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Cire Ndiaye, atriz, performer, violinista clássica, sonoplasta, membro da banda rock As Docinhas e, ainda, técnica de serviços funerários, passou pelo TEATRA para conversar com a Mariana Maia de Oliveira. Num registo íntimo, Cire reflete sobre o seu percurso artístico e partilha detalhes da metodologia que desenvolveu para investigar e trabalhar temas ligados à violência e ao trauma. A partir de práticas de reconhecimento, autoconsciência e consentimento informado, explica como encontrou uma forma de tornar os processos criativos mais estáveis. Revisitamos o seu caminho no teatro, desde o primeiro contacto através da peça 'Carta', de Mónica Calle, até à participação mais recente em 'Auto das Anfitriãs', de Inês Vaz e Pedro Baptista. Um percurso quase inteiramente ligado ao Teatro Nacional D. Maria II, com experiências que lhe permitiram refletir sobre identidade, racismo, memória e disciplina, e onde o Teatro se tornou o lugar onde conseguiu juntar todas as dimensões da sua vida. Houve ainda tempo para relembrar a infância em Viana do Castelo, o encontro com o violino e a importância da música na sua formação, das aprendizagens que trouxe dos serviços funerários e da forma como continua a reinventar a sua prática artística e a sua relação com o mundo. Uma conversa para ouvir na íntegra, nas plataformas digitais. Sugestão Cultural:
Joaquim Arena, escritor luso-cabo-verdiano, jornalista e músico, foi o mais recente convidado do TEATRA. Com uma vida marcada por um estado de viagem constante, o autor encontra no quotidiano e nos acasos da vida a inspiração para a ficção. Habituado aos romances, partilha nesta conversa o desafio que foi estrear-se no teatro com o Projeto PANOS, do Teatro Nacional D. Maria II. Na conversa com Mariana Maia de Oliveira, reflete sobre o processo de criação de 'O Meu Pai Carlitos', uma peça escrita para jovens que aborda o misterioso desaparecimento de um homem adulto que vive no espectro do autismo, e revela o quão surpreendente foi ver o seu texto transposto para o palco por uma nova geração de adolescentes que se exprimem através do teatro. Houve ainda tempo para falar sobre o seu percurso literário, influências marcantes, desde Saramago a Baltasar Lopes, da assessoria ao ex-presidente da República a Cabo Verde, processos de criação e da primeira memória que guarda de quando chegou a Lisboa de barco, com apenas 5 anos. Uma conversa para ouvir na íntegra, nas plataformas digitais. Sugestão Cultural:
João Sousa Cardoso, também conhecido como João de Sousa Cardoso, é artista, ensaísta, curador e professor universitário. O seu trabalho desenvolve-se na intersecção entre criação artística, pensamento crítico e investigação, articulando teatro, cinema, artes visuais e escrita.Viveu 5 anos em Paris entre 2005 e 2010, onde concluiu o doutoramento em Ciências Sociais pela Universidade Paris Descartes (Sorbonne) enquanto bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, é mestre em Ciências da Comunicação pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e licenciado em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. É membro associado do Centre de Recherches Interdisciplinaires sur le Monde Lusophone, da Universidade de Paris Nanterre, onde leciona regularmente.Enquanto artista, tem desenvolvido um percurso marcado pela relação com a literatura e pela criação em teatro e filme, que cruzam ensaio, ficção e performance. Encenou Sequências Narrativas Completas, a partir de Álvaro Lapa, no Teatro Nacional D. Maria II (2019), e A Ronda da Noite, a partir de Agustina Bessa-Luís, na Fundação Calouste Gulbenkian (2022). Em 2024, estreou o filme A Santa Joana dos Matadouros, a partir de Bertolt Brecht, na Cinemateca Portuguesa, expandindo a sua prática para o cinema e aprofundando a relação entre imagem, política e representação.Como ensaísta, publicou TEATRO EXPANDIDO! (2016), Sequências Narrativas Completas e A Espanha das Espanhas(2020), mantendo uma escrita próxima das suas práticas artísticas. Colabora regularmente com a revista Contemporânea e com o jornal Público.Na curadoria, tem desenvolvido projetos que cruzam arte, política e história, como o ciclo ABC da Guerra (Teatro Municipal São Luiz, 2025) e a exposição Nampula Macua Socialismo de Manuel Santos Maia (Galeria Quadrum, 2025), além de colaborações com instituições como Serralves, Batalha Centro de Cinema e Centro de Arte Oliva. Desde 2023, integra o Comité de Aquisições do Centro de Arte Moderna da Gulbenkian.É Professor Associado na Universidade Lusófona, em Lisboa, onde dirige, desde 2010, a Licenciatura em Comunicação Audiovisual e Multimédia. Foi Professor Convidado na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto entre 2011 e 2020 e coordena o programa Great Artists on Campus na Universidade Lusófona em Lisboa desde Fevereiro de 2023 que tem, desde Fevereiro deste ano, uma extensão ao Porto numa parceria entre a Universidade e o Batalha Centro de Cinema.Links: https://cargocollective.com/joaosousacardoso www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/abc-da-guerra/ www.ulusofona.pt/evento/great-artists-on-campus-5 https://www.publico.pt/autor/joao-sousa-cardoso https://contemporanea.pt/edicoes/2025/entrevista-joao-sousa-cardosowww.youtube.com/watch?v=Kjp0-yeLBdA https://ajuntament.barcelona.cat/lavirreina/en/exhibitions/american-history/1005?t=3 Episódio gravado a 06.05.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados
Bernardo Chatillon pretende imaginar novos mundos, colocando a hipótese de nos relacionarmos com os espaços que estão obstruídos, camuflados, ilegíveis, ignorados,invisíveis. Conviver com os corpos, as paisagens e os movimentos que estão presentes, mas não têm visibilidade, em articulação com o conceito de Pensamento Mágico aplicado à dimensão teatral. Estreou-se com os Artistas Unidos. Depois de completar o Chapitô integrou a Formação Intensiva Acompanhada no c.e.m e mais tarde a Escola Superior de Teatro e Cinema (Licenciatura Teatro / Actor). Entre 2012 e 2015 integrou o elenco da companhia do Teatro Nacional D. Maria II. Em 2016 muda-se para Berlim onde colabora em diversos formatos e projectos através de práticas artísticas, encontros e espectáculos com diversos autores e figuras internacionais incontornáveis: Marc Lohr, Sigal Zouk, Mineralwasser Collective, André Uerba, Peter Pleyer, Stephanie Mahler, Jeremy Wade , Benoilt Lachambre, Keith Hennessy, Joy Mariana Smith, Meg Stuart, Sandra Noeth, Natasha A Kelly, CA. Conrad, Sigmar Zecarias, Diego Aguillo, Sophia New, Fernanda Eugenio entre outros e completa o mestrado Solo/Dance/Authorship (SODA) pela Inter-University Center for Dance Berlin (HZT/UDK). Recentemente, criou os espetáculos Reindeer Age #0 , Uferstudios Berlin (2019), Teatro DoBairro Alto (2020), Reindeer Age #1, O Espaço do Tempo (2021) e Appleton (2025) , O Fazer do Dizer , Centro Cultural de Belém (2022) , O que já cá está, Rua das Gaivotas 6 (2023), Calipso ou a experiência do possível, Cine -Teatro Avenida, Castelo Branco (2024). Em 2022 juntamente com Cláudia Teixeira e Fernanda Eugênio começa a dar forma à criação da questão-tema “políticas e práticas da amizade” para uma base de curadoria na programação do espaço Trust-Collective em Arganil. Em 2023 começou a lecionar na Escola Superior de Teatro e Cinema em Lisboa e entrou para a nova direção da associação R.I.Ju (Rancho Infantil e Juvenil de Coja) com o projeto Fôlego, onde ensina, programa, experimenta e convive.Links: https://bernardochatillon.hotglue.me/ https://www.youtube.com/watch?reload=9&v=XGxrPHpa0bw https://www.ccb.pt/evento/bernardo-chatillon/all/ https://artistasunidos.pt/bernardo-chatillon/ https://sapo.pt/artigo/bernardo-chatillon-apresenta-seco-em-castelo-branco-69c40908bf28b0049337fb85 https://www.oespacodotempo.pt/pt/residencias/bernardo-chatillon https://glam-magazine.pt/bernardo-chatillon-no-tba-em-coapresentacao-com-o-ccb/ https://www.cm-arganil.pt/diretorio/rancho-infantil-juvenil-coja/ https://www.cm-arganil.pt/evento/politicas-e-praticas-da-amizade-dias-abertos-trust-collective/ https://trust-collective.org/en/ Episódio gravado a 02.04.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados
“A força da sua identidade criativa e a qualidade do seu percurso enquanto intérprete deixam antever uma carreira de enorme fôlego e relevância”. São palavras da administração do Teatro Nacional D. Maria II, que há poucas semanas atribuiu ao ator Marco Mendonça o Prémio Revelação deste ano. O também encenador, nascido em Moçambique, estreou em junho de 2025 a sea segunda peça de teatro: “Reparations, Baby”, um novo concurso de televisão, assumidamente woke, que quer ser uma resposta simplista para as reparações históricas. Em 2023, entre sketches, stand-up comedy e música mostrou-nos “Blackface”. Esta primeira criação partiu de experiências pessoais e da história do blackface como prática teatral racista. Foi nomeada para um Globo de Ouro e eleita Melhor Peça de Teatro pelo jornal Público. O ator também pertence ao elenco do êxito “Catarina e a Beleza de Matar Fascistas”, do encenador Tiago Rodrigues. No Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, reconhece que tentou uma espécie de “justiça humorística” com o espetáculo “Blackface”, sem querer “simplesmente apontar os dedos à comunidade branca”, explica que o humor é a linguagem a que recorre “intuitivamente para falar sobre trauma” e reforça a importância de uma discussão sobre reparações históricas, já que “as cicatrizes do colonialismo ainda são vividas diariamente por pessoas negras.”See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ricardo Pais acaba de cumprir 80 anos e garante nunca ter ambicionado ser um homem do seu tempo, embora considere como o comediante alemão Karl Valentin que “antigamente o futuro era habitado com mais esperança.” O seu percurso é marcado pela direção de grandes instituições teatrais, com uma fugaz passagem pelo Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, e uma forte presença no Teatro Nacional São João, no Porto. Isto além dos seus múltiplos papéis artísticos, enquanto encenador, ator e professor. Ricardo afirma que, agora que vive mais fora de cena, está a tratar da sua cabeça e a dedicar-se ao novo tempo, depois das sobras, sem grandes saudosismos ou pretensões. Ouçam-no nesta primeira parte da conversa com Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A peça "Reparations Baby!", escrita e encenada por Marco Mendonça, toca no tema das reparações históricas de Portugal aos países de língua portuguesa, passando pelo racismo e a discriminação dos afro-descendentes utilizando o humor, a frontalidade e a compaixão para fazer reflectir os espectadores. Em 2023, aquando a visita de Lula da Silva a Portugal que marcava então presença na cerimónia de celebração dos 49 anos do 25 de Abril, Marcelo Rebelo de Sousa falou pela primeira vez em reparações históricas e essas palavras despertaram no actor, dramaturgo e encenador moçambicano Marco Mendonça o interesse pelo tema em Portugal. Já na esfera política, nomeadamente após o Presidente português ter dito um ano mais tarde que Portugal devia pagar o que deve aos países africanos de língua portuguesa após séculos de escravidão e exploração, Marcelo Rebelo de Sousa foi apelidado de traidor da pátria. Estas considerações políticas aliadas a vários movimentos por antigas potências coloniais como a França ou a Alemanha de reparações culturais, nomeadamente através da devolução de obras de arte, levaram Marco Mendonça a escrever e encenar a peça “Reparations Baby!” para o Teatro Nacional D.Maria II, onde esta temática é transformada num jogo televisivo ao estilo de “Quem quer ser milionário” com um painel de concorrentes exclusivamente afro-descendentes "A ideia de ser um game show pareceu-me fazer bastante sentido, porque é um contexto em que tanto temos uma componente de entretenimento muito forte música, luzes, todo o aparato televisivo, mas ao mesmo tempo também temos uma componente muito forte que é informativa e das curiosidades dos factos, da pesquisa, da partilha de informação. Quis aliar essas duas coisas ao tema da reparação histórica, que era um tema que eu já queria trabalhar há muito tempo", afirmou o encenador. No palco três concorrentes afro-descendentes respondem a perguntas que vão desde a história da colonização, a figuras da escravidão a polémicas actuais como apropriação cultural nas redes sociais. Nos intervalos deste concurso, uma equipa de figuras brancas encoraja o desempenho dos concorrentes, monstrando como as boas intenções estão muitas vezes ligadas ao ganho pessoal. Ao longo do jogo, as personagens vão mostrando as suas convicções, mas também as suas experiências face ao racismo e ao preconceito. "Era muito importante para mim focar-me nas personagens e não torná-las bidimensionais no sentido de pôr as pessoas brancas a pensarem sobre este tema desta maneira e as pessoas negras pensam desta maneira sobre este tema? Não, isso seria pouco verosímil, porque efectivamente as pessoas têm relações muito diferentes com este tema e com tudo o que sejam discriminações nas vivências em Portugal", indicou Marco Mendonça. As reparações históricas das potências colonizadoras aos países africanos foi o mote este ano da reunião da União Africana em Fevereiro, na Etiópia, e tal como os chefes de Estado africanos, Marco Mendonça considera que o reconhecimento público dos séculos de exploração e ocupação é o primeiro passo para o restabelecimento da História dos dois lados do Equador. "Eu acho que a primeira reparação e mais importante reparação neste momento é interna. Eu acho que Portugal, enquanto país, enquanto povo, enquanto cultura, deve olhar para si próprio, ver-se ao espelho e perceber o quão absurdas são todas as desigualdades que se vivem no país e o quanto é preciso assumir uma responsabilidade de forma formal", concluiu Marco Mendonça. Esta peça esteve em cartaz no Teatro Variedades, em Lisboa, durante o mês de Julho tendo tipo apresentações noutras cidades portuguesas. Deverá agora continuar a ser apresentada em diferentes teatros, não havendo para já mais representações previstas.
Alberto Gonçalves comenta o comunicado do Teatro D.Maria II sobre o conflito de Gaza.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Morreu virgem aos 22 anos a rainha Dª Estefânia, como conta Isabel Stilwell na sua biografia, onde fala do casamento com D. Pedro V que a própria mãe, Dª Maria II, achava “atormentado e pedante”See omnystudio.com/listener for privacy information.
A cultura tem o poder de transformar cidades, preservar memórias e dar voz a comunidades muitas vezes esquecidas. No coração de Lisboa, os Jardins do Bombarda tornaram-se um novo polo cultural e comunitário, fruto do trabalho incansável da LARGO Residências. Para falar sobre este projeto, a inauguração da Sala Estúdio Valentim de Barros e os desafios e conquistas ao longo do percurso, conversamos com Marta Silva, Diretora Artística e Executiva da LARGO Residências.Nesta entrevista, a Marta partilha connosco a importância do Tributo a Valentim, a parceria com o Teatro Nacional D. Maria II, e como a arte e a cultura continuam a ser ferramentas essenciais para inclusão, resistência e inovação social.RecursosLARGO ResidênciasMr Bird (autor da música)Nicolás Fabian (autor do design)Subscreve no SpotifySubscreve na Apple Podcasts
O encenador Pedro Penim, diretor artístico do Teatro D. Maria II, desvenda: o diálogo de um convite a Rita Blanco; o mito do rapaz do Art Attack; e um momento milagroso e selvagem num espectáculo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pedro Penim, que reescreveu o original de Gil Vicente, e Stela, que dá corpo à personagem-título, vieram às Manhãs da 3 desvendar a peça que marca o início à programação do Teatro Nacional D. Maria II para 2025.
"Boca Aberta": o Teatro Nacional D.Maria II a estimular a relação entre escolas e meio artístico
Diciembre 10, 2024 - La paz de Cristo es radicalmente diferente a cualquier tipo de paz que el mundo pueda ofrecer. No es fragil ni dependiente de las circunstancias. Es una paz establecida sobre la roca firme de Su amor, una paz que el apostol Pablo describe en Filipenses 4:7 como aquella que «que supera todo lo que podemos entender». Hoy continuaremos celebrando esta epoca con la serie: "Adviento: esperanza en la espera".
Hoje temos o gosto de receber no nosso podcast Pedro Penim, uma das figuras influente do teatro contemporâneo português. Fundador do coletivo Teatro Praga e do espaço cultural Rua das Gaivotas 6, o Pedro tem desafiado as convenções das artes performativas ao longo da sua carreira. Desde 2021, está no Teatro Nacional D. Maria II como Diretor Artístico, função na qual tem promovido a diversidade estética, a acessibilidade e o alargamento de públicos.Ao longo desta conversa, exploraremos a sua visão sobre a nova programação do Teatro Nacional, que combina tradição e inovação, e discutiremos a sua abordagem para descentralizar e democratizar o acesso à cultura, como evidenciado no projeto "Odisseia Nacional". Além disso, refletiremos sobre os desafios e oportunidades para o teatro em tempos de transformação tecnológica e social, e sobre a sua perspetiva quanto ao panorama cultural em Portugal.RecursosTeatro Nacional D Maria IIMr Bird (autor da música)Nicolás Fabian (autor do design)Subscreve no SpotifySubscreve na Apple Podcasts
breve comentário aos textos bíblicos lidos em comunidade | Eleição de Maria | Lisboa, 8 de Dezembro de 2024. Génesis 3,9-15; Efésios 1,3-12 e Lucas 1,26-38. Instagram © Max Richter, All Human Beings – International Voices (Universal Music Operations Limited, 2020) – Todos los Seres Humanos (Narrado por María Valverde) © Mammal Hands, Shadow Work (Gondwana Records, 2017) – Near Far António Pedro Monteiro
Descubra a programação do Teatro Nacional D. Maria II para 2025f27da0e7-65ae-ef11-88cf
O ator Rui Mendes; Mariana Fonseca, do Lobby Teatro; e Tiago Bartolomeu Costa, comissário da exposição "Quem és tu - um teatro nacional a olhar o país"; são os convidados do Ensaio Geral desta semana, gravado ao vivo no Museu Nacional do Teatro e da Dança, no âmbito da parceria com o Teatro Nacional D. Maria II.
Diogo Infante apresenta "Telhados de Vidro", uma peça "desafiante" sobre poder, política e paixão. O drama estreia a 12 de setembro no Teatro D. Maria II e está em cena até novembro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quem és tu? 100 anos de história do Teatro Nacional D. Maria II em exposiçãob49a9973
Filipe Sambado | #108 by Teatro Nacional D. Maria II
Ouça aqui a segunda parte da conversa com o ator, encenador, dramaturgo e diretor artístico do Teatro Nacional D. Maria II, que fala sobre como os seus espetáculos põem a nu as suas maiores inquietações, com as respetivas nuances. Pedro Penim revela os desafios da paternidade e do processo longo e difícil que viveu com o marido recorrendo a uma mãe de substituição. E conta também a história de amor que o levou a colocar o trabalho em suspenso para ir viver junto com o companheiro durante uns tempos em Istambul e Roma. Por fim dá-nos música e lê brilhantemente um excerto de “O amor dos homens avulsos”, de Victor Heringer. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
É o atual diretor artístico do Teatro Nacional D. Maria II e acaba de repor o espetáculo “Casa Portuguesa”, em cena até 7 de julho, no Maria Matos, em Lisboa. Uma peça escrita e encenada por si após as duras críticas por se afirmar gay quando ocupou o atual cargo. Em cena pôs em discussão os ideais tradicionais de casa, de família, de género, tendo como pano de fundo os acontecimentos recentes da nossa democracia e a mais dolorosa ferida da nossa História, a guerra em África. Sobre a discussão levantada pelo Presidente de uma reparação histórica às antigas colónias, afirma: “É um assunto importante e espinhoso, porque estamos a falar de massacres cometidos em nome do nosso país e dos quais continuamos a beneficiar. A riqueza deste país fez-se dessa exploração e matança”. Oiça aqui a primeira parte da entrevista.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O encenador Tiago Rodrigues, atual diretor do Festival de Avignon e antigo diretor do Teatro Nacional D. Maria II, é o convidado de Filipe Melo no penúltimo episódio da primeira temporada do podcast “A Descoberta do Som". Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
"Fazer teatro é fazer liberdade". Conheça a programação especial do Teatro Nacional D. Maria II
No octogésimo primeiro episódio do TEATRA, Mariana Oliveira recebe a atriz e encenadora, Zia Soares, que recentemente criou o espetáculo Pérola sem rapariga, em conjunto com a escritora Djaimilia Pereira de Almeida, no âmbito da Odisseia Nacional do D. Maria II.
No septuagésimo sexto episódio do TEATRA, Mariana Oliveira recebe Dori Nigro performer, educador e um dos criadores de 'descobri-quê?', espetáculo que, no âmbito da Odisseia Nacional do D. Maria II.
No septuagésimo quinto episódio do TEATRA, Mariana Oliveira recebe a atriz e encenadora Alice Azevedo. Responsável pela criação e encenação de 'Nau Nau Maria', no âmbito do projeto Próxima Cena, uma iniciativa Teatro Nacional D. Maria II, do BPI e da Fundação ”la Caixa”.
No septuagésimo quarto episódio do TEATRA, Mariana Oliveira recebe o cenógrafo, figurinista e criador, Pedro Azevedo, vencedor da 4ª edição do Prémio Revelação Ageas Teatro Nacional D. Maria II.
É ator e uma das vozes críticas no espaço de debate “Malditas Segundas-Feiras”, na SIC Notícias, a ocupar um lugar até agora pouco habitado. Rosto conhecido de várias séries e novelas, e com larga experiência no teatro, Manuel Moreira integra o elenco da peça “O Misantropo – por Hugo van der Ding e Martim Sousa Tavares a partir Molière” que fará parte da digressão “Odisseia Nacional”, do Teatro Nacional D. Maria II. Neste episódio, o ator faz reparos ao Governo sobre a forma como tem gerido a crise na Habitação ou na Cultura, e estranha que o chamem de ‘ativista'. Ouçam-no no podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, com Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Strokes gravam novo disco no topo de uma montanha; estreia Triângulo da Tristeza, novo filme de Robert Ostlund; Cárin Geada venceu o Prémio Revelação Ageas Teatro Nacional D. Maria II.
Invadimos o Teatro Nacional D. Maria II para falar de como poderá ser o futuro do entretenimento.
Invadimos o Teatro Nacional D. Maria II para falar de como poderá ser o futuro do entretenimento.
Fechado o cartaz da 9ª edição do Mucho Flow; começa hoje o Iminente; início da temporada no Teatro Nacional D. Maria II.
A escritora, poeta, dramaturga, argumentista e atriz Cláudia Lucas Chéu, autora de títulos como “Beber pela Garrafa”, “Mulher Sapiens” e “Ode Triumphal à Cona”, sobe agora ao palco do Teatro Nacional D. Maria II para protagonizar “Orlando”, a peça que escreveu a partir do texto de Virgínia Woolf com encenação de Albano Jerónimo, em cena de 5 a 10 de abril, na sala Garrett. Uma obra que é uma travessia até à verdade, uma celebração e um grito de revolta da comunidade LGBTQIA+. Uma peça que ganha outro peso e significado em tempos de guerra: “Não conheço emoção mais potente do que o amor. É mais poderosa do que o ódio.” See omnystudio.com/listener for privacy information.
À luz de Lc 1,39-45, o Pe. Françoá Costa medita sobre a presença de Maria no Advento e na sinfonia que é a Ave-Maria. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/jlio4/message