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Como proteger operações que não nasceram digitais? Fábricas, propriedades rurais e unidades distribuídas convivem com equipamentos legados, conectividade limitada, terceiros e profissionais com níveis muito diferentes de familiaridade com tecnologia. Ao mesmo tempo, sistemas, integrações e inteligência artificial avançam sobre esses ambientes em um ritmo que a governança nem sempre consegue acompanhar. No episódio 120 do RedCast, “Segurança para o mundo que não nasceu digital”, discutimos como construir segurança respeitando a realidade da operação, definir prioridades com recursos limitados e desenvolver uma cultura capaz de sustentar os controles no dia a dia. Ao longo da conversa, você vai acompanhar reflexões sobre: • Barreiras para levar segurança ao campo e ao chão de fábrica; • Cultura e conscientização em operações distribuídas; • Priorização entre tecnologia, processos e pessoas; • Gestão de acessos e atuação de terceiros; • Uso e governança da inteligência artificial; • Equilíbrio entre padrões corporativos e necessidades locais; • Segurança como parte da continuidade da operação. Convidados Izaias Gomes – CIO e CISO do Grupo Piracanjuba Paulo Massara – CIO e CISO na CARAPRETA Apresentação Milton Freitas Junior – diretor de Service Delivery e Qualidade da Redbelt Security Ronaldo Corá – diretor de Identidade e Acesso da Redbelt Security Assista ao episódio completo e inscreva-se no canal para acompanhar os próximos episódios do RedCast.
Jelres nasceu com AME, uma doença rara e degenerativa, e passou a infância sob forte proteção dos pais, que já haviam perdido dois filhos para a mesma condição. Mesmo com limitações físicas e dificuldades de acessibilidade, insistiu para estudar, fez amigos, concluiu o ensino médio e enfrentou longos trajetos de cadeira de rodas para continuar sua formação. Inspirado pelo desejo de trabalhar na área da Justiça, ingressou em Direito com bolsa de 100%, conquistou o diploma com honras e passou na OAB de primeira, superando diversas barreiras ao longo da trajetória. Durante a faculdade, começou a lutar pelo acesso ao tratamento da AME e, após anos de mobilização, ajudou a viabilizar a incorporação do primeiro tratamento para a doença ao SUS. Hoje, atua como advogado na área de Direito da Saúde, ajudando pessoas com deficiência, doenças raras e pacientes que precisam garantir seus direitos, além de ter escrito o livro “Se Enxerga”, inspirado na frase que marcou sua infância e que passou a representar não apenas suas limitações, mas também seus sonhos, conquistas e tudo aquilo que é capaz de realizar.
Como uma mobilização que começou nas redes sociais ganhou as ruas e ajudou a transformar o destino de uma das emissoras mais queridas de São Paulo? Neste episódio especial do Peças Raras, Marcelo Abud conversa com a artista multidisciplinar Nina Vogel, responsável pelo início do movimento que ganhou força com as hashtags #FicaEldorado e #VoltaEldorado.Nina conta, em detalhes, como recebeu a notícia do encerramento da Rádio Eldorado, em abril, e decidiu imediatamente criar um abaixo-assinado e convocar uma manifestação na Avenida Paulista. Em poucos dias, o que parecia uma iniciativa individual ganhou a adesão de ouvintes, artistas e integrantes da chamada Família Som a Pino, levando centenas de pessoas ao vão do MASP, em uma manhã fria e chuvosa.A entrevista revela os bastidores daquela manifestação: a mobilização à distância, as dificuldades com som e infraestrutura, o megafone que acabou se tornando a voz do protesto, as faixas, os encontros entre "melhores ouvintes" e profissionais da emissora. Nina também fala sobre o significado da rádio em sua própria vida e sobre a força das ondas sonoras para criar uma conexão única. Ao longo do episódio, ouvintes e profissionais da Eldorado compartilham suas histórias e explicam o que a emissora representa em suas trajetórias. Você vai ouvir Roberta Martinelli, Paula Lima, Leandro Cacossi e Haisem Abaki. No encerramento, uma reflexão sobre arte, presença, utopia e a capacidade de imaginar novos mundos. A conclusão é de que, antes de transformar uma realidade que parece inevitável, é preciso conseguir visualizá-la de outra maneira.Um episódio sobre rádio, memória, comunidade e, sobretudo, sobre a força de pessoas que acreditam que “por que não?” pode ser o primeiro passo para transformar um sonho coletivo em realidade.
Encontros em Outras Casas
Encontros em Outras Casas
Ferramenta preditiva não falta. Dashboard, planilha de cenário, especialista de plantão, IA pra tudo. E, mesmo assim, a ansiedade sobre o futuro só cresce. Não é coincidência: segundo a OMS, o Brasil é o país mais ansioso do planeta. Cerca de 9,3% dos brasileiros vivem com transtorno de ansiedade, a maior taxa entre os países medidos.O que a gente quer, então? Mais controle, mais planejamento, mais dado. Só que boa parte dos desafios que a gente enfrenta, seja casamento, filho, carreira, política, clima, time de trabalho, pertence a uma categoria em que o controle simplesmente não entrega o que promete.E existe uma tradição de mais de 70 anos que estuda exatamente isso: como agir bem quando não se sabe o que vem depois. Ela não nasceu na consultoria, nem na universidade. Nasceu no teatro.Pra testar essa hipótese, chamamos Márcio Ballas, palhaço e improvisador, e Gui Terreri, ator, professor e criador da Rita Von Hunty. A conversa foi pra lugares que nenhuma pauta teria previsto. E talvez seja exatamente esse o ponto.Pega o cafezinho e vem ouvir esse episódio que é pra quem anda cansado de tentar controlar tudo.——Busque por Empréstimo com Garantia de Veículo BVSaiba mais em: https://www.bv.com.br/emprestimos/emprestimo-com-garantia-de-veiculo?idcmp=T01|C20|V12|F06|P214|BDF|mamilos-arte-do-improviso-92026|interesses-egv|egv_midia_youtube_podcast_visitas_brandformance_final-level-segunda-onda_92026_25-YO-P6-Y2-c000429&utm_source=youtube&utm_medium=podcast&utm_campaign=egv_midia_youtube_podcast_visitas_brandformance_final-level-segunda-onda_92026_25-YO-P6-Y2-c000429&utm_content=video_interesses-egv_mamilos-arte-do-improviso_92026&utm_term=&bmid=25-YO-P6-Y2-c000429 Sujeito a analise consulte condições*Código de campanha: W6N6MN——---
Nasceu em Guimarães e começou o seu percurso na dança. É diretor do Teatro Nacional de São João, no Porto, uma arte que passou a integrar a sua vida. Pensa o palco como um espaço vivo, agregador e de responsabilidade social. A sua gentileza e disponibilidade para os outros reflete-se muitas vezes na forma como se emociona a ver a arte que o rodeia.
A igreja que enviou Paulo e Barnabé ao mundo não nasceu de um conselho de apóstolos reunido em Jerusalém. Nasceu da dor, do deslocamento forçado e da fidelidade espontânea de cristãos comuns, dos quais nem sabemos o nome.Data: 20/09/2026Pregador: Pr. Angércio Júnior
Neste episódio, mergulhamos no livro de Ageu: um povo que voltou do exílio, começou a reconstruir o templo... e parou por 16 anos. Não por rebelião, mas por um vilão sutil que nunca pede para você desistir, só pede para adiar.Exploramos o que significa viver "ocupado demais" e "funcionando bem" enquanto está desconectado do propósito para o qual Deus te formou. E trazemos decisões práticas para reordenar os afetos e voltar àquilo que você nasceu para ser.Para escutar toda a palavra fique aqui conosco ou assista pelo YouTube. Você consegue nos encontrar em todas as redes sociais por @iirbrasil!
O episódio em que eu não vim ensinar. Vim contar quem eu me tornei.
Homilia Padre Valdinei Santos, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 1,1-16.18-23Livro da origem de Jesus Cristo,filho de Davi, filho de Abraão.Abraão gerou Isaac; Isaac gerou Jacó;Jacó gerou Judá e seus irmãos.Judá gerou Farés e Zara, cuja mãe era Tamar.Farés gerou Esrom; Esrom gerou Aram;Aram gerou Aminadab; Aminadab gerou Naasson;Naasson gerou Salmon;Salmon gerou Booz, cuja mãe era Raab.Booz gerou Obed, cuja mãe era Rute.Obed gerou Jessé.Jessé gerou o rei Davi.Davi gerou Salomão,daquela que tinha sido a mulher de Urias.Salomão gerou Roboão; Roboão gerou Abias;Abias gerou Asa;Asa gerou Josafá; Josafá gerou Jorão;Jorão gerou Ozias;Ozias gerou Joatão; Joatão gerou Acaz;Acaz gerou Ezequias;Ezequias gerou Manassés; Manassés gerou Amon;Amon gerou Josias.Josias gerou Jeconias e seus irmãos,no tempo do exílio na Babilônia.Depois do exílio na Babilônia,Jeconias gerou Salatiel; Salatiel gerou Zorobabel;Zorobabel gerou Abiud; Abiud gerou Eliaquim;Eliaquim gerou Azor;Azor gerou Sadoc; Sadoc gerou Aquim;Aquim gerou Eliud;Eliud gerou Eleazar; Eleazar gerou Matã;Matã gerou Jacó.Jacó gerou José, o esposo de Maria,da qual nasceu Jesus, que é chamado o Cristo.A origem de Jesus Cristo foi assim:Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, e, antes de viverem juntos,ela ficou grávida pela ação do Espírito Santo.José, seu marido, era justoe, não querendo denunciá-la,resolveu abandonar Maria, em segredo.Enquanto José pensava nisso,eis que o anjo do Senhor apareceu-lhe, em sonho,e lhe disse:"José, Filho de Davi,não tenhas medo de receber Maria como tua esposa,porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo.Ela dará à luz um filho,e tu lhe darás o nome de Jesus,pois ele vai salvar o seu povo dos seus pecados".Tudo isso aconteceu para se cumpriro que o Senhor havia dito pelo profeta:"Eis que a virgem conceberáe dará à luz um filho.Ele será chamado pelo nome de Emanuel,que significa: Deus está conosco".Palavra da Salvação.
Neste episódio do VDCast, Victor Damásio recebe Matheus Barbasso, sócio fundador da Raiz da Solução, o negócio que já ensinou mais de 5 mil produtores a bater 100 sacos por hectare mesmo com clima adverso. A conversa passa por método, prova de mercado, esteira de produto, o abismo entre o curso de 5 mil e a mentoria de 100 mil e o desafio de escalar uma entrega que depende de mentor humano.
Neste programa Artes, conversámos com Alda Barros a propósito da obra "Outros Silêncios", o seu quarto livro de poesia depois de “A Flor Branca do Baobá” (2017), “Chuva de Prata” (2019) e “Something to Care About” (2026). Nascida no Pantufo, em São Tomé, em 1960, Alda Barros foi jornalista no período pós-independência ainda no seu país e depois foi para Angola, onde tirou Relações Internacionais e começou a trabalhar para a ONU. Seguiu-se uma carreira de 35 anos ao serviço das Nações Unidas, em que também trabalhou em missões na Guiné-Bissau, Timor-Leste, Burundi e República Democrática do Congo. A poesia sempre esteve presente, mas só começou a ser publicada nos últimos anos. Em "Outros Silêncios", a autora volta a São Tomé, num livro atravessado pelas memórias, pelo desejo, pelo tempo e pela crença no potencial terapêutico do silêncio e da poesia. RFI: Como nos poderia apresentar “Outros Silêncios”? Alda Barros, Autora de “Outros Silêncios”: “Começaria por apresentar ‘Outros Silêncios' falando da origem de ‘Outros Silêncios', falando inicialmente da saúde mental, que é algo que às vezes nos passa despercebida porque temos ainda aquele mito de que ter um problema de saúde mental é ter um problema psiquiátrico e, então, há pessoas que escondem a doença ou o problema, não procuram ajuda, daí a razão de, nestes 35 anos no sistema, eu não poder dizer que passei ao lado, a saúde mental igualmente não passou ao lado de mim. Então, depois deste interregno, eu disse: 'Não. Vou tentar pôr alguma coisa por escrito para dizer às pessoas que ter um problema de saúde mental não é estar maluca como às vezes se pensa, não se pode associar a psiquiatra' - embora, por vezes, o psiquiatra seja uma vertente igualmente a contactar caso o psicólogo o recomende.” Isso leva-nos ao título do livro, “Outros Silêncios”, e ao poema com o mesmo título. Esse poema fala em “sons silenciosos”, histórias não contadas, e dedica o livro “a todos aqueles que acreditam na cura através do silêncio”. Qual é o potencial poético do silêncio? “O silêncio, para mim, é um medicamento e uma terapia porque há momentos em que a gente não quer ouvir vozes, não quer ouvir conselhos, mesmo que seja aquela voz amiga que sempre esteve presente, a gente diz: ‘Não, hoje quero estar sozinha. Quero pensar no que isto pode dar.' E há muita gente que não só se retira do convívio dos familiares, mas também de outros meios, de pessoas conhecidas, porque nem todo o silêncio é de cura, mas aquele silêncio que a gente exige de nós próprios é para curar, é para fazermos uma terapia interna e dizer: ‘Deixa-me ver se eu consigo antes de pedir ajuda'. O livro é habitado por tanta vida, tantos sons, sabores, paisagens... Não é o contrário do silêncio? “É o silêncio que cada um se impõe. Quando digo que o silêncio cura, pode ser um silêncio como música de fundo. Aí, já não é o silêncio a 100%, é um silêncio que tem um complemento e este complemento é uma música, pode ser um som para se pensar melhor, para se saber o que fazer a seguir, que passos dar ou então apenas para não ouvir ninguém e não ouvir nada.” É um complemento de poesia também? “Também. A poesia está ali, implicitamente presente, a poesia faz parte deste silêncio. A gente não quer falar com ninguém, mas quer ler um livro de poesia, quer ler uma poesia, quer ver o que tal autor diz acerca do livro que escreveu. Eu posso dizer que quero o silêncio porque eu quero interiorizar os meus poemas ou um poema qualquer, desde que seja poesia. A poesia tem um peso que muita gente não valoriza ou não se dá conta do peso que tem.” Há algum poema que gostasse de nos ler para curar, se calhar, algumas almas que estão a precisar de poesia e de silêncio? Um poema com um significado especial para si? “Eu gostava de ler o poema “Choro de uma Criança”. Posso?” Vamos a isso. “Hoje haverá festa/ no mar de saudades/ alinhadas à noite esquecida / numa chávena de chá esquecida/ requentado por mãos distintas./ Com cheiro à liberdade/ entre o prazer demorado/ que se mistura aos soluços forçados/ e distintos./ Sorrisos vibrantes/ do tamanho do telhado de vidro/ abrindo as portas de memórias surdas/ reflectidas no vazio do teu corpo desigual./ Perdido no espelho do tempo/ mansinho como o choro de uma criança.” Por que é que este poema é especialmente importante para si? “Este poema é importante para mim porque eu associo o silêncio à liberdade. Eu, às vezes, digo que sou uma pessoa livre. Eu adoro a liberdade. E para ser livre, nós temos que saber valorizar essa liberdade, temos que conhecer os limites da nossa liberdade, porque normalmente a gente diz ‘a minha liberdade termina quando começa a tua' ou vice-versa. Então, ser criança é ser livre. O espelho do tempo dá-nos liberdade, quando a gente olha para o tempo, olha para trás e diz: ‘O tempo se foi, passou, mas estamos aqui, continuamos livres. É um bocado isso.” Fala em liberdade, em memória, no tempo. Tudo isso são temas que atravessam este livro? “São todos temas que atravessam este livro que dão peso, que para mim e para muitos tem algum peso. Este livro tem uma história que, quem sabe, eu conte numa outra oportunidade.” Qual é a história? “Este livro tem uma grande história, na criação do livro, no esmiuçar de cada poema, no conteúdo dos mesmos e nas entrelinhas. Há toda uma história misturada que eu, por acaso, já pensei em dizer: ‘Qualquer dia eu pego num dos poemas e transformo o poema num livro, mas cada livro será uma história contada de forma diferente porque cada poema tem o seu peso, como eu há bocado acabei de dizer.” É um peso biográfico? É o peso também da memória? “Não, não é um peso biográfico. É o peso da memória. Sim, sim. É um peso, como quem diz, ele vai trazer outros pontos que não estão mencionados nestes poemas e que eu vou tentar separá-los para dizer às pessoas, por exemplo, o poema ‘O Choro de uma Criança' é por isto, aquilo e aqueloutro e há a história de uma criança por trás. Está a ver?” Abre o livro com a frase “Só é possível esquecer o passado quando conseguir(mos) adiar a sua existência!”, o que mais uma vez nos leva para o peso da memória. Por outro lado, também há muitas referências a São Tomé: Pico, Trindade, Baía de Ana Chaves... Talvez haja uma geografia afectiva nos poemas, como por exemplo em “Ilhas Santas”, em que São Tomé e Príncipe surge explicitamente no título. São Tomé e Príncipe também é um dos temas do livro? “São Tomé é implicitamente um dos temas do livro, um dos impulsionadores do livro, portanto, dos sentimentos que conduziram a este resultado, porque eu sou de lá e não me de dissocio, nem quero me dissociar disso. Em todos os meus livros, o meu São Tomé e Príncipe está lá, presente, presente, presente. É a minha poesia. São Tomé e Príncipe é a minha poesia, de forma que eu não poderia de forma nenhuma concluir um livro de poesia sem falar da minha poesia, da poesia principal que é o meu país.” A Alda é uma poetisa, uma mulher livre que viveu mundo fora. Nasceu em São Tomé e Príncipe, foi jornalista, estudou em Angola, passou décadas em missões da ONU em Angola, na Guiné-Bissau, Timor-Leste, Burundi e RDC. Há lugares onde viveu que também influenciaram e continuam a influenciar a sua poesia? “Sim, necessariamente. Eu falo um bocado mais dos países e dos pontos em que eu trabalhei nas missões das Nações Unidas no meu primeiro livro ‘A Flor Branca do Baobá'. Sim, eu falo do Timor-Leste, eu falo da Guiné-Bissau - inclusivamente, até tenho um poema em crioulo da Guiné-Bissau. É muita coisa junta, muita lembrança, recordação, coisas boas que não poderiam, de forma alguma, ficar fora do conjunto destas memórias.” Tendo estado em todos esses países, nomeadamente em países onde os direitos humanos são muitas vezes brutalmente violados, continua a escrever poesia. O que pode a poesia num mundo assim? “Este mundo que eu vi, com que eu convivi e de onde eu bebi uma grande experiência de vida – e estou referindo-me aos direitos humanos e às violações dos mesmos - é um mundo diferente, não é um mundo qualquer, quero eu dizer. É um mundo que carece de mais poesia, mais poesia orientada. Tem que ser poesia orientada. Imagine alguém que sofre porque não foram respeitados os seus direitos. Como é que esta pessoa pode procurar sair do buraco em que o trauma a coloca? Porque qualquer sofrimento deixa traumas e eu ainda continuo a dizer que esta pessoa tem uma poesia para escrever, mas já não será a poesia que eu escrevo. Será uma poesia sofrida.” A poesia pode ser uma resposta para os traumas? “A poesia é uma resposta para se sair de um trauma. Ou para entrar. Depende da forma como a gente encara, descreve e vive esse trauma porque pode-se escrever uma poesia depois de um trauma e não se conseguir livrar do trauma. Então, aí já se tem que saber o que é que se quer depois de se escrever esta poesia relacionada ao trauma que se viveu. Porque não é fácil, nenhum dos lados é fácil discernir e separar o bom do mau. Tem que se ter uma grande habilidade para se ter esse jogo de cintura, porque é preciso um grande jogo de cintura.” Trabalhou durante tantos anos em missões humanitárias difíceis e a poesia publicada surgiu apenas nos últimos anos. Como é que a poesia surgiu na sua vida? Que lugar é que acaba por ter na sua vida? E quando é que lhe pôde dar um espaço pleno para ela se exprimir? “Eu fui uma das pupilas da matriarca são-tomense Alda Espírito Santo. A poesia começou muito cedo. Primeiro, a escrita em casa e depois veio acompanhar-me quando eu exerci as funções de jornalista. Tínhamos uma chefe que era a poetisa Alda Espírito Santo - cujo centenário acabou de ter lugar em São Tomé e Príncipe, numa conferência organizada pelo Ministério da Cultura e Educação de São Tomé e Príncipe, que decorreu de 2 a 6 de Julho em São Tomé, e da qual eu fiz parte. Portanto, esta coisa de poesia, letras, literatura em geral, é uma coisa que já vem de tenra idade. Depois, quando começo a trabalhar e encontro-me num ambiente de papéis, lapiseiras e uma chefe que gostava de poesia... Eu não tive como deixar isso para trás ou de lado. Nas minhas voltas pelas missões do sistema, sempre tive presente de que um dia haveria de pôr alguma coisa por escrito. E num belo dia comecei a escrever. Não contava conseguir publicar, não contava que alguma editora se interessasse, mas eu não desisto e, então, ao final do livro, eu disse: ‘Vou mandar para as editoras e vou ver quem responder primeiro'.” Também escreve uma poesia muito sensual, como nos poemas “Devora-me”, “Inspira-te”, “Na penumbra da minha pele”, “O Piano”, “Amanhecer”, “Amor sem tréguas”, etc. É importante para si falar abertamente de desejo? É, de certa forma, uma potência de vida depois de tudo o que viu nas missões humanitárias? “Este desejo foi praticamente a minha mochila. É algo que vem e vai. Há desejos em várias vertentes, de vários pesos. Não vou falar agora propriamente de cada um desses pesos ou de cada uma dessas vertentes, mas o desejo é uma coisa que está connosco, pelo menos comigo. Falo particularmente de mim. A gente vê-se numa situação difícil, por exemplo, sair do escritório e não poder chegar a casa, ter que voltar para trás, ter que esperar, depois daquele dia difícil, em que tu já acabas o dia à procura de um banho e da cama e, de repente, ouves que há recolher obrigatório, não te podes meter na rua. Então, este desejo não deixa de ser desejo, mas torna-se um 'desejo não desejo'. Torna-se ansiedade, torna-se stress. É uma mistura de coisas que podem terminar num desejo bom, quando recebes a notícia: ‘Olha, agora está livre. Podem sair'. Ou quando ouves alguém que te diz: ‘Olha, não saias ainda' e olhas para o relógio, é quase meia noite, olhas para o relógio, são duas da manhã e tu estás ali cansada, mas não podes chorar, tens que sorrir, tens desejo de chorar e não podes chorar, tens que sorrir porque as pessoas não podem entender que tu queres chorar ou que estás a chorar por dentro. É uma ginástica muito grande.”
Reedição do arquivo de podcasts do Expresso. Episódio publicado originalmente a novembro de 2024, do “Perguntar Não Ofende”, podcast de Daniel Oliveira. Veja aqui a reportagem fotográfica No dia do funeral de Odair Moniz, uma jornalista de uma televisão fez um direto, do bairro do Zambujal, dizendo que a paz quotidiana tinha regressado. No entanto, para que os telespetadores reconhecessem de onde falava, escolheu, como cenário, uma paragem de autocarro destruída. Se as palavras eram sobre um bairro que levava um dos seus a enterrar, a imagem era sobre os tumultos. Foi assim durante 15 dias: nós, os da cidade da lei, a olhar assustados, irados ou compreensivos, para eles, os da cidade invisível, para roubar uma expressão de um programa de rádio de António Brito Guterres. A polémica que veio depois, com um autarca socialista a defender regras inconstitucionais para os bairros sociais, resume ainda melhor o sentimento: a maioria da população acredita que a lei não serve para a vida destas pessoas. Que elas não as cumprem, que o Estado não tem de as cumprir. Que têm de ser mantidos na ordem, nada mais. Alguns discursos mais cuidadosos ou até bem-intencionados preferiram distinguir, no Bairro do Zambujal e em todos onde houve tumultos resultantes de mais uma morte às mãos da polícia, uma minoria criminosa de uma maioria ordeira e trabalhadora. A realidade é capaz de ser mais complicada quando se cresce com falta de quase tudo. Não que a escola e a casa não existam. Falta o que permite romper com o ciclo de exclusão que este território determina. A exclusão ficou evidente no próprio debate, feito sobre o bairro, mas exclusivamente fora do bairro. Apesar de haver associação de moradores e outras organizações de autorrepresentação, as pessoas que vivem nestes bairros são excluídas do debate público. Elas são o problema, não agentes das suas vidas. Nas palavras de Ventura, a “bandidagem”, nas dos seus opositores, as “vítimas”. Mas nunca sujeitos da sua própria vontade. Não serve isto para desmerecer quem fala, porque deve falar, da exclusão dos outros. Apenas para sublinhar como a invisibilidade faz parte das regras do jogo. Os moradores dos bairros sociais são vistos ou como um problema de segurança, ou como um problema social, nunca como um problema democrático, na medida em que têm sido excluídos do direito à cidade e à palavra. Com os meios que tenho, tentarei fazer o que acho faltar: dar alguma palavra ao Bairro do Zambujal. O modelo será semelhante ao que usei com o António Brito Guterres, na antiga Curraleira. O António estará, aliás, connosco nesta viagem a mais um bocado da cidade invisível. Mas o guia principal não será, desta vez, ele. Será Cláudio Gonçalves, que também usa o nome de Tibunga. Nasceu no Bairro da Cova da Moura, cresceu fora daqui e faz parte da Associação de Moradores do Zambujal. Tem 29 anos, é modelo internacional e as oportunidades que agarrou não resultaram das saídas que o bairro tinha para lhe oferecer. Nas duas próximas horas, estaremos no bairro. Não para filmar tumultos, mas para ouvir os cidadãos que aqui vivem. Bem-vindos ao Zambujal, de que só voltarão a ouvir falar nas televisões quando acontecer outra tragédia. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Paulo se apaixonou pela Geise e em poucos meses, eles se casaram. Nasceu o Davi e quando o menino fez 4 anos, Paulo recebeu uma proposta de emprego para trabalhar no Mato Grosso do Sul e deixou sua esposa e filho em São Paulo. Com a distância, o casamento começou a se desgastar, mas para tentar salvar a família, ele pediu demissão e voltou para casa. Só que, Geise disse que não o amava mais e decidiu se separar. Dois meses depois, ele descobriu que ela estava com outro homem. Hoje, Paulo vive com a dúvida de ter sido traído enquanto ainda era casado, mas nunca conseguiu provar. Ele perdeu a esposa e o emprego acreditando que estava fazendo tudo pela família e se pergunta: o que ele fez de errado?
Meditação de 27 de agosto de 2026Fonte: Manancial, publicação das Mulheres Batistas (MB)Título: Quem você nasceu para ser?Texto: Elisama Torres; Leitura e Edição: Samuel LimaBG: Precioso sangue (93 CC) - Nothing but the Blood of Jesus, com arranjo de Josh Snodgrass.
O protocolo foi assinado, em Florianopolis, pelo Secretário Regional das Comunidades e pelos oito Presi. das Casas dos Açores no Brasil. Mostra "Pavilhão de Portugal" está patente no Museu da Espingarda, em Tanegashima.See omnystudio.com/listener for privacy information.
É um género musical recente, que já começa fazer vibrar os clubes e as cenas alternativas de várias capitais europeias. Nasceu nos subúrbios de Lisboa, nos anos 2000, criado por artistas da diáspora africana. Batida, é ritmo, é pulsação, é cadência. É o bater do coração transformado em música. 140 BPM para os mais entendidos. Como o kuduro de Angola. Rápido. Enérgico. A batida mexe com as regras da música electrónica. Mas o que é e de onde vem? "A batida para mim é tudo", diz DJ Marfox, um dos pioneiros do género. "É vida, é ar, é sol, é lua e noite, é dia. Para mim, é uma continuação da minha personalidade". É na Quinta do Mocho, norte de Lisboa, que tudo começa em 2004-2005, nomeadamente com a compilação DJs do Gueto Vol. I, produzida pelos DJs Marfox, Pausas e Fofuxo, e considerada uma das primeiras edições de Batida. "Entre 2001 e 2004, a coisa foi-se construindo, primeiro com o DJ Nervoso, depois eu também entrei em cena, com o DJs do Gueto, e depois expandiu para todos os guetos de Lisboa e tornou-se uma febre", conta Marfox. As raízes são múltiplas, com um destaque para o kuduro angolano, mas também outros ritmos africanos, todos misturados com sons electrónicos. "A batida é inspirada essencialmente no kuduro. Só que nós tínhamos muita dificuldade em ter kuduristas, éramos muitos produtores, poucos kuduristas. Então a coisa foi-se fortalecendo cada vez mais no beat, na construção mais melódica. Fomos sempre atrás de uma fusão entre kuduro e techno e como não tínhamos um nome para dar, as pessoas foram falando batida, batucada. Ficou batida", diz ainda Marfox. Para realizar os sons, recorriam a um programa de produção musical no computador, o Fruity Loops. Não era preciso muito equipamento, um computador, alguns samples e muita experimentação. "Tínhamos o som, mas não tínhamos ideia como era feito um kuduro. Acho que essa experimentação é que deu um certo groove, um certo encanto. O facto de tentarmos replicar o que era feito em Angola, mas não conseguirmos. Então criávamos coisas novas e experimentávamos nas festas aqui na Quinta do Mocho". Em 2004, quando se ouvem os primeiros sons da batida na Quinta do Mocho, nos arredores de Lisboa, o DJ Lycox ainda é um miúdo na altura. Dança e descobre este novo som na escola, através dos mais velhos. "Eu conhecia a batida através de amigos meus da escola. Os mais velhos surgiam nas escolas com aqueles Nokia Express Music e aí metiam esse subgénero. Na altura a gente dançava kuduro. A nossa comunidade do PALOP's fazíamos as rodinhas de dança e ficávamos só a meter kuduro. Mas depois veio essa wave da batida um pouco mais agressiva do que aquele kuduro que a gente estava habituado a ouvir nas cassetes em casa dos nossos pais", recorda Lycox. Mas a batida não vem só do kuduro, até porque os seus criadores são filhos da diáspora de todos os PALOPs, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Moçambique. Em 2011, surge em Lisboa a Príncipe Discos, editora independente. Nasceu para dar voz a uma música que já fervilhava nos subúrbios da cidade. Uma música electrónica criada em grande parte por artistas afrodescendentes, que misturava kuduro, batida, funaná e outros ritmos africanos. Com artistas como DJ Marfox, Nídia, DJ Nigga Fox, DJ Firmeza, a editora acabou por levar estes sons muito para lá de Lisboa, até aos clubes de todo o mundo hoje. Os seus DJs tocam em Paris, Londres, Berlim, Viena, Roterdão. Mas ainda assim, a batida continua relativamente discreta. Marfox: "É uma luta, não é? Mesmo aqui em Lisboa nós ainda temos algumas resistências em circuitos mais conservadores. Mas não me posso queixar de todo. A coisa está muito melhor do que estava há dez, 15 anos atrás. Mas ainda há muito a fazer, há muito a trilhar, há muito a construir. Acho que estamos no bom caminho e acho que vem aí um futuro brilhante para a batida. Eu já toquei em Luanda, Angola. Já toquei na cidade da Praia, em Cabo Verde. Já toquei em Nairobi, no Quênia. Já toquei no Uganda. Acho que é importante a batida também a olhar para o Sul global. É importante levar o som da batida para para esses sítios, para o hemisfério sul".
Este podcast parte de um ensaio de história de arte da historiadora Catriona Miller, publicado na DailyArt Magazine a propósito da estreia do filme de Nolan, e segue de perto os exemplos que a autora reúne sobre a receção artística da Odisseia ao longo dos séculos. Cruza-os com as Aprendizagens Essenciais de Português e de Clássicos da Literatura, com o Perfil dos Alunos e com a componente de Cidadania e Desenvolvimento, para propor uma leitura desta tradição visual mais próxima do que interessa a uma aula portuguesa do que a uma crítica de cinema.
Cultos:Domingo às 10h e 18h (live)Segunda às 20h (live)Siga-nos nas redes sociais:- Facebook: https://facebook.com/icbgv- Instagram: https://instagram.com/icbgv#icbgv #culto #célula #igreja
A 17 de Agosto de 1906, numa família modesta de Lisboa, nasceu Marcello Caetano, sucessor de Salazar. Que objetivos tinha? E será que chegou a sonhar com uma transição gradual para a democracia?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Como encontrar seu propósito? Neste especial, Caio Carneiro recebe o filósofo Mario Sergio Cortella para revelar por que o porquê precisa vir antes do como e o que separa uma vida com direção de uma vida descartável.
Nasceu perfeito, nasceu morto.Este é o episódio 2 da Série Protagonismo aqui no Entra Pra Rachar. E o tema de hoje ataca uma das armadilhas mentais mais paralisantes que existem: esperar estar pronto para começar.
O João Pedro e a Maria Fernanda estavam tentando ter filhos, mas perderam dois bebês e o sonho de formar uma família ficou mais longe. Anos depois, ela conseguiu engravidar de novo, mas no dia do parto, eles ficaram presos em um enorme congestionamento e João teve que fazer uma escolha: esperar pelo pior ou fazer o parto do filho dentro do carro. João não pensou duas vezes e com a ajuda do SAMU, o seu filho nasceu nos seus braços. Hoje, eles têm a certeza de que, mesmo depois de tanta dor, o milagre chegou na hora certa.
Um episódio um pouco mais longo sobre o trabalho de Naomi Feil - Teoria da Validação, ainda a propósito do dia do cérebro. Curiosamente Naomi Feil nasceu a 22 de Julho de 1932.O vídeo que recomendo que vejam : https://youtu.be/CrZXz10FcVM?si=8rddxX0CwQJJ-6CX
Muitas pessoas vivem abaixo do propósito de Deus porque acreditam mais nas limitações do passado do que nas promessas do futuro.Foi exatamente isso que aconteceu com Gideão.Enquanto ele se via pequeno, incapaz e inseguro, Deus já enxergava um homem valente, preparado para libertar uma nação.Antes de mudar as circunstâncias, Deus mudou a identidade de Gideão.E é assim que Ele continua agindo.Nesta última mensagem da série Conquista, o Bp. Carlos Damasceno nos ensina que toda grande conquista começa quando decidimos acreditar naquilo que Deus diz ao nosso respeito, e não naquilo que o medo tenta nos convencer.Porque Deus nunca chama pessoas prontas.Ele transforma pessoas comuns em conquistadores.Nesta mensagem você aprenderá que:✅ Sua identidade é maior do que o seu passado.✅ Grandes conquistas começam quando as desculpas terminam.✅ O nível da sua entrega determina o tamanho da sua conquista.✅ Deus usa processos para fortalecer a sua confiança.✅ Quem vive o propósito de Deus deixa de apenas sobreviver e passa a viver uma vida extraordinária.Talvez você tenha chegado até aqui acreditando que não é capaz.Que sua história o limita.Que seus recursos são pequenos.Mas Deus continua chamando homens e mulheres comuns para viverem conquistas extraordinárias.Porque quando Deus muda a identidade, o destino também muda.Assista até o final e descubra como vencer o medo, fortalecer sua confiança e viver tudo aquilo que Deus preparou para você.
TUTAMÉIA entrevista a historiadora Anita Leocadia Prestes, que está lançando "Entre memória e história: representações de Luiz Carlos Prestes", que examina as principais narrativas sobre Luiz Carlos Prestes presentes na historiografia e na memorialística brasileiras.Anita é filha de Luiz Carlos Prestes e Olga Benário Prestes. Nasceu em 1936, em Berlim, na Alemanha, numa prisão de mulheres, onde estava presa sua mãe. Anita foi militante e dirigente do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Em 1973 foi condenada à revelia a quatro anos e meio de prisão e teve os direitos políticos cassados. Afastou-se do PCB juntamente com seu pai, no fim da década de 1970. É doutora em história social pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Atualmente é professora aposentada do Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É autora de Luiz Carlos Prestes: um comunista brasileiro (2015), Olga Benario Prestes: uma comunista nos arquivos da Gestapo (2017), Viver é tomar partido: memórias (2019) e A Coluna Prestes (2024). Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena.Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...
O SantoFlow recebe Guilherme e Joseane Schork, fundadores da Devotum, para uma conversa sobre fé, empreendedorismo e propósito.A Devotum nasceu de um sonho empreendedor, começou do zero, dentro da sala de casa, e ao longo dos anos enfrentou grandes desafios. Foi em meio a uma dessas crises que Guilherme e Joseane perceberam que Deus os chamava a algo maior: fazer da empresa uma extensão da fé que já viviam no matrimônio, em casa e na comunidade.A partir daí, nasceu um novo propósito: usar seus dons e seu trabalho para ajudar na evangelização, levando a mensagem de Cristo também por meio do vestuário.Neste episódio, eles compartilham a história da Devotum, os desafios dessa caminhada, os sinais que foram recebendo de Deus e as experiências vividas em Aparecida e na Canção Nova, que marcaram profundamente essa história.✨ Uma conversa sobre fé, trabalho, empreendedorismo e sobre como Deus pode transformar um sonho em uma verdadeira missão.-----------------------------------------------------------------------------------------------------Ei, você já conhece a única formação on-line do Padre Duarte Lara e da Maria Gabriela? Vem conhecer o Armas Espirituais:https://pay.kiwify.com.br/r9VbS60https://locusmariologicus.lojavirtualnuvem.com.br/produtos/consagracao-a-jesus-por-maria-fundamentos-biblicos-teologicos-e-praticas-espirituais-1k9pp/Abra já sua livraria católica, entre em contato pelo link:https://w.app/vbbktxAgenda Católica:https://agendacatolica.com/Liturgia Diária da Paulus: A PAULUS acredita que bons conteúdos transformam, ajudam as pessoas a revelarem aquilo que têm de melhor. Aproveite essa oferta exclusiva: https://bit.ly/3WnFGvuArtesanato Costa:O ateliê mais tradicional de arte sacra do Brasil oferece estatuetas católicas de altíssima qualidade. Compre sua estátua e adicione um toque de fé à sua casa. Use o cupom "GUTO10" para descontos exclusivos: https://www.loja.artesanatocosta.com.brCamisetas Sabatini: Moda e DevoçãoInspire-se com as camisetas católicas de alta qualidade da Camisetas Sabatini, que unem estilo e fé. Visite a loja online: https://www.camisetassabatini.com.br WhatsApp: (44) 99844-8545✅ Doe Agora: https://bit.ly/3odbeCi✅ Doe via PIX: caridade@acn.org.br
A Thais vivia um relacionamento abusivo, enfrentou a dor de um aborto e ainda viu o filho Miguel nascer prematuro e lutar pela vida. Ela decidiu seguir a vida sozinha, sendo mãe solo, criou o filho enfrentando muitas dificuldades. Quando já não acreditava que encontraria alguém para construir uma família, conheceu Washington, que primeiro conquistou o coração de Miguel e depois o dela. Juntos, superaram novos desafios, receberam a chegada da pequena Sophia e provaram que uma família é construída com amor, respeito e escolhas diárias.
O Especial de Sábado + Turista Profissional desembarca na Filadélfia, na Pensilvânia, para conhecer alguns dos locais mais emblemáticos da história dos Estados Unidos. No programa, visito o Liberty Bell, símbolo da democracia norte-americana, o Independence Hall, onde foi assinada a Declaração de Independência em 1776, além da Rittenhouse Square, uma das praças mais tradicionais da cidade, e do Philadelphia Museum of Art, inaugurado em 1876 e detentor de um acervo com mais de 225 mil obras e objetos. Uma viagem por uma cidade que reúne história, cultura, arquitetura e alguns dos cenários mais importantes da formação dos Estados Unidos.
Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Joelsonh Santos,especialista em high ticket no consórcio e referência em construção de autoridade e vendas no digital, com operações que chegam a 20 milhões de reais por mês.A história dele começa muito antes da internet. Nasceu em1986 numa família humilde do interior do Norte do país e começou a vender com 11 anos. Cuscuz de tapioca, remédios naturais, sabonete, perfume. Um dia passou a manhã inteira sem vender nada. Parou numabicicletaria só para pedir água. Conversou com o dono. E o dono comprou oconsórcio.Aquela venda ensinou a lição que guia toda sua trajetória:as pessoas gostam de comprar, mas odeiam sentir que alguém está tentando vender para elas. Quando você cria conexão de verdade, a venda vira consequência.Hoje ele usa o digital como amplificador dessa mesma habilidade, levando sua voz e seu método para o Brasil inteiro.No Kiwicast, ele falou sobre:● como construir autoridade real no digital partindo do zero● por que vendas sempre serão sobre pessoas independente do canal● o que o offline ensinou que nenhum curso de marketing digital ensina● como transformar conexões humanas em oportunidades e resultadosAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
Cerimônias de abertura da Copa no Canadá e EUA: horário, onde assistir e atrações. Copa do Mundo 2026: ainda não se sabe se Donald Trump vai participar da abertura; jornal diz que não. IPO da SpaceX: como uma empresa que dá prejuízo de bilhões pode valer US$ 1,75 trilhão? Suspeito de estupro ofereceu pipoca para convencer menina a entrar no vestiário masculino do Palmeiras, diz polícia. Comissão de Energia Nuclear confirma incidente com material radioativo no Ipen em São Paulo. Dia dos Namorados nasceu para você comprar mais: conheça a história da data no Brasil.
Convidada: Maria Cristina Fernandes, comentarista da GloboNews e da rádio CBN e colunista do jornal Valor Econômico. A operação Sem Refino, deflagrada pela Polícia Federal na última sexta-feira (15), revelou que a dívida ativa do grupo Refit com a União e Estados ultrapassa os R$ 50 bilhões – Rio de Janeiro e São Paulo são as maiores vítimas. A refinaria é acusada de operar um complexo esquema de sonegação de impostos na venda de combustíveis. De acordo com a PF, o esquema liderado pelo empresário Ricardo Magro ganhou tração na gestão do ex-governador fluminense Cláudio Castro (PL), que assumiu o Palácio Guanabara em 2020. Segundo as investigações, a operação se espraiou pela máquina estadual, com tentáculos na Procuradoria-Geral, na Fazenda, no Judiciário e na Alerj. As conexões políticas de Magro garantem negócios para a Refit também em outros estados. É o caso do Amapá, onde a PF também investiga um escândalo que envolve benefícios tributários, suspeita de propinas e nomes do Centrão. Neste episódio, Natuza Nery conversa com a jornalista Maria Cristina Fernandes para explicar como o esquema da Refit nasceu, prosperou e se multiplicou nas últimas décadas. Maria Cristina liga todos os pontos da investigação e analisa como o caso impacta o mundo político.
Nasceu há 250 milhões de anos, resistiu ao impacto do asteroide que extinguiu os dinossauros. Não mudou com o tempo, continua extremamente agressivo, devora tudo o que lhe aparece pela frente, inclusive o ser humano. Um empresário português foi vítima desta espécie animal, o crocodilo. Este é o tema do Crime e Castigo desta semana, um podcast com o jornalista Paulo João Santos e o veterinário Nuno Paixão, moderado por Rita Fernandes Batista e editado por Diana Martins.
A morte de um irmão é devastadora. A morte de um irmão gémeo pode ser ainda pior. É a morte de alguém com quem se partilhou o útero, o código genético, e, muitas vezes, uma forma de estar no mundoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
ANIVERSÁRIO FINCLASS: ACESSO VITALÍCIO À FINCLASS COM DESCONTO E VÁRIOS BÔNUS!https://finc.ly/bdce79ba14 O PLANO DA DIREITA PARA VOLTAR AO PODER 2026 Com LUCAS PAVANATO | Os Economistas 216161 mil votos. Vereador mais votado do Brasil. 26 anos. E já com o olho em Brasília.Lucas Pavanato é o nome mais quente da nova direita brasileira. Nasceu em Sorocaba, estagiou no gabinete do Fernando Holiday, tentou se eleger em 2022 e não conseguiu, e dois anos depois fez história na maior cidade do país. Hoje tem 3,5 milhões de seguidores, domina o digital, incomoda a esquerda e é cotado como puxador de votos do PL nas eleições de outubro.Nesse episódio, a gente vai além da polêmica. Pavanato explica o plano da direita para 2026: quem é o candidato, como conquistar o eleitor pobre, o que fazer com o centrão, o papel de Nikolas, o futuro de Bolsonaro preso, o STF como inimigo político, e o que acontece nos primeiros 100 dias se a direita voltar ao poder.Política, estratégia e economia. Tudo na mesa.Encontre o ativo certo para investir hoje: https://finc.ly/f3461cf665 Investimentos.com
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No século VI a.C., o povo hebreu foi conquistado e deportado para Babilónia. Sem terra nem templo, dedicou-se à escrita para manter viva a sua identidade. O sexto episódio de "As Histórias da Bíblia".See omnystudio.com/listener for privacy information.
De eletrólitos nas lágrimas até o sonho de infância de ser paleontólogo, o SciKids traz algumas dúvidas interessantíssimas dos nossos pequenos cientistas! Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes e Juliana Vilela Citação ABNT: Scicast #681: Como nasceu o primeiro dinossauro? (SciKids). Locução: Tarik Fernandes e Juliana Vilela. [S.l.] Portal Deviante, 10/03/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-681 Imagem de capa: Jânio Perguntas do Episódio Jonas de 5 anos: "Por que as lágrimas são salgadas?". Respondido pela Yasmin Miguel de 3 anos: "Por que não existem corais de água doce?". Respondido pelo Marcelo Pedraz Clarice de 6 anos: "Como nasceu o primeiro dinossauro?". Respondido pelo Pena Davi de 5 anos: "Qual é a altura do dinossauro? (E as espécies também...)". Respondido pelo Pena. Lina de 6 anos: "Qual foi o primeiro dinossauro que foi desenterrado por um paleontólogo? /Quando e como surgiu o primeiro paleontólogo que já tirou um osso de dinossauro?". Respondido pelo Gustavo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
De eletrólitos nas lágrimas até o sonho de infância de ser paleontólogo, o SciKids traz algumas dúvidas interessantíssimas dos nossos pequenos cientistas! Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes e Juliana Vilela Citação ABNT: Scicast #681: Como nasceu o primeiro dinossauro? (SciKids). Locução: Tarik Fernandes e Juliana Vilela. [S.l.] Portal Deviante, 10/03/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-681 Imagem de capa: Jânio Perguntas do Episódio Jonas de 5 anos: “Por que as lágrimas são salgadas?”. Respondido pela Yasmin Miguel de 3 anos: “Por que não existem corais de água doce?”. Respondido pelo Marcelo Pedraz Clarice de 6 anos: “Como nasceu o primeiro dinossauro?”. Respondido pelo Pena Davi de 5 anos: “Qual é a altura do dinossauro? (E as espécies também…)”. Respondido pelo Pena. Lina de 6 anos: “Qual foi o primeiro dinossauro que foi desenterrado por um paleontólogo? /Quando e como surgiu o primeiro paleontólogo que já tirou um osso de dinossauro?”. Respondido pelo Gustavo.
Nasceu segurando o calcanhar do irmão… mas terminou abençoado por Deus.O que acontece quando você decide buscar a bênção certa, mesmo sem merecer?Sorte não muda história — entrega sim!Ouça essa mensagem com o Pastor @Juanribe Pagliarin e veja Deus reescrever a sua.
No episódio de hoje do EmpreendaCast, recebemos Paulo II Fetter, um empreendedor que saiu das estradas do Mato Grosso como carreteiro e gerente de fazendas para se tornar um dos nomes mais promissores do setor de lavanderias no Brasil. Fundador da Desce Lava, Paulo compartilha sua jornada nada linear — repleta de coragem, fé e decisões fora da curva — que transformou máquinas quebradas em um negócio com dezenas de unidades e um modelo de franquia inovador.