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No Conecta Mente de hoje, recebemos Isaac Aicon, sócio-fundador da Aicon Ações Cinematográficas e membro da Academia Brasileira de Cinema, para uma conversa sobre as transformações do audiovisual brasileiro e as oportunidades criadas pela era dos streamings.Discutimos sobre como plataformas como Netflix, Prime Video e Globoplay mudaram a forma de consumir, produzir e monetizar conteúdo no país, além da profissionalização do setor e da crescente demanda por produções nacionais.Instagram: @multiprosaTikTok: @multiprosaE-mail: conectamente@cdlbh.com.br
Você também sente que o trabalho “de verdade” começa quando as calls acabam?No episódio 179 do Mulheres de Produto, vamos falar sobre um dos temas mais presentes — e menos discutidos — da rotina em produto: reuniões.Porque no trabalho remoto e híbrido, as reuniões deixaram de ser só alinhamento. Elas viraram espaço de decisão, influência, visibilidade e posicionamento profissional.Neste episódio, conversamos sobre:Como transformar reuniões em alavancas para sua carreiraOs diferentes tipos de reunião — e como se preparar para cada umaComo demonstrar senioridade através da preparaçãoO impacto da clareza, contexto e presença nas callsE por que sair de uma reunião sem próximos passos claros custa caroSe você vive pulando de call em call e quer aprender a usar esse espaço de forma mais estratégica, esse episódio é para você.Ouça, compartilhe e nos fale como você encara suas reuniões diárias?Apresentação: Alyssandra Ruggiero e Suelen RamosEdição: Isabella Yoshimura
A maioria dos programas de AppSec está afogada em findings, dashboards, scanners, CVEs, SLAs e relatórios que ninguém aguenta mais ler. O problema não é falta de ferramenta. O problema é falta de contexto, correlação e inteligência para entender o que realmente importa. Neste episódio, eu apresento o M.A.R.I.A., o Management Application Risk Integrated Analysis, uma plataforma criada para atuar como uma camada de inteligência de risco em Segurança de Aplicações. O M.A.R.I.A. não nasceu para ser mais um scanner. Ele nasceu para responder perguntas que ferramentas tradicionais normalmente ignoram: qual aplicação está realmente em risco? Qual vulnerabilidade merece atenção agora? Qual time precisa de ajuda? Qual mudança aumentou o risco do ambiente? A proposta é simples e ambiciosa: conectar dados de SAST, DAST, SCA, IaC, Secret Scan, pipelines, repositórios, contexto de negócio e exposição real para transformar ruído em decisão. Porque no fim do dia, AppSec não deveria ser uma fábrica de tickets. Deveria ser um sistema de priorização inteligente para proteger o que importa. Neste episódio, falo sobre:Por que scanners sozinhos não resolvem AppSecO problema real por trás do excesso de vulnerabilidadesA diferença entre dashboard, ASPM e inteligência de riscoComo o M.A.R.I.A. pretende correlacionar contexto técnico e contexto de negócioOnde entram risco, exposição, criticidade, SLA, dívida de segurança e Security ChampionsPor que AppSec precisa sair do modo “lista de problemas” e entrar no modo “tomada de decisão”Um episódio para quem está cansado de medir segurança por quantidade de findings e quer começar a discutir risco de verdade.Become a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/devsecops-podcast--4179006/support.Apoio: Nova8, Snyk, Conviso, Gold Security, Digitalwolk e PurpleBird Security.
Continuamos com o Dr. Pedro Angrisani, Fisioterapeuta da Clínica MOVE, para falar sobre as possibilidades do treino em academia durante um processo de reabilitação fisioterápica.Ele vai falar sobre os pontos fortes e os sensíveis da academia nesse processo. Não perca mais um episódio incrível desse podcast, que é uma realização da Clínica MOVE!Se gostar, por favor, inscreva-se, curta, compartilhe e comente!#antidor #academia #musculacao #fisioterapiaesportiva #drapatriciacamposferraz #nutripatriciacampos#clinica_move
Didi Braguinha e André Rumjanek convidam Rafael Amon e Fel Barros para discutir o impacto da inteligência artificial na criação de jogos, especialmente no universo de board games e RPGs. O episódio explora como a IA generativa está transformando processos criativos, desde ilustrações e design até escrita de regras e construção de narrativas, levantando questões sobre autoria, ética e transparência no uso dessas ferramentas.A conversa também mergulha nas diferenças entre o papel da arte e da narrativa em RPGs e jogos de tabuleiro, debatendo até que ponto a IA pode substituir ou ampliar o trabalho humano. Entre provocações e exemplos práticos, o grupo reflete sobre limites, possibilidades e o futuro da criação de jogos em um cenário cada vez mais automatizado.Para saber mais sobre este episódio e os jogos mencionados: Inteligência Artificial nos Jogos: Ferramenta ou Ameaça?Se você ainda não conhece ou faz parte, fale conosco no nosso Fabuloso Discord.E para as redes sociais: Fabuloso Podcast no InstagramFabuloso Podcast no YouTubeFabuloso Podcast no TikTokPara comprar camisa do Fabuloso (e outras):Deselegante
O que é foresight — e o que ele definitivamente não é.Neste episódio do CS Next, Wagner recebe Samanta Machado, especialista em futurismo com passagem por multinacionais como Johnson & Johnson e Mondelēz, para uma conversa direta sobre como empresas podem usar sinais e tendências para antecipar cenários — sem achismo, sem ficção científica.Você vai entender por que o momento ideal para investir no futuro é exatamente quando sua empresa está crescendo (e não na crise), como o foresight funciona como uma caixa de ferramentas estratégica, e por que o Brasil ainda tem poucos especialistas nessa área — o que representa uma grande oportunidade.Se você lidera uma empresa e quer continuar relevante nos próximos anos, esse episódio é pra você.
O método consiste na separação de partículas fecais por granulometria, utilizando um conjunto de três peneiras
Sua equipe não engaja…mas o problema pode não ser o que você pensa.É cultura?É ferramenta?Ou é erro de gestão?Neste episódio do Ponto de Vista, você vai entender:O que realmente destrói o engajamento nas empresasPor que investir em ferramenta pode não resolver nadaOnde está o erro da maioria dos líderesSe você sente que sua equipe poderia entregar mais, mas algo trava, esse episódio vai te dar clareza.
Referências do EpisódioPhantom in the vault: Obsidian abused to deliver PhantomPulse RAT108 Chrome Extensions Linked to Data Exfiltration and Session Theft via Shared C2 InfrastructureChina-nexus Threat Actor Targets Arabian Gulf Region With PlugXRoteiro e apresentação: Carlos CabralEdição de áudio: Paulo Arruzzo Narração de encerramento: Bianca Garcia
Debate da Super Manhã: As Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) ocupam um papel central no funcionamento do Legislativo brasileiro. Previstas na Constituição, são instrumentos de fiscalização com poderes semelhantes aos das autoridades judiciais. No entanto, o funcionamento dessas comissões frequentemente levanta questionamentos. No debate desta segunda-feira (13), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre a finalidade das CPIs, a judicialização e o uso político dessas comissões, além das possíveis causas para que muitas investigações não avancem. Participam o advogado municipalista, mestre em Direito e Compliance e especialista em Direito Eleitoral, Antônio Ribeiro Jr.; o cientista político e advogado, especialista em Direito Eleitoral, Felipe Ferreira Lima; e o jornalista Romoaldo de Souza, correspondente da Rádio Jornal em Brasília.
A inteligência artificial já se faz presente em salas de aula em todo o Brasil, do ensino básico às universidades. Instituições como USP, Unicamp e Unesp começam a criar protocolos para prevenir fraudes e garantir que o aprendizado seja efetivo. Como equilibrar inovação e ética? O que é permitido e o que não é? E qual o papel de professores e alunos nesse contexto? Para responder a essas questões, conversamos com Márcia Azevedo Soares, pesquisadora do Instituto de Estudos Avançados da USP, especialista em inteligência artificial aplicada à educação.
Referências do EpisódioCheckmarx Security UpdateKICS GitHub Action Compromised: TeamPCP Strikes Again in Supply Chain AttackCanisterWorm Gets Teeth: TeamPCP's Kubernetes Wiper Targets IranTeamPCP expands: Supply chain compromise spreads from Trivy to Checkmarx GitHub ActionsPro-Iranian Nasir Security is Targeting The Energy Sector in the Middle EastNetScaler ADC and NetScaler Gateway Security Bulletin for CVE-2026-3055 and CVE-2026-4368Rapid Reaction – Citrix NetScaler ADC and NetScaler Gateway Memory Overread Vulnerability (CVE-2026-3055)Bucklog's Machine: Inside a Kubernetes Scanning FleetM-Trends 2026: Data, Insights, and Strategies From the FrontlinesRoteiro e apresentação: Carlos CabralEdição de áudio: Paulo Arruzzo Narração de encerramento: Bianca Garcia
Com a pesagem, o produtor consegue acompanhar uma série de indicadores para ter eficiência na atividade. Assim, o uso da balança na pecuária é uma ferramenta necessária para o manejo do rebanho. É a pecuária com dados, não só observação, como explica o pesquisador Cassiano Eduardo Pinto, da Estação Experimental de Lages. E existem linhas de financiamento para aquisição de balança.Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maurício FrighettoApoio técnico e edição: Eduardo Mayer
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cumulativa de Bujari, realizou nesta segunda-feira, 16, na sede da unidade ministerial, uma reunião para apresentação de uma ferramenta desenvolvida pelo Núcleo de Apoio Técnico (NAT) voltada à organização de informações detalhadas sobre as escolas públicas do estado.
No CRM Zummit 2025, em Florianópolis, Denis Tassitano (vice-presidente da SAP Concur) defendeu que networking não é apenas uma habilidade social, mas uma ferramenta estratégica de liderança. Em sua palestra, ele mostra como relacionamentos internos e externos podem acelerar vendas complexas, destravar decisões e fortalecer times de alta performance. A principal mensagem: líderes não fazem negócios sozinhos, eles constroem redes que tornam os negócios possíveis.
Chegou o Leta Build! O lugar feito para o bitcoinheiro comum ter acesso a diversas ferramentas que vão facilitar o seu dia a dia de maneira totalmente gratuita! Acessem o www.letabuild.com e usem a vontade todas as ferramentas de lá. https://letabuild.com/ Tutorial de Auto Custódia? Tem!Termometro para saber se é um bom momento para comprar mais bitcoin? Tem também!Como gerar sua seed offline? Também!Siga o Explica Bitcoin nas redes sociais:X: @BitcoinExplica https://x.com/BitcoinExplica Instagram: @caioleta_ ; @ExplicaBitcoin
O Fitopatologista Ricardo Balardin fala sobre a ferramenta DigiFarmz, que combina Big Data, Inteligência Artificial e o ambiente de cada Fazenda, para ajudar na escolha das estratégias para o controle de doenças. E fala sobre o Mato Grosso que encontrou, depois de vários anos sem vir aqui.
"Democracia é o governo do povo, pelo povo e para o povo." Essa frase de Abraham Lincoln abre o nosso debate de hoje, mas com uma provocação moderna: onde entra um candidato que não é, de fato, uma pessoa?No episódio de hoje do Drops de IA, eu e o Thiago Vespa comentamos a notícia da Gaetana, uma inteligência artificial que está concorrendo ao poder legislativo na Colômbia. Mais do que apenas um personagem, o projeto utiliza uma plataforma comunitária e blockchain para registrar os votos da comunidade e garantir que a IA vote no congresso exatamente o que a maioria decidir.Neste vídeo, mergulhamos em questões profundas sobre o futuro da política e da tecnologia:- Segurança e Imutabilidade: Como o blockchain funciona como um "livro de caixa público" para garantir que as decisões não sejam burladas.- O Perigo dos Viéses: Se toda IA é treinada com dados que possuem viés, como garantir que uma lei elaborada por ela seja isenta?- Terceirização da Culpa: Se uma IA comete um erro ou vota contra a constituição, quem é o responsável? O robô, o partido ou quem criou o algoritmo?- IA como Ferramenta vs. Muleta: O risco de deixarmos nossa vida e sociedade serem guiadas por algoritmos sem o devido controle e intenção humana.Não podemos deixar a tecnologia ser um direcionador de pensamento, mas sim uma ferramenta para potencializar nossas capacidades.Notícia comentada: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/colombia-tem-candidata-gerada-por-inteligencia-artificial-em-eleicoes/?utm_source=the_news&utm_medium=newsletter&utm_campaign=night-161&_bhlid=67f231861fd66c570979b5ee0d299ac6e491ed98News do Papo https://papodeux.substack.comInstagram Papo de UX http://instagram.com/papodeux/LinkedIn Luan Mateus https://www.linkedin.com/in/luanmateus/LinkedIn Thiago Vespa https://www.linkedin.com/in/thiagovespa/Instagram Thiago Vespa https://instagram.com/thiagovespa
Daniel Mendes costuma dizer que aprender sobre inteligência artificial é, antes de tudo, aprender sobre inteligência humana. Certo de que conhecimento só ganha valor quando se transforma em prática viva, ele construiu uma trajetória que une tecnologia e desenvolvimento humano. Ao longo do caminho, percebeu que eficiência sem humanidade gera resultados vazios — e que inovação de verdade nasce quando inteligência técnica e consciência emocional caminham juntas. Houve uma virada importante em sua carreira. O foco deixou de ser apenas sistemas e métricas e passou a incluir propósito, comportamento e felicidade no trabalho. A pergunta deixou de ser somente “como produzir mais?” e passou a ser também “como trabalhar melhor — e com mais sentido?”. Desde então, ele se dedica a estudar e aplicar esses conceitos de forma concreta nas organizações. E há um detalhe que diz muito sobre quem ele é. Nas horas vagas, coloca o nariz vermelho, pega o violão e percorre corredores hospitalares como palhaço voluntário, levando música e leveza a quem precisa. Um lembrete simples de que, por trás de qualquer tecnologia, existe sempre um ser humano. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", o professor e palestrante especializado em Inteligência Artificial, Tecnologia e Liderança, mestre em Psicologia Organizacional e do Trabalho e sócio da Líder.Academy contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre o futuro do trabalho e foi categórico: “Toda ferramenta amplia quem a utiliza.” Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Governo aumenta imposto de importação: confira possível impacto na sua vida. Brasileiro desenvolve ferramenta para fiscalizar gastos de políticos e funcionários públicos. Novo app Android avisa se alguém usar óculos inteligentes da Meta perto de você. Google promete construir novo data center com baixo consumo de água e Hacker 'convence' Claude e recebe ajuda para invadir governo do México.
O Minuto TCE é um quadro da Rádio TCE com o noticiário diário do Tribunal.TCE implementa IA para estruturar e classificar decisões. O diretor de TI do TCE-GO, Licardino Siqueira, explica. Edição de som: Bia RezendeReportagem: Lu Zoccoli
Ciente de que “O poder da arte não é explicar mas abrir uma fenda no presente”, Ana Pérez-Quiroga realizou “De qué casa eres?” homenagem à mãe, uma das crianças espanholas exiladas na União SoviéticaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O Infosiga, plataforma de dados que reflete o trânsito em todo o estado, coordenada pelo Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) e que abrange as competências de diversos órgãos nos níveis federal, estadual e municipal, completa uma década . Além do marco histórico, a plataforma registrou um movimento de queda em óbitos ao longo de 2025, com redução de 1% nas mortes no trânsito na comparação com 2024
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) recebeu, nesta quinta-feira, 12, a visita do procurador da República Luidgi Merlo dos Santos, que conheceu uma iniciativa em desenvolvimento por servidores do Núcleo de Apoio Técnico (NAT), voltada à organização de informações detalhadas sobre as escolas públicas do estado.
Lives Amorosidade
Lives Amorosidade
A Biofund, Fundação para a Conservação da Biodiversidade de Moçambique, anunciou na semana passada a realização, no passado dia 29 de Janeiro, de um 'workshop' de validação da métrica para a preservação do Elefante Africano em Moçambique, uma espécie considerada "em perigo". Esta iniciativa liderada pelo programa COMBO+ que resulta de uma parceria entre a Wildlife Conservation Society (WCS), a Biofund e o Ministério moçambicano da Agricultura, Ambiente e Pescas, visa dotar as autoridades moçambicanas de uma ferramenta -a métrica- quantificando os prejuízos causados pela actividade humana no meio ambiente e compensar essa perda. Esta que é quinta métrica a ser desenvolvida no âmbito desse programa, a seguir às métricas implementadas para recifes de coral, florestas, mangais e ervas marinhas está a ser desenvolvida numa altura em que o país envida esforços para conciliar o desenvolvimento económico com a preservação da biodiversidade, neste caso, do elefante africano, uma "espécie prioritária para a conservação" considerada "em perigo" pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Segundo dados oficiais, o país tem cerca de dez mil elefantes que, para além dos caçadores furtivos, têm que enfrentar outros entraves à sua sobrevivência, como a extensão da actividade agrícola ou o impacto dos megaprojectos no país. Em entrevista concedida à RFI, Vanda Machava, gestora do Programa de Contrabalanços e Biodiversidade no seio da Biofund, explica-nos no que consiste a métrica aplicada à protecção da natureza, começando por evocar o contexto em que surge esta ferramenta. RFI: No que consiste a métrica e em que contexto ela surge? Vanda Machava: Moçambique é um país bastante rico no que concerne aos recursos naturais, à biodiversidade. Temos áreas de conservação, temos reservas. Cerca de 26% do território nacional faz parte da rede Nacional das Áreas de Conservação. Em Moçambique, é dentro deste património natural, que o elefante africano é uma das espécies prioritárias para conservação, tanto a nível nacional, até mesmo a nível internacional. Mas temos verificado nas últimas décadas que esta espécie emblemática tem sofrido uma grande pressão no que diz respeito a ameaças e temos verificado mais e mais que uma das ameaças mais frequentes tem sido a caça furtiva ou então a perda da vegetação devido à prática da agricultura por parte das comunidades locais e até mesmo alguns megaprojectos que mais e mais estão a ser evidentes aqui em Moçambique, como por exemplo a mineração, a construção de grandes infra-estruturas, assentamentos humanos. São projectos que nós chamamos de projectos de desenvolvimento, contribuem para o desenvolvimento económico do país, mas vão acabar por comprometer a biodiversidade. RFI: Só para nós sabermos qual é o habitat natural do elefante em Moçambique? Em que zonas é que ele fica? Vanda Machava: As zonas onde o elefante africano ocorre são zonas protegidas, então fazem parte da rede nacional das Áreas de Conservação. Contudo, o elefante africano não fica fixo, não fica parado, movimenta-se, migra através dos corredores de migração. Então, por isso mesmo é que acaba criando um bocadinho de conflito com as comunidades locais, porque às vezes as comunidades podem decidir fazer agricultura nos corredores de migração, nos locais que os elefantes acabam percorrendo. Então aqui já existe este conflito. Por exemplo, nas áreas de conservação, bem perto, ao redor das áreas de conservação, as comunidades fazem agricultura e às vezes os elefantes passam por estes locais. E aí há choques. Então tem que sempre tentar-se identificar medidas para evitar que haja esses choques. Então, uma das formas que nós identificamos ao nível nacional foi o desenvolvimento de métricas. No que consistem estas métricas? Métrica é uma forma que foi identificada para poder se minimizar ou reduzir o impacto ou a pressão sobre a biodiversidade. Neste caso, podem ser plantas. As métricas podem ser aplicadas também à ecossistemas como mangais, recifes de corais, ervas marinhas e até mesmo também na fauna -neste caso- o elefante africano. O que acontece? Temos verificado mais e mais que vários projectos estão a ser implementados em Moçambique. E estes megaprojectos de mineração, por exemplo, ou então exploração de petróleo e gás e por aí fora, podem vir a afectar áreas ou ecossistemas onde ocorre o elefante africano. De forma a tentar minimizar este impacto sobre esta espécie, foram desenvolvidas métricas que vão ajudar a fazer o cálculo ou a compensação. 'O projeto X afectou negativamente na população de elefante', como é que nós podemos compensar esta perda? Então, a métrica vai permitir quantificar quantos animais, por exemplo, foram perdidos na área onde está a ser desenvolvido o projecto. E depois, vai poder quantificar quantos animais devem ser povoados numa outra área. Neste caso, chamamos de área de contrabalanço ou projecto de contrabalanço de diversidade, para estes animais poderem-se multiplicar. Então, esta métrica faz parte de um pacote a nível nacional que nós chamamos de contrabalanço de biodiversidade, que são medidas de compensação que foram identificadas para compensar as perdas ou os danos que os projectos de desenvolvimento causam na biodiversidade. Ao fim do dia, o que todos nós queremos é que haja desenvolvimento do nosso país, desenvolvimento económico, mas também tem que estar em harmonia ou em sincronia com a conservação da biodiversidade. Então, de forma resumida, a métrica vai ajudar a quantificar o que se perdeu. E depois do que se perdeu, quanto pode ser ganho na área, neste caso, de contrabalanço de biodiversidade. RFI: Desde quando é que este sistema está a ser implementado? Vanda Machava: Vamos talvez fazer um bocadinho de contextualização do programa. COMBO+ é um programa maior que começou a ser desenvolvido em 2016/2017 ao nível de diferentes países. Então, desde 2016/2017 e até agora está a ser implementado. COMBO+ significa conservação, mitigação de impactos e contrabalanço de diversidade. O objectivo deste programa internacional é exactamente garantir que haja esta harmonia, o balanço entre o desenvolvimento económico e a conservação da biodiversidade. Está a ser implementado em diferentes países, ao nível de África, em Moçambique, Madagáscar, Uganda e Guiné. Ao nível da Ásia está a ser implementado no Laos e no Myanmar. Envolve muitos treinamentos, envolve muitas trocas de experiências entre os países. Levamos Moçambique para Madagáscar, para podermos aprender e trocar experiências, trocar impressões. Isto envolve um conceito maior que nós chamamos de hierarquia de mitigação. São um conjunto de passos que devem ser implementados pelos megaprojectos de forma a reduzir ao máximo o impacto no meio ambiente. Então, voltando a falar de Moçambique em particular, as métricas começaram a ser desenvolvidas já desde 2020/2021, em Moçambique. Nós já desenvolvemos métricas para quantificar perdas e ganhos nos recifes de corais, no mangal, na floresta, nas ervas marinhas e agora estamos a desenvolver a quinta métrica que é a do elefante africano. Então, essas métricas vão ser implementadas pelos proponentes de projectos que vão causar impactos negativos ou sobre recifes de corais, ou então sobre ervas marinhas, ou então sobre o mangal, ou então sobre a população de elefante africano. RFI: Concretamente, depois de desenvolverem essa métrica, como é que isto vai ser implementado? Há de facto espaço em Moçambique para depois utilizar essas métricas? Vanda Machava: O que está por detrás do desenvolvimento deste conjunto de métricas ou ferramentas, está directamente relacionado com o impacto negativo sobre a biodiversidade, o impacto negativo que vai ser provocado pelos grandes projectos ou pelas grandes empresas que vão criar impactos residuais significativos no ambiente. Então, esta é uma medida que foi identificada para compensar essas perdas. Isto vai permitir que as empresas ou os grandes projectos vão continuar a ser implementados em Moçambique. Contudo, tem que se ter em conta que eles devem fazer alguma coisa pela natureza, alguma coisa pela conservação da biodiversidade. Aí é que entra a métrica para responder a isto. E isto não está a ser feito do nada, consta na legislação moçambicana. É um requisito legal. Tanto que foi publicado em 2022 um diploma ministerial de contrabalanço de biodiversidade, que obriga a empresas ou actividades que são classificadas pelo Ministério da Agricultura e Pescas como sendo da categoria A ou A+, que causam impactos negativos residuais, a implementar projectos de contrabalanços. RFI: Concretamente, empresas como a Total em Cabo Delgado ou empresas de exploração florestal, por exemplo, poderão também utilizar esse sistema de métrica? Vanda Machava: Sim, exactamente. Estas grandes empresas que chamamos de megaprojectos como a Total (hidrocarbonetos) ou a Kenmare (mineração), várias empresas chinesas, os sectores que nós estamos a prever é a mineração, construção de grandes infra-estruturas. Podemos talvez adicionar um ponto: Moçambique encontra-se a desenvolver o primeiro plano de gestão de contrabalanço de Biodiversidade e vai ser implementado pela empresa mineradora Kenmare que opera a nível de Nampula. Eles estão a contar com o apoio da Biofund e também da WCS (Wildlife Conservation society) nestes primeiros passos, porque é um plano de gestão de contrabalanço de diversidade que é pioneiro. RFI: Será que é suficiente simplesmente repor o que se perdeu? Estou a pensar, por exemplo, num caso concreto, em que se destroem florestas, depois as empresas fazem aquilo que se chama o "greenwashing". Vão plantar novamente árvores, não forçosamente aquelas que se perderam, e isto pode demorar anos até realmente ficar como estava dantes. Vanda Machava: Sim, leva muito tempo até a natureza, os ecossistemas voltarem a ter vida. E assim, de acordo com o nosso quadro legal é imperioso, é obrigatório que esta fase da compensação seja a última medida, o último passo. De acordo com o nosso quadro legal, os proponentes devem primeiro tentar evitar ao máximo a degradação na biodiversidade. Esse é o primeiro passo. Caso eles não consigam evitar, devem fazer de tudo para minimizar ou reduzir o impacto. Isso pode ser feito, por exemplo, através da alteração das metodologias, das suas actividades, dos seus projectos de Desenvolvimento é o terceiro passo é tentar fazer a restauração. Essa restauração dos 'habitats' acontece dentro da área do projecto, por exemplo, áreas em que eles já não se encontram a usar, podem começar a fazer a reabilitação para a natureza começar a responder. Mas caso se identifique, mesmo após a aplicação de cada um desses passos, a natureza não está a reagir, continuamos a ter impactos negativos, aí eles têm que fazer o contrabalanço e a última fase. E é uma fase que exige dinheiro. Será um projecto extremamente dispendioso. Porquê? Porque este projecto de contrabalanço, primeiro tem que ser realizado fora da área de impacto, fora da área do projecto, neste caso, dentro de uma área de conservação ou então dentro de uma área-chave para a biodiversidade, de forma a garantir que haja preservação. Estes projectos são projectos de longa duração. Não são projectos de dois nem três anos. Podem levar 20, 30, 50 anos, 60 anos. O ciclo de vida ou o tempo de vida destes projectos de contrabalanço vai depender do tempo em que os impactos negativos continuarem a surtir efeitos na área do projecto que foi impactada. RFI: Há interesse das empresas que estão a explorar diversas áreas em Moçambique, na exploração florestal, na exploração de minérios, na exploração de gás em Cabo Delgado, há esse interesse, de facto, de ter uma responsabilidade social e de efectivamente compensar as comunidades se tem um impacto negativo na biodiversidade? Vanda Machava: Neste caso, independentemente de existir interesse ou não existir, não tem nenhuma importância. O mais importante é o que consta na legislação. É obrigatório. Todas as empresas que forem a causar impactos residuais negativos no meio ambiente, é obrigatório eles compensarem. É de lei. E depois, como é de lei, está no diploma ministerial. Cada vez que uma determinada empresa for a causar impactos, cada vez que tiver que fazer a renovação da licença ambiental que decorre de cinco em cinco anos, se por acaso verificar-se que eles estão a causar danos ou perdas na biodiversidade, eles vão receber uma notificação do ministério para eles poderem fazer um plano de gestão do contrabalanço ou projectos de contrabalanço de biodiversidade. E eles devem provar que estão realmente a conseguir ter resultados, porque os resultados vão ter que ser medidos. E como se mede este resultado? Através da métrica. Por isso mesmo é que se fez um trabalho muito, mas muito robusto entre a Wildlife Conservation Society, a Biofund e o Governo de Moçambique, para podermos ter a legislação ou quadro legal publicado divulgado, os diferentes 'takeholders' que vão estar envolvidos na implementação dos projectos de contrabalanço estão devidamente treinados. Só para ter uma ideia, treinamos acima de mil e tal pessoas. Foram capacitadas acima de 250 instituições a nível nacional. Levamos técnicos do governo para outros países para eles poderem aprender com os outros como é que eles estão a implementar este conceito de hierarquia e de mitigação. Então houve muito trabalho. Nesta altura, nós estamos ansiosos para que os projectos de contrabalanço sejam desenvolvidos. Então, independentemente da empresa querer ou não, se estiverem a causar impactos, vão ter que compensar.
Conversas com as Entidades sobre temas diversos
Na terceira edição deste boletim você confere:- Governo de São Paulo assina contrato para construir o Túnel Santos-Guarujá; - Sessenta e seis crianças e adolescentes desapareceram por dia em 2025; - Ferramenta do Apple Watch que alerta pressão alta é liberada. O Boletim Rádio Gazeta Online é um conteúdo produzido diariamente com as principais notícias do Brasil e do mundo. Esta edição contou com a apresentação dos monitores Beatriz Martins e Thales dos Santos, do curso de Jornalismo.Escute agora!
DANIEL LOPEZ é jornalista, professor e pastor. Nesse episódio de “Ligando os Pontos”, ele vai bater um papo sobre as tecnologias usadas pelo anticristo. O Vilela acha que toda tecnologia é do mal, pois ele nunca conseguiu nem acertar a hora do microondas.
Neste terceiro episódio da série sobre “Produtividade Lenta em Vendas no Agro”, Cesar Franzon e Marco Lopes mergulham no tema pipeline de vendas como base da organização e previsibilidade comercial. O papo acontece em um cenário rural de Mato Grosso, trazendo exemplos práticos de aplicação dessa metodologia e como ela transforma a rotina dos vendedores. Marco e Cesar destacam que um pipeline bem estruturado não é ferramenta de controle, mas de autogestão e clareza. Eles compartilham cases reais — inclusive um que aumentou as vendas em 65% em seis meses — e mostram que o segredo está em alinhar CRM, cultura e ritmo sustentável de trabalho. A conversa também aborda a mudança de mentalidade necessária: líderes devem estimular autonomia, reconhecer talentos e conectar cada pessoa ao seu propósito. Com isso, as equipes ganham engajamento, previsibilidade e qualidade de vida — pilares da produtividade lenta. No fim, fica claro que vender bem é sobre ritmo, processo e propósito, e não sobre fazer mais. O sucesso vem quando a equipe participa da construção, aprende a se autogerir e entende o que realmente precisa ser feito para gerar resultados consistentes no longo prazo. REALIZAÇÃO GRV Agribusiness: https://www.instagram.com/grvagribusiness/Metrika Pecuária Inteligente: https://www.instagram.com/metrika_pecuaria/Produtividade Lenta: https://www.instagram.com/produtividade_lenta/ FICHA TÉCNICAApresentação: Paulo OzakiConvidados: Cesar Franzon e Marco LopesProdução: Agro ResenhaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Na estante desta semana, temos o relato autobiográfico “A Analfabeta”, da húngara Agota Kristof; um ensaio sobre a nossa necessidade de histórias: “Storytelling - Como as histórias nos tornam humanos”, de Jonathan Gottschall; uma introdução ao cristianismo para leitores japoneses em “Uma Vida de Jesus”, de Shusaku Endo; e ainda “Gambitos da Imaginação - O Xadrez como Ferramenta para Pensar”, de Diniz Cayolla Ribeiro. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Gestão financeira não precisa ser complicada. Quando entendida de forma prática, ela se torna a base para decisões mais seguras, planejamentos realistas e negócios que saudáveis e sustentáveis. Gestão financeira descomplicada é sobre enxergar os dados e a planilha como ferramenta de estratégia, não como dor de cabeça: afinal, o que sustenta um negócio de pé, não é só a qualidade do produto, é a viabilidade financeira.
No 'TV Elas Por Elas Formação' desta sexta-feira (31/10), acompanhe a reapresentação da roda de conversa com o tema: “Vozes coletivas: Comunicação popular como ferramenta feminista nas periferias.Participam:Geralda da Cunha - Mestre em EducaçãoDivina Jordão - Educadora e RadialistaSandra Sena - MediaçãoO programa 'TV Elas Por Elas' aborda os desafios enfrentados pelas mulheres no mundo contemporâneo, focando na preparação e formação das mulheres para a disputa política.
Eles Criaram uma Ferramenta de Gestão Financeira Que Rendeu R$ 4 Milhões | KiwicastO André Spadeto e a Louise Cugola são os criadores de uma ferramenta de gestão financeira que já impactou mais de 33 mil pessoas e gerou mais de R$ 4 milhões em faturamento em 2 anos.Neste episódio do Kiwicast, eles compartilham os bastidores da criação da ferramenta, os desafios de empreender no mercado digital e como transformar uma ideia em um negócio lucrativo com conteúdo, autoridade e consistência.-------------------O que você vai aprender:Primeiros desafios ao começar um negócio digitalO que é o produto digital delesEntendendo o perfil do público para adaptar o produtoComo fazer a gestão financeira de um negócioEstratégias para vender um produtoMelhores formatos de conteúdo para venderE muito mais!Aprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
Neste episódio do Canary Cast, Marcos Toledo, cofundador e General Partner do Canary, conversa com Allan Paladino, cofundador e CEO da Lastro, empresa fundada em 2021 que está reinventando as transações imobiliárias no Brasil com a Laís — sua “primeira funcionária digital” construída sobre o WhatsApp. A Laís já atende mais de 1.000 imobiliárias, engajando clientes 24/7, qualificando leads, marcando visitas, gerando conexões e respondendo dúvidas em tempo real. O resultado é um aumento de até 60% na conversão de leads em visitas, redução do tempo médio de resposta de 6 horas para 15 segundos e uma nova forma de corretores trabalharem com mais eficiência. No episódio, Allan compartilha sua trajetória do mercado financeiro ao empreendedorismo, o pivot estratégico que levou à criação da Laís e como a Lastro está transformando um dos setores mais fragmentados do país em um ecossistema mais inteligente, eficiente e humano.Convidado: Allan PaladinoAllan Paladino é cofundador e CEO da Lastro. Economista formado pela USP, iniciou sua carreira no Credit Suisse, foi CFO e sócio de uma operação de coworking e, em 2021, fundou a Lastro ao lado de José Thomaz. Hoje lidera a expansão da Laís, agente de AI que já conversa com centenas de milhares de brasileiros todos os meses.Host: Marcos ToledoMarcos Toledo é cofundador e General Partner do Canary, um dos principais fundos de venture capital no Brasil. Antes do Canary, Marcos construiu uma sólida carreira no mercado financeiro, iniciando no JP Morgan e depois cofundando a M Square Investimentos, gestora de ativos líder no país.Highlights do episódio:00:00 – 03:00 Boas-vindas e apresentação 03:01 – 08:30 Início da trajetória profissional do Allan08:31 – 13:50 Primeira experiência empreendedora e entrada no mercado imobiliário13:51 – 18:30 Formação da Lastro: encontro com o co-founder, José Thomaz e a tese inicial18:31 – 23:00 Primeiros sinais de PMF, desafios para atingir escala e decisão de pivot23:01 – 28:20 O impacto da chegada da AI generativa e a virada estratégica para criar a Laís28:21 – 33:00 A Laís como “primeira funcionária digital” das imobiliárias: proposta de valor e casos de uso33:01 – 37:00 O impacto da Laís em números 37:01 – 41:00 A diferença entre vender software e “sell work”: a Laís como funcionária que executa tarefas41:01 – 44:30 Implementação e confiança: como convencer imobiliárias a adotarem AI em suas operações44:31 – 48:00 Roadmap de futuro48:01 – 50:30 Aprendizados: erros, acertos e conselhos para empreendedores em busca de product-market fit50:31 – 52:00 Casos curiosos com a LaísGlossário de termos mencionados ao longo do episódio: Pivot — Mudança estratégica relevante no produto/modelo de negócioAI (Artificial Intelligence) — Inteligência artificial; aqui, tecnologia utilizada para automatizar conversas, tarefas e decisões.Generative AI — IA generativa; modelos que produzem texto/áudio/imagem, usados para dialogar e responder clientes.LLM (Large Language Model) — é um tipo de inteligência artificial (IA) projetado para compreender, gerar e interagir com a linguagem humana. Esses modelos são treinados com um volume massivo de textos e dados da internet, o que lhes permite aprender padrões, relações e contextos para executar diversas tarefas linguísticas.Agentic AI — Abordagem em que “agentes” de IA executam tarefas de ponta a ponta (ex.: qualificar lead, agendar visita).ChatGPT — Aplicativo popular baseado em LLM, citado como marco de adoção em massa de IA.OpenAI — Organização por trás de modelos como GPT; o “Playground” foi citado como ambiente de testes.Playground — Interface web que permite a desenvolvedores e usuários testar, experimentar e interagir diretamente com os modelos de linguagem da OpenAI, como o GPT, sem a necessidade de escrever código. Ele funciona como um "laboratório" onde é possível explorar as capacidades e os limites dos modelos, ajustando parâmetros e visualizando os resultados em tempo real.WhatsApp — Canal principal de comunicação/atendimento no Brasil; a Laís opera nele 24/7.Lead — Potencial cliente que demonstra interesse (ex.: pergunta por um imóvel).Lead Qualification — Qualificação do lead; filtrar/priorizar conforme intenção e perfil.Conversion Rate — Taxa de conversão (ex.: de lead para visita ao imóvel).Cold Lead — Lead “frio”, com baixa intenção ou pouca resposta; a IA ajuda a filtrar/evitar gasto de tempo.B2B (Business-to-Business) — Vendas entre empresas; no caso, Lastro → imobiliárias.Onboarding — Processo de implementação/integração inicial da solução no cliente.CRM (Customer Relationship Management) — Sistema de gestão do relacionamento com clientes; integrações recebem resumos das conversas da Laís.API (Application Programming Interface) — Interface para integrações entre sistemas (site, CRM, portais).Product–Market Fit (PMF) — Ajuste produto–mercado; momento em que o produto resolve uma dor crítica e “vende sozinho”.Founder–Market Fit — Aderência entre a experiência/interesse do fundador e o mercado/problema atacado.Selling Work — Em vez de “vender software”, vender a execução de trabalho (a Laís atua como “funcionária digital”).Vertical / Horizontal — Estratégias de foco. Vertical: resolver profundamente um setor (imobiliário). Horizontal: atender vários setores com a mesma solução.Dashboard — Painel com métricas/insights (ex.: bairros mais demandados, canais com melhor retorno).Roadmap — Cronograma de evolução do produtoScale / Scaling — Escalar; crescer com eficiência Pre-IPO / IPO — Financiamento pré-IPO e oferta pública inicial; citados no histórico do convidado.Slack — Ferramenta de comunicação interna; usada para alertas sobre conversas marcantes da Laís.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Entenda como funciona o seguro rural no Brasil, os desafios da subvenção governamental, os tipos de cobertura disponíveis e por que proteger a renda do produtor é tão urgente quanto proteger a lavoura.
Eles criaram uma ferramenta que ajuda na divulgação de ofertas no digitalSe você quer saber como escalar as vendas do seu negócio de forma prática e eficiente, os convidados de hoje podem te ajudar. Eles são irmãos e começaram a empreender juntos ao desenvolver uma ferramenta que ajuda afiliados a divulgar ofertas de forma rápida e inteligente. Em apenas dois anos de mercado, já faturaram R$ 3 milhões de reais e contam com 15 mil afiliados que utilizam a solução criada por eles. Agora, que tal descobrir um pouco dessa história e aprender com eles no Kiwicast?Eles são Ana Kelly e Jefferson Ribeiro e conversaram com a gente sobre:Os desafios de empreender em famíliaComeçando como afiliados na MagaluTransformando problema em solução: a criação do Divulgador InteligenteComo a ferramenta Divulgador Inteligente ajuda afiliadosO que fazer no pós-venda?Eles dão dicas para escalar um produto digitalO que diferencia um afiliado com bons resultadosE muito mais!Quer saber tudo o que a Ana Kelly e o Jefferson Ribeiro disseram pra gente?Dá o play no Kiwicast de hoje.E conta pra gente nos comentários o maior insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
Ferramenta auxilia médicos a receitarem plantas medicinais e fitoterápicos
A Lara Luiza saiu de uma realidade desafiadora, com uma dívida acumulada em R$120 mil, e hoje tornou-se especialista em vendas no X1 com mais de R$ 1,6 milhão de reais faturados.Em apenas 2 anos de mercado e mais de 6 mil alunas, ela vem ao Kiwicast contar a sua história e ensinar estratégias para escalar vendas através das redes sociais.------------------O que você vai aprender:- Como um bom CTA transforma sua comunicação- As estratégias para fazer anúncios com influenciadores- Como o botão de “turbinar” do Instagram pode ser uma boa estratégia nas suas vendas- Ferramenta para identificar métricas dos influenciadores- A importância das automações para escalar no digital- As estratégias de remarketing do funil 24h e 48h- Como estruturar um Instagram que gera autoridadeE muito mais!Aprenda com quem vive isso na prática. Dá o play e depois comenta: qual foi o maior insight que você tirou deste episódio?Nosso Instagram é @Kiwify
Ferramenta desenvolvida na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto organiza dados clínicos e genéticos de pacientes com síndromes raras
A Inteligência Artificial (IA) está chegando em todos os setores, e na importação da China não seria diferente. O Alibaba, maior site B2B do mundo, lançou recentemente o Accio IA, uma ferramenta que promete revolucionar as compras de produtos na China. Essa IA desenvolvida para a plataforma do Alibaba, com o objetivo de ajudar os importadores a encontrarem seus produtos utilizada funcionalidades como chatbot execução de tarefas, tudo em um único aplicativo. Neste episódio, Rodrigo Giraldelli faz um teste desta nova ferramenta, fazendo algumas pesquisas sobre o mundo da importação, comércio e produtos. Mesmo ela não estando 100% funcional ainda, a apresentação é animadora e o futuro promete. Ouça até o final e entenda como o Accio IA está funcionando. 3 FERRAMENTAS INDISPENSÁVEIS PARA VOCÊ CONHECER NO ALIBABA: https://www.youtube.com/watch?v=T4-pGlCxaGo Entre em contato e fale conosco para tirar seu projeto de importação do papel: https://chinagate.com.br/atendimento/ Caso queira ver o vídeo acesse: https://youtu.be/5tjj7j-TRUM
Nos últimos tempos, se você é dev, tech lead ou faz parte de algum squad de desenvolvimento, é impossível não ter sido impactado pela enxurrada de ferramentas de IA voltadas para desenvolvimento de software. Mas… o que de fato mudou na prática? Será que a AI está mesmo revolucionando o jeito de programar — ou estamos só vivendo mais a hype do Vibe Coding ?Nesse episódio, chamamos Caio Gomes - Chief AI Officer & Chief Data Officer @ Magalu e Wallysson Nunes - Staff Frontend Engineer @ Hotmartpra discutir tudo sobre como a inteligência artificial está moldando o presente e o futuro da engenharia de software.Lembrando que você pode encontrar todos os podcasts da comunidade Data Hackers no Spotify, iTunes, Google Podcast, Castbox e muitas outras plataformas.Falamos no episódio:Caio Gomes - Chief AI Officer & Chief Data Officer @ MagaluWallysson Nunes - Staff Frontend Engineer @ HotmartNossa Bancada — Data Hackers:Gabriel Lages - Data Hackers Paulo Vasconcellos - Data HackersReferências:
Marcelo Finger, um dos principais nomes em IA no País, aborda o tema e seus desdobramentos quase que diários, todas as 6ªs, às 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Debate da Super Manhã: Segundo o Banco Central do Brasil, o Pix é o meio de pagamento mais usado pelos brasileiros nos últimos tempos.// Lançado em 2020, o sistema de transferência em tempo real vai passar por mudanças a partir do mês de abril deste ano. No debate desta quinta-feira (13), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para saber sobre as atualizações previstas no Pix, as renovações de segurança, os avanços tecnológicos e todas as funcionalidades desse sistema de pagamento. Participam a doutora em Direito Tributário e Aduaneiro, presidente da Associação Brasileira de Direito Aduaneiro e Fomento ao Comércio Exterior (ABDAEX), Anna Dolores Sá Malta, e o advogado especialista em Direito Público, sócio do Warde Advogados e ex-Procurador-Geral Adjunto do Banco Central do Brasil, Marcel Mascarenhas.