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O Louvre busca ampliar suas receitas a qualquer custo. O icônico museu vai aumentar em 45% o preço do ingresso para visitantes de fora da Europa em 2026. A partir de 14 de janeiro, os visitantes que não pertencem ao Espaço Econômico Europeu (EEE), que inclui União Europeia, Islândia, Liechtenstein e Noruega, terão de pagar € 32 para percorrer os 73 mil metros quadrados do museu, € 10 a mais do que o valor atual. Questionada pela RFI, a assessoria do Louvre confirmou que a entrada de acesso às galerias passará a ter controle de documentos. A medida, aprovada pelo conselho de administração do museu, tem como objetivo “reforçar a receita” da instituição, uma das mais visitadas do mundo. A decisão do Louvre se estende a outros locais muito visitados, dentro e fora da capital francesa. A partir da próxima quarta-feira (14), os ingressos ficarão mais caros para o mesmo público nos Castelos de Versalhes e de Chambord, e na igreja Saint-Chapelle, em Paris. O curador alemão e diretor da Pinacoteca de São Paulo, Jochen Volz, comentou esse reajuste nos preços do museu mais visitado do mundo. “A questão dos valores cobrados como ingresso para museus é sempre uma discussão muito delicada. É importante analisá-la em conjunto com as políticas de gratuidade, meia-entrada e parcerias. Na Pinacoteca de São Paulo, por exemplo, aproximadamente 78% do público entra se beneficiando de gratuidade. Ainda assim, a bilheteria é, para nós e para todos os museus, uma fonte de receita importante”, analisou. “Entendo que o Louvre, pelo que se espera, terá um aumento de receita de aproximadamente € 17,5 milhões por ano. Esse é um valor significativo para a manutenção do museu e para a gestão de seus acervos. Cobrar um valor diferenciado para turistas é uma forma de se beneficiar da fama do Louvre como destino. Ao mesmo tempo em que se preserva um certo nível de acessibilidade para usuários frequentes locais, estudiosos, estudantes e públicos regionais, que potencialmente visitam o museu com uma frequência muito maior”, sublinhou Volz. Quem vai pagar mais caro? Os principais grupos de visitantes estrangeiros que devem pagar mais pela entrada no Louvre – e nas demais instituições afetadas pelo reajuste – são os norte‑americanos, que representam o maior contingente, seguidos pelos chineses. Os brasileiros aparecem na sétima posição entre os visitantes extraeuropeus e também serão impactados pela medida. A sindicalista francesa Nathalie Ramos foi uma das principais vozes entre aquelas que denunciaram as condições precárias de trabalho e a falta de respostas satisfatórias da direção do museu e das autoridades, durante uma recente greve no Louvre. Sobre o aumento do preço dos ingressos, ela denunciou uma política “discriminatória”, que “fere princípios de acesso e de universalismo cultural”, agravando ainda mais a imagem do museu. “A imagem do Louvre não é muito gloriosa no momento. Entre essa ideia que queremos dar do maior museu do mundo, que quer implantar projetos gigantescos, e a realidade dos meios de que dispomos, existe um enorme abismo”, disse. O galerista Philippe Mendes, um dos mais influentes de Paris e administrador de um espaço no Louvre dedicado a obras portuguesas, opinou sobre a tentativa institucional da presidente do museu, Laurence des Cars, de salvar o plano do Louvre para 2030. “O museu está em uma situação muito tensa. Acho que o ambiente interno não é nada bom, porque o que aconteceu – roubo espetacular, seguido de greve – foi muito grave. E, quando há algo assim, espera-se sempre que algumas responsabilidades sejam apuradas”, disse à RFI. Leia tambémRoubo milionário no Louvre poderia ter sido evitado, aponta relatório de segurança ignorado pela direção “Além disso, o Ministério da Cultura nomeou um homem para administrar o Louvre. Ele não é militar, mas trabalhou para o Ministério da Defesa e nas obras da catedral de Notre-Dame, inclusive durante o restauro. Isso também é um sinal muito forte de que [a presidente da instituição] Laurence des Cars precisa ser mantida onde está. Para não deixá-la de fora, encontraram alguém que agora vai tentar reestruturar o Louvre, uma espécie de tutela para dar continuidade a esse grande projeto, que é o projeto 2030”, afirmou Mendes. A artista Laura Lima, um dos nomes brasileiros mais proeminentes das artes visuais no mundo e atualmente em cartaz no Instituto de Artes Contemporâneas de Londres (ICA), tem uma opinião clara sobre o assunto. “Todos os museus deviam ser como as praças públicas, abertas para todo e qualquer tipo de pessoa e origem”, declarou Lima, que, ao lado de Ernesto Neto e Márcio Bottner, é uma das fundadoras da galeria Gentil Carioca, no Rio de Janeiro. Pesquisadora em cinema e acostumada a visitar museus em várias partes do globo, a brasileira Luíza Alvim lembrou que o Louvre não é um caso isolado na cobrança de ingressos diferenciados para estrangeiros. “Eu viajo por diversos lugares do mundo, e essa diferenciação de preço não é exclusiva do que está se tentando fazer no Louvre. Isso existiu e existe na Costa Rica, no Egito, mas acho extremamente problemático pelo seguinte: essa diferenciação, embora proteja de certa forma o cidadão do país – que pode ter um acesso mais fácil –, prejudica pessoas de países que são mais pobres, cujos cidadãos também são pobres”, disse. Leia também'Roubo do século' no Louvre escancara falhas na segurança; diretora terá que se explicar no Senado “Isso já é problemático porque, por exemplo, no caso da Costa Rica, nós somos latino-americanos e também somos pobres. Recebemos em uma moeda fraca e pagamos o mesmo preço de quem recebe em uma moeda forte, em euro ou em dólar. O mais absurdo da situação que se está tentando implementar no Louvre é que um país de moeda forte está tentando proteger pessoas que recebem em moeda forte e prejudicar pessoas que recebem em moeda fraca”, completou Alvim. O Louvre continua sendo um dos museus mais frequentados do mundo, com quase 9 milhões de visitantes em 2024, e o público estrangeiro representa a maioria das entradas, variando entre 69% e 77% do total. Controle de passaportes Em nome do “universalismo” do Louvre e do “acesso igualitário” às suas coleções, sindicatos franceses criticaram unanimemente o aumento dos ingressos para não europeus. “O argumento de que a reforma do prédio justifica o fim de dois séculos de universalismo no Louvre não nos convence”, afirmou o sindicato SUD. Segundo a CGT, essa nova tabela de preços fará com que os residentes de fora do EEE “paguem caro, consolidando o desengajamento do Estado, para visitar um museu em condições precárias”. “O público afetado verá isso como uma forma de discriminação”, afirmou Valérie Baud, delegada da CFDT. As organizações sindicais, que há tempos denunciam a falta crônica de pessoal, também alertam para o aumento da carga de trabalho que a nova política de preços deve impor aos funcionários, responsáveis por verificar a nacionalidade dos visitantes. “Não esquecemos a sobrecarga de trabalho que isso vai gerar para as equipes”, advertiu o sindicato SUD. Acesso a alas do museu terá verificação de documentos Procurada pela RFI para esta reportagem, a assessoria de imprensa do Museu do Louvre informou que “os visitantes que se enquadrarem na tarifa do Espaço Econômico Europeu (EEE) poderão ser verificados nos acessos externos e na entrada das alas Denon, Sully e Richelieu”. No Louvre, a ala Denon abriga obras mundialmente famosas, como a Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, ** A Liberdade Guiando o Povo, de Eugène Delacroix**, e ** A Coroação de Napoleão, de Jacques-Louis David**, além de importantes coleções de pinturas italianas e francesas dos séculos 16 ao 19. A ala Sully concentra as antiguidades egípcias, com sarcófagos, múmias e esculturas, além de peças do Oriente Médio, esculturas gregas e romanas, como a Vênus de Milo, e coleções medievais e renascentistas francesas. Já a ala Richelieu apresenta esculturas francesas dos séculos 17 e 18, coleções do Oriente Médio, os apartamentos históricos do palácio e uma variedade de moedas, medalhas e objetos de artes decorativas. Os cidadãos do EEE deverão apresentar um documento de identidade válido com foto – como carteira de identidade, passaporte ou carteira de motorista. Já os residentes do bloco precisarão comprovar identidade e residência de longa duração, por meio de um documento válido com foto, como visto com validade superior a três meses ou cartão de residência.
Alejandro Gándara, director de ‘A Costa e os castelos'
Alejandro Gándara, director de ‘A Costa e os castelos'
What's Up With Peter Thiel's Obsession With the Antichrist? https://newrepublic.com/article/200471/peter-thiel-obsession-antichrist-religion (via ChatGPT) Thiel Antichrist Obsession Explained https://chatgpt.com/share/68ca7545-640c-8006-909e-8bea332b3965 Peter Thiel's VC Fund to Host Conference for Ideological ‘Heretics,' Maybe Summon a Ghost or Two https://gizmodo.com/peter-thiels-vc-fund-to-host-conference-for-ideological-1838685821 Leonardo da Vinci's Handwritten Resume (1482) https://www.openculture.com/2014/01/leonardo-da-vincis-handwritten-resume-1482.html When Michelangelo Created Artistic Designs for Military Fortifications to Protect Florence (1529–1530) https://www.openculture.com/2025/09/michelangelo-fort-designs.html 4.2 ... Read more The post a nova obsessão pelo Anticristo, o fim dos castelos, mais uma civilização pacífica! appeared first on radinho de pilha.
“Faz falta visitar um castelo e sentirmos como era, a sua vivência”, defende o historiador Augusto Moutinho Borges, autor da “Viagem por Castelos de Portugal”, uma edição da revista Super InteressanteSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Milei tira sigilio de papéis da ditaudra e planeja punir atos contra militares https://digital.estadao.com.br/article/281535116786488 Ariel PalaciosSeção serial-killers com poder: Hoje, pela efeméride do golpe militar argentino de 24 de março de 1976, que instaurou o regime militar mais sanguinário da América do Sul no século XX, vamos com uma thread sobre o assunto: https://x.com/arielpalacios/status/1904150434069004332 Peacock ... Read more The post entendendo os perrengues da velhice, a origem dos castelos, Bauhaus x nazismo, maravilhas da evolução appeared first on radinho de pilha.
Um episódio sobre castelos e palavras que mudam. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit www.pilhadelivros.pt/subscribe
Iniziamo bene questo 2025 con Fernanda Torres che vince il Golden Globe come miglior attrice in un film drammatico - Ainda estou aqui di Walter Salles. Premio strameritato ma inaspettato: è stata la prima attrice attrice brasiliana a prenderlo e concorreva con Nicole Kidman, Angelina Jolie, Kate Winslet, Tilda Swanson.,. Playlist: a cura di Monica Paes Playlist: Sigla: Av. Brasil (M. Lima/Antonio Cicero), Marina Lima, Todas, 1985 Sottosigla: The frog (João Donato), Sergio Mendes feat. Q-Tip e will.i.am, Timeless, 2006 poi 1. Ela faz cinema, Chico Buarque, Carioca, 2006 2. As atrizes, Chico Buarque, Carioca, 2006 3. Domingo (Alexandre e Fernando Pires), Mart'nália feat. Caetano Veloso, Pagode da Mart'nália, 2024 4. Smoking too much, Selton, Gringo vol.1 - Abbey Road Session, 2024 5. Refazenda, Gilberto Gil, Refazenda, 1975 6. Jeca Total, Gilberto Gil, Refazenda, 1975 7. O compositor me disse (Gilberto Gil), Elis Regina, Elis, 1974 8. Violão (Sueli Costa/Paulo César Pinheiro), Fátima Guedes, Pra bom entendedor..., 1993 9. Vida vida vida, Junio Barreto, O Sol e o Sal do Suor, 2024 10. Te amar eterno (João Menezes), Bruno Berle, O Reino dos Afetos vol.2, 2024 11. Os funis (Cid Campos / Christian Morgenstern - tradução Augusto de Campos), Adriana Partimpim, O Quarto, 2024 12. Castelos no ar (Giovanni Guaccero/Luís Elói Stein), Giovanni Guaccero e Roberta Piccirillo feat. Gabriele Coen, Gilson Silveira, Francesco Maria Parazzoli, Barbara Piperno, Valeria Piccirillo, Tatiana Valle, Andrea Colella, Bruno Marcozzi, Cores da Lua, 2024 13. Estrada branca (Tom Jobim/Vinicius de Moraes), Max de Aloe, Alessia Martegiani e Massimiliano Coclite, A noite e o Tom, 2024 14. Poeira Cosmica, BADBADNOTGOOD e Tim Bernardes, singolo, 2024
"A falta do básico nos fez querer ter mais que o nescessário" O programa Melhores Discos traz os álbuns que fizeram a história da música, com abordagens de diferentes gêneros, vertentes e lançamentos de todos os estilos musicais. Produção, roteiro e locução: Julio Tavares Sonoplastia: Danilo Nunes. Revisão: Lucas Cangelli Coordenação: Fernando Mariano. E-mail: canal.fapcom@fapcom.edu.br NPC 2024 Canal FAPCOM / Instagragram
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Igreja Presbiteriana de Thomaz Coelho --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/dia-a-dia-com-a-palavra/message
Montenegro chegou ao palacete de São Bento, depois dos 3049 dias de poder socialista, e a primeira coisa que fiz foi imitar Costa. Levou a cabo, de imediato, uma reversão. O logotipo do Governo voltou a ser o do tempo de Passos, com as quinas e os castelos. Apesar de Marcelo ter aconselhado o novo primeiro-ministro a partir os problemas aos bocadinhos, Montenegro entrou com tudo. Quis colocar os socialistas entre a espada e a parede. Quem não esteve lá para ouvir foi o secretário-geral do PS. Acompanhado, na ausência, pelos restantes líderes da esquerda parlamentar. Há quem diga que não gostam de vernissages. O caminho do governo é tão estreito que anda no ar um cheirinho a pré-campanha. E talvez já não seja só a das europeias, marcadas para Junho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Uma criança sentada, à beira mar, dedica horas a construir um castelo de areia. Com cuidado e detalhe, ela seleciona o local, molda torres e muralhas, e talvez até trace caminhos que levam a portões imaginários. Cada grão de areia parece ter um propósito, cada torre um significado. Mas, então, inevitavelmente, as ondas do mar avançam, engolindo o castelo em um abraço frio e impiedoso. O que resta é apenas o rastro de um sonho, diluído entre a espuma e a areia. Superar a frustração de sonhos destruídos pode ser comparado a essa experiência. Embora desoladora, a cena do castelo de areia sendo devorado pelas águas do mar carrega em si lições profundas sobre resiliência, esperança e a arte de reconstruir. Aceitação: A primeira lição é a aceitação. Assim como a criança aprende que as ondas são parte inseparável do mar, nós também devemos entender que contratempos e desafios são componentes inevitáveis da vida. Aceitar não significa gostar ou desistir, mas sim reconhecer a realidade sem lutar contra ela. Resiliência: A criança, após o primeiro impacto da perda, pode escolher entre lamentar indefinidamente ou começar a construir novamente. A resiliência está nessa capacidade de se levantar após a queda, de olhar para as ruínas e ver a possibilidade de um novo início. É entender que nossa força não está na imunidade à dor, mas na habilidade de seguir em frente apesar dela. Criatividade e Aprendizado: Cada castelo de areia seguinte pode ser mais forte, mais sábio, construído em um local mais seguro ou com técnicas melhores. Da mesma forma, ao enfrentarmos a destruição de um sonho, somos chamados a refletir, aprender e crescer. Talvez ajustemos nossos objetivos, talvez encontremos novos métodos ou talvez simplesmente ganhemos a sabedoria que vem com a experiência. Valor no Processo: Há beleza e valor no próprio ato de construir, independentemente do resultado final. A criança encontra alegria nas horas passadas moldando areia, assim como nós podemos encontrar satisfação e propósito no caminho percorrido em direção aos nossos sonhos, mesmo quando eles não se concretizam como esperado. Esperança: Por fim, a esperança é o que nos permite começar de novo, é a crença de que, apesar das ondas, há sempre a possibilidade de um castelo ainda mais belo no horizonte. Cada onda que destrói não somente apaga, mas também limpa o terreno para que possamos sonhar mais uma vez. Com cada castelo levantado e perdido, aprendemos mais sobre nossa capacidade de amar, sonhar e, acima de tudo, começar de novo.
Uma criança sentada, à beira mar, dedica horas a construir um castelo de areia. Com cuidado e detalhe, ela seleciona o local, molda torres e muralhas, e talvez até trace caminhos que levam a portões imaginários. Cada grão de areia parece ter um propósito, cada torre um significado. Mas, então, inevitavelmente, as ondas do mar avançam, engolindo o castelo em um abraço frio e impiedoso. O que resta é apenas o rastro de um sonho, diluído entre a espuma e a areia. Superar a frustração de sonhos destruídos pode ser comparado a essa experiência. Embora desoladora, a cena do castelo de areia sendo devorado pelas águas do mar carrega em si lições profundas sobre resiliência, esperança e a arte de reconstruir. Aceitação: A primeira lição é a aceitação. Assim como a criança aprende que as ondas são parte inseparável do mar, nós também devemos entender que contratempos e desafios são componentes inevitáveis da vida. Aceitar não significa gostar ou desistir, mas sim reconhecer a realidade sem lutar contra ela. Resiliência: A criança, após o primeiro impacto da perda, pode escolher entre lamentar indefinidamente ou começar a construir novamente. A resiliência está nessa capacidade de se levantar após a queda, de olhar para as ruínas e ver a possibilidade de um novo início. É entender que nossa força não está na imunidade à dor, mas na habilidade de seguir em frente apesar dela. Criatividade e Aprendizado: Cada castelo de areia seguinte pode ser mais forte, mais sábio, construído em um local mais seguro ou com técnicas melhores. Da mesma forma, ao enfrentarmos a destruição de um sonho, somos chamados a refletir, aprender e crescer. Talvez ajustemos nossos objetivos, talvez encontremos novos métodos ou talvez simplesmente ganhemos a sabedoria que vem com a experiência. Valor no Processo: Há beleza e valor no próprio ato de construir, independentemente do resultado final. A criança encontra alegria nas horas passadas moldando areia, assim como nós podemos encontrar satisfação e propósito no caminho percorrido em direção aos nossos sonhos, mesmo quando eles não se concretizam como esperado. Esperança: Por fim, a esperança é o que nos permite começar de novo, é a crença de que, apesar das ondas, há sempre a possibilidade de um castelo ainda mais belo no horizonte. Cada onda que destrói não somente apaga, mas também limpa o terreno para que possamos sonhar mais uma vez. Com cada castelo levantado e perdido, aprendemos mais sobre nossa capacidade de amar, sonhar e, acima de tudo, começar de novo.
Depois da mudança na identidade visual da República Portuguesa surgiram diversas críticas. Entre as queixas, um utilizador das redes sociais sugeriu um significado falso para os símbolos da bandeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio falamos com Miguel Gomes Martins, investigador do Instituto de Estudos Medievais da Universidade Nova de Lisboa, sobre os castelos medievais portugueses. Abordamos a sua origem e evolução arquitectónica, as formas como eram atacados e defendidos e ainda as polémicas obras de restauro a que foram sujeitos no séc. XX. Sugestões de leitura: 1. Miguel Gomes Martins - Guerreiros de Pedra. Castelos, Muralhas e Guerra de Cerco em Portugal na Idade Média. Lisboa: Esfera dos Livros, 2016. 2. Miguel Gomes Martins e Libório Manuel Silva - Castelos: Maravilhas de Portugal. Lisboa: Edições Centro Atlântico, 2019-2023, 2 vols. 3. Mário Jorge Barroca - «Do Castelo da Reconquista ao Castelo Românico, séc. IX a XII», Portvgalia: Revista de Arqueologia do Departamento de Ciências e Técnicas do Património da FLUP, vol. 11-12, 1990-1991, p. 89-136, disponível online: http://hdl.handle.net/10216/8327 4. João Gouveia Monteiro - Os Castelos Portugueses dos finais da Idade Média. Presença, perfil, conservação, vigilância e comando. Lisboa/Coimbra: Colibri/Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, 1999. ----- Obrigado aos patronos do podcast: Andrea Barbosa, Oliver Doerfler, Isabel Yglesias de Oliveira, NBisme; Pedro Ferreira, Vera Costa, João Cancela, Rui Roque, Pedro Espírito Santo, João Pedro Tuna Moura Guedes, Jorge Filipe, Daniel Murta, Francisco; André Chambel, Andre Mano, André Silva, António Farelo, António Silva , Carlos Castro, Fernando Esperança, Gn, João Barbosa, João Canto, João Diamantino, João Félix, João Ferreira, Joao Pedro Fonte, Luis, Miguel Gama, Miguel Oliveira, Nuno Esteves, Rui Rodrigues, Simão Ribeiro, Soraia Espirito Santo, Thomas Ferreira, Tiago Matias, Tiago Sequeira, tope steffi. ----- Ouve e gosta do podcast? Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria ----- Músicas: “Five Armies” e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 A edição de áudio é de Marco António.
… e um solitário para completar o conto de fadas.
Centenas de atividades em museus, monumentos e palácios durante o fim-de-semana.
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Eu, @baiano_espirita convido você a deslumbrar essa história: Castelos de Areia. Na nossa jornada terrena construimos os castelos de nossos sonhos, uma família, um casamento, os filhos. Mas e a nossa responsabilidade perante a vida? Será que não construimos castelos de areia que se desmorona com o tempo?. A vida nos dá a oportunidade de corrigir os nossos erros e a trilharmos os nossos próprios caminhos. RÁDIO NOVELA GRAVADA PELA REDE BOA NOVA DE RÁDIO. DIREÇÃO SIDNEY CARBONE.
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Eu, @baiano_espirita convido você a deslumbrar essa história: Castelos de Areia. Na nossa jornada terrena construimos os castelos de nossos sonhos, uma família, um casamento, os filhos. Mas e a nossa responsabilidade perante a vida? Será que não construimos castelos de areia que se desmorona com o tempo?. A vida nos dá a oportunidade de corrigir os nossos erros e a trilharmos os nossos próprios caminhos. RÁDIO NOVELA GRAVADA PELA REDE BOA NOVA DE RÁDIO. DIREÇÃO SIDNEY CARBONE.
Por Irmão Hever da Silva Nogueira Sabe-se que bem antes do Século XVII, no mundo inteiro, já existiam Instituições Maçônicas, embora, muito pouco se conheça sobre essas Organizações, pois são raros os registros a respeito. Todavia, nos escassos documentos encontrados, pode-se constatar que já existia uma certa preocupação com a Finalidade a ser atingida e as condutas de seus integrantes, uma vez que, criteriosamente, estabeleciam, não só, os deveres, mas, sobretudo, os modos e os procedimentos a serem desempenhados, fora e dentro das Instituições. E, além disso, minutavam um ultimato determinando o resguardo de um segredo absoluto sobre todos os ensinamentos transmitidos, junto com as sanções e punições que seriam aplicadas devido à inobservância dos preceitos. E, não esqueceram de registrar os procedimentos a serem observados nas admissões de novos membros. Com certeza, tais exigências eram feitas, em razão das Organizações Maçónicas, da época, buscarem preservar os seus objetivos, cuidando para que os métodos empregados nas construções dos Castelos, Igrejas, Fortaleza e outras Edificações, permanecessem incólumes. Era a época da Maçonaria Operativa. Se for observado atentamente, o porquê da existência das Instituições, pode-se inferir que a Maçonaria Operativa, já tinha como finalidade: o desenvolvimento da humanidade, considerando que, por meio de construções e edificações, promoviam o surgimento de novos lugares e o crescimento de cidades existentes, propiciando, então, um progresso à humanidade. Imagino ser difícil aquilatar se os Obreiros, daquela época, tenham sido excelentes membros – exímios pedreiros, cumpridores de seus deveres, desempenhando, com eficácia e eficiência as tarefas e deveres que lhes eram atribuídos. Contudo, se for levado em conta que muitas edificações - executadas por eles no mundo todo - ainda continuam existindo, permanecendo firmes e de pé, até mesmo, desafiando às intemperes e outras reações do tempo, por séculos, há de se considerar que essas magníficas construções, salientam deliberadamente que os Maçons cumpriram seus deveres, com muita eficiência. Então pode-se dizer que os Pedreiros contribuíram maravilhosamente para que a Maçonaria Operativa atingisse, plenamente, a sua finalidade. E assim, perdurou por determinado tempo, até que a queda do Feudalismo (no último período da Idade Média), reforçado pelas Reformas Religiosas e pelo Movimento Cultural (Iluminismo) que buscava promover mudanças na política, na economia e na sociedade europeia, interferissem na maneira de operar da Maçonaria Operativa, salientando que a Instituição constatasse que a sua Finalidade teria que ser continuada, contudo, de forma bem diferente, pois a sua destinação de construir Castelos, Fortalezas e Igrejas chegara ao seu final. Então, dessa forma, a construção física deveria dar lugar a outro tipo de construção: A construção de um novo homem... visando se adaptar às mudanças, para dar prosseguimento ao desenvolvimento da humanidade. Por isso, a Maçonaria passou a permitir que Homens, com outros conhecimentos e habilidades sociais, integrassem os seus quadros, de maneira a gerar uma renovação estrutural e intelectual que propiciasse atingir a nova maneira de atingir a sua finalidade e, consequentemente, passou à condição de Maçonaria Especulativa. Por tal condição, evidentemente, instituiu que seus Membros estudassem, pesquisassem, observassem, analisassem e avaliassem em busca de adquirirem conhecimentos imprescindíveis para alcançarem o aperfeiçoamento moral, intelectual, espiritual e social. Como se pode constatar, a Maçonaria Especulativa - em sua nova fase – buscou então, propiciar ao Homem/Maçom se desenvolver como Cidadão, levando-o a se preocupar em construir o seu templo interior. E assim, muitos avanços foram efetivados nas Ciências e nas Artes, devido as ações adequadas dos Maçons, promovendo melhores condições de vida aos seus semelhantes. Outrossim, verificou-se incríveis mudanças sociais no mundo. Não foram poucas as lutas dos Maçons para acabar com a escravidão e promover a liberdade individual; foram incansáveis as buscas para exterminar os cativeiros; majestosas foram as investidas para extinguir as explorações do homem pelo homem. E, assim, de forma maçônica, propiciaram o direito de ir e vir a cada cidadão, possibilitando que cada qual vivesse com dignidade. Mas as ações não se deram exclusivas em proveito das pessoas individualmente, foram bem além, os Obreiros buscaram promover a Independência das nações exploradas pelo jugo estrangeiro. Instalaram-se em Libertar os países do domínio ultrajante dos dominadores... e, com suas coragens e arrojos, conseguiram promover o desenvolvimento da Humanidade. E, isso, traduz que muitos Maçons, realmente, se houveram como Legítimos Obreiros da Arte Real, possibilitando que a Maçonaria atingisse, em certo período, a sua Finalidade. Entrementes, com o passar do tempo, algo vem ocorrendo e causando uma certa transformação no interesse do Homem/Maçom e influindo, sobremaneira, em suas ações como Obreiro, o que não só impede que a Maçonaria alcance a sua Finalidade, mas, até mesmo, interfira no âmago de sua existência. Já há um certo tempo, os procedimentos incoerentes aos preceitos transmitidos pela Ordem, vem provocando a desunião. Então, dissidências, brigas internas e outras desarmonias aconteceram, propiciando uma divisão na Instituição. E tais acontecimentos acabaram influindo completamente na própria transmissão dos conhecimentos, gerando uma espécie de particularização ritualística. Cada parte dissidente tem a sua forma particular de envolver os Integrantes. E muitas outras mutações, dentro da Ordem, passaram a acontecer desviando o atingimento da sua Finalidade e dos objetivos dos Obreiros. Estudar com atenção; pesquisar detalhadamente; investigar a verdade, deixou de ser o verdadeiro propósito do Homem/Maçom. E o Homem/Maçom se viu levar pela fatuidade e o seu Templo Interior passou a ser amalgamado pela vaidade, ostentação e ganância. As disputas acirradas por Cargos, manifestando a cobiça, além de abalar na União dos Obreiros, nas Lojas, contribui intensamente para que o Maçom abandone aos trabalhos e dessa forma, o crescimento preciso do Homem/Maçom é totalmente conturbado. Atualmente, a evasão está bem acentuada, devido a vários fatores, sendo que muitos alegam que “não exista objetividade em pertencer a Ordem”. Verifica-se que uma parte significativa de Maçons, não mais se interessa pelo Aperfeiçoamento Moral, Espiritual, Intelectual e Social; até mesmo, chega a desprezar, veementemente, o compromisso solene realizado diante do GADU e da própria Consciência... E o cumprimento dos deveres previstos, em muito, não são levados a sério. Os Aventais já não são mais usados como protetores aos fragmentos resultantes dos desbastes da Pedra Bruta. Agora, são lindos adornos emoldurando os Títulos Nobiliários que os Maçons buscam obter. E, com isso, pouco a pouco, os próprios Maçons estão colaborando para a extinção da Maçonaria, fazendo dela uma espécie de Associação Recreativa e Social, em que o “ Vai Quem Quer” seja mais importante que os Trabalhos Ritualísticos. E a Liberdade, a Igualdade e a Fraternidade passam a serem vistas, simplesmente, como uma “legenda tradicional e antiga” e nada mais. Dá a impressão da Maçonaria Especulativa ter chegado ao seu final. É bem verdade, que ainda existam os verdadeiros Irmãos... abdicados de suas vontades pessoais em detrimentos aos interesses maçônicos...verdadeiros altruístas que lutam para que a Ordem permaneça alvissareira e cumprindo os seus Desígnios. Mas, muitas vezes, se veem envolvidos pelas ações dos demais, sendo obrigados a promoverem um esforço redobrado para que a Maçonaria não se extinga e não destorça a sua Finalidade. Quiçá, as mutações sofridas pelo mundo, com as novas descobertas tenham, implicitamente, colaborado com tais mudanças no Homem/Maçom. Não há como negar que as inimagináveis descobertas científicas; o progresso da cibernética; a geração da inteligência virtual; e, outros maravilhosos avanços tecnológicos, acabaram exigindo não só certas mutações nos hábitos humanos, mas, especialmente, adaptações e adequações muito expressivas. Lamentavelmente, verifica-se que a mesma forma vertiginosa da contribuição para o desenvolvimento material das novas transmutações, não promoveu uma proposta semelhante quanto ao desenvolvimento humanístico da humanidade. Então, da mesma forma que a Maçonaria se houve, em razão das mudanças ocorridas com o fim da idade média, sentindo a necessidade de passar de Maçonaria Operativa para Maçonaria Especulativa, há de constatar que as novas alterações acontecidas no mundo, obrigando-a a reforçar mais ainda a finalidade de promover o desenvolvimento da humanidade, entenda que deva se transformar em Maçonaria Revolutiva. E, assim, buscando revolucionar a sua essência, o seu manancial evolutivo, a sua originalidade, e, primordialmente, os seus conceitos, sem perder as Tradições, projete e estabeleça novas métodos, novos modos, novas formas de procedimentos para serem seguidos pelos seus Integrantes, de forma que os leve realmente a constatar que a única condição de atingir à sua Finalidade, será pelo aperfeiçoamento individual... moral, intelectual, tecnológico, espiritual, social e, sobretudo, humanístico. Ir.: Hever da Silva Nogueira CIM 97619 --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/malhete-podcast/message
Crônica da cidade do dia 06/04/23
Neste podcast número 56 falamos co historiador Carlos Lixó sobre a orixe e xurdimento dos castelos en Galicia, se foi unha dinámica europea, cales eran as súas funcións principais, cando se abandonan, dos castelos da fronteira con Portugal, etc. Sigue a Descifrando a Historia en Twitter e Instagram!
Neste episódio falamos sobre os símbolos nacionais da República Portuguesa - o hino ‘A Portuguesa' e a bandeira -, e tentamos perceber como surgiram, evoluíram e o que representam. Sugestões de leitura 1. Nuno Severiano Teixeira - Heróis do Mar. História dos símbolos nacionais. Lisboa: A Esfera dos Livros, 2015. 2. Miguel Metelo de Seixas - Quinas e Castelos. Sinais de Portugal. Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2019. ----- Obrigado aos patronos do podcast: João Barbosa; Luís Pinto de Sá, Domingos Ferreira, Pedro Ferreira, João Félix, Vera Costa; João Diamantino, Sandro Jordão, Joel José Ginga, Ana Lúcia Carvalho, António Silva, Nuno Esteves, Carlos Castro, Simão Ribeiro, Tiago Matias, João Ferreira, João Canto ----- Ouve e gosta do podcast? Se quiser apoiar o Falando de História, contribuindo para a sua manutenção, pode fazê-lo via Patreon: https://patreon.com/falandodehistoria ----- Músicas: "Five Armies" e “Magic Escape Room” de Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0; excerto de “Bacalhau à Portuguesa” de Quim Barreiros (Discossete 1986).
Castelos assombrados, carruagens fantasmas, choros incessantes. O nosso país é recheado de lugares macabros com histórias ainda mais assustadoras. Dê o play e confira a parte 1 do programa com alguns desses pontos turísticos que você precisa visitar e se assustar.
No Dia Nacional dos Castelos pedimos a Paulo... Castelo para dizer o tempo.
No Dia Nacional dos Castelos pedimos a Filipa Lemos, vocalista da banda Santamaria, para dizer o tempo.
PORTUGAL TEM O REI DOS CASTELOS DE MONTANHA DA EUROPA (MARVÃO) by Mafalda Ramos
Nossa conversa da semana não poderia ser sobre outro assunto que não fosse SANDMAN. A série que tomou as redes sociais de assalto, que inflamou as discussões sobre adaptações dos gibis entre críticos e fãs, que encantou aqueles que nunca sequer tiveram contato com as HQs. Um verdadeiro fenômeno da cultura pop, criado por um Neil Gaiman cada vez mais empolgado com sua cria. Convidamos pro papo a professora e mestra em literatura Danielle Costa Lhoret (@profa.dani.lhoret), responsável pela introdução do livro jornalístico "Castelos de Areia" (@skript_editora), e fomos para além dos memes. Fantasia, mitologia, filosofia, psicologia e uma pancada de referências em uma obra que marcou época e abriu as portas para um olhar ainda mais experimental nos gibis. O assunto principal da semana começa a partir do minuto 15, mais ou menos. Antes disso, a gente faz rapidinho o nosso giro da semana com as notícias sobre política, economia, comportamento e afins. Para ouvir, acesse www.imaginasepeganoolho.com.br ou então procure seu feed favorito em https://linktr.ee/imaginasepeganoolho (link tá na bio!) #podcast #podcasts #podcasting #podcaster #podcasters #podcastBR #podcastsBR #podcastbrasil #sandman #neilgaiman #netflix #morpheus #morfeus #sonhar #sonho #pesadelo #morte #death #johndee #johannaconstantine #corintio #desejo #desespero #devaneio #dccomics #vertigo #lucienne #caim #abel #matthew
Escolher um Castelo, em Portugal, é como ter de escolher um filho. Gostamos igualmente de todos. Não vamos convidar todos, mas vamos convidar muitos. Falaremos de Castelos!
2022
Igreja Presbiteriana de Thomaz Coelho --- Send in a voice message: https://anchor.fm/dia-a-dia-com-a-palavra/message
Ivo Navalhas é artista performativo mas o seu número de castelos de cartas entrou em declínio.
Uma conversa descontraída com inúmeras dicas e sugestões de lugares incríveis para conhecer na Alemanha. A participação no podcast de hoje é da Marcela Litjens que mora na Alemanha e é amante das viagens. Castelos, natureza, cidade. Paisagens diferentes e muitos lugares para conhecer seja qual for o seu estilo. Nas dicas a Marcela faz um roteiro e ressalta razões para você incluir a cidade de Hamburgo na sua próxima viagem. Confira. Siga o blog no http://www.maripelomundo.com.br e mande seu comentário por e-mail para maripelomundo@gmail.com. Instagram: www.instagram.com/maripelomundo.blog e no Facebook http://www.facebook.com/maripelomundo. Monte seu roteiro de viagem conosco, desde pacotes a ingressos de passeios com nossos parceiros. O Podcast vai ao ar semanalmente. Entre em contato mandando suas dúvidas, sugestões e comentários. @podcast.maripelomundo
Construir castelos de areia é uma das coisas mais divertidas para fazer na praia e todo mundo já deve ter imaginado como seria morar em um deles… mas será que isso seria possível? Para desvendar todos os mistérios dos castelos de areia e falar sobre as nossas casas convidamos o engenheiro civil Eduardo Mikail, que também é empresário, empreendedor e podcaster!
Nossa Bancada de Comentaristas de Games™ se reúne mais uma vez para conversar sobre o segundo dos dois grandes jogos da Nintendo em 2017, Super Mario Odyssey. PARTICIPANTES: Victor Gurgel, Frederico Tales, Pedro Valente e Luã Bitencourt DURAÇÃO DO EPISÓDIO: 1h29min COMENTADO NO EPISÓDIO: 00:00:00 Introdução 00:01:11 Super Mario Odyssey (sem spoilers) 00:29:35 Super Mario Odyssey (com spoilers) 01:04:52 *fim dos spoilers* Assista também os vídeos do Fred sobre os jogos 3D do Mario, Castelos, Galáxias e a Odisseia: Parte 1 Parte 2 REDES SOCIAIS: Twitter do Piratas do Espaço Twitter do Victor Twitch do Victor Twitter do Luã Twitch do Luã ASSINE O FEED DO PODCAST: FEED DO PODCAST FEED NO iTUNES FEED NO SPOTIFY PIRATAS NO YOUTUBE ENDEREÇO DIRETO DO SITE: Acesse aqui: www.piratasdoespaco.com/ QUER TER O SEU COMENTÁRIO LIDO NO PRÓXIMO PIRATAS? Comente aqui, no YouTube, ou envie-nos um email: pirataespacialshow@gmail.com Você também pode se juntar à discussão no Twitter, por reply ou usando a tag #PiratasPod Deixe uma mensagem para nós nos comentários