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António José Seguro foi eleito Presidente da República com 66,8% dos votos, derrotando André Ventura (33,1%) e alcançando a maior votação presidencial em 50 anos de democracia. No rescaldo, o politólogo Pedro Magalhães sublinha que o resultado combina mobilização do eleitorado socialista, voto útil e procura de moderação num contexto de polarização. E desvaloriza o impacto da margem no exercício do cargo: “ganhar por um voto ou por milhões não vai fazer assim tanta diferença”. António José Seguro foi eleito Presidente da República com 66,8% dos votos, derrotando André Ventura, que ficou pelos 33,1%. O antigo líder socialista mais do que duplicou a votação da primeira volta e torna-se, segundo os resultados oficiais, o presidente mais votado em 50 anos de democracia. No discurso de vitória, António José Seguro prometeu um mandato “independente, exigente e ético”, garantindo que em Belém “os interesses ficam à porta”. Ventura reconheceu a derrota, mas reclamou de imediato “a liderança da direita”. Para interpretar o significado político desta segunda volta, falámos com Pedro Magalhães, politólogo e investigador especializado em eleições e comportamento eleitoral, conhecido pela leitura rigorosa de sondagens e tendências políticas em Portugal. A pergunta central, admite, continua por responder com exactidão: o voto foi a favor de Seguro ou contra Ventura? “É difícil dizer isso sem ter mais informação para além daquela que nos dá dos próprios resultados”, começa por sublinhar. Mas, diz, é provável que tenham acontecido as duas coisas ao mesmo tempo: “Teremos certamente as duas coisas a acontecer ao mesmo tempo”. Um voto “convicto” e um voto “útil” Pedro Magalhães aponta, desde logo, o comportamento do eleitorado socialista. “O voto em Seguro na primeira volta é um voto em grande medida em que se vê, por exemplo, que o Partido Socialista o seguiu de forma muito próxima”, afirma. “A grande esmagadora maioria votou em Seguro.” Mas há também outro movimento: um voto estratégico, que se tornou decisivo na segunda volta. “Naturalmente que houve em Seguro voto estratégico ou, como nós dizemos mais, como voto útil”, explica. E dá exemplos claros: “Vemos pessoas que votaram em candidatos como Marques Mendes, em candidatos como Gouveia e Melo e até Cotrim de Figueiredo em menor grau a deslocarem-se para Seguro.” Por isso, conclui: “Obviamente que é um voto de rejeição de Ventura.” Ao mesmo tempo, o politólogo sublinha que Seguro beneficiou do perfil, por vezes criticado como aborrecido, mas agora valorizado. “Há ali, na personagem política Seguro, na sua moderação, na sua ponderação, um candidato que até muitas vezes os comentadores políticos dizem que é um candidato aborrecido.” E acrescenta: “Há aí qualquer coisa que no actual contexto joga bem para muita gente.” A moderação como argumento eleitoral A polarização crescente do debate político ajuda a explicar o resultado, defende Pedro Magalhães. “Num contexto em que a política portuguesa se polarizou muito, em que há muitas posições extremas, em que a conflitualidade e até a linguagem, o discurso político se radicalizou muito”, diz, “esta figura de moderação” tornou-se um activo. António José Seguro, nota, tentou enquadrar a eleição como um confronto moral e político: “uma luta, um combate entre a moderação e o extremismo.” E, para um cargo como a Presidência, essa narrativa encaixa no imaginário institucional: “A expectativa não é de alguém que vai governar, mas sim de alguém que vai ter um papel de árbitro, um papel moderador, um papel facilitador e também de fiscalização.” A vitória esmagadora muda Belém? “Daqui a duas semanas já ninguém se lembra” A margem de vitória foi histórica. Mas, na leitura do politólogo, o efeito prático pode ser quase nulo. “A questão da legitimidade é uma questão que daqui duas semanas já ninguém se lembra”, afirma, sem rodeios. “Ganhar por um voto ou ganhar por milhões de votos tem o seu significado (…) mas do ponto de vista do cargo e do desempenho do cargo não faz assim tanta diferença.” António José Seguro pode usar o número como símbolo, admite, mas não como arma: “Do ponto de vista do exercício dos seus poderes e da sua função não vai fazer qualquer diferença.” E rejeita a ideia de um Presidente activo contra o governo: “Não há activismo contra o governo, não há nada disso.” O que espera, pelo contrário, é um primeiro mandato típico: “Procura de consenso, mais moderação.” Há, porém, um factor que pesa sempre: a reeleição. “Todos os presidentes gostam de cumprir um segundo mandato”, lembra. E por isso tendem a ajustar-se ao que a sociedade espera. “O segundo mandato depois é outra conversa porque aí estão livres.” Ventura perde a eleição, mas tenta vencer a narrativa André Ventura saiu derrotado, mas procurou rapidamente converter a derrota numa declaração de força: diz-se líder da direita. Pedro Magalhães recusa aceitar isso como facto consumado. “Ele pode reclamar a liderança da direita. Outra coisa é se a tem”, diz. “Não é evidente que a tenha.” O politólogo defende que a transformação do sistema partidário é real, mas não significa que o partido de extrema-direita Chega substituiu automaticamente o centro-direita. “É muito evidente que o sistema partidário português mudou e que o papel do Chega é incontornável”, afirma. E resume a nova geometria: “Passamos (…) para um sistema que tem claramente três grandes partidos.” Ainda assim, alerta para a confusão frequente entre blocos. “Temos três grandes blocos e, portanto, há a direita radical e há o centro-direito: não são a mesma coisa". Lembra que eleições presidenciais não são legislativas: “Isto não é uma eleição legislativa.” Por isso, o resultado pode iludir. “Nós sabemos, por exemplo, que para algumas pessoas que votaram na AD e que votaram em Cotrim de Figueiredo votaram em Ventura”, diz. Mas acrescenta o essencial: “Não é evidente que essas pessoas em legislativas votem no Chega.” A conclusão é quase um aviso: “Nós não podemos confundir isso com os factos.” E as legislativas? “A mudança estrutural já ocorreu” Questionado sobre se este resultado pode reconfigurar o sistema, Pedro Magalhães responde com prudência. “Eu não vejo esta eleição como trazendo óbvias mudanças naquilo que era o panorama que já se instalou”, afirma. E volta à mesma ideia: “A mudança estrutural já ocorreu.” Essa mudança tem nome: “o surgimento do Chega”, mas também “o novo protagonismo” de partidos como a Iniciativa Liberal e o Livre. O que vem a seguir dependerá menos de uma eleição presidencial e mais do que sempre decide eleições: “economia, problemas de corrupção”, enumera. “Esse tipo de situações que provocam flutuações no voto.” Três anos sem eleições? “Não é nada evidente” A vitória de Seguro pode abrir um ciclo mais estável? Pedro Magalhães não aposta nisso. “Em primeiro lugar, não é nada evidente que vá haver 3 anos e meio sem eleições”, afirma. E acrescenta, num tom pessoal: “Eu pessoalmente gostaria muito que fosse assim, porque trabalho nesta área (…) estamos todos muito cansados de tantas eleições seguidas.” Mas o problema é estrutural: “A outra mudança estrutural não foi só do sistema partidário, foi também da governabilidade.” A fragmentação do Parlamento tornou os governos mais dependentes de negociações permanentes: “O apoio aos governos mais dependente de factores muito mais circunstanciais.” E, apesar de o governo estar numa posição “pivotal”, a estabilidade não está garantida. A polarização complica tudo: “O Chega percebeu que se for trazendo temas que não faziam parte do nosso debate político, como imigração, por exemplo (…) esses temas polarizam muitas pessoas, tornam as negociações muito mais complicadas.” Mesmo que haja tempo político, Pedro Magalhães duvida que ele seja usado para reformas estruturais. “Os políticos e também já agora os cidadãos têm horizontes de muito curto prazo”, afirma. “Os políticos estão sempre obcecados com o que é que podem dar às pessoas no imediato.” E deixa uma frase que, por si só, resume o impasse: “Quando os políticos pedem sacrifícios para objectivos de longo prazo, ninguém acredita.” O diagnóstico final é sombrio e familiar: “Estamos presos nesta lógica de curto prazo.” E essa lógica, conclui, “não é nada favorável a consenso e a reformas”.
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Y hoy vamos a hablar de algo muy relacionado con el trabajo, en concreto, del salario mínimo interprofesional, o SMI por sus siglas en español. Como te puedes imaginar, el salario mínimo interprofesional es el sueldo más bajo que puede cobrar legalmente una persona por una jornada completa. En España, el SMI se fija cada año por el Gobierno tras consultar con empresarios y sindicatos. Además, se suele expresar en 14 pagas: 12 meses más dos pagas extra, en verano y en Navidad. ¿Por qué es importante? Porque marca el suelo salarial de muchos contratos y de sectores con sueldos más bajos, como agricultura, limpieza, comercio o trabajo doméstico. Subir el SMI empuja hacia arriba los salarios más bajos y reduce la desigualdad. En 2025, el SMI se situó en 1.184 euros al mes en 14 pagas (16.576 euros al año). Fue una subida del 4%, y ese cambio benefició de forma directa a alrededor de 2,4 millones de personas; la mayoría mujeres y jóvenes. Si miramos la evolución reciente, el salto es grande. En 2018 el SMI era de 735 euros; desde entonces ha ido aumentando: 900 (2019), 950 (2020), 965 (2021), 1.000 (2022), 1.080 (2023), 1.134 (2024) y 1.184 (2025). Para 2026, el Ministerio de Trabajo ha planteado subir el SMI un 3,1%, hasta 1.221 euros mensuales. Bien, antes de escuchar la noticia quiero explicarte tres siglas que aparecen en la información. Hablo de CEOE, CEPYME y UGT. CEOE significa Confederación Española de Organizaciones Empresariales. Es la principal asociación que representa a las empresas en España. Participa en negociaciones con el Gobierno y los sindicatos para decidir temas como salarios, condiciones laborales y normativa empresarial. CEPYME es la Confederación Española de la Pequeña y Mediana Empresa. Representa a las pymes, que son la mayoría de las empresas en España. Su objetivo es defender los intereses de los negocios más pequeños en esas negociaciones. UGT significa Unión General de Trabajadores. Es uno de los sindicatos más importantes del país. Los sindicatos defienden los derechos de los trabajadores y negocian con el Gobierno y las empresas para mejorar salarios, horarios y condiciones laborales. En resumen: CEOE y CEPYME representan a las empresas, y UGT representa a los trabajadores. Por eso, cuando se negocia el salario mínimo, estas organizaciones tienen mucho que decir. Con este contexto claro —qué es el SMI, por qué importa, su evolución y los principales actores—, ahora sí, escuchamos la noticia y luego analizamos el vocabulario y las expresiones clave. Una vez más, se trata de una noticia de Radio Nacional de España. “Tres horas de reunión después, el Ministerio de Trabajo ha lanzado su oferta. Apuestan por una subida del 3,1%, es decir, un incremento de 37 euros al mes que dejaría el salario mínimo en 1.221 euros mensuales en 14 pagas. Trabajo elige la propuesta menos generosa planteada por los expertos porque prefiere que el salario mínimo continúe sin pagar IRPF. Joaquín Pérez Rey es el secretario de Estado de Trabajo. Naturalmente la propuesta que hoy ha hecho el Ministerio de Trabajo en la mesa de diálogo social es una propuesta consensuada con el ministerio responsable, con el Ministerio de Hacienda. Oferta lanzada, la pelota está ahora en el tejado de los empresarios y los sindicatos. Parece casi imposible contar con el sí de CEOE y CEPYME que propusieron una subida del 1,5%. Los que tienen mucha más sintonía con el Ministerio de Yolanda Díaz son los sindicatos. Ellos pedían una subida mucho más pronunciada y que el SMI tributara. Eso sí, se muestran flexibles. Escuchamos al negociador de UGT, Fernando Luján. Pedir a todas las partes y desde luego también hacerla nosotros un ejercicio de responsabilidad. Cabe decir, Carlos, que la subida, sea la que sea, tendrá carácter retroactivo, es decir, efectos desde el 1 de enero.” Bueno, hoy sí que tenemos que explicar muchas cosas. Así que, no me entretengo más y vamos directos a las palabras y expresiones más importantes para que puedas entender la noticia mucho mejor. Lanzar una oferta: Presentar oficialmente una propuesta en una negociación (no es “tirar”, sino anunciar o presentar algo formalmente). -Tras varias horas de reunión, el Ministerio lanzó una oferta de subida salarial. -La empresa lanzó una oferta a los trabajadores para evitar la huelga. Apostar (por): Elegir o apoyar una opción entre varias, mostrando preferencia o confianza en ella. -El Gobierno apuesta por una subida del 3,1%. -El sindicato apuesta por mejorar los contratos temporales. -Paga: Cada uno de los pagos del salario a lo largo del año. En España es común cobrar 14 pagas: 12 mensuales más dos pagas extra (verano y Navidad). -El SMI se cobra en 14 pagas, con dos extras al año. -Si cobras en 12 pagas, la cantidad mensual es mayor porque incluye las pagas extra. Generosa / menos generosa (propuesta): Una propuesta generosa ofrece más (por ejemplo, una subida mayor). Menos generosa ofrece menos. -Los expertos plantearon una opción más generosa del 4,7%. -El Ministerio eligió la alternativa menos generosa. -IRPF (Impuesto sobre la Renta de las Personas Físicas): Impuesto que se paga sobre los ingresos que una persona obtiene en un año. -Quieren que el SMI continúe sin pagar IRPF en la práctica. -Si tus ingresos suben, puede aumentar lo que pagas de IRPF. -Mesa de diálogo social: Espacio formal de negociación entre Gobierno, sindicatos y empresas para acordar medidas laborales o salariales. -La subida del SMI se discute en la mesa de diálogo social. -En la mesa acordaron reunirse la próxima semana para cerrar cifras. -Consensuada: Acordada por varias partes tras dialogar; no es una decisión unilateral. -La propuesta fue consensuada con el Ministerio de Hacienda. -Buscan una posición consensuada entre sindicatos y empresarios. -La pelota está en el tejado: Expresión que significa que ahora le toca decidir o actuar a otra parte. -Lanzada la oferta, la pelota está en el tejado de los empresarios. -Hemos hecho nuestra propuesta; la pelota está en vuestro tejado. -Tener sintonía: Estar de acuerdo o tener buena relación y coincidencia de ideas con alguien. -Los sindicatos tienen más sintonía con la propuesta del Ministerio. -La patronal no tiene sintonía con una subida tan alta. -Subida pronunciada: Aumento grande o notable (no pequeño). -Los sindicatos pedían una subida pronunciada del SMI. -Una subida pronunciada puede afectar más a ciertos sectores. -Tributar: Pagar impuestos sobre una renta o ingreso. -Con esta cifra, el SMI podría tributar en el IRPF. -Si superas el mínimo exento, tendrás que tributar por lo ganado. -Carácter retroactivo: La medida se aplica desde una fecha anterior a su publicación o acuerdo. -La subida tendrá carácter retroactivo desde el 1 de enero. -El convenio incluye mejoras con efecto retroactivo al inicio de año. Perfecto, pues ya estamos preparados para escuchar la noticia por segunda vez. “Tres horas de reunión después, el Ministerio de Trabajo ha lanzado su oferta. Apuestan por una subida del 3,1%, es decir, un incremento de 37 euros al mes que dejaría el salario mínimo en 1.221 euros mensuales en 14 pagas. Trabajo elige la propuesta menos generosa planteada por los expertos porque prefiere que el salario mínimo continúe sin pagar IRPF. Joaquín Pérez Rey es el secretario de Estado de Trabajo. Naturalmente la propuesta que hoy ha hecho el Ministerio de Trabajo en la mesa de diálogo social es una propuesta consensuada con el ministerio responsable, con el Ministerio de Hacienda. Oferta lanzada, la pelota está ahora en el tejado de los empresarios y los sindicatos. Parece casi imposible contar con el sí de CEOE y CEPYME que propusieron una subida del 1,5%. Los que tienen mucha más sintonía con el Ministerio de Yolanda Díaz son los sindicatos. Ellos pedían una subida mucho más pronunciada y que el SMI tributara. Eso sí, se muestran flexibles. Escuchamos al negociador de UGT, Fernando Luján. Pedir a todas las partes y desde luego también hacerla nosotros un ejercicio de responsabilidad. Cabe decir, Carlos, que la subida, sea la que sea, tendrá carácter retroactivo, es decir, efectos desde el 1 de enero.” Muy bien. Ahora me toca el turno a mí para ofrecerte la noticia cambiando algunas palabras. Tras tres horas de encuentro, el Ministerio de Trabajo ha presentado su propuesta. Optan por un aumento del 3,1%, es decir, un alza de 37 euros mensuales que situaría el salario mínimo en 1.221 euros al mes repartidos en 14 ingresos. Trabajo escoge la alternativa menos favorable de las que planteó el comité de expertos porque prefiere que el SMI siga exento de IRPF. Joaquín Pérez Rey, secretario de Estado de Trabajo, ha explicado que la iniciativa que ha trasladado el Ministerio a la mesa de diálogo social es una medida acordada con el departamento responsable, el Ministerio de Hacienda. Una vez anunciada la oferta, la responsabilidad de responder recae ahora en las organizaciones empresariales y en las centrales sindicales. Parece muy difícil contar con el visto bueno de CEOE y CEPYME, que defendieron una revalorización del 1,5%. Quienes mantienen mayor afinidad con el equipo de Yolanda Díaz son los sindicatos: reclamaban una subida más intensa y que el SMI cotizara en el impuesto sobre la renta. Aun así, se muestran abiertos a negociar. El negociador de UGT, Fernando Luján ha pedido a todas las partes, y por supuesto, a ellos mismos, que piensen en la importancia de esta decisión”. Por último, el incremento, sea cual sea la cifra final, tendrá efectos retroactivos; es decir, se aplicará desde el 1 de enero. Y una cosa más que se me ha olvidado decir antes. Yolanda Díaz es la Ministra de Trabajo en España. Por eso dicen el Ministerio de Yolanda Díaz, o sea, el Ministerio de Trabajo. Genial. Escuchamos la noticia por última vez. “Tres horas de reunión después, el Ministerio de Trabajo ha lanzado su oferta. Apuestan por una subida del 3,1%, es decir, un incremento de 37 euros al mes que dejaría el salario mínimo en 1.221 euros mensuales en 14 pagas. Trabajo elige la propuesta menos generosa planteada por los expertos porque prefiere que el salario mínimo continúe sin pagar IRPF. Joaquín Pérez Rey es el secretario de Estado de Trabajo. Naturalmente la propuesta que hoy ha hecho el Ministerio de Trabajo en la mesa de diálogo social es una propuesta consensuada con el ministerio responsable, con el Ministerio de Hacienda. Oferta lanzada, la pelota está ahora en el tejado de los empresarios y los sindicatos. Parece casi imposible contar con el sí de CEOE y CEPYME que propusieron una subida del 1,5%. Los que tienen mucha más sintonía con el Ministerio de Yolanda Díaz son los sindicatos. Ellos pedían una subida mucho más pronunciada y que el SMI tributara. Eso sí, se muestran flexibles. Escuchamos al negociador de UGT, Fernando Luján. Pedir a todas las partes y desde luego también hacerla nosotros un ejercicio de responsabilidad. Cabe decir, Carlos, que la subida, sea la que sea, tendrá carácter retroactivo, es decir, efectos desde el 1 de enero.” Ha quedado claro, ¿verdad? Pues para terminar me gustaría comparar la situación de España con respecto a otros países del entorno. Con la subida de 2025, España se situó en el grupo intermedio de la Unión Europea por salario mínimo mensual bruto, con 1.184 € al mes en 14 pagas. Con esa cifra, España aparece alrededor del séptimo puesto entre los países de la UE, por detrás de economías como Luxemburgo, Irlanda, Países Bajos, Alemania, Bélgica o Francia, y por delante de Portugal, Chipre, Lituania o Polonia. Franja alta (más de 1.800–2.600 € al mes): Luxemburgo (≈2.638 €), Irlanda (≈2.282 €), Países Bajos (≈2.193 €), Alemania (≈2.161 €), Bélgica (≈2.070 €) y Francia (≈1.802 €). España queda por debajo de este grupo, pero lidera el bloque intermedio. Franja media (1.000–1.500 €): España, Eslovenia, Polonia, Lituania, Portugal y Chipre. Franja baja (por debajo de 1.000 €): Varios países de Europa Central y del Este mantienen salarios mínimos inferiores a 1.000 € mensuales.Escucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de Se Habla Español. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/171214
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Nos Estados Unidos, Alex Jeffrey Pretti, enfermeiro de 37 anos, foi morto a tiro por agentes federais, durante uma operação de anti-imigração em Mineápolis, quando participava num protesto contra a política migratória de Donald Trump. O caso reacendeu o debate sobre o reforço da presença federal nas cidades norte-americanas e os riscos de agravamento da tensão política e institucional. Victor Ramon Fernandes, professor de Relações Internacionais na Universidade Lusíada, em Lisboa, e em Sciences Po Aix-en-Provence, analisa as implicações do reforço da presença federal em cidades norte-americanas e os riscos de escalada da tensão interna no país. Trata-se do segundo cidadão norte-americano morto a tiro por agentes federais ligados ao serviço de imigração e Controlo Alfandegário -ICE- em menos de três semanas, depois do assassínio de Renée Nicole Good, no dia 7 de Janeiro. Alex Jeffrey Pretti, um enfermeiro de 37 anos, foi morto a tiro neste sábado, 24 de Janeiro, por agentes federais durante uma operação de anti-imigração em Mineápolis, quando participava numa manifestação contra a política migratória do Presidente Donald Trump. De acordo com o responsável da polícia anti-imigração, Greg Bovino, Alex Pretti aproximou-se dos agentes armado com uma pistola semi-automática de nove milímetros, tendo resistido à tentativa de desarmamento e foi abatido em legítima defesa. No entanto, vídeos analisados pela Associated Press contradizem essa versão oficial, com imagens a mostrar Alex Pretti a segurar o telemóvel na mão durante uma altercação de cerca de 30 segundos. Durante a luta, os agentes terão descoberto que estava na posse de uma arma e abriram fogo com vários disparos. A morte de Alex Pretti gerou forte indignação pública e protestos contra a presença do ICE em Minneapolis, que se intensificaram nas últimas semanas. Victor Ramon Fernandes, professor de Relações Internacionais na Universidade Lusíada, em Lisboa, e em Sciences Po Aix-en-Provence, analisa as implicações políticas e institucionais do reforço da presença federal em cidades norte-americanas e os riscos de escalada da tensão interna no país. Trata-se do segundo cidadão norte-americano morto a tiro por agentes federais ligados à imigração em menos de três semanas. O direito à manifestação está ameaçado nos Estados Unidos? Aquilo que está aqui a ser feito é, de alguma forma, uma tentativa de controlo e de tornar o ICE, enquanto entidade, mais coesa, o que acaba por se traduzir numa espécie de perseguição a cidadãos de outros países que se encontram em situação irregular nos Estados Unidos. Naturalmente, isto está a ser feito de uma forma que pode ser considerada contraproducente, até para aquilo que são as próprias intenções dos Estados Unidos. Trata-se de uma abordagem muito violenta. O ex-Presidente norte-americano Barack Obama, que classificou a morte como uma tragédia devastadora e apelou à vigilância contra aquilo a que chamou de ataques aos valores fundamentais americanos. Os valores fundamentais americanos estão a ser atacados? Sim. Pelo menos aquilo que são os valores tradicionais pelos quais todos pensamos que os Estados Unidos se têm pautado, de forma genérica. No entanto, vale a pena relembrar o discurso recente do Primeiro-Ministro do Canadá, Mark Carney - em Davos - que veio demonstrar que esta narrativa, que vimos repetidas várias vezes - e que foi particularmente clara não só com Obama, mas também com Biden - assenta numa discursiva ligada a determinados valores que, na prática, só se aplicam quando coincidem com os interesses dos Estados Unidos. Essa intervenção veio lembrar, para quem não sabia ou para quem precisava de o ouvir novamente, que essa discursiva tem também uma componente de falsidade e que isso deve ser tido em consideração. Não vale a pena embelezar excessivamente a história dos valores tradicionais norte-americanos, porque tem havido falhas evidentes, inclusive sob presidências democratas, como aconteceu com Obama e, em particular, com Biden e não apenas com Trump. Vários políticos democratas, em Mineápolis, falam em "ocupação" e pedem ao Presidente Donald Trump que ordene a retirada de 3.000 agentes. Há o risco de a situação poder degenerar? Eu diria que, de alguma forma, já degenerou. Tivemos vários incidentes preocupantes e, sem falar propriamente de uma situação de guerra civil, é evidente que estamos perante um cenário que suscita apreensão. A continuação destas políticas e a adopção de medidas que intensificam este tipo de acções podem agravar ainda mais a situação. Estes incidentes são pouco usuais num país como os Estados Unidos. Existe o risco de uma guerra civil? Não iria tão longe. Embora não se possa excluir nada, também não me parece que a situação tenha chegado a esse ponto. Há, por vezes, uma tendência para extrapolar casos particulares para o geral de forma abusiva. Os Estados Unidos são um país muito grande e não vale a pena, pelo menos neste momento, ir por aí. O Presidente dos Estados Unidos acusa os democratas de serem responsáveis pelo caos, num verdadeiro braço-de-ferro político… Trata-se de uma sociedade que, desde há algum tempo, está profundamente dividida. Existe uma tensão clara entre duas Américas que se opõem e que se identificam, respectivamente, com o Partido Democrata e com o Partido Republicano, em particular com a ala MAGA deste último. Esta divisão e essa tensão latente explicam este tipo de situações e tudo indica que irão continuar. Por outro lado, o Partido Democrata está também preocupado em recuperar uma posição que, neste momento, não detém no panorama político norte-americano, face à situação actual do Partido Republicano. Os democratas já ameaçaram bloquear o financiamento do Departamento de Segurança Interna. Quais poderão ser as implicações para o país se isso acontecer? Se essa opção avançar, poderá dificultar, em certa medida, as opções de política do Presidente Trump. Mas vamos ver se isso acontece ou não. Tudo dependerá das decisões no Congresso. Sabemos que, no final do ano, haverá novos desenvolvimentos e que o tempo político passa depressa. Teremos de dar algum tempo ao tempo, se me é permitida a expressão. Considera que esse bloqueio pode levar Donald Trump a recuar? É difícil de prever. Donald Trump tem ideias muito fixas, mas já demonstrou no passado que entra em posições muito duras e depois acaba por recuar parcialmente. Resta saber o que conseguirá fazer no controlo dos ímpetos do ICE, que actua com a legitimidade que considera ter, atribuída directamente pelo Governo federal. Se Trump perceber que esta situação contraria os seus próprios interesses, poderá recuar um pouco, embora até agora tenha dado poucos sinais disso. As declarações de Donald Trump têm provocado várias reacções e fala-se até da saúde mental do Presidente dos Estados Unidos. Existe a possibilidade de isto terminar num processo de impeachment? Quanto às questões de saúde mental, não me pronuncio, porque não fazem parte das minhas competências e não tenho conhecimento suficiente sobre o assunto. É verdade que o tema do impeachment tem sido referido várias vezes, associando determinadas actuações a possíveis tentativas por parte do Congresso. Vamos ver se essas tentativas surgem e, caso surjam, se terão condições para avançar. Um impeachment é sempre um processo extremamente complexo e difícil. A experiência passada mostra que raramente acontece e que, muitas vezes, os Presidentes acabam por abandonar o cargo antes de o processo se concluir. Não é algo que aconteça de um dia para o outro. Pode acontecer, mas não me parece ser o cenário mais provável.
Il congiuntivo italiano è uno dei modi verbali più affascinanti e dibattuti della nostra lingua. Spesso considerato difficile e arcaico, in realtà continua a vivere e prosperare nella comunicazione contemporanea, dalle canzoni dei rapper ai discorsi istituzionali. Contrariamente alla credenza popolare che lo vorrebbe morente, il congiuntivo si rivela essere un modo verbale vitale e moderno, capace di adattarsi ai tempi senza perdere il suo innato fascino seduttivo. Il Congiuntivo Italiano: Storia, Fascino e Attualità di un Modo Verbale Irresistibile La Democratizzazione del Congiuntivo: Dagli Anni '50 a Oggi Dalla metà del XX secolo, il congiuntivo ha vissuto una democratizzazione progressiva. Se un tempo era appannaggio dell'élite colta, riservato ai salotti aristocratici e ai testi letterari più raffinati, a partire dagli anni '50 ha iniziato a diffondersi in strati sempre più ampi della popolazione italiana. Questo processo di democratizzazione linguistica ha portato sia opportunità che sfide. Da un lato, un maggior numero di italiani ha iniziato ad approcciarsi a questo modo verbale; dall'altro, non tutti hanno acquisito la padronanza necessaria per utilizzarlo correttamente, generando gli errori che spesso finiscono alla ribalta mediatica. Tuttavia, è importante sottolineare che la diffusione popolare del congiuntivo rappresenta un fenomeno positivo: dimostra che gli italiani sentono il bisogno di esprimersi con maggiore precisione e raffinatezza, anche quando non padroneggiano completamente le regole grammaticali. Gli Episodi Mediatici che Hanno Reso Famoso il Congiuntivo La storia recente del congiuntivo italiano è costellata di episodi mediatici clamorosi che ne hanno aumentato la notorietà. Il caso più eclatante risale al 2017, quando l'allora vicepremier Luigi Di Maio commise una serie di errori consecutivi nell'uso del congiuntivo durante comunicazioni pubbliche. Gli sbagli furono tre e particolarmente evidenti: "soggetti spiano" invece di "spiino", poi "venissero spiati" e infine "spiassero". Questi errori, amplificati dai social media, scatenarono un dibattito nazionale che durò settimane. Twitter si trasformò in un campo di battaglia linguistica, con migliaia di utenti che difendevano l'uso corretto del congiuntivo. Un altro episodio memorabile avvenne nel 2015 in Senato, quando il senatore Castaldi pronunciò "se potrebbe" invece di "se potesse". L'intera aula esplose in un coro unanime di "CONGIUNTIVO!", trasformando un semplice errore grammaticale in un momento di teatro politico che fece il giro del web. Questi episodi, lungi dall'essere semplici gaffe, hanno dimostrato quanto gli italiani siano emotivamente legati al corretto uso del congiuntivo, considerandolo una questione d'onore linguistico e culturale. Il Congiuntivo nella Musica Contemporanea: Dai Rapper ai Cantautori Contrariamente ai luoghi comuni che vorrebbero i giovani disinteressati alla grammatica, molti artisti contemporanei utilizzano il congiuntivo con padronanza e consapevolezza stilistica. La musica rap e trap italiana, spesso accusata di impoverire la lingua, in realtà presenta numerosi esempi di uso corretto e creativo del congiuntivo. Sfera Ebbasta, uno dei rapper più influenti della scena italiana, utilizza espressioni come "spero che il vicino non senta", dimostrando una perfetta padronanza del congiuntivo presente. Shiva canta "mi ameresti ancora se da domani mollassi i concerti?", utilizzando correttamente il congiuntivo imperfetto in una struttura ipotetica. Anna Pepe esprime desideri con "vorrei avessi la fame mia", mentre Il Tre manifesta aspirazioni politiche con "vorrei che regnasse l'anarchia". Questi esempi dimostrano come i giovani artisti comprendano intuitivamente che il congiuntivo conferisce ritmo, musicalità e profondità poetica ai loro testi. Naturalmente, non mancano gli errori: Guè Pequeno dice "spero che lo fai" invece di "faccia", ma questi sbagli vanno contestualizzati nell'ambito dell'espressione artistica spontanea e del linguaggio colloquiale del rap, dove spesso prevale l'immediatezza comunicativa sulla correttezza formale. L'Ossessione Italiana per il Congiuntivo: Un Fenomeno Culturale Unico L'Italia è probabilmente l'unico paese al mondo dove gli errori grammaticali diventano casi mediatici. Questa peculiarità culturale affonda le radici nel profondo legame che lega gli italiani alla loro lingua, percepita non solo come strumento di comunicazione ma come patrimonio identitario da preservare. L'uso scorretto del congiuntivo viene spesso percepito come una mancanza di rispetto verso la tradizione culturale italiana. Quando un personaggio pubblico commette un errore, si scatena immediatamente una reazione collettiva che va oltre la semplice correzione grammaticale: è un richiamo all'ordine linguistico e culturale. Questo fenomeno rivela quanto gli italiani siano emotivamente coinvolti nella difesa della loro lingua. Il congiuntivo diventa così un simbolo di raffinatezza culturale, un indicatore sociale che distingue chi padroneggia la lingua da chi non ne conosce le sottigliezze. La passione italiana per il congiuntivo si manifesta anche nella produzione culturale popolare. Il personaggio di Fantozzi, con i suoi goffi tentativi di utilizzare il congiuntivo ("facci lei", "vadi"), rappresenta perfettamente l'imbarazzo collettivo di chi aspira a un registro linguistico elevato senza possederne gli strumenti. Congiuntivo vs Indicativo: Una Questione di Registro e Contesto Il rapporto tra congiuntivo e indicativo nella lingua italiana contemporanea è più complesso e sfumato di quanto spesso si pensi. Non si tratta di una semplice opposizione tra "corretto" e "scorretto", ma di una scelta stilistica che dipende dal registro comunicativo e dal contesto d'uso. L'indicativo rappresenta la concretezza e l'immediatezza: "piove", "Marco mangia", "penso che è così". È il modo della certezza, della quotidianità, della comunicazione diretta e informale. Il congiuntivo, invece, introduce sfumature di significato: dubbio, desiderio, possibilità, cortesia. La differenza tra "penso che è" e "penso che sia" non è solo grammaticale ma semantica: la prima espressione trasmette certezza e immediatezza, la seconda introduce un elemento di dubbio o di distacco formale che può risultare più elegante e rispettoso verso l'interlocutore. Nel linguaggio colloquiale informale, l'indicativo sta progressivamente sostituendo il congiuntivo in molti contesti. Questo fenomeno è naturale e legittimo: la lingua si adatta alle esigenze comunicative dei parlanti. Tuttavia, in contesti formali, letterari o solenni, il congiuntivo mantiene il suo ruolo insostituibile. I Domini Esclusivi del Congiuntivo: Dove Regna Incontrastato Nonostante la progressiva informalizzazione della lingua, esistono contesti in cui il congiuntivo rimane assolutamente irrinunciabile. Questi "domini esclusivi" rappresentano le roccaforti grammaticali dove nessuno osa contestare la sua supremazia. Le congiunzioni subordinative come "benché", "affinché", "purché", "qualora" richiedono obbligatoriamente il congiuntivo. Espressioni come "benché piove" suonano così sbagliate che nemmeno i parlanti meno colti oserebbero utilizzarle. In questi casi, il congiuntivo mantiene il suo potere normativo assoluto. L'espressione di desideri e auguri rappresenta un altro dominio esclusivo: "magari vincessi al lotto!", "che tu possa essere felice!", "dio ti benedica!". In questi contesti, il congiuntivo non può essere sostituito senza alterare completamente il significato e la forza espressiva dell'enunciato. Anche nelle frasi esclamative e nelle espressioni di stupore il congiuntivo conserva la sua funzione insostituibile: "che sia possibile!", "se sapessi!", "magari fosse vero!". Queste costruzioni mantengono intatta la loro vitalità nella lingua parlata contemporanea. Il Congiuntivo e gli Studenti Stranieri: Un Rapporto di Amore e Timore Per gli studenti stranieri di italiano, il congiuntivo rappresenta spesso il test definitivo di padronanza linguistica. Inizialmente percepito come un ostacolo insormontabile a causa delle sue molteplici forme e dei suoi usi apparentemente arbitrari, diventa gradualmente oggetto di fascino e conquista. La reazione iniziale è generalmente di scoraggiamento: "Ma quante forme ha?", "Quando si usa esattamente?", "Perché è così complicato?". Tuttavia, quando gli studenti iniziano a comprendere le sfumature semantiche e stilistiche del congiuntivo, si verifica una vera e propria rivelazione linguistica. Interessante notare come gli italiani siano generalmente indulgenti con gli errori di congiuntivo commessi dagli stranieri. Mentre un errore di un italiano scatena correzioni immediate e talvolta derisione, lo stesso errore commesso da uno straniero viene accolto con comprensione e persino tenerezza. La Complessità Affascinante: Quattro Tempi per Infinite Sfumature La ricchezza morfologica del congiuntivo italiano, con i suoi quattro tempi (presente, imperfetto, passato, trapassato), può intimidire ma rappresenta in realtà un patrimonio espressivo di inestimabile valore. Ogni tempo permette di collocare l'azione in una dimensione temporale specifica, creando sfumature di significato impossibili da ottenere con altri modi verbali. Il congiuntivo presente esprime contemporaneità o posteriorità rispetto al momento dell'enunciazione: "spero che venga" (domani). Il congiuntivo imperfetto indica anteriorità: "speravo che venisse" (ieri). Il congiuntivo passato esprime anteriorità rispetto al presente: "spero che sia venuto" (prima di ora). Il congiuntivo trapassato indica anteriorità rispetto a un momento passato: "speravo che fosse venuto" (prima di allora). Questa complessità temporale permette di costruire architetture sintattiche raffinate,
Ayer sobre el mediodía Repretel anunció “#EXCLUSIVA
Per motivi di sicurezza. Naturalmente.Pero' alla fine dovremo solo usare tanti telefonini...Alla faccia della compatibilità della libera condivisione di dati.
Julio Schumann
Cultismo! Il crepuscolo è imminente! Com'è bello celebrare il termine, la fine, lo spirare ineluttabile di qualcosa. In questo caso si tratta dell'anno solare, ma è ovvio che decadenza e consunzione facciano parte del nostro bagaglio di interessi primari, del nostro know-how basilare. Naturalmente è solo un giro di parole per evitare di affrontare il vero argomento della settimana. Speravo di non scriverlo mai, ma il momento è giunto. Non c'è il Duca. Lo so, lo so. Per chi stesse ancora leggendo, quei quattro pellegrini disperati che lo fanno più per bovina consuetudine che per reale interesse, dico solo che ce l'abbiamo messa tutta per colmare a questa mancanza. Abbiamo anche provato a dargli spazio, ma ne abbiamo ricavato solo dei silenzi gravidi di assenza, che abbiamo deciso di tagliare. Comunque fate voi. Però torna, eh, per il SEASON FINALE, la grande diretta del 17 dicembre alle 20:30 con tutto il meglio del 2025. YouTube, Facebook, risate, brindisi, commenti live. Buon ascolto e come sempre… Ci vediamo dall'altra parte! Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/dunwich-buyers-club--2814177/support.
TESTO DELL'ARTICOLO ➜ https://www.bastabugie.it/8366IL SACERDOTE UCCISO PER AVER CORRETTO UN PROFESSORE NAZISTA CHE IRRIDEVA CRISTO di Federica Di Vito Sono molte le storie di sacerdoti giustiziati dai nazisti, tra queste oggi riportiamo quella - forse poco nota - di Heinrich Dalla Rosa, ghigliottinato all'età di 36 anni a Vienna nel gennaio 1945. Quale la sua colpa? Dire ciò che pensava difendendo la Chiesa e Cristo.Heinrich Dalla Rosa prima di essere sacerdote abitava a Lana, nato da papà trentino e mamma meranese. Quando i suoi emigrarono in una zona rurale dell'Austria decise di intraprendere il percorso del sacerdozio. In seguito studiò a Vienna in un istituto della congregazione Regina degli Apostoli, fondata in quella città nel 1923 ispirato dal gesuita Antonio Maria Bodewig. Il primo superiore generale di questa congregazione, Theodor Innitzer, sarebbe stato cardinale arcivescovo di Vienna e primato d'Austria quando Hitler annesse il Paese nel 1938. Il giovane Heinrich si laureò con ottimi voti nel 1930. Ha poi studiato al seminario di Graz (Austria) fino al 1935, anno in cui è stato ordinato a 26 anni. Nel 1939, con l'Austria già completamente controllata dai nazisti, fu nominato parroco di Sankt Georgen im Schwarzwald, un piccolo villaggio di 300 abitanti a 1000 m di altezza.Sono gli anni della guerra e dei nazisti e anche solo dire che mettere insieme Vangelo e propaganda, o Gesù con Hitler, era impossibile, diveniva un crimine. La decisione di ghigliottinarlo venne presa a Pasqua del 1941 quando gli eserciti nazisti celebravano l'occupazione di Salonicco e niente sembrava fermarli. Fu allora che padre Heinrich sorprese tutti affermando di non essere sicuro che la Germania avrebbe vinto la guerra. A denunciarlo al partito fu nello specifico Hladnig, un maestro di musica poi divenuto preside. Così, messo in atto un sistema di controllo del prete che aveva parlato troppo sia a scuola che in chiesa, arrivò l'arresto, la prigionia nel carcere di Leoben, le torture e la condanna.Hladling era una figura controversa: aveva iniziato una carriera ecclesiastica da giovane, ma era stato in seguito attratto dal nazionalismo austriaco. Aveva iniziato a covare odio contro la Chiesa e lo avevano messo a insegnare religione. All'inizio manteneva la preghiera con i bambini in classe, ma la sospese quando il regime proibì di pregare nelle scuole. Alla fine di dicembre 1943, Hladnig, intriso di ideologia anticristiana, arrivò a proclamarla apertamente ai bambini durante la lezione di religione. Prese a farlo anche con gli adulti: tenne una conferenza sull'esercito tedesco a un gruppo di insegnanti e colse l'occasione per criticare duramente Cristo e il cristianesimo.IL CANTO E LA MUSICAAnche se temporalmente pochi, i dieci anni da sacerdote padre Heinrich li visse con energia e passione, lavorando molto con bambini e giovani. Trovava una connessione con i giovani attraverso il canto e la musica, incoraggiandoli a partecipare in chiesa. Amava la montagna e spesso organizzava escursioni, anche difficili, che portavano su percorsi complicati a paesaggi mozzafiato. Non sopportava la continua e costante provocazione delle camicie naziste e il loro vagabondaggio per i villaggi con l'obiettivo di controllare tutto. Temeva che facessero il lavaggio del cervello ai suoi parrocchiani, specialmente ai bambini.Il sacerdote cantava canzoni d'amore e di pace con i bambini e dava loro lezioni di musica. Nella sacrestia insegnava che la religione di Cristo richiede di amare gli altri, prendersi cura dei deboli e dei bisognosi. Il Vangelo era il suo libro di riferimento, la sua lettura di ogni sera prima di andare a letto e lo contrastava con le falsità ideologiche del sistema nazista, che esaltava la forza e il disprezzo per i deboli. Va tenuto presente infatti che da un certo punto in poi, il regime nazista proibì agli insegnanti della materia di religione nelle scuole di essere sacerdoti. La materia è stata mantenuta, ma a carico di insegnanti che compiacevano il Partito. Da parte loro, i bambini continuavano ad andare nelle parrocchie per la catechesi. Spesso, lì i preti dicevano loro una cosa, e a scuola, i funzionari ideologizzati dicevano loro il contrario.All'inizio della sua prigionia, il sacerdote scrisse ai suoi genitori con ottimismo considerando che tutto si basava su una questione irrilevante: «Una situazione del genere può essere molto utile per un pastore nella sua esperienza di vita. Nella cella siamo in 17 e questa è una piccola comunità dove posso continuare a svolgere i miei servizi di sacerdote». Con il passare dei giorni, meditò sul suo amore per la Chiesa, che stava crescendo: «Qui c'è un desiderio ancora più profondo di Chiesa, un'istituzione necessaria, un polo che bilancia i tempi che cambiano. Naturalmente dovrà riformarsi e adattarsi ancora molto e capire che le affermazioni teoriche non convincono le persone. Solo la partecipazione alla vita, l'ancoraggio alla terra e l'Incarnazione, creano un contatto immediato con le persone alla ricerca di questa ancora di salvezza».LA CONDANNA A MORTEIn prigione, con la condanna a morte, scriveva ai genitori mettendosi nelle mani di Dio: «Sono orgoglioso di correre la stessa sorte di Cristo. So di essere pieno della più santa gioia. Come sacerdote, sono stato disprezzato e condannato. Niente di mondano o terreno opprime la mia mente. Sono felice di essere stato segnato come testimone di Cristo. Mi renderebbe felice dentro di me sapere che voi siete in grado di pensare all'eternità tanto quanto la penso e la immagino io». Anche tre giorni prima dell'esecuzione il cardinale Innitzer di Vienna stava cercando di chiedere la revisione del processo o un rinvio, ma senza successo. Il giorno della sua esecuzione, il 24 gennaio 1945, Heinrich scrisse a sua sorella Elizabeth: «Mi è stato detto che non avrei dovuto lasciare che tutto accadesse con tanta calma. Penso che sia anche la provvidenza di Dio. Sono totalmente soggetto all'incomprensibilità di Dio, o meglio, sono totalmente soggetto alla sua guida più misericordiosa». Dalla cella disse ai suoi compagni: «Salutate le mie montagne!» e prima che la lama cadesse, proclamò ancora ad alta voce: «Viva il vero Re, viva Cristo!». Un modo per rivendicare Cristo di fronte al falso “Reich” del nazismo.Dopo la liberazione dell'Austria, un becchino aiutò a localizzare il corpo che, su richiesta della madre e del defunto, fu sepolto nel 1946 nella sua parrocchia di San Giorgio. Dal 1986, una targa commemorativa nella chiesa di San Pietro a Lana (Alto Adige) ricorda Heinrich Dalla Rosa. Nel 2010 è stata posta una lapide nell'atrio del Seminario di Graz (Austria) per ricordare i sacerdoti perseguitati e giustiziati dai nazisti. Il vescovo di Graz, Egon Kapellari, ha detto in quell'occasione a proposito dei martiri: «Non vogliamo né dobbiamo dimenticarli, ma anche la società civile dovrebbe assumersi la responsabilità della loro memoria perché hanno vissuto e sono morti per difendere valori che sono parte fondamentale di ogni società democratica: l'onestà e il coraggio».
Na Guiné-Bissau, os tribunais estão encerrados, com cinco magistrados a serem libertados hoje, assim como o presidente da Comissão Nacional de Eleições e outros membros do seu secretariado. Falta agora conhecer o paradeiro do Procurador-Geral da República que ainda se encontra desaparecido. Na Guiné-Bissau, os cinco magistrados detidos pelo Alto Comando Militar já foram libertados, assim como o presidente da Comissão Nacional de Eleições e os membros do secretariado executivo desta instituição, segundo disse Januário Correia, bastonário da Ordem dos Advogados, em entrevista à RFI. "Pude confirmar que efectivamente já estão livres os colegas magistrados do Ministério Público, os cinco magistrados. E ainda hoje de manhã pude falar com o presidente da CNE. E confirma-se que também já se encontra livre conjuntamente com os seus membros do Secretariado Executivo, então presos, quiçá, até ontem", disse o bastonário. Continua agora por apurar o paradeiro do Procurador-Geral da República, numa altura em que ainda há pessoas detidas pelos militares e os prazos legais para as detenções provisórias já foram altamente ultrapassados, já que os tribunais não estão actualmente a funcionar. "Os serviços estão a funcionar, nomeadamente os bancos, alguns escritórios e uma parte do serviço público. É pena que os tribunais ainda continuam cancelados por uma questão de segurança. Aliás, até esta semana, os magistrados estavam detidos ou sequestrados. Naturalmente não têm condições para pôr a funcionar os tribunais. E, neste momento, ninguém sabe também do paradeiro do Procurador-Geral da República. Tentamos também perguntar ali, acolá. Ninguém sabe dizer. É que isso tem vindo a criar transtornos enorme a nível do funcionamento do serviço público, dos tribunais", indicou. Para o bastonário, esta instabilidade política e a falta de divulgação dos resultados das eleições só vai contribuir para o agravamento dos problemas no país, especialmente em sectores já fragilizados como a justiça. "Faço aqui um vibrante apelo ao Alto Comando Militar, no sentido de não pensarmos no hoje e esquecer o amanhã. Porque na verdade, o que nós estamos a fazer prejudica de certa forma o futuro dos nossos filhos. Trata-se do presente e do futuro dos nossos filhos. Portanto, não faz qualquer sentido. A Guiné-Bissau não pode continuar nesse ciclo de instabilidade que tem sido a causa principal dos atrasos registados no nosso país em todos os sectores, basta pensar na Justiça", concluiu.
ala Sirizada...Naturalmente o saber é repartido com a comunidade, seja de maneira tradicional ou tecnicista. Para agregar conteúdo, é preciso estudar compreender minimamente o tema da discussão.No cinema, não é diferente. Precisa-se criar repertório, aprender um bocado para se ter direito a fala, mas, antes de tudo, está aberto as novidades e compreender o mundo e tudo o que o cerca. Isso é ser crítico, não apenas de produções audiovisuais.Instagram: https://www.instagram....SiriClub: https://t.me/+c2PK9Qh7...PIX: sirinerdoficial@gmail.com#criticos#cinema#sirinerd#filmes#treta#podcast
¿Viste esa espiral azul resplandeciente en el cielo nocturno? La gente en toda Europa, desde el Reino Unido hasta Ucrania, se volvía loca y lo publicaba por todas las redes sociales. Flotó por unos minutos, luego simplemente desapareció como una especie de portal cósmico. Naturalmente, las teorías explotaron en línea: alienígenas, experimentos secretos, ¿quizás un fallo en la Matrix? Pero no, la verdad es un poco más terrenal... de cierta manera. Resulta que todo fue gracias a un cohete de SpaceX, haciendo de las suyas en la atmósfera y creando esa espiral helada con combustible sobrante—impresionante, ¿verdad? Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Una puntata tutta particolare, fatta soprattutto di recensioni spoilerose di numerosi episodi che abbiamo visto e che bisogna proprio commentare con un minimo di dettaglio.Naturalmente, a farla da padrona è Stranger Things, tornata con i primi episodi della quinta stagione, che poi proseguirà a Natale e Capodanno.E io vi dico senza mezza esitazione che gli episodi di Natale me li guarderò proprio il 25 sera. A pranzo dalla zia a riempirmi di roba, e poi sul divano a morire davanti a Stranger Things.Che benessere...Serie in arrivoGiovedì 4 dicembre-The Abandons (Netflix)Abbiamo visto (senza spoiler)Stranger Things 5x01-04 (Netflix, prima parte di recensione senza spoiler)Abbiamo visto (con spoiler)-Murdaugh: Death in the Family Finale (Disney+)-Down Cemetery Road 1x05-06 (Apple Tv)-Robin Hood 1x05 (Prime Video)-It: Welcome to Derry 1x05 (HBO / Sky e NOW)-Pluribus 1x04 (Apple Tv)-Pluribus 1x05 (uscito prima per il Ringraziamento)-Stranger Things 5x01-04 (Netflix)
GrapheneOS lascia la Francia per attacco non solo mediaticoL'OS piu' sicuro che sarebbe stato auspicabile in Europa ? Gli fanno guerra per il copyright e per l'uso da parte dei narcotrafficanti.Il team dichiara di spostare server e di non entrare in Francia manco per sogno …Et voila'. Il complotto e' servito.Naturalmente non vedremo mai alcuni autorità privacy difendere il progetto. Assurdo. Fatemi dire che mi sbaglio.
Ás Womansplainers xa nos tarda chegar á idade do xúbilo, mais mentres agardamos matamos o tempo gravando podcasts. Por iso, esta semana convidamos a Pepa Barreiro, actriz de teatro xubilada (pero non moito) para falar dos desafíos desta nova etapa.Debatimos con ela a necesidade de xubilarse e como vai mudar as percepción desta etapa agora que as baby-boomers chegarán a ela en masa. Tamén problematizamos as consecuencias económicas e as persoais que ten unha parada de actividade súpeta para moitas xubiladas e como o traballo se relaciona tamén cunha perda de estatus e relevancia social. Naturalmente, non esquecemos falar das que nunca poden xubilarse: as que coidan de fillos, netas, maridos e non cobran por facelo.Escoita este episodio mentres consultas ti tamén cantos días che quedan para a xubilación!
Ti do il benvenuto su Italiano bello, il podcast in italiano semplice pensato per chi vuole imparare l'italiano o semplicemente migliorare. Tutti gli episodi sono disponibili in formato video sul mio canale YouTube, dove puoi attivare i sottotitoli.Ecco cosa puoi fare dopo aver ascoltato l'episodio:
El insomnio no es solo falta de sueño, es una desconexión profunda entre tu cuerpo, mente y espíritu que te mantiene en estado de alerta cuando deberías descansar. Si pasas horas dando vueltas en la cama, despiertas múltiples veces en la noche, o amaneces más cansada que cuando te acostaste, tu sistema nervioso está atrapado en patrones de estrés, ansiedad y programación de supervivencia que impiden el descanso profundo.Este fortalecimiento con Método Yuen trabaja en los niveles más profundos donde se origina el insomnio, eliminando bloqueos energéticos, patrones ancestrales de hipervigilancia y programación que mantiene tu cerebro activo cuando necesitas dormir. No es una solución temporal ni requiere fármacos, trabaja directamente en la causa raíz para que recuperes tu capacidad natural de dormir profundamente toda la noche.¿Qué experimentarás con este fortalecimiento para eliminar insomnio?Eliminación de patrones de insomnio crónico y dificultad para conciliar sueñoDesactivación de hipervigilancia nocturna y mente que no se apagaLiberación de ansiedad, estrés y preocupaciones que impiden dormirRegulación natural del ritmo circadiano y ciclo sueño-vigiliaActivación de producción natural de melatonina sin suplementosRelajación profunda del sistema nervioso para descanso reparadorEliminación de despertares nocturnos frecuentes y sueño fragmentadoSueño profundo continuo que permite regeneración celular completaDespertar renovada, con energía y claridad mentalSanación de traumas y patrones ancestrales que causan insomnioIdeal para personas con insomnio crónico, dificultad para conciliar sueño, despertares nocturnos frecuentes, sueño ligero y no reparador, ansiedad nocturna, mente hiperactiva que no se apaga, o cualquiera que desee recuperar su capacidad natural de dormir profundamente sin fármacos.Cómo usar este fortalecimiento para insomnio:Escucha el audio antes de dormir, acostada en tu cama en posición cómoda. El Método Yuen trabaja mientras duermes, eliminando bloqueos que impiden descanso profundo. Puedes quedarte dormida durante el audio, el fortalecimiento sigue trabajando. Escúchalo diariamente durante 7-21 días para reprogramar completamente tus patrones de sueño.Señales de que necesitas este fortalecimiento:Tardas más de 30 minutos en conciliar el sueño cada nocheDespiertas múltiples veces durante la noche sin razón aparenteTu mente no se apaga y sigues pensando cuando intentas dormirAmaneces cansada aunque hayas dormido horas suficientesDependes de pastillas, melatonina o sustancias para dormirExperimentas ansiedad o pánico cuando llega la hora de dormirTu sueño es ligero y cualquier ruido te despiertaHas probado todo y nada funciona para tu insomnioEl insomnio afecta tu energía, humor y funcionamiento diarioCargas patrones familiares de insomnio o problemas de sueñoEste fortalecimiento trabaja en:Patrones de insomnio crónico y dificultad para conciliar sueñoHipervigilancia del sistema nervioso y modo supervivencia nocturnoAnsiedad, estrés y preocupaciones que activan la menteDesregulación del ritmo circadiano y producción de melatoninaTraumas que mantienen el cuerpo en estado de alerta permanenteProgramación ancestral de hipervigilancia transmitida generacionalmenteBloqueos energéticos que impiden relajación profundaTodos los niveles donde tu capacidad natural de dormir está bloqueada
Francesco Bianconi, leader dei Baustelle, è venuto a trovarci per questa nuova puntata di Pezzi: con lui abbiamo parlato della pausa che si prenderà la band, dei prossimi concerti nei palazzetti, della collaborazione con Tananai, di Moana Pozzi, di Milano, ma anche della nuova leva cantautorale italiana e di tantissimo altro. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
** Episodio 130** - Videogiocare con l'Open Source assieme agli amici di Linux Italia Gaming (parte 1)In questa puntata Ribby conduce e inaugura la nuova rubrica di Libregaming insieme a Tedesfo e Arasi, due amici del gruppo Linux Italia Gaming, che ringraziamo per aver partecipato. Naturalmente si parla di videogames, ma principalmente Open Source ed installati e giocati su piattaforme Linux.Canale Telegram di Linux Italia Gaming: https://t.me/lig_gruppoTi auguriamo quindi un buon ascolto e ti ricordiamo che puoi sostenerci su: https://it.tipeee.com/produttividigitali--***--Per ascoltare la puntata e per altri link vai su: https://produttividigitali.it/librepodcastYoutube: https://www.youtube.com/@produttividigitali/podcasts--***--Se anche tu vuoi dire la tua su quello che condividiamo, puoi scriverci qui: telegram.me/librepodcast #librepodcast:matrix.org email: librepodcastinfo@gmail.comFirma la petizione per la tua privacy su: https://stopscanningme.eu/en/index.htmlVi ricordiamo che potete ascoltarci anche su Radio Tomoko (https://www.radiotomoko.com/librepodcast) che ringraziamo sempre tantissimo per ritrasmetterci e anche su Telegram nel canale gestito da Radio Unitoo (https://t.me/UnitooWebRadio_Podcast) che ringraziamo ulteriormente per il supporto.---E ricordatevi di sostenere anche @devol@mastodon.uno che mantiene Castopod.it e tanti altri podcast. Offri loro un caffè: https://ko-fi.com/devol.Intro & background musicChronos - Alexander Nakarada FreePD.com - 100% Free Music Free for Commercial Use, Free Of Royalties, Free Of Attribution, Creative Commons 0Outro:Uberpunch by Alexander Nakarada |Music promoted by https://www.free-stock-music.comCreative Commons / Attribution 4.0 International (CC BY 4.0)https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
Noaj y la importancia de la segunda creación de la Torá
Em entrevista ao Alta Definição em setembro de 2021, Francisco Pinto Balsemão revisitou os momentos decisivos da sua vida — desde a infância numa família abastada, marcada pela morte prematura da irmã e pela pressão de carregar a única esperança familiar, até ao reconhecimento público que viria a conquistar. Revelou a profunda ligação à sua companheira, Mercedes Balsemão, pilar inabalável na sua caminhada, e recorda o período como primeiro-ministro de Portugal (1981–1983), bem como o contacto com figuras internacionais que marcaram essa época. Falou ainda do seu sonho menos conhecido de escrever poesia, das preocupações com o mundo digital e da luta contra a desinformação — temas que considerou cruciais para o futuro da comunicação. Fundador do semanário Expresso e da cadeia privada SIC, Balsemão não fugiu a perguntas sobre os seus maiores arrependimentos. A sua morte, a 21 de outubro de 2025, aos 88 anos, marcou o fim de um percurso singular e profundo de quem ajudou a escrever parte da história recente de Portugal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Juan Pablo Polvorinos resume cómo Sánchez falta a la verdad sobre el informe de la UCO y sobre su decisión de no felicitar a María Corina Machado.
Juan Pablo Polvorinos resume cómo Sánchez falta a la verdad sobre el informe de la UCO y sobre su decisión de no felicitar a María Corina Machado.
En Ivoox puedes encontrar sólo algunos de los audios de Mindalia. Para escuchar las 4 grabaciones diarias que publicamos entra en https://www.mindaliatelevision.com. Si deseas ver el vídeo perteneciente a este audio, pincha aquí: https://www.youtube.com/watch?v=JUQncFP4eMg Descubre cómo mejorar tu visión naturalmente con ejercicios simples y efectivos. Acompaña a Ainhoa de Federico para aprender a cuidar tu salud visual de forma práctica y segura en solo 30 días. ¡Dale a tus ojos el cuidado que merecen! Ainhoa de Federico Doctora, Profesora Investigadora (Universidad de Toulouse), Creadora de Volver a Ver Claro y Directora de un Diplomado de Coach Visual. 5 millones de alumnos en 192 países en español, inglés y francés. Doctora Honoris Causa 2023. https://vip.volveraverclaro.com/lista... http://volveraverclaro.com/ / voveraverclaro / ainhoadefederico Más información en: https://www.mindalia.com/television/ PARTICIPA CON TUS COMENTARIOS EN ESTE VÍDEO. ------------INFORMACIÓN SOBRE MINDALIA----------DPM Mindalia.com es una ONG internacional, sin ánimo de lucro, que difunde universalmente contenidos sobre espiritualidad y bienestar para la mejora de la consciencia del mundo. Apóyanos con tu donación en: https://www.mindalia.com/donar/ Suscríbete, comenta positivamente y comparte nuestros vídeos para difundir este conocimiento a miles de personas. Nuestro sitio web: https://www.mindalia.com SÍGUENOS TAMBIÉN EN NUESTRAS PLATAFORMAS Facebook: / mindalia.ayuda Instagram: / mindalia_com Twitch: / mindaliacom Odysee: https://odysee.com/@Mindalia.com *Mindalia.com no se hace responsable de las opiniones vertidas en este vídeo, ni necesariamente participa de ellas.
A progesterona é muito mais do que o “hormônio da gestação” – ela é essencial para o equilíbrio do ciclo menstrual, para o sono, para o humor, para a clareza mental e até para o envelhecimento saudável. Mas o que fazer quando ela está baixa? E até onde é possível otimiza-la naturalmente?Neste episódio, eu, Isabela Fortes, te convido a entender de forma profunda o que realmente está por trás da baixa progesterona, sem a visão reducionista de “dar um suplemento e pronto”. Vamos expandir a compreensão sobre como os hormônios funcionam como uma verdadeira sinfonia e aprender estratégias práticas para apoiar o corpo a produzir mais progesterona.Neste episódio você vai aprender:Os sinais e sintomas mais comuns da baixa progesterona.As causas frequentes são: estresse crônico, má nutrição, anovulação, SOP, perimenopausa, toxinas ambientais e mais.O papel do sistema nervoso e da percepção de segurança na produção hormonal.O impacto do ambiente interno e externo na saúde hormonal.Nutrição essencial para apoiar a progesterona: calorias adequadas, proteínas, gorduras boas e micronutrientes como B6, vitamina C, zinco, magnésio e ômega-3.Estilo de vida e saúde hormonal: sono, manejo do estresse, saúde intestinal, exposição solar, exercícios equilibrados.O papel de ervas e suplementos como Vitex, Ashwagandha, Rhodiola, óleo de peixe e sulforafano.Quando as estratégias naturais já não são suficientes é hora de considerar terapia de reposição hormonal bioidêntica.Como diferenciar os caminhos na fase reprodutiva, perimenopausa e pós-menopausa.Para refletir:Baixa progesterona não é necessariamente um “capricho exclusivo do envelhecimento” ou apenas “coisa da menopausa”. Para as gatas em fase reprodutiva, lembre-se de que isso é um sinal de que o corpo não se sente seguro para funcionar em harmonia. O caminho não é buscar soluções mágicas, mas sim auditar a sua vida, reduzir estressores e nutrir o corpo de verdade.Patrocinador do episódio de hoje Yorgus. Você pode adquirir os produtos com desconto pelo site usando o cupom ISABELA15 → nuviofoods.com.brMeu livro Perimeno Quê? O manual que eu queria ter tido quando eu passei pela perimenopausa já está disponível para vendas.Garanta já o seu exemplar e comece a enxergar sua jornada com outros olhos!Você encontra no site https://intrinseca.com.br/livro/perimenoque/Além do livro, estou próxima de abrir as inscrições das novas aulas sobre TRH. Então, se você estiver interessada, detalho melhor no site reset.isabelafortes.com.br/trh
Ricardo Pais acaba de cumprir 80 anos e garante nunca ter ambicionado ser um homem do seu tempo, embora considere como o comediante alemão Karl Valentin que “antigamente o futuro era habitado com mais esperança.” O seu percurso é marcado pela direção de grandes instituições teatrais, com uma fugaz passagem pelo Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, e uma forte presença no Teatro Nacional São João, no Porto. Isto além dos seus múltiplos papéis artísticos, enquanto encenador, ator e professor. Ricardo afirma que, agora que vive mais fora de cena, está a tratar da sua cabeça e a dedicar-se ao novo tempo, depois das sobras, sem grandes saudosismos ou pretensões. Ouçam-no nesta primeira parte da conversa com Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Com inscrições até 19 de setembro, a nova categoria promete destacar ainda mais a identidade sensorial da região
Emisión del lunes 1 de septiembre de 2025 El primer informe de gobierno de la presidenta Claudia Sheinbaum buscó mostrar a un país en marcha y con avances significativos. Naturalmente, no mencionó los obstáculos que dificultan cumplir muchos de sus objetivos. "Deja que tus oídos te abran los ojos." #RuizHealyTimes #AbriendoLaConversación www.ruizhealytimes.com www.radioformula.mx
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! En esta entrega de La órbita de Endor vamos a cambiar un tanto el esquema habitual del programa, como ya hicimos otras veces, dejando el plato principal para lo último. De este modo, arrancaremos la edición con el análisis de la serie de HBO protagonizada por Steve Buscemi, BOARDWALK EMPIRE. Su primera temporada nos ha ofrecido una ristra de personajes variopintos, con subtramas de todo tipo y una ambientación impecable. Será Raúl Martín el encargado de poner los puntos sobre las íes. Después pasaremos al Volumen 1 de nuestro ciclo dedicado al UNIVERSO EXPANDIDO de STAR WARS. A partir de ahora, más o menos una vez al mes, dedicaremos un dossier a explorar los rincones más interesantes de esa vía alternativa de esa galaxia muy, muy lejana. Naturalmente, será Nathan Kurtz quien aporte un alud de datos en esta primera entrega, donde explicaremos exactamente qué es el Universo Expandido y a qué podemos llamar Canon en el mundo de Star Wars. Repasaremos la línea cronológica de esta ambientación, que abarca millones de años, haciendo alguna parada ocasional en eventos históricos que marcaron época en esta saga. Dirige, presenta y edita: Antonio Runa. Descarga, escucha y disfruta: Tú, querido oyente. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Gabi Martínez presenta a Anatxu Zabalbeascoa, la prologuista de esta novela arquitectónica 'La casa de verano', del escritor japonés Masashi Matsuie.
Em um mundo de aplicativos de namoro e novos rótulos de relacionamento, parece mais relevante do que nunca se perguntar se os seres humanos são naturalmente monogâmicos.
"Esse é meu pai. Ele é gay. Essa é minha mãe. Ela é hétero. Eles são amigos". É assim que Alyce costuma se apresentar quando alguém pergunta sobre sua história. Não é uma resposta que costuma vir sozinha. Ela geralmente vem acompanhada de um olhar curioso, confuso ou até chocado. Mas, pra Alyce, tudo sempre foi muito simples: ela nasceu de um desejo comum. E de um afeto verdadeiro.Os pais de Alyce se conheceram num churrasco na casa do tio dela, que também era gay, embora ninguém soubesse ainda. No meio dessa festa, nasceu uma amizade entre a mãe de Alyce e seu futuro pai. Uma amizade tão forte que fez com que ele passasse a frequentar a casa com frequência.O tempo foi passando, a amizade foi ficando mais sólida, e ele começou a brincar que queria ter um filho com ela. No começo, ela achava que era só piada. Até que, cinco anos depois, eles decidiram que sim: iriam tentar. Naturalmente, sem inseminação, sem processo médico. Com afeto, confiança e consentimento.Foram três tentativas até que desse certo. E quando a notícia da gravidez chegou, por meio de uma cólica que parecia ser renal, mas era só a Alyce dizendo "cheguei", ele ficou eufórico. Ligou pra todo mundo. Queria contar ao mundo que ia ser pai.Muitos achavam que por ele ser um homem gay, não seria presente. Pelo contrário: ele sempre esteve lá. Acordava de madrugada, se preocupava com os cuidados, foi presente em todas as fases. Foi acolhido pela família da mãe dela, morou com elas, e nunca escondeu quem era. Alyce cresceu ouvindo que seu pai era gay. Cresceu indo à Parada com ele no colo. Viu de perto o que era diversidade. Viveu, em casa, a experiência do respeito.
Tendo chegado aos 8,8 na escala de Ritcher, o terramoto de Kamchatka (zona da Rússia na costa do Pacífico) provocou um tsunami que percorreu milhares de quilómetros, mas não provocou mortes. Há 20 anos, no Índico, o terramoto de Sumatra, pouco mais forte em magnitude, provocou quase 300 mil mortes. Perceba as diferenças, ouvindo o geólogo João Duarte, professor na Universidade de Lisboa. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A parábola dos trabalhadores na vinha, em Mateus 20, poderia se chamar “a parábola do empregador generoso” — porque desafia nosso senso de justiça e nos convida a enxergar com os olhos do Reino. Os trabalhadores foram chamados em diferentes horários ao longo do dia. Naturalmente, os que trabalharam desde cedo acharam injusto receber o mesmo que os que chegaram no final da tarde. Mas essa parábola não é sobre leis trabalhistas — é sobre o Reino dos Céus. O Senhor é justo, compassivo e cheio de misericórdia. Ele chama quem quer, quando quer e age segundo os Seus próprios padrões. E ainda bem por isso! A salvação não é mérito nosso. Ele não nos deve nada. Assim como aqueles trabalhadores, nós também recebemos muito mais do que merecemos. Porque, no fim das contas, a produtividade não era o foco daquele dono da vinha. Ele queria exercer sua graça e generosidade — assim como o Senhor faz conosco: chama pecadores improváveis para o Seu Reino e oferece, gratuitamente, graça e salvação. __ #FAMILIADOSQUECREEM #SERIEPARABOLASDEJESUS Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
KASHMERE, alias Gigi Maglione, è stato ospite a NON E' LA SIESTA per raccontare la sua recente e brillante esperienza al Festival di Castrocaro, dove con la sua canzone dal sapore funky è riuscito a conquistare la seconda posizione aggiudicandosi anche il "Premio della Critica". Naturalmente l'artista ticinese ha portato nei nostri studi anche la sua chitarra e si è raccontato parlando anche delle sue vacanze in Salento, dove in un ristorante ha gustato un piatto di "lacrime di gioia" che lo ha fatto impazzire. Ma questa è un'altra storia. Ascolta il podcast.
https://twotaks.com/ingredients/ Two founders. One mission. Zero compromises.Jorge y Nicolás, dos empresarios de mundos distintos, se unieron a un bioquímico en busca del suplemento perfecto para el cerebro. Así nació TWOTAK'S, fusionando ciencia, conciencia y los mejores ingredientes del mundo. Su primer producto, Super Brain, surgió al descubrir que no existía una fórmula realmente completa. Tras comprobar sus resultados —mayor enfoque, memoria y energía—, crearon el ciclo perfecto: Super Morning, Super Immune y Super Sleep. Fórmulas naturales, veganas, en envases de vidrio, con ingredientes premium como la astaxantina, usada por astronautas. Este sistema potencia cuerpo y mente, protege contra Alzheimer, demencia y déficit de atención, todo de forma 100% natural. TWOTAK'S no es solo un suplemento, es una experiencia para quienes desean vivir como superhumanos… naturalmente.
Meditación en el sábado de la XI semana del Tiempo Ordinario. Jesús, en el Evangelio de hoy, nos advierte que no podemos servir a dos señores, a Dios y al dinero. Sería un lastre en nuestra vida dejar entrar en el corazón el amor al dinero, la avaricia. Naturalmente necesitamos dinero para vivir, pero usándolo, no amándolo, compartiéndolo con quienes lo necesitan más que nosotros y no poniendo en él nuestras esperanzas de felicidad.
Día de este miércoles 11 de junio. Vengo del Congreso de los Diputados, de la última sesión de control al Gobierno que se celebrará este curso. La última al menos en la que se dejará ver Pedro Sánchez. Y no creas que parecía muy preocupado, a pesar de las noticias, especialmente de las judiciales. Feijóo le ha preguntado dos cosas bastante concretas: una, si piensa cesar de una vez al primer fiscal general procesado de la democracia y dos, si sigue avalando a Santos Cerdán, al que señala un informe secreto de la UCO que ya está en manos del juez. Naturalmente, Pedro no ha respondido nada, ...
La rana (The Frog) es un relato de terror del escritor norteamericano Henry Kuttner (1915-1958), publicado originalmente en la edición de febrero de 1939 en la revista Strange Stories. La rana, posiblemente uno de los cuentos de Henry Kuttner menos conocidos, relata la historia de Norman Hartley, un artista de Nueva York que decide pasar una temporada en el campo para recuperar su productividad. Alquila una casa rural muy cerca de Monk's Hollow, o la Hoya del Monje, y en su jardín descubre una gran roca con extraños grabados. Los lugareños la llaman La Piedra de la Bruja, y aseguran que en realidad es la lápida de Persis Winthorp, una bruja que fue oportunamente asesinada por los antiguos pobladores del lugar. SPOILERS. A pesar de las advertencias de los lugareños, Norman Hartley es un tipo escéptico. No cree en absurdas supersticiones. Por otro lado, la Piedra de la Bruja ofende su sensibilidad artística, ya que arruina la delicada simetría del jardín, de modo tal que contrata a un par de sujetos para que quiten la lápida. Naturalmente, esto fue una muy mala idea. Persis Winthorp regresa, no ya como una odiosa bruja, sino más bien como una criatura híbrida, mitad mujer, mitad batracio (ver: El cuerpo de la mujer en el Horror). Bajo esta forma monstruosa aterroriza a Norman Hartley y a la gente de la Hoya del Monje, irrumpiendo en sus casas en medio de la noche y haciéndolas pedazos. Los aldeanos se apresuran a organizar una partida para defender a sus familias y cazar al monstruo. Sin embargo, todo parce indicar que la bruja está interesada únicamente en Norman Hartley, a quien eventualmente persigue hasta sus dominios en el pantano. La rana de no es un relato brillante, pero sí competente, la clase de pieza que uno espera de un autor con el oficio de Henry Kuttner. La escena final, donde Persis Winthorp persigue al protagonista hasta el pantano, es realmente escalofriante, así como la frondosa descripción que hace el autor de esta monstruosa criatura híbrida. Si bien La rana de Henry Kuttner no pertenece a los Mitos de Cthulhu (ver: Henry Kuttner en los Mitos de Cthulhu), hay algunos aspectos que lo vinculan directamente con la obra de H.P. Lovecraft, entre ellos, el tema del mestizaje, el tratamiento que el autor le da a Persis Winthorp, y lo reptiliano (ver: Reptilianos en la obra de Lovecraft). Henry Kuttner estuvo trabajando en La rana mucho antes de que finalmente apareciera. Tres años antes, le escribió a Lovecraft comentándole a grandes rasgos el argumento de la historia. El 18 de mayo de 1936, el maestro de Providence le respondió: Tu mención de La rana me interesa mucho, porque parece mi clase de cuento. Si Wright lo rechaza (Lovecraft se refiere aquí a Farnsworth Wright, editor de Weird Tales), confío en que me dejarás leerlo, porque no quiero perderme el tipo de historia que parece ser. La atmósfera de persecusión onírica es sin duda ideal para cualquier cosa de esta naturaleza. Tal como lo anticipó Lovecraft, Farnsworth Wright rechazó La rana de Henry Kuttner, tal vez porque el argumento se parecía demasiado a otro cuento del autor: El horror de Salem (The Salem Horror). Pasaron tres años antes de que apareciera en Strange Stories, una de las revistas que rivalizaban con Weird Tales. Lovecraft, lamentablemente, murió en 1937. No sabemos si Henry Kuttner le envió una copia de La rana antes de esa fecha, pero estimamos cualquier miembro del Círculo de Lovecraft le concedería tal solicitud al Maestro de Providence (ver: Los Mitos de Khut-N’hah) Análisis de: El Espejo Gótico https://elespejogotico.blogspot.com/2020/08/la-rana-henry-kuttner-relato-y-analisis.html Texto del relato extraído de: https://elespejogotico.blogspot.com/2020/08/la-rana-henry-kuttner-relato-y-analisis.html Musicas: - 01. Mind Tricks - Experia (Epidemic) - 02. Dark Music - The Sealed Kingdom (Epidemic) Nota: Este audio no se realiza con fines comerciales ni lucrativos. Es de difusión enteramente gratuita e intenta dar a conocer tanto a los escritores de los relatos y cuentos como a los autores de las músicas. ¿Quieres anunciarte en este podcast? Hazlo con advoices.com/podcast/ivoox/352537 Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Por Yaiza Santos No debería dejar de leer, conminó a Santos, las 200 páginas de la ponencia de la magistrada Montalbán, vicepresidenta del Tribunal Constitucional, previa a la sentencia sobre el recurso interpuesto por el Partido Popular contra la ley de amnistía. ¡Hasta qué punto rabulea esa prosa jurídica! No tiene la menor importancia si la ley de amnistía cabe o no cabe en la Constitución. Lo verdaderamente escandaloso es que decidan que los hechos de octubre no fueron delitos, porque no ha cambiado la legislación vigente para que no lo sean. Por supuesto que hay resquicio para el perdón si se viola la ley, pero aquello ya ocurrió con los indultos, y estos no fueron suficientes para los nacionalistas. La diferencia entre indulto y amnistía reside precisamente ahí: lo primero es el perdón; lo segundo, el olvido de los hechos. Naturalmente no se habría ocupado jamás de la bomba lapa, de no ser por el despeñadero moral en el que sigue desbarrancándose el Gobierno al negar la realidad, con esta portavoz Alegría –pobre mujer– que tanto le recuerda a aquella Kellyanne Conway de los «hechos alternativos». Pero así está la conversación española, pulverizada su seriedad, como muestra la aparición de Aldama en la rueda de prensa de Leire Díez, Sálvame Deluxe. Anunció una próxima colecta para Ahmed Tommouhi, a quien le fue negada una indemnización por la injusticia de su cárcel, y elogió la templanza de David Brooks incluso en su enfado con Trump-Vance: ¡claro que América representa principios universales! Quien trasciende el instinto tribal y entiende que la patria es la defensa de unos valores por encima de la sangre no tiene más remedio que ser antinacionalista furibundo. Y fue así que Espada yiró. Bibliografía: - «Nace el Instituto Internacional del Jamón: la industria del cerdo busca más ventas en el exterior», El Nacional. - David Brooks, «I’m Normally a Mild Guy. Here’s What’s Pushed Me Over the Edge», The New York Times.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sara Marconi, Beniamino Sidoti"Le so tutte"Illustrazioni di Francesco FagnaniEdizioni Lapiswww.edizionilapis.itSavannah e Maicol sono amici da sempre, anche se non potrebbero essere più diversi.Savannah è brillante, determinata e appassionata di ecologia. Ha un mito assoluto: Ross Michaels, imprenditore visionario e guru dell'ambientalismo, con cui sogna – un giorno – di salvare il mondo. Maicol invece è imprevedibile, buffo, pieno di idee. A scuola si perde facilmente, le sue risposte sorprendono, confondono, fanno sorridere o disperare le maestre. Nessuno sembra capirlo, tranne Savannah.Finché un giorno Maicol riceve un oggetto misterioso: un ciondolo capace di fornire la risposta esatta a qualunque domanda. Da quel momento, sa tutto. Sempre. Confida in gran segreto alla sua amica che l'oggetto gli è stato recapitato da una civiltà aliena. All'inizio è entusiasta. Finalmente non sbaglia più, tutti lo ascoltano, le risposte arrivano senza fatica. Ma a poco a poco si rende conto che quel sapere non gli appartiene: è il ciondolo a parlare.Savannah è convinta che il ciondolo fosse destinato a Ross Michaels – i nomi si somigliano, dopotutto.Quando vince un concorso della Ross Corporation, parte con Maicol per partecipare al torneo e incontrare finalmente il suo idolo.Ma l'incontro non va come previsto: il ciondolo costringe Ross Michaels a dire la verità e rivela che la consolle “ecologica” è in realtà fatta di plastica.Per Savannah è una delusione profonda. L'uomo in cui aveva riposto fiducia si rivela ben lontano dai suoi idealiMaicol recupera il ciondolo e scopre che era davvero destinato a lui. Solo che è arrivato in anticipo: dieci anni troppo presto.Savannah, disillusa ma più consapevole, capisce che non basta sapere tutto. Le risposte non contano, se non si fanno le domande giuste.E capisce anche che non sarà Ross Michaels a salvare il mondo. Maicol, forse, sì. Naturalmente, con il suo aiuto!Età di lettura dai 9 anniSara MarconiEditor e traduttrice, si laurea in Storia della lingua italiana presso l'Università di Bologna. Inizia la sua carriera a Milano, lavorando per un'agenzia pubblicitaria, per poi trasferirsi in Toscana, dove avvia un progetto dedicato all'arte e alla comunicazione ludica. Cura numerosi volumi, soprattutto romanzi e riscritture di classici, pubblicati da Lapis. Insieme a Simone Frasca firma la serie I Mitici Sei, edita da Giunti. Scrive inoltre per Mondadori, Piemme, Pelledoca e molti altri editori. I suoi libri sono tradotti in Spagna, Francia, Grecia, Russia e Corea. Oggi vive a Torino, dove dirige Il Mignolo, il supplemento dell'Indice dei libri del mese dedicato alla letteratura per ragazzi. Beniamino SidotiAutore, editor, giornalista ed esperto e creatore di giochi. È stato tra i fondatori di Lucca Games che, nel 2016, gli ha conferito il Premio Speciale per la Carriera Ludica. Riesce a coniugare giochi e storie in maniera sempre stimolante, occupandosi anche di Didattica ludica e di animazione alla lettura. Con Sara Marconi ha firmato per Giunti la serie La folle famiglia F.Francesco FagnaniNato a Merano nel 1965, inizia a lavorare come autore e disegnatore satirico sul settimanale Cuore. Collabora con Linus, Il Clandestino e il manifesto, Amnesty International, WWF, CGIL, LAV, Associazione Hamelin e molti altri. Oggi si dedica a diversi ambiti dell'illustrazione, indagando il confine tra fumetto, graphic design e ogni altra forma di comunicazione narrativa, e pubblicando con i più importanti editori italiani.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarewww.ilpostodelleparole.itDiventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.
Salve! This is a bonus episode for Brazuca Sounds paid subscribers!Every episode is a different song. This is the song today:"Emoriô" and "Naturalemente" by Fafá de BelémToday we're celebrating the first compacto (single) released in 1975 by singer Fafá de Belém. "Emoriô" was written by João Donato with lyrics by Gilberto Gil, and its Afro-Brazilian arrangements, heavy percussion, and repetitive chorus elevated 19-year-old Fafá into a Brazilian star. The B-side, "Naturalmente", written by Donato with lyrics by Caetano Veloso, is no less impressive, with its carimbó rhythm, and putting a spotlight for the first time on the North sounds of Brazil, especially the state of Pará, where the singer was from. Caetano's lyrics are "a veritable linguistic playground", almost a catalog of Amazonian terminology, and I recommend checking out the full translation with our friends at Translationsmith.
El ex presidente Luis Lacalle Pou fue recibido el martes en una sesión especial del Honorable Directorio del Partido Nacional (PN). Llegó y se fue de la sede blanca, ubicada en la Plaza Matriz, rodeado de unas 50 personas que lo vivaron, se sacaron selfies con él y le pidieron que “vuelva”. Según trascendió, en la exposición que realizó puertas adentro Lacalle Pou se posicionó como el “último de la fila para empujar, ayudar y colaborar” con el PN, lo que implica que no será él quien “tire del carro” en los próximos cuatro años. Además, el ex mandatario marcó la necesidad de “reorganizar” al partido. Ayer, en entrevista aquí En Perspectiva, el senador Sebastián da Silva dijo que Lacalle Pou “ordenó las prioridades” en ese sentido, por ejemplo cuando planteó que quien sea electo como presidente del Directorio debe dedicarse full time a esa responsabilidad. "Naturalmente el énfasis es directorio partidario, no sectorial, en donde se desayune y se cene pensando Partido Nacional". Según Da Silva, esto supondría que si el próximo presidente del directorio fuera un senador, debería renunciar a esa banca. Casualmente, dos de los nombres que aspiran a encabezar el ejecutivo blanco son miembros de la cámara alta: Javier García y Alvaro Delgado. En otro momento de su mensaje, Lacalle Pou se refirió al gobierno actual y aventuró que en la discusión de la próxima Rendición de Cuentas quedará marcado el enfrentamiento entre dos proyectos del país. Por lo tanto, el ex presidente llamó a defender “la realidad ante el relato”, en una alusión a las críticas que desde el gobierno de Yamandú Orsi se han señalado sobre las limitaciones que implica la situación fiscal que se recibió de la administración anterior. En ese sentido, exhortó a los militantes nacionalistas a leer y subrayar el libro “Uruguay más libre”, que su equipo editó pocas semanas antes del final de su mandato. La Tertulia de los Jueves con Cecilia Eguiluz, Gabriel Mazzarovich, Ana Laura Pérez y Daniel Supervielle.
Vincent Candela ci è venuto a trovare a Trigoria! Il campione d'Italia e del Mondo si racconta: il suo rapporto con la Roma, i ricordi del gruppo dello Scudetto, la passione per il padel e tanto altro.
¡¡ NUEVO PODCAST‼ -Para una Vida Saludable, Margarita Naturalmente.-Luisa Krebs, Empresaria Textil… “Emprendimiento Femenino”.-Dr. Alfonso Alejandro Avalos Ramos del Centro de la Rodilla y Columna.-Cuauhtli Arau... “EndoTipos: El mapa interior que transformó mi vida”.
Lista de espera abertas para o Viver de Renda no Exterior
¡¡ Nuevo Podcast ‼ -Las claves de la nutrición efectiva con Margarita Naturalmente-Dr. Camilo Cruz y su nuevo libro: "No pares de bailar hasta que llueva"-Dr. Jaime Edelson… "El general no tiene quien le ponga un like"-Katia Castelo…"El poder de la intención; crea la realidad que deseas"
De Mortuis (De Mortuis) es un relato de terror psicológico del escritor inglés John Collier (1901-1980), publicado originalmente en la edición del 18 de julio de 1942 en el periódico The New Yorker, y luego reeditado en la antología de 1943: Un toque de nuez moscada y más relatos improbables (The Touch of Nutmeg and More Unlikely Stories). De Mortuis narra la historia del doctor Rankin, quien trabaja cubriendo con cemento el suelo del sótano de su casa, cuando es visitado inesperadamente por dos amigos, quienes comienzan a hacer conjeturas. SPOILERS. Tras deducir que el doctor Rankin efectivamente se deshizo de su esposa y la enterró bajo el cemento del sótano, sus amigos le aseguran que permanecerán en silencio. De hecho, parecen justificar el crimen, habida cuenta que Irene era una mujer con muy mala reputación. Es así que comienzan a contarle muchas cosas que el doctor no sabía sobre ella, por ejemplo, que ambos mantuvieron relaciones con ella, así como prácticamente todos los hombres jóvenes del pueblo. Los dos amigos elaboran una coartada para proteger al doctor, hasta ahora, en absoluto silencio acerca de aquellas especulaciones. Dirán que vieron a Irene yéndose del pueblo con un sujeto. A nadie le asombrará, y nadie hará preguntas incómodas ante la ausencia de la mujer. Aquí, De Mortuis de John Collier realiza una maniobra magistral: los amigos se retiran, una vez que el plan ha sido acordado, y pocos minutos después aparece Irene. Naturalmente, el doctor Rankin tendrá una visión bastante diferente de su esposa cuando ella regresa. El título en latín del cuento, De Mortuis, significa «sobre los muertos», y proviene de una frase de Diogenes Laercio (para otros, de Chilon de Esparta): De mortuis nil nisi bonum, que significa: «sobre los muertos sólo dí algo bueno». Esto hace referencia a la imprudente verborragia de aquellos dos amigos, quienes inadvertidamente ponen al doctor en conocimiento de la mala reputación de su esposa. Análisis de: El Espejo Gótico http://elespejogotico.blogspot.com/2020/03/de-mortuis-john-collier-relato-y.html Texto del relato extraído de: http://elespejogotico.blogspot.com/2020/03/de-mortuis-john-collier-relato-y.html Musicas: - 01. Mind Tricks - Experia (Epidemic) - 02. Dark Music - The Sealed Kingdom (Epidemic) Nota: Este audio no se realiza con fines comerciales ni lucrativos. Es de difusión enteramente gratuita e intenta dar a conocer tanto a los escritores de los relatos y cuentos como a los autores de las músicas. ¿Quieres anunciarte en este podcast? Hazlo con advoices.com/podcast/ivoox/352537 Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Qué Temas Quieres Escuchar Toca y Hablemos. TE LEO.El dolor crónico y el uso constante de medicamentos se han convertido en una realidad diaria para muchos pacientes, quienes, a menudo, se ven obligados a adaptarse a esta carga. Condiciones como el hígado graso y el cáncer son reflejo de años de hábitos dañinos que afectan gravemente la salud y, en algunos casos, ponen en riesgo la vida.¿Es posible curar las enfermedades crónicas? ¿Cuál es el tratamiento más adecuado si sufres de alguna de estas condiciones? ¿Existen alternativas a los medicamentos convencionales?El Dr. Freddy Duque, médico cirujano con 23 años de experiencia en medicina integrativa, homeopatía y acupuntura, ha sido pionero en el uso de terapias naturales y no invasivas para el manejo del dolor y el tratamiento de enfermedades complejas. Su enfoque integral ofrece una poderosa alternativa que ayuda a tratar enfermedades crónicas y a aliviar el dolor, especialmente en pacientes con diagnósticos complicados o sentencias médicas difíciles de aceptar.Hoy, en Cómo Curar, el Dr. Duque comparte sus métodos innovadores, su amplia experiencia y el impacto transformador que ha tenido en la vida de miles de pacientes. Demuestra que, con un enfoque holístico y personalizado, es posible mejorar significativamente la calidad de vida, incluso en los casos más desafiantes.Descubre más sobre nuestro invitado, Dr. Freddy Duque: https://www.instagram.com/drfreddyduque/Consigue mis fórmulas en USA y México: https://store.dracocomarch.com/es/Consigue mis fórmulas en Europa:https://vitatiendaeuropa.com/es/Visita mi Podcast:https://comocurar.com/Sígueme en redes:https://www.facebook.com/CocoMarchNMDhttps://www.instagram.com/cocomarch.nmd/https://www.youtube.com/@CocoMarchNMDhttps://www.tiktok.com/@coco.march.nmd Aprende de mi blog:https://blog.dracocomarch.com