.​ En agosto de 1980 fueron parte del primer festival Monsters of Rock celebrado en el Donington Park de Derby, junto a Rainbow, April Wine, Scorpions, Saxon, Riot y Touch.​ Entre octubre y noviembre de 1980 viajaron a Ibiza en España para trabajar en su séptimo álbum de estudio Point of Entry, que fue puesto a la venta en febrero de 1981. A pesar de contener un sonido más cercano al hard rock, en un principio sus ventas igualaron a British Steel.​ De él se extrajeron tres sencillos; «Don't Go» y «Hot Rockin'» que se ubicaron en los top 60 en su propio país,​ y «Heading Out to the Highway» que llegó hasta el puesto 10 en los Mainstream Rock Tracks de los Estados Unidos, convirtiéndose así en su primer sencillo en ingresar a dicha lista.​ Por su parte, su gira promocional denominada World Wide Blitz Tour les permitió volver a tocar en varias ciudades europeas y estadounidenses e incluso en diciembre se presentaron por primera vez en Puerto Rico.​ Durante el segundo semestre de 1981 comenzaron a escribir y grabar nuevas canciones para su siguiente producción que originalmente se llamaría Screaming. Sin embargo, tanto la banda como el productor Tom Allom no quedaron conformes con dichas grabaciones, por lo cual decidieron realizar todo el proceso de nuevo.​ Finalmente entre enero y mayo de 1982 completaron esta nueva regrabación para lanzar en julio del mismo año el álbum Screaming for Vengeance, que se ha convertido en su producción más vendida en el mundo.​ El disco llegó hasta el puesto 11 en el Reino Unido y hasta la posición 17 en los Estados Unidos, país donde ha sido certificado con doble disco de platino tras vender más de 2 millones de copias.​​​ Para promocionarlo se publicaron tres canciones como sencillos, de los cuales destacó «You've Got Another Thing Comin'» que llegó hasta el cuarto lugar en los Mainstream Rock Tracks y hasta la posición 67 en los Billboard Hot 100, siendo hasta el día de hoy su único sencillo en ingresar en esta última lista estadounidense.​ En agosto de 1982 iniciaron la gira World Vengeance Tour, que los llevó hasta febrero de 1983 a tocar en varias ciudades de Estados Unidos y Canadá. También y dentro de sus noventa fechas, el 29 de mayo de 1983 se presentaron en el certamen US Festival durante el día del heavy metal donde compartieron escenario con Van Halen, Scorpions, Ozzy Osbourne, Triumph, Quiet Riot y Mötley Crüe, ante más de 350 000 personas.​ Por último, en diciembre del mismo año tocaron en varias ciudades británicas y en el Rock and Pop Festival de Dortmund en Alemania, festival que también participaron Scorpions, Quiet Riot, Ozzy Osbourne, Iron Maiden, Michael Schenker Group y Def Leppard.​ Solo días de culminar la gira World Vengeance Tour, en enero de 1984 se puso a la venta Defenders of the Faith que a pesar de no generar éxitos radiales en comparación a sus predecesores, fue considerado como uno de sus discos más pesados de la década de los ochenta.​ Por su parte, en su respectiva gira de conciertos llamada Metal Conqueror Tour, interpretaron en vivo todas sus canciones a excepción de «Eat Me Alive» y les permitió tocar por primera vez en España con tres presentaciones en tres de sus ciudades.​ Tras el éxito de la gira promocional de Defenders of the Faith, la banda se tomó un receso de varios meses durante 1985, cuya única presentación en vivo fue en el festival Live Aid celebrado en julio del mismo año en Filadelfia y donde tocaron las canciones «The Green Manalishi (With the Two Pronged Crown)», «Living After Midnight» y «You've Got Another Thing Comin'».​ A mediados del mismo, comenzaron la grabación de un nuevo álbum de estudio que originalmente sería de doble disco y se llamaría Twin Turbos, pero la discográfica CBS canceló el proyecto por los altos costos de su publicación. Debido a ello, se escogieron nueve de las diecinueve canciones grabadas, que se publicaron el 14 de abril de 1986 bajo el nombre de Turbo.​ Dicha producción incluyó el uso de las guitarras sintetizadoras, que a través de pedales creaban diversos efectos sonoros similares a lo que produce el sintetizador. La incorporación de estos instrumentos posicionó a Judas Priest como los pioneros en usarlos en la música metal. De la mano a este cambio de sonido, sus integrantes comenzaron a utilizar una nueva indumentaria de cuero con colores negros, azules, blancos y rojos y con una visión más futurista. Al respecto Rob Halford en una entrevista a Radio MCB dada el 2 de febrero de 1991 comentó: «Creo que si nos hubiéramos avergonzado de Turbo no lo hubiéramos publicado. De hecho, Turbo fue muy exitoso en especial en América. Tú sabes que las bandas pasan por diferentes períodos, tanto en lo musical como en la imagen y estoy feliz que hayamos sido capaces de hacer eso».​ Para promocionarlo se publicaron tres canciones como sencillos, entre ellos «Turbo Lover» que hasta el día de hoy es el único tema del disco en ser tocado frecuentemente en vivo. Además, el 2 de mayo iniciaron la gira Fuel for Life Tour que los llevó por varios países de Europa y por Norteamérica hasta mediados de diciembre del mismo año. Adicionalmente, y antes del suceso que generó Turbo, Rob Halford trató de quitarse la vida por una grave depresión debido a que durante años tuvo que mantener en secreto su condición de homosexual y además de que por aquel entonces consumía en exceso drogas y alcohol. A finales de noviembre y después de ensayar el espectáculo de lo que fue la gira de Turbo, se tomó una gran cantidad de analgésicos con la idea de terminar con su vida. A pesar de que no pudo lograrlo, fue internado en un hospital para desintoxicarse, y el 6 de enero de 1986 ingresó en un centro de rehabilitación en Phoenix. Tras 33 días de tratamiento, finalmente, en febrero de 1986, fue dado de alta y comenzó un extenso trabajo en su voz con la idea de potenciar nuevamente su carrera. Al respecto en 2001 el productor Tom Allom comentó: «Rob tiene esa voz irreal que cualquier cantante de metal moriría por tener y que está mejor que nunca desde que dejó de beber».​ De la gira promocional de Turbo se grabó material en vivo de las presentaciones dadas el 20 de junio en Atlanta y el 27 del mismo mes en Dallas, para publicarlo en un nuevo álbum en directo, cuyo resultado fue Priest...Live! que se puso a la venta el 21 de junio de 1987.​ Su segundo álbum en vivo se lanzó también en formato VHS que vendió mucho más que el disco compacto y que recibió diversas críticas por parte de la prensa especializada.​ En octubre de 1987 fueron convocados para grabar una versión del tema «Johnny B. Goode» del guitarrista y cantante Chuck Berry, para ser el tema principal de la película cómica del mismo nombre. A pesar de que inicialmente rechazaron la propuesta, decidieron grabarla como una especie de homenajear a unos de los clásicos del rock and roll.​ Solo dos meses después iniciaron las grabaciones de su undécimo disco llamado Ram It Down, que contó con cuatro canciones escritas para Twin Turbos las que fueron retocadas y regrabadas. La producción obtuvo un éxito relativo en Norteamérica, ya que a los dos meses de su publicación recibió disco de oro en los Estados Unidos, por vender más de 500 000 copias.​ Por su parte, su respectiva gira denominada Mercenaries of Metal Tour les permitió volver a tocar en su país luego de cuatro años de ausencia de los escenarios ingleses y además volvieron a tocar las canciones escritas en los años setenta como «Sinner» y «Beyond the Realms of Death», las que fueron omitidas del listado oficial del tour Fuel for Life.​ En 1989, el baterista Dave Holland anunció su retirada de la banda y para reemplazarlo, a fines de mencionado año, ingresó Scott Travis proveniente de Racer X.​ Tras su llegada la banda comenzó a grabar un nuevo disco de estudio, que salió al mercado el 3 de septiembre de 1990 bajo el título de Painkiller y que recibió muy buenas críticas de la prensa, quienes elogiaron el retorno de su sonido agresivo y característico.​ Su respectiva gira llamada Painkiller Tour les permitió tocar por primera vez en Austria, Portugal, Yugoslavia, Irlanda del Norte y en el estado de Alaska, e incluso el 23 de enero de 1991 dieron su primer show en Brasil en el festival Rock in Rio, que se celebró en el Estadio Maracaná.​ Por otro lado, en julio de 1990 la banda fue demandada por una corte estadounidense, donde se les acusó como involucrados indirectos del intento de suicidio de dos de sus fanáticos. El hecho ocurrió el 23 de diciembre de 1985 en el poblado de Sparks, Nevada cuando James Vance de entonces 20 años edad y Ray Belknap de tan solo 18 años, mientras estaban bajo los efectos del alcohol, los jóvenes se dirigieron hacia el patio de una iglesia y mientras repetían una frase subliminal que supuestamente escucharon en un tema de la agrupación. Los jóvenes cargaban una escopeta con la idea de acabar con sus vidas.​ Belknap quien jaló el gatillo primero murió instantáneamente, mientras que James Vance sufrió serias heridas que le desfiguraron su rostro. El joven Vance viviría tres años más antes de fallecer en diciembre de 1988 luego de caer en una fuerte depresión médica que causó al joven a entrar en estado de coma. De acuerdo al abogado de la familia de Vance, los jóvenes estaban escuchando el disco Stained Class en especial las canciones «Exciter» y «Better By You, Better Than Me». Precisamente esta última contenía el supuesto mensaje subliminal «do it», hazlo en español, y que fue la causante del intento de suicidio.​ Luego de tres semanas de juicio, la corte dictaminó que tal mensaje subliminal no existía y que la banda no tuvo ninguna relación directa o indirecta con la muerte de Belknap y la desfiguración de Vance. Aun así, el sello CBS Records tuvo que cancelar 40 000 dólares a la familia de Vance.​ En julio de 1991 iniciaron la gira Operation Rock 'N' Roll Tour, solo tres meses después de terminar la gira promocional de Painkiller. Su última fecha dada el 19 de agosto en Toronto fue también el último concierto con Rob Halford, ya que en 1992 renunció a la banda por diferencias musicales con el resto del grupo.​ Esto provocó un receso de un poco más de cinco años, donde cada uno de sus integrantes tuvo distintas vivencias, por ejemplo Halford fundó la banda Fight y Glenn Tipton trabajó en su primer disco de estudio, Baptizm of Fire.​ A fines de 1994, Tipton y Downing se reunieron para definir el futuro de la banda, cuya decisión final fue continuar, pero con la difícil tarea de buscar un nuevo vocalista. Luego de algunas audiciones, finalmente encontraron al estadounidense Tim Owens que cantaba en una banda tributo a Judas Priest, llamada British Steel. En 1996 ingresó oficialmente a la banda y a los días después recibió el apodo de "Ripper", tomado de la canción del mismo nombre, y que fue aceptado por los fanáticos e incluso por su propia madre.​ Entre los últimos meses de 1996 y el primer trimestre de 1997 grabaron el primer disco con Owens, Jugulator, que salió al mercado en octubre de 1997. Su sonido estaba más orientado al groove metal que al clásico sonido de la agrupación, convirtiéndose en uno de sus trabajos más agresivos de toda su discografía. Dicho cambio se debió en gran parte al tono y el uso de la voz gutural de Owens y por la baja afinación de las guitarras de K.K. Downing y Glenn Tipton.​ Para promocionarlo publicaron el sencillo «Bullet Train» y en enero de 1998 se embarcaron en la gira Jugulator World Tour, con gran éxito en Norteamérica y Europa, y que les permitió tocar por primera vez en México. Durante ciertas presentaciones se grabó el material para su tercer álbum en vivo '98 Live Meltdown, publicado en septiembre de 1998.​ El 23 de julio de 2001 pusieron a la venta su decimocuarto disco de estudio Demolition, considerado como uno de sus trabajos más controversiales, ya que incluyó algunos elementos del metal industrial y del nu metal. Además de las críticas variadas que recibió en su momento, sus ventas lo convierten hasta el día de hoy en su producción menos vendida en el mundo.​ Aun así, su respectiva gira obtuvo una gran concurrencia en los países en los que se presentaron. Por otro lado, el 19 de diciembre de 2001 grabaron en el recinto Brixton Academy de Londres su cuarto álbum en directo Live in London, que se editó en 2003 en formato doble disco y en DVD.​ Tras varios meses de especulación sobre el retorno del vocalista Rob Halford a Judas Priest, la banda a través de una carta entregada a los medios de comunicación en julio de 2003, confirmaron su regreso y con ello informaron sobre una pequeña gira para conmemorar dicho evento.​ Esto provocó la salida de Tim Owens que se retiró en buenos términos y que al poco tiempo se convirtió en el cantante del grupo Iced Earth y de su propia banda, Beyond Fear. En mayo de 2004 el sello Columbia publicó Metalogy, su primera caja recopilatoria, que estaba compuesta de cuatro discos que recorrían la carrera de la banda desde su debut Rocka Rolla a Demolition, último trabajo con Tim Owens.​ Por otro lado, en junio del mismo año iniciaron la gira de reunión llamada Reunited Summer Tour, conformada por 15 presentaciones por algunos países de Europa, principalmente en los mayores festivales de música como el Gods of Metal de Italia y el Graspop Metal Meeting de Bélgica. Mientras que su paso por Norteamérica, se llevó a cabo como colíderes de cartel del festival Ozzfest entre julio y septiembre.​ En 2004 también comenzaron a escribir las primeras canciones de su álbum de reunión, Angel of Retribution, que salió al mercado el 28 de febrero de 2005 en Europa y el 1 de marzo en los Estados Unidos.​ A los pocos días de su lanzamiento logró posicionarse en el puesto 13 en la lista Billboard 200, convirtiéndose hasta en ese momento en la mejor posición para uno de sus discos en dicha lista estadounidense.​ Cinco días antes del lanzamiento oficial de Angel of Retribution en Europa, iniciaron la gira promocional Retribution World Tour, que durante el 2005 los llevó a varios países europeos, Norteamérica, Japón y Latinoamérica, y les permitió tocar por primera vez en los países bálticos, Ucrania, Rusia y Chile.​ El 18 de mayo en su presentación en el Nippon Budokan de Tokio grabaron el DVD, Rising in the East, que se lanzó el 8 de noviembre del mismo año a través de Rhino Records y que a los pocos meses logró disco de oro en los Estados Unidos luego de vender más de 50 000 copias.​ En el año 2008 y luego de un poco más de un año de arduo trabajo publicaron Nostradamus, álbum de doble disco que fue su primer álbum conceptual y que relata la historia del profeta francés Nostradamus.​ Al momento de su publicación recibió una gran variedad de críticas y además una gran atención en las listas musicales, entre ellas la estadounidense, donde alcanzó el puesto 11.​ Además y para promocionarlo, el 3 de junio de 2008 iniciaron la gira 2008/2009 World Tour que durante dos años los llevó a varios países del mundo y que contó con varios artistas como teloneros entre ellos Megadeth, Testament y Whitesnake. Entre junio y agosto de 2009, regresaron a Norteamérica con la gira que conmemoraba los primeros treinta años del lanzamiento de British Steel y que destacó porque tocaron en vivo todas las canciones del álbum.​ Además y en el mismo año publicaron, A Touch of Evil: Live, que incluyó once canciones grabadas en las giras promocionales de Angel of Retribution y Nostradamus. El álbum contenía una versión en vivo de «Dissident Aggressor», que ganó el premio Grammy en el 2010 en la categoría mejor interpretación de metal.​ El 7 de diciembre de 2010 a través de su página oficial anunciaron la Epitaph World Tour, que sería la gira de despedida y que estaba contemplada hasta el año 2012.​ Sin embargo, el 27 de enero de 2011, anunciaron que no era el final de la banda ya que tenían escritas nuevas canciones para un eventual disco, y que la Epitaph World Tour pretendía ser la última gran gira mundial.​ Tres meses después K.K. Downing anunció que no participaría de la gira y además informaba su salida de Judas Priest por problemas con el resto de la banda.​ Con las fechas ya programadas la banda contrató al inglés Richie Faulkner, conocido por ser el guitarrista de Lauren Harris, pero el comunicado de prensa solo lo confirmaba para la gira,​ que comenzó el 7 de junio de 2011 en los Países Bajos y que les permitió tocar por primera vez en Serbia, Costa Rica,​ Venezuela y Singapur. La última presentación se celebró el 26 de mayo de 2012 en el Hammersmith Apollo de Londres, que fue escogido para la grabación del DVD Epitaph, puesto a la venta en 2013.​ Tras meses de rumores sobre la publicación de su décimo séptimo disco de estudio, a fines de 2013 la banda informó a través de su sitio web que su nuevo álbum aparecería a mediados de 2014.​ Es así que el 28 de abril, la banda anunció el título del disco y además publicó el tema «Redeemer of Souls» por streaming en su página oficial y al día siguiente se lanzó como sencillo, pero solo como descarga digital en los medios ITunes y Amazon. Finalmente el 8 de julio se publicó Redeemer of Souls, con gran éxito en las listas musicales de varios países del mundo, entre ellas alcanzó el sexto lugar en los Billboard 200, convirtiéndose en su primer disco en ingresar en los top 10 de la lista estadounidense.​ El 1 de octubre en Rochester (Nueva York) se inició la gira promocional llamada simplemente Redeemer of Souls Tour y que durante dos meses tocaron en varias ciudades estadounidenses con Steel Panther como artistas invitados. En total, la gira contempló 130 presentaciones por Europa, Asia, Latinoamérica y Oceanía hasta diciembre de 2015.​ En octubre de 2017 a través de su página oficial anunciaron la salida de un nuevo álbum de estudio llamado Firepower para marzo de 2018 y junto a ello, se confirmaron las primeras presentaciones de su gira correspondiente.​ Más tarde, el 5 de enero de 2018 se publicó el video musical de su primer sencillo «Lightning Strike» y doce días después se subió a las redes sociales el riff de otra canción del disco, «Spectre».​​ El 12 de febrero del mismo año Glenn Tipton anunció que no sería parte de la gira promocional del disco debido a que padece de la enfermedad de Parkinson, la cual le fue diagnosticada hace diez años. A pesar del progreso de la enfermedad, que le dificulta tocar las canciones más complejas de la banda, aseguró que seguirá siendo parte de Judas Priest y que en un futuro no descarta tocar en algunos conciertos de la agrupación. Por último, en el mismo comunicado se confirmó que el productor y guitarrista Andy Sneap sería su reemplazante para la gira.​ La página oficial ha anunciado las fechas de los próximos conciertos en 2021 con un total de 31 presentaciones en Europa comenzando el 28 de mayo y terminando el 15 de agosto. Esta gira continuara en EE. UU. desde el 11 de septiembre hasta el 30 de octubre. Judas Priest es reconocida como una de las bandas más representativas del heavy metal y a su vez, una de las más influyentes. Al respecto, la MTV los nombró como la segunda agrupación más influyente en la historia del género, solo superados por Black Sabbath.​ Además y de acuerdo a varios críticos, son nombrados como el grupo que terminó de definir el género, gracias a los álbumes Sad Wings of Destiny —considerado como el disco que reinventó el metal—​ y Sin After Sin, que introdujo la combinación del doble bombo con ritmos rápidos en semicorchea de bajo y guitarra, que llegó a definir el sonido del género.​ Por otra parte, son considerados precursores de la indumentaria del metal, cuyo principal artífice fue su vocalista Rob Halford. Esta nueva vestimenta basada en el cuero y las tachas metálicas, tomada del masoquismo y del fetichismo sexual, se vio por primera vez en la portada del sencillo «Better By You, Better Than Me» (enero de 1978)​ y fue altamente popularizada durante el lanzamiento de Hell Bent for Leather. Esta nueva forma de vestir recibió una gran atención en el metal posterior, desde la Nueva ola del heavy metal británico, pasando por el metal extremo, hasta el glam metal de los ochenta.​ En cuanto a su música, sus primeros álbumes son citados como influencias directas para el metal y sus posteriores subgéneros. Por ejemplo, en la revisión de Sad Wings of Destiny realizada por Steve Huey de Allmusic mencionó: «llevó al heavy metal a nuevas profundidades de oscuridad y a nuevos niveles de precisión técnica».​ De igual manera, Stained Class, es nombrado como una de las obras más influyentes para el thrash metal y el speed metal, como también para la NWOBHM.​ Igualmente sus canciones han sido importantes para el desarrollo de la música metal. Un ejemplo es «Genocide» de 1976, que de acuerdo al escritor Mikal Gilmore es una de las primeras raíces del thrash y una gran inspiración para las bandas del metal extremo de los ochenta.​ También «Call for the Priest» y «Dissident Aggressor» de 1977 son citadas como los primeros escalones del speed y del thrash, respectivamente.​ Por otro lado, y al igual que ocurre con Motörhead, existe cierta discrepancia sobre si realmente son o no parte de la Nueva ola del heavy metal británico.​​ Sin embargo, varios críticos coinciden en que fueron uno de los precursores del movimiento; incluso algunas de sus bandas, como Saxon, Venom, Blitzkrieg y Iron Maiden, por citar algunas, los han nombrado como una de sus principales influencias.​​ De igual modo, los alemanes Accept los nombraron como la «piedra de toque» en su carrera.​ Asimismo su influencia y legado ha sido importante en el posterior thrash metal y el groove metal en bandas como Overkill, Slayer, Metallica, Megadeth, Anthrax, Annihilator, Kreator,Sodom , Sepultura, Exodus y Pantera.​​​ También en el power metal en agrupaciones como Helloween, Gamma Ray o Primal Fear, por ejemplo. De igual manera, decenas de grupos de otros subgéneros como el glam, black y death los han nombrado como sus influencias directas, como es el caso de Twisted Sister, Lizzy Borden, Skid Row, Death, Mercyful Fate, King Diamond, Queensrÿche, Opeth, Gorgoroth y Slipknot, entre muchos otros.​​​ Pero su legado no solo se mantiene en lo musical, ya que tanto sus canciones como ellos mismos han sido nombrados en películas y en series de televisión. Un ejemplo de ello son dos capítulos de Los Simpson donde se pueden escuchar dos de sus temas; en uno de ellos suenan tres segundos de «Breaking the Law», y en el otro cuatro segundos de «Living After Midnight». Más recientemente, en el capítulo Steal this episode de la vigésima quinta temporada de la serie, hacen un cameo con su formación actual, donde Rob Halford interpreta una versión cómica de «Breaking the law».​En un capítulo de la serie Me llamo Earl, Earl dice: «Yo solo recuerdo las letras de Judas Priest y los chistes de polacos». Además en la serie Vaya Semanita, Evaristo, el hermano de "El Jonan de Baraka", cuando le roban, dice: «Estos tipos son profesionales,... ¡como los Judas Priest!» en clara alusión al videoclip de «Breaking the law». A su vez, han recibido decenas de premios y homenajes, tanto para sus álbumes o como conjunto. De ellos destacan la inclusión al Salón de la Fama de la revista Kerrang! en 2007 y los premios Revolver Golden Gods en el 2010 y el Golden Gods Icon, ambos otorgados por la revista Metal Hammer.​​ Además en el 2006, junto a Queen, Kiss y Def Leppard fueron los primeros artistas en ser inducidos en el VH1 Rock Honors, ceremonia que honra a las bandas que han influido en la música rock.Escucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de Biblioteca Del Metal - (Recopilation). Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/308558

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Hoy por Hoy | Noticias | Subida de tipos a la vista, cesta de la compra rebajada y la gesta de Alcaraz

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Play Episode Listen Later Sep 8, 2022 130:04


El Banco Central Europeo prepara una subida agresiva de los tipos de interés para tratar de frenar la inflación. Precisamente, la subida de los precios lleva al Gobierno a plantearse fijar precios tope para algunos alimentos básicos como el pan o la leche. Y Carlos Alcaraz remonta un partido épico para colarse en la semifinal del US Open con solo 19 años.Los delitos sexuales cometidos por menores han aumentado también, un 58 por ciento. Son datos de la Fiscalía, que alerta de la banalización de las relaciones y el fácil acceso a la pornografia en Internet.

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APÓYANOS si te gusta en https://elbatallonpluto.com/mecenas "EBP 8x01 - THE LAST OF US PART 1 a ANÁLISIS, ASSASSIN'S CREED: MIRAGE es oficial, la COMPRA de FROM SOFTWARE y más" Tras una semana de filtraciones y desmentidos, Ubisoft anuncia oficialmente los primeros detalles del próximo Assassin’s Creed. Ya tenemos nombre y las informaciones apuntan a un cambio de localización que, de ser cierto, daría mucho contenido. Por otro lado, no para el mercado de fichajes como se suele decir en el ámbito futbolístico. Sony y Tencent se han hecho con una parte de From Software, la compañía tras éxitos como Dark Souls o Elden Ring. A eso se suma otra adquisición, la de Quantic Dream que ahora es propiedad de NetEase. ¿Qué va a ocurrir con sus juegos? Te contamos todos los detalles de estas suculentas operaciones. Y quédate con nosotros porque analizamos The Last of Us Parte 1 con motivo de su estreno en PlayStation 5. Despejamos las dudas acerca de las novedades que introduce y si está justificado su lanzamiento tras tener la entrega en consolas anteriores. Precisamente revisitar la historia de Ellie y Joel nos ha servido para profundizar en sus heridas psicológicas gracias a Víctor Martín, que regresa con su sección en esta nueva temporada. >>>>>>>>>>>>>>>>>< - Análisis de The Last of Us Parte 1 - En este programa han participado Nuria (@nurikops), Toni Domínguez (@AlegreDominguez), Aitor Velasco (@aitor_velasco) y Sergio Tur (@serturjo).

Actualiza Retail con Celestino Martínez
AR #58 Proceso de compra: Entiende cómo compra tu cliente

Actualiza Retail con Celestino Martínez

Play Episode Listen Later Sep 6, 2022 38:44


Comenzamos esta cuarta temporada analizando cómo es el proceso de compra. A través del análisis de cada fase intentaremos entender cómo compran nuestros clientes y cómo ha cambiado el papel del vendedor dentro de ese proceso de compra. Precisamente por ello, veremos qué espera el cliente del vendedor en cada fase. Y también qué tiene que tener en cuenta para que su ayuda sea percibida como valiosa, algo necesario para que estos procesos terminen de manera exitosa. Al contrario, cuando el vendedor no sabe qué hacer o en qué fase se encuentra el cliente, aumentan las posibilidades de que los procesos de compra no se completen. O que ni siquiera lleguen a iniciarse. Transcripción, referencias, fuentes y atribuciones: https://celestinomartinez.com/proceso-de-compra-como-compra-tu-cliente Este episodio está patrocinado por Bolsalea, tu empresa especializada en confeccionar y personalizar embalaje sostenible. Si visitas https://www.bolsalea.com/ y añades el código Actualiza, te harán un descuento especial en tu pedido de bolsas, guardatrajes y fundas.

El Batallón Pluto
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El Batallón Pluto

Play Episode Listen Later Sep 5, 2022 131:06


Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! APÓYANOS si te gusta en https://elbatallonpluto.com/mecenas "EBP 8x01 - THE LAST OF US PART 1 a ANÁLISIS, ASSASSIN'S CREED: MIRAGE es oficial, la COMPRA de FROM SOFTWARE y más" Tras una semana de filtraciones y desmentidos, Ubisoft anuncia oficialmente los primeros detalles del próximo Assassin’s Creed. Ya tenemos nombre y las informaciones apuntan a un cambio de localización que, de ser cierto, daría mucho contenido. Por otro lado, no para el mercado de fichajes como se suele decir en el ámbito futbolístico. Sony y Tencent se han hecho con una parte de From Software, la compañía tras éxitos como Dark Souls o Elden Ring. A eso se suma otra adquisición, la de Quantic Dream que ahora es propiedad de NetEase. ¿Qué va a ocurrir con sus juegos? Te contamos todos los detalles de estas suculentas operaciones. Y quédate con nosotros porque analizamos The Last of Us Parte 1 con motivo de su estreno en PlayStation 5. Despejamos las dudas acerca de las novedades que introduce y si está justificado su lanzamiento tras tener la entrega en consolas anteriores. Precisamente revisitar la historia de Ellie y Joel nos ha servido para profundizar en sus heridas psicológicas gracias a Víctor Martín, que regresa con su sección en esta nueva temporada. >>>>>>>>>>>>>>>>>< - Análisis de The Last of Us Parte 1 - En este programa han participado Nuria (@nurikops), Toni Domínguez (@AlegreDominguez), Aitor Velasco (@aitor_velasco) y Sergio Tur (@serturjo). Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Startup Inside Stories
Auronix: cómo comprar un negocio de 24 años y llevarlo al siguiente nivel - Podcast 251

Startup Inside Stories

Play Episode Listen Later Sep 5, 2022 75:10


Esta semana tenemos a Martín Urrutia, co-CEO en Auronix, una empresa que construye soluciones de mensajería y chatbots para grandes empresas que desean comunicarse con sus clientes a través de las plataformas que más utilizan, como Whatsapp. Auronix es un caso de éxito de "emprendimiento por adquisición" a través de un Search Fund. Precisamente en este episodio conoceremos en qué consiste esta modalidad, indagando en la historia de Martín junto a su socio Adrián, quienes estuvieron buscando durante dos años una empresa lo suficientemente grande que estuviera dispuesta a ser comprada para asumir el control de esta. Te recomendamos quedarte hasta el final no solo para descubrir cómo fue el proceso para entrar a la compañía como nuevos líderes, sino a su vez cómo lograron transformar el negocio familiar de 24 años y escalarlo a nuevas verticales. Un interesante podcast para empezar a conocer el ecosistema de Startups en México. PATROCINADORES

En marcha con tu moto...
¿Y si te llueve en moto en un día soleado?

En marcha con tu moto...

Play Episode Listen Later Sep 3, 2022 25:38


Si eres un moter@ con cierto recorrido, muy probablemente hayas pasado por la experiencia de sufrir una tormenta de verano, un chaparrón inoportuno o una lluvia ininterrumpida que te ha calado hasta los hue...sos. Precisamente por esto es bueno saber o recordar ciertas pautas que, si bien no ayudarán a que te mantengas sec@ bajo el agua, sí intentarán al menos que lo hagas en vertical lo máximo posible... ;-) https://poluxcriville.blog/?p=18379 Más seguridad en moto en: BL: https://PoluxCriville.Blog TW: https://twitter.com/PoluxCriville FB: https://fb.me/PoluxCrivilleConduccionSeguraEnMoto IT: https://www.instagram.com/PoluxCriville TL: https://t.me/SeguridadEnMoto Reconocimiento-NoComercial-SinObraDerivada 4.0 Internacional (CC BY-NC-ND 4.0): https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/deed.es_ES Música Jamendo: Divergence - TheBlackParrot 0db - Adelaide Deep Fashion - Álex Che

Castilla y León Informativos
Crónica de Castilla y León - 02/09/2022

Castilla y León Informativos

Play Episode Listen Later Sep 2, 2022 24:59


Castilla y León será la primera comunidad que recibirá las ayudas al sector cárnico: 35,8 millones  de euros. Lo ha anunciado esta mañana el Ministro de Agricultura Luis Planas, en la inaguración de SALAMAQ, la feria agropecuaria y ganadera que se celebra en Salamanca. Allí, el Ministro además, ha descartado el desabastecimiento de leche y alimentos de primera necesidad. Por su parte, el presidente de Castilla y León ha anunciado 70 millones de euros, en ayudas directas a las explotaciones agrarias y ganaderas para hacer frente a la crisis económica. Alfonso Fernández Mañueco también ha aprovechado la cita para exigir una mayor regulación en la Cuenca del Duero, con un Plan Hidrológico nacional y apostar por nuevas presas. Precisamente, el sector de la agricultura y ganadería es el único en el que ha descendido el desempleo. Y es que el paro en el mes de agosto no nos deja una buena noticia. Aumentó en 1.634 personas en Castilla y León, lo que supone un incremento del 1,3 por ciento, sobre todo en el sector servicios por el fin de muchos contratos vinculados a la campaña de verano. Hay 119.083. personas apuntadas en las listas de desempleo del ECYL. Sube el paro y baja al afiliación a la Seguridad social en más de 3.800. La contratación cayó un 19,60% en CyL en agosto Ha bajado al nivel 1 de peligrosidad el incendio forestal del campo de tiro del Teleno (León). Continúan las labores de vigilancia y remate del perímetro. Día grande de las fiestas de Palencia. Arrancan además las fiestas de Valladolid y las de la Encina en Ponferrada. Un suceso:  La guardia Civil ha intervenido 16 kg de picadura de tabaco en varios envíos de empresas de transporte de Ávila. Se ha abierto una investigación policial para comprobar si hubiera delito de contrabando. Hasta el momento se han extendido 9 denuncias. Escuchar audio

BBVA Sencillo y efectivo
¿Cuál es la importancia del cliente en el mundo inmobiliario?

BBVA Sencillo y efectivo

Play Episode Listen Later Aug 30, 2022 12:52


Poner al cliente en el centro del negocio no es una tarea sencilla, pero es grato ver que cada vez más sectores y empresas se esfuerzan por convertir esta labor en realidad. Entre estos sectores destaca el mundo inmobiliario con empresas dedicadas a ofrecer a sus clientes un servicio de calidad que cumpla con todas sus expectativas. ¿Cómo ha cambiado este servicio y qué beneficios ofrece a los clientes? Conoce más en el siguiente podcast. El podcast de BBVA en Perú, Sencillo y Efectivo, trae este mes de agosto un episodio dedicado a hablar del mundo inmobiliario y de cómo ha diversificado sus servicios para ofrecer a sus clientes una experiencia satisfactoria total. Este sector que, anteriormente, estaba muy asociado a lo que era el producto en sí: la propiedad, el precio y la zona de edificación; ahora contempla poner al cliente en el centro del negocio y enfocarse en detalles que permiten concentrar un servicio excepcional. Pero para hablar con hechos se tiene que ir a las pruebas, y aquí una de las pruebas más contundentes ha sido la reciente premiación ‘Best Place To Live 2022'. En esta ceremonia de premiación anual que se desarrolló en el auditorio de BBVA en Perú el pasado 23 de agosto, se premió y certificó a las mejores inmobiliarias y desarrolladoras del país que fueron reconocidas por sus propios clientes como las mejores, de acuerdo con sus productos y servicios entregados en el último año. [mediacenter_panel align="right" type="post" post_id="931333"][/mediacenter_panel] ¿Pero qué tipo de servicios ofrece una inmobiliaria para ganar esta certificación? Precisamente, para responder a esta pregunta y profundizar en los beneficios al cliente, el podcast tiene como invitada especial a Tábata Hinojosa, Manager de Vivienda Residencial en BBVA Perú y experta en temas inmobiliarios quien será la encargada de compartir todos los detalles. Otro punto importante que se trata en el presente episodio son las alternativas de inmuebles sostenibles, que están teniendo una muy buena recepción en el Perú. Además de los beneficios al bolsillo con los financiamientos, también se ayuda de manera sostenible al medio ambiente, y eso hace que sea una combinación interesante para los clientes. Finalmente, el motivo del banco por ofrecer estos detalles a los oyentes es ayudar a que más peruanos cumplan el sueño de la casa propia. La alternativa de financiamiento ya depende de cada uno, pero lo importante es que se conozca cómo el sector inmobiliario se está diversificando para poner al cliente en el centro del negocio.

El club de la Fórmula 1
Previo del GP de Bélgica 2022 de F1

El club de la Fórmula 1

Play Episode Listen Later Aug 25, 2022 31:01


Regresa la F1 tras el parón de verano en el que han pasado muchas cosas. Precisamente en este episodio repasamos la última hora sobre los culebrones que han hecho algo mas amena la espera desde que acabó el GP de Hungría.

Hablando Claro con Vilma Ibarra
24-8: ¿Qué dice el estudio de opinión pública presentado por el CIEP este miércoles?

Hablando Claro con Vilma Ibarra

Play Episode Listen Later Aug 24, 2022 51:49


Resuelto el tropiezo de Hablando Claro con la conectividad, nos asomamos de nuevo a nuestra ventana de opinión este miércoles con el politólogo Jesús Guzmán, del Centro de Investigación y Estudios Políticos, CIEP, que publica en las próximas horas un estudio sobre la altísima popularidad del Presidente Rodrigo Chaves y otras aristas de la coyuntura nacional. Y precisamente en referencia al Mandatario y el partido de gobierno, Progreso Social Democrático, este martes fue un día de revelaciones, pues trascendió que el Tribunal Supremo de Elecciones habría remitido al Ministerio Público la documentación sobre el financiamiento de la campaña electoral de la agrupación política y en ese expediente, de 150 páginas, el TSE establece “indicios suficientes de un esquema oscuro de financiamiento”. Se trata de dos causas que corren en paralelo. La primera por donaciones de personas físicas, jurídicas y extranjeras a un fideicomiso constituido por el ahora Presidente, el actual Canciller y el empresario Jack Loeb y la segunda estructura manejada desde las cuentas bancarias de la hija del diputado oficialista Waldo Agüero que habría recibido 195 mil dólares procedentes de las cuentas del banquero Loeb. Precisamente el Banco de Costa Rica reportó en su momento al Tribunal Electoral “operaciones sospechosas” por 150 millones de colones en el flujo de dineros hacia la campaña de Progreso Social, aparentemente de una persona extranjera, lo que está prohibido en nuestra legislación. La investigación que inicialmente ha llevado adelante la Fiscalía Anticorrupción ahora deberá ser manejada directamente por la Fiscalía General dada la investidura de los indagados. Pero, ¿qué efecto tiene ese aparente negociado y de qué magnitud en la opinión pública, cuando el Mandatario goza de niveles de popularidad elevadísimos? ¿Qué dice el primer estudio de opinión pública que presenta el CIEP este miércoles?

Milenio Opinión
Gil Gamés. Clau, Leti y Delfi

Milenio Opinión

Play Episode Listen Later Aug 18, 2022 5:24


La Secretaría de Educación Pública le pertenece ahora y en buena parte a la CNTE. Precisamente a ese grupo de rufianes que ha vandalizado institutos educativos y se ha opuesto a cualquier cambio que no traiga prebendas para sus docentes...

Viaje por la Historia
Margaret Burbidge y la astronomía moderna

Viaje por la Historia

Play Episode Listen Later Aug 11, 2022 57:51


Este mes de agosto podemos observar en nuestro cielo uno de los fenómenos que más nos apasionan y del que tenemos constancia desde hace más de 2.000 años: las perseidas. Por eso, en esta nueva entrega de Viaje por la Historia abordamos otro ámbito científico ampliamente masculinizado, la astronomía. Precisamente un día como hoy hace 103 años, el 12 de agosto de 1919, nació una de las pioneras de la astronomía moderna, Margaret Burbidge. En este programa conocemos su vida y su contribución a la ciencia. Después regresamos a nuestro tiempo para saber cómo trabaja la astronomía moderna, conocemos la situación de las mujeres en la actualidad y descubrimos más sobre las perseidas de la mano de Marina Rodríguez Baras, astrónoma del Observatorio Astronómico Nacional. Finalmente, en Viaje por los medios visibilizamos a través de diferentes películas y documentales el trabajo de importantes astrónomas con el fin de crear referentes. Por supuesto, completan Viaje por la Historia el resto de secciones: Qué interesante historia, Herederas y Mujeres con Historia.

Vender Diferente (ventas B2B)
#117 - Cómo construir una reputación digital donde tus clientes llegan a ti con Gabs Denegri (LinkedIn Top Voice 2022)

Vender Diferente (ventas B2B)

Play Episode Listen Later Aug 8, 2022 46:44


¿Te gustaría vivir en un mundo en donde no tengas que prospectar? Pues...ese es el mundo de Gabs Denegri (casi jaja). Gabs es una LinkedIn Top Voice 2022 y co-fundadora de Brandtech en Perú. En MUY poco tiempo Gabs ha desarrollado una marca personal y profesional tan fuerte que está logrando un crecimiento exponencial con solo referidos. Eso no significa que Gabs no tiene que prospectar... todos tenemos que hacerlo! Sin embargo, la vida es más fácil cuando nuestros clientes ideales llegan a nosotros. Precisamente en este episodio del vender diferente podcast hablamos del camino de Gabs, cómo formó su reputación digital y cómo TÚ puedes seguir los mismos pasos al éxito ;-) Te va a encantar!

Flash Informativo Diario de Avisos
Piden desmantelar el teleférico y erradicar el muflón en el Teide

Flash Informativo Diario de Avisos

Play Episode Listen Later Aug 5, 2022 1:32


1. Canarias marca las pautas que deben seguir las víctimas de sumisión química Las personas que sospechen de haber sufrido este tipo de agresión deben llamar inmediatamente al 1-1-2 y poner su caso en conocimiento de las autoridades. Precisamente, esta semana una tinerfeña ha relatado haber sufrido hace años un pinchazo en la zona del Cuadrilátero 2. Llegan a las Islas 200 vacunas para combatir la viruela del mono Este viernes se empezarán a inocular los primeros sueros. El archipiélago canario, con 118 casos, está entre las autonomías con mayor prevalencia del virus. Estados Unidos ya ha declarado la emergencia sanitaria 3. Piden desmantelar el teleférico y erradicar el muflón en el Teide Las asociaciones ecologistas Conservación de la Biodiversidad Canaria y Tinerfeña de Amigos de la Naturaleza solicitan que se prohíban las pruebas deportivas en el Parque Nacional, que impliquen a más de 50 participantes 4. Los vecinos de Icod de los Vinos prefieren una playa de San Marcos con arena natural Su alcalde, Francis González, da a conocer los datos de la consulta vecinal sobre el litoral, en la que participaron más de mil personas. La propuesta ganadora rechaza que se utilice arena de machaqueo, procedente de canteras, tal y como se recoge en el proyecto aprobado por Costas

La ContraCrónica
Zawahiri, el último hombre del 11-S

La ContraCrónica

Play Episode Listen Later Aug 2, 2022 41:56


Este lunes Joe Biden anunció que la Fuerza Aérea de Estados Unidos había liquidado al jefe de Al Qaeda, Ayman Al Zawahiri, mediante un ataque con drones en Afganistán. Al Zawahiri, fue, junto con Osama bin Laden, uno de los fundadores de esta organización terrorista que perpetró los atentados del 11 de septiembre de 2001. Posteriormente, tras la desaparición de Bin Laden en 2011, se hizo cargo de Al Qaeda. Este ataque es el primero que lleva a cabo Estados Unidos desde su caótica retirada de Afganistán en agosto del año pasado, cuando, tras dos décadas de guerra, Estados Unidos y sus aliados se marcharon del país dejándoselo a los talibanes. Según ha informado la Casa Blanca, el Gobierno afgano, estaba al tanto de la presencia de Al Zawahiri en una casa de Kabul. Esto supone una clara violación del acuerdo de Doha alcanzado entre la administración Trump y los talibanes en 2020. En aquel momento, los talibanes se comprometieron a impedir que Afganistán fuese utilizado por organizaciones terroristas. A la vista está que no han cumplido tal y como advirtieron muchos analistas hace un año. El ataque que mató a Al Zawahiri tuvo lugar en un barrio exclusivo de Kabul cercano a las dependencias del gobierno afgano. Precisamente por haber sido localizado en ese lugar y no en una aldea perdida, este ataque plantea preguntas incómodas sobre los vínculos actuales del Gobierno talibán con Al Qaeda, y arroja dudas sobre el apoyo que los talibanes están dando al yihadismo internacional. Otra pregunta que ha aflorado, esta vez entre la opinión pública, es cómo EEUU ha conseguido dar con el paradero de Al Zawahiri si ya no cuenta con presencia sobre el terreno en Afganistán. Al parecer, a principios de año, los servicios de inteligencia descubrieron que Al Zawahiri y su familia se habían mudado a una casa segura en Kabul. A partir de ahí pusieron en marcha una operación que identificó primero la casa en la que residía y luego empezaron a monitorizar sus movimientos. A finales de junio ya lo tenían todo listo y el pasado día 25 Biden dio la orden de actuar. La casa de Al Zawahiri fue alcanzada por dos misiles Hellfire guiados por láser disparados desde un dron. El ataque, de la máxima precisión, fue efectuado cuando Al Zawahiri se asomaba al balcón de la casa. El valor de Al Zawahiri es puramente simbólico ya que Al Qaeda está muy debilitada desde hace años. Con esto el Gobierno de EEUU quiere enviar un aviso al Gobierno del que ahora se conoce oficialmente como Emirato Islámico de Afganistán, presidido por un mulá llamado Hassan Ajund, pero en el que el hombre fuerte es el ministro del Interior Sirajuddin Haqqani, uno de los líderes talibanes de la línea dura que en el pasado cometió varios atentados terroristas. El ataque supone, además, la primera prueba reconocida públicamente de la capacidad de Estados Unidos para luchar contra el terrorismo en Afganistán tras la ignominiosa retirada de hace justo un año. En La ContraRéplica: - Allanamiento de morada y usurpación de vivienda - Homosexualidad en el mundo animal - Sexo y género - Gibraltar · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #alqaeda #zawahiri - Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals