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A Thais vivia um relacionamento abusivo, enfrentou a dor de um aborto e ainda viu o filho Miguel nascer prematuro e lutar pela vida. Ela decidiu seguir a vida sozinha, sendo mãe solo, criou o filho enfrentando muitas dificuldades. Quando já não acreditava que encontraria alguém para construir uma família, conheceu Washington, que primeiro conquistou o coração de Miguel e depois o dela. Juntos, superaram novos desafios, receberam a chegada da pequena Sophia e provaram que uma família é construída com amor, respeito e escolhas diárias.
O Especial de Sábado + Turista Profissional desembarca na Filadélfia, na Pensilvânia, para conhecer alguns dos locais mais emblemáticos da história dos Estados Unidos. No programa, visito o Liberty Bell, símbolo da democracia norte-americana, o Independence Hall, onde foi assinada a Declaração de Independência em 1776, além da Rittenhouse Square, uma das praças mais tradicionais da cidade, e do Philadelphia Museum of Art, inaugurado em 1876 e detentor de um acervo com mais de 225 mil obras e objetos. Uma viagem por uma cidade que reúne história, cultura, arquitetura e alguns dos cenários mais importantes da formação dos Estados Unidos.
No encerramento do Bom Dia Londrina, compartilhamos uma mensagem inspiradora, incentivando reflexões e motivação para começar bem o dia.No programa Bom Dia Londrina apresentamos sucessos musicais, curiosidades, sorteios, horóscopo e presentes para aniversariantes todos os dias. De segunda a sábado das 08h às 12h e aos domingos das 08h as 11h. Você também pode participar através do nosso Instagram ou ligando no 3356-5500.
Nesta quinta-feira, o economista do organismo de consultoria Novaminds, Pascal de Lima, uma voz conhecida das nossas antenas, publicou um artigo de opinião no jornal português Expresso com um título em forma de interrogação: "Estaremos a caminhar directamente para uma nova crise financeira?". Nesta crónica, Pascal de Lima passa em revista as crises mais recentes a que assistimos, a crise de 2007 / 2008 desencadeada depois da falência do banco americano Lehman Brothers, a crise de 2010-2012 das dívidas públicas de países como a Grécia e Portugal e agora os sinais que surgiram durante a pandemia de Covid 19 e têm vindo a acumular-se cada vez mais com os conflitos na Ucrânia e no Médio Oriente. Nestes últimos dias, desvaneceram as esperanças que poderiam ter existido sobre uma diminuição da tensão no Irão, com o cessar-fogo a ser quebrado por Washington e Teerão. Um dos pontos que continuam a provocar estes choques é o estatuto do Estreito de Ormuz, via comercial estratégica, que o Irão pretende gerir. Isto evidentemente não deixa de ter consequências a nível económico, refere Pascal de Lima que começa por recordar o historial das crises pelas quais passamos nestes últimos vinte anos. RFI: Como poderíamos descrever as três crises que conhecemos desde 2007? Pascal de Lima: As três crises têm naturezas diferentes. A crise de 2007 / 2009 foi sobretudo uma crise do crédito privado e do sistema bancário. Nasceu do excesso de crédito imobiliário e também da titularização e da ilusão de que os riscos tinham sido totalmente dispersos quando, na realidade, tinham sido amplificados. Isto é a primeira característica da crise de 2007 / 2009. Desde a crise de 2010 / 2012 foi diferente. Foi uma crise da dívida soberana. Depois de se salvarem os bancos e apoiarem a economia, os Estados ficaram mais endividados e, na zona Euro, isso revelou uma fragilidade estrutural. É que tínhamos uma moeda comum, mas não uma verdadeira união orçamental. E aqui começaram as divergências entre países do Norte e países do Sul, por exemplo a crise da Grécia. E a última crise, que é uma crise um pouco diferente, que foi uma crise aberta a partir dos anos 2020. Não é uma crise financeira clássica, é uma espécie de vulnerabilidade macrofinanceira híbrida. Começou com a pandemia, continua com a inflação, a guerra na Ucrânia e a subida das taxas de juro, da energia, a dívida pública, a dívida privada também. E, de modo geral, a finança não bancária. Portanto, a grande diferença é esta: que em 2008 o risco estava sobretudo nos bancos e no crédito privado. Em 2010 deslocou-se para o Estado e hoje está mais espalhado, mais difuso e mais difícil de ler. RFI: Depois da crise provocada pela falência em 2007 da Lehman Brothers, houve uma série de países que prometeram e inclusivamente adoptaram dispositivos supostamente para proteger os seus respectivos sistemas económicos da especulação bolsista. Aprendeu-se alguma coisa? Pascal de Lima: Houve muita regulamentação bancária contra os excessos da especulação. A especulação bolsista continua. Mas a regulamentação financeira, particularmente sobre as transacções financeiras, aumentaram muito no mundo, claro, e mais particularmente com a impulsão dos Estados Unidos para a Europa, porque claramente houve excessos no domínio financeiro, excessos da especulação. Portanto, houve muitas regulamentações financeiras e também taxas em certos países, taxas sobre transacções financeiras um pouco excessivas, que pôde criar variações importantes nos mercados financeiros. RFI: Entretanto, há outro aspecto que tem vindo a ter cada vez mais importância, é concentração cada vez maior de grupos que engolem outras empresas que estejam no mesmo ramo. O que significa também que há uma maior fragilidade. Pascal de Lima: Sim, dizemos em inglês 'too big to fail' para dizer que normalmente um grande grupo com fusões e aquisições não pode falhar. Mas, evidentemente, com essas crises constatamos exactamente o contrário. Portanto, observamos que quanto maior é o grupo financeiro, quanto mais internacional é um grupo financeiro, claramente concentra também muitos riscos. E, portanto, se há uma parte do sistema financeiro que sente fraqueza, os grandes bancos claramente vão impactar directamente sobre os consumidores nas taxas de juros. RFI: O que dizer sobre as criptomoedas, que são um 'player' cada vez mais importante? Pascal de Lima: As criptomoedas são outro sinal também desta nova fragilidade financeira. Não são hoje o coração mesmo do sistema, como os bancos em 2008, mas mostram uma financeirização mais dispersa, mais tecnológica e, por vezes menos regulada. Portanto, temos a regular cada vez mais os bancos. Estamos a regular cada vez mais o mercado financeiro, mas aparecem outras tecnologias que vão contornar as regulamentações e, portanto, em caso de stress no mercado, as criptomoedas podem simplificar ainda mais a volatilidade e a perda de confiança. RFI: Outro aspecto que também tem estado a ter cada vez mais importância é tudo o que tem a ver com as novas tecnologias. Pascal de Lima: A contribuição destas empresas é enorme em termos de inovação, produtividade e novos modelos económicos, mas também cria novas dependências, dependências tecnológicas, dependências perante o 'cloud', dependência dos dados, dependências das plataformas que muitas vezes são plataformas americanas com dados europeus. A tecnologia é ao mesmo tempo uma solução, mas também cria novas fontes de vulnerabilidade. RFI: Relativamente à última crise a que se refere no seu artigo no Expresso, a crise vigente desde 2020, como é que tem evoluído nestes últimos seis anos? Pascal de Lima: Desde 2020, o que podemos observar são sinais, sinais fracos. Portanto, o primeiro sinal foi claramente a pandemia. Isso é o ponto inicial. Provocou uma contracção brutal da actividade económica, obrigou todos os Estados, os bancos centrais, a intervir de forma excepcional. Mas houve depois outros sinais que foi também o aumento da dívida pública, que sempre continua e portanto, houve a pandemia com as despesas públicas da amortização da crise económica e das empresas. E agora também o aumento da dívida pública e o crescimento muito significativo do balanço dos bancos centrais. Portanto, evitou-se, de certa forma, uma grande depressão, mas ficou uma economia mais endividada e mais dependente das condições monetárias. Esse é o segundo sinal. Houve dois outros sinais que acabam por chegar em 2026. O sinal apareceu em 2021, com as tensões nas cadeias de abastecimento e os estrangulamentos logísticos e mostrou a fragilidade realmente da globalização, da modernização. E acabamos com a guerra da Ucrânia, que tem impactos até hoje com o choque energético, a inflação e a amplificação do choque energético com a questão do Irão. Portanto, o sinal principal é que entramos num regime económico e financeiro muito mais instável, com muitos critérios, com a dívida aumentando, inflação, taxas de juro, energia aumentando e profundamente ligada com a geopolítica. RFI: Temos estado num conflito 'on / off' entre os Estados Unidos e o Irão. O que é que se pode antever para a economia mundial se este conflito continua? Pascal de Lima: Hoje, não estamos perante um risco político isolado. O problema é que quando há uma tensão no Médio Oriente, rapidamente se transforma num choque económico com um choque energético e depois um choque inflacionista, depois um choque da taxa de juro e finalmente um choque financeiro. É por isso que no artigo falo de uma possível crise financeira. O ponto central é o Estreito de Ormuz. Se houver uma ameaça séria à circulação do petróleo e também do gás nessa zona, os mercados antecipam imediatamente uma subida dos preços da energia. Isso reacende a inflação e obriga outra vez os bancos centrais a manter taxas de juro mais elevadas, enquanto as taxas estavam bastante baixas há pouco tempo. Portanto, isso é muita volatilidade financeira e torna-se mais difícil o refinanciamento dos Estados e das empresas. E, portanto, o Irão mostra bem que o risco financeiro contemporâneo é híbrido. Primeiro, geopolítico, energético, monetário. E esperamos que não seja como 2008. Mas o risco financeiro é também real. RFI: Relativamente ainda a outro conflito que mencionou há pouco o conflito da Ucrânia. O que é que se pode antever para os países europeus, uma vez que tem havido cada vez mais aquele discurso de se virar para uma 'economia de guerra'? Pascal de Lima: A economia de guerra, economia de soberania, de limitar as dependências críticas é exactamente isso o objectivo da Europa, é o objectivo do Ministério da Economia (francês). O conflito na Ucrânia teve também um impacto muito forte na Europa, provocou o choque energético com a subida do gás, do petróleo e dos custos de produção e depois alimentou a inflação. Portanto, obrigou os bancos centrais à subida das taxas de juro e fragilizou o crescimento europeu. Isso é o primeiro aspecto. Depois, antecipando o que se pode passar efectivamente é difícil, mas é possível identificar cenários de dependência energética europeia, de tensões geopolíticas com a Rússia, vulnerabilidade das cadeias de abastecimento e falta de autonomia estratégica da Europa. Não conseguimos antecipar quase nada. E agora pede-se para antecipar outras coisas enquanto não conseguimos fazer com que os políticos antecipem crises geopolíticas de que muitos economistas já falaram já há dez, 20, ou 30 anos. Portanto, isso é o problema número um. RFI: Qual é o seu sentimento precisamente sobre o facto dos dirigentes políticos e nomeadamente os dirigentes europeus, anteciparem ou não estas crises? Acha que efectivamente eles têm estado à altura destes desafios? Pascal de Lima: Nenhum dos políticos tomou em consideração os conselhos dos economistas. Eu acho que é incrível, porque tudo isto são reformas estruturais. É um erro dizer que não foi nada antecipado. Era possível antecipar e, portanto, o problema é que os políticos antecipam muitas vezes demasiado pouco. Vêm os sinais fracos, mas reagem tarde, porque a decisão política é geralmente de curto prazo, enquanto os riscos económicos e geopolíticos se acumulam a longo prazo. Por isso, têm comissões de peritos, economistas internacionais, que falam sempre essas questões. Mas não tomam em consideração a opinião dos peritos no domínio da geopolítica e da antecipação de factos de longo prazo.
Todo mundo lembra do 30 de abril de 1975, a queda de Saigon, o helicóptero no telhado da embaixada. Mas o Vietnã que existe no mapa hoje não nasceu ali.Nasceu em 2 de julho de 1976, quando Norte e Sul viraram um país só: a República Socialista do Vietnã. Foi nesse dia que Saigon passou a se chamar Cidade de Ho Chi Minh e Hanói assumiu como capital de tudo.A guerra acabou em 75. O país, juridicamente, começou em 76. E essa semana esse começo faz 50 anos.
Meu livro: Forte, Independente e Decepcionada https://amzn.to/3PXZBB2 Você sempre ouviu que ser independente era uma qualidade? Neste episódio de Descobri Depois de Adulta, conversamos sobre a independência emocional e por que, muitas vezes, aquilo que chamamos de força pode ter surgido como uma estratégia de sobrevivência. Se você sente dificuldade para pedir ajuda, faz tudo sozinha e acredita que precisa dar conta de tudo o tempo todo, este episódio pode mudar a forma como você enxerga a sua própria história.
Grande episódio. Nele, falo de dois livros e um longo artigo são discutidos dentro do tema das consequências da tecnologia na experiência humana. Algumas das ramificações incluem: nossa interpretação de feiúra e autoimagem, ciganos, bioleninismo, saliência, comunicação em massa e... Pepsi! Claro, seguimos usando as referências de sempre, como Bob Dylan e Gênesis.Considerei talvez o episódio mais bem fechado do Doki-Doki!Propaganda da Pepsi mencionada: https://www.youtube.com/watch?v=-ZG2ysfllsMPara acompanhar como anda o clubinho de leitura: https://kramericast.xyz/clubinho.htmlOs livros desse episódio:https://kramericast.xyz/blog/dokidoki-11-o-incel-primordial-nasceu-da-tecnologia.htmlMande um e-mail com sugestão/opinião: kramericast@protonmail.com
Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!
Você acredita que algumas pessoas simplesmente nascem carismáticas e outras não?Neste episódio do ECOTRIMCAST, Marcello Cotrim desmonta essa visão limitada e mostra que o carisma não é um privilégio de poucos, nem uma qualidade aleatória recebida ao nascer. O carisma é a expressão da essência divina através da personalidade.O problema é que, ao longo da vida, muitas pessoas aprendem a sufocar o próprio brilho. Condicionamentos religiosos, medo do julgamento, ansiedade, repressão do prazer, necessidade de aprovação, máscaras sociais e comparação constante fazem a personalidade se desalinha da essência.E quando isso acontece, o carisma enfraquece.Marcello explica por que a religião, os traumas e a moral do inconsciente coletivo podem podar a liberdade, o desejo, a autonomia e o poder pessoal. Também mostra por que a inveja nasce quando a pessoa deseja manifestar a “cor” do outro, em vez de valorizar a energia divina que já carrega em si.Neste episódio, você compreenderá:• por que todo mundo tem carisma;• como a personalidade funciona como linguagem da alma;• por que tentar parecer carismático vira teatro;• como ansiedade, medo de errar e medo de rejeição enfraquecem sua presença;• por que comparação e inveja desviam energia da própria evolução;• como alinhar essência, valores, emoções, pensamentos e comportamento;• por que carisma verdadeiro nasce da liberdade interna.Carisma não é agradar.Não é ser simpático o tempo todo.Não é tentar imitar quem brilha.Carisma é quando a sua personalidade deixa de ser uma máscara e passa a ser uma expressão real da sua alma.Comece suas Meditações Espiritualistas:https://www.lojamotivacional.com.br/categoria-produto/cds-digitais/Conheça os cursos e eventos de Marcello Cotrim:https://www.lojamotivacional.com.brInscreva-se no canal, compartilhe este episódio e envie para alguém que acredita que nasceu sem brilho, mas talvez apenas tenha aprendido a se esconder.
Nasceu nos EUA, filho de portugueses, e sentiu saudade da comida de “casa”. Procurou produtos portugueses nos EUA e agora ensina os americanos a cozinhar Portugal: “Faço do bacalhau ao cozido” See omnystudio.com/listener for privacy information.
O que acontece quando um advogado decide enxergar o Direito como tecnologia, processo e modelo de negócio — muito antes de o mercado sequer imaginar isso? No episódio de hoje do YPOcast, conversamos com Renato Mandaliti, fundador da Finch Soluções, considerada a primeira Big Legal Tech do Brasil. Uma trajetória que começou em Bauru, dentro de um escritório familiar, passou pelo Demarest, por um MBA em seguros e gestão de riscos nos Estados Unidos, e culminou na criação de uma das operações jurídicas mais inovadoras do país. Renato compartilha como transformou um escritório com mais de 500 mil processos ativos em uma máquina de escala, eficiência e tecnologia, desenvolvendo soluções próprias de automação, inteligência artificial e gestão processual anos antes da IA virar tendência global. Ao longo da conversa, ele revela: - Como surgiu a visão de tratar a advocacia como negócio - Os bastidores da criação da Finch - O impacto da IA generativa no mercado jurídico - O conceito de “delawaring” e o futuro dos advogados - Como a tecnologia muda o treinamento, o modelo de cobrança e o papel dos escritórios - Os aprendizados de construir operações gigantescas de contencioso no Brasil - O papel do YPO nas decisões mais importantes da sua vida e carreira Uma conversa profunda sobre inovação, gestão, transformação digital, liderança e o futuro das profissões intelectuais. Apresentadora: Sheynna Hakim ----------------------------------------------------------------- Disponível nas principais plataformas de streaming ou no YouTube. Spotify: https://tinyurl.com/bd2utyph Google Podcast: https://tinyurl.com/3fvjv2rb Podcast: https://podcasts.apple.com/br/podcast/ypocast/id1603751025 Youtube: https://www.youtube.com/@ypocastbrasil Siga as nossas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/ypobrasil/ Facebook: https://www.facebook.com/ypobrasiloficial/ LinkedIn: https://br.linkedin.com/company/ypobrasil Portal Exame: https://exame.com/canais-especiais/lideres-extraordinarios/ #ypobrasil #liderança #sucessoprofissional #empreendedorismo #SheynnaHakim #exame #ypo
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Joelsonh Santos,especialista em high ticket no consórcio e referência em construção de autoridade e vendas no digital, com operações que chegam a 20 milhões de reais por mês.A história dele começa muito antes da internet. Nasceu em1986 numa família humilde do interior do Norte do país e começou a vender com 11 anos. Cuscuz de tapioca, remédios naturais, sabonete, perfume. Um dia passou a manhã inteira sem vender nada. Parou numabicicletaria só para pedir água. Conversou com o dono. E o dono comprou oconsórcio.Aquela venda ensinou a lição que guia toda sua trajetória:as pessoas gostam de comprar, mas odeiam sentir que alguém está tentando vender para elas. Quando você cria conexão de verdade, a venda vira consequência.Hoje ele usa o digital como amplificador dessa mesma habilidade, levando sua voz e seu método para o Brasil inteiro.No Kiwicast, ele falou sobre:● como construir autoridade real no digital partindo do zero● por que vendas sempre serão sobre pessoas independente do canal● o que o offline ensinou que nenhum curso de marketing digital ensina● como transformar conexões humanas em oportunidades e resultadosAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
Cerimônias de abertura da Copa no Canadá e EUA: horário, onde assistir e atrações. Copa do Mundo 2026: ainda não se sabe se Donald Trump vai participar da abertura; jornal diz que não. IPO da SpaceX: como uma empresa que dá prejuízo de bilhões pode valer US$ 1,75 trilhão? Suspeito de estupro ofereceu pipoca para convencer menina a entrar no vestiário masculino do Palmeiras, diz polícia. Comissão de Energia Nuclear confirma incidente com material radioativo no Ipen em São Paulo. Dia dos Namorados nasceu para você comprar mais: conheça a história da data no Brasil.
Quando o mapa é noturno o signo lunar prepondera. Por isso que muita gente não se identifica com o próprio signo. Pra compreender melhor isso agende a sua consulta através do (11) 96690 6266 ou saimagos.com
É uma história deliciosa e muitos não a conhecem. A Barbie foi inspirada numa boneca de plástico de má vida, vendida em lojas pornográficas em Berlim e Munique e que se chamava Lilli.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Por ocasião da celebração hoje do Dia da Libertação de África, esta segunda-feira e nos dias 28, 29 e 30 de Maio, decorre em Lisboa, um colóquio sobre o legado cultural e político de Mário Pinto de Andrade, líder independentista angolano, intelectual de vulto, contemporâneo de Aimé Césaire e Leopold Sédar Senghor, que escreveu obras designadamente sobre literatura e história e foi ministro da cultura da Guiné-Bissau, país onde se exilou em 1975. O evento que abrange conferências, projecções de filmes ou ainda exposições em Picoas, na Cidade Universitária e no Espaço Cultural Mbongi 67 nas imediações da Lisboa, é organizado nomeadamente pela associação dos amigos de Sarah Maldoror e Mário Pinto de Andrade, o Centro de Estudos Internacionais, a Casa da Cultura da Guiné-Bissau, ou ainda o Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral. Entre os estudiosos que participam no evento, estão presentes os sociólogos Cristina Roldão e Miguel de Barros, a universitária Inocência Mata ou ainda o historiador Julião Soares Sousa. Em entrevista à RFI, Sumaila Djaló, activista e estudioso guineense membro da organização desta série de encontros, evocou a figura de Mário Pinto de Andrade e o seu enorme legado intelectual. RFI: Nesta data em que se celebra o Dia da Libertação de África, o que os levou a escolher organizar um colóquio específico em torno de Mário Pinto de Andrade? Sumaila Djaló: Mário Pinto de Andrade é uma figura interessante, incontornável das lutas de libertação dos países africanos colonizados por Portugal. Nasceu em Angola, mas teve uma passagem por Portugal entre as décadas de 40 e 50 do século passado, onde conheceu com toda aquela malta da Casa dos Estudantes do Império, que veio das várias colónias portuguesas para estudar em Portugal e onde também esses encontros forjaram a consciência para o anticolonialismo. Liderou não só o MPLA como o seu primeiro presidente e um dos seus fundadores, mas as organizações unitárias das ex-colónias portuguesas em África. A partir destes espaços, também abriu possibilidades de alianças internacionais na Europa, na Ásia e em outros cantos do mundo desses movimentos de libertação. Por isso, a sua figura é muito importante não só para a independência de Angola, mas também para as independências de todos os outros países. Aliás, depois da independência, logo em 1975, exilado na Guiné-Bissau, desempenharia funções governamentais muito importantes nesse país também, para além de mais tarde, outras funções em organizações internacionais como a UNESCO. Portanto, a sua figura, na sua vertente militante, revolucionária, política, intelectual e cultural, é toda esta diversidade em torno do intelectual que é e é muito importante para as gerações actuais e para a historiografia, mas também a memória das lutas de libertação das ex-colónias de Portugal em África. RFI: Não dá, com certeza, para evocar, todos os acontecimentos que estão a ser organizados em torno da figura de Mário Pinto de Andrade. Mas se pudesse citar alguns, quais vão ser os pontos altos dessa série de eventos? Sumaila Djaló: Logo no dia 25 de Maio, em que é celebrado também o Dia da Libertação Africana, temos a abertura de uma exposição no Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral - CITAC, em Lisboa, Picoas, onde às 17 da tarde abre-se um painel em debate sobre a memória e os arquivos que também conduzem a esse legado cultural e político de Mário Pinto de Andrade. Uma exposição em que estará disponível para investigadores, para pessoas interessadas, estudantes e também jornalistas e todas as pessoas interessadas. Uma exposição que conduz ao arquivo do CITAC sobre Mário Pinto de Andrade. Livros, artigos sobre Mário Pinto de Andrade. Comunicações que também ajudam a compreender todo este seu percurso multifacetado. Depois, no dia 28 e dia 29, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, teremos durante esses dois dias conferências mesas redondas em torno desse mesmo legado cultural e político de Mário Pinto de Andrade, juntando investigadores, historiadores, ensaístas e pessoas que estudam o percurso político e cultural de Mário Pinto Andrade, mas também activistas e outras pessoas que se contactam com o seu legado de outra forma. No último dia, no dia 30, teremos na parte da manhã um passeio histórico intitulado de 'Itinerários de Mário Pinto de Andrade', que passa por diferentes espaços frequentados por Mário Pinto de Andrade durante a sua estadia em Lisboa nos anos 40 e 50. E, finalmente, à tarde, temos uma sessão cultural no Espaço Cultural Mbongi 67, no Monte Abraão, em Lisboa, também onde o contacto será com textos da literatura oral e tradicional angolana, mas também da literatura moderna angolana ao ritmo de Kora, uma mesa redonda de diálogo a partir do seu livro 'As origens do Nacionalismo Africano' e a partir desse livro debater o panafricanismo, desde as suas origens até hoje. São estas actividades que fazem o conjunto do colóquio a acontecer em quatro dias, que também visa a resgatar esta memória importante para os povos africanos de língua oficial portuguesa, mas para os povos que combateram o colonialismo português em África. RFI: Relativamente a, lá está, resgatar esta memória, Mário Pinto de Andrade marcou a época em que viveu. E como é que ele marca a nossa época hoje em dia? Sumaila Djaló: Mário de Andrade tem um legado interessante e diverso. Esse legado faz a intersecção entre a cultura e política. Ele não concebia a cultura fora de uma intervenção política que visa a transformação da vida das pessoas na sociedade e de toda a humanidade. Isto é um legado muito importante para os nossos dias, em que se tende a separar a acção cultural com a vida social e política que até certo ponto mais interessa a transformação da vida das pessoas e ao progresso da própria humanidade. Para ele não havia essa dicotomia entre política e cultura. Na medida em que se acrescentam, se complementam estas duas áreas e o seu legado intelectual, passando pela intersecção destas duas áreas, leva nos à literatura, à militância política, ao pensamento intelectual que não dissocia o acto de pensar a sociedade, o acto de reflectir sobre a vida das pessoas nas sociedades, da intervenção para a transformação dessas mesmas sociedades e para o bem da humanidade. Eu julgo que é o principal ensinamento que podemos retirar do legado de Mário de Andrade, mas também o esforço para a construção da união num sentido panafricano em termos de unidade entre os povos africanos, para a concretização do grande objectivo da construção do progresso de todos os povos africanos e a partir de África, para o benefício da humanidade. Isto é uma questão também muito presente no seu pensamento, pensar a partir de África. RFI: Isto é um evento de vulto em torno de África, em torno de uma figura africana de primeiro plano que está a acontecer em Lisboa. Como é que estamos em Portugal relativamente a este passado? Sumaila Djaló: Portugal tem vários desafios a enfrentar em relação às suas responsabilidades. Também com um passado colonial muito marcado por violências de vária ordem e por subalternizações que persistem até aos dias de hoje. O passado colonial ajuda a configurar questões muito presentes, como o racismo e o neocolonialismo que também se expressa de alguma maneira nas relações entre o Estado português e as suas ex-colónias. Por isso, a figura de Mário Pinto de Andrade, tendo passado por Portugal, onde estudou e onde iniciou a primeira fase da sua militância política, mas também passado por outros países da Europa, como a França, onde teve grande impacto nos círculos panafricanos que também viriam a influenciar os movimentos de libertação na sua construção ideológica, os movimentos de libertação africanos, mas também as dinâmicas do envolvimento directo no processo das lutas de libertação a partir de Conacri, a partir de Angola, a partir da Guiné-Bissau e do envolvimento com todas estas redes transnacionais de lutas anticoloniais, ajudam-nos hoje, a partir de Portugal, também a reflectir sobre o papel que o Estado português e a sociedade portuguesa têm para a sua mobilização no sentido de superar os resquícios do colonialismo manifestados hoje regularmente, através do racismo que é muito marcado na sociedade portuguesa e que tem esse desafio de superar o racismo, mas também nas relações do Estado português com as ex-colónias africanas, onde a relação de subalternização destas ex-colónias permanece nos nossos dias e onde o espaço chamado Lusofonia tem servido como um antro da manutenção desta relação de subalternização entre Portugal e as ex-colónias. Portanto, evocar Mário Pinto de Andrade nos dias de hoje também tem esse papel, essa função de chamar a sociedade portuguesa na sua pluralidade, ao diálogo que contraria os legados do colonialismo presentes na sua sociedade. RFI: Este colóquio conta com a participação de diversos intelectuais de primeiro plano a nível de África. Há um fervilhar em termos de estudos em torno da questão pós colonial. E há também uma passagem de testemunho. Há cada vez mais estudiosos jovens que vão tentar estudar de outra forma a história de África. Sumaila Djaló: Penso que o movimento intelectual que ajudou a configurar o espaço ideológico anticolonial em África e de que fez parte numa das suas fases mais salientes, Mário Pinto de Andrade tem um legado que persiste até aos nossos dias e por isso é que tudo o que jovens estudantes, investigadores e estudiosos africanos, mas também estudiosos e investigadores da Europa e de outros cantos do mundo vão fazer a partir dos legados destas figuras proeminentes das lutas de libertação, tem também a ver com uma forma de continuidade, uma linha de pensamento que pauta pelas sociedades mais plurais e democráticas, onde a liberdade do homem e da mulher nessas sociedades estará sempre no centro, mas também um pensamento que contraria todas as formas de subalternização de povos e de menorização de culturas. E por isso, a partir deste colóquio, mobiliza-se também pessoas de várias geografias, obviamente a partir de África. Como podemos ver no programa, assinalo aqui duas conferências, a da abertura e do encerramento, a serem dirigidas por dois intelectuais africanos que passam muito pelos estudos das várias formas de pensamento africano anticolonial a partir da literatura, a partir da cultura, como a professora Inocência Mata e a partir da história e da historiografia, com o professor Jean-Michel Mabeko Tali e de outros intelectuais que vão fazer os painéis, quer da nova geração, quer de uma geração mais antiga, de intelectuais africanos e de outros cantos do mundo.
O Fala Carlão Especial de Sábado + Turista Profissional visitam Washington-on-the-Brazos, um parque histórico de 300 acres onde, em 2 de março de 1836, 59 delegados se reuniram para assinar a Declaração de Independência do Texas e criar uma nova nação. O local é considerado o berço do Texas. O site passou recentemente por uma renovação de US$ 57,4 milhões e reabriu com um museu atualizado, centro de visitantes e a nova Washington Townsite Experience, uma réplica da cidade onde o Texas se tornou o Texas. Um destino que combina história, cultura e paisagens às margens do Rio Brazos.
Convidada: Maria Cristina Fernandes, comentarista da GloboNews e da rádio CBN e colunista do jornal Valor Econômico. A operação Sem Refino, deflagrada pela Polícia Federal na última sexta-feira (15), revelou que a dívida ativa do grupo Refit com a União e Estados ultrapassa os R$ 50 bilhões – Rio de Janeiro e São Paulo são as maiores vítimas. A refinaria é acusada de operar um complexo esquema de sonegação de impostos na venda de combustíveis. De acordo com a PF, o esquema liderado pelo empresário Ricardo Magro ganhou tração na gestão do ex-governador fluminense Cláudio Castro (PL), que assumiu o Palácio Guanabara em 2020. Segundo as investigações, a operação se espraiou pela máquina estadual, com tentáculos na Procuradoria-Geral, na Fazenda, no Judiciário e na Alerj. As conexões políticas de Magro garantem negócios para a Refit também em outros estados. É o caso do Amapá, onde a PF também investiga um escândalo que envolve benefícios tributários, suspeita de propinas e nomes do Centrão. Neste episódio, Natuza Nery conversa com a jornalista Maria Cristina Fernandes para explicar como o esquema da Refit nasceu, prosperou e se multiplicou nas últimas décadas. Maria Cristina liga todos os pontos da investigação e analisa como o caso impacta o mundo político.
Nasceu há 250 milhões de anos, resistiu ao impacto do asteroide que extinguiu os dinossauros. Não mudou com o tempo, continua extremamente agressivo, devora tudo o que lhe aparece pela frente, inclusive o ser humano. Um empresário português foi vítima desta espécie animal, o crocodilo. Este é o tema do Crime e Castigo desta semana, um podcast com o jornalista Paulo João Santos e o veterinário Nuno Paixão, moderado por Rita Fernandes Batista e editado por Diana Martins.
A morte de um irmão é devastadora. A morte de um irmão gémeo pode ser ainda pior. É a morte de alguém com quem se partilhou o útero, o código genético, e, muitas vezes, uma forma de estar no mundoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
ANIVERSÁRIO FINCLASS: ACESSO VITALÍCIO À FINCLASS COM DESCONTO E VÁRIOS BÔNUS!https://finc.ly/bdce79ba14 O PLANO DA DIREITA PARA VOLTAR AO PODER 2026 Com LUCAS PAVANATO | Os Economistas 216161 mil votos. Vereador mais votado do Brasil. 26 anos. E já com o olho em Brasília.Lucas Pavanato é o nome mais quente da nova direita brasileira. Nasceu em Sorocaba, estagiou no gabinete do Fernando Holiday, tentou se eleger em 2022 e não conseguiu, e dois anos depois fez história na maior cidade do país. Hoje tem 3,5 milhões de seguidores, domina o digital, incomoda a esquerda e é cotado como puxador de votos do PL nas eleições de outubro.Nesse episódio, a gente vai além da polêmica. Pavanato explica o plano da direita para 2026: quem é o candidato, como conquistar o eleitor pobre, o que fazer com o centrão, o papel de Nikolas, o futuro de Bolsonaro preso, o STF como inimigo político, e o que acontece nos primeiros 100 dias se a direita voltar ao poder.Política, estratégia e economia. Tudo na mesa.Encontre o ativo certo para investir hoje: https://finc.ly/f3461cf665 Investimentos.com
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No século VI a.C., o povo hebreu foi conquistado e deportado para Babilónia. Sem terra nem templo, dedicou-se à escrita para manter viva a sua identidade. O sexto episódio de "As Histórias da Bíblia".See omnystudio.com/listener for privacy information.
No século VI a.C., o povo hebreu foi conquistado e deportado para Babilónia. Sem terra nem templo, dedicou-se à escrita para manter viva a sua identidade. O sexto episódio de "As Histórias da Bíblia".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nasceu no século XIX para ser vendido exclusivamente em farmácias. Esteve à beira de acabar com a II Guerra Mundial, mas sobreviveu por ter criado uma nova forma de publicidade em Portugal: os cartazes nas estradas. Conheça a história incrível do Licor Beirão e do seu criador.
De eletrólitos nas lágrimas até o sonho de infância de ser paleontólogo, o SciKids traz algumas dúvidas interessantíssimas dos nossos pequenos cientistas! Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes e Juliana Vilela Citação ABNT: Scicast #681: Como nasceu o primeiro dinossauro? (SciKids). Locução: Tarik Fernandes e Juliana Vilela. [S.l.] Portal Deviante, 10/03/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-681 Imagem de capa: Jânio Perguntas do Episódio Jonas de 5 anos: "Por que as lágrimas são salgadas?". Respondido pela Yasmin Miguel de 3 anos: "Por que não existem corais de água doce?". Respondido pelo Marcelo Pedraz Clarice de 6 anos: "Como nasceu o primeiro dinossauro?". Respondido pelo Pena Davi de 5 anos: "Qual é a altura do dinossauro? (E as espécies também...)". Respondido pelo Pena. Lina de 6 anos: "Qual foi o primeiro dinossauro que foi desenterrado por um paleontólogo? /Quando e como surgiu o primeiro paleontólogo que já tirou um osso de dinossauro?". Respondido pelo Gustavo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
De eletrólitos nas lágrimas até o sonho de infância de ser paleontólogo, o SciKids traz algumas dúvidas interessantíssimas dos nossos pequenos cientistas! Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes e Juliana Vilela Citação ABNT: Scicast #681: Como nasceu o primeiro dinossauro? (SciKids). Locução: Tarik Fernandes e Juliana Vilela. [S.l.] Portal Deviante, 10/03/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-681 Imagem de capa: Jânio Perguntas do Episódio Jonas de 5 anos: “Por que as lágrimas são salgadas?”. Respondido pela Yasmin Miguel de 3 anos: “Por que não existem corais de água doce?”. Respondido pelo Marcelo Pedraz Clarice de 6 anos: “Como nasceu o primeiro dinossauro?”. Respondido pelo Pena Davi de 5 anos: “Qual é a altura do dinossauro? (E as espécies também…)”. Respondido pelo Pena. Lina de 6 anos: “Qual foi o primeiro dinossauro que foi desenterrado por um paleontólogo? /Quando e como surgiu o primeiro paleontólogo que já tirou um osso de dinossauro?”. Respondido pelo Gustavo.
Nasceu segurando o calcanhar do irmão… mas terminou abençoado por Deus.O que acontece quando você decide buscar a bênção certa, mesmo sem merecer?Sorte não muda história — entrega sim!Ouça essa mensagem com o Pastor @Juanribe Pagliarin e veja Deus reescrever a sua.
No episódio de hoje do EmpreendaCast, recebemos Paulo II Fetter, um empreendedor que saiu das estradas do Mato Grosso como carreteiro e gerente de fazendas para se tornar um dos nomes mais promissores do setor de lavanderias no Brasil. Fundador da Desce Lava, Paulo compartilha sua jornada nada linear — repleta de coragem, fé e decisões fora da curva — que transformou máquinas quebradas em um negócio com dezenas de unidades e um modelo de franquia inovador.
A Marcha da Vida ainda faz sentido? Para muita gente, a Marcha da Vida, programa que leva jovens judeus a um percurso de duas semanas entre Polônia, Berlim e Israel, foi uma experiência transformadora, quase um rito de passagem. Mas hoje, em um mundo atravessado por guerras, polarizações, disputas de narrativa e um crescimento preocupante do antissemitismo, essa experiência é interrogada de novas formas. O que significa caminhar por campos de extermínio num momento em que a memória da Shoá é relativizada ou instrumentalizada? Como falar de Israel com jovens que vivem tensões políticas, éticas e afetivas em relação ao Estado? E de que forma o programa pode continuar sendo um espaço de educação, memória e reflexão crítica para as juventudes judaicas diversas de hoje? Para conversar sobre o tema, convidamos mais uma vez o Yoel Schvartz, sociólogo e historiador, professor de história judaica e palestrante no Yad Vashem, o museu do Holocausto em Jerusalém. Nasceu na Argentina, mora em Israel faz trinta anos, foi diretor do instituto para a formação de liderança em Jerusalém e morou no Brasil no começo dos anos dois mil - por isso, fala português.
Milton Teixeira fala sobre a criação do hino Nacional
Depois da goleada sobre o Uberlândia, em que ainda é possível melhorar? Quais jogadores entrarão no time titular: Gerson, Arroyo, Sinisterra, Fágner, Matheus Henrique...? Walace está deixando o Cruzeiro? Com Danny Paiva, Henrique Fernandes, Fernanda Hermsdorff e Rogério Corrêa. Edição: Lavínia Aguiar.
Nasceu em Viena, viveu em Paris, mas sente-se lisboeta. Mãe de dois filhos, atriz e realizadora, é autarca em Almada há vários anos. É uma voz ativa na política e não teme debates, procurando consensos.
Com Joana Azevedo e Diogo Beja
Descrição do Episódio
Vicente Gil continua a surpreender muitos quando fala sobre as suas origens étnicas. O ator da novela da SIC 'Vitória', onde dá vida à personagem Afonso, é cigano, mas nunca permitiu que a imagem pejorativa associada à comunidade limitasse a sua ambição. Nasceu e cresceu no Porto e, desde muito jovem, foi incentivado pela mãe a frequentar teatros, concertos e outros espetáculos da cidade. Chegou mesmo a fazer teatro comunitário nos bairros da periferia. Mais tarde, essas experiências acabariam por definir a sua vocação. Hoje, reconhece a importância de existir “um ator cigano, licenciado, lourinho e lavadinho” na televisão portuguesa. “Eu não pareço cigano porque não correspondo àquela imagem pejorativa. É importante que as pessoas se deparem comigo”, afirma. O preconceito, no entanto, acompanhou-o desde cedo. Em conversa com Daniel Oliveira, recorda os tempos de escola em que ele e os familiares eram conhecidos como “os ciganitos” e chegaram a ser aconselhados pela própria diretora a não revelarem a mais ninguém a sua origem. “Estas discriminações continuam até hoje, até quando vou à Segurança Social. Não acreditam que uma pessoa como eu pode ser cigana”, lamenta. E, embora compreenda que nem sempre há intenção maliciosa, não deixa de sublinhar: “As nossas instituições são xenófobas; mais facilmente nos pedem a nós para nos modificarmos. E é assim com muitas minorias.” Com o tempo, porém, aprendeu a transformar os valores da sua identidade étnica numa força. Características que descreve como “pelo na venta”, “garra” e “questionamento sobre o mundo” ajudaram-no a chegar onde está. Acima de tudo, sente profunda gratidão pela educação que recebeu da mãe. “A minha mãe é uma grande mulher cigana. Quem me dera que pudesse ser mãe de muita gente, dar garra a certas famílias”, diz, com um sorriso. Neste 'Alta Definição', enquanto revisita a sua história e as suas raízes, tenta responder à pergunta que acompanha toda a conversa: afinal, o que é ser cigano? O programa foi emitido a 6 de dezembro na SIC e está disponível aqui em versão podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Do freezer do pai para o franchising: como nasceu a Pavê e Comê | #podcast #empreendedorismo #podcastbrasil