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El Mundial 2026 ya está en marcha en México, en Canadá, y en Estados Unidos… donde Donald Trump ya lo usa para reforzar su propio poder. A nosotros, al menos a algunos de nosotros, en medio de todo esto, nos toca hacer una confesión: nos gusta el fútbol. elDiario.es ha preparado una cobertura especial en un medio de comunicación como el nuestro que no tiene sección de deportes. Está coordinada por José Precedo, con el que hablamos de esta contradicción. Este Mundial tiene una vertiente geopolítica muy importante: las relaciones entre Trump y el presidente de la FIFA, de total pleitesía, o entre los países organizadores, que no pasan por su mujer momento. Lo analizamos con el corresponsal de elDiario.es en Estados Unidos, Andrés Gil. *** Envíanos una nota de voz por Whatsapp contándonos alguna historia que conozcas o algún sonido que tengas cerca y que te llame la atención. Lo importante es que sea algo que tenga que ver contigo. Guárdanos en la agenda como “Un tema Al día”. El número es el 699 518 743 *** Un tema Al día es el podcast diario de actualidad de elDiario.es que, en episodios de unos 15 minutos, explica cada día un asunto de actualidad. Está presentado y dirigido por Juanlu Sánchez, subdirector de elDiario.es. Premio Ondas al podcast Revelación, Un tema Al día es el daily líder en Spotify, Apple Podcast, iVoox, Amazon Music o Podimo, según los datos públicos de las plataformas, donde acumula más de 190.000 suscriptores. Ha sido reconocido como “podcast revelación” por Amazon y recomendado como “imprescindible” por Apple.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Regresso esperado de Mário Cotrim ao estúdio de watch. Após o lançamento de LSD, o autor de ProfCast - um podcast que nunca vai existir - vem falar com Pedro sobre variados temas que assolam a nossa sociedade civil, como por exemplo: correr durante dois dias de seguida, pedir maçã em restaurantes, ir ao casino todos os dias, mudar de Android para iPhone e o ótimo estado do circuito do stand up comedy em Portugal.(00:00) Intro(00:23) É sempre bom comer banana (menos à noite)(04:06) Como é que se corre 19 horas seguidas?(08:13) Precisar de mini entretenimentos para correr(09:20) Correr com bom tempo e sol é dupla injeção de saúde(10:09) Lançamento do novo álbum LSD(11:30) Lançar álbum no mesmo dia do que Drake(14:44) Como envelheceu o beef de Kendrick com Drake(21:42) Drake está a fazer conteúdos insanos(23:15) Batotas de tik toks de música para nos enganar(26:53) Excesso de incentivos ao jogo(30:08) Prof teve vício de casino real(35:20) Lançar álbum sem incluir singles já lançados(37:34) Músicas e barra favorita do álbum para PTM(43:11) Interlúdio ft. LON3R(46:06) Processo de criação “Pensar em ti” com Plutonio(49:29) Músicas favoritas do álbum para Prof(51:03) Prof revela o nome do próximo projeto(53:49) Circuito de noites de comédia em Portugal e importância de testar bits(1:01:19) Atuar para 12 pessoas e testar para grupo de amigos(1:06:53) Leaks de Zara G(1:07:24) Pedro tem gasto dinheiro em Tribal Wars(1:15:57) ProfJam tem gasto dinheiro em açaí(1:16:19) Açaí é muito calórico?(1:20:57) Pedir hambúrguer extra no H3(1:22:39) Tenório vs Minerva(1:25:35) Fruta vendida à beira da estrada é melhor ou é scam?(1:27:50) Pedir fruta como sobremesa em restaurante é triste?(1:32:43) Quanto é que é preciso gastar para completar caderneta do mundial?(1:36:03) Pessoas que compram cadernetas de cromos já completa(1:38:38) E se houvesse um mega mundial com todos os países do mundo?(1:40:02) Resistir a comprar o novo iPhone(1:42:25) Mudar de Android para iPhone(1:45:22) Ter carro híbrido e nunca ter carregado o carro(1:47:55) Não gostar de AirPods(1:51:03) Prof tem dificuldades a adormecer(1:55:34) Prof escreveu guião do seu filme todo de seguida(2:01:31) Mudanças de visual desde a participação em Erro Crasso(2:05:15) Odiar ver cenas antigas(2:09:13) Prof irritado com o excesso de apps e redes sociais(2:13:52) Importância das noites de testes para melhorar bits de stand up(2:21:58) Viajar para ver um espetáculo específico
Hola indietecos, hoy les traigo una comparativa de 2 juegos que tienen algo muy similar y que en uno me parece una genialidad y en otro algo meh, tal vez soy muy duro con el pobre Ninja Gaiden 4, en el podcar de ésta semana les cuento.
Nesta república de sonsos, em breve o ódio terá o melhor de nós, a parcela que, num acesso revoltoso, se esforça ainda por compreender o estado das coisas, e será a última expressão contendo um verdadeiro sinal de fervor, uma paixão indomesticada, e o melhor de um antigo anseio confessional, que, vendo-se livre das peias da civilização, se mostrará tomado por essa virulência de ordem mais ou menos espasmódica, impetuosa, capaz de introduzir algum nível de contraste neste mundo. De resto, à nossa volta tudo é cada vez mais cruel e frio, desapaixonado, incapaz de justificar-se senão com essa lógica desprezível daqueles que parecem dispostos a sacrificar tudo em seu nome, de forma que as existências mais degradantes estão defendidas pelo mais rasteiro dos propósitos, que é o da auto-preservação. De qualquer modo, naquele mundo que hoje temos diante de nós, todo o bem é demasiado relativo, e só no mal se acha ainda algum empenho em direcção ao absoluto. Ansiamos por um tempo que já não nos foi dado viver a não ser por vislumbres, visitações em que certos estados fricativos pareciam apossar-se de nós, e tomávamos o embalo de fúrias que foram sendo vistas sempre como o sinal de que um ser se desatrelou, perdeu o eixo, a noção, danou-se, deu a sua carne e espírito de alimento àquelas regiões mais sórdidas, baixas, infernosas… Por isso se pressente como só em horas perdidas os seres se entregam às explorações dessa dimensão de treva que temos sempre trancada nos fundos. Mas se o ódio às vezes tem em si o melhor de um tipo, e somos levados a livrar-nos desse manancial, a tê-lo como uma substância de que devemos envergonhar-nos, seria bom pensar porque é assim. Num mundo em que de qualquer modo, “cada um, de seu próprio passo, vai para o Diabo à sua maneira” (William Hazlitt), não deixa de ser curioso como ódio se tornou uma reserva íntima, sendo-lhe recusado qualquer papel na vida pública, e o seu efeito no campo político é sempre encarado como algo que os espíritos lúcidos devem contrariar, exorcisar. Como assinala David Graeber, hoje tendemos a assumir que a expressão “política do ódio” possui necessariamente conotações de direita (uma vez que normalmente é aplicada ao racismo, ao ódio étnico ou à homofobia) e, por consequência, que o tabu em torno da expressão do ódio político representa uma vitória de sensibilidades essencialmente de esquerda. Mais à frente, nesse ensaio em que este ensaísta comprometido com o anarquismo nos diz que o ódio foi transformado num tabu político, ele nota como a própria ideia de “crime de ódio” inverte o princípio jurídico tradicional segundo o qual um crime passional deve ser punido menos severamente do que um crime motivado por cálculo frio e interesse pessoal.” Talvez não seja coincidência que a vaga de legislação contra crimes de ódio nos anos 90 tenha sido rapidamente seguida por legislação ‘antiterrorista', a qual igualmente estipula penas mais pesadas para crimes motivados por paixões políticas (e, dada a forma como as leis costumam ser redigidas, essas paixões podem incluir o mais benevolente idealismo ou amor pela humanidade ou pela natureza) do que para os mesmos crimes cometidos por lucro económico ou interesse privado.” O capitalismo não é senão o triunfo daqueles que dominam uma violência tremenda mas carregada de subterfúgios, de ordem sempre excepcional, o que faz vigorar uma espécie de burocracia torcionária, que consegue sempre construir as excepções que acabam por tornar nulas todas as funções de justiça, e, desse modo, são precisamente os miseráveis que triunfam e impõem as suas funções de ordem escatológica. "Fizeram-se leis, morais, estéticas, para vos impor o respeito pelas coisas frágeis”, dizia Louis Aragon, antes de desferir o seu golpe: “O que é frágil é para partir." Vemos como por toda a parte estamos imersos nos rigores processionais dessa liturgia pública dos sentimentos bondosos, dos valores que são esgrimidos virtuosamente nos discursos, mas que exprimem sempre uma certa dose de consternação diante do mundo, como se alguma coisa tivesse ido contra os planos. Enquanto isso é o ódio que parece levantar suspeitas, como se fosse uma excrescência arcaica, um resto tóxico da animalidade histórica, algo a evacuar por via higiénica, farmacológica ou policial. O ódio tornou-se o afecto interdito. Já não apenas um vício, mas uma espécie de crime atmosférico, e, desse mesmo modo, tudo deve ser moderado, reciclado, transformado em “desconforto”, “mal-estar”, “polarização”. Contudo, por detrás desta moral desinfectada, o ressentimento alastra por toda a parte, tantas vezes acicatado pelas zonas onde a regulação dinamiza um quotidiano em que vamos à procura uns dos outros nessa Cybéria, a fossa da internet 2.0, contaminada pela estimulação nevrótica das burocracias quando aplicadas à gestão de humores para fins de rentabilidade, esse limbo onde cada vez mais os paraísos se artificializam e os infernos animam os mecanismos administrativos de humilhação num tempo que se esburacou e perdeu toda a fantasia e graça ociosa, instalando-se numa ferocidade passivo-agressiva em que tudo cede a outra coisa, em que se articulam os planos e níveis de um infindável enredo distractivo, uma miragem que dissolve tudo, e a própria inteligência definha e perde todo o sentido e alcance. “A única intimidade que nunca vi vacilar ou esmorecer foi a de carácter puramenrte intelectual”, escrevia faz mais de dois séculos Hazlitt. “Não havia nesta nada de hipócrita ou enfadonho, nada dos queixumes de uma sensibilidade lamurienta. Os nossos conhecidos mútuos eram considerados meramente como sujeitos de conversa e de saber, e não de afecto. Não eram vistos nas nossas experiências senão como ‘ratos de laboratório': ou, como malfeitores, eram regularmente abatidos e deitados na mesa de dissecação. Não poupávamos amigos nem inimigos. Sacrificávamos as deficiências humanas ao altar da verdade. Os esqueletos do carácter podiam ser vistos, depois de extraído o sumo, esvoaçando ao vento como moscas em teias de aranha: ou eram conservados para futura inspecção num frasco de ácido decantado. A demonstração era tão bela quanto nova. Não havia excedente de rancor: nada se conserva tão bem como uma decocção de amargura. Vamos ficando cansados de tudo menos de ridicularizar os outros e de nos congratularmos pelos seus defeitos.” Também Freud terá afirmado que a civilização começou quando um homem, em vez de uma pedra, atirou um insulto. Assim nos foi lembrado por Ricardo Norte, num excelente ensaio sobre as propriedades exaltantes do insulto, em que notava que, ao contrário do que se tornou habitual ouvir da boca dos nossos troca-tintas que gozam até ao limite da tal liberdade de expressão, sem nunca realmente levarem a algum extremo que justifique ou ilustre o vigor desse exercício, as palavras podem magoar muito mais do que um acto. Insultar, etimologicamente, lembrava o Norte, quer dizer saltar sobre, atacar. “Quantos insultos não foram o despertar de obras e gestos memoráveis ao longo da história? Diria mesmo, que a maioria das vezes, é a resposta demorada e reflectida a um insulto que está na génese de muitas obras-primas da literatura. (…) Além disso, o insulto está presente em todo o lado, mesmo entre amigos é recorrente a alcunha insultuosa como demonstração de afecto. A centralidade do insulto no fundamento dos laços humanos é incontestável, ao ponto de Lacan dizer: ‘Há um certo número de funções produzidas pelo facto de o homem habitar na linguagem [...] o ponto de partida da grande poesia, [...] essa relação fundamental estabelecida pela linguagem e que não devemos ignorar: é o insulto. O insulto não é agressão, o insulto é outra coisa completamente diferente, o insulto é grandioso, é a base das relações humanas, não é? Como dizia Homero... Podem ver como cada um obtém o seu estatuto a partir dos insultos que recebe. De que serve tentar camuflar isso com uma tinta qualquer, rosada, chamando-lhe emoção?' Como ninguém leu e nem soube digerir essa engenhosa licença para a bordoada que o Norte andou empenhadamente a montar, e sempre a nossa favor, não daqueles que têm o prestígio de uma proferição feita apartir de uma destacada tribuna, mas que, por isso, mesmos e tornam mais engenhosos no que toca a ensaiar golpes de rins, golpes baixos e assim por diante, até o Drummond ele apanhou por aí barafustar entredentes, praguejando lá com os seus botões: "Nada acontece/ na cidade. O último crime/ foi cometido no tempo dos bisavós. Ninguém foge de casa, ninguém trai./ Repetição de cores e casos, /ó bolor/ da vida longa, no chão pregada a oitenta/ pregos!/As pessoas se cumprimentam, se perguntam/ sempre as mesmas coisas, esperando /lentas confirmações/ milimetricamente conhecidas./ Ai, tão bem-educadas, as pessoas./ Que fazer para não morrer de paz?” Por tudo isto estamos tão necessitados dos efeitos curativos do ódio, esse que Bernhard manejou e elevou a uma razão infrene, provando que está longe de ser uma emoção descontrolada, um ânimo demencial, mas que é, na verdade, uma ferramenta de precisão, um meio para desconstruir e aniquilar o que é falso, medíocre e opressor. Num momento em que, sob o pretexto de "combater o ódio", tem havido lugar a toda essa proliferação de regulamentos, decretos, leis, que têm como efeito real a criminalização do discurso e são totalmente contrárias àquilo que se chamava democracia, como bem vincou o Norte, é preciso reconhecer que a própria inteligência tem um custo, comporta riscos, sobretudo porque nos compromete com as suas resoluções. E aqui vamos arrancar outra dessas traças imundas coleccionadas naquele ensaio pelo Norte, traças dessas que sujam tudo, servem mesmo para nos mostrar como os seres dedicados a construir ilações profundas parece que sobrecarregam as suas sombras de movimentos, concentram possibilidades de uma acção diferida, como se entender fosse criar sequelas, repetir infinitamente a mesma cena, concebendo essas frases com um poder que leva o leitor a desaprender as letras, como se fosse obrigado a voltar ao período em que tinha de gaguejar as sílabas antes de se achar na posse de uma palavra, e depois da frase. Temos de voltar a isso, a citações que se debatem nas nossas mãos e causam uma certa repulsa, enchendo-as da tinta dessas asas acumuladoras de sombras. Jean-Luc Nancy: "Pensar, ou querer pensar, é pesado. [....] Que peso é esse? Em geral, o peso consiste em estar fora de si, em ter o seu ponto de aterragem ou lugar de presença, a sua terra, chão ou vazio, a sua pertença ou abismo, fora de si. Peso significa cair fora de si mesmo." Neste episódio, quisemos dar expressão à figadeira, virar os frascos e dar alguns sinais dessa linhagem estarrecedora dos seres capazes de pegar em banais escaramuças e transformá-las em contendas lendárias, e nisto fomos incentivados pelas explorações do Ricardo Mangerona, que além de uma estreia com um romance que recoloca esta forma em cena de um modo que nos lembra o vigor das suas soluções, a propriedade muito particular desse enredo cumulativo, generoso, capaz de articular uma crónica ponderosa, e que deixava as suas marcas emocionais, tem feito ainda um percurso invulgar enquanto tradutor, e, depois do estupendo volume dedicado a Hazlitt, “Do Prazer de Odiar e Outros Ensaios”, anda agora a braços com uma reunião das intervenções de David Graeber, que em grande medida ilustram porque a tradição anarquista consegue dar respostas num tempo em que outras linhagens se enredam e se mostram incapazes de qualquer convicção.
Neste episódio, Catarina e Mariana trazem-te temas fraturantes da sociedade moderna como reality shows, andar de saltos com tempo para falar em nome dos futuros filhos. Genérico:Lucas BarbosaSonoplastia: Catarina TorresTeresa Varela
O vício agrada.A disciplina incomoda.A verdade confronta.Mas você não foi feito para viver pelo que sente.Deus te deu domínio sobre o coração.Aprenda a amar o que te faz beme a rejeitar o que te destrói Assista agora e entenda como mudar isso na prática Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.
U.M.E.- Un murciano encabronao Hay que amar a Putin y odiar a Trump (18-03-2026) Más contenido inédito en: https://www.es-tv.es Aportaciones a Raúl: https://www.patreon.com/user?u=40527138 Nº de cuenta: ES75 3018 5746 3520 3462 2213 Bizum: 696339508 o 650325992 Aportaciones a David: https://www.patreon.com/davidsantosvlog Nº de Cuenta: ES78 0073 0100 5306 7538 9734 Bizum: +34 644919278 Aportaciones a Equipo-F: TITULAR: EQUIPO F CUENTA: ES34 1465 0100 9417 5070 9106 C ÓDIGO SWIFT: INGDESMM Conviértete en miembro de este canal para disfrutar de ventajas: https://www.ivoox.com/podcast-un-murciano-encabronao-david-santos-los-audios_sq_f11099064_1.html Canales de U.M.E.: El Cid
¿Está de moda hablar mal de los hombres?
Passagens Complementares:Romanos 12,17-21
¿Se acuerdan de él? ¿De Juan Gómez, "Juanito"? Ahora que se publica una biografía de su vida, repasamos lo que significó para nuestro fútbol una figura como esa, mitad Ángel, mitad demonio, pero sobre todo tratamos su personalidad como un género: ¿Qué importancia tienen "Los Juanitos" en un equipo? ¿Son los Juanitos de hoy parecidos a los de entonces? ¿Quiénes son "Los Juanitos" de ahora?
Alô, meu Povo!!! Atenção que o título pode induzir em erro... eu não sou tóxico, não odeio o são valentim, não quero cancelar o carnaval e até curti lavar o carro!! Uma semana de muitas contradições, por isso é ir ouvir e refletir. Para a semana faço perguntas ahah"Festivais de Verão" - https://www.youtube.com/watch?v=D7GAcTsSgk0 Links homeopáticos -https://linktr.ee/joaonunogoncaloSem preciosas perguntas
La envidia te hará odiar gente de la que deberías estar aprendiendo.
¡Hola a todos! Bienvenidos de nuevo a Deja el Chou. No saben la falta que nos hacía sentarnos a hablar paja con ustedes. En este episodio de reencuentro, nos quitamos las máscaras y hablamos de todo lo que nos ha pasado mientras estábamos "desaparecidos". Primero que nada: ¡NO, Vicky no está embarazada!. Empezamos aclarando los chismes antes de meternos en el tema que nos tiene obsesionados: el CRINGE. ¿Alguna vez han sentido esa pena ajena tan fuerte que les dan ganas de desaparecer?. Hablamos de cuando respondes "igualmente" al mesero por inercia o, peor aún, la historia de Checho que, por pensar en inglés, terminó pidiendo "disculpas" en un funeral como si él hubiera matado a la persona. ¡Una locura! También abrimos el debate sobre las amistades adultas y la exclusión. Dani nos expone en vivo por habernos visto sin ella. ¿Está mal no invitar a todo el grupo siempre? ¿Deberíamos dejar de postear en Instagram para no herir susceptibilidades?. De paso, confesamos las mentiras piadosas que inventamos para cancelar planes y quedarnos durmiendo, porque aceptémoslo: ¡ya somos unos señores!. Si te molesta el ruido excesivo, amas las siestas y te dan ganas de llorar cuando alguien canta a capela en una boda, este episodio es para ti. Además, Vicky nos da un tip de oro para no caer en las garras de Amazon y comprar cosas que no necesitamos (como termos que ya tenemos). ¿Qué encontrarás en este episodio? La verdad sobre nuestra pausa y el chisme del embarazo. Historias de pena ajena que te harán sentir mejor con tu vida. El drama de los grupos de WhatsApp y las madres. Tips de ahorro y por qué el magnesio es el mejor amigo del adulto. ¡Dale like si tú también has dicho "igualmente" cuando no debías! Déjanos en los comentarios cuál ha sido tu momento más cringe y no olvides suscribirte para que no te pierdas nada de este desorden. ¡Únete a nuestro Patreon para contenido exclusivo y para ayudarnos a montar nuestro estudio soñado! COMPRA EL NUEVO JUEGO DE CARTAS DE CONVERSACIÓN DE DEJA EL CHOU! https://urlgeni.us/amzn/Juegodejaelchou DEJAME UN REVIEW! COMENTARIO! Y FOLLOW! NO SEAS MALITO! EL GRUPITO DE WHATSAPP: https://www.whatsapp.com/channel/0029VbAv1apGufImi8L6Ol25 QUIERES OTRO EPISODIO? MÁS CONTENIDO ? VEN A MI PATREON! https://www.patreon.com/danydigiacomo SIGUEME EN MI NUEVO CANAL DEL PODCAST " DEJA EL CHOU " https://www.youtube.com/channel/UC9n3llcxTpbc_lT5OHkYg6w QUIERES VER DEJA EL CHOU? CLICK AQUI: https://urlgeni.us/youtube/playlist/playlistdejaelchou PRUEBA SOLID8! Quieres dormir mejor, estás cansad@ de roncar? O que te ronquen al lado? entra aqui para más: www.solid8sleep.com 20% con tu prim era compra, código: DEJAELCHOU SÍGUEME: INSTAGRAM: https://www.instagram.com/danydigiacomo/?hl=en FACEBOOK: https://www.facebook.com/danydigiacomofanpage TIKTOK: https://www.tiktok.com/@danydigiacomo DISCORD: https://discord.gg/tEhFmFy GRUPO DE FACEBOOK: https://www.facebook.com/groups/danydigiacomo QUÉ USO EN MIS VIDEOS: Cámara: https://urlgeni.us/amzn/micamara_dg Luz: https://urlgeni.us/amzn/miluz_dg Trípode: https://urlgeni.us/amzn/mitripode_dg Micrófono: https://urlgeni.us/amzn/microfono_dg MI TEAM: LA MEJOR ESCUELA DE IA: https://www.instagram.com/wplash/ ESTUDIO: https://www.instagram.com/gradvity/ PR: https://www.instagram.com/aletremola/ MI WEB (HECHA POR @WEPLASH): https://www.danydigiacomo.com/ CONTÁCTAME: contact@danydigiacomo.com MI MERCH: https://shopdanydigiacomo.com/ #dejaelchou #juandemontreal #yllegamostarde
Un episodio incómodo pero necesario. Hablamos de por qué no puedes construir una vida que amas desde el rechazo. La misma acción, con una intención distinta, puede crear un resultado completamente diferente
Lives Amorosidade
Lives Amorosidade
EasyJet ha democratizado los viajes aéreos en Europa, permitiendo a millones volar barato donde antes no podían. Su modelo de bajo coste, flota homogénea y crecimiento constante la han convertido en un referente del low cost europeo. Pero sus políticas comerciales y de servicio generan debates entre comodidad, tarifa y transparencia. Hoy nos metemos en este podcast en profundidad con un tema complejo como todos los que tienen que ver con las aerolíneas de bajo coste. Gracias por estar aquí —¡ya superamos los 1,200 episodios y el millón de escuchas! Es pura magia gracias a ti, y me encanta compartirla✈️ Recuerda, en mi web www.cesarsar.com propongo algunos viajes conmigo a diferentes lugares del mundo. Vámonos! Por qué este podcast es mío, pero también es tuyo, he creado una sección en mi web de descuentos donde he negociado con diversas empresas interesantes, beneficios para todos. Tanto en seguros de Viaje como en tarjetas eSIM y otros. Descuentos - César Sar | El Turistahttps://cesarsar.com/descuentos/⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️ Aún no monetizo automáticamente para no interrumpir nuestra charla, pero te pido una mano: dame 5 estrellas y una reseña rápida —¡30 segundos que me impulsan mucho!
Let's explore three new regular Spanish verbs: Salvar, Odiar, and Lamentar. We'll get lots of practice using these verbs in a variety of real sentence contexts. Practice all of today's Spanish for free at LCSPodcast.com/217
Olga Nelly García. Programas de radio. (Podcast) - www.poderato.com/olganellygarcia
También al revés. Si nos enfocamos en alimentar el odio, terminamos convirtiendo nuestra Vida en un campo donde solamente crece el odio. Amar nos forja. Odiar nos deteriora y destruye.
Meditación del Evangelio según San Lucas 21, 12-19 por el biblista P. Norberto Padilla, misionero claretiano.Miércoles 26/nov/2025, Todos os odiarán por causa mía, pero ni un cabello de su cabeza perecerá.Canción: No tengas miedo (2020), de Ester Hernández----------Lectura del santo evangelio según san Lucas 21, 12-19En aquel tiempo dijo Jesús a sus discípulos: “Les echarán mano, les perseguirán, y les entregarán a los tribunales y a la cárcel, y les harán comparecer ante reyes y gobernadores por causa de mi nombre: así tendrán ocasión de dar testimonio. Hagan propósito de no preparar su defensa, porque yo les daré palabras y sabiduría a las que no podrá hacer frente ni contradecir ninguno de sus adversarios. Y hasta sus padres, y parientes, y hermanos, y amigos les traicionarán, y matarán a algunos de ustedes, y todos les odiarán por causa de mi nombre. Pero ni uno solo de sus cabellos perecerá; por su perseverancia salvarán sus almas”.Palabra del Señor... Gloria a ti, Señor Jesús#SoyClaretiano #Evangelio #MisionerosClaretianos #CMFAntillasIntro: Lámpara Es Tu Palabra, de Ain Karem
Los Cuentos de la Casa de la Bruja es un podcast semanal de audio-relatos de misterio, ciencia ficción y terror. Cada viernes, a las 10 de la noche, traemos un nuevo programa. Alternamos entre episodios gratuitos para todos nuestros oyentes y episodios exclusivos para nuestros fans. ¡Si te gusta nuestro contenido suscríbete! Y si te encanta considera hacerte fan desde el botón azul APOYAR y accede a todo el contenido exclusivo. Tu aporte es de mucha ayuda para el mantenimiento de este podcast. ¡Gracias por ello! Mi nombre es Juan Carlos. Dirijo este podcast y también soy locutor y narrador de audiolibros, con estudio propio. Si crees que mi voz encajaría con tu proyecto o negocio contacta conmigo y hablamos. :) Contacto profesional: info@locucioneshablandoclaro.com www.locucioneshablandoclaro.com También estoy en X y en Bluesky: @VengadorT Y en Instagram: juancarlos_locutor Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
¿Se puede dejar de amar sin odiar? La psicóloga María Jesús Álava Reyes revela cómo lograr una separación verdaderamente sana
Obligada a un matrimonio infantil y víctima de la violencia, la única vía de escape de una joven es hacer un pacto con una criatura que se hace llamar "Tuyo". Este ser le pide su odio a cambio de justicia y protección.¿Tienes una historia de terror que quieras compartir? Escríbeme a dantempoplus@gmail.com o envíame un mensaje a mi Instagram @dantempoplus. ¡No olvides seguir el canal de Spotify para más relatos escalofriantes! Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Tener trabajo ya es una bendición, pero hay gente que la pasa tan mal que termina odiando su chamba, a su jefe, a sus compañeros de trabajo y hasta su propia existencia. Mantente al día con los últimos de 'El Bueno, la Mala y el Feo'. ¡Suscríbete para no perderte ningún episodio!Ayúdanos a crecer dejándonos un review ¡Tu opinión es muy importante para nosotros!¿Conoces a alguien que amaría este episodio? ¡Compárteselo por WhatsApp, por texto, por Facebook, y ayúdanos a correr la voz!Escúchanos en Uforia App, Apple Podcasts, Spotify, y el canal de YouTube de Uforia Podcasts, o donde sea que escuchas tus podcasts.'El Bueno, la Mala y el Feo' es un podcast de Uforia Podcasts, la plataforma de audio de TelevisaUnivision.
Juliana Villegas Restrepo ha sido vicepresidente de exportaciones de Procolombia. Capítulos:00:00 intro1:29 — Cómo Colombia puede exportar más9:38 — El prototipo de empresario que quiere exportar12:55 — ¿Qué es cerrar las brechas?20:02 — La metodología de los mercados29:29 — Los productos colombianos que se consumen afuera34:33 — Comprar y vender en China48:06 — La experiencia en ProColombia51:01 — Servicios exportables56:29 — ¿Odiar a los aranceles?1:02:14 — Los meses en los que estuve secuestrada por las FARC2:03:54 — Los efectos del secuestro2:15:31 — Qué pensar sobre los secuestradores2:22:36 — Hacer la diferencia en el conflicto2:26:13 — Un país en el que se quieran quedar
¿Qué te pareció este episodio?El asesinato de Kirk y la amenaza a Gorriti son parte de un sistema que debe parar.Lee el artículo aquí: https://jugo.pe/violencia-politica-polarizacion-jugoAl suscribirte a Jugo recibes nuestro contenido diariamente. Tienes la oportunidad de ser juguero por un día. Pero, sobre todo, patrocinas que nuestro contenido llegue gratuitamente a personas que lo necesitan. Contamos con tu apoyo para no desenchufar la licuadora. Suscríbete aquí. Haz clic aquí para seguirnos en Twitter Haz clic aquí para seguirnos en Facebook Haz clic aquí para seguirnos en Instagram
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Documentar no tiene que ser una tortura. En este episodio exploramos estrategias prácticas para crear documentación útil, ligera y siempre actualizada: desde cómo escribir código que se explica solo, hasta usar herramientas que automatizan lo aburrido y registrar decisiones técnicas que evitan dolores de cabeza en el futuro.
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Alberto Gonçalves comenta o comunicado do Teatro D.Maria II sobre o conflito de Gaza.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Es cada vez más común como los hombres de hoy posponen la madurez y lo hacen porque no sufren una sanción o consecuencia inmediata... sin ser conscientes de ellos están destruyendo sus vidas. Inspirado en las ideas de Jordan Peterson.
Frank Perozo es actor, productor y director, hablamos sobre temas que le apasionan como la filosofía, psicología, sobre su constante interés en promover la salud mental, lo mucho que ama la actuación y lo poco que disfruta el reconocimiento. Frank esta promoviendo la película de acción A tiro limpio, en cines el 7 de agosto y la reposición de la obre de teatro La Verdad. REDES:Patreon: https://www.patreon.com/jorgechaljub YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCvmw5p_mFlEC5XKEIqL1-TQInstagram: https://www.instagram.com/jorgechaljub/ Twitter: https://twitter.com/jorgechaljubREDES Frank:Instagram: https://www.instagram.com/frankperozo/ ALIADOS DEL PODCASTBrands Avenuehttps://www.instagram.com/brandsavenuerd/https://brandsavenuerd.com/ Música: Good for Nothing Safety de Twin Musicom
Segunda temporada veraniega de nuestras "Necrovistas", la charla con personalidades conocidas para pactar con ellos y ellas qué obituario o necrológica quieren que se se publique cuando (dentro de muchos años) ya no estén. Esta mañana, recién aterrizado de Wimbledon, donde ha sido narrador del torneo para Movistar Plus y la Cadena SER, pactamos la necrológica del ganador del Torneo de maestros en 1998 o la Copa Davis con España en el año 2000, Alex Corretja.
A impressão que dá é que o remake de ‘Vale Tudo' que está indo ao ar é um fracasso retumbante. Mas é só impressão mesmo: a novela das 9 bate recordes de público e de arrecadação em publicidade. Para conversar sobre o lugar da novela em nossas vidas de espectadores, recebemos Thiago Guimarães em um papo sobre passado e futuro do audiovisual brasileiro.==========CRÉDITOS:- PARTICIPANTES: Pedro Philippe, Vamille Furtado e Thiago Guimarães- EDIÇÃO: Roberto Rudiney- PRODUÇÃO: Pedro Philippe- TRILHA ORIGINAL: Victor Oliveira==========APOIE O BUDEJO:Para nos ajudar a continuar produzindo conteúdos como estes, considere nos apoiar financeiramente pela ORELO, para ter acesso a recompensas exclusivas: https://orelo.cc/budejo/apoios. Você também pode nos enviar qualquer valor, junto com uma mensagem, para o PIX budejopodcast@gmail.com.
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1====================================================DEVOCIÓN MATUTINA PARA ADULTOS 2025“CON JESÚS HOY”Narrado por: Exyomara AvilaDesde: Bogotá, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church ===================|| www.drministries.org ||===================25 de Junio¿Amar al enemigo?los que os «Oísteis que fue dicho: Amarás a tu prójimo y odiarás a tu enemigo". Pero yo os digo: Amad a vuestros enemigos, bendecid a los que os maldicen, haced bien a los que os odian y orad por los que os ultrajan y os persiguen, para que seáis hijos de vuestro Padre, que está en los cielos, que hace salir su sol sobre malos y buenos y llover sobre justos e injustos» (Mat. 5: 43-45).Odiarás a tu enemigo» es la consigna que ha llevado a todas las guerras de la historia. Blas Pascal se preguntaba: «¿Puede haber algo más absurdo que la pretensión de que un hombre tenga derecho a matarme porque habita al otro lado del agua y su príncipe tiene una querella con el mío, aunque yo no la tenga con él?». Pues esa es la lógica absurda de la guerra.Sin embargo, la lógica habitual de la humanidad es otra. Siguiendo el viejo adagio romano: » Si quieres la paz, prepara la guerra» (Si vis pacem para bellum), la humanidad intenta convencerse de è intimidar al enemigo de manera preventiva es actuar en legítima defensa. Esta famosa frase aparece por primera vez en el prefacio al libro III de la obra Epitoma rei militaris, de Flavio Vegecio Renato, famoso teórico militar romano, escrita en torno al año 390.Desde entonces ha sido esgrimida sin cesar, a lo largo de la historia, para justificar la letal idea de la «guerra preventiva», que no es otra cosa que la justificación de la ley del más fuerte. Se invoca tanto para imponer el equilibrio por el temor en las guerras frías como para justificar que los países fuertes declaren las guerras que les convengan cuando desean aplastar a otros más débiles.Aunque esta táctica parece funcionar en una lógica belicista, la historia ha demostrado hasta la saciedad que las guerras no generan paces sino treguas, cargadas de odio, que no sirven más que para incubar nuevos conflictos. No se puede construir el bien haciendo el mal. No se puede llegar a un buen fin con medios condenables. Y esto es verdad tanto para las naciones como para los individuos. Por eso Jesús nos propone una vía diametralmente diferente: «Amad a vuestros enemigos [...], haced bien a quienes os odian».Como afirmaba también Benjamín Franklin, «jamás hubo una guerra buena». Ni a nivel político ni a nivel personal. Gandhi decía que «no hay camino para la paz: la paz es el camino». Jesús lo dirá muchas veces y de diversas formas: la mejor manera de vencer el odio es ejercer el amor.Señor, ayúdame hoy a amar incluso a quienes menos quiero.
Olga Nelly García. Programas de radio. (Podcast) - www.poderato.com/olganellygarcia
También al revés. Si nos enfocamos en alimentar el odio, terminamos convirtiendo nuestra Vida en un campo donde solamente crece el odio. Amar nos forja. Odiar nos deteriora y destruye.
Homilía del P.Santiago Martín FM, fundador de los Franciscanos de María desde la Parroquia María Virgen Madre, de Madrid, o desde otras iglesias. Los videos de las homilias y de la misa diaria se encuentran en www.magnificat.tv Cuenta Oficial de los Franciscanos de María - Misioneros del Agradecimiento. Canales de comunicación: - Sitio web: www.magnificat.tv - Facebook: bit.ly/FacebookMagnificatTV y bit.ly/FacebookFranciscanosMaria - YouTube: bit.ly/YouTubeMagnificatTV - Twitter: twitter.com/MagnificatTV - Telegram: t.me/FranciscanosDeMaria_esp - Instagram: bit.ly/InstagramMagnificatTV - Podcast en Ivoox: bit.ly/AudiosMagnificatTV - Apple Podcast: bit.ly/AppleMagnificatTV - Google Podcast: bit.ly/GooglePodcastMagnificatTV - Spotify: bit.ly/SpotifyMagnificatTV - Amazon Music: bit.ly/AmazonMusicMagnificatTV
Santiago González comenta los motivos para odiar al PSOE y recuerda cuando Sánchez iba a acabar con los aforamientos.
Mateo 6:14-15
¡¡NUEVO PODCAST!! - Sandra Corcuera… “La diferencia entre amar y odiar tu vida: ¿por qué seguimos eligiendo lo que nos apaga?”-Irais Maya.. “Día de ir en bicicleta al trabajo” -Abuelo Gerardo Zipaktli… “Danza por la Paz Mundial” -Antonieta Sea… Esclerosis Múltiple (viernes 30 de mayo “Día Mundial de la Esclerosis Múltiple”)
Speaking Spanish for Beginners | Learn Spanish with Latin ELE
Odiar a un miembro de la familia —o incluso al sistema familiar completo— es un sentimiento más común de lo que se admite, aunque esté rodeado de culpa y tabú. Este odio suele ser el resultado de heridas emocionales profundas: abuso, abandono, negligencia, favoritismo o traiciones que marcan la psique desde la infancia.En muchos casos, el odio no nace del desprecio gratuito, sino del dolor no sanado, del conflicto entre el amor que “deberíamos” sentir y el daño que hemos recibido. Es una ambivalencia intensa: amar lo que necesitamos pero odiar lo que nos hiere.Desde la psicología, este fenómeno se explica como una respuesta de defensa emocional: odiar puede ser más seguro que seguir esperando amor donde ya hubo daño. Pero si no se trabaja, el odio a la familia puede extenderse a otros vínculos, afectar nuestra identidad y perpetuar ciclos de sufrimiento.Sanar no siempre implica reconciliar, pero sí liberarse del rencor interno. El perdón auténtico a veces significa poner distancia y límites claros. Y sobre todo, comprender que el amor sano no anula el derecho a protegerse del daño, incluso si viene de alguien con tu misma sangre.Conferencias/Conserjería Virtual DisponibleCitas/ Invitaciones (787) 967-3597.Dr. Peter Burgos Vega Psy.D, MFT, LPPBilingual Family & Couple TherapyLicensed Psychoterapist, Marriage & Family Therapy: Crisis de Comunicación, Infidelidad, Crisis de Divorcio, Divorcio Emocional.Visite "Almas en Espejo": almasenespejo.comPágina de Facebook: drpeterburgosvegaPagina Web: https://peterburgos.wixsite.com/websiteCanal de YouTube: https://www.youtube.com/c/PeterBurgosVegaChannelEmail: peterburgos@yahoo.com
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Libérate de la necesidad de seguir dando sentido a tu vida con base en el dolor que te causaron. Ahora sé quien superó ese dolor!
Ander Iturralde da la bienvenida a Bruno Alemany para analizar toda la acción del fin de semana en la Premier League... Comenzando por el Newcastle pintándole la cara descaradamente al Manchester United; el Liverpool teniendo un día de tranquilidad, susto y victoria; el Arsenal reservando casi todo para que el Brentford le empate en lo que mantiene su mirada sobre Madrid; el Manchester City parecía condenado a cortarse con los cristales del palacio otra vez pero terminó haciéndolo añicos con una remontada de cinco goles; mientras que muchos menos fueron los que vimos en Nottingham, pero uno, el suficiente, con el que ver al Everton alzarse con una épica victoria sobre la bocina sobre el Forest; para el Southampton ya ha sonado la bocina y su entrenador ya se ha ido y Aaron Ramsdale paró dos penaltis y el Aston Villa les ganó por tres goles; el Leicester llevaba eones sin marcar y contra el Brighton vimos un inverosímil empate a dos; como también lo vimos entre el Chelsea y el Ipswich; pero menos comprensible fue cómo el Wolverhampton sumó su cuarta victoria seguida tras desmantelar al Tottenham en un nuevo episodio del drama australiano; lo mejor de Championship y mucho más.Apoya a que Alineación Indebida pueda prosperar, accede a todo nuestro contenido premium y a nuestro server de Discord suscribiéndote por tan sólo 1.00$/1.00€ en: https://www.patreon.com/alineacionindebidaAdemás... Ahora, al suscribirte en nuestra página de Patreon, puedes escuchar todo nuestro contenido de Alineación Indebida Premium a través del siguiente link de Spotify. Sólo tienes que vincular la cuenta que abras en Patreon y, a partir de ahí, tendrás desbloqueado todo el contenido premium que producimos: https://open.spotify.com/show/6WeulpfbWFjVtLlpovTmPv¡Volvemos el Jueves!Escucha Play Fútbol: https://open.spotify.com/show/644mIe0LkZRgZwAnD2Ee7HSigue a Ander: https://x.com/andershoffman / https://bsky.app/profile/anderiturralde.bsky.socialSigue a Bruno: https://x.com/brunoalemany / https://bsky.app/profile/brunoalemany.bsky.socialSigue al programa en Twitter: https://twitter.com/PodcastIndebidoSigue al programa en Instagram: instagram.com/podcastindebidoContacto: anderpodcast@gmail.com // alineacionindebidapodcast@gmail.com Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Esta semana temos na estante “Do Prazer de Odiar e Outros Ensaios”, de William Hazlitt, que escreveu há 200 anos que “só o ódio é imortal”; dois livros com a homossexualidade como denominador comum: “A Homossexualidade no Tempo de Salazar”, de António João, e “Estar Além - A Persona Queer de António Variações”, de António Fernando Cascais; um romance - “2084 - O Fim do Mundo” - de um escritor argelino - Boualrm Sansal - condenado a cinco anos de prisão por, alegadamente, “pôr em causa a união nacional”; e a memória autobiográfica de um cientista que foi considerado, no seu tempo, “o homem mais inteligente do mundo”: o físico Ricardo Feynman, autor do livro “Nem Sempre a Brincar, Sr. Feynman”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Permitir que el pecador triunfe es una forma de odiarlo. Por ello, es licito suplicar al Señor por el fracaso de los malos, ya que puede ser una oportunidad para su conversión.
Let's explore three new regular Spanish verbs: Salvar, Odiar, and Lamentar. We'll get lots of practice using these verbs in a variety of real sentence contexts. Practice all of today's Spanish for free at LCSPodcast.com/217.
En esta ocasión hablamos con la gente de Los Ángeles sobre lo peor que han hecho por dinero. Además conversamos sobre ser hipocondríaco, los gustos de millonario y Leo trabajando en un supermercado. Ya puedes regalar Patreon para hacer a alguien más feliz: https://www.patreon.com/escueladenada/gift Si quieres ver más contenido de Escuela de Nada, suscríbete a Patreon donde por $6 al mes tendrás acceso a un episodio exclusivo cada viernes y contenido extra los martes). También podrás elegir el tópico principal de un episodio al mes en nuestro Tema de Oro y además tendrás acceso a los primeros 100 episodios del podcast. https://www.patreon.com/escueladenada Escúchanos en Spotify https://open.spotify.com/show/4xOM98A8Es30eGevw6tYwe?si=QwORHX8BTMyzKxJOa9_oZQ&dl_branch=1 Y por último, síguenos en nuestras redes sociales: ESCUELA DE NADA Instagram: https://www.instagram.com/escueladenada/ Twitter: https://twitter.com/escueladenada Tik Tok: https://www.tiktok.com/@escueladenada Facebook: https://www.facebook.com/escueladenada Discord: https://discord.com/invite/S8bYM6A 0:00 Intro 1:51 Las nacionalidades del show 3:16 Anécdota de Chris 5:00 Cambio de horario y Leo enfermo 7:25 Resistencia a ir al médico 9:41 ¿Leo es hipocondríaco? 15:07 Emergencias en el avión 19:17 No hay lugar seguro en el mundo 22:18 Los sismos en México 25:55 La eutanasia de la ardilla 28:37 La teoría de los interiores 34:14 Odiar tu trabajo y la gen Z 37:54 Lo peor que has hecho por dinero 38:51 Leo trabajando en un supermercado 42:40 Chris fue obrero 48:03 Gustos de millonario 50:15 ¿La gen Z se queja por todo? 55:48 La amante del papá 1:00:13 Ser mitad china 1:02:59 El trabajo más raro 1:08:59 Le preguntamos a un gringo 1:11:30 Trabajar limpiando muertos 1:19:29 Trabajo del que te arrepientes 1:26:21 Despedida Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
En esta ocasión hablamos sobre el regreso de Oasis, ¿por qué se odian los hermanos Gallagher? y los conciertos en Caracas. Además conversamos sobre las actitudes de rockstar y el rechazo de Chappell Roan a sus fans. Si quieres ver más contenido de Escuela de Nada, suscríbete a Patreon donde por $6 al mes tendrás acceso a un episodio exclusivo cada viernes y contenido extra los martes). También podrás elegir el tópico principal de un episodio al mes en nuestro Tema de Oro y además tendrás acceso a los primeros 100 episodios del podcast. https://www.patreon.com/escueladenada Escúchanos en Spotify https://open.spotify.com/show/4xOM98A8Es30eGevw6tYwe?si=QwORHX8BTMyzKxJOa9_oZQ&dl_branch=1 Y por último, síguenos en nuestras redes sociales: ESCUELA DE NADA Instagram: https://www.instagram.com/escueladenada/ Twitter: https://twitter.com/escueladenada Tik Tok: https://www.tiktok.com/@escueladenada Facebook: https://www.facebook.com/escueladenada Discord: https://discord.com/invite/S8bYM6A 0:00 Intro 3:30 Daniel probando cosas 4:02 El regreso de Oasis 8:10 Precedentes históricos 11:23 Los hermanos Gallagher 13:38 ¿Por qué se odian? 17:48 Mala suerte en Caracas 19:48 Artistas en México 21:20 Venezuela para las bandas anglosajonas 27:52 Britney Spears en la Simón Bolívar 29:12 El efecto Oasis y otras leyendas 32:22 Las generaciones y la música 34:29 Los conciertos en México 35:34 Millennials vs. Gen Z 36:50 ¿Chappell Roan odia a sus fans? 40:15 Diferencia entre límites y odio 41:39 Fanaticada tóxica 43:35 Opiniones funables de Gallagher 47:18 Odiar a tu hermano 49:15 Actitudes de rockstar Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices