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Entonces imagina esto: una tripulación se topa con un barco fantasma que simplemente flota a la deriva en el Triángulo de las Bermudas.
Há uma magna questão a inquietar a época estival que se aproxima: onde vamos poder plantar o chapéu de sol na praia? Outra pergunta que surgiu, de repente, sem que déssemos por ela: como havemos de chamar ao português se deixarmos de lhe poder chamar língua portuguesa? E ainda mais um sobressalto: como manter a compostura nas redes sociais quando se têm responsabilidades públicas? Questões candentes mas que empalidecem, naturalmente, quando se torna necessário redefinir o conceito de cessar-fogo. Trump, no papel de lexicógrafo-chefe, contribuiu esta semana para tornar a definição compatível com aquilo que se está a passar no Médio Oriente. O raio do estreito é que não há maneira de voltar a abrir-se para aliviar o sufoco económico do mundo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Eredità è l'ordinato passaggio dei beni tra genitori e figli, secondo le regole dettate dalla legge e dalle consuetudini, come spiega Alessandra Mascellaro, notaio e presidente del Comitato regionale notarile lombardo. Agli eredi si lasciano per lo più beni materiali: case, denaro, gioielli di famiglia. Ma si tramandano anche ricordi, narrazioni, valori, idee, insomma un senso della vita e un modo di stare al mondo. E qualcosa di simile, ma a un livello più elevato e complesso, avviene anche nell'ambito della società intera. Per esempio l'Unesco dal 1972 aggiorna una lista del Patrimonio mondiale, ovvero quei luoghi così importanti da appartenere idealmente all'intera umanità, con l'obbligo per le generazioni presenti di conservarli e proteggerli. Con Marcello Veneziani allargheremo lo sguardo proprio al significato culturale e spirituale dell'ereditare: il rapporto con gli antenati, con la tradizione e con il futuro. Naturalmente è impossibile, e forse neppure raccomandabile, tentare di conservare tutto quello che riceviamo dal passato. Per questo ogni eredità andrebbe accettata con beneficio d'inventario e porta con sé domande radicali: che cosa merita davvero di essere trasmesso? E cosa invece va rifiutato, trasformato o adattato?
Imagina que alguém falasse isso pra você? Essa frase soa como uma decepção, uma expectativa não alcançada e precisamos entender o que significa na relação com Deus.Veja o que diz o Salmo 77 no verso 10: "Então eu disse: Esta é a minha aflição: o poder do Altíssimo não é mais o mesmo.”Achei ousada demais a afirmação do salmista. "O poder do Altíssimo não é mais o mesmo" - então afinal, Deus pode mudar? Seu poder pode diminuir ou aumentar?O salmista está reclamando que Deus não agia do mesmo jeito como no passado. Embora isso pareça uma mudança, não é bem por aí que devemos entender.Eu gosto dos padrões, eles tornam a vida mais simples. Naturalmente vamos agindo a partir dos padrões criados em nossa mente. Mas e quando uma mudança acontece? Ficamos perdidos. Por exemplo: Imagina se você apertasse o botão do elevador para subir e ele descesse. Seria uma loucura.O salmista esperou que Deus agisse como "programado", como sempre foi, mas Ele não fez e isso criou uma enorme crise no salmista. Isso só mostra algo que Deus tem planos e que nem sempre esses planos atendem ao que eu espero.O poder de Deus não está sob meu controle. Ele age como quer e da forma que quer. E nem sempre está dentro dos meus "padrões". Deus não muda, essa é uma certeza que você pode guardar firme em seu coração.
Domenia 29 marzo 2026 - Cristina La Rocca
Tudo o que disser aqui pode ser usado contra si. E não é assim, e cada vez mais, em toda a parte? Parece que temos alguma coisa contra a vida. Por princípio, e contrariamente ao que se diz. Só isso explica a falta de ar, a falta de vidas absurdas. No seu estado de demência mais benigna, percebe-se como o mundo cedeu a uma imensa nostalgia do passado. Ninguém saberia, contudo, situá-lo. Na verdade, são doenças da nossa falta de memória. Os delírios de uns débeis. Mas vez por outra lá se cruza connosco um desses seres descarrilados, vendendo beijos com sabor a cerveja, contrariando a ideia de que tudo só se passa muito longe, no cu do mundo. Ainda antes de isso ser tido como um acto político, era vista com o batom a transbordar sempre um pouco dos lábios. O desastre torna-se sugestivo a partir de certa altura, e há quem se apegue a ele, desenvolva por esses sinais uma estima imensa. A realidade, no fundo, interessa-nos muito pouco. Só a partir do momento em que alguém se dispõe a recuperar velhas cassetes, as gravações soluçantes, ficando buracos que é preciso compensar. Uma canção que toca ao longe e que quase se deixa reconhecer, e também a partir de frases cortadas uma linguagem que nos parece desconhecida, feita de réplicas oferecidas em lugares esquecidos. É preferível quando alguém só conhece uma versão parcial, e faz dela o seu todo. Não se põe a investigar todas as circunstâncias, porque a partir de certa altura a enxurrada dos acontecimentos devasta qualquer possibilidade de segurar uma narrativa mais firme. «Não ser amada é um acto de terror», disse ela. Só ter para mostrar a quem a visita naquele quartinho infecto «um coração cheio de moscas negras». E, nas paredes, balouçando, «um alfabeto de más experiências.» É o de sempre: histórias gaguejantes, overdoses, comprimidos para dormir, os bibelôs para compor uma solidão de deserto, e a clara sensação de que tudo caminha para o seu fim. São as impressões o que respira no meio dos relatos. Todos sabemos secretamente que as histórias estão mortas há muito. Hoje, só nos sonhos não nos sentimos ali despejados, desfeitos. Só nos sonhos, as impossibilidades não se apresentam como impossibilidades. Michael Marder diz-nos que após a segunda morte de Deus, convencionalmente chamada secularização, o vazadouro global incita à expiação do ser através da massa em energia, potencialidade pura, inflamável e explosiva. «A existência é tolerada desde que nada permaneça quieto, os seres não se detenham no interior dos seus limites próprios e o próprio ser acelere a caminho do nada.» Por isso prefiro ler como quem tem a sensação de ouvir alguém perdido num transe, como Sara Stridsberg a recolher os sinais da passagem de Valerie Solanas por este mundo. Falar-nos daquele quarto do Hotel Bristol, em abril de 1988, daquela cama que «é um deserto em chamas de tudo o que não fizeste e de tudo o que fizeste mal, profunda como dez mil braças de água de oceanos de tudo o que esqueceste e de todas as vezes que te esqueceste de dizer adeus.» Morreu ali, aos 52 anos, como uma personagem de quem se dizia que não tinha os parafusos todos. Mais um nome a juntar a uma lista, que poderia seguir assim: Valerie. Marilyn. Roslyn. Ulrike. Sylvia. Há tantos narradores empenhados em chegar ao fundo da verdade, apenas para descobrirem que à medida que se aproximam as frases se tornam vazias, tomadas de uma irresolução, de uma fundamental inépcia retórica. Por isso, as histórias são só uma força de atiçar, manter a tensão, para levar as pessoas a confiarem naquilo que já viveram e sabem. Assim sendo, que importa que o narrador exagere ou minta? Que importa saber quem é o narrador? Cada um está entregue ao que viveu já e a partir disso está disposto a imaginar. «A tua memória é um passador», diz uma delas. Todos se esfalfam por abordar um material genuíno, mas acaba por valer mais essa voz capaz de demorar-se até ficar com os pensamentos encardidos, a roupa suja, revelar as suas sujas intenções, a sua baixeza. No fundo, para que alguma coisa sobreviva a este mundo precisa ser arrancada às suas circunstâncias, aquilo que fica na memória dos que registam apenas os contornos mais frios, essa cultura geral da indiferença. Solanas ficou conhecida apenas como mais outra histérica, a feminista radical que, nos anos sessenta, disparou três tiros sobre Andy Warhol, depois de ter participado num dos seus filmes. Os dois primeiros tiros falharam o alvo, mas o terceiro perfurou-lhe o esófago, o estômago, o baço, o fígado e os pulmões. Um ano após o atentado, que a levou a ser internada com um diagnóstico de esquizofrenia, Warhol posou para uma fotografia com a camisa arregaçada, exibindo as marcas das cirurgias. Aquelas cicatrizes deram-lhe a gravidade que lhe permitiam afastar-se da figura de um patético cadáver disponível a tudo para somar mais uns minutos. Havia ali um certo triunfo, uma dimensão insinuante e provocatória. «Vemos Warhol a assimilar o facto da sua própria morte, a processá-lo com a mesma ligeireza inquisitiva e penetrante que animava o resto da sua obra. Se Solanas está presente na fotografia, é apenas sob a forma de um ponto de interrogação, objecto do olhar perplexo de Warhol», registou um artigo numa revista middlebrow, como eles dizem. «Ele tinha controlo excessivo sobre a minha vida», terá dito Solanas ao polícia a quem se entregou, como explicação para o ataque. Se não morreu dos ferimentos provocados pelos disparos, as cirurgias subsequentes a que Warhol foi submetido levaram a passar demasiado tempo na companhia dos moribundos, e era essa vulnerabilidade excessiva que instigou o terror que acabaria por matá-lo, tendo mais tarde recusado procurar tratamento para uma infecção na vesícula biliar até já não haver nada a fazer. Hoje, nada senão esse fetiche dos factos sustenta as maiores ficções, que permitem a alguns estar muito confiantes dos seus esforços para esclarecer a época, e tantas vezes esquecem-se como a condenação deste tempo é a forma como leva «todos os seres a verem-se confundidos nos amontoados caóticos dos refugos, esmagando e sendo esmagados, sobrepondo-se e arrasando-se uns aos outros» (Marder). O jornalismo não pode dizer-nos muito pois não está em condições de ir até ao fundo, e o fundo são as nossas próprias vidas. Solanas tinha escrito um manifesto para a sua «associação para esquartejar os homens» (SCUM, Society for Cutting Up Men). Quando ela foi internada no hospital psiquiátrico, dois tipos que a conheciam encheram-se de dinheiro com uma edição do manifesto. Dez anos depois, quando foi ela a publicá-lo já ninguém estava interessado. Ficou célebre o arranque: «A vida nesta sociedade é, na melhor das hipóteses, tremendamente enfadonha, e nenhum dos seus aspectos é minimamente relevante para as mulheres. Às mulheres civilizadas, responsáveis, que procuram o estímulo, resta apenas a possibilidade de derrubar o governo, eliminar o sistema económico, implantar a automatização integral e aniquilar o sexo masculino. Temos agora possibilidades técnicas de nos reproduzirmos sem o contributo dos homens e de produzir apenas mulheres. Temos de começar imediatamente a pôr isto em prática. Imediatamente. Conservar os homens não tem sequer o mais duvidoso sentido no plano biológico. Os homens são um desastre biológico: o cromossoma Y é um cromossoma X incompleto, ou seja, um gene com uma composição deficiente de cromossomas. Por outras palavras, o homem é uma mulher incompleta, um fracasso ambulante, falhado logo no estádio do gene. Ser homem é ser uma falha, é ser emocionalmente limitado. A masculinidade é uma deficiência, e os homens são aleijados emocionais. (…) contudo, os homens que são racionais não irão protestar e espernear, nem fazer um alarido patético, vão simplesmente deixar-se ficar sentados, calmamente, desfrutar o espectáculo e cavalgar as ondas até soçobrarem.» Naturalmente, este espectáculo não encherá a plateia do Tivoli. Neste episódio fomos levados pela Margarida Davim a pensar o que pode ser ainda um jornalismo capaz de definir por si mesmo um horizonte muito além dos enredos de conveniência, capaz de nos oferecer alguma coisa além desse chá para os submissos. Fomos postos a par do turbulento e incerto percurso em que está lançada essa balsa daqueles poucos que conseguiram resgatar a Visão, num dos episódios mais conturbados e que melhor ilustram os bastidores daquele que em tempos se tinha como o quarto poder e que hoje anda por aí lançado aos caídos, devendo o melhor de si à obstinação de uns quantos que talvez resista mais à base do desespero do que um resto de utopia requentada.
Desde a infância somos te tentados a ser donos de nossa agenda, de nosso planejamento, de nossas conquistas, de nosso futuro. Naturalmente lutamos contra qualquer coisa que tente nos controlar.Mas quem caminha com Deus logo descobre algumas coisas importantes: 1) que a gente não tem controle de nada. Somos frágeis como um copo plástico. Nossas planilhas e planejamentos não resistem às dificuldades da vida; 2) que ter controle adoece. Isso mesmo! O controle vivido por anos gera ansiedade, medo, insegurança. Ele não abençoa em nada; 3) que abandonar o controle e entregá-lo nas mãos de Deus é maravilhoso, mesmo que pareça assustador em algum momento.Veja o que diz o Salmo 75 no verso 7: "Deus é o juiz; a um ele humilha, a outro ele exalta."O salmista deixa bem claro que só Deus é soberano. Só Ele é quem tem o poder de decisão. Só Ele pode dar ou tirar. Para alguns isso é frustrante. Mas não para aqueles que confiam no Senhor. Ouvir isso me traz paz!Desaprender a controlar é difícil e exigente. É como um processo de desintoxicação. Mas confesso como alguém que já aprendeu essa lição: deixar o controle com Deus é algo que vale a pena. Faça isso logo!
TESTO DELL'ARTICOLO ➜ https://www.bastabugie.it/8553OMELIA SANTISSIMA TRINITA' - ANNO A (Gv 3,16-18)di Don Stefano Bimbi La solennità della Santissima Trinità ci mette davanti al mistero più grande della nostra fede: il Padre, il Figlio e lo Spirito Santo non sono tre dèi, ma un solo Dio in tre Persone distinte, unite da un amore perfetto ed eterno. Dio non è una solitudine, ma una comunione di amore. Ogni volta che facciamo il segno della croce entriamo dentro questo mistero. Lo facciamo spesso in modo distratto, quasi meccanico, e invece stiamo pronunciando il nome stesso di Dio, il cuore della fede cristiana.Il Vangelo di oggi ci porta al centro del mistero della Trinità attraverso una frase che forse conosciamo troppo bene e che rischiamo di ascoltare senza stupore: «Dio ha tanto amato il mondo da dare il Figlio unigenito» (Gv 3,16). Qui Gesù ci svela il vero volto di Dio che non è un padrone freddo e lontano, ma un Padre che ama fino al dono totale. Ama così tanto il mondo da donare il Figlio. E Lui accetta liberamente di venire nel mondo, di caricarsi dei nostri peccati, di morire sulla croce per salvarci. Dietro tutta la storia della salvezza c'è questo amore infinito che unisce il Padre e il Figlio nello Spirito Santo.Gesù però ci mette anche davanti a una verità seria: «Chi crede in lui non è condannato; ma chi non crede è già stato condannato» (Gv 3,18). Non significa che Dio gode nel condannare qualcuno. Significa che l'uomo può sottrarsi all'amore di Dio. La condanna nasce dal rifiuto della luce. È come una persona che sta per morire e, pur avendo davanti una medicina capace di guarirla, si ostina a non prenderla. Cristo è la salvezza del mondo, ma Dio non costringe nessuno ad accogliere il suo amore.UN'IMMAGINE... ILLUMINANTEA questo punto occorre chiederci: cosa significa concretamente dire che Dio è uno e trino? Significa che Dio è un'unica natura divina, un unico Dio, ma in tre Persone realmente distinte. Il Padre non è il Figlio, il Figlio non è lo Spirito Santo, eppure ciascuno è pienamente Dio. Il Padre genera eternamente il Figlio; il Figlio è eternamente generato dal Padre; lo Spirito Santo procede dal Padre e dal Figlio come vincolo di amore eterno. Non ci sono tre volontà contrapposte o tre divinità separate. C'è una perfetta unità di amore e di vita.Naturalmente questo supera la nostra intelligenza. Se Dio fosse completamente comprensibile alla nostra mente, non sarebbe Dio. Però possiamo avvicinarci al mistero con alcune immagini che ci aiutano. La Trinità assomiglia a una candela accesa: ci sono la cera, lo stoppino e la fiamma. Sono realtà distinte, ma formano un'unica candela. La cera rappresenta il Padre, l'origine e la sostanza da cui tutto ha inizio. Lo stoppino rappresenta il Figlio (Gesù), generato dalla cera, che incarna la sostanza e si offre per far risplendere la luce. La fiamma rappresenta lo Spirito Santo, il calore e la luce che scaturiscono continuamente dall'unione tra la cera e lo stoppino.Certamente ogni esempio è limitato e non riesce a spiegare perfettamente Dio, ma serve a capire che distinzione e unità possono stare insieme senza contraddizione. La Trinità non è un rompicapo teologico per specialisti. È la verità che illumina tutta la nostra vita. Se Dio è comunione di amore, allora anche noi siamo fatti per amare e per vivere relazioni vere. Ecco perché il peccato mortale è sempre una rottura della comunione: con Dio, con gli altri e persino con noi stessi.LA TRINITÀ ILLUMINA LA VITA CRISTIANALa Trinità illumina anche la famiglia. Quando in una casa ciascuno pensa solo a sé stesso, quando si vive di orgoglio, ripicche e silenzi pieni di rancore, quella casa si spegne. Quando invece ci si ascolta, ci si perdona, ci si dona tempo e pazienza, allora quella famiglia diventa un piccolo riflesso della vita di Dio. Nessuna famiglia è perfetta, ma ogni famiglia può diventare scuola di comunione.Anche nella vita quotidiana spesso viviamo come se Dio fosse una entità generica e lontana da noi. Ci basiamo solo sui nostri calcoli, ci affidiamo solo alle nostre forze. Invece il cristiano vive immerso nella Trinità. Il Padre ci custodisce con la sua Provvidenza anche quando non comprendiamo tutto. Il Figlio cammina accanto a noi nelle fatiche e nelle croci. Lo Spirito Santo ci dà luce nei momenti di confusione e forza quando siamo stanchi o tentati.Pensiamo a quante volte nella giornata abbiamo bisogno della presenza di Dio: quando dobbiamo trattenere una parola cattiva, quando occorre pazienza con una persona difficile, quando ci sentiamo scoraggiati, quando dobbiamo prendere una decisione importante. Invocare e affidarsi alla Trinità non è una devozione astratta. È entrare nella sorgente dell'amore e della pace.I santi avevano una familiarità profonda con questo mistero. Non pretendevano di capire tutto con la ragione, ma adoravano con umiltà. Il vero problema oggi non è che Dio sia troppo misterioso; il problema è che spesso abbiamo perso il senso dell'adorazione. Viviamo in un mondo che vuole spiegare e controllare tutto. Ma davanti alla Trinità impariamo che Dio non si possiede, ma si contempla e si ama.Per questo la Chiesa oggi non ci invita tanto a "capire" la Trinità, quanto a vivere della Trinità. Ogni Messa inizia e finisce nel nome del Padre, del Figlio e dello Spirito Santo. Ogni battesimo ci immerge nella Trinità. Ogni preghiera autentica nasce dallo Spirito, passa attraverso il Figlio e sale al Padre. E allora oggi possiamo chiederci con sincerità: la mia fede è soltanto un'abitudine oppure una relazione viva con Dio? Quando faccio il segno della croce lo faccio con profondo rispetto oppure in fretta? La mia vita assomiglia almeno un poco alla comunione e all'amore che esistono in Dio?La Santissima Trinità ci ricorda che all'origine di tutto non c'è il caso, ma un Dio che ci ama di un amore eterno. E il destino ultimo della nostra vita non è il nulla, ma entrare per sempre dentro quell'amore infinito del Padre, del Figlio e dello Spirito Santo.
Em Cabo Verde, a descentralização do poder continua a marcar o debate político, nomeadamente na cidade do Mindelo, na ilha de São Vicente. Marco Cruz, professor universitário e autor do livro "Cabo Verde Entre o Partidarismo e a Esperança de Descentralização" defende a adopção de um roteiro gradual e faseado para a descentralização e regionalização, sublinhando que só desta forma o país conseguirá combater o fenómeno do “feudalismo partidário”. Quando se fala em regionalização, um dos argumentos mais utilizados contra esta reforma é o custo. Na sua opinião, esse argumento faz sentido? Eu comecei por falar de descentralização, até para não dar a ideia de que se trata de algo muito complexo. A ideia é precisamente chegar à regionalização, mas eu defendo uma abordagem pragmática. Temos de começar pela descentralização administrativa. Isto não implica grandes custos. O Governo já tem delegados, funcionários e representações ministeriais em cada ilha. É nesse sentido que devemos caminhar: atribuir mais competências às ilhas e permitir que as pessoas possam decidir até determinado nível. É aí que começaria a verdadeira descentralização. E quais seriam os benefícios dessa descentralização faseada? Com este Estado hipercentralizado, o que está a acontecer é que muitos jovens estudam, qualificam-se e regressam às suas ilhas cheios de competências, mas acabam por encontrar poucas oportunidades de decisão. A ilha de São Vicente, por exemplo, já foi uma ilha com grande dinâmica. Hoje, mesmo quem integra a administração pública sente limitações enormes. Um delegado ou responsável local percebe rapidamente que tem pouca margem de decisão. Não consegue desenvolver programas ou planear a actividade da sua instituição porque tudo depende de autorizações vindas do centro. O resultado é que as pessoas entendem que, para progredirem profissionalmente, têm de sair da ilha. Cabo Verde vive num regime de forte centralismo, que acaba por promover uma descapitalização dos recursos humanos nas ilhas. Essa partilha de poder não vai gerar conflitos entre o Governo central e as regiões? Naturalmente, isso exige aprendizagem. O primeiro-ministro tem de aprender a conviver com um certo nível de poder das ilhas. O Governo central mantém as suas competências e as ilhas terão as delas. É um novo paradigma e requer maturidade política. No modelo que proponho, não se trata de uma ruptura abrupta que possa tornar o Estado disfuncional. Por isso defendo um roteiro progressivo de descentralização. Começaríamos pela descentralização administrativa, com o Governo a transferir gradualmente mais competências para as delegações nas ilhas. Mais tarde, essas estruturas poderiam começar também a desenvolver programas regionais, alinhados com a visão do Governo. Numa fase seguinte, os responsáveis nas ilhas poderiam deixar de ser nomeados directamente pelo Governo e passar a ser indicados pelos deputados eleitos por cada ilha. Isso permitiria uma maior legitimidade política e um alinhamento mais forte entre as decisões executivas e os representantes locais. É um modelo progressivo e responsável. Concretamente, que impacto poderá esse roteiro progressivo ter nas ilhas? A ideia é criar, gradualmente, uma verdadeira capacidade administrativa e técnica nas ilhas. À medida que os delegados, representações ministeriais e institutos ganham mais responsabilidades, também aumentam a sua capacidade de planear e executar políticas públicas. Chegará um momento em que poderão desenvolver programas e projectos regionais de acordo com a estratégia do Governo. Isso permitirá criar quadros qualificados capazes de pensar o desenvolvimento das ilhas, algo que actualmente ainda é muito limitado. Mas isso permitiria resolver os problemas de forma mais rápida? Exactamente. As decisões passariam a ser tomadas por pessoas que vivem nas ilhas, conhecem melhor a realidade local e têm maior capacidade para agir rapidamente. Isso criaria uma dinâmica muito mais forte no desenvolvimento das ilhas. Considera que se devia realizar um referendo sobre a regionalização e descentralização? Eu considero que a descentralização e a regionalização não devem ser vistas como uma opção facultativa. Não devemos transformar isto numa dúvida permanente, deixando apenas para a população decidir se quer ou não. É preciso liderança política firme para avançar com este processo. Não tenho dúvidas de que existem actores políticos que não têm interesse na descentralização, porque isso implicaria perder poder. Para mim, trata-se de uma urgência nacional. Cabo Verde pode implementar este modelo de forma responsável e, em cinco anos, alcançar avanços significativos. O país tem de decidir: quer continuar centralizado durante mais 50 anos ou quer dar um salto no desenvolvimento? Existe energia e capacidade nas ilhas, mas, se continuarmos assim, vamos continuar a perder recursos e talento. Porque é que existe tanta resistência ao avanço da regionalização? Para mim, o centralismo em Cabo Verde funciona quase como uma ideologia. É uma força muito enraizada. Podemos falar de uma herança da colonização? Sim, em certa medida. Basta olhar para a quantidade de quadros qualificados das outras ilhas que estão concentrados na Praia. Muitas dessas pessoas poderiam desenvolver um trabalho importante nas suas próprias ilhas, caso existisse autonomia suficiente para criar iniciativas locais. É necessário que Cabo Verde confie mais nas ilhas e lhes permita emanciparem-se até determinado nível. Naturalmente, continuará a existir um Governo central para matérias como defesa, diplomacia e relações internacionais. Mas as ilhas precisam de ter maior capacidade de iniciativa e desenvolvimento próprio. Mas como se explica, então, esta recusa em avançar? Trata-se de medo de perder poder? É uma luta entre o MpD e o PAICV? Existe, de certa forma, uma elite política, empresarial e profissional que já se habituou a este modelo centralizado. Com a descentralização, muita coisa mudaria. O orçamento do Estado teria de ser distribuído de forma diferente pelas ilhas, e o poder central perderia algum controlo. Há também uma cultura de controlo muito forte. Em vez de ser facilitador, o Estado assume frequentemente uma postura excessivamente centralizadora. Quando tudo depende de autorização para as questões mais simples, o país perde dinamismo. Por isso considero urgente mudar esta mentalidade. O desafio não está na complexidade nem nos custos. O verdadeiro desafio é existir liderança política - homens e mulheres de Estado - capazes de dar este passo. A descentralização representaria um novo momento para Cabo Verde. Permitiria criar um verdadeiro governo multinível e combater aquilo que muitos já vêem como um fenómeno de "feudalismo partidário". Hoje, muitas vezes, o partido acaba por ser o verdadeiro centro do poder. E, para mim, é isso que está a limitar o desenvolvimento de Cabo Verde.
Enquanto as cidades portuguesas enfrentam os desafios das alterações climáticas e do crescimento urbano, o debate sobre territórios inteligentes ganha nova urgência. Oeiras ganhou prémios internacionais de inovação. Coimbra tem uma das melhores universidades do mundo. O Oeste construiu o primeiro gémeo digital regional de Portugal. E ainda assim os jovens saem, as rendas sobem e os municípios pequenos ficam para trás. Há algo que a tecnologia não resolve? A cidade inteligente serve quem? Ricardo Costa e Bernardo Ferrão moderam o debate ao vivo no Portugal Smart City Summit, na FIL, em Lisboa, entre Isaltino Morais, Presidente da Câmara Municipal de Oeiras; Ana Abrunhosa, Presidente da Câmara Municipal de Coimbra; Paulo Simões, Secretário Executivo da Comunidade Intermunicipal do Oeste; e Miguel de Castro Neto, Diretor da NOVA Information Management School.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Esse texto nos leva a pensar que vale a pena ter Deus na família, tornar Deus a razão, o alicerce, a motivação e o centro da família.A história é, ao mesmo tempo, curiosa e simplória.O texto nos dá conta de que – sem muito planejamento, por determinação do rei Davi e para se livrar daquilo que pensavam ser um problema – a arca de Deus foi guardada na casa de um homem e esse gesto – que talvez possamos chamar de corajoso em função das circunstâncias – trouxe muitas bençãos para a família de Obede-Edom.Depois que se tornou rei de Israel, Davi decidiu levar a Arca da Aliança para a nova capital do país: Jerusalém.E o que era a arca da aliança? Nada mais era do que um baú sagrado que simbolizava a presença de Deus e a aliança entre Ele e o povo de Israel.No interior dessa caixa de madeira continha alguns artefatos que simbolizavam a aliança entre Deus e Israel e o principal eram as 2 tábuas onde os 10 mandamentos foram escritos.Para transportar a Arca da Aliança de Quiriate-Jearim (o último lugar onde a Arca tinha sido guardada) para Jerusalém, o rei Davi preparou um grande cortejo solene. Mas ele não seguiu as regras de Deus, os ritos de Deus sobre o transporte da Arca. Em vez de ser carregada por sacerdotes usando varas, a Arca foi levada em uma carroça puxada por bois.Pelo caminho, os bois tropeçaram e Uzá, um dos sacerdotes, tocou na Arca para que não caísse e, esse toque, resultou na morte de Uzá.Naturalmente, o rei Davi se assustou com o fato e desistiu de levar a Arca para Jerusalém (2 Samuel 6.6-8). Em meio à essa missão malsucedida, a Arca foi levada para a casa de Obede-Edom, ficando ao seu cuidado.Claro que hoje nós olhamos para o fato como um prêmio para aquela casa, mas em função do contexto é provável que aquela arca na casa de Obede-Edom deva ter causado à princípio muita apreensão. Mas a história está justificada no v.12:“Disseram ao rei Davi: "O Senhor tem abençoado a família de Obede-Edom e tudo que ele possui por causa da arca de Deus". Então Davi foi até lá e, com grande festa, levou a arca de Deus da casa de Obede-Edom para a Cidade de Davi.”Ou seja, o relato dos efeitos da presença da arca por 3 meses na casa de Obede-Edom é para explicar a razão do rei Davi retomar o projeto de transportar aquele baú sagrado para sua cidade.E esse relato, embora curto e objetivo, é profundo... e profundamente desafiador porque nos leva a pensar que vale a pena ter Deus em casa porque a presença Dele numa família causa impactos extraordinários!#igrejabatista #igrejanaoelugar #reflexão # #pregação #familia
Em plena guerra no Médio Oriente, os Emirados Árabes Unidos decidiram abandonar nesta terça-feira, 28 de Abril, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo OPEP, em nome dos "interesses nacionais". O economista angolano Osvaldo Mboco considera que esta saída fragiliza a liderança da Arábia Saudita e vai obrigar à reorganização da OPEP. Os Emirados Árabes Unidos decidiram sair da OPEP, invocando o interesse nacional. O que é que esta decisão reflecte? Os Emirados Árabes Unidos são um dos maiores produtores de petróleo a nível mundial e têm capacidade para aumentar a sua produção. No entanto, as normas da OPEP, conduzidas pela Arábia Saudita - que chefia a organização - impõem contenção e redução do número de barris de petróleo produzidos por dia.Isto tem implicações ao nível da economia dos países. Esta retirada reflecte a posição dos Emirados Árabes Unidos que têm como objectivo ganhar maior autonomia relativamente à sua política energética. Esta automonia passa, essencialmente, pelo aumento da produção diária, com o objectivo de maximizar receitas provenientes dessa mesma produção, bem como intensificar o seu papel enquanto um dos maiores produtores de petróleo a nível mundial. Eram conhecidas as fortes rivalidades pelo controlo da OPEP entre os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita. A liderança saudita fica posta em causa com esta decisão? A liderança fica um pouco fragilizada. Esta liderança tem vindo a sofrer saídas de países-membros de forma significativa , países com uma produção relevante, como foi o caso de Angola, Qatar e Equador. Agora, os Emirados Árabes Unidos, o que pode também abrir caminho para que outros países, que ainda estão na organização, tencionem fazer o mesmo. Isto acaba, em certa medida, por fragilizar a posição da Arábia Saudita relativamente à sua liderança. Ainda assim, a OPEP continua a ser, uma organização extremamente importante do ponto de vista da regulação da produção, podendo influenciar o preço do barril de petróleo. O mercado petrolífero funciona na lógica da oferta e da procura: quanto maior for a oferta, tendencialmente o preço desce; quanto maior for a escassez ou o controlo, pode haver um equilíbrio que evite aquilo a que eu chamaria um choque petrolífero, que pode pôr em causa o próprio preço do petróleo. Os Emirados Árabes Unidos tinham recentemente criticado a resposta militar dos países do Golfo, com o encerramento do Estreito de Ormuz, devido à guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irão. Esta situação também pode ter levado à saída da organização? Os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita convergem em determinadas matérias de política externa. Ambos são aliados dos Estados Unidos, embora tenham algumas divergências nas suas relações com a Rússia e a China. Ainda assim, existem assuntos estruturais em que seguem na mesma direcção. Os Emirados Árabes Unidos têm uma visão diferente relativamente ao que está a acontecer no Golfo Pérsico, nomeadamente no que diz respeito ao Estreito de Ormuz e às influências na região. Se repararmos, também várias críticas foram feitas por aliados europeus aos Estados Unidos, relativamente à sua estratégia no Oriente. Assistimos, pela primeira vez, a vários “nãos” relativamente a intervenções apoiadas pela NATO, o que considero normal. O Presidente dos Estados Unidos tinha recentemente acusado a organização de enganar o mundo ao aumentar o preço do petróleo. Esta saída pode ser vista como uma vitória para Donald Trump? Os Estados Unidos são um dos países que mais consomem petróleo, em função da sua capacidade industrial. Naturalmente, quanto maior for o preço do petróleo, maiores podem ser os impactos económicos. Do ponto de vista político, não diria que é uma vitória, mas sim uma decisão que pode interessar aos Estados Unidos. Os americanos também produzem petróleo de xisto - embora seja mais dispendioso - e possuem uma das maiores reservas do mundo. No entanto, uma fragilidade da OPEP pode não ser totalmente vantajosa para os Estados Unidos, devido à questão do petrodólar. Este só tem a dimensão que conhecemos em função dos acordos estabelecidos após o choque petrolífero de 1973, nomeadamente com a Arábia Saudita, para que o petróleo fosse comercializado em dólares. A saída de vários países da OPEP pode levar à desvalorização do petróleo e abrir espaço para que alguns países passem a transaccionar noutras moedas, como já acontece com o Irão. Ainda assim, não me parece ser o caso dos Emirados Árabes Unidos, dada a sua relação próxima com os Estados Unidos. A Arábia Saudita é um dos poucos membros com capacidade significativa de reserva de petróleo. A longo prazo, com a reabertura do Estreito de Ormuz, isto pode representar o enfraquecimento estrutural da OPEP? A OPEP pode estar enfraquecida, mas é difícil afirmar que este seja o seu fim. Enfrenta, no entanto, vários desafios que devem ser ultrapassados. Um deles é a necessidade de reforçar a cooperação com o grupo OPEP+, que inclui países como a Rússia, que não sendo membro formal, tem um papel relevante nas decisões sobre o mercado petrolífero. Outro desafio passa pela adaptação à transição energética global, que tem vindo a ganhar força nos últimos anos. Por fim, é essencial gerir as tensões internas entre os Estados-membros, que têm interesses e contextos muito distintos. Caso contrário, poderemos continuar a assistir à saída de países, o que levará a uma perda de controlo directo sobre os preços num mercado cada vez mais fragmentado. Este é, sem dúvida, um dos grandes desafios: manter a relevância e a capacidade de influência num contexto global em mudança.
devocional 1 Tessalonicenses Por isso, não podendo esperar mais, preferi ficar em Atenas sozinho e enviei-vos Timóteo, nosso irmão que está ao serviço de Deus , no anúncio do evangelho de Cristo . Foi para vos encorajar e ajudar na vossa fé e para que ninguém ficasse perturbado com estes sofrimentos. Sabem muito bem que é isto que nos espera. Quando estava aí convosco, já vos tinha dito o que havíamos de passar. E assim aconteceu, como sabem. Foi por isso que, não podendo esperar mais, mandei saber notícias da vossa fé, não fosse o tentador sujeitar-vos à provação tornando inútil todo o nosso trabalho. Agora Timóteo já voltou daí para junto de nós e trouxe-nos boas notícias acerca da vossa fé e do amor que vos anima. Disse-nos que se recordam muito de nós e que têm saudades de nos ver, como nós as temos também de vos ver. Estas notícias sobre a vossa fé serviram-nos de grande consolação nas privações e sofrimentos. Agora sentimo-nos com mais vida ao saber que se mantêm firmes no Senhor. Pois como podemos agradecer ao nosso Deus por toda a alegria que nos dão diante dele? Dia e noite, pedimos insistentemente a Deus que nos conceda a alegria de vos tornar a ver para podermos completar o que falta ainda à vossa fé. 1 Tessalonicenses 3.1-10 O que nos deve mover nos relacionamentos fraternais não é a intriguice mas o amor sem cera. Inclinemo-nos para a preocupação despida de interesses sub-reptícios. Prefiramos a disponibilidade para ir em direcção ao outro e não contra ele. Se necessário abdicando do conforto pessoal para que um companheiro seja assistido. Enviando o melhor que temos entre mãos para "encorajar e ajudar na fé” quem mais precisa. Deitando a mão aos que estão desanimados ou mesmo perturbados com as dificuldades com que se deparam na caminhada cristã. Alentando e alertando os que se foram esquecendo da dureza do trilho da cruz. Marcando presença para auxiliar e não para policiar. Optando pela via da restauração em vez do beco da condenação. Assinalando os perigos ao invés de rotular pessoas. Desfazendo dúvidas e retirando espaço de manobra ao “tentador.” Naturalmente que ao esperar o melhor dos nossos irmãos há ânimo redobrado sempre que chegam ecos da sua firmeza espiritual. Alegremo-nos, pois, com os seus avanços. Festejemos as suas conquistas. E, sobretudo, oremos por felizes oportunidades para nos ampararmos mutuamente a fim de “podermos completar o que falta ainda à nossa fé.” - Jónatas Figueiredo
Siamo tutti abbastanza in grado di afferrare un oggetto al volo stimandone istintivamente la traiettoria, che si tratti di calciare un pallone o di lanciare un qualunque altro oggetto. Naturalmente un computer è perfettamente in grado di calcolare la traiettoria esatta di quello stesso pallone, applicando alla lettera tutte le leggi della fisica; il nostro cervello arriva a un risultato simile in un modo completamente diverso, e la stessa cosa sono in grado di fare le reti neurali alla base di molte applicazioni dell’IA. Se il primo calcola, il secondo stima, intuisce. Se il primo offre precisione assoluta, ma al prezzo di un gran numero di calcoli, il secondo è meno preciso ma offre immediatezza. Ed eccoci a Fast Computing, start-up nata all’interno dell’ecosistema della SISSA, il cui obiettivo è portare questa sorta di “intuito” che caratterizza gli algoritmi di IA nel mondo delle simulazioni numeriche, offrendo una scorciatoia computazionale per simulare in tempo reale molti processi fisici, industriali e biologici molto complessi. Ce ne parla Gianluigi Rozza, Professore di Numerical Analysis alla SISSA di Trieste, Direttore Scientifico e cofondatore di Fast Computing.
António Apolinário Lourenço e João Pedro Gonçalves fazem mais uma sessão das Conversas de Café à Mesa da Rádio.Na Rádio Universidade de Coimbra. Naturalmente!
Riflessioni di Ajahn Jayasaro. Naturalmente, nel mondo nel suo complesso, l'esistenza degli altri esseri umani non dipende dai nostri sentimenti nei loro confronti. Ma nel nostro mondo personale, le persone diventano esseri umani per noi solo quando permettiamo loro di esserlo. Rifiutare di riconoscere l'umanità degli altri è uno dei modi più comuni utilizzati per consentirci di trattarli in maniera cattiva. Un fattore importante nel genocidio del Rwanda del 1994 furono i ripetuti riferimenti dei leader Hutu nei confronti dei Tutsi come scarafaggi. Il primo e più importante dono che possiamo offrire a chi ci circonda è il riconoscimento della nostra umanità condivisa. Non dovremmo mai arrivare a considerare altri esseri umani come insetti o parassiti e di fatto, come buddhisti, anche se lo facessimo ciò non giustificherebbe alcuna violenza contro di loro. Tuttavia, potremmo coltivare indifferenza verso gli altri chiudendo gli occhi di fronte alla loro umanità. Potremmo farlo per ottenere qualcosa o per proteggere la nostra salute mentale, oppure farlo inconsciamente, perché assorti in noi stessi. Ma saggezza e compassione sono sempre congiunte. Per la nostra felicità e benessere duraturi, aprirci al terreno comune che condividiamo con gli altri, specialmente con i nostri simili, è il modo migliore e più intelligente di vivere le nostre vite. Ajahn Jayasāro, 22 novembre 2025
No dia 24 de Março, Cabo Verde realizou o seu primeiro transplante renal, numa operação que decorreu no Hospital Universitário Agostinho Neto, na cidade da Praia. A intervenção durou cerca de três horas e envolveu uma parceria com especialistas de Portugal. A equipa cabo-verdiana foi liderada pelo nefrologista Hélder Tavares, que ao microfone da RFI salientou "um passo histórico". A equipa cabo-verdiana foi liderada pelo nefrologista Hélder Tavares, responsável pela coordenação da selecção e preparação dos pacientes. Em declarações à RFI, Hélder Tavares explicou que o caminho até ao transplante envolveu “uma luta de vários anos… começou primeiramente com a aprovação da lei, depois reunir as condições locais, técnicas e logísticas, equipamento e recursos humanos mínimos, e só então começar a procurar pacientes e dadores adequados para o procedimento”. O procedimento foi realizado com um dador vivo, como prevê a primeira fase do programa. “Apresentaram-se 13 pacientes com os respectivos dadores. Todos foram submetidos a avaliação clínica e analítica, e os restantes 12 foram excluídos por diversos motivos, como diabetes, infecção pelo vírus da hepatite B ou incompatibilidade com o receptor. Nesta primeira fase, só ficou elegível este par que foi então submetido ao transplante”, detalhou o nefrologista. O especialista sublinhou a importância médica da cirurgia para Cabo Verde: “Este é um passo histórico porque é a primeira vez que isso é feito em Cabo Verde. Conseguimos vencer algumas barreiras e mostrar que somos capazes de fazer isto, mesmo com ajuda externa. Mas a grande parte da investigação e preparação foi feita aqui.” Hélder Tavares descreveu a realização do transplante como uma experiência emotiva e gratificante: “Naturalmente, a emoção é muito grande. É uma realização pessoal e um sonho antigo. Mas esta alegria não é só minha, é de toda a equipa. Quem chefiou o processo do lado de Portugal foi o Dr. António Norton de Matos, cirurgião reformado português que nos apoiou desde o início.” Para o paciente, os benefícios são significativos. “Significa uma melhor qualidade de vida e uma melhor taxa de sobrevida. Para o sistema de saúde, representa um tratamento mais barato e mais eficaz. Um transplante é muito mais económico do que a hemodiálise”, afirmou. Quanto à autonomia do país neste tipo de cirurgia, o nefrologista esclareceu que será gradual: “Não seremos totalmente autónomos de um dia para o outro. Por enquanto, estamos a trabalhar em cooperação com Portugal até adquirirmos a competência necessária para sermos totalmente independentes. Alguns procedimentos exigem ainda tempo de treino, nomeadamente a técnica de remoção por laparoscopia.” A insuficiência renal crónica, principal causa de necessidade de transplante, está frequentemente associada a doenças como diabetes e hipertensão.
L'intelligenza artificiale non è più un tema da convegni tecnologici. Sta entrando anche in uno dei settori più tradizionali dell'economia europea: l'autotrasporto su gomma. Nella seconda parte della conversazione di RadioNext, riprendiamo il filo della puntata precedente e con i nostri ospiti Damiano Frosi e Michele Palumbo portiamo il dibattito su un terreno molto concreto: come stanno cambiando logistica, flotte e modelli operativi delle aziende di trasporto grazie ai dati e agli algoritmi.Il punto di partenza è semplice: il trasporto su strada è un settore dove efficienza e marginalità sono strettamente legate. Ogni chilometro, ogni carico, ogni ora di guida ha un impatto diretto sui conti dell'azienda. Ed è proprio qui che l'intelligenza artificiale può fare la differenza. Non come promessa futuristica, ma come strumento operativo per ottimizzare rotte, prevedere la domanda e ridurre costi logistici.Se nella prima parte della puntata avevamo esplorato il potenziale della tecnologia, qui il focus si sposta sull'adozione reale nelle imprese di trasporto. Perché il vero salto non è installare nuovi software, ma trasformare la gestione delle flotte in un sistema guidato dai dati.Pensiamo alla pianificazione dei viaggi. Algoritmi avanzati possono analizzare traffico, disponibilità dei mezzi, vincoli normativi e richieste dei clienti per costruire itinerari più efficienti. Il risultato? Meno chilometri a vuoto, meno carburante consumato, più puntualità nelle consegne. In un settore dove i margini sono spesso ridotti, anche piccoli miglioramenti possono generare vantaggi competitivi significativi.Ma la trasformazione non riguarda solo la logistica operativa. Riguarda anche il rapporto con il cliente. Le piattaforme digitali stanno introducendo livelli di trasparenza e tracciabilità che fino a pochi anni fa erano impensabili. Oggi un cliente può sapere in tempo reale dove si trova la merce, quando arriverà e come si stanno evolvendo le condizioni di trasporto. È un cambio culturale prima ancora che tecnologico.Naturalmente tutto questo porta con sé una domanda inevitabile: che ruolo avranno le persone in un settore sempre più automatizzato? La risposta che emerge dalla conversazione è chiara. L'intelligenza artificiale non sostituisce il lavoro umano, ma ne cambia il perimetro. Gli autisti restano centrali, ma diventano parte di un ecosistema digitale più ampio. I responsabili di flotta non gestiscono più solo mezzi e turni, ma interpretano dati e scenari.È qui che si gioca la vera partita competitiva del settore. Non tra chi adotta una tecnologia e chi no, ma tra chi riesce a integrare dati, piattaforme e competenze manageriali più velocemente degli altri.E allora la domanda finale è inevitabile: tra cinque anni, che volto avrà il mercato dell'autotrasporto europeo? Un sistema ancora basato su modelli tradizionali o una rete logistica sempre più intelligente e connessa?Perché la sensazione è che la trasformazione sia già iniziata. E nel trasporto su gomma, come spesso accade nell'innovazione, chi impara prima a usare i dati corre più veloce degli altri.Questa è la parte II dell'intervista. Se ti sei perso la prima parte, puoi riascoltarla qui
Somos brasileiros, somos conhecidos como o povo do jeitinho. Naturalmente resolvemos os mistérios do universo com gambiarras super criativas. Por muitas vezes dizemos que a NASA precisa descobrir o que há de especial em nós. Mas embora a ideia do jeitinho brasileiro pareça muito boa, ela tem vários perigos e precisamos estar atentos a eles.Dar um jeitinho é legal, mas quando você começa a fazer isso com coisas importantes se torna um grande perigo. Uma coisa é dar um jeitinho na casa, na torneira, no quintal. Outra coisa bem diferente é dar um jeitinho na vida, no casamento, no coração. Existem coisas que não permitem "um jeitinho".O Salmo 51 no verso 10 diz assim: "Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável."De acordo com o salmo, o coração do salmista não parece bem. Corrompido pelo pecado, precisa de transformação. Mas o que fazer? Se o salmista fosse brasileiro, talvez ele desse um jeitinho. E como seria esse jeitinho? Como muita gente faz, basta esquecer isso, ou ignorar aquilo, etc. Mas o salmista sabe que não é assim. Ele não precisa de um jeitinho, mas de uma mudança radical. Seu pedido a Deus é por um coração novo, transformado, regenerado, sem histórico.Não faça parte dos que tentam dar um jeito na vida porque desse jeito, nada muda! A sua vida precisa experimentar transformação, renovo, recomeço e isso só Deus pode fazer! Se como o salmista você também entende isso, então peça a Deus.
A creatina é um dos suplementos mais estudados e utilizados no mundo, especialmente por quem busca melhorar o desempenho físico, aumentar a força muscular e favorecer a recuperação após os treinos. Naturalmente produzida pelo corpo e também presente em alimentos como carne e peixe, a creatina tem ganhado espaço não só entre atletas, mas também em pesquisas voltadas à saúde cognitiva e ao envelhecimento. Para esclarecer os principais usos, benefícios, mitos e cuidados com a suplementação de creatina, acompanhe este Rádio Ciência na Rua, que conta com a participação da nutricionista esportiva atuante em Ouro Preto, graduada em nutrição pela UFOP e pós-graduada em Nutrição Esportiva pela Uninter, Ana Paula Rioga.Ficha TécnicaProdução: Elis Cristina e Larissa AntunesEdição de Texto: Patrícia ConscienteEdição de áudio e sonoplastia: Aurélio Bernardi
Nossa, não parece, eu achava que você tinha uns 10 anos a menos... Quem não gostaria de ouvir isso, não é verdade? Enquanto o tempo, de fato, não espera por ninguém e a idade chega pra todo mundo, existem sim coisas que você pode fazer para desacelerar o processo de envelhecimento e manter a juventude tanto externa quanto interna por mais tempo... E aqui eu não estou falando de se entupir de suplementos exóticos, cremes miraculosos e procedimentos tecnológicos, mas, sim, em simplesmente ficar atento e praticar alguns poucos hábitos 100% naturais que estão ao alcance de todo mundo mesmo que infelizmente apenas poucos praticam, então, deixe-me te contar quais são estes hábitos e como nós podemos meio que FREAR o envelhecimento e curtir uma vida mais jovem por bem mais tempo...
Le trenta città italiane da visitare almeno una volta (pt 1) | Spendieren Sie einen Cafè (1€)? Donate a coffee (1€)? https://ko-fi.com/italiano Livello #A2 #B1Una lista delle città più belle d'ItaliaBuongiorno cari amici e amanti dell'italiano e benvenuti al nuovo episodio di Tulip. Oggi vi faccio viaggiare. Andremo virtualmente nelle trenta città italiane che secondo me vale la pena di vedere almeno una volta nella vita. Un numero un po' strano effettivamente, perché trenta?Beh volevo fare una lista delle dieci città più belle, ma poi me ne sono venute in mente altre e così mi sono detta: „non posso lasciare fuori questa città, non posso non parlare di quest'altra città“ e la lista stava diventando veramente interminabile e allora alla trentesima mi sono fermata. Naturalmente non vi parlerò di tutte e trenta in questo episodio.Oggi cominciamo con le prime dieci. Ho pensato di dividere questo argomento in tre episodi. Oggi vediamo le prime dieci città, la prossima settimana altre dieci città e nell'ultimo episodio vedremo le ultime dieci. Per ogni episodio inoltre prenderò una delle città citate e di questa vi darò qualche informazione in più. Diciamo che prenderò una città tra le dieci citate e di questa vi farò un elenco delle dieci cose da vedere assolutamente.Ah, dimenticavo: non è una classifica dalla migliore alla meno interessante, no, no, ho seguito un ordine alfabetico e poi non è una guida dettagliata per ogni città ma solo un piccolo consiglio per le vacanze.Di alcune ve ne ho già parlato in altri episodi che vi ricorderò a mano a mano che andremo avanti nel nostro elenco quali sono gli episodi dove potrete trovare informazioni più specifiche.Bene, cari ascoltatori partiamo alla scoperta di quali sono le città da vedere assolutamente nella vita...- The full transcript of this Episode (and excercises for many of the grammar episodes) is available via "Luisa's learn Italian Premium", Premium is no subscription and does not incur any recurring fees. You can just shop for the materials you need or want and shop per piece. Prices start at 0.20 Cent (i. e. Eurocent). - das komplette Transcript / die Show-Notes zu allen Episoden (und Übungen zu vielen der Grammatik Episoden) sind über Luisa's Podcast Premium verfügbar. Den Shop mit allen Materialien zum Podcast finden Sie unterhttps://premium.il-tedesco.itLuisa's Podcast Premium ist kein Abo - sie erhalten das jeweilige Transscript/die Shownotes sowie zu den Grammatik Episoden Übungen die Sie "pro Stück" bezahlen (ab 20ct). https://premium.il-tedesco.itMehr info unter www.il-tedesco.it bzw. https://www.il-tedesco.it/premiumMore information on www.il-tedesco.it or via my shop https://www.il-tedesco.it/premium
Barbara_O'Neill
Bárbara_O'Neill
Barbara_O'Neill_Parte_2._
Barbara_O'Neill
El descubrimiento de algunos de los planetas más esquivos del sistema solar, Neptuno, Plutón y quién sabe, una super Tierra en los confines del sistema solar, ha estado marcado por historias de personas que usan las teorías como su única guía y observadores que a veces tienen muchísima paciencia y afortunadamente mucha suerte. En esta conversación hablamos sobre los "planetas X", aquellos cuerpos que en algún momento fueron solo una especulación teórica y o bien fueron posteriormente descubiertos o están pendientes de serlo. Naturalmente, para las personas más curiosas, profundizamos en el que se conoce comúnmente como el Planeta 9 (o el nuevo Planeta X para otras personas).Realizado y presentado por: Antonio Bernal (Observatorio Fabra, Barcelona) y Jorge I. Zuluaga (Universidad de Antioquia, Medellín-Colombia)Producido por: Jorge I. Zuluaga (Universidad de Antioquia)Lista de episodios organizados por tema: https://tinyurl.com/y58xkvcn Lista de reproducción temática: https://tinyurl.com/89s2fpm8 Enlaces de interés: Artículo sobre la interpretación del planeta 9 como un agujero negro (revista original, repositorio de arXiv)
António José Seguro foi eleito Presidente da República com 66,8% dos votos, derrotando André Ventura (33,1%) e alcançando a maior votação presidencial em 50 anos de democracia. No rescaldo, o politólogo Pedro Magalhães sublinha que o resultado combina mobilização do eleitorado socialista, voto útil e procura de moderação num contexto de polarização. E desvaloriza o impacto da margem no exercício do cargo: “ganhar por um voto ou por milhões não vai fazer assim tanta diferença”. António José Seguro foi eleito Presidente da República com 66,8% dos votos, derrotando André Ventura, que ficou pelos 33,1%. O antigo líder socialista mais do que duplicou a votação da primeira volta e torna-se, segundo os resultados oficiais, o presidente mais votado em 50 anos de democracia. No discurso de vitória, António José Seguro prometeu um mandato “independente, exigente e ético”, garantindo que em Belém “os interesses ficam à porta”. Ventura reconheceu a derrota, mas reclamou de imediato “a liderança da direita”. Para interpretar o significado político desta segunda volta, falámos com Pedro Magalhães, politólogo e investigador especializado em eleições e comportamento eleitoral, conhecido pela leitura rigorosa de sondagens e tendências políticas em Portugal. A pergunta central, admite, continua por responder com exactidão: o voto foi a favor de Seguro ou contra Ventura? “É difícil dizer isso sem ter mais informação para além daquela que nos dá dos próprios resultados”, começa por sublinhar. Mas, diz, é provável que tenham acontecido as duas coisas ao mesmo tempo: “Teremos certamente as duas coisas a acontecer ao mesmo tempo”. Um voto “convicto” e um voto “útil” Pedro Magalhães aponta, desde logo, o comportamento do eleitorado socialista. “O voto em Seguro na primeira volta é um voto em grande medida em que se vê, por exemplo, que o Partido Socialista o seguiu de forma muito próxima”, afirma. “A grande esmagadora maioria votou em Seguro.” Mas há também outro movimento: um voto estratégico, que se tornou decisivo na segunda volta. “Naturalmente que houve em Seguro voto estratégico ou, como nós dizemos mais, como voto útil”, explica. E dá exemplos claros: “Vemos pessoas que votaram em candidatos como Marques Mendes, em candidatos como Gouveia e Melo e até Cotrim de Figueiredo em menor grau a deslocarem-se para Seguro.” Por isso, conclui: “Obviamente que é um voto de rejeição de Ventura.” Ao mesmo tempo, o politólogo sublinha que Seguro beneficiou do perfil, por vezes criticado como aborrecido, mas agora valorizado. “Há ali, na personagem política Seguro, na sua moderação, na sua ponderação, um candidato que até muitas vezes os comentadores políticos dizem que é um candidato aborrecido.” E acrescenta: “Há aí qualquer coisa que no actual contexto joga bem para muita gente.” A moderação como argumento eleitoral A polarização crescente do debate político ajuda a explicar o resultado, defende Pedro Magalhães. “Num contexto em que a política portuguesa se polarizou muito, em que há muitas posições extremas, em que a conflitualidade e até a linguagem, o discurso político se radicalizou muito”, diz, “esta figura de moderação” tornou-se um activo. António José Seguro, nota, tentou enquadrar a eleição como um confronto moral e político: “uma luta, um combate entre a moderação e o extremismo.” E, para um cargo como a Presidência, essa narrativa encaixa no imaginário institucional: “A expectativa não é de alguém que vai governar, mas sim de alguém que vai ter um papel de árbitro, um papel moderador, um papel facilitador e também de fiscalização.” A vitória esmagadora muda Belém? “Daqui a duas semanas já ninguém se lembra” A margem de vitória foi histórica. Mas, na leitura do politólogo, o efeito prático pode ser quase nulo. “A questão da legitimidade é uma questão que daqui duas semanas já ninguém se lembra”, afirma, sem rodeios. “Ganhar por um voto ou ganhar por milhões de votos tem o seu significado (…) mas do ponto de vista do cargo e do desempenho do cargo não faz assim tanta diferença.” António José Seguro pode usar o número como símbolo, admite, mas não como arma: “Do ponto de vista do exercício dos seus poderes e da sua função não vai fazer qualquer diferença.” E rejeita a ideia de um Presidente activo contra o governo: “Não há activismo contra o governo, não há nada disso.” O que espera, pelo contrário, é um primeiro mandato típico: “Procura de consenso, mais moderação.” Há, porém, um factor que pesa sempre: a reeleição. “Todos os presidentes gostam de cumprir um segundo mandato”, lembra. E por isso tendem a ajustar-se ao que a sociedade espera. “O segundo mandato depois é outra conversa porque aí estão livres.” Ventura perde a eleição, mas tenta vencer a narrativa André Ventura saiu derrotado, mas procurou rapidamente converter a derrota numa declaração de força: diz-se líder da direita. Pedro Magalhães recusa aceitar isso como facto consumado. “Ele pode reclamar a liderança da direita. Outra coisa é se a tem”, diz. “Não é evidente que a tenha.” O politólogo defende que a transformação do sistema partidário é real, mas não significa que o partido de extrema-direita Chega substituiu automaticamente o centro-direita. “É muito evidente que o sistema partidário português mudou e que o papel do Chega é incontornável”, afirma. E resume a nova geometria: “Passamos (…) para um sistema que tem claramente três grandes partidos.” Ainda assim, alerta para a confusão frequente entre blocos. “Temos três grandes blocos e, portanto, há a direita radical e há o centro-direito: não são a mesma coisa". Lembra que eleições presidenciais não são legislativas: “Isto não é uma eleição legislativa.” Por isso, o resultado pode iludir. “Nós sabemos, por exemplo, que para algumas pessoas que votaram na AD e que votaram em Cotrim de Figueiredo votaram em Ventura”, diz. Mas acrescenta o essencial: “Não é evidente que essas pessoas em legislativas votem no Chega.” A conclusão é quase um aviso: “Nós não podemos confundir isso com os factos.” E as legislativas? “A mudança estrutural já ocorreu” Questionado sobre se este resultado pode reconfigurar o sistema, Pedro Magalhães responde com prudência. “Eu não vejo esta eleição como trazendo óbvias mudanças naquilo que era o panorama que já se instalou”, afirma. E volta à mesma ideia: “A mudança estrutural já ocorreu.” Essa mudança tem nome: “o surgimento do Chega”, mas também “o novo protagonismo” de partidos como a Iniciativa Liberal e o Livre. O que vem a seguir dependerá menos de uma eleição presidencial e mais do que sempre decide eleições: “economia, problemas de corrupção”, enumera. “Esse tipo de situações que provocam flutuações no voto.” Três anos sem eleições? “Não é nada evidente” A vitória de Seguro pode abrir um ciclo mais estável? Pedro Magalhães não aposta nisso. “Em primeiro lugar, não é nada evidente que vá haver 3 anos e meio sem eleições”, afirma. E acrescenta, num tom pessoal: “Eu pessoalmente gostaria muito que fosse assim, porque trabalho nesta área (…) estamos todos muito cansados de tantas eleições seguidas.” Mas o problema é estrutural: “A outra mudança estrutural não foi só do sistema partidário, foi também da governabilidade.” A fragmentação do Parlamento tornou os governos mais dependentes de negociações permanentes: “O apoio aos governos mais dependente de factores muito mais circunstanciais.” E, apesar de o governo estar numa posição “pivotal”, a estabilidade não está garantida. A polarização complica tudo: “O Chega percebeu que se for trazendo temas que não faziam parte do nosso debate político, como imigração, por exemplo (…) esses temas polarizam muitas pessoas, tornam as negociações muito mais complicadas.” Mesmo que haja tempo político, Pedro Magalhães duvida que ele seja usado para reformas estruturais. “Os políticos e também já agora os cidadãos têm horizontes de muito curto prazo”, afirma. “Os políticos estão sempre obcecados com o que é que podem dar às pessoas no imediato.” E deixa uma frase que, por si só, resume o impasse: “Quando os políticos pedem sacrifícios para objectivos de longo prazo, ninguém acredita.” O diagnóstico final é sombrio e familiar: “Estamos presos nesta lógica de curto prazo.” E essa lógica, conclui, “não é nada favorável a consenso e a reformas”.
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Y hoy vamos a hablar de algo muy relacionado con el trabajo, en concreto, del salario mínimo interprofesional, o SMI por sus siglas en español. Como te puedes imaginar, el salario mínimo interprofesional es el sueldo más bajo que puede cobrar legalmente una persona por una jornada completa. En España, el SMI se fija cada año por el Gobierno tras consultar con empresarios y sindicatos. Además, se suele expresar en 14 pagas: 12 meses más dos pagas extra, en verano y en Navidad. ¿Por qué es importante? Porque marca el suelo salarial de muchos contratos y de sectores con sueldos más bajos, como agricultura, limpieza, comercio o trabajo doméstico. Subir el SMI empuja hacia arriba los salarios más bajos y reduce la desigualdad. En 2025, el SMI se situó en 1.184 euros al mes en 14 pagas (16.576 euros al año). Fue una subida del 4%, y ese cambio benefició de forma directa a alrededor de 2,4 millones de personas; la mayoría mujeres y jóvenes. Si miramos la evolución reciente, el salto es grande. En 2018 el SMI era de 735 euros; desde entonces ha ido aumentando: 900 (2019), 950 (2020), 965 (2021), 1.000 (2022), 1.080 (2023), 1.134 (2024) y 1.184 (2025). Para 2026, el Ministerio de Trabajo ha planteado subir el SMI un 3,1%, hasta 1.221 euros mensuales. Bien, antes de escuchar la noticia quiero explicarte tres siglas que aparecen en la información. Hablo de CEOE, CEPYME y UGT. CEOE significa Confederación Española de Organizaciones Empresariales. Es la principal asociación que representa a las empresas en España. Participa en negociaciones con el Gobierno y los sindicatos para decidir temas como salarios, condiciones laborales y normativa empresarial. CEPYME es la Confederación Española de la Pequeña y Mediana Empresa. Representa a las pymes, que son la mayoría de las empresas en España. Su objetivo es defender los intereses de los negocios más pequeños en esas negociaciones. UGT significa Unión General de Trabajadores. Es uno de los sindicatos más importantes del país. Los sindicatos defienden los derechos de los trabajadores y negocian con el Gobierno y las empresas para mejorar salarios, horarios y condiciones laborales. En resumen: CEOE y CEPYME representan a las empresas, y UGT representa a los trabajadores. Por eso, cuando se negocia el salario mínimo, estas organizaciones tienen mucho que decir. Con este contexto claro —qué es el SMI, por qué importa, su evolución y los principales actores—, ahora sí, escuchamos la noticia y luego analizamos el vocabulario y las expresiones clave. Una vez más, se trata de una noticia de Radio Nacional de España. “Tres horas de reunión después, el Ministerio de Trabajo ha lanzado su oferta. Apuestan por una subida del 3,1%, es decir, un incremento de 37 euros al mes que dejaría el salario mínimo en 1.221 euros mensuales en 14 pagas. Trabajo elige la propuesta menos generosa planteada por los expertos porque prefiere que el salario mínimo continúe sin pagar IRPF. Joaquín Pérez Rey es el secretario de Estado de Trabajo. Naturalmente la propuesta que hoy ha hecho el Ministerio de Trabajo en la mesa de diálogo social es una propuesta consensuada con el ministerio responsable, con el Ministerio de Hacienda. Oferta lanzada, la pelota está ahora en el tejado de los empresarios y los sindicatos. Parece casi imposible contar con el sí de CEOE y CEPYME que propusieron una subida del 1,5%. Los que tienen mucha más sintonía con el Ministerio de Yolanda Díaz son los sindicatos. Ellos pedían una subida mucho más pronunciada y que el SMI tributara. Eso sí, se muestran flexibles. Escuchamos al negociador de UGT, Fernando Luján. Pedir a todas las partes y desde luego también hacerla nosotros un ejercicio de responsabilidad. Cabe decir, Carlos, que la subida, sea la que sea, tendrá carácter retroactivo, es decir, efectos desde el 1 de enero.” Bueno, hoy sí que tenemos que explicar muchas cosas. Así que, no me entretengo más y vamos directos a las palabras y expresiones más importantes para que puedas entender la noticia mucho mejor. Lanzar una oferta: Presentar oficialmente una propuesta en una negociación (no es “tirar”, sino anunciar o presentar algo formalmente). -Tras varias horas de reunión, el Ministerio lanzó una oferta de subida salarial. -La empresa lanzó una oferta a los trabajadores para evitar la huelga. Apostar (por): Elegir o apoyar una opción entre varias, mostrando preferencia o confianza en ella. -El Gobierno apuesta por una subida del 3,1%. -El sindicato apuesta por mejorar los contratos temporales. -Paga: Cada uno de los pagos del salario a lo largo del año. En España es común cobrar 14 pagas: 12 mensuales más dos pagas extra (verano y Navidad). -El SMI se cobra en 14 pagas, con dos extras al año. -Si cobras en 12 pagas, la cantidad mensual es mayor porque incluye las pagas extra. Generosa / menos generosa (propuesta): Una propuesta generosa ofrece más (por ejemplo, una subida mayor). Menos generosa ofrece menos. -Los expertos plantearon una opción más generosa del 4,7%. -El Ministerio eligió la alternativa menos generosa. -IRPF (Impuesto sobre la Renta de las Personas Físicas): Impuesto que se paga sobre los ingresos que una persona obtiene en un año. -Quieren que el SMI continúe sin pagar IRPF en la práctica. -Si tus ingresos suben, puede aumentar lo que pagas de IRPF. -Mesa de diálogo social: Espacio formal de negociación entre Gobierno, sindicatos y empresas para acordar medidas laborales o salariales. -La subida del SMI se discute en la mesa de diálogo social. -En la mesa acordaron reunirse la próxima semana para cerrar cifras. -Consensuada: Acordada por varias partes tras dialogar; no es una decisión unilateral. -La propuesta fue consensuada con el Ministerio de Hacienda. -Buscan una posición consensuada entre sindicatos y empresarios. -La pelota está en el tejado: Expresión que significa que ahora le toca decidir o actuar a otra parte. -Lanzada la oferta, la pelota está en el tejado de los empresarios. -Hemos hecho nuestra propuesta; la pelota está en vuestro tejado. -Tener sintonía: Estar de acuerdo o tener buena relación y coincidencia de ideas con alguien. -Los sindicatos tienen más sintonía con la propuesta del Ministerio. -La patronal no tiene sintonía con una subida tan alta. -Subida pronunciada: Aumento grande o notable (no pequeño). -Los sindicatos pedían una subida pronunciada del SMI. -Una subida pronunciada puede afectar más a ciertos sectores. -Tributar: Pagar impuestos sobre una renta o ingreso. -Con esta cifra, el SMI podría tributar en el IRPF. -Si superas el mínimo exento, tendrás que tributar por lo ganado. -Carácter retroactivo: La medida se aplica desde una fecha anterior a su publicación o acuerdo. -La subida tendrá carácter retroactivo desde el 1 de enero. -El convenio incluye mejoras con efecto retroactivo al inicio de año. Perfecto, pues ya estamos preparados para escuchar la noticia por segunda vez. “Tres horas de reunión después, el Ministerio de Trabajo ha lanzado su oferta. Apuestan por una subida del 3,1%, es decir, un incremento de 37 euros al mes que dejaría el salario mínimo en 1.221 euros mensuales en 14 pagas. Trabajo elige la propuesta menos generosa planteada por los expertos porque prefiere que el salario mínimo continúe sin pagar IRPF. Joaquín Pérez Rey es el secretario de Estado de Trabajo. Naturalmente la propuesta que hoy ha hecho el Ministerio de Trabajo en la mesa de diálogo social es una propuesta consensuada con el ministerio responsable, con el Ministerio de Hacienda. Oferta lanzada, la pelota está ahora en el tejado de los empresarios y los sindicatos. Parece casi imposible contar con el sí de CEOE y CEPYME que propusieron una subida del 1,5%. Los que tienen mucha más sintonía con el Ministerio de Yolanda Díaz son los sindicatos. Ellos pedían una subida mucho más pronunciada y que el SMI tributara. Eso sí, se muestran flexibles. Escuchamos al negociador de UGT, Fernando Luján. Pedir a todas las partes y desde luego también hacerla nosotros un ejercicio de responsabilidad. Cabe decir, Carlos, que la subida, sea la que sea, tendrá carácter retroactivo, es decir, efectos desde el 1 de enero.” Muy bien. Ahora me toca el turno a mí para ofrecerte la noticia cambiando algunas palabras. Tras tres horas de encuentro, el Ministerio de Trabajo ha presentado su propuesta. Optan por un aumento del 3,1%, es decir, un alza de 37 euros mensuales que situaría el salario mínimo en 1.221 euros al mes repartidos en 14 ingresos. Trabajo escoge la alternativa menos favorable de las que planteó el comité de expertos porque prefiere que el SMI siga exento de IRPF. Joaquín Pérez Rey, secretario de Estado de Trabajo, ha explicado que la iniciativa que ha trasladado el Ministerio a la mesa de diálogo social es una medida acordada con el departamento responsable, el Ministerio de Hacienda. Una vez anunciada la oferta, la responsabilidad de responder recae ahora en las organizaciones empresariales y en las centrales sindicales. Parece muy difícil contar con el visto bueno de CEOE y CEPYME, que defendieron una revalorización del 1,5%. Quienes mantienen mayor afinidad con el equipo de Yolanda Díaz son los sindicatos: reclamaban una subida más intensa y que el SMI cotizara en el impuesto sobre la renta. Aun así, se muestran abiertos a negociar. El negociador de UGT, Fernando Luján ha pedido a todas las partes, y por supuesto, a ellos mismos, que piensen en la importancia de esta decisión”. Por último, el incremento, sea cual sea la cifra final, tendrá efectos retroactivos; es decir, se aplicará desde el 1 de enero. Y una cosa más que se me ha olvidado decir antes. Yolanda Díaz es la Ministra de Trabajo en España. Por eso dicen el Ministerio de Yolanda Díaz, o sea, el Ministerio de Trabajo. Genial. Escuchamos la noticia por última vez. “Tres horas de reunión después, el Ministerio de Trabajo ha lanzado su oferta. Apuestan por una subida del 3,1%, es decir, un incremento de 37 euros al mes que dejaría el salario mínimo en 1.221 euros mensuales en 14 pagas. Trabajo elige la propuesta menos generosa planteada por los expertos porque prefiere que el salario mínimo continúe sin pagar IRPF. Joaquín Pérez Rey es el secretario de Estado de Trabajo. Naturalmente la propuesta que hoy ha hecho el Ministerio de Trabajo en la mesa de diálogo social es una propuesta consensuada con el ministerio responsable, con el Ministerio de Hacienda. Oferta lanzada, la pelota está ahora en el tejado de los empresarios y los sindicatos. Parece casi imposible contar con el sí de CEOE y CEPYME que propusieron una subida del 1,5%. Los que tienen mucha más sintonía con el Ministerio de Yolanda Díaz son los sindicatos. Ellos pedían una subida mucho más pronunciada y que el SMI tributara. Eso sí, se muestran flexibles. Escuchamos al negociador de UGT, Fernando Luján. Pedir a todas las partes y desde luego también hacerla nosotros un ejercicio de responsabilidad. Cabe decir, Carlos, que la subida, sea la que sea, tendrá carácter retroactivo, es decir, efectos desde el 1 de enero.” Ha quedado claro, ¿verdad? Pues para terminar me gustaría comparar la situación de España con respecto a otros países del entorno. Con la subida de 2025, España se situó en el grupo intermedio de la Unión Europea por salario mínimo mensual bruto, con 1.184 € al mes en 14 pagas. Con esa cifra, España aparece alrededor del séptimo puesto entre los países de la UE, por detrás de economías como Luxemburgo, Irlanda, Países Bajos, Alemania, Bélgica o Francia, y por delante de Portugal, Chipre, Lituania o Polonia. Franja alta (más de 1.800–2.600 € al mes): Luxemburgo (≈2.638 €), Irlanda (≈2.282 €), Países Bajos (≈2.193 €), Alemania (≈2.161 €), Bélgica (≈2.070 €) y Francia (≈1.802 €). España queda por debajo de este grupo, pero lidera el bloque intermedio. Franja media (1.000–1.500 €): España, Eslovenia, Polonia, Lituania, Portugal y Chipre. Franja baja (por debajo de 1.000 €): Varios países de Europa Central y del Este mantienen salarios mínimos inferiores a 1.000 € mensuales.Escucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de Se Habla Español. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/171214
DESPEDIMOS ENERO CON UN PROGRAMON... de VERANO.. A TODA ESENCIAL NATURAL..para RECONECTAR CON TU ESPERANZA ESENCIAL.. GRACIAS a nuestros INVITADOS ESPECIALES MABEL ROMERO, escritora, promotora cultural ,conductora radio , desde URUGUAY. @mabelromeropereira FB. PAGLO ROGER : PSIC.DEPORTIVO, WINDSURFISTA PROFESIONAL. .@surfaviento.ok. DANIEL MARTINEZ, titular de REINO MINERAL: LAS GEMAS del INFINITO para armonizarte. @reinomineralgmsrosario GRACIAS.. www.marisapatinoambassador.com
Il congiuntivo italiano è uno dei modi verbali più affascinanti e dibattuti della nostra lingua. Spesso considerato difficile e arcaico, in realtà continua a vivere e prosperare nella comunicazione contemporanea, dalle canzoni dei rapper ai discorsi istituzionali. Contrariamente alla credenza popolare che lo vorrebbe morente, il congiuntivo si rivela essere un modo verbale vitale e moderno, capace di adattarsi ai tempi senza perdere il suo innato fascino seduttivo. Il Congiuntivo Italiano: Storia, Fascino e Attualità di un Modo Verbale Irresistibile La Democratizzazione del Congiuntivo: Dagli Anni '50 a Oggi Dalla metà del XX secolo, il congiuntivo ha vissuto una democratizzazione progressiva. Se un tempo era appannaggio dell'élite colta, riservato ai salotti aristocratici e ai testi letterari più raffinati, a partire dagli anni '50 ha iniziato a diffondersi in strati sempre più ampi della popolazione italiana. Questo processo di democratizzazione linguistica ha portato sia opportunità che sfide. Da un lato, un maggior numero di italiani ha iniziato ad approcciarsi a questo modo verbale; dall'altro, non tutti hanno acquisito la padronanza necessaria per utilizzarlo correttamente, generando gli errori che spesso finiscono alla ribalta mediatica. Tuttavia, è importante sottolineare che la diffusione popolare del congiuntivo rappresenta un fenomeno positivo: dimostra che gli italiani sentono il bisogno di esprimersi con maggiore precisione e raffinatezza, anche quando non padroneggiano completamente le regole grammaticali. Gli Episodi Mediatici che Hanno Reso Famoso il Congiuntivo La storia recente del congiuntivo italiano è costellata di episodi mediatici clamorosi che ne hanno aumentato la notorietà. Il caso più eclatante risale al 2017, quando l'allora vicepremier Luigi Di Maio commise una serie di errori consecutivi nell'uso del congiuntivo durante comunicazioni pubbliche. Gli sbagli furono tre e particolarmente evidenti: "soggetti spiano" invece di "spiino", poi "venissero spiati" e infine "spiassero". Questi errori, amplificati dai social media, scatenarono un dibattito nazionale che durò settimane. Twitter si trasformò in un campo di battaglia linguistica, con migliaia di utenti che difendevano l'uso corretto del congiuntivo. Un altro episodio memorabile avvenne nel 2015 in Senato, quando il senatore Castaldi pronunciò "se potrebbe" invece di "se potesse". L'intera aula esplose in un coro unanime di "CONGIUNTIVO!", trasformando un semplice errore grammaticale in un momento di teatro politico che fece il giro del web. Questi episodi, lungi dall'essere semplici gaffe, hanno dimostrato quanto gli italiani siano emotivamente legati al corretto uso del congiuntivo, considerandolo una questione d'onore linguistico e culturale. Il Congiuntivo nella Musica Contemporanea: Dai Rapper ai Cantautori Contrariamente ai luoghi comuni che vorrebbero i giovani disinteressati alla grammatica, molti artisti contemporanei utilizzano il congiuntivo con padronanza e consapevolezza stilistica. La musica rap e trap italiana, spesso accusata di impoverire la lingua, in realtà presenta numerosi esempi di uso corretto e creativo del congiuntivo. Sfera Ebbasta, uno dei rapper più influenti della scena italiana, utilizza espressioni come "spero che il vicino non senta", dimostrando una perfetta padronanza del congiuntivo presente. Shiva canta "mi ameresti ancora se da domani mollassi i concerti?", utilizzando correttamente il congiuntivo imperfetto in una struttura ipotetica. Anna Pepe esprime desideri con "vorrei avessi la fame mia", mentre Il Tre manifesta aspirazioni politiche con "vorrei che regnasse l'anarchia". Questi esempi dimostrano come i giovani artisti comprendano intuitivamente che il congiuntivo conferisce ritmo, musicalità e profondità poetica ai loro testi. Naturalmente, non mancano gli errori: Guè Pequeno dice "spero che lo fai" invece di "faccia", ma questi sbagli vanno contestualizzati nell'ambito dell'espressione artistica spontanea e del linguaggio colloquiale del rap, dove spesso prevale l'immediatezza comunicativa sulla correttezza formale. L'Ossessione Italiana per il Congiuntivo: Un Fenomeno Culturale Unico L'Italia è probabilmente l'unico paese al mondo dove gli errori grammaticali diventano casi mediatici. Questa peculiarità culturale affonda le radici nel profondo legame che lega gli italiani alla loro lingua, percepita non solo come strumento di comunicazione ma come patrimonio identitario da preservare. L'uso scorretto del congiuntivo viene spesso percepito come una mancanza di rispetto verso la tradizione culturale italiana. Quando un personaggio pubblico commette un errore, si scatena immediatamente una reazione collettiva che va oltre la semplice correzione grammaticale: è un richiamo all'ordine linguistico e culturale. Questo fenomeno rivela quanto gli italiani siano emotivamente coinvolti nella difesa della loro lingua. Il congiuntivo diventa così un simbolo di raffinatezza culturale, un indicatore sociale che distingue chi padroneggia la lingua da chi non ne conosce le sottigliezze. La passione italiana per il congiuntivo si manifesta anche nella produzione culturale popolare. Il personaggio di Fantozzi, con i suoi goffi tentativi di utilizzare il congiuntivo ("facci lei", "vadi"), rappresenta perfettamente l'imbarazzo collettivo di chi aspira a un registro linguistico elevato senza possederne gli strumenti. Congiuntivo vs Indicativo: Una Questione di Registro e Contesto Il rapporto tra congiuntivo e indicativo nella lingua italiana contemporanea è più complesso e sfumato di quanto spesso si pensi. Non si tratta di una semplice opposizione tra "corretto" e "scorretto", ma di una scelta stilistica che dipende dal registro comunicativo e dal contesto d'uso. L'indicativo rappresenta la concretezza e l'immediatezza: "piove", "Marco mangia", "penso che è così". È il modo della certezza, della quotidianità, della comunicazione diretta e informale. Il congiuntivo, invece, introduce sfumature di significato: dubbio, desiderio, possibilità, cortesia. La differenza tra "penso che è" e "penso che sia" non è solo grammaticale ma semantica: la prima espressione trasmette certezza e immediatezza, la seconda introduce un elemento di dubbio o di distacco formale che può risultare più elegante e rispettoso verso l'interlocutore. Nel linguaggio colloquiale informale, l'indicativo sta progressivamente sostituendo il congiuntivo in molti contesti. Questo fenomeno è naturale e legittimo: la lingua si adatta alle esigenze comunicative dei parlanti. Tuttavia, in contesti formali, letterari o solenni, il congiuntivo mantiene il suo ruolo insostituibile. I Domini Esclusivi del Congiuntivo: Dove Regna Incontrastato Nonostante la progressiva informalizzazione della lingua, esistono contesti in cui il congiuntivo rimane assolutamente irrinunciabile. Questi "domini esclusivi" rappresentano le roccaforti grammaticali dove nessuno osa contestare la sua supremazia. Le congiunzioni subordinative come "benché", "affinché", "purché", "qualora" richiedono obbligatoriamente il congiuntivo. Espressioni come "benché piove" suonano così sbagliate che nemmeno i parlanti meno colti oserebbero utilizzarle. In questi casi, il congiuntivo mantiene il suo potere normativo assoluto. L'espressione di desideri e auguri rappresenta un altro dominio esclusivo: "magari vincessi al lotto!", "che tu possa essere felice!", "dio ti benedica!". In questi contesti, il congiuntivo non può essere sostituito senza alterare completamente il significato e la forza espressiva dell'enunciato. Anche nelle frasi esclamative e nelle espressioni di stupore il congiuntivo conserva la sua funzione insostituibile: "che sia possibile!", "se sapessi!", "magari fosse vero!". Queste costruzioni mantengono intatta la loro vitalità nella lingua parlata contemporanea. Il Congiuntivo e gli Studenti Stranieri: Un Rapporto di Amore e Timore Per gli studenti stranieri di italiano, il congiuntivo rappresenta spesso il test definitivo di padronanza linguistica. Inizialmente percepito come un ostacolo insormontabile a causa delle sue molteplici forme e dei suoi usi apparentemente arbitrari, diventa gradualmente oggetto di fascino e conquista. La reazione iniziale è generalmente di scoraggiamento: "Ma quante forme ha?", "Quando si usa esattamente?", "Perché è così complicato?". Tuttavia, quando gli studenti iniziano a comprendere le sfumature semantiche e stilistiche del congiuntivo, si verifica una vera e propria rivelazione linguistica. Interessante notare come gli italiani siano generalmente indulgenti con gli errori di congiuntivo commessi dagli stranieri. Mentre un errore di un italiano scatena correzioni immediate e talvolta derisione, lo stesso errore commesso da uno straniero viene accolto con comprensione e persino tenerezza. La Complessità Affascinante: Quattro Tempi per Infinite Sfumature La ricchezza morfologica del congiuntivo italiano, con i suoi quattro tempi (presente, imperfetto, passato, trapassato), può intimidire ma rappresenta in realtà un patrimonio espressivo di inestimabile valore. Ogni tempo permette di collocare l'azione in una dimensione temporale specifica, creando sfumature di significato impossibili da ottenere con altri modi verbali. Il congiuntivo presente esprime contemporaneità o posteriorità rispetto al momento dell'enunciazione: "spero che venga" (domani). Il congiuntivo imperfetto indica anteriorità: "speravo che venisse" (ieri). Il congiuntivo passato esprime anteriorità rispetto al presente: "spero che sia venuto" (prima di ora). Il congiuntivo trapassato indica anteriorità rispetto a un momento passato: "speravo che fosse venuto" (prima di allora). Questa complessità temporale permette di costruire architetture sintattiche raffinate,
¿Viste esa espiral azul resplandeciente en el cielo nocturno? La gente en toda Europa, desde el Reino Unido hasta Ucrania, se volvía loca y lo publicaba por todas las redes sociales. Flotó por unos minutos, luego simplemente desapareció como una especie de portal cósmico. Naturalmente, las teorías explotaron en línea: alienígenas, experimentos secretos, ¿quizás un fallo en la Matrix? Pero no, la verdad es un poco más terrenal... de cierta manera. Resulta que todo fue gracias a un cohete de SpaceX, haciendo de las suyas en la atmósfera y creando esa espiral helada con combustible sobrante—impresionante, ¿verdad? Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Ti do il benvenuto su Italiano bello, il podcast in italiano semplice pensato per chi vuole imparare l'italiano o semplicemente migliorare. Tutti gli episodi sono disponibili in formato video sul mio canale YouTube, dove puoi attivare i sottotitoli.Ecco cosa puoi fare dopo aver ascoltato l'episodio:
El insomnio no es solo falta de sueño, es una desconexión profunda entre tu cuerpo, mente y espíritu que te mantiene en estado de alerta cuando deberías descansar. Si pasas horas dando vueltas en la cama, despiertas múltiples veces en la noche, o amaneces más cansada que cuando te acostaste, tu sistema nervioso está atrapado en patrones de estrés, ansiedad y programación de supervivencia que impiden el descanso profundo.Este fortalecimiento con Método Yuen trabaja en los niveles más profundos donde se origina el insomnio, eliminando bloqueos energéticos, patrones ancestrales de hipervigilancia y programación que mantiene tu cerebro activo cuando necesitas dormir. No es una solución temporal ni requiere fármacos, trabaja directamente en la causa raíz para que recuperes tu capacidad natural de dormir profundamente toda la noche.¿Qué experimentarás con este fortalecimiento para eliminar insomnio?Eliminación de patrones de insomnio crónico y dificultad para conciliar sueñoDesactivación de hipervigilancia nocturna y mente que no se apagaLiberación de ansiedad, estrés y preocupaciones que impiden dormirRegulación natural del ritmo circadiano y ciclo sueño-vigiliaActivación de producción natural de melatonina sin suplementosRelajación profunda del sistema nervioso para descanso reparadorEliminación de despertares nocturnos frecuentes y sueño fragmentadoSueño profundo continuo que permite regeneración celular completaDespertar renovada, con energía y claridad mentalSanación de traumas y patrones ancestrales que causan insomnioIdeal para personas con insomnio crónico, dificultad para conciliar sueño, despertares nocturnos frecuentes, sueño ligero y no reparador, ansiedad nocturna, mente hiperactiva que no se apaga, o cualquiera que desee recuperar su capacidad natural de dormir profundamente sin fármacos.Cómo usar este fortalecimiento para insomnio:Escucha el audio antes de dormir, acostada en tu cama en posición cómoda. El Método Yuen trabaja mientras duermes, eliminando bloqueos que impiden descanso profundo. Puedes quedarte dormida durante el audio, el fortalecimiento sigue trabajando. Escúchalo diariamente durante 7-21 días para reprogramar completamente tus patrones de sueño.Señales de que necesitas este fortalecimiento:Tardas más de 30 minutos en conciliar el sueño cada nocheDespiertas múltiples veces durante la noche sin razón aparenteTu mente no se apaga y sigues pensando cuando intentas dormirAmaneces cansada aunque hayas dormido horas suficientesDependes de pastillas, melatonina o sustancias para dormirExperimentas ansiedad o pánico cuando llega la hora de dormirTu sueño es ligero y cualquier ruido te despiertaHas probado todo y nada funciona para tu insomnioEl insomnio afecta tu energía, humor y funcionamiento diarioCargas patrones familiares de insomnio o problemas de sueñoEste fortalecimiento trabaja en:Patrones de insomnio crónico y dificultad para conciliar sueñoHipervigilancia del sistema nervioso y modo supervivencia nocturnoAnsiedad, estrés y preocupaciones que activan la menteDesregulación del ritmo circadiano y producción de melatoninaTraumas que mantienen el cuerpo en estado de alerta permanenteProgramación ancestral de hipervigilancia transmitida generacionalmenteBloqueos energéticos que impiden relajación profundaTodos los niveles donde tu capacidad natural de dormir está bloqueada
Em entrevista ao Alta Definição em setembro de 2021, Francisco Pinto Balsemão revisitou os momentos decisivos da sua vida — desde a infância numa família abastada, marcada pela morte prematura da irmã e pela pressão de carregar a única esperança familiar, até ao reconhecimento público que viria a conquistar. Revelou a profunda ligação à sua companheira, Mercedes Balsemão, pilar inabalável na sua caminhada, e recorda o período como primeiro-ministro de Portugal (1981–1983), bem como o contacto com figuras internacionais que marcaram essa época. Falou ainda do seu sonho menos conhecido de escrever poesia, das preocupações com o mundo digital e da luta contra a desinformação — temas que considerou cruciais para o futuro da comunicação. Fundador do semanário Expresso e da cadeia privada SIC, Balsemão não fugiu a perguntas sobre os seus maiores arrependimentos. A sua morte, a 21 de outubro de 2025, aos 88 anos, marcou o fim de um percurso singular e profundo de quem ajudou a escrever parte da história recente de Portugal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Juan Pablo Polvorinos resume cómo Sánchez falta a la verdad sobre el informe de la UCO y sobre su decisión de no felicitar a María Corina Machado.
En Ivoox puedes encontrar sólo algunos de los audios de Mindalia. Para escuchar las 4 grabaciones diarias que publicamos entra en https://www.mindaliatelevision.com. Si deseas ver el vídeo perteneciente a este audio, pincha aquí: https://www.youtube.com/watch?v=JUQncFP4eMg Descubre cómo mejorar tu visión naturalmente con ejercicios simples y efectivos. Acompaña a Ainhoa de Federico para aprender a cuidar tu salud visual de forma práctica y segura en solo 30 días. ¡Dale a tus ojos el cuidado que merecen! Ainhoa de Federico Doctora, Profesora Investigadora (Universidad de Toulouse), Creadora de Volver a Ver Claro y Directora de un Diplomado de Coach Visual. 5 millones de alumnos en 192 países en español, inglés y francés. Doctora Honoris Causa 2023. https://vip.volveraverclaro.com/lista... http://volveraverclaro.com/ / voveraverclaro / ainhoadefederico Más información en: https://www.mindalia.com/television/ PARTICIPA CON TUS COMENTARIOS EN ESTE VÍDEO. ------------INFORMACIÓN SOBRE MINDALIA----------DPM Mindalia.com es una ONG internacional, sin ánimo de lucro, que difunde universalmente contenidos sobre espiritualidad y bienestar para la mejora de la consciencia del mundo. Apóyanos con tu donación en: https://www.mindalia.com/donar/ Suscríbete, comenta positivamente y comparte nuestros vídeos para difundir este conocimiento a miles de personas. Nuestro sitio web: https://www.mindalia.com SÍGUENOS TAMBIÉN EN NUESTRAS PLATAFORMAS Facebook: / mindalia.ayuda Instagram: / mindalia_com Twitch: / mindaliacom Odysee: https://odysee.com/@Mindalia.com *Mindalia.com no se hace responsable de las opiniones vertidas en este vídeo, ni necesariamente participa de ellas.
A progesterona é muito mais do que o “hormônio da gestação” – ela é essencial para o equilíbrio do ciclo menstrual, para o sono, para o humor, para a clareza mental e até para o envelhecimento saudável. Mas o que fazer quando ela está baixa? E até onde é possível otimiza-la naturalmente?Neste episódio, eu, Isabela Fortes, te convido a entender de forma profunda o que realmente está por trás da baixa progesterona, sem a visão reducionista de “dar um suplemento e pronto”. Vamos expandir a compreensão sobre como os hormônios funcionam como uma verdadeira sinfonia e aprender estratégias práticas para apoiar o corpo a produzir mais progesterona.Neste episódio você vai aprender:Os sinais e sintomas mais comuns da baixa progesterona.As causas frequentes são: estresse crônico, má nutrição, anovulação, SOP, perimenopausa, toxinas ambientais e mais.O papel do sistema nervoso e da percepção de segurança na produção hormonal.O impacto do ambiente interno e externo na saúde hormonal.Nutrição essencial para apoiar a progesterona: calorias adequadas, proteínas, gorduras boas e micronutrientes como B6, vitamina C, zinco, magnésio e ômega-3.Estilo de vida e saúde hormonal: sono, manejo do estresse, saúde intestinal, exposição solar, exercícios equilibrados.O papel de ervas e suplementos como Vitex, Ashwagandha, Rhodiola, óleo de peixe e sulforafano.Quando as estratégias naturais já não são suficientes é hora de considerar terapia de reposição hormonal bioidêntica.Como diferenciar os caminhos na fase reprodutiva, perimenopausa e pós-menopausa.Para refletir:Baixa progesterona não é necessariamente um “capricho exclusivo do envelhecimento” ou apenas “coisa da menopausa”. Para as gatas em fase reprodutiva, lembre-se de que isso é um sinal de que o corpo não se sente seguro para funcionar em harmonia. O caminho não é buscar soluções mágicas, mas sim auditar a sua vida, reduzir estressores e nutrir o corpo de verdade.Patrocinador do episódio de hoje Yorgus. Você pode adquirir os produtos com desconto pelo site usando o cupom ISABELA15 → nuviofoods.com.brMeu livro Perimeno Quê? O manual que eu queria ter tido quando eu passei pela perimenopausa já está disponível para vendas.Garanta já o seu exemplar e comece a enxergar sua jornada com outros olhos!Você encontra no site https://intrinseca.com.br/livro/perimenoque/Além do livro, estou próxima de abrir as inscrições das novas aulas sobre TRH. Então, se você estiver interessada, detalho melhor no site reset.isabelafortes.com.br/trh
Ricardo Pais acaba de cumprir 80 anos e garante nunca ter ambicionado ser um homem do seu tempo, embora considere como o comediante alemão Karl Valentin que “antigamente o futuro era habitado com mais esperança.” O seu percurso é marcado pela direção de grandes instituições teatrais, com uma fugaz passagem pelo Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, e uma forte presença no Teatro Nacional São João, no Porto. Isto além dos seus múltiplos papéis artísticos, enquanto encenador, ator e professor. Ricardo afirma que, agora que vive mais fora de cena, está a tratar da sua cabeça e a dedicar-se ao novo tempo, depois das sobras, sem grandes saudosismos ou pretensões. Ouçam-no nesta primeira parte da conversa com Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Emisión del lunes 1 de septiembre de 2025 El primer informe de gobierno de la presidenta Claudia Sheinbaum buscó mostrar a un país en marcha y con avances significativos. Naturalmente, no mencionó los obstáculos que dificultan cumplir muchos de sus objetivos. "Deja que tus oídos te abran los ojos." #RuizHealyTimes #AbriendoLaConversación www.ruizhealytimes.com www.radioformula.mx
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! En esta entrega de La órbita de Endor vamos a cambiar un tanto el esquema habitual del programa, como ya hicimos otras veces, dejando el plato principal para lo último. De este modo, arrancaremos la edición con el análisis de la serie de HBO protagonizada por Steve Buscemi, BOARDWALK EMPIRE. Su primera temporada nos ha ofrecido una ristra de personajes variopintos, con subtramas de todo tipo y una ambientación impecable. Será Raúl Martín el encargado de poner los puntos sobre las íes. Después pasaremos al Volumen 1 de nuestro ciclo dedicado al UNIVERSO EXPANDIDO de STAR WARS. A partir de ahora, más o menos una vez al mes, dedicaremos un dossier a explorar los rincones más interesantes de esa vía alternativa de esa galaxia muy, muy lejana. Naturalmente, será Nathan Kurtz quien aporte un alud de datos en esta primera entrega, donde explicaremos exactamente qué es el Universo Expandido y a qué podemos llamar Canon en el mundo de Star Wars. Repasaremos la línea cronológica de esta ambientación, que abarca millones de años, haciendo alguna parada ocasional en eventos históricos que marcaron época en esta saga. Dirige, presenta y edita: Antonio Runa. Descarga, escucha y disfruta: Tú, querido oyente. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Gabi Martínez presenta a Anatxu Zabalbeascoa, la prologuista de esta novela arquitectónica 'La casa de verano', del escritor japonés Masashi Matsuie.
Em um mundo de aplicativos de namoro e novos rótulos de relacionamento, parece mais relevante do que nunca se perguntar se os seres humanos são naturalmente monogâmicos.
"Esse é meu pai. Ele é gay. Essa é minha mãe. Ela é hétero. Eles são amigos". É assim que Alyce costuma se apresentar quando alguém pergunta sobre sua história. Não é uma resposta que costuma vir sozinha. Ela geralmente vem acompanhada de um olhar curioso, confuso ou até chocado. Mas, pra Alyce, tudo sempre foi muito simples: ela nasceu de um desejo comum. E de um afeto verdadeiro.Os pais de Alyce se conheceram num churrasco na casa do tio dela, que também era gay, embora ninguém soubesse ainda. No meio dessa festa, nasceu uma amizade entre a mãe de Alyce e seu futuro pai. Uma amizade tão forte que fez com que ele passasse a frequentar a casa com frequência.O tempo foi passando, a amizade foi ficando mais sólida, e ele começou a brincar que queria ter um filho com ela. No começo, ela achava que era só piada. Até que, cinco anos depois, eles decidiram que sim: iriam tentar. Naturalmente, sem inseminação, sem processo médico. Com afeto, confiança e consentimento.Foram três tentativas até que desse certo. E quando a notícia da gravidez chegou, por meio de uma cólica que parecia ser renal, mas era só a Alyce dizendo "cheguei", ele ficou eufórico. Ligou pra todo mundo. Queria contar ao mundo que ia ser pai.Muitos achavam que por ele ser um homem gay, não seria presente. Pelo contrário: ele sempre esteve lá. Acordava de madrugada, se preocupava com os cuidados, foi presente em todas as fases. Foi acolhido pela família da mãe dela, morou com elas, e nunca escondeu quem era. Alyce cresceu ouvindo que seu pai era gay. Cresceu indo à Parada com ele no colo. Viu de perto o que era diversidade. Viveu, em casa, a experiência do respeito.
A parábola dos trabalhadores na vinha, em Mateus 20, poderia se chamar “a parábola do empregador generoso” — porque desafia nosso senso de justiça e nos convida a enxergar com os olhos do Reino. Os trabalhadores foram chamados em diferentes horários ao longo do dia. Naturalmente, os que trabalharam desde cedo acharam injusto receber o mesmo que os que chegaram no final da tarde. Mas essa parábola não é sobre leis trabalhistas — é sobre o Reino dos Céus. O Senhor é justo, compassivo e cheio de misericórdia. Ele chama quem quer, quando quer e age segundo os Seus próprios padrões. E ainda bem por isso! A salvação não é mérito nosso. Ele não nos deve nada. Assim como aqueles trabalhadores, nós também recebemos muito mais do que merecemos. Porque, no fim das contas, a produtividade não era o foco daquele dono da vinha. Ele queria exercer sua graça e generosidade — assim como o Senhor faz conosco: chama pecadores improváveis para o Seu Reino e oferece, gratuitamente, graça e salvação. __ #FAMILIADOSQUECREEM #SERIEPARABOLASDEJESUS Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
Meditación en el sábado de la XI semana del Tiempo Ordinario. Jesús, en el Evangelio de hoy, nos advierte que no podemos servir a dos señores, a Dios y al dinero. Sería un lastre en nuestra vida dejar entrar en el corazón el amor al dinero, la avaricia. Naturalmente necesitamos dinero para vivir, pero usándolo, no amándolo, compartiéndolo con quienes lo necesitan más que nosotros y no poniendo en él nuestras esperanzas de felicidad.
La rana (The Frog) es un relato de terror del escritor norteamericano Henry Kuttner (1915-1958), publicado originalmente en la edición de febrero de 1939 en la revista Strange Stories. La rana, posiblemente uno de los cuentos de Henry Kuttner menos conocidos, relata la historia de Norman Hartley, un artista de Nueva York que decide pasar una temporada en el campo para recuperar su productividad. Alquila una casa rural muy cerca de Monk's Hollow, o la Hoya del Monje, y en su jardín descubre una gran roca con extraños grabados. Los lugareños la llaman La Piedra de la Bruja, y aseguran que en realidad es la lápida de Persis Winthorp, una bruja que fue oportunamente asesinada por los antiguos pobladores del lugar. SPOILERS. A pesar de las advertencias de los lugareños, Norman Hartley es un tipo escéptico. No cree en absurdas supersticiones. Por otro lado, la Piedra de la Bruja ofende su sensibilidad artística, ya que arruina la delicada simetría del jardín, de modo tal que contrata a un par de sujetos para que quiten la lápida. Naturalmente, esto fue una muy mala idea. Persis Winthorp regresa, no ya como una odiosa bruja, sino más bien como una criatura híbrida, mitad mujer, mitad batracio (ver: El cuerpo de la mujer en el Horror). Bajo esta forma monstruosa aterroriza a Norman Hartley y a la gente de la Hoya del Monje, irrumpiendo en sus casas en medio de la noche y haciéndolas pedazos. Los aldeanos se apresuran a organizar una partida para defender a sus familias y cazar al monstruo. Sin embargo, todo parce indicar que la bruja está interesada únicamente en Norman Hartley, a quien eventualmente persigue hasta sus dominios en el pantano. La rana de no es un relato brillante, pero sí competente, la clase de pieza que uno espera de un autor con el oficio de Henry Kuttner. La escena final, donde Persis Winthorp persigue al protagonista hasta el pantano, es realmente escalofriante, así como la frondosa descripción que hace el autor de esta monstruosa criatura híbrida. Si bien La rana de Henry Kuttner no pertenece a los Mitos de Cthulhu (ver: Henry Kuttner en los Mitos de Cthulhu), hay algunos aspectos que lo vinculan directamente con la obra de H.P. Lovecraft, entre ellos, el tema del mestizaje, el tratamiento que el autor le da a Persis Winthorp, y lo reptiliano (ver: Reptilianos en la obra de Lovecraft). Henry Kuttner estuvo trabajando en La rana mucho antes de que finalmente apareciera. Tres años antes, le escribió a Lovecraft comentándole a grandes rasgos el argumento de la historia. El 18 de mayo de 1936, el maestro de Providence le respondió: Tu mención de La rana me interesa mucho, porque parece mi clase de cuento. Si Wright lo rechaza (Lovecraft se refiere aquí a Farnsworth Wright, editor de Weird Tales), confío en que me dejarás leerlo, porque no quiero perderme el tipo de historia que parece ser. La atmósfera de persecusión onírica es sin duda ideal para cualquier cosa de esta naturaleza. Tal como lo anticipó Lovecraft, Farnsworth Wright rechazó La rana de Henry Kuttner, tal vez porque el argumento se parecía demasiado a otro cuento del autor: El horror de Salem (The Salem Horror). Pasaron tres años antes de que apareciera en Strange Stories, una de las revistas que rivalizaban con Weird Tales. Lovecraft, lamentablemente, murió en 1937. No sabemos si Henry Kuttner le envió una copia de La rana antes de esa fecha, pero estimamos cualquier miembro del Círculo de Lovecraft le concedería tal solicitud al Maestro de Providence (ver: Los Mitos de Khut-N’hah) Análisis de: El Espejo Gótico https://elespejogotico.blogspot.com/2020/08/la-rana-henry-kuttner-relato-y-analisis.html Texto del relato extraído de: https://elespejogotico.blogspot.com/2020/08/la-rana-henry-kuttner-relato-y-analisis.html Musicas: - 01. Mind Tricks - Experia (Epidemic) - 02. Dark Music - The Sealed Kingdom (Epidemic) Nota: Este audio no se realiza con fines comerciales ni lucrativos. Es de difusión enteramente gratuita e intenta dar a conocer tanto a los escritores de los relatos y cuentos como a los autores de las músicas. ¿Quieres anunciarte en este podcast? Hazlo con advoices.com/podcast/ivoox/352537 Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Salve! This is a bonus episode for Brazuca Sounds paid subscribers!Every episode is a different song. This is the song today:"Emoriô" and "Naturalemente" by Fafá de BelémToday we're celebrating the first compacto (single) released in 1975 by singer Fafá de Belém. "Emoriô" was written by João Donato with lyrics by Gilberto Gil, and its Afro-Brazilian arrangements, heavy percussion, and repetitive chorus elevated 19-year-old Fafá into a Brazilian star. The B-side, "Naturalmente", written by Donato with lyrics by Caetano Veloso, is no less impressive, with its carimbó rhythm, and putting a spotlight for the first time on the North sounds of Brazil, especially the state of Pará, where the singer was from. Caetano's lyrics are "a veritable linguistic playground", almost a catalog of Amazonian terminology, and I recommend checking out the full translation with our friends at Translationsmith.
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